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Marcos Guterman

30.abril.2012 10:00:21

Um livro perigoso

Um grupo chamado Verdadeira Religião quer distribuir, de graça, 25 milhões de exemplares do Corão a europeus que falam alemão. Até agora, só na Alemanha, foram entregues 300 mil cópias do livro sagrado do islamismo. Foi o bastante para deflagrar um escândalo no país, ao ponto de obrigar a editora a suspender a impressão, alegando “grande pressão pública”.

Segundo a Economist, o problema não é o livro, mas quem o está distribuindo: o Verdadeira Religião é salafista, uma ala fundamentalista do islã. Seu líder na Alemanha, o palestino Ibrahim Abu Nagie, chegou a ser processado em Colônia sob acusação de incitar violência contra cristãos e judeus.

Políticos democrata-cristãos acusam o Verdadeira Religião de defender o estabelecimento de um Estado teocrático e dizem que a distribuição do Corão afeta a “paz religiosa” na Alemanha. Mesmo muçulmanos, diz a Economist, acusam Nagie de querer “instrumentalizar” o Corão. “Onde está a liberdade religiosa? Onde está a democracia?”, queixou-se o Verdadeira Religião, explorando o fato de que o debate deixou de ser suas ideias fundamentalistas e passou a ser sobre seus direitos.

Como lembra a Economist, porém, um grupo chamado Gideons distribui 2.000 Bíblias por dia na Alemanha e ninguém reclama.

comentários (124) | comente

124 Comentários Comente também
  • 30/04/2012 - 10:17
    Enviado por: Carolina

    Ui! Daqui a pouco vão querer queimar o Alcorão. Acho que já vi esse filme antes, em algum lugar… Estranho… Tô com essa sensação…

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    • 30/04/2012 - 10:35
      Enviado por: João Só

      Já estão queimando:

      http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/ira-condena-nova-queima-do-corao-por-pastor-dos-eua

      A Veja, mais conhecida como “detrito de maré baixa”, diz que “Teerã advertiu que o ato de Terry Jones provoca ‘indignação dos muçulmanos’. Aí você lê a notícia e descobre que o Irá não “advertiu” nada. Apenas condenou. A canalha da Veja continua em sua campanha sórdida contra o Irã.

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    • 30/04/2012 - 10:58
      Enviado por: Carolina

      João
      Ler Reinaldo Azevedo como exercício de tolerância eu até entendo, mas ler a íntegra da revista é demais… Você precisa de um psicanalista já; precisa entender porque faz isso com você mesmo. Ou de um pai de santo. Canta pra subir esse espírito sem luz que baixou em você, amigo.
      A Veja é lixo e continuará sendo, independente de nós. Deixe esse povo pra lá.
      Quanto à história citada pelo Marcos, é lamentável que em pleno século XXI (aliás, esse número cada vez quer dizer menos) a gente ainda tenha que lembrar que livros ditos sagrados são uma coisa e os seres humanos que afirmam praticar os princípios ali previstos são outra.
      Como eu sempre digo, os passos são de cágado.
      Bjs

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    • 30/04/2012 - 11:08
      Enviado por: SCO

      Seria bom…
      Se trouxer um pouco de paz e harmonia…

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    • 30/04/2012 - 11:35
      Enviado por: João Só

      Carol, querida,

      não é estoicismo nem masoquismo. Prá falar a verdade eu me divirto a maior parte do tempo. E quando sinto raiva sei que é errado.

      Tá certo que eu estou na versão João Só 2012. Mais ou menos como o Rudy Giuliani comandando o exército de Israel. Tolerância zero com respostas desproporcionais. Mas isso não me faz bem. Deve ter relação com o que leio na Veja.

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    • 30/04/2012 - 11:36
      Enviado por: Ezequiel-SP

      Carolina, você lê e subtrai aquilo que te serve. Sempre haverá coisas boas inclusive naquelas que fazem apologia à cegueira.

      “Tudo posso mas nem tudo me convém…”

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    • 30/04/2012 - 11:53
      Enviado por: Madureira

      Tem mais e que queimar juntamente com o Mein Kampf, ambos is livros apregoam o odio e a destruicao dos que nao acreditam nos principios neles contidos.

      Tudo livro que esnine o odio deveria ser queimado.

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    • 30/04/2012 - 13:19
      Enviado por: Carolina

      Ezequiel
      Concordo que, com boa vontade, sempre dá pra extrair algo de bom do que para em nossas mãos, mas, convenhamos, com tanta coisa boa sendo publicada por aí, gastar tempo e dinheiro com a Veja é muito masoquismo. A não ser que a pessoa esteja fazendo uma experiência, digamos, etnográfica, o que parece ser o caso do João.
      Madureira
      Há um bom tempo vi uma blusa com a frase “Killers, let’s kill all of them.”. Era bem bonitinha, preta com a frase escrita em branco, Times New Roman, acho. Vê se tem no seu tamanho.
      Bjs

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    • 30/04/2012 - 14:10
      Enviado por: Mario de Sampa

      Madureira, eu tb seguia esta linha de raciocínio. Mas até “Mein kampf” deve ser lido (e não seguido) para entender a história nua e crua. A humanidade já queimou livros demais. Já perdemos muito conhecimento de nossa civilização movido por ideologias. O que meu saudoso pai me dizia “Não existe sabedoria em um livro só”. Até nosso amigo MG já leu a bíblia….
      Guterman, vc já leu Mein kampf ?

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    • 30/04/2012 - 14:24
      Enviado por: Marcos Guterman

      Olá, Mario

      Já li sim. Mein Kampf está entre os documentos da minha tese de doutorado.

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    • 30/04/2012 - 14:57
      Enviado por: Romeu

      Sou a favor da sociedade laica. Ter uma religião não deve ser prejudicial a ninguém desde que se tenha equilíbirio e norteie-se com a ciência. Compartilho do receio de Carolina de que não devamos sair queimando bíblias, corão e o avesta, por exemplo. Que cada um celebre o seu yom kippur, natal, shana tova, ano novo, pessach, paixão, nowruz, e demais festas religiosas, mas com moderação. Grupos radicais de qualquer religião são perigosos e devem ser fiscalizados pelo estado, mas com muito cuidado, para que o estado não se mostre antisemita, islamofóbico ou anticristo. O cuidado se faz necessário para se evitar que algum oficial de alguma religião aproveite-se de sua função para perseguir clérigos de outras religiões.

      Os salafistas são perigosos, por serem fundamentalistas. Sua origem vem da Arábia Saudita, quando a Inglaterra costurou uma aliança entre a família Saudi e os wahhabi. Essa aliança é protegida pelos EUA. Os salafistas parecem ser uma defecção dos wahhabi que saiu do controle. Corrijam-me se estou errado. Mais razoável seria que os EUA se aliassem aos religiosos islâmicos moderados, como os alawitas, sufistas e xiitas. Seria uma mudança de estratégia que o governo americano deveria pensar para o futuro. Acho que valeria a pena.

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    • 30/04/2012 - 15:04
      Enviado por: Mario de Sampa

      Marcos, vai disponiblizar algum link do seu doutorado quando finalizado?

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    • 30/04/2012 - 16:18
      Enviado por: Sergio

      Os direitos autorais prescrevem em 2015.

      Hitler Back in Print
      Bavaria Plans New Edition of ‘Mein Kampf’
      http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,829513,00.html
      “The copyright on Adolf Hitler’s “Mein Kampf” expires in 2015, after which anyone will be free to republish the infamous tome. Amid fears that neo-Nazis could exploit the text’s new availability, the Bavarian government, which holds the copyright, is planning to bring out its own annotated version. An English version and an audio book are also planned.”

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  • 30/04/2012 - 10:25
    Enviado por: João Só

    Dizem que o Corão tem imagens poéticas belíssimas. Cativou tanto Cat Stevens que ele se converteu. Isso nunca aconteceria comigo que sou completamente agnóstico e cético, mas gostaria de ler em alguma língua que eu entenda.

    Quanto àquele outro, a bíblia, já li e sei que ali só tem sangue, racismo, misoginia e arbitrariedade.

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    • 30/04/2012 - 10:53
      Enviado por: Marcos Guterman

      Injusto, João. A Bíblia tem tudo isso que você falou, ainda que, na época em que foi escrita, nada disso fosse o crime que é hoje. Mas a Bíblia tem passagens fantásticas. Eu gosto particularmente daquela em que Deus se arrepende de ter feito os homens viverem 900 e tantos anos e reduz a expectativa de vida para uns 120, para diminuir a possibilidade de que eles fizessem bobagens. Pelo jeito, não funcionou.

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    • 30/04/2012 - 11:02
      Enviado por: Carolina

      João
      Já leu o livro de Jó?

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    • 30/04/2012 - 11:03
      Enviado por: Ciro, o Persa

      Cat Stevens depois de muçulmano morreu o ser criativo que foi…acabou.

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    • 30/04/2012 - 11:29
      Enviado por: João Só

      Realmente Marcos, uma sábia e bela imagem poética. Preciso reler com menos preconceito.

      Querida Carol, o livro de Jó é bonito mas quando li esperava alguma coisa mais, digamos, literária. Jó sifu completamente no primeiro parágrafo e passa as outras 30 páginas do livro procurando uma explicação filosófica. Eu queria mais ação.

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    • 30/04/2012 - 11:49
      Enviado por: Madureira

      Amigo

      Ja que voce mencionou o Cat Stevens, voce deu um belo exemplo de como o corao esculhambou a cabeca do cara. Nunca mais fez uma musica.

      A Bilbia e um livro belissimo e o mais importante e que ensina que o homem tem o livre arbitrio que inclue, dentre outras coisas, o direito de falar bobagens direito que voce exerce na plenitude.

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    • 30/04/2012 - 11:54
      Enviado por: Fabio Unique

      Ontem eu estava assistindo um programa sobre vida em Marte no mundo Fox (antigo National Geographic, mas a Fox tem 2/3 do canal, coincidencia 2/3 da programação é de terceira categoria); em especial um astronomo deu uma boa explicação para os rostos que aparecem em formações rochosas na superficie: nada daquilo deve ter sido feito por uma antiga civilização na época em que havia agua, mas o cérebro humano não gosta de padrões aleatórios e tende a enxergar ordem no caos, então vemos monumentos artificiais em formações rochosas quaisquer. A Biblia foi memorizada por milhares de pessoas que poderiam ter memorizado o Liber Abaci, e agora tem significado profundo, o quanto, só Deus sabe. O que se tem ao certo é que, onde 1969 surpeendeu até expectativas otimistas sobre o homem ir para a lua, 2012 frustrou até projeções pessimistas e conservadoras acerca da conquista do reino do céu.

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    • 30/04/2012 - 12:31
      Enviado por: Mario de Sampa

      João, vc como agnóstico, permita-me indicar um livro bem interessante: “E a Bíblia tinha Razão” de Erner Keller. Muito lega… eu recomento. Quanto ao Corão, eu tb gostaria de poder apreciá-lo em portugues ou inglês.

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    • 30/04/2012 - 12:34
      Enviado por: Mario de Sampa

      Carolina, o livro de Jó, segundo estudiosos, pode não ser verídico e sim uma “mensagem/fictício”. Mas ao perguntar ao João Só, vc queria dizer o que com isto?????

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    • 30/04/2012 - 13:22
      Enviado por: Carolina

      Mais ação??? Bem, gosto não se discute.
      Eu amo o Livro de Jó. É muito bonito. Também gosto do Evangelho de Mateus.

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    • 30/04/2012 - 14:32
      Enviado por: Carolina

      Ué, não quis dizer nada. Só quis sugerir um livro bíblico que acho bonito.
      Sobre ele ser verídico ou não, bem, com todo respeito, eu não acredito que Jesus tenha mesmo ressuscitado, como também acho bastante improvável que uma pessoa tenha passado dias dentro de uma baleia. Se todas aquelas coisas aconteceram ou não, a meu ver, a esta altura do campeonato já não importa. Importa é que acreditamos nelas.
      Eu gosto muito dos Evangelhos, sempre me emocionam. Jesus foi revolucionário.

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    • 30/04/2012 - 15:52
      Enviado por: Romeu

      Marcos Guterman
      … Eu gosto particularmente daquela em que Deus se arrepende de ter feito os homens viverem 900 e tantos anos e reduz a expectativa de vida para uns 120,..
      ————-

      Pelas tábuas dos reis ante-diluvianos escritas em cuneiformes eles viviam no início milhares de anos, mas depois do dilúvio seu tempo de vida foi reduzindo. Essa longevidade se deve ao fato de que entre os antigos semitas (acadianos etc) e sumérios os reis descendiam dos deuses que eram imortais e por isso viviam muito. Mas com tempo foram se cruzando com os mortais e por isso sua longevidade reduziu [os filhos dos deuses acharam as filhas dos homens belas]. Esse mito foi absorvido pelos judeus quando do exílio na Babilônia, que o colocaram no Gênesis. Mas por omitirem as genealogias e os mitos que lhe deram origem, o versículo ficou meio deslocado.

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    • 01/05/2012 - 13:00
      Enviado por: Ana Lucia SK

      Bem, sou suspeita para falar, mas o fato do Cat Stevens se tornar muçulmano, abrir mão da fama, juntamente com as drogas e a necessidade de fazer música o tornou pior? Que o sagrado Alcorão “bagunçou a mente do cara”? É isso mesmo?

      Um livro que possui evidências científicas, mas que foram provadas só de uns tempos para cá, torna “bagunçada” a mente de uma pessoa???

      Para quem quiser conferir:

      http://www.islam-guide.com/pt/

      E não é um wikipedia cover. Possui referências bibliográficas e tudo o mais…

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  • 30/04/2012 - 10:33
    Enviado por: Fabio Unique

    “Como lembra a Economist, porém, um grupo chamado Gideons distribui 2.000 Bíblias por dia na Alemanha e ninguém reclama.” Bem lembrado, aqui no Brasil esses grupos fizeram a mesma coisa, sempre com a Biblia (geralmente velho e novo testamento) por isso que na gaveta do criado mudo em hotel e hospital voce não vai encontrar nem uma cópia do Corão, ou a Bhagavad Gita, a Tipitaka, Iliad e a Odisséia sem chance. Ainda mais se tiver morrendo num hospital, seu papo é só com Jesus entendeu.

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    • 30/04/2012 - 11:11
      Enviado por: SCO

      Esses sujeitos (Gideons) distribuiram Bíblias no colégio de minhas filhas, no final do intervalo (recreio no meu tempo) as Bíblias já estavam rabiscadas, quando não destruídas.

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    • 30/04/2012 - 11:41
      Enviado por: João Só

      Caro Fabio,

      essas bíblias dos Gideões Internacionais eram disputadas pela galera que apreciava o cigarrinho do capeta. As últimas folhas não eram impressas e eram de papel bem fininho. Como alguém já disse, cigarro é que nem cafézinho. O bom é o feito na hora.

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    • 01/05/2012 - 13:15
      Enviado por: Ana Lucia SK

      É verdade.

      E aqui você nunca vai ver, em repartições públicas, uma Menorah numa prateleira, nem uma Sha’hada escrita e emoldurada, nem o símbolo de Om, nem um Buda ou algo referente à Umbanda ou Candomblé. Mas o crucifixo…

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  • 30/04/2012 - 10:56
    Enviado por: Ezequiel-SP

    Ao menos os que distribuem a bíblia não pregam a extinção dos infiéis.

    Já imaginaram que se ganharem um Corão e não gostarem e colocarem fogo, é um humano a menos na terra ???

    Isso é religião ????

    Dessa maneira é que se religa a criatura ao Pai criador ??

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  • 30/04/2012 - 11:00
    Enviado por: Cléber

    As autoridades europeias sentem de perto a ameaça da islaminização do continente. Aliás, esta é uma das metas do islamismo, retomar a Europa, reconquistada pelos Cruzados. Contudo, os europeus são vítimas de si mesmo, ao tornarem-se uma sociedade extremamente secular, afastando-se da fé cristã. Isto torna o trabalho dos muçulmanos ainda mais fácil.

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    • 30/04/2012 - 13:21
      Enviado por: Roveredo

      Se fosse só para retomar o que foi deles um dia, deveriam limitar-se à cidade de Poitiers ( Carlos Martel e seus homens deteram o avanço muçulmano na famosa Batalha de Poitiers ou Tours – como preferir).

      Pelo que me lembro, Portugual foi o único território no continente europeu a ser reconquistado por forças cruzadas (ver Cerco de Lisboa). Quanto aos reinos (califados, emirados ou quaisquer denominações) muçulmanos espanhóis, o último a cair na região foi o de Granada, em 1492.

      Mas enfim, acredito que isso não importe tanto na presente discussão.

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    • 30/04/2012 - 13:53
      Enviado por: Rogério

      Se afastam-se de uma religião, o cristianismo, por que se aproximariam de outra religião, o islamismo? Haveria então uma regressão do secularismo para a religiosidade?

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    • 30/04/2012 - 15:41
      Enviado por: Ciro, o Persa

      Para o islamismo o meio termo inexiste: 8 ou 80.

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  • 30/04/2012 - 11:08
    Enviado por: Ciro, o Persa

    Muçulmano na Europa e USA choram pela islamofobia e em outras lugares do mundo, quando maioria, como no O.M, perseguem e matam os seguidores de Cristo.

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  • 30/04/2012 - 12:04
    Enviado por: Rogério

    Tudo depende da pessoa. Qualquer um que quiser ler um livro sagrado irá interpretar conforme a sua visão.
    Fundamentalistas temos em qualquer religião, em qualquer tempo.
    O alcorão é apenas mais um elemento na dialética da civilização, independentemente das intenções de quem queira espalhar a mensagem, sempre haverá religiosos de boa ou má vontade.

    E uma democracia sempre será democracia enquanto houver liberdade de expressão, é ingenuidade acreditar que democracias sólidas como as européias venham a se abalar com apenas mais um livro.

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    • 30/04/2012 - 13:23
      Enviado por: Carolina

      “Fundamentalistas temos em qualquer religião, em qualquer tempo.”

      A IURD e seus obreiros que o digam…

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    • 30/04/2012 - 14:31
      Enviado por: Rogério

      Igreja universal da grana de Deus. E Jesus é o tesoureiro hehehe

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    • 30/04/2012 - 14:41
      Enviado por: Madureira

      Carolina

      Comparar os fundamentalistas islamicos com os obreros da IURD e sacanagem , brincadeira ou ignorancia. Escolha!

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    • 30/04/2012 - 15:09
      Enviado por: Mario de Sampa

      Carolina, não fale assim ….. o Edit Macedo é meu heroi ! (a empresa dele é um exemplo para os empresários)…..kkkkkk Vende um produto que não tem, cobra o quanto puder, não paga impostos e ninguém voltou para reclamar do comprou…. e se reclamasse a culpa não é dele…. hahahahha

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    • 30/04/2012 - 15:26
      Enviado por: Carolina

      A IURD me irrita num grau. Você não tem ideia… Eles lavam o cérebro das pessoas. Não sei o que acontece lá dentro. A pessoa entra sã e sai completamente lobotomizada.

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    • 30/04/2012 - 16:20
      Enviado por: Carolina

      Madureira
      Está lá no Aurélio um dos significados da palavra fundamentalismo: “Observância rigorosa às crenças religiosas tradicionais, esp. em grupos protestantes dos Estados Unidos, depois da I Guerra Mundial, que enfatiza a interpretação literal das escrituras, a segunda ressurreição de Cristo, a virgindade de Maria, etc.”.
      Acho que Buarque de Hollanda é um nome de peso… Vale a pena ouvir o que essa gente tem a dizer.
      Ab.

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  • 30/04/2012 - 12:59
    Enviado por: Eros Alonso

    A Nigéria, que sempre foi parte muçulmana e parte umbandista e outras religiões afins, viu nos últimos 20 anos uma invasão de empresas do Ocidente sempre acompanhadas com a Bíblia.Até emprego para cristão convertido é mais fácil na Nigéria. O bispo Tutu já disse que eles, os brancos, chegaram com a bíblia na mão e os negros tinham suas terras.Todos fecharam os olhos para orar e rezar e quando abriram os olhos os negros estavam com a Bíblia na mão e os brancos com as terras.Agora a Nigéria vive uma fase de expulsão dos valores cristãos e ocidentais.Não é a toa. Deixaram deliberadamente a parte muçulmana da população de fora do crescimento econômico da Nigéria.Agora se incomodam com o Alcorão na Alemanhã. Deveriam pelas circunstâncias de espoliação e saque das riquezas da Africa, então, eliminar todas as Bíblias do continente.O cristianismo na África é um estupro à Cultura dos povos locais e facilita o saque das riquezas naturais pelo Ocidente, e não leva a palavra de Cristo, leva a Ganância.

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  • 30/04/2012 - 13:05
    Enviado por: Sergio

    Não vejo problema na distribuição do Corão, em alemão, desde que haja a reciprocidade de distribuição de Bíblias nos países muçulmanos, nas respectivas línguas nativas.

    João, o sucesso, que impulsionou a carreira de Cat Stevens, é um hino cristão (Morning Has Broken – 1931).
    http://en.wikipedia.org/wiki/Morning_Has_Broken

    http://www.yusufislam.com/biography/ (Cat Stevens). Biografia interessante.

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  • 30/04/2012 - 13:33
    Enviado por: João Everardo de Menezes

    Uma coisa é distribuir a Bíblia que além de fazer parte da cultura ocidental não prega a guerra contra os infiéis e nem através dela a hegemonia; outra coisa é o Corão que se apresenta como uma ‘Constituição de Estado’ e prega a violência como instrumento para realizá-lo e impor a ‘Verdadeira Religião’. Deveria era haver contatos de reciprocidade para os cristãos poderem lá divulgar sua fé e fazer proselitismo mas eles querem é condenar à morte os que se converterem e ameaçaram matar o papa Bento XVI e empalá-lo numa cruz em frente ao Vaticano que destruiriam para provar que ele estava errado quando numa conferência citou um autor antigo que havia afirmado que o Islã era adepto da violência!

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    • 30/04/2012 - 14:26
      Enviado por: Rogério

      “é distribuir a Bíblia que além de fazer parte da cultura ocidental não prega a guerra contra os infiéis ”

      Tem certeza que leu a bíblia?

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    • 01/05/2012 - 12:35
      Enviado por: Fabio Unique

      A Biblia receita a morte aos infiéis, por motivos puramente religiosos, mas que devem ser executados em vida:

      Deuteronomy 13:6
      Deuteronomy 13: 13
      Deuteronomy 17:3

      Ta la, leia em http://answeringchristian.wordpress.com/2011/01/27/kill-the-infidel-in-bible/

      Num tema paralelo recomenda-se o estupro em guerra aos infiéis, e recomenda-se a morte de ambos, tanto o estuprador quanto a estuprada, em tempos de paz :

      http://forums.islamicawakening.com/f18/hate-speech-in-the-bible-killing-infidels-45776/

      “(…) It also occured to me that perhaps it would be equally important to make note of what the Bible says is not a sin, and thus acceptable conduct and something you can encourage people to do, backing it all up with quotes from the Bible just to prove that, yes, you can do those things with impunity, just as one can outlaw sins based on the fact that selective bible quotes support the case.

      Leviticus 18, 19, and 20 lists all the sexual offenses, but there is one way to have a sexual encounter and escape the death penalty, and that is to sleep with slave girls.

      Levitcus 19:20 “If a man has sex with a slave girl he is not to be punished. She is a slave.”

      You can also commit sexual hanky panky, and still be in obedience to God’s Word in the Bible, provided that, in addition to raping slaves, you also rape enemy women. When you are through abusing and raping them then you can just send them packing. (No really. Its Kosher. Its in the Bible!)

      “When you go to war against your enemies and you see a beautiful woman and find her desirable, you may take her. If she ceases to please you send her away.” Deut. 21:10

      In another passage, the Bible makes clear that when committing rape during war time, it is important to only rape virgins, and to kill the rest of the women, and the little boys as well. However, this is God’s Word, so naturally fairness and justice are emphasized in the following passage, which once again allows some sexual hanky panky.

      “They waged war as god had commanded them and killed every male. But they kept the women as captives and took their wealth as spoil. Moses was enraged. ‘So you spared the women? Kill every woman who has had sexual intercourse and kill every little boy, but keep the virgin girls for yourself. Divide them up evenly.’” Num. 31:7, 14

      While you can rape foreigners, you are forbidden by law to marry them.

      “I saw that the people were marrying foreigners. Their children were even learning foreign languages. I called down curses on them. I struck them and tore the hair out of their heads and made them swear by god, ‘you will not marry foreigners.’” Neh. 13:23 “So I purged them of everything foreign. I drew up regulations defining everyone’s duty. Remember me, oh god, for my happiness.” Neh. 13:30

      The Bible makes clear that rape is only acceptable conduct when practiced against foreigners and slaves. If a rape happens within the country itself, according to the Biblical law, you must stone to death rape victims.

      “If a man rapes a girl in the city, you must stone him to death, and the woman as well.” Deut. 22:24

      As well husbands are allowed to test their wives with the waters of trial by ordeal.

      “The priest will prepare the waters of trial by ordeal and force the woman to drink it, saying, ‘let this ordeal water enter your body.’ If her stomach swells painfully, she is guilty. Her name will become a curse among all her kin. Such is the law, for women owe obedience to their husbands.” Num 5:11

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  • 30/04/2012 - 14:24
    Enviado por: Rogério

    ……………………………………………………………………………………………………………………..
    “Do mesmo modo vemos que os muçulmanos são uma pequena minoria em todos os países europeus, mas se tornaram um símbolo de todos os problemas do continente para os extremistas. O país com a maior população islâmica da Europa é a França com 8% de muçulmanos. Em todos os demais países as porcentagens são menores. A islamofobia, porém tem se arraigado na sociedade europeia servindo aos mais diversos propósitos.”

    http://internacionalizese.blogspot.com.br/2011/08/ascensao-da-islamofobia-na-europa.html

    “As maiores confissões religiosas na Alemanha são o Luteranismo e o Catolicismo, respectivamente, com 32,9% e 32,3% de fiéis.[1] Cerca de 24,9% de alemães se declararam não religiosos ou ateus. Seguem como minorias, o islamismo (4%), seguido pelo judaísmo e o budismo (ambos com 0,25%). O Hinduísmo tem apenas 90.000 seguidores (0,1%), enquanto outras religiões correspondem a 50 mil pessoas ou 0,05% da população alemã.[1]”

    Fonte: wikipédia

    8% de Muçulmanos no país com maior população islamica, França. Na Alemanha, 4% são islâmicos e uns 25% de pessoas não possuem religião. Será que essa minoria poderá converter o resto? É superestimar a capacidade do Alcorão em coaptar mentes, ou subestimar os Alemães. Isso cheira ( ou fede) a teoria da conspiração igual aquela dos protocolos dos sábios de Sião.

    A direita na Europa para variar procura seus bodes expiatórios.

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  • 30/04/2012 - 14:46
    Enviado por: Justo

    Estas ações são tão “importantes” quanto esta outra, noticiada em fevereiro deste ano:
    —————————————-
    Uma iniciativa de duas conceituadas editoras está causando enorme polêmica no meio cristão. As organizações “Wycliffe Bible Translators” e “Summer Institute of Linguistics” resolveram alterar alguns termos naBíblia para produzir Bíblias que não sejam ofensivas aos muçulmanos, e distribuir esses exemplares em países de maioria islâmica.
    As Bíblias alteram os termos “Pai” para “Senhor” e “Filho” ou “Filho de Deus” para “Messias”. Segundo as editoras, essa iniciativa faz parte da tentativa de produzir uma Bíblia que seja “amigável aos muçulmanos” pois os termos originais soam ofensivos ou informais.
    A polêmica envolve também uma outra publicação chamada “Meaning of the Gospel of Christ” (Significado do Evangelho de Cristo) que traduz a palavra “Pai” para “Alá” e elimina ou muda a palavra “Filho”. Segundo o Portal Padom, um exemplo a ser citado é a passagem bíblica que Jesus ordena o “Ide”. Na versão “amigável aos muçulmanos” o versículo 19 do capítulo 28 do evangelho de Mateus ficou assim: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, limpando-os com água em nome de Alá, o Messias e seu Espírito Santo”.
    Missionários, organizações cristãs protestantes dos Estados Unidos, tradutores, cristãos nativos de países muçulmanos e inclusive ex-muçulmanos convertidos ao cristianismo discordam da iniciativa e iniciaram um abaixo-assinado para que as editoras encerrem a produção desses livros. Uma grande quantidade já foi produzida e distribuída em diversos países de maioria islâmica, como Indonésia, Malásia e Bangladesh.
    Reportagem em inglês da Christian Today sobre o assunto – http://au.christiantoday.com/article/new-arabic-bible-to-be-translated-without-terms-father-and-son-sparks-controversy/12753.htm
    ————————————————–
    A verdade de cada um, como se vê, pretende ser expandida para ser a verdade de todos.
    As mentes acreditam naquilo que querem acreditar. Alguns se guiam pela biblia, outros pelo corão, outros pelo livro dos espiritos, outros pelo livro vermelho e há até os que se guiam pelo livro do partido politico.
    No Brasil seria muito bom se fossem distribuidos livros de alfabetização.

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    • 30/04/2012 - 16:06
      Enviado por: Gudrun

      Justo

      Como escrevi há pouco, sou favorável à distribuição do Corão.
      Mas acho um absurdo o fato de ter jornalistas, religiosos e políticos que se rendem aos fundamentalistas islâmicos com medo de sua ira ou para não melindrá-los.
      Trocar termos de um livro sagrado por receio de não aceitação é uma total capitulação aos princípios de outra religião, sacrificando os próprios princípios. Tem um livro chamado “Surrender” (não me ocorre o autor) que analisa esta tendência pincipalmente na Europa.

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    • 30/04/2012 - 17:44
      Enviado por: Mabime

      Isso é papo. Em vários países islâmicos distribuir bíblia ou converter um mulçumano ao cristianismo é motivo para pena de morte. Sem contar que a religião de muitos brasileiros também é considera crime e passível de pena de morte em muitos países islâmicos. Isso para não citar gays, ateus ou qualquer um que defenda a livre crítica religiosa. Esse papo que é tudo igual é engodo, ao menos é claro para aqueles que acham sharia e burca algo legal.

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    • 30/04/2012 - 18:19
      Enviado por: justo

      Gudrun;

      Por mim, pode-se distribuir até o “mein kampf” em bancas de jornais.O que estou tentando dizer é que não tem a menor importância tudo isto. As pessoas acreditam naquilo que querem acreditar. Religião , normalmente, é algo induzido desde a infância. Quando se chega a maturidade do entendimento pode-se optar, ao menos no ocidente pode-se optar. Em outras regiões não existe opção alguma. O Islamismo é a religião que mais adeptos fez no mundo nos ultimos séculos.
      Todas as religiões possuem sua parte de exagero. Os chamados “fundamentalistas”, que de fundamento não tem é nada mesmo.
      Então tanto faz como tanto fez se a alemanha reclama sobre a distribuição do Corão ou não, qualquer um pode optar pelo que bem entender, ao menos na Alemanha dos dias atuais.
      Nos países ditos muçulmanos não é assim que se passa. No Irã, por exemplo, os Bahais são perseguidos e mortos (segundo o que consta). Nos paises distos socialistas (ou comunistas) não se pode ter religião…
      Eu sou pela liberdade total.
      Mas experimente, Gudrun, fazer uma caricatura de Maóme para ver se escapas de uma pena de morte em um país muçulmano…

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  • 30/04/2012 - 14:54
    Enviado por: Tetsuo Shimura

    Quero a minha parte em dinheiro!

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  • 30/04/2012 - 15:07
    Enviado por: Gudrun

    Deixem os muçulmanos distribuirem o Corão!
    Aceita quem quiser.
    Eu gosto muito de ler aquela Biblia dos Gideões quando estou em hoteis e não tenho outro livro para ler. Não me importaria de ler o Corão também.
    Dizem que o Corão prega uma violência inaceitável. Talvez! O erro estaria em se apropriar da mensagem corânica sem atualizá-la e implementar esta eventual violência.
    Portanto, deixem que se distribua o livro sagrado dos islâmicos. Acho apenas que isto não terá qualquer efeito de conversão para os alemães (como não teria no Brasil) e trará mais resistência aos imigrantes pela suspeita de um programa fundamentalista para impor suas crenças.

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  • 30/04/2012 - 15:10
    Enviado por: AlexT.

    Todas as religiões tem um lado nocivo ás sociedades. O Alcorão prega a bondade, a paz, a justiça e a vingança física pelo ato pecaminoso. A Biblia é um livro aterrorizante e de bondades ao mesmo tempo, foi-nos imposto um Deus tão vingativo, as vezes injusto e logo a seguir perdoa vários deslizes dos crentes. O Indoísmo é a paz transcrita, o mantra, a aura e a tranquilidade estão em quase todos os trechos, quase todos, pois em muitos dêles a penalização para com os faltosos é de uma crueldade quase impar nos ensinamentos religiosos. Portanto, creio que a maioría dos livros de “legislação” religiosa, deveriam ser proíbidos á menores de idade ou, retirarrem as ameaças.

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  • 30/04/2012 - 15:12
    Enviado por: Mabime

    A europa caminha ou para total decadência, ou para uma guerra religiosa, ao deixar que grupos islâmicos fizessem em seus países por décadas aquilo que não é permitido que europeus façam nos países islâmicos, como construir igrejas e converter mulçumanos p/ o cristianismo. E não é impóssível que no futuro muçumanos sejam majoritários em alguns países europeus.

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    • 30/04/2012 - 17:38
      Enviado por: Fabio Unique

      “ou para total decadência, ou para uma guerra religiosa” qual a diferença? A guerra religiosa não é a própria decadência?

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  • 30/04/2012 - 17:26
    Enviado por: Aenigmatice Aenigmata

    Concordo plenamente com Mabime. O problema é mais sério do que se pensa, pois sob o manto da “tolerância”, a qual não existe em nenhum país de crença muçulmana, criam-se ou, pior ainda, importam-se cobras das mais venenosas. Essa conversa de “paz, tolerância, amor e respeito à sacralidade da vida” é conversa para fazer boi dormir. A prática geral em lidar com as diferenças em países muçulmanos é das mais selvagens: torturas, espancamentos, chicoteadas, estupros de homens (sic!) e de mulheres, bestialidades das mais execráveis (vide Egito, Líbia, Irão, Síria, Turquia etc.). São especialistas em colocar bombas em lugares públicos para matar “infiéis” e, cobertos de sangue, prostram-se diante de um deus cujo um dos atributos é “O Cheio de Misericórdia”.

    O que a maioria dos políticos da União Crista Democrática (CSU) defende, um partido conservador que só existe na Bavária aqui na Alemanha, é o ponto de vista de que o Islão NÃO faz parte da cultura alemã. Eu vou um pouco mais adiante e digo: o Islão não faz parte da cultura europeia, nunca fez e, enquanto viver, espero que nunca fará. O fato de que haja imigrantes muçulmanos a viverem aqui há mais de trinta ou quarenta anos não é suficiente para dizer que o Islão faz parte da cultura europeia. As lutas religiosas fazem parte do passado europeu. A Islão nunca teve um Edito de Nantes (1598) ou uma Paz de Westfália (1648). Pregam o que, quando maioritários, jamais praticam: tolerância. Alguém aqui se lembra do avanço muçulmano na Argélia há algumas décadas passadas? Sentiam-se tão seguros da vitória eleitoral que anunciaram antes mesmo das eleições que TODAS as mulheres argelinas deveriam usar um véu em público. Deu no que deu. Foram impedidos de tomar o poder e partiram para a matança indiscriminada de inocentes, em nome de Alah, o Misericordioso! Recentemente um intelectual turco, secularista, perguntou em público, se o Paraíso muçulmano era um botequim, pois o Alcorão promete rios de vinho para os fiéis; o mesmo indivíduo perguntou ainda se o Paraíso era um bordel, pois há lá também a promessa de mulheres dóceis à disposição da libido dos fiéis fiéis… Resultado: processo na Justiça (o governo turco é muçulmano radical disfarçado em democrata!) e ameaças de morte!

    Sinto-me irritado e até “ameaçado” quando defronto-me com mulheres cobertas dos pés à cabeça nos bondes europeus ou alemães, rodeadas ou vigiadas por homens jovens de cara feia, os quais cospem no chão, falam muito alto em público e têm um comportamento agressivo. Civilização? Se sim, correto, mas nada tem a ver com a Alemanha ou a Europa. Pessoalmente, considero uma eventual islamização da Europa, o que sinceramente repudio e espero que NUNCA aconteça, um atraso dos mais profundos, um passo na obscuridade das supertiçoes, irracionalidades e bestialidades de todos os tipos.

    Racista e intolerante eu sou? De forma alguma, apenas ciente dos valores de minha cultura europeia ocidental, e bom ou ruim, orgulhoso de ser como sou: laicista, pagao e ardente defensor da verdadeira diversidade. O islao é o contrário de tudo o que foi conquistado na Europa através de séculos de luta e derramamento de muito sangue inocente. NÃO gostaria de retroceder. Se desejam ver mulheres enroladas em panos dos pés à cabeça, se desejam minaretes e mesquitas com alto-falante donde perturbam a paz local com seus gritos, que façam as malas e retornem às origens. E se me dissessem que os sinos das igrejas também incomodam, responder-lhes-ia que isso já acontece há mais de mil anos por aqui. Faz parte de nossa TRADIÇÃO CULTURAL, mesmo que a maioria não dê a mínima para assuntos religiosos!

    Nestes termos, onde ponho os pontos nos is,
    saudações cordiais da velha católica e laica Europa,
    Aenigmatice Aenigmata

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    • 30/04/2012 - 19:26
      Enviado por: Fabio Unique

      “As lutas religiosas fazem parte do passado europeu. A Islão nunca teve um Edito de Nantes (1598) ou uma Paz de Westfália (1648).” As lutas religiosas fazem parte do passado Europeu princpalmente antes da Revolução Francesa, mas de lá adiante as lutas se tornariam ideológicas; a primeira guerra mundial, como maior exemplo, foi desencadeada por um efeito dominó de tratados de defesa, e por nenhuma questão teológica. O que os Europeus precisam se perguntar é porque os Muçulmanos não estão se adaptando a cultura Européia, impedir a distribuição do Corão é um gol contra, daria status de Salmon Rushdie a Maomé.

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    • 30/04/2012 - 19:48
      Enviado por: Ciro, o Persa

      Os loucos de lá com os loucos daqui, igual há 500 anos, e vai reinar no futuro quem fede mais.

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  • 30/04/2012 - 17:39
    Enviado por: Kracker

    Religião é para os fracos.

    Para quem gosta de historinhas fantásticas, pra quem tem medo do escuro, pra quem não tem referências na sua vida, aí procura por ídolos inventados, como Maomé ou Jesus. Engraçado ver um bando de adultos discutindo esses livrinhos chinfrim, só porque cada um deles tem algum importância na vida INDIVIDUAL de quem está debatendo. SOBRAM evidências de que essas figuras MERAMENTE mitológicas não existiram (cito novamente a vasta bibliografia do israel Finkelstein). FALTAM evidências de que de fatos eles estiveram por aqui (novo testamento? HAHAHA!).

    Krishna, Brahma, Thor, Tupã, todos a mesma coisa.

    E não tem essa de que “são livros que fazem bem”. A biblia, por exemplo, é um livro porcamente escrito por ignorantes, cheio de repúdios homofóbicos, aceitação de escravismo, chacinas e assassinatos de inocentes. Basta confirir o body count da biblia:

    diabo: 8 mortes
    deus: mais de 1 milhão

    Haha…dá é medo de quem diz que esse livro é “bonito” e “uma lição de vida”. São esses que acabam por aumentar a população carcerária.

    Ninguém precisa de religião. Só os fracos.

    Hmmm…melhor colocar assim: ques os fortes também precisam de religião. Assim eles mantêm os fracos ocupados demais pra pensar no que realmente interessa.

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    • 01/05/2012 - 00:02
      Enviado por: carlos 3m

      “Religião é para os fracos.”

      kracker, acho que voce entrou na agua com o pe errado.
      a frase deprecia quem ve utilidade na religiao, eh parece a mim muito arrogante.
      quem de nos nao teve e tera momentos de fragilidade na vida? sim, todos nos, sem excecao, temos momentos cheios de duvidas e medos e preocupacoes ao longo do tempo.

      porque alguem que resolve nesses momentos se relacionar com algo que trascende a si proprio seria “fraco”?

      pessoalmente nao sou o que poderiamos considerar religioso mas acho que devemos respeitar quem pensa diferente sem rotula-lo de “fraco” ou etc. e nao acho que ser religioso signifique ter que agir irracionalmente.

      stalin e hitler nao eram particularmente religiosos e mataram mais gente do que religiosos ja fizeram. claro que pode ser que o que falta seja oportunidade, por isso penso que ha de existir uma agenda minima de preservacao dos diretos individuais como limite para qualquer ideia maluca que possa surgir na mente de quem quer que seja.

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  • 30/04/2012 - 18:06
    Enviado por: Kracker

    Marcos Guterman diz:
    “Injusto, João. A Bíblia tem tudo isso que você falou, ainda que, na época em que foi escrita, nada disso fosse o crime que é hoje.”

    Comentário do Kracker: mas se era a palavra de deus, não deveria ser justa e perfeita? Não deveriam haver códigos avançados de moral e ética, avançados no sentido de atemporais?

    ..continuando:

    “Eu gosto particularmente daquela em que Deus se arrepende de ter feito os homens viverem 900 e tantos anos e reduz a expectativa de vida para uns 120, para diminuir a possibilidade de que eles fizessem bobagens. Pelo jeito, não funcionou.”.

    Comentário do Kracker: por ser onisciente, não deveria ele saber que 900 anos é tempo demais? Ou ainda, não deveria saber que bastam 10 anos de vida pro ser humano fazer bobagem? E se faz bobagem, não é por culpa de sua onisciência? Ok, darei um desconto, afinal você tem um gosto por esse livro por questões óbvias.

    Carolina diz: “Jesus foi revolucionário”.

    Comentário do Kracker: Sim, nunca uma figura fictícia fez tanta grana.

    Carolina diz: “Também gosto do Evangelho de Mateus.”

    Comentário do Kracker: Evangelho “segundo” Mateus. Não há nada que prove que foi mateus que o escreveu. Assim como a maioria dos evangelhos.

    Gran finale:

    Carolina diz: Se todas aquelas coisas aconteceram ou não, a meu ver, a esta altura do campeonato já não importa. Importa é que acreditamos nelas.

    Comentário do Kracker: aí está o problema. A fé cega que nos torna ignorantes. Fico surpreso com um comentário desse sair de uma pessoa que, pelo que aompanho aqui, considero inteligente. Mas não há perigo, por ser uma pessoa educada. Agora um comentário desses vir de alguém sem educação ou discernimento do certo ou errado é jogar álcool na fogueira. Qualquer que seja a religião.

    Agora convenhamos…por que não fazer da própria vida algo bonito, algo para que outros se espelhem? Ou mesmo usar pessoas reais, de carne e osso, nossos pais, irmãos como referências, verdadeiros ídolos? Parece, no mínimo, mais sensato.

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    • 30/04/2012 - 18:57
      Enviado por: Carolina

      Kracker
      No Oriente Médio do ano zero não havia exame de DNA. Não tenho como provar que Jesus foi mesmo o filho de Deus ou não. E, para mim, isso pouco importa. Da mesma forma, considero absolutamente irrelevante se ele ressuscitou ou se fugiu para viver no deserto, tendo encontros sexuais com Madalena no meio da noite. O que importa é a mensagem que ele deixou.
      Quem torna Jesus o filho de Deus é o cristão ao acreditar nisso. Um judeu praticante, por exemplo, não crê nisso. Para ele o Messias ainda está por vir. Você pode enfiar os quatro Evangelhos goela abaixo, tentar convencê-lo por a mais b que ele não vai acreditar. No universo dele todo o discurso cristão é um engano. E aí? Quem está certo?
      Eu não sei. Só vou saber depois que eu morrer. Isso se eu vier a saber porque pode ser também que eu chegue lá do outro lado e ninguém me explique nada e eu resolva achar divertido voltar para atazanar as pessoas. Pode ser tudo, pode ser qualquer coisa…
      Toda fé é inefável. Se você acredita, então é.
      Ab.

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    • 30/04/2012 - 21:03
      Enviado por: Kracker

      Carolina,

      não, você não vai descobrir depois de morrer, porque depois que você morrer, vai virar adubo como qualquer outro ser humano. Você é subproduto do meio em que vive assim como qualquer outro ser/objeto deste planeta. O ser humano NÃO é diferente, tampouco feito “à mão” para ser “a imagem e semelhança de deus”. Pelo contrário.

      Você não tem como provar como Jesus é filho de deus, e também não tem como provar que sequer jesus existiu. Nem você, nem ninguém. E os evangelhos não foram escritos pelas pessoas que carregam seus nomes. Não são originais. Existiram outros que a ICAR deu fim por vontade própria, da mesma maneira que falsificou documentos de historiadores como Tácito para tentar assim documentar a existência de um jesus histórico. Sugiro os livros do Bart Ehrman pra você, vai se surpreender.

      Paradoxal você não se importar com a legitimidade ou não de jesus, mas com suas mensagens. Se não há legitimidade em sua existência, as palavras não eram suas! (“Amai-vos uns aos outros como ama a ti mesmo” é uma cópia descarada de Platão, por exemplo). Mas vamos além…o que um mentiroso fanfarrão tem o que a ascresentar na vida de alguem? Deixe-me ver…

      Lucas 19:27 – Quanto, porém, a esses meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e executai-os na minha presença.

      Lucas 12:47-48 – O servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites mas o que não a soube, e fez coisas que mereciam castigo, com poucos açoites será castigado. Daquele a quem muito é dado, muito se lhe requererá; e a quem muito é confiado, mais ainda se lhe pedirá.

      Lucas 19:27 – Quanto, porém, a esses meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e executai-os na minha presença.

      Lucas 14:26 Se alguém vem a mim e não odiar a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.

      Grandes mensagens. Tem muito mais. Pra mim, isso é um maloqueiro. Outra sugestão de livro: a Biblia. Vai te surpreender também.

      Pra finalizar, não, não havia DNA no Oriente Médio no ano zero. Mas existe hoje. Só não existe um corpo pra fazer o exame. Nem com C14. Vou mais além: as pessoas não tinham poder de cura no ano zero. Também não tinham o poder de andar sobre a água no ano zero. Também não tinham o poder de transformar água em vinho no ano zero. Não existiam os X-Men no ano zero. O ser humano não evoluiu biologicamente do ano zero pra cá. Avançou em tecnologia, sem dúvida, mas basicamente era o mesmo. Apenas mais ignorante.

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    • 30/04/2012 - 22:04
      Enviado por: Carolina

      OK

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    • 30/04/2012 - 23:04
      Enviado por: Carolina

      Em tempo, obrigada pela dica de leitura.

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    • 30/04/2012 - 23:21
      Enviado por: Ezequiel-SP

      Ah sr Kracker….

      A letra mata, o espírito vivifica.

      Você está parecendo aqueles “mestres” do Corão que levam tudo ao pé da letra. Pelo visto não se importa em entender a linguagem que é quase toda espiritual. Podeira falar sobre a passagem da espada……

      Onde é sua “madrasa” ???

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    • 07/05/2012 - 13:03
      Enviado por: Kracker

      Ao sr. Ezequiel-SP:

      “1 Coríntios 4:6 – E eu, irmãos, apliquei estas coisas, por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós; para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito.”

      Não tenho culpa da Biblia (deus) mandar interpretar assim.

      Espíritos? me mostre um e te dou um doce.

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    • 07/05/2012 - 13:53
      Enviado por: Ezequiel-SP

      No sentido de se explicar através da essência e não do que se está escrito literalmente..

      Essa passagem também está nas epístolas de Paulo….

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  • 30/04/2012 - 18:12
    Enviado por: Kracker

    (complementando)

    Guterman, você como um historiador já teve a oportunidade de ler a moral Suméria? Não achou a biblia parecida demais com essa? Não achou o livro de Noé parecido demais ocm a epopéia de Upnapstim?

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  • 30/04/2012 - 18:14
    Enviado por: Kracker

    *Utnapishtim, corrigindo. São nomes demais nesse assunto…

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  • 30/04/2012 - 18:59
    Enviado por: carlos 3m

    sou contra a queima de livros em geral, principalmente se nao sao usados como arma contra quem quer que seja e quando digo arma, especificamente me refiro a poder causar indiretamente (livros assim como armas nao matam. so humanos matam) mortes ou cerceamento dos direitos individuais.

    um dos problemas do proselitismo eh que fica dificil definir a linha que separa a divulgacao de ideias do cerceamento do direito das pessoas pensar diferente.

    pessoalmente, acho que no caso do proselitismo a iniciativa deve ser do individuo para si e como muito para com sua familia imediata e com limtes, mas nunca com outros.

    acho que mais gente tem essa compreensao por isso acha agressivo quando alguem quer vender algum tipo de peixe religioso, e reage. as vezes em forma extrema.

    mais ainda, todos nos e aqui estou generalizando, fomos criados numa sociedade onde tendemos a favorecer as coisas gratis porque queremos ganhar sem termos custos. mas essa nao eh a forma em que a natureza funciona. para toda acao ha uma reacao como o velho newton nos ensinou.

    dai que devemos todos aprender que nao existe nada gratis. ha um custo por tras e como cidadoes responsaveis vievendo em sociedade temos que ter claro esses custos e estarmos cientes deles para podermos assumir a conta quando ela chegar, e invariavelmente ela chega.

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  • 30/04/2012 - 19:03
    Enviado por: carlos 3m

    falando em humanistas de primeira ordem, apresento o cumpanheiro de alguns de voces que aparecem por aqui. uma beleza de humanista:

    http://www.haaretz.com/news/diplomacy-defense/pioneer-of-global-peace-studies-hints-at-link-between-norway-massacre-and-mossad-1.427385

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  • 30/04/2012 - 20:02
    Enviado por: Romeu

    Kracker
    Guterman, você como um historiador já teve a oportunidade de ler a moral Suméria? Não achou a biblia parecida demais com essa? Não achou o livro de Noé parecido demais com a epopéia de Utnapshtim?

    Boa Kracker. Não só a história do dilúvio foi copiado de um capítulo das pragas de Enlil (foram quatro onde o dilúvio era a última) para reduzir a população, como outras passagens bíblicas.

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    • 30/04/2012 - 21:12
      Enviado por: Kracker

      Valeu, Romeu! (Só pra rimar).

      Falando em sumérios…enquanto o deus da biblia estava suando a tanga pra criar o mundo, eles já tinham inventado a cerveja e domesticado cães. Isso mil anos antes!

      Esses sumérios….sempre aprontando!

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    • 30/04/2012 - 23:00
      Enviado por: carlos 3m

      inveja mata.

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  • 30/04/2012 - 21:18
    Enviado por: Kracker

    Carolina,

    não, você não vai descobrir depois de morrer, porque depois que você morrer, vai virar adubo como qualquer outro ser humano. Você é subproduto do meio em que vive assim como qualquer outro ser/objeto deste planeta. O ser humano NÃO é diferente, tampouco feito “à mão” para ser “a imagem e semelhança de deus”. Pelo contrário.

    Você não tem como provar como Jesus é filho de deus, e também não tem como provar que sequer jesus existiu. Nem você, nem ninguém. E os evangelhos não foram escritos pelas pessoas que carregam seus nomes. Não são originais. Existiram outros que a ICAR deu fim por vontade própria, da mesma maneira que falsificou documentos de historiadores como Tácito para tentar assim documentar a existência de um jesus histórico. Sugiro os livros do Bart Ehrman pra você, vai se surpreender.

    Paradoxal você não se importar com a legitimidade ou não de jesus, mas com suas mensagens. Se não há legitimidade em sua existência, as palavras não eram suas! (“Amai-vos uns aos outros como ama a ti mesmo” é uma cópia descarada de Platão, por exemplo). Mas vamos além…o que um mentiroso fanfarrão tem o que a ascresentar na vida de alguem? Deixe-me ver…

    Lucas 19:27 – Quanto, porém, a esses meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e executai-os na minha presença.

    Lucas 12:47-48 – O servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites mas o que não a soube, e fez coisas que mereciam castigo, com poucos açoites será castigado. Daquele a quem muito é dado, muito se lhe requererá; e a quem muito é confiado, mais ainda se lhe pedirá.

    Lucas 19:27 – Quanto, porém, a esses meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e executai-os na minha presença.

    Lucas 14:26 Se alguém vem a mim e não odiar a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.

    Grandes mensagens. Tem muito mais. Pra mim, isso é um maloqueiro. Outra sugestão de livro: a Biblia. Vai te surpreender também.

    Pra finalizar, não, não havia DNA no Oriente Médio no ano zero. Mas existe hoje. Só não existe um corpo pra fazer o exame. Nem com C14. Vou mais além: as pessoas não tinham poder de cura no ano zero. Também não tinham o poder de andar sobre a água no ano zero. Também não tinham o poder de transformar água em vinho no ano zero. Não existiam os X-Men no ano zero. O ser humano não evoluiu biologicamente do ano zero pra cá. Avançou em tecnologia, sem dúvida, mas basicamente era o mesmo. Apenas mais ignorante…

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    • 01/05/2012 - 07:12
      Enviado por: Lucy Sky

      Pessoa e seus outros, a mensagem em si importa muito mais do que o mensageiro.
      E mais ainda o efeito que provoca nos diferentes populachos no fluxo do tempo. Amem.

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    • 01/05/2012 - 10:26
      Enviado por: Kracker

      Um homicida, latrocida, genocida, estuprador que diz “ame o próximo” é um hipócrita e quem o segue é, no mínimo, cego. E “cegos” sempre existiram e semrpe existirão.

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    • 02/05/2012 - 00:06
      Enviado por: Lucy Sky

      Kracker, Isto eh inegável. Mas existe A MENSAGEM da religião de A a Z que toca as pessoas de bom coração, os humildes e simples. Nem tudo eh preto e branco, existe no meio do caos pelo poder ou a margem dele, melhor pensar assim, pessoas boas e de todas as religiões, que matam apenas para viver e não que vivem para dominar e matar pelo poder.

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    • 02/05/2012 - 00:09
      Enviado por: Lucy Sky

      Há 2 mil anos o ser humano era lógico ilógico agora só somos ilógicos lógicos.

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  • 30/04/2012 - 21:56
    Enviado por: Ronaldo Graciano Facchini

    Radicalismo e fanatismo…piores ainda quando voltados à politica e a religião.
    Se Deus…Alá…Buda…lá sei eu quem mais, não perdoar os pecados dos homens ficará sozinho lá no céu.

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  • 30/04/2012 - 22:21
    Enviado por: AlexT.

    A EUROPA DEVERÍA FECHAR SUA FRONTEIRAS PARA POVOS VIOLENTOS.
    - A Europa sempre esteve perto, ou no centro das guerras mas, a maioría das vezes eram contra povos que sabidamente cultuam a violência e cuja diplomacía é na “porrada”.

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  • 30/04/2012 - 22:35
    Enviado por: Tzweinstein

    Curiosamente, acabei de comprar a versão em português do Corão e de baixar uma versão comentada em inglês.
    Se os muçulmanos “radicais” estão seguindo ao pé da letra o que reza o Livro, melhor que tomemos conhecimento do que nele está escrito. Afinal de contas, eles serão, dentro de poucas décadas, maioria em alguns países da Europa e tem sérios problemas de se aculturarem. A Europa corre sério risco de se tornar muçulmana a médio prazo.
    Afinal, o que realmente reza o texto deste Livro. Quem, entre nós, já se deu o trabalho de lê-lo?

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    • 30/04/2012 - 23:44
      Enviado por: Kracker

      Eu. Sempre me emociono quando o gajo vai para os seus a cavalo. Melhor que isso, só o Joseph Smith recebendo as barras de ouro da suposta divindade.

      É tudo tão bonito.

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    • 30/04/2012 - 23:54
      Enviado por: Kracker

      *céus

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    • 01/05/2012 - 04:02
      Enviado por: Fabio Unique

      Eu não li o Corão mas quando lançarem gostaria de assistir o filme, não havia nem tocado no Novo Testamento da primeira vez que assisti “Jesus Christ Super Star”.

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    • 01/05/2012 - 10:05
      Enviado por: AlexT.

      Fabio Unique, existem outras propostas de filmes sôbre o tema, além do que você assistiu. “Passion”, do Mel Gibson é uma ou, “Maria a Mãe do Filho de Deus”, nacionalizando o gosto.

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    • 01/05/2012 - 11:26
      Enviado por: Fabio Unique

      Eu nem me lembro de todos os filmes que já assisti e não precisa ser um musical como jesus christ superstar, desde que seja um filme, e desde que a narrativa venha do Corão, seria preferível a minha quase total ignorancia do assunto.

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  • 01/05/2012 - 10:12
    Enviado por: Ben

    Eu não chego ao ponto de desprezar o conhecimento dos nossos antepassados de um passado distante. Mas convenhamos, nós acabamos de entrar no século XXI. Se esse líder muçulmano realmente se importa tanto com o bem estar do seu povo, então ele deveria distribuir livros contemporâneos que proporcionem às pessoas uma melhor compreensão do mundo em que vivemos. Que possibilitem que as mesmas possam evoluir e melhorar a sua qualidade de vida.

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  • 01/05/2012 - 10:48
    Enviado por: Claudio Mourão

    Senhores,
    Sera muito dificil a produçao de um filme sobre o Isla/Maome. O fato e que o islamismo proibe o produçao de imagens, assim e impossivel um ator interpretar o profeta maome. O unico filme, que eu saiba, sobre maome/Isla, e uma produçao egipcia, do final dos anos 50, em preto e branco. Para que o filme fosse feito dentro dos preceitos religiosos do islamismo o rosto de maome nunca aparecia, e o filme foi todo feito sob a prespectiva de que a camera filma o que maome estava vendo, uma maneira inteligente usada pelo diretor para sguir as regras islamicas e nao ofender o publico.

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    • 01/05/2012 - 11:50
      Enviado por: Fabio Unique

      Claudio Mourão,

      Uma produção em branco e preto que não mostra Maomé…, é uma forma de estragar o filme antes mesmo dele ser produzido. Que tal uma produção colorida, pode ser em 3-D, mostrando Maomé inteiro, da cabeça aos pés.

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    • 01/05/2012 - 12:10
      Enviado por: Fabio Unique

      PS,

      Se uma produção for censurada no Oriente Médio porque mostra Maomé, vai dar mais publicidade do que os Versos Satanicos, que é só um livro. Publico garantido e ninguém faz nada, pense nisso da próxima vez que reclamarem da taxa de desemprego de 90%.

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  • 01/05/2012 - 11:02
    Enviado por: Claudio Mourão

    Kracker,
    Muito boas as suas colocaçoes. Sobre a sumeria leia sobre Eridu (A cidade, em sumerio), historicamente a primeira cidade existente no mundo. Veja tambem os mitos sobre Upassu (“a aguas primordiais/O mar primodial”), o inicio de todas as saga sumerianas/babilonicas.

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  • 01/05/2012 - 13:35
    Enviado por: Roland Scialom

    Tenho a impressão que o Corão não convenceria os alemães contemporâneos cuja maioria tem escolaridade média completa e entre os quais há muita gente pragmática.
    Por outro lado, Tenho também a impressão que os fans do famigerado furer não o trocariam pelo Profeta Mohamed não trocariam Mein Kampf pelo Corão.
    O ibope do islamismo é maior em sociedades onde a escolaridade é baixa e a organização social feita em castas sacramentadas pela religião.
    Talvez, se um dia, a Terra for castigada por catastrofes enormes, os homens voltem a praticar religiões cujo Deus é vingativo e “castiga os homens que se desviaram do caminho que ele recomendou para eles”

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  • 01/05/2012 - 14:19
    Enviado por: Kracker

    carlos3m diz: “kracker, acho que voce entrou na agua com o pe errado. a frase deprecia quem ve utilidade na religiao, eh parece a mim muito arrogante.”

    Kracker responde: Arrogante é você afirmar que seu deus é poderoso e melhor que o dos outros.
    Arrogante é você dizer que é protegido por ele, e outros não. Arrogante é você se auto-afirmar parte de um povo escolhido por uma divindade. Isso é arrogância. Já a frase em si NÃO deprecia quem vê utilidade em religião. Napoleão disse, e concordo com ele, no tempo em que a frase foi lançada, que religião serve pra que pobres não matem os ricos. Essa é a utilidade da religião. Manter o gado comportado. Só.

    carlos3m diz: “porque alguem que resolve nesses momentos se relacionar com algo que trascende a si proprio seria “fraco”?

    pessoalmente nao sou o que poderiamos considerar religioso mas acho que devemos respeitar quem pensa diferente sem rotula-lo de “fraco”
    ou etc. e nao acho que ser religioso signifique ter que agir irracionalmente.”

    Kracker responde: Sim, é fraqueza. Você tem uma religião porque tem medo do que pode acontecer depois da morte.
    Porque tem medo de ser punido durante a vida.
    Porque não se sente capaz de se proteger por si mesmo.
    Porque não se sente capaz de alcançar seus objetivos por si mesmo.
    Porque não tem discernimento pra definir por você mesmo a razão de você estar aqui.
    Porque você não consegue superar por si mesmo uma perda.
    São N os motivos, e a mistura deles denota fraqueza. Fraqueza, ignorância, busca por ídolos e medo da morte. Que mistura, hein? Mais estonteante que Steinhäger com cerveja.
    Fraquezas são comuns a todos. Eu fumava, essa era uma das fraquezas que eu tinha.
    Na época, ainda com um pingo de religiosidade, pedia deus para me ajudar a aparar de fumar.
    Quem diria, apelando para uma fraqueza para sanar a outra. Logico que não deu certo, e vim a parar de fumar por mim mesmo, pura força de vontade.

    carlos3m diz: “stalin e hitler nao eram particularmente religiosos e mataram mais gente do que religiosos ja fizeram.”

    Kracker responde: filho, você acaba de dar o maior dos tiros no pé. Me admiro alguém AINDA bater nesta tecla dada a avalanche de informações a respeito.
    AMBOS não eram ateus.
    Hitler além de religioso era místico. Cristão de carteirinha, tinha deus em seus discursos e, a propósito, NUNCA foi condenado pelo Vaticano. Pelo contrário, teve dele todo o respaldo (e não tem essa de que o Vaticano tinha suas razões, não há desculpa pra se omitir diante de tais atrocidades cometidas por Hitler).
    Stalin, ainda que com uma relação dúbia com a igreja, nunca poderia ser chamado de ateu. Suas idéias nem sempre eram compativeis com suas ações, portanto parece mais uma figura neutra nesse assunto.

    Refaça seus cálculos, releia seus livros de história. Verás que está BEM errado nessas ultimas afirmações.

    Fiquem na paz de Zeus.

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    • 02/05/2012 - 18:54
      Enviado por: carlos 3m

      kracker, nao me convenceu e nao concordo com algumas das suas afirmacoes mas nao vale o esforco a continuidade. saudacoes arrogantes.

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    • 06/05/2012 - 08:36
      Enviado por: Kracker

      Não estou aqui pra te convencer, não estou aqui pra te fazer concordar, só elucidei alguns fatos em cima do seus comentários, especialmente a respeito de Stalin e Hitler, pois você plantou uma desinformação. Já falei vários posts atrás, não quero ser seu amigo, não sei porque você insiste em vir atrás de mim e de meus comentários. Vai ali falar com a sua panela, vai.

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  • 01/05/2012 - 14:22
    Enviado por: Ezequiel-SP

    Engraçado como são as pessoas.

    Se valem da democracia para imporem sua teocracia. Vamos fazer o contrário prá ver o que acontece ???

    Simples assim.

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    • 01/05/2012 - 15:29
      Enviado por: Roland Scialom

      Jean François Revel, jornalista que escrevia no L’Express alguns anos atras dizia a mesma coisa. A democracia é muito frágil porque permite que extremistas a usem para divulgar suas idéias, doutrinar as pessoas que os apoiarão na tomada do poder que eles exercerão de forma totalitária, eliminando a democracia.
      Por outro lado, que democracia é esta que é manipulada por esquemas economicos perversos que não constroem o bem estar das sociedades?
      A democracia, numa nação de gente instruida onde os sistemas de governo e economico trabalham para o bem estar de todos e todos se sentem bem, não é frágil. Isto é os extremistas não tem espaço nessa democracia. Um exemplo é a Suecia onde nunca houve nenhuma restrição a nenhum partido e onde nenhum extremista conseguiu doutrinar um numero significativo de pessoas.

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    • 01/05/2012 - 20:25
      Enviado por: Ezequiel-SP

      É prá se pensar….

      Abraços

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  • 01/05/2012 - 17:00
    Enviado por: Aenigmatice Aenigmata

    Resposta ao comentário do sr. Fabio Unique, enviado em 30/04/2012 – 19:26

    “As lutas religiosas fazem parte do passado Europeu principalmente antes da Revolução Francesa, mas de lá adiante as lutas se tornariam ideológicas; a primeira guerra mundial, como maior exemplo, foi desencadeada por um efeito dominó de tratados de defesa, e por nenhuma questão teológica.”

    Sim, a Primeira Guerra Mundial não foi causada por questões teológicas. O cerne da questão eram conflitos de interesse. Os continentes africano e asiático já estavam “divididos” pelas potências europeias a parte de 1850. Sempre ocorreram conflitos militares devido às disputas políticas e económicas. Note bem: no fim das contas, quando a fumaça acaba, o que se queria era o ferro, o ouro, a madeira, o diamante, o petróleo, o trabalho sem-esclavizado dos outros, a terra dos outros etc. Teologia ou religião sempre foi APENAS pano de fundo para camuflar ambições materiais muito concretas. Concordas?

    “O que os Europeus precisam se perguntar é porque os Muçulmanos não estão se adaptando a cultura Européia, impedir a distribuição do Corão é um gol contra, daria status de Salmon Rushdie a Maomé.”

    Se os muçulmanos “não estão se adaptando” à nossa cultura, isso é um problema deles. Se resolvesse mudar-me para, digamos, a Arábia Saudita (numquam!), teria de adaptar-me aos costumes e às leis de lá, do contrário poderia ser preso, chicoteado ou até perder meu pescoço. Assim, por quê é que nós Europeus teríamos de aceitar ou tolerar os costumes estranhos de gente que NÃO entende absolutamente nada do estágio sócio-cultural e histórico em que a Europa se encontra agora? Nossas leis não devem ser relativizadas por causa de um erróneo entendimento de “tolerância”. Note bem, o termo tolerância em sua latina procedência significa, entre outras coisas, “permitir a existência ou a prática de alguma coisa sem proibição, sem empecilhos.” Ora, exatamente aqui mora o perigo, pois tolerar conceitos e práticas culturais de gente que se encontra ainda na Idade das Trevas significa fomentar conflitos entre os nativos e os recém-chegados, o que será mais cedo ou mais tarde, inevitável. Não toleramos violências sectárias entre seguidores de Ahmad, Ali, Maomé, ou seja lá que quer que seja, e o seus negadores em nossas cidades, em nosso território. Se querem matar-se mutuamente por tais coisas, pois um é sunita (e suas ramificações!) e o outro é xiita, que o façam em suas cidades natais, em seus países de origem. Aqui, na Europa, com tais ideias, estão completamente fora da realidade. A distribuição de alcoraos nada significa para os alemães ou para a maioria dos europeus (não incluo os turcos, os quais considero orientais, muçulmanos). Felizmente, devido ao alto grau cultural dos povos daqui, tais ações são vistas com um sorriso de ironia, muitas vezes até de pena. A verdade é que, para finalizar, caso a situação se tornasse algum dia insuportável, como por exemplo extrema radicalização “religiosa” e violência contra a população em geral (como em Paquistão, Iraque ou Afeganistão), encontraríamos uma solução para por um fim de vez a tais atos, de um jeito ou de outro.

    Saudações cordiais da velha Europa,
    Aenigmatice Aenigmata

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    • 01/05/2012 - 18:37
      Enviado por: Fabio Unique

      Ta certo, voces não precisam saber porque os Muçulmanos não estão se adaptando, podem emitir cidadania Européia sem maiores critérios exceto a preguiça de limpar suas própria privadas, revogando a ciadania pontualmente e prontamente sempre que a mão-de-obra for inconveniente ao ponto de ter sua própria cultura.

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  • 01/05/2012 - 18:39
    Enviado por: Fabio Unique

    Ta certo, voces não precisam saber porque os Muçulmanos não estão se adaptando, podem emitir cidadania Européia sem maiores critérios, exceto a preguiça de limpar suas próprias privadas, depois podem revogar a cidadania, pontualmente e prontamente sempre que a mão-de-obra for inconveniente ao ponto de ter cultura própria, que atrevimento.

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    • 01/05/2012 - 20:49
      Enviado por: Caio

      Nunca Pensei que fosse dizer isso, mas…….To contigo e não abro!!!!

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    • 01/05/2012 - 23:45
      Enviado por: Ana Lucia SK

      100% de acordo contigo. Só acrescentando que: Islã não é cultura e não apenas uma religião, é um sistema de vida completo.

      Muçulmano é muçulmano em qualquer lugar, não tem porque abrir mão de seus princípios, para dizer que está se aculturando. Exemplo: comer carne de porco, abandonar o hijab e a modéstia sem um bom motivo (emprego, risco de vida, preconceito intenso), beber álcool, relações casuais etc… Quem pratica e tem fé claro que não vai abrir mão dos princípios, não seria justo.

      Muçulmano vai para outro pais para trabalhar, fazer serviço que o “local” não quer fazer. Se ele vai pra trabalhar, respeitar as leis de trânsito, respeitar os outros cidadãos, estar legalizado, pagar seus devidos impostos, por que falam tanto em aculturação?

      E outra: uma boa parte dos muçulmanos na Europa são revertidos!

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    • 02/05/2012 - 09:32
      Enviado por: Ezequiel-SP

      Ótimo pessoal.

      Vamos também falar prá esse povo não matar suas irmãs e suas mulheres porque nesses países aos quais escolheram prá trabalhar existem leis que não são cumpridas por acharem que são islâmicos em qualquer parte do mundo, inclusive acima das leis desses países.

      Se escolheram limpar privadas, que o façam respeitando as leis existentes, ou a porta de saída é a serventia da casa.

      Volte para os seus países. Igualmente serve para nós que não podemos se quer fotografar mulheres muçulmanas, mesmo que estiverem passando por acaso.

      Castração é uma coisa, liberdade é outra. Quem estiver defendendo a castração é porque não sabe exercer a liberdade que no caso exige respeito acima de tudo

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    • 02/05/2012 - 10:17
      Enviado por: Coro, O Persa

      Enquanto na Europa exigem os seus direitos, nos paises onde o Islã domina matam os revertidos.

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    • 04/05/2012 - 00:25
      Enviado por: Ana Lucia SK

      Ótimo pessoal.

      Vamos também falar prá esse povo não matar suas irmãs e suas mulheres porque nesses países aos quais escolheram prá trabalhar existem leis que não são cumpridas por acharem que são islâmicos em qualquer parte do mundo, inclusive acima das leis desses países.

      Aprenda a separar o que é da cultura local e/ou de um povo e o que é da religião. E a atitude de alguns muçulmanos não representa todo o Islã. Quando o terrorista de Oslo fez o que fez, o Cristianismo não levou a culpa. Por que culpar o Islã? Por que é mais conveniente? Aqui mesmo no Brasil, pai mata filho e vice-versa por motivos financeiros ou banais, uma mulher é morta a cada 2h… e você vem culpar o Islã por causa de alguns muçulmanos?

      Se escolheram limpar privadas, que o façam respeitando as leis existentes, ou a porta de saída é a serventia da casa.

      Nada contra limpar privadas, desde que ganhem o MESMO que um “nativo” ganharia fazendo esse serviço e não menos.

      Volte para os seus países. Igualmente serve para nós que não podemos se quer fotografar mulheres muçulmanas, mesmo que estiverem passando por acaso.

      Você gostaria que chegasse alguém, do nada, fotografando sua mulher, sem ao menos conhecê-la? E quem se reverteu ao Islã por livre e espontânea vontade, voltaria para onde?

      Castração é uma coisa, liberdade é outra. Quem estiver defendendo a castração é porque não sabe exercer a liberdade que no caso exige respeito acima de tudo.

      Castração de que? A extrema-direita de alguns países da Europa quer banir o alcorão, remover cidadania de cidadãos que são ou se tornaram muçulmanos., sem contar que querem banir o hijab na Italia!

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    • 04/05/2012 - 19:30
      Enviado por: Ezequiel-SP

      Eu posso até ter generalizado, mas não foge muito disso que eu disse. O islamismo não dá liberdade às mulheres na sua grande maioria. Quem decide o que eu faço ou não, não é nenhuma religião e sim minha consciência.

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    • 04/05/2012 - 21:19
      Enviado por: Ana Lucia SK

      - O direito à herança, à propriedade (sem ser tutelada), ao estudo;
      - O direito de escolha de seu marido, divórcio, manter seu nome mesmo depois de casada;
      - No casamento, a mulher não tem obrigação de ajudar no sustento da casa mesmo se for mais rica, a não ser que ela queira, de livre vontade;
      - É a mulher quem recebe o dote, nem o homem e nenhuma das famílias, ela decide como deve gastar ou não;
      - Homens e mulheres são iguais perante a Deus, sejam no dia do Julgamento, sejam como criaturas;
      - A mulher não é considerada a culpada pelos males da Humanidade, muito menos traiçoeira, ou sedutora no sentido pejorativo;
      - O conceito de pecado original não existe, afinal ambos pecaram igualmente, mas foram perdoados por Deus!

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  • 01/05/2012 - 22:30
    Enviado por: AlexT.

    O mundo nunca mais será o mesmo depois de bin Laden. Graças á Deus.

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  • 02/05/2012 - 01:27
    Enviado por: Hernandez Martín

    PARLAMENTARISMO EM AÇÃO
    Uma nação livre deve buscar o aprimoramento político ideal no Parlamentarismo, como sistema de governo maduro e responsável. Onde adequadamente institucionalizado, é capaz de saber recusar toda forma de opressão sutilmente embutida em proposta de mensagem religiosa. Assim, reclamar da distribuição de um livro cujos seguidores, inspirados nesse livro, explodem a si mesmos e a outros com bombas ainda é pouco. Deve ser terminantemente proibida. Nenhum princípio de liberdade se presta a garantir a difusão de uma obra de mensagem assassina.

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  • 02/05/2012 - 06:03
    Enviado por: Guilherme

    Nada contra estes zumbis religiosos desde que tambem aceitem sem ameacas de morte o direito de outros distribuirem desenhos e charges do profeta Mohammed.

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  • 02/05/2012 - 08:02
    Enviado por: Estéfani JOSÉ Agoston GRIFAO

    Senhor Guterman: A respeito de ” “Onde está a liberdade religiosa?…..”, é algo a se considerar. Considerar se nos países onde o islamismo vigora até como religião oficial, ou mesmo na Indonesia e Filipinas, a distribuição do Novo Testamento e Bíblias é admitida, se nesses países é permitida e protegida a liberdade religiosa.

    Em países onde o islamismo vigora, não só moisaistas são perseguidos, mas também cristãos e outros de outras religiões.

    Muçulmanos radicais utilizam políticas do Ocidente, sem pudor algum, para corroerem of fundamentos do próprio Ocidente; lembremo-nos das agressões contra o estado de Israel, contra os moisaistas ao julgar e meditar sobre ações de muçulmanos.

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  • 02/05/2012 - 09:05
    Enviado por: Frik

    Perigosos não são os livros, e sim as pessoas. Se uma parte importante da Europa se descobre perplexa e com sérias crises de identidade, existenciais (baixo índice de natalidade é só um sinal) , existe também uma Europa que (talvez por estar geograficamente mais próxima da África e da Ásia, e por haver defendido as fronteiras contra invasões Sul-Norte e Leste-Oeste por mais de mil anos ) pode ainda constiruir uma reserva – Deve ser o que é chamado acima nos comentários de “Europa Católica”

    Quanto a esas preocupações com o proselitismo religioso em geral: Se alguém crê (“crente” em sentido mais amplo) – é mais do que coerente que haja proselitismo. Pode parecer um tanto (anacronicamente) ‘iluminista’ da minha parte, mas os melhores antídotos contra o proselitisnmo relgioso em geral é simplesmente (até acima da Educação) – uma Cultura sólida (alguns bons livros para começar)

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  • 02/05/2012 - 10:54
    Enviado por: Templario

    Sabem porque os Templarios não acabaram? Porque vai começar tudo de novo!

    E assim a história se repete incontáveis vezes.

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Marcos Guterman

    Marcos Guterman é jornalista profissional desde 1989. Trabalhou por 15 anos na Folha e desde 2006 está no Estadão, onde edita a Primeira Página. É historiador, com graduação e mestrado pela PUC-SP. Atualmente faz doutorado em História na USP, tendo o nazismo como tema de pesquisa. É autor do livro "O Futebol Explica o Brasil". Sua pátria é o Santos Futebol Clube.
    Contato: marcos.guterman@grupoestado.com.br

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