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Marcos Guterman

Um estudo divulgado nesta semana nos EUA mostra que adolescentes criados por casais de lésbicas não têm problemas sociais, psicológicos e educacionais, se comparados àqueles criados por casais da chamada “família tradicional”.

A pesquisa, que acompanhou 78 jovens desde o nascimento até quase 20 anos de idade, concluiu que eles “demonstram saúde psicológica bem ajustada”, o que contraria os críticos de casais homossexuais que reivindicam o direito à paternidade.

A autora do estudo, Nanette Gartrell, da Universidade da Califórnia, disse ao U.S.News & World Report que o resultado prova que as mães lésbicas são “muito empenhadas”. Ela acredita que o mesmo ocorra com pais gays. “Não importa se é gay, lésbica ou heterossexual: paternidade boa é paternidade boa”, concorda o terapeuta familiar Andrew Roffman, da Universidade de Nova York.

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O slogan da nova campanha do McDonald’s na França, voltada para os gays, é “Venha como você é”.

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Reportagem da Newsweek constata que os gays americanos que se aposentam estão se recusando a se tornar “invisíveis” – ou seja, assumem sua homossexualidade mesmo numa idade em que o preconceito é ainda maior do que em relação aos jovens homossexuais. Mais que isso: como não têm filhos que os sustentem, e geralmente são brigados com o resto da família, esses senhores se preocupam muito mais cedo com a aposentadoria, amealhando patrimônio para a velhice.

E o mercado americano já percebeu isso, oferecendo-lhes a oportunidade de morar em comunidades exclusivas para gays e, sobretudo, oferecendo planos de saúde que reconheçam os direitos dos parceiros homossexuais. “Eles querem as mesmas coisas que os aposentados heterossexuais”, diz Veronica St. Claire, que criou a Associação Gay e Lésbica para Aposentados. “Eles querem um lugar seguro e tranquilo para ficar.”

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O general americano da reserva John Sheehan, ex-comandante da Otan, sugeriu que a presença de gays no Exército holandês foi decisiva para sua fraca atuação durante a Guerra da Bósnia (1992-1995). Era dos holandeses a responsabilidade por Srebrenica, local do massacre de muçulmanos por sérvios bósnios.

Na opinião de Sheehan, os países europeus abriram seus Exércitos a todo tipo de gente porque, com o fim da URSS, julgaram que não havia mais necessidade de ter uma força militar com poder de combate.

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08.março.2010 15:44:50

“Sou gay”

Roy Ashburn, parlamentar republicano da Califórnia, é bastante conhecido por sua intransigente oposição aos direitos dos homossexuais. Por isso, o mundo político americano se surpreendeu quando ele foi flagrado num bar gay na semana passada. Em vez de tentar dar qualquer desculpa esfarrapada, Ashburn declarou:

“Sou gay. Essas são as palavras que pesaram tanto para mim por tanto tempo”.

(Via TPM)

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Uma pesquisa feita pela Universidade da Califórnia mostra que as Forças Armadas que fizeram uma transição rápida de proibição para a permissão total de homossexuais assumidos em suas fileiras não experimentaram problemas, diz o New York Times.

Um dos autores do estudo é Nathaniel Frank, defensor do fim imediato das restrições aos gays assumidos no Exército americano. Suas conclusões conflitam com as do Pentágono, para quem a transição deve ser feita a longo prazo.

Segundo o trabalho, os gays assumidos não minaram a moral das Forças Armadas, não causaram pedidos de baixa nem levaram outros soldados a “sair do armário” em quantidades significativas. Também não se verificaram casos de assédio contra os homossexuais.

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