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Moda

A turbulenta e glamurosa vida das Top Models brasileiras, as dificuldades, problemas, perdas e ganhos. Esse é o tema do documentário Top Models: Um conto de Fadas Brasileiro que tem estreia marcada para 17 de junho nos cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

Projetado por Paulo Borges e dirigido por Richard Luiz, um dos mais respeitados cineastas e documentaristas de moda do país, filme traz depoimentos, mostra a vida das tops em vários momentos, e relata os problemas e dificuldades para se atingir o sucesso.

A partir das declarações selecionadas por Richard, o espectador vai conhecer o início da carreira, a mudança para São Paulo, as primeiras experiências no exterior, e a consagração internacional, que elevou grande parte dessas modelos à posição de divas que ditam padrões de beleza e comportamento para pessoas de todo o planeta.

No elenco estão Alessandra Ambrosio, Carol Ribeiro, Fernanda Tavares, Gisele Bündchen, Isabeli Fontana, Luciana Curtis, Mariana Weickert, Raquel Zimmermann, Shirley Malmann…e muitas outras meninas que vão contar tudo o que você sempre quis saber sobre a vida de uma Top Model.

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Se estivesse viva, Audrey Hepburn completaria hoje, 04 de maio, 82 anos. A atriz e modelo nasceu em Bruxelas, na Bélgica, e era a única filha de Joseph Anthony Ruston e Ella van Heemstra.

Marcou seu nome em Hollywood e ganhou em 1954 o Oscar pelo filme A princesa e o plebeu e o Tony por sua participação em Ondine. Além disso, ganhou o Globo de Ouro e o Bafta. Foi homenageada também com prêmios póstumos no Grammy e no Emmy, ambos em 1993.

Foram 31 filmes de 1948 até 1989 e o filme Bonequinha de Luxo (quem não ama Audrey com seu coque altíssimo, a piteira e os tubinhos longos pretos nesse filme?) foi rodado um ano e meio após o nascimento de seu primeiro filho, Sean, com Mel Ferrer, seu primeiro marido. A atriz casou-se novamente – pouco tempo depois de se divorciar de Ferrer – com o psiquiatra italiano Andrea Dotti, com quem teve seu segundo filho, Luca, em 1970.

Audrey dedicou seus últimos anos de vida – faleceu em 20 de janeiro de 1993 vítima de câncer de apêndice – a causas humanitárias como embaixadora da Unicef, ajudando crianças na América Latina e na África.

O Moda não poderia deixar de prestar sua homenagem para esse ícone de estilo e elegância.

Dica da Carla Sasso Laki, do estadão.com.br

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A atriz Anne Hathaway apareceu assim na première hollywoodiana de ‘Rio’. Vestido Gucci de franjas, sandálias pesadas e um óculos enorme, daqueles de nerd.

Tem um ar meio “repelente de homens”. Ou não?

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17.fevereiro.2011 18:10:34

Oscar 2011 – Bravura Indômita

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Figurinos de filmes western tendem a combinar as cores das roupas dos personagens com a aridez do cenário em que eles se incluem. De repente, era uma estratégia real para as pessoas chamarem o mínimo de atenção possível na época em que o bangue-bangue era a regra da justiça. Não é diferente no remake que os irmãos Cohen prepararam para o clássico de 1969, baseado no livro homônimo do jornalista Charles Portis, Bravura Indômita. A versão de 2010 é, no entanto, incrivelmente mais fiel à obra literária original e com menos dos cinismos e sarcasmos característicos dos irmãos cineastas. Tudo funciona bem em um filme de roteiro límpido e quase ingênuo.

O figurino de filmes épicos serve, mais do que qualquer outra coisa, para fazer os atores se encaixarem melhor em seus personagens. É opinião unânime que os artistas só sentem, de verdade, como é representar um bandido valentão dos anos 50, um cavaleiro medieval ou uma camponesa feudal quando vestem as roupas que os caracterizem dessa forma. O trabalho de Mary Zophres, então consistiu basicamente em facilitar a imersão dos atores nas figuras tão bem demarcadas desta obra de velho oeste americano.

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A marca registrada do caubói Rooster Cogburn, interpretado por Jeff Bridges (concorre ao Oscar de Melhor Ator pelo papel) é um longo casacão com uma grande fenda nas costas. A abertura foi feita para não atrapalhar seus movimentos enquanto ele estivesse montando a cavalo. “Vi que ele estava fazendo algo com sua voz enquanto fazia a prova de roupas e pensei: o que está acontecendo? Daí percebi que ele estava dando vida ao personagem naquele momento. É por isso que trabalho com figurinos”, comentou Mary, em entrevista durante o making of do filme.

Já a menina Mattie Ross (Hailee Steinfeld, concorre ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo trabalho) aparece com o mesmo vestido em quase todas as cenas. É que, na trama, ela pensa que resolverá seus assuntos em um só dia e viaja com apenas aquela roupa. Quando decide acompanhar o oficial Rooster, encarregado de vingar a morte de seu pai, ela incorpora o casaco, chápéu e cintão de seu progenitor – e, segundo a atriz mirim, isso faz toda a diferença na construção do personagem.

A opinião é partilhada por Matt Damon, que vive o texano La Boeuf. Ele é o único que usa jaqueta de couro de veado com franjas e  botas equipadas com escoras, daquelas que fazem muito barulho enquanto a pessoa caminha. Tudo isso para diferenciá-lo da vestimenta tradicional do restante do elenco. Até mesmo uma calça de angorá foi fabricada para vestir Lucky Ned Pepper (Barry Pepper) e manter a fidelidade do livro. Com todas essas qualidades, é bem possível que Mary acabe por abocanhar o concorrido Oscar da categoria, emparelhando o gênero de roupas simples à cobiçada categoria dos mais bem caracterizados do ano.

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08.fevereiro.2011 16:44:27

Oscar 2011 – O Discurso do Rei

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Longe de trazer apenas benesses materiais, nascer membro de uma família real deve ser uma eterna complicação. Imagine ter de aprender todas as mais detalhistas e tradicionais técnicas de etiqueta, preocupar-se com um código de conduta moral extremamente rígido, ser atormentado pela ideia de que é preciso ter um filho homem e, ainda por cima, não ter poderes legítimos de fazer qualquer coisa antes de passar pela aprovação dos parlamentares.

Todas estas questões são esperadas quando se nasce com o sangue azul, e os requisitos, além de obediência a tudo isso, são poucos. Entre eles, no entanto, está a arte da oratória, necessidade irremediável dos políticos, que têm a seu favor o poder de escolher a profissão que vão seguir. Ao Rei George VI, porém, faltava esta derradeira e essencial habilidade. O monarca sofria de um mal que pode não parecer tão sério a nós, reles mortais, mas que importa muito quando se carrega uma coroa na cabeça: a gagueira.

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É o ator Collin Firth quem vive o pai da rainha Elizabeth II no filme O Discurso do Rei, que estreia nas salas brasileiras na sexta-feira (11). A obra concorre ao Oscar de Melhor Figurino e é a que totalizou maior número de indicações à premiação de 2011, em 12 categorias. Não há muito como errar quando se tem de criar trajes épicos. Os vestidos e ternos reais das décadas de 30 e 40 facilitaram a vida da figurinista Jenny Beavan, ainda mais no clima frio da Inglaterra, onde se passa a história.

Há vários destaques quando o assunto são as roupas escolhidas para os personagens. Os chapéus de abas desiguais usados pela rainha Elizabeth (Helena Bonham Carter) eram símbolo de status na década de 30. Um mais bonito que o outro, eles se combinam a colares de pérolas e casacos com peles elegantérrimos. Outro acessório bastante recorrente é a gravata borboleta, tanto na classé média, representada pelo fonoaudiólogo Lionel Logue (Geoffrey Rush), quanto na riqueza do rei.

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O que abrilhanta o figurino é a elegância das escolhas simples. Abotoaduras douradas, lencinhos estrategicamente posicionados nos bolsos nos paletós, trajes com o caimento impecável que só poderia ter sido feito por um alfaiate real. O requinte do porte deixou até mesmo a irreverente Helena Carter, mulher do diretor Tim Burton, graciosa ao ponto de ser indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Collin Firth concorre ao de Melhor Ator e Geoffrey Rush, também ao de Coadjuvante. É indiscutível que, especialmente em filmes épicos, o figurino seja imprescindível para fazer os atores ingressarem profundamente nos personagens. Talvez seja por isso que as obras datadas sejam sempre a principal aposta da Academia na hora de distribuir os prêmios .

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Clique aqui para assistir ao vídeo!

“Quando nos tornamos adultos, deixamos de lado a capacidade de criar e imaginar”, dizia uma colega do Estadinho, enquanto conversávamos sobre como as crianças conseguem apropriar-se de personagens inusitados para suas brincadeiras. É só crescer que tudo isso parece ridículo: fingir que está falando com alguém em um telefone de controle remoto, inventar que os edredons da cama são um tsunami de que devemos nos salvar e supor que dentro do armário está um terrível bicho papão que só pode morrer com golpes de xampu e condicionador.

Mas alguns adultos permanecem com sua intensa criatividade – ainda bem. Sorte dos consumidores e do diretor criativo das linhas de maquiagem da Chanel, Peter Philips. Por um momento, ele deixou de lado as elaborações de blushes, pós e colorações de sombra para dedicar-se a um vídeo que resume tudo isso a uma animação. Afinal, quem disse que batons não podem ser bracinhos? Ou que esmaltes não podem se tornar superpotentes turbinas de uma nave espacial? No filme de Philips, eles podem, sim. E é por isso que o Moda elegeu o Here Comes the Beauty Pack como o vídeo mais incrível da Chanel.

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26.janeiro.2011 17:42:29

Oscar 2011: Eu sou o Amor

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O filme começa lento. Tem uma cara de A Festa de Babette, com um interminável banquete em torno de uma grande e luxuosa mesa com lugares marcados na sala de jantar de uma mansão italiana. Um enquadramento ou outro já dão logo a impressão de que Eu sou o Amor (Io Sono L’Amore, 2009) tem uma estética feminina. Tudo é muito lindo: o cenário, o capricho de cada cena e o desdém com a maquiagem. Duas atrizes branquíssimas vivem as mulheres mais significativas: Tilda Swinton no papel de uma russa que foi morar em Milão e sua filha, Alba Rohrwacher. As duas têm uma semelhança incrível, com seus cabelos loiros, pele clara e um olho avermelhado pela make que é rara, porém certeira.

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O filme tem data de estreia prevista para dia 18 de março no Brasil e concorre ao Oscar por Melhor Figurino ao lado de Cisne Negro, Alice no País das Maravilhas, O Discurso do Rei, Bravura Indômita e The Temperest. O diretor Luca Guadagnino fez um lindo trabalho, mas deixou os mais ricos detalhes para a figurinista Antonella Cannarozzi e o fotógrafo Yorick Le Saux resolverem, em parceria com a equipe de efeitos sonoros. As cenas dividem-se entre o claro e escuro, o silêncio que faz cortar a respiração e as excelentes escolhas de outfits das personagens.

A temática da família rica que precisa dividir a herança do avô milionário que morreu é das mais antigas, mas concentrar a responsabilidade de inovação nas mãos das personagens femininas foi uma boa escolha. Tilda vive Emma, que se apaixona pelo amigo e futuro sócio do seu filho, Edoardo (Flavio Parenti). Em cada nova cena, ela aparece mais deslumbrante: roupas finas, sem estampas, com cores muito quentes e vivas e toques sutis de acessórios de pérolas compõem seu estilo. Quando ela surge ao lado da sogra Allegra (Marisa Berenson), então, o espectador fica sem saber para onde olhar. A elegância do figurino impressiona, com brilhos comedidos, ausência de decotes e bolsas e sapatos que só poderiam vir de Milão.

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O diretor Luca Guadagnino ao lado de Marisa Berenson e Tilda Swinton

Como as escolhas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas para o Oscar sempre costumam premiar figurinos de filmes épicos, não se sabe se Eu sou o Amor tem muita chance. Mas o filme é tão esteticamente bonito que faz lembrar Direito de Amar, feito pelo estilista Tom Ford. Ambos têm o figurino extremamente destacado pela iluminação e fotografia, que nos dão sensação de leveza e prazer durante a exibição. Esses recursos também destacam a riqueza extrema em que vivem os personagens, que permeados pelo dinheiro que sobra, veem que só é possível encontrar a felicidade nas mais simples formas de amor. Uma sincronia incrível entre toda a equipe e elenco é que faz o espectador se transportar para a realidade tão distante. Aqui no Moda, nós torcemos por ele para o Oscar 2011.

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06.janeiro.2011 19:40:46

Um dia de Sartorialist

É difícil fotografar os looks das pessoas nas ruas. Digo por experiência própria; primeiro, é preciso vencer a timidez – algo que, de fato, já está embutido na profissão de jornalista, mas na hora de convencer uma pessoa de que a sua roupa é legal o suficiente para ser fotografada, dá medo de ouvir “não, obrigado”. Porque muita gente diz “não, obrigado”, especialmente se não está em ambientes em que espera virar modelo de fotos. Como as ruas, por exemplo, enquanto passeia com seus cachorros ou faz compras no supermercado. Nestes momentos, a chance de as pessoas recusarem a oportunidade de aparecer em um blog de moda é bem mais alta do que se estiverem em um show e se sentirem “preparadas”.

Mas Scott Schumann consegue. Ele aborda seus alvos exatamente da mesma maneira que qualquer um de nós, blogueiros de moda. Observa de longe, de olhos bem abertos. Para, vê se a pessoa dá alguma abertura. Como na maioria das vezes não dá, ele pede licença e se aproxima. Pergunta se pode tirar uma foto exatamente daquele jeito que a pessoa está. A vítima olha desconfiada e quer saber: para onde? Só que ele diz as palavras mágicas. “Trabalho para um site que se chama The Sartorialist.” Pronto. A modelo está para sempre lisonjeada, vira só sorrisos, está disposta a fazer a pose que ele quiser.

Antes das festas de fim de ano, a Intel seguiu Scott Schumann, o homem por trás da lente do blog de moda mais acessado do mundo, para descobrir como ele faz o seu trabalho. O documentário curta metragem de 7 minutos acompanha Schumann pelas ruas frias de Nova York em um dia típico em sua rotina. Ele diz que não cresceu com o sonho de ser fotógrafo, então trabalha da única forma que sabe. “Não vejo cem imagens que podem ser fotografadas por dia, apenas duas ou três, então fica bem fácil”, explica o homem que acompanha revistas de moda “desde a sétima série”. Vale a pena ver como fica natural para ele – e quem posa para sua câmera.

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Em cartaz desde o dia 3 de dezembro, o filme O Louco Amor de Yves Saint Laurent continua atraindo interessados por moda às salas de cinema do País. A vida do modesto e misterioso estilista francês, discípulo de Christian Dior e principal responsável pela popularização do prêt-à-porter no mundo, merece a curiosidade de todos. Ainda mais quando a história é narrada pelo companheiro de Yves durante anos, seu sócio e ex-marido Pierre Bergé.

O filme gira em torno do leilão promovido por Bergé em fevereiro de 2009, depois da morte de Yves. O casal era apaixonado por obras de arte – característica bastante presente no trabalho profissional de Yves, que diversas vezes usou referências artísticas para criar seus modelos – e coletou um conjunto impressionante de peças. “Não conseguimos juntar tudo isso em 10 ou 20 anos, mas em toda uma vida”, diz Bergé no documentário.

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Yves Saint Laurent apresenta sua jaqueta safári, com quatro bolsos e  cintos em sarja ou twill

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Seu vestido Mondrian, peça ícone de Yves Saint Laurent…

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… e as botas acima do joelho, também criações do estilista

O leilão de 733 itens foi feito no Grand Palais, em Paris, tendo um saldo final de 370 milhões de euros – o maior do tipo na história mundial. Entre os artigos, quadros de Picasso, esculturas do Egito Antigo e joias de monarcas ingleses. A venda foi promovida pela maison Christie’s e a obra de maior valor foi um quadro de Henri Matisse, repassado a 32 milhões de euros.

A linha narrativa do filme segue, portanto, a preparação para o leilão. Durante mais ou menos toda a primeira metade, o roteiro percorre a criação do fenômeno Yves Saint Laurent, a fundação da maison de moda, sua vida e dedicação ao trabalho e genialidade criativa. No final, entretanto, perpassa os últimos anos da vida do estilista, que enfrentou severos problemas de depressão, abuso de álcool e drogas e reclusão total até a saída da vida pública e aposentadoria. O narrador é Bergé, seu companheiro fiel, de quem Yves separou-se afetivamente em 1976, mas permaneceu ligado até sua morte decorrente de um câncer cerebral em 2008.

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Le Smoking

O Amor Louco de Yves Saint Laurent fez, portanto, escolhas de roteiro bastante particulares. Pouco se falou sobre a importância fundamental do designer na moda do século 20. Criador de peças fundamentais, como Le Smoking (terno feminino), as jaquetas safári, os vestidos Mondrian e as botas de cano altíssimo, ele tornou possível que praticamente tudo que usamos na vida moderna tenha a influência da sua forma de encarar a moda.

Mas as cenas de desfiles antigos, bastidores da criação de Yves e retrospectivas de discursos e entrevistas que ele fez em vida agradam, com toda certeza, aos fãs da elegante maison de moda. É impossível não se emocionar com a cena do último desfile, em 2002, em que ele aparece mais gordo, curvado e com um semblante melancólico. “Eu só via Yves feliz duas vezes por ano: no final dos desfiles de inverno e de verão, em que ele recebia os aplausos calorosos do público; mas a alegria só durava algumas horas”, revela Bergé.

O filme está em cartaz na sala 9 do Frei Caneca Unibanco Arteplex, às 16h40.

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25.dezembro.2010 18:00:04

Olhos de cisne

O filme Cisne Negro, do diretor Darren Aronofsky, estreou nos Estados Unidos dia 17 de dezembro e só chega por aqui em 4 de fevereiro. Trata-se de um thriller psicológico que conta a história da bailarina Nina Sayers (Natalie Portman), que vive sufocada pela mãe e pela profissão. Quando o diretor da companhia de dança precisa substituir a primeira balarina para a montagem de O Lago dos Cisnes, vê duas opções: Nina e  Lily (Mila Kunis, de That’s 70′s Show), que começa a perseguir e ameaçar a vida da concorrente.

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O filme vem dando o que falar nos EUA, principalmente pelo quesito maquiagem. A fotografia escura e os figurinos de ballet trazem uma atmosfera sombria e deslumbrante aos personagens. Vários fãs postaram no Youtube vídeos com tutoriais para  imitar a maquiagem sexy de Natalie no longa, com foco nos olhos extremamente delineados e sombreados e lábios escuros. É feito para chamar a atenção no palco, mas se você tem atitude suficiente, pode arriscar o make em uma megaprodução para o fim do ano!

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Mariana Belley

    Mariana Belley, 25 anos, é jornalista, taurina e vegetariana. Ama os clássicos da música brasileira e dança rock. Prefere meia-calça à calça jeans e o batom rosa chock ao vermelho. E adora moda, muito!

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