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Marcos Guterman

28.outubro.2011 11:21:20

Quando “democracia” é fumar um baseado

Estudantes universitários irritados com uma ação da PM contra três colegas que fumavam maconha na USP, na noite desta quinta-feira (28), depredaram carros da polícia e invadiram o prédio da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. A reação foi liderada por integrantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE), com a ajuda do Sindicato dos Funcionários da USP. O episódio mostra o quanto de cinismo se instalou no chamado “movimento estudantil”.

Fumar maconha é contra a lei, e a polícia tentou simplesmente cumprir o seu dever. Mas a inversão moral que se está operando no meio universitário quer imputar crime à PM, e não aos usuários de droga. O argumento central dessa inversão é a memória da atuação da Polícia Militar durante a ditadura, quando a corporação cometeu todo tipo de barbaridade contra os dissidentes do regime militar – e o meio universitário foi vítima particularmente preferencial da ação daqueles gorilas.

Mas os tempos obviamente são outros. Vivemos sob regime democrático há mais de 20 anos. A despeito de ainda haver tortura em delegacias e arbitrariedades cometidas por policiais, não dá para comparar a atual PM com a que serviu de pilar da ditadura.

Ademais, a violência no campus da USP é uma realidade inescapável. Estupros, assaltos e até assassinatos tornaram a vida dos estudantes um terror. A PM, mantida fora da universidade por conta de seu passado, foi chamada para reforçar a segurança, que era feita por agentes particulares desarmados. A necessidade da presença da PM no campus era óbvia demais para ser objeto de discussão – afinal, quantos alunos mais teriam de ser mortos, estuprados e assaltados até que alguém resolvesse deixar os pruridos ideológicos de lado e pedir socorro à cavalaria?

Ao “movimento estudantil”, no entanto, interessa alimentar a imagem de que o campus universitário público é um território “sagrado”, fora da jurisdição do Estado que o financia e que tem o dever legal de regulá-lo. O objetivo disso é transformar o campus em “território livre”, no qual contravenções como fumar maconha e ocupar prédios públicos são travestidas de “exercício de democracia”.

Para perceber o absurdo da situação, nem é preciso entrar no mérito do consumo de drogas em si – afinal, todo aluno medianamente bem informado sabe muito bem que o pagamento pelo “inocente baseado” ajuda a financiar narcotraficantes que, no limite, ameaçam a própria democracia que esses alunos dizem defender, por meio de máfias instaladas no Estado.

Obviamente a experiência estudantil não pode se resumir a entrar em sala de aula e frequentar bibliotecas – pequenas transgressões também fazem parte do crescimento intelectual dos cidadãos, e o ambiente universitário é ideal para isso. No entanto, esses mesmos alunos têm de saber que, num Estado democrático de direito, existem leis e que a polícia, responsável pela segurança e a integridade de toda a coletividade, tem o dever de fazê-las respeitar. Colocar-se acima da lei, como quer esse “movimento estudantil” em nome de uma suposta “luta pela liberdade”, é criar enclaves de privilégio inaceitáveis na sociedade.

comentários (406) | comente

406 Comentários Comente também
  • 28/10/2011 - 11:29
    Enviado por: Qualeda

    “Fumar maconha é contra a lei” ache no texto da Lei a parte que confirma isso que você falou. Vários verbos são partes do tipo penal, fumar não está incluso entre eles. Por favor corrija-se!

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    • 28/10/2011 - 11:38
      Enviado por: Marcos Guterman

      Caro, sua leitura da lei é muito peculiar. Quer dizer que o sujeito não pode transportar maconha, mas pode fumar?

      Volte lá no texto da lei e veja:

      Art. 28. Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas (…).

      A PM flagrou os estudantes em pleno “consumo pessoal”.

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    • 28/10/2011 - 12:07
      Enviado por: Carlos Vicente

      Perfeito, Marcos ! Impossível fumar sem transportar, ainda que momentaneamente (na hipótese de alguém estar portando e levar o baseado até a boca do fumante. Mas, mesmo assim, configura-se a co-autoria).

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    • 28/10/2011 - 12:21
      Enviado por: Lucas Pereira

      Leiam o artigo 42 parágrafo 2 da lei 11.343.

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    • 28/10/2011 - 13:09
      Enviado por: Ju

      . Fumar é crime e está dentro da expressão trazer consigo, que prova a materialidade do delito. Não a toa o maconheiro, quando avista a polícia, engole a droga. Mas o que eu acho pior é ter que bancar maconheiro, pagando defensor público para ele…pois é, somos nós, quem, além de sofremos com o traficante, paga para o delinquente(quem pratica crime é delinquente) se safar da justiça.

      Defensoria públic só deveria servir às vítimas, e ao delinquente até a condenação. A partir dai , deveria pagar pelo uso da defensoria.

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    • 28/10/2011 - 13:17
      Enviado por: claudio ribeiro

      epa…o artigo 42 não tem paragrafo 2…

      Art. 42. O juiz, na fixação das penas, considerará, com preponderância sobre o previsto no art. 59 do Código Penal, a natureza e a quantidade da substância ou do produto, a personalidade e a conduta social do agente.

      e ja pula para o

      Art. 43. Na fixação da multa a que se referem os arts. 33 a 39 desta Lei, o juiz, atendendo ao que dispõe o art. 42 desta Lei, determinará o número de dias-multa, atribuindo a cada um, segundo as condições econômicas dos acusados, valor não inferior a um trinta avos nem superior a 5 (cinco) vezes o maior salário-mínimo.

      ou então voce passou a lei errada !

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    • 28/10/2011 - 13:28
      Enviado por: claudio ribeiro

      Provavelmente vc quis dzer

      Art. 48. O procedimento relativo aos processos por crimes definidos neste Título rege-se pelo disposto neste Capítulo, aplicando-se, subsidiariamente, as disposições do Código de Processo Penal e da Lei de Execução Penal.

      § 2o Tratando-se da conduta prevista no art. 28 desta Lei, não se imporá prisão em flagrante, devendo o autor do fato ser imediatamente encaminhado ao juízo competente ou, na falta deste, assumir o compromisso de a ele comparecer, lavrando-se termo circunstanciado e providenciando-se as requisições dos exames e perícias necessários.

      que , pelo que li na materia, é o que os PMs iam fazer :

      “O flagrante havia sido feito cinco horas antes. Segundo o tenente Luiz Salles, do 16.º Batalhão, a intenção inicial era fazer um TERMO CIRCUNSTANCIADO na própria universidade, o que evitaria a ida ao DP. Mas PMs ficaram com os documentos dos três estudantes e a situação esquentou com a chegada de integrantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e do Sindicato dos Funcionários da USP, que iniciaram o bate-boca. Mais alunos foram se aglomerando e a tentativa de professores e PMs de contornar a situação foi interrompida. “

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    • 28/10/2011 - 14:08
      Enviado por: Eliana França Leme

      Mocinho(a), escute aqui! A DEMOCRACIA supões DIREITOS E DEVERES. Aprenda isso para se tornar um cidadão. LIBERDADE NÃO SIGNIFICA FAZER O QUE QUER. Significa respeitar leis do país onde vive e significa, sobretudo, respeitar o seu próximo. Não vejo esse respeito quando estudantes mimados, filhinhos de papai, mal educados, depredam carros e prédios da USP pagos com o dinheiro público, portanto com O MEU, COM O DO SEU PAI QUE TRABALHA PARA VOCÊ ESTUDAR LÁ, com o dinheiro sobretudo dos que mais lutam para conseguir alguma coisa nessa vida. Vao trabalhar, se não desejam estudar, vão fazer algo de útil na vida, além de FUMAR MACONHA! Tenha dó!!!!

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    • 28/10/2011 - 14:46
      Enviado por: Ilian

      Esses baderneiros não representam os estudantes da USP, é a manada comandada por alguns espertos incluindo-se aí funcionários que deveriam ser demitidos por justa causa.
      A lei é a lei, e deve ser obedecida, principalmente pela polícia que é paga para isso.
      Os próprios alunos que foram pegos pela PM não concordam com essa baderna.
      Eles querem garantir os “direitos” de quem?

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    • 28/10/2011 - 16:57
      Enviado por: jose

      Por mais absurdo que seja este entendimento, ele está na moda, é o relativismo moral. Vai de encontro com outros, como, por exemplo, caixa dois não é corrupção, pois é culpa do sistema capitalista, portanto, “moralmente” aceito para o “povo” tomar o poder. Só que quem está no poder, de “povo” não tem nada. Assim, devemos mudar o prisma de como vemos o problema. Hoje a visão do mal é materializada no traficante, e do coitado incompreendido, o viciado, geralmente o filhinho do papai e da mamãe. É a mesma visão que a destruidora de lares e da moral é a prostituta e não o “coitado” que utiliza de seus serviços. Ora, não há traficante se não há usuário. Não há dinheiro para alimentar a violência sem o usuário. Quanto à questão social, o traficante do morro, na maioria das vezes, foi uma criança favelada, que cresceu sem perspectivas, e em total abandono social. O viciado pagante, na maioria das vezes, teve várias oportunidades quando criança e não teve a capacidade moral de valorizar nenhuma delas. Daí, quem é o maior culpado nesta história? Para a sociedade hipócrita e elitista, a prostituta e o traficantes, para mim, quem sustenta estes flagelos da humanidade.

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    • 28/10/2011 - 17:17
      Enviado por: Rosberg Farias

      “Para perceber o absurdo da situação, nem é preciso entrar no mérito do consumo de drogas em si – afinal, todo aluno medianamente bem informado sabe muito bem que o pagamento pelo ‘inocente baseado’ ajuda a financiar narcotraficantes que, no limite, ameaçam a própria democracia que esses alunos dizem defender, por meio de máfias instaladas no Estado.” Que peripécia essa sua afirmação. Tu és pelo jeito algum ressentido! que comentário mais infantil! tu és um tolo. E se queres mesmo saber, são essas pessoas do teu tipo que alimentam o narcotráfico, pois ele se desenvolve por meio da ignorância (e da covardia) da maioria dos brasileiros. Os traficantes te louvam pois sabem que quanto mais idiotas desta estirpe (e da dos maconheirinhos) existir neste país, mais ricos e criminosos eles se tornarão. Os maiores responsáveis pela questão da droga hoje no Brasil são esses ignorantes e covardes, que escondem algo de muito medonho e inescrupuloso por trás de sua enorme hipocrisia. Quanto mais idiotas com posições desse tipo, mais os traficantes lucrarão. Isso é um fato já comprovado nos Estado Unidos, onde essa hipocrisia chegou a níveis alarmantes e quanto mais se gasta dinheiro público na caça aos maconheiros (US$ 218 bilhões só na década de 1990), mais a juventude americana consumia maconha. O sempre suspeito Nixon aproveitou-se dessa questão para manipular o eleitorado americano. Tudo hipocrisia, desvio de atenção e motivação para o desrespeito às liberdades individuais a ponto de a caça ao baseado ser mais maléfica àquela sociedade do que a própria droga em si. O Brasil, de praxe, quando não cria novos desvios às mesmas regras, copias as mais suspeitas regras de outros países.

      E essa tua interpretação da lei é tão canalha, mas tão canalha, que eu penso que farei melhor se não a comentá-la, para não descer ao teu tão baixo conceito.

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    • 28/10/2011 - 19:29
      Enviado por: Fabio Figueiredo

      Marcos, como cidadão, ao 74 anos estou cansado de pagar imposto para dar universidade gratuitamente. O direito de estudar numa escola pública não inclui os estudantes fazerem as regras. A sociedade tem regras democráticas que eles devem seguir. A Universidade não é deles, é do povo e o povo é que deve mandar, e não uns esquerdinhas ridículos que se dizem contra os exploradores do povo. Eles são os exploradores do povo, gastam inutilmente os impostos que pago. E então a decepção : dentre as 200 melhores universidades do mundo a USP é a única brasileira em ridículo 164º lugar, e caindo. Continuem fumando seu baseado e fazendo as regras para a polícia seguir, assim em breve a USp estará um lixo.

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    • 28/10/2011 - 19:37
      Enviado por: marcos daniel

      Está certo dizer que fumar maconha não é crime, mas isso é uma filigrana jurídica. Só não haverá crime se você fumar o baseado e não sobrar nada na sua boca nem na sua mão porque a simples posse configura crime. Só se o baseado inteiro virar fumaça como na música do De Menos Crime (“Fogo na Bomba”).
      Parabéns pelo texto.
      Espero que os representantes da lei, da democracia e do bom senso não recuem um milímetro e imponham uma importante e necessária derrota a esses esquerdopatas e maconheiristas que são minoria dentro da própria Fefeleche.

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    • 28/10/2011 - 20:44
      Enviado por: Alevino

      Ignóbil Qualeda, vá pentear macaco. Enquanto isso, aproveite para estudar. Alguma coisa decente que as nossas universidades não ensinam. Ignorância tem cura.

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    • 29/10/2011 - 00:15
      Enviado por: Jesiel

      Sou fã desse tal de Marcos Guterman!!!! rsrs

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    • 30/10/2011 - 10:48
      Enviado por: Luis Eduardo

      Caro Qualeda!

      Faça um favor a si mesmo: “Deixe de ser ridículo!”

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    • 30/10/2011 - 11:18
      Enviado por: Mário Rolim

      É pareçe que o Marcos foi na faculdade e aprendeu as leis .

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    • 30/10/2011 - 14:36
      Enviado por: Jose

      Esse papo de “liberdade individual” de um cidadão aí abaixo
      para justificar o consumo livre de maconha é de uma imbecilidade
      descomunal.

      Na USP, é fácil encontrar os idiotas: é só ir na FFLCH.
      Esse tipo de atitude é tão tradicional lá.
      O pior é que ainda acham que têm algo a contribuir
      para a sociedade…

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    • 08/11/2011 - 16:08
      Enviado por: Beatriz

      Esta no artigo 28 da lei de entorpecentes ( 11.434/06) est’a descrito o tipo, so de portar a droga ‘e motivo pra cadeia. Seu mane vai estudar antes de falar borracha!!!! PM cacete nelessssssssssss

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  • 28/10/2011 - 11:38
    Enviado por: João Só

    Mas custava mesmo esse reitorzinho fascista simplesmente combinar com a PM que o trabalho deles alí dentro é evitar crimes como roubo, assalto e estupro e não encher o saco de estudantes que não estavam incomodando ninguém?

    É por isso que esse cretino é persona non grata na São Francisco.

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    • 28/10/2011 - 11:48
      Enviado por: Do Contra

      Quem consome drogas ajuda a sustentar o tráfico e toda a a violência que o cerca: assassinatos, contrabando de armas, sequestros e por aí vai. Não sou fã da PM e dela tomei chacoalhos na época da Ditadura, mas concordo que a lei está aí para ser seguida. O raciocínio do Guterman é correto.

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    • 28/10/2011 - 12:11
      Enviado por: Paulo

      Os estudantes estão incomodando sim. Estão me incomodando porque estão ajudando traficantes de drogas a vender o seu produto. E são traficantes que promovem toda sorte de violências contra todo tipo de cidadão, desde o pobre e honesto que vive nas favelas e não tem paz por causa deles até os ricos que podem ser assaltados qualquer hora.
      Se você tem algo contra o reitor da USP, não é fumando maconha que vai ajudar a destituí-lo. O reitor está certo, não tem que combinar nada, a lei é a mesma lá dentro do campus ou aqui fora, o vestibular não dá salvo conduto a ninguém para ficar à margem da lei e não ser punido.

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    • 28/10/2011 - 12:14
      Enviado por: Laura

      Não entendi: vc quer que o reitor combine com a PM que dentro da USP as leis não valem como no resto do país?

      Estudantes fumando maconha me incomodam sim. Financiam o tráfico que aumenta a violência no país em que eu vivo. E enquanto eu estudava NA USP, me incomodavam fumando maconha nas janelas da sala de aula.

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    • 28/10/2011 - 12:18
      Enviado por: Daniel

      Quer dizer que o reitor deve forncer a PM uma lista dizendo quais
      crimes devem ser combatidos e quais devem ser tolerados? Crime
      é crime, e, apesar da autônomia, a USP se encontra no território
      brasileiro, e, lá dentro, ainda vale a constituição — a contragosto
      de muitos; neste caso, obviamente, dos traficantes que ganham
      muito dinheiro na universidade.

      Ailás… é bem claro que tudo isso foi orquestrado… a PM
      recebeu uma denúncia contra esses estudantes; e haviam
      entrado em acordo para não prendê-los, quando começou
      o quebra-quebra.

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    • 28/10/2011 - 12:20
      Enviado por: Antonio

      Essa boa: “combinar com a polícia para que esta não cumpra a lei”. Totalmente sem noção.

      A propósito, a lei é brandíssima. O juiz olha para os maconheiros e diz: “ai, ai, ai, isso é feio”.

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    • 28/10/2011 - 12:21
      Enviado por: enrvis

      Que comentário mais imbecil! Só porque estão dentro do campus estão acima da lei?! Que absurdo!

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    • 28/10/2011 - 12:30
      Enviado por: Ricardo

      Acho que você vai ficar Só, João , com este comentário…

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    • 28/10/2011 - 12:36
      Enviado por: Susi Pinkuss

      Independente de quem se sente incomodado ou não com o ato de fumar maconha, existe apenas um detalhezinho: É ILEGAL. Porque o universitário e a universidade são diferentes do resto do país? Acordem!

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    • 28/10/2011 - 12:39
      Enviado por: Junior

      João Só, entendo você cara.
      As pessoas têm que saber que os maconheiros da USP fumam apenas baseado comprado de gente do bem, não de traficantes. Estes baseados que eles fumam são cultivados nos jardins de mosteiros e de intidades filantrópicas, onde todo lucro pela venda vai para alimentar famintos e ajudar os pobres, além de ajudar na recuperação de viciados em drogas de verdade como coca e eroína.
      Quem estuda na USP, só estuda lá porque é inteligrnte. E quem é inteligente não ia fazer a burrice de financiar o tráfico, cuja a violência pode causar mortes até dentro da USP. Certo?

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    • 28/10/2011 - 12:45
      Enviado por: Thiago Forni

      Combinar com a polícia uma alternativa ao código penal? Por que você acha que na USP não valem as leis que valem para todos os outros paulistas em todos os outros lugares do estado?

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    • 28/10/2011 - 13:18
      Enviado por: Alexandre

      Esse João “SÓ” falou besteira…e obviamente deve ser outro usuario. Nesses casos o estado tem que agir com rigor. Retirar os drogados do predio publico e reestabelecer a ordem. Afinal somos nós que pagamos o ensino deles. O mais preocupante é que amanha essa raça estará em posições estrategicas da sociedade divulgando o uso de drogas. Incrivel o poder de mobilização dos drogados: Marcha da maconha, invasão de predio publico, porém essa cambada não se mobiliza para criar marcha contra corrupção, contra violencia, saude precaria…PAU NELES E VÂO ESTUDAR SEUS VAGABUNDOS!!!

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    • 28/10/2011 - 13:41
      Enviado por: Jakob Ibrahim

      João, você curte ser do contra, né?hehehe.

      Os estudantes atuais são mais burros e exibidos que os de antigamente, que iam lá na FAU, no fumódromo, e faziam das suas sem querer ficar se mostrando (não pra quem está na rua, claro).

      No mais, a polícia agiu certo. Realmente é uma desmoralização total do poder público, você sair na rua e ver um babaca fumando maconha impunemente, como se fosse a coisa mais normal do mundo e se achasse acima da Lei.

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    • 28/10/2011 - 13:42
      Enviado por: João Só

      É claro que para falar mal dos estudantes da USP não é necessário a capacidade de ser aceito na USP. Por essa razão existe tanta gente aqui com evidentes e seríssimas dificuldades intelectuais para comprovar isso.

      Os fascistas que são incapazes de enxergar o mundo em que vivem deveriam me esclarecer porque existe a cracolândia e bocas de fumo que toda a polícia sabe onde fica. Mas, é claro, a polícia nunca foi famosa pela coragem. É muto mais seguro a pega muito melhor com a neo-gurilada prender, achacar e abusar de estudantes.

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    • 28/10/2011 - 13:43
      Enviado por: Ezequiel-SP

      Será que se eu comprar uns baseadinhos vão me dar nota fiscal paulista ????

      Estou cadastrado no sistema…

      Vai se catar meu amigo.

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    • 28/10/2011 - 13:47
      Enviado por: Maurício

      Combinar com a PM quais os crimes deve combater e quais deve fingir que não vê???

      Meus Deus, João, não sabia que a maconha podia queimar TANTOS neurônios!!!

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    • 28/10/2011 - 14:16
      Enviado por: Robson

      A lei é iguais para todos. Em instituições e territórios públicos a lei deve ser cumprida a risca, e não a conveniência de parte aplicar apenas uma parte. Vc João tão contraditório, deve ser algum dos maconheiros(criminosos), transvertidos de estudantes.

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    • 28/10/2011 - 14:19
      Enviado por: Jakob Ibrahim

      João, nesse ponto você tem razão. É mais midiático agir contra esses babacas maconheirinhos, do que coibir os usuários na Cracolândia. Eu trabalhava no Bom Retiro, e sempre que ia até a Sta. Ifigênia, via aquela fila de usuários de crack sentados no chão, fumando seus cachimbinhos. Pareciam aqueles mortos-vivos do clipe “Thriller”, de Michael Jackson. E nada de polícia. Nunca.

      Um dia, eu estava com minha namorada e um amigo de Curitiba, num táxi. Havíamos comido uma pizza e o levamos até o hotel, ali na região do Bom Retiro. Pois bem. Depois de o deixarmos, o taxista fez uma conversão ilegal na própria rua, completamente vazia (fez a volta ali mesmo). Uma viatura que passava por ali viu a cena e resolveu nos abordar. Mas não estavam nem aí para a conversão. Queriam as ‘drogas’. “Mas que drogas?”, eu perguntei. Nos revistaram, checaram documentos, nos colocaram com as mãos contra a parede, procuraram drogas nos lugares mais absurdos dentro do carro. Detalhe: era 0h. Não acharam nada. Aí, comecei a conversar com o PM: “Está na cara que não somos drogados, nem traficantes. O táxi fez uma conversão ilegal, mas são meia-noite! Agora, por que vocês não vão atrás dos viciados e traficantes lá no Lgo. do Arouche? Nós estávamos lá, no Gato que Ri, e tem um monte lá, pelas ruas”. Sabe o que o cara me respondeu: “Que aquilo era um ‘pobrema social’ e que quem tinha que ver com isso era a polícia civil”. Aí, começou a descer a lenha na Polícia Civil. E ficou tudo por isso mesmo.

      Na hora, só consegui pensar com meus botões: “Gambé filho da p…”. Mas diante de um revólver, você tem que saber se controlar.

      Mas esse é o retrato de uma polícia que, por não agir onde prioritariamente deveria agir, não aprendeu a conquistar o respeito da população. Por isso, AGORA entendo seu comentário. Abs!

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    • 28/10/2011 - 14:28
      Enviado por: João Só

      Caro Jakob,

      você sempre me surprende com seu conservadorismo avant-garde. Quer dizer então que se uma lei está errada todos devem acatá-la sem quaisquer questionamentos e movimentação política? Se essa barbaridade for verdade os estadunidenses ainda estariam pendurando negros em árvores.

      Se querem proibir drogas, proibam todas. Álcool etílico, tabaco, etc… É só uma questão de coerência.

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    • 28/10/2011 - 14:48
      Enviado por: Ilian

      Esses baderneiros não representam os estudantes da USP, é a manada comandada por alguns espertos incluindo-se aí funcionários que deveriam ser demitidos por justa causa.
      A lei é a lei, e deve ser obedecida, principalmente pela polícia que é paga para isso.
      Os próprios alunos que foram pegos pela PM não concordam com essa baderna.
      Eles querem garantir os “direitos” de quem?

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    • 28/10/2011 - 14:57
      Enviado por: Jakob Ibrahim

      João, um amigo meu me define como comunista-fascista-bichogrilo hehehe. Tem um pouco de tudo.

      Acho que você não leu meu último comentário, que foi escrito quase junto de sua resposta. Realmente, a PM -e o poder público em geral- sempre dá preferência para ações midiáticas. Por isso contei uma historiazinha real, que vivi perto da região da Cracolândia.

      Agora uma coisa, João: não dá pra misturar segregação racial com apologia ou uso de drogas. São coisas completamente diferentes.

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    • 28/10/2011 - 15:00
      Enviado por: Daniel

      Pessoal,
      Não percam tempo com um comentário imbecil desses.

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    • 28/10/2011 - 15:13
      Enviado por: Daniel

      Ô joazinho, perceba o que você está dizendo: se um crime é cometido
      em um lugar, e a pessoa não é punida, então todos tem,
      o direito de cometer o mesmo crime, sem serem punidos.

      No Brasil apenas 8% dos homícidos são resolvidos; e uma porcentagem
      muito menor em prisões. Logo a solução é, liberar a matança, ora bolas.

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    • 28/10/2011 - 15:26
      Enviado por: João Só

      Caro Jakob,

      a resposta acima foi ao seu primeiro comentário. E, como sempre, você não cansa de surprender-me. Agora mui positivamente.

      Quando puxei o carro do ITA, que eu não aguentava tanto militarismo, encontrei na Unicamp o paraíso libertário que tanto sonhava. A Unicamp daquela época era uma mistura de Christiania com Amsterdam. Até que aconteceu um estupro no campus e as trevas se instalaram. Mas ao que eu saiba, não permitem uma excrecência como a PM entrar lá. Não sei. O que sei é que de hora em hora, deus piora. No fim das contas os únicos culpados pelo que aconteceu são os fascistas liberticidas e o autoritarismo que teima em não morrer nesse vale de lágrimas.

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    • 28/10/2011 - 15:28
      Enviado por: Júlio Canaris

      Que legal!!!!, o João Só poderia sugerir ao Reitor que combinasse com os traficantes, igualmente, que crimes, SÓ, eles poderiam cometer dentro do Campus!
      Legal, né?!
      Cada idiotice!!!

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    • 28/10/2011 - 16:39
      Enviado por: Mario

      E quem voce acha que comete os crimes na USP ?

      Fumar maconha pode até não ser errado, mas é como a pirataria; sustenta os que violam a lei, os que particam todo tipo de crime, pois só querem ganhar dinheiro do jeito mais facil.

      Ao inves de ficar enchendo o saco da PM, porque não vão até Brasilia, para solicitar aos nossos queridos politicos, para exclui a maconha da condição de drogra, para que sabe, remédio, calmante, atc.

      Cambada de sem vergonhas, vão trabalhar para aprender o que é democracia.

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    • 28/10/2011 - 16:48
      Enviado por: Pensador

      Seu apelido é João Só “Fala bobagem” ou João Só “Um neurônio” ou João Só “Quer um baseado”?

      Universidade é lugar de ESTUDAR. Deixa eu soletrar para você: ES-TU-DAR. Lembra o que é isso? Sabe? Pegar livros, ler as matérias, ouvir os professores, aprender, redigir teses, pensar?

      Quer fumar maconha? VÁ PARA A CRACOLÂNDIA que é seu lugar. E pare de defender essa turma de maconhados vagabundos.

      Se é por gente como você e seus colegas que o reitor é chamado de fascista, então viva o fascismo!

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    • 28/10/2011 - 18:17
      Enviado por: Leka

      Ouso dizer que alguém que se auto-intitula “Pensador” tem obrigação de saber a diferença entre SOLETRAR e SEPARAR SÍLABAS… Es-tu-dar é separação de sílabas, E-S-T-U-D-A-R é soletrar. Antes de mandar os outros estudarem, sei lá, toma cuidado com as suas palavras… Elas quase SEMPRE recaem contra você… Não, nem vou comentar o caso maconha-pm-usp-fflch, não tenho ainda uma opinião formada (e me dou TODO o direito de ainda não ter uma posição, estou vendo várias opiniões, lendo coisas em vários lugares, prefiro fazer a minha opnião do que sair falando coisas a esmo). Mas de todos os comentários o que mais me chamou foi esse, acho meio contra-senso alguém se colocar como o Rei do conhecimento e cometer um erro primário dando liçãozinha de moral nas pessoas.

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    • 28/10/2011 - 19:17
      Enviado por: Jp Fasola

      calma lá, João. Só por que estudas na USP, as outras pessoas não podem opinar sobre as suas “vomitadas”? Vocês, por um acaso, entraram na “citadela” por que foram escolhidos por algum Deus? Não, meu caro, a sua “citadela” deve ser tirada como exemplo para coibir quaisquer atos ilícitos, seja um papel jogado no chão até um homicídio. Desça deste pedestal, pois quem paga essa sua mania de falar difícil somos nós, pagadores de imposto, que inclusive não aguentamos mais tomar “carteiradas” de gente que, só porque passou numa prova, se acha acima da lei. Pessoas como tu só fortalece minha tese de que o Brasil é o país do “você sabe quem eu sou?”.

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    • 28/10/2011 - 21:04
      Enviado por: Pensador

      Prezada Leka,

      Obrigado por chamar minha atenção para o deslize, provocado por desatenção e pressa, que não invalida em absoluto o teor de meu comentário. Agora, não me coloquei como “rei do conhecimento” em momento algum, apenas não suporto essa turma de maconheiros sem-vergonha conspurcarem uma instituição de estudo, que DEVERIA representar a elite estudantil do nosso país, em nome de um vício degradante desses. Não obstante a infeliz e lamentável defesa da maconha feita por FHC, o fato é que a maconha representa a porta de entrada para drogas mais pesadas. E convenhamos, os criadores da USP JAMAIS tinham em mente que a instituição servisse de “ponto” para viciados. Finalizando, a polícia militar é falha sim, mas isso na maior parte, pelos péssimos salários oferecidos, que só podem atrair jovens de camadas humildes e sem preparo, mas nunca devemos nos esquecer, que quem está na linha de fogo entre nós e os criminosos são eles, sem os quais, eu, você e todos os outros postantes, já estaríamos sendo assaltados 20 vezes por dia todos os dias. Deveríamos ter um pouco mais de respeito pelas instituições, e um pouco, ou melhor, muito mais severidade ao julgar viciados, talvez assim a sociedade voltasse a entrar nos eixos e não tivéssemos que assistir a esse desfile de horrores que os jornais nos trazem todas as noites.

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    • 28/10/2011 - 21:20
      Enviado por: Pensador

      Em tempo para os defensores dos baseados:

      http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,estudo-afirma-que-maconha-causa-caos-cognitivo-no-cerebro,790706,0.htm

      Podem chamar-me de quadrado, reacionário, defensor do fascismo, o que for, mas para mim, quem fuma maconha, está no começo de uma jornada desastrosa. Basta pesquisar e ver o quanto essa droga e as outras são nocivas a si próprio e à sociedade.

      E ademais, a vida já nos oferece coisas tão maravilhosas, o estudo nos descortina horizontes tão vastos, para que viciar-se em alucinógenos?

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    • 30/10/2011 - 10:49
      Enviado por: Luis Eduardo

      Prezado João Só!

      Faça um favor a sim mesmo: João Só deixe de ser Bocó!

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    • 30/10/2011 - 11:31
      Enviado por: Mário Rolim

      João Só voce acha certo permitir que maconhiros e traficantes tenham uma “zona franca dentro da USP

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  • 28/10/2011 - 12:00
    Enviado por: Cimbelino

    Os anarquistas que encabeçam essas manifestações são figurinhas batidas da USP. São os que gritam “fora PM do mundo” e queimam bandeiras do Brasil. Não vejo problema em fumar maconha. Se bem que esses alunos não passam sem provocar a polícia, pois fumar maconha na frente de um policial é o êxtase da transgressão e do questionamento à sociedade reacionária.
    Não consigo pensar em outra coisa senão no elitismo por parte desses alunos, que já gozam de tantos privilégios que uma parcela ínfima da população encontra na USP. Estão muito certos de debater as querelas sociais mas se tornam elitistas ao exigir tratamento diferenciado.
    A comunidade uspiana não está com vocês.

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  • 28/10/2011 - 12:08
    Enviado por: Ronaldo

    Os maconheiros disfarçados de estudantes não querem a PM incomodando??? Então não fume maconha!!!
    De acordo com o pensamento desses iluministas da USP, crime é outra coisa. Eles querem usar a erva sem nenhum tipo de constrangimento. Estudar é mais dificil.
    Cadeia pra esses financiadores do tráfico!!!

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  • 28/10/2011 - 12:18
    Enviado por: Fernando

    Fraco, fraquíssimo texto.

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    • 28/10/2011 - 13:05
      Enviado por: Jakob Ibrahim

      Se o texto é fraco, desafio você a emendá-lo ou repará-lo. Ou será você um dos que atacam sub-repticiamente o articulista, apenas por ele ter a coragem de denunciar gente que, no fundo, quer apenas a “liberdade” de manter impunemente seus próprios vícios, violando a Lei?

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    • 28/10/2011 - 13:31
      Enviado por: Android

      Fraco, fraquíssimo comentário…

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    • 28/10/2011 - 13:32
      Enviado por: claudio ribeiro

      fraco, fraquíssimo cérebro…

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    • 28/10/2011 - 13:43
      Enviado por: Maurício

      Engraçado como é fácil dizer que o texto é fraco, sem, no entanto, entrar no mérito. Será que te faltam argumentos, meu caro Fernando?

      Parabéns, Marcos, excelente texto.

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    • 28/10/2011 - 15:58
      Enviado por: santista do jabaquara

      vc com certeza, deve estar pitando um baseadinho

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    • 28/10/2011 - 16:16
      Enviado por: Fernando

      Dei a minha opinião em relação ao texto e tenho a minha convicção. Achei fraco e pronto. Não vou ficar aqui entrando em discussões. Tudo é uma questão de opinião, de ponto de vista e de saber verdadeiramente dos fatos. Respeito todos. Entrar no mérito da questão seria ir lá e ver o que realmente está acontecendo, o que aconteceu e o que poderá ainda acontecer. Há de se tomar muito cuidado ao formar uma opinião tendo apenas algumas informações veiculadas pelas grandes mídias. Sabemos muito bem a PM que temos aqui. Já vi e já presenciei tumultos provocados por eles, e na hora que cheguei em casa o que estava na grande mídia era o oposto do que havia ocorrido. Não vou emitir opinião do que aconteceu ontem porque não estava presente. Mas tenho os meus pensamentos, achismos e senso de percepção da realidade.

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    • 30/10/2011 - 21:53
      Enviado por: Mario de Sampa

      Fernando, o texto é fraco devido ao “blogger” ser formado na PUC e só agora frequenta a USP em seu mestrado. Não deve conhecer nadinha sobre os noias destas universidades paulistanas tão queridas. Mas quem sabe …. talvez depois do mestrado e deixar de ser “santista” ele melhore um pouquinho….. kkkkkk

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    • 30/10/2011 - 22:37
      Enviado por: Mario de Sampa

      Em tempo: leia-se “doutorado na USP” onde menciono “mestrado na USP”. Mas santista ainda procede.

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  • 28/10/2011 - 12:19
    Enviado por: XSTRANHO

    Muito bem elaborado o texto. Alunos confundem liberdade com libertinagem. Não tenho nada mais a declarar, apenas queria que este texto fosse lido por mais ‘liberais’, que financiam a tal famosa ‘marcha pela maconha’…sinceramente…é ilegal, está na lei…daqui a uns dias vou pedir a ‘marcha pelo estupro’, ou mesmo ‘marcha pela cocaina’….é o mundo, como caminha…alguém já perguntou ao FHC quanto ele fumava quando mais moço? Se ele ainda carrega um papelote?…afinal é ele um dos arrigimentadores de tal fumaça…ops…digo passeata…

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  • 28/10/2011 - 12:21
    Enviado por: Rodolfo

    O mais interessante é que o grupo de “progressistas”, defensores do tapinha e do vandalismo, são sempre os estudantes de cursos inúteis como sociologia, filosofia, que ficam 8 anos disperdiçando dinheiro público e não se formam, sem acrescentar nada à sociedade, além de desejos utópicos. Continuam sendo comunistas, mas vivendo confortavelmente na casa do papai, lutando contra as injustiças do sistema, enquanto jantam risoto de lagosta.

    Ta certo né, João, a polícia deveria ignorar o ato, para não estragar o prazer ilícito dos estudantes. Afinal, estamos na universidade e tudo deveria ser “legalize”. Aliás, né João, nada mais justo do que depredar patrimônio público, somente porque confiscaram seu baseadinho. Aproveita e também sugira ao reitor aconselhar a polícia a não interromper o Brandão antes de gozar, na próxima vez em que tentar estrupar alguma funcionária acuada da USP.

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    • 28/10/2011 - 14:58
      Enviado por: Eric

      Duvido que os alunos dos “inúteis” cursos de sociologia e filosofia cometam erros de ortografia tão elementares como o senhor. Quais são os cursos úteis na sua opinião?

      Ataques rasos e infantis à formação acadêmica dos outros são muito fáceis de fazer. Bacharéis de direito saem das melhores faculdades para tirar bandidos de terno e gravata da cadeia, formados em economia e administração só servem para fortalecer um sistema financeiro corrupto e responsável pela perpetuação das desigualdades sociais, etc.

      Claro que tem muito imbecil na FFLCH, gente que muitas vezes tem a cabeça mais fechado do que seus “inimigos”, mas desmerecer o estudo sério das ciências humanas da maneira como você fez o coloca nesta mesma categoria.

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    • 28/10/2011 - 15:37
      Enviado por: Josué

      “estudantes de cursos inúteis como sociologia, filosofia..”

      Rodolfo, é também por causa da replicação de pensamentos tacanhos como o seu que o país continua sendo governado por apedeutas.

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    • 28/10/2011 - 16:18
      Enviado por: Fernando

      Parei no “cursos inúteis”…

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    • 28/10/2011 - 18:42
      Enviado por: Leka

      Sim, eu passei do “profissões desnecessárias” (nem lembro se era isso mesmo). Ter pessoas que pensam como você é a maior prova da necessidade e urgência de se ter mais profissionais formados na área de Sociologia (como eu, por que não me citar?), Filosofia, Letras, História e Geografia. Não se fuma maconha só na USP e principalmente não só na FFLCH. Você está desmerecendo profissões fundamentais no nosso país (por que assim, eu também desconhecia o trabalho destes profissionais, acho importante conhecer para pode criticar) para sustentar o argumento de ser contra o uso da maconha, então não misture as coisas. Se vc quer ser contra o uso da maconha, é a favor da polícia no campus, beleza, agora desmerecer profissões a esmo só por falta de argumentação é coisa de amador…

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    • 30/10/2011 - 13:43
      Enviado por: Nogueira

      Os cursos não são inúteis, é claro … mas infelizmente, pela maior facilidade de acesso, é onde se concentra a maior quantidade de “estudantes inúteis”. Aqueles que estão lá apenas para gastar nosso dinheiro público para defender causas estúpidas como essa, tentando gerar uma confusão artificial entre democracia e maconha.

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  • 28/10/2011 - 12:22
    Enviado por: diogo

    infelizmente confundimos no brasil democracia com baderna.defender aqueles que sustentam os traficantes deve ser inaceitavel.ali nao existe movimento estudantil e sim movimento baderneiro que desrespeita a constituicao.a policia deveria ter agido com mais rigor porque sao todos bandidos.

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  • 28/10/2011 - 12:22
    Enviado por: jose silvestre ferreira

    Será que o fato da polícia ter apreendido uma grande quantidade de drogas e prendido chefoes do tráfico em SP, aliado ao fato do DCE da UNB ter saído das mãos do P C do B – PT não foram o estopim dessa revolta na USP, que caminha a passos largos para mudar seu DCE também com gente mais independente e menos ideológica? É para pensar!

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  • 28/10/2011 - 12:26
    Enviado por: Antonio

    São os sucessores do Orlando Silva (ex-UNE). Alunos profissionais há dez anos fazendo faculdade. Depois, se entranham no governo, desviando verbas públicas com a maior cara de pau. Vão começar a distribuir riquezas, mas primeiro entre eles mesmos.

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  • 28/10/2011 - 12:27
    Enviado por: Demetrio

    “Pequenas transgressões também fazem parte do crescimento intelectual dos cidadãos, e o ambiente universitário é ideal para isso.”

    Ah, que joia! Faça uma lista do que pode fazer, Gut.

    Esconder a caneta da profi pode? E colar plaquinha de “CDF” com durex nas costas do amiguinho? Isso não é bulling, né?

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  • 28/10/2011 - 12:29
    Enviado por: Paulo moreira

    Pau nestes maconheiros. Eles estavam em contravenção. agora um bando de anarquistas invadem, depredam propriedades pública que tem o meu ou melhor o nosso dinheiro, para uma manifestação sem pé sem cabeça. Policia de choque neles.

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  • 28/10/2011 - 12:33
    Enviado por: Susi Pinkuss

    Maconha é proibido, é ilegal. Não sei o que esses estudantes acham: estão acima do bem e do mal? Ainda estão na década de 60, são “contra a repressão”? Tenha dó. Depois a USP vira o paraíso dos assaltantes e assassinos e as pessoas também vão achar ruim. Alunos da USP, façam um favor: cresçam e honrem o estudo gratuito. Aliás, gratuito não: é o nosso dinheiro, o do contribuinte, que financia tudo isso, no final das contas.

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  • 28/10/2011 - 12:34
    Enviado por: cosme carlos

    Bonito texto, levanta toda a bandeira do seu jornal: vai ganhar um panetone a mais no seu natal..

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    • 28/10/2011 - 13:44
      Enviado por: Maurício

      Mais um que gostaria de ter como rebater os argumentos do texto, mas não consegue. Que dó…

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    • 28/10/2011 - 14:21
      Enviado por: antonio nunes

      Aparentemente é isso que esses vagabundos ficam fazendo anos nos bancos da USP, aprendendo versos toscos revestidos de ironia para defender os petralhas.

      Trabalhar vocês não querem, né?

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  • 28/10/2011 - 12:41
    Enviado por: santista do jabaquara

    Sinceramente, vendo o episodio da usp, percebe-se a nossa futura ida ao quarto mundo.
    Grandes profissionais serao esses, dessa q ja foi considerada umas das melhores universidades do mundo.
    Esses caras da USP sao um bando de vagabundos, tem mais é que apanharem mesmo, todos filhinhos de papais metidos a hippies-revolucionários, acham que estão acima da lei! BORRACHA NELES.

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    • 28/10/2011 - 17:21
      Enviado por: Caio

      Ridículo esse seu comentário, me parece até uma certa raiva por não estudar na USP.
      Se você tivesse a noção do quanto um aluno da FFLCH, POLI, FEA, MED, e as demais estudam você não os chamaria de vagabundos.
      Além disso esse sua frase , também ridícula, “borracha neles” me lembrou muito Datena e todo seus pré-conceitos e intolerância, sendo ate provável que você seja um de seus fãs.

      Concordo que os alunos que estavam fumando maconha dentro da faculdade devem ser punidos e sou a favor da PM no campus da USP, mas o que vejo certas vezes é um uso excessivo de força por parte dos policiais. Não estava ontem na hora que tudo isso aconteceu , mas acredito que o numero superior de alunos os “incentivou” a tomarem uma iniciativa contra a PM, que ao meu ver foi errada e descabida.

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    • 29/10/2011 - 19:23
      Enviado por: Uma estudante da USP

      amargura mata, cara.

      tem imbecis em todos os lugares do mundo, não vejo porque na USP seria diferente. Mas não são todos lá dentro imbecis. Vamos pensar em quantos alunos estudam na USP e quantos participaram deste episódio vergonhoso. É um número irrisório. Só que, infelizmente, eles gritam mais… enquanto que os alunos que vão para partes carentes do país e distribuiem remédios, conselhos, indicações sobre saúde e higiene, que enfim, promovem o bem social, não viram notícia.

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  • 28/10/2011 - 12:42
    Enviado por: MARCOI

    Fumar maconha é contra a lei, e a polícia tentou simplesmente cumprir o seu dever. Raciocínio típico do paulistano. Tem roubos, assaltos, estupros o os idiotas vão mexer justamente com os mais inflamáveis estudantes a troco de que? publicidade? mostrar que eles são a lei? Porque não ser eficiente ao inves de panfletário

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    • 28/10/2011 - 13:58
      Enviado por: Afonso Arinos

      MARCOI,
      a pena pode até ser diferente para os tipos de crime que citou mas todos são crimes.
      A sociedade é que deve discutir se libera ou não. Mas por enquanto é crime.
      E como citado no texto, o problema de fumar maconha e por “liberdade dentro da cabeça” é que o moleque na favela vai tomando tiro, tanto de PM como de traficante.

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  • 28/10/2011 - 12:45
    Enviado por: Marta

    Você estava indo bem no artigo até dizer que: “pequenas transgressões também fazem parte do crescimento intelectual dos cidadãos, e o ambiente universitário é ideal para isso”.

    De “pequenas transgressões” nosso país está cheio, traduzindo-se num país corrupto, numa cultura corrupta. Burlar o imposto de renda, subornar fiscal, dar atestado de saúde falso na empresa, comprar DVD pirata, dirigir embriagado, entre outras transgressões, estão entranhadas em nossa cultura, permitindo as “grandes transgressões” na política, polícia, etc.

    Dá para ser jovem sem praticar “pequenas transgressões”, mesmo no ambiente universitário. Universidade não é para ser “youthland”, é um ambiente de estudo, sobretudo.

    quando puder, leia a PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE CORRUPÇÃO E ÉTICA que o IBOPE fez em 2006, disponível no site deles.

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  • 28/10/2011 - 12:55
    Enviado por: Sidnei Santos

    Cacete nesses bandos ,que sustentam o trafico , a polocia esta de parabens .Onde ja se viu ficar contra a poicia por coibir o uso de drogas estamos numa inversao de valores aqui no brasil.

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  • 28/10/2011 - 12:57
    Enviado por: Antonio

    Na USP todo mundo sabe que existem pseudo-estudantes que vivem fumando pelo campus. Particularmente nunca gostei disso, pois não fumo e não simpatizo com o uso de drogas muito menos em locais públicos. Após tento tempo sendo benevolentes com suas transgressões eles tomaram como direito adquirido a possibilidade de fumarem seus baseados “tranquilos”.
    A necessidade da polícia no campus para aumentar a segurança coloca em xeque o privilégio dos vagabundos de fumarem, já que a polícia não pode conceber fazer vistas grossas para estas transgressões.
    No fim das contas trata-se de desocupados cometendo crimes e fazendo-se de vítimas.
    Que se cumpra a Lei com Rigor !

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  • 28/10/2011 - 13:07
    Enviado por: Ghaspar

    Para colocar um final no debate:
    -Se o Governo de São Paulo fosse do PT a PM estaria certíssima e seria aplaudida pelos “estudantes”
    Como não é,inventam-se sandices……..O merito aqui não vale nada….vale o sectarismo..e fim de papo…

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  • 28/10/2011 - 13:10
    Enviado por: DGomes

    Quando o assunto é maconha a primeira pessoa pública que me vem a cabeça e o Sr. FHC, cuja pessoa ilustre esta fazendo o possível para legalizar a maconha, afinal a carga tributária não seria diferente há do cigarro, quantos pessoas estão cumprindo pena por ser usuário de droga e consideradas traficantes, agora me vem essa por ser estudante da USP eles não estariam fazendo nada demais em consumir a droga no estacionamento se a moda pega teremos novos pontos de droga, e com clientes selecionados.
    Como estou aprendendo na faculdade o direito é classificado apenas para o grupo menos favorecido.
    Que se cumpra a lei, ou ao menos tentem !

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  • 28/10/2011 - 13:13
    Enviado por: Mauro Framke Cappellano

    A polícia militar fez a parte dela! Porém, a PM está desmoralizada. Principalmente depois dos últimos acontecimentos, como no caso da juíza assassinada. A PM não se dá ao respeito, e o resultado é isso que vimos aí na USP.

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    • 28/10/2011 - 14:24
      Enviado por: JKL

      Mauro, com todo o respeito à sua opinião, pelo pouco que sei, a PM do Estado de São Paulo não é a mesma do Estado do Rio. O chefe de cada PM é o governador do estado e seu secretário de segurança. Elas são independentes entre os estados da federação e por isso creio que você está confundindo as coisas (a não ser que tenham assassinado outra juíza aqui em sampa). De qq forma concordamos que ela fez a parte dela.

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  • 28/10/2011 - 13:14
    Enviado por: adrian

    sinto muito meu caro marcos mas sua verdade esta pela metade. esse assunto é muito mais complexo que suas 20 linhas. nossa sociedade é hipócrita ao tratar de drogas. na minha opinião, drogas deveriam ser legalizadas para uso caseiro e em lugares regulamentados. cigarro e álcool no mesmo balaio. recolhe-se impostos para financiar o problema de saúde publica e ponto. fim de propaganda de cervejas, ou, melhor dizendo, lavagem cerebral para consumir drogas. fim de rótulos de cigarro e de bebidas. que tal?

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    • 28/10/2011 - 14:27
      Enviado por: JKL

      Acho que vc não entendeu o texto. Ele não entra no mérito da legalização e sim do cumprimento da lei que vigora. Ou cada um pode cumprir a lei que acha bacana e descumprir a que acha injusta? Então pra que lei, certo?

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  • 28/10/2011 - 13:21
    Enviado por: Adams

    Não estudo mais, porém sou contribuinte de impostos. Dessa forma, uma parcela dele, ainda que ínfima, vai chegar até a USP. Portanto, eu sou um dos donos da Universidade, e, como tal, não permito que fumem maconha dentro do campus. Que os incomodados mudem de escola ou vão fumar seus baseados na tranquilidade de seus lares.

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    • 28/10/2011 - 16:59
      Enviado por: João sativa

      Isso me parece palavra de quem não passou no vestibular.

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    • 30/10/2011 - 11:39
      Enviado por: marcos m

      João sativa, comentário elitista o teu não, talvez ele não passou na USP porque teve que estudar es escola pública (lesada para sustentar as universidades públicas) e talvez ele precisou trabalhar e pagar suas próprias contas, e não gastou seu dinheiro com maconha.
      E pagando imposto (afinal damos 40% a governo), ele tem todo o direito do mundo de dizer que esta Universidade é dele.

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  • 28/10/2011 - 13:21
    Enviado por: claudio ribeiro

    pior que esse bando de idiota que fez e , aqui, defende quem fez a baderna, por estar tão chapado, não percebe que, ao comprar a droga, o faz de algum traficante ali da favela (ou comunidade) vinha, que ao fazer o delivery do produto, aproveita pra assaltar, estuprar e roubar os carros e pessoas que “estudam” ali, às custas de nossos impostos, mesmo tendo papai rico.
    Conheci muita gente da USP, morava ali perto, no Alto de Pinheiros, que ia la só pra fazer hora.

    Tem que baixar a borracha nessa mulecada sem educação, ou melhor, que honram a educação recebida de seus pais.

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  • 28/10/2011 - 13:23
    Enviado por: EACJR

    Finalmente uma matéria séria sobre os VERDADEIROS alunos da USP! E não os 100 pseudos-partidários políticos que atuam na FFLCH e no tal do sindicato dos trabalhadores! por favor, parem com as manchetes “Alunos da USP ocupam”, “Alunos da USP destroem”, “Alunos da USP…” que tal, “Um grupo PEQUENO de Alunos da FFLCH da USP e partidarios políticos infiltrados” promoveram a destruição de patrimonio público e avançaram sobre as forças de segurança contra a prisão de maconheiros?

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  • 28/10/2011 - 13:24
    Enviado por: Jakob Ibrahim

    Parabéns pelo texto, Guterman. Retrato de um tempo medíocre, que está gerando jovens sem ideais, incapazes de ver nada diante de si mesmos além de seu próprio “prazer” e a própria egocentricidade. Há pouco tempo, o diretor da PUC cancelou as aulas quando um bando de acéfalos, similar a este que invadiu o prédio da USP, marcou pelo Feicibúqui (é assim que se deveria escrever o nome dessa ridícula rede social) uma festa regada a maconha. Impressionante! Essa gente se acha acima da lei e não tem o menor escrúpulo em escancarar sua própria baixeza, ostentando-a como se fosse um troféu ou o oposto do que é. Só no México já são mais de 40 mil mortos pela guerra às drogas. O que esses imbecis querem? Que o Brasil vire um segundo México?

    A maconha e qualquer droga são um mal. Isso inclui também as bebidas alcoólicas. Particularmente, creio que o único caminho será mesmo legalizar essa monstruosidade e, depois, sair para catar os restos que ficarão pelas ruas. Até que ocorra o mesmo que, hoje, vem acontecendo com o cigarro. Contudo, enquanto a lei for a proibição, deve ser cumprida, e esses burguesinhos que financiam o tráfico e entopem as favelas das grandes cidades para comprar sua maconha e coca deveriam mesmo é ir para a cadeia.

    É triste saber que a chegada do PT ao poder só tem piorado o que já era ruim. Cada vez mais o ambiente moral do país vem se degradando, com a corrupção galopante da coisa pública e do comportamento humano, e a filosofia do politicamente correto tomando conta de tudo. E não estou forçando a barra para encontrar nexos entre as coisas, não. Realmente, eles existem. Esses jovens idiotas maconheiros são os mesmos que defendem uma escola burra, a la Paulo Freire, que não têm o menor respeito por si mesmos e pelo próprio corpo e por uma série de aberrações cuja divisa é: “Queremos tudo. Podemos tudo. E ai de quem tentar nos impedir.”

    Se não acreditasse em Deus e no ser humano, diria que a melhor coisa que poderia acontecer para a atual humanidade é ser extinta. Abs!

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    • 28/10/2011 - 15:16
      Enviado por: José A Cordeiro

      Caro Jakob, onde está escrito que Paulo Freire é apologista das drogas e preconiza desregramentos? Antes de detratar esse grande brasileiro vá conhecer a fundo sua obra, a cultura só lhe fará bem.

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    • 28/10/2011 - 16:06
      Enviado por: Jakob Ibrahim

      Caro José A. Cordeiro, sabe ler? “Esses jovens idiotas maconheiros são os mesmos que defendem uma escola burra, a la Paulo Freire” (…). Onde está escrito que Paulo Freire é apologista das drogas? Antes de defender esse grande demagogo, volte à escola para alfabetizar-se. Saber ler só lhe fará bem. Abs!

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  • 28/10/2011 - 13:27
    Enviado por: ClARICE

    Liberem a maconha e todos os problemas, tráfico, violências e etc somem do mapa! Já liberaram o álcool não é olha q hipocrisia….. o foco de toda a discussão deveria ser a lei e não os estudantes ou a PM!

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    • 28/10/2011 - 14:05
      Enviado por: claudio ribeiro

      é isso aí !

      acabem com as leis que os crimes acabam junto !

      belo exemplo de educação, cultura e civilidade o seu !

      apaga o baseado e vai procurar algo útil pra fazer…

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    • 28/10/2011 - 15:10
      Enviado por: ClARICE

      Claudio Ribeiro,

      eu não sou usuária de maconha e detesto qualquer coisa que me tire a lucidez. Eu não disse para acabar com TODAS as leis, apenas coloquei para refletirmos que a legalização da maconha pode ou não acabar com o problema do tráfico e a violência que isso gera na sociedade. Violências como essas que assistimos vindo tanto dos estudantes como da PM!

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    • 28/10/2011 - 19:29
      Enviado por: Jp Fasola

      se legalizar, a playboyzada da USP (bem como 90% dos usuários de maconha) não vai achar mais graça na djaba. É evidente que eles fumam só por vaidade, e não pelo efeito (se é que existe) que a droga pode trazer.

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    • 28/10/2011 - 22:08
      Enviado por: Julia

      o problema é que liberaram o álcool e a violência continuou (se diminuiu ou não, eu não sei; não pesquisei, mas sei que muita gente morre por crimes cometidos em função da bebida). Se liberarem a maconha, a moda vai ser o crack. Aí vão ter que liberar o crack. Aí a moda vai ser outra coisa e assim por diante….
      A legalização não é algo tão simples pra ser tratada de forma tão leviana. Se fosse simples, já teria acontecido! =P

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  • 28/10/2011 - 13:30
    Enviado por: olimpia

    Concordo que maconha é ilegal e os PMs estavam fazendo o dever deles.
    Está certo que vivemos em uma democracia há 20 anos, mas a verdade é que a existência de uma polícia militar deixa claro que ainda sobraram resquícios graves da época da ditadura militar. E também isto que não podemos deixar passar, a ação sempre repressora de uma polícia que em uma democracia não faz sentido.

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    • 28/10/2011 - 13:52
      Enviado por: Clodomir Bomfim

      Minha cara, você está vendo totalmente os fatos distorcidos, no caso em tela, os policiais militares estavam alí, para dar segurança aos alunos que querem estudar, e não para fazer vistas gorssas a estudantes “fazendo a cabeça”, os militares que alí estavam, foram chamados quando daquela morte do estudante vítima de assalto, não estavam alí para coibir qualquer tipo de manifestação política, assim sfica fácil colocar a culpa em quem não tem, veja bem o fato para depois expor tua opinião, já ví que você é uma alienada, não leu nada do que foi publicado, ficou sabendo por terceiros……beijos….

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    • 28/10/2011 - 14:41
      Enviado por: Marcílio

      Meu Deus!
      Como isso é possível! Nossos impostos custeiam o ensino dos jovens estudantes da USP e, alguns deles ao invés de estudar e procurar um futuro melhor para suas vidas acham que a Universidade é um território livre para consumo de drogas.
      Não é de se estranhar que escondam seus rostos na ocupação. Deveria ser por vergonha!
      Em Brasília os estudantes ocuparam a UNB em razão de uma denúncia de corrupção da reitoria, isto é, uma causa louvável. Já na USP … ocupação para defender o livre uso da maconha na Universidade! O que se passa na cabeça destes jovens!
      E o pior, o tráfico que estava na porta das escolas agora está dentro. E o mais absurdo é que alguns estudantes além de achar normal lutam para que o tráfico e o consumo de drogas seja livre na Universidade.
      O que será que estes jovens dizem a seus pais quando chegam em casa? imagino:
      – “Papai, ocupamos a reitoria da USP porque a PM não quer deixar a gente fumar maconha na Universidade!”
      – “Meus Deus filho, papai achou que você estava lá estudando!”
      A ideologia morreu.

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    • 28/10/2011 - 19:32
      Enviado por: Jp Fasola

      Cara Olimpia, apesar do nome e das origens, a Polícia Militar atualmente só é militar mesmo no nome e em sua organização hierárquica.

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    • 31/10/2011 - 10:44
      Enviado por: drmfav

      olimpia.
      A Polícia Militar tem mais de 100 anos, e portanto, já estava por aqui antes da ditadura de 64…
      Tem o status de Força Auxiliar às Forças Armadas, assim como os Bombeiros Militares.
      Não é correto a sua afirmação de que ela existe como resquício da ditadura…

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  • 28/10/2011 - 13:36
    Enviado por: Bruno Rocha

    Ta certo, eu nao simpatizo nem um pouco com esse tipo de estudante que quer causar confusao por qualquer motivo, e se nega a qualquer custo a aceitar a presenca da PM na universidade.

    Por outro lado, me espanta a quantidade de comentarios generalizando estudantes maconheiros como vagabundos que merecem sofrer repressao policial e ser preso. Esse tipo de visao eh assustadora e o unico conforto que tenho e supor que esses comentarios estao sendo feito por pessoas mais velhas que nao entendem o contexto em que os jovens vivem hoje em dia.

    Maconha eh tradada como alchool ou cigarro pela grande maioria dos jovens, estudantes de todos tipos consomem essa erva que eh usada por milhoes de pessoas a milhares de anos. Dito isso, eu entendo a indignacao dos estudantes com a abordagem da PM, mas eu tambem sei que os PM reconhecem o fato que o uso da maconha eh generalizado, e fazem o possivel para fazer uma “vista grossa” a esses transgessores da lei (Eu incluido). Agora eh criancice arrumar confusao com a policia por eles estarem cumprindo o seu trabalho, isso soh causa mas atrito entre as duas partes e nao vai ajudar na reducao de estudantes sendo equadrado por porte da maconha.

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  • 28/10/2011 - 13:46
    Enviado por: Clodomir Bomfim

    As drogas sempres existiram no meio acadêmico, basta ver quantos universitários estavam naquela marcha da maconha, e assim serve para gente ver nossos futuros médicos, engenheiros, juizes, etc. Fico triste ao ler esse tipo de notícia e saber que daquí uns dias fatalmente seremos atendidos em consultórios, hospitais ou escritório por essa cambada de maconheiros, ou melhor, usuários de drogas, porque não tem só maconha, tem drogas bem mais pesadas. “TOMEM VERGONHA SEUS DROGADOS, MACONHEIROS, DEIXEM A POLÍCIA MILITAR FAZER O TRABALHO DELA”, garanto que vocês asistem o filme Tropa de Elite e gostam do que acontece no filme. Parabéns Marcos pelo comentário bem fundamentado. abços.

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    • 28/10/2011 - 19:04
      Enviado por: Leka

      “nossos futuros médicos, engenheiros, juizes, etc. Fico triste ao ler esse tipo de notícia e saber que daquí uns dias fatalmente seremos atendidos em consultórios, hospitais ou escritório por essa cambada de maconheiros, ou melhor, usuários de drogas, porque não tem só maconha, tem drogas bem mais pesadas.” – Seeeensacional! Sinto lhe informar… Você já é atendido, ou lida com uma cambada de maconheiros, alcoolatras, farinheiros, tabequeiros, dependentes de tarja preta e muitos outros tipos de drogas há muito tempo em todas as profissões e camadas sociais! A diferença é que era muito mais velado (as drogas ilicitas), hoje em dia nem tanto e por isso é foco de tanto debate… Bem vindo à realidade…

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  • 28/10/2011 - 13:47
    Enviado por: Ezequiel-SP

    Marcos, na mesma hora me lembrei dos “injustiçados comerciantes” da feirinha da madrugada. Todos querendo trabalhar e não podendo. Um absurdo.

    Em tempo: Comerciantes de produtos roubados, piratas, sem notas, e o que é pior: Um monte de gente comprando e se tornando RECEPTADORES.

    O verbo que se fez carne: Lullar – Sim, os fins justificam os meios.

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  • 28/10/2011 - 13:49
    Enviado por: Osvaldo Silva

    Creio que o problema não é tão simples assim. Os extremos podem ser perigosos. Uma única história deve ser contestada.

    A polícia garante a segurança de fato? Realmente tenho minhas dúvidas quanto a isso.

    No resto da cidade de São Paulo a PM circula e crimes acontecem. Quando não, a própria PM comete crimes de violência ou corrupção (em reportagem do próprio “Estadão”: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,pm-mata-2-por-dia-e-ninguem-e-punido-em-3-meses,742149,0.htm).

    Não será que é uma falsa segurança? Ontem, durante o protesto, havia 18 viaturas no estacionamento da FFLCH (uns falam em 15, outros em 20, mas eu contei e eram 18), e quando se viu esse número de viaturas na cracolânida, por exemplo? Policiais com armas grandes, bombas, cassetetes. Foi um exagero.

    A maioria dos estudantes querem a polícia fora do Campus não para fumarem maconha, mas para não serem vítimas de violência. Fumar maconha é contra a lei. Violência e agressões contra estudantes também. A reação da polícia não trouxe para ninguém, absolutamente para ninguém. Apreenderam maconha (que por sinal não divulgaram a quantidade) e isso é prática de segurança? E os estudantes que foram vítimas de agressão de bomba, de gás, de cassetadas? A violência não é justificada.

    Tem mais um ponto: o Reitor prometeu uma polícia diferenciada para dentro do Campus, onde o debate e a conversa com a comunidade iria ocorrer. Ainda não vi debate nem conversa. Mas já vi bombas. Não sei se é tão diferenciado assim. Em notícia divulgada pelo “Estadão” também, o reitor disse que a polícia não iria reprimir nenhum tipo de manifestação. E o que foi feito ontem.

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    • 28/10/2011 - 14:07
      Enviado por: Leonardo

      Comentarista maconheiro, existe um negócio chamado “estrito cumprimento do dever legal”, procure estudar, senão quando você for fazer baderna, danificar patrimônio público, que traz enorme prejuízo para a sociedade, aumento de impostos e falta de recursos para a sua educação e sua saúde, você vai levar borracha. valeu

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    • 28/10/2011 - 14:46
      Enviado por: Vinicius

      - “A maioria dos estudantes querem a polícia fora do Campus não para fumarem maconha, mas para não serem vítimas de violência. Fumar maconha é contra a lei. Violência e agressões contra estudantes também.”

      Meu, na moral? Apaga o baseado e vai estudar. Vc acha mesmo que os estudantes foram “agredidos” `a toda? Coitadinhos deles né? Acorda rapaz! A polícia só reagiu depois que quebraram uma viatura. Basta ver as matérias aqui no próprio estadão. Tem vagabundo em cima da viatura “protestando”. Borracha neles, que não são melhores nem piores que ninguém.

      E um aviso: o mundo não gira em torno da cidade universitária.

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    • 28/10/2011 - 16:29
      Enviado por: Fernando

      Vinicius, você escreveu: ” A polícia só reagiu depois que quebraram uma viatura. Basta ver as matérias aqui no próprio estadão.”

      Só um conselho: cuidado ao formar a sua opinião baseada apenas nos fatos relatados pela grande mídia! Muito cuidado nessa hora. Tente se informar de várias formas possíveis, com a grande mídia e sem ela também, pra daí sim formar uma opinião em sua cabeça.

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    • 30/10/2011 - 18:55
      Enviado por: Jose

      Fato: estudo na USP e nunca fui agredido
      por nenhum PM, muito pelo contrário.
      Há algo de muito errado nesses supostos
      relatos de agressão. Não conheço um aluno
      sequer que tenha sido agredido.
      Esses caras, de tanto fumar porcaria, já devem
      estar delirando.
      A realidade é que nós, os alunos que
      vão à USP para estudar, nos sentimos
      muito mais tranquilos desde que a presença
      da PM aumentou no campus.

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  • 28/10/2011 - 13:54
    Enviado por: Gutch

    O que não entendo é por que não tinha polícia na USP antes… A USP é estadual, a polícia militar tem voz de polícia lá.
    A PM não pode entrar é nas federais, que estão sob jurisdição da PF, por serem território federal.

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  • 28/10/2011 - 13:55
    Enviado por: Doidão

    Ladrões, estupradores, assassinos, sequestradores, traficantes e viciados de toda espécie, inclusive os maconheiros, são todos delinquentes, e os piores são os viciados em drogas ilícitas, pois, fomentam, dão forma e poder ao narcotrafico, dissiminando assim a violência contra os cidadãos de bem. São vagabundos, e como tal tem que ser tratados pela polícia e pelo poder público. CADEIA NELES !!!

    Parabéns a PM,
    Parabéns a Reitoria

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  • 28/10/2011 - 13:57
    Enviado por: João Só

    Querido Marcos,

    o seu texto, como sempre muito bom e como sempre pouco concordo, abriu a caixa de Pandora. A fascistada, que adorava chafurdar no chiqueiro do Reinaldo Azevedo, viu a chamada na primeira página do siítio e veio em peso aqui externar todo o seu ódio energúmeno contra qualquer movimento libertário.
    Meu querido, você não merecia.

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    • 28/10/2011 - 14:54
      Enviado por: Eduardo Pantoja

      Não vi movimento libertário nenhum ontem na USP, só maconheiros querendo ficar impunes à lei. Todos tem o direito de exigir mudanças na lei mas, até ela mudar, transgressão é transgressão, e deve ser tratada como tal.
      O resto, é chororô de burguesinho modista, conforme o texto ilustra muito bem.

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    • 28/10/2011 - 15:16
      Enviado por: Junior

      João Só, eu aqui de novo.
      Interessante quando você diz que não é necessário a capacidade de ser aceito na USP para te criticar.
      Eu particularmente fiz UNICAMP e FGV, mas não vamos entrar nesse mérito.
      Naquele tempo eu até pensava igual a você e achava que tendo entrado na UNICAMP afinal eu era intelectualmente superior à maioria da população.
      Agora limpa um pouco a baba e presta a atenção no tio: Eu cresci!
      Não entendeu? Então eu explico em detalhes para ficar mais fácil: não é que eu fiquei mais “alto”, pelo contrário, meus conceitos mudaram e eu cresci como pessoa.
      Sabe como? De novo vou tentar ser didático:
      Sabe aquele homens que vendem maconha pra maconheiro? Geralmente prestam serviço para gente do mal, ou eles mesmo são do mau e acaba financiando gente como aquelas que entram na USP para roubar, estuprar a até matar.
      Entendeu? Não? Então para de coçar a cabeça e presta atenção: quem fuma maconha não está só desafiando a sociedade hipócrita composta de barões que bebem e fumam e mandam a PM descer o pau em estudante. Estão também financiando o CRIME, que tanto tem afligido a USP.
      Ainda não entendeu? Vai ver você está consumindo algo que está afetando seu avançado intelecto de gente que teve a capacidade de entar na USP.

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    • 28/10/2011 - 15:45
      Enviado por: Rodolfo

      O que há de libertário em depredar viaturas policiais, após este apenas cumprirem o que manda a lei?

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    • 28/10/2011 - 15:53
      Enviado por: Lilly

      Chiqueiro e’ Brasilia.

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    • 28/10/2011 - 16:01
      Enviado por: João Só

      Pois é. Quando eu era jovem, inexperiente e pouco culto, eu era de esquerda. Agora eu amadureci, li muito e.. sou de extrema esquerda. Esse Júnior é só mais um fascista que a idade fez caduco.

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  • 28/10/2011 - 14:01
    Enviado por: Marcio

    Guterman,
    Seu texto esta’ impecavel! Brilhante e perfeito!
    Jornalismo de qualidade.
    Parabens

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  • 28/10/2011 - 14:02
    Enviado por: Leonardo

    Realmente alguns setores da sociedade estão invertendo os valores sociais benéficos, desde de quando maconha é inofensiva? será que ela não é uma droga? ou não vicia? ou não é porta de entrada para o mundo dos entorpecentes?, ou não financia o crime organizado, para aqueles que aprovam o seu uso estudem um pouco mais, ignorância na era da informação não é desculpa, estudem a atuação das máfias mais famosas no mundo e veja qual é o ramo que as financiam, assistam “o poderoso chefão” ao invés de ouvir o “funk proibidão”, desde de quando a universidade é escudo para cumprimento da lei? acreditamos que o mundo acadêmico é espaço de aprendizado, de debate, de discursão, não para servir de instrumento para criminalidade, estou com a POLÌCIA, borracha nesses maconheiros, cuidado para não cercarem o prédio, senão vira presídio, se colocar uma lona, vira circo, se der descarga não fica ninguém, isso é democracia!

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  • 28/10/2011 - 14:04
    Enviado por: Carlos Aceveda

    Se a polícia militar for obrigada pelos maconheiros a não mais cuidar da segurança do campus, a próxima morte em assalto no estacionamento, como no caaso do estudante Felipe Ramos de Paiva, vai para a conta dos viciados.

    A universidade não pertence aos maconheiros, os não viciados tem direito a segurança e precisam dela, já que o estacionamento da USP é uma espécie de pesque-e-pague de ladrões que não precisam se preocupar com polícia porque a lei foi expulsa pelos maconheiros.

    Arrumem um lugar sossegado para fumar maconha e deixem a polícia fazer a segurança de quem não fuma maconha.

    A USP é do povo, que paga por ela, não dos maconheiros.

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    • 28/10/2011 - 14:39
      Enviado por: zeca sadeck

      Os maconheiros estão no lugar mais tranquilo do mundo pra eles: a própria casa! A maioria mora lá no CRUSP mesmo… e dão guarida aos traficantes em seus apartamentos, pagos com a nossa grana.
      Aliás, a PM podia aproveitar que a turma da fumaça está na invasão e dar uma geral lá nas unidades de moradia.

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  • 28/10/2011 - 14:08
    Enviado por: Thiago Pessoa

    Há muitos outros jovens querendo estudar.
    A matrícula destes vândalos deve ser suspensa. Então outros poderão assumir as suas cadeiras e quem sabe os vândalos darão mais valor ao direito que foi conquistado MAS É MANTIDO PELA SOCIEDADE.

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  • 28/10/2011 - 14:13
    Enviado por: Nando

    OOOO saudade da Ditadura hein????

    Fala serio, quer dizer que a culpa agora é do viciado,não da política ineficiente do Governo, verdade, um baseado no bolso é prejudicial somente a pessoa que o carrega, e dizer que essa pessoa é a culpada pelo tráfico, que discurso ultrapassado e bem ensaiado, PARABÉNS!!!

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    • 28/10/2011 - 14:49
      Enviado por: Thiago Pessoa

      Se um indivíduo defeca, é culpa do estado?

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    • 28/10/2011 - 15:20
      Enviado por: José A Cordeiro

      Sim o consumidor da droga é responsável pelo tráfico, o principal responsável, pois não há mercado sem consumidores, o consumidor é o objeto do traficante. Elimine-se o consumo e estará eliminada a produção e a comercialização. O raciocínio é elementar.

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    • 28/10/2011 - 16:01
      Enviado por: claudio ribeiro

      sem corruptores não ha corruptos (e vice-versa)

      sem traficantes não ha usuario (e vice-versa)

      acabe-se com um e acabará com todos

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    • 28/10/2011 - 19:22
      Enviado por: Nando

      Nossa descobriu a pólvora, que inteligente, é só acabar com o consumo da droga, utilizada há mais de 3000 anos pelo ser humano,puxa, vou sugerir ao Capitão Nascimento sua ideia, kkkkkkkkkkkk, mas é cada um…

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  • 28/10/2011 - 14:20
    Enviado por: Naná

    A maconha virou a rainha dessa discussão, quando na verdade a esfera da tensão é muito maior e vai muito além de usá-la ou não, sendo dentro ou fora da universidade.

    Tráfico, sustentação, ilegalidade… Isso deve ser mesmo culpa somente dos estudantes. E fora isso tá tudo bem, obrigada!

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    • 28/10/2011 - 14:58
      Enviado por: Eduardo Pantoja

      Se ninguém pode, ninguém pode, e pronto. Não é só na USP que maconheiro apanha não, mas lá dá IBOPE, porque burguesinho tomando tapa na cara sempre dá IBOPE, já pobre, negro e morador da periferia, apanha todo dia, com baseado ou não, e os “politizados” da USP não estão nem aí pra ninguém à não ser para eles mesmos.
      Pau que bate em Chico bate em Francisco.

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  • 28/10/2011 - 14:26
    Enviado por: Nagib Sarraf

    Guterman, meus parabéns pela lucidez do seu texto.
    Como ex-aluno da USP, sinto-me envergonhado diante de tamanha selvageria. Onde já se viu? Estudantes usando camisetas para esconder o próprio rosto, como se fossem rebelados de um presídio ou coisa parecida? Que tipo de gente é essa? Que tipo de aluno é esse?
    Não me identifico com eles, e peço aqui, em nome de todos os verdadeiros ALUNOS da USP, um sincero pedido de desculpas à Polícia Militar do Estado de São Paulo, que de maneira algum merecia o tratamento desrespeitoso, insolente e truculento que esses “alunos” lhe ofereceram.
    Quanto ao mais, fica o recado: as maçãs podres precisam ser URGENTEMENTE retiradas da caixa.

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  • 28/10/2011 - 14:27
    Enviado por: José

    Obrigado e parabéns para a reitoria e para os meus amigos da PM.
    Aluno da FFlCH que não usa entorpecentes, só estuda muito, muito mesmo.
    Obrigado, muito obrigado Magnifico Reitor. Expulse os malfeitores da USP.

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  • 28/10/2011 - 14:29
    Enviado por: Marcio

    Será que a solução é a descriminalização da maconha?
    Porque não se discute isso?

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    • 29/10/2011 - 19:46
      Enviado por: Uma estudante da USP

      Com todo o respeito do mundo
      Se proibir o assassinato desagrada os assassinos, então é melhor legalizar o assassinato?
      Tá, eu sei, assassinato é bem mais sério que uso de maconha, mas eu não acho que, só porque uma minoria quer ter um barato, a lei deve ser deixada pra lá.
      E de qualquer forma, eu duvido muito que seja esse o mérito da questão apresentada aqui, nessa matéria.

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  • 28/10/2011 - 14:31
    Enviado por: Matioas

    kkkkkkkkkk ainda tem gente que defende os m. que tavam f.. devem ser tb um monte de f.

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    • 28/10/2011 - 14:36
      Enviado por: Naná

      Não precisa ter medo de terminar as palavras!
      Você não será preso por dar opinião.

      Mas acho que é isso… as palavras tem um poder tendencioso (e sobre isso o Guterman sabe bem).

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  • 28/10/2011 - 14:33
    Enviado por: Guilherme

    Sou aluno da FFLCH e morador do Conjunto Residencial da USP e sei quem são esses delinqüentes. Em maioria esmagadora não são alunos, apenas bandidos alheios à Universidade, que estão dentro das malhas do tráfico de drogas. Até quando a USP será um oásis para o crime? Acredito que o contingente da polícia no campus deve ser intensificado e essas pessoas devem ser expulsas para liberarem vagas de moradia para aqueles que são alunos. MAIS POLÍCIA NO CAMPUS, JÁ!

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    • 28/10/2011 - 15:07
      Enviado por: Ramón

      E. Velloso, na minha opinião você chegou ao ponto chave da questão.

      A presença da PM incomoda o tráfico, que tinha na USP uma “reserva de mercado” sem a presença do Estado.

      Na minha opinião, os (poucos) estudantes que estão participando deste protesto estão sendo usados como massa de manobra por traficantes de drogas.

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  • 28/10/2011 - 14:35
    Enviado por: Nagib Sarraf

    Márcio, a descriminalização da maconha até pode ser discutida, mas é um outro tema e precisa ser discutida num foro apropriado para isso.

    O que está em pauta, aqui, é o ocorrido ontem no campus do Butantã: se HOJE fumar maconha é crime, então que os transgressores enfrentem o peso da mão do Estado. Isso é a definição de sociedade moderna, de Estado moderno. Assim funciona uma democracia.

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  • 28/10/2011 - 14:38
    Enviado por: xico

    Libera pra plantar!

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  • 28/10/2011 - 14:39
    Enviado por: José Augusto

    Basta aplicar a LEI.

    Sou formado pela USP e estou indignado. A PM deve circular SIM pelo campus da USP, dia e noite.

    Prisão a estes estudantes vagabundos, por depredação de bens públicos.

    Deveriam ser expulsos da Universidade, que é gratuita para eles, mas paga com o dinheiro do contribuinte. Estes vagabundos não merecem estudar a custa do Estado.

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  • 28/10/2011 - 14:40
    Enviado por: Naná

    “O Brasil não tem povo, tem público.”

    É, a democracia existe e vai bem.
    Ela até funciona!

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  • 28/10/2011 - 14:47
    Enviado por: Flauzini

    Ultimamente parece estar em moda minorias insignificantes querendo impor a ditatura de seus pensamentos contra a gigantesca maioria.
    Agora querem até ditar o que é legal ou não segundo sua ótica distorcida e entorpecida.
    .

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  • 28/10/2011 - 14:47
    Enviado por: Sergio Araujo de Andrade

    Tira sim a polícia e coloca vendedores da erva no lugar.E esses vendedores da erva ficam responsáveis por toda a segurança do campus e dos alunos.E tenho certeza de que esses alunos vão ensinar para seus filhos e netos sobre os benefícios da maconha e outras drogas.Ou ainda a segurança poderá ser feita por vigias pagos pelos usuários da maconha.E o lema: (Des)ordem e (des)progresso.E obrigar o reitor a ser consumidor também para dar o exemplo.E quer melhor lugar do que a reitoria para um baseado e uma ganja?Parabéns meus futuros intelectuais desse meu Brasil.E abaixo a polícia,o estado de ordem.

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    • 28/10/2011 - 15:00
      Enviado por: Nando

      Intelectual é o senhor,no alto dessa ironia toda, é muita inteligencia em uma pessoa só, realmete a maconha é o mal do mundo, só vejo gente aqui com raiva da planta e esquecendo o problema que é o policiamento da USP, as pessoas perdendo a vida por causa de um celular ou um carro, e ainda tem gente falando de maconha, o povinho retrógado do carai, e viva a ditadura, jango jango jango, Vamos lá gente,todos comigo, USP ame-a ou deixe-a!!!! Vai arrumar o que fazer, ou melhor, vá fumar um baseado com os criminosos da USP, kkkkkkkkkkkkkkk, só dando risada mesmo!!!

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  • 28/10/2011 - 14:48
    Enviado por: Paulo

    Olha é muito fácil colocar as coisas nestes termos: os policiais estão cumprindo a lei e os estudantes estão defendendo usuários de drogas e depredando o campus. A questão é muito, mas muito mais complexa do isso. Caro Marcos, o que você sabe sobre a atuação da polícia no campus? Depois dos episódios recentes, com o batalhão de choque jogando bomba de gás lacrimogênio em uma reunião pacifica, na qual estavam presente diversos professores de renome internacional, não podemos achar que a polícia está lá apenas para segurança.

    Concordo, o movimento estudantil não é mais o mesmo. Pessoalmente, entendo que ele pior do que você sugere, os centros acadêmicos, por exemplo, viraram aparelhos de partidos políticos e estão mais interessados em demonstrar poder em sucessivas greves do que em realizar uma prática política consistente. Por isso mesmo, o movimento estudantil é um movimento esvaziado. Vá um dia a uma reunião do DCE (Diretório Central dos Estudantes) e veja por si próprio. Assim, estas pessoas que estão aí, invadindo, não fazem parte de um movimento, mas de uma ação espontânea.

    Agora vamos nos perguntar: o que pode deixar tanta gente irritada a este ponto? Imagine Marcos que você é negro e, pelo menos uma vez por semana, você é abordado no caminho do trabalho para receber uma geral, trajeto que você faz diariamente. Acredite, não é agradável.

    Segurança é assunto sério e deve ser tratado com seriedade. Sim, penso que a polícia deve ser bem vinda ao campus para fazer a segurança. Entretanto é muita ingenuidade acreditar que é só isso que ela está fazendo ali. Crimes na USP, acontecem há mais de vinte anos, porém foi agora, no bojo da invasão da reitoria, da presença do batalhão de choque para dispersar manifestações pacificas, que a polícia militar foi convidada a se estabelecer no campus. Vale notar que quase diariamente há blitzes e revistas aos estudantes, professores e funcionários, sem que haja qualquer justificativa para isso.

    Acredito que nosso debate tem que ir além da legalidade, temos de estar atento ao que está acontecendo. O que podemos pensar da legalidade vivendo em um estado onde todos os presídios, sem excessão, são dominados por facções? Como que você acha que acabaram os ataques do PCC.

    Estes estudantes estão lá pois a atuação da polícia no campus está longe de ser algo que visa a segurança. Acredito que mais do que apontar dedos acusando uns e outros, devemos respirar fundo e olhar as coisas de perto, pois só assim poderemos começar a entender quais são os motivos que levam a estes conflitos.

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    • 28/10/2011 - 15:09
      Enviado por: Daniel

      É por causa de gente como vc que as coisas não andam no Brasil. Ficam com esse blá-blá-blá, e ninguém resolve porra nenhuma. É preciso mudar a cultura do brasileiro, ainda tenho esperança de que isso aconteça um dia. Tem que ser curto e grosso: errou, pagou. Fumar maconha é ilegal. Portanto, prendam-se os culpados. As leis deveriam ser mais severas, e o Judiciário muito mais simples e eficiente do que é. Poderia pegar esse imenso custo judiciário que existe e investir em educação e emprego nas áreas mais carentes. Aí sim, os problemas seriam resolvidos.

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    • 28/10/2011 - 15:25
      Enviado por: Daniel

      Claro que há problemas com a polícia; e toda a sociedade sofre com
      eles. A universidade não está excluída deste contexto, e também
      sente os reflexos disto.

      Mas esta retórica, a meu ver, não é suficiente para dizer que, um local, do tamanho que tem a Cidade Univertária, não necessita da ajuda da polícia no seu patrulhamento. O tardar dessa ajuda não
      pode ser um argumento contra ela. E é apenas uma questão de lógica: milhares de estudantes,
      com carros, dinheiro, computadores, celulares, etc. em uma àrea com patrulhamento exclusivo
      de uma guarda universitária desarmada e com pouca autonomia de ação, cria, necessáriamente,
      um ambiente propício para a ação de bandidos — ladrões, assasinos e traficantes.

      Por mais falha que seja a ação da polícia, a sua presença tem uma consequência
      CERTA: a diminuição dos crimes na universidade. Com isso, a diminuição da
      MORTE de estudantes, que estão lá para isso: estudar.

      Mas, como sempre, para a militância esquerdista, a retórica de — suposta — liberdade
      e — suposto — bem estar comum, sempre está acima da vida humana.

      Agora… qual a porcentagem das manifestações que ocorrem na USP sem
      algum tipo de depredação, e violência? Quem está habituado há anos com isso
      sabe que o enfrentamento com a polícia é uma parte chave, e bem planejada,
      de tudo isso.

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    • 28/10/2011 - 15:32
      Enviado por: Marcos

      Paulo, as facções nas cadeias têm claras conexões com os marxistas. As própria entrevistas do Marcola provam isso.
      Agora, você admite que os Centros acadêmicos estão infiltrados. Você se contradiz.
      Sua ideia que a PM está no campus por razões políticas é paranoia pura.

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    • 28/10/2011 - 15:34
      Enviado por: Daniel

      Ailás, me desculpe, mas supor poder achar motivos justificáveis para que
      pessoas — da maneira mais covarde — agridam policiais que estavam
      apenas fazendo o seu trabalho, é embarcar em um discurso criminoso.

      Pessoas que não sabem dialogar, canalizando raiva atuando,
      covardemente, em grupo; já que individualmente são apenas
      moleques que não fariam nada.

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  • 28/10/2011 - 14:50
    Enviado por: E. Velloso

    A USP é um antro de comunas. Grande parte dos estudantes transformaram a USP em casa da mãe joana. Lá nada funciona como antigamente. é uma Universidade de terceira categoria. O governo necessita cobrar a mensalidade desses caras que podem e estudam de graça, enquanto os pobres pagam. Na China que é um país comunista não existe estudo universitário de graça.

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    • 29/10/2011 - 19:54
      Enviado por: Uma estudante da USP

      Minha opinião é tendenciosa já que eu estudo na USP
      Mas eu não acho que resolver cobrar mensalidade seja a solução.
      Essa atitude, no mínimo, desencadearia mais tumultos lá dentro, além de dificultar ainda mais (se é que isso é possível) o acesso de uma população mais humilde à faculdade.

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  • 28/10/2011 - 14:56
    Enviado por: Marcio

    Guterman
    Eu sou marcio mais antigo. Fala para o outro mudar de nome.9

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  • 28/10/2011 - 14:56
    Enviado por: santista do jabaquara

    impunidade absurda, o q se ve aqui, mudando um pouco de assunto, e achar q um viciado, merece perdao, clinicas, assistencia psicologica, etc etc etc
    e o verdadeiro piao q se ferra, trabalha, pega 3 onibus, continua sif………..
    quem tem pena desses viciados q os levem ao seu proprio lar
    esse q vc tem do,um dia, e capaz de matar vc ou ente querido teu, num farol qualquer
    cambada de hipocritas sem vergonhas
    esses pseudo estudantes deveriam ser expulsos sim,
    raça de viciado, nao e raça, e lixo

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  • 28/10/2011 - 14:56
    Enviado por: Thiago Pessoa

    Alguns indivíduos querem transformar a USP em uma latrina.
    A fedentina destes indivíduos é de álcool e maconha.

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  • 28/10/2011 - 15:00
    Enviado por: Anita

    Marcos, conhece a piada do aluno da fefeléti que, depois de formado, arranjou emprego numa multinacional? Uma empresa multinacional, daquelas do tipo bem capitalista do ‘sistema repressor’ e ‘fascista’ que faz parte de todo bom discurso inflamado dos revolucionários de plantão.
    Depois do estágio, foi efetivado, e seu desempenho começou a cair cada vez mais. Não cumpria com nenhuma tarefa e ainda tumultuava o setor com calorosos discursos libertários sobre a ‘luta’ contra o imperialismo. Após várias advertências da chefia, a situação ficou insustentável e foi conversar com o diretor, já a um passo da demissão.
    Quando perguntado se queria se desligar da empresa, respondeu que não, pois o salário era bom e trabalhar lá contava bons pontos no currículo. Então por qual motivo se recusava a trabalhar e estava sendo tão improdutivo e desregrado?
    A resposta foi: “não é por preguiça não, é tudo uma questão de princípio”.
    É com essa cabecinha oca que essa molecadinha patética, que nunca passou necessidade na vida, pensa que pode mudar o mundo: para eles ativismo é fumar maconha e sustentabilidade é reciclar latinhas de cerveja. E ainda querem ser levados a sério.

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  • 28/10/2011 - 15:00
    Enviado por: paulo victor

    PERFEITO!!!

    O paradoxo é que o mesmo aluno que reclama da falta de segurança reclama da repressão.

    O que difere o usuário da USP do usuário da favela? Um compra a droga com o dinheiro da mesada, o outro com o dinheiro do assalto.

    Um se esconde da policia nos becos, protegido pelo poder do tráfico, o outro tenta se esconder atrás de um regulamento geriátrico que restringe a ação da policia no campus.

    A realidade é que é muito facil comercializar droga e as punições para esse tipo de atividade são muito leves.

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  • 28/10/2011 - 15:02
    Enviado por: Rogério

    “Art. 28. Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas:”

    Na verdade o ato de coansumir a droga não é penalizado pela lei, apenas adquir, guardar, ter em depósito, transportar ou trazer consigo. A expressão ” para consumo ” está apenas limitando as ações anteriores para diferenciar o usuário do traficante. Isso por que a pena para o traficante é bem mais pesada, sujeito a prisão.

    A lei penal não pode ser interpretada extensivametne, e sim aplicada literalmente se ela não prescreve que é crime o consumo, este não não pode ser subentendido.

    Veja que no parágrafo segundo o legislador toma o cuidado de prescrever o que seria a droga destinada ao consumo pessoal.

    § 2o Para determinar se a droga destinava-se a consumo pessoal, o juiz atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente.

    Por mais absurdo que possa parecer, o ato de fumar a droga não constitui crime, pois não há crime e pena sem prévia cominação legal, esse um princípio de direito.

    Mas é possível alguém fumar sem portar? Sim, numa situação hipotética em que o usuário consome a droga de amigos sem possuir ou comprar.

    Pelo que eu li na internet a nova lei anti-drogas devido aos vetos sofridos não pode ser aplicada conforme a idéia inicial do legislação que seria a de descriminar o portador de pequena quantidade da droga como já ocorre em outros países.

    O link

    http://www.conteudojuridico.com.br/artigo,a-auto-lesao-no-usuario-da-maconha,25257.html

    Colaciono abaixo a conclusão:

    3. CONCLUSÃO
    A história da ilegalidade da Cannabis Sativa comprova que esta droga se tornou ilícita mais por interesses econômicos que pelo seu caráter tóxico e a política a manteve proibida por questões práticas para diminuir a difusão da droga.

    Ainda cabe à ciência o desafio de comprovar os verdadeiros efeitos da maconha como remédio ao passo que restam poucas evidências que sustentem os antigos mitos sobre a erva: a alta dependência química, a destruição de neurônios, o fato de a droga induzir ao crime e a violência, etc.

    Apesar de não existir legislação específica sobre a auto-lesão, há um consenso jurídico que o usuário de maconha a provoca. Mas o mesmo consenso jurídico afirma que apesar de o usuário somente provocar danos a si mesmo e por isso ter protegido pela Constituição Federal seu direito individual à privacidade, deve ser punido como criminoso por ameaçar a coletividade e a saúde pública.

    A legislação vigente atenta sobre os atos de adquirir, guardar ou trazer consigo para uso próprio, não faz referência sobre a conduta de usar. Dessa forma o que a lei pune não é o uso e sim o porte da maconha, mesmo que para fim de uso pessoal.”

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  • 28/10/2011 - 15:06
    Enviado por: Cadu

    Esse modismo de universitário fumar maconha em unuversidade está presente em quase todas. viajei em congressos e é sempre a mesma cena: jovens de bom poder aquisitivo, que não trabalham, bancando o pseudointelectual, sem saber nem o sentido do uso da erva. Poucos que fumam estão preparados e o que acaba acontecendo é essa repressão do estado. Como já dizia um velho xamã que conhecí no RN: olha quem fuma marijuana na holanda e olha quem fuma aqui!!! as idéias tem que evoluir junto as ações… universidade não é lugar para maconha, nem ao menos tirar onda de libertário e estar preso ao modismo escraxado.

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  • 28/10/2011 - 15:08
    Enviado por: Nagib Sarraf

    Paulo, três estudantes foram pegos em flagrante no campus Butantã, ontem à noite, fumando maconha. A polícia foi IMPEDIDA pelos outros alunos/marginais de exercer a função para a qual ela existe. Isso são os fatos.
    Se leis precisam mudadas, isso cabe aos senhores legisladores, e não aos estudantes.

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  • 28/10/2011 - 15:12
    Enviado por: Aurélio Morer

    Antro de maconheiros, pederastas e comunistas, a USP não pode se tornar um enclave de libertinagem em plena São Paulo. PAU NELES!

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  • 28/10/2011 - 15:14
    Enviado por: Daniel

    Sou ex-aluno da USP, e sugiro que algum aluno leve e fomente a idéia de uma manifestação pró-polícia na USP. Sugiro que convoquem também pais de alunos, ex-alunos (eu irei) e a imprensa. Vamos fazer uma manifestação de 10 mil pessoas apoiando a polícia na USP, e reprovando o uso de drogas na universidade! Tenho certeza que haverá apoio maciço da opinião pública.

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  • 28/10/2011 - 15:21
    Enviado por: Alexandre

    A PM faz muito bem. Deveria era prender todo mundo que participou da arruaça!
    Esse conchavo entre esquerdopatas e o narcotráfico que acontece na USP é uma desgraça aos verdadeiros estudantes desta instituição (que não são representados pelos “cursadores de cursos” da UNE que depois sugam ministérios pelo PC do Bolso).
    Pau neles PM!!! E viva o Rodas!

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  • 28/10/2011 - 15:21
    Enviado por: Wolmir Matos

    Essa classe média deprimente acha que ser fumeteiro e estudar com o dinheiro do povo dá direito de fazer baderna em nome da democracia. As instituições, as leis devem ser respeitadas principalmente por esses alunos universitários.

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  • 28/10/2011 - 15:22
    Enviado por: Luiz

    Deviam é ter dado porrada nestes maconheiros, nego que fuma tem que apanhar para virar homem. Nego que dá dinheiro para traficante, nego que ajuda no crime, têm que receber todo o poder da lei.

    Fora PM ? Têm que ser fora maconheiro! É um absurdo o que aconteceu na USP, pena que aqui no Brasil a PM é branda…se fosse nos EUA neguinho lá, estudante de merda…teria levado uma surra e voltado correndo para o papai.

    o problema é que estes mesmo merdinhas de hj, daqui 20 anos, vão estar querendo um policiamente maior para os proprios filhos quando este forem para a faculdade, e vão cobrar e xingar a politica, o motivo de nao ter PM para proteger os proprios filhos…esquecendo totalmente que eles foram os culpados disto.

    Para finalizar, se nego estive com a cara nos livros, estudando e fazendo o que um universitario deve fazer, não teria acontecido nada.

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  • 28/10/2011 - 15:28
    Enviado por: JOSE MAGI

    TEM QUE DESCER O CACETE NESSES CARAS PORQUE DINHEIRO PRA FACULDADE ELES NAO TEM , MAS PRA COMPRAR DROGA TEM? PRA FINANCIAR O NARCOTRAFICO TEM? TA CERTA A POLICIA TEM QUE DESCER O CACETE MESMO SE QUIZEREM FUMAR OU SE DROGAR A VONTADE VAO PRA CRACOLANDIA

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  • 28/10/2011 - 15:28
    Enviado por: Marcos

    Esta é a evidência que o plano de infiltração cultural Marxista de Antonio Gramsci foi implementado com sucesso na cabeça de uma parte da população, através de lavagem cerebral.
    Tudo isso é reflexo de uma estratégia desenvolvida com cuidado e dedicação, para destruir as instituições e criar uma anarquia a ser resolvida mais tarde com a mão de ferro do Partidão.
    Não se enganem, essa molecada é apenas massa de manobra a ser descartada mais tarde, como o foram os estudantes chineses.

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  • 28/10/2011 - 15:31
    Enviado por: Thiago Leal

    Curioso.

    “A polícia tentou simplesmente cumprir o seu dever”, “vivemos sob regime democrático há mais de 20 anos. A despeito de ainda haver tortura em delegacias e arbitrariedades cometidas por policiais, não dá para comparar a atual PM com a que serviu de pilar da ditadura”.

    Então, digam-me porque os PMs tiraram sua identificação antes de descer o cacete. Isso está na lei, por acaso?

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  • 28/10/2011 - 15:56
    Enviado por: Jerônimo Fagundes de Souza

    O lance é o seguinte: todo maconheiro é um vagabundo e lugar de vagabundo é na cadeia. Ponto Final. A PM fez o que é paga para fazer. Doa a quem doer…

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    • 28/10/2011 - 16:15
      Enviado por: Eduardo

      Jeronimo, eu fumo maconha, sou vagabundo, trabalho e ganho mais do que voce.

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    • 28/10/2011 - 16:18
      Enviado por: Jakob Ibrahim

      hehehe, este aqui é o comentário mais legal de todos. Podia ter sido feito pelo Ratinho, pelo Datena ou pelo falecido ‘homem do sapato branco’ hehehe.

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    • 28/10/2011 - 16:19
      Enviado por: Thiago Pessoa

      Rota neles!!

      Pena de morte já!

      Redução da maioridade penal já!

      Aumento das penas já!

      Suspensão do bolsa família aos presos já!

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  • 28/10/2011 - 16:02
    Enviado por: NEGÃO

    Os manos que estão liderando essa bagunça são os DONOS DA BOCADA que fica alí do lado…só idiota não sacou…PM…. meta o cacete nesses caras antes que seja tarde….

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  • 28/10/2011 - 16:04
    Enviado por: Marco Cesar

    Quem financia o tráfico? São exatamente esses jovens que estudam na Universidade Pública e receberam boa educação nas escolar particulares bem PAGAS do segundo grau. Gente que deveria ter NOÇÃO e não tem. GENTE QUE TEM OPORTUNIDADE. Que estuda na universidade paga pelo imposto do POBRE. Que preferem TOCAR FOGO NA SOCIEDADE a dominar seus desejos. CHAPADOS e sem noção. E não admitem ser presos. Cadeira é PARA POBRE. O ritual de passagem – trote – é brincar de mendigo no sinal, mas ser conhecido como gente, ainda que mendigo. Infelizmente, no tecido social são um pouco mais que LIXO. Lixo que o resto da sociedade carrega nas costas pagando a conta do prejuízo. Obviamente são a prova do fracasso dos pais (alguns também chapados) e da teoria que a criminalidade está associada à pobreza. Existe essa associação sim, mas é a POBREZA MENTAL. CADEIA PARA ESSE LIXO.

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  • 28/10/2011 - 16:08
    Enviado por: odair jose

    pergunte A UM ESTUDANTE DE ENGENHARIA, MEDICINA, FISICA, QUIMICA, O QUE ELES ACHAM !!!!!!!!!!!!!!!!!

    SÓ ESSES P.OORAS LO.KAS. DE FILOSOFIA CIENCIAS E LETRAS, QUE NÃO SABEM DISTINGUIR MACONHA DE BOSTA SECA DE VACA, É QUE FAZEM ESSA PRESEPADA.

    DEPOIS UM ALUNO DECENTE É ASSASSINADO NO ESTACIONAMENTO, PRONTO !!!!!!! CAI TODO MUNDO DE PAU NO GOVERNADOR E SECR,SEGURANÇA…..

    ARREIA O PAU NESSES MAURICINHOS E PATRICINHAS, QUE NEM VÃO SABER PORQUE ESTÃO APANHANDO

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  • 28/10/2011 - 16:09
    Enviado por: Allan

    Eu tenho diploma da USP (pós graduação) e tenho vergonha de saber que o dinheiro público financia um bando de maconheiros que irão ganhar um diploma do Estado ao final do curso…
    Tendo a carteirinha do PT ou algum partido de extrema esquerda, com um pouco de ajudinha entrarão no clube de professores do quadro… depois querem um país de primeiro mundo. Piada!

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  • 28/10/2011 - 16:11
    Enviado por: Eduardo

    Meu povo, lembremos que que estamos no século XXI. Por favor deixem de olhar apenas para o passado e ficar debatendo a DIREITA x ESQUERDA. A guerra fria já acabou há muito. Não sejamos ancrônicos. O fato é simples: cometeu-se infração criminal por consumo de intorpecente. A polícia militar executou com excelência o seu papel lvrando o flagrante. Na seqüência, os delinqüentes disfarçados de estudantes cometeram os mais variados crimes, como resistência à prisão, fuga, desacato à autoridade, depredação de patrimônio público, manifestação em via pública sem consentimento da justiça e por aí vai.
    Esta cambada de marginais, que são minoria entre os estudantes de verdade, querem destruir a Universidade e a Sociedade. Nós, cidadãos de bem, não podemos permitir isso! PARABÉNS A POLÍCIA MILITAR!!! POR FAVOR, NÃO DEIXEM A USP. PELO CONTRÁRIO, INTENSIFIQUEM SUA ATUAÇÃO LÁ DENTRO!!!!
    Detalhe: fui aluno da USP há muito tempo e já naquela época exisitiam estes marginais! Esta corja precisa ser extinta da universidade!

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  • 28/10/2011 - 16:12
    Enviado por: Rosberg Farias

    Reparemos na estupidez deste debate: os sujeitos se perdem em suas delirantes interpretações das Leis. Quem é mais estúpido: os maconheirinhos da USP ou esses juristas de meia-tigela? O que assusta é a forma diligente com que os idiotas passam às suas interpretações. Mas eu queria lembrar que existem outros delitos à vista dessa mesma Constituição: por que os policiais não entram tribunais adentro e arrancam os crucifixos enormes que fazem parte do ornamento dessas instituições e que estão sempre acima (!) dos símbolos nacionais? Eles ferem a Constituição com tamanha sangria que me pergunto se não é o simbolo maior da corrupção entre os brasileiros, que são incapazes de seguir qualquer Lei. Não tem nada a ver com o pobre do Cristo, pois até ele está lá contra sua vontade. Tem a ver com a incapacidade de nossos juízes de julgar. Os brasileiros não possuem a capacidade do julgamento (apenas a do preconceito), eles sempre perdoam. Perdoam até o mais indiscreto assassino, ou, quando não, deixam o caso prescrever. O tão honrado Cristo está sendo usado como símbolo de corrupção, aliás, quando pegam algum “desviante” (de verbas, não confundir com o “desviado”) com a boca na botija, logo ele justifica-se dizendo que foi Deus que assim providenciou. Nesse ponto, todos os brasileiros (incluindo os intrépidos togados) entram em transe e… perdoam! Valha-me Deus, que moral os brasileiros criaram sob o teu nome!?

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  • 28/10/2011 - 16:12
    Enviado por: Carina B.

    Abuso de autoridade e leis ultrapassadas. A PM é proibida de entrar no campus, um lugar que deveria ser um ambiente de livre pensamento e ação estudantil. Não existe qualquer justificativa coerente para eessa ação militar, os argumentos dados nessa matéria são reacionários e não condizem com a realidade. Existe violência em qualquer lugar e a PM utilizar isso como desculpa para permanecer na USP e se preocupar com estudantes consumindo cannabis ao invés de fazer algo de fato para melhorar a violência, como por exemplo a integração das comunidades que rodeiam a USP só contribui para a SEGREGAÇÃO e para o AUMENTO DA VIOLÊNCIA. Vejam imagens do doculemtário ” Del Poder” de Zavan, cenas de manifestantes sendo MORTOS por policiais ou agredidos brutalmente por simplesmente manifestarem sua opinião e vejam se esse artigo é coerente ou traz algum bem para a formação da opinião pública. Somente lembrando que o jornal ESTADO DE SÃO PAULO foi uma das empresas que financiou a ditadura, assim como a Camargo Correa, entre outras. Me parece que essa tendência de deturpar os fatos permanece lamentavelmente nesse jornal.

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    • 28/10/2011 - 16:35
      Enviado por: Daniel

      Vc é aluna da USP e usuária de drogas?

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    • 29/10/2011 - 20:02
      Enviado por: Uma estudante da USP

      Então vc sugere que a universidade tenha uma lei diferente do resto do país?
      brilhante.
      Acabei de decidir que minha casa também tem. aqui eu posso assassinar quem eu quiser e ninguém pode me punir por isso.

      Mas sério, não, querida. Você pode pensar o que você bem entender dentro da USP, mas não tem razão para a polícia ter menos voz dentro da cidade universitária do que fora.

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  • 28/10/2011 - 16:13
    Enviado por: Eduardo

    “…afinal, quantos alunos mais teriam de ser mortos, estuprados e assaltados até que alguém resolvesse deixar os pruridos ideológicos de lado e pedir socorro à cavalaria?”

    E a cavalaria vem e prende aluno fumando baseado? Que inutil, que desperdicio da forca publica!

    Nao defendo a posicao desses alunos, mas nem por isso vou ser ingenuo e tambem nao perceber o interesse da reitoria na presenca da PM.

    Nao acho nosso estado democratico, pode ser mais do que na epoca da ditadura, mas nem por isso devemos parar de progredir em rumo a mais democracia.

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    • 28/10/2011 - 16:51
      Enviado por: Jorge

      Muito bom comentário.
      Deveriam perguntar para o reitor e seus PMs quantos assassinos e estupradores eles já prenderam desde que a tal “cavalaria” foi chamada.

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  • 28/10/2011 - 16:16
    Enviado por: odair jose

    ESSA É A ORDEM DA CORJA DO PT E SEUS SINDICALISTAS……….PROMOVER A BAGUNÇA NO PAÍS;……..

    ESSES BADERNEIROS DE HOJE NA USP, SERÃO OS LADRÕES DE COFRES ´PUBLICOS DE AMANHÃ…………LULA- DILMA- GENOINO -DELUBIO- VACAREZZA ——-COLOR ——RABELO —– QUE INVENTARAM —-DIRETAS JA—

    ARREIA O PAU NESSES MAURICINHOS QUE ESTUDAM AS NOSSAS CUSTAS, DE GRAÇA, E VÃO SUSTENTAR TRAFICANTES….

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  • 28/10/2011 - 16:21
    Enviado por: Lucas Freitas

    FICA A DÚVIDA: Se o “ilustre” FHC estivesse na USP defendendo a MACONHA iríam prendê-lo?!

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    • 28/10/2011 - 16:57
      Enviado por: Jorge

      Desculpa aí a franqueza, mas esse seu comentário é bem infeliz.
      FHC não defende a maconha. FHC defende a DESCRIMINAÇÃO, ou seja, ele defende que o uso não seja mais considerado crime, com que eu concordo plenamente. Eu não fumo nada, nem bebo, mas se tentarem proibir o tabaco e a pinga, eu serei radicalmente contra. Só quem é a favor da proibição são os traficantes, que terão mais dois campos férteis para seus negócios.

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  • 28/10/2011 - 16:33
    Enviado por: CQ

    Pra mim.. é óbvio: lugar de criminoso é na cadeia.

    Maconheiro que briga com a policia pq fez coisa errada? Isso é coisa de moleque, e nao de estudante.

    A PM devia colocar é uma base da CHOQUE la dentro, e descer o cacete nessa criançada até eles aprenderem a primeira regra básica de uma sociedade: Lei se cumpre.

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  • 28/10/2011 - 16:36
    Enviado por: Valloy

    Excelente texto Guterman. Pensar não dói, ou até dói mas não mata.
    Se a polícia lhe flagrou com uns baseados, relaxa. Se assassínos confessos, no nosso país, saem da cadeia em 2 ou 3 dias, você jamais perderia mais que algumas horinhas na delegacia, socializando geral, entrevista algumas pessoas, vai que surge uma boa idéia para uma monografia.

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  • 28/10/2011 - 16:44
    Enviado por: Bruno

    Levar os caras presos por causa de um baseado é foda viu.Alem do mais, que texto fraco e uns comentarios idiotas sao poucos os que sao uteis.
    LIBERDADE é também fumar um baseado tranquilo aonde quer que seja sem ser incomodado pelos porcos fardados, e nao me venham falar em financiamento para o trafico, verdade ele existe, mas politicos roubam milhoes por ano e ninguem quebra a Senado Federal.
    Vamos nos juntae e derrubar essa constituiçao atrasada e careta.

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    • 28/10/2011 - 20:12
      Enviado por: santista do jabaquara

      vai embora pra holanda , rapa
      teu comentario tem o mesmo valor do teu carater

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    • 29/10/2011 - 01:56
      Enviado por: Valloy

      A começar pelo seu comentário muito tosco e pobre.
      E liberdade depende de cada um. Você, BRUNO, não define o que é liberdade para ninguém além de você mesmo.
      Vou digitar melhor para você: “LIBERDADE é, para minha pessoa, também fumar um baseado tranquilo.

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    • 29/10/2011 - 20:05
      Enviado por: Uma estudante da USP

      Liberdade é descumprir as leis do país, essa é ótima. Vou anotar no meu caderninho de pérolas para poder ler mais tarde.

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  • 28/10/2011 - 16:45
    Enviado por: Rodrigues

    Eles querem que a policia saia para consumir ou portar drogras??? Coloca esses “muleques” na cadeia. Policia em todos os locais JÁ…

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  • 28/10/2011 - 16:53
    Enviado por: DURONAQUEDA

    Tenho visto de tudo, só não tenho encontrado coerência na tentativa de justificar o uso do baseado como sendo alguma coisa lógica, legal e racional. Notoriamente são estudantes de cursos inúteis entre os quais a história da arte. Filhos paridos de mães prostitutas ou passadas por várias experiências, meninas independentes e muito limitadas em formação cultural, apenas egoísta por natureza. Mães que sustentam seus mimados filinhos com comidinha na boca, carro e dinheiro no bolso, não permitindo que estes filinhos se tornem homens, ao primeiro chilique nervoso do filinho quarentão vem a ‘pobre coitada’ da velha socorrer o estúpido progressista e sua filosofia de boca de fumo. Enquanto o amante leva vida mansa por conta do filinho da mamãe que não amadureceu, uma eterna criança desrregrada.

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  • 28/10/2011 - 16:53
    Enviado por: Rogério

    Não estranho a conduta dos aluno, como ex-aluno sei como funciona a cabeça do pessoal que geralmente participa dos Centro acadêmicos.
    Eu não era integrante do qudro de dirigentes do C.A da Veterinária, mas estava em todas as baladas de festa, culturais, esportivas.
    Lembro-me que sentia-me como se fosse uma espécie de dono da USP. Confere totalmente essa idéia do Guterman de território “sagrado”. Talvez devido ao fato de ser um espaço público e que dá a sensação de estar mesmo nas mãos dos alunos. Não havia uma administração centralizada ( ou muito ausente) , fora da esfera pedagógica, que ditava regras ou impunha o seguimento destas. Lembro-me que nós organizávamos tudo, as festas, os eventos esportivos e culturais de todo tipo. Eramos realmente como donos da universidade. Era assistir aula, frequentar o C.A um clube de amigos despreocupados, ir ao CEPE e fazer o que queríamos, bater um bandeijão baratíssimo ( subsidiado ) e frequentar os apartamentos dos colegas do CRUSP. Este último era quase um território de ninguém, havia colegas que moravam lá sem passar por nenhum crivo administrativo, simplesmente eram amigos dos que tiveram um acesso formal e moravam lá sem a menor restrição de porteiros e etc.
    Parece que seguia o mesmo padrão que ocorre com a coisa pública brasileira, o cara acaba se sentindo meio dono daquilo.
    E o perfil dos colegas meio de esquerda, meio intelectuais e meio politzados era o de jovens de classe média baixa a alta. Geralmente garotos mimados que não tem a menor noção da realidade, mas cheio de idéias e sonhos. Mas essa é apenas uma parcela, a maioria, mesmo que de classe média, eram mais responsáveis e com noção de realidade, que estavam lá para realmente estudar, pensavam seriamente no futuro profissional e etc. Então não dá para generalizar, mas creio que esses que estavam envolvidos nesse problema fazem parte daquele grupo que citei, garotos de classe média, com pouca responsabilidade na vida, cheios de idéias de grandeza, porém teóricos e principalmente mimados que ainda não conseguiram exercitar a autocrítica. Obviamente estão ridicularmente errados.
    Mas ha que se observar que são jovens e jovens são assim mesmo, dá até para entender, muitos passaram por isso, essa fase maravilhosa. Eu realmente não me arrependo de todas essas bobagens que fiz e falei, a ignorancia e a alienaçao, para um jovem, uma experiência única que não volta mais.

    Agora seria ridículo reviver o passado como dizia meu ex-sogrão “um jovem que não é comunista não tem coração e um adulto que é comunista não tem juizo “,
    temos que seguir os passos trilhados pelo personagem da ” logical song” do Supertramp. do tipo

    But then they send me away to teach me how to be sensible,
    logical, responsible, practical.
    And they showed me a world where I could be so dependable,
    clinical, intellectual, cynical.

    Ao contrário do que pensa o senso comum, esse jovens alienados e mimados de ontem estão por aí, como diria Belchior, “como nossos pais”, respeitáveis senhores produtivos “contando o vil metal” e como se não tivessem passado por nada. Quem sabe até reclamando de forma moralista ( talvez com alguma ponta de inveja ) desses garotos no melhor ( e por vezes no pior ) de suas vidas.

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  • 28/10/2011 - 16:55
    Enviado por: Pedro

    Sr. Guterman…. que sanha de se colocar rapidamente contra ou a favor dos fatos…

    E quais foram os fatos ~ Que uma parcela mínima de estudantes invadiram o prédio da administração.

    Daí a dizer a generalizar, falando “dos estudantes da USP”, do “movimento estudantil… pô, e ser muito simplista mesmo. Empobrece o debate.

    Fora que eu não vou nem comentar a sua colacação sobre Paulo Freire… totalmente descabida, dá para ver que você não sabe do que está falando.

    Muito fraco seu texto. Não sei como o Estado deu espaço para você escrever isto.

    Abç,

    Pedro.

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    • 28/10/2011 - 16:59
      Enviado por: Marcos Guterman

      Meu texto não cita Paulo Freire.

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    • 28/10/2011 - 17:15
      Enviado por: Pedro

      Touché!

      Exatamente, falei isto como exemplo de infomação mal assimilada e expandida. Quem fala sobre Paulo Feire são algumas pessoas que estão comentando seu texto. E eu, apressadamente, assim como o senhor, tirei minhas conclusões.

      Marcos, ajude a aprondar o debate e não à empobrece-lo. A realidade é mais complexa que isto aí que está sendo apresentado.

      Repito: Quem participou do ato foi uma minoria. Alunos das Ciências Humanas não são “tudo farinha do mesmo saco”, Alunos da Usp muito menos, Movimento Estudantil, de onde ~ Do Brasil ~ Da America Latina ~De São Paulo… do que vocẽ está falando ~ Emfim, também não são todos iguais.

      É só isso.. se você é gerador de opinião, na minha minha humilde opnião, deveria colaborar a esclarecer…

      Abraço,

      Pedro.

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    • 28/10/2011 - 17:20
      Enviado por: José Augusto

      Pedro,

      Qual a sua posição e proposta, além de detonar o blogueiro?

      Sem generalizar o movimento estudantil, estes criminosos (sim, cometeram crime) devem ser presos e expulsos da universidade pública.

      Lei se aplica.
      Lugar para se discutir as leis é no legislativo, porém enquanto o debate não altera a lei, ela deve ser cumprida em sua íntegra.
      Se amanhã for liberada a maconha, ótimo. Em Amsterdam também é, não vejo problema. Mas enquanto não for liberada, é crime e os policiais cumprem seu dever.

      E clarifico, o crime pelo qual deveriam ser presos e expulsos da universidade é o de depredação de bens públicos, que será reposto com o dinheiro do contribuinte (além de pagar o custo para estes vândalos fingirem que estudam).

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    • 28/10/2011 - 17:30
      Enviado por: Rogério

      “Marcos, ajude a aprondar o debate e não à empobrece-lo.”

      Mas não foi o Guterman quem iniciou o debate?

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  • 28/10/2011 - 17:04
    Enviado por: Antonio

    Não tem essa.

    LEI É LEI. A ordem é a base da democracia.

    Essa inversão de valores é um absurdo.

    CANA nesses vagabundos! Principalmente nesses estudantes profissionais.

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  • 28/10/2011 - 17:04
    Enviado por: Maria Amelia de Oliveira Nogueira

    Acho que nos comentários sobre a notícia estamos caindo na tecnicalidade dos debates que envolvem corruptos. A meu ver, três homens fumando um baseado, dentro de um carro em noite fechada, nas dependências da USP, após tantos roubos, estupros e até morte que ali foram registradas, merecem, sim, encaminhamento a uma delegacia para averiguações. Fossem uns pés de chinelos maconheiros e nem se quer o assunto estaria sendo discutido. Muito pelo contrário, esses nossos universitários, zelosos que são pelos seus direitos, estariam clamando segurança ao Governo do Estado. Decidam-se, meus jovens, vale pra todo mundo ou só vale a precaução contra maconheiros pé-rapados?

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  • 28/10/2011 - 17:13
    Enviado por: Marcos Manocchi

    Como nós diziamos à alguns anos atrás, você falou e disse.Pena que, estes estudantes profissionais, ao invés de irem prá cadeia, irão para o Ministério do Orlando, digo, dos Esportes. Ou pra uma ONG.

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  • 28/10/2011 - 17:14
    Enviado por: justo

    CRACKUSPLANDIA.

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  • 28/10/2011 - 17:18
    Enviado por: justo

    Vamos perguntar ao ex-ministro Gilberto Gil?

    http://www.youtube.com/watch?v=SLIgBKoK7f8&feature=related

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  • 28/10/2011 - 17:25
    Enviado por: VOZ ATIVA

    Atire a primeira pedra e logo muitos idiotas reunirão uma pedreira em volta…

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  • 28/10/2011 - 17:29
    Enviado por: Benjamin

    Bruno,

    Você tem toda razão!! Acho inclusive que atos como pequenos roubos, desvios de dinheiro abaixo de uma certa quantia, ou mesmo atropelar uma pessoa sem machucá-le devem fazer parte dessas pequenas liberdades.
    E quanto à Constituição, diga como pretende derrubá-la?
    Provavelmente através de um golpe de estado? Ou dentro da lei? A mesma que diz que fumar maconha é ilegal?

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  • 28/10/2011 - 17:29
    Enviado por: Larry Fine

    Aproveitando, alguém tem um aí?

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  • 28/10/2011 - 17:38
    Enviado por: E. Velloso

    Agora pensando bem, o que de mal estes três estudantes fizeram? Estão simplesmente seguindo o conselho do ex presidente FHC, dizendo que o país perdeu a guerra para os tóxicos e que é favorável a liberação da maconha. Se um marmanjão velho desses e ex presidente fala isso, porque um moleque de 18 anos faria ao contrário?

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  • 28/10/2011 - 17:39
    Enviado por: Fabio

    Apoio a polícia dentro do campus sim. Quantos foram assaltados, estuprados e mortos aí dentro e agora, por causa de 03 maconheiros, que ajudam a financiar o tráfico de drogas, querem que a pólicia seja retirada. Cidade universitária não é terrritório autônomo. Os alunos que lá estudam, de graça, em função dos impostos que pagamos, devem ser tratados como pessoas comuns, o que de fato são e estarem sujeitos as leis como todos os brasileiros. Ainda bem que esses pseudo-estudantes são a grande minoria.

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  • 28/10/2011 - 17:52
    Enviado por: Bruno

    Esse Marcos é semi-analfabeto. What a surprise.

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  • 28/10/2011 - 17:59
    Enviado por: ChristianS

    O fato é bastante simples de entender.

    A proibição da maconha é uma atitude hipócrita, já que alcool e tabaco são liberados e causam muito mais danos. O consumo dela é por si só uma atitude de não conformismo com isto e outros desmandes autoritários de diversos governos.

    É claro que atualmente quem consome alimenta o narcotráfico e a violência. Porém isto só é assim porque o governo e a sociedade escolheram que fosse assim ao proibir a produção e consumo privados da droga. Não é uma opção é uma imposição da sociedade que quem consuma maconha alimente o narcotráfico.

    Aliás a proibição da maconha só interessa aos poderosos instalados em todos os 3 poderes e em todos os níveis hierárquicos que lucram com esta situação atual de proibição. É incrível que os setores conservadores da sociedade não percebam que estão aliados aos narcotraficantes.

    A chamada “guerra contra o narcotráfico” nunca foi vencida em nenhum país do mundo!

    O consumo de outras drogas como cocaína e crack é muito estimulada pela postura atual da sociedade, pois faz com que o usuário de maconha tenha que comprar no “mesmo supermercado” onde estas drogas estão a venda. O que por sí só aumenta o numero de usuários destas outras drogas. Com certeza o consumo das outras drogas, estas sim realmente destruidoras, diminuiria muito caso a produção privada para consumo próprio fosse devidamente legalizada.

    Há pelo menos um século países lutam para eliminar o consumo de maconha e NENHUM conseguiu! Afinal inclusive quem está na linha de frente do “combate” (polícia) acaba se envolvendo também com o “negócio” (deixo claro que não todos os policiais são assim).

    Esclareço também que não sou usuário de maconha, mas percebo, assim como outros, como a coisa é na realidade.

    Assim, concordo com os alunos da USP. Não dá para deixar a polícia no campus, é preciso encontrar outra saída.

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    • 28/10/2011 - 19:38
      Enviado por: Fabio Unique

      ” É incrível que os setores conservadores da sociedade não percebam que estão aliados aos narcotraficantes. ” É quase incrível, mas não percebem.

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  • 28/10/2011 - 18:07
    Enviado por: Lysergic

    Quanta ladainha.

    Gutterman você não sabe de nada e seu artigo é uma porcaria.

    Esse caso foi o estopim de um história muito longa sobre a presença da polícia na USP.

    Agora vem você com teu jornalismo mequetrefe querer induzir que tudo foi porque querem fumar maconha a vontade na USP.

    Rasge seu diploma seu lixo!

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  • 28/10/2011 - 18:11
    Enviado por: ana cristina

    Mais um episódio que deveria nos conduzir a uma profunda reflexão: Afinal, por que é proibido fumar maconha? Quem quiser uma análise de aspectos que nunca são abordados nos bate-bocas que costumam aparecer nos comentários, pode assistir “Cortina de Fumaça”, no Youtube. Vale a pena dedicar um pouco de tempo à questão. (obs: não sou nenhuma mocinha interessada na liberação da maconha para “fins recreativos”, já ultrapassei meio século de existência e vejo que o tema é polêmico e exige um estudo sério, uma vez que a repressão só piorou o quadro.)

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  • 28/10/2011 - 18:15
    Enviado por: Marcos L. S.

    Para mim, usuário de droga ilegal, é tão criminoso quanto o traficante. Tanto faz, maconha, cocaína heroína, crack o que for, são todos uns fracos que patrocinam o crime, e que quando perdem de vez as estribeiras, cometem crimes, (roubos, furtos e agressões até contra a própria família) para estes últimos não tenho nem palavras para definir tais parasitas que só contaminam a sociedade. São doentes ? Ótimo, então procurem um médico, para mim o governo devia doar toda semana um quilo de crack a estes anjinhos, assim paravam de destruir a sociedade …

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  • 28/10/2011 - 18:22
    Enviado por: Fabio Unique

    Uma universidade é uma ilha de privilegios, desde a comida barata no bandeijão até a meia entrada em qualquer evento cultural. Meu exercicio de futurologia hoje é que, a partir da legalização da maconha, haverão salas audiovisuais especializadas no publico consumidor, cinemas com fumo liberado, e quem se incomodar pode continuar frequentando as salas caretas nos shopping centers da cidade, seu pejuizo a esse life-style de consumidor de drogas e porcarias legais.

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    • 28/10/2011 - 18:25
      Enviado por: Fabio Unique

      ERRATA: SEM prejuizo ao seu life-style de consumidor de drogas ATUALMENTE legais e outras porcarias.

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    • 28/10/2011 - 23:01
      Enviado por: Daniel

      Bravo…. Concordo…. Muito bem….

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    • 28/10/2011 - 23:57
      Enviado por: Rogério

      É mais ou menos por aí, o que era cult vira pop. A Souz Cruz há época da assembléia constituinte, achando que seria legalizada a maconha, apressou-se em registrar a marca “baseado”.

      “tudo que se move é um alvo e ninguém está a salvo”

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  • 28/10/2011 - 18:43
    Enviado por: Mateus Sampaio

    O pior de tudo é ver tantas pessoas que com certeza tenham um grau de instrução elevado, pois entraram para uma USP, defender a criminalidade, ou sera que da sacada do ap desta galera eles não veem quantas crianças vivem no trafico que é bancado por este bando de inuteis? Tantas coisas importantes que afetam diretamente nossas vidas, como a corrupção, que segundo a matéria publicada pela VEJA conssome 85 BILHÕES, todos os anos e eles alimentam uma corja de traficantes que depois vão lá fora roubar e estrupar eles mesmos… mas que vergonha…

    ACORDA BRASIL….

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  • 28/10/2011 - 19:03
    Enviado por: Marcos P C

    Nossos comunistas de plantão, são a favor da liberdade expressão, mas só a deles.
    Polícia só contra os opositores, maconheiros e bebados no campus são perseguidos.
    Quanta cara de pau. Futuramente tentarão ser políticos, pelo PC do B e outros partidos de esquerda.
    Os três que foram pegos, vão pedir aquela bolsa de perseguidos políticos.

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    • 28/10/2011 - 20:28
      Enviado por: santista do jabaquara

      caro idiota, eu nao sou comunista, nem de esquerda, nem de direita, gosto de uma boa cerveja, de uma boa pinga, mas nos momentos de folga
      um leve baseado, faz sim, muito mal , principalmente pra quem quer ser um profissional
      pergunto, por q esses viciados de merda, nao usam as drogas em suas casas, na frente dos papais e depois vao estudar?

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  • 28/10/2011 - 19:06
    Enviado por: Raphael

    Como estudante da USP, só posso aplaudir as suas palavras. Perfeito!

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  • 28/10/2011 - 19:13
    Enviado por: Roberto Lima

    Parabéns a PM, esses bandidos criados pela babá merecem é cadeia, estamos vivendo uma verdadeira Anarquia, travestida de democracia.

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  • 28/10/2011 - 19:23
    Enviado por: Débora

    Parabéns a reportagem e ao trabalho da polícia. Eles deveriam vir aqui na UNICAMP, outra universidade cheia de maconheiros.

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  • 28/10/2011 - 19:34
    Enviado por: João

    Caro Marcos,

    embora tudo indique que os estudantes realmente estivessem portando drogas, a PM cometeu um erro crasso ao detê-los. Não se trata de cumprir ou não a lei, pois, em tese, a ação da polícia tem base legal. Porém, não tem legitimidade, porque não é razoável. A função da PM no câmpus é manter a ordem pública, buscando coibir a violência, sobretudo em razão dos delitos que vinham ocorrendo na cidade universitária, os quais ainda existem. Foi para prevenir a ocorrência desses episódios que a PM foi chamada ao câmpus. Ao deter os alunos, a polícia praticou uma violência desproporcional ao fato que lhe deu causa (alunos fumando maconha). O senhor se referiu, em seu texto, ao Estado Democrático de Direito em que vivemos. Pois bem, do ponto de vista político-criminal, é inadmissível que estudantes sejam detidos dentro da universidade pelo fato de estarem usando uma substância considerada ilícita. A reação do Estado, nesse caso, é a responsável por pertubar a paz social ( que é justificativa para a própria existência do Direito Penal e da repressão), e não a ação dos estudantes. Simplesmente lamentável. Falta visão crítica ao seu texto, o que é natural tendo em vista que o autor que não teve capacidade para estudar na USP.
    Saudações franciscanas

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    • 28/10/2011 - 20:41
      Enviado por: Luiz

      OK. Vamos inverter a situação.
      Imagina que a PM esteja lá para reprimir o uso de drogas…MAS DE REPENTE UMA PESSOA ESTA SENDO ESTUPRADA NO CAMPUS na frente da PM…ela entao nao devia fazer nada e ficaria assistindo a cena, porque nao estaria lá para reprimir a violencia ?

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    • 29/10/2011 - 00:15
      Enviado por: João

      Luiz,

      você é tão estúpido que não teve capacidade para entender o meu comentário. Pessoas cretinas, com baixa capacidade intelectual como você, deveriam se limitar ao silêncio.

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    • 29/10/2011 - 20:20
      Enviado por: Uma estudante da USP

      Eu imaginei agora o reitor entregando dois pedaços de papel para um policial:
      “Olha, essa aqui é a listinha de crimes que você deve punir. E essa é a listinha de crimes que você NÃO deve punir.”

      Na minha humilde opinião… os textos desse tal João não passam de uma salada de palavras difíceis que ele usa na tentativa de parecer o sr. dono da verdade, o cara que manja do assunto, enquanto que na verdade o conteúdo é uma belíssima piada nerd.

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    • 09/11/2011 - 16:57
      Enviado por: João

      “Salada de palavras difíceis”? Quantos anos de cursinho você fez para passar na Fuvest?

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  • 28/10/2011 - 19:43
    Enviado por: Marcos Silva

    Na verdade, esses caras sao todos uns babacas tentando criar uma historinha, romantica e heroica, pra poder contar pra os filhos e netos, a reboque do que foi uma verdadeira mobilizacao por democracia e liberdade contra a ditadura militar.

    Ingenua, burra e idiotamente, confundem contravencao com liberdade e democracia. Coitadinhos !

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  • 28/10/2011 - 19:44
    Enviado por: Charles Bronson

    Sabe que não e permitido o consumo por ai e fica desafiando a lei, ainda me aparece um zé droguinha falando que na lei não ta escrito que fumar e proibido, enão masca e engole essa merda igual vaca/boi.

    Quer fuma, fuma no teu quarto, na tua casa, agora ficar desafiando a lei e ainda acha ruim e foda.

    Bando de comunista maconheiro de merda, pega um bando de livro so pra usar citação pra ficar defendendo o uso da droguinha, faltou foi mas bala de borracha nesses vagabundos!

    Boa polícia!

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  • 28/10/2011 - 19:49
    Enviado por: Daniel aluno indignado

    É de se estranhar, que nós cidadãos de SP temos que pagar impostos para formar pessoas estúpidas com gorros e camisetas no rosto em prol de estudantes maconheiros – que contribuem para o trafico. Aqueles estudantes que invadiram os predios da USP e depredaram nosso patrimonio – se acham donos (proprietários) de um local público. E ainda, esquecem os seus livros e aulas para contribuir com uma belissima filosofia de vida – qual seja, beber, drogar e tumultuar a sociedade.

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  • 28/10/2011 - 19:51
    Enviado por: nidia machado Salvador

    PAULO FRANCIS,EDUCAÇÃOÉ TRNASMISSÃO DE UM ACÚMULO DE CONECIMENTO.NA REPÚBLICA BANANEIRA É DESPREZAR O MÉRITO E PROMOVER OS IRRESPONSÁVEIS.PAULO FREIRE TUDO MUNDO É IGUAL ALUNO E PROFESSOR.ACENDEU O SINAL ESTÁ NA HORA DE RESSUSCITAR A IDÉIA QUE A ESCOLA DEVE TORNAR O ALUNO CAPAZ DE LER ,ESCREVER E CONTAR E TORNAR UM CIDADÃO CRÍTICO E REFLEXIVO,PARA EXERCER SUA CIDADANIA .DEMOCRACIA NÃO CONIVÊNCIA COM A DELINQUÊNCIA DE UNS POUCOS QUE SE AUTODEFINEM COMO POLITICAMENTE CORRETOS E DONOS DA VERDADE ABSOLUTO E QUEREM IMPOR SEU PONTO DE VISTA A UMA MAIORIA.

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  • 28/10/2011 - 19:51
    Enviado por: Lucas

    O certo mesmo é deixar pra lá essa história de levar usuário de drogas para delegacia, quanta perda de tempo, a lei é mais fraca do que fio de algodão. A PM gastou bombas, homens, viaturas, correu risco de matar alguém e piorar a coisa, envolveram muitos soldados, dinheiro público indo ao ralo (como sempre) por causa de um caso que não acaba em nada. Sairam pela porta da frente da delegacia mais rápido do que o teclado do escrivão. Só trabalho a toa da PM perder tempo com maconheiro.

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  • 28/10/2011 - 19:54
    Enviado por: Sah Veiga

    Eu sinceramente não acredito que o Estadão permitiu e divulgou essa matéria!

    É totalmente ridícula, sem fundamento algum. Retrata apenas a opinião de uma pessoa totalmente desinformada!

    Isso é ridículo!

    Entendo que fumar maconha seja proibido, apesar de ser a favor da legalização, porém agressão ao usuário e ainda, ser contra a manifestação dos estudantes da USP é um absurdo!

    Os estudantes não querem a PM lá para resolver o problema dos usuários de maconha, os estudantes querem segurança contra roubos e latrocínio.

    Até onde eu sei, os números de violência dentro da cidade universitária não diminuíram com a PM lá dentro.

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  • 28/10/2011 - 19:59
    Enviado por: Ricardo Martins

    Senhores vamos acabar de uma vez que a discursão: Vamos enviar todos os traficantes, estrupadores, assalntantes para o campus . Assim a policia não pode entrar e ficamos sem menos duas preocupações, ou somente uma, que resolvemos depois.
    Estão confundindo liberdade com libertinagem.

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  • 28/10/2011 - 20:00
    Enviado por: Renato

    Parabéns pelo texto. Análise perfeita.

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  • 28/10/2011 - 20:08
    Enviado por: Ariel Pereira Quintela

    O narcotráfico só existe por conta da proibição e não pelo uso de drogas, que é tão antigo quanto a agricultura. No mesmo momento em que as pessoas observaram que tal planta alimenta viram outra que altera a percepçao. A questão é que as pessoas aqui estão se baseando na lei como se ela fosse a mais pura verdade e esquecem que ela surge baseadas em opiniões. As leis mudam, nossa percepção muda, ninguem é dono da verdade, impor leis é um absurdo e causa aberrações como esta. Sugiro a implantação do método científico para que constatações (e não opiniões) participem nas decisões tomadas em relação a nossa sociedade e que elas sejam aplicadas através de convenções e não de leis.

    Faleimemo! =) mta paz e amor pra voces!
    Vale a pena assistir o documentário Zeitgeist Addendum, que está na integra no youtube antes de responder esse meu comentário!

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  • 28/10/2011 - 20:10
    Enviado por: santista do jabaquara

    defensores da maconha, cocaina, crack, vcs realmente tiveram uma familia ausente , podem ter certeza, podem trabalhar, ganhar altos salarios, mas se usam drogas, fogem da real, faltam valores,
    vcs nao merecem creditos, jamais vou querer me consultar com um profissional viciado, nem meus filhos, caiam na real
    vcs merecem tudo de ruim, q cheirem seus pos, no inferno, do lado do capeta, fumem suas ervas nos banheiros publicos lotados de latrinas entupidas, seus lixos.
    vcs sao vermes , q nao merecem creditos
    aqueles q defendem esses lixos q se dizem estudantes, vao se arrepender mais tarde, isso e fato.
    caro Caio, qdo disse BORRACHA NELES, substituo por 12 NELES
    vc nao merece nem resposta, seu ………………

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    • 28/10/2011 - 22:56
      Enviado por: Daniel

      Quando você diz “borracha neles” está provando o quanto é um pobre coitado que não tem argumentos e quer resolver na porrada.
      Que dó de pessoas como você, papagaio da imprensa podre e vendida. E ainda vem falar de amor de família… Socorro…

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  • 28/10/2011 - 20:55
    Enviado por: Newman

    Hehehehe… O Partido e o sindicato mandam e os estudantes maconheiros abanam o rabinho obedientemente. Não é a toa quer a maioria desse pessoal só consegue emprego no setor público por indicação partidária.

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  • 28/10/2011 - 21:25
    Enviado por: Julio C Marques

    foce um negro na periferia com um baseado a policia pode descer o cassete mas para a elite da usp a lei é diferente .pode fumar maconha,cheirar um pó que é tudo chique.

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  • 28/10/2011 - 21:46
    Enviado por: Julia

    Em primeiro lugar, parabéns pela matéria genial, relevante, muito bem escrita e que, como qualquer outro texto, não é imparcial e, no entanto, respeita os alunos que estão no protesto.
    Eu particularmente sou contra o protesto, pois acho sem fundamento. Também sou contra a utilização de maconha (que é ilegal), sobretudo num ambiente universitário, que deveria ser tratado como um patrimonio público onde ser preza o respeito e os estudos.
    Acho também que seria mais relevante se os alunos protestassem contra a pedofilia, o racismo, o salário lixo que ganha um professor da rede pública, enfim… n coisas. Mas a galera tá protestando contra policiais que fizeram seu trabalho. E, mais do que protestar, tem gente cometendo crimes (depredação é um deles).
    Estudo Letras na UNICAMP e sou a favor da PM no campus. Tenho medo de estudar em uma das melhores universidades do país e acho isso triste. Tenho medo de ser mulher em uma das melhores universidades do país.
    Enfim, isso é só o que eu penso.
    E, galera, tenta respeitar um pouco mais na hora de expressar a opinião de vocês. Alguns comentários são agressivos e quem agride perde a razão de protestar! ;)

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  • 28/10/2011 - 22:14
    Enviado por: Vouapertar

    BAderneiros e maconheiros deveriam ser expulsos da USP!!!

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  • 28/10/2011 - 22:32
    Enviado por: robimc

    E ae seu “Qualeda” perdeu a oportunidade de ficar “calado” e não falar “abóbrinhas”…
    Conhecimento é fundamental pra falar sobre qqr assunto…
    “Levou nos dedos”…

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  • 28/10/2011 - 22:39
    Enviado por: Dinho

    Cambada de maconheiro, infeliz o miserável que fala mal da PM, fique um dia sem eles e vera o que acontece com uma cidade que nem SP, o pior é que esses FDP e que vão ser os Doutores de amanhã!!
    Como dizia Renato Russo “Que pais é esse” Quanto ao autor do texto, na época da ditadura não víamos essa pouca vergonha em que nosso Pais se transformou! Saudades!!!! Bando de maconheiros!!!

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  • 28/10/2011 - 22:50
    Enviado por: Renata

    Que fique claro que estudantes que consomem drogas ilícitas dentro ou fora do campus são uma minoria baderneira. Sou estudante e me sinto extremamente incomodada com esta situação.

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  • 28/10/2011 - 22:52
    Enviado por: Daniel

    “…todo aluno medianamente bem informado sabe muito bem que o pagamento pelo “inocente baseado” ajuda a financiar narcotraficantes que, no limite, ameaçam a própria democracia que esses alunos dizem defender, por meio de máfias instaladas no Estado.”

    Por isso que defendo a legalização das drogas…

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  • 28/10/2011 - 23:00
    Enviado por: Mario de Sampa

    Talvez o Guterman como historiador por profissão e aqueles como o Jakob entedam meu ponto de vista. Nascido e criado em Sampa durante durante todo o período da ditadura. Crianla ainda, acompanhei os estudantes enfrentando os militares dando a cara a tapa. Neste grupo bastante diversificado, estavam entre muitos outros, FHC, Serra, Dirceu, Aldo Rabelo, Chico Buarque e etc.etc.etc. Se rolava bebida ou maconha não vem ao “caso” pois o importante é que tinham uma “causa”. Desafiar o “status quo” foi um ato de bravura e algumas leis foram descompridas. Os jovens de todo o mundo, especialmente nas universidades, vem para desafiar e mudar o sistema em vigor (coisa do animal homem). Mas hoje ao ver a bagunça no campus sentí a falta de uma “causa”. Somos uma democracia em formação, os militares estão nas casernas e os jovens atuais nem eram nascidos em 64. O que ví foram rebeldes sem causa, arruaceiros, jovens mimados e….. a “nata” da nossa sociedade no futuro. Embora tenha sido uma pequena parte dos estudantes e não representam a USP como um todo, acho que não estavam fumando um baseado e sim “cheirando cola’…. kkkk

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  • 28/10/2011 - 23:03
    Enviado por: Caio

    Vc sabia que o atual reitor da USP foi imposto, sem ter vencido as eleições, e ele é absolutamente truculento e autoritário. Ele usa a questão da segurança pública – que é má na USP, eu concordo – para intimidar movimentos sociais, estudantis e políticos dentro da universidade. As coisas são mais complexas do que vc imagina.

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  • 28/10/2011 - 23:16
    Enviado por: rcalves

    Lendo todos esses comentarios, me vem à lembrança os idos de 1991/92, quando a Secretária da Cultura do Municipio de São Paulo éra uma professora da USP, com mestrado e doutorado em ffilosofia, que achava normal um menor de idade cheirar cola. Tinha que ver como atacava agessivamente pelo microfone do carro de som aos Policiais que reprimiam e apreendiam os saquinhos com cola de sapateiro que os menores faziam questão de cheirar na frente dos policiais.
    Quando a cola era tomado, no minuto seguinte os menores apareciam com o padre julio lancelote que vinha tirar satisfação dos PMs, falando que a PM estava praticando violencia contra menores carentes, E por sua vez, a referida secretária, do carro de som, bradava que os menores carentes (hoje na maioria noias ou detentos ou mortos) cheiravam cola por que tinham fome. Enfim esses alunos tem bons patronos que irão logo se manifestar para defender a causa. è so aguardar.

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  • 29/10/2011 - 01:26
    Enviado por: Marcelo da Direita

    O ESPÍRITO DOS NOSSOS TEMPOS: O que uma MINORIA dos estudantes quer é um refúgio para poder se drogar! A MAIORIA quer a PM lá! Sua análise está perfeita! A maioria dos alunos vai para a universidade para estudar e uma minoria quer atrapalhar o estudo da maioria se drogando dentro daquele ambiente! Viva a PM, abaixo esse sindicato, abaixo os FINANCIADORES DE TRAFICANTES (financiadores de assassinatos, sequestros, roubos…). Marcos, considero você um dos colunistas mais inteligentes da atualidade; a prova disso foi a finesse em escolher o primeiro título (Zeitgeist) em se tratando de uma faculdade de filosofia!

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  • 29/10/2011 - 09:42
    Enviado por: Ademar

    Não entendo como a violência vem tomando conta do campus da USP, uma das maiores e
    melhores universidades da América Latina. Concordo que nenhum estudante está acima
    das leis. Afinal, somos todos iguais perante as leis. Não se deve confundir liberdade com
    libertinagem.

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  • 29/10/2011 - 10:00
    Enviado por: Cláudia

    “A despeito de ainda haver tortura em delegacias e arbitrariedades cometidas por policiais, não dá para comparar a atual PM com a que serviu de pilar da ditadura.”

    Porque você não é preto, não é pobre, não tem entre 18 e 25 anos e não mora num dos extremos da cidade. Para esses daí continua tudo igual.

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  • 29/10/2011 - 10:22
    Enviado por: Alexandre Magno

    Marcos, desejo fazer apenas uma ressalva ao seu texto.

    Você afirma que toda a lei deve ser seguida por todos e fim de papo. Essa é uma visão simplista, típica da direita política. Na democracia, existem três atitudes possíveis diante da lei: uma é obedecer a lei; outra é desobedecer a lei; a terceira é modificar a lei. Com exceção das cláusulas pétreas da Constituição Federal, toda lei pode ser modificada. Assassinato, roubo e estupro são crimes e sempre serão crimes. Por outro lado, fumar o ato de fumar um baseado, que hoje é crime, pode muito bem deixar de sê-lo no futuro próximo.

    Nos Estados Unidos, metade da população já é favorável à legalização da maconha. Assim, é muito provável que a maconha seja legalizada em vários estados dos Estados Unidos em um futuro bem próximo. No Brasil, essa possível legalização certamente demorará muito mais para acontecer. Mas é possível que ela seja legalizada em um futuro um pouco mais distante.

    Há algum tempo atrás, por exemplo, um jovem de 18 anos que tivesse relações sexuais com a namorada de 17 poderia ir para a cadeia, a não ser se se casasse com a jovem.

    Nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Austrália a homossexualidade já foi crime previsto em lei. Hoje não é mais.

    No Brasil, os cassinos já foram legalizados. Depois, eles foram proibidos. Mas há quem defenda que eles voltem a ser legalizados (eu, particularmente, não estou entre estes, mas respeito a sua posição).

    Há também quem defenda o fim da proibição do lenocínio, o que levaria à legalização dos bordéis. Tenho dúvidas sobre se isso seria benéfico, mas respeito quem defende essa mudança.

    Nos Estados Unidos, aborto já foi crime, e depois deixou de sê-lo. No Brasil, o aborto também pode ser totalmente liberado (eu, particularmente, não vejo a liberação total do aborto com bons olhos, mas respeito quem a defende).

    A razão porque o conflito na USP ocorreu na verdade não é a presença da PM no campus, e sim o debate sobre a legalização ou não da maconha. A lei que proíbe o consumo da maconha está em vigor (pelo menos por enquanto), e a PM tem a obrigação legal de cuidar para que ela seja respeitada. Por outro lado, essa mesma lei não é vista como legítima pelos estudantes que protestaram contra a prisão dos 3 maconheiros. Aliás, essa lei é vista como ilegítima por uma parcela da sociedade que não é pequena, como mostraram as recentes marchas da maconha. Assim, os dois lados do conflito, tanto a PM quanto os estudantes, estão cobertos de razão, cada um do seu ponto de vista.

    As leis mudam. É preciso não esquecer nunca disso.

    O mundo não é simples. O mundo é complexo. Não se deve analisar de modo simplista questões complexas.

    Desejo que a PM prenda todos os assassinos, estupradores e ladrões, tanto dentro quanto fora da USP. Quanto aos maconheiros, aí já é outra história.

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  • 29/10/2011 - 10:41
    Enviado por: marcos m

    UNIVERSIDADE PAGA JÁ. ESTES GAROTINHOS MIMANDO NÃO TIRAM O BUMBUM DA CADEIRA PARA LUTAR CONTRA A CORRUPÇÃO, INCLUSIVE DA POLÍCIA, MAS DEFENDE COM UNHAS E DENTES UM ATO DE TRANSGRESSÃO.

    ATRÁS DA MACONHA TAMBÉM HÁ ESTUPROS E ASSASSINATOS. OU POLÍCIA É SÓ PARA POBRES E EXCLUÍDOS. PARA OS BONS MOCINHOS QUE ESTUDARAM EM ESCOLAS CARAS A POLÍCIA DEVE APENAS SERVIR E FICAR LONGE.

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  • 29/10/2011 - 11:25
    Enviado por: Justo

    Como diria o vosso guia: Que que é isto maconheiro???

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  • 29/10/2011 - 11:50
    Enviado por: Glúon

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    ____________________________
    .
    A charge relacionada com o post
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    http://gluoncharges.blogspot.com/2011/10/aldo-dilma-jogos-olimpicos-quando.html
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  • 29/10/2011 - 12:11
    Enviado por: marco

    tem que descer a borracha mesmo ;) e vao trabalhar bando de vagabundo…

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  • 29/10/2011 - 13:46
    Enviado por: Camila

    Excelente texto, Guterman!

    Um vídeo especialmente dedicado aos meus colegas da USP, hehehehe: http://www.youtube.com/watch?v=zJH9C3KxntA&feature=related

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    • 29/10/2011 - 15:10
      Enviado por: justo

      Camila….matou a pau !!! Disse tudo e com classe!

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    • 29/10/2011 - 18:13
      Enviado por: Marcos L. S.

      Sra Camila

      Bom vídeo, diz a verdade, por isso mesmo, provavelmente muitos não irão gostar …

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    • 29/10/2011 - 21:18
      Enviado por: Marcio

      Camilinha, você se esqueceu da trilha sonora. Bjs!

      http://www.kboing.com.br/tihuana/1-1060779/#

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    • 30/10/2011 - 22:36
      Enviado por: Camila

      Daqui a pouco vamos precisar de UPPs lá no campus, rs.

      Márcio, boa lembrança! Bjs! :)

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    • 31/10/2011 - 13:55
      Enviado por: Fabinho

      Quem financia o tráfico é quem defende a proibição.
      Descriminalizar seria o fim do tráfico no Brasil.
      TODOS iriam preferir plantar sua erva a comprar a maconha cheia de química dos traficantes.
      Quem defende a probição tem SANGUE NAS MÃOS.

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    • 09/11/2011 - 16:51
      Enviado por: João

      Muito profunda a mensagem transmitida pelo vídeo. Meus parabéns, Camila, você certamente é uma pessoa muito inteligente… O tráfico de drogas produz violência (premissa maior). O usuário de drogas fornece dinheiro ao traficante (premissa menor). Logo, o usuário é responsável pela violência (conclusão). Brilhante! E você conseguiu passar no vestibular? Realmente, a FUVEST tem decaído muito nos últimos anos…

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  • 29/10/2011 - 15:52
    Enviado por: joel oliveira

    A ESCOLA É PARA ESTUDAR E NÃO PARA SE DROGAR.
    QUEM QUIZER USAR DROGAS DEVE SABER DAS CONSEQUENCIAS QUE ESSE TIPO DE ATITUDE IRÁ LHE CAUSAR.

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  • 29/10/2011 - 15:55
    Enviado por: Gudrun

    A maconha, nesta história toda, é o de menos.
    Provavelmente é o aspecto mais inocente e inofensivo dos fascistinhas da USP que ocupam e depredam o que é de todos como se fosse sua propriedade.
    E aí aparecem os prolixos e chatos deste blog escrevendo textos enormes para justificar os caprichos mimados desta cambada elitista da USP que agride policiais pobres cumprindo seu dever.
    A solução desta questão está em se fazer cumprir o código de decoro da universidade, tanto para alunos quanto para professores.

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  • 29/10/2011 - 16:35
    Enviado por: marcos m

    Garotos mimados e fascistas – Fim da gratuidade nas Universidades Públicas

    Os jovens que levantaram protestos na USP não protestam contra a corrupção, por reformas políticas ou econômicas, não lutam em favor de causas humanas, mas contra a legalidade.

    As coisas funcionam assim.

    O governo arranca o suor do rosto do brasileiro em impostos e destina 85% da verba para a educação em ensino superior de qualidade.

    Este mesmo governo destina os outros 15% para o ensino fundamental e médio.

    Os mimadinhos, após formação em escolas de primeira linha, obtém ensino de qualidade free, zero-oitocentos.

    O pobre, tem que fazer um esforço enorme para aprender alguma coisa em depósito de alunos, sem nenhum apoio social decente.

    Ai o pobre não consegue vencer a miséria familiar e escolar e cai no mundo. Resolve ir a faculdade, a pública, que de pública não tem nada, foi privatizada pela classe dominante, que se forma em faculdade pública e depois vai fazer dinheiro, e se bobear, nem imposto paga (sonega).

    Claro que o “tal pobre” foi na faculdade para roubar.

    Aí, os mimadinhos exigem polícia.

    Aí a polícia vai lá e encontra o mimadinho fumando maconha, pois o dinheiro que ele tem é para drogas, não para mensalidades.

    Ai, os mimadinhos se levantam contra a polícia. A polícia é para pobre, não para a elite mimada. Que está acima da lei.

    Estes caras nunca irão devolver nada à sociedade.

    Lá fora, além de excelentes notas, um aluno com condições tem que pagar seus estudos se desejar participar das melhores, mas isto não basta. Precisa apresentar o histórico de atividades extra-curriculares, leia-se, fazer algo social.

    Facistas, a USP é formadora de reacionários.

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  • 29/10/2011 - 16:47
    Enviado por: Charles Rosa

    O DCE-Livre da USP, frente aos acontecimentos recentes no campus Butantã e à ocupação do prédio da administração da FFLCH, considera necessário vir a público manifestar alguns esclarecimentos e nossa posição:

    1) Na última quinta-feira, 27 de outubro, a Polícia Militar protagonizou um lamentável episódio no prédio de História e Geografia da FFLCH-USP. Três estudantes, dentro de uma unidade da USP, foram abordados por policiais militares, revistados e ameaçados de serem conduzidos à delegacia. Este não foi um fato isolado dentro da universidade. Nas últimas semanas, desde a assinatura do convênio entre USP e Polícia Militar, têm sido frequentes abordagens nas entradas e saídas de prédios, a entrada de policiais em blocos didáticos sem justificativas e até mesmo a entrada de militares em entidades estudantis.

    2) A Reitoria é responsável pela melhoria das condições de segurança nos campi. As intervenções por ela prometidas, no entanto, ainda não saíram do papel. O DCE é contra a concepção que iguala segurança à simples presença de PMs. Os lamentáveis episódios de violência da quinta-feira são consequência de tal concepção.

    3) Logo após o ocorrido, cerca de 500 estudantes se reuniram em assembleia. Nela, a ocupação do prédio da administração da FFLCH foi apresentada como um instrumento de pressão para exigir a saída da polícia do campus. A posição do DCE, naquele espaço, foi a de que era preciso trazer mais estudantes para este debate e para a luta. Por isso, propusemos um calendário de atividades, a construção de um grande ato e uma nova assembleia onde mais estudantes poderiam tomar sua decisão, inclusive com relação a uma ocupação. Nossa posição, contrária à ocupação imediata, no entanto, foi derrotada por uma margem de 09 votos.

    4) O DCE tem compromisso com os fóruns do movimento estudantil. Por isso, estivemos com o movimento em sua decisão. Entretanto, já nas primeiras horas, o DCE foi hostilizado por um alguns estudantes, que, numa posição restrita e antidemocrática, impediu a participação da entidade representativa dos estudantes da USP nas comissões que organizam a ocupação.

    5) Com relação aos estudantes submetidos à revista dos policiais, nossa posição foi a de acompanhá-los e apoiá-los, respeitando suas decisões. Após terem se reunido com advogados e a direção da FFLCH, obtiveram da diretora da Faculdade o compromisso de que não sofreriam nenhum processo administrativo. Por fim, por sua livre decisão e orientados por seus advogados, encaminharam-se à delegacia para assinar um termo de compromisso que consiste na doação de 1(uma) cesta básica para alguma entidade de caridade. Não há nenhuma outra consequência jurídica.

    6) Para o DCE-Livre da USP, só será possível avançar caso a discussão sobre segurança no campus e a presença da PM seja feita com mais estudantes das diversas unidades. É necessário dar consequência política a este movimento. Do contrário, o isolamento não permitirá nenhuma conquista real para os estudantes da USP, mas sim desgastes, conflitos e enfraquecimento. Por isso, chamamos todas e todos para que se envolvam no processo, discutam com os estudantes de seus cursos e participem ativamente da construção de uma saída coletiva para o impasse que a reitoria tem criado em nossa universidade. Ser uma ferramenta na organização dessa luta sempre foi e sempre será nossa posição.

    São Paulo, 29 de outubro de 2011
    DCE-Livre da USP
    Gestão “Todas as Vozes”

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    • 30/10/2011 - 02:09
      Enviado por: Camila

      Caro colega do DCE,

      A PM é necessária no campus da USP para proteger seus alunos de seus piores inimigos: eles mesmos. A ameaça é interna, e o triste evento de 5a feira – protagonizado pela turba estudantil – só comprova o que digo. A lei existe e deve ser obedecida em todos os lugares, inclusive nesse antro de esquerdopatas em que a USP se transformou.

      Compreendo que os neurônios dos defensores da maconha (e da saída da PM do campus para fazerem o que bem quiserem la dentro) devem ter sido queimados pelo uso excessivo da cannabis (hehehe), por isso a atitude bestial de depredar viaturas e invadir os prédios da universidade. Mas a falta de sinapses não pode, em absoluto, atenuar uma possível punição que esses “alunos” merecem.

      Sou estudante da USP e minha voz não está entre as do tal DCE e muito menos junto com as dos terroristas que tomaram o prédio da FFLCH. Quero a PM lá dentro para me proteger de traficantes e baderneiros que, estes sim, colocam em risco o bem estar dos estudantes da universidade.

      Eventos como esse só mostram que estudar em um boa universidade não garante o caráter e a verdadeira educação de ninguém, quando muito proporcionam uma boa colocação no mercado de trabalho. Isto é, se as drogas não fritarem o cérebro do elemento antes.

      Esses esquerdinhas maconheiros da USP não passam de “idiotas úteis”, hehehe. Essa tentativa descabida de usar a história como argumento para defender o indefensável só mostra a dimensão da ignorância desses jovens – colossal. Se liberdade for isso que defendem, uma vida de auto destruição, depravação e ignorância, prefiro viver enclausurada em meu conservadorismo.

      No mais, esses alunos são dignos de pena. Poderiam aproveitar sua estada na universidade para aprender alguma coisa, frequentar aulas, mas não, preferem a vida de alegrias forjadas por substâncias ilícitas e baixezas do tipo, hehehe. Talvez porque, quando sãos e sóbrios, não suportem o grande vazio que realmente são…

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  • 29/10/2011 - 16:50
    Enviado por: Renan

    Leitores do Estadão.

    Percebemos alguns equívocos na matéria e na divulgação do ocorrido de maneira geral. Segue então o link com o esclarescimento por parte do DCE da USP. Por favor, leiam atentamente:

    http://www.dceusp.org.br/2011/10/esclarecimentos-do-dce-livre-da-usp-sobre-a-atuacao-da-pm-em-2710-e-a-ocupacao-do-predio-da-administracao-da-fflch/

    Agradeço desde já!

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    • 30/10/2011 - 14:51
      Enviado por: Jose

      Que ridículo. Eu vou todos os dias para a USP
      e nunca fui abordado. Se isso é verdade, será que
      não há algum motivo especial para que isso ocorra
      justo na História/Geografia?

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  • 29/10/2011 - 16:57
    Enviado por: Diogenes da Lantterna

    Todas as vezes que você ouvir de alguem que , “a polícia agiu com truculência” ou, “estas cameras instaladas nas ruas (big brother) atenta contra minha privacidade” ou ainda, ” temos o direito de ir e vir e escolhermos nossas opções, inclusive de se drogar”, podes crer que você estará ouvindo um contraventor ou um deliquente reclamando. É quase invariável.

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  • 29/10/2011 - 16:57
    Enviado por: Rogério

    “A solução desta questão está em se fazer cumprir o código de decoro da universidade”

    Taí! simples e eficaz!

    Só precisa agora de uma comissão para elabora o tal código. ( e quem sabe a polícia do pensamento para fazer cumpri-lo)

    Eu proponho que o artigo 1 proiba o topless nas piscinas, afinal nada fere mais o decoro do que
    aqueles seios maravilh… ops!, obcenos apontando para o céu hehehehehe.

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  • 29/10/2011 - 17:19
    Enviado por: Abel

    Marcos, Voce ainda nao entendeu como o brasileiro funciona meu caro?

    Olha e bem simples:

    Ele reclama do politico mas joga lixo na rua
    Ele reclama do politico mas nao respeita a faixa
    Ele reclama do politico mas corta a fila
    Ele reclama do politico mas aceita emprego por QI

    Resumindo,Brasileiro quer leia rigidas desde que nao se aplique a ele e seus amigos.

    O seu proprio jornal escreveu outro dia aqui que estao dando muitas multas e a solucao seria educar?Educar? Nao foi feito isso quando o cara tirou a carteira de motorista ?

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  • 29/10/2011 - 17:21
    Enviado por: Rogério

    Olha lá Guterman, que beleza de material para a sua teses sobre o nazismo você tem aqui nesse simples post.
    Apesar de apoiados na legalidade ( parece que em certo momento na Alemanha, ser judeu era contra a lei) , veja a sanha do pessoal levantada por uma simples questão, pulularam palavras de ordem e até a preconização de penas que variam da prisãos, passando pelas chibatas e até a pena de morte para os maconheiros, é incrível, em pleno século XXI essa massa ainda não se dissipou.

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  • 29/10/2011 - 17:46
    Enviado por: Leandro

    Car@s,
    Honestamente o que mais me assusta são as posições do tipo “democracia é obedecer às leis”. Quer dizer que numa sociedade democrática não existe espaço para contestação às leis? Quem não concorda tem que levar borrachada? Como o brasileiro está despreparado para a democracia! São os mesmos que acham que na ditadura o Brasil funcionava melhor…
    Muita gente também se esconde atrás do argumento de que os maconheiros são filhinhos de papai que estudam às custas do dinheiro público. Em parte isso é bem verdade. Mas não vamos exagerar. Eu estudo na FFLCH e não sou filhinho de papai. Trabalho desde os 14 anos e nunca estudei em escola particular. Como eu há muitos, talvez não a maioria, mas muitos. Desse argumento dos “filhinhos de papai” nasce o outro, ainda mais infantil, de que o consumo é que produz o tráfico. Amigos, o consumo existe muito, muito antes do tráfico. E continuará a existir se um dia o tráfico acabar. O que financia o tráfico é a proibição. Pensem um pouco, estudem! Quando os EUA proibiram o álcool, nasceu Al Capone. Exemplo besta, mas típico e definitivo. Eu estava na USP e vi como tudo aconteceu. O maior problema é falta de diálogo e de transigência. Os policiais podiam muito bem resolver a questão sem encaminhar os estudantes flagrados à delegacia. O desgaste político seria muito menor. Mobilizaram 20 viaturas, 50 policiais, por cinco horas, para lavrar 3 termos circunstanciados, cuja assinatura ainda poderia ser negada pelos autuados sem maiores complicações para eles. Me parece que os esforços da PM na USP estão bem mal direcionados, vcs não acham? Durante cinco horas todo o resto do campus ficou livre para ação de quaisquer outros delitos. Da parte dos estudantes, também falta um pouco mais de clareza. Óbvio que a PM não tem o mesmo papel da ditadura. E que desejar a sua saída definitiva do campus é uma utopia e uma idiotice. É abrir caminho para estupros e assaltos à vontade. A violência é uma realidade lá dentro. O problema é que ambos os lados – governo e estudantes de esquerda – usam a presença da PM na USP politicamente, em vez de usar legitimamente e para os fins realmente necessários. Combater a violência na USP não é enquadrar estudantes que fumam. A PM sabe muito bem de onde vem a droga, ou não sabe? E o governo usa a PM para fazer propaganda, ao invés de implantar um esquema verdadeiro de prevenção à violência. De outro lado, partidos e sindicatos também usam a presença da PM politicamente, para enfraquecer o governo. E quem paga é a sociedade, de dentro e de fora de USP, que permanece desprotegida e mal-informada.

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    • 02/11/2011 - 10:44
      Enviado por: joaomarcos

      Parabéns Leandro!
      O mais lúcido comentário de toda esse monte de bobagens aqui escritas.
      E foi sumariamente ignorado… olha que coisa mais sintomática…rs

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  • 29/10/2011 - 19:09
    Enviado por: Uma estudante da USP

    Não sei se tem algum atual aluno da USP por aqui
    Não li todos os comentários.
    Só queria deixar claro para todos que os tais ‘esquerdinhas’, como foram chamados aqui, são MINORIA. A maioria dos estudantes é absolutamente a favor da presença da PM no campus, já que, afinal, qualquer idiota (exceto os idiotas de esquerdinha) enxerga que a nossa segurança é mais importante que alguns minutos de barato com a maconha.
    Não poder andar tranquilamente de uma aula para a outra (principalmente à noite), ISSO SIM é repressão na minha humilde opinião. Eu acredito ter completa liberdade dentro da USP, assim como existe essa liberdade no restante do país. Nunca fui reprimida pela PM ou por ninguém lá dentro. O problema é essa confusão que fazem entre liberdade e libertinagem. Fumar maconha, bater o pé na cisma de que estão certos em fumar e destruir viaturas e a reitoria quando alguém diz o contrário, isso é LIBERTINAGEM. E é ingenuidade acreditar que a USP é, sei lá, um território mágico onde tudo é possível e a única regra é não ter regras. São idéias de pessoas que com certeza não deveriam estar na faculdade pelo simples fato de que não têm maturidade o bastante para isso.

    E essas são as palavras de uma atual estudante da USP que não é filhinha-de-papai, deu duro para chegar na faculdade, nunca usou maconha, se envergonha dessa minoria rebelde sem causa e espera sinceramente que todos entendão que ela não representa, DE FORMA ALGUMA, todos os universitários.

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    • 29/10/2011 - 22:14
      Enviado por: Fabio Unique

      Voce me parece uma menininha arrogante que não abriria mão de alguns minutos de barato, desde que a PM não estivesse por perto… daí fica facil para sua futil cabecinha não registrar a capacidade de posicionamento ideológico dos seus 300 coleguinhas da FFLCH, a atitude deles é simplesmente idiota.

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    • 30/10/2011 - 00:34
      Enviado por: Fabio Unique

      PS,

      Por falar em LIBERTINAGEM, não é como se estivessem fumando um baseado dentro de uma biblioteca ou refeitorio ou onibus… estavam num carro estacionado, durante uma manifestação política, prende-los foi mais ou menos como prender alguem numa praia de nudismo por atentado ao pudor.

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    • 30/10/2011 - 09:38
      Enviado por: Kurt

      Concordo com você, Uma estudante da USP. Sou ex aluno da USP e no meu tempo (cerca de 15 anos atrás) a coisa já era séria. Viamos a garotada (alguns, não todos) fumando maconha pelos corredores da faculdade sem muitos constrangimentos. Esta mesma garotada era que liderava e/ou participava ativamente do Centro Acadêmico e que na maioria das vezes não saem grandes coisa no futuro. Lembro-me de um ex-colega de classe que passou em 1o. lugar no vestibular da faculdade e que tornou-se viciado em drogas logo no 1o. ano do curso por influência das más amizades no campus.
      Se os estudantes que foram flagrados por fumares maconha não podem ser presos, que punam os mesmos por terem depredado patrimônio de terceiros e da USP também.

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    • 30/10/2011 - 12:39
      Enviado por: Fabio Unique

      Kurt, um exemplo de grande maconheiro de sucesso na vida foi Steeve Jobs, se esses maconheiros da sua classe da USP de 15 anos atras não deram certo pode ser por causa de outros fatores ambientais, não descartando a própria reação social a droga, que incidentalmente, está praticamente legalizada na California.

      Suponho ainda que seus colegas compraram maconha de pessoas que lucram mais com drogas mais caras e que viciam, sendo induzidos ao uso de outras drogas pelo próprio fato da ilegalidade.

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    • 30/10/2011 - 14:46
      Enviado por: Jose

      Caro Fabio,

      Você deve ter fumada alguma coisa.
      Aquilo era manifestação política?
      Faça-me rir. Eu estava na USP, no dia.
      Não seja ridículo. A aluna acima está correta.
      A grande maioria dos alunos da USP quer
      a PM no campus. Talvez um grupinho de maconheiros
      da FFLCH não queira. Além disso, pelo que observei
      a polícia teve muita paciência. Quem estava lá, sabe quem começou.
      Não é verdade?

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    • 30/10/2011 - 19:12
      Enviado por: Uma estudante da USP

      Passeatas contra um político corrupto, contra aumento ou criação de impostos absurdos, contra censura nos meios de comunicação… ESSAS seriam manifestações e eu me orgulharia de participar.
      Inclusive passeatas pacíficas a favor da legalização da maconha – eu não decidi se concordo com discordo da legalização – mas isso seria definitivamente uma manifestação, ou como disseram, um posicionamento ideológico.
      Resolver destruir carros e invadir prédios pq te perturbaram enquanto vc fumava seu baseado não é posicionamento ideológico, mas para mim parece mais uma criancinha fazendo birra pq arrancaram o doce dela.

      E a razão de não fumar maconha não é por causa da PM, não é nem pq eu acho um desperdício idiota de um dinheiro que eu não tenho… mas é pq eu não vejo sentido em enfiar narcóticos em mim mesma ao invés de me construir um futuro decente.

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    • 30/10/2011 - 20:07
      Enviado por: Fabio Unique

      Vamos por partes

      (((Passeatas contra um político corrupto, contra aumento ou criação de impostos absurdos, contra censura nos meios de comunicação… ESSAS seriam manifestações e eu me orgulharia de participar.)))

      O imposto que paga a USP é talvez o mais regressivo de toda a economia, é o mesmo imposto cobrado em compra de super-mercado, mas quer se manifestar, vai, falar que sentiria orgulho é facil.

      (((E a razão de não fumar maconha não é por causa da PM, não é nem pq eu acho um desperdício idiota de um dinheiro que eu não tenho… mas é pq eu não vejo sentido em enfiar narcóticos em mim mesma ao invés de me construir um futuro decente.)))

      Se voce não tem dinheiro para comprar maconha, tampouco tem dinheiro para comer, a não ser que voce esteja falando da maconha power, hidroponica, flash, hiper, e que tais. Maconha normal, voce poderia usar todos os fins de semana, e o custo mensal seria comparável e tranquilamente inferior a de um fumante que fuma meio maço de cigarro todo dia.

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    • 02/11/2011 - 12:15
      Enviado por: outra estudante da USP

      Ih, galera! Algo me diz que esse Fabio aí é maconheiro…. Fuma todos os dias, amigo? faz isso não, faz mal à saude e alimenta o tráfico. Eu concordo com “Uma estudante da USP”: não fumo porque não quero. Não preciso. Consigo ter prazer qndo estou sóbria, seja estudando, seja praticando esportes… enfim, exercitando a minha saúde sem prejudicar ninguém (especialmente as centenas de crianças que se perdem pro tráfico anualmente). E quem alimenta o tráfico não é quem é a favor da proibição… não vamos inverter os valores aqui; afirmar tal absurdo é jogar a responsabilidade no coleguinha. Tenho pena de quem fuma maconha, pois não consegue ser feliz sem se drogar… =/

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  • 29/10/2011 - 21:14
    Enviado por: joaomarcos

    Guterman… Guterman… Pelo seu sobrenome, é normal que você conheça muito pouco das ruas, fora as de Higienópolis ou outro bairro tão higienista quanto.
    Mas posso afirmar para você que, em nenhum lugar do país alguém vai preso por portar ou fumar maconha. Você já imaginou com sua rica cabecinha o que aconteceria se todos os maconheiros fossem presos? Hã? Por isso, é de uso corrente pelos policiais a chamada “dura”quando se flagra nas ruas alguma maconherinho fumando um beck, que nada mais é do que um esporro bem dado, alguns chutes na bunda, às vezes uns tapas na cara, apreende-se a droga e pronto. Libera-se o “meliante”.Sem prisão.
    Senão, você há de convir, que teríamos que tirar o Bush da aposentadoria para construir centenas de prisões e enfiar os perigosos maconheiros lá dentro para livrar a sociedade e o estado democrático de direito desse perigo eminente.
    Agora, pensemos: se isso não acontece em nenhum lugar do país, porque aquele escândalo todo na USP? Você ou algum outro pensador aqui gostaria de comentar?

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  • 29/10/2011 - 21:21
    Enviado por: joaomarcos

    Ops… por favor, corrija o Eminente por Iminente… como todo policial, sou ignorante… não sei escrever direito. Perdão.

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  • 30/10/2011 - 00:10
    Enviado por: Ana Paula

    Fiz USP e sempre quis a polícia lá por causa dos crimes. E sempre achei um absurdo não tomarem providências contra este povo sem noção que entra na faculdade só para fumar e fazer manifestação sem significado algum, que inclusive prejudica a imagem da universidade. Há lugares na USP que quem estuda lá sabe que não é lugar para se ter orgulho mas é vergonha.

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  • 30/10/2011 - 01:51
    Enviado por: Leandro

    “Uma estudante da USP” Leia meu comentário, acima do seu. Nem todos os estudantes da USP são maconheiros. Nem todos são contra a PM. Nem todos são filhinhos de papai. Mas cabe a nós, já que estamos lá dentro, tratar a questão com um pouco mais de seriedade, colega. Não se trata apenas de defender a libertinagem, o direito de fumar sem ser incomodado. Não seja tão ingênua. A PM é usada politicamente, por ambos os lados, governo e militancia da oposição. Nosso reitor fechou a porta para o diálogo faz tempo. E uma sociedade democrática é uma sociedade onde o conflito está presente, lhe e inerente. Democracia não é apenas obediência à lei, como alguns acreditam. É diálogo constante, respeito pela diversidade e, de preferência, convivência não violenta de pessoas cujas opiniões são divergentes. E enquadrar estudantes não é a melhor forma de combater a violência. Você não se sente ameaçada ao andar de uma aula por estudantes, eu garanto. A PM sabe onde está o problema, mas finge que não vê, e propagandeia uma segurança que ela não garante. Quando nosso colega da FEA foi assassinado, a PM estava no campus. Acorde, colega!

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    • 30/10/2011 - 11:24
      Enviado por: marcos m

      Caro alienado, qual foi a manifestação da USP contra a corrupção? Contra motoristas bêbados? Quais são as atividades sociais de quem recebe 85% da verba da educação tirando de pobres, que nunca terão uma verdadeira oportunidade de estudo?

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    • 02/11/2011 - 11:00
      Enviado por: joaomarcos

      marcos m,
      você chamando o Leandro de “alienado” é quase surreal… depois de lido todo o argumento do post você só foi capaz de escrever isso? um textozinho raso como uma poça d´água?
      essa tentativa de desqualificar as manifestações ou a produção acadêmica da USP é tudo o que vc consegue fazer? triste isso…

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    • 02/11/2011 - 17:03
      Enviado por: marcos m

      Caro João, meu comentário é tão profundo quanto o teu. Mas refresque-me, qual foi o engajamento político social da USP nestes dez últimos anos?, 20, vai? Nenhuma? E eu sou raso? É alienado ou não é? Se você lembrar, eu retiro o que disse.

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  • 30/10/2011 - 05:30
    Enviado por: Dan

    nbsp;…..como levam a séria essa manifestação rídicula de um bando de maconheiro sustentado por “papai e mamãe”, joga gás de pimenta e lacrimogêneo, e cana neles. quer fumar maconha pede pro papai uma viagem pra Holanda! quer fumar maconha livremente no Brasil, faz um projeto de lei e se passar (o que eu duvidoooooo) parábéns!!!! bando de maconheiro!

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  • 30/10/2011 - 08:41
    Enviado por: Fey

    Quando vejo leio esse tipo de notícia penso comigo mesmo sobre dois aspectos que pouco se discute além do choque, repugnação, e a questão de liberdade vs libertinagem dentro do câmpus da USP:

    Primeiro, apesar de sabermos que esses vândalos e aqueles que compõem o tão chamado movimento estudantil que entrou em choque com a PM serem a minoria, o restante dos estudantes da USP terão de compreender que a rotulação de “vagabundos” e “imaturos” será dada a o grupo inteiro injustamente ou não. É o preço que se paga sendo a reitoria e os colegas sérios desses vândalos lenientes com os mesmos. Uma pena, pois apesar da USP ter finalmente se inserido no ranking entre as 200 melhores universidades do mundo, agora entrará para a fama pela sua falta de segurança e caos social pelo mundo acadêmico. Seria desse jeito que os uspianos teriam pretenção de se igualar a estudantes de Harvard, Oxford, Stanford, MIT, entre outros?

    Segundo, me pergundo como esse tipo de vândalos e criminosos (sim criminosos, pois não se discute aqui o grau prejudicial a saúde das drogas, mas sim o seu uso ilegal), acabam virando uspianos. Não era para a maior universidade da América Latina ter uma seleção das “melhores cabeças” do país? Obviamente há digressão de como qualificamos as “melhores cabeças”, pois a nossa única métrica até a pouco tempo atrás era um vestibular burro com pegadinhas e agora complementado com ENEMs vazados e desorganizados, enquanto que em universidades de igual calibre em países com maior grau e prestígio educacional chegam a pedir que o aluno mostre qualidades de trabalho em equipe ou de iniciativa através de atividades extra-curriculares e fazem até entrevistas pessoalmente para mapear o caráter de cada futuro aluno.
    Não…a nossa métrica aqui é quem leu livros como “A Moreninha”, quem soube se esquivar das “pegadinhas” de interpretações de questões, e quem soube escrever uma redação recheiada de retóricas e “figuras de linguagem” onde não se pode expor a sua posição quanto a um assunto polêmico.

    O vandalismo que ocorreu mais recentemente, é apenas mais uma prova cabal do quanto estamos falhando no nosso método de ensino que vai muito além da simples falta de investimento do governo, mas vem também da inércia dos reitores e professores de mudar a maneira como fazem a seleção de alunos, da leniência exagerada de passar a mão na cabeça de indivíduos que se consideram acima da lei, da avacalhação do ensino primário e secundário e o sintoma colateral de ter pais “modernos” que não tem coragem de reprimir os filhos por medo de ser odiado por eles e portanto deixam até distorcer e reverter os valores morais de uma sociedade.
    Resta-nos mais uma pergunta que vai além desses atos de estupidez: se a tão chamada “elite” acadêmica desse país que constitui menos de 20% da população nacional é desse naipe, oque será do restante que não recebe nem educação de primeiro grau adequado?

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    • 30/10/2011 - 11:21
      Enviado por: marcos m

      Lá fora é parte do currículo atividades extra-curriculares, atividades sociais. Na Europa, os jovens saem um ano em alguma ação (geralmente humanitária) em outros países. A USP e qualquer outra universidade gratuita deve exigir algo semelhante.

      Mas aqui o estado existe para beneficiar a elite, não impor dificuldades, contrariedades sociais, o dinheiro é para o carro (veja o estacionamento da USP), quanto antes o estudante sair, melhor, poderá ganhar seu dinheiro, e quem sabe até sonegar o imposto de renda.

      Não devolvem nada ao estado, não devolvem nada à sociedade. A USP é reacionária, colonizadora, elitista.

      Pouco se pede em termos de caráter.

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  • 30/10/2011 - 09:04
    Enviado por: Cassio

    SR PRESIDENTE DO DCE USP:

    O SR. NÃO TEM O DIREITO DE, NESTA MATÉRIA, NA QUAL A MAIORIA DOS ESTUDANTES SÃO FAVORÁVEIS Á PRESENÇA DA PM (EXCETO, TALVEZ, OS DA FFLECH), MANIFESTAR-SE, EM NOME DA COMUNIDADE QUE REPRESENTA SEM UM PLEBISCITO, SOB PENA DE PERDER SUA LEGITIMIDADE.
    POR FAVOR, ESCLAREÇA SUA POSIÇÃO!

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  • 30/10/2011 - 10:30
    Enviado por: Cheech

    É interessante observar como é fácil demonizar coisas que são meros coadjuvantes nesta história.

    A polícia é necessária para segurança pública, sim. E não deveria ser inconstitucionalmente expulsa de um lugar público.

    Ao mesmo tempo, cidadoes que fumam maconha em sua plena liberdade individual, tem sim seu papel na sustentação de um crime organizado e do narcotráfico.

    Mas, daí querer concluir que se resolve isso com a restrição de liberdades individuais é a meu ver o mais irracional dos aspectos desta história.

    Se ao invés disso, fosse permitido plantar e consumir marijuana pessoalmente, será que esse publico geralmente abastado se arriscaria no contato com traficantes para conseguir uma erva de muito pior qualidade?

    Há que se conbater a criminalidade e a violência, mas, será necessário instaurar a ditadora do pensamento unico e do controle total? Assim fica dificil distinguir se a ignorancia está em somente um dos lados da historia. Parecem ambos errados. E quem tenta intervir para teoricamente ajudar a achar ma solução defende mais truculencia e mais violencia irracional.

    A lei existe, mas não é perfeita. Vamos discutir e evoluir nossas leis. Caso contrario atrasaremos a nossa própria evolução.

    Não compre, plante!

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  • 30/10/2011 - 10:47
    Enviado por: Sergio Araujo de Andrade

    “Passarinho que come pedra,sabe o orifício de saída que tem.”Dê um tapa no baseado dentro do Campus sim,mas compre a “mardita” lá fora.Traficante em um lugar de estudos é meio complicado né.Lugar de vândalo é na cadeia.Destruir patrimônio é crime,portanto lugar de vândalo é na rua,ou na cadeia menos em uma universidade.Imagino o tolo,o energúmeno que vai sair dai e se dizer “graduado”.E sim, expulsem a polícia e chamem os “manos”.Mas só para esse minoria estúpida,imbecil e que está no lugar errado.

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  • 30/10/2011 - 11:02
    Enviado por: Ricardo

    Concordo com todos os argumentos do Sr. Marcos Guterman… mas não concordo com o título… deveria ser uma pergunta (aliás, retórica)… Desde quando “democracia” é fumar um baseado ?
    Eu já comentei sobre isso em outra oportunidade e repito: Ser um democrata não é acatar e aceitar tudo o que vem pela frente, mas compreender que a cidadania surge pelo cumprimento da lei e obrigações morais que esta nos impõe. E parece que estes “alunos” não entendem isso e tem esta falsa e deturpada idéia de que democracia é ser livre para fazer o que bem entender… sem que existam consequências

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  • 30/10/2011 - 12:22
    Enviado por: Giorgia

    Eu fico a me perguntar se diante da imagens de estudantes queimando a Bandeira do Brasil, o Ministério Público não fará nada. Afinal, segundo me consta, além de fumar maconha, queimar Símbolos Nacionais também é crime.

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  • 30/10/2011 - 12:42
    Enviado por: osvaldo

    Lamentável este episódio. Mostrou/ mostra como são mimados e ingênuos esse meninos. Como são facilmente levados – como gado – por um pseudo movimento político, retrógrado e dissimulado, travestido de moderno liderado por uma corja que só pensa em tirar proveito em benefício próprio, se perpetuar e manter seu status que permanece presente nas universidades brasileiras. É triste também ver como os filhos da nossa elite (nossos filhos) são despreparados e inconseqüentes. Como podem estudantes da USP destruir bem público, conquistado com o suor de todos os brasileiros – inclusive e sobretudo de trabalhadores que não puderam matricular seus filhos em escolas caras para ter acesso ao ensino superior gratuito – afrontando a quem está lá para protegê-los e em defesa de um direito que eles não têm? Depois com que moral esses meninos vão sair às ruas exigindo comportamento ético dos nossos políticos? Um episódio triste!

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  • 30/10/2011 - 13:00
    Enviado por: André Cruz de Aguiar

    Penso que a maioria dos comentaristas, estudantes em especial, esquecem de um detalhe importante no meio de toda essa discussão: quem sustenta as universidades paulistas, a USP inclusive, é o povo paulista, via pagamento de impostos. Até uma faxineira que nem sabe onde fica a Cidade Universitária e cujo filho talvez nunca estude lá também sustenta a USP, Unicamp etc., quando compra um pacote de bolachas e paga o ICMS embutido no preço. Logo, a autonomia universitária não pode ser interpretada como um cheque em branco do povo paulista para a comunidade acadêmica fazer o que bem entender dentro da universidade, mas sim para atender às finalidades da instituição, que, basicamente, são ensino e pesquisa. Portanto, se uma parcela do corpo discente está descontente com a presença da polícia para garantir a integridade física das pessoas e a material do patrimônio da instituição, o problema é deles, porque a lei se sobrepõe à vontade individual dos cidadãos até o limite dos direitos e garantias individuais, o que não ocorre no caso em tela. E se não estão satisfeitos com a direção da universidade, com a presença da polícia, enfim, com tudo que ocorre, que se desliguem da USP para estudar em outra instituição de ensino, mais alinhada com os interesses deles, até porque eles não são donos da USP para exigir coisa alguma de ninguém.

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  • 30/10/2011 - 13:46
    Enviado por: fabio

    Parabéns Marcos Guterman pelo seu texto, excelente colocação . Parte dos estudantes que reivindica a saída da PM , são um bando de hipócritas , desordeiros que acham que liberdade é andar por aí quebrando regras, sob efeitos de drogas e depois querem colocar a culpa na Pm. Por que não estão lutando por uma causa nobre , como combate a corrupção deste país .

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  • 30/10/2011 - 14:21
    Enviado por: Lucas

    Acho uma hipocrisia essas pessoas que falam que “maconheiro tem que levar borrachada” mas fumam cigarro ou tomam cerveja. Mais do que comprovado pelos profissionais da saude, o alcool é muito mais prejudicial a saude e a sociedade. Isso que eu tomo cerveja e nem sou usuario da maconha mas pelo menos não sou hipocrita.

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  • 30/10/2011 - 15:08
    Enviado por: wilson

    estudantes da USP acima da LEI, usam maconha, danificam patrimônio público e queimam a bandeira do BRASIL na frente das cameras, quantos crimes eles cometeram e estão impunes. Isso é Brasil!

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  • 30/10/2011 - 19:40
    Enviado por: Daniel Alexandre

    Posso formular meu comentário sem me ater aos demais. Nem tenho tempo também. Bom, ‘democracia X baseado X desordem pública’ tem, absolutamente, nada a ver. Nada. Absolutamente.
    Rotular a Maconha com atos de pura animalidade é uma forma pré-conceituosa de se tratar assuntos. A índole das pessoas é que está em questão. Se, queimam latas, matam, estupram… o que isso tem a ver com Maconha? Que desconhecimento é este quanto à erva Maconha? Se ela é proibida no Brasil, é só uma questão de desconhecimento sobre a mesma. O desconhecimento acerca dos benefícios socio-econômicos de sua aceitação racional e moderna. Agora, o que isso tem a ver com depredar, destruir e gritar feito um louco?! …

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  • 30/10/2011 - 20:31
    Enviado por: Isabel

    A sociedade precisa ser mais ativa e cobrar retorno desses estudantes. Todos que pagamImpostos tem esse direito.
    Assinem o abaixo-assinado criado por vários alunos que são sim A FAVOR DA PM!

    w w w . peticaopublica. com. br/PeticaoListaSignatarios.asp x?pi=P2011N15912

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  • 30/10/2011 - 20:43
    Enviado por: Rosana

    Se fumar maconha não é crime, depredar carros ou qualquer outro bem o é. Se “defender a liberdade” é reagir com violência, resta uma pergunta: cadê a inteligência? Tanto quanto se sabe os ilustres alunos estão num campus para desenvolver suas capacidades de fazer distinção, popularmente conhecia como ampliação de conhecimento. Se a cada reação acontece uma explosão de ignorância, é desanimador!!!

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  • 30/10/2011 - 23:10
    Enviado por: Marcelo

    A hipocrisia e inversão de valores alcançou o brasileiro de uma forma jamais vista. O que era errado antes É certo hoje. Coibir crime e exercer um papel constitucional hoje é visto como a ditadura de antes.
    O cara quer fumar um baseado na facul sem ser incomodado pela polícia…. mas a chama se tiver uma turminha na rua de sua casa oferendo a seu filho(a).
    Onde tem droga tem um traficante que vende, um receptador que compra produto de furto/roubo de gente que vive disso para bancar o vício, tem mulher que se prostitui para bancar vício, tem a concorrência que disputa “à bala” seu território, seu produto e até seus clientes…
    A polícia? A polícia é só uma vilã que só vem pra incomodar a vida do infeliz do usuário de um baseadinho de nada.

    O brasileiro chegou num ponto de individualismo e hipocrisia que ele não tem mais parâmetro/limite para impedí-lo de que tal ato é errado por beneficiar poucos em prol do prejuízo de muitos. Querem penas brandas quando são autores de crimes mas exigem todo rigor que a lei pode oferecer quando estão na condição de vítima.

    A hipocrisia é um subproduto desse povo que quer tornar o Brasil pior a cada dia.

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    • 31/10/2011 - 13:33
      Enviado por: Fabinho

      A PM deixa os traficantes soltos.
      A PM deixa uma estudante tomar TIRO NA CARA no campus.
      A PM deixa o sequestro relâmpago rolar solto na Vila Madalena, Pompeia e toda Zona Oeste.

      A PM acha que seu trabalho é impedir estudantes inofensivos de fumar um baseadinho.

      ISSO É HIPOCRISIA.

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    • 31/10/2011 - 15:41
      Enviado por: RicardoV

      “A PM deixa os traficantes soltos.”
      Mentira, prende um monte. O judiciário solta uns, o sistema carcerário deixa outros escapar, e os que são presos sempre são substituidos. Existem casos de corrupção, sim existem. Mas falar que a policia deixa solto é uma mentira.

      “A PM deixa uma estudante tomar TIRO NA CARA no campus.”
      Outra mentira, a polícia era impedida de entrar no campus, quando os casos de violência aumentaram foi realizado um acordo com a PM para a policia entrar. E estava tudo indo bem até a policia coibir os maconheiros, agora esses “estudantes” “politizados” querem tirar a PM do campus, acho que preferem os assasinatos roubos e estupros, desde de que possam fumar seu baseado.

      “A PM deixa o sequestro relâmpago rolar solto na Vila Madalena, Pompeia e toda Zona Oeste.”
      Outra Mentira ( vc não cansa não ? ), o patrulhamento existe, insuficiente é verdade. Mas dai a dizer que permite vai uma longa distância.

      “A PM acha que seu trabalho é impedir estudantes inofensivos de fumar um baseadinho.”

      A PM acha que seu trabalho é impedir atividades criminosas, uso de drogas financia o crime, financia trafico de armas, financia assaltos.
      Estudante deveria estar na USP ESTUDANDO não fumando baseadinho.

      “ISSO É HIPOCRISIA.”

      Hipocrisia é vc querer expulsar a PM que evita crimes para poder consumir drogas DENTRO DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO.

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    • 31/10/2011 - 16:38
      Enviado por: Fabinho

      “A PM deixa os traficantes soltos.”
      Mentira, prende um monte. O judiciário solta uns, o sistema carcerário deixa outros escapar, e os que são presos sempre são substituidos. Existem casos de corrupção, sim existem. Mas falar que a policia deixa solto é uma mentira.
      - VOCÊ MESMO DEMOSNTRA: ESSA POÍTIICA IMBECIL DE ‘GUERRA AS DROGAS’ É ENXUGAR GELO. PRENDE UM TRAFICANTE, APARECEM OUTROS 200. SÓ A DESCRIMINALIZAÇÃO ACABA COM O TRÁFICO.

      “A PM deixa uma estudante tomar TIRO NA CARA no campus.”
      Outra mentira, a polícia era impedida de entrar no campus, quando os casos de violência aumentaram foi realizado um acordo com a PM para a policia entrar. E estava tudo indo bem até a policia coibir os maconheiros, agora esses “estudantes” “politizados” querem tirar a PM do campus, acho que preferem os assasinatos roubos e estupros, desde de que possam fumar seu baseado.
      - VOCÊ É MENTIROSO E DESINFORMADO: O ACORDO DA USP COM A PM FOI FEITO NO DIA 8 DE SETEMBRO. A ESTUDANTE TOMOU TIRO NA CARA NO DIA 7 DE OUTRUBRO, COM A PM NO CAMPUS CAÇANDO MACONHEIROS, A SEU PEDIDO. SEU ASSASSINO!

      “A PM deixa o sequestro relâmpago rolar solto na Vila Madalena, Pompeia e toda Zona Oeste.”
      Outra Mentira ( vc não cansa não ? ), o patrulhamento existe, insuficiente é verdade. Mas dai a dizer que permite vai uma longa distância.
      - PERMITE, SIM! PORQUE NÃO ESTÁ MOBILIZANDO POLICIAIS PARA PATRULHAR ESSES CRIMES. MAS MOBILIZA EFETIVOS PARA PATRULHAR A USP EM BUSCA DE BASEADOS. VOCÊ PREFERE SEQUESTRADORES QUE ESTUDANTES FUMANDO BASEADOS. VOCÊ TEM SANGUE NAS MÃOS!

      “A PM acha que seu trabalho é impedir estudantes inofensivos de fumar um baseadinho.”

      A PM acha que seu trabalho é impedir atividades criminosas, uso de drogas financia o crime, financia trafico de armas, financia assaltos.
      Estudante deveria estar na USP ESTUDANDO não fumando baseadinho.
      – PRENDER 3 ESTUDANTES NÃO VAI SUFOCAR O TRÁFICO, SUA BESTA! O QUE SUFOCARIA O TRÁFICO SERIA A DESCRIMINALIZAÇÃO. MAS AÍ NÃO INTERESSA, NÉ? SERÁ QUE VOU TER QUE DESENHAR? OS TRAFICANTES SÓ TEM RECURSOS PORQUE HÁ PROIBIÇÃO! QUER A PM NÃO ESTÁ COMBATENDO O TRÁFICO. VOCÊ NUNCA TOMOU UMA CERVEJA DEPOIS DO TRABALHO, NÃO? É A VIRGEM DEFENSORA DA MORAL? DEVIA ESTAR TRABALHANDO, NÃO ESREVENDO NOS BLOGS!

      “ISSO É HIPOCRISIA.”

      Hipocrisia é vc querer expulsar a PM que evita crimes para poder consumir drogas DENTRO DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO.
      - EU QUERO EXPULSAR A PM PARA QUE ELA VÁ EVITAR CRIMES DE VERDADE, COMO SEQUESTROS RELÂMPAGO, QUE ACONTECE TODO DIA NA ESTAÇÃO V.MADALENA DO METRÔ. COLOCAR EFETIVOS NO CÂMPUS PARA MACONHEIROS INOFENSIVOS SÓ AUMENTA O ESPAÇO PARA OS VERDADEIROS BANDIDOS! HIPÓCRITA!

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    • 31/10/2011 - 17:16
      Enviado por: RicardoV

      “- VOCÊ MESMO DEMOSNTRA: ESSA POÍTIICA IMBECIL DE ‘GUERRA AS DROGAS’ É ENXUGAR GELO. PRENDE UM TRAFICANTE, APARECEM OUTROS 200. SÓ A DESCRIMINALIZAÇÃO ACABA COM O TRÁFICO.”

      Você disse que a policia deixa os traficantes soltos, respondo que é mentira e vc desvia o assunto para descriminalização. Ou vc está perdido nos argumentos ou quer desviar do fato que falou bobagem.

      “VOCÊ É MENTIROSO E DESINFORMADO: O ACORDO DA USP COM A PM FOI FEITO NO DIA 8 DE SETEMBRO. A ESTUDANTE TOMOU TIRO NA CARA NO DIA 7 DE OUTRUBRO, COM A PM NO CAMPUS CAÇANDO MACONHEIROS, A SEU PEDIDO. SEU ASSASSINO!”

      Quem está falando mentirar aqui é você e estou mostrando isso. A policia não conseguiu evitar este crime infelizmente, evitou outros. A estudante não tomou um tiro porque a PM estava caçando maconheiros ( ué, pensei que eram “estudantes” ). Infelizmente não tem como eles cobrirem todo o espaço da USP então ronda são feitas.

      “- PERMITE, SIM! PORQUE NÃO ESTÁ MOBILIZANDO POLICIAIS PARA PATRULHAR ESSES CRIMES. MAS MOBILIZA EFETIVOS PARA PATRULHAR A USP EM BUSCA DE BASEADOS. VOCÊ PREFERE SEQUESTRADORES QUE ESTUDANTES FUMANDO BASEADOS. VOCÊ TEM SANGUE NAS MÃOS!”
      Não permite não, mas infelizmente não dá para cobrir toda a cidade. E se não me engano tem 12 policiais na USP. Mesmo que os 12 estivessem na Vila Madalena ainda assim não conseguiriam coibir os sequestros. E ainda com o agravante de deixar a USP desprotegida.

      “– PRENDER 3 ESTUDANTES NÃO VAI SUFOCAR O TRÁFICO, SUA BESTA! O QUE SUFOCARIA O TRÁFICO SERIA A DESCRIMINALIZAÇÃO. MAS AÍ NÃO INTERESSA, NÉ? SERÁ QUE VOU TER QUE DESENHAR? OS TRAFICANTES SÓ TEM RECURSOS PORQUE HÁ PROIBIÇÃO! QUER A PM NÃO ESTÁ COMBATENDO O TRÁFICO. VOCÊ NUNCA TOMOU UMA CERVEJA DEPOIS DO TRABALHO, NÃO? É A VIRGEM DEFENSORA DA MORAL? DEVIA ESTAR TRABALHANDO, NÃO ESREVENDO NOS BLOGS!”

      Estou tratando você com educação, se parte para a agressão vc perde a razão e mostra sua imaturidade. E vc deveria estar estudando e não fumando maconha dentro da universidade.

      “- EU QUERO EXPULSAR A PM PARA QUE ELA VÁ EVITAR CRIMES DE VERDADE, COMO SEQUESTROS RELÂMPAGO, QUE ACONTECE TODO DIA NA ESTAÇÃO V.MADALENA DO METRÔ. COLOCAR EFETIVOS NO CÂMPUS PARA MACONHEIROS INOFENSIVOS SÓ AUMENTA O ESPAÇO PARA OS VERDADEIROS BANDIDOS! HIPÓCRITA!”

      Crimes de verdade existiam também na USP, assaltos, estupros, mas como a repressão a estes crimes atrabalha o uso de maconha agora estes crimes não são tão importantes assim, certo ?

      Não existe “Maconheiros Inofensivos”, quem ajuda o crime não é inofensivo.

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    • 11/11/2011 - 12:55
      Enviado por: cleiton

      PARA o “fabinho”,cara sem duvida você deve ser um alienado!!um nóia que se treme ao ver um traficante cobrando o que você comprou,e sem duvida são pessoas iguais a você culpadas pela merda que esse país esta.sinceramente pessoas assim deveriam viver em esgoto junto aos ratos,apesar de achar os ratas muito superiores a vocês em tudo.

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  • 30/10/2011 - 23:36
    Enviado por: R da MattaMachado

    Aquele que sustenta a vida de luxos do traficante, devería ser autuado como incentivador de ato ilícito, tal qual um traficante de qualquer droga proíbida. Não devemos nortear a nossa vida pelas brilhantes cabeças de falsos ídolos.

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  • 31/10/2011 - 02:32
    Enviado por: Juliana Kunc Dantas

    É exatamente isso.
    Vale lembrar, também, que essa rebeldia – sem causa e contra a Lei – só tende a enfraquecer a movimentação estudantil séria, aquela que realmente briga pelo que deve brigar, e não apenas se coloca na posição contrária pra ser do contra. A presença da PM no espaço público não deveria nem estar em questionamento. Se não querem a PM do jeito que está, briguem pela melhoria da corporação, e não pela ausência dela.

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  • 31/10/2011 - 04:05
    Enviado por: Diogo

    Amigo concordo com você no que diz respeito a revolta dos estudantes e seus atos violentos, realmente são atos que deveriam ser evitados. Más me diga você como evitar que os jovens tenham contato e utilizem drogas ilícitas. Caro amigo, a Cannabis, mais conhecida como maconha já é conhecida e utilizada por volta de 1400 anos antes do nascimento de cristo. Pesquise um pouco mais, e você vera que o baseado tão mal está em 7º lugar no ranking de drogas nocivas, atrás do tabaco 5º lugar e o álcool 3º lugar, e nenhum governante nem juiz proíbe o uso destas substancias que são liberadas.

    A guerra contra as drogas começou a 40 anos nos Estados Unidos, todos lembra dessa frase “Se não houver espaço nas cadeias nos criaremos”. De la para cá o consumo só aumentou, um cidadão dependente é considerado e tratado como marginal, quando deveria ser tratado como uma pessoa doente que precisa de ajuda , isso graças a opiniões como a sua.

    Eu não estou defendendo o uso de substancia nenhuma, a questão é, será que a forma que lidamos com isso está correta, a lei não é clara em relação a quantidade de drogas que se pode portar, então mandamos um usuário para a cadeia e formamos um ladrão, sequestrador.

    ” Se não é possível controlar o uso de drogas em um presidio de segurança máxima, como vamos controlar o uso de drogas em uma sociedade livre”

    Essa é a questão.

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    • 31/10/2011 - 10:08
      Enviado por: Marcos L. S.

      Sr. Diogo

      Os “doentes” deveriam era procurar tratamento, mas eles preferem roubar, e ou agredir seus familiares que tentam ajudá-los.
      O governo deveria sim, era distribuir esse veneno gratuitamente, a razão de um quilo por semana, para cada um dos “pobres doentes”, eles iam ficar curados bem rapidinho, de um jeito ou de outro. Mas em qualquer das opções deixariam a sociedade livre de sua presença inútil ..

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  • 31/10/2011 - 10:27
    Enviado por: aac

    Este post é espuma, nada mais. Não é relevante. Os alunos que protestam contra a presença da PM na USP são emagadora minoria e vivem no passado. Por outro lado os que aqui generalizam vários alunos da USP como filinhos de papai mimados provavelmente nunca puseram seus pés no campus a não ser para uma esporádica visita.

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  • 31/10/2011 - 13:29
    Enviado por: Fabinho

    Hipócritas!!
    A PM no campus é um grande problema, sim! Porque está perseguindo maconheiros inofensivos, enquanto deixa rolar solto o sequestro relâmpago!

    Polícia devia estar atrás de BANDIDOS!
    Não dentro do campus se preocupando com os hábitos de estudantes.

    A PM entrou no campus pq mataram um garoto em um assalto na FEA. Depois disso, a violência diminuiu? Não! Tanto que, depois da entrada da PM, uma garota tomou UM TIRO NA CARA no portão 2 !!! Onde estava a polícia?? Caçando maconheiros que não estão atrapalhando ninguém!!!

    A população sofrendo sequestros na Vila Madalena e Pompeia, enquanto isso, cadê a PM?? Está preocupada com baseadinhos!!

    Você é ridiculamente hipócrita, Guterman!

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    • 31/10/2011 - 15:44
      Enviado por: RicardoV

      “A PM no campus é um grande problema, sim! Porque está perseguindo maconheiros inofensivos, enquanto deixa rolar solto o sequestro relâmpago!”

      Inofencivos p.. nenhuma, o tráfico e toda a violência relacionada existe por causa desses “usuarios inofensivos”.

      “Polícia devia estar atrás de BANDIDOS!”
      E está, tanto que enquadrou esses “estudantes”.

      “Não dentro do campus se preocupando com os hábitos de estudantes.”
      Usar drogas é hábito de estudante ???

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    • 31/10/2011 - 16:23
      Enviado por: Fabinho

      “Inofencivos (sic) p.. nenhuma, o tráfico e toda a violência relacionada existe por causa desses “usuarios inofensivos”.”

      - Errado. O tráfico existe por causa dessa probição estúpida. Se acabar com a proibição será o fim da linha para os traficantes. A proibição só interessa para os próprios traficantes, para políticos e para policiais corruptos.

      “Polícia está atrás de bandidos, tanto que enquadrou esses “estudantes”.”

      - A PM estava no campus caçando maconheiros, enquanto uma estudante tomava TIRO NA CARA no portão da USP. Na sua concepção, é bandido quem fuma um baseado (esse tem que ser preso), mas não é bandido quem dá tiro na cara de alguém (esse pode ficar livre, enquanto a polícia deve se preocupar com maconheiros). Na minha concepção, portanto, você é um psicopata.

      “Usar drogas é hábito de estudante ???”
      - Sim. E de não estudantes também. A maior parte dos habitantes do país usa drogas: maconha, cerveja, cigarro…

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    • 31/10/2011 - 16:32
      Enviado por: Carolina

      Não existe maconheiro inofensivo, Fabinho. Existem de um lado os que estão realmente doentes e não conseguem ficar longe da droga e, do outro, aqueles que não querem abrir mão do seu prazer. Não que eu não chegue a entender. Já fumei maconha e sei como é bom. Não pense que não sinto falta de vez em quando. Mas quando você vê um adolescente de doze anos dançando funk com um fuzil nas costas e outro, do lado dele, limpando uma carreira de pó pra conseguir “trabalhar” trocando tiro com a polícia ou com as facções rivais de seu chefe, você se dá conta de que não existe maconheiro inofensivo, meu bem.

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  • 31/10/2011 - 18:55
    Enviado por: markus

    Proibam o droga cachaça e o circo pega fogo…

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  • 31/10/2011 - 19:05
    Enviado por: José Bispo dos SAntos

    Quem fuma maconha é maconheiro e maconheiro devería estar na cadeia.

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  • 31/10/2011 - 19:43
    Enviado por: flavio silva santos

    Todos os maconheiros do Brasil, devem ser punidos com rigor, uma vez que essa droga ainda e ilicita, sendo assim sou plenamente a favor da atitude por parte dos PM! nao quero meu filho envolvido com esse tipo de gente, travestidos de estudantes, e preciso tambem que os pais cumpram seus papeis, e fiscalizem seus filhos, pois eles podem estar sendo influenciados por esses maconheiros safados! querem usar drogas vao para paises que permitem seu uso! maconheisos sujos!!!

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    • 01/11/2011 - 03:08
      Enviado por: Gabriel

      por causa de pessoas como você que tudo continua a mesma coisa e só tende a piorar, essa visão fechada. você diz que não quer seu filho com esse tipo de gente, seu filho só vai usar se quiser, não conheço ninguem que tenha usado por que foi obrigado.
      quando começarem a mudar seus pensamentos, ai sim vamos começar a ter algum progresso.

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  • 31/10/2011 - 21:42
    Enviado por: markus

    Contra essa discriminação, acho que todos os maconheiros deveriam se dar as mãos. Mas aí, quem enrolaria o baseado?…

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  • 31/10/2011 - 23:03
    Enviado por: Marcelo

    Deus queira que nenhum dessa turma de bandidos maconheiros disfarçados de estudantes chegue ao poder um dia. Vão libertar o Fernandinho Beira-Mar, colocá-lo na Lei da Anistia de 1979 e declará-lo preso político e mártir. Assumirá a presidência ou algum outro grande cargo no governo. Vão perseguir a polícia de todos os Estados por prenderem viciados, traficantes e toda rede de crimes geradas por estes.
    Vão viver nos EUA, país que todos defendem e vamos ver se seriam MACHOS de fazerem lá o que fazem aqui. No primeiro carro depredado seriam alvejados, presos e até mortos. O Brasil comete um erro enorme ao ser tolerante demais com vocês. Nem presos ficam mais por uso de drogas.
    Querem usar drogas sem serem incomodados, vão pra dentro das suas casas, consumam lá e parem com essa babaquice do século passado de lutar pela liberação das drogas…. o país já tem problemas demais…

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  • 01/11/2011 - 03:05
    Enviado por: Gabriel

    Fumar maconha não define carater, muitos usuários são ótimos profissionais.
    E qual é o problema de alguém usar uma “droga” comprovada cientificamente menos prejudicial a saúde do que o tabaco e o álcool, que são vendidos livremente, e prejudicam muito mais a sociedade.
    Muitos dizem que financia o trafico, a violência etc… isso poderia ser resolvido de uma forma muito simples, liberando o consumo próprio, podendo ser adquirida em locais previstos para compra e consumo, assim o dinheiro não iria para a mão de traficantes financiando outros tipos de crime, e nem gastando dinheiro publico de uma maneira ineficaz que é o combate as drogas não só no Brasil como no mundo inteiro, e sim usar todo esse dinheiro que é jogado fora e o que poderia ser arrecadado pelo estado com a venda para combater outros tipos crime e o consumo de drogas mais pesadas e campanhas para conscientizar os jovens e não simplesmente dizer que faz mal e é proibido.
    Como diz Gabriel o pensador “se você quiser comprar é mais fácil que pão” não a outra alternativa a não ser legalizar! A sociedade tem que abrir a cabeça e os olhos, como ainda não perceberam que essa é uma guerra sem fim, o combate as drogas de maneira agressiva não adianta, o Brasil e vários outros países estão nessa luta a anos, e não a progresso algum.
    Pensem nisso!

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  • 01/11/2011 - 09:22
    Enviado por: Felipe

    A Maconha só financia o tráfico graças ao mecanismo de proibiçao. se ao menos tolerado o plantio da erva acredite, traficante nenhum iria lucrar às custas disso. Porque álcool e cigarro sao liberados entao??(alguém vai dizer que nao sao drogas????? tá certo entao)
    Proíba o álcool e cigarro e terá traficantes do mesmo sob lucros enormes, já aconteceu antes nos EUA na época da crise de 1929, Al Capone virou o q virou traficando álcool… Entao se a questao é a compra da maconha que financia o tráfico.. financia porque o Governo quer!!!

    Tá todo mundo muito puto sentindo seu dinheiro sendo roubado pela Universidade Pública né???
    Pelo ralo da Corrupçao ta todo mundo tranquilo?? Pela Saúde, Educaçao, Transporte Público, e todo o Sistema Social que é uma M… tá todo mundo tranquilo??
    Sob o argumento de que, esse país sempre foi assim e sempre vai ser é que o Conformismo se espalha pelo Brasil, trabalhe bastante e ganhe bastante dinheiro, quanto mais rico vc fica, mais você é roubado no Brasil!!
    Também agora leio o comentário do amigo Marcelo sugerindo que o Brasil adote o mesmo modelo dos EUA!!! Cara.. é exatamente por seguir o Modelo dos EUA em TUDO que o Brasil é o que é! Transporte exclusivamente Rodoviário e Particular, Agricultura de Latifundio expurgando insumo quimico, ou vc acha que uma Megalópole de 20 milhoes de pessoas é uma forma de desenvolvimento bem saudável??? Foi mal.. nao quero alongar muito nisso.. mas a meu ver em muuuuitas coisas, pra nao falar em tudo, os Estados Unidos sao um exemplo a NAO ser seguido!! Eles sao a gente com menos Corrupçao.. se a gente tivesse uma educaçao Pública decente também nao seria um povo sem caráter nem ética, afinal, antes do cara se tornar um político corrupto, era um Brasileiro “comum”.

    Morei na Alemanha por 1 ano e tive oportunidade de viajar por diversos países da Europa aonde a Maconha é no minimo tolerada, e drogas pesadas sao tratadas como questao de Saude Publica. Nao vi crime organizado,(nao acho que este seja o unico motivo por haver crime organizado no Brasil mas sem dúvida a atratividade da criminalidade e a falta de oportunidades na vida levam muitos a esse caminho).nao vi baderna, e vi muito menos investimento em polícia e mais investimento em coisas que realmente agregam valor ao estado, Educaçao, transporte público eficiente e saúde pública. Somente uma educaçao de Qualidade e o fim da Impunidade nos altos escaloes, e baixos também será capaz de acabar com a Corrupçao! Pro governante o melhor cidadao é aquele ignorante conformado.

    Entenda, nao estou defendendo de forma alguma a depredaçao do Patrimonio Público, mas defendo a liberdade de manifestaçao(de forma adequada), e nao concordo com o dito aqui de que democracia é apenas seguir as regras do País, sim também é, mas a reinvindicaçao por flexibilizaçao ou alteraçao dessas regras faz parte do exercício da Democracia, nao só o voto, portanto minha gente, quem tá se sentindo prejudicado financeiramente pela depredaçao do Patrimonio Público, concordo, mas saiba que você é diariamente roubado em diversas açoes irregulares em todos os âmbitos do Estado, Uniao, Governo e Municípios, e tá tranquilao assistindo ao Futebol e à Novela com a sua Patroa…

    Entao só acho que estao sendo faladas diversas medidas por aqui que nao atacam o cerne da Questao.. nao é apenas polícia na Rua que acaba com a criminalidade, em um 1o momento talvez inibe, mas enquanto o crime for atraente, polícia apenas nunca resolverá. Nao sao corregedorias e CPIs que acabarao com a Corrupçao, enquanto a Educaçao Pública brasileira for uma porcaria e nao transmitir Ética, Valores e Cidadania aos jovens Brasileiros, crescerao Brasileiros sem ética nem Caráter, os quais chegarao ao Poder um dia. Além de ser totalmente voltada pro Vestibular..

    E outro ponto importante.. enquanto for cada vez mais cada um por sí, garanta o seu próprio Transporte, sua própria Educaçao, e sua própria Saúde, porque o Estado nao consegue prover isso(Somos a 8a Economia do mundo como nao consegue Car…..??????) graças ao dreno da Corrupçao,
    Vamos continuar sendo um País que só a cada 4 anos em época do mundo consegue ter o Senso de Naçao!!!

    PS: perdoe a falta de muitos acentos, estou na Alemanha ainda e o teclado por aqui fica faltando msm..

    Abraço

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    • 01/11/2011 - 09:40
      Enviado por: Gabriel

      totalmente apoiado.

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    • 01/11/2011 - 11:00
      Enviado por: Carolina

      Ótimo, Felipe. Descriminalizemos o uso e o tráfico. Também sou a favor. Só que por enquanto usar e traficar ainda são ilícitos penais. Estamos falando da realidade de hoje, não de um dos possíveis cenários consequentes da descriminalização. Hoje a maconha, a cocaína, o ecstasy, o crack e diversas outras são parte de uma cadeia de produção e consumo que mata, mutila, desagrega famílias, estupra, humilha e tortura. Noves fora os realmente doentes, os consumidores cotidianos têm de assumir que financiam tudo isso. O que se pode fazer é protestar pela descriminalização e pressionar parlamentares. E isso já está sendo feito. Mas enquanto o resultado não chega, a gente tem que, simplesmente, aceitar que não pode fumar e paciência.
      Eu parei de fumar maconha por isso, há muitos anos. Não pense que foi uma escolha fácil, mas me olho no espelho com mais orgulho.

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    • 01/11/2011 - 11:43
      Enviado por: Carolina

      Em tempo, também já vivi na Europa e sei que aí a violência relacionada ao tráfico nem de longe se assemelha ao que existe aqui. É claro que não se deve ignorar o porquê de o tráfico ter se instalado nas favelas da forma como se instalou. Já eram rincões de miséria. Sim, é verdade, mas é verdade também que a cadeia de produção e consumo da droga é global, o que me leva a acreditar que as pessoas em Berlim cheiram em ruas tão calminhas porque quem está pagando a conta sangrenta somos nós, os mexicanos, os bolivianos… Los Angeles brilha a pó, mas quem se matam são os mexicanos. O México está passando por um momento trágico. Está aí todos os dias nos jornais. E quem você acha que consome todo o pó que é produzido e vendido ali? Só a alta classe mexicana? É muito fácil para qualquer europeu, americano ou canadense vir vomitar regras, dizendo que aí a violência não é como aqui, etc, quando quem paga a conta somos nós.

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    • 01/11/2011 - 13:57
      Enviado por: Rogério

      “Só que por enquanto usar e traficar ainda são ilícitos penais.”

      Carolina, usar não é ilícito penal, não está prevista pena para o uso, apenas o porte e etc.

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    • 01/11/2011 - 14:22
      Enviado por: Carolina

      Rogério
      Há muita polêmica envolvendo a Lei 11.343, mas todos os autores que já li concordam que usar ainda é um ilícito. Vá lá no art. 28, que está dentro do capítulo sobre crimes e penas (capítulo III). O texto do artigo inclui os verbos “guardar e adquirir (…)”.
      As penas são advertência, prestação de serviços à comunidade e medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo.

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    • 01/11/2011 - 17:15
      Enviado por: Rogério

      Art. 28. Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas:

      Carolina

      Se for apenas pela leitura deste artigo não é possível incluir o consumo. Os verbos consumir ou usar não estão relacionados no artigo, apenas adquirir, guardar, ter em depósito, transportar ou trazer consigo, o ” para consumo pessoal” está apenas limitando os verbos anteriores. Isso para diferenciar o portador que apenas consome do portador que vende, o traficante. Veja que não há o verbo “consumir” ou “fumar”.

      Veja que no parágrafo segundo o legislador toma o cuidado de prescrever o que seria a droga destinada ao consumo pessoal.

      § 2o Para determinar se a droga destinava-se a consumo pessoal, o juiz atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente.

      Aí sim a pena seria mais leve que à do traficante.

      Mas se o usuário é flagrado apenas “doidão” , sem portar, não poderia ser penalizado visto que não há cominação legal.

      Claro que estou interpretando literalmente, não sou jurista, não sei se há alguma doutrina ou jurisprudência que afirma ser crime apenas consumir, mas ao pé da letra não é. E até onde sei na aplicação de penas a lei deve ser interpretada de forma literal. Confere?

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    • 01/11/2011 - 17:39
      Enviado por: Marcos Guterman

      Amigo Rogério

      Sem querer me meter na conversa entre você e a Carolina, que além de inteligente é advogada, mas acho que você está equivocado. Os três estudantes foram flagrados com a maconha “em espécie”, e não depois de terem fumado toda a mercadoria. Logo, estavam infringindo a lei. Se eles tivessem engolido o baseado, talvez não houvesse prova do ilícito. Mas parece que os baseados estavam bem visíveis.

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    • 01/11/2011 - 18:04
      Enviado por: RicardoV

      Não sei se a interpretação jurídica é diferente, a Carolina talvez possa esclarecer.

      Mas lendo :

      Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização …

      Me parece que é o mesmo que :

      Quem adquirir para consumo pessoal,
      Quem guardar para consumo pessoal,
      Quem tiver em depósito para consumo pessoal,
      Quem transportar ou trouxer consigo para consumo pessoal,

      Ou seja, ele agrupou os termos para não ficar repetitivo. E se for esse o caso é sim ilicito.

      No meu entender não teria muito sentido ser proibido guardar para uso pessoal mas liberado para uso pessoal.

      A segunda parte sobre estabelecer o que é consumo pessoal é apenas para separar traficante de usuário. Mas o ilicito permanece para usuário.

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    • 01/11/2011 - 19:37
      Enviado por: Carolina

      Rogério
      Eu adoraria que fumar maconha tivesse deixado de ser crime, mas infelizmente ainda é. O raciocínio é mais ou menos esse aí que o RicardoV descreveu. Não faria sentido dizer que é passível de punição o cara que adquire para consumo pessoal, mas que o cara que consome não pode ser punido. Se ele consome é porque adquiriu em algum lugar (e guardou e transportou, ou transportou e guardou, etc).
      Há quem argumente que, em função de não mais se aplicar pena de prisão, o consumo deixou de ser crime, mas as penas privativa e restritiva de liberdade não são as únicas formas de sanção penal. Nunca foram, logo, esse argumento, a meu ver, é totalmente inócuo.
      Estou derrotada de gripe aqui, então não vou me alongar, mas estou procurando um texto legal pra te enviar.
      Mas é isso: usar ainda é crime.
      Bj

      ps: em tempo, sim, a lei é muito mal escrita e abre margem a várias confusões.

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    • 02/11/2011 - 19:13
      Enviado por: Rogério

      “No meu entender não teria muito sentido ser proibido guardar para uso pessoal mas liberado para uso pessoal.”

      Sim RicardoV , “para consumo pessoal” está agrupando ou qualificando os verbos anteriores, mas veja que não há o verbo consumir ou fumar. A questão não é fazer sentido ou não, não podemos interpretar a lei extensivamente, especular ou utilizar algum senso, a interpretação é literal no caso de aplicação de penas, se a lei não relatou o verbo “consumir” não é crime consumir mas apenas guardar, transportar e etc para uso pessoal. É isso que estou falando.

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    • 02/11/2011 - 19:35
      Enviado por: Rogério

      “Se ele consome é porque adquiriu em algum lugar (e guardou e transportou, ou transportou e guardou, etc).”

      Não necessáriamente Carolina , em tese ele pode ter fumado do cigarro de um amigo, indo mais fundo, o amigo poderia ter colocado o cigarro na boca dele e ele apenas aspirado. Nesse caso ele portou?

      Isso em tese claro,mas na prática, se o cara é pego doidão apenas, sem portar a maconha consumida, será que a o juíz pode deduzir que ele portou antes de fumar?. O simples fato dele estar baratinado é certeza de que portou? Mas no caso que citei, o de ele ter fumado o cigarro na mão de outro não é uma possibilidade teórica que deixaria alguma dúvida na cabeça do juiz sobre ele ter portado ou não?
      E também há outra dúvida, sem provas da ação de portar é possível concluir para penalizar?. Viajei demais no no barato da ignorância? hehehe.

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    • 02/11/2011 - 20:05
      Enviado por: Carolina

      Rogério
      Você está parecendo aqueles autores de direito penal que vêm com uns exemplos surreais para comprovar suas teses. Aulas de Direito Penal geralmente são divertidas. Pode perguntar; todo estudante de Direito que tenha passado do terceiro período ou advogado já ouviu o exemplo do tonel de vinho. A pessoa não bebeu, mas ficou embriagada por que, meu Deus?????????? Porque caiu num tonel de vinho. E aí, como faz se ela, em virtude dessa embriaguez, comete algum breve ilícito. Óóóóó!
      Esse pra mim é o melhor. Tem outro também da pessoa que leva um tiro, mas faleceu em verdade por conta do infarto. Ai, meu Deus, e aí, como faz? Pune o cara que atirou ou não…? Óóóóó!
      Eu sempre me divirto.
      Bem, o cara tem que estar portanto a droga ou estar em circunstâncias que deixem muito evidente que ele acabou de usá-la e se desfez dela para se safar. Jurisprudência, baby.
      Bj

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    • 02/11/2011 - 20:11
      Enviado por: Carolina

      Sobre a história do amigo retardado, que permite que outro amigo ponha o cigarro na boca dele, bem, aí é evidente que nada vai acontecer com esse cara, mas esse será mais um dos inúmeros casos que dependem de prova. Como alguém vai comprovar isso? Tenta provar, se conseguir, dou um doce…

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    • 03/11/2011 - 01:42
      Enviado por: Fabinho

      Proibição ridícula, sem sentido, ILEGÍTIMA.

      Em algum dia, em algum lugar, já existiu todo tipo de lei absurda e sem sentido.
      O adultério já foi probido e punido com castigos corporais, pena de morte e sei lá o que mais.
      Muita gente foi queimada no fogueira, pela lei, por ser JUDEU ou bruxa!
      A lei já proibiu ser GAY. Oscar Wilde que o diga…
      A lei já permitiu venda de escravos e puniu quem tentou libertá-los.

      Toda essa tralha retrógrada e nazista já foi abolida, graças a Deus. Mas um dia tudo isso foi defendido com esses argumentos de advogado, com esse trololó jurídico que endeusa a sacrossanta Lei. ainda que ela seja imbecil e desumana.

      A próxima lei idiota que vai ser abolida é essa que criminaliza a cannabis.
      Enquanto isso, vamos lutando pela paz, contra o tráfico, defendendo a legalização do plantio caseiro para fumar legalmente.

      Nós, a sociedade, vamos conquistar esse direito, assim como conquistamos o direito de fazer macumba, de ser gay, de ser JUDEU, de ser ateu, de se divorciar, de cometer adultério sem sofrer apedrejamento e assim por diante…

      A luta pela descriminalização é a um capítulo da luta contra a BARBÁRIE.
      A proibição da cannabis alimenta o tráfico e a violência.

      Quem é a favor da proibição tem SANGUE NAS MÃOS.

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    • 03/11/2011 - 22:43
      Enviado por: Carolina

      Rogério
      Em tempo, acho, ou melhor, tenho certeza de que não havia ficado claro antes para mim o seu exemplo do amigo que põe o baseado na boca do outro, para que este aspire. Bem, o que vai importar aí, como em qualquer outro caso relativo a este artigo 28, é se o agente teve intenção de consumir a droga.
      O cara que estava de “mãos atadas” sabia que se tratava de maconha? Tinha, mesmo não tocando a droga, a intenção de tragar?
      Se se comprova que que sim, então, já era. A conduta dele se enquadraria, a meu ver, no “trazer consigo”. Mesmo tendo ficado com o cigarro na boca por meio minuto e de mãos atadas. Houve o dolo de autorizar que seu amigo trouxesse o cigarro até o seu corpo? Esse dolo foi exercido com a finalidade de consumir o conteúdo do cigarro?
      Se sim, então ele está no 28.
      O que você não está entendendo é que a expressão “consumo pessoal” qualifica todos os verbos. A pessoa adquire, tem em depósito, guarda, transporta ou traz consigo para consumir. O “consumo pessoal” é núcleo desse artigo tanto quanto os cinco verbos. Não pode ser desprezado.
      Concordo que teria sido mais inteligente incluir o verbo “consumir”, mas, particularmente, não entendo este caso como analogia. Analogia em direito penal é outra história… Se tiver interesse te explico depois.
      De todo modo, reitero que a realidade da jurisprudência está, muitas vezes, beeem distante do que se aprende nos livros.
      Bjs

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    • 04/11/2011 - 10:28
      Enviado por: Rogério

      Carolina

      Opa, valeu. Deve ser bem divertido mesmo ficar discutindo esses casos teóricos, o legal do direito é a controvérsia. Imagine a faculdade de matemática, que chato hehehehe

      Abraçol

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    • 04/11/2011 - 12:59
      Enviado por: Carolina

      Rogério
      Realmente aulas de Direito Penal podem ser muito interessantes. Eu gosto muito. Outras matérias, contudo, dão tristeza. Direito Constitucional é uma. O que é Direito Constitucional no Brasil? É tudo. E nada, ao mesmo tempo.
      Matemática só em outra vida. Qualquer pessoa que consiga fazer uma conta de dividir sem usar uma calculadora pra mim já é gênio.

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    • 09/11/2011 - 17:12
      Enviado por: João

      Carolina,

      o consumo de drogas não é crime segundo a atual legislação, nem era delito, de acordo com a Lei 6.368/76. Ao contrário do que você disse, nenhum autor sustenta que o uso de drogas é ilícito penal. É uma unanimidade, coisa rara no Direito. Quanto a sua opinião de que o usuário deveria ser preso, não merece nem comentários. Simplesmente ridícula. Procure estudar mais.

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    • 09/11/2011 - 17:31
      Enviado por: Carolina

      João
      É claro que hoje aos usuários não mais se aplicam penas que lhes restringem a liberdade. Quando usei a expressão “preso” estava me referindo ao momento em que ele é levado por um PM para a delegacia, que é o que acontece na prática.
      Quais autores você leu que afirmam que fumar maconha não é crime? Eu só conheço o Luiz Flavio Gomes.
      Abraço.

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    • 09/11/2011 - 17:53
      Enviado por: Carolina

      http://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=AC&docID=443566

      Manifestações dos Ministros Marco Aurélio, Ayres Britto e Lewandovski.

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    • 09/11/2011 - 19:14
      Enviado por: Carolina

      Para você não ter que ler tudo, João, reproduzo aqui a parte que interessa:
      “A Turma, resolvendo questão de ordem no sentido de que o art. 28 da Lei nº11.343/2006 (Nova Lei de Tóxicos) não implicou abolitio criminis do delito de posse de drogas para consumo pessoal, então previsto no art. 16 da Lei nº 6.368/76, julgou prejudicado recurso extraordinário em que o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro alegava a incompetência dos juizados especiais para processar e julgar onduta capitulada no art. 16 da Lei nº6.368/76. Considerou-se que a conduta antes descrita neste art. continua sendo crime sob a égide da lei nova, tendo ocorrido, isto sim, uma despenalização, cuja característica marcante seria a exclusão de penas privativas de liberdade como sanção principal ou substitutiva da infração penal.”
      Recurso Extraordinário 430105 QO/RJ

      Para Guilherme Nucci sequer chegou a haver despenalização, mas uma desprisionalização (NUCCI, Guilherme de Souza. Leis penais e processuais comentadas. 3 ed. – São Paulo : Editora Revista dos Tribunais, 2008. ps 300 e301.) Note que, nesta matéria, não houve alteração significativa desde a 3ª edição deste livro (ele atualmente está na 5ª.)

      Tal como Fernando Capez, Nucci e os ministros acima citados, entende que deve ser feita uma interpretação sistêmica da lei e conclui que o art. 28 descreve, sim, um tipo penal, isto é, um crime. http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAco8AJ/lei-anti-drogas-comentarios-por-fernando-capez

      Vicente Greco também concorda com eles, mas estou sem o livro dele aqui agora para citar as páginas exatas.

      Depois eu mando, se você quiser, as considerações de Juarez Cirino, Scheila Bierrenbach e Cezar Roberto Bitencourt.

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  • 02/11/2011 - 09:55
    Enviado por: joaomarcos

    Carolina,
    Não basta só dizer que o argumento de “não mais se aplicar a pena de prisão” para o porte de maconha impõe a idéia de “liberou geral” e “é totalmente inócuo”.
    É o ponto central disso tudo!
    No país onde vivo, a dura lex sed lex não funciona, quer seja para políticos corruptos de todos os partidos (e para gente rica que pode comprar os melhores advogados e juízes) ou mesmo para as pessoas comuns. Sabe o motivo? Porque a lei tem que ser aplicada na vida real por agentes.
    E esses agentes acabam decidindo a aplicação da lei caso a caso.
    É o correto? É o ético ou o moral? Não sei, mas é assim.
    Funciona desta maneira quando somos flagrados no carro sem cinto, falando ao celular, estacionando na vaga de deficiente físico… apelamos para a “insignificância” da coisa e pedimos um “quebra galho” que muitas vezes funciona. Ou não.
    Quem decide a aplicação ou não da lei é o agente. Baseado na sua análise momentânea da conjuntura do ato infracional, que inclui sim a gravidade do caso, mas também a dura que se toma de um delegado da polícia civil entulhado de coisas importantes a fazer quando se leva um moleque portando um baseado para que sejam aplicadas “sanções penais não privativas ou restritivas da liberdade”. Pergunte isso a qualquer PM que você conheça.
    Observe: Não estou relativizando o crime. Só estou tentando chamar a atenção para um legalismo bobo e infantil que não se aplica na nossa vidinha cotidiana.
    Isso posto, vem a pergunta: Se não é usual “levar p/ cima um maconherinho quando se tem coisa mais importante a fazer, qual o motivo que levou os PMs do campus da USP a fazer exatamente o contrário?

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    • 02/11/2011 - 13:39
      Enviado por: Carolina

      Joaomarcos
      Acho que você está equivocado. Por favor, releia meus comentários. Em momento algum eu disse que o fato de hoje não ser mais possível aplicar pena de prisão ao usuário significa um “liberou geral”. E o que eu qualifiquei como “totalmente inócuo” foi o argumento de que o uso de maconha deixou de ser um tipo penal, uma vez que hoje não mais se aplica a pena de prisão nesses casos.
      Conheço vários policiais militares. Vários. Honestos e desonestos (e, infelizmente, aqui no Rio o segundo grupo tem mais representantes). Em nome do primeiro, sou totalmente solidária à causa da corporação. Acho que os salários daqui do Rio são vergonhosos e as condições de trabalho, idem. E entendo perfeitamente o PM não querer levar um maconheirozinho pra delegacia pra evitar tomar bronca do delegado. Eu talvez fizesse o mesmo.
      Tendo dito tudo isso, o que levou os PMs da USP a se comportar de forma diversa a mim, neste momento, não interessa. Isso é perverter o debate. Muito provavelmente eles foram para cima dos estudantes porque queriam levar uma grana ou chamar a atenção por qualquer outro motivo. Mas isso não muda o fato de que os estudantes estavam infringindo a lei. Se eu quero ir pra cima do PM corrupto eu tenho que fazê-lo no momento em que ele está infringindo a norma e não quando a está aplicando. Se se desconfia desses policiais da USP, que se os observem e até investiguem, então, mas não pervertamos a ordem dos fatos.
      Esses estudantes tem de entender que não são intocáveis. Eu fui estudante, fumei maconha, tomei bala, cheirei e nunca dei pendura por pura preguiça. Hoje me arrependo e envergonho da maioria dessas coisas. Mas digo com segurança que se, lá atrás, eu tivesse tomado uma dura da PM eu nunca teria tido a cara de pau de tentar me defender alegando que “vivemos numa democracia” e que a PM “é nefasta porque espancava estudantes na ditadura”.
      Ab.

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    • 03/11/2011 - 19:43
      Enviado por: joaomarcos

      Carolina,
      Escrevi que sua argumentação é exata, mas não suficiente. Justamente porque o fato de os estudantes estarem cometendo um crime dentro da USP foi tratado pelos policiais de maneira diversa de como seria tratada em qualquer lugar fora da USP.
      É crime fumar maconha em qualquer lugar do país? Sim.
      Em qualquer outro lugar fora da USP ninguém mais vai preso por esse crime? Sim.
      Os estudantes iriam presos fosse outra a situação? Não…
      Isso não é perverter o debate… é simplesmente o âmago da questão toda!
      Aparentemente por pura má vontade ninguém quer perceber que, neste caso, se aplicou a velha máxima “aos amigos tudo, aos inimigos: a lei”…
      Os policiais resolveram levar os perigosos maconheiros à delegacia fazer um inócuo (gostei da palavra) termo circunstanciado que não vai interferir na ficha criminal do “meliante”, não vai ser investigado, não vai gerar punição nenhuma a ninguém porque foram afrontados. Porque alguns alunos centrados, um ou outro professor consciente e a diretora da FFLCH estavam próximos de um acordo que talvez até incluísse o acompanhamento dos alunos “criminosos” até a delegacia… mas foram interrompidos por uma massa de manobra do radicalismo político que impera em alguns setores da FFLCH com a única intenção de criar um factóide. E conseguiram!
      Mas infelizmente, na discussão de qualquer assunto, quando se ouve falar em “maconha”, perde-se toda a legitimidade como que por mágica..

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    • 03/11/2011 - 20:14
      Enviado por: Carolina

      Entendo.
      Bem, de todo modo minha opinião pessoal é que tem que prender anyway. Mesmo que seja só pra dar um susto e soltar meia hora depois. Se prende o traficante tem que prender o usuário, pelo menos uma vez, para que essa galera entenda que seus inocentes baseados não são tão inocentes assim.
      Eu tive muita sorte quando fumava maconha. Nunca tomei dura, nunca passei nem perto de ser pega, mas aos poucos fui me dando conta do que aqueles cigarros representavam para minha cidade, para minha sociedade. Nenhum adulto carioca, em sã consciência, pode argumentar que ao fumar um baseado ou cheirar uma carreira não se está financiando mortes.

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    • 03/11/2011 - 20:16
      Enviado por: Carolina

      Entendo.
      Bem, de todo modo minha opinião pessoal é que tem que prender anyway. Mesmo que seja só pra dar um susto e soltar meia hora depois. Se prende o traficante tem que prender o usuário, pelo menos uma vez, para que essa galera entenda que seus inocentes baseados não são tão inocentes assim.
      Eu tive muita sorte quando fumava maconha. Nunca tomei dura, nunca passei nem perto de ser pega, mas aos poucos fui me dando conta do que aqueles cigarros representavam para minha cidade, para minha sociedade. Nenhum adulto carioca, em sã consciência, pode argumentar que ao fumar um baseado ou cheirar uma carreira não se estão financiando mortes.

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    • 03/11/2011 - 22:10
      Enviado por: joaomarcos

      Carolina,
      Tudo bem você não me chamar de “meu bem” nem se despedir de mim com “bjs”… mas nem um a Ab. no final…? Puxa…

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    • 03/11/2011 - 22:27
      Enviado por: Carolina

      Desculpa, querido.
      Foi a pressa.
      Bj.

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  • 02/11/2011 - 19:24
    Enviado por: Rogério

    Guterman

    Claro que a sua intromissão é bem vinda amigão, até por que eu também me intrometi na conversa da Carolina com o Felipe hehehe.

    Você está certo, os caras estavam portando. Mas nesse caso aqui com a Carolina eu apenas afirmei que fumar não é crime, pois o verbo fumar não está escrito na lei, era isso que eu queria entender. É possível concluir que fumar é crime indo além da letra da lei?

    Salvo melhor juízo acredit que não, veja abaixo que as normas incriminadoras não possuem lacuna e devem ser interpretadas literalmente:

    “As normas penais também apresentam lacunas que devem ser preenchidas pelos recursos supletivos para o conhecimento do direito (analogia, costumes e princípios gerais do direito); não possuem lacunas as normas penais incriminadoras, em face do princípio da reserva legal; as normas penais não incriminadoras, porém, em relação as quais não vige aquele princípio, quando apresentarem falhas ou omissões, podem ser integradas pelos recursos fornecidos pela ciência jurídica.

    Os preceitos da Lei de Introdução ao Código Civil se aplicam a todos os ramos do direito; é aplicável, pois, ao direito penal; assim, as lacunas da norma penal podem ser supridas pelos processos científicos determinados pelo legislador; a integração só pode ocorrer em relação à normas penais não-incriminadoras; conclui-se que a analogia, o costume e os princípios gerais de direito não podem criar condutas puníveis nem impor penas: nesse campo, a norma penal não possui lacunas.”

    http://www.centraljuridica.com/doutrina/149/direito_penal/introducao_ao_direito_penal.html

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  • 02/11/2011 - 19:45
    Enviado por: Kiara Deeva

    Querem legalizar as drogas? Ok, mas que usuários sejam criminalizados caso cometam crimes sob efeitos dessas!

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  • 02/11/2011 - 20:14
    Enviado por: markus

    Querem criminalizar as drogas? Ok, mas que não usuários sejam criminalizados caso cometam crimes sóbrios! No Congresso isso não acontece…

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  • 02/11/2011 - 21:56
    Enviado por: Diogenes da Lantterna

    O maconheiro é um sem vergonha que sustenta os traficantes. Prendam uns 100, camuflados de estudante e colequem uns seis meses lavando privada na cadeia, o sem futuro para de fumar, cheirar ou injetar, rapidinho.

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  • 04/11/2011 - 22:57
    Enviado por: joaomarcos

    Opa! Estou em boa companhia…

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/pm-maconha-e-numeros-delirantes-sobre-o-aborto/

    e olha que coloco o link do reinaldo comentando o Schwartsman até p/ ficar claro a forçada de barra que o tio rei dá p/ tentar desestruturar a coluna da folha…

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  • 05/11/2011 - 20:58
    Enviado por: Carlos Gomes

    Não entendo porque tanta opinião em algo tão fácil de resolver, ainda tem gente indecisa se é a favor ou contra , sou pedreiro, num sou formado em nada, mais uma coisa eu aprendi que é respeitar as leis se e proibido portar maconha, ou seja que droga for, leva pra cadeia se resistir leva a força. Invadiu prédios públicos não permitindo sua funcionalidade, leva todo mundo preso, se eu sou pai de qualquer deles que estejam apoiando o que é errado quando chegar em casa eu vou lhe corrigir e se não aceitar vai apanhar pois educação começa em casa. E não adianta ficar falando que e formado nisso ou naquilo que isso é uma questão moral e nossos costumes nos denunciam, quem apoia isso, ou mesmo tem duvidas, não deve ter muito para contribuir com a sociedade.

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  • 08/11/2011 - 16:14
    Enviado por: Beatriz

    O mundo está em crise financeira e social. Na Grécia, jovens lutam por mais emprego. O mesmo na Espanha, que foi palco de grandes protestos em maio e agosto por reformas políticas e mais emprego também. Em Nova York e Londres, centenas de pessoas ocupam os centros financeiros há semanas para exprimir suas opiniões quanto ao rumo do capitalismo irresponsável, que levou economias nacionais para a quase bancarrota. E enquanto isso, aqui no Brasil jovens estudantes protestam pelo direito de fumar sua maconha, livre da presença da Polícia Militar no campus da USP, considerada a universidade referência no Brasil e com uma maioria quase absoluta de advindos da classe média tradicional e classe alta desse país

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  • 09/11/2011 - 10:01
    Enviado por: Prof. Nogueira (História)

    Tá certo que o país por uma ditadura militar por quase 21 anos (1964-1985) e que esse passado negro na sociedade brasileira deixou sequelas e uma imagem negativa da polícia. Por outro lado, hoje vivemos em um Estado democrático de direito, com leis a serem cumpridas para o bem de todos, sendo necessário a intervenção da polícia quando as regras são violadas podendo gerar prejuízos morais e até materiais ao outro. Para a nossa felicidade, o movimento não foi geral, e apenas um grupo dos “noias” que conseguiu inflamar o DCE e o Sindicato dos Funcionários a ficarem do seu lado, provocando toda esta baderna, ou melhor, vandalismo. O que eles estão reivindicando? Liberdade? Para que? Usar drogas. Que contra-senso. Mal sabem eles que a USP está despencando no conceito de qualidade de ensino no cômputo geral (mundial) e esse tipo de atitude incoerente contribui mais ainda para decair. Afinal, é universidade ou barbárie? Estudamos para nos aproximar da lógica, do que é coerente e aceitável. Sem essa de que cada um tem a sua razão, existe um parâmetro para o que é coerente no que se refere ao respeito para com o outro. O movimento desta ala incoerente veio mostrar o quanto há estudantes alienados por não acompanhar as mudanças no mundo. Eles perderam o trem da história. Ainda bem que foi feita a reintegração de posse, e tem que ter punição, cumprir a Constituição para o bem de todos.

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  • 09/11/2011 - 10:04
    Enviado por: Prof. Nogueira (História)

    Tá certo que o país passou por uma ditadura militar por quase 21 anos (1964-1985) e que esse passado negro na sociedade brasileira deixou sequelas e uma imagem negativa da polícia. Por outro lado, hoje vivemos em um Estado democrático de direito, com leis a serem cumpridas para o bem de todos, sendo necessário a intervenção da polícia quando as regras são violadas podendo gerar prejuízos morais e até materiais ao outro. Para a nossa felicidade, o movimento não foi geral, e apenas um grupo dos “noias” que conseguiu inflamar o DCE e o Sindicato dos Funcionários a ficarem do seu lado, provocando toda esta baderna, ou melhor, vandalismo. O que eles estão reivindicando? Liberdade? Para que? Usar drogas. Que contra-senso. Mal sabem eles que a USP está despencando no conceito de qualidade de ensino no cômputo geral (mundial) e esse tipo de atitude incoerente contribui mais ainda para decair. Afinal, é universidade ou barbárie? Estudamos para nos aproximar da lógica, do que é coerente e aceitável. Sem essa de que cada um tem a sua razão, existe um parâmetro para o que é coerente no que se refere ao respeito para com o outro. O movimento desta ala incoerente veio mostrar o quanto há estudantes alienados por não acompanhar as mudanças no mundo. Eles perderam o trem da história. Ainda bem que foi feita a reintegração de posse, e tem que ter punição, cumprir a Constituição para o bem de todos.

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  • 09/11/2011 - 12:22
    Enviado por: Camila

    Escroto!
    Que tal ler um depoimento de quem realmente estava lá?
    “Cheguei na USP às 3h da manhã, com um amigo da sala. Ia começar o nosso ‘plantão’ do Jornal do Campus. Outros dois amigos já estavam lá. A ideia era passar a madrugada lá na reitoria, ou pelas redondezas. 1) para entender melhor a ocupação, conhecer e poder escrever melhor sobre isso tudo. 2) para estarmos lá caso a PM realmente aparecesse para dar um fim à ocupação.
    Conversa vai, conversa vem. O tempo da madrugava passava enquanto ficávamos lá fora, na frente da reitoria, conversando com alunos da ocupação. Alguns com posicionamentos bem definidos (ou inflexíveis), outros duvidando até das próprias atitudes. A questão é: os alunos estavam lá e queriam chamar atenção para a causa (ou as causas, ou nenhuma causa)…e, por enquanto, era só. Não havia nada quebrado, depredado ou destruído dentro da tão requisitada reitoria (a única marca deles eram as pixações). A ocupação era organizada, eles estavam divididos em vários núcleos e tinham medidas pra preservar o ambiente. Aliás, nada de Molotov.
    Mais conversa foi jogada fora, a fogueira que aquecia se apagou várias vezes e eu levantei a pergunta pra alguns deles: e se a PM realmente aparecesse lá logo mais? Seria um tiro no pé dela? Ela sairia como herói? Os poucos que conversavam comigo (eram uns 4, além dos amigos da minha sala) ficaram divididos. “Do jeito que a mídia está passando as coisas, eles vão sair como heróis de novo”, disse um. “Se ele vierem vai ter confronto e isso já vai ser um tiro no pé deles”, disse outra. Mas, numa coisa eles concordavam: poucos acreditavam que a PM realmente ia aparecer.
    Eu achava que a PM ia aparecer e muito provavelmente isso que me fez ficar acordada lá. Não demorou muito e, pronto, muita coisa apareceu. A partir daí, meu relato pode ficar confuso, acho que ainda não vou conseguir organizar tudo que eu vi hoje, 08 de novembro.
    Muitos PMs chegaram, saindo de carros, motos, ônibus, caminhões. Apareceram helicópteros e cavalaria. Nem eu e, acredito, nem a maior parte dos presentes já tinham visto tanto policial em ação. Estávamos em 5 pessoas na frente da reitoria. Dois estudantes que faziam parte da ocupação, eu e mais 2 amigos da minha sala, que também estavam lá por causa do JC. Assim que a PM chegou, tudo foi muito rápido:

    os alunos da ocupação que estavam com a gente sugeriram: “Corram!”, enquanto voltavam para dentro da reitoria. Os dois amigos que estavam comigo correram para longe da Reitoria, onde a imprensa ainda estava se posicionando para o show. Eu, sabe-se lá por qual motivo, joguei a minha bolsa para um dos meninos da minha sala e voltei correndo para frente da reitoria, no meio dos policiais que avançavam para o Portão principal [e único] da ocupação.
    Tentei tirar fotos e gravar vídeos de uma PM que estava sendo violenta com o nada, para nada. Os policiais quebravam as cadeiras no carrinho, faziam questão do barulho, da demonstração da força. Os crafts com avisos dos estudantes, frases e poemas eram rasgados, uma éspecie de símbolo. Enquanto tudo isso acontecia, parte da PM impedia a imprensa de chegar perto da área, impedindo que os repórteres vissem tudo isso. Voltando para confusão onde eu tinha me enfiado: os PMs arrombaram a porta principal, entraram (um grupo de mais ou menos 30, eu acho) e, logo em seguida, fecharam o portão. Trancaram-se dentro da reitoria com os alunos. Coisa boa não era.
    Depois disso, o outro grupo de PMs,que impedia a mídia de se aproximar dessas cenas que eu contei , foi abrindo espaço. Quer dizer, não só abrindo espaço, mas também começando (ou fortalecendo) uma boa camaradagem para os repórteres que lá estavam atrás de cenas fortes e certezas.
    “Me sigam para cá que vai acontecer um negócio bom pra filmar ali agora”, disse um dos militares para a enxurrada de “jornalistas”.
    A cena era um terceiro grupo de PMs, arrombando um segunda porta da reitoria, sob a desculpa de que queria entrar. O repórter da Globo me perguntou (fui pra perto deles depois da confusão em que me meti com os policiais no início): “os PMs já entraram, não? Por que eles tão tentando por aqui também?”. Respondi: “sim, já entraram. E provavelmente estão fazendo essa cena pra vocês terem algum espetáculo pra filmar”
    A palhaçada organizada pelos policiais e alimentada pelos repórteres que lá estavam continuou por algumas horas. A imprensa ia contornando a reitoria, na esperança de alguma cena forte. Enquanto isso, PM e alunos estavam juntos, dentro da Reitoria, sem ninguém de fora poder ver ou ouvir o que se passava por lá. Quem tentasse entrar ou enxergar algo que se passava lá na Reitoria, dava de cara com os escudos da tropa de choque, até o fim.
    Enquanto amanhecia, universitários a favor da ocupação, ou contra a PM ou simplesmente contra toda a violência que estava escancarada iam chegando. Os alunos pediam para entrar na reitoria. Eu pedia para entrar na reitoria. Tudo que todo mundo queria era saber o que realmente estava acontecendo lá dentro. A PM não levava os estudantes da ocupação para fora e o pedido de todo mundo era “queremos algo às claras”. Por que ninguém pode entrar? Por que ninguém pode sair?
    Enquanto os alunos que estavam do lado de fora clamavam para entrar, ouvi de um grupo de repórteres (entre eles, SBT): “Não vamos filmar essas baboseiras dos maconheiros não! O que eles pedem não merece aparecer”. Entre risadas, pra não perder o bom humor. Além dos repórteres que já haviam decidido o que era verdade ou não, noticiável ou não, tinham pessoas misturadas a eles, gritando contra os estudantes, xingando. Eu mesma ouvi muitas e boas como “maconheirazinha”, “raça de merda” e “marginal” .
    Os estudantes que enfrentavam de verdade os policiais que faziam a ‘corrente’ em torno da Reitoria eram levados para dentro. Em questões de segundos, um estudante sumia da minha frente e era levado pra dentro do cerco. Para sabe-se lá o que.
    Lá pras 7h30, depois de muito choro, puxões e algumas escudadas na cara, comecei a ver que os PMs estavam levando os estudantes da ocupação para dentro dos ônibus. Uma menina foi levada de maneira truculenta, essa foi a única coisa que meu 1,60m de altura conseguiu ver por trás de uma corrente da tropa de choque. Enquanto eu tentava entrar no cerco, para entender a história, a grande mídia já estava lá dentro. Fui conversar com um militar, explicar da JC. Ouvi em troca “ai, é um jornal da usp. De estudantes, não pode. Complica”.
    Os ônibus com os alunos presos saíram da USP. Uma quantidade imensa de outros alunos gritavam com a PM. Eu e os dois amigos da minha sala (aqueles da madrugada) pegamos o carro e fomos para a DP.
    Na DP, o sistema era o mesmo e meu cansaço e raiva só estavam maiores. Enjoo e dor de cabeça, era o meu corpo reagindo a tudo que eu vi pela manhã. Alunos saiam de 5 em 5 do ônibus para dentro da DP. Jornalistas amontoados. Familiares chegando. Alunos presos no ônibus, sem água, sem banheiro, sem comida, mas com calor. Pelo menos por umas 3h foi assim.
    Enquanto a ficha caia e eu revisualizava todo o horror da reintegração de posse, outras pessoas da minha sala mandavam mensagens para gente, de como a grande imprensa estava cobrindo o caso. Um ato pacífico, né Globo? Não foi bem isso o que eu vi, nem o que o JC viu, nem o que centenas de estudantes presenciaram.

    Enfim, sou contra a ocupação. Sempre tive várias críticas ao Movimento Estudantil desde que entrei na USP. Nunca aceitei a partidarização do ME. Me decepciono com a falta de propostas efetivas e com as discussões ultrapassadas da maioria das assembléias. Mas, nada, nada mesmo, justifica o que ocorreu hoje. Nada pode ser explicação pra violência gratuita, pro abuso do poder e, principalmente, pela desumanização da PM.
    Não costumo me envolver com discussões do ME, divulgar textos ou participar ativamente de algo político do meio universitário. Mas, como poucos realmente sabem o que aconteceu hoje (e eu acredito que muita coisa vai ser distorcida a partir de agora, por todos os lados), achei que valeria a pena escrever esse texto. Taí o que eu vi.”

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    • 09/11/2011 - 14:39
      Enviado por: Carolina

      Camila
      Se você quer ser levada a sério a primeira coisa que você deve fazer é não agredir verbalmente seus interlocutores. E olha que você está ouvindo isso de uma pessoa bem estouradinha. Mas, vá por mim, começar um texto com “Escroto!” não lhe ajuda em nada.
      Eu fui uma estudante provavelmente igual a você. Não me envolvia em nada, não era nem contra nem a favor, só queria fumar meu beque, fazer meu dever de casa, ir pro estágio e tocar minha vida. Lendo o seu texto, me lembrei muito de mim mesma há quinze anos (embora nem saiba se você fuma maconha e a mim isso não interessa).
      A PM de SP é truculenta? É, ninguém nega. Como ninguém pode negar que os estudantes que fumaram maconha dentro da USP infringiram a lei. E essa confusão toda começou por causa deles.
      Vocês não se orgulham tanto de serem republicanos? Vocês não lêem Marx, Gramsci, Rousseau, Locke e Tocqueville e acham tudo lindo? Então que tal começarem a se dispor a serem tratados como todo mundo aqui fora? Experimente ser um office boy que pega duas linhas de trem pra chegar em casa e acender um baseado na frente de um PM pra você ver o que vai lhe acontecer. Experimente ser uma faxineira e resolver ocupar a sala do seu chefe por vários dias para você ver como já, já a PM não vai aparecer…
      Os estudantes foram tratados iguais a todo mundo aqui fora. Fumou maconha? Vai pra DP. Ocupou espaço público indevidamente, impedindo o exercício das funções que ali se executam? Vai pra DP.
      Se a PM foi truculenta com vocês é porque ela é com todo mundo. Está errado? Está, mas isso não muda o fato de que os estudantes da USP que ocuparam a reitoria estão, desde o início dessa história, completamente equivocados.
      Querem protestar? Façam uma marcha, entreguem manifestos, façam discursos. Ocupar a reitoria é uma medida extrema, que não pode perdurar – especialmente quando se leva em conta que o que os ocupantes reivindicam é o “direito” de fumar um baseado em paz.
      A USP custa MUITO aos cofres públicos, tal como a Uerj e a UFRJ, aqui no Rio. Cada dia de aula que se perde é grana do erário que vai pelo ralo. O que esses estudantes vinham fazendo é injusto com todo o povo paulista, que sustenta a USP. É injusto com os paulistas que pagam impostos e, principalmetne, com aqueles que sequer podem pagar impostos de tão pobres que são. Muitas dessas pessoas, tenha certeza, adorariam ver seus filhos frequentando a USP. Mas elas dificilmente terão essa alegria. Ocupar a reitoria por causa de babaquice de filhinho de papai que não admite tratamento universal é injusto com o office boy e a faxineira.
      É por isso que tão pouca gente está se solidarizando com seus colegas. Vocês precisam de uma causa? A vida universitária está cheia delas. Protestem por melhores salários para os seus professores, por melhores laboratórios, por melhores bolsas de iniciação científica. Acham chato? Então venham aqui pra fora, que o Brasil está CHEIO de demandas que precisam de padrinhos. Vão para um presídio e vejam como as pessoas são diuturnamete torturadas. Se você estuda saúde pública, por exemplo, pode se juntar a um grupo que protesta por melhores condições de vida para essas pessoas. Vão para o campo e perguntem a alguém de uma Pastoral da Terra o que acontece com quem denuncia grileiro e depois vejam o que pode ser feito para que mais postos de trabalho sejam oferecidos naquelas regiões em que eles atuam, para que menos pessoas miseráveis tenham que se sujeitar a trabalho escravo. Vão para os aeroportos resgatar aves esmagadas em canos de PVC para serem traficadas, vão para os navios tirar as meninas que são levadas clandestinamente para a Europa se tornarem escravas sexuais, vão para a porta do STF pedir que os julgamentos sejam mais céleres.
      Eu não sei quanto ao Ministério Público de SP, mas o daqui do Rio, que é onde trabalho, precisa URGENTEMENTE de estagiários voluntários. A Defensoria Pública também. Pergunte a algum defensor público se ele recusa estagiário voluntário.
      Taí. Já dei uma porção de causas pelas quais vocês podem lutar.
      Vocês têm o privilégio de poder estudar de graça. Honrem-o. Ao invés de reproduzir a desigualdade que dá a uns tudo e à maioria nada, vão ler Celso Furtado, Gilberto Freyre e Darcy Ribeiro pra tentar entender o que faz do Brasil esse vexame de disparidade e (quem sabe?) ajudar a diminuir essa tristeza. Vão estudar pelos pivetes que estão aqui fora e nunca frenquentarão a USP. Honrem a camisa de vocês. Vão ESTUDAR.
      Bj

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  • 09/11/2011 - 15:49
    Enviado por: Prof. Nogueira (História)

    Olá mocinha que usou o termo “escroto”, quando eu estava no curso de História participei de movimentos reivindicatórios, mas, com coerência, numa mobilização organizada na qual obtivemos vitórias, por exemplo, lutamos pela redução das mensalidades. Na questão de vocês, o interessante é que os alunos rebelados estudam na melhor universidade da América Latina, não pagam mensalidades porque a maioria são oriundos da famílias de classe média remediada e da alta e, por não terem do que reclamar começam a reivindidar “liberdade”, para utilizar drogas no campus! tenha paciência, quantas pessoas já foram assaltadas e até perderam a vida no campus? é preciso a ronda da polícia para a própria segurança de vocês mesmos alunos. Basta ver que a própria opinião não aprova esta atitude. Na minha época de estudante, meados de 1980 ainda vivenciei a dura realidade do regime militar. Agora, utilizar o termo “escroto” sem conhecimento de causa é no mínimo mais um contra-senso e que beira a alienação.

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  • 09/11/2011 - 17:36
    Enviado por: Beatriz

    Estudo na USP e cansei de ser assaltada!
    Na ultima vez, graças a um amigo que apareceu na hora que eu estava sendo assaltada, coisa pior não me aconteceu.
    Estudo na USP e QUERO a PM no campus!
    Esses baderneiros não me representam e muito menos os outros estudantes que tenho contato.
    Quer fumar um baseado sem ser preso? que faça em casa!
    Venho de familia humilde, tive que trabalhar desde cedo para ajudar nas despesas de casa e pagar o meu curso de pre-vestibular e enfim realizar meu sonho de estudar na USP, mas além do estudo quero poder me sentir segura e desde que a PM passou a atuar dentro do campus, posso dizer que passei a ter segurança de ir e vir no meu local de ensino.
    Sinto vergonha de compartilhar o campus com essas crianças birrentas do Movimento Estudantil.

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  • 11/11/2011 - 10:35
    Enviado por: GREEN FREE

    sou filho de pm,e uma vez aos 8 ou 9anos disse :´´mãe, quero experimentar maconha..´´prontamente meu pai disse“bate na boca desse moleque!…´´e fiquei com isso na cabeça até experimentar,ñ entendo por que proibir as pessoas de se deliciar no seu prazer de fumar um baseado.esse preconceito em torno da planta da alegria é muito mais criminoso,vão se informar antes de embarcar em algo que ñ faz o menor sentido.

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