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Moda

A Vogue, uma das maiores revista de moda do mundo, lançou o livro Vogue: The Covers.
Nele, há mais de 300 capas da revista publicadas desde sua fundação em 17/12/1892. Há 120 anos.
Perfeito para colecionadores, amantes da moda e da revista.

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16.março.2011 18:27:25

A garota da capa

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Natalie é capa da edição sul-africana de abril da Marie Claire

Não precisa ganhar o Oscar para ser capa das revistas de moda e beleza mais importantes do mundo. Basta ser a favorita ao prêmio! Todas as fotos que você vê nesta seleção já haviam sido feitos antes de Natalie Portman conquistar o Oscar de Melhor Atriz por sua marcante atuação em Cisne Negro, a única estatueta do filme de Darren Aronovsky. A israelense coleciona capas e fica difícil escolher em qual delas ficou mais bonita. Só não dá para dizer que, daqui para frente, ela posará mais ainda para editoriais por causa da gravidez, que deve render alguns meses de descanso à atriz.

Qual é a sua preferida?

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Capa da edição húngara de março da Marie Claire

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Na Elle France, ela estampou a capa da ediçã de fevereiro

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A capa para a Vogue America foi em janeiro

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Para a Elle Canadá, Natalie também posou em janeiro

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04.fevereiro.2011 20:23:08

Finalmente, Lady Gaga na Vogue

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O site The Cut teve acesso à primeira capa da revista Vogue americana que destaca Lady Gaga. A cantora aparece de peruca rosa e vestido Haider Ackermann (estilista colombiano queridinho de Karl Lagerfeld) fazendo uma pose bastante elegante, mais ao estilo da publicação do que da própria artista. Depois de posar vestida de carne crua para a Vogue Hommes Japan, este é o primeiro ensaio que o ícone pop da década faz para a edição mais tradicional da Vogue, que estará nas bancas em março.

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A novata Emmanuelle Alt, à esquerda, posa ao lado de Carine Roitfeld, ex-editora chefe da Vogue Paris

Após lançar um suspense em tempo real no Twitter, a Vogue Paris acaba de anunciar quem será sua nova editora-chefe em substituição à Carine Roitfeld. A eleição resolveu deixar tudo em casa e quem assumiu o cargo foi a editora de moda da revista, Emmanuelle Alt. Havia especulações de que a Vogue poderia importar talentos de outras publicações, como Virginie Mouzat do Madame Figaro, mas a escolhida era um dos prováveis nomes, que já trabalha com Carine há mais de uma década. A ex-editora resolveu sair para tocar projetos pessoais e a nova deverá assumir a posição em 1º de fevereiro.

Para aumentar o ibope, o canal online da Vogue Paris até divulgou uma lista com os 10 melhores looks da nova editora-chefe – que, automaticamente, vira uma celebridade do mundo da moda. Emmanuelle consolidou sua carreira no ramo como stylist da Balmain e também nas revistas francesas Elle, 20 Ans e Mixte. Entre Carine e Anna Wintour, ela é definitivamente mais moderna e adota o estilo rocker em vez do clássico. Mas é claro que não tem a excentricidade e exagero característicos de Anna Dello Russo, por exemplo. Provavelmente, trará uma cara mais jovem à tradicional publicação. 

Xavier Romatet, presidente da Conde Nast Publications Inc. (empresa que inclui revistas de comportamento, moda e tecnologia como The New Yorker, Wired e Vogue) declarou que “Emanuelle tem todas as qualidades profissionais e pessoais necessárias para continuar a fazer da Vogue Paris a líder mundial no setor de revistas de moda. Tenho inteira confiança de que ela poderá dirigir esta exigente marca em todas as suas dimensões e, inclusive, no desafio do desenvolvimento digital.” É um compromisso e tanto, e ela responde: “É uma honra enorme para mim, mas também um grande prazer chegar ao topo da Vogue Paris, que eu conheço tão bem.”

Boa sorte na nova empreitada!

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02.janeiro.2011 10:33:26

Não contrarie

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Poucas pessoas dizem não para Anna Wintour. E, se disserem, que estejam preparadas para as consequências. A poderosa editora da revista Vogue americana tem influência o bastante para levantar qualquer pessoa no meio fashion. Mas o contrário também vale: ela pode derrubar em um estalar de dedos.

Anna entrou na roda no segundo número da revista Industrie (aquela que travestiu Marc Jacobs em sua estreia). O nome dela veio acompanhado do de um estilista, o espanhol Miguel Androver.

Ele vai muito bem, obrigado. A novela entre os dois começou há pouco mais de dez anos. E foi quando Androver decidiu, afinal, qual era o jogo que ele queria jogar. Não que Anna o tenha posto na lista negra depois disso. Mas, com o apoio dela, as coisas teriam sido, certamente, bem mais fáceis.

Queridinho | Poucos assuntos estiveram tanto em voga na última década quanto a sustentabilidade. Androver resolveu levar o assunto para a moda. O estilista, autodidata, havia chegado em Nova York em 1991, vindo do interior da Espanha. Gostou e ficou. Abriu sua primeira loja, a Hom, em 1995, junto com um amigo.

Nesta loja, havia roupas criadas pelos dois. A diversidade das pessoas nas ruas serviu de inspiração para uma série de coleções. Mas a efervescência cultural da cidade também trazia outros estilistas para a vitrine da Hom. Um deles era o novato Alexander McQueen.

Em 2000, já com sua própria marca, a estrela de Androver brlhou. Dois grandes nomes da moda se apaixonaram pelas coleções que viram. Uma das pessoas era uma colunista do The New York Times. A outra, a editora da Vogue, Anna Wintour.

Mainstream | A mídia se rendeu a Androver. Queriam desmistificar aquele estrangeiro que usava materiais dos mais variados com modelagens mais ainda.

Androver, que queria continuar a criar, já começou a bolar a próxima coleção. Seria inspirada no Egito. E foi para lá que ele viajou.

Um dia, enquanto passeava pelo Nilo, recebeu uma ligação. Era uma representante de Anna Wintour oferecendo uma notícia e dando uma notícia. O convite primeiro: comparecer aos EUA para participar da premiação da Vogue em parceria com o canal musical VH1, para a qual ele fora indicado na categoria Melhor Estilista Avant-Guarde.

A notícia era secretíssima. Ele era o vencedor.

Burocracia | Mas Androver não poderia comparecer. Mesmo que quisesse. Ele tinha dois dias para conseguir um voo de volta. Hoje, isso não seria problema. Mas, há vinte anos e no meio do Egito, era. Ele explicou isso à representante.

Pouco tempo depois, toca o telefone novamente. Dessa vez, era a própria Anna fazendo o apelo: Miguel, esteja nos EUA em dois dias. Não dá, mesmo que eu queira. Ok, tchau.

No dia do prêmio, não foi Miguel Androver o chamado.

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Coleção Meeteast, do começo de 2001, inspirada no Egito

Blasé | O estilista nem ligou. Depois, ele repensaria o assunto, mas na hora, nada.

Quando chegou o dia do fim da viagem, voltou para Nova York. Trabalhou em sua coleção, apresentada em fevereiro de 2001. Mas aquele experimentalismo que o elevou meses antes se tornou um fardo.

A coleção encalhou nas lojas. Alguns meses mais tarde, o 11 de setembro deixou o país em alarme e a economia balançada. As parcerias acabaram.

Androver até fez mais algumas coleções bem recebidas pela imprensa especializada. Ganhou prêmio de CFDA (Council of Fashion Designers of America). Mas nada foi como antes.

Em 2004, foi hora de dizer adeus à América.

Androver retornava à Espanha.

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Desfile da Hessnatur, em 2008

Retorno | O comeback do estilista ocorreu apenas em 2008. Desta vez, foi com uma marca alemã de produtos orgânicos, a Hessnatur. Os donos da rede encontraram em Androver um representante ideal da filosofia da marca. “Não consigo pensar em fazer apenas moda, se não estiver relacionado a algo relevante”, disse certa vez o CEO, Wolf Luedge.

Deu certo e, por enquanto, nada dá sinais de que a maré vai virar tão cedo. A marca existe desde os anos 60. O criador a fundou porque não encontrava roupas orgânicas para o filho recém-nascido. Androver tem consciência da função social de suas criações. “Minhas coleções servem para abrir os olhos da sociedade.”

Além de assinar as peças da Hessnatur, Androver toca um café na Maiorca. Parece um sonho, trabalhar na paradisíaca ilha espanhola. Sobre o episódio com Anna Wintour, ele pondera: “Talvez tenha sido um erro da minha parte nao jogar o jogo um pouco mais”, começa. “Mas, ao mesmo tempo, acho que não jogar o jogo me trouxe para onde eu estou hoje. E sou uma das pessoas mais felizes do mundo.”

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08.dezembro.2010 15:05:38

Desenho animado

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Clique para assistir ao vídeo

A Vogue Rússia transformou-se, em sua edição de dezembro, na primeira revista europeia de grande tiragem a incorporar publicidade animada. Duas páginas de publicidade da edição de dezembro vêm acompanhadas de um vídeo. O pequeno filme começa a rodar assim que a página é aberta.

A publicação estreia neste terreno com uma campanha publicitária protagonizada pela atriz italiana Monica Bellucci, conhecida por seus comerciais da Martini.

Estes anúncios, denominados video-in-print, consistem em incorporar uma tela extrafina de cristal líquido capaz de reproduzir imagens a uma resolução de 320×240 pixels, além de um pequeno alto falante, imperceptível para o leitor – que passa a ser espectador.

A empresa encarregada de desenvolver esta tecnologia é a americana Americhip, que experimentou a tecnologia pela primeira vez na Entertainment Weekly. Em setembro de 2009, a revista publicou, além do anúncio de uma marca de refrescos, 40 minutos de clipes de várias séries de televisão.

A Vogue Rússia, que tem tiragem mensal de 7 mil exemplares, não confirmou se vai continuar usando este tipo de publicidade animada. (Efe)

Já segue o Moda no Twitter? Não!? Então clique aqui e resolva já este problema!

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29.novembro.2010 15:19:20

De peito aberto

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Para a Vogue francesa, nudez é a melhor resposta. Ainda mais quando é exibida pela canadense Daria Werbowy.

O corpo da modelo é coberto apenas por algumas joias da última coleção da Louis Vuitton no calendário de 2011 da revista.

As fotos foram tiradas por Mikael Jansson. O estilo é de Anastasia Barbieri.

A revista estará nas bancas (francesas) amanhã, desejando, logo na capa, um feliz Natal a Monsieur Tom Ford.

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26.novembro.2010 15:29:37

Conversa afiada

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A modelo Lea T está em plena ascensão. Depois da capa da Lurve e do anúncio da Givenchy na Vogue, há rumores de que a primeira top model transexual será entrevistada no maior talk show da TV americana: o Oprah Winfrey Show.

Também especula-se que Lea vai participar de desfiles da São Paulo Fashion Week, em janeiro.

A entrevista ainda não foi gravada, e não se sabe quando vai ao ar.

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16.novembro.2010 15:55:56

A ascensão de Lea

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A modelo transexual brasileira Lea T aparece em mais uma revista. Desta vez, na capa da Lurve (e com roupas, diferente do anúncio da Givenchy na Vogue). A peça que ela veste é assinada pelo italiano Riccardo Tisci, diretor criativo da Givenchy.

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20.outubro.2010 15:07:42

Preto total

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O site da Vogue Paris divulgou a primeira foto da parceria entre a Lanvin e a H&M. O estilista da Lanvin, Alber Elbaz, exibiu só looks pretos.

As modelos da imagem são Hannelore Knuts, Jane Schmitt, Tati Cotliar e Natasha Poly, fotografadas por David Sims.

A coleção vai para as lojas a partir de 23 de novembro.

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Mariana Belley

    Mariana Belley, 25 anos, é jornalista, taurina e vegetariana. Ama os clássicos da música brasileira e dança rock. Prefere meia-calça à calça jeans e o batom rosa chock ao vermelho. E adora moda, muito!

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