ir para o conteúdo
 • 

Marcos Guterman

19.novembro.2009 00:53:11

O direito de não fazer lição de casa

Um casal canadense decidiu propor à escola dos filhos que eles não fossem obrigados a fazer lição de casa. O argumento é que as tarefas não melhoram a performance dos alunos – antes pelo contrário, dizem: representam o verdadeiro inferno, para pais e filhos.

Eles ganharam a parada. O “plano alternativo”, assinado como documento legal entre os pais e a escola, isenta os meninos da lição de casa. Eles só serão avaliados pelo que fizerem em sala de aula. O exemplo deverá ser seguido por outros pais.

comentários (67) | comente

  • A + A -
67 Comentários Comente também
  • 19/11/2009 - 04:38
    Enviado por: Fabio Unique

    No Brasil sempre foi assim, quase nada de cobranças da escola, e sempre deu certo, veja a excelente qualidade dos alunos Brasileiros em provas padronizadas, relativo a outros paises. O Norte-Americano, por exemplo, além de estudar mais horas no colegio, faz muito mais lição de casa depois.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 06:38
    Enviado por: Glúon

    Papo de educadores:

    - Você viu o que um casal canadense decidiu propor à escola?
    - Não, o que foi?
    - Que os meninos não fossem mais obrigados a fazer lição de casa.
    - E de onde eles tiraram essa ideia maluca?
    - Deve ter sido dos filhos do Manuel Zelaya, né?

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 09:03
    Enviado por: Rogério

    Acho bom as crianças terem uma lição de casa para fazer, lá em casa nós acompanhamos de perto, mas desde que seja em volume reduzido para não sobrecarregar, considero melhor que em casa sobre tempo para a diversão-educativa, ler um gibi, por exemplo pode ser mais educativo do que a lição, pois estimula a vontade de ler e de imaginar e etc.
    Considero importante também, o fato de estabelecer uma rotina de trabalho em casa, mesmo que reduzida pois pode sinalizar para os futuros trabalhadores que a vida não é somente brincar estes podem começar a se acostumar aos poucos e quem sabe até descobrir o prazer em esforçar-se e colher frutos. O sucesso está ligado ao prazer.
    Talvez o ponto mais importante pois tudo é fácil na vida e quase tudo é possível quando há força de vontade e efetivo empenho.
    Evidente que há pouco acrescimo marginal de conhecimento em fazer lição de casa e bitolar o aluno ou sobrecarregar principalmente na infância parece-me prejudicial, eu nunca fazia lição de casa, como meus pais não cobravam nada evidentemente eu preferia divertir-me, mas gostava de ler de tudo e portanto ampliei meus horizontes, isso bastou para que eu adquirisse uma operacionalidade importante para passar no vestibular e etc.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 10:05
    Enviado por: Florentina

    Certa vez disse isso numa reunião e quase recebo uma vaia.
    Tem professor que desenvolve pouca coisa em sala e depois desconta nas tarefas. A criança passa o resto do dia fazendo tarefa.

    responder este comentário denunciar abuso

    • 27/09/2010 - 22:46
      Enviado por: Adriana Caputo

      Professores desesperados por dar conta de determinado programa e determinada apostila acam sobrecarregando alunos com lição de casa excessiva sim.As famílias têm suas demandas também,elas devem estar inseridas em outros círculos sociais, tais como: igrejas, clubes, atividades esportivas, isso é salutar e une as famílias. Lição de casa tem que ter objetivo, tem que criar rotina e não deve ser castigo para ninguém , porque saber mais não é castigo.Exige esforço , responsabilidade , mas não necessáriamente sofrimento. Dou meu sim a lição de casa , uma lição que coloque o pai a par das dificuldades do filho,que proporciona momentos de integração e que colabore para o aprendizado efetivo,cumprir tabela e aliviar planejamentos ruins, aí não dá!

      responder este comentário denunciar abuso
  • 19/11/2009 - 10:20
    Enviado por: Itamar

    Parece que os pais querem empurrar pra escola toda a responsabilidade da educação. Esquecem que sem estudar por conta própria, ninguém aprende de verdade. Pra mim parece só comodismo dos pais.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 12:18
    Enviado por: O Templario

    Se eu e uns colegas do bairro, de infancia e juventude, chegamos onde chegamos e hoje podemos dizer que somos formados etc, foi com uma extenssao da escola, que era a hora das tarefas. No dia seguinte, iamos as aulas preparados mais que o dia anterior, sabendo oque a professora queria saber de nos e assim fomos ate as universsidades da vida.
    De penssar que nos olhamos para estes meninos de hoje e falamos:
    “eis nossos futuros presidentes, medicos, cientitas etc”
    COISA DE LOCO

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 13:15
    Enviado por: Fey

    Coitados desses filhos. A longo prazo vão estar condenados a incompetência e fraqueza frente as tarefas pesadas que as universidades e a sociedade impõem a todos.

    Os pais advogados é claro estão se achando super inteligentes por terem vindo com essa idéia de criar um contrato! Veja como é civilizado e simples!

    Agora eles vão ter tempo para praticar futebol e patinação que eles tanto priorizam a frente da educação dos filhos.
    Na visão deles, a culpa toda estava na escola…vejam só, eles tinham que ajudar o filho Jay de ‘apenas’ 18 anos nas tarefas de colegial! Tiveram que ajudar o filho a achar gravuras de objetos em revistas e jornais para recortar (que tarefa hercúlea!). Isso que é ser pais atenciosos na opinião deles, e não ensiná-los a caminhar sozinho.

    É bom o pobre Jay e seus irmãos começarem a formalizar um contrato de ressarcimento por danos na fomação de caráter deles. Quem sabe ganham dinheiro suficiente dos pais pra optarem a carreira de Playboy, que não exige nenhum tipo de ‘trabalho banal’.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 13:48
    Enviado por: guadalupe

    O que mais me impressiona é que as coisas tenham de ser resolvidas pelo chicote da ‘lei’ e não como resultado de um ato consciente, autônomo e responsável dos envolvidos: pais, estudante, escola… Ou seja, ninguém se responsabiliza por nada… e essa mentalidade está disseminada em todos os aspectos da vida…
    “Eta, vida besta, meu Deus!” (tinha razão Drumond)…

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 14:53
    Enviado por: Renan

    Estudei a vida toda me recusando a fazer tarefas e não tive problema nenhum em ingressar na poli/usp ainda como treineiro e nem em cursos que prestei depois. Minha graduação permaneci sem fazer “tarefas” e também não tive nenhum problema.
    Uma criança precisa de pais que as motivem a ir na escola, conversem sobre os temas aprendidos e estimulem a leitura e a razão crítica, não de toneladas de lições de casa repetitivas que são um verdadeiro insulto a capacidade cognitiva infantil, que são dadas, na maioria das vezes, por professores semi-qualificados.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 15:06
    Enviado por: Grayce

    Por alguns comentários podemos observar como a sociedade brasileira ainda é conservadora em relação ao modelo de escola que consideram ideal. Para alguns a escola “exigente” que dá bastante “lição” é aquelas que constrói uma educação mais sólida. Eu penso diferente, eu penso que tem a ver com a qualidade do aprendizado. Repetir equações não fazem alunos melhores, um bom treinamento não faz dos filhos sujeitos mais responsáveis, conscientes ou inteligentes. É importante, sim, ter uma rotina em que o aluno dedique um tempo para a reflexão, pesquisa, leitura, mas isso deve auxiliar na construção da autonomia do aluno e não uma obrigatoriedade que acaba muitas vezes sendo chata e, ralmente, ineficiente. O aluno não se envolve com aquilo, não tem significado pra ele…
    Enfim, talvez seja o caso dos pais buscarem uma escola que melhor convenha com o ideal que eles tem de educação… no caso um acordo pareceu resolver a situação.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 15:13
    Enviado por: Rob

    Papai e mamãe não querem que o pobrezinho sofra fazendo lição de casa. Quando o pimpolho estragado for competir no mercado ele vai perceber o que é não fazer a lição de casa.

    Mas tem uma compensação: quem sabe eles não serão futuros presidentes do Brasil?

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 15:14
    Enviado por: Grayce

    Renan!
    Bacana seu comentário, porque faz evidente uma coisa que estudiosos da educação falam há muuuito tempo e pouco se vê na prática: a formação intelectual, humana e com respeito aos ritmos de aprendizado dos alunos. Repetir lições não faz um aluno mais inteligente… Passo a pensar que a própria sociedade e os pais reproduzem esse tipo de “educação” (treino) porque cobram que as escolas sejam assim, porque não reconhecem outros modelos como uma escola de fato… Esperam que seus filhos tenham senso crítico, responsabilidade, autonomia, mas isso não é ensinado em escolas…

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 15:26
    Enviado por: george fox

    Será que o nosso presidente fez muitas tarefas de casa?

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 15:29
    Enviado por: Fabio Nog

    Talvez este notícia careça de um complemento fundamental, que irá alterar bastante os julgamentos que estão sendo feitos aqui.

    Salvo engano meu, nos países desenvolvidos (e o Canadá se inclui nesta lista), a escola é em tempo integral. Estudos complementares à aula existem, obviamente, mas são feitos nas próprias dependências das escolas

    Dada esta situação, uma eventual “lição de casa”, é algo extraordinário, pois invadiria horas de sono, de convivência com a família ou coisa do gênero.

    Muito diferente do Brasil, onde pouquíssimas escolas são em tempo integral. Aqui, as aulas são dadas e os professores despacham as crianças para casa. As atividades complementares – vulgo lição de casa – que são fundamentais para sedimentação do aprendizado, tem de ser feitas lá na mesa da sala.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 15:33
    Enviado por: Roberto Roefero

    Finalmente alguém diz a verdade.
    Escola tem que ensinar é na sala de aula.
    Casa é para outras atividades.
    Sempre fugi da lição de casa e não me tornei nenhum vagabundo ou inútil, muito menos me considero menos inteligente do que aqueles que sofreram a vida inteira fazendo dever de casa e estudando até morrer equação do 2o grau que nunca mais usou na vida. Já eu brinquei, joguei me diverti e aprendi a me relacionar melhor com a vida e com outras pessoas, o que convenhamos foi muito mais útil na minha existência.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 16:24
    Enviado por: Emília

    Se não me engano, no Canadá a escola é período integral, ou seja, há um horário para o estudo dirigido que inclui fazer lição de casa… na escola.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 16:29
    Enviado por: Fernando SP

    Pois é a nossa Cow Town gerando mais um “causo”,
    Por tudo o que vi e ouvi até agora (ganhou grande destaque na mídia local), a impressão que tenho é:
    1) Esses pais tem mais filhos do que deviam ter.
    2) Por que eles ajudam tanto um moleque de 18 ANOS a fazer lição de casa? Eles só deviam supervisionar, não? Um jovem adulto já deveria saber cuidar da própria vida com responsabilidade.
    3) É muita preguiça, afinal, sobra pouco tempo para coisas mais agradáveis que educação, patinar bem é muito importante por aqui (haha).
    Por essas e por outras é que se vê tantos não-norte americanos nas universidades fazendo pesquisas por aqui, matéria cinzenta de capacidade por aqui está se esvaindo como as geleiras nessa terra fria.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 16:36
    Enviado por: Nina

    Também passei a vida fugindo de dever de casa o quanto pude. No entanto… hoje sou servidora pública federal concursada – colocada entre os dez primeiros nos dois concursos federais que fiz, já passei em tres vestibulares – pra tres cursos diferentes em universidades federais ao longo dos últimos 15 anos, (UFRJ, UNB e UFMA)…
    Não ficar bitolada em apenas o que o colégio ensinava foi pra mim uma salvação.
    Abraços!

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 16:42
    Enviado por: Maria

    Penso que falta escola que incentive os alunos a serem criativos, inventivos e que trabalhe sua autonomia. Penso também que há famílias que esquecem de seus filhos depois que crescem um pouco e mais ainda, que não suportam a pressão das crianças e não conseguem dizer NÃO. Penso que os tempos são outros e escola e família encontram sérias dificuldades para encontrar caminhos adequados…

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 16:46
    Enviado por: Celso

    Prezado Marcos,

    Moro aqui em Montreal e nao achei a fonte desta informação. Voce poderia me enviar, por favor?

    Obrigado

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 16:51
    Enviado por: raquel

    É, que tem preguiça passa a preguiça para os filhos…….
    Eu nunca achei lição de casa um sofrimento….era sempre a primeira coisa que fazia ao voltar, ou ao acordar, e nunca tive dificuldades.
    Passei entre os 3 primeiros colocados na UFPR, em medicina, no primeiro vestibular….passei em todas as provas de resid~encia e em concursos que fiz.
    Até hoje estudo.
    Não me sinto muito brasileira….e pelo jeito não me sentiria canadense.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 16:56
    Enviado por: Celso

    Olhe Marcos,
    achei o artigo. Saiu dia 17 no Toronto Globe and Mail.
    Pra quem quiser ver o artigo (em ingles) clique na URL acima. Quer quer só ver o texto do contrato:
    http://www.scribd.com/doc/22681699/Milleys-Differentiated-Homework-Plan

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 17:04
    Enviado por: Anna H.

    O mais importante é que o aluno consiga fazer suas tarefas escolares SOZINHO. O papai e a mamae fazendo por ele nao vale. Mas considero útil levarem pra casa certas tarefas, sim. No mínimo ajuda o aluno a nao se tornar preguiçoso, pode também ajudá-lo a ter a capacidade de se virar por si mesmo.É pedagógico.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 17:17
    Enviado por: Anna H.

    Complementando minha opiniao: em alguns países europeus os alunos costumam levar (pouca) tarefa pra casa, mas eles em geral se habituaram desde pequenos a realizarem sozinhos, sem ajuda dos pais, e aproveitam do reforço na escola, em horário extra. Desse modo aprendem desde cedo a se virarem sozinhos, na instituição de ensino e na vida,e nem ficam traumatizados.Um pouco de dever nao faz mal a ninguém,enfim.Mas é claro que os professores nao exigem tanto, e acho ate que sao mais compreensivos que os profs brasileiros.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 17:20
    Enviado por: Rolando

    Bom, mas como eles sabem que fazer o dever de casa não ajuda?

    Ao que me parece isso é apenas uma opinião sem comprovação científica, isso não seria apenas uma má vontade ou preguiça desses pais em auxiliar os filhos no dever de casa?

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 17:57
    Enviado por: M.Aparecida T. J. Regoso

    Eu concordo plenamente com estes pais do Canadá. Quando minha filha ainda estava em idade escolar fiz o mesmo que eles. Tive que me responsabilizar por isso. Acredito que além de deixar as crianças entediadas, as tarefas são sempre “repeteco” não acrescentando nada. Minha filha sempre foi uma das primeiras da sala em toda a vida escolar. Não me arrependo nenhum pouco. Acho que conteúdo é para se dar dentro da sala de aula, e, fora do horário escolar, tem outras coisas para se fazer como leitura, aprender uma língua estrangeira, praticar esportes etc.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 18:19
    Enviado por: Daniel Cardoso Silva

    Para muitos pais é cômodo deixar para a escola a tarefa de educar, ensinar e preparar para a vida.
    Lição de casa não mata nem tira tempo livre de ninguém, é um momento onde você pode aumentar seu vínculo com seus filhos através da atuação direta em suas dúvidas e pode perceber onde seu filho ou filha tem dificuldades, onde domina com facilidade, etc.
    Meu filho mais velho, por exemplo, odeia a matéria que eu mais gostava e gosta de uma matéria que nunca vi razão para existir e através de conversas durante suas lições de casa pude entender onde ele tinha dificuldade real e onde era simplesmente frescura da idade.
    É absurdo querer que com 4 horas diárias por 5 dias na semana o professor passe toda as matérias e não deixe nenhum tipo de dúvida.
    Quem educa é o pai e a mãe e não o professor

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 18:31
    Enviado por: O Templario

    RAQUEL
    parabens colega..e isso ai .
    muito me orgulho e muito agradeco as licoes de casa que fiz. Com orgulho naquele dia completava minha educacao, mas entendia a materia mais que aqueles que “detestavam” faze-la e tinha o “apoio exuberante” dos pais.
    Sim, ate hoje temos tarefas em casa nao e Raquel?

    O Templario

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 18:36
    Enviado por: celso

    pela teoria dos genios ( e dos varios mentirosos que escreveram aqui), para ser um atleta olimpico, nao precisa treinar: basta alguns poucos minutos de instrucao do tecnico diariamente…

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 19:54
    Enviado por: Dr.Massarandba

    “I hear and I forget. I see and I remember. I do and I understand. “
    Confucius

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 20:16
    Enviado por: Alex

    Concordo parcialmente…. Moro em USA fazem 11 anos e minhas filhas estao desde o primeiro ano primario estudando em escola daqui. A quantidade de homework e’ o suficiente pra manter as “criancas” por pelo menos duas sem fazer corpo mole.
    O problema e’ que a grande maioria precisa ser vigiada pra nao deixar o ritmo cair, mas e’ pra isso mesmo que servem os pais: “quem falou que era divertido era esteril” !
    E a quantidade de homework mantem um volume alto com o passar dos anos. E isso acaba virando homework para os pais daqueles estudantes menos, vamos dizer, motivados pra manter o ritmo.
    Agora sim, com o passar dos anos, os estudantes (nao sao mais “criancas”), devem ser capazes de tomar as redeas e decidirem se fazem ou nao o homework… alias, com essa quantidade de recursos online e’ (quase) impossivel nao conseguir fazer o homework.

    E dizer que estudante das escolas de USA e’ mais ou menos instruido que brasileiro e’ mito… cada pais tem seu modo de educar… no Brasil o ensino e’ muito mais tradicionalista, enquanto por aqui, e’ bem mais abrangente, porem, menos profundo, mas eles devem estar fazendo alguma coisa certa, caso contrario nao seriam “esta potencia” (…)

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 20:25
    Enviado por: tiago

    Olha se eles estudam para apreender nao importa a liçao mas se eles estudam para passar de ano como é aqui no brasil ai é importante fazer a liçao e ganhar aqueles pontinhos!!!!

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 21:40
    Enviado por: Fabio Nog

    Educação não é peso na vida. Educação é o que permite uma criança ter um futuro profissional. Claro que a criança prefere jogar bola. Eu prefiro tomar cerveja a trabalhar. Compete aos pais estimular a criança a aprender, a ser curiosa, a questionar. E compete aos pais também incutir o conceito de disciplina e responsabilidade. Essa última parte, aqui no Brasil, é falha. Vejo muitos pais que ensinam os filhos a driblar a responsabilidade, a dar um jeitinho de passar de ano, a ser esperto. Isso é péssimo para a criança e pior ainda para o país, que continuará convivendo com esse bando de espertalhões que existe por aí.

    No que diz respeito especificamente à educação formal, é claro que tem criança que precisa estudar pouco. Ela absorve tanto na sala de aula que dispensa a etapa posterior, a da sedimentação do aprendizado. Tem outras crianças que tem muita dificuldade em sala de aula e precisam de reforço permanente. Para a maioria é preciso assistir a uma aula e depois estudar a matéria com mais profundidade em casa. Se ficar apenas no “assistir aula”, dificilmente conseguirá interpretar adequadamente o que viu e ouviu. E depois, o que restará, é apenas uma lembrança.

    Parabéns aos que aqui passaram de ano sem estudar. Só espero que não sejam médicos nem engenheiros, desses que derrubam pontes ou matam o paciente na cirurgia

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 21:57
    Enviado por: Marcelo

    Muito legal! No futuro os pais entrarão na justiça também para que o filho não trabalhe e ganhe uma pensão do estado, já que, em muitas situações, é um inferno trabalhar. Acho que a justiça, por coerência, vai ter que dar, mais uma vez, uma sentença a favor, pois foi ela mesmo que impediu que as responsabilidades fossem criadas no sujeito quando ele era criança. Além do mais, mostrou que o que não era prazerozo podia ser evitado. É isso aí…

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 22:01
    Enviado por: dirceu

    o que falta no brasil é a responsabilidade dos pais em verificar se realmente os filhos estão levando os estudos a sério, por isso a lição de casa é o de menos

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 22:40
    Enviado por: Daniel C.

    Particularmente considero um crime ver pais fabricarem filhos gênios. Aqueles que com dois anos e meio de idade já sabem recitar a constituição nacional inteira, ou algo assim. Crianças devem brincar. Qualquer obrigação nesta idade é criminosa. Até os doze anos a criança deve ter aprendido a ler, escrever e fazer as quatro operações básicas. MAIS NADA. Para isso não mais que quinze minutos diários é suficiente. E por favor, sem lição de casa. A partir dos doze anos o ensino deve ser específico, orientado a uma profissão, conforme o talento demonstrado pela criança. E, por favor, sem lição de casa. Confrontei meus conhecimentos de história aprendidos em minha fase escolar primária, nos anos 1960, com um grupo de crianças que estudam em colégios particulares (não moro em grande centro, como São Paulo, etc), fiquei pasmado. Não acertaram uma. Então me pergunto: Para que eu aprendi toda aquela baboseira, se hoje nem para uma conversa despretensiosa serve? O ser humano é maria-vai-com-as-outras. Se a ordem é manipular religiosamente as criancinhas, então vamos fazê-lo. Se a ordem é entulhar a criança de lição de casa, então vamos fazê-lo, mesmo que não haja o menor sentido. Por que este estado de coisas se perdura? Porque a vítima, a criança, nasceu para venerar os pais, sejam eles idiotas ou não.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 19/11/2009 - 23:06
    Enviado por: pedro harmonio direto

    Eu diria mais: O acontecerá em breve, é o mesmo que aparece aqui, os nos jornalistas não que nando o exemplo: “outros pais”!

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 00:15
    Enviado por: Fey

    Para os universitários que se gabam de ter se graduado sem fazer tarefa nenhuma, tavez esteja aí a razão de nenhuma instituição do país não se qualificar entre as 200 primeiras universidades do planeta (referente ao post “As Melhores Universidades do Mundo” por Cláudia Trevisan).

    Há pelo menos três falhas em tentar se argumentar dessa forma:
    1- Cada pessoa tem capacidades diferenciadas para diferentes funções e portanto não se pode colocar um parâmetro apontando o próprio exemplo pessoal.

    2- Tirar notas altas em escolas também é algo muito relativo. Básicamente no Brasil onde temos uma das piores qualidades em educação até mesmo em escolas particulares, é possível muitas vezes, tirar notas altas estudando apenas um dia antes das provas. Vá tentar fazer isso em países com educação elevada pra ver se funciona…

    3- É uma cegueira tremenda não enxergar que a tarefa não existe apenas para melhorar o entendimento sobre um assunto, mas também para condicionar o aluno a ter responsabilidade própria dentro de uma sociedade. E por essa mesma razão, nenhum pai ou mãe deveriam fazer juntos os deveres de casa, mas apenas apoiá-los moralmente e com algumas revisões sobre a aula se for necessário sem fazer os exercícios.

    O problema é que os pais ditos ‘modernos’ tem um medo maior doque os próprios filhos, que estes tirem notas vermelhas, e portanto fazem de tudo para colocar os pimpolhos entre os primeiros da turma, tirando-lhes a oportunidade de aprender a se reerguer depois de cair.

    A estupidez dos pais ‘modernos’ não para aí. Em muitas escolas de classe alta, não é raro ver subornos de pais a professores, ameaças de processos por não ter colocado o filho no papel principal de uma peça de teatro, brigas com professores pelo ‘direito’ do moleque andar de skate pelos corredores e usar piercings no nariz, pedidos de abolição da reunião anual entre pais e professores pra ‘não perder tempo’, castigos aos filhos por terem tirado notas vermelhas nas provas depois de tanto lhes tirarem a chance de aprender de verdade, etc. etc. etc.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 05:10
    Enviado por: Renan

    Fey, em primeiro lugar, você deveria se informar melhor. A universidade em que eu me formei é considerada entre as top 50 do mundo, segundo alguns rankings. Veja mais em http://www.reitoria.usp.br/reitoria/index.php?q=node/2&nome=noticia&codntc=24954 .

    O fato da tarefa dar a noção de responsabilidade pra criança é muito bom. Mas as custas disso a criança aprende a conter a sua criatividade para resolver tarefas que não a desafiam e que são extremamente repetitivas. As tarefas tão pouco desenvolvem o raciocínio crítico. Servem para “conformar” e pra criar grande “repetidores”.

    O maior problema é essa educação que treina “repetidores”, cães adestrados pro vestibular.

    O fato deu não ter feito “tarefas” ao longo da faculdade foi porque sempre me preocupei com a idéia por trás dos detalhes técnicos (sou matemático). É claro que precisei me acostumar com alguns conceitos praticando, mas fiz isso sem ninguém me ordenar, sem precisar entregar. Fiz isso porque me interessei e quis repetir até ficar confiante.

    E isso sim é responsabilidade. Treinar porque eu sei que preciso disso pra compreender o assunto, não sob a ameaça de ter o meu currículo manchado por uma nota vermelha.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 06:12
    Enviado por: Anna H.

    Façam um favor para seus filhos pequenos: digam pra eles se virarem sozinhos (mas sem cara feia nem ameaça). Mais tarde eles vao agradecer, e saberao como sair de situaçoes difíceis sozinhos, sem traumas. Na idade adulta serao vencedores e nao perdedores consolados pelos pais. Estes um dia desaparecem ou ficam inválidos e a quem os filhotes vao recorrer, ao Paulo Coelho ?

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 07:28
    Enviado por: FRANCISCO

    O que é lição de casa ?
    Quem gosta de lição de casa são os pais. Se não tiver bastante lição de casa, vão dizer que a escola é fraca

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 09:50
    Enviado por: Grayce

    Colocar 1 exemplo como regra para todos é besteira, não somos todos iguais, ok. O que funciona pra um, pode não funcionar pra outro… Vai depender de cada aluno e de um trabalho pedagógico que foque no aprendizado, e não no conteúdo, e cada um aprende de uma forma diferente. Em relação à lição, sim deveria ser um momento de aprendizado e prazer, porque aprender (deveria ser) é divertido. Mas o que acontece em grande parte das escolas brasileiras? Ou o “dever” é usado para mostrar como a escola é “forte” e “puxada”, afinal os pais irão ver horas o filho fazendo lição e acharão que é melhor eles estarem “estudando” que fazendo qualquer outra coisa – esquecendo que pode-se aprender de outras formas e em outros espaços e isso É importante. Talvez levar o filho a outros espaços como museus e ter boas conversas fosse mais significativo e educativo. Ou é usada como forma de coerção e transferência de responsabilidade pelo professor, algo do tipo: eu passei o dever, você não fez, então não aprendeu, então a culpa é sua e o azar é seu. Muitas vezes usada em sala de aula para humilhar o aluno perante os colegas (muito pedagógico e educativo). Quantas vezes ouvi professores dizerem diretamente aos alunos: você é um fracasso!
    Não sabemos o que ocorre exatamente com a família citada e não podemos julgar, mas o mais importante de tudo isso é suscitar o debate e a reflexão e pensarmos no nosso prórpio sistema educacional. Por isso é tão importante a postagem de matérias assim! =)

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 09:50
    Enviado por: Celso

    As pessoas crescem e desde muito cedo aprendem a viver e resolver os seus problemas …

    Se você (criança) gosta de ler e estudar vá fundo !

    Se não gosta, paciência …

    Em algum momento de sua vida, você terá de dar os seus pulos, com ou sem estudo !

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 09:54
    Enviado por: Rogério

    “Para os universitários que se gabam de ter se graduado sem fazer tarefa nenhuma”

    É realmente lamentável Fey mas o problema está no fato que as faculdades podem ser muito divertidas, e também a vizinhança onde mora o universitário, com tantos apelos do mundo exterior é realmente difícil para um jovem não tão responsável ficar fazendo lição, eu nunca fazia pois sempre havia uma galera querendo fazer alguma coisa mais interessante, mas não me gabo, sei que me fez falta depois de formado, mas também não me arrependo, se pudesse voltar talvez estudasse mais, só depois de “velho” é que compreendi que estudar pode ser também uma “tremenda curtição”. Por essa penso que seria interessante o cara fazer uma faculdade depois dos 30 já mais calejado dos “apelos mundanos.” Ou seguir o exemplo do Guterman e fazer uma pós, um mestrado, doutorado, quem sabe um phd, depois de uma certa idade aproveitamos muito mais a informação pois há muito mais conexões a serem feitas, tudo se torna mais prático, menos teórico.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 10:30
    Enviado por: Josue

    Não será essa escola canadense uma escola que funcione em tempo integral? Escola não é só sala de aula, é biblioteca também, entre outras coisas. Quantas escolas brasileiras possuem uma? São E se possuem, são aparelhadas, contam com infraestrutura? E laboratórios? Fundamental propiciar estrutura, tempo e espaço para que o aluno estude e faça as “lições de casa” na escola, assistido por professores, bibliotecários, equipamentos.
    Uma escola ruim, de 3 ou 4h diárias, com “lição de casa” com cópias, repetições, exercícios descontextualizados e enfadonhos não promove aprendizado de verdade. Fora com a serôdia e cediça “lição de casa”. Pela lição e pela pesquisa na escola e em tempo integral. E o estudo e a pesquisa em casa será por prazer, por iniciativa.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 12:15
    Enviado por: O Templario

    A todos vcs, ilustres colegas, verdadeiros genius, com uma capacidade de aprendisagem acima do satisfatorio, ou mais ainda, a todos vcs, com exessao aos mentirosos de plantao, meus parabens.
    Mas saibam que num pais onde o aluno tem apenas meio periodo para aprender tanto, a casa e sim uma e deve ser, continuacao da escola.
    A todos vcs, nao os mentirosos, parabens mas saibam tb que eu, nao me arrependo nada de ter “perdido” horas e mais horas de brincadeiras, farrinhas etc, devido as tarefas. Agradeco aos meus pais e outros que me apoiaram, ou me ensinaram a logo depois do almoco, fazer a tarefa.
    Nao menosprezando as Univ. que vcs conseguiram entrar, mas na minha ou na usp? e dificil viu?
    Aquelas horinhas em casa me ajudaram muito.
    Bem, continuo a fazer tarefas em casa, depois de velho…
    coisa de loco

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 13:21
    Enviado por: Fey

    Renan,

    Não se sinta ofendido, pois não dirigi a minha palavra diretamente a você, e não tome a posição defensiva como se eu estivesse criticando a sua pessoa e não falta de análize dos fatos de pessoas que se diz não importar com tarefas em geral. Dito isso:

    1- O site que você coloca pra sustentar o seu argumento que a USP é uma universidade de excelência vem convenientemente da própria USP. OK, fui checar para ver de onde vem a fonte de tal informação e eles mencionam que vieram do “Webometrics Ranking Web of World Universities”, e este estou familiarizado também. No entanto assim como já escrevi no post da Cláuda Trevisan, tal ranking não mede precisamente o nível de uma universidade pois ela se baseia apenas no número de material relativa a instituição encontrado na Web, e não fatora qualidade de formação do próprios alunos e sua empregabilidade.

    2- Você está ABSOLUTAMENTE certo em dizer que muitas tarefas são apenas repetições e podem tirar o tempo e o costume de desenvolver as habilidades criativas de uma criança. Mas isso, meu caro, é mais verdadeiro no Brasil, onde sim, professores não vem preparados a sala de aula e jogam toneladas de material pro aluno se virar retirando a sua responsabilidade, do que em países onde a educação tem elevado nível de ensino e professores realmente ensinam em sala de aula, como no caso do Canadá – o país em questão neste post. Já parou pra considerar que tarefas não precisam apenas ser projetados para apenas ter ‘repetições’ e ‘conformações’ por definição? Nunca considerou que uma tarefa pode ser bolada por um professor competente para motivar a criatividade? O problema portanto está no fato de existir tarefa, ou no conteúdo dela?

    3- Lembremos também (se você leu a matéria colocada no link do Guterman) que a real intenção dos pais de Jay, não foi pensar em todo esse aspecto acadêmico da questão, mas simplesmente queriam ganhar tempo de praticar seus hobbys. A miopia deles vem ainda do fato de achar necessário ajudar um marmanjo de 18anos prestes a entrar na universidade.

    Rogério,

    Concordo que uma universidade não inclui apenas estudo, embora essa deva ser o objetivo principal do aluno. Estive em várias universidades americanas e o interessante é que todas elas consideram tarefas como parte da nota. Essa mentalidade não veio tão fácil pois assim como o Renan, acreditava na iniciativa própria para o dever. Mas curiosamente, mesmo valendo notas, havia estudantes que não as faziam por vários motivos. As notas das tarefas também serviam para o professor recompensar o aluno pelo esforço e observar progresso dele, ao invéz de puní-lo considerando apenas três ou quatro notas de provas durante o semestre inteiro.
    Na minha carreira estudantil participei também de festas, clubes esportivos, agremiações, interesses extracurriculares, etc. mas com moderação e priorizei as tarefas. Ou seja é possível fazer várias coisas contanto que haja organização na vida. O fato é que isso depende muito da maturidade do aluno como você mencionou, mas ela não vem apenas aos 30, dendendo da pessoa pode chegar mais cedo, principalmente se ela esta acostumada a fazer tarefas pelo menos des do colegial.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 14:23
    Enviado por: Rogério

    “tal ranking não mede precisamente o nível de uma universidade pois ela se baseia apenas no número de material relativa a instituição encontrado na Web, e não fatora qualidade de formação do próprios alunos e sua empregabilidade.”

    Aí não concordo Fey, talvez comparado com as faculdades do exterior não possa ser tão boa, não sei, mas estamos no Brasil e comparar com as de fora não muda muita coisa, afinal quantos estudam no exterior? Mas a Medicina USP por exemplo onde meu pai e meu irmão estudaram é Top para qualquer parâmetro.
    O que dizer então do direito do largo São Francisco, em termos de Brasil a USP ainda é um nome de peso. E para os formados na USP a empregabilidade é bastante favorável, por que, boa ou não, tem o nome e muitos empregadores não tem tempo de ficar testando os candidatos e supõe que um cara formado numa universidade cujo funil é apertado para o ingresso teóricamente está apto para a profissão. Afinal venceu a muitos no vestibular e tem pelo menos potencial para ser um bom profissional.

    Evidentemente quem faz a faculdade é o aluno, e há muitos alunos de particulares melhores que muitos formados na USP, mas na hora de empregar, o nome conta, não considero justo, mas é assim.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 16:41
    Enviado por: Fabio Unique

    Roberto Roefero escreve:

    “Finalmente alguém diz a verdade.
    Escola tem que ensinar é na sala de aula.
    Casa é para outras atividades.
    Sempre fugi da lição de casa e não me tornei nenhum vagabundo ou inútil, muito menos me considero menos inteligente do que aqueles que sofreram a vida inteira fazendo dever de casa e estudando até morrer equação do 2o grau que nunca mais usou na vida. Já eu brinquei, joguei me diverti e aprendi a me relacionar melhor com a vida e com outras pessoas, o que convenhamos foi muito mais útil na minha existência.”

    E por falar na sua existência, e por falar no seu super util social networking (veja não estou discordando) quero ver o que vai acontecer com a sua existencia quando estiver no Canada e precisar da ajuda da medicina socializada lá. Digamos por hipotise que seja um novo virus e o médico precise realmente não só de equação mas também de quimica organica, porque o médico no hospital vizinho nunca viu a mesma coisa antes.

    Já sei, vão pedir socorro aos Estados Unidos, aquele paizinho dispensável, e depois vão tentar convencer a população local de que os Canadenses são a segunda maravilha do mundo (atras somente dos Argentinos).

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 18:29
    Enviado por: O Templario

    Lord Fabio..
    excelente postagem..kakakakakakak
    la vem os canadenses.alias, vc sabe ne?
    eles metem o pau nos USA e nao deixam de fazer 3 coisas:
    1-virem aqui para fujir do frio

    2-Para se tratarem(saude) com os melhores medicos do mundo.MUitos ate sem sotaque e dando uma de americano, se tratam e nunca pagama conta

    3-E profissionais em geral aprender com os profissionais graduados aqui.

    sds

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 20:24
    Enviado por: Renan

    Fey,

    Se é como você fala e as tarefas de lá não são repetitivas e conseguem ajudar no desenvolvimento intelectual verdadeiro da criança, ótimo. E se as tarefas forem numa quantidade baixa o suficiente pra criança ainda ter tempo dela mesma levantar as perguntas e se interessar pela escola, melhor ainda.

    Eu só nunca vi nenhuma tarefa nesse modelo e acho particularmente difícil criar uma tarefa assim (mas até aí eu não tenho formação de pedagogo nem licenciado, ou seja, isso não significa nada).

    O Howard Jacobs, por exemplo, que é um dos maiores biólogos vivios (ganhou o prêmio Descartes esses tempos), já declarou que “uma noite de cerveja e rock pode ser mais produtivo que o trabalho de 20 anos em laboratório” e, apesar dele ter exagerado muito, eu concordo que os hobbies também são muito importante. O Russel (Bertrand) fala muito bem sobre isso num livro dele chamado “Elogio ao Ócio”.

    Só quis ressaltar esse ponto: talvez seja mais importante dar espaço pra mente descansar, fazendo algum hobbie, do que passar várias horas fazendo lições.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 20/11/2009 - 22:10
    Enviado por: Rogério

    “O Howard Jacobs, por exemplo, que é um dos maiores biólogos vivios (ganhou o prêmio Descartes esses tempos), já declarou que “uma noite de cerveja e rock pode ser mais produtivo que o trabalho de 20 anos em laboratório” e, apesar dele ter exagerado muito, eu concordo que os hobbies também são muito importante. O Russel (Bertrand) fala muito bem sobre isso num livro dele chamado “Elogio ao Ócio”.”

    hahahah Essa foi boa, gostei desse Jacobs, ele é a desculpa perfeita para um comportamento folgado, mas tenho que admitir que é um exagero absurdo, afinal a única coisa que se consegue vagabundeando é ser um tremendo vagabundo, é bom? sim, pode ser, se for apenas uma fase. Sem esforço não há produção e não saimos do lugar, a menos que consideremos que a vida é a rota 66 e que jack kerouac é um exemplo a ser seguido, apesar de que, até aqueles caras ralavam em empregos temporários para poder viajar.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 21/11/2009 - 01:29
    Enviado por: Fey

    Renan,

    É difícil sim bolar tarefas que instiguem a criatividade e a curiosidade. Mas não é impossível. Deixo aqui apenas um exemplo entre várias outras que já ví.

    *A tarefa foi dado por um metereologista para uma aula de Ciência de primário, numa escola em Nagoya, Japão. Após ensiná-los sobre como prever tempo apenas observando a forma das núvens, ele passa a seguinte tarefa:

    1- Entrevistar várias pessoas de diferentes regiões da cidade sobre crenças ou ditados populares envolvendo previsões de tempo (ex. antes de chover, pássaros param de cantar, e começa a ventar do sul,etc).
    2- Depois de anotarem todas as respostas, observar o clima local por duas semanas pra averiguar os relatos.
    3- Usar oque se aprendeu sobre a forma das núvens para tentar prever o tempo do dia seguinte e compará-las com as crenças.

    Ao final de duas semanas, as crianças trouxeram fotos ou desenhos do céu de cada bairro que eles observaram com uma pequena tabela ao lado de previsões a base de crenças e de método científico. Não havia certo ou errado nas suas respostas, o professor ao invéz disso perguntou-lhes oque eles tinham aprendido, e eis que vieram com três conclusões:

    1) Previsão de tempo é muito difícil e não é uma ciência exata.
    2) Algumas crenças eram verdades, outras não. Mas as que foram comprovadas geralmente faziam sentido do ponto de vista científico.
    3) Perceberam que até então que quase todos tinham o costume de apenas olhar os carros, prédios, e o chão e não estavam preocupados em olhar para o céu e observar as pequenas coisas mundanas do clima.

    Veja bem Renan, essa tarefa envolveu um trabalho em equipe. Foi descontraído e divertido fotografar o céu ou pintá-lo no papel em tempo livre, mas também exigiu que o aluno viesse com alguma forma simples e direta de apresentar os seus achados, deu-lhes uma idéia básica sobre estatística e fundamentos da ciência atravéz da análize e comprovação de teoria na prática.

    Agora como vir com mais tarefas inteligentes como essa?

    Primeiro, deve se pagar um salário mais decente ao professor. Na nossa realidade brasileira, os professores geralmente tendem a possuir uma segunda profissão de bico, para se sustentar. Dessa forma eles não tem tempo suficiente para desenvolver novas lições de casa e se opta em dar a mesma tarefa moldada a décadas atrás.

    Segundo, deve se criar uma rede de comunicação entre mestres e um banco de dados para arquivar todas as práticas que geraram resultado positivo nas atividades escolares. Tal rede existente em países do hemisfério norte, permite que dois professores de diferentes escolas troquem idéias atravéz de video conferências sobre como fazer as suas tarefas e lições mais interessantes para os alunos, e professores novatos ganham mais um meio para poder expressar as suas dificuldades com os veteranos.

    Terceiro, permitir a participação de voluntários profissionais na educação. Existe uma mentalidade engessada nas escolas brasileiras quanto a esse quesito. Há muito conhecimento que pode ser adquirido pelos veteranos de outras profissões, mas não se cria um programa para facilitar esses que não cursaram magistério, ministrar uma simples palestra ou atividade educativa.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 21/11/2009 - 03:15
    Enviado por: Ana Cardona

    Nao vejo problemas em desobrigar as crianças dos deveres de classe.

    Elas deveriam ser incentivadas a pesquisarem e estudarem por livre e espontânea vontade.

    Talvez, se propusessem atividades extra curriculares diferenciadas, nao haveria tanta resistência dos alunos, nem dos pais.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 21/11/2009 - 23:05
    Enviado por: Malu

    Acho mesmo que eles não devam ser obrigados a fazerem lição de casa, já que mal sabem ler. Só tenho medo do futuro. Quem será nossos médicos, enfermeiros e advogados? O mercado de trabalho se encarregará de escolhê-los, mas e se eles passarem em concurso, no chute? Misericórdia!

    responder este comentário denunciar abuso

  • 23/11/2009 - 21:45
    Enviado por: adriana

    É sabido pelos estudiosos da área que o cerebro aprende e internaliza quando ele refaz algo…entra no que chamamos memoria profunda. quando assistimos a aula vivenciamos a memoria imediata.Para fixar o conhecimento é importante refazê-lo. A escola encontrou esta forma. Poderíamos buscar novas formas para nao desgastar a relação pais e filhos, mas considero que o estudar é importante para a formação de um ser humano que num futuro próximo poderá atuar em qualquer área tendo a certeza que só estudando ele poderá fazer bem o que decidiu fazer… então que nossas crianças acostumem a estudar desde cedo e valorizar o único bem que ninguem pode tirar.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 24/11/2009 - 09:46
    Enviado por: Mejai

    Tenho a impressão que vocês focaram seqüelados pelas lições de casa.
    RRsSRsrrssr
    Eu não fazia!
    Eram passadas varias e conferidas…
    E eu não fazia!
    A educação que se deve cobrar das escolas é o conhecimento e tão somente.
    Se nas provas eu conseguia as notas desejadas (de 5,0 a 8,0) eu não precisava estudar mais do que as 5 horas na sala!

    Vocês misturam tudo!
    Não querem criar e “educar” seus filhos?
    Então não os tenham.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 24/11/2009 - 11:23
    Enviado por: ANDREIA R Macedo

    Pois é,cada dia pior fica a educação,muitos pais acham que a escola é um depósito de crianças e que não tem obrigação de ajudar em casa,com isso formam indivídos analfabetos funcional,sem contar que não terá responsabilidade na vida.
    Senhores,espero que melhorem a educação do nosso país,socorro!!!precisamos de ajuda.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 24/11/2009 - 16:40
    Enviado por: fernanda de fatima beserra

    Todas as crianças devem fazer lição de casa sim,mas não todos os dias ,pois ele tem direito de brincar e descansar.Fazendo lição de casa e tendo aquele compromisso de entregar no proximo dia ,com uma letra caprichada,um caderno bem cuidadoe a lição bem feita desde que esteja certa ou não, as crianças passam a ter responsabilidade e começa a amadurecer.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 24/11/2009 - 18:00
    Enviado por: Carol Schauman

    Nossa! que bacana a história do Templario né?
    Se ele chegou aonde tinha que chegar escrevendo “extenssão”, “universsidade” ‘pensar” deste jeito, posso imaginar como seria então se ele tivesse feito o dever de casa, não é mesmo? bacana mesmo! tá ai um exemplo de como a educação neste pais é levada a sério.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 24/11/2009 - 18:09
    Enviado por: Carla Schauman

    Independentemente de quem está ou não com a razão, fico horrorizada com a quantidade de erros ortográficos nos posts dos colegas.
    Quem fez ou deixou de fazer a lição de casa, quem frequentou as aulas, cabulou, faltou ou treinou: parabéns! Ninguém tem nada a ver com isso. Porém, mais respeito com a nossa lingua portuguesa!
    “extenssão” “universsidade” “penssar” entre outros horrores”!!!! urgh!!! fala sério!

    responder este comentário denunciar abuso

  • 24/11/2009 - 18:19
    Enviado por: Fla Trindade

    Sra. Carla.
    Não acho justa sua colocassão, qual o pobrema com a nossa lingua se temos um grande exemplo do presidente deste pais que não conhece conjunção verbal e plural? os cara segue o exemplo!!!
    Tem um site util on line pra ajudar…rsrs
    http://michaelis.uol.com.br/

    responder este comentário denunciar abuso

  • 25/11/2009 - 21:23
    Enviado por: O Templario

    sras Carla e Carol
    peco desculpas pelos erros horrendos ortograficos que cometo. E que resido a 40 anos fora do Brasil e me formei tb aqui.
    Sai do Brasil tb formado pela mais prestigiada academia de ensino brasileira. Mas fico por aqui.
    A sua postagem e mal educada e deixa a desejar.
    Vcs ou vc poderia ser mais delicada e nao se manifestar. Como deve ser dificil conviver com a suas /sua pessoa.
    Mas vejamos. moro fora do Brasil a 40 anos, pos graduado aqui tb e outra ciencia e meu primeiro idioma e o Ingle e o nosso maravilhoso idioma de Camoes ja nao me e confortavel ao usa-lo.
    Se e que vc me entende…sera?
    Sim, fazia minhas licoes em casa porisso consegui entrar naqule portico e me educar.
    E as sras>>onde? uniban?MogiMirim?
    qual delas, se alguma?
    Sua postagem e caracteristica de uma pessoa locaz, parca e rude.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 26/11/2009 - 15:19
    Enviado por: Fabio Unique

    Mejai,

    Se o Governo Canadense não quer que os pestes façam lição de casa, então que deixe claro que a medicina socializada tem data marcada para entrar em colapso.

    Lá não tem vestibular para entrar na Universidade, usam justamente atividades curriculares (por exemplo, notas em lição de casa), e fazer como no Brasil, nivelar por baixo, selecionar os menos piores, não é uma postura crível para os serviços Governamentais que o Canada promete.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 02/03/2010 - 02:07
    Enviado por: Anônimo

    Eu sou uma aluna e não concordo como as escolas ensinam. Por quê?
    A escola acaba com a capacidade que o aluno tem de explorar seus pensamentos e criatividades.
    Na minha escola passam 45 perguntas pra gente responder em casa, mais ou menos.

    Exemplo:
    11 perguntas de matemática
    6 perguntas de gramática
    9 perguntas de biologia
    9 perguntas de química
    10 perguntas de redação

    É muita tarefa de casa e os alunos ficam sobrecarregados. Às vezes, a pergunta é bem assim:

    1. Explique o que é isso, isso e isso.
    Aí o aluno pega o livro, começa a anotar exatamente o que está no livro. Às vezes nem entende direito o que está no livro, mas escreve na resposta.

    O aluno só copia, ele é uma máquina de gravar. Além do aluno ficar sobrecarregado, ele ainda acha aquilo monótono. Sabe por quê? Porque ele não sabe o que aquilo vai servir pro futuro dele.

    Os professores precisam trabalhar a criatividade dos alunos. O dever de casa deveria ser assim:

    Agenda.
    Estudar para o debate do dia 20/03/2010.
    Fazer um mini-teatro sobre um determinado assunto.

    Chega de tarefas que o aluno não aprende nada! Ele precisa aprender é com a prática. Não pegando a resposta do livro e colocando na resposta. Ele não entende nada na maioria das vezes.
    Sabe por quê? Por que as escolas de hoje em dia só ensinam o teórico. Não ensinam a prática!
    O aluno aprende a raiz cúbica de 64 por exemplo. Só que ele não sabe o que é que aquilo vai servir pro futuro dele. Porque ele só aprendeu o teórico. E aí? Será que o aluno vai ter interesse pela aula?

    Por que nas aulas de arte quase não se trabalha a DANÇA?
    Porque nas aulas de arte se trabalha mais com pintura de tela e essas coisas.
    Porque não trabalhar mais com o TEATRO nas aulas de arte?
    Porque a gente não faz mais DEBATES?
    Porque a tarefa de casa é tão grande e monótona?
    Tem vezes que o aluno responde a lição, sem aprender nada!

    O professor acha que aquilo está ajudando. Serve como fixação, para o aluno gravar melhor na mente. Quando na verdade, não está ajudando.

    Acho que a aula que eu sempre sonhei seria assim: O professor entrava na sala, todo mundo sentava em círculo. E todo mundo debatia sobre um determinado assunto. Tipo: 1ª guerra mundial.
    Aí o professor:
    Por que você acha que a 1ª guerra mundial aconteceu…
    Nossa, mas você concorda com o tratado de versalhes?! Por quê?
    O que você faria pra inverter aquilo.

    O professor deveria inventar, inovar!!!!!
    Tipo…
    O professor trazia um CD e um balão. O CD tocava, e quando a música parasse, quem estava com o balão deveria responder uma pergunta.
    Com certeza, a aula seria divertida.
    Mas aí depende dos alunos também, se eles só conversam, aí não adianta nada.

    O professor tem que prender a atenção do aluno. Ele tem que inventar uma poesia pra apresentar na sala de aula:

    Francisco Ferdinando
    Grande rapaz!
    Que infelizmente foi morto… [exemplo].

    Algo que desse mais interesse, que prendesse a atenção deles.

    Hoje em dia, os professores só entram e dão o assunto. Mas professor é mais que isso! Ele deveria ser o 2º pai ou a 2ª mãe. Chegar pro aluno e aconselhá-lo, como antigamente.

    Olha, isso é errado. Vou te dar um conselho… [exemplo].

    Ou então:

    Que isso, faz as pazes com o seu colega. Ele vai te perdoar.

    O professor deveria ser seu amigo, escutar os alunos e ser o 2º pai ou mãe.

    Bem, continuo não concordando de como eles passam a lição de casa hoje em dia e de como eles dão aula.

    Eis aqui a opinião de uma cidadã.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 25/03/2011 - 09:16
    Enviado por: tamirys

    eu não sei fazer centenas e unidades algarismos é isso e eu falo para a prof que eu não sei fazer posso falar pra ela que eu não sei fazer e agora oque eu fazo *chorando* que triste ninguem me ensina

    responder este comentário denunciar abuso

Deixe um comentário:

  • Quem Faz

    Quem Faz

    Marcos Guterman

    Marcos Guterman é jornalista profissional desde 1989. Trabalhou por 15 anos na Folha e desde 2006 está no Estadão, onde edita a Primeira Página. É historiador, com graduação e mestrado pela PUC-SP. Atualmente faz doutorado em História na USP, tendo o nazismo como tema de pesquisa. É autor do livro "O Futebol Explica o Brasil". Sua pátria é o Santos Futebol Clube.
    Contato: marcos.guterman@grupoestado.com.br

Arquivo

Seções

Diversão pura

Jornalismo

Meus blogs favoritos

Blogs do Estadão

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo