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Moda

A Louis Vuitton não poupou luxo no seu desfile na Semana de Moda de Paris. A grife disponibilizou milhões para que Marc Jacobs fizesse o desfile da marca.
Com todo o seu bom gosto, Jacobs fez da passarela montada no Cour Carée, no Louvre, em Paris, uma estação de trem belíssima. Da locomotiva, saia a elegante e luxuosa coleção outono/inverno da grife.

Acompanhadas de carregadores devidamente uniformizados, levando nas mãos bolsas, malas e frasqueiras Louis Vuitton, as modelos desfilaram os looks que lembravam a década de 20/30.

São sobreposições. Saias midi, com sobretudo por cima e calça por baixo. O casaco leva botões charmosos, bolsos, gola alta, as vezes aberta, e vem acinturado.
Já as calças são clássicas, corte reto e comprimento curto. As saias e vestidos marcam a cintura e ganham estampas, cores e aplicações de pedras. Destaque para os broches em formato de flor.

Para o inverno, a grife apostou em tecidos como a seda, o algodão e o cetim.
Os chapéus são grandes, chamativos, mas clássicos e elegantes.

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10.dezembro.2010 18:25:47

Bom fim de semana!

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Você está de férias, vai sair de férias daqui a alguns dias ou está sonhando com férias daqui a alguns meses? Sugerimos Paris que, mesmo debaixo de neve (neste momento), não perde a pose nunca – especialmente as pessoas pelas ruas, metrôs e cafés da cidade.

Para inspirar o fim de semana, aqui vão alguns blogs de quem vive por lá (ou perto). A vida pode até não ser tão glamourosa o tempo todo quanto a gente imagina. Mas bem que elas tentam.

1 | Uma espécie de The Sartorialist, mas com autorretratos. Conseguiu imaginar? Então clica no Le Blog de Betty.

2 | Olivia à Paris. Reflexões de um cartoon e seus delírios de consumo (na Cidade Luz).

3 | Balibulle. Gente fashion pode nos deixar inspirados.

4 | Conselhinho: seja bela e fale (Sois belle et parle). Melhor se for em francês.

5 | Acredite: tem gente que não gosta de viver em Paris. Mas a Coline, pelo menos, é elegante.

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20.outubro.2010 15:07:42

Preto total

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O site da Vogue Paris divulgou a primeira foto da parceria entre a Lanvin e a H&M. O estilista da Lanvin, Alber Elbaz, exibiu só looks pretos.

As modelos da imagem são Hannelore Knuts, Jane Schmitt, Tati Cotliar e Natasha Poly, fotografadas por David Sims.

A coleção vai para as lojas a partir de 23 de novembro.

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09.outubro.2010 15:51:27

Muito luxo na bagagem

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Paris se tornou a capital mundial do luxo no fim do século 17, no reinado do vaidoso Luís 14. Mas foi só no meio do século 19 (em 1854, para ser mais exato) que foi criada a marca que hoje mais se associa a este nobre estilo de vida: a Louis Vuitton.

No início, só havia bolsas e malas. O famoso monograma LV só veio no fim do século, em 1896, quatro anos depois de o verdadeiro artesão Louis Vuitton falecer. Cobrir as peças com a estampa do logo foi uma forma de evitar falsificações (isso porque nem existia 25 de Março naquele tempo).

Para brindar os mais de 150 de puro luxo, a marca reuniu sua bagagem mais célebre e se uniu ao mais parisiense dos museus, o Musée Carnavalet. O espaço é dedicado à memória da Cidade Luz. A exposição Voyage en Capital: Louis Vuitton et Paris (em português: viagem pela capital: Louis Vuitton e Paris) começa dia 13 e vai até fevereiro.

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06.outubro.2010 12:30:38

Uma mordida na maçã

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Clique para ver o vídeo

Visitar uma cidade para conhecer suas lojas é uma das formas de lazer preferidas dos apaixonados por moda. Mas o contrário também vale: visitar uma loja para conhecer uma cidade. Melhor ainda se essa loja for a Louis Vuitton.

É que a marca lança anualmente o Louis Vuitton City Guide, uma série de guias turísticos de algumas cidades do mundo, como Londres, Tóquio e Roma – sempre em inglês e em francês. A versão 2011 do livrinho de Nova York sai na próxima semana.

Para promover o lançamento, foi lançado um pequeno vídeo. Nele, são usados recortes e maçãs para mostrar alguns dos lugares imperdíveis da cidade e explicar algumas possíveis origens do apelido Big Apple.

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Clique para ver o vídeo

O guia de Paris também ganhou vídeo que comenta sobre os doces da cidade - quase criminosamente sedutores. Tente assistir sem salivar.

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Nos bastidores do desfile da estilista Anne Valerie Hash, na Semana de Moda de Paris, uma modelo foi flagrada em momentos de tortura enquanto se preparava para a apresentação. Manter-se bonita tem suas consequências.

{Para ver os principais detalhes da Semana de Moda de Paris, clique aqui}

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A moda de hoje se baseia em um conceito de exclusividade. Na verdade, não é necessariamente uma regra, mas um desejo. Quase inatingível. O repetido é ordinário, medíocre. Não define a identidade. Mas as damas da alta socidade francesa do fim do século 17 não pensavam desse jeito.

A moda (que sempre existiu, é verdade) acabava de ganhar uma nova dimensão. A França havia criado o conceito de que era necessário mudar o estilo das roupas a cada estação, e o círculo dos costureiros (recém-tornados celebridades) era uma efervescência só.

Todo o mundo, até então, estava acostumado a mandar fazer as próprias roupas. Isso ainda continuava a mesma coisa, mas o legal era ter as peças reconhecidas: ir aos eventos dos ricos e poderosos e todos identificarem, de pronto, quem havia feito aquela peça. A moda, que hoje prima por deixar as pessoas diferentes, naquele momento só queria deixar todo o mundo igual. Entrava na moda o conceito, afinal, de estar na moda.

O lugar | Esse fenômeno só poderia ter nascido em um lugar. Afinal, de todas as cidades do mundo, Paris é a dotada de mais elegância. Em todos os sentidos. Lá, as pessoas são naturalmente glamourosas e fazem da moda uma parte da cultura. A gastronomia é patrimônio nacional e não se senta diante de uma mesa sem esperar grandes prazeres. As lojas fazem parte do roteiro turístico – afinal, mesmo o ato de ir às compras precisa ser acompanhado de toda a sofisticação.

Da mesma forma que os holandeses são conhecidos por sua limpeza e, os alemaes, por seu rigor, os franceses passaram a ser conhecidos por seu estilo. Ou, usando um termo mais adequado a essa subjetividade, um certo… je ne sais quoi (eu não sei o quê, em tradução livre). É isso o que está contido nas 349 páginas do livro A Essência do Estilo, de Joan DeJean. A autora elabora um panorama de tudo o que faz a França ser o que é hoje.

Tudo começou com o rei Luís 14, no fim do século 17. Em meio a inúmeras disputas por territórios, conflitos internacionais, crises econômicas e busca de um lugar de destaque no cenário europeu, aquele que ficaria conhecido como o Rei Sol decidiu que seus concidadãos precisariam de uma arma muito mais poderosa do que canhões para serem bem-sucedidos: glamour.

Parece bem estranho. Mas funcionou. O rei tinha gostos bem extravagantes. E ao espalhar seu modo de vida dispendioso para a alta sociedade da época, ele fez com que toda uma economia fosse criada em cima do estilo. A tendência atingiu patamares inimagináveis, e o que, a princípio, se resumia à forma como as pessoas aparentavam, influenciou outros métiers. Não demorou para que jornais fossem criados, como o Le Mercure Galant, para mostrar o que as parisienses estavam vestindo. As damas do restante da Europa, loucas para ficarem na moda, viajavam para conhecer as maravilhas francesas. Estava criado o turismo como conhecemos hoje.

As mulheres, que usavam os coiffes, espécie de chapéu para cobrir os cabelos (algo imoral de se mostrar em público), passaram a enfeitar o acessório, adicionando estruturas, laços, apliques e uma infinidade de balangandãs, até que abandonaram o chapeuzinho e passaram a montar apenas o cabelo mesmo. Nasciam os cabeleireiros, ou coiffeurs.

Até mesmo o marketing foi obra deles (em uma versão extremamente preliminar, claro). Quando vemos as adolescentes procurando produtos da saga Crepúsculo, por exemplo, nem imaginamos que esta foi mais uma ideia do Rei Sol, que emprestava seu nome para uma série de objetos, peças de roupa e materiais, criando assim um incipiente ‘produto licenciado’.

O livro é essencial (com o perdão do trocadilho) para compreender o funcionamento da indústria da moda. E também para conhecer um pouco mais daquele país que norteia tanto a nossa ânsia de ter um estilo especial.

A Essência do Estilo: Como os Franceses Inventaram a Alta-costura, a Gastronomia, os Cafés Chiques, o Estilo, a Sofisticação e o Glamour
Joan DeJean
349 páginas
Editora Civilização Brasileira
R$ 59,90

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osklen_gustavo

Há brasileiro na alta-costura de Paris. O mineiro Gustavo Lins apresentou esta semana sua coleção inverno 2011 na França. Gostamos do desfile, mas tivemos um déjà vu: o vestido da direita não se parece um pouco com o look criado por Oskar Metsavaht para a Osklen, na coleção inverno 2010?

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Mariana Belley

    Mariana Belley, 25 anos, é jornalista, taurina e vegetariana. Ama os clássicos da música brasileira e dança rock. Prefere meia-calça à calça jeans e o batom rosa chock ao vermelho. E adora moda, muito!

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