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Moda

30.novembro.2010 19:39:52

Retrô brilhante

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Para o verão 2011, a marca Laundry, que fica na Galeria Ouro Fino, trouxe uma novidade que pretende tornar hit: são os oxfords de vinil inspirados nas cores tradicionais dos macarons, deliciosos docinhos franceses. Tem amarelo, rosa e cinza, com pequenos detalhes na parte da frente, bem fofos e perfeitos para um visual vintage sofisticado. Cada par sai por R$ 229.

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30.novembro.2010 18:38:08

Impacto ambiental

As cidades de Xintang e Gurao, que concentram boa parte das fábricas de jeans e roupa íntima chinesas (e, por conseguinte, distribuídas para o resto do mundo), sofrem com graves vazamentos tóxicos destas indústrias, incluindo altas concentrações de metais pesados. As informações foram publicadas hoje (30), em um relatório do Greenpeace.

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Uma fábrica de jeans em Xintang, na China

Xintang fabrica 60% das calças jeans do país (exportando 40% aos Estados Unidos e Europa). Já Gurao produz 200 milhões de peças de roupa íntima ao ano. Ambas as cidades ficam na província de Cantão.

“Xintang e Gurao são símbolos do êxito do modelo exportador da economia nacional”, relata a chefe de campanha contra vazamentos tóxicos do Greenpeace na China, Mariah Zhao. “Mas a degradação ambiental que vimos ao visitá-las nos horrorizou.”

A análise da água e dos sedimentos das duas cidades mostrou altos níveis de metais que podem ser prejudiciais à saúde. Foram encontrados cobre, cádmio e chumbo, em algumas ocasiões em níveis até 128 vezes maiores dos limites considerados saudáveis.

Entre os processos industriais que mais oferecem riscos, de acordo com o Greenpeace, estão a lavagem e o tingimento de calças, já que necessitam de grande quantidade de água e produtos químicos.

Além disso, os resíduos destes processos são despejados sem controle em rios da região. Moradores da área relatam que algumas correntes fluviais “mudam de cor a cada dia” pelas tinturas e outros produtos químicos.

Mariah ressaltou que o problema se estende aos mais de 130 centros de produção têxtil da China, que concentra boa parte das exportações mundiais no setor. Ela pediu às autoridades locais que haja maior responsabilidade com o meio ambiente e a saúde dos cidadãos.

“Também esperamos que os consumidores se unam a nós para pressionar por uma mudança no Governo e nas indústrias”, destacou a ativista. “Seria trágico se a moda e a economia custassem à China seus recursos hídricos.” (Efe)

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30.novembro.2010 17:37:31

Sirva-se de um par de óculos

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As máquinas e robôs existem, em grande parte, para economizar os custos com a mão de obra humana. Em alguns casos, a redução ainda inclui gastos com a montagem de uma loja, por exemplo. A marca Chilli Beans resolveu, então, inventar uma espécie de self-service de óculos. A máquina parece uma daquelas de refrigerante: os modelos estão expostos em pequenas vitrines e o cliente escolhe o que quer. Como não pode experimentar, a solução é usar realidade aumentada para projetar os óculos escolhidos em 3D em tempo real na tela do monitor. No rosto de quem experimenta, é claro.

A criação, feita em parceria com o Pixel Labs, terá seu primeiro exemplar mundial instalado no Aeroporto de Guarulhos. Todas as compras só podem ser feitas com cartões de crédito ou débito e o preço médio dos óculos expostos é de R$ 130.

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30.novembro.2010 16:08:12

Open house

A abertura da Casa de Criadores costuma ter clima festivo. Na edição anterior, no semestre passado, principalmente. O estilista Walério Araújo estava completando 40 anos. Por isso, comemorou com uma coleção especial (até com a presença da cantora Stefhany do Cross Fox, que distribuiu algumas cópias de seu CD).

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Seis meses depois, na 28ª edição do evento, que começou ontem (29), Araújo pulou para um assunto mais denso: o luto. “Eu perdi muitas pessoas importantes nos últimos meses”, ele conta. “Foram amigos, familiares e também alguns ex-namorados, que é melhor enterrar de vez”, brinca. Uma dessas pessoas foi o melhor amigo. A outra estava sendo celebrada por muitos dos presentes no backstage. Era a performer Cláudia Wonder, que morreu na sexta (26).

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Foi uma triste coincidência com o tema do desfile. Araújo distribuiu bottons escrito ‘I ♥ Claudia Wonder’.

Mas apesar do tema mórbido, a conotação dada por Araújo não foi de todo triste. O estilista pesquisou o significado do luto em diversos países, e apresentou, além dos esperados vestidos pretos, peças completamente vermelhas (o luto na Índia, cor do fogo que consome os corpos), bege (cor de folha seca, de quando as plantas morrem, no Egito), violeta (na Tailândia).

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As peças eram basicamente feitas de renda, como os chapéus das viúvas, bem transparentes e colados ao corpo. Havia diversos laços, também de renda, e, surpreendentemente, as franjas das bolsas eram de cabelo humano. Uma das peças remetia a uma burca (“Mas uma burca transparente, para quem não tem nada a esconder”).

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A morte, para Araújo, simboliza recomeço. Isso ficou expresso na peça que representava o luto na China: branco. O macacão transparente todo franzido parecia flutuar sobre o corpo, formando uma aura clara.

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A fuga | O evento seguiu com o desfile de R. Rosner. O estilista conta que se inspirou ao ler O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence. O livro se passa no fim dos anos 1920, e conta a história da esposa de um burguês (tornado paralítico durante a guerra) que se envolve com um homem da classe operária.

Lady Chatterley sai às escondidas durante a noite para visitar seu novo amado. Este espírito de fuga entrou no desfile sob a forma de peças escuras (pretas, na maioria das vezes), com pontos luminosos (estrelas?). A música foi um Mash up entre Chopin e Mad World, do Teas for Fears.

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Um sonho | Danilo Costa levou seus amigos imaginários para a passarela (não, nós não o vimos). A ideia da coleção veio do filme Onde Vivem os Monstros.

Havia calças que remetiam a pijamas, com o característico tom cinza mesclado do moletom, em contraponto a peles sintéticas (que seriam o pelo dos monstros do filme) e imensas padronagens de xadrez (como cobertores antigos).

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Olé | Uma viagem à Espanha deu a inspiração de Geraldo Couto, que viu muitos shows de flamenco. Para Couto, a mulher que mais retrata o espírito de seu trabalho é Hebe Camargo.

O desfile foi bastante folclórico, com referências por vezes claras demais, com babados e espartilhos em vermelho, branco e preto.

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Rock | O desfile de Rober Dognani foi o mais frenético, com couro em todas as peças. A ideia que permeava a coleção parece ter sido a desconstrução e a assimetria, com macacões sem a perna esquerda e sem o braço direito, por exemplo.

Uma ideia apresentada foi a calça com costura de pata, que dava a impressão de ser uma bota com plataforma incrivelmente alta.

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Lounge | O primeiro dia terminou com uma tradição do evento: a marca convidada. Desta vez, quem apareceu foi a Sumemo, de Alex Poisé.

O símbolo da Sumemo remete a outro grande estilista, Alexandre Herchcovitch. É uma caveira, mas com algumas adaptações. Em vez dos dentes, há um soco inglês. Diferente das caveiras dos piratas, não há ossos cruzados, mas tacos de beisebol (um deles atravessado por um prego). “Eu me inspiro nas coisas que vivi, na rua.”

O dono da marca de streetwear (que não tem muito apelo de passarela, é verdade) dispensou o modelo tradicional de cast. Assim como Marcelo Sommer costuma fazer, o estilista Poisé convidou os amigos para desfilar.

“Eu tenho amigos de todas as tribos”, conta, antes de enumerar: “Tem gótico, skatista, punk…” O próprio nome da marca vem disso: a gíria vem do termo ‘isso mesmo’, usado pelas ruas. A passarela confirmou a diversidade: havia gente como o cantor Marcelo D2, o chef Alex Atala, o músico Júnior Lima e até o estilista Dudu Bertholini (na última foto).

Entre as peças, muito moletom, couro e máxi tachas em jaquetas. As estampas geralmente remetem a pichações, caveiras e armas.

No fim do evento, Poisé aproveitou que seus amigos estavam reunidos e partiram para a festa. A noite terminaria muitas horas depois, no clube Glória, não muito longe dali.

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29.novembro.2010 20:00:12

Macy’s depois de Chanel

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A colaboração de grandes estilistas para redes de fast fashion está atingindo níveis impensáveis. Alber Elbaz, o estilista da Lanvin, foi um sucesso para a H&M. No Brasil, Glória Coelho acaba de lançar peças para a C&A.

Quem anunciou parceria desta vez foi a Macy’s, com Karl Lagerfeld, que assina as coleções da Chanel.

A rede já tem parceria com outros nomes, como Vivienne Westwood, Paul Smith, Calvin Klein, Costume National e Versace.

A coleção de Lagerfeld, masculina e feminina, deve chegar às lojas só em setembro de 2011.

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29.novembro.2010 18:00:25

Veludo verde

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Acabo de ter um breve diálogo com um amigo que foi mais ou menos assim:

Ele: – Helô, me ajuda, veludo é brega?
Eu: – Depende
Ele: – Um casaco verde, de veludo?
Eu: – Mas é veludo cotelê ou liso?
Ele: – Não sei.
Eu: – É um veludo que tem umas listras ou é um que é só peludinho?
Ele: – Acho que liso… É brega?
Eu: – Não necessariamente. Difícil dizer assim, sem ver o casaco, se é brega. Eu acho, no entanto, que nada é brega por definição.

Eu estava pensando em escrever sobre sutiãs (fui comprar alguns para mim no fim de semana e achei tudo muito difícil). Mas essa conversa falou mais alto (volto aos sutiãs na semana que vem).

Afinal de contas, dá para dizer que algo é brega assim, isolado do resto da composição?

Há quem defenda que sim. Eu mesma, apesar de dizer para o meu amigo que não há nada brega de partida, tenho algumas sérias implicâncias. Tie-dye é uma delas. Acho muito brega. Mas se vejo alguém com uma roupa toda linda e tem ali no meio uma camiseta tie-dye, já não dá mais para dizer que tie-dye é brega.

Veludo também pode ser um problema. Aquele veludo brilhante, de roupa de patinadora no gelo, ficou estigmatizado até o último pelinho. Mas daí vem algum estilista que adore patinadoras no gelo, pega essa referência e faz uma coleção incrível. E, pronto, diante dos olhos de todos acontece a mágica: uma coisa que ficou brega por causa das patinadoras no gelo deixa de ser brega instantaneamente por causa… das patinadoras no gelo.

De qualquer forma, quando meu amigo diz ‘casaco de veludo verde’, eu penso logo num casaco de veludo liso, meio molhado, verde-musgo, bem velho, e que, na minha cabeça, compõe o look de um professor de faculdade de ciências sociais. Algo bem longe do meu ideal de estilo. Mas eis que a conversa continua.

Ele: – Mas o casaco é seu!
Eu: – Hãn? Qual casaco?
Ele: – Um de veludo verde.
Eu: – Eu tenho um casaco de veludo verde?

Não tenho ideia de que casaco de veludo verde é esse. De qualquer forma, se ele está no meu armário, ele não é como esse que eu descrevi aí em cima. E, certamente, eu não o acho brega.

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29.novembro.2010 17:00:40

O Natal da C&A

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Quando fez sua coleção para o Dia dos Namorados da C&A, a popstar Beyoncé ainda não tinha lançado sua marca, a Deréon, em parceria com a mãe, a estilista Tina Knowles.

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Para o Natal, a cantora aproveitou a marca para fazer mais uma parceria com a C&A. A coleção tem 17 peças, com vestidos colados e jeans pensados para as festas de fim de ano.

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Além das roupas, as lojas terão o perfume da cantora, o Heat.

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Ficção | Também chega às lojas da rede uma parceria da marca com a estilista Glória Coelho. As peças são inspiradas na personagem Melina Gouveia, a estilista da novela Passione. A própria Glória já chegou a criar roupas para os desfiles da trama.

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A coleção Skinny Fashion tem uma leve lembrança das últimas coleções de Glória, mas com outra modelagem e cores completamente diferentes.

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São 15 peças com predominância de preto, branco, vermelho e verde limão. A campanha é estrelada por Isabeli Fontana (foto).

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29.novembro.2010 15:19:20

De peito aberto

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Para a Vogue francesa, nudez é a melhor resposta. Ainda mais quando é exibida pela canadense Daria Werbowy.

O corpo da modelo é coberto apenas por algumas joias da última coleção da Louis Vuitton no calendário de 2011 da revista.

As fotos foram tiradas por Mikael Jansson. O estilo é de Anastasia Barbieri.

A revista estará nas bancas (francesas) amanhã, desejando, logo na capa, um feliz Natal a Monsieur Tom Ford.

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28.novembro.2010 07:00:30

O diário da princesa

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O nome completo da futura princesa britânica é Catherine Elizabeth Middleton. Os amigos e o público a conhecem como Kate. Mas quando a família real anunciou o noivado, semana passada, eles se referiram a ela como Catherine. Os assessores explicaram: “Seus pais sempre a chamaram dessa forma. Esse é seu nome”.

Kate e William têm, ambos, 28 anos – ela faz 29 em janeiro. Ele, em junho.

A mãe de William, Princesa Diana, apelidada na época de “Shy Di” (em português: “tímida Diana”), tinha 19 anos quando se tornou noiva de seu pai, Charles, 12 anos mais velho.

Kate tem 1,77m. William, 1,90m.

“Nós finalmente temos duas pessoas altas na família real, depois de tantos baixinhos”, disse o estilista Bruce Oldfield, que fazia roupas para Diana. “Kate e William são dois gigantes.”

O grande dia | Quando Kate foi fotografada depois do anúncio do noivado, na Abadia de Westminster, as pessoas presumiram que a noiva havia escolhido o local do casamento. Ali foi realizado o funeral da princesa Diana, em 1997. E por mais que Diana e Charles tenham se casado na Catedral de Saint Paul, Westminster ganhou a preferência do jovem casal e acolherá a cerimônia em 29 de abril.

Ainda ninguém sabe quanto custará a festa. Mas é certo: será muito. Breves estimativas sugerem que as núpcias podem custar de US$ 32 milhões a R$ 64 milhões. Os Middletons e a família real vão pagar a conta da recepção, flores e lua de mel.

No topo destes custos, os contribuintes britânicos vão arcar com a segurança e transporte, que podem engordar a conta para US$ 130 milhões.

Ela não é a Cinderela | Os ancestrais de Kate até faziam trabalhos manuais, mas seus pais são milionários.

Sua mãe, Carole, era aeromoça. Já o pai, Michael (o príncipe o chama de “Mike” e “Dad”) era um controlador de voo da British Airways antes de ele e sua esposa fazerem milhões com o negócio de produtos para festas, a Party Pieces, que começou em 1987.

O negócio mobiliza toda a família e tem Kate, o irmão James e a irmã Pippa, todos trabalhando lá. Os Middletons vivem no oeste de Londres, no bairro de Bucklebury (tomado agora por turistas querendo ver sua vila natal), onde os moradores vivem em grandes casas atrás de altas cercas vivas, e dirigem caros Range Rovers.

“Acho que as pessoas são incrivelmente esnobes em comparação à família de Kate, que parecem trabalhar duro e serem pessoas comprometidas”, disse um amigo do casal.

O segundo príncipe? | Um vídeo no YouTube mostra Kate aos 13 anos em uma peça da escola. No teatro, um vidente conta que ela vai se casar com um homem belo e saudável, que vai levá-la de Londres.

Ironicamente, o jovem homem com quem sua personagem se casa se chama William, que a pede em casamento com um joelho no chão. Ela aceita, dizendo “Sim. É tudo que eu estive esperando”.

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Como eles se conheceram | William e Kate se conheceram na Universidade de Saint Andrews, na Escócia. Quando souberam que William iria estudar História da Arte ali, as garotas interessadas em arrebatar o futuro rei da Inglaterra se candidataram para admissão.

Não é de se sugerir que Kate fosse uma dessas garotas, visto que Saint Andrews é uma escola popular para este tipo de mulheres britânicas, educadas em ambiente privado. Algumas colegas, no entanto, fofocaram que Kate fez de tudo para atrair a atenção de William desde seu ano de calouros.

De acordo com o autor de William e Harry: Por Trás das Paredes do Palácio, William primeiro viu a caloura Kate em um desfile beneficente no começo de 2002. Ela estava vestindo lingerie preta por baixo de um vestido transparente na passarela. William, de acordo com seu biógrafo, disse para um amigo: “Kate’s hot” (algo como “Kate é gostosa”).

As núpcias reais | Muito foi dito a respeito de Charles ter escolhido a casta Diana para casar. Mas e William e Kate?

A imprensa britânica diz que os dois já consumaram sua união há muitos meses, em uma fazenda isolada em Anglesey, uma ilha do País de Gales, onde William é piloto de helicóptero nas Forças Aéreas Reais.

A revista People sugeriu que Charles estava se referindo a isso quando disse: “Eles estiveram praticando por tempo o bastante”.

Os moradores de Anglesey os conhecem como Wills e Kate.

“Eles são como qualquer outro jovem casal apaixonado”, disse o funcionário de um bar local ao London Daily Mail. “Até você perceber que eles têm guarda-costas armados na mesa ao lado.”

Garota trabalhadora | Kate trabalhou com seus pais desde que largou seu emprego na rede Jigsaw, em 2007.

No começo do ano, ela criou murmurinho quando apareceu em um blog do site da companhia, no qual a “Kate da Party Pieces” recordava de suas festas preferidas da infância. O post ficou no ar apenas alguns dias antes de desaparecer do site.

Ela prometeu para seus pais que continuaria trabalhando para eles pelos próximos meses, antes de ter novas responsabilidades de princesa, como a de patrona de campanhas de caridade.

O estilo | Sem ser escrava da moda, Kate é descrita como uma “clássica garota de Saint Andrews”. E garotas de Saint Andrews usam pashminas e pérolas, casacos de tweed e corações da Tiffany.

Os fashionistas usam termos como “natural”, “despretensiosa” e “clássica” para descrever a esportiva Kate, que adora praticar esqui e trilhas.

“O que está visível para todos é que ela parece normal”, disse a estilista americana Lela Rose. “Estamos tão acostumados com toda esta histeria de Hollywood que a normalidade dela é revigorante.”

O vestido envelope da Issa que ela vestiu no anúncio do noivado esgotou quase instantaneamente. Alguns dias depois, a rede de supermercados Tesco lançou o “Vestido Kate Middleton”, a US$ 26 (perto dos US$ 568 da Issa).

Esqueleto no armário | Ninguém sabe se Gary Goldsmith, o irmão mais novo de Carole Middleton e tio de Kate, será convidado para o casamento. Ele é aquele tio ovelha negra que muitas famílias têm. Ano passado, tabloides o filmaram preparando o que parecia ser cocaína, e falando sobre o relacionamento de sua sobrinha com William. Ele inclusive mencionou que William falou abertamente sobre a sobrinha em um jantar de família.

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O vestido | O mundo fashion está esperando ansiosamente para ver quem a futura princesa vai escolher para desenhar seu vestido.

Uma pressão e tanto.

Ele deve pegar um estilista britânico. Ela deve seguir os passos do vestido da princesa Diana. Sua decisão vai definir como serão as roupas de casamento durante toda a próxima década.

“Eu realmente acho que ela não vai ousar em relação a quanto ela pode sair do comum”, disse a estilista Lela Rose. “Este é um evento que significa muito para muita gente. Kate é bem moderna e tradicional. Mas mesclar os dois não vai ser uma coisa fácil a se fazer.”

“Eu posso vê-la usando algo moderno com linhas simples, poucos detalhes e enfeites pequenos. O vestido vai ter que se ajustar à ocasião.”

As festas | Kate planeja passar seu ‘último’ Natal com seus pais. Se o precedente real continuar, ela vai passar seus próximos Natais na casa onde a família real passa as festas. Os cunhados e sogras, não tipicamente tratados bem pela família real, não são convidados.

Felizes para sempre | Embora eles gostem de ir para festas, não espere ver os recém-casados no circuito depois do casamento.

Eles dizem que querem passar os primeiros anos do matrimônio longe de todos os assuntos da realeza – principalmente a mídia.

William ainda tem alguns anos em seu compromisso com as Forças Aéreas Reais. Então espera-se que ele divida seu tempo entre Londres e a casa em Anglesey, onde a futura rainha da Inglaterra pode cuidar de assuntos mais urgentes: criar sua herança e seus herdeiros.

WILLS E KATE: O FILME
Não pudemos resistir. Até criamos o elenco para o filme:
Kate: Leighton Meester
William: Tom Felton
Rainha Elizabeth: Betty White
Príncipe Charles: James Cromwell
Camilla, duquesa de Cornwall: Jane Lynch
Príncipe Harry: Rupert Grint

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O anel | Não precisa ir longe para ter uma réplica do anel de 18 quilates de safira e diamante de Kate Middleton, que foi usado no noivado de Diana há muitos anos.

O príncipe Harry guardou o anel de sua mãe como lembrança. Mas ele e William concordaram que seria usado pelo primeiro que noivasse. Há diversos parecidos (a preços entre US$ 95 até US$ 1.600). Pedidos de réplicas estão chovendo na Natural Sapphire Co., em Nova York.

Cabelo | O estilista aposentado Valentino pegou pesado com os cabelos longos e escuros de Kate. “Ela precisa fazer alguma coisa com aquele cabelo longo, porque isso é muito importante. Sendo uma futura rainha, ela não pode continuar com ele tão longo.” (The New York Times)

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Salto alto e poses de passarela. É assim que a modelo e fashionista Rumi Neely se apresenta ao mundo quando prepara os looks para postar em seu blog pessoal. Sua paixão pelos blogs de moda começou em 2007, quando ela ficou “quase obsessiva” por sites como Style Bubble e Style Bytes. Viu que não era tão difícil assim montar bons looks e decidiu criar seu próprio espaço online, o Fashiontoast. Em cada foto, descreve o que fez no dia, o que sentiu ao usar a peça, se a roupa deu certo ou não, se vale a pena tê-la no armário. Ultimamente, fez provas interessantes da coleção da Lanvin para H&M. Presta quase um serviço de aconselhamento a suas leitoras (claro, a maioria formada por mulheres).

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Ela faz compras (e recebe itens) em qualquer lugar. Não é uma aficionada por marcas famosas, mas não as evita; gosta de investir em fast-fashion quando acha que vale a pena.Seu guarda-roupa é, essencialmente, uma grande mistura de hi-lows e peças vintage de brechós de que ela se utiliza criativamente. Como Rumi é californiana e mora na praia, é bem mais influenciada por um cima praiano, com muitas peças de perna de fora, e não gosta de parecer muito arrumadinha. Se morasse por aqui, seria no Rio, e não em São Paulo.

Suas grifes favoritas? Balmain, Givenchy e Isabel Marant. É difícil ver a foto de algum look de Rumi em que ela calce algo que não sejam saltos altíssimos. O cabelo desgrenhado e os olhos bem marcados de lápis e delineador preto também construíram sua imagem ao longo desses três anos. Muito amiga de Brianboy, eles costumam aparecer juntos em primeiras filas de desfiles ou em fotos de looks nos dois blogs. Então, para começar a se vestir como ela, rasgue algumas peças de jeans e meias calças. Desarrume-se. Faça testes com combinações improváveis para ver se funcionam. E nunca, jamais, use uma rasteirinha.

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    Quem Faz

    Mariana Belley

    Mariana Belley é jornalista e taurina. Ama os clássicos da música brasileira e dança rock. Prefere meia-calça à calça jeans e não sai de casa sem o batom vermelho na bolsa. E adora moda, muito!

    Contato: mariana.barbosa@estadao.com

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