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Marcos Guterman

09.fevereiro.2012 01:17:40

O “massacre” do Pinheirinho e os limites do “jornalismo cidadão”

O episódio do “massacre” do Pinheirinho – em que redes sociais na internet disseminaram a falsa informação de que a PM matara sete pessoas ao expulsar invasores de um terreno em São José dos Campos, em 22 de janeiro – é útil para desmistificar a suposta revolução liderada pelo chamado “jornalismo cidadão”.

A versão sobre as mortes, reproduzida fartamente pelo Twitter e pelo Facebook, foi deflagrada pela “Agência de Notícias das Favelas” e se manteve ainda dois dias depois do episódio, quando já se sabia que a informação era apenas rumor (a sequência pode ser vista aqui, aqui, aqui e aqui). No dia 2 de fevereiro, um ativista que disse ter testemunhado as mortes iniciou “greve de fome” para denunciar a suposta conspiração da mídia tradicional para encobrir o “massacre” – ele chegou a dizer que os corpos foram escondidos, inclusive o de um menino de 4 anos que teria levado um “tiro na nuca”. “Graças à completa ausência de uma mídia no Brasil, estou denunciando tudo na minha página no Facebook”, disse ele.

É fato que jornalistas irresponsáveis há em qualquer plataforma e em qualquer veículo – mesmo a estatal Agência Brasil veiculou, sem checar, a informação de um representante da OAB segundo a qual tinha havido mortos na operação; dias depois, teve de se retratar, e o fez de modo exemplar.

Mas, considerando-se que o “jornalismo cidadão” inclui virtualmente todos os que habitam a internet, a chance de uma informação sem fundamento circular livremente, sem contestação, com ares de fato, é substancialmente maior do que no caso do jornalismo tradicional – que tem mecanismos institucionais e técnicos que ajudam a filtrar bobagens.

O “massacre” do Pinheirinho mostra que o jornalismo das redes sociais e dos blogs “independentes”, embora seja uma novidade com enorme potencial, ainda está longe de ser substituto do jornalismo tradicional. Sem a mediação dos critérios técnicos do exercício do jornalismo, essa plataforma carece de um elemento fundamental na disseminação da informação: credibilidade.

O meio, em si, não é garantia de que a informação seja “democratizada”. A internet, até aqui, tem sido superdimensionada como elemento político – houve entusiasmo sobre o papel dela na Primavera Árabe, mas hoje sabe-se que as redes sociais foram apenas um entre tantos mecanismos de mobilização, e nem de longe foi o principal. Parece claro que a fragmentação infinitesimal da informação, mesmo com boas intenções, não ajuda a construir consenso político.

Por fim, mas não menos importante, o escarcéu em torno da “revolução” do chamado “jornalismo cidadão” mal esconde a hostilidade em relação aos jornalistas profissionais e aos veículos nos quais trabalham, todos eles supostos detentores do monopólio do “direito” de informar. Nessa equação, os cidadãos são os que naturalmente chegam à “verdade” dos fatos, posto que não estão submetidos à agenda de nenhum meio de comunicação tradicional, podendo divulgá-la, por meio da internet, sem as amarras político-ideológicas e econômicas desses veículos. Mesmo isso, porém, não é inteiramente verdadeiro. Hoje, sabe-se que muitos blogueiros estão organizados e articulados para defender os interesses do governo federal petista contra o que chamam de “PIG”, ou “Partido da Imprensa Golpista”. Auto-intitulados “blogueiros progressistas”, consideram-se a vanguarda do jornalismo cidadão, mas eles mesmos têm uma agenda muito definida e interesses políticos claros.

No “jornalismo cidadão”, a verdade surgiria por causa da chamada “cultura wiki”, isto é, a colaboração entre vários cidadãos para trabalhar a informação. O problema da “cultura wiki” é intrínseco à sua natureza. A checagem das informações não é feita antes de sua divulgação, e sim durante o processo, graças ao espírito “colaborativo” – o certo e o errado, o verdadeiro e o falso vão se distinguindo, nas redes sociais, à medida que a informação é “lapidada” pelos próprios internautas. Um dos blogueiros que participaram da cobertura do “massacre” do Pinheirinho explicou: “Cabe às redes sociais e à blogosfera repercutirem tudo que for denunciado, mesmo que seja uma repercussão em tom condicional, pois denúncias que não se confirmem causarão muito menos prejuízos que a costumeira supressão da versão dos mais fracos”.

Ou seja: a regra basilar do jornalismo, a de que é preciso verificar a veracidade da informação antes de publicá-la, simplesmente não existe nas redes sociais, empenhadas em defender “causas”. É o elogio ao boato e à irresponsabilidade – posição que nada tem de inocente ou democrática.

comentários (131) | comente

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131 Comentários Comente também
  • 09/02/2012 - 02:51
    Enviado por: Paulo Calixto

    O fato é que vocês, a mídia corporativa burguesa, fizeram uma cobertura tendenciosa, na qual criminalizavam os habitantes do Pinheirinho, enquanto elogiavam a truculência dos policiais à serviço de um governo fascista, reacionário e elitista.

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    • 09/02/2012 - 12:16
      Enviado por: Fábio

      Tomar terra que não lhe pertence é errado. Principalmente se o dono não abandonou a terra. Se aquelas pessoas não ocuparam a terra de forma legal, elas são invasoras. Invasão é crime. Elas são criminosas, portanto. Se a imprensa as criminalizou, agiu de forma correta.

      Quanto a polícia, ela age conforme a situação. Se todos saíssem de forma pacífica, não haveria necessidade de violência. Na verdade, não haveria necessidade de polícia ali. E há de se ressaltar que, ao contrário de várias polícias em outros estados, não se produziram “olhos furados” no pinheirinho.

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    • 09/02/2012 - 12:42
      Enviado por: Microempresário

      Assim como é um fato de que vocês “progressistas” (como é fácil rotular os outros, não é?) fizeram uma cobertura não apenas tendenciosa, mas mentirosa, e provavelmente com dolo, ou seja, sabiam que estavam mentindo, mas não deram importância porquê acreditam que os fins justificam os meios.

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  • 09/02/2012 - 05:40
    Enviado por: Carolina

    Perfeito.
    Fiquei um pouco triste com o fato de você ter qualificado os ex-habitantes de Pinheirinho como invasores, mas isso é detalhe.
    Parabéns!

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    • 09/02/2012 - 12:36
      Enviado por: Microempresário

      Carolina, tomando como base sua resposta ao Diógenes, logo abaixo, qual a definição do Aurélio para invasor? Não é quem ocupa um lugar que não lhe pertence? E não foi exatamente isso que aconteceu no Pinheirinho?

      Se vamos chamar as coisas pelo nome, o que acho ótimo, então façamos isto sempre, não apenas quando é conveniente.

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    • 09/02/2012 - 14:55
      Enviado por: Mario de Sampa

      Carolina, e eu fiquei triste com o texto do Guterman pois segundo a linha de raciocínio dele, “Elvis não morreu” pode ser uma informação não verídica…… buaaaaaaaaa

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    • 09/02/2012 - 16:13
      Enviado por: Marcio

      Mario,
      tem mais:
      Michael Jackson tambem nao morreu!

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    • 09/02/2012 - 18:15
      Enviado por: Carolina

      Sim, microempresário, eles eram invasores no sentido estrito. O terreno é da tal Selecta. Mas, a meu ver, a questão ali não se resumia ao direito à propriedade; ela tocava também, e sobretudo, a dignidade daquelas pessoas.
      Permitiu-se que elas ficassem ali por oito anos, que construissem uma vida ali e depois as retiraram como se fossem bichos sujos. Ninguém vai morar num terreno aparentemente esquecido porque está a fim de criar confusão. Aquelas pessoas invadiram aquela terra porque não tinham pra onde ir.
      Aqui vai um texto que diz tudo que penso sobre esse assunto. É curtinho.
      http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506372-aindaopinheirinhodecisaojudicialnaosediscutecumprese

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    • 09/02/2012 - 19:04
      Enviado por: Microempresário

      Não contesto sua opinião, Carolina. Meu ponto, até para não perder de vista o assunto do post, é a “moda” atual, e da qual a imprensa tem parte da culpa, de que tudo é relativo, tudo tem que ser “debatido” com a sociedade, etc, etc, etc.

      Sim, a prefeitura e talvez o governo do estado pecaram por omissão. Sim, é uma vergonha uma questão como esta ficar anos parada na justiça. Sim, estas pessoas são pobres, necessitadas, não tem para onde ir. Mas estes erros justificam acabar de vez com o pouco de ordem que existe? Porque, afinal, em qualquer uma das milhares de decisões judiciais tomadas diariamente pelos milhares de juízes no país pode-se incluir este tipo de questionamento. Vamos então acabar com o judiciário ? E quem será a nova “autoridade” que decidirá o que é e o que não é “justo” ou “correto” ?

      O que não pode, na minha opinião, é a sociedade (e a imprensa) tomarem a desobediência e o desrespeito à lei como algo normal, como vem acontecendo: Invadir terreno é normal. Invadir prédio público é normal. Se um juiz emite um mandado para desocupar, comunica-se que a ordem será descumprida, e isso é normal. A polícia vem para cumprir a ordem do juiz, avisa-se que haverá resistência (armada, às vezes), e isso é normal. Até onde irá o normal ?

      Tente imaginar que há pessoas escondidas em seu quintal, mexendo na porta dos fundos; vc liga para o 190, e escuta “Veja bem, Dona Carolina, não é bem assim. A questão tem que ser discutida com os setores da sociedade.”. Vc corre para o computador e lê no tuíter “A Carolina está querendo que as forças repressoras e reacionárias da sociedade burguesa ajam em seu interesse pessoal. Temos que saber quem é essa Carolina, afinal, com certeza ela tem algum podre a esconder.” No dia seguinte, vc está sendo execrada em todos os blogs do país…

      Passei do limite do ridículo ? Bem, me diga onde está o limite. Em minha opinião, já foi ultrapassado.

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    • 09/02/2012 - 19:05
      Enviado por: Fábio

      Carolina, eles ficaram oito anos lá por morosidade das autoridades. Pois desde agosto/2004 (a invasão foi em fevereiro/2004), os donos da terra ajuizaram a reintegração de posse. Não se pode culpar a Polícia de São Paulo (que agiu muito bem, por sinal; ao contrário de outras polícias “fura olhos” Brasil afora) por cumprir uma resolução da justiça. Tem que se cobrar das autoridades judiciárias o porque de demorar tanto o desfecho deste caso, e das autoridades executivas porque não tomaram providências quando aquilo era ainda um acampamento.

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    • 09/02/2012 - 20:48
      Enviado por: Carolina

      Fabio
      Aí você disse tudo: o maior responsável pela situação miserável daquelas pessoas é o Executivo, que em oito anos, foi incapaz de pensar e executar políticas públicas que resolvessem o déficit habitacional que ali se manifestou.
      Quanto à PM de SP, eu nem de longe posso concordar com a forma como executaram a ordem judicial. Nem de longe. Não se tira pessoas de suas casas às 5:30 da manhã de um domingo. Há várias formas de se cumprir uma ordem judicial. O que eles fizeram foi desumano. Está errado, foi antiético, é imoral.

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    • 09/02/2012 - 21:04
      Enviado por: Carolina

      Microempresário
      A função social da propriedade está prevista na nossa Constituição, que pode não ser a melhor Constituição do mundo, mas é a que temos. Está lá nos artigos 5, XXIII, 170, III, 182, parágrafo segundo e 186.
      A função social da propriedade é a ordem.

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    • 09/02/2012 - 21:32
      Enviado por: justo

      Carolina, posso meter o bedelho na conversa?
      Você disse que existem outras formas de desocupar aquelas familias de lá. Quais seriam?
      Vou mostrar um link das fotos do pessoal esperando a policia , as 5:30hs da manhã?

      http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/6101-desocupacao-da-favela-pinheirinho#foto-114679

      Estas pessoas foram aparelhadas por politicos locais e outras lideranças para enfrentarem a desocupação. Havia um mandato judicial a ser cumprido. Diga-me o que diante disto como A PM poderia agir de outra forma?

      Seria didático para outras ocasições.

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    • 09/02/2012 - 22:46
      Enviado por: justo

      Não quero acreditar que este seja o “metodo correto” ao qual a Carolina se referiu

      http://www.youtube.com/watch?v=UP6Z7Rd7Ab8&feature=player_embedded

      No dia 14 de julho do ano passado, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Acre, obedecendo a uma determinação judicial — a exemplo do que teve de fazer a PM de São Paulo —, foi chamada a executar a reintegração de posse de um terreno privado na periferia da cidade de Brasíleia, no interior do Acre, administrada pela prefeita Leila Galvão, do PT.

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    • 09/02/2012 - 22:54
      Enviado por: Carolina

      Justo
      Pra começar, acho que a prefeitura de São José ou o estado de SP deveriam ter desapropriado a área indiretamente (isto é, decretado o espaço como de interesse público a revelia da Selecta, deixado o povo lá e depois pago a massa falida da empresa). Mas é claro que isso nunca iria acontecer porque está mais do que evidente que tanto a Prefeitura de São José dos Campos quanto o governo de São Paulo não estão muito preocupados com essas pessoas.
      Sobre a reintegração acho que, no mínimo, elas deveriam ter sido avisadas com antecedência sobre o dia e hora da reintegração. “Vocês serão retirados daqui daqui no dia tal, em tal horário, e serão encaminhados para os abrigos tal, tal e tal.”.
      Acho também que elas deveriam ter sido encaminhadas para abrigos decentes, que não foi o que aconteceu.
      É evidente que muitas dessas pessoas resistiriam à reintegração e iriam haver confrontos (como houve), mas creio que os desdobramentos teriam sido menos graves. Um juiz do Tribunal de Justiça de SP disse que o fator surpresa foi usado para evitar o confronto violento. Isso não faz o menor sentido. Se alguém aparecer às cinco e meia da manhã me dizendo que eu tenho que sair da minha casa é EVIDENTE que eu vou reagir.
      Soube que já tinha havido uma tentativa de reintegração, durante a semana, mas não sei se as pessoas haviam sido avisadas com uma antecedência razoável, de modo que fica difícil avaliar o porquê de essa primeira tentativa não ter dado certo.

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    • 09/02/2012 - 23:22
      Enviado por: justo

      Ainda assim não entendi o que a PM tem a ver com tudo isto. Ela apenas cumpriu a determinação da justiça. E não houve mortes, nem estupro, ou qualquer outra mentira que a gente lê plantada na internet. É claro que sempre irão dizer que houve, que desapareceram com os corpos, invertendo a ordem das coisas, pois o onus da prova cabe a quem acusa. A PM não tem que ficar provando que não teve morte ou estupros, mas sim os que acusam. Porem na tal midia alternativa tenta-se o contrário.
      Em todo o caso, acho que é muito mal feito as questao das leis e a formas para habitação no Brasil. É tão mais facil comprar um carro do que uma casa… pena isto.
      Sem falar que as tais casas populares so existem nas propagandas governamentais e se multiplicam apenas nos panfletos politicos em vespera de eleicao.
      Mas as leis estão feitas e devem ser cumpridas.
      Quem não gostar deve tratar de muda-las e não enfrenta-las desta forma.
      Se bem que no caso do Pinheirinho, como voce disse, o geverno e a prefeitura nao estao nem ai.
      No acre, cuja prefeitura é do PT, também não estava nem ai..
      Até porque, no limite, o direito de propriedade deixa de existir… hummmm mas isto é comunismo né?
      Se bem que até no comunismo a propriedade é do proletariado… em ultima instância dos que governam (pois estabelecem a ocupaçao).
      Abraços

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    • 10/02/2012 - 09:09
      Enviado por: Carolina

      Justo
      A PM tem nada a ver com o fato de a juíza Loureiro ter decidido reintegrar a massa falida da Selecta na posse daquela área, mas tem tudo a ver com a forma como essa decisão foi executada.
      Volto a dizer: as pessoas deveriam ter sido avisada com um antecedência razoável. Chegar lá às 05:30 da manhã de um domingo, sem aviso prévio, foi muita covardia. É evidente que muita gente ficaria nervosa, reagiria, se descontrolaria… Porém, se elas tivessem sido avisadas com antecedência creio que as reações teriam sido menores.
      Creio ainda que os ex-moradores do Pinheirinho deveriam ter sido retirados de lá aos poucos. A população poderia ter sido dividida em grupos, que seriam levados aos abrigos de forma gradual (talvez um grupo por cada quinze dias). Só que isso seria muito dispendioso, né? E quem quer gastar tempo e dinheiro com pobre?
      Sobre o direito à propriedade ter um limite, bem, acho que a função social é um limite bastante razoável. Acho imoral que, num país com tanta gente miserável, haja pessoas que têm fazendas e mais fazendas, muitas das quais são totalmente improdutivas, servindo apenas para especulação. Não é justo também. Comunismo é algo totalmente diferente. O que se quis com a inclusão da cláusula da função social da propriedade foi, apenas, reduzir a desigualdade, mitigá-la.
      Ab.

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    • 10/02/2012 - 09:23
      Enviado por: Carolina

      Ah, sim, sobre as mentiras que foram divulgadas na internet, concordo plenamente. Tem gente muito irresponsável por aí.
      Sabe o que acontece também? Muitos ativistas inexperientes vão se cansando de ver que suas causas não recebem atenção e começam a fazer qualquer coisa para chamar a atenção.
      A verdade é que ninguém gosta de ter que se incomodar com pobre. A real é essa. Joga aqueles neguinhos, moreninhos e cabeças-chatas com nariz escorrendo em qualquer escola pública desativada e tá tudo bem…
      Quando você trabalha com isso e vê tanta injustiça, todo santo dia, chega uma hora em que você se desespera. Eu já vivi isso, a maioria dos meus amigos ativistas também. E no desespero começam os erros.
      A honra está em você continuar defendendo a sua causa sem se desesperar, mesmo que você saiba que não será ouvido, como esses mendigos profetas que ficam gritando pelos largos sem que ninguém lhes dê atenção.

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    • 10/02/2012 - 14:47
      Enviado por: justo

      Vou discordar de novo Carolina. Sinto muito.

      Eu continou a não ver excessos da PM no pinheirinho. Você viu excessos da PM neste outro caso do Acre (que você nem sitou)?
      Não vejo excesso em nenhum dos dois. Sabe por quê? Porque no caso do Acre eles estavam prontos para enfrentar os PMs… que estavam ali não para serem, como você sugere em seus comentarios, assistentes sociais. Estavam ali para fazerem cumprir uma ordem judicial. Certa ou errada ERA DEVER DELES CUMPRI-LA. Agora.. você viu as fotos que eu indiquei do pessoal do pinheirinho? Isto foi dias antes da ação da PM. Não acha que eles estavam preparados para enfrentar com força a PM? Estavam sim. As fotos provam. Então vamos imaginar… a PM avisa.. dia tal..tal hora nos vamos ai desalojar voces e desocupar o terreno. Você acha que estas pessoas iriam ficar sentadas esperando? Claro que iria, a exemplo da foto, see armarem para enfrentar. ainda mais insufladas pelos politicos oportunistas e ativistas. Ai sim… sairia muita morte.
      Talvez, e isto é ilação minha, fosse isto que a esquerda desejasse. Tal o ímpeto com que quer divulgar mortes que não houveram.
      Você fala da função social e sita como é mesmo? Deixa eu ler:
      “Acho imoral que, num país com tanta gente miserável, haja pessoas que têm fazendas e mais fazendas, muitas das quais são totalmente improdutivas, servindo apenas para especulação. Não é justo também.”
      Concordo também. Porém, só para você entender que não suporto hipocrisia, o caso do Acre as terras eram da UNIÃO!! Não eram de fazendeiros ricos…eram da união. União que por sinal, entra governo e sai governo nao promove a reforma agrária nem a pau juvenal.
      Tudo isto, Carolina, é hipocrisia de um governo corrupto, safado, mentiroso. Que para se perpetuar no poder se junta com tudo que no passado condenou com a maior cara de pau do mundo.
      É tão bonito falar dos pobres.. dos coitadinhos… mas na pratica continuar da mesma forma como sempre foi e sempre será. Por que? Porque politico é tudo igual. Safados, ladroes e corruptos.
      Abraços a você Carolina, que eu acho uma iludida, com todo o respeito.

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    • 10/02/2012 - 14:49
      Enviado por: justo

      Com o passar dos anos, estou emburrecendo o meu portugues. Acredite, é erro de digitação: CITOU pelo amor de Deus…citou e não sitou que nem sei se existe.Argh!

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    • 10/02/2012 - 16:00
      Enviado por: Carolina

      Justo
      Em nenhum momento eu supus que as pessoas não reagiriam, caso tivessem sido avisadas com antecedência. Pelo contrário, eu disse que era de se esperar que reagissem, mas que (e aí, sim, estava supondo) era igualmente provável que os desdobramentos fossem de menor gravidade.
      Sobre o caso do Acre, eu não sei do que você está falando. Não vi nada a respeito.
      Quanto a ideia de que a PM, ao agir com o mínimo de humanidade, estaria fazendo as vezes de assistente social e não de polícia, bem, isso é a sua opinião. Eu discordo. A PM existe para prevenir o crime (está na Constituição), com vistas a proteger a população. Proteger, dar segurança.
      Finalmente, quanto a eu ser iludida, ok, é a sua opinião. Eu também discordo.
      Ab

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    • 10/02/2012 - 17:16
      Enviado por: Justo

      Ah… Carolina.. so você mesma para esperar que avisando quando e onde haveria a desocupação para ser “de menor gravidade”.. Ainda bem que os que fizeram a desocupação não pensam como você.
      Sobre o Acre eu enviei o link do video.
      (engraçado isto de você não ver o que mostro… mas espera que eu veja o que você mostra?)

      Vejamos:
      http://www.youtube.com/watch?v=UP6Z7Rd7Ab8&feature=player_embedded
      (video do ato normal de desocupação de terras feitas pelo PT)

      Você não sabe nada sobre o assunto…. Porque eu tenho que saber sobre o pinheirinho?
      Ah… porque uma coisa é o PT outra coisa são os outros.
      Desculpe. Bom fim de semana.
      hahahahahaahaha!
      Esta esquerda é realmente.

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    • 10/02/2012 - 17:17
      Enviado por: Justo

      PS: Não me indique blogs ou comentáristas comprometidos com o PT. Realmente é perda de tempo. Tanto o panfleto quanto o teu de indicar.
      Abraços.

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    • 10/02/2012 - 18:57
      Enviado por: Carolina

      Justo
      Se você não acredita que eu não vi o link que você havia enviado antes o problema é seu. Acho engraçado você sentir tão incomodado com o simples fato de alguém discordar de você, assim como acho curioso você já partir da premissa de que eu menti ao dizer que não havia visto o tal link por você enviado.
      Eu posso não entender nada sobre Pinheirinho. Aliás, não entendo nada sobre muita coisa e isso, graças a Deus, faz parte da vida. Posso, contudo, emitir opiniões sobre o que leio, vejo na TV e ouço. Assim como você emite as suas. E não preciso ser antipática e agressiva com meus interlocutores quando o faço. Até já fui aqui mesmo neste blog, mas não é o caso agora.
      Seja feliz.

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  • 09/02/2012 - 06:36
    Enviado por: Ezequiel-SP

    Vocês acreditam em tudo que sai na “Al Jazira” ?????

    A seguir: Sbt, Recoópia, Recópia 42 News, Nacif, Paulo H.Tamborim, Carta capital, Isto é ?, e tem mais……

    Esses adoram fala mal de São Paulo.

    Fora os “blogueiros” enganjados a favor da “causa”

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  • 09/02/2012 - 07:16
    Enviado por: Hugo

    Ótimo texto. E o pior é que o “jornalismo cidadão” dos “blogueiros progressistas” é altamete seletivo. Quando há uma reintegração de posse em estados governados por “governadores progressistas”, eles abafam até os fatos. Quando a reintegração de posse ocorre em estados governados por “governadores reacionários”, eles propagam o que não existe. Até Goebbels enrubeceria.

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  • 09/02/2012 - 08:18
    Enviado por: Diogenes da Lantterna

    O “massacre de Carajás” tambem foi batizado com este nome absurdo. Dezenas de mateiros armados de porretes, machados, foiçe e martelo, partiram pra cima de 10 policiais acuados por um caminhão, deveríam fazer o que(?) dar as cabeças á premio? Sacrificar-se pelo idealismo? No pinheirinho a ordem era judicial porem a “turma” do “vamos zonear” gritou que a polícia matou, estuprou e saqueou. Alguns orgãos televisivos deram o maior apoio aos invasores. Há poucos dias tivemos uma turba que invadiu um PS, retirou um assassino e matou-o a pedradas. Os 5 policiais que estavam presentes, só poderiam enfrentar os mais de Cem linchadores a bala, como em Carajás. Neste episódio a OAB, Direitos Humanos e alguns reporteres, caíram de “pau” na polícia… Por omissão! Vai entender o que a “turma da esquerda” quer.

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    • 09/02/2012 - 10:00
      Enviado por: Carolina

      Diógenes
      Aurélio Buarque de Hollanda define a palavra massacre da seguinte forma:
      “1. Morticínio cruel; matança, carnificina.
      2. Ato ou efeito de massacrar.”
      Você pode não concordar com a interpretação dos fatos (o que o levaria a desprezar o adjetivo “cruel”), mas não pode negar que eles aconteceram (o que o obriga a aceitar, pelo menos, a equivalência entre matança e massacre).
      Você definitivamente precisa trocar a pilha da sua lanterna. Não tem um botequim ou uma casa de ferragens perto da sua casa, não? Essa galera costuma ter pilhas boas.

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    • 09/02/2012 - 11:52
      Enviado por: Mario de Sampa

      Carolina, concordo com o Diogenes quanto ao massacre de Carajás no tocante de que “pairou muitas dúvidas quanto ao ocorrido” e foi interpretado, julgado pelo calor da emoção e não pela frieza que deveria ser avaliado. Ao ver as filmagens ainda me paira dúvidas (tenha isto apenas como minha opnião pessoal). Quanto ao pinheirinho tivemos aquela ação atrapalhada, sem planejamento, mal executada e tudo mais que possa imaginar de uma atitude estúpida, tamanha brutalidade e imbecilidade. A área era sim invadida, isto é muito comum em SP, mas nunca tivemos algo tão grande e ao meu ver quase impossível de se executar uma evacuação sem graves confrontos. Do outro lado temos o que já era previsível, a população em revolta usa as armas que encontrarem, paus, pedras, mentiras e tudo que se possa imaginar de uma pessoa que está prestes a perder o único e mais importante bem que é sua moradia, por mais humilde que seja. Tinha bandidos, traficantes, trabalhadores, comerciantes como qualquer bairro aqui da capital. As redes sociais estão realmente tendo o poder de informação e desinformação (parece até tática de Goebler) mas veio para ficar e ainda vai dar muito trabalho visto que controlar ou impor regras/regulamentações é coisa praticamente impossível. Se era área de massa falida de ricaço e isto pesou na determinação da reintegração e posse, mostra apenas o que Lula definia (veja bem “efinia”) como “caixa preta” e que hoje começa a ficar transparente quanto a sua imparcialidade e autonomia, mas que ora temos que acatar e respeitar. Na minha opnião pessoal a área deveria ser negociada e anistiar a população por lá e indenizar o proprietário.

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    • 09/02/2012 - 12:13
      Enviado por: Mario de Sampa

      Em tempo: digitei errado “Goebbels”.

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    • 09/02/2012 - 14:03
      Enviado por: Jakob Ibrahim

      O “proprietário”, Mario, é ninguém menos do que o megainvestidor Naji Nahas. E, para quem não sabe, ele deve alguns milhões em IPTU pelo espaço. Não é interessante que toda uma comunidade tenha sido desalojada para favorecer Nahas? E agora, quem cobra e executa Nahas? Os que estavam lá eram invasores e ele, o que é? E não é ainda mais interessante que a mesma juíza que deu a sentença tenha ido pessoalmente acompanhar a desocupação, quebrando o decoro próprio ao cargo, nas palavras do prof. W. Maierovitch?

      Isso não tem nada a ver com o tema do post -que é sobre denuncismo travestido de jornalismo. Mas deveria ser esclarecido por todos os que desejam ver cumprida a missão máxima do jornalismo, que é divulgar fatos, com o máximo de veracidade e transparência possível.

      Sds

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    • 09/02/2012 - 16:19
      Enviado por: Mario de Sampa

      Jakob, que bom rever vc por aqui. O Sr. Nahas é tão repulsivo que tenho até dificuldade em citar seu nome. Não sei se ainda está em Sampa mas seja onde estiver está gozando de muito luxo com o dinheiro amaldiçoado que levantou em todas as suas falcatruas, inclusive nos EUA. Mas voltando ao assunto, foram claros os indícios de que existem interesses obscuros nesta ação, especialmente ao ver a tal juiza sair praticamente em defeza daquela mazela. Fora isto os oportunistas de plantão seja nas midias sociais quando nos discursos dos políticos do governo (opocição e situação). Eu vejo um caos em todos os sentidos. O enfrentamento dos moradores, os envolvidos da justiça, os homens públicos do estado e da prefeitura, manifestações infelizes durante as festividades na Sé contra Kassab (Aliás estes não vieram a pé. Alguém financiou a vinda desta turma). É difícil para homens de bem, independentemente de ideologias, ver os rumos do nosso país e a cultura que se transforma em algo sem limites.

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    • 09/02/2012 - 16:36
      Enviado por: Mario de Sampa

      Jakob, voltando ao contexto principal do Blog. Por um lado temos as iniciativas do governo em tentar amordaçar a imprensa livre e por outro o nada fácil de controlar “Jornalismo Cidadão” que realmente de jornalismo não tem nada. O advento internet abriu um espaço para todos os setores, comerciais, educacionais, “Golpes” e não podia ficar de fora o jornalismo (tanto que estamos aqui… rs). Todos tivemos acesso a informação na internet e aprendemos a inserir informações. Infelizmente nem só de coisas boas ou pessoas de boa índole.

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    • 09/02/2012 - 16:44
      Enviado por: Justo

      Jakob Ibrahim.. você esta enganado. Caiu na propaganda partidaria do PT e PSOL.
      O Pinheirinho pertence à massa falida da Selecta. E, salvo engano meu, a Selecta possui credores. Mas você e a totalidade da esquerda diz que pertence ao Nahas. Pode ter pertencido. Não pertence mais, mas o patrimonio da Selecta que esta falida e portanto pertence aos credores da tal massa falida.
      MAS… mesmo que pertencece ao Nahas, vocês querem discutir a decisão da justiça?
      Não é isto que esta estampado nos blogs da esquerda e que o PT e o PSOL alardeia. Eles alardeiam que houve um “massacre” dos PMs com conivência da prefeitura (que não é do PT).
      Não se pode discutir, com armas nas mãos, decisões da justiça em UM ESTADO DEMOCRATICO.
      Até porque o proprio PT já fez, e faz,(muito corretamente) desapropriações destas ocupações ILEGAIS, até mesmo em terras do estado, que teoricamente poderiam ser usadas para a tal reforma agraria não é?

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    • 09/02/2012 - 16:47
      Enviado por: Justo

      Corrigindo o meu já horrivel português… “pertence-se” ou será que com a nova ortografia se escreve “pertencesse”? (mas certamente “pertencece” é um erro de digitação grave”) hahaha”

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    • 09/02/2012 - 18:22
      Enviado por: Jakob Ibrahim

      1- Em que ponto eu falei sobre a decisão da Justiça? Suas palavras: “MAS… mesmo que pertencece ao Nahas, vocês querem discutir a decisão da justiça?”

      Eu escrevi: “Não é interessante que toda uma comunidade tenha sido desalojada para favorecer Nahas? E agora, quem cobra e executa Nahas? Os que estavam lá eram invasores e ele, o que é? E não é ainda mais interessante que a mesma juíza que deu a sentença tenha ido pessoalmente acompanhar a desocupação, quebrando o decoro próprio ao cargo, nas palavras do prof. W. Maierovitch?”

      Justiça não pode ter dois pesos e duas medidas, nem favorecer poderosos, nem pobres (a chamada parte mais fraca). E a considerar a opinião do prof. Maierovtich, essa juíza deveria ser investigada. Tudo ali é suspeito. Ponto.

      Eu sequer comentei o post em si, mas apenas uma linha escrita pelo Mario de Sampa.

      Leia, Justo, ao invés de interpretar o que está escrito de acordo com seus critérios, suas aversões e ideologia (se é que tem alguma).

      ***

      Olá, Mario. Espero que esteja bem. Nem entrei no mérito do ‘jornalismo cidadão’, porque isso não é jornalismo. É denuncismo. Deve ser considerado como tal, e não como jornalismo. Haveria mais o que comentar, mas hoje estou superenrolado. Desconfio das tais redes sociais tipo Facebook, supervalorizadas e repletas de fofocas. É uma mega-radio peão, se me entende. Abraços!

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    • 09/02/2012 - 18:44
      Enviado por: Justo

      Todos lemos..
      Mas você parece escrever e não se lembrar do que escreve:

      ““Não é interessante que toda uma comunidade tenha sido desalojada para favorecer Nahas?”

      Que Nahas???????????????

      Agora releia o que eu escrevi e procure entender. O que você disse é uma inverdade (para dizer o minimo)

      Maierovitch é um amigo. Mas e daí que a opinião dele é contra a minha e a de muitos? Opinião é opinião. A esquerda panfleta que houve mortes, massacre,etc. Tudo para proteger o tal do Nahas!!! ??
      E é justamente isto que você repete.
      Que Nahas o que meu caro… você insiste em panfletar
      Meu amigo Maierovitch jamais diria esta besteira!

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    • 09/02/2012 - 21:09
      Enviado por: Carolina

      Mario
      Meu ponto é apenas o seguinte: em Carajás várias pessoas foram mortas, não foram? Então houve massacra.
      O Aurélio estabelece o termo “matança” como um dos correspondentes da palavra “massacre”. Aí, se você procurar pelo significado de matança verá lá “1. Assassínio de muitas pessoas; (…).”.
      Então houve massacre.
      Se as mortes foram acidentais ou não, se quem atirou estava querendo o resultado alcançado ou não é outro papo.

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    • 09/02/2012 - 22:50
      Enviado por: Mario de Sampa

      Grande Carolina… Não questiono a “matança” ou “massacre” seja qual for o termo mais correto para o ocorrido. O que me gera dúvidas é o que vc se refere como “outro papo” e que não vale a pena discutir neste momento pois sairemos muito fora do contexto do post. Mas ainda iremos poder trocar ideias quando for mais apropriado, combinado? Abç

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    • 10/02/2012 - 10:28
      Enviado por: Rogério

      “Justiça não pode ter dois pesos e duas medidas, nem favorecer poderosos, nem pobres (a chamada parte mais fraca). ”

      E aí Jakob

      A justiça trabalhista tem um viés social. Sei disso na prática, quando uma ex-funcionária entrou com uma ação na justiça contra a minha mulher. Ela entrou mentindo descaradamente. Eu tive que estudar direito trabalhista na internet e fiz a defesa dela, pois a loja dela quebrou e não tinha dinheiro nem para pagar advogado. Imagina um veterinário, advogado amador . Mas na primeira instancia a funcionáriua perdeu e ainda ganhou uma multa por litigância em má-fe, tão absurda a mentira contada. Na segunda instância regional ela perdeu novamente. Já no TST ela acabou ganhando, pois a justiça do trabalho tem um cunho social mais forte do que as outras.

      E foi feita justiça? Evidentemente não, a justiça não passa de uma loteria. não levou em consideração que minha mulher quebrou, que a funcionária era péssima, que roubou na loja e ainda vendeu fiado para toda sua família que obviamente não pagou. E ela vai levar na boa o que minha mulher não ganhou em meses de trabalho.

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    • 10/02/2012 - 14:57
      Enviado por: justo

      Carolina? Juro que não estou pegando no teu pé.
      Mas só para eu entender bem o que é “massacre”…
      É assassinato em massa não é?
      ASSASSINATO é…?
      Assassinato é tirar a vida de outro INTENCIONALMENTE.
      É isto?
      Abraços

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    • 10/02/2012 - 16:42
      Enviado por: Carolina

      Justo

      Segundo o “Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa” (terceira edição, Curitiba, Ed. Positivo, 2004, p. 210), a palavra “assassínio” tem os seguintes significados:

      “Ato de assassinar; homicídio, assassinato, assassinamento.”.

      Homicídio, como todos sabemos, pode ser doloso ou culposo, então vejamos quais são os significados das palavras “assassinar”, “assassinato” e “assassinamento”.

      1) Assassinar. Verbo transitivo direto. 1. Matar com violência ou à traição. 2. Matar (ser humano). 3. Fig. Extinguir, destruir, aniquilar. 4. Fig. Tocar mal (um trecho de música). 5. Fig. Falar mal (uma língua). 6. Fig. Representar mal (uma peça ou um papel).

      2) Assassinato. S. m. Ver “assassínio”.

      3) Assassinamento. S. m. Ver “assassínio”.

      Que eu saiba a reforma de 2009 tocou apenas a ortografia e não o significado das palavras, assim sendo…

      Ab.

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    • 10/02/2012 - 16:54
      Enviado por: Carolina

      Em tempo, segundo o mesmo dicionário (p. 1291), um dos significados do verbo “matar” é “Causar a morte; privar da vida.”.
      Voilà, monsieur!

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    • 10/02/2012 - 17:06
      Enviado por: Justo

      Xi… compramos o dicionario errado ?
      O Aurelio? O Novo Aurelio ?

      v.t. Matar com premeditação ou à traição

      Não vou discutir Carolina. O dicionário (todos eles) definem bem que assassinar é diferente de matar.
      Assassinar é matar com premeditação. Com intenção de matar.

      voilá!

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    • 10/02/2012 - 17:23
      Enviado por: Justo

      Joguei o meu dicionário no lixo.
      Resolvi usar o dicionario on line do Aurelio. Acho que é mais novo né?

      Significado de Assassinar
      v.t. Matar com premeditação ou à traição. / Fig. Tocar mal uma música, representar mal uma peça.

      Fonte:
      http://www.dicionariodoaurelio.com/

      ON LINE.
      Fui.

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    • 10/02/2012 - 18:42
      Enviado por: Carolina

      Justo

      Você entende que um verbo possa ter mais de um significado, não entende?

      Então, vou repetir: segundo o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa ao verbo “assassinar” correspondem os seguintes significados:

      1. Matar com violência ou à traição. 2. Matar (ser humano). 3. Fig. Extinguir, destruir, aniquilar. 4. Fig. Tocar mal (um trecho de música). 5. Fig. Falar mal (uma língua). 6. Fig. Representar mal (uma peça ou um papel).

      Veja lá o item 02 – matar ser humano. Ponto. Não há juízo de valor sobre culpa ou dolo. O que existe é o núcleo e só. Um dos significados do verbo é “matar com violência ou à traição” e outro é simplesmente “matar”.

      Você escolhe interpretar o verbo assassinar de acordo com o item 01. É uma opção sua.

      E isso é porque você não quer pegar no meu pé. Imagina se quisesse…

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    • 10/02/2012 - 19:01
      Enviado por: Carolina

      Justo

      Aí está o link para o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa da Editora Positivo.

      http://www.aureliopositivo.com.br/

      Realmente, Justo, é melhor não discutir… Aliás, vou te dar um toque, já que você tem tanto apreço pelo nosso idioma: o verbo “haver”, no sentido de “existir”, é impessoal, ou seja, não tem plural. Assim sendo, sugiro que você substitua sua frase “Tal o ímpeto com que quer divulgar mortes que não houveram.” por “Tal o ímpeto com que quer divulgar mortes que não houve.”.

      Mais uma vez, seja feliz.

      Ab.

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    • 10/02/2012 - 19:11
      Enviado por: Carolina

      Justo

      Você entende que um verbo pode ter mais de um significado, não entende?

      Então, vou repetir: segundo o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa ao verbo “assassinar” correspondem os seguintes significados:

      1. Matar com violência ou à traição. 2. Matar (ser humano). 3. Fig. Extinguir, destruir, aniquilar. 4. Fig. Tocar mal (um trecho de música). 5. Fig. Falar mal (uma língua). 6. Fig. Representar mal (uma peça ou um papel).

      Veja lá o item 02 – matar ser humano. Ponto. Não há juízo de valor sobre culpa ou dolo. O que existe é o núcleo e só. Um dos significados do verbo é “matar com violência ou à traição” e outro é simplesmente “matar”.

      Você escolhe interpretar o verbo assassinar de acordo com o item 01. É uma opção sua.

      E isso é porque você não quer pegar no meu pé. Imagina se quisesse…

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    • 10/02/2012 - 23:23
      Enviado por: Paulo

      Tem também este site com o dicionário Michaelis da língua portuguesa:
      http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/

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    • 12/02/2012 - 18:46
      Enviado por: Jakob Ibrahim

      Rogério, vou ministrar um curso em Florianópolis nos próximos meses (abril ou maio). Me envie um email para jakob.m.ibrahim@gmail.com. Aquele email do yahoo não acesso mais há tempos. Vamos ver se marcamos de nos encontrar da próxima vez que eu for a SC.

      Abração!

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    • 13/02/2012 - 10:26
      Enviado por: Rogério

      Jakob

      Legal,

      Já enviei o e-mail.

      Quando vier é só avisar.

      Abraço

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    • 14/02/2012 - 16:37
      Enviado por: Justo

      Eu realmente não estava disposto a continuar esta inútil discussão. Mas como se resolveu tentar me desqualificar por erros em português (Não existe uma só pessoa que não tenha algo a aprender da língua portuguesa), resolvi esclarecer o porque do minha intervenção.
      Não se iludam os que leem este e outros blogs onde os da esquerda comentam imaginando que eles estão em busca da verdade ou da justiça. Eles iludem e ludibriam. A verdade é somente a que lhes serve de apoio e a justiça somente a que lhes é conveniente.E o fazem por pura convicção doutrinaria. Os fins justificam os meios (Este sempre foi o lema da esquerda na história).

      Assim é que quando eu li, mais acima, que se classificava “massacre” como uma grande porção de pessoas mortas não me contive. Isto é distorcer a verdade quando lhe é conveniente. Não se chama de massacre um acidente de ônibus onde uma grande quantidade de pessoas morreram. Exceto se restar provado que o motorista, ou o que tenha provocado estas mortes, tenha sido feito com a INTENÇÃO de matar aquelas pessoas. Ou seja assassinato.

      A primeira definição em qualquer dicionário é a que define o exato significado da palavra procurada. Os demais são significados secundários que DEPENDEM do contexto.

      Não se pode negar que uma pessoa que suicidou-se morreu.
      Assim suicidar é definido como:
      sui.ci.dar
      (suicida+ar2) vpr (1) Dar a morte a si mesmo; pôr termo à própria vida: Presume-se que a moça se suicidou. (2) Arruinar-se, destruir a sua própria influência e prestígio, ser a causa da própria ruína: Renunciando naquela situação, suicidou-se politicamente.

      Ora. Arruinar-se é a definição número dois.
      Seguindo o critério da Carolina não haveria morte, mas ruina, quando se lesse nos jornais que fulano suicido-se.

      Não era, e não é, minha intenção corrigir a língua portuguesa, até porque eu careço de muita ajuda. Mas neste caso queria apenas demonstrar que para os que defendem a esquerda à ferro e fogo, a verdade é sempre distorcida para ressaltar o que lhes é conveniente.

      Se houve ou não “massacre” em Carajás eu não sei. Mas que definir massacre como uma grande porção de pessoas mortas não é correto, não é mesmo.

      Segundo, se for o caso eu peço desculpas, mas em momento algum eu quis ofender ou destratar a pessoa da Carolina.
      Em uma democracia aceita-se o contraditório com argumentos. Um pouco de ironia faz bem e faz parte.

      Espero ter me feito compreender.
      Abraços.

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    • 14/02/2012 - 18:47
      Enviado por: Justo

      Aqui esta meu último comentário depois de corrigido todo o português. Não muda nada no conceito.

      Eu realmente não estava disposto a continuar esta inútil discussão. Mas como se resolveu tentar me desqualificar por erros em português (Não existe uma só pessoa que não tenha algo a aprender da língua portuguesa), resolvi esclarecer o porquê da minha intervenção.
      Não se iludam os que lêem este e outros blogs onde os da esquerda comentam imaginando que eles estão em busca da verdade ou da justiça. Eles iludem e ludibriam. A verdade é somente a que lhes serve de apoio e a justiça somente a que lhes é conveniente. E o fazem por pura convicção doutrinaria. Os fins justificam os meios (Este sempre foi o lema da esquerda na história).
      Assim é que quando eu li, mais acima, que se classificava “massacre” como uma grande porção de pessoas mortas não me contive. Isto é distorcer a verdade quando lhe é conveniente. Não se chama de massacre um acidente de ônibus onde uma grande quantidade de pessoas morreu. Exceto se restar provado que o motorista, ou o que tenha provocado estas mortes, tenha sido feito com a INTENÇÃO de matar aquelas pessoas. Ou seja, assassinato.
      A primeira definição em qualquer dicionário é a que define o exato significado da palavra procurada. Os demais são significados secundários que DEPENDEM do contexto.
      Não se pode negar que uma pessoa que suicidou-se morreu.
      Assim suicidar é definido como:
      sui.ci.dar
      (suicida+ar2) vpr (1) Dar a morte a si mesmo; pôr termo à própria vida: Presume-se que a moça se suicidou. (2) Arruinar-se, destruir a sua própria influência e prestígio, ser a causa da própria ruína: Renunciando naquela situação, suicidou-se politicamente.
      Ora. Arruinar-se é a definição número dois.
      Seguindo o critério da Carolina não haveria morte, mas ruína, quando se lesse nos jornais que fulano suicida-se.
      Não era, e não é minha intenção corrigir a língua portuguesa, até porque eu careço de muita ajuda. Mas neste caso queria apenas demonstrar que para os que defendem a esquerda a ferro e fogo, a verdade é sempre distorcida para ressaltar o que lhes é conveniente.
      Se houve ou não “massacre” em Carajás eu não sei. Mas que definir massacre como uma grande porção de pessoas mortas não é correto, não é mesmo.
      Segundo, se for o caso eu peço desculpas, mas em momento algum eu quis ofender ou destratar a pessoa da Carolina.
      Em uma democracia se aceita o contraditório com argumentos. Um pouco de ironia faz bem e faz parte.
      Espero ter me feito compreender.
      Abraços.

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  • 09/02/2012 - 08:27
    Enviado por: Ben

    O termo “jornalismo cidadão” é falso. O correto seria “jornalismo político-partidário”. Não se trata de uma manifestação espontânea e independente de cidadãos comuns.

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  • 09/02/2012 - 08:45
    Enviado por: João Só

    Do que leio nos chamados “blogs sujos” (Nassif, Paulo Henrique Amorim, Azenha, Eduardo Guimarães, Rodrigo Vianna entre outros), sei que o PIG é:

    Globo (TV e jornal), Folha, Estadão e Veja. Alguns incluem a RBS e o Zero Hora no sul.

    Nas últimas eleições o único destes veículos que se posicionou, em editorial, claramente a favor do Serra foi o Estadão. Ponto pro Estadão. Os outros fingiam calhordamente ter alguma imparcialidade. Pelo o menos os blogueiros progressistas assumiam claramente sua posição. Ponto prá eles.

    Mas do PIG, hoje em dia, só importa mesmo a Rede Globo. Que é quem pode dar golpe no país, como fez em 1989. O último golpe que os outros deram foi o de 1964. Já não têm aquele poder.

    Dizer que os blogueiros progressistas fazem algum contraponto ao poder da Globo é ingenuidade. Mas ajudam. Como no infame episódio da bolinha de papel na cabeçorra do Serra.

    E verdade seja dita. Os blogueiros progressistas precisariam viajar por 30 km de canos de esgoto para chegar aos pés de alguns blogueiros oficiais do PIG em matéria de desonestidade, mitomania e indecência intelectual. Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes, Noblat e Josias de Souza são insuperáveis nesses quesitos porcos.

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    • 09/02/2012 - 13:06
      Enviado por: Microempresário

      João, eu também não gosto do jornalismo da Globo. Mas não por achar que a Globo é oposição, muito pelo contrário. A Globo é amiga do poder desde sempre, e não é diferente agora. Dois exemplos:

      - Em 2006 (quando Lula disputava a reeleição), a Globo alardeou que o Brasil tornara-se autosuficiente em petróleo. Era mentira, apenas uma manipulação de números, pegaram um valor de “pico” de um determinado dia e fizeram de conta que era a média. Ano passado o Brasil importou 7 MILHÕES de litros POR DIA de gasolina.

      - Também antes da reeleição de Lula, a Globo divulgou uma notícia de que o Brasil tornara-se “credor externo”, ou seja, tinha mais dinheiro em reservas do que devia; pior, misturando sinônimos e quase-sinônimos, deu a impressão de que o Brasil não devia mais nada. (Afirmo, pois conheço pessoas que na época me disseram que foi isso que entenderam ao assistir ao noticiário). Como se sabe, o governo Lula mais que dobrou a dívida, que hoje passa de DOIS TRILHÕES.

      Acusar os outros de “desonestidade”, “mitomania”, “indecência intelectual”, entre outros adjetivos pomposos, é fácil, João. Difícil é apresentar fatos que embasem estas acusações. Porquê, do jeito que você falou, têm a mesma credibilidade de um menino de cinco anos que acusa o outro de ser feio, chato e bobo.

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    • 10/02/2012 - 12:13
      Enviado por: Marcos Bandeira

      João.
      Você não mudou nadinha né? Continua na defesa dessas falsas ideologias, as dos PeTralhas.
      Quanta mentira vocês divulgam por aí.
      Nessa tua Paraíba a quantas anda as obras (PAC) do velho Chico? Como essa notícia chega até vocês? E o Minha casa minha vida (Dor de cabeça).
      Vá se catar o cara.
      Vocês já são passado.
      É só o Aécio anunciar 2014. Quero ver o que vocês vão fazer. Vamos procurar um empreguinho? Quem sabe na CUT.

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    • 10/02/2012 - 14:06
      Enviado por: Rogério

      “Que é quem pode dar golpe no país,”

      Realmente, um “direto” ou um “cruzado” todo dia é impossível, mas nos rotineiros e diários “jabs” é possível baquear qualquer oponente.

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    • 10/02/2012 - 16:06
      Enviado por: João Só

      O tal Marcos Bandeira parece que me conhece mas eu não sei de quem se trata.

      Certamente é um racista que usa “Paraíba” depreciativamente. E acredita no Aécio…

      Quando do jogo Brasil e Argentina, no Mineirão, com o Maradona como técnico, a torcida mineira berrava: Maradona, vai se f*der. O Aécio cheira mais do que você!

      O racista acha mesmo que um povo conservador como o brasileiro vai votar em um cocainômano para presidente?

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    • 11/02/2012 - 10:07
      Enviado por: Marcos Bandeira

      João Só (Anhãn)

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    • 11/02/2012 - 13:47
      Enviado por: João Só

      Esse grunhido deveria significar alguma coisa?

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  • 09/02/2012 - 09:08
    Enviado por: o censurado

    Não é apenas o “jornalismo cidadão” que veicula inverdades, em maior ou menor grau.

    O jornalismo profissional também o faz, como se depreende desta matéria do próprio estadão, dando a entender ao leitor incauto que toda a miséria decorrente do socialismo perpetrado pelo partido comunista cubano, de propriedade do ditador Fidel Castro, teria como causa o embargo norte-americano. Ora, isto é uma mentira deslavada. Esse embargo é meramente formal, restringe-se apenas aos USA, e hoje Cuba tem relações comerciais com o mundo todo, mas mesmo assim continua na mais degradante miséria, à exceção, naturalmente, do Coma Andante e sua corja genocida.

    http://blogs.estadao.com.br/arquivo/2012/02/07/50-anos-de-embargo-americano-a-cuba/

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  • 09/02/2012 - 09:50
    Enviado por: markus

    Ta bom…o jornalismo tradicional n@o e tendencioso. Est@o pairando num limbo aideologico…kkkkkkk

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    • 09/02/2012 - 12:20
      Enviado por: Mario de Sampa

      Markus, concordo que não há imprensa que não seja tendenciosa ou que não tenha em sua agenda a pitada de ideologia. Mas o que está surgindo na internet e redes sociais é um tipo de banalização da informação sem limites, pudores e pode virar uma ferramenta para fins obscuros e desinformação. O pinheirinho foi um caso onde muitos aproveitadores ou reporteres inescrupulosos alí atuaram. Mas a internet no geral é constituida em grande parte por informações não veridicas, tendenciosas ou simplesmente lixo cultural. Meu pai já me dizia “Quem acredita em tudo o que lê é mais que um crente, é um cretino”….. kkkkk

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    • 09/02/2012 - 16:45
      Enviado por: markus

      Pois é, hermanito…acho que nesse mundo globali$ado não existem verdades, existem versões. Intere$$e$ pesadíssimos atuam nos bastidores. Principal, mas não exclusivamente, na imprensa tradicional. Como é quase impossível não se “fantochicizar”, escolha sua versão preferida e durma em paz, de consciência tranquila.

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  • 09/02/2012 - 10:59
    Enviado por: João

    Vocês da mídia burguesa é que são tendenciosos. Comprados! Tudo que o jornalismo “cidadão” a que se refere fez foi dar voz à população, coisa que qualquer jornalista deveria fazer. Mas o povo que se dane para vocês, elitistas. E o que vcs tem a dizer sobre isso:

    http://www.youtube.com/watch?v=YXI6LHGFGxg

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    • 09/02/2012 - 15:46
      Enviado por: Justo

      Um defensor publico que é claramente partidário. É isto que você quer nos mostrar? Amigo, este tipo de “panfletagem” serve apenas para consumo dos petistas. A credibilidade deste sujeito é zero.

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    • 09/02/2012 - 18:28
      Enviado por: Jakob Ibrahim

      João, jornalismo é uma profissão, e como tal tem objetivos, regras, códigos e técnicas. Até pode existir, à maneira da literatura, um jornalismo marginal ou de resistência política (como os velhos Em Tempo e Movimento, dos anos 80). Mas ainda assim é jornalismo e segue regras. Uma delas: falar a verdade. O jornalismo político dos anos imediatamente posteriores ao fim da ditadura no Brasil não mentia, mas mostrava o ponto de vista não divulgado dos movimentos populares e de esquerda. Portanto, era uma opção válida de leitura e informação, em relação à grande mídia.

      Já no caso citado pelo Guterman, trata-se de mentira e distorção, com fins políticos. Isso não é jornalismo, mas panfletarismo e denuncismo. Quem acredita numa esquerda moderna, consistente e com propostas, não pode aceitar ou comungar com isso.

      Abraços!

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  • 09/02/2012 - 11:04
    Enviado por: justo

    Irresponsábilidade. É isto que a esquerda do Brasil faz. Pelo menos esta esquerda suja que esta no poder. Um senador sair alardeando que houve estupro sem nenhum embasamento, com a nitida e clara intenção politica é o quê? Irresponsável? Seria crime se ele não tivesse imunidade parlamentar (o que entende-se como licença para caluniar).Os blogueiros pagos pelo governo para criar factoides na mídia chamada alternativa, são como carros alegoricos de um carnaval de asneiras, mas que servem perfeitamente como panfleto dos esquerdopatas. Alias, esquerdopata é uma palavra muito bem bolada. Temos alguns exemplos de esquerdopatas no blog, que a simples menção aos EUA babam de odio e o vociferam o mantra doutrinatorio. O Brasil nas mãos desta gente caminha célere rumo ao caos. O maior exemplo é a irresponsabilidade no caso das PMs.O atual governador da Bahia e o proprio presidente Lula alimentaram que os PMs podiam e deviam fazer greves, justamente quando eram da oposição. Agora esquecem-se, mas nós não devemos esquecer não. PEC 300 é um tiro que saiu pela culatra, disparado por Lula. Resta saber até que ponto isto irá permear o seio das forças armadas.
    O que precisa ficar claro é entender o porque existem os tais movimentos capitaneados pelos blogueiros pagos. Uma analise mais detalhada deste governo que para permanecer no poder faz de tudo, de tudo mesmo, até privataria como vimos esta semana, poderia apontar para um esquema de perpetuação no poder, aparelhamento do estado e manobra das massas populares, para ??? Receio que sem duvida alguma um golpe. Não um golpe nos moldes de um golpe tradição, mas algo mais semelhante ao que Chaves fez. Algo assim.
    Mas.. .todos sabemos que pensar ou escrever sobre isto, como o Marcos acabou de fazer, não serve de nada para os esquerdopatas. Quando eles estão diante da verdade e esta verdade não lhes é conveniente o que eles fazem não é aceita-la como verdade, mas destratar o veiculo e a pessoa que trouxe a verdade.
    Por isto a pecha PIG (que esta sempre pronta a ser dita pelos esquerdopatas) serve de mote para qualquer ocasição.
    O governo do Brasil vive uma mentira. É necessário fazer de conta que esta mentira… é mentira.
    No caso do Pinheirinho a mentira não somente serve para dar força ao governo, mas para atingir seus objetivos que é desqualificar a liberdade de imprensa e ao mesmo tempo tentar conseguir o governo do maior estado do Brasil.
    O mau cheiro ainda nem começou…infelizmente estamos caminhando para as eleições… ai sim a coisa ira feder.

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  • 09/02/2012 - 13:04
    Enviado por: silvio corrêa

    Guterman

    Achei seu texto uma defesa enfática, sincera e coerente à correta atividade de jornalismo e principalmente na responsabilidade no uso do instrumento de divulgação, qualquer que seja.

    Só uma observação é a respeito da “garantia de que a informação seja “democratizada”. pelas redes sociais.

    Fatores culturais específicos do brasileiro, principalmente na relação interpessoal, pode nos levar a crer que as redes sociais podem se tornar sim, um poderoso instrumento de propagação de boas e más informações.

    Veja que o facebook corretamente inclui informações de hábitos dos usuários para as novas versões, é uma forte indicação de que cada vez mais as pessoas terão muitas facilidades desses meios (na net) para se informarem e propagarem novidades.

    Entendo que essa campanha contra o 4ºpoder é um desdobramento natural da falta de representatividade que o cidadão comum sente . Essa falta de representativade é um enorme vácuo que no momento a internet ocupa..

    A lógica é tão simples, produzir e diversificar, como os 4 canais principais dos USA, e não ter uma telinha só com BBB e bla bla bla. A ‘primavera brasileira’ está vindo e é a diversificação.

    Alguns blogs do estadão merecem e tem porte e público para um site próprio, e uma linha de pensamento um pouco mais diversificada, com mais espaço nas redes sociais e outros rumos.

    Abç

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  • 09/02/2012 - 13:26
    Enviado por: Dany

    Você tem toda razão quanto a essa falta de credibilidade dos blogueiros metidos a jornalistas (repórteres e redatores).Eu já li há muito tempo comentários de especialistas da web,aqueles que analisam tudo com espírito crítico,em que advertem pra certa promiscuidade dentro de blogs e redes sociais.Chegaram a chamar de “bordel”,na visão de um deles.O que se pode fazer? Desde que a coisa é gratuita e de fácil manuseio,com até adolescentes se metendo aonde não devem,tudo é possível.Quem vai checar se é verdade o que um cara diz a respeito do que somente ele viu,na maioria das vezes?Quem vai dar “puxão de orelha” naquele que inventa histórias porque se acha o maior e quer aparecer na rede? Blogs já tem demais e nem sei pra que,alguns deles somente o dono lê.A falta de credibilidade não impede nada,e vão continuar dizendo o que quiserem.O baixo nível se sobressai nos “trending topics”,uma mistura de mediocridade com vaidade.Até quando,não sei,viu.

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  • 09/02/2012 - 14:32
    Enviado por: Glúon

    .
    ____________________________
    .
    A charge relacionada com o post
    .
    ____________________________
    .
    http://gluoncharges.blogspot.com/2012/02/yaacov-mahmoud-abdallah-no-bar-o.html
    .
    _____________________________________________________________________
    .

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  • 09/02/2012 - 15:01
    Enviado por: Marcio

    Parabens Guterman
    Voce e’ , sem duvida nenhuma, um jornalista de verdade.
    Discordamos as vezes, mas lutamos pelo mesmo objetivo ; a honestidade intelectual e apresentação de fatos e não boatos.
    Parabéns!

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  • 09/02/2012 - 15:18
    Enviado por: Marcio

    Mas devemos lembrar que mesmo blogueiros de jornais, cometem erros e fazem sensacionalismo.
    Ter uma agenda não e’ incorreto porém sensacionalizar, selecionar, e publicar fatos errados deve ser reprimido com rigor pelos editores.

    Obviamente não e’ o seu caso, mas os editores não deveriam abrir mão de garantir a veracidade das informações apresentadas. E isso não acontece.

    Aqui no estadão escrevi ao editor dezenas de vezes e NUNCA recebi uma resposta e a informação errada permaneceu publicada.

    Talvez isso deva ser levantado por você aos editores.

    Isso somente solificaria ainda mais a idoneidade do estadão.

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    • 10/02/2012 - 16:53
      Enviado por: Rogério

      Para ser um bom jornalista, não basta o conhecimento e a ética. É necessário uma boa dose de paciência com os malas sem alça, quero dizer, os atenciosos leitores. hehehehe.

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    • 10/02/2012 - 17:36
      Enviado por: Ciro, o persa

      Mesmo que escreveu?
      Vc tem tempo de sobra.

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    • 11/02/2012 - 00:06
      Enviado por: Marcio

      Sim perdi meu tempo escrevendo.
      Dezenas de vezes foi figura de linguagem. FOram somente 4 vezes.
      Mas percebi que nao estao nem ai para voce.

      Voce precisa ser anunciante!

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  • 09/02/2012 - 16:51
    Enviado por: Diogenes da Lantterna

    Àqueles que pensam que uma área de Massa Falida ao retomar uma posse volta ao proprietário Naji Nahas, ledo engano, a área serve para pagamento dos cresdores, Prefeitura, Estado, Federal, ações Trabalhistas (1º lugar), dívidas aos particulares e instituições bancarias. O Proprietário PERDEU a área.
    - Ordem Judicial não é para ser discutida e sim para ser cumprida senão vira “casa da mãe Joana” tal qual nas ditaduras comunistas.
    - Se não tivessem os Políticos ladrões e incompetentes, as áreas sociais que as Prefeituras e Estado tem as pencas, deveriam servir para serem loteadas e “vendidas” a R$ 18,00 por mês, aos sem teto. Porém tem mais retorno político mandar ou deixar invadir para depois FINGIR condolências. MALANDROS!

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  • 09/02/2012 - 19:38
    Enviado por: Ben

    Assim como tudo nessa vida, a mídia alternativa trouxe vantagens e desvantagens. Ela acabou com o chamado “monopólio da fala” da grande imprensa. A grande desvantagem no caso é a não responsabilização jurídica pelo o que é divulgado. E mesmo que isso ocorra, até que se encontre o principal responsável, o estrago já foi feito. O que se vê hoje em dia como nesse caso específico, é a divulgação de notícias de segunda e terceira mão. O que eu acho é que a legislação deve se adaptar às novas circunstâncias.

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  • 09/02/2012 - 19:54
    Enviado por: Marcio

    Bravo jakob!

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  • 09/02/2012 - 22:15
    Enviado por: Eduardo Guimarães

    Sou um dos fundadores do movimento dos Blogueiros Progressistas. Desafio o autor desse texto mentiroso a provar que tenho algum interesse político naquilo que escrevo. O autor também mente ao dizer que alguém afirmou que haveriam 7 mortos. Foi divulgado que haveriam 7 desaparecidos e isso foi dado no condicional. E, aliás, o autor não sabe nada de investigações em curso. Não parece ter tomado conhecimento das denúncias de abuso sexual ou do idoso que apareceu em coma após ter sido espancado pela PM diante de dezenas de testemunhas. O autor tampouco tirou o traseiro da cadeira como este “jornalista cidadão”. O autor, ao fim, não teria argumentos para sustentar um debate. Suas invenções só funcionam se ninguém puder contestar. É por isso que nestas páginas não dá a quem diverge o espaço que dou na minha. O autor acredita que ele mesmo e seus patrões ainda falam sozinhos.

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    • 10/02/2012 - 01:50
      Enviado por: Marcio

      Eduardo meu filhinho, presta atencao antes de escrever besteira:

      1)”O autor também mente ao dizer que alguém afirmou que haveriam 7 mortos”

      O autor deu 4 (quatro referencias) nas quais claramente os blogs populares falam em 7 mortes

      2)”Não parece ter tomado conhecimento das denúncias de abuso sexual ou do idoso que apareceu em coma após ter sido espancado pela PM diante de dezenas de testemunhas”

      O post e’ sobre blogueiros patetas como voce, nao sobre a ocupacao.

      3)”O autor, ao fim, não teria argumentos para sustentar um debate”

      Como voce sabe? Voce ja’ debateu com o autor?

      4)”É por isso que nestas páginas não dá a quem diverge o espaço que dou na minha”

      Mais besteira, o que exatamente esta’ fazendo aqui o seu post? Concordando com o autor? kkkk

      “O autor tampouco tirou o traseiro da cadeira como este “jornalista cidadão””

      COmenario mais besta. Nao faz sentido algum.

      6)”O autor acredita que ele mesmo e seus patrões ainda falam sozinhos.”

      Aonde no texto esta’ escrito isso? Essa e’ sua opiniao, deixe claro. Se voce tivesse feito curso de jornalismo voce saberia especificar que voce esta’ emitindo uma opiniao sua e nao um fato. Mas voce NAO e’ jornalista.

      7)”Desafio o autor desse texto mentiroso a provar que tenho algum interesse político naquilo que escrevo”

      O que que o cu’ tem com as calcas?

      Agora…vaza!

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    • 10/02/2012 - 09:09
      Enviado por: João Só

      Vaza não, Edu. O Marcio (assim mesmo, sem acento, que é como os analfabetos escrevem) só é bobo, coitado. Não leva a sério, não.

      Mas, convenhamos, o Marcos não erra quando diz que os blogueiros têm interesses políticos. Qual o problema disso? E todos sabem que você não tem interesse comercial no seu blog, pois não vive disso.

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    • 10/02/2012 - 15:09
      Enviado por: Marcio

      E’ o que sempre falei! esse pessoal de esquerda sao todos uns racistas e elitistas!

      Em um pais como o Brasil , no qual o numero de analfabetos funcionais e’ gigante, vem esse pateta discriminar contra os analfabetos!

      Pela liberdade de expressao dos analfabetos!

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    • 10/02/2012 - 15:52
      Enviado por: João Só

      Zeus me livre de impedir sua liberdade de expressão, Marcio.

      Parece que quem tem problema com isso é você, que mandou o cara “vazar”. Muito pouco polido e bem autoritário. Coisa de general da ditadura.

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    • 12/02/2012 - 18:41
      Enviado por: Jakob Ibrahim

      Dois caras legais (Marcio e João Só) brigando…nada a ver…Isso só pode ser falta do bom e velho rock’n'roll (hehe). Ops, desculpem minha fissura por esse produto de exportação do imperialismo anglo-americano.

      Abs

      http://www.youtube.com/watch?v=CzB5hFINC_k

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  • 09/02/2012 - 22:21
    Enviado por: Ezequiel-SP

    Engraçado que não saiu nada na mídia com relação a reintegração de posse em Brasiléia se eu não me engano. Lá no Acre. Foi um pouco pior do que o Pinheirinho.

    Silêncio…..

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  • 09/02/2012 - 22:58
    Enviado por: Carolina

    E já que estamos falando da importância de checar informações, gostaria de perguntar se alguém sabe se isto aqui é verdade. Grata.

    http://radioagencianp.com.br/10559-Quanto-vale-adignidade-humana#.Tyq3G81wv3E.facebook

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    • 10/02/2012 - 09:06
      Enviado por: Mario de Sampa

      Carolina, se está vinculado ao UOL, há grande chance de ser verdadeira a informação. Veridica ou não, qual o seu ponto? É injusto o valor de 900 reais mensais para os animais ou é injusto 500 reais para as familias?

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    • 10/02/2012 - 16:02
      Enviado por: Carolina

      É injusto que a prefeitura de São José gaste mais com animais irracionais do que com seres humanos.

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    • 10/02/2012 - 17:02
      Enviado por: Justo

      O salário minimo é injusto também.

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    • 10/02/2012 - 17:28
      Enviado por: Ciro, o persa

      Carol Carol, vc esta certa.

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    • 10/02/2012 - 21:39
      Enviado por: Mario de Sampa

      Carolina, vc defende com muita convicção os direitos humanos e eu a proteção dos animais (irracionais como vc enfatiza). Me incomoda quando fazemos comparações envolvendo animais, geralmente passa a impressão de que eles não merecem nenhuma atenção e sequer tem o direito de viver (não é o seu caso). A prefeitura recolheu parte destes animais e o valor elevado deve-se ao tratamento, remédios e não somente abrigo e alimentação. Caso esta desapropriação sem planejamento (patética) fosse levada com a devida atenção que tanto os moradores humanos quanto seus bichinhos de estimação mereciam, a prefeitura deveria ter planos para acolher e abrigar os humanos com dignidade e convocar o apoio das entidades protetoras de animais (sem custo). No entanto existem algumas entidades trabalhando nisto como vc poderá ver no link: http://www.anda.jor.br/31/01/2012/sem-teto-e-sem-tutor-animais-do-pinheirinho-estao-perdidos-no-terreno Acho o valor informado (mesmo que não tenha como confirmar) de 900 reais por animal muito elevado e os 500 reais oferecidos pela prefeitura é uma afronta para quem tudo perdeu neste ato de seres humanos racionais agindo irracionalmente…..

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  • 09/02/2012 - 23:10
    Enviado por: Joe

    Se nem a mídia cumpre a sua função, “a de que é preciso verificar a veracidade da informação antes de publicá-la”, como um jornalista se acha com moral de criticar uma rede social?

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  • 10/02/2012 - 08:42
    Enviado por: Diogenes da Lantterna

    Acredito que os blogs e/ou rede sociais deveríam atuar, não como polícia ou MP mas “levantando a lebre”. Exemplo prático: uma ex prefeitO de uma grande cidade de um certo País Sulamericano, assim que tomou posse organizou a tropa de choque das invasões. Eles tinham acesso ao cadastro de todas as áreas que tivessem em litígio na Justiça ou de grandes emprêsas e construções tambem. Organizavam-se nas sombras da noite e invadiam ao amanhecer. A prefeitO já tinha prometido luz e acertado a agua com o Estado. A preferência eram as áreas próximas ao Tietê ou córregos, para esgoto. Deu no que deu. Esta prefeitO, salvo engano era professora primária, portanto ganhava pouco. Nunca mais trabalhou e lá se vão muitos anos. Por ser uma pessoa Pública não sería interessante sabermos como é feito esta magica?

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  • 10/02/2012 - 08:58
    Enviado por: Samanta

    O jornalismo cidadão eh ilimitado, se cada um pode fazer a sua fogueira pela rede, aja fumaça.

    A questão eh, muito jornal deveria ser cidadão e o cidadão jornalista. Porém, os jornais atendem os interesses dos seus proprietários e os cidadoes falam e escrevem o que pensam, e nem sempre o que pensam corresponde ao fato.

    No meio ficam os jornalistas. O profissional empenhado na ciência que eh a comunicação deve rigorosamente checar as suas fontes e a veracidade dos fatos que divulga, nem que precise brigar para fazer valer as regras e métodos do jornalismo.

    No jornal, plantar informações distorcidas da realidade fica por conta dos interesses dos “ideais” corporativos dos empresário, que submetem o jornalismo aos seus interesses.
    No jornalismo cidadão – o fenômeno da década – as consequências podem ser menos danosas?
    Sabemos que fofoca eh uma erva daninha.

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  • 10/02/2012 - 10:27
    Enviado por: Ana Lucrécia

    Agora deu dó !!!! tudo bem, que exista mentiras em redes sociais… mas o jornalismo, principalmente globo, record, é mais sensacionalista, que os playboys da tv à cabo fizeram…Acho ótimo que à rede social tome corpo… isso é só o começo. Afinal bem sabemos que a matéria estudada por milhares profissionais conhecida como ética, muitos destes não conseguem nem entender…Se os blogs se expressam desta maneira fútil, aprendeu com vocês, galera vão ler, sejam seletivos, não ponham tanta merda na cabeça. O Pinheirinho se deu mal, acho que seria humano ajudar, não se crescer na desgraça dos irmãozinhos. Veja a porra do sensacionalismo em que vocês estão metidos, estão discutindo as mazelas alheias com um bando de palavras em vão. Creio que seria útil uma campanha justa, em forma de qualquer tipo de ajuda, em vez desta guerrinha inútil de egos, os blogs são crias da merda do jornalismo que vocês mesmos formataram. Mas tudo bem!!!! o Brasil ainda não é um pais serio (parafraseando Claude Levis- Strauss)

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  • 10/02/2012 - 10:45
    Enviado por: Dany

    Quero dizer ainda que sou totalmente a favor dos blogs,do Facebook e Twitter(e similares) para uso pessoal,como instrumento de promoção daqueles que procuram um emprego,que querem ser vistos e apreciados por sua competência,um talento especial que é procurado,e outros motivos que facilitem o relacionamento entre o empregador e o futuro empregado.Já soube que muitos jovens espertos estão conseguindo trabalho através da net, e isso eu acho positivo.É incentivado na Europa,Estados Unidos e outros países onde a tecnologia da informação já faz parte do dia a dia de todos.Falam de “revolução” do iPad, “revolução” das redes sociais etc.É de fato uma revolução,veio pra mudar as relações humanas,mas precisa se organizar dentro dela,ser levada a sério e não se tornar uma mera plataforma da anarquia.

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  • 10/02/2012 - 10:52
    Enviado por: Rogério

    É isso ai. Com a internet a quantidade de informações cresceu exponencialmente, pois qualquer um pode ser um emissor destas. Então mais do que antes, é preciso saber filtrar as informações obtidas. É bastante interessante para municiar o senso críticco ouvir a todas tendências. E Não há nada mais instrutivo do que assistir de camarote a briga entre um conservador e um liberal. Ou um petista e um psdebista, ou um árabe e um judeu e etc. Quando cada um com toda sua energia exalta suas próprias idéias e detrata a do outro, basta somar e dividir por dois para tirar uma média heheheh.

    A blogosfera é apenas mais um complemento, mas também não deixa de ser um contraponto aos veículos oficiais de informação que no final das contas, como qualquer indivíduo do planeta, tem a sua visão de mundo. O Estadão aqui, optou por Serra nas eleições, por alguma afinidade.
    Dificilmente alguém sera totalmente isento nesse aspecto ideológico. E essa inclinação pode mesmo que inconscientemente tornar-se campanha, por isso é bom também ler o que escrevem os partidários do outro time se quisermos ampliar o universo da “verdade”. Um bom juiz sempre ouvirá atento as duas partes, para baseado na lei e em sua experiência julgar.
    Evidentemente na blogosfera não encontraremos a mesma qualidade que encontramos na mídia oficial, os achismos dos jornalismos profissionais estão andares acima dos leigos, mas não podemos citar exemplos aqui e lá para definir o todo. Mesmo em veículos experientes e profissionais vemos que há jornalismo de má qualidade. Imagine no “jornalismo” informal. O jornal nacional, por exemplo é um tipo de jornalismo superficial, apesar de todo o luxo e técnica. Pior do que um qualquer bem intencionado é um cara inteligente com intenções escusas. O jornalismo da teve aberta da globo trata o telespectador como débil mental, ou parece que quer mantê-lo nessa condição.

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  • 10/02/2012 - 11:03
    Enviado por: Andrea

    Excelente texto! Como jornalista, profissão que exerço há 15 anos, compartilho 100% da análise do jornalista Marcos Guterman. As mídias sociais, que nasceram como uma proposta democrática de notícia, hoje se apresentam como uma fonte de mentiras, invenções e irresponsabilidade. Sem qualquer credibilidade, as notícias veiculadas nessas mídias demonstram que o jornalismo tradicional (que já carece de cuidado e ética) não foi nem será substituído. A internet é uma das mais maravilhosas invenções da modernidade, mas como tudo que é feito pelo Homem, está aí para ser usada para o bem e para o mal, na mesma proporção.

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  • 10/02/2012 - 17:10
    Enviado por: Sorales

    Guterman

    A grande imprensa, tradicional, também tem suas “amarras”, aquilo que se convencionou chamar “linha editorial”. Por mais que vc tenha enfocado as redes sociais, no entanto, nas devidas proporções, certa imprensa, no caso no Pinheirinho, também destilou a peçonha da manipulação pelo relativismo jornalístico. Porque pode-se enfocar um determinado episódio pela potencialização de um dirigismo editorial com ênfase providencial nos aspectos periféricos convenientes e pela omissão de fatores paralelos que enriqueceriam o conjunto da obra, em detrimento da técnica de informar com honestidade. No caso do Pinheirinho, a “tarefa” (expressão muito comum utilizada para definir o trabalho de jornalistas aliados à esquerda, no interior das redações no passado), cumpriu suas funções na repercussão do episódio. O mesmo podemos dizer da invasão da USP. Numa clara antecipação das campanhas eleitorais municipais, pela tentativa de enfraquecer politicamente o governo do Estado. Com a Dilma na presidência, mais que no governo anterior, nem mesmo no regime militar, as hostes fisiológicas da imprensa, com o aval dos patrões, estão engajadas com o PT; partido que quer a todo o custo conquistar o governo de São Paulo. Praticamente o último reduto de resistência ao petismo.

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    • 10/02/2012 - 18:27
      Enviado por: Bee W5

      Sorales

      Pra completar o seu pensamento e aí, eu não sei se você concorda, quem governa SP, governa o BR.

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    • 10/02/2012 - 22:18
      Enviado por: Mario de Sampa

      Sorales, por acaso vc assistiu na tv a propaganda obrigatória (herança da ditatura e ainda em vigor) do partido PCO ? Tinha a mesma linha do jornalismo cidadão que ora discutimos neste post. Lamentável.

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  • 10/02/2012 - 22:00
    Enviado por: Sorales

    Bee W5

    Em termos de poder econômico sim. No entanto, neste campo esse poder já foi maior.

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  • 10/02/2012 - 22:34
    Enviado por: Sorales

    Bee W5

    Na reeleição de presidente, em 2006,contra Aclkmin, Lula perdeu em todos os estados do sul, em Goiás e São Paulo. Contra Serra, em 2010, Dilma ganhou no Sul e perdeu por muito menos que no pleito anterior em São Paulo, para Serra, numa demonstração de que o PT avança no Estado. O que vemos hoje é o PT, no poder, potencializando a extrema esquerda para agitações e badernas na tentativa de fazer a prefeitura de São Paulo para, depois, partir para o governo do estado em 2014. Na eleição presidencial de 2006, a tática foi levar terror a São Paulo (Estado do candidato Alckmin), com o PCC, com um saldo de mais de 200 mortos. Se, naquela época, no Estado de São Paulo a coisa não trouxe lá grandes resultados nas urnas para Lula,mas no Brasil a tática funcionou. Agora, novamente o terror contra Alckmin, porque seus adversários sabem que ele tem o respaldo da maioria da população paulistana, o que poderá fazer dele o fiel da balança na eleição deste ano. E a Globo e uma certa imprensa de São Paulo se tornaram caixa de ressonância nas mãos do PT, nesta tática do quanto pior melhor.
    PS. Houve uma época em que quem mandava mesmo no Brasil era o Rio Grande do Sul. Dilma tem um pezinho lá.

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    • 11/02/2012 - 11:08
      Enviado por: Bee W5

      Sorales

      Concordo totalmente com seu comentário. Eu apenas acho que faz parte do plano dos petistas e de outros partidos que se dizem de esquerda, governar SP, não pra simplesmente governar e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, mas para transformar o Brasil numa republica, e aí eu não sei como seria, se uma republica fascista ou marxista. Tudo iria depender do momento. No final o resultado seria mesmo : Um estado forte, não pensando no cidadão, mas pensando “pelo” cidadão e também a perda das liberdades individuais.

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  • 10/02/2012 - 23:17
    Enviado por: Sorales

    Mario de Sampa

    Como ex-militante da direita ideológica, posso lhe dizer que, em que pese a linha do PCO, entre altos e baixos, gostei do que foi colocado na propaganda sobre a corrupção no Judiciário.Era necessário, principalmente para a direita que alguém o fizesse. Discordo quanto à USP, o Pinheirinho e à Cracolândia. Os ataques ao PT no programa foram puro diversionismo de quem não quer deixar impressão digital. Um jogo de cartas marcadas. O que preocupa, na realidade, é que o PT poderá se expandir ainda mais nos municípios brasileiros. Dinheiro para isto não falta. O controle da imprensa nestas eleições já dá mostras do que há de vir em 2014. Com a Constituição de 1988, que abriram as instituições públicas ao sindicalismo, a CUT e o PT, melhor mobilizados, politica e ideologicamente, penetraram fundo na máquina do Estado, em níveis federal, estadual e municipal; além das estatais, começando pela Petrobrás, Banco do Brasil, etc. Uma mistura de stalinismo com as idéias do italiano Antonio Gramsci. Este, defendia a revolução marxista pela ocupação sistemática das instituições públicas em larga escala. Foi justamente o que levou Lula ao poder. No entanto, se fez necessária uma aliança com as oligarquias capitalistas, especialmente do sistema financeiro. E São Paulo é o último reduto para que a estratégia seja coroada de êxito. Por outro lado, houve uma ação conjugada com as altas finanças internacionais. A esse pragmatismo, somou-se todo um processo de interação política e econômica com o Islã, um dos patrocinadores do BRICS. No entanto, alguns fundamentalistas do partido, insatisfeitos com os rumos de uma revolução que até hoje não aconteceu, pendem a impor, com Dilma, uma ação que aponte para os preceitos básicos do marxismo, em seus vários matizes, sobreviventes do colapso do comunismo.

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  • 11/02/2012 - 07:37
    Enviado por: antonio barbosa filho

    O autor fala como se a mídia tradicional não defendesse “causas” políticas, fosse de uma objetividade meritória. Ora, sugiro que leia seu próprio jornal. Comece pelas cartas dos leitores, onde 95 % das publicadas são contra um Governo aprovado por 70 ou 80% da população. Se isso não for censura, então que nome tem?

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  • 11/02/2012 - 18:21
    Enviado por: marcos mingra

    Que é isso Guterman? Isto não é nada, há liberdade para publicar e há liberdade para acreditar, viva a internet.

    Quer se preocupar com algo, se preocupe com a imprensa oficial, que manipula a informação não de uma maneira grosseira desta, mas que não publica o que verdadeiramente importa e depois, segunda fase, vamos nos preocupar com os factóides, como futebol, entretenimento e outras bobagens, como a do estadão mesmo, veja como a primeira página deste site está sendo usado.

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  • 12/02/2012 - 02:59
    Enviado por: alexb

    Caro Guterman

    Oque vc fala eh perfeito numa democracia como o Brazil, parabens.

    Apenas gostaria de citar a importancia dos blogs e da internet em ditaduras e governos que censuram a imprensa como Ira, China, Arabia Saudita, Cuba, etc. Ate pela ausencia de jornalismo oficial serio este tipo de jornalismo tem que ser considerado apesar das pertinentes reservas

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  • 12/02/2012 - 11:39
    Enviado por: Sorales

    Bee W5

    Suas análises vão mais fundo na questão. Preocupantes, por sinal, porque alerta para o perigo de um “estado forte” que torna refém o cidadão, de uma doutrina que já sucumbiu em seus próprios detritos, sob os escombro do Muro de Berlim, em 1989. Há, no PT, quem teime em ressuscitá-la no Brasil. Estes, estão cada vez mais próximos da presidente Dilma.

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  • 12/02/2012 - 23:11
    Enviado por: Sutter

    Que furada essa,enfim nada e perfeito

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  • 13/02/2012 - 00:25
    Enviado por: Rodrigues

    Sem esta de ficarmos satanizando o Governador, o Prefeito, o PSDB, a juíza, policiais e muito menos falando em massacre no Pinheirinho. A nosso ver, tais radicalismos só podem partir de pessoas, grupos mal informados ou mal intencionados, que prestam um desserviço a si mesmos e à sociedade. Não podemos esquecer que o PT, a despeito de estarmos há quatro mandatos com Prefeitos do PSDB, também faz parte do governo desta cidade. Conquanto os poderes devam ser independentes, não podemos perder de vista o harmônicos, esquecendo de que sempre tivemos e continuamos a ter vereadores do PT que também fazem parte.
    Tenho um dó muito maior de muitas crianças e adolescentes que, pelo mau exemplo dos adultos, incluindo os pais, certamente “crescerão” com uma idéia totalmente deturpada das autoridades, ficando sob a condenação a que Paulo se refere. E não pensem os pais que somente as autoridades sofrerão as consequencias. Há muitos pais que já estão sofrendo, castigos físicos, econômicos, psicológicos, etc, devido a seus procedimentos.
    Não estamos dizendo com isto, que as autoridades são todas uns anjos bons, haja vista que em todos os grupos, inclusive religiosos, há joio e trigo, ovelhas e lobos travestidos de ovelhas. Mas as excessões devem ser tratadas como excessões.
    Entre o que São Paulo nos ensina e vários absurdos que lemos e ouvimos, daqueles apologistas, defensores, fomentadores da invasão, ficamos com as instruções do Apóstolo, em sua carta aos Romanos 13, copiadas a seguir. Por falar em 13, maioria dos incastos não seguem para tais instruções e depois ficam lamentando da sorte:
    “ 1 Todo o homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por Ele instituídas.
    2 Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.
    3 Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela.
    4 Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que pratica o mal.
    5 Portanto é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência.”

    Tive verificando no Dicionário, duas palavras nas quais estavam inseridos os invasores do Pinheirinho:
    INCASTO, adjetivo. Impudico, desonesto, e
    INCAUTO, adjetivo. Não acautelado; imprudente; crédulo, ingênuo.
    A maioria se enquadrou na “primeira” categoria, conforme pode ser confirmado até mesmo pela quantidade das famílias que lá estavam e das que conseguiram preencher os requisitos para o cadastro pela Prefeitura.
    Nem é preciso saber matemática, para tal conclusão.

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  • 13/02/2012 - 10:27
    Enviado por: Justo

    Para não alegarem ignorância sobre atos do governo PT que são escondidos ou “esquecidos” convenientemente:

    http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/01/28/interna_cidadesdf,287925/operacao-retira-70-familias-de-invasao-em-fazenda-da-uniao.shtml

    http://www.youtube.com/watch?v=UP6Z7Rd7Ab8&feature=player_embedded

    Cabe notar que no caso de Brasilia as terras que foram reintegradas são da UNIÃO e que a prefeitura e o governo do estado são ambos do PT.

    Portanto foi a união, não um fazendeiro rico ou uma empresa falida e seus credores, que moveram ação. Mas a União, que para preservar terras improdutivas e sem uso, colocou para fora mais de 70 familias, da mesma forma que se usou no pinheirinho.

    Depois vai o PT até na ONU denunciar o que seus adversários fazem mas procuram “esquecer” e esconder o que eles mesmos fazem. O PT produz massacres ,,,, da moralidade pública.

    Em tempo: Sou contra os dois casos, para que entendam que é sobre a tática politica que falo, não sobre o direito de moradia.

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  • 13/02/2012 - 11:18
    Enviado por: Dany

    Tem um cara no Twitter que só faz me agredir com palavras de baixo calão.O que fazer contra tipos assim? Só pedindo ao Anonymous pra dar um jeito nele :) )

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  • 13/02/2012 - 11:21
    Enviado por: Dany

    O primeiro não saiu,vou dizer outra vez: tem um cara no twitter que só faz me agredir com palavrões.Alguém pode dar jeito nele?? Só se for o tal de anonymous…

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  • 13/02/2012 - 15:02
    Enviado por: Marcio

    Jakob
    Curso sobre o que?

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  • 14/02/2012 - 13:48
    Enviado por: Silva

    “pertence-se” nem na nova, nem na velha, nem na pré-histórica ortografia, para isso que o “JUSTO” quis dizer. Pertencesse: verbo pertencer conjugado no pretérito imperfeito do subjuntivo. A pessoa não sabe nem escrever e quer dar opinião, por isso vemos esse tipo de opinião alienada e reacionária. Vai estudar antes de falar em Direito. Td mundo acha que sabe Direito, mas pouca gente sabe se quer o que significa uma democracia, menos ainda um Estado Democrático de Direito.

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  • 18/02/2012 - 02:20
    Enviado por: Eduardo

    Olhem que “beleza” de jornalismo produzido pelo sr. Eduardo Guimarães. Ele diz em seu blog:
    “Para fortalecer sua teoria, o teleguiado da família Mesquita usou como “exemplo” de sua tese notícias veiculadas por blogs sobre desaparecidos durante o massacre do Pinheirinho. O tal “blogueiro” do Estadão mentiu dizendo que blogs anunciaram mortes, quando anunciaram desaparecimentos.” (link:http://www.blogcidadania.com.br/2012/02/chavez-ainda-enterrara-merval-e-o-resto-da-midia-moribunda/). Mas quando se pesquisa na net sobre quem foram os que ajudaram a disseminar a tese de mortes em Pinheiro, o que se acha? Palavras do falastrão do megafone: “Reproduzo, abaixo, reportagens do UOL sobre as mortes no Pinheirinho, inclusive de crianças, vídeos do blog Maria da Penha Neles e do Partido da Causa Operária (PCO), que mostram indícios da tortura de que a polícia e o governador de São Paulos são acusados de praticar contra aquelas famílias indefesas, sem falar nas mentiras odientas da mídia sobre aqueles pobres coitados.” (link: http://www.blogcidadania.com.br/2012/01/tortura-e-mortes-no-pinheirinho/). Esse é um dos baluartes atuais da esquerda militante. Pobre esquerda…

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  • 13/03/2012 - 18:08
    Enviado por: Organizacoes plin....Anonymous

    È realmente este jornal esta desfalecido,e totalmente comprada pela massa da plin espero algum dia a plin se torne menos burguesa imperialista e com ares de dissernimento possa mudar para uma emissora brasileira e tambem dos pinheirinhenses,vamos ser menos hipocritas organizacoes plin… voces mandam e desmandam neste pais,sao a maior emissora publica brasileira e a maior midia impressa tambem,voces podem fazer reportagens criando falsos esteriotipos,podem iludir muitas pobres pessoas com seus realit shows,mas nao podem enganar e dissimular na internet,voces organizacoes plin… sao a ultima escoria que sobrou do movimento fascista,nazista,nao se lembram,do que voces faziam ha anos atras,eu sim ,me lembro das ordens e da ditadura,me lembro como era no passado o mesmo que acontece atualmente ,iludindo a populacao e marginalizando as pessoas de sao paulo.

    Qualquer coenscidencia é mera coenscidencia,que deus salve a america e as organizacoes plin….

    Por uma midia menos abusiva,egocentrica,imperalista,tendenciosa,formadora de opinioes,iludida pelo tamanho,e de pior conteudo jornalistico,diga yes we can e vote 13666

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Marcos Guterman

    Marcos Guterman é jornalista profissional desde 1989. Trabalhou por 15 anos na Folha e desde 2006 está no Estadão, onde edita a Primeira Página. É historiador, com graduação e mestrado pela PUC-SP. Atualmente faz doutorado em História na USP, tendo o nazismo como tema de pesquisa. É autor do livro "O Futebol Explica o Brasil". Sua pátria é o Santos Futebol Clube.
    Contato: marcos.guterman@grupoestado.com.br

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