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Feirão da Casa Própria da Caixa movimenta R$ 3,2 bilhões, em mais de 20 mil negócios

6 de maio de 2013 | 11h05

Yolanda Fordelone

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 Foto: Helvio Romero/ Estadão

Na 9ª edição do Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal, realizado entre sexta-feira, 3, e domingo, 5, foram R$ 3,2 bilhões movimentados em 20.311 negócios (contratos assinados e encaminhados). Nos três dias da feira, 52.716 pessoas passaram pelo local.

Segundo o superintendente regional da Caixa em São Paulo, Paulo José Galli, neste ano o resultado foi 27% superior ao do ano passado.

Veja também:

+ Vídeorreportagem: famílias compram o primeiro imóvel próprio

No evento, foram oferecidos mais de 136 mil imóveis, dos quais 81.897 eram usados e 54.883 novos ou na planta. Participaram dessa edição, cerca de 100 construtoras e 133 imobiliárias e parceiros institucionais.

Este ano quem adquiriu um financiamento imobiliário durante o período do Feirão poderá começar a pagar a primeira prestação em janeiro de 2014. A condição é válida para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Começa hoje Feirão da Casa Própria da Caixa, com a venda de mais de 136 mil imóveis

3 de maio de 2013 | 9h08

Yolanda Fordelone

casa_StockXchng.jpg

Proteste divulgou lista com 10 cuidados na compra em feirões.

Foto: Stock Xchng

Começa nesta sexta-feira, 3, em São Paulo a 9ª edição do Ferião da Casa Própria da Caixa Econômica Federal. O evento promete oferecer 136.780 imóveis, dos quais 54.883 são novos ou em construção e 81.897 são usados. A feira ocorre até domingo, 5, na rodovia dos Imigrantes.

Além de São Paulo, há ofertas na Grande São Paulo e na Baixada Santista, com preços que variam de R$ 100 mil a R$ 1,7 milhão. Em seu site, a Caixa disponibiliza um simulador para quem pensa em comprar o bem financiado.

A quantia pode ser financiada pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O prazo do financiamento imobiliário é de até 35 anos, com taxas de juros apartir de 4,5% ao ano, dependendo das condições de renda e valor do imóvel.

Até 16 de junho, o feirão passará por 13 cidades, com oferta de cerca de 400 mil imóveis. Simultaneamente ao evento de São Paulo, a feira ocorre também em Fortaleza neste fim de semana. Brasília (DF), Uberlândia (MG), Curitiba (PR), Salvador (BA) e Rio de Janeiro terão o evento entre os dias 17 e 19 de maio. Em Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS), o feirão será de 24 a 26 de junho.

Na compra do imóvel, porém, alguns cuidados devem ser tomados, alerta a associação Proteste.

1) Compare preços: pesquise o valor de mercado na região para as mesmas características do imóvel que se tem em vista. Isto ajuda a fixar o valor máximo que você pretende pagar pelo imóvel.

2) Pesquise as taxas de juros: além da Caixa, compare com outros bancos que também financiam.

3) CET: Fique atento ao Custo Efetivo Total (CET) para ver tudo que está envolvido no financiamento, incluindo todas as taxas administrativas e tributos cobrados pelo banco. Nem sempre a menor taxa de juros é o melhor negócio.

4) Imóvel ocupado: cuidado com imóvel que está ocupado, pois pode dar dor de cabeça para conseguir a desocupação. O processo de retirada judicial é demorado e envolve custas judiciais e honorários de advogados, caso necessite entrar na Justiça. É imprescindível visitar o imóvel ofertado para saber se o atual ocupante tem a intenção de entregar o bem amigavelmente, se o imóvel está em boas condições e também conhecer a vizinhança.

5) Dívida: Deve-se também consultar o Tribunal de Justiça para saber se há alguma ação questionando a dívida do mutuário anterior com o Banco. A presença de ação é sinal de alerta, já que uma vitória do antigo mutuário, ainda que demore a acontecer, pode até cancelar a compra, dependendo da decisão do juiz.

6) Dívidas 2: Para imóvel pronto, novo ou usado, é preciso levantar se há dívidas pendentes, como condomínio e IPTU. São dívidas de responsabilidade do antigo proprietário, que deverão ser quitadas pelo banco ou pelo vendedor do imóvel. Essas dívidas têm o imóvel como garantia e a execução corre contra o atual proprietário, que terá de recorrer a Justiça para receber este dinheiro do vendedor.

7) Dívidas 3: Se houver dívida de IPTU, esta obrigação deve constar na proposta de compra ou no contrato, inclusive prevendo a possibilidade de reter os pagamentos ao vendedor enquanto houver pendências.

8) Propaganda: Guarde todos os anúncios e faça constar na proposta de compra tudo que foi prometido pelos vendedores durante a negociação, inclusive prazos de entrega, taxas de juros, metragem do imóvel e despesas.

9) Garantias: Se depender de financiamento para comprar o imóvel, não assine nenhum documento antes de verificar se seu crédito será aprovado. Não assine pedido de reserva de imóvel e nem deixe cheque caução. Você precisa ter garantia por escrito que em caso de não aprovação do financiamento, haverá ressarcimento do sinal ou do cheque caução, pois a maioria das empresas cobra multa pela desistência.

10) Comprometimento de renda: não comprometer 30% da renda é fundamental para conseguir honrar todas as parcelas do financiamento sem dificuldades. Como o prazo de pagamento é longo, dificuldades financeiras podem ocorrer, e comprometer sua renda.

Feirão da Caixa em São Paulo
Local: Centro de Exposições Imigrantes (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Água Funda)
Data: 3 a 5 de maio
Horário: das 10h às 20h na sexta-feira e sábado e das 10h às 18h no domingo

Aluguel de R$ 1 mil sobe para R$ 1.078; Saiba como calcular reajuste do contrato em janeiro

4 de janeiro de 2013 | 14h24

Yolanda Fordelone

10Contratos de aluguel com aniversário em janeiro podem subir 7,82%. Essa é exatamente a variação acumulada em 2012 pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), índice que geralmente corrige os contratos de locação.

O Sindicato da Habitação (Secovi-SP) divulga periodicamente o fator de reajuste. Em janeiro, será de 1,0782. Ou seja, se o aluguel mensal vigente no período de janeiro a dezembro de 2012 foi de R$ 1.200, o valor corrigido será de R$ 1.293,84 (resultado de R$ 1.200 vezes 1,0782), a ser pago a partir de fevereiro.

“O valor atualizado vigorará até dezembro de 2013 ou até o final do contrato, se ele terminar antes”, diz o gerente do Departamento de Economia e Estatística do Sindicato, Roberto Akazawa. O valor de reajuste para os contratos com vencimento em dezembro havia sido de 1,0696, a ser pago a partir de janeiro.

 

SIMULAÇÃO
Aluguel Valor reajustado
R$ 600,00 R$ 646,92
R$ 800,00 R$ 862,56
R$ 1.000,00 R$ 1.078,20
R$ 1.200,00 R$ 1.293,84
R$ 1.400 R$ 1.509,48

 

O histórico dos índices de reajuste pode ser encontrado no site de Secovi-SP, em Indicadores de Mercado.

Foto: Itamar Miranda/ Estadão

Consórcio imobiliário para as classes A e B é um sucesso

27 de fevereiro de 2012 | 8h54

Roberta Scrivano

Aí está mais uma prova de como o preço dos imóveis está alto. O banco Itaú constatou que os grupos de cartas de R$ 350 mil a R$ 700 mil (valores exclusivos do banco no mercado) foram totalmente vendidos no ano passado. “Já estudamos a abertura de um terceiro grupo”, disse o banco.

“O público consumidor de consórcio imobiliário é predominantemente formado pelas classes A e B. E isso tem se consolidado”, disse Luis Matias, vice-presidente da Área de Consórcios do Itaú Unibanco. “Se antes os clientes adquiriam duas cotas em grupos de consórcio de R$ 300 mil, hoje podem adquirir uma única, o que agiliza o processo”, detalhou.

* Poupar para comprar à vista, financiar ou adquirir a cota de um consórcio? Está em dúvida. Aqui há uma reportagem que pode te ajudar.

Locação mais cara que em Londres

20 de julho de 2011 | 11h29

Yolanda Fordelone

Não só o preço dos imóveis em São Paulo está caro como também as locações. Segundo levantamento da Colliers, São Paulo ocupa a quarta colocação do ranking dos maiores valores médios de locação de galpões, ultrapassando até mercados inflacionados como o de Londres.


Segundo a empresa de serviços imobiliários, atualmente há cerca de 4,6 milhões de metros quadrados em galpões para alugar, distribuídos nas cidades de Guarulhos, Barueri, Osasco, Jandira e Itapevi.

A taxa de vacância é de 1%, devido à redução de oferta de galpões nessas regiões e à localização privilegiada da Rodovia Castelo Branco, muito procurada por empresas. Barueri lidera o ranking de valor médio de locação de galpões isolados (R$ 30,00 / m²), seguido por Osasco (R$ 25,00 / m²), Guarulhos (R$ 23,15 / m²) e Jandira (R$ 20,00 / m²).

‘Seu Dinheiro com o Professor Gallo’: Fundos Imobiliários

1 de junho de 2011 | 14h04

Yolanda Fordelone

Não perca na próxima terça-feira, 7, o programa ‘Seu Dinheiro com o Professor Gallo’ especial sobre fundos imobiliários. O professor de finanças da PUC-SP e FGV, Fábio Gallo, o especialista no assunto Rodrigo Machado e as repórteres Letícia Bragaglia e Yolanda Fordelone conversam sobre a aplicação que pode ser comprada pelo investidor por meio de corretoras.

Envie suas dúvidas para o e-mail economiaenegocios@grupoestado.com.br ou deixe sua pergunta aqui no blog.

O programa é transmitido ao meio dia, ao vivo, pelo site Economia&Negócios.

Cursos sobre investimentos em SP nesse fim de semana

26 de abril de 2011 | 16h16

Roberta Scrivano

Sábado (dia 30) o Mauro Calil e o Paulo Portinho darão um curso cada um sobre investimentos. Cada aula custará R$ 350.

Um deles terá como temao investimento em imóveis por meio da Bolsa de Valores. A aula será dada pelo Calil das 9h às 13h. O outro curso (das 14h às 17h e que terá o Portinho como professor) será sobre como avaliar se vale a pena ou não entrar em um IPO (que é a primeira oferta de ações de uma empresa).

Os dois cursos serão no 21º andar do WTC, que fica na Avenida das Nações Unidas, nº 12.551.

Interessados precisam se inscrever nesse link:

http://www.calilecalil.com.br/calil/cursos-palestras/cursos-palestras-presencais.asp

FGV lança indicador de preços de imóveis comerciais

10 de fevereiro de 2011 | 12h49

Roberta Scrivano

A Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com a Bovespa, vai lançar amanhã o primeiro indicador de rentabilidade do setor imobiliário brasileiro.

Batizado de IGMI-C, o índice deve tornar-se “uma referência de rentabilidade de imóveis comerciais – como escritórios, galpões e shoppings -, contribuindo também para que os investidores tenham maior transparência em relação à formação dos preços de compra, venda e locação”, informa a FGV e a Bovespa em nota.

Você acompanha o que seu inquilino paga?

13 de outubro de 2010 | 15h38

Yolanda Fordelone

Além de checar todo mês se seu inquilino está em dia com o aluguel, especialistas dizem que o locador também tem de conferir se as obrigações de impostos e tarifas que cabem a ele estão sendo pagas.

Segundo a empresa de administração imobiliária Lello, se o inquilino não pagar o IPTU, por exemplo, o locador só irá receber uma notificação da prefeitura cerca de um ano e meio após o vencimento do encargo, com multas e juros.

“Se o inquilino não pagar o IPTU, por exemplo, vira dívida ativa do Município e como a carta da Prefeitura é endereçada ao imóvel alugado, o locador pode nem tomar conhecimento do problema e acumular uma dívida significativa junto aos cofres públicos”, explica Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis.

A administradora alerta que a falta de acompanhamento adequado em relação ao pagamento dessas despesas pode trazer sérios transtornos e onerosos gastos ao locador, durante e ao término da locação.

Ao alugar um imóvel, o inquilino deve transferir as contas de água, luz e gás para o nome dele, por exemplo, pois esses encargos passam a ser de responsabilidade do morador do imóvel.

Placa na porta pode garantir bom negócio

25 de agosto de 2010 | 16h03

Yolanda Fordelone

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A placa “aluga-se” na porta do imóvel, em complemento ao anúncio em outras mídias, pode reduzir pela metade o tempo para o fechamento de um contrato de locação na cidade de São Paulo, segundo uma pesquisa da administradora de imóveis Lello.

Segundo a administradora, o tempo que um apartamento de dois dormitórios, o tipo de imóvel mais procurado para locação em São Paulo, fica vago com placa é em média 20 dias. Já os imóveis sem placa ficam vagos de 40 a 50 dias antes de serem efetivamente alugados.

Além disso, 47% dos candidatos a inquilinos que consultaram a Lello nos seis primeiros meses deste ano disseram ter visto a placa na porta do imóvel antes de procurar a administradora para obter mais informações sobre a oferta.

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