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Moda

Chegou a vez das brasileiras.
Sempre dedicado a moda e ao mercado europeu, o jovem estilista Pedro Lourenço decidiu se dedicar a nós, mulheres brasileiras, e fez uma coleção totalmente voltada para o nosso gosto, corpo e estilo.

Feitas com tecidos como o cetim, malha de algodão, tule e sarja, a coleção, apresentada durante o Casa Moda, é urbana e conversa com um guarda roupa clássico.

“Não há inspiração. São ótimos básicos para serem usados em todas as ocasiões. Peças de cocktail e vestidos de festa, peças chiques e fáceis, que têm uma construção interessante e atenção aos detalhes.” afirmou o estilista em nota enviada pela sua assessoria de imprensa.

A coleção será vendida nos principais pontos-de-venda do Brasil. E, o melhor, a faixa de preço é 50% mais baixa que a da linha Pedro Lourenço.

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18.janeiro.2012 10:00:49

Uma novidade na SPFW

Marcela Rodrigues Silva*

O estilista Rodrigo Rosner nasceu quando o extinto Ateliê Parisiense, empresa fundada por seus avós húngaros nos anos 70, estava no auge. E foi lá, entre manequins e moldes prêt-à-porter, que o menino que queria ser arquiteto passava férias e, cada vez mais, tomava gosto pela moda. Maduro, cursou Administração de Empresas para trabalhar no negócio da família. O gênio forte traçou outro caminho. “Eu tinha 17 anos e trabalhava na parte burocrática. Eu era mimado e, como leonino, dava pitaco em tudo. As duas estilistas da época pediram demissão por minha causa”, conta ele, que, a pedido do pai, precisou escolher entre deixar o jeito turrão para trás ou encarar uma coleção sozinho. Rosner escolheu a segunda opção e, hoje, aos 33 anos, está prestes a debutar com sua R. Rosner no line up da 32ª São Paulo Fashion Week.

Alex Silva/AE

Rosner é a única novidade da temporada outono-inverno 2012 da semana de moda, que começa na quinta-feira, 19, e segue até o dia 24, com 29 desfiles, na Bienal. Mas, de estreante, ele não tem nada. Foram 11 anos criando coleções na empresa da família, 1 ano e meio como estilista de uma confecção do Bom Retiro e os últimos três anos desfilando pela Casa de Criadores, evento que reúne novos talentos.

O convite para desfilar nesta edição da SPFW veio em dezembro de 2011, pouco depois de ter se desligado da Casa de Criadores. “A entrada da SPFW não teve relação com a saída. Eu quis sair porque já estava consolidado, tinha visibilidade e queria investir no meu ateliê. Estava até planejando um desfile solo, talvez no MAM. Mas aí veio o convite da Luminosidade (empresa que organiza o evento) e não tive como falar não”, diz ele, que cria sua moda festa exuberante, conhecida pela riqueza de detalhes, em um ateliê de 100 m2 na Rua Minas Gerais, em Higienópolis.

Na próxima sexta, dia 20, às 15h30, a R. Rosner desfilará 25 looks, sob o styling da dupla Flávia Pommianosky e Davi Ramos, e beleza de Robert Estevão. De diferente, ele garante, apenas o nome e a repercussão do evento. “Meu foco são vestidos de festa e não há sentido em mudar isso ou as características do meu trabalho. Afinal o convite surgiu por gostarem do meu trabalho como ele é. E é roupa de festa que amo fazer.”

A inspiração para a coleção partiu de um livro de ilustrações de mariposas que ele ganhou, anos atrás, de uma amiga. “A estética da mariposa sempre me atraiu. É menos óbvia que a borboleta. Tem um ar dark side. Vi nesse inseto textura e formas incríveis”, justifica.

Na prática, a inspiração vai se traduzir em vestidos com tecidos como chamalote, renda, aplicações em cristais. “Usei materiais com os quais eu sempre trabalho, mas de outra maneira. Por exemplo, a renda, que utilizo sempre, virou um fundo para os vestidos, uma espécie de textura. Estou feliz com o resultado final”, adianta.

*do Jornal da Tarde

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Mariana Belley, do estadão.com.br

Entre candelabros, a bailarina Ana Botafogo dançou na passarela.
O balé da dançarina inspirou a estilista Bianca Marques a criar sua coleção outono/inverno 2012.

Marcos de Paula/AE

A grife, estreante no Fashion Rio, trouxe peças leves, luxuosas, fluidas com transparências, fitas, estampas de cisnes e feitos basicamente de tule, veludo e tricô. Na cartela de cores predominou o preto e o branco. Acessórios para dar elegância e estilo ao look.
A beleza veio com olhos bem marcados com sombra preta; os cabelos são em coque alto e volumosos.

Marcos de Paula/AE

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Por Marcela Rodrigues Silva*

Quando adolescente, Paula Raia, de 34 anos, queria ser médica. Dermatologista, aliás. Mas mais tarde ela mudaria drasticamente de rumos e a alma de artista seguiria em direção a arquitetura  e artes plásticas. Em 2000, já iniciada em moda, inaugurava a Raia de Goeye, grife com a parceira Fernanda de Goeye, com  quem trabalharia por onze anos. Tudo estava  bem, segundo Paula, até que um desafio a fez  romper laços e seguir a  trajetória sozinha. Este ano, lançou a marca que leva seu nome, abriu  uma loja na Oscar Freire e mergulhou num  projeto social. A rotina é agitada, da qual ela escapa ao chamar os  amigos em sua casa.

Você se formou em arquitetura e trabalhou como artista plástica. Como iniciou na moda?
Quando tinha 18 anos eu pintava telas e, de vez em quando, minhas roupastambém.O RodrigoTrussardi,  estilista da Mixed na época, me encomendou uma produção e nesse processo me chamou pra fazer parte da equipe de estilo. Fiz até estágio em arquitetura, mas não era o que eu amava.

Acredita que essa formação faz com que a arquitetura esteja presente em suas criações de moda?
O processo criativo de uma roupa é  muito similar à arquitetura. Quando imagino uma forma, eu já penso como ela será viabilizada.

Você já disse que o DNA da Paula Raia é o mesmo da extinta Raia de Goeye, que já tinha muito do seu estilo. Esse DNA tem definição? 
Um DNA hedonista…(risos)

Seu público mudou?
As clientes se mantiveram, mas minha  roupa está mais abrangente.

É difícil agradar a paulistana?
Fácil não é! Ela é muito informada. Quer ter o lançamento, mas prioriza a beleza e a qualidade.

Entrar na sua loja é ter a sensação de estar numa sala de visitas, confortável, com muitos livros espalhados…
É para todos ficarem à vontade mesmo.  Acredito que nem sempre a mulher  vai à loja para comprar, mas para espairecer, ficar antenada, ver coisas bonitas…A loja é uma espécie de extensão do meu atelier.

Você levou uma coleção (de Verão 2012) sustentável na pássarela da SPFW . Curte esse conceito além da moda?
Sim e cada vez mais o pensamento verde faz parte da minha rotina, tanto em casa como no trabalho!

Como surgiu o ‘Morango Para Todos’,  plano de capacitação de moda em parceria com a ONG Projeto Arrastão, no Campo Limpo?
Acredito na capacitação. Acho que  é a melhor maneira de você ajudar  alguém, seja um filho ou qualquer indivíduo. Eu pensava num projeto que me daria prazer de criar e, após meu investimento inicial, pudesse andar sozinho. Daí veio a ideia de fazer mocassins de pano (desfilados com a grife na São Paulo Fashion Week, em junho passado).

Como foi o começo?
Investi nos primeiros três meses.  Montei uma minifábrica no Projeto  Arrastão e, enquanto produzia os primeiros mocassins  com um fornecedor,  os artesãos da comunidade  foram aprender a fazer.

E hoje, o projeto já anda sozinho mesmo?
Estão aptos a fornecer sapatos para quem quiserem.

Você costuma dar festas em casa (no Jardim Europa)…
Adoro receber! Como tenho uma rotina  muito intensa de trabalho, filhos  (Raphael, 5 anos, e Mariano, 3) e marido ( o empresário Fernando Altério), aproveito esses momentos , para rever amigos queridos.

E como é essa rotina?
Acordo cedo e arrumo os meninos para a escola. Quando tenho reunião,  vou direto para o escritório. Se não, vou dançar street dance, que adoro. Depois vou para o ateliê. Lá o dia começa sempre com provas de roupa. Depois repasso o andamento de toda a coleção…

Além da Oscar Freire, que áreas de SP respiram moda?
Não acho que uma loja ao lado da outra seja necessariamente respirarmoda. Vejo moda em restaurantes,  festas, botecos…

E você conhece as áreas de moda popular, como Rua José Paulino e Brás?
Sim. E acho que eles são bem focados no público que  querem atingir; investem em pesquisas,  mídia, desfiles…São áreas com muito  movimento sempre, o que prova que essas confecções estão fazendo a coisa certa. Elas têm mérito, indepedente de qualquer coisa.

 

*Entrevista publicada originalmente no caderno Variedades/Jornal da Tarde, em 13/11/2011.

 

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Depois de anunciar que viria ao Brasil ainda este ano, a estilista francesa, radicada em Nova York , Edith Roy mudou a data do lançamento de sua coleção. O desfile “Secrets of the Night” inicialmente marcado para 1º de junho foi transferido para o dia 13 do mesmo mês. O show será às 20h20, no restaurante francês Le Cirque, que funciona na famosa Bloomberg Tower, na East 58th Street, em Nova York.
Edith é conhecida pela linha de lingeries sensuais. O desfile no Rio será em outubro, mas ainda não tem dia certo. A organização do evento já avisa que será para um público seleto. Há pouco lugares. Os interessados em assistir ao desfile no Rio ou em Nova York devem mandar email para
 franceroyinc at gmail.com até 29 de maio.

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Aqui no Brasil pouco se fala da semana de moda na Austrália. Mas a verdade é que a Rosemount Australian Fashion Week (RAFW), que aconteceu em Sidney de 02 a 06 de maio, é um dos maiores eventos de moda do país, com o que há de melhor na Oceania. Foram 49 estilistas que apresentaram nesta semana seus trabalhos para a temporada primavera-verão 2011-2012.

Confiram as fotos:

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02.janeiro.2011 10:33:26

Não contrarie

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Poucas pessoas dizem não para Anna Wintour. E, se disserem, que estejam preparadas para as consequências. A poderosa editora da revista Vogue americana tem influência o bastante para levantar qualquer pessoa no meio fashion. Mas o contrário também vale: ela pode derrubar em um estalar de dedos.

Anna entrou na roda no segundo número da revista Industrie (aquela que travestiu Marc Jacobs em sua estreia). O nome dela veio acompanhado do de um estilista, o espanhol Miguel Androver.

Ele vai muito bem, obrigado. A novela entre os dois começou há pouco mais de dez anos. E foi quando Androver decidiu, afinal, qual era o jogo que ele queria jogar. Não que Anna o tenha posto na lista negra depois disso. Mas, com o apoio dela, as coisas teriam sido, certamente, bem mais fáceis.

Queridinho | Poucos assuntos estiveram tanto em voga na última década quanto a sustentabilidade. Androver resolveu levar o assunto para a moda. O estilista, autodidata, havia chegado em Nova York em 1991, vindo do interior da Espanha. Gostou e ficou. Abriu sua primeira loja, a Hom, em 1995, junto com um amigo.

Nesta loja, havia roupas criadas pelos dois. A diversidade das pessoas nas ruas serviu de inspiração para uma série de coleções. Mas a efervescência cultural da cidade também trazia outros estilistas para a vitrine da Hom. Um deles era o novato Alexander McQueen.

Em 2000, já com sua própria marca, a estrela de Androver brlhou. Dois grandes nomes da moda se apaixonaram pelas coleções que viram. Uma das pessoas era uma colunista do The New York Times. A outra, a editora da Vogue, Anna Wintour.

Mainstream | A mídia se rendeu a Androver. Queriam desmistificar aquele estrangeiro que usava materiais dos mais variados com modelagens mais ainda.

Androver, que queria continuar a criar, já começou a bolar a próxima coleção. Seria inspirada no Egito. E foi para lá que ele viajou.

Um dia, enquanto passeava pelo Nilo, recebeu uma ligação. Era uma representante de Anna Wintour oferecendo uma notícia e dando uma notícia. O convite primeiro: comparecer aos EUA para participar da premiação da Vogue em parceria com o canal musical VH1, para a qual ele fora indicado na categoria Melhor Estilista Avant-Guarde.

A notícia era secretíssima. Ele era o vencedor.

Burocracia | Mas Androver não poderia comparecer. Mesmo que quisesse. Ele tinha dois dias para conseguir um voo de volta. Hoje, isso não seria problema. Mas, há vinte anos e no meio do Egito, era. Ele explicou isso à representante.

Pouco tempo depois, toca o telefone novamente. Dessa vez, era a própria Anna fazendo o apelo: Miguel, esteja nos EUA em dois dias. Não dá, mesmo que eu queira. Ok, tchau.

No dia do prêmio, não foi Miguel Androver o chamado.

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Coleção Meeteast, do começo de 2001, inspirada no Egito

Blasé | O estilista nem ligou. Depois, ele repensaria o assunto, mas na hora, nada.

Quando chegou o dia do fim da viagem, voltou para Nova York. Trabalhou em sua coleção, apresentada em fevereiro de 2001. Mas aquele experimentalismo que o elevou meses antes se tornou um fardo.

A coleção encalhou nas lojas. Alguns meses mais tarde, o 11 de setembro deixou o país em alarme e a economia balançada. As parcerias acabaram.

Androver até fez mais algumas coleções bem recebidas pela imprensa especializada. Ganhou prêmio de CFDA (Council of Fashion Designers of America). Mas nada foi como antes.

Em 2004, foi hora de dizer adeus à América.

Androver retornava à Espanha.

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Desfile da Hessnatur, em 2008

Retorno | O comeback do estilista ocorreu apenas em 2008. Desta vez, foi com uma marca alemã de produtos orgânicos, a Hessnatur. Os donos da rede encontraram em Androver um representante ideal da filosofia da marca. “Não consigo pensar em fazer apenas moda, se não estiver relacionado a algo relevante”, disse certa vez o CEO, Wolf Luedge.

Deu certo e, por enquanto, nada dá sinais de que a maré vai virar tão cedo. A marca existe desde os anos 60. O criador a fundou porque não encontrava roupas orgânicas para o filho recém-nascido. Androver tem consciência da função social de suas criações. “Minhas coleções servem para abrir os olhos da sociedade.”

Além de assinar as peças da Hessnatur, Androver toca um café na Maiorca. Parece um sonho, trabalhar na paradisíaca ilha espanhola. Sobre o episódio com Anna Wintour, ele pondera: “Talvez tenha sido um erro da minha parte nao jogar o jogo um pouco mais”, começa. “Mas, ao mesmo tempo, acho que não jogar o jogo me trouxe para onde eu estou hoje. E sou uma das pessoas mais felizes do mundo.”

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30.dezembro.2010 13:30:51

Sem alça

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Se pessoas comuns já gostam de bisbilhotar o estilo alheio, imagine quando se trata de um estilista. Esse é um dos hobbies de Tomas Maier, da Bottega Veneta.

O estilista contou ao The Cut, suplemento de moda da New York Magazine, que costuma observar as pessoas com malas nos aeroportos.

Mas não costuma ser uma boa experiência. Para ele, os acessórios não são nada funcionais. “São horrores do design”, conta. “Fazem a pessoa parecer idiota, acima de tudo.” Maier se refere à dificuldade em carregar uma bolsa tão grande no ombro, ficando com o paletó todo desajeitado, “E uma grande dor no fim do dia.”

Então fica a dica: coloque alguns itens a mais na lista de prioridades ao procurar uma mala.

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26.dezembro.2010 18:00:00

Onde estão os sapatos?

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Depois do sapatinho de cristal criado pelos Irmãos Grimm para a Cinderela, uma brasileira preparou sapatos ainda mais especiais. A designer de calçados conceituais Andreia Chaves, que mora em Florença, na Itália, onde estuda moda conceitual. Nesse ramo, a fronteira entre moda e obra de arte é extremamente tênue e o único limite para a produção é a imaginação do estilista. Já faz algum tempo que Andreia criou os ‘sapatos invisíveis’, constituídos de uma superfície de espelhos que faz a sandália sumir se colocada em uma textura que se sobressaia.

Os sapatos fizeram tanto sucesso que vão à venda, prova de que existe, sim, público que consome ousadia. A partir de janeiro, eles estarão disponíveis na Ásia e na Europa pelo site. Agora resta à terra natal de Andreia esperar que sua criação chegue por aqui.

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Sugestão de Karl Lagerfeld para o vestido de Kate Middleton

A grande dúvida que ainda vai atormentar por muito tempo os fashionistas mais ansiosos: quem vai desenhar o vestido de noiva de Kate Middleton.

Assim como em partidas de futebol (nas quais todo mundo sempre tem uma escalação melhor que a do técnico), os estilistas começaram a dar palpites.

A pedido do WWD, alguns criaram croquis da roupa do grande dia da futura princesa. Você pode ver aqui (para ter acesso à matéria completa, precisa ser assinante). Karl Lagerfeld, por exemplo, sugeriu um vestido em estilo vitoriano, aberto na frente e com botas altas. Veja alguns a seguir.

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“Em Kate, eu vejo uma atitude natural, radiante e autoconfiante das garotas de hoje”, diz Alberta Ferretti. “Por isso, eu não posso deixar de pensar em um vestido bordado, com silhueta fluida, com tecidos preciosos que vão ajudá-la a criar uma impressão duradoura.”

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“Vemos Kate completamente clássica”, dizem Mark Badgley e James Mischka, da Badgley Mischka. “Amamos essa silhueta abaixo do ombro para ela. Sua beleza e graça farão o vestido parecer magnífico.”

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“Acho que ela representa um novo frescor para a monarquia, e está em suas mãos o quão moderna ela poderá ser no papel”, diz Chris Benz. “Acho que assumir riscos com um espírito confiante e colorido é o caminho na realeza.”

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“Algo antigo: saia vitoriana”, começa Christian Lacroix. “Algo novo: vestido de patchwork. Algo emprestado: véu da Rainha Elizabeth. Algo vermelho: o top elizabetano, tão vermelho como era a cor do casamento até 1900.”

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Mariana Belley

    Mariana Belley, 25 anos, é jornalista, taurina e vegetariana. Ama os clássicos da música brasileira e dança rock. Prefere meia-calça à calça jeans e o batom rosa chock ao vermelho. E adora moda, muito!

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