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Marcos Guterman

O Congresso boliviano, dominado pelos partidários do presidente Evo Morales, aprovou uma mudança no código penal do país que descriminaliza relações sexuais entre jovens de 12 a 15 anos.

Como noticia o Clarín, o artigo 308 pune quem mantém relações sexuais com menores de 14 anos, mas exime de sanção “as relações consensuais entre adolescentes maiores de 12 anos, sempre que não exista diferença de idade maior de três anos, entre ambos, e que não se tenha produzido violência nem intimidação”.

A oposição, claro, estrilou, dizendo que o texto libera as relações sexuais entre crianças. Já os governistas afirmaram que os críticos não entenderam bem o espírito da lei – que, dizem, trata apenas de casos “excepcionais” e busca evitar que adolescentes sejam tratados como criminosos.

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A Justiça dos EUA concluiu que a FCC, órgão regulador das comunicações no país, exagerou ao determinar que diálogos com referência a sexo e a excrementos são sempre indecentes, informou o site da TV CBS.

 “Ao proibir todas as ‘patentemente ofensivas’ referências a sexo, órgãos sexuais e excreção, sem dar a adequada orientação sobre o que ‘patentemente ofensivas’ quer dizer, a FCC efetivamente constrange a manifestação de ideias, porque as emissoras não têm como saber o que a FCC vai considerar ofensivo”, diz a sentença do tribunal de apelações em Manhattan.

A regra está em vigor desde 2004, estabelecida depois que o cantor Bono soltou a expressão “fucking brilliant” durante uma premiação do Globo de Ouro. Para a FCC, a palavra “fucking”, em qualquer contexto, “tem uma inerente conotação sexual”.

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As fantasias com “atletas sexuais”, que supostamente transam por horas, deveriam ser abandonadas. É o que dizem Eric Corty e Jenay Guardiani em estudo publicado no Journal of Sexual Medicine.

Os pesquisadores ouviram terapeutas sexuais nos EUA e no Canadá para conhecer a opinião sobre qual deveria ser a duração da “latência ejaculatória” do pênis na penetração vaginal. Na média, os especialistas consideraram “adequada” uma latência ejaculatória de 3 a 7 minutos; “desejável”, entre 7 e 13 minutos; “muito curta”, entre 1 e 2 minutos; e “muito longa”, entre 10 e 30 minutos.

Para os pesquisadores, o estudo mostra que a percepção generalizada sobre o que seria uma relação sexual satisfatória – quanto mais longa, melhor – é baseada em falsa premissa e acaba gerando estresse desnecessário no relacionamento amoroso.

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Um grupo de especialistas ligados à polícia da Holanda defendeu a liberação do sexo nos parques do país. O exemplo, para eles, é Amsterdã, cujo principal parque, o Vondelpark, a partir de setembro não reprimirá mais os casais que resolverem transar no local – desde que seja à noite, longe do playground das crianças e sem deixar rastro de camisinhas.

“Por que temos de tentar manter algo que é impossível manter (o veto ao sexo), que não atrapalha ninguém e, para certas pessoas, significa muito prazer?”, questionou uma autoridade da capital holandesa.

A mesma resolução, por outro lado, manteve a proibição aos cachorros no parque. Para os especialistas, os animais atrapalham os usuários que estão tomando banho de sol e andando de bicicleta.

(via Freakonomics)

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“Muitas mulheres que não se vestem modestamente levam os homens jovens a se desviar do bem, corrompem sua castidade e espalham o adultério na sociedade, o que aumenta os terremotos.”

Frase de HOJATOLESLAM KAZEM SEDIGHI, clérigo iraniano, ao explicar a onda de terremotos no mundo.

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O debate durou 25 anos, mas agora virou norma: a Universidade Yale proibiu que seus funcionários – leia-se: professores – tenham casos amorosos com alunos.

Segundo a direção, a instituição “tem a responsabilidade de proteger os estudantes de um comportamento que é destrutivo para eles e para seus objetivos dentro da escola”. A justificativa, diz, é que os estudantes “são particularmente vulneráveis ao poder institucional desigual inerente à relação professor-aluno e ao poder de coerção, por causa de sua idade e de sua relativa falta de maturidade”.

Um professor que defendia o veto resumiu: “Os pais não mandam seus filhos a Yale para que eles durmam com os professores”.

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A floresta de Darwen, pequena cidade inglesa, era usada pelos jovens moradores locais como aconchegante ambiente para sexo casual. Diante disso, as autoridades não tiveram dúvida: mandaram derrubar as 6.000 árvores, para acabar com a pouca-vergonha.

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14.março.2010 00:27:16

Camisinhas tamanho P

A Suíça autorizou a venda de preservativos feitos especialmente para meninos de 12 a 14 anos. O diâmetro do produto tem 4,5 centímetros, contra 5,2 centímetros dos modelos mais comuns, segundo o jornal Público.

A ideia é conseguir proteger os meninos que já fazem sexo, mas não têm preservativos adequados para sua idade.

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05.março.2010 14:15:35

O que é “fazer sexo”?

Uma pesquisa do Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana (EUA), descobriu que não há consenso sobre o que significa “fazer sexo”. Para 95% dos entrevistados, “fazer sexo” significa intercurso entre pênis e vagina. Quando se pediu que os pesquisados “qualificassem” o ato, 89% responderam que “fazer sexo” significa intercurso entre pênis e vagina, mas com ejaculação do homem.

Para 20%, sexo anal não é “fazer sexo”. Para 30%, o mesmo se aplica a sexo oral.

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23.fevereiro.2010 19:07:47

Sexo anal, por Edir Macedo

O bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, expressou em seu blog suas impressões a respeito de sexo anal. Vale a reprodução integral:

 “O ato conjugal trata do relacionamento sexual entre o marido e sua mulher. O que pode ou não nesse ato? A Bíblia não especifica como se deve fazê-lo. Apenas adverte quanto ao que é contrário à natureza (Romanos 1.26).

A meu ver, contrário à natureza significa tudo que distorce a harmonia entre Deus, o ser humano e a natureza.

No sexo anal, o reto é agredido com uma introdução estranha à sua natureza. Ele não está na função de receber, mas de expelir. Expelir o quê? Fezes, excremento ou cocô. As fezes são o lixo do corpo humano. Usar o ânus como objeto de prazer é o mesmo que degustar um belo jantar a dois no meio do lixão. Não faz sentido. É questão de higiene, de saúde e, sobretudo, de inteligência.

Entretanto, cada um é dono de seu próprio corpo e faz dele o que bem entender. Por isso, nos foi dado o livre arbítrio.

O cristão sabe que seu corpo é templo do Espírito de Deus. E como tal, não aceita submeter-se a nada contrário à natureza”.

 

Via Lauro Jardim

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