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Moda

Conhece a marca britânica Reiss? A grife de tecidos leves, cortes retos e tons pastéis é incrível, mas ainda não tem planos de chegar no Brasil. Assim mesmo, dá para fazer compras online e só essa possibilidade já faz o vídeo da sua campanha de outono-inverno 2010  impulsionar nossos coraçõezinhos. Câmera lenta e filmagem reversa sempre dão bons resultados, né? Sim. Preto e branco também.

Assim, o filme Elements, com direção de Jamie Morgan, dá a quem assiste uma sensação de leveza inerente às aves voando, cabelos ao vento e chuva caindo aos poucos. Isso tudo com uma atmosfera um tanto sombria, advinda da trilha sonora da série True Blood. As estrelas são os modelos Natasa Vojnovic and Isaac Crew, que contracenam com animais como falcões, pombos, cachorros e cavalos – sempre pretos ou brancos, nenhuma outra cor entra . Todo o cenário de neblina e folhas em queda combina com os casacos de plumas, colares de pedras, luvas e trench-coats claros. Dá uma certa agonia de ver tantos cabelos nos rostos dos modelos, mas tudo bem. Vale pelo clima.

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31.agosto.2010 18:57:04

Mensagens fofas

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Para que ter um quadro de recados ordinário, com giz ou canetas, se é possível fazer isso com muito mais estilo? Com a ideia do designer português Gonçalo Campos é assim. Ele criou a Dedo Message Board, um quadro onde você escreve em uma espécie de tapete felpudo. É só passar o dedo que fica um rastro. Depois, basta ‘pentear’ a superfície para o desenho desaparecer.

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O quadro é feito de pele sintética. Na internet, custa € 110.

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(Via Swiss Miss)

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31.agosto.2010 18:40:33

Roma, uma cidade vintage

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Roma é, por excelência, capital do antigo. Lá, pode haver centenas de lojas de objetos vintage: peças que um dia saíram de moda e que hoje se tornaram artigos exclusivos. Eles são a expressão de uma cultura que olha para o passado com nostalgia.

Um dos centros nervosos dessa tendência é a Via del Governo Vecchio, perto da Piazza Navona. O lugar é recanto para os turistas e romanos famosos, que ficam deslumbrados com o brilho e as cores de suas janelas.

Bolsas, botas, jaquetas de couro, cintos e vestidos – como os usados por Marilyn Monroe e Audrey Hepburn em Some Like It Hot ou Bonequinha de Luxo - são empilhadas ao acaso em apertadas lojas, onde, às vezes, há pouco espaço até para o comprador.

Nem sempre é possível encontrar o que se procura. Na Michele Salvatore, aberta desde 1974, há uma longa lista de espera para comprar as bolsas Chanel que seu dono, Salvatore Giulia, garimpa em lojas da Toscana.

O negociante destaca o atrativo que seu negócio tem para os atores e figurinistas de cinema: “Muitas vezes, uma atriz vai apresentar seu filme e procura algo vintage para a ocasião.”

Assim fez Julia Roberts, que em 2001 escolheu um Valentino de 1992 para a noite do Oscar; ou Penélope Cruz, que durante a festa em que recebeu sua estatueta usava um polêmico Balmain criado há sessenta anos.

Nas lojas vintage de Roma, há quimonos vindos do Japão, botas de cowboy e até ventiladores que um dia agitaram cabarés de Paris. Vendedores de objetos vintage viajam o mundo todo para encantar seus clientes com os objetos mais marcantes.

Antigo e caro| Os preços são bem variados, mas o vintage é pouco acessível, e os donos dos comércios sentem os efeitos da crise econômica. “O turismo ‘low cost’ está se expandindo, e cada vez há menos objetos para comprar. As pessoas já não distinguem entre algo que é de grife e o que não é”, lamenta Cecília, dona da loja de segunda mão mais conhecida do centro romano, Omero&Cicília.

A Cidade Eterna, como Roma é conhecida, tem nostalgia. É o que dizem suas lojas, janelas e calçadas, onde circulam muitos Fiat 500 ou scooters, como a que Gregory Peck dirigia no filme Roman Holiday. E essa paixão pela antiguidade não se limita a peças de vestuário que podem ser armazenados em um armário, porque Roma é também habitado por sebos, antiquários e lojas de móveis usados.

Um dos lugares mais charmosos para encontrar objetos de segunda mão é o mercado de Porta Portese, no bairro de Trastevere, com mais de 4.000 lojistas que combinam artigos de tudo, desde relíquias a completo lixo.

Sapatos usados, casacos de pele e componentes eletrônicos enferrujados se misturam a peças necessárias para consertar uma lâmpada velha, e até discos de vinil raros. (Efe)

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Quem foi que disse que não pode?

Via Lookbook.

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O famoso anagrama LV, presente em quase todas as bolsas da Louis Vuitton, também conquistou homens. O cantor Bono, para ser mais exato. O rockstar é o garoto-propaganda da nova campanha da marca, ao lado de sua mulher, a ativista Ali Hewson. A foto foi tirada na África (bom, é o Bono), clicada por Annie Leibovitz. Além das bolsas, o casal usa peças da marca Edun, uma grife associada a projetos sociais no continente.

Veja o vídeo do making of do ensaio:

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30.agosto.2010 18:33:59

Índice de alimentos

Apesar de se chamar ‘tábua de carne’, acabamos usando esse utensílio para várias coisas. Há, porém, um detalhe que pouco nos damos conta: os resíduos, que dificilmente saem do objeto (e aquelas manchas escuras são consequência disso).

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A Utilplast acaba de trazer para o País algo que promete dar um jeito nisso, inclusive na contaminação. É um jogo de tábuas para usar na cozinha. São quatro, uma para cada tipo de uso, guardadas como se fossem divisórias de um fichário. Tem até abinhas descritivas (a vermelha é para carne; a azul é para peixe; a branca, para alimentos quentes; já a verde é para vegetais).

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A novidade é da marca inglesa Joseph Joseph. Cada uma mede 33cm x 21 cm. O conjunto, incluindo o suporte, sai por R$ R$ 296,89.

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30.agosto.2010 18:04:36

Jeans e blazer

Milão

Depois deste take, materializado por The Sartorialist, nós aqui do Moda nos recusamos a aceitar argumentos falhos para homens mal vestidos. “Há muito mais lojas de roupas femininas do que masculinas”, dizem uns; “eu tenho preguiça de pensar em um visual diferente de calça jeans e camiseta”, defendem-se outros; “se arrumar demais é coisa de metrossexual”, chegam a admitir alguns.

O que você vê nesta foto? Jeans e camisetas. Tudo bem, algumas são camisas. Mas o que realmente importa são os complementos de cada visual: um está de blazer azul claro, o outro coloca um sapato descolado e um decote mais ousado, um capricha nos óculos de sol e o mais velho dos moços capricha na gravata de bolinhas. Lição de hoje: dá para ser simples e elegante, sim. E o melhor: sem cair na mesmice entediante de todo dia. Fica a lição!

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Corredores e mais corredores de produtos de beleza. Não importa em que sentido e direção a gente ande: na Beauty Fair, é impressionante como você nunca para no mesmo lugar. Nos gigantescos estandes da terceira maior feira de beleza do mundo, 450 expositores tentam chamar a atenção dos possíveis clientes que passam. É uma Francal da cosmética, na verdade, em que a chance de você perder algum produto incrível é diretamente proporcional ao tempo que você gasta em cada barraca. Difícil acertar esta proporção exata.

A sexta edição do evento começou no sábado e vai até amanhã, embora a coletiva de imprensa tenha sido realizada apenas na manhã de hoje. A diretora executiva do evento, Luciane Beltran, falou sobre as novidades que o evento traz este ano – como um espaço de spa concept e atrações internacionais que vêm para dar shows de corte e maquiagem, como o famoso cabeleireiro Anthony Mascolo e o diretor internacional de criação da Mahogany, Richard Thompson. “É preciso transmitir conhecimento ao mercado. Os profissionais são artistas, mas costumam ter pouca noção de gestão e negócios, área em que concentramos os workshops deste ano”, explicou Luciane.

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Na programação oficial, voltada a profissionais, há o Congresso de Estética, Simpósio de Podologia, Jornada de Massoterapia, Congresso de Manicure, mega shows… tudo bastante movimentado. O evento é estrito a profissionais do setor, mas se você não tem nada a ver com isso e, mesmo assim, quer dar uma olhadinha nas novidades, basta desembolsar R$ 80. Tudo o que está por lá já consta nas prateleiras das lojas ou estará nelas em breve. Se não vai dar para ir, a gente te dá uma colher de chá. Aguarde nossos próximos posts para conhecer os lançamentos que descobrimos!

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Este é o último look do desfile da coleção 111 (primavera/verão 2007) de Hussein Chalayan. As roupas todas se movimentavam, com pequenos mecanismos que alteravam suas formas em plenos desfile. No último look, o chapéu engole o vestido da modelo.

Para que rever o fim de um desfile de 2007? Para lembrar de algumas coisas:

1. Moda pode ser metáfora, e, quando isso acontece, ultrapassa a dimensão de veste e se esparrama por territórios mais poéticos, mais abstratos, menos materiais.
2. Moda pode estar na total eliminação da roupa. Pode frequentar o corpo, o lugar, o clima, a música, o ar.
3. Estilistas que procuram caminhos menos exatos para sua criação merecem ser revisitados, independentemente da tendência que já passou, das cores que esmaeceram, do negócio que não deu certo.
4. Há momentos em que a moda chega muito perto de parecer arte, embora, na minha modesta opinião, ela fica sempre melhor como moda mesmo, ainda que esgarce seus próprios domínios.

Está em cartaz, no museu Istanbul Modern, na Turquia, uma retrospectiva do trabalho de Hussein Chalayan. A mostra foi organizada pelo Design Museum de Londres. Tomara que ela venha para o Brasil em algum momento.

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A supermodelo Kate Moss se prepara para lançar sua próxima e última coleção para a marca Topshop. A parceria termina depois de três anos.

Kate começou a desenhar para a empresa através de sua amizade com diretor, Sir Philip Green.

Ambos negam que tenha existido alguma tensão. Green diz que a modelo tinha “outros compromissos”. Há quem diga que Kate Moss tenha ganho pelo menos três milhões de libras com a parceria.

Quando as criações de Kate foram reveladas pela primeira vez, milhares de pessoas faziam fila fora da loja Topshop da Oxford Street. Os jornais deram ao episódio o nome de ‘Moss mania’.

Recentemente, Kate esteve presente ao lado de Green na abertura de sua flagship em Nova York. Os dois também inauguraram o outlet de Knightsbridge, em Londres, em maio.

A parceria foi a primeira em uma longa linha de negócios com celebridades. A H&M, posteriormente, contratou Stella McCartney, Madonna e Karl Lagerfield para suas coleções.

Especialistas, porém, não viram o fim do acordo com choque. Parcerias entre empresas e celebridades (vide as da H&M) costumam ser curtas mesmo. (BBC)

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Mariana Belley

    Mariana Belley, 25 anos, é jornalista, taurina e vegetariana. Ama os clássicos da música brasileira e dança rock. Prefere meia-calça à calça jeans e o batom rosa chock ao vermelho. E adora moda, muito!

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