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Marcos Guterman

06.maio.2012 10:00:39

Hitler sofria de “flatulência incontrolável”, dizem documentos

Hitler na intimidade, em raio-x obtido pelos EUA

 

Documentos obtidos pela inteligência americana sobre Adolf Hitler, logo após a derrota da Alemanha na Segunda Guerra, dizem que o ditador nazista usava cocaína como remédio, recebeu injeções de sêmen de búfalo para melhorar sua libido e sofria de “flatulência incontrolável”.

Registros médicos como esses não devem ser tomados como prova de que Hitler era um ogro, mas ajudam a entender como devia ser difícil conviver com ele.

Os documentos serão leiloados na semana que vem.

comentários (60) | comente

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60 Comentários Comente também
  • 06/05/2012 - 10:14
    Enviado por: Diogenes da Lantterna

    Ahhhh, então é isso! Sempre achei que aquêle bigodinho tinha “cara” de FUI EU.

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  • 06/05/2012 - 10:33
    Enviado por: Carolina

    Eva, coitada… Se bem que não, né?
    Quanto a ele, o pior castigo foi ter de conviver com ele mesmo. Nunca tive dúvidas de que ele era um infeliz. Nenhuma pessoa ajustada, que experimenta o mínimo de paz de espírito, pode sequer pensar em fazer o que ele fez.

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  • 06/05/2012 - 10:40
    Enviado por: Assis Alves Assiszinho

    E ninguem era louco para sair de perto.Tinha que

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  • 06/05/2012 - 10:42
    Enviado por: Assis Alves Assiszinho

    Tinha que aguentar.

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  • 06/05/2012 - 10:55
    Enviado por: Karina

    “Registros médicos como esses não devem ser tomados como prova de que Hitler era um ogro…”

    (?) Essa eu não entendi…

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  • 06/05/2012 - 10:58
    Enviado por: Karina

    As flatulências só tornavam pior a convivência com ele… mas não era o motivo de a presença dele ser desagradável. Ele devia ser uma pessoa miserável, egoísta e infeliz.

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  • 06/05/2012 - 11:17
    Enviado por: Dany

    Andam aparecendo muitas histórias a respeito desse verme.A título de provocação,para atiçar o ódio dos neonazistas (gregos?alemães?suecos?quem mais?) que agora se voltam contra os estrangeiros,qualquer um deles,para saciar a “nostalgia” dos pais deles.Muito feio,tudo isso.Eu acho melhor se virar esta página,se não o do blog o da história,porque quanto mais se fala nela piora a situação dos perseguidos hoje.Não podem virar,eu sei,mas o melhor seria queimá-la pra todo sempre.Evitar de falar nos detalhes,porque – você sabia ? – nas prisões,criminosos da pior espécie já recebem cartas de simpatia de vários fãs,somente atraídos pela má fama do sujeito,por sua presença em jornais sensacionalistas,nas primeiras páginas de tablóides,que elevam tais bandidos infames ao nível de celebridade.O homenzinho desprezível que foi Hitler escreveu um livro de horror que está sendo reeditado na Alemanha,como é possível? Muitos perversos como ele vão adorar.Ou acham que é todo leitor que vai ter discernimento pra rejeitar o que é inaceitável,saído da cabeça de um doente???

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  • 06/05/2012 - 11:33
    Enviado por: Marcos L. S.

    É realmente impressionante, o cara tá morto a 67 anos, e ainda se tem tanto medo dele, que se faz necessário encontrar uma tolice atrás da outra na tentativa de se encontrar coragem para enfrentar o que sua memória representa de assustador.
    O melhor a se fazer com Hitler, é deixá-lo quieto, morto e enterrado nas areias do tempo e da história.
    Ficar revolvendo isso, e procurando “provas’ de que, se ele era gay, sadomasoquista, coprófilo ou flatulento, só o trazem de volta de um jeito ou de outro, e todo esse temor pode acabar, sendo confundido com respeito …

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  • 06/05/2012 - 11:34
    Enviado por: Kely3

    Isto, apenas comprova a pessoa descontrolada que ele era, porém, que não justifica nenhuma de suas atrocidades e total falta de humanismo.

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  • 06/05/2012 - 11:55
    Enviado por: Jhenny

    Monstruosidade incontrolável, esse foi o grande mal dele!!!!!!!!

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  • 06/05/2012 - 12:05
    Enviado por: regi nat rock

    Francamente, a dar crédito a essa “incrível” informação, os comentaristas politicos irão determinar no “cheiro” e na “frequência”, eventualmente na intensidade, quem é mais ou menos psicopata.

    Conclusão óbvia; ninguém escapará ao ser taxado de “podre”, ” podrinho” ou “podrão” e a quais atrocidades (econômicas, politicas ou físicas) estará justificado como inimputável. Sabem como é; “foi aquela buchada de bode que não caiu bem e transtornou meu equilíbrio emocional…” ou qualquer coisa do gênero.

    Qual a diferença entre a injeção de sêmen de búfalo , ugh! e a azulzinha ou uns ovinhos de codorna? Homem encara qualquer receita para não perder a briga (agradabilíssima) por “falha nossa”, ops!

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    • 06/05/2012 - 15:41
      Enviado por: Fabio Unique

      “Qual a diferença entre a injeção de sêmen de búfalo , ugh! e a azulzinha ou uns ovinhos de codorna?” Qual a diferença entre ser injetado com material genético que um bufalo emite para a femea, e saborear ovo de passarinho? É como comparar Adolph Hitler a Leonardo diCaprio, não tem nada a ver exceto que os dois são feitos de proteina.

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  • 06/05/2012 - 12:27
    Enviado por: Kirchoff

    PQP, hein ? Hitler está para você assim como o Diabo está para os pastores: a vida sem eles seria impossível, não é ?

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  • 06/05/2012 - 12:47
    Enviado por: Eros Alonso

    Interessante. Temem tanto as idéia do homem que seu livre é quase que proibido e seus atos no governo alemão, principalmente antes da guerra, são escondidos.Tudo que se divulga de Hitler tem o propósito de esconder seus pensamentos. Se era louco,neurótico, homo, violento ao extremo e ainda vivia acompanhado de sua flatulência, porque o povo alemão o escolheu nas urnas?

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  • 06/05/2012 - 13:06
    Enviado por: Bueno de Taubaté

    O cara foi azarado na vida particular, repulsivo nas tdéias e um rematado canalha. Nada a aproveitar em sua tremenda obra de destruição de vidas e riquezas alheias. Se existir inferno, aquele monstro repugnante está lá a queimar pela eternidade afora…אַז איז פאַקינג זיין זיקאָרן
    כי הוא מזיין את זכרו

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  • 06/05/2012 - 13:45
    Enviado por: Ezequiel-SP

    Marcos, e a arcada dentária…….parece do quê ???

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  • 06/05/2012 - 14:50
    Enviado por: Paulo Roberto

    Além de peidão, era cagão. Todo covarde é cagão.

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  • 06/05/2012 - 15:11
    Enviado por: Glúon

    .
    __________________________
    .
    A charge relacionada com o post
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    __________________________
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    http://gluoncharges.blogspot.com.br/2012/05/yaacov-as-criancas-da-serie-momentos.html
    .
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  • 06/05/2012 - 15:17
    Enviado por: Fabio Unique

    Se marcar bobeira, um Nazista discreto pode de soslaio inseminar milhares de mulheres com aquilo, via banco de spermatozoide, fora as Eva Brauns que seriam voluntárias.

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  • 06/05/2012 - 15:45
    Enviado por: Diogenes da Lantterna

    Não falem mais nada do Hitler, de Gengis Khan, de Mussolini, de bin Laden, de Nero, de Mabuto de tal, de Mao Tsé Tung, de Che, de Fidel Castro e outras aberrações genéticas da história humana, transformemo-nos em bilhões de AVESTRZES com a cabeça enfiada na areia e a bunda de fora pensando que se fingirmos que não existiu, o “pinócchio” acreditará.

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  • 06/05/2012 - 17:00
    Enviado por: Fernanda

    Só tenho uma coisa a dizer: HAAAAAAAHAHAHAHAHAHAH…. bem feitooooo!!!

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  • 06/05/2012 - 19:18
    Enviado por: Kracker

    O post inútil mais interessante do ano.

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  • 06/05/2012 - 22:32
    Enviado por: Joana

    Marcos, parece que quando o assunto versa sobre o nazismo ou Hitler, as recomendações no Facebook do tópico crescem demais, e fico chocada pelo interesse.
    Com a sua licença, vou postar aqui o texto de hoje do seu colega, Ethevaldo Siqueira, que esclarece a um leitor sobre o seu pensamento parcial do demônio assassino que governou a Alemanha.

    Um defensor do nazismo
    6 de maio de 2012 | 21h25
    Ethevaldo Siqueira

    Nunca supus que ainda houvesse defensores do nazismo no Brasil. No entanto, nada melhor do que um espaço democrático para se debater um tema histórico tão importante quanto esse. Primeiro vamos dar a palavra a um leitor, cujo e-mail traz o nome de Marco Antonio Mattar. Embora seu nome não indique ascendência germânica, ele afirma ser neto de alemão. E escreve-me para fazer observações sobre o artigo O nazismo revisto em 3D, publicado na edição de domingo, 06 de maio, do Estadão. É exatamente o mesmo que tem o título O nazismo revisitado em 3D, neste blog. A seguir, a argumentação de Mattar:

    “Quando ouvimos falar sobre a Alemanha nazista, sempre nos é passada a história contada pelos vencedores da 2ª Grande Guerra. Que, nesta época, a Alemanha era dirigida por um louco varrido e doente que levou o mundo à destruição. Analisemos os fatos sem apologia e, sim, imparcialmente.

    Adolf Hitler não chegou ao poder através de um golpe de estado, portanto, não deveria ser considerado ditador, além do que a maioria esmagadora dos alemães apoiavam o seu “líder”.

    Como era a Alemanha na época do nazismo?

    - nesta época a Alemanha recuperou a agricultura e o campesinato para alimentar todo Reich;

    - levantou o nível do operariado, que pela primeira vez começou a ser respeitado por toda a sociedade;

    - encorajou a moral da família, a maternidade, a paternidade, o respeito e a honra;

    - procurou encorajar políticas de proteção ao meio-ambiente;

    - provia dinheiro ilimitado para investimento em fontes alternativas de combustível, investindo pesadamente em petróleo sintético e geração de energia por variadas fontes;

    - eliminou divisões do povo alemão: cada qual dentro das suas aptidões exercendo uma função em prol da unidade nacional;

    - recuperou o orgulho de um povo abatido e humilhado;

    - reestruturou a educação;

    - eliminou a inflação, as crises e o desemprego;

    - construiu milhares de quilômetros de estradas modernas;

    - estimulou padrões saudáveis de consumo;

    - deu aos trabalhadores suas primeiras viagens de férias;

    - criou os primeiros resorts para trabalhadores;

    - em 1938, Hitler, foi eleito pela revista estadunidense Times como “Homem do Ano”;

    - construiu centenas de milhares de moradia dignas para os trabalhadores, cada uma com sua horta, que a família trabalhava com seu próprio esforço;

    - instituiu o Serviço do Trabalho junto ao Serviço Militar obrigatório;

    - vários avanços na medicina e pesquisa. Isto e muito mais, além do domínio da fotografia e cinema com imagens 3D.

    Bombardeios devastadores de Dresden

    Ninguém pode negar que o bombardeio de Dresden por mais de 14 horas foi uma grande tragédia. 135.000 pessoas morreram em consequência de um ataque aéreo sem necessidade militar. Uma cidade completamente desprotegida cheia de refugiados do leste, prisioneiros de guerra aliados e russos e milhares de trabalhadores forçados. Este ato foi, simplesmente, um assassinato em massa, um genocídio contra o povo alemão.

    Olimpíada nazista

    Jesse Owens, atleta negro dos EUA, ganhador de 4 medalhas de ouro, nunca foi ignorado por Hitler. À pedido do COI (Comite Olímpico Internacional), antes do Führer sair do estádio, solicitaram a ele que não mais cumprimentasse publicamente os vencedores de qualquer competição. Tal fato ocorreu quando Cornelius Johnson (e não Jesse Owens), atleta dos EUA, estava sendo laureado com medalha de ouro pelo salto em altura. Após o pedido do COI, não houve mais cumprimentos do “Líder”, em público, durante o resto da Olimpíada, nem para negros e nem para nenhum outro atleta.

    Você sabe quem venceu a Olimpíada? A Alemanha com 33 medalhas de ouro, 26 de prata e 30 de bronze. Os EUA ficaram em segundo com 24 de ouro, 20 de prata e 12 de bronze. Esta Olimpíada foi para mostrar ao mundo o surgimento de uma nova, como aconteceu, e não para mostrar a suposta superioridade da raça ariana.

    Visita à Itália

    Quando a Alemanha invadiu a Polônia foi para reconquistar territórios perdidos pelo Tratado de Versalhes em que cidades com população de maioria alemã, viviam às margens da sociedade. Interessante notar que quando a Alemanha invadiu a Polônia, a Inglaterra declarou guerra à Alemanha, porém quando a Rússia invadiu o leste da Polônia, algumas semanas após, a Inglaterra nem se pronunciou. Estava decretada ali o fim do sonho de uma Alemanha realmente independente.

    Ainda existe um grandioso tabu quando se fala sobre os progressos da Alemanha nazista, justamente implantado por quem domina as informações.

    Pontuei estas considerações porque, como formadores de opiniões, os escritores, jornalistas etc. não devem passar informações fabricadas, de forma parcial ou tendenciosas. Senão, podem cair no descrédito!

    Abs., Mattar”

    ===========================================

    Minha resposta:

    O nazismo ainda cega algumas pessoas

    Prezado Mattar: É curioso, meu artigo está focalizado na apresentação de um documentário audiovisual que reconhece claramente o avanço tecnológico alemão na área de fotografia e cinema 3D. Não escrevi um artigo sobre o nazismo, mas comentei o conteúdo do documentário, com imagens que foram feitas  — não pelos vencedores, mas pelos próprios alemães. Só em resposta a tantas afirmativas inverídicas, eu teria razões para mostrar o que foram Hitler e o nazismo.

    Veja a incongruência. No último parágrafo de sua mensagem, você tenta justificar sua apologia da Alemanha nazista, dizendo preocupar-se com a ação dos “formadores de opiniões, os escritores, jornalistas etc.” que passam “informações fabricadas, de forma parcial ou tendenciosas”, e que, por isso, “podem cair no descrédito!”

    Mattar, você está absolutamente enganado quanto ao que escrevo: não passo informações fabricadas, de forma parcial ou tendenciosas. Assim, não cairei no descrédito.

    Você não esconde sua simpatia extrema pelo nazismo e por Hitler. É um direito seu acreditar em tudo isso. Mas, curiosamente, suas informações só se referem a fatos supostamente positivos na Alemanha nazista – omitindo tudo sobre o genocídio de 6 milhões de judeus, sobre as experiências com seres humanos em campos de concentração, sobre a eliminação pura e simples dos opositores. Nada diz sobre as barbaridades cometidas pelas forças armadas nazistas contra as populações dos países dominados. Nem sobre a blitzkrieg.

    É claro que toda guerra é, intrinsecamente, brutal. Assim foram os bombardeios devastadores de Dresden. Mas só eles o comovem. O resto que o nazismo fez é colírio. Não dá um pio sobre a guerra expansionista, cruel e ambiciosa que Hitler deflagrou contra o resto da Europa, aliado a Mussolini e a Hiroito (o imperador japonês).

    Não perderei tempo em analisar os fatos positivos da economia e da cultura alemãs – como prova da excelência do nazismo. Eu creditaria muito mais às qualidades do povo alemão. A Alemanha de hoje mostra que o progresso desse país nada tem a ver com ditadura ou totalitarismo, já que vive há décadas a plenitude democrática.

    É claro que regimes totalitários podem produzir mudanças positivas – na agricultura, na indústria, na educação, na saúde, na tecnologia e no poderio bélico. Mas por que preço? Será que esses resultados justificariam os meios empregados, a eliminação dos opositores, a censura, a perseguição sistemática a ideais racistas?

    Não é a história escrita pelos vencedores mas pelos pesquisadores e cientistas honestos que mostram a verdade nua e crua: “a Alemanha era, sim, dirigida por um louco varrido e doente que levou o mundo à destruição” – e à morte de cerca de 100 milhões de seres humanos.

    Adolf Hitler chegou ao poder por meio de uma escalada de golpes e de violências – a começar do incêndio do Reischstag, para culpar os comunistas. E se transforma, sim, em ditador, com todos os poderes. É claro que mais de 80% do povo alemão, sob a lavagem cerebral da propaganda nazista, apoia Hitler em plebiscito. Assim aconteceu, também, com o Chile de Pinochet. Um plebiscito “legitimou” o ditador com mais de 80% dos votos dos chilenos.

    Sobre a Olimpíada nazista, você tergiversa, pois Hitler retira-se do estádio para não entrega a medalha de ouro nenhum dos afro-americanos vencedores. Não queira mudar a história. Se tem dúvida, veja o filmete do Youtube pelo endereço abaixo:

    http://www.youtube.com/watch?v=XXIe5GbLSUs&skipcontrinter=1

    No seu destaque sobre a visita à Itália, não há qualquer referência aos fatos que eu cito no artigo, sobre a presença de Hitler em Roma, ao lado de Mussolini.

    Gostaria, finalmente, que me apontasse um único historiador independente, sério e honesto, que concorda com sua versão das virtudes do nazismo e da justificativa da guerra que a Alemanha de Hitler deflagrou contra o mundo.

    Aqui fica o assunto para debate de nossos leitores’

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    • 07/05/2012 - 10:23
      Enviado por: Kracker

      Boa resposta, mas não se frustre em não abrir os olhos dessa moçada que toma o nazismo como religião (aqui refereciada como crença no absurdo/fantástico/inexistente apoiado em sofismas). Essa galera só quer um apoio pra se colocar acima do resto da população, assim como religião (meu deus é melhor, ele me protege, seu deus é fraco/não existe).

      Começo a achar que isso é uma patologia.

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    • 07/05/2012 - 10:25
      Enviado por: Carolina

      Joana
      A ideologia, os símbolos e os líderes nazistas ainda exercem esse fascínio todo por um motivo muito simples: o racismo (antissemitismo é uma variação dele, a meu ver) e a homofobia são normas da nossa sociedade. O Brasil é uma sociedade racista e violenta. Por que tem sido cada vez menor a comoção pública diante de chacinas em que as vítimas são pretas e pobres, por exemplo? As pessoas que não se sensibilizam com a morte de pretos e gays pobres hoje teriam sido as que deram de ombros ou até mesmo estimularam o massacre de judeus, ciganos, eslavos, etc no Holocausto.
      Permita-me fazer uma sugestão. Não sei se você já leu um livro pequenino chamado O Que É Racismo, de Joel Rufino dos Santos. Se não leu, leia. O Joel explica com muita clareza e em linguagem muito simples as raízes do racismo em nossa sociedade e o porquê da dificuldade em combatê-lo.
      Não somos a democracia racial. Somos uma sociedade vil, estúpida, racista, homófoba e violenta. Nosso verniz é que é muito bonito.
      Bjs

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    • 07/05/2012 - 17:38
      Enviado por: Mario de Sampa

      Carolina, concordo com vc quando diz “Somos uma sociedade vil, estúpida, racista, homófoba e violenta”. Apenas ficaria feliz se isto se referisse apenas ao Brasil. Não vejo nenhuma sociedade que não se possa aplicar esta afirmação sua, com ou sem verniz.

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    • 07/05/2012 - 18:16
      Enviado por: Carolina

      O problema é que o brasileiro acredita vivamente que isto aqui é uma democracia racial, que aqui o racismo não existe ou é menos problemático do que em outros países. Esse mito é muito forte. Racismo para nós é quase um tabu. Não se fala sobre ele porque parece que, se não falarmos, é como se ele deixasse de existir…
      Se tiver a oportunidade, leia o livro que indiquei para a Joana. Vale muito a pena.
      Bjs

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    • 08/05/2012 - 09:42
      Enviado por: Joana

      Carolina, obrigada pela dica. Vou ler o livro de Joel Rufino dos Santos. Respondendo a sua pergunta, a sociedade nos últimos anos vem sendo bombardeada com informações de diferentes tonalidades agressivas, desde ” acidentes” no trânsito que vitimizam pobres a incêndio de mendigos , e de fato fica por isto. A maioria das vezes cometidos por jovens do sexo masculino.
      Como se fosse uma brincadeira de criança….. Realmente , tudo isto demonstra que somos uma sociedade apenas com um “verniz” de paz. Estes idiotas representam o que somos de verdade? Ou, pior, somos representados pelo telespectador paralisado diante das notícias? Teriamos muito para refletir antes de falar em “Paz e Amor” . bjos

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    • 08/05/2012 - 11:38
      Enviado por: Carolina

      Joana
      Tenho certeza de que você vai gostar do livro do Joel. Aqui está o link para ele no Estante Virtual: http://www.estantevirtual.com.br/sebodomarcao/Joel-Rufino-dos-Santos-O-Que-e-Racismo-Colecao-Primeiros-Pa-52575558.
      Lembro-me de você ter dito que tem filhos. Se eles forem pequenos, indico uma porção de livros infantis dele. Meu preferido é O Curumim que Virou Gigante. Já li esse livro, sei lá, umas 20 vezes. fÉ uma gracinha. Eu amava…
      Voltando ao assunto da violência, é claro que com a velocidade da informação (que é um fenômeno universal) não é honesto esperar que as pessoas fiquem indignadas com toda notícia de morte violenta que chegue porque isso implicaria em elas passarem praticamente todo seu tempo revoltadas. E isso é insustentável. Mas, quando se tratam de pretos e gays pobres a indignação do restante da sociedade sempre foi a exceção e não a regra. As chacinas de Eldorado dos Carajás, Candelária e de Vigário Geral chamaram muita atenção por uma série de motivos e também porque realmente passaram dos limites de barbaridade (matar uma família de evangélicos que está numa roda de orações, para mim, está além do que consigo definir como crueldade). Mas já houve muitas outras, antes e depois dessas. Não sei se você já leu sobre a Revolta da Chibata.
      O movimento negro não é um fenômeno novo, que surgiu na década de 60 com os Panteras Negras, como muitos supõem. Estamos aí há centenas de anos. E por quê? Porque o negro sempre foi tratado com violência. E onde há violência há resistência, porque ninguém apanha o tempo inteiro sem reagir. Veja, não estou a justificar os crimes cometidos diuturnamente por pretos (furtos, roubos, homicídios, tráfico), mas acho que um olhar histórico ajuda a entender muita coisa. Não é possível que a gente veja tanta gente preta inundando as cadeias e presídios e ache que isso, em si, não é um indicador do racismo que nos domina.
      Se você tiver interesse em outros livros sobre movimentos negros e/ou racismo contra negros (tanto aqui quanto nos EUA) e quiser novas dicas, estarei sempre à disposição, ok? Um que é clássico e foi há pouco tempo traduzido para o português é o Pele Negra, Máscaras Brancas, de Frantz Fanon. Esse é obrigatório. Os Condenados da Terra, também dele, é muito, muito bom. Aí, tá vendo? Já estou eu me estendendo de novo… Bem, não vou mais te encher a paciência… Heheh. E também se eu não me comportar daqui a pouco o Guterman vai vetar meu comentário porque saí completamente do tema do post.
      Beijos.

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  • 06/05/2012 - 22:43
    Enviado por: Mario de Sampa

    MG, Mein Kampf faz parte dos documentos em seu “Doutorado”, mas e “isto aqui” faz tb?
    (curiosidade mata kkkkkk)

    O bom desta história é que não existiam muitos elevadores naquela época.

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  • 06/05/2012 - 23:11
    Enviado por: Abel

    Marcos, voce viu na Grecia? O povo la ta ficando doido.Colocaram no parlamento alguns membros do partido Nazisto grego.

    Realmente o pesoal da Europa tem memoria curta.

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  • 07/05/2012 - 00:13
    Enviado por: Gonçalo

    O post é bobo, sinto dizer.
    Falar da flatulência de Hitler, o paradigma do mal absoluto e indizível, faz desta aberração alguma coisa próxima do humano. E ele não pode ser colocado nem na vizinhança do que se pensa como humanidade.
    Mas lembrar deste absurdo nos antecipa contra tantos outros que comungam desta ideologia nefasta.
    O peido dos nazistas é o mais humano que possa sair de suas entranhas podres em decomposição.

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    • 07/05/2012 - 08:46
      Enviado por: Fabio Unique

      “Falar da flatulência de Hitler, o paradigma do mal absoluto e indizível, faz desta aberração alguma coisa próxima do humano.” A flatulencia não é exclusividade humana, existem avestruzes flatulentos nunca viu? O que torna a flatulencia de Hitler interessante, ao meu ver, é que já sabíamos que ele era fisicamente repulsivo, isso está registrado em fotografia e video, mas não sabíamos o quanto, porque foto não tem cheiro. A flatulencia leva o papelão dos Alemães no apoio ao Fuhrer a alturas inimagináveis.

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    • 08/05/2012 - 20:12
      Enviado por: Wagner

      Boa Fabio! Abaixo todos os fisicamente repulsivos, inclusive os fedidos, que não tomam banho, mesmo ricos… Ah, ia me esquecendo: O Ministério da Saúde adverte: ler sobre Hitler e fazê-lo renascer causa flatulência aos ignorantes e enche as burras dos espertos de muito dinheiro, muito mesmo! Hummmm tá um cheiro ruim por aqui, não está não? Fui!!!

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    • 08/05/2012 - 21:24
      Enviado por: Pedro Meira

      Fábio Unique, na verdade Hitler era repulsivo pelas suas ações, não pela sua aparência, embora muitas pessoas explorem o físico esquisito, o cabelo estranho e o bigode do ditador nazista.
      Se Hitler acaso tivesse o rosto, por exemplo, de Joachim von Ribbentrop (só para citar um nazista que não costuma ser alvo de piadas sobre a aparência, ao contrário de Göring, Goebbels ou Himmler), ele acaso seria mais aceitável? Claro que não.
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Joachim_von_Ribbentrop

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    • 08/05/2012 - 23:25
      Enviado por: Fabio Unique

      O politicamente correto foi atacado nesse blog em diversos outros posts, contra minha vontade, e está sendo atacado nos quatro cantos da net, contra minha vontade, mas não se pode mirar o paradoxo de um feioso fedorento sendo o principal expoente da purificação racial. Enfim chegamos a soma de todas as mediocridades.

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  • 07/05/2012 - 10:06
    Enviado por: João Só

    O fato dele ser vegetariano tem alguma coisa a ver com isso? Digo, como causa ou como efeito?

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  • 07/05/2012 - 10:25
    Enviado por: Kracker

    Agora sempre que eu ler algo do tipo “(…) então Hitler bufou e disse (…)”, ficarei na dúvida da ambiguidade.

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  • 08/05/2012 - 00:58
    Enviado por: Elcio Lacerda

    Não sei como sobrevivi 51 anos sem essa informação … o mundo nunca mais sera o mesmo depois dessas reveleções bombasticas … Ora!! Faça me o favor … fala sério …

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  • 08/05/2012 - 12:17
    Enviado por: Roberto Carlos

    Peidão safado!!! Que vergonha , velho peidão!!!

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  • 08/05/2012 - 21:00
    Enviado por: Pedro Meira

    A notícia, em si, não chega a ser grande novidade. Há anos se sabe que o médico particular de Hitler, o charlatão Theo Morell, aplicava nele injeções de anfetaminas e todo tipo de estimulantes, com conseqüências bastantes funestas. Alguns historiadores já comentavam também dos problemas intestinais de Hitler. A novidade, talvez, seja o fato de porem em leilão documentos sobre isso. Quem irá comprá-los?

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  • 09/05/2012 - 09:58
    Enviado por: Sergio

    Sintomas de stress agudo.
    Stress: The different kinds of stress
    http://www.apa.org/helpcenter/stress-kinds.aspx
    Citação do artigo: “stomach, gut and bowel problems such as heartburn, acid stomach, flatulence, diarrhea, constipation, and irritable bowel syndrome;”

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  • 09/05/2012 - 10:58
    Enviado por: Leonardo Barbosa

    O mais engraçado é que pessoas criticam excessivamente sobre o Adolf Hitler. Não sou nenhum nazista, neonazista, skinhead ou algo do tipo. Apenas admiro a inteligência e forma de governar do cara. Ele matou milhares? Sim!!! Mas caramba, retirem esse ponto dele e observe as qualidades dele. Olhem para a atualidade. O seu Brasil como é. Atente-se para as autoridades, como elas tratam a sociedade brasileira. É gostoso não é?!
    Grandes idiotas.

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  • 10/05/2012 - 05:42
    Enviado por: Marcelo A

    Prezados

    Minha reação ao ler os posts sobre a temática me causou assombro, no bom e no mal sentido. Sou historiador, mestrando em História política, e tenho Hitler como meu objeto de estudo. Portanto, me sinto com alguma legitimidade para tratar do assunto.

    Em relação ao texto de Marco Mattar, há muito do que se aproveitar, mas há muita ladainha no sentido de querer encontrar cabelo em ovo. Vamos lá. Não é porque Hitler foi eleito por voto popular (e não por golpes como disse nosso amigo), que não pode ser considerado um ditador. A partir do momento em que ele assume o Reichstag e com a morte do Presidente assume também os poderes do exército, começa-se uma política de restrições e poda de poderes de outrem, o massacre da SA (noite dos longos punhais), a capitulação de todos os partidos, um após o outro, o banimento e perseguição aos comunistas, tudo isso levou a uma centralização do poder nas mãos de um único homem, pertencente a um partido único, o que caracteriza o período sim como uma ditadura, uma vez que estavam ausentes eleições periódicas para que subisse à cena outro presidente, enfim. Nunca imaginei que precisasse justificar o governo de Hitler como uma ditadura, mas aqui estou.

    Quanto aos avanços econômicos, tecnológicos, sociais, tudo isso deve ser relativizado. É consenso que ditaduras, onde o poder está centralizado na mão do Estado, tem maior capacidade de prosperidade economica, uma vez que o próprio estado dita as diretrizes econômicas autoritariamente, não tendo que colocar suas ideias sobre a mesa para que sejam votadas e aceitas, nem receber interferências externas, enfim. Houve, obviamente, uma prosperidade econômica sim, mas a economia de guerra deixou a Alemanha em péssimas condições, havia lá racionamentos de todos os tipos, desde alimentares a de artigos básicos. Um colega postou acima que esse desenvolvimento foi levado a cabo à duras penas, censura, opressão, etc. Vamos lembrar que, bem perto de nós, durante a Ditadura Militar ou mesmo o Estado Novo, a realidade era de certa forma semelhante, mas se perguntarmos aos anciãos que ainda vivem, o relato deles é de uma positivação da ditadura militar justamente por essa questão do emprego e do desenvolvimento econômico: não importa se há censura, ao menos tenho um emprego e posso sustentar minha família, o que antes não ocorria.
    Vejam bem, isso não é uma defesa do nazismo, ou de Hitler, ou de quem quer que seja. É uma constatação e uma questão de valores e prioridades. Obviamente os alemães, ao se darem conta da situação em que colocaram a Alemanha, provavelmente reviram em suas mentres suas atitudes e talvez até tenham se arrependido.

    Sobre a história de Hitler e da Segunda Guerra ter sido uma construção dos vencedores isso é inegável. Stalin levou adiante massacres tão grande quanto os nazistas e ninguém fala disso, talvez nem saibam disso. Londres fez chover dias e noites de bombas sobre Berlim, matando civis alemães. Mas, claro, eles merecem, não é? Colocaram Hitler no poder, agora aguentem. Não é por esse raciocínio de justiça que devemos caminhar, são vidas, são civis, seres humanos. Guerra é guerra, morreram civis poloneses como morreram alemães que não queriam guerra.

    Não se procura atenuar ou ‘fingir que nada aconteceu’ na Alemanha Hitlerista. O mesmo se ve na historiografia brasileira sobre escravidão, cuja inovação foi introduzir o caráter de negociação entre senhor e escravo, encarando a situação como forma de resistência do cativo, etc. A escravidão não esteve baseada 100% no açoite, havia negociação entre senhor e escravo e isso inegável. Alguns condenaram tal historiografia, dizendo que ela abrandava a escravidão, que foi por si só violentíssima. É claro que foi violenta, mas NÃO SÓ violenta, como o nazismo não foi SOMENTE genocida. Não generalizemos.

    “Não é a história escrita pelos vencedores mas pelos pesquisadores e cientistas honestos que mostram a verdade nua e crua: “a Alemanha era, sim, dirigida por um louco varrido e doente que levou o mundo à destruição” – e à morte de cerca de 100 milhões de seres humanos.”
    - em toda a minha pesquisa nunca encontrei um diagnóstico médico confiável que denunciasse a loucura de Hitler. Não consigo imaginar um louco que vence três primeiros anos de uma guerra mundial contra França, Inglaterra e URSS. Fanatismo não se confunde com loucura, ideologia não é patologia. Extremista? Ganancioso? Anti-semita? Sim, talvez sim, mas louco?
    - Sobre o número de vítimas, pelo que sei através de leituras e tudo isso, o Holocausto foi responsavel pela morte de cerca de 6 milhões de judeus. Por favor, justifique para mim os outros 94 milhões. E isso não é uma ironia.

    Entendam, colegas: ressaltar o caráter positivo do governo de Hitler na Alemanha, por pequeno que seja perto das atrocidades do regime, não significa se posicionar a favor do Nazismo ou defender Hitler. Significa, talvez, uma tentativa de justificar como alguém com ambições tão grandiosas pode permanecer “sem questionamento” (veremos que quem internamente questionava Hitler não encontrava de forma alguma apoio para tal oposição) por anos no governo. É o tipo de coisa: “alguma coisa boa teve”.

    O grande zênite de Hitler foi ter resgatado o espírito nacionalista no coração de cada alemão, através de sua propaganda e oratória inegavelmente brilhantes. O povo alemão, como sabiamente disse nosso colega, tem, sim, uma capacidade de auto-superação impressionante: basta acompanhar sua trajetória ao longo do século XX para constatar isso. E este povo “trabalhava para o Führer”, portanto, o sucesso alemão não pode ser concedido apenas ao povo, visto que este foi liderado. Em determinado período da década de 1930, se não me engano em 1938, certo general havia afirmado algo no sentido de que Hitler havia conduzido a Alemanha até ali, e que o povo estava atrelado a ele. Se ele caísse, levaria todos consigo. Não havia como estabelecer essa separação povo/Hitler porque ele comandava um partido em que todas as decisões e, portanto, todo o destino do Reich estavam em suas mãos.

    Não pretendo refutar ou corroborar cada uma das afirmações neste post, cada indivíduo é livre para pensar como bem entender, desde que de fato reflita antes. Caríssimos, basta ir a uma livraria de peso para constatar como o rosto de Hitler está estampado nas prateleiras dos livros de História. É uma figura que reúne em si repúdio e admiração, medo e espanto, curiosidade e fascínio. Pelo bom ou pelo mau lado, a figura de Hitler exerce sobre todos os ‘politizados’ um enorme fascínio, que por vezes se transforma num ódio cego, que transforma Hitler em um monstro. Uma breve consideração: Hitler na maior parte do tempo não esteve à frente das políticas raciais efetivas, de tomada de decisões definitivas, embora autorizasse todas elas e tivesse dado toda a doutrina nas páginas de Mein Kampf. O terror nazista é tão obra de Hitler quanto de seus colaboradores fanáticos, como Göering e Himmler.

    Estou aberto para questionamentos e esclarecimentos.
    Att, Marcelo A.

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    • 10/05/2012 - 11:30
      Enviado por: Pedro Meira

      “Hitler na maior parte do tempo não esteve à frente das políticas raciais efetivas, de tomada de decisões definitivas, embora autorizasse todas elas e tivesse dado toda a doutrina nas páginas de Mein Kampf. O terror nazista é tão obra de Hitler quanto de seus colaboradores fanáticos, como Göering e Himmler”.
      Mas o fato é que Hitler desejava e consentia na brutal política racial nazista. Ele não gostava de se imiscuir diretamente em todos os assuntos do Estado, ao contrário de outros ditadores, como Stálin, p. ex. Hitler foi, segundo o historiador Ian Kreshaw, um “ditador preguiçoso”, que deixava os outros agirem em seu nome, desde que isso estivesse de conformidade com os seus desígnios.
      Evidentemente, as idéias para o extermínimo partiam mais de Hitler do que de seus colaboradores, como Hermann Göring (que não era tanto um fanático, mas sim um amoral, para quem tudo era válido, desde que lhe propiciasse poder e riqueza), Himmler ou Rosenberg (estes, sim, racistas fanáticos).

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    • 10/05/2012 - 12:12
      Enviado por: Fabio

      Marcelo A,2 coisas,a primeira que a trajetoria de Hitler meteorica foi de imputar no povo
      Alemao de que os Negros,Judeus,e Ciganos eram os responsaveis da situacao de crise
      na Alemanha,e com a ajuda de Himmler e Goebbels comecaram a massacram a midia
      com esta ideia,e a juventude hitlerista tambem.Ora,se voce MENTE PERIGOSAMENTE
      a favor de uma ideia LOUCA e as pessoas acreditam,voce nao pode chamar estas pessoas
      ou este povo de INTELIGENTES.Fora isso,todo o ouro e imoveisobras de arte, e dinheiro,saqueados dos judeus foram usados para manter esta parafernalia e a maquina de LOUCOS de Hitler,portanto
      tao brilhante assim nao era HITLER.
      Outra coisa,se nao fossem os AMERICANOS,JAMAIS os Alemaes e o Japao teriam se levantado.
      JAMAIS.O resto e conversa.

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    • 10/05/2012 - 14:55
      Enviado por: Marcelo A

      Sobre o não envolvimento de Hitler nas políticas raciais e na “questão judaica” (como era chamada), eu enxergo muito mais como uma estratégia de poupar a imagem em relação aos próprios alemães que não aprovavam as medidas e em relação à opinião pública internacional. Se há uma coisa que Hitler não era é preguiçoso.

      Não neguei seu envolvimento nas políticas raciais, apenas dividi o peso que em geral fica nas suas costas entre os outros responsaveis igualmente racistas e paranóicos.

      Em relação ao colega considerar as ideias de Hitler e dos nazistas como LOUCAS, acho que aí se encontra um juízo de valor enorme. Não é porque nossa lógica cristã e o bom senso dizem que não se deve matar por diferença de cor de pele que essa prática é loucura. É obviamente um desvio, mas não prática de loucos. É aterrorizante, é execrável, é repugnante, foi sim um genocídio e deve receber o peso moral que deve, mas devemos entender sua execução em seu contexto.

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    • 10/05/2012 - 15:12
      Enviado por: Sergio

      @Fabio Não entendi os dois últimos parágrafos. Você acha que o Tratado de Versalhes (reparações/indenizações da WW I) não tiveram nenhum efeito sobre a Alemanha ou que as invasões da Mandchuria (China), Malasia e Filipinas, pelos japoneses, não aconteceram?

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    • 11/05/2012 - 23:49
      Enviado por: Marcelo A

      Sérgio, acho que ele se referia à ajuda oferecida aos alemães e japoneses para recuperação de guerra. Estou enganado?

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    • 14/05/2012 - 16:35
      Enviado por: Pedro Meira

      Queria fazer um esclarecimento a respeito da referência a Hitler como “ditador preguiçoso”, a qual foi extraída de uma entrevista do historiador Ian Kershaw:

      “O senhor diz que Hitler era um “ditador preguiçoso”, não tinha muito interesse em se envolver no funcionamento diário da Alemanha nazista, exceto nas decisões militares e de política estrangeira. Mas discorda da tese do historiador alemão Hans Mommsen de que Hitler era um “ditador fraco”. Como defini-lo?
      O estilo de sua liderança não era de microgerenciamento, de se envolver em todos os níveis. Não era como a liderança de Stalin, que absorvia tudo, em um forma burocrática estabelecida para que ele controlasse todas as diretivas. Hitler se contentava em deixar as coisas correrem, enquanto estivessem indo na direção que ele determinou. Em momentos cruciais ele teve de intervir para tomar decisões-chave. Na política estrangeira, tomou decisões cruciais. Em outras questões, durante a guerra, ele estava longe de ser um “ditador preguiçoso”, mergulhou mais e mais no microgerenciamento com componentes militares, o que foi catastrófico para a Alemanha. Na guerra, como notou Albert Speer (1905-1981, ministro do Armamento do Terceiro Reich), o Hitler velho “ditador preguiçoso” desapareceu e se investiu completamente na direção e administração do conflito. Isso consumiu praticamente cada hora de seus dias e de suas noites. Hitler mudou em certas coisas ao longo dos anos.”

      http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3757061-EI6782,00.html

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  • 12/05/2012 - 05:56
    Enviado por: Fabio

    Sergio e Marcelo A, e isto mesmo.Se nao fosse a ajuda financeira.Sem isso nada se levanta.

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  • 12/05/2012 - 08:07
    Enviado por: Sergio

    @Marcelo A Em uma releitura, parece que é relativo ao plano Marshall. Interpretei o termo ‘levantado’ como ‘insurreição´, ao invés de ‘recuperação’.
    @Fabio, my apologies.

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  • 12/05/2012 - 09:33
    Enviado por: Diego

    Hitler era abstemio e nao praticava sexo.td mentira isso ai

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  • 25/05/2012 - 13:42
    Enviado por: Bueno de Taubaté

    O maldito peidorreiro causou bastante estrago com suas manias e obsessões. Foi peidar no inferno pela eternidade afora e que queime sempre lá.

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Marcos Guterman

    Marcos Guterman é jornalista profissional desde 1989. Trabalhou por 15 anos na Folha e desde 2006 está no Estadão, onde edita a Primeira Página. É historiador, com graduação e mestrado pela PUC-SP. Atualmente faz doutorado em História na USP, tendo o nazismo como tema de pesquisa. É autor do livro "O Futebol Explica o Brasil". Sua pátria é o Santos Futebol Clube.
    Contato: marcos.guterman@grupoestado.com.br

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