Em 21 de dezembro, o jornal inglês The Guardian publicou uma reportagem intitulada “Israel admite que extraiu órgãos de palestinos”. O interesse era óbvio. Em agosto, um jornal sueco causou sensação ao acusar soldados israelenses de arrancar os órgãos de palestinos mortos para serem usados em transplantes. A reação do governo de Israel e dos judeus na ocasião foi veemente: tratava-se de uma mentira cruel, uma forma de reafirmar o anti-semitismo em seu estado mais primitivo – aquele que, na Idade Média, atribuía a judeus uma série de crimes rituais, como tirar o sangue de crianças cristãs para fazer pão ázimo. A reportagem do Guardian, no entanto, parecia confirmar a acusação.
Mas só parecia. Nesta quinta-feira, o jornal inglês publicou a seguinte correção a respeito da reportagem: “Aquele título não corresponde ao texto, que deixa claro que os órgãos não eram retirados apenas de palestinos. Foi um sério erro de edição, e o título foi alterado na edição online para refletir o texto escrito pelo repórter”.
A reportagem em questão dizia que, até os anos 90, um instituto médico-legal perto de Tel Aviv extraiu pele, córneas, válvulas cardíacas e ossos de cadáveres de soldados israelenses, cidadãos israelenses, palestinos e trabalhadores estrangeiros, frequentemente sem permissão dos parentes. Ou seja: as vítimas não eram apenas, ou não especificamente, palestinos. Portanto, o crime não era étnico, como o título dava a entender. A reportagem enfatizou ainda que não havia evidências de que os israelenses haviam matado palestinos para lhes retirar os órgãos, como acusara o jornal sueco.
A pergunta óbvia, diante disso, é: por que o jornalista que editou a reportagem optou por um título que mencionava somente os palestinos? Qual era sua intenção?
Há várias explicações possíveis, e incompetência profissional é somente a mais fácil delas. Mas o caso inspira uma reflexão um pouco menos rasa. É provável que o jornalista do Guardian tenha destacado os palestinos no título por causa do barulho produzido pelo jornal sueco. Era uma forma de relacionar as duas coisas, como a comprovar a acusação tão negada pelos israelenses.
E aqui entramos no segundo – e perverso – aspecto do episódio. O jornalista do Guardian parece não ter refletido sobre o texto que leu antes de escrever o título. Seu impulso imediato foi pensar num título que incriminasse Israel em relação aos palestinos. A razão disso é muito simples: incriminar Israel é muito mais fácil do que não incriminar.
Israel é um país muito malvisto, graças sobretudo a uma intensa propaganda negativa por parte de “humanistas” que, a título de defender os palestinos, na verdade exercem o mais tosco anti-semitismo, ao negar o direito de Israel de existir. Não importam os enormes avanços técnicos e científicos que a sociedade israelense produziu para o mundo todo; não importa o trabalho solidário de diversas entidades israelenses em relação aos árabes; não importam os esforços dos israelenses para tentar conviver com vizinhos que, se pudessem, já os teriam dizimado. Será sempre Israel o elemento criminoso da equação, uma entidade irremediável, um monstrengo que só produz sofrimento e desolação.
É por isso que foi tão fácil ao jornalista do Guardian “errar” em seu título. Para ele, como para muitos outros, tudo o que envolve Israel em relação aos palestinos está sempre eivado de crueldade, mesmo que não tenha relação com a realidade. É a força da ideologia, que comprova a resiliência brutal do anti-semitismo.
Guterman,
eu já tinha escrito no blogo do Chacra que achava exagero o que havia sido publicado a esse respeito. E que se foi praticado algum tipo de crime o próprio Estado tratará de investigar e punir, nada além disso.
A verdade, infelizmente, nem sempre (ou quase nunca atualmente) é ‘interessante’.
O problema nesse tipo de “erro”, é que ele serve aos interesses de movimentos ideológicos como o Hamas ou Hizbollah, que acusam o Estado de Israel de violação aos Direitos Humanos, os quais este movimentos jamais cogitaram respeitar. É óbvio que no contexto do conflito político-militar existirão violações no âmbito individual de unidades militares. Todas as guerras, em todos os tempos, assim o demonstram. O que diferencia a barbárie da civilização é que Estados democráticos não referendam tais práticas e não as utilizam enquanto política oficial ou terrorismo de Estado. Não creio que movimentos como o Hamas se preocupem com tais diferenciações ou com qualquer tipo de convenções humanitárias.
Muitos nestes 2000 mil anos de cristianismo de forma deliberada e cruel, as vezes sorrateira outras abertamente procuram culpar o judaismo como responsáveis pela morte do profeta cristão, mas esse jogo muito bem administrado pela Igreja Romana, apenas tem trazido ódio, genocídios e holocaustos com dezenas de milhoes de mortes e outro tanto de persiguidos através dos séculos.
O Islam e o judaísmo frutos do mesmo deus sempre conviveram em paz, antes da interferencia nefasta dessa formadora de de opinião secular.
O Islam tem mais referencias com o judaísmo que com o cristianismo portanto a serpente da intriga sempre esteve em Roma
É a força da ideologia, que comprova a resiliência brutal do anti-semitismo
O que é imperdoável num jornal de täo grande circulacäo como o Guardian. O texto passou também despercebido pelo editor? Que feio.
Mas näo é a primeira gafe do Guardian. Recentemente, o periódico londrino publicou uma manchete com o título Should gay people be killed?, em referência a um projeto de lei em trâmite na Uganda. Resultado: choveram e-mails apoiando a proposta, elogiando a coragem dos ugandenses, cujo exemplo deveria ser seguido, ou propondo que os gays fossem todos banidos para uma ilha deserta onde, após o tempo de uma geracäo, desapereceriam totalmente, visto näo se reproduzirem… Já imaginaram o problema que isso näo deu?
Realmente, o Guardian näo anda com muita sorte ultimamente…
Ooops, perdäo! O título da matéria era Should homosexuals face execution?, e foi publicado näo pelo Guardian, mas por um servico on-line da BBC.
O único erro propagandístico de Israel é o seguinte: aliado dos EUA.
E como todo aliado Americano, é vitima de chacota por defensor de ideologia que falhou no século 20, que infelizmente permeia as redações de muitos meios de comunicação, sempre colocando a própria agenda a frente até mesmo da própria profissão, tamanha a falta de maturidade e rancor de ter visto o sonho de adolescente dele ter dissolvido em sua frente.
Verdadeiros cavalos de troia, que por meio da baixa qualidade dos editoriais produzidos por eles mesmos, abastassem a retórica furada de uma parcela pequena (felizmente menor a cada dia) e ultrapassada, porém barulhenta, da esquerda que vive acusando a “mídia” de manipulação.
Ultimamente esse sentimento de rancor contra os EUA das múmias da guerra fria, direcionado contra o que eles pensam ser o principal ponto fraco Americano, Israel, tem evoluído para se tornar anti-semitismo explicito, efeito previsível quando eles passaram perceber que a retórica deles não surtia efeito e passaram a ficar com mais ódio ainda.
No fim, essa retórica mais extrema por parte dos “humanistas” é apenas um reflexo do fato deles terem percebido que são uma raça em extinção.
novamente, o que mais eh possivel acrescentar ao seu texto?
acabei de contestar a alguem no blog do gustavo, que certamente acharia, como muitos outros por la, que a “correcao” do the guardian foi devida a pressao financeira de algum magnata judeu.
fico na duvida do destaque que foi dada, no jornal escrito, a tal “correcao” comparativamente ao artigo original, mas o objetivo original do jornalista foi atingido. no punishment?
O trauma causado por Hitler e seus soldados ao povo judeu não pode ser usado como justificativa para que eles oprimam o povo palestino. Israel devia tomar vergonha na cara e dar o exemplo, ao invés de se esconder eternamente sob esse trauma e usá-lo como desculpa para agir com covardia.
O objetivo é destruir o Estado de Israel, no dia em que destruirem o Estado Judaico e os Estados Unidos….acaba a civilização ocidental e dai vai emergir coisa muito pior.
Esse é um tema tremendamente complexo eu não consigo entender e ninguém consegue explicar satisfatóriamente o anti-semitismo que sem dúvida é a forma de racismo mais extraordinária que existe, o racismo contra os negros por exemplo vem diminuindo em paises civilizados, mas provavelmente o anti-semitismo também, nos EUA com certeza o antisemitismo atual é apenas uma sombra do existente no inicio do século.
Mas na Europa parece haver outra dinamica, pois há países onde o racismo em geral é bem mais marcante como na Alemanha, ficamos sabendo por diversas fontes, inclusive pelos livros de um escritor cujo nome não lembro que escreveu “Cabeça de turco” fazendo-se passar por turco relata o racismo que teve que enfrentar nesta situação.
A Europa, o berço do iluminismo parece não ter evoluido tanto quanto alguns de seus filhotes coloniais mais precoces, talvez a forte tradição, a cultura de séculos ainda povoe o inconsciente coletivo desses povos apesar dos Ipods e blackberrys.
Há ainda o conflito no Oriente médio que é sem dúvida um foco de emoções que levantam todo tipo de informações e contra-informações. Não podemos afirmar que os Árabes são mais eficientes em formar opiniões contrárias que Israel, afinal o ocidente não ve o Islã com olhos tão generosos assim, mas parece que faz parte do senso comum acreditar que Israel é o Golias estúpido contra os indefesos palestinos, o que causa espanto é jornalistas e personalidades históricas terem um senso crítico menos acurado. No entanto há que se observar que dentro deste quadro quase inexplicável, que jornalistas e políticos possam também eventualmente fazer seu nome, ou vender seu peixe visando chamara a atenção deste senso comum e não simplesmente notíciando o real e monótono acontecimento sem bandidos e mocinhos por quem odiar e torcer.
Parabéns Guterman! A questão não está somente em defender Israel, mas defender a verdade, esteja ela onde estiver. Esse é o bom jornalismo.
O que comove, cinicamente, é a desfaçatez. Houve um crime! Ponto. Ponto bem frande. “Ah, mas não foi contra os palestinos, viram, seus anti-semitas bobões”, diriam os defensores de Israel.
Quem seria as vítimas da hora? Hein!
Os discursos dos humanistas, das pessoas que defendem os direitos humanos, não é para “apagar do mapa” o Estado de Israel. Não ponham estas palavras nas devidas bocas. Pelo contrário, ninguém com ao menso dois neurônios pensa diferente. Mas queremos que o povo palestino também tenha o seu direito em existir. Só isso, apenas isso.
Papo de jornalistas:
- É verdade que estão arrancando órgãos de palestinos mortos?
- É sim. Eles retiram a pele, córneas, válvulas cardíacas e ossos…
- E não tem também extração de cérebro?
- Cérebro!? De cérebro eu acho que não!
- Está vendo? Bem que eu te falei que o crime não era étnico, né?
Guterman, quer um exemplo? Te dou um dentro de de casa:
Em 25 de dezembro, o jornal paulista O Estado de S. Paulo publicou uma reportagem intitulada “PSDB teria vendido a Petrobrás”. O interesse era óbvio.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091225/not_imp486802,0.php
Aquele título não corresponde ao texto, já que Gabrielli, em resposta a uma provocação (ou levantada de bola) do jornalista sobre se a Petrobrás teria sido privatizada caso Lula não tivesse sido eleito em 2003, apenas consentiu que “parte” da Petrobrás “poderia” (condicional) ter sido privatizada.
Até agora, nenhuma correção por parte do Estadão, do tipo: Foi um “leve” erro de edição, e o título foi alterado na edição online para refletir o texto escrito pelo repórter”.
Nossa! chegou o Apocalipse, salve-se quem puder!
no dia em que destruirem o Estado Judaico e os Estados Unidos….acaba a civilização ocidental e dai vai emergir coisa muito pior.
Se a civilização ocidental é a melhor coisa que a gente pode ter, o Todo Poderso está esperando o quê? Pode passar a régua e começar tudo de novo, hahaha!
Israel realmente não cometeu um crime étnico, mas, sim um crime comum, quanto à concepção do Guterman de que o jornalista é anti-semita é pura especulação, acho que ele agiu simplesmente como um jornalista que fez uma manchete que vende jornal, não dá para não incriminar quando o estado comete crimes como é o caso.
As ONG’s exageram em tudo, não só em relação com Israel, por isso sua observação é vazia nesse sentido.
Israel realmente tem muitas conquistas, contribuiu em muito com a humanidade.
Quanto à tentativa de viver com os vizinhos em “paz” é no mínimo questionável, pois, o que percebemos ultimamente, é um estado que prefere terras em detrimento de paz.
Acho que Israel é um estado comum, que comete erros e acertos.
Remover os órgãos de qualquer ser humano sem a permissão da família continua sendo um crime horrível, que deveria de ser investigado.
Esse guarda-chuva do anti-semitismo é ridículo e enorme.
A problemática do sionismo é a ausência de auto-critica.
Não adiante mostrar e provar o quão enganosas são certas reportagens. É o espírito destes tempos.
Veja-se o caso do menino Al-Dura.
Sempe haverá o raivoso de plantão que acredita piamente que a melhor forma de defendender os direitos humanos é atacar tudo que diga respeito a Israel.
Puro desconhecimento ou má-fé explícita, pragas da deformação ideológica.
Não me faça rir, companheiro. Israel não é malvisto por causa de propaganda, mas pelo que faz em Gaza e na Cisjordânia. Pela política colonialista de invasão e roubo de territórios na Cisjordânia, e com uma política racista de negar direitos a quem não é judeu. Essa é a pior propaganda que Israel pode fazer, bem pior do que a pisada de bola do Guardian. Avanços científicos??? Diga quais, porque só lembro do setor de armas e espionagem eletronica, dos quais vimos uma boa amostragem no último massacre em Gaza. Viver em paz com os vizinhos??? Depois de ter abocanhado quase toda a Palestina e agora a Cisjordânia. Só falta expulsar os palestinos de lá. E criticar as atitudes semifascistas de Israel não é ser antissemita coisa nenhuma. É só não ser burro para ver isso. Ou não ser um sionista e racista empedernido, que usa o Holocausto como justificativa para qualquer indignidade com outros povos. Vergonha, isso sim. Sei que não vai publicar o texto, mas é para que saiba que nem todo mundo é tapado na blogosfera.
É muito triste quando o ódio e a vingança assumem a inteligência e a razão humanas; odiar e vingar são armas inviáveis ao homem; são “n” os registros históricos da injustiça que se cometeram, quando os humanos lançaram mão do ódio e da vingança como armas; mas, antes de qualquer crueldade, os fracos sentem muita inveja; invejam tudo o que lhes parece superior; comportam-se como crianças, e não venham me dizer que criança não é vingativa.
O responsáveis pelo instituto médico-legal israelense que teria agido ao arrepio das leis precisam ser processados – e há leis suficientes em Israel para, se for ocaso, incriminá-los e puni-los com rigor. E certamente isso será feito, porque no Estado judeu não há quem seja intocável se apanhado nas malhas do judiciário,
A exploração do assunto com tons anti-sionistas (e anti-semitas…) era previsível. Parece que no mundo todo a regra prevalecente é que erros cometidos por judeus israelenses (e não por árabes, não por palestinos…) são julgados por um critério à parte, muito mais estrito.
Explicação para o anti-semitismo? Talvez seja em grande medida resultado da percepção consciente ou inconsciente de que os judaismo é uma alternativa particularista nacional-religiosa, que desafia as verdades estabelecidas por religiões ou ideologias políticas de apelo universalista, cuja profissão de fé visa converter a seus propósitos toda a Humanidade. Como os judeus se consideram um grupo diferenciado e que pretende preservar eternamente a respectiva especificidade, isso irrita particularmente aqueles que não podem tolerar a diversidade.
De todo modo, não é de estranhar que zurrem os khamorim…
POST PARA A PAZ
Conhecí uma inciativa de musicos arabes e israelenses que tocam juntos como forma a incentivar a integração e a paz através da musica, pois esta une as pessoas independente de suas raizes étnicas, e posições politicas e religiosas.
Sugiro que mostrem mais estas inciativas de arabes e judeus trabalhando juntos pela paz.
Existem pequenas iniciativas que deveriam ser melhores divulgadas de forma a apoiar estas ações, mas parece que a midia só se interessa pelo lado mais dificil e sangrento.
Existem outras como na Irlanda unindo jovens catolicos e protestantes, criada depois de um atentado a bomba onde morreram muitas pessoas.
Vamos incentivar mais a paz e a fraternidade !
A correcao e’ algo bom, porem muito tarde.
O objetivo de espalhar o boato e implantar a duvida ja’ foi alcancado.
Daqui pra’ frente vai ter sempre alguem ,ou muitos, que vao usar isso contraos judeus.
Ferreti, vc. pelo jeito é o unico tapado que apareceu aqui. Ninguém tem culpa que vc. é ignorante
Tutty em férias, Gluon emigrado na Tribuna do Mossad. Em Fevereiro, se esvai a convicção e torna as rotineiras e “insólitas” erudições.
Não é?
Israel realmente não cometeu um crime étnico, mas, sim um crime comum,
Correção: não foi Israel, mas israelenses de um determinado instituto/órgão. Esse absurdo não teve a chancela do Estado.
Cometer esse tipo de equívoco em um comentário em um post é coisa que acontece.
Mas deixar passar uma imprecisão dessas em um jornal de grande circulação, revela parcialidade de um jornalista ou do próprio órgão, coisa que, ao menos em teoria, não deveria acontecer. Ou objetividade jornalística “já era”?
Interessante essa sua frase continuaria boa retirando-se apenas o prefixo “anti”:
“É a força da ideologia, que comprova a resiliência brutal do semitismo”
Basta olhar o Genesis, já está tudo lá: preconceito, brutalidade, traição, assassinato, roubo, escravidão… judeus, cristãos e muçulmanos colhem o que plantam a milênios, de minha parte que me importa que a mula manque…
Miguel Assad em 24.12.09 @ 19:11
Concordo com você.
Os maiores anti-semitas são os cristãos que acreditam em um evangelho que foi escrito 37 anos depois da morte de Jesus.
Acreditam que os Judeus mataram Jesus.
Mateus, 27
24. Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: “Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. A responsabilidade é vossa!”
25. O povo todo respondeu: “Que o sangue dele recaia sobre nós e sobre nossos filhos”.
As passagens acima foram escritas por cristãos 37 anos depois da crucificação de Jesus. Tudo para uma aproximação de Roma.
A respossabilidade pela morte de Jesus é unicamente de Poncio Pilatos. Nunca existiu que na Pascoa os Judeus poderiam escolher libertar um conenado em troca por outro. Barrabás foi uma ficção.
Jesus foi morto porque causou uma instabilidade politica/religiosa ao qual Poncio Pilatos não podia aceitar, principalmente aos olhos de Roma, nunca existiu a “lavagem de mãos” e o “Que o sangue dele recaia sobre nós e sobre nossos filhos”.
Poncio Pilatos caiu em desgraça aos olhos de Roma quando mandou crucificar cerca de 500 samaritanos. Chamado a Roma provavelmente tenha tirado sua própria vida.
300 anos depois coube a Constantino I oficializar.
Tem um documentário da NatGeo abordando o assunto: Poncio Pilatos
luizvc 25.12.09 @ 16:39
“e não venham me dizer que criança não é vingativa.”
Criança é inocente, não sabe o que é vingança.
Isto é apenas sinal do novo século, ser simpático aos “atos heróicos” de Israel e EUA, perdeu o charme que tinha, para o público da 2ª metade do século XX, onde só herois eram mostrados, os bandidos, devidamente ocultos. Foi o tempo em que Árabes e Vietnamitas eram os “caras do mal” e as guerras justas. Tudo que é demasiado enjoa, foram dezenas de documentários e filmes, que o caldo pode transbordar. Como disse Chico Buarque, “e qualquer desatenção, faça não, pode ser a gota d’água.”
“Criança é inocente, não sabe o que é vingança”.
É verdade sr. Daniel Barbosa quando houver oportunidade explicarei amiúde de que não há ser humano bom; ou como dizia um hilariante personagem de humor popular, “é que eu gosto das coisas bem explicadinnhas….nos seus mínimos detalhes”; eu julgava aquele personagem bem sem graça; apenas questão de opinião também.
E engracado que todo mundo esqueceu do assunto principal que e como podem tirar partes das pessoas sem permissao.
ninguem merece.
a propaganda da propaganda e a arma do negocio.
…risos…
Quem matou Jesus ?
Isto não tem mais a mínima importancia.Foi apenas um acidente histórico para justificar a eternização de sua mensagem de amor, paz e compaixão pela humanidade perdida.
O assassino chama-se “ignorancia humana” representada pelo poder religioso,politico ou economico, e continua matando nos dias de hoje em forma de terrorismo fanático ou de exercitos.
2.009 anos depois ainda continuam se defendendo e-ou se atacando para encontrar uma justificativa viavel de sua morte ao invés de porem em pratica ao menos um pouco de seus ensinamentos práticos.
Bem esse tipo de noticia é aquela que o povo gosta, idiotice tipo roubar órgãos e coisas afins.
Bem melhor vai ser o rebaixamento do Santos no campeonato paulista, rsrsrsrs previsão 2010.
Shalom
Ninguém ficou bravinho quando Israel jogou bomba de fósforo nos palestinos e ninguém falou nada aqui
Ninguém ficou bravinho quando Israel jogou bomba de fósforo nos palestinos e ninguém falou nada aqui
Guterman:
A questão não é ser a favor dos palestinos,e sim contra os judeus.
Se Israel enviasse tropas especias para ajudar a combater o PCC em São Paulo e o CV no R.J,seria provavel ter pessoas torcendo para que o traficante mmatasse algum “judeu”,o mesmo traficante que roubou esta pessoa na sua residencia ou em seu carro.
Quando árabes se matam entre si é “problema de irâos”,ninguem tá nem ai.
Já se tem judeu no meio,como o blog rende,o Chacra que o diga.
Os orgãos de imprensa de qualquer sociedade são meros formadores de opinião cujo genericamente alem de outros interesses servem também aos políticos daqueles que se encontram no “trono” mesmo as custas de inocentes; mas estou chovendo no molhado pois todos já sabem desta assertiva, é claro.
http://asflorentinasdojardimamerica.blogspot.com/2009/06/injustica-queima-alma-e-perece-carna.html
Esses humanistas escodem as mais sinistras intenções.
Esse eh o mesmo povo que chegou em primeiro lugar no Aiti???Provavelmente tambem ai foram roubar orgaos?
É terrível ver a maioria dos partidos de esquerda apoiar e doar o dinheiro dos brasileiros, aos palestinos, em grande parte dos que entram no Brasil via paraguay atuam no contrabando de cigarros,armas, cds piratas, eletronicos falsificados pq a mídia nao mostra este lado:
– 90% do dinheiro do crime organizado vai p/ o HAMAS a partir do contrabando de cigarro do paraguay.
Shalom Aleikhem
Guterman
Sou cristão, mas estou entre aqueles que saem em defesa de Israel e do Sionismo. Em minhas conversações em defesa de Israel, tenho sentido as dores por tamanho preconceito, ódio e desprezo que essa nação enfrenta. Se você der uma boa pesquisada, verá que há uma parcela considerável de cristãos (principalmente evangélicos) que amam Israel, e que tem orado pela paz de Jerusalém e pelo bem de toda a nação judaica.
É comum ouvir acusações, equivocadas, aos judeus pela morte do Messias. Mas, na verdade, não foram apenas os judeus quem O mataram. Em Atos 4:27-28 diz que nosso Senhor Jesus Cristo foi morto pelos “gentios e os povos de Israel”. E ainda que os judeus tenham imprecado sobre si mesmos que “o seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos” (Mt 27:25), isso não dá direito que mesmo uma multidão fale com autoridade oficial por ninguém, muito menos por um povo. Nem mesmo à luz de Ezequiel 18 alguém pode invocar uma maldição sobre gerações ainda não nascidas. Além disso, mesmo se a maldição tivesse efeito, Jesus orou: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem” (Lc 23:34). Da mesma forma, nós, os cristãos gentios, não somos os responsáveis pela perseguição, sofrimento e morte de milhões de judeus, causado por alguns, que na História, sob o signo da cruz, diziam-se seguidores de Yeshua, o Messias judeu, para a nossa vergonha.
Se os judeus fossem os únicos que O tivesse matado, então ele não morreu por mais ninguém. Mas nós sabemos que Ele morreu por todos, não apenas pelos judeus: o justo Messias morreu por todos os injustos, o que significa dizer por todos. Todos, judeus e gentios, de igual modo são pecadores. Ao pecar, todos, judeus e gentios, O mataram. Assim, todos, judeus e gentios, são culpados da morte de Jesus (Cf.: Jo 3:16; Rm 3:23; 5:7-8; 1 Jo 2:1).
A única religião que os cristãos aceitam como totalmente bíblica é o judaísmo bíblico, pela simples razão de não ser outra religião, mas o fundamento do cristianismo. Cristo disse: “Não pensem que vim abolir a Lei e os Profetas; não vim abolir, mas cumprir” (Mateus 5.17). Por isso os cristãos creem em tudo os que os judeus creem. Mas os judeus não-messiânicos criticam os cristãos por crerem em muitas coisas – inclusive que Jesus é o Messias, o centro do Cristianismo.
Apesar das polêmicas entre judeus não-messiânicos e cristãos que percebemos no início do Novo Testamento e que continuam vigentes, não há a menor sugestão de que o cristianismo e judaísmo sejam duas religiões distintas e excludentes ou que os ensinos do Tanakh (AT) fossem falsos. Ocorre exatamente o contrário; eles sempre são tidos como verdadeiros e citados no Novo Testamento como tendo autoridade divina.
Não consigo entender como um cristão pode ser antissemita! O antissemitismo é contrário a essência do Cristianismo, que prega o amor e o perdão, sem acepção de pessoas, onde “não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gal 3:28; cf.: Col 3:11).
NO BRASIL A IMPRENSA E CERTOS PROFISSIONAIS AMESTRADOS E MAL INTENCIONADOS, TAMBÉM EXTRAPOLAM DE UMA FORMA GROTESCA E IRRESPONSÁVEL. NOS ANOS 80 O QUE O SISTEMA GLOBO DE COMUNICAÇÃO FEZ COM O ENTÃO GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO SR LEONEL DE MOURA BRIZOLA FOI UM ABUSO CONSTANTE, COM INDÍCIOS DE CRUELDADE , MISTURANDO A VIDA PARTICULAR DE FAMPILIARES COM O PROCESSO ADMIBN ISTRATIVO DE SEU GOVERNO( MUITO PARECIDO ,QUANDO O SR LULA CONCORRIA A PRESIDÊNCIA E FOI COMENTADO O CASO DE UMA FILHA “LÚRIAN”. PELA REVISTA VEJA , PODEMOS VERIFICAR O QUANTO UMA ORGANIZAÇÃO PODE SER PERVERSA AO RECORDARMOS O CASO DA ESCOLA ATIVA , ONDE UMA REPORTAGEM AGRESSIVA, HISTÉRICA, IRRESPONSÁVEL, PREJUDICOU NA ALMA OS DIRETORES DA ESCOLA ATIVA. FORAM MENTIRAS E MAIS MENTIRAS QUE DURANTE UM BOM TEMPO , ECOARAM ATRAVÉS DESSA REVISTA, PARA MAIS TARDE SER COMPROVADO SER TUDO MENTIRA. ATUALMENTE ESTAMOS VENDO A FORMA INTOLERANTE QUANDO SE TRATA DO SR LULA. PORTANTO A IMPRENSA DEVGE TER UM CÓDOGO DE CONDUTA SIM. TEM QUE TER UM CONSELHO QUE POSSA PUNIR ELEMENTOS DO NÍVEL ACIMA CITADO.
QUANTO A NOTÍCIA DO JORNALISTA BRITANICO, SOMENTE MAIS UM IDIOTA PATÓGENO NO CIRCUITO.
Mesmo com a correção, muita gente ainda não entendeu. O estado israelense não cometeu crime nenhum. Descobriu-se que funcionários do Instituto médico legal em Tel-Aviv retiraram órgãos de mortos diversos, sem autorização dos parentes. Por que alguém faria isso? Simples, para vender, um simples caso de tráfico de órgãos. Isso acontece de monte no Brasil e eu, um anti-petista de carteirinha, jamais sonharia em divulgar que isso fosse “política de estado” do governo brasileiro.
Note que mesmo após o esclarecimento, na cabeça de muitos leitores, a coisa é assim “se acontecer no Brasil, é crime de funcionários, se acontecer em Israel, é política de estado”. Está provado o viés anti-semita de tais leitores.
Esse artigo é a prova de que não podemos confiar nem na mídia internacional. Vejo que no Brasil acontece o mesmo, não somente com relação a Israel, mas sobretudo com relação a Direita nacional. Para a mídia brasieira os EUA são a pior nação do mundo,aquela que só faz coisa ruime e direitista só presta bem longe do poder. Não. NÃO PODEMOS ACREDITAR MAIS NA MÍDIA.
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