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Marcos Guterman

04.abril.2012 17:57:15

O que deve ser dito sobre Günter Grass

Günter Grass, Prêmio Nobel de Literatura, publicou um poema nos jornais alemães nesta quarta-feira no qual diz que “o poderio nuclear de Israel é uma ameaça a uma já frágil paz mundial”.

O título do poema é “Was gesagt werden muss”, ou “O que deve ser dito” – uma expressão alemã que significa “Não há lei contra dizer isso” e que em geral inicia conversas informais contra os imigrantes ou contra Israel. Normalmente essa expressão vem acompanhada de uma ressalva importante – quem a enuncia costuma dizer que tem “amigos” imigrantes ou judeus, para escapar da acusação de xenofobia ou de antissemitismo. Grass faz exatamente isso, ao se dizer “alinhado a Israel”.

No entanto, Grass revela seu antissemitismo por inteiro quando escreve que se manteve em silêncio sobre o assunto até agora porque se sentiu “constrangido” ante a “promessa de punição” caso fizesse críticas a Israel na Alemanha. Com isso, ele reforça o mito do poder judaico onipresente, como se os críticos de Israel não pudessem se expressar graças à força incontornável dos conspiradores de Sião.

Günter Grass sabe perfeitamente que as críticas a Israel não só são permitidas na Alemanha como são constantes. Mas parece que, volta e meia, o pequeno nazista que ele foi, vestido com uniforme da Waffen SS, torna a emergir – e agora, ironicamente, em nome da “paz mundial”.

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256 Comentários Comente também
  • 04/04/2012 - 18:08
    Enviado por: Ngolds

    Precisa ser dito que ele esperou muito tempo para revelar seu passado nazista também… tempo o suficiente para ganhar o Nobel.
    Coincidência ou não, somente após a premiação que a verdade veio à tona.

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    • 05/04/2012 - 15:30
      Enviado por: Ngolds

      Talvez o Grass esteja atrás de ganhar o mésmo “Hamas Award” da jornalista Helen Thomas… como se o Nobel não o deixasse totalmente satisfeito.

      Volto a insistir: se for para criticar e quesitonar a validade de países estabelecidos, que não se esqueçam de:

      1) Espanha (que numa só tacada oprime a Catalúnia, País Basco e a Galícia – que deveria ser de Portugal)

      2) Reino Unido (oprime as Malvinas Argentinas, a Irlanda, etc)

      3) Estados Unidos e Canadá (oprimem a nação Cherokee, Navajo, Sioux, Apache, etc)

      4)Irã, Iraque, Turquia, Síria, etc (oprimem a nação Curda)

      5) China (oprime o Tibet)

      6) Rússia (oprime a Geórgia, Ucránia, Países Bálticos, etc)

      Se for para questionar, que questionem a todos. Questionar tão somente um país dentre dezenas e centenas é sim perseguição. Chamem como quiserem… antissemitismo, antissionismo, nazismo, etc.

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    • 05/04/2012 - 23:45
      Enviado por: Marcos S.

      Por favor pessoal, tem que ter noção de tempo e contexto histórico…

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    • 06/04/2012 - 01:09
      Enviado por: Filipe de Espanha

      Acho meio engraçado… o pessoal pinta o regime nazista de terrível, temeroso e cruel pra cacete e, no entanto, espera que um jovem de 18 (era idade de Günter Grass quando acabou a guerra), recém saído da puberdade, enfrente, impavidamente, e sozinho, todo esse poder. Como os sionistas são mentirosos e desinformadores!!!

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    • 09/04/2012 - 13:03
      Enviado por: Ngolds

      Marcos,

      todas estas questões mencionadas aindas estão em pauta, especialmente em seus respectivos locais. Alguns em maior ou menor intensidade… mas todos os casos ainda não tiveram um desfecho.
      Porém, quem não tem o menor interesse na sorte destes outros povos, não deve ler praticamente nada a respeito destas questões. Nem por curiosidade.
      Daí essa opinião errada sobre “contexto” e “noção de tempo”.

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    • 09/04/2012 - 13:06
      Enviado por: Ngolds

      Filipe de Espanha,

      não entendi a graça, e muito menos o seu comentário.

      Quem exigiu que ele enfrentasse os nazistas quanto era jovem e tinha 18 anos? Que obra de ficção vc andou lendo?

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    • 10/04/2012 - 13:41
      Enviado por: claudio borges

      Essa é realmente muito boa. Depois que Begin e Kissinger receberam o prêmio Nobel da Paz, não se pode condenar criminosos de guerra nem ex-nazistas por receberem nenhum Nobel, muito menos de Literatura.

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  • 04/04/2012 - 18:16
    Enviado por: Thomaz Magalhães

    Patrulha.

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  • 04/04/2012 - 18:25
    Enviado por: Marcos L. S.

    Bem, em minha opinião, ou todo e qualquer arsenal nuclear é uma ameaça a paz mundial, ou nenhum nunca será.
    Isso de dizer que o arsenal do fulaninho não pode porque ele é mau, e o do beltaninho pode porque ele é bonzinho, é de uma imbecilidade maniqueista muito mais perversa e perigosa, do que todos os arsenais nucleares juntos.
    Qualquer arsenal nuclear, será sempre uma ameaça a paz, a única alternativa, é a abolição de todos eles, no mais, podem tentar o quanto quiserem, mas no máximo em 50 anos, o número de países com armas nucleares, vai ser no mínimo 5 vezes maior do que é hoje.
    Agora quanto a se o poeta em questão, é ou não antissemita, isso é o tema nosso de cada dia, em quase todos os posts …

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    • 05/04/2012 - 07:23
      Enviado por: Pedro

      É isso aí, você falou tudo!

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    • 05/04/2012 - 09:29
      Enviado por: Felipe

      Arsenais nucleares uma ameaça? Qual foi a última vez que uma arma nuclear foi detonada em um conflito?

      O poder de destruição de uma arma nuclear é tão grande que no limite estas armas contribuem mais para a paz do que para a guerra. Países que as detém pensam mais em tê-las para se defender, numa garantia de que as tendo ninguem será maluco em os atacar, do que para atacar os outros. É assim com Israel, e essa é a lógica por trás do programa nuclear Iraniano. É um arsenal estratégico, não tático.

      Ademais, a arma de guerra mais mortífera já desenvolvida pelo ser humano não são as armas nucleares, mas sim o fuzil de assalto.

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    • 05/04/2012 - 17:15
      Enviado por: Alexandre Tostes

      Esqueceu do Japão, Felipe

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  • 04/04/2012 - 18:59
    Enviado por: Sergio

    Günter Grass’s Lyrical First Strike
    A Commentary by Sebastian Hammelehle (Der Spiegel)

    “Yes, there’s no law against saying these things — except that there is an unwritten law in Germany
    against saying certain things, particularly given the country’s difficult history.”

    http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,825818,00.html
    Fonte: Der Spiegel

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  • 04/04/2012 - 19:12
    Enviado por: justo

    Um Nazista é um Nazista é um Nazista e é um Nazista. E basta.
    Aposto que iremos ter uma revoada de esquerdinhas e afins acusando Israel e também lembrando que “Não há lei contra dizer isso” nos próximos comentários.
    Teremos mais do mesmo, como sempre, meu caro Watson… Elementar.

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  • 04/04/2012 - 19:23
    Enviado por: CapEnt

    Curioso que ele adora dizer sobre um Israel cada vez mais poderoso e impiedoso, e agora, onde supostamente ele deveria ter mais medo de abrir a boca, afinal os Israelense são ultrapoderosos e onipresentes segundo a retórica dele, ele se sente a vontade. Não por um suposto heroísmo que ele pode pagar com a vida, mas por simplesmente se sentir mais a vontade.

    Por sinal, esse ai já disse tanta besteira sobre politica no geral que duvido alguém normal (sem ser neonazi ou extrema-esquerda) leve ele a sério. É a versão Alemã do Noam Chomsky: um super intelectual na área de atuação dele, mas uma merda de analista politico.

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  • 04/04/2012 - 20:18
    Enviado por: Carolina

    Quando soube da história de o Gunter Grass ter sido nazista aos 17 anos lembro que pensei que todo mundo faz besteira na adolescência, afinal, e que não se pode cobrar de um adolescente o mesmo discernimento de um adulto. Anos depois eu vi o filme As Últimas Horas de Hitler com o Bruno Ganz. Uma das personagens principais do filme é a ex-empregada de Hitler, que à época do suicídio dele, tinha menos de 20 anos, acho. No final do filme a tal ex-empregada, então com a idade bem avançada (o filme foi rodado em 2004), aparece e dá um emocionado depoimento sobre como, anos depois da guerra, ela se dera conta de que sua pouca idade não poderia ser usada como desculpa.
    Não tenho dúvidas de que muitos adolescentes aderiram a grupos nazistas por pura pressão social e, entre esses, acredito que alguns devem ter se arrependido genuinamente. Mas o pé atrás sempre fica… É uma mácula que vai acompanhá-los até o fim de suas vidas.

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  • 04/04/2012 - 20:47
    Enviado por: alexb

    Ele tentou durante TRES anos ser treinado, insistiu longamente, e nunca se desculpou claramente. Ele demorou 60 anos pra admitir seu passado nazista, demorarar mais ainda pra admitir que o anti-semitismo continua debaixo da sua pele. Ele eh tao picareta que ganhou o premio por ser supostamente anti-nazista e passar sua suposta experiencia sem nunca tido a hombridade de falar sobre seu passado. Tivessem esses fatos sido revelados anteriormente certamente nao ganharia o nobel pela fraude que eh.

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  • 04/04/2012 - 20:54
    Enviado por: Fabio Unique

    Muito interessante Grass tem um passado Nazista, Ratzinger tem um presente Neo-Nazista em seu ofício de mandar gays para o inferno, e não deixa Grass no chinelo, afinal Ratzinger vestiu a carapuça mesmo com pressão social anti-Nazi vinda de familiares da época. Considerando o cargo de Ratzinger, ele relativiza 1000 Gunters.

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    • 05/04/2012 - 10:36
      Enviado por: João Só

      Excelente, Fabio.

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    • 09/04/2012 - 11:41
      Enviado por: Roland Scialom

      Comentário oportuno, fábio. Em tempo, vale a pena acrescentar no curriculo de Ratzinger: ter comandado a Congregação para a Doutrina da Fé (antiga Santa Inquisição) e ter ocultado provas que acusavam padres de pedofilia.

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  • 04/04/2012 - 21:12
    Enviado por: Diogenes da Lantterna

    Gostaría de saber, QUEM e PORQUE o Sr. Gunter Grass foi ganhador do Premio Nobel de Literatura? Este cobiçado premio não é concedido na Suécia? Os suecos são Nazistas?
    Continúo com a mesma perplexidade, por que qualquer opinião contrária a Israel, emerge a palavra “nazista”? Se eu for pacifista e achar que não se deve ter bomba atômica, sou anti semita? Pela madrugada, vocês deixariam milionários os psicologos do mundo todo.

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  • 04/04/2012 - 21:41
    Enviado por: Sergio

    “Grass, author of the renowned anti-war novel “The Tin Drum” and a vocal critic of successive post-war German governments, sparked outrage in 2006 when he revealed, six decades after World War II, that he had been a member of the notorious Nazi Waffen SS.”
    http://www.thelocal.de/national/20120404-41757.html
    Source: The Local (Germany)

    “Günter Grass has fought many political battles in his life. He was pelted with eggs when he campaigned for Willy Brandt, who went on to become German chancellor. With his best-known novel “The Tin Drum,” he was accused of writing obscenities that were allegedly harmful to minors.”
    http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,825818,00.html
    Fonte: Der Spiegel

    The Nobel Prize in Literature 1999 – Günter Grass
    http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/literature/laureates/1999/grass-bio.html

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    • 05/04/2012 - 11:37
      Enviado por: Marcelo-SP

      Trabalhou para Willy Brandt? Um nazista e um socialista, prá (não) variar… Reiteradamente a história mostra que não há nenhuma contradição no pacto Ribbentrop-Molotóv. E hoje continua, com a esquerda liderando as manifestações contra Israel e os “questionamentos” antissemitas. O melhor resumo disso é Hugo Chávez, com seu populismo personalista (tem os trejeitos de Il Duce…) baseado em motes socialistas e em bate-paus na rua. Antes, comunistas e fascistas, gêmeos do totalitarismo, batiam-se pela disputa do mesmo público. Agora, a “nova” esquerda conseguiu juntar todos no mesmo bando, associando-se no que partilham de idéias: controle estatal, redução das liberdades individuais, controle da imprensa, economia submetida aos gabinetes e seu porões, assalto aos cofres públicos pelas “transferências” à organizações partidárias e para-partidárias, financiamento de bate-paus usados como grupos de pressão, antiliberalismo, antiamericanismo, antissemitismo, etc. Não deixa de ser um movimento político inteligente. Dois regimes condenados pelo passado unindo-se para dar cara nova à ideais bolorentos… Têm conseguido razoável sucesso…

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  • 04/04/2012 - 21:48
    Enviado por: Lorenzo

    Acho impressionante como alguns países conseguiram se safar da culpa da segunda guerra. Cometeram atrocidades que parece que foram esquecidas…estou enganado?

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  • 04/04/2012 - 21:51
    Enviado por: Sergio

    Cardinal Ratzinger
    http://www.msnbc.msn.com/id/7576505/#.T3zrUdm8Wjg
    Fonte: msnbc TV (2005)

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    • 04/04/2012 - 22:16
      Enviado por: Fabio Unique

      ” Hitler Jugend: Joseph Ratzinger’s claims about the Hitler Youth are not true. Compulsory membership was first defined in 1936 and reinforced in 1939, not in 1941 as he says. Ratzinger also says that he was “still too young” at the time, but he was 14 in 1941 and not too young at all: between the ages of 10 and 14, membership in the Deutsche Jungvolk (a group for younger children) was mandatory. Yet there is no mention of Raztinger belonging. If he had managed to avoid the required membership in the Deutsche Jungvolk, why did he suddenly join the Hitler Youth in 1941?

      Resistance: Both Joseph Ratzinger and his brother, Georg, have said that “resistance was impossible” at the time and, therefore, it’s not surprising or morally culpable that they also “went along.” This is also not true. First, it’s insulting to the many who risked their lives to resist the Nazi regime, both in organized cells and on an individual basis. Second, there are many examples of those who refused service in the Hitler Youth for a variety of reasons.

      Whatever the Ratzinger family did and whatever Joseph Ratzinger’s father did, it wasn’t enough to be arrested or sent to a concentration camp. It doesn’t even appear to have been enough to warrant being detained and questioned by the Gestapo.

      Military: Although it is true that Ratzinger deserted the military rather than continue fighting, he didn’t do so until April 1945, when the end of the war was quite close. ”

      http://atheism.about.com/od/benedictxvi/i/RatzingerNazi_2.htm

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    • 04/04/2012 - 23:21
      Enviado por: Sergio

      What Joseph Ratzinger Did During the War (páginas 1 e 2)
      http://www.beliefnet.com/Faiths/2005/04/What-Joseph-Ratzinger-Did-During-The-War.aspx

      “Ratzinger, now Pope Benedict XVI, freely admits that he was, out of obligation, briefly part of those institutions of Nazi Germany. But Jews and Catholics involved in interfaith dialogue are not worrying. Far from it.

      “His background gives him special sensitivity in understanding the terror and evil of the Holocaust,” said Rabbi A. James Rudin, senior interreligious affairs advisor at the American Jewish Committee.

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    • 04/04/2012 - 23:25
      Enviado por: Sergio

      From Hitler Youth to the Vatican
      Bavarian who deserted Wehrmacht was a liberal but turned to conservatism in face of 1968 student rebellions
      http://www.guardian.co.uk/world/2005/apr/20/catholicism.religion3
      fonte: The Guardian

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    • 05/04/2012 - 00:34
      Enviado por: Marcio

      Eu acho meio sacanagem julgar com tanto rigor uma crianca de 14 anos.
      Quantos aqui nao fizeram besteiras aos 14 anos levado eplos amigos, pelas propagandas, etc?
      Sim uma crianca de 14 anos sabe que matar e roubar e’ errado.
      Mas acha bonito vestir o uniforme do time e sair torcendo e xingando.

      A verdade e’ que nao sabemos quais destas criancas de 14 anos tinham ou nao conhecimento das atrocidades. Adicionalmente, tambem nao sabemos se mesmo tendo conehcimenbto das atrocidades se apoiavam ou nao.

      Pedir que uma crianca partcipe d euma resistencia e’ exigir demais, nem toda crianca e’ assim.
      Obviamente, se depois de crescer, virando adulto , como esse escritor, voce continuar a admirar um regime homicida…entao ai o problema e’ claro.

      Mais uma vez, lembrem-se de quando voces tinha 14…e agora julguem!

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    • 05/04/2012 - 07:43
      Enviado por: Francisco

      Eu com quatorze anos adorava Emilio Garrastazu Médici (até o nome eu achava pomposo, bonito, só falava inteiro…).

      Aos quinze deixei de ser idiota. Aos vinte e poucos, percebi que ser contra tudo relativo ao Brasil era mais abestalhação do que ser a favor de tudo que vem do governo.

      As pessoas crescem e, normalmente, é aos poucos…

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    • 05/04/2012 - 08:15
      Enviado por: Fabio Unique

      Então antes de julger Gunter Grass, saiba que pelo menos Grass não é um representante oficial de Deus na terra, em outras palavras, um cara que sabe fazer escolhas divinas. Ahhh coitadinhos….

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    • 05/04/2012 - 10:48
      Enviado por: Sergio

      Fabio Unique O texto que você referenciou, foi escrito por Austin Cline (Perfil: “has been actively involved in educating people about atheism, agnosticism, and secular humanism on the Internet for over 15 years.) que pelo menos teve a decência de apresentar, um histórico, uma opinião favorável (Defense of Joseph Ratzinger), uma opinião desfavorável (Criticism of Joseph Ratzinger) e uma conclusão (Resolution) na visão do autor. Você focou, e reproduziu, apenas a opinião desfavorável (Criticism of Joseph Ratzinger).

      Na conclusão (Resolution) do autor:
      “There is absolutely no reason to think that Joseph Ratzinger, now Pope Benedict XVI, is now or has ever been secretly a Nazi. Nothing he has ever said or done even remotely suggests the slightest sympathy with any of the basic Nazi ideas or goals. Any claim that he is a Nazi is implausible at best. However, that is not the end of the story.”

      O autor continua:
      “While Ratzinger was not a Nazi in the past and Benedict XVI is not a Nazi now, there is more than enough reason to question his handling of his past. It appears that he hasn’t been honest with others — and probably not honest with himself — about what he did and what he could have done.
      It’s simply not true that resistance was impossible at the time. Difficult, yes; dangerous, yes. But not impossible. John Paul II participated in anti-Nazi theater performances in Poland, yet there is no evidence of Joseph Ratzinger even doing this much.”

      Nesses dois parágrafos, o autor questiona a retidão de caráter e firmeza ideológica (“Difficult, yes; dangerous, yes. But not impossible”) de um adolescente de 14-16 anos – na fase final (derrocada) de uma guerra sangrenta.

      O que você quer provar ao apresentar somente a versão que vai de encontro ao que você acredita?
      Se você não professa o catolicismo romano, não tem que se preocupar com a infalibiidade do Papa.
      Você não percebe que está demonstrando a mesma intolerância que combate?

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    • 05/04/2012 - 11:43
      Enviado por: Fabio Unique

      Sergio, voce precisa julgar as pessoas de acordo com a proposta delas, não de acordo com a sua proposta. A proposta de Ratzinger é que ele representa Deus, mesmo tendo sido Nazista. O mundo inteiro tolerou esse verme, Israel não reclamou, agora engole Gunter de bolas e tudo!!!!! kakakakakakaka

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    • 05/04/2012 - 12:21
      Enviado por: Fabio Unique

      PS,

      Antes que eu me esqueça, eu estava respondendo a exposição da msnbc que voce colocou, por isso fiz o corta-e-cola sem incluir as conclusões. Minha conclusão é que se trata do Papa Ratzinger que todo mundo conhece, ou não.

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  • 04/04/2012 - 22:05
    Enviado por: Mario de Sampa

    Impressão minha ou o Guterman está pegando no pé dos antissemitas octagenários? kkkkkk

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  • 04/04/2012 - 23:00
    Enviado por: Carolina

    Alguém tem o poema?

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    • 05/04/2012 - 17:30
      Enviado por: Alexandre Tostes

      Sim, eu o tenho.
      Não tem nada demais. Não faz nenhum ofensa a país algum. É muito mais crítico com a Alemanha, por entregar a Israel um submarino poderoso, do que com comprador do equipamento militar. Posso assegura que nem usa o termo judeu, não fala em banqueiros, nem em um complô semita para dominar o mundo. Chama o Irã de fanfarrão, mas declara que esse fato não é justificativa para ação militar contra o país.
      Tenho certeza que muitos dos que estão aqui criticando o Grass assinariam embaixo o que ele diz.

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    • 05/04/2012 - 18:20
      Enviado por: Carolina

      Alexandre Tostes, você poderia, por caridade, publicar o poema aqui? :-)

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    • 06/04/2012 - 04:55
      Enviado por: Alexandre Tostes

      Carolina, não me sinto com autoridade para publicá-lo. O responsável pelo blog é um jornalista respeitável e decente que poderia tê-lo feiro. Se não o fez, há razões, que deve respeitar. Não serei eu que vou publicá-lo. Espero que compreenda.

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    • 06/04/2012 - 09:55
      Enviado por: Carolina

      Eu compreendo tudo. É Páscoa, Alexandre. Se eu não compreender vai pegar muito mal. Hehehe.

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  • 04/04/2012 - 23:29
    Enviado por: Sergio

    Jewish Virtual Library
    Pope Benedict XVI
    http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/biography/Ratzinger.html
    Fonte: Jewish Virtual Library

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  • 04/04/2012 - 23:30
    Enviado por: Bárbara Bresnik

    E onde foi que o escritor mentiu, afinal?

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    • 05/04/2012 - 09:32
      Enviado por: Gabriel Neto

      Não mentiu. Mas se pronunciou de uma forma que permitiu esse debate.
      Quando Grass diz que superou o medo, ele se refere ao lobby judaico nas comunicações (isso é evidente em qualquer mapa de famílias detentoras de grandes veículos de massa) e sobre a força desse povo na oferta do ‘crédito’ mundial em financiamentos de todos os tipos.

      Não vejo motivos para esse escândalo.

      E sim, Israel é uma atrocidade geográfica da forma como foi determinado e permanece desde 47. Quem não reconhece isso não pode discutir com a amplitude que esse tema merece.

      Ah, última coisa, VIVA ISRAEL, antes que me chamem de antissemita!

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    • 05/04/2012 - 17:33
      Enviado por: Alexandre Tostes

      Gabriel, o Grass não se refere em momento algum a quaquer “lobby judaico nas comunicações” ou sobre “a força desse povo na oferta do ‘crédito’ mundial em financiamentos de todos os tipos”.
      Leia a poesia e verá que ele jamais faz essa menção.
      É uma injustiça
      É uma avaliação subjetiva do Guterman.

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    • 05/04/2012 - 19:00
      Enviado por: carlos 3m

      ” lobby judaico nas comunicações”

      esse famoso lobby deve ser masoquista ao extremo permitindo que merdniks venham falar mal de eles nos seus proprios dominos. nada que freudnik nao explique, ne?

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  • 04/04/2012 - 23:30
    Enviado por: Marciog

    Essa boneca nazista levou anos para tirar sua farda bolorenta do armário. Nem na Alemanha perder ou sua credibilidade.

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  • 05/04/2012 - 00:26
    Enviado por: ingale

    Eles não se conformam com o fim da ”outra face”,simples,uma visita do Mossad resolve,nazis só entendem uma linguagem,CACETE.

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    • 05/04/2012 - 09:15
      Enviado por: André_Pacheco

      Guterman faz um belo texto mostrando o exagero de Grass sobre a onipotência, onipresença e oniciência dos poderes Judaicos para externar seu antissemitismo e Ingale joga tudo por terra mostrando que o Mossad tem sim tudo isso e um pouco mais… Agora numa brincadeira > Será que Grass não estava certo?

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  • 05/04/2012 - 00:29
    Enviado por: Gustavo Brunson

    Qualquer comentario contra Israel ja é automaticamente rotulado de anti-semita, de xenofobico e por ai vai…
    Mas a verdade é que com os bilhões de dolares enviados pelos Estados Unidos, os governantes Israelenses se dão ao luxo de não resolver um dos problemas mais importantantes da atualidade que é a questão Palestina.
    O Muro de Berlim tambem era uma questão sem solução.
    O Apartheid tambem era uma questão sem solução.
    A eterna continuação do PRI no poder do Mexico tambem era uma questão sem solução.
    O fato de um negro nunca alcançar a presidencia dos EUA tambem era uma questão sem solução.
    Varios problemas Mundiais tambem eram uma questão “sem solução.: Até que um dia se solucionou.
    E enquanto os Governantes Israelenses insistirem que a questão Palestina é uma questão sem solução muitos pais Israelenses vão continuar a chorar pela vida perdida de seus filhos e Israel continuara sendo visto como uma ameaça a paz mundial.

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    • 05/04/2012 - 01:48
      Enviado por: Kracker

      Solução: centro turistico. CHRISTLAND!

      Um trem fantasma com temas apocalipticos em Megido!
      Um elevador com queda livre no Monte Sinai!
      “Splash” com tiroleza no Mar Morto!
      Quadra de squash no Muro das Lamentações!
      Show de fogos de artifício na Faixa de Gaza!

      AAAAhhhhh, diga que não é uma idéia fantástica?! Todos convivendo em paz, harmonia e com muita diversão!

      Comentário antissemita? NÃO! Podemos dar uma geral em Meca também!

      Bungee Jump em Jabal al-Nour!
      Ringue de patinação na Mesquita Sagrada!
      Só não sei o que fazer com aquela pedra preta de nome difícil…

      Ah, põe num cachimbo e fuma!

      Briga entre povos? Só se for por lugar na fila! =D

      Ok, agora cadê meu Nobel da Paz?

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    • 05/04/2012 - 04:01
      Enviado por: Alessandro Amaral

      Concordo inteiramente.
      É fato que Israel adota retórica que parece evocar para si a condição de única vítima da 2a Guerra.
      Quando nos campos de concentração havia ciganos, homossexuais etc. Estes não tiveram um Spielberg a lembrá-los em uma “Lista de Schindler”.
      Choca ainda o fato de justamente os israelenses, judeus e, sim, um dos alvos do fascismo de então, repetirem, agora em posição mais vantajosa, táticas condenáveis como as adotadas contra os civis palestinos.
      E finalmente, compartilho da mesma impressão de que é prontamente rotulado “anti-semita” ou nazista todo aquele que critica Israel. A ultra-direita daquele País é a grande responsável pela manutenção dos conflitos tragédias humanitárias no Oriente Médio. Fato.

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    • 05/04/2012 - 07:39
      Enviado por: Jayson Rex

      Você deveria saber que a interminavel guerra entre o Estado de Israel e o mundo árabe, iniciada há mias de 65 anos com a invasão promovida pela Liga Arabe ao recem criado estado pela Nações Unidas, é o conflito mais durador da história da humanidade, salve a Guerra de 100 anos.

      A chamada questão palestina, só tem uma solução: a repatriação de todos os árabes muçulmanos da Cisjordania para sua terra natal – Arabia Saudita. Eles são totalmente inúteis como seres humanos, prontos para matar uns aos outros em nome da organização terrorista a qual pertencem, vivendo de esmola providenciada pelos países cristãos e sempre cotucando a onça com uma varinha bem, mas bem curta.

      Por fim, Israel procura paz mas nunca em troca da sua segurança. Ao longo de 1700 anos, os judeus já são acostumados chorar pela vida dos seus filhos – cortesia da Igreja Católica, com a plena anuência da Santa Sé. O que será que o mundo cristão, que está o primeiro na mira do Jihhad Islâmico, poderá dizer ou fazer para defender os seus princípios antissemitas que deixaram de dizer ou fazer ao longo desses séculos?

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    • 05/04/2012 - 10:50
      Enviado por: Rogério

      “aquela pedra preta de nome difícil…”

      Aquela pedra chama-se “carrossel dos peregrinos”, os caras chegam de todos os lugares do mundo para ficar girando ao redor da pedra.
      E acham o máximo, coisas da religião hehehe.

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    • 05/04/2012 - 11:22
      Enviado por: João Só

      Para a futura antologia do blog dos “100 comentários mais racistas”:

      “a repatriação de todos os árabes muçulmanos da Cisjordania para sua terra natal – Arabia Saudita. Eles são totalmente inúteis como seres humanos, prontos para matar uns aos outros em nome da organização terrorista a qual pertencem, vivendo de esmola providenciada pelos países cristãos”

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  • 05/04/2012 - 01:35
    Enviado por: Sergio Baroni

    Caro blogueiro, o Sr. é judeu ?

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    • 05/04/2012 - 10:29
      Enviado por: Mario de Sampa

      Sérgio Baroni, o Guterman é Judeu, o que é compreensível, mas o que é duro de engolir é ser Santista, o que é imperdoável. Se ele estiver de mau humor hoje é o stress do empate suado de ontem.

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  • 05/04/2012 - 01:45
    Enviado por: Guilherme

    Qualquer ponderação sobre os riscos de arsenais atômicos é sempre bem vinda, AINDA QUE FEITAS POR UM EX-NAZISTA. Tais arsenais são, por certo, perigosos, pois já foram efetivamente usados. Atacar o argumento pelo ataque ao autor, como tenta o Sr Marcos Guterman, é uma técnica bem descrita por Schopenhaüer em seu brilhante livro “Como vencer um debate sem precisar ter razão”. O ataque a Günter Grass, ao invés do ataque ao argumento, é chamado de “técnica do rótulo odioso”. Como já adianta o título do livro, é uma técnica pouco refinada, beirando a mediocridade, e busca o desvio do foco principal “arsenais atômicos, em geral ou este específico, podem ser ameaças à paz mundial”, e tenta trazer a discussão para “ele não tem direito de falar, foi nazista”. Em qualquer escola de Filosofia ou Direito minimamente decentes, o artigo do Sr. Gunterman receberia um merecido zero, por absoluta nulidade da argumentação. Debates melhores seriam: por que alguns países podem ter armas atômicas, outros não?…arsenais atômicos irregularmente distribuídos aumentam ou diminuem a paz entre os povos?

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    • 05/04/2012 - 09:19
      Enviado por: Sergio Dinis

      Guilherme,seu comentario esta realmente coberto pelas sensatez.
      Hoje e proibitivo qualquer comentario sobre Israel,como vc disse, esvaziam o comentario desmoralizando o autor,mas quem a qui ja leu os poemas, para ao menos refletir sobre seu conteudo….acho que ninguem….basta saber que nao favorece Israel…entao nao deve prestar, ne……

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  • 05/04/2012 - 01:46
    Enviado por: Rose

    Prezado Guterman

    Não seria justo citar a fonte de original de seu comentário: http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,825818,00.html ?

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  • 05/04/2012 - 01:47
    Enviado por: Rose

    Prezado Guterman

    Não seria justo informar a fonte original de seu comentário: http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,825818,00.html ?

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  • 05/04/2012 - 03:45
    Enviado por: Dany

    Você tem razão,Marcos,por outro lado esquece que dentro do próprio Israel existem grupos pacifistas que criticam a posição do governo deles com relação ao aumento da ameaça nuclear e dos dispositivos que usam pra amedrontar quem desafia o poderio bélico deles. Já houve até uma pregação pela mídia (eu pelo menos vi tb na televisão) de israelenses declarando que “amavam os iranianos” com um slogan em inglês: “We love you,Iran”. Só você não soube disso??
    Depois tem que ver o contexto atual,de perigo e medo.No tal poema,que não li mas confio nas suas palavras aqui no post,tenho a impressão de que não é antisemitismo e sim a expressão de um poeta angustiado com seu tempo,sendo mais incisivo e direto que outros pacifistas.Desculpem se estou errada.

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  • 05/04/2012 - 06:33
    Enviado por: brasileirinho

    Um indivíduo que aos noventa anos, mantém convicções dos dezessete, é porque ficou parado no tempo. Não evoluiu!
    É de bom alvitre ficar longe desse tipo, muito comum entre nos, pois, não acrescenta nada à humanidade!
    Por outro lado, mostra que a premiação do Premio Nobel carece de critérios um pouco mais sérios!
    O nazismo é prova que o homem tem duas câmaras estanques no cérebro; uma cheia de bons fluidos e outra cheia de merda que é o caso do nazismo, antissemitismo e outros preconceitos!

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  • 05/04/2012 - 07:37
    Enviado por: Francisco

    Rodou, rodou e fez o pior tipo de falácia que a retórica conhece: o clássico argumento “ad hominen”.

    Atacar o homem não só não invalida a tese que o homem (Grass) propõe, como revela uma fragilidade em responder o mérito (tese) que ele advoga.

    Israel não é uma “ameaça”, Israel é “de fato” desestabilizador da paz mundial, particularmente no oriente médio. Grass foi até generoso…

    Mais de 50 anos de guerras são um argumento tremendo!

    O fato de uma pessoa, Grass, ser um abestado, infelizmente não invalida a sua tese.

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  • 05/04/2012 - 07:45
    Enviado por: Hal Po

    Nazistas, Palestinos, Judeus…classes e/ou categorias distintas de um ser que, em benefício próprio, acha sempre ótimos ‘argumentos’ para justificar o extermínio de seus opositores. Alguém aqui ousaria afirmar não ser partidário desta ou daquela linha de pensamento, sem ser hipócrita? Proselitismo senhores, mero proselitismo…a começar pelo dono do blog…o importante é não deixar o ódio esfriar, certo?

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  • 05/04/2012 - 07:51
    Enviado por: Renato Lazzari

    Que absurdo! Todo mundo sabe que o estado sionista de Israel é justo, generoso, amigo de todo mundo. E o fato de alguns judeus serem donos ou acionistas de quase todo capital especulativo mundial – sim, aquele capital que quebra economias de estados com a da Islândia, da Espanha e da Grécia, por exemplo – não significa que esse é o jeito de pensar de todo o povo judeu, de cada judeu no mundo. O judeu comum não quer dominar o mundo. Antes, acolhe e respeita a diversidade cultural e religiosa de todo coabitante desse nosso planeta.

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  • 05/04/2012 - 07:56
    Enviado por: Kenio

    Sr. Marcos Guterman,
    Israel é o epicentro de problemas que dicotomiza o mundo em pró e contra Judeus e obviamente é uma ameaça a paz mundial. Quando eu afirmo isso não significa que sou anti-semita, mas sim que estou dizendo a verdade. Mesmo por que, eu admiro esse povo extraordinário. Julgar o Sr. Günter Grass por dizer isso é no mínimo precipitado.

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    • 05/04/2012 - 09:22
      Enviado por: Hai Mendel

      Sr. Marcos Guterman,
      Israel é o epicentro de problemas que dicotomiza o mundo em pró e contra Judeus e obviamente é uma ameaça a paz mundial. Quando eu afirmo isso não significa que sou anti-semita, mas sim que estou dizendo a verdade. Mesmo por que, eu admiro esse povo extraordinário. Julgar o Sr. Günter Grass por dizer isso é no mínimo precipitado.

      Kenio dizer que Israel é uma ameaça a paz mundial é querer relativizar outros problemas. Eu não sei de qual cartilha comunista vc tirou sua idéias, mas o fato é que teu senso de critica não existe. Você usa do mesmo argumento do nazista, ao tentar se justificar como admirador do povo judeu. E sua ignorancia é tão grande que você confunde “JUDEUS” com o estado de Israel…como se todo judeu fosse cidadão israelense. Muitas criticas são feitas ao estado de Israel, até mesmo judeus de outros países criticam Israel, agora existem pessoas que exageram em suas criticas e generalizam tudo, e aproveitam o momento para criticar “JUDEUS” como se todos fossem responsaveis pelas ações de Israel. Isso sim é anti-semitismo assumido !! Devemos também analisar outro detalhe, se Israel é criticado por suas ações num conflito armado, o outro lado (que não é santo) também deve ser criticado, pois a paz só pode ser alcançada com ações evetivas de ambos os lados e não somente de um unico lado.

      Sinto pena de gente como vc que finge ser humanista, mas que no fundo é apenas mais um radicalzinho.

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  • 05/04/2012 - 08:36
    Enviado por: Mitridates

    Günter Grass erigiu-se como instância moral da Alemanha ao denunciar o caráter criminoso do nazismo. Por isso, e por seu estilo inconfundível, mereceu o Nobel de literatura. Foi um ato de coragem absoluta da parte dele revelar, já octogenário, numa Alemanha onde o assunto é tabu, que na adolescência pertenceu à Waffen-SS. “Jamais dei um tiro”, afirmou. Agiu bem Grass. Primeiro em calar sobre aquele período, pare evitar preconceito infundado no início de sua carreira como escritor, e depois, já consagrado, reconhecer aquele passado, que se torna um nada confrontado com toda sua obra. Agora, já no fim da vida, diz Grass que é sua obrigação moral alertar contra o possível genocídio do povo iraniano em ataque nuclear israelense. “Que a Alemanha não entregue nem mais um submarino a Israel”, exige. Esses submarinos podem transportar armas nucleares. Para Grass, instância moral da humanidade, tiro duplamente o chapéu.

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  • 05/04/2012 - 09:05
    Enviado por: Alexandre

    O comentário do jornalista é completamente absurdo: dizer que Grass é antisemita é uma afirmação grosseira e equivale, mais ou menos, a repetir o grosseiro preconceito que todo alemão é nazista (o que alguns leitores parecem não estar longe de afirmar). De resto, a declaração do jornalista não faz mais que repetir uma das táticas retóricas que o próprio Grass exprime em sua declaração: todo aquele que se levanta hoje contra as pretensões imperialistas de Israel deve receber a pecha de antisemita. Que debate pobre – e podre!

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    • 05/04/2012 - 09:54
      Enviado por: Gabriel Neto

      Concordo!

      Deturpam os argumentos e depois quando refutados distorcem de acordo com suas ideias de mundo.

      Não. Israel não é o povo escolhido por Deus; Existe um povo escolhido por esse Deus?

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    • 05/04/2012 - 10:15
      Enviado por: Kracker

      Achoo que confundiram Waffen-SS e Hitlerjugend aí nos comments, mas tá beleza, é tudo a mesma porcaria.

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    • 05/04/2012 - 10:26
      Enviado por: Dany

      Acho que você está exagerando qdo diz que Israel tem “pretensões imperialistas”.Imagine se fosse a China…É tb uma outra grande besteira afirmar que os judeus são donos do dinheiro do mundo,demonstra que quem diz está despeitado além de míope,sabe.Por que não se lembram dos bilionários donos do petróleo no Oriente Médio??

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    • 05/04/2012 - 10:37
      Enviado por: Dany

      Arábia Saudita,Qatar,Emirados…esses petroleiros tb não teriam pretensões imperialistas por que?? Estão amedrontados ou só querem a paz?

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  • 05/04/2012 - 09:11
    Enviado por: maria monteiro

    Que blá blá blá…
    Mas é lógico que grandes forças desequilibram o sistema…
    O equilíbrio está Indiferente e a qualquer movimento…. Crash, Bum Bum…
    E ninguém não poderá falar que o Prêmio Nobel da Paz não avisou…
    Nem mesmo o poder sobre a mídia mundial é capaz de conter os pensamentos lógicos…
    O mundo mudou..
    Só não vê quem não quer…

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  • 05/04/2012 - 09:11
    Enviado por: Pedro

    Mas que estranho ! Sempre tem um caluniador de plantão para caluniar o catolicismo e ESCONDER que o nazismo nasceu no mesmo país onde inventaram o anti-catolicismo (protestantismo p/ os íntimos). Se a orientação da igreja católica fosse mesmo de exterminar os judeus, então porque a sinagoga mais antiga do hemisfério ocidental fica em Roma, bem embaixo do nariz do poder Papal??? Porque jamais se ordenou a destruição de tal sinagoga? Porque a INDUSTRIALIZAÇÃO da morte de judeus em PLENA ERA DA RAZÃO aconteceu onde inventaram o anti-catolicismo e se distribuiu “bíblias pro povão” Porque os judeus tanto prosperaram onde a Igreja Católica mandava e desmandava , aqui no OCIDENTE e são tão inexpressivos onde o cristianismo é também inexpressivo? Será que o caluniador que levanta falso testemunho vai responder ou vai FUGIR como de costume???

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  • 05/04/2012 - 09:14
    Enviado por: Pedro

    Mas que estranho ! Sempre tem um caluniador de plantão para caluniar o catolicismo e ESCONDER que o nazismo nasceu no mesmo país onde inventaram o anti-catolicismo (protestantismo p/ os íntimos). Se a orientação da igreja católica fosse mesmo de exterminar os judeus, então porque a sinagoga mais antiga do hemisfério ocidental fica em Roma, bem embaixo do nariz do poder Papal??? Porque jamais se ordenou a destruição de tal sinagoga? Porque a INDUSTRIALIZAÇÃO da morte de judeus em PLENA ERA DA RAZÃO aconteceu onde inventaram o anti-catolicismo e se distribuiu “bíblias pro povão” Porque os judeus tanto prosperaram onde a Igreja Católica mandava e desmandava ,, aqui no OCIDENTE e são tão inexpressivos onde o cristianismo é também inexpressivo? Será que o caluniador que levanta falso testemunho vai responder ou vai FUGIR como de costume???

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    • 05/04/2012 - 10:37
      Enviado por: Fabio Unique

      Os Judeus nos Estados Unidos, Inglaterra, e Alemanhã (todos protestantes) se deram melhor do que em países Católicos, e Hitler era Católico. Que ridículo. Era para responder?

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    • 05/04/2012 - 11:15
      Enviado por: Rogério

      “o anti-catolicismo (protestantismo p/ os íntimos). ”

      O protestantismo não é antítese do catolicismo, é apenas mais uma modalidade do cristianismo, uma variante.
      No final dá no mesmo, instituições que se apoderam da história do Galileu para embalar seus delírios metafísicos e construir seus castelos terrenos.

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    • 05/04/2012 - 11:22
      Enviado por: Rogério

      “Se a orientação da igreja católica fosse mesmo de exterminar os judeus,”

      Não é preciso orientação alguma para a intolerância, esta está intrinsecamente ligada ao fenômeno das religiões, quem não está do lado de “deus” é um infiél. E a pena para este pode variar a depender do poder e liberdade do executante.

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    • 05/04/2012 - 11:33
      Enviado por: Pedro

      Ei Fabio Unique ! Não sei se vc é “burro” ou apenas analfabeto funcional. A Igreja Católica mandou e desmandou por 1500 anos , inclusive na Inglaterra. E o país de Lutero só industrializou a morte de Judeus após a implntação do anti-catolicismo . E o analfabeto funcional ainda afirma que os judeus se deram bem na terra do nazismo., além de FUGIR da verdade de que os judeus prosperaram mesmo é no OCIDENTE CRISTÃO, além de ignorar a história da sinagoga mais antiga do mundoque fica em Roma. Quanto a Hitler ser católico, o analfabeto funcional, IGNORA que opior católico do planeta se tornou rei e senhor na terra de Lutero, pois apesar de ser estrangeiro na terra do anti-catolicismo, em seu país de origem (país católico) jamais passou de um trabalhador braçal.. só conseguiu projeção na terra que inventou a difamação contra o catolicismo

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    • 05/04/2012 - 11:52
      Enviado por: Pedro

      Ei fabio unique ! Porque vc OMITIU países católicos como a França, Bélgica , Suíça, Itália??? Foi por ignorância? Porque vc omitiu que judeus vivem melhor na França do que na Alemanha, tanto que a população judáica (e também muçulmana) na França (católica) é maior que na Alemanha que vc parece ignorar que tem tantos protestantes quantos católicos ?

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    • 05/04/2012 - 12:04
      Enviado por: Pedro

      Vc escreveu bobagem, sr. Rogério. Vc tem que levar em conta, que a doutrina católica (que vc supõe ser anti-semita) é baseada nas escrituras “escritas por judeus”… E agora? Como fica ?!

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    • 05/04/2012 - 12:43
      Enviado por: Fabio Unique

      “Vc escreveu bobagem, sr. Rogério. Vc tem que levar em conta, que a doutrina católica (que vc supõe ser anti-semita) é baseada nas escrituras “escritas por judeus”… E agora? Como fica ?!”

      O novo testamento fica igual ao velho: pura mitologia.

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    • 05/04/2012 - 12:51
      Enviado por: markus vetustus

      Pedro, vc, como bom cristão, não está demonstrando caridade para com essas pobres almas imersas no pecado da ignorância.Quem sabe eles se emendam no purgatório, se não forem direto para o inferno? uuuuiiiiiiiii…

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    • 05/04/2012 - 14:13
      Enviado por: Pedro

      É fabio unique ! Vejo que ou és mentiroso ou ignorante. Vai dar uma “olhadinha” evangelho de Jesus segundo Marcos, João, Lucas e etc.., todos judeus.Aliás, os doze, inclisive o Judas Iscariots

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    • 05/04/2012 - 14:19
      Enviado por: Pedro

      E vc ,Markus Vestustus. Não espero que vc tenha “capacidade” de explicar como uma doutrina escrita por judeus, poderia ser anti-semita ao mesmo tempo .Aliás, acho vc um tanto LIMITADO para explicar tal assunto. Independente de ser mitologia, folclore ou qualquer outra bobagem….

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    • 05/04/2012 - 14:38
      Enviado por: Rogério

      “que a doutrina católica (que vc supõe ser anti-semita) ”

      Me parece que a doutrina católica era anti-tudo que fosse contrário. Acho que Galileu, e Giordano Bruno ( que foi queimado vivo por afirmar que a terra girava ao redor do sol) não eram judeus.

      “é baseada nas escrituras “escritas por judeus”… E agora? Como fica ?!”

      É isso mesmo, está certo, Jesus era judeu, mas para a igreja e os católicos europeus, judeus eram considerados matadores de Jesus, qualquer um sabe disso, total absurdo, mas o que espera da religião? se quer bom senso e racionalidade procure um bom livro de física, biologia ete, a Bíblia é um cipoal perigoso onde os incautos se enredam e perdem a razão.

      Veja um pequeno exemplo, é só teclar no google e mesmo de olhos fechados verá.

      “A partir de final do século XI, existiam diversas judiarias na Alemanha. Situavam-se perto dos mercados ou dos burgos. Apenas no século XIV, após os terceiro e quarto concílios (1179 e 1215, respectivamente), os Judeus se isolam da população. Só nesta época é que surgem as judiarias com muros e portões7. O anti-semitismo chega à Alemanha, via França. No concílio de Clermont (1095) o Papa Urbano II convoca a primeira cruzada para a libertação da Terra Santa.
      No ano seguinte iniciam-se as cruzadas. O seu lema era “Quem matar um Judeu, obterá perdão pelos seus pecados” (Kampmann, 1979:16)”

      O Papa era anti-semita? Não exatamente, ele se alimentava de um sistema ideológico que ordenava atacar tudo que ousasse arranhar sua existência, ou religião como preferir.
      Até hoje esse fenomeno ocorre, resguardadas as devidas proporções. Aqui no Brasil, um país de misturas e sincretismos, muitos evangélicos aprendem com o pastor, que Darwin e os espíritas são guiados por satanás, isso mesmo, em pleno sec XXI utilizam a figura do coisa ruim para atacar quem ousa afrontar a interpretação literal da Bíblia ou faça algum tipo de concorrência.

      Essa eu não sabia mas vejo que está certo quanto ao anti-semitismo dos protestantes, parece qaue Lutero também não era boa bisca para os judeus.

      “Martinho Lutero condenou o anti-semitismo numa primeira fase. Em 1523, escreve um panfleto afirmando que Jesus Cristo havia nascido judeu, censurando a Igreja pelo seu comportamento anti-semita. Com esta atitude, esperava a conversão dos Judeus. Como estes recusaram, Lutero ataca-os produzindo diversos escritos anti-semitas, como “Wider die Sabbater” [Contra os defensores do Shabbat] (1538) e “Von den Juden und ihren Lügen” [Sobre os Judeus e as suas Mentiras] (1543), onde incitava os Cristãos a queimar Sinagogas e a destruir as casas pertencentes às comunidades judaicas.”

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    • 05/04/2012 - 14:58
      Enviado por: markus vetustus

      Acertou na mosca. Vc, além da temperança/caridade e hipocrisia cristãs, também tem dons proféticos e divinatórios?

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    • 05/04/2012 - 15:08
      Enviado por: Pedro

      É mesmo Rogério ? Mas e daí…??? Vc ” disse um monte de coisas, mas nada disse” O milagre é que os judeus não foram exterminados (em plena época das “trevas”) , apesar de “matarem Jesus”, “, MAS POR POUCO NÃO FORAM EXTERMINADOS DOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO EM PLENA ERA DA RAZÃO no século 20 ! E Giordano Bruno foi morto por ser um religioso e TRAIR seu povo e não porque dizia que a terra girava em torno do Sol., como vc alega. Se Giordano Bruno não concordava com o cristianismo, que abandonasse essa crença e fundasse sua própria seita ,como fez Lutero (que não foi queimado, mas queimou quem não concordava com ele). Giordano Bruno se aproveitava do fato de ser religioso para difundir suas mentiras doutrinárias ou ideológicas. E vc discorda que Giordano seja queimmado, mas não se oporia se Hitler fosse queimado antes de queimar suas vítimas … ??? Claro que para vc, é impossível entender o sentido teológico do que eu escrevi…., afinal, és um ateu.

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    • 05/04/2012 - 17:39
      Enviado por: Alexandre Tostes

      Ninguém, foi mais antissemita em sua época do que Lutero.

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    • 06/04/2012 - 23:14
      Enviado por: Rogério

      ‘Os Judeus eram ainda considerados responsáveis pelas epidemias que grassavam na época. Em 1348/49, a Peste Negra chega ao Sul da Alemanha, via Suíça, proveniente do Sul de França. Os Judeus foram acusados de terem envenenado um poço9. A população manifesta-se fanaticamente contra os Judeus, sendo muitos queimados nas suas casas. Cemitérios são profanados e os Judeus não têm qualquer protecção.”

      Ai Pedro outra fonte que se adapta às ” ‘ minhas fantasias” não vou postar tudo que há na internet a respeito da perseguição sofrida pelos ” matadores de Jesus ” pois seria uma enxurrada que inviabilizaria o blog. Se tiver alguma fonte confiável que afirme o contrário fique a vontade.
      Realmente Giordano Bruno não foi queimado por afirmar que a terra não era o centro, errei feio, foi queimado vivo por heresia. Ai tudo bem!, ir contra os dogmas da igreja realmente não podem merecer pena mais branda, ponto para a igreja católica a defensora da verdade e da bondade absoluta hehehe

      “Claro que para vc, é impossível entender o sentido teológico do que eu escrevi…., afinal, és um ateu.”

      Teológico!? hahahaha boa amigão. Se há um criador que tivesse o poder e a sabedoria para fazer aparecer como num passe de mágica um universo com bilhões de galáxias, a nossa lógica não poderia sequer arranhar a natureza desta entidade. é muita falta de humildade achar que seu livrinho contenha essa verdade.
      Que lógica procura numa igreja que representa um cara que nasceu pobre e que nunca procurou riquezas materiais, tenha fortunas acumuladas, um banco, o banco do vaticano, e que amealhou essas riquezas numa história sangrenta. Por que nunca ofereceram a outra face? o Deus que imagina é diferente do meu mas certamente estamos errados

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    • 07/04/2012 - 11:11
      Enviado por: Rogério

      ‘E vc discorda que Giordano seja queimmado, mas não se oporia se Hitler fosse queimado antes de queimar suas vítimas … ???”

      Pedro, eu não desejo um castigo desses nem para os piores assassinos. Essas coisas só aconteciam na época em que “Deus” tinha mais poder, quando este se confundia com o poder do Estado. Felizmente os hereges humanistas como Giordano Bruno deram sua contribuição neste processo intelectual que levou a esse Estado moderno, laico, solapando este poder religioso ditatorial com leis que visam proteger o direito básico de qualquer pessoa, inclusive criminosos que agora possuem amplo poder de defesa.
      Se religiosidade levasse a paz, antigamente, quando esta dominava vida das sociedades, o mundo deveria ser um paraiso , no entanto sabemos que a barbárie campeava. E agora com o estado laico e humanista vivemos com liberdade e relativa paz social. A falta de “Deus”traz a paz?

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    • 08/04/2012 - 18:50
      Enviado por: Pedro

      Entendi Rogério ! Vc, para não confessar que a igreja estava certa, nem mesmo deteria Hitler, e não evitaria que ele matasse 6 milhões de pessoas.

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    • 09/04/2012 - 09:44
      Enviado por: Rogério

      “para não confessar que a igreja estava certa, nem mesmo deteria Hitler”

      Pedro, a sua lógica é impressionante. Não sou católico, portanto não preciso confessa nada hehehehe.
      Apenas afirmei que a igreja católica também incorreu em anti-semitismo durante a história, a própria ideologia católica era anti-semitas, quando os chamava de “matadores de Cristo”. Mas claro que havia cristãos que não eram anti-semitas assim como muitos nazistas que não eram criminosos.

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    • 09/04/2012 - 12:12
      Enviado por: Pedro

      Impressionante é a tua ” lógica” , sr. Rogério. Até agora vc não explicou como a mais antiga sinagoga do hemisfério se manteve funcionando em Roma, bem embaixo do nariz do poder Papal, já que vc afirma que a orientação da igreja era anti-semita. Porque tal sinagoga jamais foi destruída e os judeus exterminados? Oras, seria muito fácil matar um “mosquito com uma bazuca”. E sobre “quem matou Jesus”, isso fica a cargo das lendas bíblicas escritas por judeus seguidores de Cristo. E a propósito, “confessar” é uma questão de HONESTIDADE e não de “ser católico”….

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    • 09/04/2012 - 14:02
      Enviado por: Rogério

      “vc afirma que a orientação da igreja era anti-semita.”

      Pedro, eu não afirmei que a orientação da igreja era anti-semita, mas que a religião cristã levou à Europa ao anti-semitismo, isso qualquer um sabe. Mas já que cita a igreja como algo desvinculado da religião, a igreja é um organismo que sobrevive às custas do que for necessário para sobreviver.

      E fizeram de tudo com seu poder, inclusive executaram pessoas por heresia, como Giordano Bruno que sabemos foi queimado vivo. Parece que um tal de Torquemada aí da sua igreja pintou e bordou. E quem nunca ouviu falar da inquisição? Os judeus por terem outra religião, não eram considerados hereges? Não foram obrigados a converter-se como cristãos novos? Na ansia de defender a igreja, não ve a realidade. Atualmente a igreja tem uma fortuna acumulada, tesouros incríveis, muitos dos quais objetos de saques e espoliçções ao longo da história, já ouviu falar dos Bórgias? Atualmente deram uma maneirada e até reconheceram que a terra não é o centro do universo heheheh. Se o Santo padre representa Jesus, vejo que este prosperou como ninguém, de infante nascido na manjedoura à rei do vaticano.
      Por que esta sinagoga não foi destruida? não tenho a menor idéia, mas por santidade com certeza não foi, onde há poder e riquezas não pode haver santos.

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    • 09/04/2012 - 15:35
      Enviado por: Rogério

      E a propósito, “confessar” é uma questão de HONESTIDADE e não de “ser católico”….

      Sim Pedro, no entanto não cometi um crime nem pecado ao falar o que acho.Posso até estar errado sobre a responsabilidade da religião cristã no fenomeno do anti-semitismo mas trata-se apenas de liberdade de expressão, coisa que a igreja nunca permitiu, só o permite agora por que não pode mais queimar ninguém..
      Portanto quem precisa confessar sobre todos os seus crimes do passado é a a igreja católica, mas parece que falta um pouco de honestidade na suposta detentora da verdade e da bondade eterna hehehe.

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    • 09/04/2012 - 20:51
      Enviado por: Pedro

      Claro Rogério que vc acusa a igreja de anti-semitismo . Tuas palavras >> (09/04/2012 – 09:44
      Enviado por: Rogério
      “para não confessar que a igreja estava certa, nem mesmo deteria Hitler”

      Pedro, a sua lógica é impressionante. Não sou católico, portanto não preciso confessa nada hehehehe.
      Apenas afirmei que a igreja católica também incorreu em anti-semitismo durante a história, a própria ideologia católica era anti-semitas, quando os chamava de “matadores de Cristo”. Mas claro que havia cristãos que não eram anti-semitas assim como muitos nazistas que não eram criminosos)

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    • 09/04/2012 - 20:52
      Enviado por: Pedro

      E depois vc diz que não era isso que disse….

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    • 10/04/2012 - 10:22
      Enviado por: Rogério

      “para não confessar que a igreja estava certa, nem mesmo deteria Hitler”

      Pedro, realmente a sua lógica é impressionante.

      Onde eu disse que deteria ou deixaria de deter Hitler?

      O que eu obviamente disse é que não preciso confessar algo que não acredito.

      Ao meu ver a igreja nunca “esteve certa.”

      Se apega a frases, e tenta conectá-las de forma confusa para concluir o que acha para colocar palavras na boca dos outros.

      Mas tudo bem eu confesso, Pedro torquemada, a terra gira ao redor do sol! hehehe

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  • 05/04/2012 - 09:16
    Enviado por: Vieira

    Se o Obama recebeu o prêmio Nobel da Paz, então, tudo o mais é possível. Antissemitismo é um termo abrangente, pois os próprios árabes, e particularmente os palestinos, são semitas, assim políticas dirigidas contra esses povos seriam antissemitas?

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  • 05/04/2012 - 09:17
    Enviado por: Rodrigo L

    Para quem já leu Grass, sabe que seu talento literario é inconfundivel. Infelizes aqueles que não entendem nada de literatura!

    p.s: pior ainda é aquele que nunca leu e critica.

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  • 05/04/2012 - 09:31
    Enviado por: João Eduardo

    Há alguma novidade no que foi falado?

    De onde tamborilam os sons de guerra?

    Outro fato… julgar um alemão por, à época de Hitler, ser nazista é no mínimo comparável a um nazista!

    Faça-me o favor amigo Guterman.

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  • 05/04/2012 - 09:40
    Enviado por: Carlos

    Os paises que fazem fronteira com Israel ou próximos a esta nação , mantem relações cordiais com este país ? Por que os palestinos sofrem agressões por parte dos habitantes de Israel ?

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  • 05/04/2012 - 10:05
    Enviado por: Carol

    O cara fala umas poucas verdades sobre a política hipocrita de Israel e logo o lobby judaico se levanta contra ele. Se ele falasse tudo o que se deve falar sobre as barbaridades, torturas, corrupção, assassinatos e mentiras vindas de Israel, além de o rotularem de nazista, iriam querer vê-lo morto. Ainda bem que no Brasil, ninguém é obrigado a lamber botas de judeu. Aqui judeu tem de respeitar a liberdade de expressão e saber ouvir certas verdades, da mesma forma que outras nacionalidades ouvem quando críticas são feitas aos seus governos.

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    • 05/04/2012 - 11:23
      Enviado por: Carolina

      Ah, como eu queria me chamar Violeta, Tulipa, Maria Pia, Constancia Eugênia ou qualquer coisa assim, muito diferente…

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    • 05/04/2012 - 13:06
      Enviado por: Madureira

      Carol

      O teu comentario e uma perola de babaquice, voce e o tipo de pessoa que todos imaginamos seja uma loira burra ( E FEIA) que acha que um evento eh uma forte ventania.

      O Presidente do Ira pais, pais que esta atras de uma bomba atomica, vai a TV todas as semanas ameacando de ” Varrer Israel do mapa” e quando Israel diz que esta levando a serio as ameacas e que face a elas nao permitira que o Ira tenha armas nucleares, vem um idiota alemao e faz um poema dizendo que Israel e que esta afim de aniquilar o povo Iraniano.
      Entao vem voce, num orgasmo de burrice, louva esse absurdo como sendo parte da liberdade de expressao, fala em lamber botas de Judeus (?) e outras loirices.

      EM NOME DA LIBERDADE DE EXPRESSAO EU AFIRMO QUE SE VOCE FAZ SEXO COM A MESMA CAPACIDADE QUE TENS DE RACIOCINAR, TU DEVES SER UMA COMIDA PRA LA DE RUIM.

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    • 05/04/2012 - 13:17
      Enviado por: Carolina

      Marcos
      O blog é seu e você o gerencia da maneira que acha mais inteligente. Cabe a nós respeitar isso, claro, mas não posso deixar de registrar aqui minha repulsa a comentários como este do Madureira. Tenho certeza de que se a autora do comentário por ele criticado fosse um homem sua “capacidade sexual” não teria sido levada em consideração. Lamento que alguns comentaristas recorram a esse nível de sexismo para externar seus sentimentos e opiniões.
      Ab.

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    • 05/04/2012 - 13:34
      Enviado por: Fabio FK

      Carol, concordo com você. Não há maiores críticas que possam ser feitas aos judeus do que o feroz lobby, que rotula de “antissemitas”, “nazistas” ou “infiéis” (esta chega a ser até engraçada) quem ousa formular uma opinião que os desagrade; e, principalmente, a política expansionista e opressiva ao povo palestino praticada pela direita radical instalada no poder em Israel.

      Carolina, isso é fácil de resolver. Basta ir a um cartório e requisitar a troca de nome para qualquer um desses que você mencionou. Se perguntarem o motivo, você diz que tem uma homônima com opiniões diferentes das suas, e isso a incomoda profundamente.

      Madureira, em nome da liberdade de expressão, posso dizer que você, afora seu grave desequilíbrio, não tem expressão nenhuma.

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    • 05/04/2012 - 15:03
      Enviado por: Rogério

      Realmente o Madureira pegou pesado, mas olha o nível do comentário da Carol, deliberadamente agressivo, ao meu ver estão empatados na baixaria.

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    • 05/04/2012 - 15:06
      Enviado por: Carolina

      RÁ!
      Fabio FK, burocracia portuguesa. Burocracia portuguesa, Fabio FK.
      Nada, nada que tenha a ver com cartório é fácil de resolver no país do reconhecimento de firma e da autenticação de cópias… Hehe.

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    • 05/04/2012 - 15:13
      Enviado por: Marcos Guterman

      Caro Rogério

      “Carol” é uma pessoa, “Carolina” é outra. A “Carolina”, uma das pessoas mais inteligentes que conheço, é amiga deste blogueiro. “Carol” eu não sei quem é.

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    • 05/04/2012 - 15:17
      Enviado por: Mario de Sampa

      Carolina, não precisa mudar de nome não. Não precisa dizer o que não sente ou acredita. Não deixe que comentários difamatórios e desnecessários para colocar uma posição te afetem.Nós que a conhecemos pelo que vc é, brasileira, carioca, afrodecentente, linda, trabalhadora, sensata, educada entre outras coisas nunca iremos rebater seus argumentos de uma forma que vc merece, ou seja, com todo o respeito. Entendo sua posição e concordo com a maioria delas. Infelizmente algumas “críticas” sobre Israel nos taxam de antissemitismo, quando na realidade não o somos, mas não dizemos “amém” cegamente a tudo o que ocorre neste contexto. Talvez, como um dos amigos comentaristas disse, ser pacifista pode significar ser antissemita as vezes. Ao ver seu comentário, já imaginei que a patrulha estaria a caminho….. kkkkkk…

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    • 05/04/2012 - 15:28
      Enviado por: Mario de Sampa

      Nossa…. verdade Marcos, é Carol a autora do texto e não a nossa Carolina. kkkk Então meu comentário anterior está uma “bola fora” (igual a do Neymar ontem). kkkkkk

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    • 05/04/2012 - 17:44
      Enviado por: Alexandre Tostes

      Como alguém pode ser tão grosseiro, sem que nada o justifique, do que esse madureira? Se ainda fosse Leblon, ou Ipanema. Ou Flamengo, Vasco, Fluminense, Botafogo, Corintians, Santos….
      Duvido que tenha lido o poema, seu madureira. O Madureira é da quarta divisão.

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    • 06/04/2012 - 22:07
      Enviado por: Rogério

      “A “Carolina”, uma das pessoas mais inteligentes que conheço,”

      Onde é que eu assino embaixo, Guterman.

      Não me confundi em nenhum momento, a Carolina nem precisaria fazer o primeiro comentário.
      Eu particularmente adoro os comentários da Carolina, bastante espontâneos e muitas vezes causando polêmica, mas sempre na maior educação..

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  • 05/04/2012 - 10:06
    Enviado por: Buddy Guy

    Luv ya Günter Grass!

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  • 05/04/2012 - 10:11
    Enviado por: Buddy Guy

    Na época da 2 guerra a Inglaterra deixou milhões de Indianos morrerem de fome e o cachaceiro Churchill foi avisado que isso aconteceria. O japão de Hirohito dakela época fez coisa muito pior do que a alemanha. Basta ver os relatos do que já fizeram com os chineses. Daí aparece um filho da puta e diz: “Ah, mas isso não apaga os crimes da alemanha!” A alemanha cometeu varios crimes na guerra, mas nada diferente do que os russos fizeram com os poloneses, Britânicos com suas colônias e vagabundos japoneses com os chineses.

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    • 05/04/2012 - 13:14
      Enviado por: Madureira

      Budy Guy

      Voce esta fumando algo que nao e tabaco. Se seguir com o teu raciocinio ninguem eh culpado de merda nenhuma, porque antes de esses crimes houve o holocausto dos armenios nas maos dos turcos,e antes disso houve a aniquilacao da cultura e dos povos indigenas nas maos dos espanhois, quens tambem torturaram e mataram milhares durante a inquisicao.
      Entao com o teu raciocinio de ameba retardada, Nazistas, Japoneses, turcos nada tem a se culpar face aos crimes dos outros.

      A tua messagem e um insulto a inteligencia de qulaquer ser que tenha um QI igual ou inferior ao de um chimpanze.

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  • 05/04/2012 - 10:52
    Enviado por: João Só

    Quanto à “promessa de punição”, a velhinha do outro post viu-a cumprida por causa de suas poucas palavras. Tão poucas que poderiam significar muita coisa, inclusive antissemitismo. Grass também será de alguma maneira punido. Ces’t la vie.

    Ambos os casos são curiosamente de idosos. Ou gagás ou querendo deixar claras suas ideias antes de morrer. A Helen desculpou-se e Grass apressou-se em reafirmar seu “alinhamento” a Israel.

    Enquanto isso antissemitas de verdade, aqueles que adoram a banalização do termo antissemita, continuam a propagar seu ódio a judeus e alguns fazem isso tão bem que alguém pensaria que o antissemitismo existe por causa do Estado de Israel. Essa visão agrada todos os lados porque substancializa mentiras e vitimiza oportunistas.

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  • 05/04/2012 - 11:00
    Enviado por: João Valentão

    Pô, será que ainda não aprenderam que falar contra Israel é ser antisemita?

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  • 05/04/2012 - 11:09
    Enviado por: Rogério

    Um mundo com bombas nucleares não parece, a princípio, ser o melhor dos mundos. Mas até o surgimento destas a lógica foi a da guerra. A Europa foi arrasada após as duas grandes guerras momento no qual a tecnologia ensinou finalmente ao homem que a auto-destruição pode ser uma realidade, com chave de ouro em Hiroshima e Nagazaki.
    Paradoxalmene as bombas atômicas trouxeram a paz, a paz nervosa, com a espada de Dâmocles pairando sobre nossas cabeças.
    Talvez seja um estágio, um mal necessário, até que haja instituições fortes o suficiente no mundo que possam banir a guerra para sempre. Infelizmente, como diria Dylan, a resposta ainda está voando no vento..

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    • 05/04/2012 - 12:11
      Enviado por: markus vetustus

      Pois é irmãozinho,…prefiro várias guerras convencionais (se não haver como fugir da escolha) a um única hecatombe nuclear. Pelo menos, na primeira hipótese, haverá gente pra contar a história.

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    • 05/04/2012 - 14:53
      Enviado por: Rogério

      Markus, a paz total seria muito melhor.
      Mas fazer o que, apenas tento entender a realidade baseado em fatos e idéias.
      No entanto veja que em 1940 a guerra convencional praticamente desmantelou a Europa, imagine como seria hoje uma guerra mundial.
      Esse mundo está muito mudado não fazem mais guerras convencionais como antigamente heheheh.

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    • 05/04/2012 - 15:16
      Enviado por: markus vetustus

      Concordo, mas, por via das dúvidas, já comecei atualizar o projeto da Arca de Noé. Será a prova de radiação.

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  • 05/04/2012 - 11:13
    Enviado por: jose

    Tenho a impressão que muitos aqui dividem o mundo em semitas e anti-semitas, um dia conseguirão. Esse policiamento a todos que expressam opiniões contrarias as esperadas, com arrogância, ameaças, supremacia, afastam até os pacifistas.
    Como os EUA que foram admirados quase que unanimemente durante varias décadas, hoje já tem seus vários críticos.
    O repudio a política de israel esta se intensificando e os patrulheiros não ajudam em nada, muito pelo contrario.
    Conquistar a simpatia demora, mas a antipatia é rápido.

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  • 05/04/2012 - 11:26
    Enviado por: markus vetustus

    Com Saramago foi a mesma celeuma. Esse povo que indica os nobeis não passa de um bando de nazi/comunista (???), assim como suas indicações. Só pq escreveram uns poeminhas e uns livrinhos acham que estão acima dos mortais.

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    • 05/04/2012 - 12:53
      Enviado por: Fabio Unique

      Quem é melhor Saramago ou Sarney, imortal da ABL?

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    • 05/04/2012 - 13:15
      Enviado por: Fabio FK

      A Academia de Hollywood é ainda mais comuna/nazista/antissemita desde que premiou uma produção iraniana com o Oscar de melhor filme estrangeiro, “A Separação”. Incluindo Spielberg, que para se redimir terá que fazer uma continuação de “Munique”.

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    • 05/04/2012 - 13:24
      Enviado por: Madureira

      Vetustus

      Ser escritor, cantor, poeta , musico, ator , premiados ou nao, nao aumenta a capacidade de analizar de forma correta situacoes que estao fora da alcada do que este senhores ou senhoras sabem fazer.

      O Saramago eh um grade escritor e um grande falador de merdas no que toca ao conflito entre Judeus e Palestinos.

      A capacidade de analise dele em relacao ao conflito que enfrenta esses dois grupos e inversamente proporcional a capacide de escrever.

      Premio nobel nao eh vacina contra a babaquice, Obama ganhou um.

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    • 05/04/2012 - 13:58
      Enviado por: markus vetustus

      Bom, pelo menos o Saramago é especialista em falar merda. Duro é ser especialista em falar merda nenhuma.

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    • 05/04/2012 - 14:07
      Enviado por: markus vetustus

      Sem sombra de dúvida, meu voto vai pro Sarney (e toda coronelada do Maranhão). Irmâozinho, vc precisa se enfronhar mais nos assuntos relativos a essa pujante/corrupta/maravilhosa/mestiça/plural/”pacífica”/”socialista” 6ª economia do mundo. Nos States, em acentuada decadência econômica e geopolítica, vcs tb estão perdendo (se é que tiveram um dia) uma coisa fundamental na existência: senso de humor.

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  • 05/04/2012 - 12:29
    Enviado por: Alexandre Tostes

    Marcos Guterman,
    Vejo constantemente em seu blog, e em outros também, gente que afirma que o Irã é uma séria ameaça se tiver armas nucleares. Nunca vi ninguém dizer que tal afirmativa é racista. Não creio ser justo e correto, uma apreciação desse tipo em relação a Israel ser taxada de antissemita. Aliás, o que mais se vê é taxar de antissemita quem critica Israel e suas políticas.
    O fato do escritor ter usado quando criança uma roupa de nazista nada significa. Todos sabemos o que era viver na Alemanha Nazista e exigir que uma criança reagisse a isso era difícil, sobretudo quando os adultos não o faziam.
    Eu não acho que ele tenha dito qualquer coisa de racista ao afirmar que “o poderio nuclear de Israel é uma ameaça a uma já frágil paz mundial”. Ou o próprio fato de o Irã sair atrás da bomba não tem a ver com isso? Qualquer país que possua arma de destruição em massa é um perigo para os outros, independente de sua etnia hegemônica.

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    • 05/04/2012 - 13:38
      Enviado por: Madureira

      Tostes

      Olha eu acho que e antissemitismo puro e simples. Hoje o antissemtismo se esconde no direito de expressao e no direito de odiar Israel.
      Ja li em outros blog o seguinte absurdo: Amo os Judeus mas odeio Israel. Olha que nao e odiar o governo ou um dirigente de Israel, e o odio a existencia do pais, ai eu lhe pergunto se voce acharia normal se alguem dizesse ” Amo os Brasileiros mais ideio o Brasil”.
      Ora bolas, o Brasil e o que e porque e habitados por Brasileiros e Israel e o que e porque tem Judeu dentro.

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  • 05/04/2012 - 12:45
    Enviado por: Euler

    Peço aos anti-Brasil que respeitem a opinião dos brasileiros sem os chamarem de antissemitas. Muito cômodo isso. Alguns, obviamente, alegarão dupla nacionalidade. Mas quem foi que escreveu que não se deve “servir a dois senhores” ?

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  • 05/04/2012 - 12:58
    Enviado por: Marcelo-SP

    Sr. Kenio,

    O não reconhecimento de Israel pelos radicais islâmicos é o epicentro de problemas que dicotomiza o mundo em pró e contra a causa palestina e obviamente é uma ameaça a paz mundial. Quando eu afirmo isso não significa que sou contra os palestinos, mas sim que estou dizendo a verdade. Mesmo por que, eu admiro esse povo extraordinário. Julgar o Estado de Israel por manter arsenal nuclear para garantir sua existência é no mínimo precipitado.

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  • 05/04/2012 - 13:33
    Enviado por: Kracker

    Hitler não era antissemita, era vegetariano.

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  • 05/04/2012 - 15:55
    Enviado por: Pedro

    É mesmo Rogério ? Como vc pode escrever tamanha bobagem, se as cruzadas enfrentaram muçulmanos e NÃO judeus ? (TUA mentira >>> O seu lema era “Quem matar um Judeu, obterá perdão pelos seus pecados” (Kampmann, 1979:16)”) O Papa Urbano JAM,AIS disse isso. Mas a vc , NÃO interressa a honestidade da fonte, desde que seja útil às tuas fantasias . Afinal, na época não eram os judeus que mandavam naquele território, e provávelmente nem haviam judeus alí… pois o local era dos muçulmanos.Não entendi porque Urbano iria viajar até o outro lado do Mediterrrâneo para matar judeus, como vc afirma , se eles eram fácilmente encontrados na Europa. Qual a tua “idade”, sr. Rogério ?

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  • 05/04/2012 - 16:04
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Guterman

    Li a pouco o que o Sr. Grass disse, interessante o senhor não ressaltar que o âmago de sua mensagem era uma crítica ao tom belicoso do governo israelense para com o Irã por causa de seu programa nuclear, o escritor parece ter evidenciado o absurdo de se arrogar o direito de um “ataque preventivo” supostamente para evocar segurança e evitar uma guerra. Nesse ponto convenhamos, ele está certo, não se evita uma guerra, iniciando essa guerra.
    Aparentemente ele está também ladeado por outros dois famosos pensadores israelenses.
    Obviamente que esses dois e eu, devemos todos ser antissemitas por condenarmos o início de um conflito que poderá alcançar desdobramentos inimagináveis …

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    • 05/04/2012 - 16:22
      Enviado por: Marcos Guterman

      Marcos

      Eu sou paciente. Vou explicar pela enésima vez. O problema não é ser contra o arsenal nuclear de Israel nem muito menos ser contra um ataque ao Irã. O problema é o cara sugerir que evitava criticar Israel porque temia ser punido pelas forças onipotentes dos judeus que dominam a mídia, os bancos, os governos etc. Isso é antissemitismo rasteiro, muito comum inclusive neste blog, e isso está claríssimo no meu texto. Ou eu achei que estivesse.

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    • 05/04/2012 - 16:42
      Enviado por: Marcos L. S.

      Sr. Guterman

      Eu sei, eu li o seu texto, só mencionei sentir falta, do que li como sendo, a parte central do que o Sr. Grass disse; ao menos a matéria de um conhecido jornal carioca (não sei se seria conveniente mencionar o nome do jornal aqui no Estadão) destaca, que sua principal crítica, foi à disposição do governo do Sr. Netanyahu em alimentar o tom belicoso em relação ao programa nuclear do Irã.
      Agora se a forma que ele usou para se expressar, ficou ofensiva, por seu temor de ser condenado devido a sua origem, e ao passado conflituoso obvio entre as nações judaica e germânica, vale ressaltar que o jornal ainda destaca o mesmo receio por parte dos senhores Óz e Grossman, que seriam os dois outros pensadores israelenses que mencionei anteriormente …

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    • 05/04/2012 - 17:29
      Enviado por: Carolina

      “Um conhecido jornal carioca”… Marcos L S, todo mundo sabe que você tá falando do Globo porque só sobrou ele aqui no Rio, infelizmente. O JB, que Deus o tenha, morreu há muito. O Dia… Bem, O Dia é… E aí sobre o quê? Extra, Meia Hora, O Povo… Estamos condenados à praia suja, ao chope aguado e ao metrô lotado. Mas as Olimpíadas vão nos redimir. Ah, se vão…

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    • 05/04/2012 - 18:29
      Enviado por: Marcos L. S.

      Sra. Carolina

      Eu não poderia ter dito melhor, realmente o nosso Rio, tá uma lástima, imagine se nem fossem ocorrer uma olimpíada, e parte de uma Copa do mundo por aqui …

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    • 05/04/2012 - 20:28
      Enviado por: Carolina

      Ai, nem me fala… Eu sinto tanta falta do JB, você não tem ideia. Me sinto refém do Globo. E olha que conheço muitos jornalistas que trabalham lá; competentes eu sei que eles são. O problema são os editores.
      Sobre as Olimpíadas, o que acho trágico é que tenhamos um governador (temos?) e um prefeito que estão obcecados em vender a ideia de que o Rio estará perfeito “para os Jogos Olímpicos”. E “para os cariocas” algum deles se importa de entregar uma cidade minimamente segura, limpa, com um sistema de transporte público que NÃO pareça transporte de carga?
      Estou muito, mas MUITO de saco cheio do Rio. Amo isto aqui, mas tou cansada de viver numa cidade onde tudo é colocado na conta da camaradagem e da beleza natural. “O serviço é uma m…, mas a vista é linda.”. E daí?
      Cariocas somos simpáticos mas extremamente mal educados. Essa cidade é imunda, Ipanema depois das 5 da tarde é impossível de nojenta (eu já achei uma fralda enterrada na areia), a gente é obrigado a ter medo de criança de sete, oito anos que vive na rua…
      Essa cidade só irá melhorar quando nos tornarmos menos egoístas e começarmos a nos lembrar que o Rio não se resume à zona sul e às praias da zona oeste. Quando começarmos a lembrar de bairros como Tomaz Coelho, Sulacap, Inhaúma, Caxambi aí a coisa vai começar a andar.

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  • 05/04/2012 - 16:30
    Enviado por: MARCIO CASSEB

    Ele esta certíssimo, Israel, ou melhor, o staf que governa o estado de Israel é sim uma ameaça a paz mundial, são sem duvidas os maiores criminosos internacionais que só não foram a Haia graças ao papai poderoso EUA, isso não precisava nem o nazista ter dito, o mundo sabe.

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  • 05/04/2012 - 16:40
    Enviado por: Fabio

    Guterman, esta clara sua explanacao,mas como sempre ha MUITOS que se fazem de desentendidos.
    E o que e mais interessante que agora eles escrevem assim:
    Nao podemos falar nada contra o Governo de Israel que ja nos chamam de Antisemitas.
    Ou,Semitas sao arabes e judeus,portanto nao vale a expressao “ANTISEMITA”.
    Isto tudo para substituir aquela famosa frase assim:
    -Tenho amigos judeus.
    E o cumulo do ridiculo.
    Ninguem tem o direito de criticar os judeus,seja qual for o motivo,muito menos a Israel,pelo
    simples motivo de nossa historia de tragedias e dificuldades que enfrentamos para alcancarmos
    o patamar que nos encontramos hoje.
    Somos um pais avancado e com pessoas na sua maioria de excelente nivel,e isto faz com
    que aqueles que nao conseguem entender o que passamos e aonde chegamos morrem de
    INVEJA.So pode ser isto.Nao ha outra explicacao.

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  • 05/04/2012 - 17:04
    Enviado por: Alexandre Tostes

    Marcos Guterman, ele não sugere que evitava “criticar Israel porque temia ser punido pelas forças onipotentes dos judeus que dominam a mídia, os bancos, os governos”. Talvez tenha sido uma percepção subjetiva sua, Marcos. No poema, ele diz, isso sim, “Por que me calei até agora? Porque acreditava que a minha origem, marcada por um estigma inapagável, me impedia de atribuir esse fato, como evidente, ao país de Israel, ao qual estou unido e quero continuar a estar”. O poeta deixa claro que o que o impedia de dizer não eram forças externas, mas as que carrega dentro de si por ser alemão, ou seja, cidadão de um país que “cometeu crimes muito próprios, sem quaisquer precedentes”, como diz o poema. Grass reclama que este país, que cometeu crimes sem precedentes, vai entregar a Israel “outro submarino cuja especialidade é dirigir ogivas aniquiladoras
    para onde não ficou provada a existência de uma única bomba”. A condenação, no caso, é a Alemanha, que fabrica um equipamento poderoso para um país que “dispõe de um crescente potencial nuclear, que não está sujeito a qualquer controle, já que é inacessível a qualquer inspeção”. Um equipamento “que poderá exterminar o povo iraniano, conduzido ao júbilo e organizado por um fanfarrão”. Não vi, sinceramente, nenhuma ação ou discurso antissemita e acho que você mesmo é capaz de percebê-lo. Imagine, Marcos, se a Alemanha (ou o Brasil) vendesse um submarino desses ao Irã.

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    • 05/04/2012 - 19:30
      Enviado por: Carol

      Alexandre,
      Parabéns pela demonstração de boa fé nesse cometário sereno, claro e irretocável. Digno de salva de palmas. Diria o mesmo se o comentário fosse a favor da política de Israel, se fossem usados argumentos convicentes. Não tenho predisposição a condenar nem a defender essa ou aquela ideologia política. Pratico o esporte de debater ideias, não a defesa de crenças.

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    • 06/04/2012 - 00:44
      Enviado por: Marcos S.

      Parabéns pelo comentário, sr. Tostes.

      O que é de fato abismante é um jornalista de um veículo como “o Estadão” não entender (ou não ler) a respeito do que escreve.

      Em um post, foi perguntado se o sr. Guterman era judeu. Na minha opinião, a etnia de alguém deve ser irrelevante. Se o sr. Guterman baseou sua intepretação errônea em qualquer “paixão étnica”, então temos uma amostra típica de todo o problema.

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    • 06/04/2012 - 12:37
      Enviado por: Alexandre Tostes

      Marcos, obrigado.
      Creio que o Guterman deu uma interpretação subjetiva, mas honesta. Outra pessoa pode interpretar de maneira distinta e é isso que torna o diálogo imprescindível. Para isso, esse espaço que o Guterman oferece é fundamental e digno de nota.

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  • 05/04/2012 - 18:16
    Enviado por: João Renato

    Caro Guterman, concordo com você a respeito quando afirma não existir ” forças onipotentes dos judeus que dominam a mídia”.
    Porem até você mesmo tem que reconhecer que alguns grupos que fazem lobby ativo na comunidade internacional incluindo a mídia dos países ocidentais, quando a assunto e criticar abertamente a politica bélico/colonialista atual do governo de israel.
    Sito como exemplo o Prof.Norman Finkelstein que sofreu represarias incluindo a perda de seu cargo na universidade DePaul onde lecionava fora outras modalidades de perseguição aplicada pelo lobby americano AIMPAC se não me engano.
    Acho um pouco problemático os termos utilizados por você quando afirma que: “Mas parece que, volta e meia, o pequeno nazista que ele foi, vestido com uniforme da Waffen SS, torna a emergir”. Um ponto deve ser observado com relação ao Sr.Günter Grass quando em sua juventude tem de ser levado todo o contexto social da realidade vivida a época sendo os jovens obrigados em parte a prestar serviço militar, assim sendo a unidade militar mais próxima a sua residência pertencente as divisões SS.
    Do mais lhe comprimento pelo seu trabalho e peso desculpas qualquer erro gramatico.

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  • 05/04/2012 - 19:26
    Enviado por: carlos 3m

    invejosos do mundo, uni-vos!!

    nao importa quanta inveja e odio forem destilados a caravana continuara, assim como aconteceu faz uns 3300 anos atras e amanha a noite este evento marcante sera comemorado pela caravana.

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    • 06/04/2012 - 08:39
      Enviado por: aac

      carlos 3 m, é “faz 3.300 anos” ou “3.300 anos atrás”. Falar “faz 3.300 anos atrás” é pleonasmo. Depois vem a sua já conhecida obsessão com a palavra inveja. Quem inveja o quê? Você nunca pois os pingos nos”‘is”.

      Finalmente, o que importa: as bombas israelenses fazem o mundo mais ou menos seguro? E se vier a bomba iraniana, o que ela produzirá? Mais ou menos segurança?

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    • 06/04/2012 - 15:32
      Enviado por: carlos 3m

      aac, agradeco a correcao. mesmo assim sei voce entendeu loud and clear, pingos aparte.

      israel tem a bomba desde os anos 60 no minimo e isso nao foi impecilho para seus amados vizinhos quererem jogar os israelenses para o mar em mais umas oportunidades. e nunca voce ouviu nenhum governante israelense palpitar sobre o possivel destino de algum dos seus amados vizinhos, nem durante os mais desfavoraveis e dramaticoos momentos de guerra. isso diz alguma coisa.

      por outro lado, parafraseando tevye o leiteiro, mesmo antes de ter a bomba na mao, os dirigentes maximos e minimos iranianos ja cansaram de falar sobre o destino de israel. isso tambem diz alguma coisa.

      assim, eu entendo que perguntas como a do seu ultimo paragrafo indicam clara indecisao entre casar ou andar de bicicleta.

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    • 07/04/2012 - 07:56
      Enviado por: aac

      carlos three m, já ouviu falar em retórica? Em declarações “bufonas”?

      Então me diga sinceramente: você acha realmente que se o Irã tiver uma arma nuclear, ele irá usá-la contra Israel? Mas responda com sinceridade. Não vale “planfetarismo”.

      Retórica à parte, você acredita mesmo que o Irã cumpriria o que o seu pseudo-dirigente diz?

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    • 07/04/2012 - 10:20
      Enviado por: Lucy Lennon

      Carlos, + 3 mil anos. Com ou sem bomba , Israel vai continuar sendo o alvo de pessoas incapazes de realizar as suas proprias historias. Por isto veem nos judeus e no pequeno pais a origem de suas derrotas. Inveja nao tem fim, enquanto existirem os fracassadosm

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    • 07/04/2012 - 20:14
      Enviado por: carlos 3m

      aac, antes de hitler assumir o poder ele foi muito claro e transparente sobre a suas intencoes sobre os judeus e ainda colocou isso preto no branco.

      muitos alemaes incluindo ai uma boa parcela de judeus pensaram como voce esta fazendo agora e pagaram muito caro pela incredulidade.

      israel foi criado para nao mais permitir que esse tipo de situacao aconteca novamente com os judeus, nao importa onde estiverem.

      a retorica do regime dos aiatolas e seus prepostos internos e externos, diariamente repetida, sobre o que esperam que aconteca com israel deve ser levado a serio sob risco de vida. e isto nao eh retorica.

      a vizinhanca de israel nao eh exatamente um mar de flores, desde sua fundacao, e sobrevive ate hoje porque acreditou nas ameacas dos vizinhos e agiu de acordo.

      nao ha nada que justifique para o povo iraniano o que o regime que os governa esta fazendo com eles direta e indiretamente. irao produtor de petroleo que nao consegue processar o seu proprio petroleo, em vez de usar os recursos para fazer isso prefere investir em “energia” nuclear. isso tem a ver com a credibilidade internacional do regime. mas tem credulo para tudo. nao eh?

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  • 05/04/2012 - 23:22
    Enviado por: Marcos S.

    Parece que o sr. Guterman não entendeu (ou não leu) o poema…

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  • 05/04/2012 - 23:34
    Enviado por: Shalom

    dizer que o poderio nuclear desse pais ameaça a paz mundial não tem em nada de antissemita… cuidado com os conspiradores de sião!!!!

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  • 06/04/2012 - 00:04
    Enviado por: Diogenes da Lantterna

    Os Judeus são um povo bom. (feliz pascoa) (pessah?)
    Os árabes são um povo bom. (uasalam ?)
    Os latinos são um povo bom. (felice Pascoale)
    Os Anglo saxonicos são um povo bom.
    Os latinos brasileiros são um povo bom.
    – RUIM SÃO OS GOVERNANTES.

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  • 06/04/2012 - 00:20
    Enviado por: Marcos S.

    Quem ler o poema de Grass vai perceber que ele se trata de uma crítica contundente a posição alemã de não se opor jamais a Israel em função de seu passado nazista, independentemente dos fatos correntes. Em nenhum momento ele insinua a existência de forças ocultas semitas. Isso é por conta do sr. Guterman.

    Por favor sr. Guterman, é subestimar demais a mente de um ganhador do prêmio Nobel!

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    • 09/04/2012 - 18:39
      Enviado por: Marta Q.

      Pois, Marcos S.,
      como argumentar com gente que devido ao véu ideológico nada mais vê do que as próprias projeções distorcidas de seus cérebros e as vendem por realidade?

      Nível significa mostrar o poema em sua íntegra e discuti-lo em sua essência, à luz dos fatos.

      Por exemplo, Guterman escreveu:

      “Was gesagt werden muss”, ou “O que deve ser dito” – uma expressão alemã que significa “Não há lei contra dizer isso” e que em geral inicia conversas informais contra os imigrantes ou contra Israel.”

      Tal “informação” é absolutamente equivocada, inventada, falsa. Quando digo que a introducao do Guterman é completamente “irreführend” (maliciosa, que conduz ao erro), já que ele “entende” alemao, permito-me traduzir uma parte do poema de sr. Grass para aqueles que muito escrevem sobre o assunto e NAO leram o poema. Vejamos!

      Doch warum untersage ich mir,
      jenes andere Land beim Namen zu nennen,
      in dem seit Jahren – wenn auch geheimgehalten -
      ein wachsend nukleares Potential verfügbar
      aber außer Kontrolle, weil keiner Prüfung
      zugänglich ist?

      “Porém por que proíbo a mim mesmo
      de dar nome àquele outro país
      no qual, ainda que secretamente, desde anos,
      há um crescente potencial nuclear,
      contudo sem controle, pois ninguém
      pode verificar?”

      Pois, Guterman, comente tal informação contida no poema de G. Grass, o qual é mais uma espécie de monólogo do que um poema em sentido clássico.

      Saudacoes cordiais da Europa.

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  • 06/04/2012 - 01:12
    Enviado por: Filipe de Espanha

    Monteiro Lobato, em sua única entrevista a uma emissora de rádio, pouco antes de morrer:

    Acho que um acordo de nações será uma coisa facílima de ser conseguida no dia em que todas as nações tiverem armas iguais. Quando todas tiverem bombas atômicas de igual força, a harmonia entre elas será absoluta. O que causa diferenças entre os países é a diferença entre os armamentos. Enquanto uma tiver a bomba e a outra não, a que tiver a bomba atômica se utilizará de sua superioridade. E faz muito bem. É como eu procederia, é como o amigo procederia e como todos precedem. Quem tem força abusa. (…) O que está faltando ao mundo para o reestabelecimento da paz é apenas isso. Bomba atômica para todos de igual força. No dia em que chegarmos a isso, todos os problemas estarão resolvidos e viraremos, então, carneirinhos. E todos viramos cordeiros. É esta a minha opinião. Mas cá entre nós, é uma coisa que eu não quero que se divulgue.

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    • 06/04/2012 - 15:44
      Enviado por: carlos 3m

      se ele falou isso, ele estava errado. ele nivelou por baixo e a natureza humana nao funciona assim.

      ha os mocinhos e ha os bandidos. os bandidos nao podem ter o poder de atingir os inocentes.

      as nacoes tem de aprender a respeitar os diretos humanos acima de tudo e de essa forma nao haverao conflitos.

      nao eh armando ate os dentes bandidos que havera paz e vida boa para os homens de boa voontade.

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  • 06/04/2012 - 08:13
    Enviado por: Scheldon

    Sionismo a níveis cavalares aqui.
    Quer dizer que o cara esta errado por criticar o maior estado teocratico e terrorista do mundo?
    Os maiores genocídio da atualidade (e muito provavelmente da historia)?
    Um estado que tornou esporte matar pessoas da nação palestina que mal podem se defender?
    E além de tudo isso é certo eles terem um arsenal nuclear para vaporizar aqueles que mal podem se defender?

    Serio, vocês são doentes

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  • 06/04/2012 - 09:30
    Enviado por: asdfg

    Outros mais virão a se manisfestar, outros mais não se calarão, não mais o mundo se manterá em silencio , outras vozes virão.
    Não mais adiantará desqualificar os opinantes.
    Não mais adiantará criminalizar opiniões.

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  • 06/04/2012 - 09:51
    Enviado por: Savio

    Quase toda a geração que tem 80 anos hoje teve um passado nazista!!!! A alemanha de hoje é filha ou neta de uma geração 90 % nazista!! não entendo a surpresa.

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  • 06/04/2012 - 09:52
    Enviado por: Savio

    Inclusive o papa foi “nazista com 14 anos” …¬¬

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    • 06/04/2012 - 12:34
      Enviado por: Pedro

      É mesmo Sávio ? Vc está afirmando que se uma criança for raptada , enfiada num uniforme nazista e jogada no meio da guerra, como aconteceu com o Papa, então a criança é nazista? Vc está brincando ou fazendo falso testemunho?

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    • 07/04/2012 - 08:52
      Enviado por: Savio

      Pedro, estou fazendo uma ironia, não existe nazista com 14 anos ou mesmo não considero ninguem nazista menor de 20 anos diria assim, por isso que as critícas ao papa ou ao escritor são muito infantis, simplesmente é mais uma forma de desqualificar a crítica.

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    • 07/04/2012 - 14:41
      Enviado por: Pedro

      Obrigado, Savio !

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  • 06/04/2012 - 09:56
    Enviado por: Savio

    As críticas do Senhor Günter Grass, Prêmio Nobel de Literatura, de forma alguma são invalidadas por causa do seu passado nazista, inclusive essa polêmica é uma forma de desviar a atenção da questão israelense e a bomba atômica, assunto que o prêmie israelense Netanyahu soube disfarçar desqualificando o crítico e a crítica.Israel sim, tem a bomba e não tem coragem de atacar o irã, somente tem coragem de esbravejar.

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  • 06/04/2012 - 10:43
    Enviado por: Frik

    Grass e Ratzinger são apenas duas amostras – do contingente de adolescentes recrutados nos últimos momentos da Guerra para preencher os vazios nas fileiras do que deveria ser a defesa da “Civilização” (assim dizia a propaganda – propaganda aquela mais eficiente do que a máquina blitzcriguenta que vinha sendo inexoravelmente moída pelas hostes russoviéticas) … É, rapazes quase imberbes que arriscavam a própria vida para de fato apenas adiar o inevitável – o fim de uma ditadura que – não eles mesmos – mas os seus avós e pais haviam – de alguma forma consentido com a instalação …

    Muitos não eram nem nascidos na Alemanha, muitos não eram nem mesmo etnicamente alemães, muitos tombaram – morreram antes de alcançar a idade adulta – combatendo por aquela causa perdida …

    Como o meu amigo “Zoltan” (não acho que precise citar o seu nome verdadeiro – hoje ele tem mais de oitenta anos, está bem e não parece que a idade afetou os seus miolos…) Mas na sua auto-biografia de mais de 700 páginas ele cita – passagem esta que não aparece ‘on-line’ nas resenhas e citações do livro – que quando chegou aos 16 anos foi convocado para a Wehrmacht, e que se tentasse declinar a honra, sua família em Budapest iria sofrer imediata retaliação – imaginem se alguém ligado à Gestapo ou às SS chegasse a controlar a pequena metalúrgica da família (onde ao que parece “inimigos do Reich” eram abrigados …) – A missão era cavar trincheiras na fronteira Leste. Uma noite o comandante avisou que antes do nascer do sol els estriam avançando … Um dos rapazes tinha uma bússola, então eles sabiam que o “avanço” era uma mentira, que na verdade eles estavam “avançando” para Oeste, isto é – batendo em retirada … Quando percebeu que estava já perto de Budapest, ele viu que a cidade estava sob pesado bombardeio, então ele fez o que deveria mesmo ter feito: Correu para a sua cidade natal – É claro que foi um ato heróico: Vestido de alemão, ele poderia ser fuzilado no ato tanto por um russo recém-chegado, quanto por algum patriota húngaro, quanto pelos próprios nazistas, como ‘desertor’ …

    Voltado ao Günter: Não acho que aquele poema vá apagar completamente a seu esforço de explicar, compreender e assumir o que se passou na Alemanha até 45. Passagens de seus livros mais famosos, e o seu ensaio “What Shall We Tell Our Children”, por exemplo, que pode ser achado no google-books como parte do livro “Danzig 1939 Treasures of a Destroyed Community” (ensaio já publicado no Brasil, introdução de um conto inacabado de Heine, “Der Rabbi von Bacherach” ) ,

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  • 06/04/2012 - 11:29
    Enviado por: Frik

    PS: É irônico mesmo. Vejam neste catálogo de livros que forma queimados entre 33 e 35: “A Teoria da Relatividade” (!!) – Do livro à bomba … É, o que mais deveriam ter feito Bohr, Fermi, Lise Meitner ?! – Se a a Física mais avançada era “não-ariana” … http://www.olms.com/pcgi/a.cgi?ausgabe=index&T=1333721088266{haupt_olms_int=http://www.olms.com/artikel_14947.ahtml?T=1333721088266}

    E mais: querem um Estado palestino, então querem que como um Estado tão ‘estreitinho’ como Israel se defenda ?!

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  • 06/04/2012 - 11:29
    Enviado por: Zys

    “…Só assim poderemos ajudar todos,

    israelenses e palestinos, 

    mas também todos os seres humanos

    que nessa região ocupada pela demência

    vivem em conflito lado a lado,

    odiando-se mutuamente,

    e decididamente ajudar-nos também.”

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  • 06/04/2012 - 13:30
    Enviado por: Fred Oliveira

    O artigo tema cara de matéria paga… De qualquer modo acho uma burrice tornar tabu a crítica a Israel. Qualquer país deve ser criticado pelas asneiras que seus governos fazem. Um judeu não é melhor que ninguém para ter privilégio sobre a crítica. E me parece que para cada crítica sofrida por Israel tem sempre um cão de guarda (remunerado ou não) de plantão para publicar uma contra informação fulminante ou descaradamente tentar desqualificar o crítico. Não acho isso correto. Não é ético. Israel paulatinamente entra numa espiral sem volta. Perde a passos largos o capital moral de que dispunha. Sequer respeita decisões ou punições da organização que o reconheceu… Não sei até quando mas não creio que o limite esteja tão longe assim. Uma pena. Abraço em todos.

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    • 07/04/2012 - 11:43
      Enviado por: Fabio

      Fred Oliveira, o que voce quer dizer com a frase:
      UM JUDEU NAO E MELHOR DO QUE NINGUEM.
      E por esse tipo de comentario que as pessoas ignorantes ajudam
      a alimentar o antisemitismo.
      Outra coisa,Israel nunca entrou em alguma espiral como voce descreve,
      e sim ,se voce comparar com os nossos vizinhos vera quem e que esta em espiral.
      Portanto neste seu comentario querendo criticar que o Governo de Israel mostra bem
      o seu carater e aonde voce quer chegar.va estudar que voce aprende mais.

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    • 08/04/2012 - 00:01
      Enviado por: Fred Oliveira

      Cada uma que me aparece online…

      1) Suponho, “Fabio” então que você considere um judeu melhor que os demais seres humanos? Se for a questão é menos sobre estudo e mais sobre sanidade.

      2) Ignorância é usar o antisemitismo como desculpa para encobrir a burrice. Sua atitude apenas reforça a minha suposição.

      3) Pela pouca habilidade no seu texto imagino que analisar caráter não seja o seu forte.

      4) Pelo que se depreende de sua “argumentação” está explicado porque não enxerga o óbvio.

      5) Quanto a estudar mais… (risos) Eu bem posso ser o homem que assinará o seu diploma… ou não !

      OBS: Para de fazer esse papel ridículo online… Dignidade, rapaz ! Um cérebro merece melhor uso !

      Abraço em todos

      _____________

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    • 08/04/2012 - 00:51
      Enviado por: carlos 3m

      absolutamente ninguem eh melhor que ninguem, porque melhor ou pior nao representa unidade3 de medida para seres vivos. voce incluido, certo?

      quanto a resolucoes da onu, o que aconteceu com a inicial, a da partilha? sera que voce contar para nos o que aconteceu a partir dela ela? as outras sao so corolarios dela e do que foi feito a partir dela por t o d o s os atores e nao so por israel.

      nao sei a que limite voce se refere mas imagino que curta http://www.bbc.co.uk/news/world-middle-east-17644406 ou http://www.bbc.co.uk/news/world-middle-east-17644404 uma pena?

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    • 08/04/2012 - 13:54
      Enviado por: Fabio

      Fred Oliveira (sobrenome judaico por sinal)
      Pela sua resposta se ve bem quem voce e,sem sombra de duvidas.
      Voce e um Nazi enrustido.Que sorte a sua estar no Brasil,voce nao acha?
      Todo Nazi e ignorante,sabia desta?

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    • 08/04/2012 - 18:24
      Enviado por: Fred Oliveira

      Partindo do seu “raciocínio”, infantil, primário, e completamente fora da realidade deduzo que vc “Fabio” seja um conservador (do mesmo tipo dos conservadores que levam a cada dia Israel para o buraco)… ou uma besta quadrada ! A cada réplica boba sua fico mais inclinado a apostar na segunda opção…

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    • 09/04/2012 - 01:37
      Enviado por: Ricardo

      Quer dizer então que, por ter sobrenome cristão-novo, o sr. Fábio Oliveira não pode mais criticar Israel? É proibição genética, agora?

      O que resta pra mim, que namoro uma judia e sou neto de outra ? E nos dois casos, com sobrenomes bem mais caracteristicos de judeus do que Oliveira?

      Não posso nem falar o santo nome de Israel em vão sem que um golem venha me atacar!

      hahahahahah!

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  • 06/04/2012 - 14:30
    Enviado por: tiopi

    “O que deve ser dito sobre Günter Grass”
    Saiu do armário…

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  • 07/04/2012 - 11:54
    Enviado por: Kirchoff

    Bomba para todos e paz eterna (para o bem ou para o mal).

    Agora, um conselho ou advertência : não façam a Alemanha ficar de joelhos novamente. Vai acabar mal.

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  • 07/04/2012 - 12:58
    Enviado por: Humberto

    Os judeus cometem as maiores barbaridades contra os palestinos e sempre que alguém os critica eles vem com este discurso de antisemitismo!

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  • 07/04/2012 - 23:46
    Enviado por: sandra

    Olá Marcos, falou bem. Poderia falar mais. Muito lúcido. Parabéns. Continue escrevendo.

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  • 07/04/2012 - 23:55
    Enviado por: sandra

    Continue escrevendo. É difícil ver textos assim. Os textos que venho lendo na mídia Brasileira com relação ao Oriente Médio são sofríveis. E não informam os fatos, são bem distorcidos. Felipe Ponde também está ótimo nos seus textos.
    Abraço,

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  • 08/04/2012 - 10:34
    Enviado por: Alexandre

    Como alemão ele, na epoca tinha a obrigação de alistar-se,escolheu uma tropa de elite, e combateu como soldado, e agora por expor suas opiniões é massacrado? Algo esta errado afinal o velho e bom marketing sionista esta trabalhando a todo vapor.

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    • 08/04/2012 - 12:16
      Enviado por: Carolina

      E como eu sempre digo, a lusitana gira, a poupança Bamerindus já nem existe mais, o Brasil finalmente vai sediar os Jogos Olímpicos e tem gente que continua acreditando que o Eichman só cumpria ordens. Aham. Então, tá.

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    • 08/04/2012 - 13:44
      Enviado por: Fabio

      Todos os Nazistas cumpriam ordens.
      Todos os Antisemitas tem amigos judeus.

      A palhacada continua.Sanat ignorancia dizia BATMAN.

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  • 08/04/2012 - 12:15
    Enviado por: Gudrun

    Como deve ser terrível para o Grass possuir esta marca indelével de nazista.
    Ele lembra todos os dias e noites da sua juventude uniformizada com a suástica e do entusiasmo e prazer que ser um verdadeiro nazista lhe proporcionava.; que felicidade!
    Ele pensava “vamos limpar o mundo dos esquerdistas e judeus”.
    Hoje ataca novamente suas vítimas pois, se puder convencer que elas são piores do que ele, Gunter Grass, se sentirá absolvido de seus crimes ideológicos.

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  • 08/04/2012 - 18:12
    Enviado por: ribamarfilho@estadao.com.br

    Este pobre infeliz receberá agora um bombardeio de insultos histéricos por ter externado uma verdade inconveniente não obstante, cada vez mais clara e evidente apesar de todo o cínico encobrimento e da covardia dos que temem o patrulhamento e a execração articulada pelo sombrio lobby nazi-sionista e os alienados de plantão sempre prontos a representarem o abjeto papel de cães de guarda desses terroristas e assassinos covardes que patrocinam assassinatos seletivos de cientistas e de seus desafetos da forma mais ignóbil e traiçoeira sem que as vitimas tenham a menor chance de defesa.

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  • 08/04/2012 - 20:52
    Enviado por: Sergio

    Links informativos sobre o assunto do blog:

    Entrevista com o historiador Michael Wolffsohn
    ‘Grass Has Written an Anti-Semitic Pamphlet’
    http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,825942,00.html

    Entrevista com o historiador israelense Tom Segev
    Grass ‘Is Still Thinking About His SS Silence’
    http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,825969,00.html

    Opinião do colunista Jakob Augstein
    Why We Need an Open Debate on Israel
    http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,826180,00.html

    Editoriais de jornais da Alemanha
    Günter Grass Specializes in ‘Self-Righteousness’
    http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,826007,00.html

    Fonte: Der Spiegel

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  • 08/04/2012 - 22:29
    Enviado por: David

    Se o Irã não pode ter arsenal nuclear, Israel também não pode.
    Por que o povo judeu tem que usar o holocausto como defesa para tudo?
    E os 15 milhões de índios que os europeus mataram na colonização da América?

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    • 09/04/2012 - 16:03
      Enviado por: Fabio

      O POVO JUDEU (ISRAEL),nao usa como defesa o Holocausto para nada.E voce da sua mente
      doentia que se aproveita para destilar seu antisemitismo usando de argumentos idiotas comparando
      um Pais de terceiro mundo ,com outro, como Israel, de primeiro mundo e DEMOCRATICO.Enquanto
      la tem uns Ayatollahs da vida que ainda vivem no tempo das Cavernas.So olhar os dentes do Anao
      de Jardim,parece que ele nao toma banho ha mais de 2 meses.

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  • 09/04/2012 - 00:11
    Enviado por: Valter

    É incrível como se publica uma notícia condenando alguém que à época tinha dezoito anos e não poderia adivinhar o que seria a loucura hitlerista. Haja desconhecimento ou falta de coragem de elaborar uma análise crítica para informar o leitor. Não é esta a função de um repórter? Mas parece que é mais fácil repetir sem correção essa farsa israelense de que semitismo e sionismo são a mesma coisa!
    Só mesmo cegos e obcecados pelo poder, sem qualquer visão de futuro e com total desrespeito ao seu país como Netanyahu e seus apoiadores seriam capazes de um ato tão estúpido quanto atacar o Irã ou dizimar os Palestinos! É claro que o mundo não apoiará quem demonstra tão abertamente que despreza a paz. E esta atitude não é anti-semitismo mas, com certeza, todas as Nações reconhecem no sionismo o maior equívoco do Estado de Israel. É uma grande tolice persistir nessa política belicista, racista e colonialista imposta por uma direita doente e aceita até por muitos intelectuais da “soi-disant” esquerda israelense, hipnotizados por uma massiva e persistente propaganda, que entorpece suas mentes e corações. Pobre do povo que pensa que sua existência depende do extermínio de seus vizinhos, principalmente aqueles como os palestinos que um dia os acolheram e ensinaram muito do que sabem hoje em dia. Desejam destruir o Irã e o holocausto palestino, esquecendo as lições que o seu próprio holocausto poderia ter-lhes ensinado!

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    • 09/04/2012 - 15:52
      Enviado por: Fabio

      Valter,so para seu conhecimento, meu pai fugiu da Alemanha com 14 ANOS e sabia muito
      bem o que estava rolando por la.A tal da juventude hitlerista ja discriminava os judeus nesta
      epoca.Portanto nao me venha com balelas.Mais um aqui.Da-lhe ANTISEMITA descarado.
      E inacreditavel.

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    • 09/04/2012 - 16:27
      Enviado por: Fábio FK

      Vale também salientar que um eventual ataque ao Irã, motivado por seu programa nuclear, é uma balela tão grande quanto as armas de destruição em massa de Saddam Hussein.

      O interesse maior, seja dos Estados Unidos ou de Israel, é a mudança de regime no Irã, tirando os aiatolás do poder. Mas, claro, essa não é a justificativa mais simpática.

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  • 09/04/2012 - 01:57
    Enviado por: Ricardo

    Só sendo MUITO desonesto para ver algum traço de antissemitismo no poema. Muito, mas muito desonesto. Este blog nunca se caracterizou por honestidade argumentativa, mas agora atingiu níveis nunca antes vistos.

    O sr. Tostes já explicou tudo muito bem. Aos demais, sugiro que apenas leiam o poema. E que leiam as obras de Gunther Grass, um dos melhores autores vivos do mundo, cujos romances (e poemas) só não são compreensíveis por quem embruteceu a própria cabeça com Paulo Coelho, livros de cabala e auto-ajuda do Nilton Bonder ;-)

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    • 09/04/2012 - 15:49
      Enviado por: Fabio

      Ricardo,duvido que sua avo era judia.Voce e um grande mentiroso.
      E voce tambem tem muitos amigos judeus.
      Deixa`de ser descarado.A mim voce nao me engana.
      So uma pergunta: Voce ja esteve em Israel???????

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  • 09/04/2012 - 09:23
    Enviado por: Diogo Franca

    O autor do texto deixa de informar que na alemanha nazista do começo do seculo o serviço militar dos jovens era compulssorio, não abistante, a grande propaganda nazista da guerra. Coloca-se no lugar do premio nobel da paz, e veras que o alistamento era ato de patriotismo.

    O texto é muito bom e tem um claro conteúdo de Justica e Equilíbrio. Deveria ser espalhado pela rede, pois o Ira NAO tem pretensao de produzir armas nucleares, mas quer ficar menos dependente do petroleo, no que esta certo e de acordo com as normas do TNP. Israel poderia e deveria aderir ao TNP, para demonstrar suas razoes, em vez de ficar projetando no Ira suas diatribes psicóticas, posando de eterna e única vítima da História.

    Agora, tudo que é dito contra o atual governo sionista é anti-semitismo. O povo de Israel assim como os alemães do começo do século estão sofrendo com a segueira da propaganda.

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  • 09/04/2012 - 15:33
    Enviado por: wagner lopes

    ………no decorrer dos anos, já era sabido que essa nação (Israel) seria odiada por todos aqueles que não creem nos escritos sagrados : ‘ ALI FICARÃO, E ALI SE ESTABELECERÃO POR TEMPO INDEFINIDO, POIS É A MINHA VONTADE “……………………….assim falou o ” verdadeiro deus “…..nada nem ninguém tirará aquele povo dali ……..

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  • 09/04/2012 - 17:22
    Enviado por: GUILHERME CIMINO

    O que seria do Guterman sem o antisemitismo…

    Alguem já foi ao museu hebraico, no viaduto da Dr Arnaldo, acima da Av Sumaré, aqui em Sampa?!
    Bom, é um museu lindo e muito interessante. Mas chama atenção o esquema de segurança. Do lado de fora é difícil saber como entrar, eu mesmo perguntei a um varredor na calçada que apontou-me uma porta de umas duas toneladas. Ao entrar, fiquei numa sala blindada, passei meu documento por uma gaveta, fui fotografado, só faltaram me carimbar…
    Eu entendo a linha de pensamento e respeito muito o passado do povo judeu, além de saber que Brasil é Brasil, na Europa e na Mundo Árabe a coisa é diferente, mas é preciso virar a página.

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    • 09/04/2012 - 17:33
      Enviado por: Marcos Guterman

      “O que seria do Guterman sem o antisemitismo…”

      Eu seria muito mais feliz do que sou. E o mundo seria um lugar melhor.

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    • 10/04/2012 - 19:45
      Enviado por: GUILHERME CIMINO

      Tirando Hitler e a tragédia da 2ª Guerra, e desde então, não há porque classificar o povo judeu com destaque no âmbito das perseguições e do preconceito no mundo.

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    • 10/04/2012 - 19:59
      Enviado por: Marcos Guterman

      É verdade. Como diria Parreira, 6 milhões de judeus assassinados, numa população de 15 milhões, são apenas um detalhe.

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  • 09/04/2012 - 18:58
    Enviado por: Alfredo de Azevedo

    Há verdades que podem e devem ser ditas mesmo que ao dizê-las, rompam as aldravas dessa costumeira algaravia, cunhada de anti-semitismo. Só os parvos e os de má fé são alheios, de forma intencional, ao fato de que a posse de artefatos nucleares por parte de Israel nunca foi tema de discussão em qualquer forum multinacional; menos ainda do orgão da ONU que cuida desse assunto, a AIEA. Há portanto, um desequlíbrio de princípios quando o assunto é o oriente Médio e que envolva Israel. Günter Grass expressou uma opinião, com base nos fatos que se desdobraram em função dessa velada posse de armas nucleares por parte de Israel e, silenciada sob a ameaça do tacabe do anti-semitismo. Temos que ultrapassar esse temor e estabelecer, em nome da equanimidade, um olhar não privilegiador e, com destemor, falar a verdade. Foi isso que o Premio Nobel fez, nada mais.

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  • 09/04/2012 - 20:31
    Enviado por: Raul

    Fabio o agente da Mossad destilando seu ”nazismo” sobre os ”nazistas”

    a leitura do blog é uma exemplo perfeito de ironia e sionismo! vcs me enojam! Israel tem um vasto arsenal nuclear, e ninguém fala nada… simplesmente nada…..

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    • 10/04/2012 - 14:11
      Enviado por: Fabio

      Raul,o seu “”enojamento”" e porque voce gostaria de ver Israel e judeus varridos do mapa,nao e?
      Entendi.Seu nome verdadeiro deve ser Mohamad Arafat ,nao e?

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  • 10/04/2012 - 02:39
    Enviado por: Fred Oliveira

    Israelenses criticam veto a Grass. Um dia após impedir a entrada de Grass em Israel, o ministro do Interior Eli Ishai se tornou alvo de críticas dentro do país:

    — Só um país fraco que teme a crítica pode perder o juízo e tomar uma medida radical como esta. É uma vergonha que Israel tenha um tão ministro ignorante como este, mas é ainda mais vergonhoso que o chefe do Governo não lhe chame a atenção — disse o escritor israelense Eyal Megued ao site “Ynet”.

    Disponível em: http://oglobo.globo.com/mundo/extrema-direita-alema-sai-em-defesa-de-gunther-grass-4528695#ixzz1rc3GpI3W

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  • 10/04/2012 - 03:05
    Enviado por: Marta Q.

    O problema, Raul, é a falta de informação geral, pois ler artigos de jornais nao significa estar informado, se o leitor não aprendeu a discernir entre opinião e fatos. Um bom exemplo disto é a introdução do Guterman, a qual dá uma idéia de que na Alemanha conversas entre pessoas normais começam com “Não há lei contra dizer isso”, traduzindo falsamente o título do texto de G. Grass “Was gesagt werden muss”.

    Alfredo de Azevedo disse acima corretamente que o mundo sabe da existência de artefactos nucleares em Israel. Como se chama aquele cientista físico nuclear judeu que ficou muitos anos presos por “revelar” tal “segredo” ao mundo?

    Assim, o Grass salienta em seu texto é o nível de “Gefahrlichkeit” – periculosidade de um governo religiosamente fanático e irresponsável, o qual poderá causar a morte de incontáveis iranianos, caso prossigam em sua paranoia. Grass não é de forma alguma “anti-semita”. Já na segunda estrofe de seu texto ele chama o Mahmud Ahmadinedschad de “Maulheld”, ou seja: mata-moiros, ou alguém que não tem senão na língua. Ele enfatiza o fato de que o povo iraniano esteja degradado pelo governo que tem e seja praticamente “obrigado” a aplaudir as bravata do “Maulheld”. Historicamente, antes da imposição do Islão aos Persas, os judeus viveram bem, muito bem na Antiga Pérsia, assumindo altos cargos na administração do Estado. Dario libertou os judeus do Cativeiro da Babilônia, trazendo-os de volta à Palestina. Ele reconstruiu o templo de Jerusalém, financiou a reconstrução da destruída cidade de Jerusalém. Compara isso agora com a ideologia dos fanáticos religiosos no Irão de hoje?

    O que Grass disse abaixo já é conhecido há muito tempo, mas ninguém ousa dizer: vamos lá CONTROLAR e verificar a ilegalidade de tal posse!

    Doch warum untersage ich mir,
    jenes andere Land beim Namen zu nennen,
    in dem seit Jahren – wenn auch geheimgehalten -
    ein wachsend nukleares Potential verfügbar
    aber außer Kontrolle, weil keiner Prüfung
    zugänglich ist?

    “Porém por que proíbo a mim mesmo
    de dar nome àquele outro país
    no qual, ainda que secretamente, desde anos,
    há um crescente potencial nuclear,
    contudo sem controle, pois ninguém
    pode verificar?”

    Saudações cordiais da Europa.
    Marta Q.

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  • 10/04/2012 - 04:53
    Enviado por: Marta Q.

    Oh, Guterman,

    censuraste o meu último texto? Que pena, pois escrevi apenas o que todos bem-informados já sabem. Sair de casa em dia chuvoso, sem guarda-chuva e ainda querer retornar seco, é ilusório. Contudo, com o “poder” da censura, esta típica heranca autoritária de 1964, é fácil fazer afirmacoes absurdas e apresentá-las como “Emet” é muito fácil, mas longe de ser jornalismo sério e democrático.

    Saudacoes cordiais da Alemanha,
    Marta Q.

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  • 10/04/2012 - 06:30
    Enviado por: Marta Q.

    Bem, Guterman,

    para dar aos seus leitores a oportunidade de ler na íntegra o que foi dito por G. Grass resolvi traduzir o texto em português. Qualquer pessoa de inteligência mediana achará extremamente difícil rotular G.Grass de anti-semita baseada no texto abaixo. É preciso ser demasiadamente parcial e “malvado” para ignorar o conteúdo do texto e rotular o autor de nomes injustificáveis e abnomináveis. G. Grass mostra uma afinidade e simpatia para com Israel que eu próprio NUNCA tive. Optei por deixar o original ao lada da traducao para que os “eruditos” e “analistas” da qualidade dum “Goodrum” possam corrigir-me, analisar-me e contribuir para a melhora de meus conhecimentos linguísticos.

    Emet e Zedek, Guterman.

    Saudacoes cordiais da Alemanha
    Marta Q.

    Was Gesagt Werden Muss
    O Que Dever Ser Dito

    Warum schweige ich, verschweige zu lange,
    was offensichtlich ist und in Planspielen
    geübt wurde, an deren Ende als Überlebende
    wir allenfalls Fußnoten sind.

    Por quê me calo, me calo por tao longo tempo,
    sobre o que já é do conhecimento geral
    e várias vezes simulado, de cujo fim como sobreviventes
    somos apenas notas de rodapé.

    Es ist das behauptete Recht auf den Erstschlag,
    der das von einem Maulhelden unterjochte
    und zum organisierten Jubel gelenkte
    iranische Volk auslöschen könnte,
    weil in dessen Machtbereich der Bau
    einer Atombombe vermutet wird.

    É o alegado direito do primeiro ataque,
    o qual poderia destruir o povo iraniano que
    é subjugado por um gabarola e obrigado aplaudir coletivamente,
    porque ali se supoe o desenvolvimento duma bomba atómica.

    Doch warum untersage ich mir,
    jenes andere Land beim Namen zu nennen,
    in dem seit Jahren – wenn auch geheimgehalten -
    ein wachsend nukleares Potential verfügbar
    aber außer Kontrolle, weil keiner Prüfung
    zugänglich ist?

    Todavia, por quê proíbo a mim mesmo
    de dar nome àquele outro país
    no qual, ainda que secretamente, desde anos,
    há um crescente potencial nuclear,
    mas sem controle, pois ninguém
    pode verificar?

    Das allgemeine Verschweigen dieses Tatbestandes,
    dem sich mein Schweigen untergeordnet hat,
    empfinde ich als belastende Lüge
    und Zwang, der Strafe in Aussicht stellt,
    sobald er mißachtet wird;
    das Verdikt “Antisemitismus” ist geläufig.

    A geral ocultação deste fato
    ao qual o meu silêncio se subjugou,
    vivencio como atordoante mentira
    e obrigação que ameça com punição
    tão logo desrespeitada;
    O veredicto de „anti-semitismo“ é comum.

    Jetzt aber, weil aus meinem Land,
    das von ureigenen Verbrechen,
    die ohne Vergleich sind,
    Mal um Mal eingeholt und zur Rede gestellt wird,
    wiederum und rein geschäftsmäßig, wenn auch
    mit flinker Lippe als Wiedergutmachung deklariert,
    ein weiteres U-Boot nach Israel
    geliefert werden soll, dessen Spezialität
    darin besteht, allesvernichtende Sprengköpfe
    dorthin lenken zu können, wo die Existenz
    einer einzigen Atombombe unbewiesen ist,
    doch als Befürchtung von Beweiskraft sein will,
    sage ich, was gesagt werden muß.

    Agora porém, porque de minha pátria,
    onde crimes inomináveis ocorreram
    de vez em quando confrontada com isso e criticada,
    em retorno e puramente comercial, ainda que
    rapidamente declarado como reparação,
    exporta-se mais um submarino para Israel
    cuja especialidade é transportar ogivas nucleares
    para onde a existência de uma uníca bomba atómica
    não pode ser provada,
    contudo como desejo de medo do valor evidencial,
    digo eu, o que deve ser dito.

    Warum aber schwieg ich bislang?
    Weil ich meinte, meine Herkunft,
    die von nie zu tilgendem Makel behaftet ist,
    verbiete, diese Tatsache als ausgesprochene Wahrheit
    dem Land Israel, dem ich verbunden bin
    und bleiben will, zuzumuten.

    Por quê me silenciei por tanto tempo?
    Porque eu acreditava que minha origem
    a qual é maculada por um stigma impagável,
    proibia-me de imputar tal declarada verdade
    à Israel, do qual me sinto aliado e assim quero permanecer.

    Warum sage ich jetzt erst,
    gealtert und mit letzter Tinte:
    Die Atommacht Israel gefährdet
    den ohnehin brüchigen Weltfrieden?
    Weil gesagt werden muß,
    was schon morgen zu spät sein könnte;
    auch weil wir – als Deutsche belastet genug -
    Zulieferer eines Verbrechens werden könnten,
    das voraussehbar ist, weshalb unsere Mitschuld
    durch keine der üblichen Ausreden
    zu tilgen wäre.

    Por quê digo eu apenas agora
    senil e com a tinta que ainda me resta:
    A potência atómica Israel ameaça
    a já vulnerável paz mundial?
    Porque deve ser dito
    o que já amanhã poderia demasiado tarde;
    também porque nós – enquanto Alemãos assaz culpados –
    poderíamos ser preparadores de um crime
    que é previsível, razão pela qual para nossa cumplicidade
    não haja nenhua desculpa purificante.

    Und zugegeben: ich schweige nicht mehr,
    weil ich der Heuchelei des Westens
    überdrüssig bin; zudem ist zu hoffen,
    es mögen sich viele vom Schweigen befreien,
    den Verursacher der erkennbaren Gefahr
    zum Verzicht auf Gewalt auffordern und
    gleichfalls darauf bestehen,
    daß eine unbehinderte und permanente Kontrolle
    des israelischen atomaren Potentials
    und der iranischen Atomanlagen
    durch eine internationale Instanz
    von den Regierungen beider Länder zugelassen wird.

    E admitido: não mais me calarei,
    porque estou farto do cinismo do Ocidente;
    ainda se pode esperar que
    muitos se libertarão do silêncio,
    e exigirão do autor do reconhecível perigo
    que se abstenha do uso da violência e
    ao mesmo tempo insister,
    que o potencial nuclear de Israel
    e as instalações nucleares iranianas
    possam ser controladas por uma instância internacional
    composta por membros do Governo de ambas nações.

    Nur so ist allen, den Israelis und Palästinensern,
    mehr noch, allen Menschen, die in dieser
    vom Wahn okkupierten Region
    dicht bei dicht verfeindet leben
    und letztlich auch uns zu helfen.

    Apenas assim é possível ajudar a todos,
    aos Israelianos e aos Palestinianos
    e mais ainda, a todos os que vivem
    lado a lado e antagonizados
    nesta região que sofre de alucinação,
    e por fim, a nós também.

    BEM, aqui termina a traducao. Fi-la sem grandes pretensoes, rapidamente, movido apenas pelo anelo de contribuir para um debate internacional saudável e livre da lente ideológica daqueles que perseguem objetivos outros que a Verdade e a Justiça.

    Saudacoes cordiais da Alemanha,
    Marta Q.

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    • 10/04/2012 - 08:35
      Enviado por: Carolina

      Olá, Marta Q.
      Obrigada por postar o poema e traduzi-lo.
      O que acho no mínimo estranho na atitude do autor é que ele se justifica sobre seu silêncio sem que ninguém o tenha perguntado sobre isso. Essa me parece a típica atitude daquele que vê seu reflexo nos outros de forma tão intensa que acaba por acusar os demais daquilo que ele está fazendo.
      Abraço.

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    • 11/04/2012 - 00:30
      Enviado por: Gudrun

      Ora, ora! Permita-me discordar (notadamente por merecer duas citações da tão, digamos assim, blasé debatedora).
      Não fui eu quem vestiu a farda nazista, gritei heil, heil e me entusiasmei com as hordas fanáticas perfiladas em Nuremberg. Nada disto pode ser apagado da biografia do GG mesmo que se conceda, a ele, o atenuante de uma juventude ingênua e da alegada obediência obrigatória.
      O poema traduzido é uma peça de ignóbil parcialidade e, hoje, não pode ser atribuído a um ingênuo ou imaculado Gandi. Quantos poemas sobre a Coréia do Norte Gunter Grass escreveu? Há um único verso sobre a catástrofe Síria?
      Por que Gunter Grass não acredita nas ameaças feitas hoje pelo Ahmadinejah e Kamenei da mesma forma que ele teria acreditado naquelas feitas pelo Fuhrer? Por que?

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  • 10/04/2012 - 09:48
    Enviado por: Marta Q.

    “Oh, Guterman, censuraste o meu último texto?”

    Desculpo-me novamente pela infundada suspeita de que tu havias “censurado” um de meus textos. Escrevi-os, com exceção do texto de G.Grass, ontem perto da meia-noite, já quase a adormecer, sentado sobre minha esteira de yoga /colchão, e não percebi que o tal texto estava a esperar moderação.

    Notei que que a tradução é de má qualidade, mas o cerne das ideias do autor foram transmitidas acuradamente. Exige, porém, devido ao meus estilo “embolado/pomposo”, um pouco de esforço do leitor. Fiz, assim, o papel de ponte intelectual entre duas culturas diferentes, em nome da paz mundial e de uma melhor compreensão do povo de Israel.

    Saudações cordiais da Alemanha,
    Marta Q.

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  • 10/04/2012 - 15:33
    Enviado por: Fred Oliveira

    Ótima iniciativa. Obrigado, Marta !

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  • 10/04/2012 - 15:46
    Enviado por: Fred Oliveira

    Tirando o fake “Fábio”

    (tosco, desinformado, mal educado, sem nenhuma conexão com realidade e, aparentemente, partidário dos caminhos traçados pelo retrógrado Netanyahu e que só faz desvirtuar o blog com seus panfletos de militante vazio)

    Todos os demais, estão de parabéns por expressarem aqui seu ponto de vista.

    É possível discordar sem agredir. Adversários não necessariamente são inimigos.

    Abraço em todos

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    • 11/04/2012 - 14:02
      Enviado por: Fabio

      Freddy KRUEGER,quando se fala de Nazismo ou de Antisemitas,sou o primeiro
      a perder o humor,portanto voce nao faz nenhuma diferenca para mim.O que nao pode
      e sair por ai difamando nos judeus e Israel,que e o que voce adora fazer sem ter nenhum
      conhecimento sobre nos.Entendeu agora? Nao ? ja sabia.Ignorancia mata.

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  • 10/04/2012 - 16:04
    Enviado por: Incrédulo

    Ministro do Interior de Israel declara escritor alemão Günter Grass persona non grata
    (Do site Opera Mundi)

    Segundo o ministro Eli Yishai, o escritor “tenta reavivar as chamas de ódio contra o Estado de Israel e seu povo e, assim, promover uma ideia a qual foi partícipe no passado quando vestia o uniforme da SS (Tropa de Proteção nazista)”. Em 2006, o escritor revelou ao mundo que, no início de sua adolescência, chegou a ser treinado pelas tropas nazistas.

    No texto, publicado ontem aqui no Blog, Grass admite que suas opiniões poderiam ser confundidas com antissemistismo. No poema intitulado “O que há para dizer”, o prêmio Nobel de Literatura de 1999 acusa Israel de colocar em risco a paz mundial e a possibilidade de que o arsenal nuclear israelense extermine o povo iraniano. Publicado em jornais de toda a Europa, o poema causou revolta tanto em setores de direita como de esquerda em Israel

    Yishai se referiu também aos elogios dos dirigentes iranianos ao poema: “Se Günter Grass deseja continuar a difusão de suas ideias falsas e distorcidas, sugiro que o faça no Irã, onde poderá encontrar um público favorável”.

    O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu ainda não se pronunciou oficialmente sobre a declaração de Yishai. Na última quinta-feira, o premiê rebateu os argumentos de Grass ao afirmar que “é o Irã, e não Israel, que representa uma ameaça para a paz mundial”. “A vergonhosa comparação que fez entre Israel e o Irã, um regime que nega o Holocausto e defende a destruição de Israel, diz muito pouco sobre Israel e muito sobre o próprio Grass”, afirmou o primeiro-ministro em nota oficial.

    O ministro de Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, conhecido por seu viés conservador e ultranacionalista, também se somou ao coro contra as críticas de Grass: “Suas opiniões são uma expressão de cinismo por parte dos chamados intelectuais europeus que, para se promoverem ou venderem mais livros estão dispostos a sacrificar o povo judeu pela segunda vez no altar da loucura antissemtia”, disse o chanceler, confundindo o povo judeu com o Estado de Israel. “O difamatório e surrealista artigo de Grass foi apoiado basicamente pelos nazistas, a extrema-esquerda e o regime do Irã”, opinou Lieberman.

    Para o embaixador de Israel na Alemanha, Emmanuel Nahshon, o poema segue a “tradição de outros tantos antissemitismos”. “Israel é o único Estado do mundo cujo direito à existência aparentemente se questiona”, acrescentou o diplomata

    A reação da embaixada foi parecida com a do Conselho Central dos Judeus na Alemanha, que qualificou Grass como “irresponsável” e considerou o poema um “agressivo panfleto de agitação

    ###
    GRASS SE DEFENDE

    Por sua vez, em entrevista ao jornal alemão Süddeutsche Zeitung, Grass reconheceu que poderia ter escrito o poema de forma diferente: “Eu evitaria o termo geral ‘Israel’ e esclarecia que me refiro ao atual governo Netanyahu”.

    “O que critico é uma política que continua construindo assentamentos em desrespeito a uma resolução das Nações Unidas. Critico una política que se baseia cada vez mais em inimigos e que isola gradativamente o país O homem que atualmente causa mais dano a Israel é, em minha opinião, Netanyahu. E, por isso deveria tê-lo incluído no poema”.

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  • 11/04/2012 - 23:58
    Enviado por: André Moreyra

    Dois pesos, duas medidas. Quando é pra esculhambar árabes e muçulmanos, muitas vezes incorrendo na grosseria da generalização, as vozes críticas e “instruídas” do Ocidente geralmente permancem silentes. Mas quando alguém tenta criticar Israel e seu governo é logo tachado de antissemita. É um tabu criticar Israel. Coutinho, Mainardi, Pondé, a revista Veja e outros estão sempre a postos para massacrar árabes e muçulmanos e advogar em defesa de Israel.

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    • 14/04/2012 - 18:15
      Enviado por: Aenigmaitce

      Pois é, André…

      “It is Israel, not Iran, which owns nuclear weapons
      It is Israel, not Iran, which owns hundreds of illegal settlements
      It is Israel, not Iran, which owns more than 500.000 illegal settlers
      It is Israel, not Iran, which declares an unilateral declaration of its eternal capital
      It is Israel, not Iran, which gives incentives and endorses more illegal settlers to settle.
      It is Israel, not Iran, which imposes apartheid system in the occupied territories
      It is Israel, not Iran, which inspired 9/11 attack (82′ Israel’s invasion of Lebanon)
      It is Israel, not Iran, which said 9/11 is good for Israel (Netanyahu)
      It is Israel, not Iran, which constantly kills foreign scientists and politicians
      It is Israel, not Iran, which said it wants annihilate all Arabs (Ovadia Joseph)
      It is Israel, not Iran, which showered children with white phosphorous
      It is Israel, not Iran, which traps 1.500.000 human in an open air prison
      It is Israel, not Iran, which killed many USS liberty crews
      It is Israel, not Iran, which wiped out 700.000 people from their hometown
      It is Israel, not Iran, which has the Government originated from a terrorist gang (Irgun to Likud)
      It is Israel, not Iran, which violates UN resolutions more than any other country on earth
      It is Israel, not Iran, which doesn’t want the entire middle east free from nuclear weapon
      It is Israel, not Iran, which refuses to sign Non-Proliferation Treaty
      It is Israel, not Iran, which helped South African Apartheid government obtained its nuclear weapon.

      No wonder Günter Grass said it is Israel which poses a threat to world peace.”

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  • 15/04/2012 - 23:31
    Enviado por: André

    AINDA EXISTE BOBO NO MARKETING.

    Parece que os políticos de Israel intensificaram o próprio delírio de onipotência “reforçando o mito do poder judaico onipresente, como se os críticos de Israel não pudessem se expressar graças à força incontornável dos conspiradores de Sião.” com a punição ao vencedor do prêmio Nobel: Ele está probido de entrar em Israel por publicar suas idéias.

    E a análise de documentos do livro Privataria tucana? Já deu tempo de ler?
    Seguindo a linha e a coerência de seus profundos artigos, já temos tempo para que o jornal ( qualquer jornalista) desnvolva com objetividade e honestidade sobre os temas levantados.
    Aguardo.

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  • 19/04/2012 - 12:54
    Enviado por: Incrédulo

    O poeta e os apressadinhos
    Jacques Gruman

    Queria falar sobre ETs e a origem da vida na Terra (sem a permissão dos criacionistas), com pinceladas de Rod Serling e Robert Wise. Fica para a próxima. No meio do caminho, fui atropelado – e não fui o único – por um poema-bomba e não vou jogá-lo fora com um peteleco blasé. Simplesmente não dá.

    Quem é que ia dar bola para um poema, menos de trinta linhas, publicado num pequeno jornal do sul da Alemanha? Acontece que o autor era Günter Grass, prêmio Nobel de literatura, e o alvo uma suposta ameaça de Israel à paz mundial.

    Um bombardeio pesado veio em reação. Foi do patético (a embaixada israelense em Berlim não teve pudor em divulgar uma nota, enquadrando Grass na mitologia antissemita do assassinato ritual de gentios antes da Páscoa judaica) ao comedido. Creio que vale a pena olhar de perto o que está por trás dessa situação. Senão, caímos na histeria e no assassinato da Razão.

    Grass, é verdade, serviu, por um breve período e no final da Segunda Guerra Mundial, na SS, a tenebrosa tropa de elite nazista, responsável por crimes hediondos. Era um adolescente que, como tantos outros, foi provavelmente forçado a se alistar no ocaso do Terceiro Reich, quando começavam a escassear recrutas.

    A ligação com a SS foi um dos argumentos usados para desqualificar o grande escritor alemão e acusá-lo de antissemita. Ora, sem levar em conta as circunstâncias em que ele esteve na SS e a idade que tinha (quantos de nós estão completamente amadurecidos com dezessete anos?), é imoral julgá-lo.

    Mais do que isso. Tristão de Athayde, San Tiago Dantas e Dom Helder Câmara, para ficar nos mais conhecidos, foram integralistas na juventude. Dantas chegou a contribuir para o jornal dos galinhas verdes em São Paulo. Todos mudaram e, cada um à sua maneira, deram importante contribuição humanista para a política brasileira. Se a lupa congelasse nos anos 1930, seriam execrados.

    Grass ousou criticar a pusilanimidade com que a comunidade internacional trata o único estado nuclear do Oriente Médio: Israel. O Estado judeu tem um arsenal atômico não determinado (calcula-se em algumas dezenas de bombas), tecnologia militar para alcançar qualquer país da região e se recusa a admitir fiscalização independente (a mesma que exige, junto com seus aliados, do Irã). Não assinou o Tratado de Não-Proliferação Nuclear e obteve parte do material, que usou para fabricar as bombas, da África do Sul, durante o regime de apartheid.

    Será que é ser antissemita exigir ao menos igualdade de tratamento para as potências nucleares? O escritor alemão criticou a hipocrisia do Ocidente, que troca de lentes quando olha seus aliados. Nisso, estou com ele. Serei um ingênuo perigoso? Terei auto-ódio? Cartas para a redação.

    Grass é “culpado” pela militância pró-palestina. Ah, isso não lhe perdoam os que igualam, de forma pueril e inconsistente, antissionismo e antissemitismo. O primeiro, é uma forma de manifestação política legítima, com a qual, ao longo da História, muitos judeus se identificaram. Ninguém é obrigado a concordar com ele. Os que discordam, com argumentos igualmente legítimos, podem lutar com seus adversários no terreno adequado: a política. O segundo, é uma patologia múltipla, com braços religiosos, psicológicos, sociais. Claro que há casos em que um se aninha nos braços do outro, a política servindo de biombo para a patologia. Isso, no entanto, não é, em absoluto, obrigatório.

    Grass vocalizou uma preocupação verdadeira: o que acontecerá caso Israel lance um ataque contra o Irã? Se isso for antissemitismo, muitos israelenses se enquadram no figurino, a começar pelos escritores David Grossman e Amos Óz. Grossman, que perdeu um filho num dos conflitos com o Líbano, chegou a dizer que, caso aconteça, o ataque será “uma aposta selvagem, apressada, passível de mudar o futuro completamente, de maneira que eu sequer me atrevo a imaginar”.

    O fato de Grass ser alemão tira-lhe o direito e o dever de pensar sobre ações que envolvam um Estado nacional e, dentro dele, os judeus? Leio que o governo israelense proibiu a entrada de uma missão da ONU, criada para apurar o impacto dos assentamentos judaicos sobre a população palestina. Em 2010, autoridades israelenses deportaram uma prêmio Nobel da Paz (certamente uma ameaça perigosíssima à segurança nacional). Os falashas, judeus etíopes que vieram com fanfarras, protestam contra a discriminação. Será que criticar essas e outras mazelas deve ser monopólio dos patrícios? Se os críticos não pertencerem à tribo, serão antissemitas?

    É tão constrangedor que me faz lembrar um personagem do seriado Seinfeld, um dos meus vícios declarados. É o tio Leo (uncle Leo). Judeu, ele via antissemitas em todos os cantos. Serviam-lhe um hambúrguer mal passado na lanchonete? O cozinheiro é antissemita! Não conseguia um bom lugar na sinagoga? O rabino é antissemita! A paranoia do Leo é engraçada na televisão. Na vida real, não tem graça nenhuma.

    Jacques Gruman é judeu e dirige a ASA – Associação
    Scholem Aleichem de Cultura e Recreação, no Rio de Janeiro

    Transcrito da Tribuna da Imprensa

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  • 30/04/2012 - 22:54
    Enviado por: Grohs

    Todo mundo aqui critica, fala o que pensa, mas parece que ninguém entende o contexto da época em que ele viveu. No período pré – segunda guerra o país estava arrasado e aparece um líder carismatico e energico, prometendo levantar o país juntamente com Goebbels fazendo uma baita propaganda do partido. Se você é um garoto de 17 anos, que sempre viu seu país na miséria e de repente aparece a chance de você fazer algo por ele, vc não faria?????

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Marcos Guterman

    Marcos Guterman é jornalista profissional desde 1989. Trabalhou por 15 anos na Folha e desde 2006 está no Estadão, onde edita a Primeira Página. É historiador, com graduação e mestrado pela PUC-SP. Atualmente faz doutorado em História na USP, tendo o nazismo como tema de pesquisa. É autor do livro "O Futebol Explica o Brasil". Sua pátria é o Santos Futebol Clube.
    Contato: marcos.guterman@grupoestado.com.br

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