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Marcos Guterman

03.fevereiro.2012 18:30:24

Iranianos sem senso de humor

Um anúncio para vender o aplicativo de um canal de TV israelense para o tablet Galaxy, da Samsung, enfureceu parlamentares iranianos. Estrelada por um grupo de humoristas de Israel, a peça mostra agentes do Mossad em Isfahan, sul do Irã, conversando sobre as vantagens do aparelho e do aplicativo. Um deles aciona acidentalmente o dispositivo que faz explodir uma usina de enriquecimento de urânio. “O que? Outra explosão misteriosa no Irã?”, diz um deles, em referência às recentes explosões em instalações iranianas, atribuídas por Teerã ao Mossad.

Sem nenhum senso de humor, os parlamentares consideraram que o anúncio é uma maneira de mostrar a “superioridade” dos israelenses sobre os iranianos e defenderam o boicote aos produtos da Samsung – que logo tratou de se desvincular do comercial.

Abaixo, o vídeo com o anúncio – a introdução explica as piadas.

comentários (97) | comente

97 Comentários Comente também
  • 03/02/2012 - 18:46
    Enviado por: Marcos L. S.

    Quando um carnavalesco a alguns anos atrás quis colocar na “avenida” um carro alegórico expondo o holocausto, a comunidade judaica (por sinal com razão) não achou graça nenhuma. Mais recentemente, um gaiato fez piadas se não me engano com a construção de estações de trem em determinados bairros de SP. mencionando também o holocausto, de novo, (com razão) não se achou graça nenhuma.
    O problema é sabermos respeitar a integridade moral dos outros, assim como queremos ter as nossas respeitadas …

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    • 03/02/2012 - 20:41
      Enviado por: Valter

      Marcos, você confunde empresa com nação, povo ou etnia. Se os iranianos não acharam graça ele tem o direito de protestar. Agora confundir a conunidade judaica com a empresa de propaganda não tem sentido. Se você não gosta dos judeus ou é iraniano aí a conversa é outra.

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    • 03/02/2012 - 23:40
      Enviado por: Marcos L. S.

      Sr. Valter

      O senhor é cego, ou surdo, meu recado é simples, não faça aos outros o que não queres que façam a ti.
      Agora se o senhor acredita que existem povos que podem ou devem ser debochados e humilhados, e outros não, isso é um problema exclusivo de sua cabeça, de seus próprios preconceitos e de sua ideologia …

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    • 04/02/2012 - 02:16
      Enviado por: Ivan

      Prezado Marcos:

      Num ponto, talvez você tenha razão. Fazer piadas que envolvam morte e/ou destruição talvez seja de mau gosto, em qualquer contexto. Entretanto, existem diferenças. Se os iranianos fizessem uma “contra-piada”, onde o cara aperta um botão, achando que está explodindo uma central nuclear iraniana e, no lugar desta, acaba explodindo uma israelense, alguém poderia até achar graça, “no problem”: uma coisa é sugerir uma explosão num edifício inespecífico (pode ser até que, na piada, o edifício estivesse vazio, todos almoçando, não é?). Outra coisa é fazer piadinhas com fatos reais e trágicos.
      Não são só as piadinhas sobre o “Holocausto” judeu (as aspas não são porque não ocorreu, mas porque o nome é etimologicamente incorreto) que são execráveis. Tão pouca graça (i.e., nenhuma) teriam também piadinhas sobre o bombardeio de Dresden, sobre os soldados alemães deportados para a Sibéria, sobre a tentativa de extermínio dos armênios pelos turcos, sobre a derrubada das torres gêmeas, sobre as experiências dos japoneses com cobaias humanas na China, sobre as torturas de Abu Ghraib etc. etc.

      Abraço e boa noite!

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    • 04/02/2012 - 08:54
      Enviado por: Thomas

      engracado, quando eu vejo qualquer piada a respeito a nos do brasil,
      essas mesmas pessoas com senso de humor logo se enfurecem !
      pimenta nos c.. de outros eh supositorio ! k k k k !

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    • 04/02/2012 - 12:35
      Enviado por: Frik

      Ao comentarista “Ivan”: Contestar pelo aspecto etimológico parece sugeriur uma abertura para algum tipo de revisão … Agora que o termo já está consagrado e que outras etnias buscam que genocídios sejam reconhecidos como crime (E daí vem a necessidade de Negar: Por quê este afã das autoridades turcas de abafar a questão do (que seja) Holocausto Armênio? E o que dizem os dirigentes do Kremlin (de alguma forma sucessores de quaisquer ocupantes do mesmo posto…) sobre o Holodomor dos ucraínos?!

      Você se refere a soldados alemães “deportados” – Mas não seriam , é calro, aqueles que foram capturados em solo Russo, é claro -estes não foram ‘deportados’ – mas simplesmente ‘transferidos’ (da forma mais econômica possível: a marcha na neve) – enquanto os von Paulus etc tomavam o seu chazinho em ambientes bem calafetados e já arriscavam negar que fossem seguidores convictos do Nazismo : Deportação – deveria ser um termo reservado, por exemplo, para descrever a tragédia do povo Calmuco sob Stalin: Também marchar para a Sibéria, mas não só os homens jovens: todo o povo incluindo crianças e velhos

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    • 04/02/2012 - 13:00
      Enviado por: FJD

      Parabens pelo seu ponto de vista que concordo plenamente! Brilhante jovem!

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    • 04/02/2012 - 15:48
      Enviado por: Mario

      Concordo plenamente!!! Fazer graça com os outros pode, mas será que se fizerem graça com algo que ofenda os israelenses poderia?

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    • 05/02/2012 - 21:32
      Enviado por: Eros Alonso

      Mas que povo morreu de rir na hora isso aconteceu.

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  • 03/02/2012 - 18:52
    Enviado por: Elton

    Realmente, teriam senso de humor se fizessem piadas sobre o holocausto. Hahahahahahahahahahaha. Que foi? Não teve graça??? Verdade­, também não achei a menor graça. Desculpa ai brincar com o sofrimento do teu povo.

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  • 03/02/2012 - 18:58
    Enviado por: Justo

    Se fosse apenas o humor o que falta aos iranianos… hahahahaha! Bem bolada!

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  • 03/02/2012 - 20:23
    Enviado por: Abel

    Proverbio de Salomao
    Proverbios Capitulo 25 versiculo 20-23
    20Pôr-se a cantar cantigas alegres ou dizendo piadas junto de quem está a sofrer, é a mesma coisa do que obrigar alguém a andar em camisa num dia de muito frio, ou esfregar uma ferida com sal!

    21-22Se aquele que te aborrece tem fome, dá-lhe de comer! Se tem sede, dá-lhe de beber! Porque assim fazendo fá-lo-ás sentir a vergonha , e Deus te recompensará.

    23Assim como o vento do norte traz o frio , também uma resposta torta provoca a ira.

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  • 03/02/2012 - 20:32
    Enviado por: Sorales

    Meu caro

    Há não muito tempo fizeram troça, em São Paulo, na “crise do metrô”, utilizando as câmaras de gás do holocausto como tema. Deu o que falar. Há sim um conflito de culturas neste caso, específico, que foge à compreensão dos ocidentais. O Estado teocrático é uma teofania, de forma que, qualquer irreverência contra ele pode ser interpretado como blasfêmia. O Irã é sim um estado teocrático (Israel chega quase lá). É evidente que esse choque de culturas, neste caso Oriente/Ocidente, é um campo ideal para que gosta de pescar em águas curvas. Para mim, os seus comentários estão dentro dos conformes da guerra de propaganda pela utilização pura em simples da sutileza paquidérmica. Do deboche, me desculpe.

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  • 03/02/2012 - 20:32
    Enviado por: carlos 3mmm

    “integridade moral” ?

    sorry, mas o regime iraniano nao tem.

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  • 03/02/2012 - 20:33
    Enviado por: Carlos Souza

    Achei a “piada” meio Rafinha Bastos. Seria como se alguém fizesse uma propaganda de um aplicativo para o tablet que, ao acionar um botão, lançasse aviões nas torres gêmeas. Teria alguma graça?

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    • 04/02/2012 - 09:57
      Enviado por: João Só

      Parece que as imagens não carregam. Melhor assim. São horríveis.

      De qualquer forma, são de um sítio de um professor, lá do império, chamado Randall Bytwerk:

      http://www.calvin.edu/academic/cas/faculty/bytwerk/

      É daqueles professores estadunidenses que capazes de especializar-se em propaganda nazista, e escrever e escrever e escrever sobre isso, sem uma única crítica notável, qualquer uma, às práticas desumanas de seu objeto de estudo. Coisas do império.

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    • 06/02/2012 - 00:04
      Enviado por: Doutor

      O sujeiro sobrevive graças a doentes que leem o que ele escreve.
      Poupe-nos.

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  • 03/02/2012 - 21:19
    Enviado por: Mario de Sampa

    A idéia e produção do anúncio realmente é muito boa e muito engraçada. Mas não se brinca com fósforos sentado em cima de um barril de pólvora.

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  • 03/02/2012 - 21:46
    Enviado por: Joreg

    Propagandas destas é tipico de quem busca a paz !

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  • 03/02/2012 - 21:46
    Enviado por: Carolina

    Pô, mas essa galera é mala, hein? Ahmadinejad já declarou que queria ver Israel varrido do mapa. Ele quer o quê? Que os israelenses simpatizem com seu governo?

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  • 03/02/2012 - 22:34
    Enviado por: Mario de Sampa

    Que bom saber de tí Carolina. Estava ensaiando para o desfile? Mas “malas” a parte, vamos refletir:

    Em Jerusalém, uma repórter da TV vai ao Muro das Lamentações para entrevistar um velho judeu.
    — Bom dia, senhor! Eu sou da TV Al Jahzeera, e queria entrevistá-lo. O senhor é a pessoa mais antiga que vem diariamente rezar aqui no muro. Há quanto tempo o senhor vem aqui para rezar?
    — Ahh… Uns 80 anos.
    — Nossa! 80 anos! E o senhor rezou pedindo o quê, nesses anos todos?
    — Rezo pela paz entre judeus, muçulmanos e cristãos, rezo para que cesse o ódio, que pare a guerra, e que nossos filhos cresçam juntos em paz e amizade.
    — E como o senhor se sente após 80 anos de orações diárias?
    — Sinto-me como se estivesse falando com uma parede.

    (fonte: Piadas Antigas e Novas)

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    • 04/02/2012 - 00:14
      Enviado por: Ricardo LG

      Sensacional!!!

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    • 04/02/2012 - 19:50
      Enviado por: Marco

      Muito boa mesmo…

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    • 05/02/2012 - 22:12
      Enviado por: Carolina

      Desfilar? Eu?
      Eu O-DEI-O desfile de escolas de samba. Odeio. Quando era criança gostava muito, mas depois que descobri quem é Capitão Ailton Jorge Guimarães passei a nutrir desprezo por aquele universo.
      Claro que as pessoas que produzem os desfiles têm nada com o fato de os patronos das escolas serem bandidos. Fico feliz por elas se divertirem, mas não acompanho há muitos anos. Até porque a cada ano que passa os sambas ficam mais rápidos, impossíveis de cantar. É o capitalismo. Mais integrantes na avenida, mais dinheiro, mais rápido tem de ser o samba para a escola inteira passar em 1h20m.
      Tou fora.

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  • 03/02/2012 - 23:03
    Enviado por: valdecir

    é por essas e outras que as opiniões e colocações do adolf ,no consciente das populações, (não dos discursos por enquanto dos políticos),em geral,estão ganhando adeptos

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  • 04/02/2012 - 00:18
    Enviado por: Ricardo LG

    A propaganda é ótima!!!

    Se as pessoas não possuem a capacidade para ver e entender o tipo de humor, tem mais é que ver BBB e zorra total

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  • 04/02/2012 - 01:20
    Enviado por: Justo

    Mais uma vez a questão da piada ter ou não graça vem a tona e me lembro do Rafinha Bastos. Agora mesmo a APAE resolveu mover ação contra o mesmo, e a justiça coibiu a comercialização de um DVD ou CD do mesmo. Porque não gostou da piada.
    Chico Anisio já disse, e disse muito bem, que existe apenas dois tipos de piadas. A com graça e a sem graça.
    Eu vou além. Existe pessoas com senso de humor e os babacas.
    Não conheço povo que tenha mais senso de humor que os judeus, talvez o brasileiro tenha se aproximado, mas ultimamente com a influencia dos babacas da esquerda temos visto um bando de boçalidades. O maior senso de humor que se pode ter é rir-se de si mesmo.
    Sabemos que ter humor é sinal de inteligencia.
    É óbvio portanto que os Iranianos, petistas, nazistas,comunistas não teriam como ter senso de humor mesmo.
    Talvez se riam quando conseguem matar um judeu ou americano, mas dai confunde-se humor com sadismo.
    Eu adorei a piada da propaganda, afinal quem levantou a bola para isto foram os proprios iranianos (e alguns petistas do blog) que acusam os EUA e ISRAEL pela explosões.

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    • 04/02/2012 - 20:00
      Enviado por: Marco

      Parabéns Justo:
      -Belíssima frase:
      “Sabemos que ter humor é sinal de inteligencia. É óbvio portanto que os Iranianos, petistas, nazistas, comunistas não teriam como ter senso de humor mesmo”.
      -Seria justo colocarmos os crentes nessa lista?

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  • 04/02/2012 - 02:24
    Enviado por: Sorales

    Valter

    Não há como tomar partido neste caso. Na realidade tentei dar um fundo cultural ao assunto.

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  • 04/02/2012 - 09:36
    Enviado por: jorge banuth

    Se isso não for gozação, então é o que? Certa feita, eles, os israelenses fizeram um vídeo de sátiras sobre o Brasil, alguém aqui gostou daquilo?
    Eles estão humilhando. Quem cutuca enxame de abelha, sai picado.

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    • 04/02/2012 - 20:07
      Enviado por: Marco

      -Eu gostei muito!

      Até porque eu não votei no Lula, portanto não me considero responsável por sua irresponsabilidade (ou bossalidade, como queira)

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    • 04/02/2012 - 20:28
      Enviado por: Marco

      Ops, esqueci que está faltando senso de humor, então é melhor explicar: A “bossalidade” do Lula não é com “ç”…rs

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  • 04/02/2012 - 10:25
    Enviado por: João Só

    Agora vai! Leon Panetta disse:

    “Segundo o Washington Post, o chefe do Pentágono considera que ataques israleneses podem ocorrer em abril, maio ou junho, antes de que o Irã entre em uma “zona de imunidade” e comece a construir uma bomba nuclear.”

    http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5592175-EI308,00-Chefe+do+Pentagono+diz+que+Israel+pode+atacar+Ira+em+breve.html

    Pena que os divertidos publicitários israelenses vão perder sua piada. Rir das centenas de mortes que um ataque causaria é uma coisa super-inteligente de se fazer nessas épocas tão calmas.

    Afinal, o que poderia dar errado? Ciro, o Grande, era persa, pô!

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  • 04/02/2012 - 11:08
    Enviado por: Celio

    Desculpe a minha INGNORANCIA, sou um burro convicto, por isso pergunto na certeza de ser quem sabe menos burro.
    Afinal o que é este holocausto ? morreu gente lá ?
    A partir de quantas mortes devemos protestar ?
    Quando um pais invade outro e mata milhares de pessoas isto seria um holocausto ?
    Li numa reportagem que aviões mataram centenas de pessoas morreram por engano, isto pode ser considerado holocausto ?
    Li também ( olha só um burro lendo), que um certo pais invadiu terras a muito tempo e não as devolve e continua matando lá , isto pode ser considerado holocausto ? ou é uma piada ?
    Afinal até que número de mortes pode ser uma piada ?

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    • 04/02/2012 - 11:32
      Enviado por: Marcos Guterman

      Que bom que você perguntou, Célio. Terei prazer em te ajudar.

      Holocausto é o nome do extermínio sistemático de 6 milhões de judeus pelos alemães e seus associados na Segunda Guerra Mundial. Uma máquina de matar gente foi montada para esse fim.

      Já o outro exemplo que você dá é o de uma guerra, em que, sim, inocentes são mortos, mas dentro do contexto dos combates. Não existe guerra limpa.

      Não sei a que “certo país” você está se referindo no seu comentário. Tenho um palpite que você está falando dos EUA, que tomaram a Califórnia dos mexicanos em 1850 e não devolveram até hoje, veja só.

      Sobre o tema da piada, acho que não é preciso ser muito inteligente para saber qual é a diferença entre a morte de 6 milhões de pessoas e a explosão de uma usina nuclear.

      Espero ter ajudado.

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    • 04/02/2012 - 12:08
      Enviado por: Velho Amigo do Blog

      Celio, segundo sugeriu o jornaleiro, ops… jornalista, só um povo nessa terra tem o direito de se dizer sofrido. Todos os outros são vítimas de guerras sujas, ou seja, bem-feito pra eles.

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    • 04/02/2012 - 12:13
      Enviado por: Marcos Guterman

      Exato, “Velho Amigo do Blog”, só um povo tem o direito de se dizer sofrido: os corintianos.

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    • 04/02/2012 - 15:01
      Enviado por: Marcio

      Celio,

      Realmente, nao resta duvida, voce ‘e um ignorante burro e convicto!

      Boa sorte! Vai precisar!

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    • 04/02/2012 - 16:26
      Enviado por: Celio

      ……a burrice dos outros é sempre melhor do que a nossa. Esse é um raciocínio bastante peculiar e excêntrico de nós seres humanos. Sempre invejamos a burrice alheia, de modo que ficam as seguintes perguntas: Quem é mais burro? O burro ou aquele que tem inveja do burro?
      Não sei porque coloquei isso mas.. deve ser burrice.
      Mas também pesquisei (olha que eu pesquiso)..O significado moderno do Holocausto é o da perseguição e extermínio sistemático, apoiado pelo governo nazista, de cerca de seis milhões de judeus.Os nazistas, que chegaram ao poder na Alemanha em janeiro de 1933, acreditavam que os alemães eram “racialmente superiores” e que os judeus eram “inferiores”, sendo uma ameaça à auto-entitulada comunidade racial alemã.
      A pergunta é : Porque quando se fala do Holocausto não se fala dos Alemães com a mesma intensidade ? esquisito né ? tipo primeira Pessoa.
      No meu humilde modo de ver deveria sempre dizer/escrever primeiro : os Alemães mataram mais de 6 milhões de judeus… Parecer que colocando assim perde-se um grande MERCADO.

      Mas li esta frase engraçada que é uma piada : “Muitos homens passam por sábios graças à ignorância dos outros.
      e tem essa : ” Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mais evidente fica nossa ignorância.”

      Realmente ( e sem discriminação) parece uma briga de caolho com zarolho.
      Pela minha humilde pesquisa, o Protegido pode tudo e os outros pode nada.

      Caro Marcos Guterman, como pesquisador iniciante, observei que você tende a um dos ..olho devido a suas respostas até (tipo saída pela direita), mas as respeito.

      Ultimamente para qualquer resposta onde envolve países, temos que verificar primeiro :O QUANTO PERCO/GANHO NESSE MERCADO. A partir dai é que poderemos entender como as piadas nos fazem rir ou chorar.

      Agora me faz chorar quando leio sobre as profecias (se é que pode confiar, afinal pode ser piada) com relação a esta região.

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    • 04/02/2012 - 22:17
      Enviado por: Miltinho

      Celio, sou tão burro quanto você, aliás, sou mais burro, mas ainda sei fazer propaganda ideológica convincente o suficiente para não gerar pontos negativos pro lado que eu quero defender. Hehehehe.
      E olha que eu sou burro… e bota burro nisso. :)

      Alias, parece propaganda de um grupelho que eu conheço bem, que são tão burros como nós, mas nesse caso, é porque não pensam por si só.

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    • 05/02/2012 - 00:13
      Enviado por: Marcio

      Celio,
      Todo mundo ja’ concordou, inclusive voce mesmo, voce e’ burro.
      Pronto acabou…toca a vida.

      Fazer oq ue nao e’?

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  • 04/02/2012 - 11:13
    Enviado por: Frik

    É, se não fosse o ‘glossário’ no começo as piadas seriam praticamente ininteligíveis para não-israelenses (exceto o ‘ross-dressing’ e a explosão, é claro – com um claque automática estes recursos funcionam em qulaquer lugar – principalmente no horário nobre (?!) da TV brasileira)

    Mas engraçado, de morrer de rir (é, o riso é benéfico até um certo ponto) – Eu por exemplo quase morri de rir com a cena seguinte:

    Brasil, 1967: Um agente francês no encalço de um fugitivo nazista. A perseguição começou em Brasília, e terminou na passarela das Cataratas. Depois de se engalfinharem, caem os dois no precipício e acordam num hospital (de Foz do Iguaçu, por suposto) …
    O velho tem a seu lado o uniforme da SS e lá fora um DKW com motorista à espera ( a marca do carro ( “Das Kleine Wunder” compõe a cena, uma escolha menos óbvia – e por isto mais engraçada – do que o Fusca….)
    Situações que em geral seriam nada engraçadas (como as limitações de movimentos de convalescentes) também se tornam elementos humorísticos …
    Jean Dujardin (de “O Artista”) e Rüdiger Vogler (‘mocinho’ dos filmes do Wim Wenders desde os anos setenta) . – Enfim, para mim esta é a cena mais engraçada da história do cinema http://www.youtube.com/watch?v=kGkzi4p4Bmc

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  • 04/02/2012 - 12:27
    Enviado por: Eros Alonso

    Mas a Sansung não é de um pequeno país ocupado pela metade na Ásia?A Coreia do Sul? Propaganda que deixa nitidamente quem a empresa quer agradar.Deve mesmo ser boicotada.Os iranianos poderiam fazer uma propaganda sobre um apertar de botões e criar o novo holocausto. Propaganda é propaganda. Vai surgir uma assim como resposta.Vai mesmo.

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  • 04/02/2012 - 12:48
    Enviado por: justo

    Vou deixar claro minha posição.
    Torço para que o irã permita que se verifique suas instalações de pesquisas nucleares.
    Torço para que o irã não esteja desenvolvendo a tecnologia para produzir bomba atomica e que se consiga provar isto, pelos exames em suas instalações.
    Mas também torço para que se ataque o quanto antes o irã se o mesmo não permitir que suas instalações de pesquisas nucleares sejam vistoriadas (o irã é signatário do acordo de não proliferação de armas nucleares).
    Hoje, mesmo sem ter armas nucleares, o Irã, arma, fomenta, patrocina e organiza os ataques de terror contra Israel pelo Hezbolah e pelo Hamas. No momento que tiver a arma, ou a possibilidade de te-la, irá aumentar dramaticamente o nivel de terrorismo e ataque a Israel, certo de que não irá sofrer represalias pois poderia responder com armas nucleares.
    Israel TEM O DEVER de ter um plano para atacar o Irã e impedir o desenvolvimento de artefatos nucleares por eles, porque atraves dos terroristas o Irã já esta em guerra contra Israel.
    E isto sim… não tem a menor graça.

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  • 04/02/2012 - 13:15
    Enviado por: Cleber Ferreira

    Senso de humor? A questão foi reduzida a isto? Bem, vejamos então se os judeus o possuem. Façamos, pois, outra peça publicitária. De preferência uma na qual o aiatolá Ali Khamenei pressiona um botãozinho e, sem querer, lança uma ogiva nuclear contra Tel-Aviv.

    E aí? O que prevalecerá? O senso de humor ou a histeria judaica?

    Vai ser hipócrita assim lá na PQP…

    Respeito é bom e os iranianos também gostam!!!

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    • 04/02/2012 - 13:18
      Enviado por: Marcos Guterman

      Caro Cleber, os judeus são um povo muito mal-humorado, não perca seu tempo.

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    • 04/02/2012 - 13:55
      Enviado por: Cleber Ferreira

      E extremamente irônicos também.

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    • 04/02/2012 - 14:09
      Enviado por: Justo

      Endendem quando eu digo “babacas”?

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    • 04/02/2012 - 14:31
      Enviado por: Axe

      Mas que vc ficaria ofendido, ficaria … No mínimo, não acharia graça alguma.

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    • 04/02/2012 - 16:03
      Enviado por: Cleber Ferreira

      Babaquice e islamofobia são duas faces de uma mesma moeda: a intolerância.

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    • 04/02/2012 - 21:02
      Enviado por: Carolina

      Cleber
      Você conhece o programa humorístico israelense Eretz Nehederet? Em um episódio eles fizeram uma paródia da situação que você citou. No caso a autoridade que determina explosão não era exatamente o Khamenei, mas, enfim, era uma autoridade muçulmana. Joga aí no youtube que você acha.

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    • 05/02/2012 - 15:06
      Enviado por: Cleber Ferreira

      Ainda assim, são circunstâncias completamente diferentes, Carolina, pois não são iranianos debochando de judeus, mas os próprios judeus satirizando sua situação face à suposta ameaça representada pelo programa nuclear persa.

      Se a iniciativa dessa piada houvesse partido de Teerã, os fundamentalistas de Israel já estariam movendo céus e terra para aniquilar os iranianos.

      Parafraseando o douto ministro Gilmar Mendes, do STF, ressalto que até mesmo as pedras sabem discernir entre as boas e as más intenções. E, pelo que me consta, o anúncio publicitário israelense está eivado de má-fé. Quanto a isso, não há mais o que se discutir.

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    • 05/02/2012 - 15:20
      Enviado por: Marcos Guterman

      Caro Cleber

      “E, pelo que me consta, o anúncio publicitário israelense está eivado de má-fé. Quanto a isso, não há mais o que se discutir.”

      Não entendi. Onde está a má-fé? O anúncio não faz graça com os “persas”, só tira sarro do serviço secreto de Israel (aliás, chamado de “asilo de doidos”). Primeiro, coloca agentes travestidos de mulher; os tais agentes são um bando de trapalhões; mais adiante, o melhorzinho dos agentes está matando o tempo vendo um programa de TV de humor em seu tablet; e, por erro de um deles, uma usina nuclear iraniana vai pelos ares; em seguida, vem a melhor piada: eles fazem graça com as “explosões acidentais” das instalações militares iranianas, que até a areia do deserto do Sinai sabe que são obra do Mossad.

      É preciso ser muito mal-humorado e antiisraelense para não enxergar a graça disso. Pior: ao dizer que “sobre isso não há mais o que se discutir”, você, como bom militante de uma causa, encerra o assunto pretendendo ser o dono da verdade. Bom, se isso o satisfaz, pode ficar com a verdade. Eu prefiro me divertir.

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    • 05/02/2012 - 17:23
      Enviado por: Cleber Ferreira

      A publicidade não é engraçada. Ela é ofensiva e inoportuna, já que foi concebida em um momento de tensão. Aliás, seu único propósito é recrudescê-la ainda mais. Esta é a minha opinião. Se ela o agrada ou não, isso é um problema seu, e não meu.

      Pelo que se pode depreender de seu discuso ideológico e maniqueísta, chega a ser irônico você me acusar de ser um militante.

      O fato de eu ter me manifestado contra esse lixo publicitário não me torna antissemita, anti-Israel e tampouco extremista islâmico. Reza o bom-senso que devemos dispensar aos outros o mesmo tratamento que desejamos receber. Não é isso o que os sionistas costumam fazer.

      Divirta-se com a desgraça alheia, caro eleitor do Shas. Eu prefiro me pautar pelo respeito.

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    • 05/02/2012 - 22:00
      Enviado por: Carolina

      Cleber
      Foi mal, mas acho que você está viajando. É evidente que já devem haver dezenas de piadas sobre Israel no Irã. O problema é que como são um regime fechado é pouco provável que quem é de fora consiga ter algum conhecimento sobre isso. E, convenhamos, os humoristas israelenses não fizeram piada com a morte de pessoas, mas com a paranóia do governo iraniano, que atribuiu a Israel as tais explosões em seus reatores nucleares.
      Se um paranóico me acusa de ter feito algo sem ter provas consistentes eu tenho que ouvir calada? Não posso fazer sequer uma piadinha? Ah, por favor…

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    • 05/02/2012 - 22:07
      Enviado por: Carolina

      E outra: como disse lá atrás, se considerarmos que Ahmadinejad nega o Holocausto e já declarou, com todas as letras, que gostaria de ver Israel varrido do mapa, concluiremos que essa piada dos israelenses foi até bem elegante. Por coisa muito menor a gente faz piadas com os argentinos.
      Lembro que quando os EUA invadiram o Afeganistão no início de 2002 recebi um email que dizia mais ou menos assim: “O governo brasileiro, no intuito de colaborar com as autoridades americanas em sua luta contra o Talibã e a Al Qaeda, enviou à Casa Branca um mapa da região, para otimizar o uso de recursos militares.”. Aí colado no corpo do email vinha um mapa da América do Sul e, no lugar da Argentina, vinha escrito em letras garrafais Afeganistão.
      Lembro que eu tive uma crise de riso, me engasgei, passei mal. E aí?

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    • 05/02/2012 - 22:15
      Enviado por: Carolina

      Reator nuclear, não… Quem viajou fui eu agora. É o calor. Relevem.

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    • 06/02/2012 - 00:01
      Enviado por: Marcio

      Bastou um pouquinho de pressao parao Cleber mostar a verdaeira face violenta dos que defende.

      Esses caras sao tao violentos…e sem senso de humor!

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    • 06/02/2012 - 17:44
      Enviado por: Cleber Ferreira

      Não respeitar opiniões divergentes também é uma forma de violência. Um verdadeiro atentado contra a pluralidade, o contraditório e o Estado Democrático de Direito. O lobby sionista nunca aceita ser questionado em suas ações.

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    • 06/02/2012 - 20:56
      Enviado por: Carolina

      Cleber
      Me desculpe, mas você bebeu? Ninguém, NINGUÉM aqui te desrespeitou. Algumas pessoas discordaram de você. Existe imensa diferença entre as duas coisas.

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    • 07/02/2012 - 17:55
      Enviado por: Cleber Ferreira

      Não, eu não a desculpo. E, por favor, não deturpe minhas palavras, pois em momento algum eu afirmei ter sido desrespeitado. As minhas opiniões é que não estão sendo respeitadas por meus interlocutores.

      Discordar é absolutamente saudável. E é exatamente isso o que eu venho advogando neste espaço. O problema é que nem todas as pessoas pensam assim. Não por acaso, são as mesmas que tentam, em vão, impor seus argumentos à força.

      Seja menos hostil da próxima vez que resolver me interpelar. Eu só respeito quem me respeita, Carolina.

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    • 07/02/2012 - 18:12
      Enviado por: Carolina

      Meu pedido de desculpas foi retórico.
      Ok, Cleber, então tá. Reformulo minha pergunta: quando, em qual momento desrespeitaram sua opinião? Ninguém desrespeitou sua opinião. Apenas discordamos de você.

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    • 08/02/2012 - 16:33
      Enviado por: Cleber Ferreira

      Apesar de eu julgar totalmente desnecessário, irei lhe fazer este favor. Minha opinião foi desrespeitada quando me acusaram, em razão dela, de ser anti-israelense, militante e violento.

      Agora sou eu quem lhe pergunto: sou obrigado a concordar com vocês?

      É absolutamente temerário desqualificar alguém em virtude de sua opinião.

      Por fim, Carolina, eu reitero a você o que já expus em minhas declarações anteriores: EU NÃO GOSTEI DESTA PEÇA PUBLICITÁRIA.

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    • 08/02/2012 - 18:16
      Enviado por: Carolina

      Ô, querido, obrigada pela generosidade.
      Olha, não, você não é obrigado a concordar conosco, mas, convenhamos, uma pessoa que encerra seu discurso com um “Quanto a isto não há o que se discutir.” está sendo, no mínimo, antipática e, no máximo, autoritária.
      Você tem o direito de não gostar do anúncio, mas não precisa gritar, baby.
      Levanto aqui minha bandeira branca e me despeço com as palavras do nosso poeta. Não brigue comigo. “Você é luz, é raio, estrela e luar, manhã de sol, meu iaiá, meu ioiô. Você é sim e nunca meu não.”

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  • 04/02/2012 - 14:08
    Enviado por: Ivan

    Prezado Frik:

    1. O termo “holocausto” é etimologicamente errado, sim e semanticamente errado, também, conforme você pode ver, pela origem do termo.

    s.m. Entre os hebreus, sacrifício em que a vítima era totalmente consumida pelo fogo. / A própria vítima desse sacrifício. / Oferenda completa e generosa; sacrifício: deu os filhos em holocausto à liberdade. / Imolação de si mesmo: a vida de Cristo foi um holocausto. / Extermínio de judeus pelos nazistas, entre 1939 e 1945, nos países ocupados pelas tropas do Reich hitlerista. // Oferecer-se em holocausto, sacrificar-se; dar a vida por uma causa. (Dicionário Aurélio online, http://www.dicionariodoaurelio.com/Holocausto ).

    A idéia de holocausto faz pensar num “sacrifício”. A tentativa de extermínio dos judeus não foi um “sacrifício”. O fato em si não me parece discutível; o termo usado, sim. Contestar a etimologia é apenas contestar a etimologia. Aliás, talvez fosse melhor usar o termo “semântica”.

    Quanto às analogias que você traçou em relação a outros genocídios, não entendi. Agradeceria se pudesse ser mais claro. Por sinal, “genocídio” não é o mesmo que “holocausto”.

    Quanto aos chás de von Paulus, também não entendi o que têm a ver com as minhas colocações.

    Em relação ao termo deportar, pode não ser mesmo adequado, vou procurar um outro.

    De qualquer forma, minha crítica à palavra Holocausto foi apenas uma observação feita “en passant”. O meu real objetivo foi sugerir que, do ponto de vista do bom gosto ético, piadas sobre o “Holocausto” e outras tragédias reais (e.g., as que citei) são piores que piadas sobre centrais nucleares explodindo.

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  • 04/02/2012 - 14:12
    Enviado por: Ezequiel-SP

    Eu já vi isso antes….quando um dos simpsons foi parar no Rio de Janeiro….

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  • 04/02/2012 - 15:51
    Enviado por: eva maria los

    Jóia!

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  • 04/02/2012 - 17:07
    Enviado por: Celio

    PIADA DE BURRO

    Imagina só.: Mas leia bem devagar.
    Uma mesa e quadrada em um lugar tranquilo onde até os pássaros gorjeavam.
    De um lado o BIBI rangendo os dentes e do outro lado Ali Khamenei.
    No outro lado o Ahmadinejad com a indumentaria rangendo os dentes para o BIBI.
    (falta o outro lado)..
    De repente chega um garçom, alto moreno mas morenos mesmo com camisa regata preta e shortinho rosa choque trazendo umas cervejas.
    Os três olham para cima e começam a rir a rir e a rir os três batendo na mesa de tanto rir.
    É o Obama,ele diz com a vozinha bem singela ( mas respeitosa) : ” Vamos acabar com essa briga aagooooraaa e todo mundo será feliz.
    Ele observou um livro sobre a mesa, era o livro do Ali Khamenei(não vou escrever o nome, né, não sou doido) ele coloca o livro no centro da mesa (pediu permissão, já que ele é educadinho) para que todos pudessem colocar as cervejas . Mas ele não observou que o livro estava um pouco aberto, e coloca as cervejas sobre ele…. e de repente explode um bomba matando apenas dois.
    Conforme a poeira ia baixando, viu-se duas pessoas e uma delas dizia : Não lhe disse que alá ia nos proteger nessa roupa e foram embora e felizes.
    E o mundo também ficou feliz para sempre…

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  • 04/02/2012 - 17:49
    Enviado por: Rilattuf

    A verdade é que o mundo tá ficando muito chato, não se pode fazer piada sobre nada, tudo é politicamente incorreto, as pessoas confundem piada com preconceito e não é nada disso.
    A piada não importa sobre o que seja, é apenas isso.

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  • 04/02/2012 - 22:18
    Enviado por: Miltinho

    Ué, o Rafinha pode e Israel não? preconceito feio!

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  • 05/02/2012 - 10:27
    Enviado por: Celio

    É PHiada mas, ….ideológica convincente o suficiente

    Resumindo , a argumentação é um recurso que tem como propósito convencer alguém, para que esse tenha a opinião ou o comportamento alterado.

    Também tem…
    Sempre que queremos defender uma ideia, procuramos pessoas ‘consagradas’, que pensam como nós acerca do tema em evidência. (neste caso a pessoa não tinha argumentos suficiente)

    Mas….. O que é verdade ? …………………(busquei… burro busca)

    “A verdade” pode significar o que é real ou possivelmente real dentro de um “sistema de valores”. Esta qualificação implica o imaginário, a realidade e a ficção, questões centrais tanto em antropologia cultural, artes, filosofia e a própria razão. Como não há um consenso entre filósofos e acadêmicos, várias teorias e visões a cerca da verdade existem e continuam sendo debatidas.

    Verdade ou Mito ?

    ” O que é bom para américa (minúsculo) é bom para o Brasil.

    Como você lê uma notícia ? como você as lê ? Já sei, você não sabe o que lê, precisa da. :

    Pessoas que influenciam contingentes de pessoas, que levam as massas a concordar com uma dada opinião ou a consumir determinado produto, assistir determinado espetáculo, ler determinada revista ou jornal…… e depois sai comentando com os outras para mostrar seu intelecto. Isto é uma piada né.

    Você procura um “formador de opinião”.
    Mas acho legal isso, o triste é quando você as assimila e as aceita. Isto é uma piada das grandes.

    O problema é quando todo mundo concorda e o mais triste, :

    Eles não possuem argumentação, eles não possuem uma verdade, são monossílabos com autoridade.

    Queria que fosse uma piada, mas não é, é uma verdade.

    En passant
    o Protegido pode tudo e os outros podem nada. (Que piada)

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  • 05/02/2012 - 10:30
    Enviado por: kurt

    Seja mais sério em seus comentários Sr.Marcos!! Não vejo graça alguma na piadinha sionista. Eles os judeus de israel adoram a guerra e matar pessoas. Se isso é piada para o senhor, talvez você deveria fazer parte do encarte de diversão e não de politica externa !!!

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    • 06/02/2012 - 04:54
      Enviado por: Cecilia

      Kurt, me responde curto e grosso:

      quem foi que te contou que os judeus de Israel adoram a guerra e matar pessoas?

      Um sírio? Um egípcio? Um palestino? Um Líbio? Um iraquiano? Um egípcio?Um taliban? Um jordaniano? Um libanês? Um iemenita? Um argellino? Um bahrani? Um turco? Um paquistanês? O pessoal do PSTU? Um integralista? Um racista? Ou alguém lá do diretório acadêmico?

      Pedes seriedade ao jornalista e eu peço que pares de escrever bobagens.

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  • 05/02/2012 - 11:19
    Enviado por: Frik

    Ivan:
    Tá, o meu dicionário etimológico de cabeceira é um Larousse de 1971 (pelo menos não preciso me preocupar com reformas e acordos ortográficos ….) :lol:
    * ‘Holocaustum’ queimado inteiro, do Latim, porém: antes disto do Grego ‘Holos’ inteiro & ‘kaiein’ queimar (de onde veio também ‘cáustico’).

    ** Alguns querem ‘holocausto armênio’, outros ‘genocídio’ (mas as autoridades turcas preferem esquecer ambos

    *** ‘Holodomor’ Talvez soe como um neologismo com reminiscências de ‘holocausto’ (ainda mais que se refere a uma forma de ‘genocídio’, no entanto : quote – - – : The term Holodomor originates from the Ukrainian words ‘голод’ (gholod) and ‘мор’ (mor), which mean hunger and plague, respectively. The term may have also been originated directly from the expression ‘Морити голодом’ (moryty gholodom), which means “to inflict death by hunger.” (Mas ainda existem os ‘negadores do holodomor’ – a problema é que propaganda em torno do mesmo teria ajudado a justificar a Invasão Nazista da Ucrânia então “Soviética”, e a série de consequências tenebrosas, not least a destruição da Comunidade Judaica daquele país – tão radical ‘mega-pogrom’ que literalmente TUDO desapareceu, inclusive aldeias inteiras junto com os seus arquivos – ‘queimados inteiros’

    **** O Chá de Von Paulus: :roll: É, acho que não tem nada com o que Você escreveu, mas tem com a Marcha na Neve de todos aqueles homens que ele comandou. O bombardeio de Dresden foi um absurdo, mas naqueles tempos quantos “absurdos” não o precederam? (en passant) Ainda viriam as deportações dos alemães para oeste do Oder – a população inteira de Ostpreußen, por exemplo ..

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  • 05/02/2012 - 20:01
    Enviado por: Estéfani JOSÉ Agoston GRIFAO

    Judeus sempre foram mestres no humor, pimenta nos olhos dos outros é colírio nos nossos.

    O sentido de humor está se perdendo a cada dia, a tal ponto que na mídia brasileira falta sempre, trocado por sexo, bolinação e BBB.

    Será que está chegando o dia em que a uma pergunta do meu filho pela manhã ao acordar, respondo que o dia está claro, e serei processado por discriminação? Pois claro, escuro, branco, negro virão a ser termos abjurados.

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  • 06/02/2012 - 04:35
    Enviado por: Cecilia

    Guterman, a caixa de comentários sobre o senso de humor iraniano traz uns comentários, digamos assim para ser branda, bem mal humorados sobre o tema.
    O Marcos L. S., na ponta, em primeiríssimo lugar expressa seu repúdio com as admiráveis máximas “O problema é sabermos respeitar a integridade moral dos outros, assim como queremos ter as nossas respeitadas…” e “meu recado é simples, não faça aos outros o que não queres que façam a ti.” Pois há exatos seis anos Teheran lançou um concurso internacional de charges sobre o Holocausto. Alguém lembra?
    Mas claro, os iranianos podem debochar de uma ferida aberta nos judeus e israelenses, mas os humoristas israelenses não podem debochar do serviço secreto de seu próprio país banalizando mais um “crime contra a humanidade”: a destruição de uma usina nuclear iraniana por trapalhada.

    Outro:
    Elton (3.02 às 18:52), acertaste na mosca: o humor deles é fenomenal pois até instituiram um concurso internacional de charges sobre o Holocausto. Agora se teve graça ou não, você mesmo deveria pesquisar.

    Depois vem a Kiara Deeva, indignadíssima com o “mau caratismo sionista” porque alguns humoristas israelenses fustigaram as patuscadas de sua própria nação ao explodirem inadvertidamente uma usina nuclear do excelente e imaculado Irã. Falo do regime, é claro.
    Kiara está certa: é a escancarada banalização do mal.
    Meus deuses, alguém deveria se interessar em deitar tese de mestrado sobre os malefícios que uma pré disposição ideológica pode causar ao entendimento de textos. Pra começar, que tal um cursinho básico de interpretação de piadas?

    Por fim temos o Cleber Ferreira ‘overreacting’.
    “Se a iniciativa dessa piada houvesse partido de Teerã, os fundamentalistas de Israel já estariam movendo céus e terra para aniquilar os iranianos.” Cleber, estás atrasado: que tal as fantásticas e hilariantes iniciativas de Teheran sobre apagar Israel do mapa e a inexistência do Holocausto?
    Bem, deves ser versado em farsi, pois de tudo que leste ou viste na midia iraniana, não deve ter encontrado uma só piada sobre Israel, apenas discursos furibundos e ufanistas.

    O mundo é engraçado mesmo, Cleber: o fundamentalismo iraniano através de pelo menos uma de suas lideranças máximas, há um bocado de tempo vem ameaçando Israel (ou apenas ao seu governo [democraticamente eleito] – como querem alguns) de aniquilação. Dá uma só uma olhadinha na manchete do Haaretz de 2.02: “Some 200,000 missiles aimed consistently at Israel, top IDF officer says”. Será que o cara está mentindo pra criar uma onda de “histeria judaica?”

    Com certeza.

    Um pequeno reparo: os detestáveis fundamentalistas de Israel o são no sentido religioso do termo, apitando nada nos assuntos militares, sendo que os mais fundamentalista dentre eles, sequer aceitam a existência do próprio estado, vê só! Quem fica querendo ver o circo pegar fogo são alguns dos falcões da direita.
    Mas pra que me alongar tanto se a tua idiossicrasia, Cleber, é sempre enxergar as coisas daquela região com grossas lentes anti-Israel. Apenas isto. O resto é mau humor mesmo.

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  • 06/02/2012 - 08:32
    Enviado por: Emerson

    Os israelenses realmente são um povo cheio de graça. Esses tempos, um canal de TV apresentou uma “sátira” aos católicos, chamando Maria de meretriz… Agora, experimenta fazer piada do Holocausto…

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  • 06/02/2012 - 08:46
    Enviado por: dino

    Eu propriamente achei engraçadíssimo, inclusive proponho uma outra propaganda do Tablet também assim engraçada, em que uma trupe de espiões trapalhões do Mossad explodem acidentalmente o VLS em Alcantara onde morrem alguns dos principais engenheiros e técnicos do ITA e finalizam com um: Ops! Mais um acidente misterioso no programa espacial brasileiro… Divertidíssimo não acham?

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    • 06/02/2012 - 09:36
      Enviado por: Carolina

      Que eu saiba nenhum governante brasileiro disse que gostaria de ver Israel banido do mapa, tampouco nega o Holocausto.
      O que aprendi é que se você chama alguém pra briga você tem que ficar nela até o final. Quem está na chuva é pra se molhar.

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  • 06/02/2012 - 09:09
    Enviado por: dino

    Cara (Santa) Cecilia, você está tão ocupada em defender de forma corporativa e incondicional Israel e o sionismo que não vê (ou mais provável finge não vê) que a dinâmica dos acontecimentos atestam totalmente contra suas palavras. O próprio David Ben Gurion socialista e ateu, foi obrigado aceitar o estado paralelo religioso. Resultado disso está no conflito que se desenrola hoje em dia em Israel. Os partidos religiosos tem grande poder e governam muitas cidades e basicamente a vida social e politica de Israel.
    Veja você as palavras do escritor Yoram Kaniuk: “Cansei do controle da religião neste país. É um ciclo perigoso: os religiosos se fortalecem politicamente e impõem mais e mais a religião sobre nós. Até o calendário e o horário de verão são impostos pelos religiosos. Há um controle inaceitável sobre a vida das pessoas. Querem transformar Israel num Estado religioso”
    “Se em um ou dois anos não acontecer uma mudança, este país está perdido. Se tornará um Estado religioso e sem mão de obra, sem soldados para defendê-lo nem gente capacitada para desenvolver alta tecnologia. Sustentamos centenas de milhares de parasitas. Hoje quase 50% dos alunos de classes primárias são ortodoxos, e a maioria não se integrará ao Estado.
    Além de tudo, a falta de separação entre Estado e religião permite que o fascismo se espalhe. O incêndio criminoso da mesquita no norte de Israel é só um exemplo.
    Há fascistas nos assentamentos que fazem o que querem e o governo não faz nada. Atacam árabes, arrancam suas oliveiras, vandalizam mesquitas e o governo faz vista grossa, pois teme perder seu apoio político.”
    “Decidi que quero ter a nacionalidade judia, não a religião. Mas Israel não reconhece isso. Bibi [premiê de Israel, Binyamin Netanyahu] fala o tempo todo que os palestinos devem reconhecer o caráter nacional judeu de Israel, mas o próprio Estado não reconhece a nacionalidade judia sem a religião.”

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    • 06/02/2012 - 15:49
      Enviado por: Cecilia

      Dino, concordo quase que integralmente com o que dizes, apenas com duas ressalvas:
      - reafirmo que nos assuntos especificamente militares, os botocudos religiosos não tem vez, mas sim os falcões da direita e com algumas dissensões;
      - a sociedade laica, ainda consegue reagir contra os absurdos desses panacas, algo atualmente impossível entre seus vizinhos. Basta ver o número de publicações na midia israelense criticando seus desmandos. Então creio que a sociedade israelense está vivendo seu turning point: ou retoma o intuito de sua carta de fundação (O Estado de Israel (…) patrocinará o desenvolvimento do país para o benefício de TODOS os seus habitantes; será baseado na liberdade, justiça e paz como imaginado pelos profetas de Israel; garantirá liberdade de religião, CONSCIÊNCIA, língua, educação e cultura. http://taglit.online.com.br/independence.html) ou retrocede ao mesmo tribalismo dos povos da vizinhança.

      Alguns pontos de vista sobre o assunto retirados do Haaretz:
      “It’s well understood that Israel’s left has never forgiven the electorate for voting them out of office in 1977. Some went so far as to insist the people had “voted wrong”. But there’s a reason so many believe that Israel “votes Right and gets Left”. For the real power resides not in the Knesset coalition or even in the Prime Minister’s Office. It resides in the hands of those who control the cultural environment and the economic resources. That economic power resides in the hands of the 20 or so families (mostly Ashkenazi and secular). And those secular liberals/humanists hold most of the power in Israel’s universities, its media, its culture, and the court systems. Even within the IDF, as the Religious Zionists are increasingly prominent in the lower and middle officer classes, the senior leadership is mostly associated with the secular left.”

      “I am an atheist and I want nothing to do with Israeli left-wing movements. I voted for Netanyahu in the last elections and probably will vote for him again in the next. Your simplistic view of the world bears little resemblance to reality.”

      “Let us look at the composition of Israeli Jews today: 1. The former Soviets constitute about 20%. They grew up under a totalitarian regime and tend to prefer strong leaders and a brute-force approach. 2. The Sephardim/Mizrahim (from Islamic states), constitute about 1/3 of the Jews. They tend to hate Arabs, their former oppressors, tend to be more emotional people, and their grounding in democracy is still weak. Shasniks are of course worse in this respect. 3. Religious Ashkenazis, including Haredim, about 10% of the Jews (as estimated by Knesset representation, which minimizes their numbers because they have many children). Haredim and the religious are messianists and believe in Religious Law as superior to state law.// Altogether we have about 2/3 of the Jews with hardline tendencies, based on cultural and religious background. To them one could add some secular Ashkenazi right-wingers like B. Begin and U. Landau and you see that Israel is facing a democratic crisis. The big question is: How did the State manage to be formed as a democracy in the first place? The simple answer is that the main non-democratic forces were not yet citizens: The Russians, Sephardim, Haredim, and religious messianists, had a small and negligible representation in the 1948 Yishuv. They are now ready and able to destroy what their more democratic brothers had established.”

      Ah, esqueci de mencionar um pequeno detalhe: só mesmo sendo santa pra aguentar tanta bobagem nos blogs da vida.
      Defendo de “forma corporativa e incondicional Israel e o sionismo” tanto quanto defendo o Brasil “corporativa” e incondicionalmente, ou seja, enxergo e lamento os erros de Israel e do Brasil, mas também enxergo seus acertos. E se me vês como defensora ‘incondiconal’ talvez seja porque os que o atacam e demonizam diuturnamente são em número tão elevado, que seria um desperdício de consciência e conhecimento juntar-me à esta grei.
      En passant: Sionismo não é palavrão, mas sim um movimento histórico e como tal, cumprida a sua função, ao meu ver já está morto. A conotação pejorativa dada posteriormente é apenas uma das armas ideológicas na guerra de propaganda, nada tendo a ver com a motivação e os objetivos iniciais dele.

      Apenas isto.

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  • 06/02/2012 - 09:52
    Enviado por: dino

    Em tempo, é sempre bom ter memoria seletiva quando convêm né? Para quem não lembra, o concurso de cartuns sobre o holocausto foi uma resposta as charges “engraçadíssimas” sobre Maome (Muhhamad) publicadas em jornais europeus sob a alegação de “liberdade de imprensa e expressão”. Como veem a liberdade de expressão também é seletiva.
    Sejam ateus ou religiosos, é sempre bom não fazer piadas ou chutar santas, a não ser que tenham disposição e condições de usar uma metralhadora giratória.
    Em tempo 2: O “Holocausto” ou genocídio Armênio foi menor em numero e boa parte das mortes se deu por conta da fome agravada pela I Guerra. Já o genocídio Filipino na mesma época quase nunca lembrado e até desconhecido para grande maioria (devido a liberdade de imprensa e expressão seletiva) matou mais gente, quase 100% das vitimas eram civis. Inaugurou o sistema de campos de concentração, com índices de sobrevivência menores que os dos nazistas. Onde o general Jacob H Smith ordenou o assassinato de toda a população acima de 10 anos…

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  • 06/02/2012 - 12:58
    Enviado por: Eduardo

    Eita mundinho mais sem graça. Não se pode mais fazer piada de nada. Todos se ofendem com qualquer coisa. Ninguém mais consegue separar humor da aberração do policiamento hipocrita do politicamente correta.Todos se ofendem com tudo. Cada um se apega aos seus dogmas ideológicos e vozifera suas frustrações pelo mundo.
    Humor é a arte de se pegar a crua verdade das aberrações humanas e transforma-la ironica e causticamente em algo palatável para o nosso fígado.
    Daqui a pouco não vamos poder nem fazer piada de político corrupto, para não ferir as emoções de suas excelencias.

    Bando de ideólogos hipócritas. Aprendam a olharem-se no espelho e rir de si mesmos, todos somos feios, fedidos e peludos ao natural.

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  • 06/02/2012 - 21:13
    Enviado por: Marcio

    Dino
    Não vamos nos esqueceria guerra do Paraguai!
    Não teve nem mesmo campo de concentração, 90% da população masculina foi morta barbaramentena facada! Malditos brasileiros!

    Au, Au, au

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  • 11/02/2012 - 21:20
    Enviado por: Fernanda

    Eu adoro o senso de humor dos israelenses! E comparar esse anúncio com piadas envolvendo o holocausto não tem o menor cabimento. Certas pessoas não perdem mesmo a oportunidade, mesmo que de forma tortuosa, de falar mal dos israelenses e dos judeus.

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  • 15/02/2012 - 23:42
    Enviado por: Ricardo

    O curioso (e talvez engraçado) é que o mesmo Irã é o país do Oriente Médio (excetuando Israel, claro) onde há mais judeus e onde a comunidade judaica é melhor tratada (excetuando talvez as áreas cristãs do Líbano). Têm inclusive partidos próprios e assento no parlamento iraniano (sim, ele existe). E dizem, eles mesmos, que são muito bem tratados. A imigração de judeus persas para Israel existe, mas é motivada principalmente por razões econômicas: emigram porque são pobres, vivem num país mais pobre e querem viver num país mais rico.

    Quanto ao vídeo, achei engraçado e sim, o Irã está longe de ser um bom país para se viver e seu governo está longe de ser algo que eu respeite. Mas uma coisa é verdade: se fossem os iranianos a explodir usinas dos israelenses e a piada fosse feita por qualquer outro povo que não os próprios judeus (dos próprios iranianos seria difícil, pois é um país muito fechado e temos muito pouco acesso ao que se faz lá), veríamos este blog e todos os comentadores judeus gritando como loucos e berrando toda sorte de barbaridades. Se fosse feito por uma nação ocidental, pior ainda. Se fosse feito por franceses, argentinos, brasileiros ou italianos, seria por causa da herança católica anti-semita nesses países. Se fosse feito na Alemanha, seria por resquício do nazismo. E assim por diante.

    E eu, que nada tenho a ver com essa briga imbecil de povos afundados em crenças tribais (os israelenses menos do que os iranianos, mas muito, MUITO mais do que os ocidentais), riria também. :-)

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