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Quarta-feira, 22 de Maio de 2013
O mundo da música sertaneja
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Repertório é o destaque em DVD de Matheus e Kauan

POR CRISTIANE BOMFIM
cristiane at gmail.com)

20/03/2013 – 1º DVD de Matheus e Kauan. Gravado no Centro Cultura Oscar Niemeyer, em Goiânia. Goiás.

Fora do palco Matheus e Kauan pareciam dois garotos ainda tímidos em meio a uma multidão de fotógrafos e repórteres atrás de declarações sobre o momento mais importante da carreira da dupla formada em 2010: a gravação do primeiro DVD. Mas quando as cortinas que os separavam do público que lotou ontem, 20, o Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia, se abriram, os irmãos já não eram mais meninos. A dupla, formada em 2010, fez um show bonito com duração exata de duas horas: sem enrolações ou repetições nas músicas, poucos erros e convidados do primeiro escalão.

O capricho na hora de escolher o cenário e a iluminação só não foi maior do que o cuidado com a seleção do repertório, que foi o grande destaque do DVD. “Tem mais de um ano que começamos a escolha do repertório, tirando música boa e colocando música melhor ainda. Quando sentimos que ele estava pronto, decidimos gravar o DVD”, explicou Matheus minutos antes de iniciar o show. Treze faixas foram escritas por Matheus e Kauan, que já são conhecidos no mundo musical pelas composições de músicas como “Eu vou tentando te agarrar”, gravada por Gusttavo Lima, e “5 de manhã”, sucesso nas vozes de Henrique e Diego.

A presença de Jorge e Mateus, Humberto e Ronaldo, Michel Teló e Luan Santana no palco não intimidaram Matheus e Kauan. “São grandes amigos nossos. Tudo aconteceu naturalmente”, disse Kauan. Escolheram a romântica “Vou te merecer” para dividir com Humberto e Ronaldo. “Eles são muito talentosos e merecem sucesso. Compõem muito e cantam muito. E fazer parte desse projeto é um orgulho muito grande. A música é muito boa”, disse Humberto. “Flash” foi cantada com Michel Teló. “Você me dominou” teve a participação de Luan Santana. Jorge (da dupla com Mateus) escreveu a canção “Fica Combinado e deu de presente para Matheus e Kauan.

Na plateia estavam Marrone (da dupla com Bruno), George Henrique e Rodrigo, Israel e Rodolffo, Fred e Gustavo, Maria Cecília e Rodolfo, Israel Novaes, além de alguns ex-BBB, compositores e empresários. A previsão é que o DVD chegue às lojas somente em agosto. Mas a dupla promete lançar nos próximos dias “Mundo Paralelo”, a primeira música de trabalho do álbum gravada junto com os padrinhos Jorge e Mateus.

Mariano usa fralda em show de lançamento do novo DVD com Munhoz

POR CRISTIANE BOMFIM

Foi para um público de quase 20 mil pessoas que lotou o recinto de exposições de São José do Rio Preto, no interior paulista, que Munhoz e Mariano fizeram o show de lançamento do segundo DVD da carreira Ao Vivo em Campo Grande Volume II, gravado em maio. Segundo a dupla, cerca de 70% dos shows apresentados nos últimos doze meses ocorreram na região.

“É uma cidade que ficaria mais fácil de todas as cidades vizinhas se reunirem. Temos um carinho muito grande por São José do Rio Preto”, disse Mariano, que tem parentes no município.

A apresentação teve duração de uma hora e meia e a plateia acompanhava, em coro, a maior parte das canções. Sexto sentidoTe quero bemGrita Amor, Balada louca e as bonitas A bela e o fera e Sorte que a gente tem a vida inteira estavam no repertório. A execução de Camaro Amarelo fez uma multidão repetir a coreografia. O clipe da música, aliás, já foi visto mais de 20 milhões de vezes no YouTube.

Talvez por isso tenha sido desnecessária a aparição de Mariano dentro de um berço, usando fralda, botas e uma chupeta enorme de plástico na execução da faixa Vem cuidar do seu bebê. O momento, dentro do show, também não pareceu o mais adequado. Munhoz tinha acabado de cantar clássicos sertanejos, como Fio de Cabelo, sentado no palco.

“Fizemos isso uma vez no carnaval. E tinham algumas fotos nossas na rede e as fãs começaram a pedir no Twitter e por e-mail. Resolvemos brincar no lançamento do álbum”, disse Mariano. Ele garantiu que rebolar de fraldas não vai ser rotina nos shows. “Claro que não. Pelo amor de Deus. Só no carnaval mesmo. Até porque não dá tempo. A troca de roupa demora muito”, contou ele. É verdade que as fãs se deliciaram com o corpo em forma de Mariano. Mas também é verdade que todo o resto ficou constrangido e sem entender o que estava acontecendo. E não parou por ai: a dupla ainda cantou funk antes de encerrar o show ao lado da dupla Fred e Gustavo.

Munhoz, que é mais timido, não preciso de fralda para roubar a cena no show. A evolução do cantor no palco é gritante. Ele, que nunca gostou de ficar sozinho no palco, confessou que tem treinado e que o maior incentivador é o amigo Mariano.

Faustão
Munhoz e Mariano afirmaram que a gafe do apresentador Fausto Silva no programa do dia 2 foi positiva. Faustão  errou o nome da dupla e duas vezes chamou os cantores de Mateus e Mariano. “Ah, eu fiquei meio tristão, para ser sincero. Mas depois eu não liguei mais para isso porque repercutiu até mais. É meio chato, mas não importa”, disse Munhoz.

César Menotti e Fabiano lotam Morro da Urca em gravação de DVD

POR CRISTIANE BOMFIM
cristiane.bomfim@estadao.com

“Quanta honra e satisfação nós temos nessa noite em subir um morro carioca e cantar”, declarou César Menotti na última sexta-feira, 17, minutos depois de inciar a segunda noite de show ao lado do irmão Fabiano. Para quem tinha dúvidas se a música sertaneja faz sucesso no Rio de Janeiro, César Menotti e Fabiano lotaram o Morro da Urca dois dias consecutivos durante a gravação do DVD ao vivo que marca o início das comemorações de 10 anos de carreira. As gravações ocorreram nos dias 16, quinta-feira, e 17, sexta.

“É claro que o sertanejo pegou no Rio, mas aqui nós preferimos as músicas mais animadas. Eu vim para ouvir a música Leilão, mas tô gostando até das inéditas”, explicou a médica Flávia Amaral, de 32 anos. Ela conheceu o namorado Rodrigo Machado, de 34 anos há 3 anos em uma festa sertaneja chamada quintaneja e escolheu o show de César Menotti e Fabiano

No primeiro dia, a dupla recebeu no palco Preta Gil, Jorge e Mateus, Santorine e o grupo de pagode Sorriso Maroto. Mas a presença de artistas não ficou restrita ao palco. Na plateia estavam ainda Latino, o ex-jogador de futebol Romário, o ginasta Diego Hypólito, o cantor Xande (do grupo de Revelação), o sertanejo Israel Novaes, além de atores e atrizes globais. O show foi longo e terminou com o dia amanhecendo. Preta Gil e Jorge e Mateus precisaram repetir muitas vezes as músicas selecionadas para eles no repertório.

Na sexta-feira ficou evidente que não era necessário participações especiais para ser um grande show. No repertório, César Menotti e Fabiano misturaram sucessos e músicas inéditas. Anjo, Palavras de Amor, Não era eu, Vida cigana, Por que não liga pra mim? e Estressada. Esta última é a nova de trabalho dos irmãos.

“Superou todas as expectativas. A gente sabia que ia ser bom, mas não sabia que ia ser tão bom. Foi maravilhoso”, contou ao César Menotti ao Jornal da Tarde. O público achou o mesmo. “Fui no primeiro show deles aqui no Rio de Janeiro. Ouço sertanejo desde os meus quatro anos de idade”, contou o empresário carioca Heitor Cassiano, de 26 anos, que foi ao Morro da urca acompanhado de seis amigos.

O meio da apresentação foi reservado aos clássicos da música sertaneja. Ao contrário da maioria das duplas, César Menotti e Fabiano deixaram de lado os clichês e só para começar escolheram a bonita Tocando em Frente para homenagear o pai. “Aprendemos a cantar essa música com nosso pai”, disse  César Menotti. Essa não foi a única de Almir Sater: a dupla também interpretou Chalana.  Depois vieram Boiadeiro errante e O mineiro e o italiano. “Moda de viola é música para gente inteligente. Tem começo, meio e fim. Tem que prestar atenção para entender”, disse Fabiano.

Os dois dias de show

“Foi muito mais do que esperávamos. A receptividade do público com relação às músicas inéditas… É sempre muito difícil gravar música inédita em um DVD, mas o povo colaborou demais. Sacudiu. Agitou. Correspondeu muito mais do que imaginávamos. E algumas músicas são muito fáceis de cantar. E isso enriqueceu muito. O resultado é maravilhoso”, disse Fabiano.

“O primeiro dia foi mais longo, mas em compensação teve convidados que agradaram muito o público. E quando se trata de um DVD, imagino que as pessoas já venham um pouco preparadas para isso. Para parar, voltar uma música, o convidado cantar duas ou três vezes. Hoje, viemos só para garantir os takes mesmo”, César Menotti.

Morro da Urca

“Eu acho que isso (lotar o Morro da Urca) faz valer a nossa batalha de não se render a algumas situações comerciais e insistir na musica sertaneja de verdade. Isso nos dá ânimo para pensar que estamos no caminho certo”, disse César Menotti.

“Eu acho que fomos um pouco atrevidos por gravar em um local assim muito especial, um cartão postal e no Rio de Janeiro. Mexer com música sertaneja em um lugar que até então não se falava muito não é muito fácil. Mas estamos colhendo frutos de longos anos aqui no Rio e por isso nós imaginamos que fosse ser legal, mas foi maravilhoso”, confessou Fabiano.

Emoção

“Sem dúvida a parte das modas viola foi a mais emocionante porque fizemos uma homenagem ao nosso pai. Com músicas que nós já cantamos há muito tempo e já estão no nosso show e que retratam o que a gente gosta de cantar”, César Menotti.

“Acho que desde o dia que começamos a pensar em gravar aqui tudo está sendo emocionante. Cada vitória, por menor que seja, é uma conquista, uma emoção, uma alegria. E terminar sabendo que foi tudo 100% é maravilhoso”

1º DVD de Henrique e Diego traz homenagem à mãe de Diego. Trabalho será lançado em dezembro

POR CRISTIANE BOMFIM
cristiane.bomfim@grupoestado.com.br

PARTE 1

Na últimaterça-feira, 7, Henrique e Diego subiram no palco do Ondara Palace, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, para gravarem o primeiro DVD da carreira que começou 11 anos atrás. Contaram com a participação de cerca de 3 mil pessoas na plateia e ainda Humberto e Ronaldo, Gusttavo Lima e a ainda pouco conhecida Matheus e Kauan nos microfones. O lançamento do trabalho já tem data: 8 de dezembro em um show também na cidade morena, com a participação de Luan Santana. “O Luan é um cara que vai abrir portas para o Henrique e Diego. O Luan é nosso pé direito”, contou Henrique depois da apresentação.

Num cenário de bom gosto, a dupla apresentou músicas como Canudinho, Me liga, Zuar e beber, 100 mil vidas e Vai doer. O dia escolhido coincidiu com os quatro meses de morte da mãe de Henrique, que foi homenageada em uma das mais de 30 canções que fizeram parte do repertório. A música foi composta por Maurício Mello – compositor e amigo do cantor –, mas foi inspirada em uma carta escrita por Henrique dias antes. Tanto que o refrão “mãe, tô aqui, tá tudo bem / estou vivendo o sonho que a gente sonhou / eu só quero agradecer por tudo que me ensinou” é um trecho da carta.

“Essa é a vida que a gente sonhou junto. Ela me apoiou. Eu estava no quarto ano de Direito. Eu larguei o direito, fazia estagio na Assembleia Legislativa de Mato Grosso e tinha uma carreia promissora e eu poderia viver ali como ela. Minha mãe trabalhou 26 anos dentro da assembleia. O Diego me ajudou e me ensinou a cantar e minha mãe me apoiou a fazer diferente, a seguir um sonho”, disse.

Os erros na interpretação e falhas na iluminação e som – comuns em gravações de DVD e que tornam o show longo e cansativo – quase não aconteceram. Mesmo assim, a apresentação teve quase três horas de duração. E o motivo foi que o clima de festa deixou as participações especiais tão à vontade, que elas emendaram músicas de carreira à escolhida para ser cantada com Henrique e Diego. Gusttavo Lima, por exemplo, cantou Gatinha assanhada, Inventor dos Amores e Balada Boa. Já Humberto e Ronaldo, apresentaram Só vou beber mais hoje, Romance e Chega mais pra cá.

Aliás, a escolha do repertório e a presença de palco da dupla foram os pontos fortes do DVD. Horas antes, em coletiva de imprensa, eles contaram como foi o preparo do DVD. Sem dar voltas, a dupla afirmou que não tem nenhum problema em gravar músicas comerciais e da moda para fazer sucesso. Disse ainda que nomes já consagrados como Gusttavo Lima e Humberto e Ronaldo são importantes para empurrar a carreira. A dupla apostas nas músicas gravadas com estes artistas para bombar no sudeste, principalmente na capital paulista.

Escolha por Campo Grande
“Campo Grande abraçou (a dupla) Henrique e Diego com todo amor que essa cidade oferece. É uma forma de gratidão, de retribuição. Estamos muito felizes de realizar esse sonho e oferecer nosso trabalho para Campo Grande”, disse Henrique. Na verdade a dupla é de Cuiabá, no Mato Grosso, e se definiu como “cigana” por já ter morado seis anos no Paraná e depois se mudado para Campo Grande.

Seleção do repertório:
“A colheita para esse DVD foi juntar a nossa idade, porque não adianta mais cantar aquela coisa de ‘bichinho que rói ou de ‘copinho descartável’. Eu estou com 28 anos e o Diego com 26. Nós quisemos transparecer um pouco da nossa idade no DVD. Num momento em que eu também já fui corno, que já sofri por mulher. Também quero cantar uma musica romântica. O Diego também quer mostrar o lado percussivo dele, porque ele toca. Temos que mostrar a nossa musicalidade e juntar o útil ao agradável que é colocar dança, ritmo, letra, poesia, amor. Acho que foi muito bom para a gente ter demorado tanto para gravar um DVD e poder ter estudado muito bem e feito nosso repertório com carinho. Nada aconteceu por acaso”, afirmou, mais uma vez, Diego, o mais falante da dupla.

Primeira música da carreira
“A dupla teve alguns problemas administrativos com relação ao material. Começamos a cantar em barzinhos e com cinco anos de carreira, nós não tínhamos um single, uma música. Não acreditávamos que enquanto morássemos com nossos pais viveríamos da música. Então, gravamos nossa primeira música com sete anos de carreira. A primeira foi em um momento muito diferente da nossa carreira atual. Éramos meninos. O dinheiro que ganhávamos era gasto com nós mesmos”, explicou Diego.

AMANHÃ, PUBLICO A SEGUNDA PARTE DA MATÉRIA

Munhoz e Mariano atraem 90 mil em gravação de DVD

Por Cristiane Bomfim

Foto: Equipe Fábio Nunes/Divulgação

A gravação do segundo DVD – que aconteceu no domingo, 6 – foi o momento mais importante da carreira de Munhoz e Mariano. Pelo menos até agora. Teve quem duvidasse que a dupla conseguiria reunir cerca de 90 mil pessoas, segundo dados da Polícia Militar, no Parque das Nações Indígenas, um dos cenários mais bonitos de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

E quando o gramado já estava tomado por uma multidão, teve quem não acreditasse que os amigos conseguiriam conter as lágrimas antes de subir no palco. E eles iniciaram a apresentação, às 17h30, chorando enquanto cantavam Final de semana. “Subir no palco foi a parte mais difícil do show. Na abertura, não consegui me conter. Me emocionei demais. Demais mesmo. Depois da terceira música, o choro desceu da goela e a coisa começou a fluir mais”, contou Mariano.

O nervosismo fez com que a dupla repetisse até três vezes algumas músicas, como aconteceu com Camaro amarelo, segunda do repertório. Com isso, o show foi mais longo que o esperado: terminou por volta das 21h. Mas, não sei via reclamações do público que, aliás, estava lotado de crianças. “Acho que tudo ajudou. Foi tudo perfeito. Hoje, eu acordei e segurei na cortina da janela. Rezei um Pai Nosso e quando abri a cortina e vi o tempo que estava. Nossa, não tinha uma nuvem no céu, já comecei a chorar. E agradeci”, confessou Mariano no fim da apresentação. (fotos cedidas por Rosa Marcondes)

Das 22 canções apresentadas no show, 16 são inéditas. Mesmo assim, boa parte das pessoas que lotavam o parque tinham na ponta da língua a letra. “Parecia que todo mundo já conhecia o repertório. A gente ia introduzindo as músicas e a galera mexendo a boca e cantando as músicas. Eu pensava: ‘Meu Deus do Céu, alguém passou as letras para esse povo escondido’”, disse Munhoz.

Para participar do DVD, a dupla de amigos convidou Fred e Gustavo (que cantaram Casa amarela), Maria Cecília e Rodolfo (Dois mundos) e João Neto e Frederico (Balada Louca). A escolha das parcerias levou em consideração a amizade, explicou Munhoz:

“Foi escolhido pela amizade mesmo. Maria Cecília e Rodolfo são amigos nossos de antes da música. Nós fazíamos faculdade juntos aqui em Campo Grande e começamos juntos nos bares. Fred e Gustavo, nós conhecemos já na música, mas nos identificamos muito pela humildade, pelo caráter deles. Eles são muito batalhadores e formamos uma grande amizade. E o João Neto e Frederico, nós conhecemos em uma campanha solidária. Somos todos padrinhos de uma campanha contra o câncer de mama. Então, quando nós conhecemos uma pessoa fazendo uma boa ação, já temos uma ideia do caráter dela e fora o talento que eles têm”.

A gravação que teve uma estrutura gigante foi assinada por Ivan Miyazato que, junto com sua equipe, aproveitou a luz natural e a paisagem que contribuíram para o clima de festa durante o espetáculo. No final, com todas as faixas gravadas, as estrelas do DVD se juntaram com os convidados para uma festinha musical no palco. Modões e sucessos de outros artistas fizeram parte da ‘bagunça’, que irá entrar no Making off.

Lista das músicas do DVD:

  1. Final de semana
  2. Camaro amarelo
  3. Vai embora coração
  4. Casa Amarela (com Fred e Gustavo)
  5. Força Estranha
  6. Ter quero bem
  7. A bela e a fera
  8. Eu gosto
  9. Dois mundos (com Maria Cecília e Rodolfo)
  10. Eu vou pegar você e tãe
  11. Momento errado
  12. Eu te avisei
  13. Nuvem negra
  14. Sorte que a gente tem a vida
  15. Uma saudade
  16. Sexto sentido
  17. Balada louca (com João Neto e Frederico)
  18. Assume
  19. Me rendo a você
  20. Vem cuidar do seu bebê
  21. Sonho bom

OBS: As fotos foram cedidas por Rosa Marcondes. A repórter foi convidada pela dupla para acompanhar a gravação do DVD.


Impressões sobre o DVD de Gusttavo Lima

Por Cristiane Bomfim

Quem assistiu o primeiro dia de gravação do terceiro DVD de Gusttavo Lima, que aconteceu no sábado, 28, no Credicard Hall, em São Paulo, encontrou um cantor nervoso. Pelo menos nas primeiras músicas.  Mas não viu as participações especiais de Eduardo Costa, Alexandre Pires e do jogador  Neymar, atacante do Santos. Por outro lado, quem comprou ingresso para a apresentação de domingo, 29, não encontrou as 10 bailarinas fazendo  coreografias no palco.

A imprensa teve autorização para cobrir apenas o show de sábado. Portanto, fica difícil dizer qual será o resultado final do DVD. Talvez seja essa a ideia. Mas o que dá para adiantar é que o novo trabalho de Gusttavo Lima terá mais músicas animadas que românticas. Ou melhor, mais músicas para tocar na balada como: As minas pira na balada, Água de Bar, Gatinha Assanhada e Doidaça. Uma delas deverá ter a função de substituir a famosa Balada Boa (Tchê tcherere tchê tchê), que virou hit internacional e está entre as mais compradas nos sites do iTunes na Holanda, Bélgica e Suíça.

A escolha do repertório – repleto de músicas inéditas – também complicou a vida do público que não conseguia acompanhar as letras. Coro mesmo só durante Balada Boa e a romântica 60 segundos. É que apesar do sucesso estrondoso, agenda lotada de shows e cachê altíssimo, Gusttavo Lima é um cantor com pouco tempo de carreira e, consequentemente, com poucas músicas de repercussão nacional.

O começo foi nervoso. O cantor errou a letra das primeiras músicas, assumiu a tensão, disse estar com a boca seca e pediu água. As bailarinas deram um ar de anos 1980 e 1990 ao show e lembravam as apresentações de duplas como Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo e Zezé di Camargo e Luciano. O palco grandioso tinha uma pista que aproximava o cantor do público, mas foi pouco usada.

Uma longa pausa para para a troca de roupas (quando a banda que tocou sucessos de Paula Fernandes e Maria Cecília e Rodolfo) esfriou o público. Mas o cantor voltou mais calmo e com a voz rouca. “Será que ele vai conseguir cantar amanhã?”, perguntou uma fã.

Depois de tantas músicas animadas, Gusttavo encerrou o show com a gospel DNA, que já foi gravada por Anderson Barony. Muita gente, no ritmo da balada, não entendeu a escolha. Muito menos a letra que fala do poder de Deus na criação de tudo que existe. Não combinou.

Após o termino da primeira apresentação, o empresário do artista, Eduardo Maluf, comemorou no Twitter e agradeceu o empenho da equipe. A previsão é que o DVD chegue nas lojas em setembro. Quem foi no domingo disse que o show foi melhor.

Álbum dos brutos do sertanejo é homenagem a Tião Carreiro

Por Cristiane Bomfim

No fim de semana consegui ouvir com atenção os dois novos CDs de João Carreiro e Capataz, que está disponível para download desde a semana passada. O sétimo trabalho da dupla que comemora dez anos de carreira em 2012 é duplo e ganhou o nome de Lado A e Lado B e tem como característica principal ser autoral. A maioria das composições é de João Carreiro.

A dupla não teve medo de arriscar e dividiu as 40 faixas em dois CDS. Se no Lado B, boa parte das 18 faixas já são conhecidas do público – é o caso de É pra cabá, Mangueira, Roqueirinha, Volta pro meu coração e É bão demais –, o Lado A tem a cara dos Brutos do Sertanejo, que se preocupam – ao contrário de muita dupla da moda – mais em cantar música boa do que fazer sucesso meteórico.

No ano passado, durante a entrevista que fiz com os dois para o C2+Música, do Estadão, João Carreiro deixou bem claro que não se preocupava com as críticas ou com o que seria publicado no jornal. Disse não gostar desse tal de sertanejo universitário e achar difícil compor músicas para tocar nas rádios.

No Lado A estão 22 faixas com cara da música sertaneja que quase não toca nas rádios hoje em dia. Aquele tipo de música que lembra a roça, daquelas que meu avô ouvia quando eu era pequena. São histórias da vida simples no campo (como em Caipira de Fato e Casinha Verde), de amores quase inocentes, da viola (tem até homenagem a Tião Carreiro na faixa A tradição não morre jamais) e da fé do caipira (O encardido não combina e Oração em canturia)

Tem até crítica ao que se chama de sertanejo hoje em dia na música Não toca em minha vitrola. Ela começa assim: “Esquecendo da cultura / Tão mudando a postura / Só pra fugir do lugar / É o sertanejo moderno / Brinco de argola e terno / Só canta comercial”. 

Para quem quer ir além das rimas fáceis, das mãozinhas para cima, é um dos melhores trabalhos do ano. No CD Lado B, merecem destaque Cadê, que tem participação de Matogrosso e Mathias, e Sete Sentidos, cantada com Rionegro e Solimões. A dupla Gino e Geno interpreta Mangueira.

Conheça as faixas:

Lado A:

1 – Não toca em minha vitrola

2 – A tradição não morre jamais

3 – Caipira de fato

4 – Viola e cantador

5 – Lampião

6 – Casinha Verde

7 – O encardido não domina

8 – Oração em canturia

9 – Aniversário

10 – Se é amor não tem nada que apague

11 – Maldade de um falso amor

12 – Vou achar outra saída

13 – Sacada do apartamento

14 – Primeiro brinquedo

15 – Você nunca me amou

16 – Sonho de caboclo

17 – Buscando a Felicidade

18 – Presente especial

19 – Mera ilusão

20 – Sertanejo solitário

21 – Pergunte a ela

21 – São Jose

Lado B:

1 – Cemo porque cemo

2 – Ela é muito boa

3 – O que essa moça fez aqui

4 – É pra cabá

5 – Cadê

6 – É bão demais

7 – Volta pro meu coração

8 – Saudade doce

9 – Pirei o cabeção

10 – Sete sentidos

11 – To te querendo

12 – saci

13 – É judiação

14 – Papel em branco

15 – Melhor do Brasil

16 – Mangueira

17 – Roqueirinha

18 – Sarafa

Villa Mix inaugura com falhas

Por Cristiane Bomfim

Foi com uma festa open bar para 1.600 convidados – alguns ilustres – que Jorge e Mateus e a Enter Eventos inauguraram a mais nova balada sertaneja de São Paulo.  No primeiro dia de funcionamento, a Villa Mix, na Vila Olímpia, na zona sul, teve algumas falhas.

A festa que deveria ter  ar de exclusividade, uma vez que não foi aberta ao público, tinha convites sendo vendidos na porta por cambistas por R$ 100 ou R$ 150.  Lá dentro, ainda era possível sentir o cheiro de tinta fresca nas paredes. O ar condicionado não deu conta da lotação e o calor era quase insuportável. O banheiro feminino da pista não tinha água nos sanitários até a 1h (duas horas após a abertura da casa).

De acordo com André Rubini, sócio da Enter Eventos e da Villa Mix, a abertura da casa para amigos teve mesmo o caráter de teste. “Já imaginávamos que falhas ocorressem. E foi melhor que fosse entre amigos. Estamos trabalhando para deixar tudo certo para sexta-feira”, explicou.

Com 2 mil metros quadrados, a Villa Mix é espaçosa, com decoração clean que não lembra em nada uma casa sertaneja. “E a ideia é essa mesmo. Nos espelhamos em projetos de casas noturnas chiques que conhecemos tanto no Brasil quanto no exterior”, conta Rubini.  No térreo foi montado um palco com bom sistema de som e iluminação. Entre a pista e o lounge, fica o principal (e maior) bar da balada. A área de fumantes parece um jardim. Mas a principal novidade, segundo o sócio da Enter Eventos, é o camarote suíte. Com capacidade para 20 pessoas, ele possui bar e banheiro privativo.

Para estrear o palco, foram escolhidos Humberto e Ronaldo (Tô vendendo um beijo). O show teve ainda a participação de Gusttavo Lima e Jorge e Mateus. Entre os convidados estavam o presidente do Corinthians, Andres Sanchez, os jogadores Emerson Sheik e Chicão e o cantor Marrone, da dupla Bruno e Marrone.

Amanhã, coloco as fotos do local.

Música romântica, barriga a mostra e a loucura das mulheres

Por Cristiane Bomfim

Não é preciso muito esforço para entender porque o público que lota os shows de Eduardo Costa é formado, em sua maioria, por mulheres que chegam cedo, se espremem na frente do palco e não ligam muito para as paqueras antes e durante a apresentação. A diferença do cantor que ficou conhecido em 2007 após lançar seu primeiro DVD e os novos nomes da música sertaneja é que ele preferiu o estilo romântico.

No palco, ele ele sofre por amor como qualquer cantor sertanejo romântico que se preze tem que saber fazer. E também faz charminho, rebola, manda beijos e enlouquece a mulherada. E elas não fazem cena: declaram o amor pelo artista em faixas colocadas na cabeça, gritos e até pedidos de casamento.

“Mas que homão é esse? Quero ele na minha casa. Sou louca por ele”, confessou a secretária Rosélia Camargo, de 27 anos. Ela chegou cinco horas antes do show na Villa Country, na zona oeste, na última terça-feira, 7. Saiu de Parelheiros, na zona sul, com quatro amigas. “Não dá para trazer homem porque a gente se descontrola”.

E olha que Eduardo Costa não é um homem alto. Talvez por isso, abuse da malhação e use roupas coladas. Ele também não sente vergonha de levantar a camiseta branca e mostrar a barriga durante o show. E a mulherada perde o fôlego, grita e até chora. Já os homens, ficam de lado observando a histeria feminina. Boa parte deles está ali porque gosta do cantor, mas assumir é coisa para poucos.

“Ah, eu gosto de algumas músicas. Não posso dizer que o cara não canta bem, né? Só não entendo o que faz esse bando de mulheres ficar gritando e chorando”, disse bancário Renato Paulo Correia, de 31 anos.

O show de Eduardo Costa não lotou a casa, como fizeram Jorge e Mateus no primeiro semestre. Mas, o sertanejo fez todo mundo cantar durante duas horas. A primeira música foi Não acredito. Depois vieram sucessos como Me apaixonei, Eu duvido, Amores Imortais, Eu aposto, Ela saiu à francesa, e a canção que empresta o nome ao último DVD Pele, Alma e Coração.

Eduardo Costa agradeceu ao público pela presença e disse que depois do acidente com o jatinho em Manhuaçu, na Zona da Mata de Minas Gerais, os shows tem outro “gosto”. “Eu nasci de novo”, justificou. Antes do show, ele conversou com o Jornal da Tarde:

Como você se machucou no acidente com o avião na última sexta-feira?
Eu tirei o cinto porque quando o trem de pouso explodiu e o ferro começou a arrastar no asfalto, saiu muito fogo. E eu imaginei que o avião fosse explodir. Eu fiquei com medo de morrer carbonizado ou de não conseguir sair. Entrei em pânico. Aí eu tirei o cinto e uns cinco, sete segundos depois, o avião deu um 360º na pista e desceu ladeira abaixo e bateu no meio de uma lavoura de café. Eu trinquei a cabeça, o nariz em dois lugares, quebrei dois dedos da mão direita.

E como foi cancelar o show daquele dia?
Eu só não fiz porque os médicos não deixaram. Eu estava com a cara inchada, mas queria fazer mesmo machucado.

Teve que dar uma pausa na cachaça?
Vou ter que esperar uns dias, né?

Você pensa em parar de beber cachaça?
Nunca pensei em parar. Cachaça é igual vinho, não se toma para ficar bêbado. A cachaça é uma bebida muito mais de degustação do que de beber para fazer festa. Para fazer festa, você toma cerveja, champanhe. Cachaça você toma um golinho meia hora antes do almoço. Eu gosto de tomar cachaça antes dos shows.

Qual cachaça você toma?
Eu tomo várias. Tem uma cachaça que chama GRM. Tem outra que chama Germana. A minha favorita é a Germana 10 anos. Essa eu tomo até um litro. Se eu sentar para conversar, eu tomo um litro fico sóbrio porque meu organismo já acostumou. As cachaças do norte de Minas Gerais são as melhores.

Em média, são cerca de 20 shows por mês na sua agenda. Você não acha que está pegando pesado e viajando muito?
Muito raramente eu faço dois shows por noite. Estamos chegando a 140 shows neste ano, então o que acontece é que a gente depende de avião e infelizmente acidentes acontecem. Eu agradeço a Deus pela oportunidade de estar vivo. Mas parar é difícil. Eu estou com 31 anos, estou numa fase muito boa da minha carreira e tenho que aproveitar porque eu não seio o que vai acontecer. Eu luto para que minha carreira dure muitos e muitos anos, eu faço um trabalho sério, mas tenho que aproveitar ao máximo o meu momento.

Você tem medo de que essa fase boa da carreira passe logo? Existe uma receita para evitar que isso aconteça?
Eu me preocupo, mas não faço músicas da moda. Quem faz música descartável, corre risco de ter uma carreira descartável. E para mim, com todo respeito à música universitária, muitas músicas são descartáveis. Tem muitos artistas que eu adoro, mas não gosto das músicas que eles fazem. Eu me preocupo em fazer músicas com arranjos modernos, mas cantando a música sertaneja romântica. Eu nãoi quero cantar uma música chamando a mulher de cachorra, falando que eu quero pegar as mulheres. Eu quero falar de amor.

Você escolheu gravar o seu último DVD em São Paulo. Qual é a diferença do público paulista?
Cantar no Brasil inteiro é ótimo, mas São Paulo é um estado formador de opinião e o Brasil se encontra em São Paulo. Aqui tem gente do País inteiro. Tem gente de Minas Gerais, do nordeste, do Rio Grande do Sul… Então, quando você canta em São Paulo, você canta para o Brasil.

Você e o Leonardo vão gravar um DVD juntos?
Está fechado. A gente vai gravar no fim do ano que vem. Será um DVD de paixão só com músicas que a gente gosta. Ainda estamos procurando um lugar para gravar.

‘Juras de Amor’ é álbum que vale a pena

Por Cristiane Bomfim

Normalmente eu preciso ouvir muitas vezes um único CD para gostar ou não dele. E para minha tristeza, mesmo com tantos lançamentos sertanejos em um único ano, poucos foram os álbuns com mais de quatro ou cinco músicas realmente boas. Juras de Amor, o novo compacto de Bruno de Marrone, foge à regra.

O 18º CD da carreira dos amigos foi lançado no início de setembro. Dias antes, a música de divulgação Juras de Amor – que dá nome ao álbum – já estava sendo tocada em todas as rádios de todo o País. São 15 faixas e, ao contrário dos últimos trabalhos da dupla, a maioria é romântica (do jeito que eu gosto).

E Juras de Amor nem é a mais bonita, na minha opinião. Minhas favoritas são Inevitavelmente, Já não sei mais nada (que é uma regravação de Yo no se mañana, sucesso na voz do cantor latino Luis Enrique), Parede de vidro,  Te quero tanto (regravação de Te quiero tanto, tanto ,  composição de Guillermo Mendez  Guiú) e Querendo Viver.

Outra, Amor só é bom quando dói, não chega a ser uma declaração de amor, mas sim uma confissão de quem gosta mesmo é de sofrer. Ela compara vários tipos de amor e assume que nenhum tão é bom como aquele que faz perder a razão e nos transforma em ‘escravos da paixão’. Boa canção também.

É claro que o CD tem músicas mais dançantes, como Proposta Indecente e Tô largado. Outro exemplo é Rancho, que me lembra muito aquela que todo mundo sabe cantar: Que pescar, que nada! sucesso de 2005.

Por enquanto, Bruno vai fazer a divulgação do CD Juras de amor sem o parceiro Marrone, que está em licença médica e não deve subir nos palcos até o fim do ano. O anúncio foi feito no Programa do Faustão, da Globo, no dia 18 de setembro. No fim deste mês, o JT bateu um papo com Bruno no lançamento oficial da carreira solo de Hugo Pena, em São Paulo:

Quando o Marrone deve voltar a cantar. Tem previsão?
Não, por enquanto não tem previsão. O médico ainda não falou nada. Vai depender muito dele. É uma coisa psicológica e muito difícil. Não é uma doença fisiológica, mas a gente espera que ele se cure logo. Mas eu acho difícil ele voltar esse ano.

Como ele está se sentindo fora dos palcos?
EU acho que ele estava sofrendo muito em ter que viajar. Ele estava muito estressado em ter que viajar. Ele precisava dessa parada para ele refletir sobre a vida dele, sobre o trabalho. Acho que é legal essa reflexão.

E para você, como está sendo se acostumar a cantar sozinho?
A gente se acostuma com tudo. O ser humano é de fácil adaptação em qualquer circunstância. Eu já faço a primeira voz e as pessoas vão me prestigiar, o show acontece e só falta a figura do Marrone que é muito importante, uma marca forte. Mas eu acostumo, mas prefiro cantar com ele.

Como é divulgar o CD Juras de Amor, que você disse ser um dos melhores da carreira, sozinho?
Anunciamos a pausa do Marrone no Programa do Faustão e agora eu vou fazer os outros programas de TV sozinho.Esse CD está muito bom e as pessoas querem muitos shows nossos para o ano que vem e a gente precisava que o Marrone parasse para voltarmos no ano que vem com força total. Ele estava estressado, não estava querendo cantar.

Depois de anunciar que este é um dos melhores CDs da carreira, a cobrança dos fãs e da mídia é maior?
O que eu acho às vezes não é o que a maioria das pessoas acham. Quem fala se é bom ou não é o público, e ele tem correspondido dessa mesma maneira.

Para quem não conhece, segue um vídeo de Luis Enrique cantando Yo no se mañana. Em português, a letra mudou pouco:

E você,  o que achou do novo CD de Bruno e Marrone? Qual sua música favorita? (Para quem ainda não ouviu o novo CD de Bruno e Marrone, a notícia ‘boa’ é que dá para baixar algumas faixas na internet)