EA é eleita a pior empresa dos EUA pela segunda vez consecutiva
- 9 de abril de 2013|
- 16h27|
- Por João Coscelli
A afirmação de Peter Moore, chefe de operações da EA, de que a empresa pode e vai fazer melhor deve ser colocada em prática o quanto antes. Pelo segundo ano consecutivo a companhia foi a vencedora do “Cocô de Ouro”, prêmio conferido pelo site americano The Consumerist à empresa que os leitores escolhem como a pior do ano.
A EA mais uma vez bateu o todo-poderoso Bank of America na “final” da votação, tendo deixado para trás nas rodadas anteriores AB InBev, Facebook, AT&T, e Ticketmaster.
Na publicação sobre o feito da EA, o Consumerist pontua que a empresa não aprendeu a lição e não cumpriu os três requerimentos para ser uma companhia vista com bons olhos pelos consumidores – fornecer produtos que os clientes querem e gostem, vender os produtos a um preço razoável e dar apoio aos seus clientes.
O site cita uma série de erros cometidos pela EA, sendo um deles os problemas com servidores envolvendo o novo SimCity e a falta de posicionamento da companhia em relação a essas questões. Outra grande queixa dos jogadores diz respeito à ampla adoção das microtransações nos títulos lançados pela Eletronic Arts, além de reclamações sobre jogos considerados mal feitos e lançados às pressas.
Vale lembrar, porém, que há dois meses a EA foi escolhida como a melhor publisher de 2013, segundo os critérios de avaliação do site Metacritic, que reúne resenhas de diversas publicações especializadas em games.
EA, a pior empresa dos EUA
- 6 de abril de 2012|
- 18h04|
- Por João Coscelli
A Eletronic Arts – também conhecida como EA – foi escolhida pelos consumidores como a pior empresa dos Estados Unidos. Não, não só no ramo dos games. A pior mesmo. Venceu até o Bank of America na final do “Cocô de Ouro”, que, digamos, é o “prêmio” para a companhia mais odiada pelos americanos. A votação ocorre no blog The Consumerist.
Mas a EA? Sim, a EA. Aquela que tem os direitos de produção dos jogos da maioria das ligas esportivos americanas e internacionais, como Fifa, NHL, NFL – aqueles em que você ouve “EA Sports. It’s in the game!” quando inicia o game – e também a responsável por The Sims, Mass Effect, Need For Speed. Uma baita companhia, que venceu outros gigantes como AT&T, Sony e Best Buy para chegar ao topo (ou fundo).
Os motivos que levaram os consumidores a eleger a EA não foram revelados, já que apenas os votos, e não possíveis queixas, foram registrados. Mas o The Consumerist destacou algumas possíveis razões.
A primeira: a empresa tem engolido concorrentes menores para se apropriar de seus trabalhos ou para removê-las do mercado.
A segunda: os contratos de exclusividade com, por exemplo, as ligas americanas faz com que não haja outras produtoras para oferecer jogos da Fifa, da NFL, etc, a preços mais baixos – há o monopólio.
A terceira: a companhia tem forçado o uso de “microtransações”, ou seja, libera uma versão básica do jogo e depois cobra por conteúdo exclusivo a parte, lançado a conta-gotas – os polêmicos DLC (downloadable content).
A notícia, porém, não parece ter abalado a EA. Eis a resposta de John Reseburg, diretor de comunicações da empresa, ao GameSpot sobre o prêmio. “Temos certeza de que presidentes de bancos e companhias de petróleo, tabaco e armas estão aliviados de não estar na lista neste ano. Vamos continuar a produzir jogos e serviços merecedores de prêmios e jogados por mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo”.
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