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Moda

No ano em que voltou a desfilar looks masculinos, Fause Haten evocou Elvis Presley para criar uma coleção romanticamente rock. Flores, tachinhas, tule, gaze, tafetá e renda convivem bem neste inverno com ares de bolero Chic.
Destaque para os vestidos de tafetá, que consumiram metros e metros de tecido e tule. O longo de tachinhas aplicadas parece pesar quilos e quilos. Mas o estilista encontrou uma alternativa ao metal e aplicou tachinhas de plástico. Em vez de cerca de dez, o look pesa ‘só’ três quilos.

O ‘acessorio’ também está presente nos coletes masculinos. Para eles, blazers e jumpers com paetês e capuz também são opção certa.
Para elas, rosas. Sempre. Desta vez surgem roxas, verdes, vermelhas e se espalham por corpetes, saias e tops de gaze. O efeito é puro romantismo, sem perder a dramaticidade.
Fica a expectativa sobre a nova estratégia e-commerce que Fause, a exemplo de grifes como a inglesa Burberry e a italiana Bottega Venera (que abre em breve loja no Brasil). Por ora são camisetas e calças que estão disponíveis para compras online no site da grife. Em breve os vestidos de tafetá estarão disponíveis com apenas um clic?

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por Flávia Guerra, de O Estado de S. Paulo

Não adianta negar, os melhores momentos fashion de 2011 ocorreram fora das passarelas. Sinal dos tempos pós-modernos e pós-tudo? Em tempos em que tudo pode, desde os desfiles das temporadas de Paris, Nova York, Londres, Milão, São Paulo, Rio até ali na esquina de um protesto no Egito, na Líbia, no Chile, em Wall Street…

Mas este ano quem pode mesmo foi Kate Middleton. O momento mais fashion do ano foi dela. Ao escolher um vestido da grife inglesa Alexander McQueen, assinado por Sarah Burton, que substituiu o estilista morto em 2010, ela mostrou ao mundo que elegante mesmo é valorizar os talentos locais sem tirar o pé do internacional. E, em ano de crise no mundo, em que a moda se valeu das vendas na China para manter as grandes grifes ?desfilando azul?, é sempre bom promover a moda inglesa.

Outra inglesa que se casou, mudou e causou foi Kate Moss. A top celebrou em julho a união com o roqueiro Jamie Hince, mas não abriu mão da amizade com o estilista John Galliano e teve a companhia de 15 daminhas, entre elas, sua filha Lila Grace, de 8 anos, com um ousado e, ao mesmo tempo, romântico vestido assinado pelo estilista banido da Dior este ano.

Outra top internacional que tem sempre um pé na moda internacional e outro no Brasil: a “nossa” Gisele Bündchen. Em 2011, a primeira modelo bilionária da história continuou uma das mais tops do mundo e se tornou uma das empresárias fashion mais bem-sucedidas.

Alexander McQueen. Criações da grife inglesa exibidas no Metropolian de NY – Foto: Reuters

Quem não tem vergonha de usar o corpo para vender é Lady Gaga. Além de desfilar para Thierry Mugler em fevereiro, adotar look de Pedro Lourenço e provar que é mesmo camaleoa fashion, a cantora assinou parceria com a Barneys New York para promover uma ação de Natal.

Por aqui, a famosa que mais despontou na passarela foi Deborah Secco, que vivia Natalie Lamour de Insensato Coração quando a TNG a convidou para estrelar sua coleção.

Como moda e comportamento andam de mãos dadas na passarela, 2011 foi o ano de Lea T. dizer a que veio. A transexual filha de Toninho Cerezo já havia sido a sensação da Givenchy e destaque da Vanity Fair em 2010, mas foi em 2011 que o Brasil a descobriu. Convidada por Alexandre Herchcovitch, Lea desfilou em janeiro a coleção de inverno masculina da grife. E provocou alvoroço no desfile da grife de moda praia Blue Man.

Lea não só estrelou o catálogo da coleção verão 2011/12 como abriu o desfile da Fashion Rio. Entrou majestosa de biquíni cortininha e provou que, na era da androginia, gênero é questão de opção. Por falar em androginia, não podia faltar o bósnio-australiano Andrej Pejic.

O modelo queridinho de Gaultier e Marc Jacobs também foi sensação ao estrelar uma campanha de sutiã para levantar os seios de uma marca holandesa. Maior ironia, impossível. Ele, que também faz campanhas masculinas, no Brasil desfilou para Herchcovitch, Lino Villaventura, André Lima e a feminina Maria Bonita, vestido de mulher, é claro.

Como o ano não poderia acabar sem uma entrada (ou saída) triunfal na passarela, o mineiro Ronaldo Fraga anunciou “o fim da moda” (pelo menos como a conhecemos) e que não vai desfilar na São Paulo Fashion Week, em janeiro, como fazia desde o início, há mais de 15 anos. Ele quer se dedicar à feitura de um livro, mas garantiu que volta a desfilar no meio de 2012 para a temporada Primavera-verão 2013.

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Curinga em quase todos os looks, a sapatilha nunca sai de moda.Para este verão, elas prometem vir cheia de cores fortes, chamativas e marcantes, assim como pede a estação.

A grife Juliana Bicudo lançou modelos super versáteis e estilosos que caem super bem, com jeans, shorts e vestidos.

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Neste sábado, 10, o estilista recebe amigos e clientes na loja da Vila Madalena para lançar novas peças da coleção de verão e também celebrar o fim de ano, ao som de clássicos de Noel Rosa – inspiração do estilista na última temporada.

Coquetel de fim de ano – Ronaldo Fraga
Sábado, 10 de dezembro, a partir das 11h (pocket show às 15h30)
Rua Aspicuelta 259, Vila Madalena, tel. 11 3816-2181

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Acabou a ansiedade. A coleção Fashion Five da Richuelo, especial para as festas de final de ano, chega às lojas de todo o Brasil no dia 4 de dezembro e é assinada pelas marcas André Lima, Huis Clos, Juliana Jabour, Maria Garcia e Martha Medeiros.

Veja o making of e conheça algumas peças da coleção.

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Por Marcela Rodrigues Silva*

Quando adolescente, Paula Raia, de 34 anos, queria ser médica. Dermatologista, aliás. Mas mais tarde ela mudaria drasticamente de rumos e a alma de artista seguiria em direção a arquitetura  e artes plásticas. Em 2000, já iniciada em moda, inaugurava a Raia de Goeye, grife com a parceira Fernanda de Goeye, com  quem trabalharia por onze anos. Tudo estava  bem, segundo Paula, até que um desafio a fez  romper laços e seguir a  trajetória sozinha. Este ano, lançou a marca que leva seu nome, abriu  uma loja na Oscar Freire e mergulhou num  projeto social. A rotina é agitada, da qual ela escapa ao chamar os  amigos em sua casa.

Você se formou em arquitetura e trabalhou como artista plástica. Como iniciou na moda?
Quando tinha 18 anos eu pintava telas e, de vez em quando, minhas roupastambém.O RodrigoTrussardi,  estilista da Mixed na época, me encomendou uma produção e nesse processo me chamou pra fazer parte da equipe de estilo. Fiz até estágio em arquitetura, mas não era o que eu amava.

Acredita que essa formação faz com que a arquitetura esteja presente em suas criações de moda?
O processo criativo de uma roupa é  muito similar à arquitetura. Quando imagino uma forma, eu já penso como ela será viabilizada.

Você já disse que o DNA da Paula Raia é o mesmo da extinta Raia de Goeye, que já tinha muito do seu estilo. Esse DNA tem definição? 
Um DNA hedonista…(risos)

Seu público mudou?
As clientes se mantiveram, mas minha  roupa está mais abrangente.

É difícil agradar a paulistana?
Fácil não é! Ela é muito informada. Quer ter o lançamento, mas prioriza a beleza e a qualidade.

Entrar na sua loja é ter a sensação de estar numa sala de visitas, confortável, com muitos livros espalhados…
É para todos ficarem à vontade mesmo.  Acredito que nem sempre a mulher  vai à loja para comprar, mas para espairecer, ficar antenada, ver coisas bonitas…A loja é uma espécie de extensão do meu atelier.

Você levou uma coleção (de Verão 2012) sustentável na pássarela da SPFW . Curte esse conceito além da moda?
Sim e cada vez mais o pensamento verde faz parte da minha rotina, tanto em casa como no trabalho!

Como surgiu o ‘Morango Para Todos’,  plano de capacitação de moda em parceria com a ONG Projeto Arrastão, no Campo Limpo?
Acredito na capacitação. Acho que  é a melhor maneira de você ajudar  alguém, seja um filho ou qualquer indivíduo. Eu pensava num projeto que me daria prazer de criar e, após meu investimento inicial, pudesse andar sozinho. Daí veio a ideia de fazer mocassins de pano (desfilados com a grife na São Paulo Fashion Week, em junho passado).

Como foi o começo?
Investi nos primeiros três meses.  Montei uma minifábrica no Projeto  Arrastão e, enquanto produzia os primeiros mocassins  com um fornecedor,  os artesãos da comunidade  foram aprender a fazer.

E hoje, o projeto já anda sozinho mesmo?
Estão aptos a fornecer sapatos para quem quiserem.

Você costuma dar festas em casa (no Jardim Europa)…
Adoro receber! Como tenho uma rotina  muito intensa de trabalho, filhos  (Raphael, 5 anos, e Mariano, 3) e marido ( o empresário Fernando Altério), aproveito esses momentos , para rever amigos queridos.

E como é essa rotina?
Acordo cedo e arrumo os meninos para a escola. Quando tenho reunião,  vou direto para o escritório. Se não, vou dançar street dance, que adoro. Depois vou para o ateliê. Lá o dia começa sempre com provas de roupa. Depois repasso o andamento de toda a coleção…

Além da Oscar Freire, que áreas de SP respiram moda?
Não acho que uma loja ao lado da outra seja necessariamente respirarmoda. Vejo moda em restaurantes,  festas, botecos…

E você conhece as áreas de moda popular, como Rua José Paulino e Brás?
Sim. E acho que eles são bem focados no público que  querem atingir; investem em pesquisas,  mídia, desfiles…São áreas com muito  movimento sempre, o que prova que essas confecções estão fazendo a coisa certa. Elas têm mérito, indepedente de qualquer coisa.

 

*Entrevista publicada originalmente no caderno Variedades/Jornal da Tarde, em 13/11/2011.

 

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Looks verão 2012 do estilista marca o ponto de partida da coleção prêt-à-porter que logo chega as lojas de todo o País

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O estilista britânico, Alexander McQueen, deixou sua fortuna para suas organizações beneficentes favoritas. Ainda segundo seu testamento, seus cachorros receberam 50 mil libras (equivalente a R$ 125 mil).

O estilista tinha no momento de sua morte 40 anos e uma fortuna de 16 milhões de libras (cerca de R$ 40,2 milhões).

A associação dedicada à prevenção da Aids The Terrence Higgins Trust, um lar para gatos e cachorros abandonados e o centro budista de Londres receberam 100 mil libras (R$ 251,7 mil) cada uma.

A organização beneficente Sarabande, fundada por ele e que leva o nome de sua coleção de Primavera/Verão de 2007, também foi beneficiada. A instituição oferece bolsas de estudos a estudantes da escola de design Central St Martins, onde estudou.

Além disso, eu testamento oficializou que Marlene e César García, o casal que cuidava de sua casa, por um “longo e fiel serviço” receberão 50 mil libras (R$ 125 mil).

Entre os membros de sua família beneficiados em seu testamento estão seus irmãos, seu afilhado e todos seus sobrinhos, que receberão quantidades que variam entre 50 mil libras e 250 mil libras (entre R$ 125,9 mil e R$ 629,6 mil).

McQueen, que cometeu suicídio no dia 11 de fevereiro de 2010, deixou uma nota que dizia “Cuidem dos meus cachorros. Me desculpem. Eu amo eles”, para garantir que seus três animais de estimação seriam bem cuidados.

Museu Metropolitano de Nova York

O Museu Metropolitano de Nova York (Met) anunciou na semana passada que durante os últimos 12 meses recebeu em suas duas sedes na cidade 5,7 milhões de visitas, número mais alto registrado nos últimos 40 anos.

O Met atribuiu o aumento de visitantes ao sucesso de algumas de suas exposições temporárias, em particular a “Alexander McQueen: Beleza Selvagem”, que atraiu meio milhão de pessoas desde que foi aberta ao público no último dia 4 de maio.

Devido à grande repercussão da mostra, o museu decidiu prorrogá-la até o dia 7 de agosto, uma semana a mais que o previsto, e de forma excepcional abriu a visitação também nas segundas-feiras, quando a instituição costuma permanecer fechada.

A exposição exibe mais de 100 desenhos e 70 acessórios que percorrem duas décadas de trabalho do desenhista de moda britânico Alexander McQueen (1969-2010).

Com informações da Efe

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Paris, 12 jul (EFE).- Os estilistas americanos Humberto Leon e Carol Lim substituíram o italiano Antonio Marras à frente da Kenzo, informou nesta terça-feira em comunicado seu proprietário, o líder mundial de luxo LVMH.

A dupla fundadora do Opening Ceremony, sucesso em Nova York desde 2002, apresentará “o frescor e seu talento criativo para dar um novo incentivo a esta maison”, ressaltou o presidente e chefe-executivo da Divisão Moda do grupo, Pierre-Yves Roussel.

Lim e Leon, que agora vão dividir seu tempo entre Nova York e Paris, vão situar a marca “no caminho de um desenvolvimento ambicioso”, acrescentou o representante da Kenzo, maison francesa fundada em 1970 pelo estilista japonês Kenzo Takada, que a vendeu em 1993 a LVMH.

Antonio Marras, que apresenta em Milão as coleções de sua própria marca, mostrou suas últimas criações para Kenzo em junho deste ano, na semana de moda masculina de Paris, no meio de crescentes rumores que a deixaria em breve.

“Após oito anos de sucessos, LVMH e Antonio Marras decidiram pôr fim a sua colaboração”, explica a nota.

Segundo o site “San Francisco”, os dois criadores nasceram e se educaram em Los Angeles, e se conheceram em 1993 na Universidade de Berkeley, onde Lim se especializou em economia e Leão estudou arte.

Após concluírem os estudos em 1997, Carol Lim trabalhou no banco de investimentos Stephens Robertson, enquanto entre outros trabalhos, Humberto Leon foi diretor artístico da Burberry, segundo a página canadense de desenho, arte e arquitetura “Ego Design”.

Além de Kenzo, LVMH dirige o destino das marcas, prêt-à-porter e alta costura da Christian Dior, Louis Vuitton, Céline, Loewe, Kenzo, Givenchy, Thomas Pink, Fendi, Emilio Pucci, Donna Karan, Marc Jacobs e Berluti. EFE

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Paris, 22 jun (EFE).- A Semana de Moda masculina de Paris para a Primavera-Verão 2012 começou a revelar nesta quarta-feira as tendências nas passarelas, festas e diversas coletivas em uma jornada que ficou marcada pelo julgamento contra um de seus grandes protagonistas, John Galliano.

Os desfiles começaram nesta tarde, quase ao mesmo tempo em que o estilista britânico alegou perante a Corte sofrer de influências de diversas substâncias lícitas e disse não lembrar dos insultos antissemitas gravados em um vídeo cuja difusão pela internet, em fevereiro, lhe rendeu a demissão imediata da marca Christian Dior Couture e da empresa que leva seu nome.

Entre um desfile e outro, foram apresentadas também as primeiras entrevistas, iniciadas por Barnabé Hardy, criador francês de talento e de estratégia que após ter trabalhado mais de oito anos na Balenciaga, onde desenvolveu sua linha masculina, apresentou nesta quarta-feira sua sexta coleção solo.

Especialista em jaquetas de couro, suas coleções incluem sempre novas versões de seu modelo fetiche o “patchwork origami”, que para o inverno 2012 contarão com detalhes trançados em branco e azul e propôs também capas para toda a linha Apple, do MacBook ao iPhone.

Inspirado em tatuagens, seu estilo para o próximo inverno não esconde um leve toque oriental, perfeito para sua clientela japonesa, mas também ocidental. Em outubro, apresentará uma coleção feminina para o estilo Prêt-à-Porter.

O estilista e ex-boxeador japonês Arashi Yanagawa foi o encarregado de abrir os desfiles poucos minutos depois de Galliano declarar perante os tribunais “de se sentir muito melhor” meses após ter iniciado um tratamento de desintoxicação nos Estados Unidos e na Suíça.

Conhecido por amar o contraste, Arashi Yanagawa imprime esta característica também em suas criações, destinadas a homens capazes de se permitir a certas fantasias na cor, na forma e na combinação de peças, mas que também podem passar elegantemente despercebidos, se quiserem.

Depois foi a vez de Nicola Formichetti, o estilista de Lady Gaga, que foi o responsável por um dos momentos mais aguardados do dia com suas novas criações para Thierry Mugler, marca que ressurge, assim como ele, das cinzas.

O novo diretor artístico da Mugler contou com a colaboração do estilista Romain Kremer para buscar o ideal masculino em diferentes ícones.

O objetivo era transmitir uma ideia de fantasia, sonho e voyeurismo, no qual mitos antigos e também modernos estão representados, o que preencheu sua passarela de homens do mundo do futebol, da pornografia, da Grécia clássica e também do surfe, afirmaram.

Outra estrela do dia foi o israelense Ehud, diplomado da Saint Martins College of Art & Design de Londres, instituição onde os grandes criadores do momento, entre eles o falecido Alexander McQueen e o próprio John Galliano, se formaram ou mesmo passaram uma temporada.

Requisito indispensável para desfilar em Paris, Ehud, criador de excelente alfaiataria, domina um corte impecável, trabalhado em matérias-primas tradicionais, de lã ao couro até o vinil.

A agenda do dia encerrou com Alexandre Mattiussi, nome em clara ascensão, após ter trabalhado em Dior, Givenchy e Marc Jacobs, e vivido em Paris, Milão e Nova York.

Seu sucesso comercial está garantido, pois, aspira visivelmente oferecer peças e combinações atuais fáceis de vender, elegantes e bem elaboradas, mas sem exageros.

Além de grandes desfiles e grandes entrevistas, a moda masculina em Paris passará até o próximo domingo por salões, festas, inaugurações e apresentações diversas.

Entre os eventos, tem a midiática inauguração da boutique parisiense de Ermenegildo Zegna e a apresentação de sua linha de venda pela internet em 3D, na presença da atriz e modelo Milla Jovovich.

Já a Chanel concedeu uma coletiva da temporada na noite de terça-feira para apresentar a coleção de óculos Outono-Inverno 2011-2012 Prestige. EFE

(Reportagem de Lola Loscos)

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    Mariana Belley

    Mariana Belley, 25 anos, é jornalista, taurina e vegetariana. Ama os clássicos da música brasileira e dança rock. Prefere meia-calça à calça jeans e o batom rosa chock ao vermelho. E adora moda, muito!

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