Dilminha na disputa do El Ojo
8 de novembro de 2011 | 11h15
Marili Ribeiro
Uma das peças publicitárias em disputa pelos prêmios do prestigiado festival El Ojo de Iberoámerica, que ocorre em Buenos Aires até quarta-feira, tem como garota-propaganda a presidente Dilma Roussef.
Para anunciar o aplicativo de celular iPhone para o jornal La Republica de Montevidéu, a agência de propaganda uruguaia Publicis Impetu criou o mote “a realidade da voltas inesperadas”, por isso mesmo, baixe o serviço noticioso do jornal e não fique por fora do que importa.
A série de anúncios, que está no portal YouTube, usa imagens jornalísticas que registram viradas surpreendentes. Entre elas está a foto de Dilma quando foi presa e fichada na polícia, nos tempos de revolucionária, e, depois, com a devida faixa presidencial do Brasil.
Outras peças imagens da campanha não concorrem a prêmios no El Ojo. Caso, por exemplo, de uma em que o melhor jogador de futebol do mundo, o argentino Messi, aparece festejando o campeonato para o time Barcelona, e, na seqüência, outra com ele ele cabisbaixo, com a camisa 10 do selecionado argentino, após perder o mundial.
Há outra ainda em que o presidente francês Nicolas Sarkozy cumprimenta euforicamente o então ditador Kadafi e depois, aparece uma que exibe o palácio do próprio em chamas após ser bombardeado na Líbia.
Os publicitários uruguaios estão apostando na Dilminha para voltar para casa com o troféu da 14ª edição do Festival Internacional El Ojo. Ao todo foram inscritos na competição cinco mil trabalhos publicitários.
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Estava mais simpática na foto antiga. Mais real.
Quem saiba ao ganhar esse premio , ela ira incluir na bolsa tambem os pobres do Uruguai, como foi elevado a categoria dos indios, estrangeiros,a cidadão brasileiros.
Índios viram “brasileiros” para receber Bolsa Família.
Indígenas da Colômbia, Peru e outras etnias também usam o mesmo artifício e têm acesso ao benefício , garantido pelo PT.
Uma certidão de nascimento especial concedida pela Funai (Fundação Nacional do Índio) tem permitido que índios paraguaios, colombianos ,peruanos e venezuelanos obtenham documentos necessários para receber o Bolsa Família. A informação é de reportagem publicada pelo jornal “Correio Braziliense” neste domingo (6.nov.2011).
Segundo o texto, a certidão da Funai –chamada Registro Administrativo de Nascimento Indígena (Rani)– é facilmente obtida por índios nascidos fora do Brasil. Com o documento, pode-se conseguir a certidão de nascimento tradicional em um cartório de registro civil. “A partir daí, todos os documentos se tornam possíveis: Carteira de Identidade, CPF e título de eleitor”.Com a finalidade exclusiva de votarem no partido dos trabalhadores, PT.
A Funai não considera o golpe abrangente e tenta elaborar um banco de dados com informações dos índios, publicou o jornal. O coordenador de proteção social da Funai afirmou, segundo o “Correio”, que o fato de um indígena nascer em país vizinho não é relevante para a etnia porque “os limites internacionais foram marcados pelos brancos”.
Já o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) afirmou, em nota, que “se o cidadão está documentado como residente no território nacional e preenche todos os requisitos para ser incluído no Cadastro Único e sendo a documentação autêntica, o gestor municipal não pode negar o cadastramento e o MDS não pode impedir que ele seja selecionado como beneficiário do Bolsa Família”.
Nota: com isso, o povo brasileiro estará pagando mais de 4 milhões de bolsas familia e outras, com casos que perfazaem mais de R$ 1350.00 por familia.