A Osklen também entrou na campanha mundial Dow Live Earth Run for Water, iniciativa para chamar a atenção sobre o caráter emergencial da economia de água (a previsão da Global Water Challenge é que, em 2025, dois terços da população do planeta tenha acesso restrito ao recurso natural mais abundante da Terra). A grife de Oskar Metsavaht produziu uma camiseta exclusiva, que vai custar R$ 97 e será vendida em todas as lojas do País, inclusive a virtual. Sete por cento de todo o valor arrecadado com as vendas será revertido para o Instituto e, ONG que promove o desenvolvimento sustentável e faz projetos sobre o uso consciente de água.
Não fique de fora desta iniciativa. O Dow Live Earth Run For Water acontece no dia 18 de abril em cem cidades do mundo. Os participantes desta mobilização global vão andar ou correr uma distância de 6 km (a média percorrida por mulheres e crianças que vivem em locais de escassez para conseguir acesso a água) e as inscrições podem ser feitas pelo site do evento.

Madonna e a filha, Lola, durante a estreia do filme Nine, no fim do ano passado
Lourdes Maria Ciccone, a filha de 13 anos de Madonna, é a nova Material Girl. Mãe e filha começaram a trabalhar juntas em uma linha de roupas infanto-juvenil, que será lançada em julho – coincidindo com o novo ano escolar americano.
A coleção leva o nome da canção Material Girl, que ainda é um dos apelidos de Madonna, e estará disponível na rede americana de lojas Macys, e também na macys.com.
Não é a primeira vez que a cantora, de 51 anos, se aventurou no meio fashion. Há três anos, ela preparou uma coleção para a fast fashion sueca H&M. Mas desta vez, quem queria mesmo montar uma coleção foi a filha.
“Estive envolvida em encontros de negócios, mas Lola [apelido de Lourdes Maria] realmente colocou a mão na massa”, conta Madonna. “Eu só ficava em um cantinho, com meu BlackBerry.”
A potpstar conta que o estilo de sua filha foi “inspirado pelas garotas que ela vê nas aulas de balé e hip hop, influências europeias e bandas que ela ouve.”
“Ela também dá uma olhada nos meus clipes e minhas fotos, junta alguns acessórios e mostra tudo para meus amigos estilistas. Seja Marc Jacobs ou Stella McCartney, eles sempre perguntam o que ela acha.”
Quando Madonna começou a estudar a Cabala, chegou a dizer que não voltaria a cantar Material Girl, uma música com mensagem escandalosamente consumista. Ela voltou atrás em 2004, durante a turnê Re-Invention, na qual quis revisitar seus maiores sucessos – coisa que não costuma fazer em shows.
Ontem, aliás, foi lançado o registro da turnê Sticky & Sweet, maior turnê musical de todos os tempos, que passou pelo Brasil no fim de 2008. Nos extras do DVD, há uma cena da cantora na Marginal Pinheiros. Nas últimas semanas, Madonna também lançou uma coleção de óculos para a marca Dolce & Gabbana. (Reuters)
Nos dias seguintes à morte de Alexander McQueen, tão logo foi divulgado que sua marca continuaria a existir, houve uma dúvida sobre quem assumiria a área de criação da marca. Alguns até sugeriram, de brincadeira, Lady Gaga. Eis que hoje o blog The Fashionably Independent levantou uma curiosa bola: há rumores de que a cantora realmente assuma o cargo. No clipe de Bad Romance, na imagem acima, o look foi assinado pelo estilista.
Só para lembrar: Lady Gaga já foi eleita o nome mais influente da moda (mais até do que Anna Wintour) pelo site WGSN e seus extravagantes looks são obra do conglomerado de estilistas e designers batizado de Haus of Gaga.
Um vestido bustiê de couro e peles da coleção outono-inverno de 2007 de Alexander McQueen ao preço de… US$ 217? O preço original era R$ 15 mil. Este milagre da moda está ocorrendo em Manhattan, NYC, promovido pela entidade beneficente Housing Works, segundo o blog The Cut. São cerca de 30 itens do estilista. Os lances podem ser feitos pela internet, até o dia 11 de abril – e toda a receita será revertida para causas sociais.
Quando se fala em Brás (bairro próximo ao centro de São Paulo), qual é a primeira coisa que vem à sua cabeça? Se a resposta for um lugar com roupas de pouca qualidade e fora do mainstream da moda, você precisa fazer uma visitinha com mais calma ao local. Se já teve a oportunidade de se aventurar pelas ruas Xavantes e Silva Teles, por exemplo, e ver de fato o que se produz no maior centro de comércio de roupas da cidade – são mais de 6 mil confeccionistas em 55 ruas -, você deve ter se impressionado. A questão é: dá, sim, para garimpar ótimos itens para o seu guarda-roupa.

Os sapatos foram pontos altos do desfile do Fashionbrás
É preciso ter uma certa paciência. E também não dá para ir sozinho, já que a maioria das lojas só vende por atacado – isto é, um mínimo de dez peças por cliente. Mas não precisa necessariamente ser dono de loja. Basta juntar um grupo de cinco ou seis amigos que tenham criatividade suficiente para saber combinar as mesmas peças com acessórios diferentes e deixar os looks originais quando vocês saírem juntos. E se preparar para bater perna.
De segunda a quarta desta semana, o shopping Fashionbrás lança sua coleção de outono-inverno. “Nossos lojistas viajam até duas vezes por ano para buscar inspiração na moda europeia”, conta a superintendente Claudia Moretti. Ela diz que, desde que entrou no ramo, há 12 anos, só faz compras no Brás e acredita que o bairro lança moda. “Adaptamos as coleções que vêm de fora à realidade dos brasileiros, à nossa cultura, e dá muito certo. Afinal, temos clientes de todo o Brasil”, explica.



Coletes e casacos da coleção outono-inverno seguem inspiração das últimas semanas de moda mundiais
O Moda foi conferir os desfiles do primeiro dia de evento. Para avaliar o que vale e o que não vale a pena, levou a consultora de estilo Lia Honorato, que destacou peças-chave e aprovou alguns looks completos. “Achei as coisas muito parecidas entre si e também há várias roupas que já não estão mais na moda há algum tempo, mas, com calma, dá para achar modelos ótimos a preços mínimos”, disse, sobre as 40 lojas que apresentaram coleções. Vamos ver o que o Brás tem de melhor.

O tricô, em época de frio, fica muito bem quando afixado com um broche de pedrarias, como este

Volume nas mangas + calça legging: combinação que nunca dá errado

Esta legging é linda e estava em vários desfiles. O efeito plastificado deixa qualquer look mais mordeno

O colete de plumas foi hit de quase todas as coleções de outono-inverno nacionais e internacionais
Mas não é só isso. Nós acreditamos que um bairro que serve como referência na confecção de roupas por todo o país merece mais do que uma reportagem. Então, vem por aí uma série especial sobre moda no Brás. Aguarde os próximos posts!
Aprender os segredos do processo de criação de uma coleção diretamente com grandes nomes da moda não é mais privilégio dos assistentes dos estilistas. A Escola São Paulo promove no dia 10, sábado, o curso Como Montar uma Coleção, com a estilista Glória Coelho.
Será uma aula única, de 6 horas de duração, onde a estilista contará como foi concebida sua última coleção, incluindo o processo de pesquisa, seleção das cores e materiais, elaboração do book, catálogo, desfile.
O curso é indicado para estudantes de moda e de marketing, mas não há restrições. Qualquer um pode participar. O valor é de R$ 660 e pode ser parcelado em até três vezes.
Glória Coelho está no mundo da moda há 34 anos. Além da marca que leva seu nome, ela possui a Carlota Joakina, voltada para a mulher mais jovem e moderna – ambas estão na São Paulo Fashion Week.
“Vários artistas já me convidaram para fazer o figurino de seus shows”, conta o estilista Ocimar Versolato. Em seguida, sem citar nomes, ele completa: “Rejeitei todos.” Bem, nem todos. Há um em especial com quem Versolato tem o maior orgulho de trabalhar: o inclassificável Ney Matogrosso.
Em turnê para o álbum Beijo Bandido (2009), Ney resolveu preparar um espetáculo menos extravagante, mais sóbrio. Quem viu o show do álbum Inclassificáveis (2008), cheio de brilhos e performances, verá que Beijo Bandido é bem diferente. Nada de paetês. Ney usa um terno de lã, uma camisa de seda cinza claro e uma gravata, também de seda, preta. No fim do show, no momento do bis, Ney tira a gravata e coloca um colar – cada dia é um diferente. Fantasias para quê? “Mas no caso dele, até mesmo o terno é uma fantasia”, diz Versolato.
A escolha por algo mais sóbrio veio pelo álbum mais introspectivo. “A grande estrela desse show é a voz”, explica o estilista. Se em Inclassificáveis havia um grande cenário, um grande figurino, uma grande coreografia, agora não. Ainda há performance, ainda há um cenário, mas o foco é outro. Ney ainda é Ney, provocante. Em um certo momento, ele brinca com o paletó e exibe parte do forro da peça – vermelho. O público aplaude. “É a primeira vez que eu vejo um forro de roupa ser aplaudido”, brinca Versolato.
Os dois trabalham juntos há cerca de 12 anos. Versolato é de São Bernardo do Campo e estreou a carreira de estilista em Paris, em 1994. Hoje, vive em Milão e seu nome é também uma marca de cosméticos e, orgulhoso, já afirmou em entrevista que suas grandes influências são Ney Matogrosso, Leila Diniz e Oscar Niemeyer. Depois de ler a reportagem, Ney o procurou, querendo trabalhar com ele. Deu certo.
O processo de trabalho não segue receita – nem teria como. Para Versolato, o grande ápice da parceria foi Inclassificáveis, um sucesso de público e de crítica. É justamente por este motivo que Beijo Bandido teve de ser tão diferente. “Você não pode querer fazer algo na mesma altura. O Ney tem essa inteligência e sabe administrar a carreira dele.”

A roupa do show de Inclassificáveis foi feita com 60 mil micropaetês dourados
O rápido crescimento da classe média na Índia está fazendo com que o país consuma mais moda do que nunca. Os estilistas estão atentos a isso. Modernidade e tradição se fundiram na passarela da Semana de Moda da Índia, que começou na sexta. Além do aquecimento da economia interna, a indústria têxtil está de olho no mercado estrangeiro, sobretudo o do Oriente Médio (que possui afinidades culturais com o país, que também possui resquícios – pálidos, é verdade – de islamismo). Os elaborados bordados e estampas feitas manualmente estão bem presentes, sugerindo métodos artesanais de produção. São cerca de 130 estilistas brigando pela atenção de 150 compradores, domésticos e internacionais. (Reuters)
Os figurinos de Alice no País das Maravilhas são de tirar o fôlego. A direção de arte de Robert Stromberg também ajuda: dá grande destaque às cores vivas de cada peça a partir da iluminação. A figurinista Colleen Atwood, que trabalha com Tim Burton há oito filmes, disse que fez toda a sua pesquisa como se fosse para produzir trajes para a vida real. “Acima de tudo, Tim queria que os mundos real e de animação dessem a sensação de um único mundo”, afirmou, em entrevista.
O Moda gostou tanto que resolveu procurar por aí opções de looks que se parecem com os do filme de Tim Burton. Para você se inspirar, é claro, e também tirar um pouquinho os pés do chão ao ver que realidade e fantasia podem, sim, se misturar. As inspirações são livres e vêm de semanas de moda mais recentes, como outono-inverno de Paris e Milão. Quem sabe você não encontra algo parecido?


O vestido do estilista libanês Elie Saab é leve e romântico. A cara da Alice, mas com uma pitada de sensualidade no decote e na transparência


O desfile de Christian Dior em Paris trouxe saias bufantes e tules. A atitude da roupa lembra a malvada Rainha Vermelha


Com as coleções cada vez mais minimalistas, a única saída para ter o look da Rainha Branca é modernizar o figurino com uma jaqueta, como fez Ralph Lauren
Os homens ficaram com ciúmes? Vejam como ficar iguaizinhos aos personagens de Tim Burton.


Impossível parecer o Chapeleiro Maluco? Não para a Hermés


O Coelho, muito chique, pode ser espelhado no look da maison holandesa Viktor & Rolf


Pois é, os suspensórios não foram um grande hit das últimas semanas de moda. Por isso, se você quiser ficar como os Gêmeos, vai precisar ir a lojas de acessórios. Esses são da australiana Ark Clothing
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