Hanover, New Hampshire 03755
Admissions: 603-646-3162
Email: tuck.admissions at tuck.dartmouth.edu
Website: http://www.tuck.dartmouth.edu/
Apply Online: http://www.tuck.dartmouth.edu/admissions/apply/
Admission Deadlines for Class of 2015:
Early Action: 10/10/12
Round Novembro: 11/7/12
Round Janeiro: 1/3/13
Round Abril: 4/2/13
Dartmouth Tuck está entre as melhores escolas de negócios dos Estados Unidos por ter uma receita que lhe permite entregar um MBA de primeiríssima qualidade. A escola se dedica exclusivamente a entregar um extraordinário MBA para seus alunos. Focada exclusivamente no tradicional curso de dois anos, Tuck mira todos seus esforços no programa full-time. Escolas concorrentes têm que equilibrar a atenção para diversos programas part-time, executivo e cursos customizados.
O time de admissões e o reitor da escola, Paul Danos, comentam que o processo de aplicação para a escola é auto-seletivo. Visitar a escola é parte mandatória do processo e deve ser feita em algum momento, mesmo que depois da entrevista. Quem visita a escola ama ou odeia. Dartmouth College está na pacata e isolada Hanover,N.H., numa comunidade de aproximadamente 8 mil pessoas (contando com aprox. 4 mil alunos dos vários cursos da universidade). Quem vai para Tuck está disposto a viver esse ambiente intensamente, e fazer parte dessa comunidade tão próxima.
O corpo docente de Tuck é comparável ao de Harvard e Darden. Os professores são mestres em sala de aula; dinâmicos, fazendo perguntas à queima-roupa, vão construindo ideias e desafiando os alunos em sala. Ainda em comum entre si, Tuck, Harvard e Darden adotam o estudo de caso como o principal e quase exclusivo método em sala de aula e os alunos são divididos em seções que permanecem juntas ao longo do primeiro ano, fortalecendo seus vínculos. Tuck oferece seções e classes pequenas, facilitando a interação e criando um ambiente muito colaborativo, assim como em Darden.
Além do currículo fundamental do primeiro ano, os alunos têm mais de 80 eletivas a escolher, o que lhes permite um grau de customização alto. As eletivas tanto ampliam o contexto quanto trazem uma visão cross-funcional, que as posições de alta gestão demandam. Finalmente, os alunos têm que preencher um requisito de ética e responsabilidade social em algum ponto nos dois anos de curso.
Como diz um aluno satisfeito em Tuck “O ambiente é colaborativo e de proximidade em toda comunidade. Sei que posso a qualquer momento bater à porta de qualquer professor ou diretor da escola. Os professores fazem por onde se aproximarem dos alunos. Converso com meus professores do primeiro ano nos corredores, viajei para Índia com um dos professores e já fui a jantares em casas dos professores, onde as conversas vararam a noite. Aqui nós realmente valorizamos diversidade.”
BusinessWeek (2012): 12
Forbes (2011): 6
U.S. News & World Report (2012): 9
Financial Times (2012): 19 (Global), 11 (U.S.)
The Economist (2012): 2 (Global), 2 (U.S.)
Números de Tuck
Custo do curso 2012-2013: $112,320
Orçamento para dois anos recomendado pela escola: $174,350
GMAT médio: 717
GMAT faixa de scores: 550-780
Média na Faculdade: 3.5
Taxa de aceitação: 20%
Tamanho da classe primeiro e segundo anos: 548
Internacional: 32%
Mulheres: 34%
Média de idade: 28
Faixa etária: 24–42
Salário base médio em 2011: $110,000
Signing Bonus médio: $25,000
Porcentagem de MBAs com ofertas de emprego na graduação: 91%
Porcentagem de MBAs com ofertas de emprego três meses após graduação: 95%
Estimativa de Ganhos em 20 anos de Carreira*: $3.146.031 (uma de sete escolas com ganhos acima de $3 milhões)
Onde a Classe de 2011 foi trabalhar:
Consultoria— 33%
Serviços Financeiros — 29%
Tecnologia — 12%
Bens de Consumo — 11%
Saúde/ Biotecnologia — 4%
Manufatura — 4%
Energia — 3%
Media/Entretenimento — 1%
Terceiro Setor — 1%
| 2011 Empregadores Top | MBAs contratados | 2010 Empregadores Top | MBAs contratados |
| McKinsey & Co. | 13 | Bain & Co. | 9 |
| Amazon | 11 | Samsung | 7 |
| Bain & Co. | 8 | Amazon | 6 |
| Citigroup | 7 | Deloitte | 6 |
| Goldman Sachs | 7 | McKinsey & Co. | 5 |
| BCG | 6 | Morgan Stanley | 5 |
| Education Pioneers | 5 | Bank of America | 4 |
| Eli Lilly | 5 | Barclays Capital | 4 |
| 5 | Johnson & Johnson | 4 | |
| Barclays Capital | 4 | Citigroup | 3 |
| Booz & Co. | 4 | General Mills | 3 |
| Cargill | 4 | Goldman Sachs | 3 |
| Monitor Group | 4 | PG&E | 3 |
| Parthenon Group | 4 | BCG | 3 |
Fonte: Tuck Employment Reports
Resumir a experiência do MBA é quase tão difícil quanto traduzir um sentimento em palavras, porque, assim como os sentimentos, cada pessoa experimenta o MBA de maneira particular e individual. Ainda que fotos, vídeos, e histórias possam tentar descreve-la, a única forma de realmente entende-la é vivenciando-a. A única certeza é a de que o MBA é uma experiência transformadora na vida de qualquer pessoa. E para mim não foi diferente.
Tendo cursado administração e feito parte do mundo corporativo e empreendedor, pode parecer que o MBA era um passo natural na minha carreira. Na prática não era bem assim. Até começar o processo, o que eu sabia era que um MBA exigiria uma estadia fora do Brasil e, 2 anos depois de me formar, num momento pessoal e profissional de questionamento, aquilo me pareceu uma ótima escapatória.
E foi aí, antes mesmo de iniciá-lo, que o MBA me ensinou a primeira grande lição: como qualquer grande decisão na vida, é preciso ter claros os motivos que te impulsionam na busca por um resultado.
A minha falta de clareza sobre como o MBA se encaixava em minha vida profissional e pessoal resultou em um golpe certeiro e quase fatal: 6 applications x 0 aprovações. Minha única conquista naquele momento foi ter sido o único dentre meus colegas que não foi aprovado em nada, ainda que tivesse tido bons resultados nos testes (GMAT e TOEFL).
Ao receber essas respostas percebi que todos esses resultados negativos evidenciavam certa displicência com o processo de application que, exatamente por ser burocrático e um tanto quanto entediante, exige muito mais esforço e empenho do que o preenchimento automático de formulários. Foi então que resolvi mudar a maneira de enxergar o MBA. Ele não poderia ser um subterfúgio, tinha que ser uma escolha de vida que exigiria de mim máxima dedicação.
E foi então que meu MBA começou de fato. Fiz uma análise de consciência, revisitei ideias e busquei os reais motivos pelos quais eu deveria ou não fazer esse enorme investimento, não só financeiro mas principalmente de tempo.
Passei a encarar a nova fase de applications sob a ótica de uma oportunidade de autoconhecimento e reflexão. Explorei todas as formas de informação disponibilizadas pelas universidades, conversei com ex alunos, e fui percebendo, aos poucos, que o MBA não seria somente um curso, ou uma estadia fora do Brasil, mas uma experiência que impactaria o resto da minha vida.
Sabendo o que queria, pude, um ano após o golpe que quase me derrubou, não só comemorar ter sido aceito no INSEAD como ter certeza que estava fazendo a escolha certa para minha vida.
A diversidade de nacionalidades dos estudantes e a oportunidade de estudar em mais de um campus ao redor do mundo aliados à mentalidade empreendedora de alunos que querem fazer a diferença no mundo foram para mim os maiores apelos do INSEAD.
Ainda assim, todas as minhas mais altas expectativas foram superadas. Além de ter tido a oportunidade de academicamente rever e aprender novos assuntos, com novos métodos e sob diferentes pontos de vista, o que mais ficou na memória foram as pessoas, as viagens, e a chance de me conhecer mais e melhor. Não imaginava ser possível, com quase 30 anos, criar novas e tão importantes amizades que pudessem durar a vida toda.
Nesse turbilhão de acontecimentos, também pude repensar minha carreira e meus objetivos de vida. Ao fim, optei pela consultoria que, apesar de parecer uma escolha óbvia para quem faz MBA, era muito diferente do empreendedorismo que tinha norteado minha carreira até então. De alguma maneira era para mim a possibilidade mais clara de continuar a ter na minha vida profissional aquilo que eu encontrei no MBA: pessoas inteligentes, de diversas culturas, assuntos novos e estimulantes, aprendizado constante e uma cultura work hard play hard.
Paulo é formado em Administração pela EAESP/FGV em 2005 e obteve seu MBA no INSEAD em 2010. Ao longo de sua carreira trabalhou na Bain & Company e na Accenture, prestando consultoria a empresas dos setores de bens de consumo, varejo, saúde e recursos naturais. Além disso, como empreendedor, trabalhou na formação e expansão de 3 empresas de internet e telecom.

Ithaca, New York, 14853
Admissions: 607-255-4526 or 800-847-2082
Email: mba at cornell.edu
Website: http://www.johnson.cornell.edu
Apply:https://app.applyyourself.com/AYApplicantLogin/ApplicantConnectLogin.asp?id=johnson-cu
Datas de Aplicação para a Classe de2015:
Round Um: 10/17/112
Round Dois: 11/28/12
Round Três: 1/30/13
Round Quatro: 3/27/13
O MBA de dois anos da S.C. Johnson Graduate School dura 21 meses, incluindo o estágio de verão (summer job ou summer internship) de aproximadamente 3 meses entre o primeiro e segundo anos. Em agosto, o programa começa com duas semanas de orientação, que visa fornecer uma base de conceitos e habilidades, além do entrosamento entre os alunos, corpo docente e funcionários da escola. Em seguida, o primeiro ano consiste do currículo base com os conceitos principais de gestão, integrando várias disciplinas de gestão com prática. No primeiro ano, a ênfase é em análise financeira, análise de casos, e tópicos estratégicos. O currículo base também inclui o desenvolvimento de liderança, construção de times, pensamento estratégico e comunicação. Um bom exemplo de como isso se dá é o Inetragtive Case Competition (Competição Integrativa de Casos): os alunos têm que integrar o que aprendem nas diversas matérias e aplicar tal conhecimento em um problema complexo de negócios. As equipes de alunos discutem um problema real de negócios e formulam planos de ação, que apresentam para uma banca julgadora. O desempenho nessa competição conta como parte das notas finais dos cursos de Finanças e Estratégia. Ainda no primeiro ano, os alunos podem cursar eletivas de modo a terem treinamento avançado antes de saírem para o estágio de verão. Johnson oferece os consagrados cursos de imersão em operações, empreendedorismo, finanças corporativas, investment banking, mercados de capitais e asset management; além de sustentabilidade, marketing estratégico e empresa globalmente sustentável. Os cursos de imersão têm foco integrado e prático. No segundo ano, os alunos têm mais de 80 eletivas entre as quais escolher, além de poder escolher eletivas em outras escolas e departamentos da universidade e centros multidisciplinares. Johnson Cornell também estimula que os candidatos de MBA aproveitem outros cursos renomados como hospitalidade, relações de trabalho na indústria, politicas publicas, biotecnologia, direito, engenharia, desenvolvimento internacional. Os alunos da Johnson podem escolher disciplinas não só do MBA, mas de mais 4000 cursos oferecidos na universidade.
Johnson Cornell também pertence a um seleto grupo de universidades – as 20 melhores dos Estados Unidos – conhecidas como Ivy League. Além do ambiente realmente colaborativo e excelência acadêmica, o tamanho das classes é reduzido, aumentando a proximidade entre os alunos e destes com os professores. há mais ou menos 650 alunos de MBA entre primeiro e segundo anos e 90 professores. A média de experiência profissional dos alunos é de 5 anos. Cerca de um terço dos alunos são casados. Há 72 clubs nos quais os alunos podem participar fora da sala de aula; de Asia Business Association até Women´s Management Council, além de atividades tanto planejadas quanto espontâneas e confraternizações sociais.
Além do MBA de dois anos, em que o aluno desenvolve as habilidades de gestão e refinam sua liderança, há o programa acelerado – tipicamente para aqueles com uma carreira já definida e clara; alguns voltam para se juntar aos times de gestão em seus empregos originais mais técnicos ou científicos. Normalmente são pessoas que já têm um mestrado ou doutorado com uma carga massiva quantitativa, e já provaram que têm excelente potencial de liderança. O MBA Executivo de Cornell foi desenvolvido em conjunto com a Queen’s School of Business. O Cornell-Queen´s MBA tem uma base forte em gestão (general management) e baseia-se em trabalho em equipe, cuja duração é de 16 meses, com aulas nos Estados Unidos, Canadá e América Latina. O MBA executivo de Cornell é oferecido no formato de final de semana e combina as mesmas características das opções anteriores, as aulas são em NYC.
O foco global está não só nos alunos internacionais – um terço da sala – ou em matérias que focam assuntos globais, mas também em viagens para Europa, América Latina, e Ásia. Além disso, os alunos podem optar pelos joint-degrees (duplo diploma), como por exemplo, MBA/M.A. em Estudos Asiáticos. Há também a Semana Internacional, com sessões informais para networking e aprendizados.
A escola possui um departamento de Gestão de Carreia pronto a ajudar alunos americanos e estrangeiros que estejam em busca de oportunidades de trabalho internacionais. Finalmente, a escola conta com um programa de mentorado, em que pareia um estudante em busca de uma oportunidade internacional com um alumnus que pode lhe dar assistência em sua carreira.
BusinessWeek (2012): 7
Forbes(2011): 8
U.S. News & World Report (2011): 16
Financial Times (2012): 30 (Global), 13 (U.S.)
The Economist (2012): 25 (Global), 12 (U.S.)
Cornell conseguiu melhoras significativas em suas posições nos principais rankings em 2012, sendo que o aumento da satisfação de alunos e empresas recrutadoras foram os principais fatores dessa melhora. Um aluno comenta “ Johnson enfatiza o trabalho em equipe, especialmente ao escolher aleatoriamente os times base, que são muito diversificados, para o nosso primeiro semestre. O corpo docente é muito atento aos alunos e eles têm uma cultura de comunidade baste estabelecida. Além disso, há excelentes oportunidades de emprego. “
2012-2013 Custo do Curso: $107,592
Orçamento de 2 anos recomendado pela escola: $150,612
GMAT médio: 700
GMAT faixa (mid-80%): 630-740
GPA médio: 3.3
Taxa de aceitação: 28%
Tamanho da classe: 593
Internacional: 30%
Mulheres: 32%
Idade média: 27
Salário Base médio em 2012: $106,900
Signing Bonus médio: $20,000
Porcentagem da Classe de MBA de 2012 com ofertas de emprego na graduação: 86%
Porcentagem da Classe de MBA de 2012 com oferta de trabalho 3 meses após graduação: 92%
Estimativa da Remuneração Total em 20 anos de carreira*: $2,844,421 (apenas 12 outras escolas americanas de MBA tiveram ganhos maiores)
| Função | % estudantes | média de saláriobase
|
Média de signing bonus |
| Consultoria | 29% | $121,800 | 24,700 |
| Outras funções | 2% | $120,000 | $24,200 |
| Finanças – private equity | 2% | $114,300 | |
| Finanças – setor imobiliário | 2% | $111,700 | |
| General management | 4% | $103,300 | $31,700 |
| Finanças – investment banking | 13% | $103,200 | $41,200 |
| Programas deDesenvolvimento rotacional | 7% | $102,200 | $21,700 |
| Finanças – vendas e trading | 4% | $100,800 | $40,700 |
| Finanças – research | 6% | $100,500 | $41,700 |
| Finanças – finanças corporativas | 12% | $99,100 | $21,700 |
| Finanças– outro | 5% | $98,200 | $27,100 |
| Desenvolvimento de Negócios | 6% | $98,100 | $17,300 |
| Marketing | 10% | $92,900 | $23,100 |
Empregadores Top de MBAs em Cornell
| 2011 Empregadores | MBAs Contratados | 2010 Empregadores | MBAs Contratados |
| Citigroup | 21 | J.P. Morgan Chase | 10 |
| J.P. Morgan | 11 | Johnson & Johnson | 8 |
| Accenture | 6 | Deloitte Consulting | 7 |
| Bank of America | 6 | American Express | 6 |
| Hewlett Packard Co. | 6 | Citigroup | 6 |
| Johnson & Johnson | 6 | General Electric | 6 |
| Deloitte Consulting | 5 | S.C. Johnson & Son | 4 |
| Deutsche Bank | 5 | Unilever | 4 |
| Goldman Sachs | 5 | McKinsey & Co. | 3 |
| Procter & Gamble | 5 | Colgate-Palmolive | 3 |
| UBS Investment Bank | 5 | PriceWaterhouseCoopers | 3 |
| American Express | 4 | Deutsche Bank | 3 |
| Bain & Co. | 4 | BNP Paribas | 3 |
| BNP Paribas | 4 | Ernst & Young | 3 |
| Cisco Systems | 4 | Morgan Stanley | 3 |
Fonte: Johnson Employment Reports

3022 Broadway
Uris Hall, Room 216
New York, NY 10027
Admissions: 212-854-5553
Email: apply at gsb.columbia.edu
Website: http://www.gsb.columbia.edu/mba
Apply Online: http://www4.gsb.columbia.edu/mba/learnmore/applynow
Admission Deadlines for Classe de 2015:
Rolling Admissions
Early Decision: 10/3/12
Round Two: 4/15/13
Turma de Janeiro 2014: início de outubro de 2013 – application deve abrir em início de junho no site da escola
O ritmo de aplicações para Columbia acompanha a maré de Wall Street. A reaquecida no mercado financeiro foi acompanhada de uma redução de 19% no número de applications em 2012. Praticamente metade dos formandos vai trabalhar no mercado financeiro; provavelmente Columbia tem mais alumni em Wall Street que qualquer outra escola. A queda do numero de candidatos fez subir a taxa de aceitação da escola de 16% para 21%.
Apesar de alguns revezes recentes – ter caído no ranking da Bloomberg BusinessWeek, Columbia está investindo para garantir um futuro melhor. Dean Hubbard conseguiu levantar uma soma considerável para construir um novo prédio para a escola de negócios na seção Manhattanville de Nova Iorque, Western Harlem, onde a Universidade de Columbia está fazendo um outro campus. O problema é que o novo campus só fica pronto em 2030…até lá pesquisadores, professores e alunos terão que se espremer no prédio atual.
Columbia revisou seu currículo em 2008, oferecendo aos alunos ferramentas para sucesso em diversas indústrias e funções. O currículo base representa cerca de 40% do curso – dois cursos completos e 12 cursos de meio trimestre. Em Columbia há o novo “flexible core” (base flexível), em que, em meados do segundo trimestre, os alunos escolhem seu curso base em três menus: Organizações, Desempenho e Mercados, escolhendo um único curso de cada área. O novo currículo redesenhado combina o conteúdo necessário para uma base sólida em gestão com a flexibilidade para os alunos escolherem as disciplinas que melhor alavanquem suas habilidades e experiências.
Columbia é uma das escolas que se preocupa com o GMAT. O ideal é estar acima de 700 pontos, e ter um score de percentil 80 ou mais na seção quantitativa da prova. Além disso, é uma escola que prefere admitir candidatos com uma experiência profissional maior, 4 a 5 anos. Columbia há tempos é adepta do aprendizado na prática (experiential learning), combinando teoria e habilidades com uma abordagem prática.
A escola também busca um equilíbrio entre entender cada candidato e conhece-lo em aspectos mais pessoais e a experiência profissional deste. Além disso, a escola espera que cada candidato seja bastante objetivo quanto às vantagens da escola para si e as vantagens da escola estar em NYC.
BusinessWeek (2012): 14
Forbes (2011): 5
U.S. News & World Report (2012): 8
Financial Times (2012): 5 (Global), 4 (U.S.)
The Economist (2012): 5 (Global), 5 (U.S.)
Columbia Business School teve sua pior avaliação no ranking da BusinessWeek desde que este ranking começou a ser elaborado em 1988. Alguns alunos atribuem a culpa ao Dean Hubbard, que foi o conselheiro econômico do Governador Romney na ultima campanha presidencial. Para a BusinessWeek, a queda de Columbia pode ser atribuída a uma queda na satisfação dos alunos, que reclamaram da qualidade irregular dos professores do currículo base e dos serviços de carreira fora do binômio consultoria-finanças. No lado positivo, os alunos comentam que “ Temos palestrantes incríveis todos os dia por estarmos em Nova Iorque. O programa de finanças é sem igual. Trabalho em equipe sobrepõe o sucesso individual, criando um ambiente de colaboração fantástico. A abordagem do corpo docente é prática, ensinando habilidades on-the-job reais”.
2012-2013 Tuition: $116,768
Orçamento para 2 anos recomendado pela escola: $179,841
GMAT médio: 715
GMAT ( 80%): 680-760
GPA médio: 3.50
GPA ( 80%): 3.1-3.8
Taxa de aceitação: 21%
Alunos full time: 1,278
Internacional: 38%
Mulheres: 38%
Experiência profissional média: 5 anos
Media de idade: 28
Faixa etária ( 80%): 25-31
Salário Vase médio 2012: $112,700
Signing Bonus médio: $25,000
Porcentagem de MBAs com ofertas de trabalho na graduação em 2912: 84%
Porcentagem de MBAs com ofertas de trabalho 3 meses pós-MBA: 96%
Estimativa da Compensação total em 20 anos *: $3,349,669 (uma das únicas três escolas com ganho superior a $3 milhões)
Onde a Classe de 2012 foi trabalhar:
Serviços Financeiros — 48%
Consultoria — 24%
Tecnologia — 7%
Empregadores Top para MBAs de Columbia
| 2011 Top | MBAs Contratados | 2010 Top | MBAs Contratados |
| McKinsey & Co. | 39 | McKinsey & Co. | 18 |
| Goldman Sachs | 18 | Goldman Sachs | 17 |
| Citigroup | 16 | Credit Suisse | 16 |
| Deutsche Bank | 13 | BCG | 15 |
| Bain & Co. | 12 | Bain & Co. | 12 |
| Credit Suisse | 12 | Deutsche Bank | 12 |
| American Express | 11 | J.P. Morgan Chase | 12 |
| Barclays Capital | 11 | UBS | 12 |
| Bank of America | 10 | Booz & Co. | 11 |
| BCG | 9 | American Express | 10 |
| J.P. Morgan Chase | 9 | Citigroup | 10 |
| Booz & Co. | 8 | Deloitte Consulting | 10 |
| Deloitte Consulting | 8 | Morgan Stanley | 10 |
| IBM | 8 | Barclays | 7 |
| Morgan Stanley | 8 | IBM | 6 |
Fonte: Columbia Business School Employment Reports

5807 South Woodlawn Avenue
Chicago, IL 60637
Admissions: 773-702-7369
Email: admissions at chicagobooth.edu
Website: www.ChicagoBooth.edu/fulltime
Apply Online: http://www.chicagobooth.edu/fulltime/admissions/index.aspx
Prazos para a Classe de 2015:
Round Um: 02/10/12
Round Dois: 8/1/13
Round Três: 4/4/13
A escola recebeu seu novo nome – Booth School of Business em 2008, homenagem ao alumnus David Booth, que fez uma doação de US$ 300 milhões para a sua escola. Lá os alunos focam em aprimorar, analisar e refinar ideias para assim melhorá-las.
O MBA full-time (tempo integral, 2 anos) tem o LEAD – Leadership Effectiveness and Development – em tradução livre “ Desenvolvimento e Eficácia na Liderança” e mais 20 matérias, cuja composição fica a cargo do aluno. Sim, é um formato totalmente flexível. A única matéria que todos devem fazer é o LEAD. Desde o dia um os alunos desenham o MBA para melhor se adequar aos seus objetivos de carreira. Há vários cursos que são requeridos nos quatro principais componentes que constituem o currículo flexível: matérias fundamentais que focam em desenvolver ferramentas analíticas e conhecimento que dará suporte para o restante do currículo, mas mesmo estes podem ser escolhidos dentro de um menu com diversas opções.
Na revisão curricular de 2009, o corpo docente acrescentou uma nova area de concentração em gestão analítica e tornou o LEAD obrigatório para o MBA noturno e o de final de semana.
As áreas de concentração são: contabilidade, econometria e estatística, economia, empreendedorismo e finanças. Também há Finanças analíticas, gestão, gestão de recursos humanos, negócios internacionais, comportamento organizacional e de gestão, gestão de marketing, de operações, e de estratégia, além da já citada gestão analítica.
Para se formar, um candidato de MBA deve cursar nove matérias obrigatórias e onze eletivas, além do LEAD. Além de ampliar a grade de matérias oferecidas tanto entre as obrigatórias quanto dentre as eletivas, a escola também calibrou alguns cursos, para melhor atender as demandas dos alunos que buscam mais rigor acadêmico.
As três áreas fundamentais de contabilidade, microeconomia e estatística não sofreram alterações, mas os requisitos para o mais amplo, de gestão (general management) requer uma seleção de matérias por função (finanças, marketing e operações), gestão (decisões, pessoas, e organizações), e o ambiente onde as empresas operam.
O fácil acesso e proeminência do corpo docente sem dúvida atraem os alunos; a postura sempre disponível de humilde dos professores reforça a conexão. Por outro lado, os alunos de Booth não estão entre os mais extrovertidos ou que são ativos com sua network.
Ultimos Rankings de MBA:
BusinessWeek (2012): 1
Forbes (2011): 3
U.S. News & World Report (2012): 4
Financial Times (2012): 12 (Global), 6 (U.S.)
The Economist (2012): 1 (Global & U.S.)
O novo diretor da escola, Sr. Kumar, que deverá assumir o posto pela primeira vez em sua carreira a partir de julho ou agosto, vê duas grandes oportunidades para serem imediatamente implementadas: maior globalização e uma rede de alumni mais forte. Já há um comitê de professores para definir a estratégia global da Booth, coletar dados sobre outras escolas e assim determinar o que a escola deverá fazer. Além disso, das conversas que Kumar teve com alumni, ele está convencido de que a escola pode fazer muito mais para que sua network de 45 mil alumni tenha mais valor para os alunos que estão lá. A ideia é incluir os alumni no capital intelectual da escola e ajudá-los a fortalecer sua rede.
No entanto, Kumar não vê mudanças curriculares para o programa de MBA, que ocorreu há apenas três anos. Em time que está ganhando, não se mexe. Cerca de 92% dos alunos que se formaram recentemente ficaram ou satisfeitos ou muito satisfeitos com o curso. A globalização do currículo vem em boa hora, uma vez que o principal curso da escola, o MBA de 2 anos, não é reconhecido por esta dimensão. Já o EMBA (MBA executivo, foi o pioneiro e é ainda um dos mais internacionais nos Estados Unidos).
Custo do curso : $123,021
Orçamento recomendado para dois anos: $177,366
GMAT médio: 720
GMAT faixa 80% : 680-760
GPA médio: 3.52
GPA faixa: 3.1–3.9
Taxa de aceitação: 23%
Matriculados Full-Time MBA: 1160
Internacional: 32%
Mulheres: 35%
Idade: 28
Mediana do Salário de 2012: $135,000
Faixa de Salário Inicial: $50,000 to $240,000
Signing Bonus mediano: $25,000
Porcentagem de MBAs com ofertas de emprego na graduação: 88%
Porcentagem de MBAs com ofertas de emprego 3 meses após graduação: 95%
Onde a Classe de 2012 foi trabalhar:
Serviços Financeiros — 43.2%
Consultoria — 30.3%
Tecnologia — 9.0%
Bens de Consumo — 2.2%
Saúde — 2.4%
Manufatura — 0.6%
Sem fins Lucrativos — 1.3%
Energia — 1.3%
Media/Entretenimento — 0.4%
Negócios Imobiliários — 0.9%
Empregadores Top da Classe de 2012:
McKinsey — 28
Boston Consulting Group — 24
Bain & Co. — 21
Bank of America — 14
Credit Suisse — 14
Morgan Stanley — 12
Accenture — 10
Deloitte — 10
Goldman Sachs — 9
Amazon — 7
Booz & Co. — 7
Citicorp — 7
Deutsche Bank — 7
J.P. Morgan Chase — 7
A.T. Kearney — 6
Google — 6
UBS — 5
Apple — 5
Barclays Capital — 5
IBM — 5

231 Forest St.
Babson Park, Massachusetts , 02457
Admissions: 800-488-4512 or 781-239-4317
Email: mbaadmission at babson.edu
Website: http://mba.babson.edu/programs/twoyear.aspx
Muito embora o MBA de Babson seja automaticamente associado a empreendedorismo, a maioria dos formandos sai de lá para ocupar cargos executivos em grandes empresas. A escola oferece um currículo modular e cros-disciplinar, através do qual os alunos obtêm aprendizagem integrada/integrativa. Durante o primeiro ano são quatro os módulos: Creative Management in Dynamic Organizations (Gestão Criativa em Organizações Dinâmicas); Assessing Business Opportunities (Identificando Oportunidades de Negócios); Designing and Managing the Delivery System (Desenhando e Administrando o Sistema de Entrega); and Growing Businesses in a Changing Global Environment (Expandidno Negócios em um Ambiente Global em Mudança). A natureza integrada das disciplinas e o trabalho em grupo ajudam cada aluno a construir uma visão profunda de um negócio ou função enquanto desenvolve uma forma de pensar empreendedora.
Sobre os alicerces do que foi aprendido no primeiro ano, o segundo ano estimula os alunos a focar seus estudos através de uma combinação de cursos e eletivas. As eletivas que Babson oferece permite que cada aluno customize seu currículo para se adequar aos seus objetivos profissionais. São seis contextos de carreira que a escola oferece: Consultoria e Serviços Profissionais, Bens de Consumo, Empreendedorismo, Serviços Financeiros, Gestão Global, e Gestão em Empreendimentos Tecnologia-Intensivos. Uma vez que muitas das eletivas organizam-se em torno de contextos de carreira, fica fácil o aluno escolher de maneira consistente. Outra iniciativa do programa é a “eletiva intensiva” (o nosso conceito de imersão), em que o aluno completa um curso selecionado através de um curso muito concentrado dado em três dias. Fora da sala de aula, os Signature Learning Experiences são atividades praticas e oportunidades para colocar a teoria em prática, além de ser uma boa oportunidade de desenvolver gestão de pessoas e liderança.
Por 20 anos, Babson foi considerado o MBA número 1 em empreendedorismo pela U.S. News & World Report, bem como pelo Princeton Review. Em Babson, a cultura é de que o empreendedorismo é aplicável e fundamental em qualquer tamanho e tipo de organização, seja um novo negócio ou um negócio tradicional. Babson possui um método de ensino inovador próprio chamado Entrepreneurial Thought and Action® (Pensamento e Ação Empreendedores), que está presente em todas as disciplinas. O diferencial da escola é portanto que o empreendedorismo não é uma disciplina isolada, mas uma forma de aprender todas as disciplinas.
Babson oferece 4 programas:
Em comum, os quatro programas oferecem as mesmas disciplinas obrigatórias com os mesmos professores e também podem escolher de um mesmo conjunto de eletivas.
Programa de Um Ano: ideal para aqueles que possuem uma sólida bagagem em conceitos de administração e que buscam acelerar seu progresso na carreira.
Programa de Dois Anos: ideal para aqueles que precisam de uma compreensão abrangente de negócios e cujo foco é redirecionar suas carreiras.
Programa Noturno: para aqueles que continuam trabalhando e buscam um programa com flexibilidade para acomodar demandas da vida profissional e pessoal.
Programa Fast -Track: MBA que permite maior flexibilidade por combinar sessões presenciais e na web.
Babson oferece o MBA em Massachusetts – Wellesley e Boston - e em San Francisco, California.
Nas palavras de um aluno: “Babson’s entrepreneurial focus does two things that make it unique: 1) The classes are framed in an entrepreneurial mindset and a ‘can-do’ attitude, and 2) It draws students from a very wide and varied background, and are looking to enter a wider variety of career than other schools, creating learning opportunities from classmates that I do not believe are possible in a traditional MBA school.” (tradução livre: O foco empreendedor de Babson faz duas coisas que a tornam única: 1) As classes são desenhadas de forma empreendedora e com uma atitude positiva e proativa; 2) Babson seleciona alunos de uma variedade e amplitude grande de contextos, e estão focando em entrar numa variedade maior de carreiras que outras escolas, criando oportunidades de aprendizagem de outros alunos que não acredito ser possível em outros MBAs tradicionais).
MBA Rankings:
Businessweek (2012): 42
Forbes(2011): 44
U.S.News & World Report(2013): 56
Financial Times (2013): 80 (global), 38 (U.S.)
Custo para Dois Anos: US$91,180
GMAT Médio: 618
Média Acadêmica: 3.23
Taxa de Aceitação: 72.8%
Tamanho da Classe de MBA de dois anos: 169
Tamanho da Classe de MBA de um ano: 80
Alunos Internacionais: 42%
Mulheres: 29%
Média de Idade: 28
Salário Base Médio 2012: $89,742
Porcentagem da Classe de 2012 com oferta de emprego na graduação: 55%
Porcentagem da Classe de2012 com oferta de trabalho três meses após formatura: 88%
Onde a Classe de 2012 foi trabalhar:
Consultoria: 6%
Bens de Consumo: 22%
Serviços Financeiros: 15%
Manufatura: 7%
Media/Entretenimento: 0%
Terceiro Setor: 4%
Petróleo /Energia: 4%
Farmacêutica/Biotecnologia/ Saúde: 7%
Negócios Imobiliários: 3%
Tecnologia: 19%
Outros: 7%
Recrutadores Top da Classe de 2012:
athenahealth 4
CVS Caremark 4
EMC 4
Cognizant 2
Credit Suisse 2

110 Westwood Plaza
Gold Hall – Suite B201
Los Angeles, CA 90095
Admissions: 310-825-6944
Email: Website: http://mba.anderson.ucla.edu
Em 2011 a Anderson School of Business anunciou uma mudança dramática em seu currículo, visando que os alunos se engajem em uma trilha específica de estudo mais rapidamente. Essa mudança vem em resposta a dois fatores importantes: o primeiro de que os alunos do primeiro ano de MBA ainda não sabem bem o que querem fazer depois do MBA e o segundo de que as empresas que recrutam têm a sensação de que os candidatos fazem carreiras em ziguezague, reduzindo sua percepção de compromisso e desejo por parte dos candidatos.
Andreson School of Business rearranjou seu currículo de tal forma que seus alunos possam fazer suas escolhas tão cedo quanto possível, oferecendo mais de dez certificados em áreas específicas de estudo. Cada certificado dispõe de um menu de matérias que são requisito para essa credencial adicional. A ideia é que através desse movimento os alunos consigam encontrar um estágio mais produtivo (estágio ocorre entre o primeiro e segundo anos do MBA), que por consequência possa gerar uma oferta de emprego pós-MBA mais consistente.
Desde setembro de 2011, a escola vem oferendo certificados em negócios imobiliários, gestão de tecnologia, empreendedorismo, e sustentabilidade. Anderson está estudando aprovar certificados em branding, saúde, e entretenimento. A escola também quer ter mais uns três ou quatro certificados em finanças, pelo menos três em marketing e um em recursos humanos.
“Esta estrutura criará uma sinalização clara quanto a preparação do aluno e seus interesses em virtude da trilha escolhida e da sequenciação de cursos e certificados,” comenta Judy Olian, que se tornou a diretora de Anderson em 2006. “Em lugar de um MBA amorfo, com um pouco disso e um pouco daquilo, este fornece informação clara ao mercado de trabalho.”
A escola já oferece na partida material online para que os alunos cheguem preparados para o MBA. Seria quase que um pré-MBA para garantir que todos tenham as habilidades e base de conheciemnto necessária para aproveitar melhor o curso. Além disso, logo no início do MBA, deposi de passar por um assessment de liderança (um tipo de diagnóstico), cada aluno terá um desenvolvimento em liderança individualizado, de acordo com seus pontos fortes e fracos. No primeiro ano, o estudante pode customizar a sequencia de matérias obrigatórias e no segundo ano tem a opção de fazer trilhas ou especializações através das matérias eletivas.
O AMR (Apllied Management Research Program) visa colocar a teoria em prática. Este é um programa tradicional, que desde 1967 vem associando alunos de MBA com executivos de mais de 3 mil organizações no mundo. Estes times entregam soluções estratégicas para empresas através de um processo de aprendizagem focado na experiência, com a qualidade de consultoria profissional. Empresas da Fortune 500, ONGs, instituições de microcrédito, start-ups no sul da Califórnia em localidades como Praga ou Santiago. O AMR é o envólucro do segundo ano do MBA. Durante 20 semanas, 75 times de cinco alunos completam um estudo aprofundado em parceria com executivos de uma instituição. Cada time trabalha com um professor orientador que guiará os alunos em seu trabalho com a organização. O produto é uma apresentação escrita e oral para uma recomendação de implementação.
Os times ajudaram empresas a preparar planos de negócios abrangentes, explorar oportunidades, lançar novos produtos, explorar novos mercados para produtos já existentes, criar campanhas efetivas de marketing, além disso:
Os alunos parecem satisfeitos com o programa, especialmente pela interconexão entre as matérias e pela atmosfera de respeito e sinergia entre os professores. Os alunos sentem que aprendem tanto do ponto de vista técnico como prático de forma integrada.
Para os casados, Anderson tem uma boa infra-estrutura. Além de moradia adequada aso que vão com a família, Anderson promove atividades para os parceiros, além de estar em uma grande cidade que também provê muitas oportunidades. O parceiro pode assistir a determinadas aulas, participar de trabalho voluntário, participar de clubes específicos, e fazer cursos de extensão, garantindo dessa forma que também terá uma experiência positiva e enriquecedora.
Alguns dados demográficos:
Mediana do GMAT: 704
Faixa do GMAT (80%): 660-750
Média na escala de 4,0: 3.53
Taxa de aceitação: 29%
Tamanho da classe: 747
Internacional: 33%
Mulheres: 34%
Média de Idade: 28
Custo estimado de 1 ano de curso: US$ 78,042
Salário Base Médio: $100,000
Signing Bonus Médio: $20,000
Estimativa do Ganho total em 20 anos: $2,807,378 (apenas outras 13 escolas de negócios nos Estados Unidos tiveram números maiores)
Mercado de trabalho em 2011:
Serviços Financeiros — 26%
Tecnologia — 20%
Consultoria — 15%
Media/Entretenimento — 11%
Bens de Consumo — 8%
Saúde/Biotecnologia — 6%
Negócios Imobiliários — 3%
Manufatura — 3%
Terceiro Setor — 2%
Energia — 2%
| Melhores Empregadores para MBAs de Anderson | |||
| 2011 Top Empregadores | MBAs Contratados | 2010 Top Empregadores | |
| Deloitte Consulting | 10 | Walt Disney Co. | 6 |
| Bank of America | 7 | Cisco Systems | 6 |
| 5 | Southern California Edison | 8 | |
| IBM | 5 | IBM | 4 |
| Intel | 5 | 4 | |
| PriceWaterhouseCoopers | 5 | Deloitte Consulting | 4 |
| Yahoo! | 5 | Credit Suisse | 4 |
| Amgen | 4 | ZS Associates | 3 |
| Ernst & Young | 4 | Amgen | 3 |
| Microsoft | 4 | Wells Fargo | 3 |
| Samsung | 4 | Nestle USA | 3 |
| ZS Associates | 4 | Mattel | 3 |
| The Clorox Co. | 3 | Bank of America | 3 |
| Goldman Sachs | 3 | The Clorox Co. | 3 |
| PIMCO | 3 | Barclays Capital | 2 |
| Fonte: Anderson School of Management Employment Reports | |||
O GMAT bateu um recorde de 286.529 em exames em 2012, o maior total anual em toda a sua existência. Mesmo que não saibamos através desse número quantos tomaram a prova mais de uma vez, ainda assim é uma cifra impressionante. Comparado a 2011, o aumento foi de 11% e, comparado a 2008, foi de 16%. Todas as 10 regiões globais em que o teste é ministrado registraram aumento no número de candidatos tomando a prova.
Uma parte significativa desse aumento ocorreu fora dos Estados Unidos, especialmente na Ásia, que sozinha representa 39% dos candidatos. Porém, México, Caribe e América Latina representam apenas 2,85% dos candidatos, ficando em sexto lugar, seguido do Canadá, África, Europa Oriental e Austrália. Os cidadãos americanos representaram 41% dos exames em 2012, ainda muito atrás de sua marca de 51% em 2008. Fora dos Estados Unidos, o crescimento do teste foi de 19% sobre 2011, contribuindo para 59% do volume global do GMAT.
O estudo do GMAC, órgão responsável pela prova, mostra que o MBA está se tornando mais global e diversificado, uma vez que uma maior variedade de candidatos manda seus scores para uma gama mais ampla de programas em diferentes partes do mundo. Além de vários programas emergentes no mundo, também há uma maior variedade de formatos (online, part time, executive). Cerca de 29% dos candidatos enviaram seus scores para mestrados em contabilidade, finanças ou gestão.
Em 2012 também houve um aumento no número de mulheres fazendo o GMAT – elas representaram 43% dos candidatos. Na China, Taiwan, Tailândia, Vietnam e Rússia, elas eram a maioria dos candidatos. A média de idade também caiu, sendo 47% abaixo de 25 anos. Mais da metade dos asiáticos e europeus encontravam-se nesse grupo.
Os indianos, terceiro maior grupo, mandaram uma maior porcentagem de scores para Índia, Reino Unido, Singapura, França e Canadá. Já os europeus mandaram 60% de seus scores para Europa, predominantemente para Reino Unido, França e Espanha.
Dos americanos, 98% mandaram seus scores para escolas americanas, estas por sinal ainda são o destino desejado de 76% do total global. Mesmo assim, com o surgimento de novos programas em outras regiões, as escolas americanas perderam terreno, de 81% para 76% no período de 2008 – 2012. Depois dos Estados Unidos, os destinos preferidos foram Reino Unido e Canadá.
MBA em casal: esforco duplo recompensado!
O processo de aplicar para MBAs em casal é sem dúvida mais trabalhoso. No entanto, gostaríamos de compartilhar a nossa experiencia porque acreditamos que não só é possivel passar em boas escolas aplicando em casal mas também que tudo o que vem após a aprovação mais que compensa todo o esforço inicial.
Aplicamos para MBAs nos EUA em 2010 e acompanhamos também a experiencia de amigos de faculdade que aplicaram sozinhos no mesmo periodo. Claramente, nosso processo foi mais complicado em 3 dimensões.
Primeiro, duas pessoas passando pela preparação para GMAT e application é sempre mais estressante. São diferentes fatores contribuindo para a tensão desse período, mas o maior deles e simplesmente probabilístico: se a chance de uma pessoa ser bem sucedida é baixa, a chance de duas pessoas serem bem sucedidas ao mesmo tempo é menor ainda. O lado bom é que um pode ajudar ao outro todo o tempo.
Segundo, a escolha da escola é mais complexa quando o casal tem diferentes objetivos. No nosso caso, apenas o nosso objetivo acadêmico era diferente. Ainda assim, a escolha das escolas não foi trivial. Fomos a vários information sessions, falamos com diversos ex-alunos e visitamos muitas escolas, muitas mais do que de fato aplicamos. Mas ao final, chegamos a um conjunto de 4 escolas relativamente similares entre si e que atendiam aos nossos principais objetivos: bons programas de finanças e general management, alto rigor acadêmico, ambiente colaborativo, classe relativamente pequena e localizacao fora de grandes centros urbanos. Nesse processo também é importante estar atento às escolas que entendem o desejo do casal de cursar o mesmo programa, o que reduz o efeito probabilístico comentado acima. Nós não nos restringimos a essas escolas, mas estavamos preparados para um ser aceito e outro não nas escolas que viam application de casal como applications separados – o que de fato aconteceu.
Terceiro, o apoio financeiro torna-se ainda mais importante quando duas pessoas deixam o emprego por dois anos para fazer um investimento tão grande. O apoio financeiro varia significativamente entre as escolas e muitas vezes nos concentramos muito mais em entender outros aspectos das escolas e deixamos para entender o apoio financeiro após a aprovacao. Nossa sugestão é olhar atentamente ao apoio finnceiro desde o começo do processo de escolha das faculdades e aplicar apenas para aquelas que cabem na realidade financeira do casal.
Mas, uma vez que tudo isso é vencido, a recompensa é extrema. Nós escolhemos Duke e não poderíamos ter feito melhor escolha. Encontramos em Duke tudo o que buscávamos e ainda fomos surpreendidios positivamente. Estamos absolutamente satisfeitos com nossa experiência academica, com a interação com nossa classe e alumni, e com a qualidade de vida da Carolina do Norte. Além disso, a escola nos ofereceu apoio financeiro para cobrir tuition e custo de vida, num montante bem maior do que acabamos necessitando.
Agora que nos falta apenas um mês e meio para o final do nosso curso, olhamos para os obstáculos que vencemos para chegarmos a Duke e eles parecem absolutamente desprezíveis quando comparados com tudo que a escola nos proporcionou. E o fato de termos passado por tudo isso juntos e termos insistido na idéia de fazemos o mesmo programa de MBA, fizeram a nossa experiência ainda mais especial! Aos que passam por uma experiência similar, sugerimos muito esforço e determinação na preparação para o GMAT e application bem como uma grande atenção na escolha das escolas. E quando o desafio parecer insuperável, lembrem-se que tudo valerá a pena.
André Zaia
Formado em Economia pela Unicamp em 2004. Obteve o Certificate in Financial Management pelo INSPER em 2007. Iniciou carreira na Siemens em 2004, onde trabalhou até metade de 2006 como controller. Depois trabalhou 1 ano na Estre Ambiental, como gerente de Operações Estruturadas e por 4 anos no Grupo Libra, onde ocupou o cargo de gerente de negócios até o início do MBA em Junho de 2011.
Maria Fernanda Zanetti de Souza
Formada em Economia pela Unicamp em 2004. Iniciou carreira na Mckinsey & Company, onde trabalhou até 2010 como analista de pesquisa dedicada à prática de instituições financeiras. Em seguida, trabalhou como gerente senior na área de planejamento estratégico do Banco HSBC Brasil até metade de 2011, quando iniciou MBA em Duke.
Entre 2003 e 2012 a oferta de cursos, estudos de casos, e estágios e práticas envolvendo o terceiro setor e o empreendedorismo social dobrou nos cursos de MBA dos Estados Unidos. Estes dados são compartilhados pela Harvard Business Review e por diversas escolas. A Dra. Nora Sivler, diretora do Centro de Liderança Pública e Sem Fins Lucrativos de Berkeley comenta que ” Esta geração de alunos é a primeira da qual se esperava ou que foi obrigada a participar de serviço comunitário no ensino médio e na faculdade. Estes alunos cresceram com a expectativa de integrar impacto social em seu trabalho – independente de seu setor de atuação”.
De acordo com pesquisadores da Bridgespan, que conduziram esta pesquiza, são cinco as tendências que afetam o crescimento do conteúdo de imapcto social nos cursos de MBA.
1. Demanda dos alunos: os alunos ativamente buscam oportunidades para combinar benefício social com as habilidades adquiridas no MBA.
2. Interesse do corpo docente: professores que fazem pesquisa são influenciados pelos profissionais do mercado, tanto do mercado de negócios tradicional quanto do social e o mundo dos negócios está cada vez mais atento ao benefício social que pode gerar; influenciados por estas tendencias, os professores oferecem uma grade curricular com mais matérias focando terceiro setor e empreendedorismo social.
3. Demanda do empregador: organizações que contratam MBAs buscam que estes tenham experiências em diversos setores, inclusive o sem fins lucrativos.
4. Concorrência entre os programas de MBA: os programas reconhecem que os candidatos querem experiências em diversos setores e aumentam suas ofertas no terceiro setor e empreendedorismo social.
5. O mundo em mudança: as fronteiras entre setores estão cada vez menos definidas numa economia global interdependente; assuntos que antes eram considerados fora da área de negócios hoje estão sendo discutidos (meio ambiente, responsabilidade social).
Mesmo que aqui no Brasil não tenhamos esta tradição de dedicarmos a trabalhos comunitários há tantos anos quanto nos Estados Unidos, temos muitas opções. Além de trabalhos de cunho social, engajar-se em sua comunidade na escola, faculdade, clube ou igreja podem ser excelentes formas de contribuir socialmente. Além de ser uma forma de desenvolver cidadania e estimular valores nobres, estas atividades podem ajudar no desenvolvimento precoce de habilidades importantes como trabalhar em equipe e liderar. Um lider que consegue entender e se sensibilizar com as pessoas tem maior chance de ser um lider efetivo. Mesmo os empregadores têm bons olhos para tais esforços e entendem o valor destas atividades não só pelo impacto social mas pelo desenvolvimento de habilidades para o profissional.
2013
2012
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