O presidente dos EUA, Barack Obama, está sendo criticado por usar a morte de Osama Bin Laden como trunfo eleitoral. Meu colega de Estadão, Gustavo Chacra, foi duro em seu julgamento, ao lembrar que Obama é Nobel da Paz e, no entanto, usa um “assassinato” como “principal bandeira” para tentar se reeleger. Chacra é muito mais informado do que eu, tanto em termos de eleição americana (afinal, é correspondente nos EUA) quanto em relação ao Oriente Médio e à Al Qaeda, já que esteve presente na maior parte dos países da região fazendo excelentes reportagens. No entanto, permito-me a ousadia de contestá-lo.
Em primeiro lugar, não é possível concluir que a morte de Bin Laden tenha sido um assassinato. Se estamos preocupados com as minúcias da lei, é preciso conhecer igualmente todas as minúcias do episódio, e não conhecemos. A versão oficial diz que houve confronto. Mandam o bom jornalismo e o bom senso desconfiar de versões oficiais, mas, por outro lado, é equivocado tirar toda uma série de juízos de valor a partir da mera sugestão de que o governo americano está mentindo.
Em segundo lugar, a questão do “assassinato” de Bin Laden é controversa mesmo entre especialistas em direito internacional. Não há consenso sobre a legalidade da ação, sobretudo porque, para os EUA (inclusive a Suprema Corte), Bin Laden era um “alvo militar legítimo”.
Em terceiro lugar, parece-me um pouco exagerado dizer que o “assassinato” de Bin Laden é a “principal bandeira” eleitoral de Obama. Do material de campanha que pude ver, o presidente está apostando na recuperação da economia, ainda que tímida e inconclusa, porque ele sabe que isso é o que dá ou tira votos. Bin Laden é, digamos, uma cereja no bolo.
E que cereja. Achar que Obama não deveria explorar eleitoralmente a morte de Bin Laden é o mesmo que esperar que o Santos não escale Neymar. É um trunfo vistoso demais para qualquer político, e não vejo razão para que Obama, mesmo sendo “Nobel da Paz”, tenha pruridos em usá-lo. Ademais, Obama não tem culpa se os velhinhos em Oslo resolveram lhe dar um Nobel da Paz antes mesmo que ele fizesse realmente jus – foi uma aposta, que ainda pode ser ganha, porque Obama deve se reeleger, e sua marca pode ser a de ter acabado com as duas guerras que seu desvairado antecessor começou.
Por fim, é hilário ver o Partido Republicano questionando Obama por associar sua imagem ao triunfo sobre Bin Laden. Eram os mesmos republicanos que desde 2001 diziam que, se um democrata assumisse a Presidência, os monstros da Al Qaeda comeriam todas as pobres criancinhas americanas. Eram os mesmos republicanos que declararam “cumprida” a missão no Iraque no distante Primeiro de Maio de 2003 – e a guerra provocada pelas mentiras republicanas, como se sabe, ainda duraria quase dez anos mais.
Obama, por sua vez, cumpriu o cronograma de retirada das tropas do Iraque e, de lambujem, Bin Laden, o inimigo público número 1 dos EUA, está mortinho da silva. Não surpreende que os republicanos estejam tão mordidos.
Muito bem colocado Guterman,
Jornalismo de qualidade, cobrindo todos os aspectos e ficando longe dos sensacionalismos e frases de efeitos.
Concorod com voce.
Era só o que faltava agora Barack ficar refém dos octogenários de Oslo. Concordo plenamente.
Quanto a essa história de “alvo militar legítimo”, tenho minhas dúvidas. Me parece mais uma contorção retórica para justificar a execução de opositores.
Esse dia passará a história como o dia da chacina de Abbottabad.
Uma chacina que não ficou nada a dever em matéria de covardia e terrorismo à chacina de Vigario Geral e de tantas outras que ora grassam no México, Harlen, Moscou, Gaza ou qualquer outro lugar onde a lei das milícias e do terror estatal imperem.
Matou a pau.
Sem mais.
Sr. Guterman
Concordo consigo, querer comparar as agressões da administração Obama, com as republicanas é forçar bastante a barra.
Em minha opinião, o Sr. Laden era sim um alvo legítimo, afinal o homem criou seu próprio exército, e se declarou frontal e abertamente inimigo dos EUA, e (segundo todas as versões oficiais existentes até agora) atacou território continental americano, coisa que quaisquer outros inimigos dos EUA nunca fizeram ou conseguiram fazer.
E mesmo que se queira considerar assassinato; ao contrário dos republicanos que iniciaram duas guerras, que mataram quase meio milhão de pessoas, e levaram a economia americana quase ao colapso. Os democratas, conseguiram abater o inimigo nº um dos EUA, com um nº insignificante de baixas dos dois lados.
Quanto a se houve confronto no episódio, acho que as fotos onde aparecem destroços de uma aeronave americana abatida, falam por si.
Não sou fã do Sr. Obama, acho que ele sempre irá fazer o que achar necessário para satisfazer interesses americanos, inclusive matar, mas convenhamos que se tenho que escolher entre as administrações carniceiras republicanas (que calcaram uma guerra em uma mentira escandalosa), e o “estilo” mais comedido do Sr. Obama, acho até absurdo querer comparar as duas administrações.
De qualquer forma, o que mais me interessa na política do Sr. Obama, foi que até agora, ele não começou uma nova guerra com o Irã em sua administração, conflito esse que julgo ser um desastre potencial muito grande em termo de desdobramentos não só para a região, como talvez para o mundo, e enquanto ele permanecer alheio aos clamores por esse conflito terá a minha total simpatia …
Por isto eu sigo teu blog e me atrevo a comentar.
Respeito muito o Gustavo, e você sabe disto, e por isto mesmo (ou apesar disto) atrevo-me a discordar dele, concordando contigo.
Romney: Disappointed in Obama’s jabs on bin Laden
“Of course the right course was to assassinate, execute Osama bin Laden and that is precisely what happened, and I congratulate the president for doing so. And I am confident and that of course I would have taken exactly the same decision,” Romney said, “any thinking American would have ordered exactly the same thing.”
http://www.cbsnews.com/8301-505267_162-57424791/romney-disappointed-in-obamas-jabs-on-bin-laden/
…
Obama campaign slams Romney for “Swiss bank account”
“What about Mitt Romney?” the narrator continues. “As a corporate CEO, he shipped American jobs to places like Mexico and China.”
http://www.cbsnews.com/8301-503544_162-57424745-503544/obama-campaign-slams-romney-for-swiss-bank-account/?tag=mncol;lst;1
Concordo plenamente com vc Marcos Guterman…… Neymar é a “cereja do bolo”… hahahaha
Quanto a Bin Laden,Obama fez o que deveria ter sido feito. Certo ou errado, embasado juridicamente ou não. Infelizmente no combate ao radicalismo o ocidente tem um outro inimigo… as leis que teoriamente levariam a justiça, mas que é sempre utilizada por eles como uma fraqueza a ser explorada.
Mas não ficou claro qual o sabor e cobertura do bolo!!!!
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A charge relacionada com o post
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http://gluoncharges.blogspot.com.br/2012/05/romney-ron-paul-obama-aniversario-de.html
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Eu não me lembro mais da data exata, mas alguns anos antes do 11 de Setembro, o Bin Laden fez uma declaração de guerra formal aos EUA. Na época não o levaram a sério. A morte do Bin Laden não é algo a se comemorar, mas guerra é guerra. Quem se acha no direito de matar corre o risco de ser morto.
Para começar, cadê o corpo?
Um mentiroso contumaz como Barack Hussein Obama é capaz de tudo.
Até de promover ou forjar a morte do líder terrorista para poder facilitar a vida da jihad em geral, manietando os serviços de contra-terrorismo.
http://www.islamist-watch.org/8679/islamists-demand-counterterrorism-training-censor
The U.S. government is buckling in response to a yearlong assault on its counterterrorism training programs for law enforcement, which critics say promote anti-Muslim sentiment and feature bigoted guest lecturers. Not only is the FBI now conducting a “top-to-bottom review” of its programs, but federal agencies have taken the perilous step of looking to Islamist groups such as the Muslim Public Affairs Council (MPAC) for help.
Though Islamists and their allies have long complained about alleged bias among trainers, the campaign to cleanse content related to radical Islam kicked into high gear in early 2011 when the left-leaning Political Research Associates (PRA) issued a report titled Manufacturing the Muslim Menace, which highlights instances of counterterrorism trainers describing Islam as inherently violent and drawing connections between Muslims’ piety and their likelihood of committing violence. The study claims that there is a “cottage industry” of fraudulent experts promoting an anti-Muslim agenda to the counterterrorism community. The PRA also legitimizes Islamist groups like MPAC, the Council on American-Islamic Relations (CAIR), and the Islamic Society of North America (ISNA), while delegitimizing their critics.
For example, the report risibly suggests that one of the criteria for knowing if a speaker is an anti-Muslim bigot is the belief that the Muslim Brotherhood has fronts operating in the U.S. It paints the Brotherhood as a benign, nonviolent organization that rejects violent jihad and supports democracy. Furthermore, the report says it “makes little sense that the Muslim Brotherhood would use front organizations in the United States” and accuses those who spotlight the aforementioned groups’ extensively documented ties to the Brotherhood and even Hamas of employing “McCarthy-era” tactics.
Speakers named in the report reject charges of bias and emphasize the importance of understanding the threat from radical Islamic ideology. Robert Spencer, a scholar of Islam, explains, “The correlation is not that every devout Muslim will engage in jihad terror, but that all jihad terrorists are devout Muslims who invoke Islamic texts and teachings as their inspiration and justification.”
Em sua primeira campanha presidencial, Obama foi atacado pelos Republicanos por supostas ligações com grupos islamicos radicais, foi acusado de não ser cidadão Americano, e se tornou o primeiro lider negro dos Estados Unidos, sem responder com golpes baixos embora esses fossem merecidos, por isso o premio Nobel da Paz não me pareceu precipitado.
A guerra é real. Existe e se nada for feito as consequências podem ser muito grande.
As formas de lutar é que diferem
Eu fico pasmo cada vez que vejo alguém defender estes terroristas…
Legal este diálogo entre os dois blogs.
Reproduz um pouco a disputa nos EUA. Chacra parece, nestes últimos posts, criticar Obama como nenhum republicano o faria; Guterman, por outro lado, cerra fileiras com o democrata.
Está certo o Marcos quando diz que os velhinhos de Oslo premiaram o Obama antes de conhecer sua obra, talvez querendo pautar a politica externa do Obama com este prêmio antecipado.
A minha apreciação é a de que Obama funciona em explosões decisórias e não através de uma política consistente e direcionada.
Mas concordo também que ele agiu legitimamente ao entrar no bunker de Bin Laden e com sua morte como consequência. Os antecedentes de periculosidade do saudita justificava plenamente a abordagem, já que ele poderia factivelmente explodir a casa num ato suicida com os seals no seu interior.
E não é que estão com dó do Bin Laden ??? hahahaha
Por que não pegaram prá vocês ?????
Na gloriosa e orgulhosa “América”, os inimigos políticos (internos) do presidente Obama morrerão um dia de overdose do próprio veneno.
Tem gente que brinca com coisa séria. Chamar de assassinato a morte de uma pessoa que ordenou a morte de mais de três mil pessoas inocentes que jamais entraram em conflito contra o Islã, eram apenas trabalhodores anonimos que estavam na mira de, estes sim, ASSASSINOS.
O jornalista demonstra ou ignorância ou inocência em relação às críticas recebidas por Obama. A questão não é o fato de “Obama ter matado Bin Laden”. Qualquer presidente teria feito isso (exceto Bill Clinton, que teve a chance e se recusou a fazê-lo nos anos 90).
Em primeiro lugar, nada mais justo do que a oposição mostrar a hipocrisia do candidato Obama, que se elegeu com discurso de pacifista com duras críticas ao “cowboy” George W. Bush, usar justamente o seu lado “cowboy” para mostrar que é durão.
No entanto, a crítica mais contundente em relação ao caso específico está no papel atribuído por Obama a si mesmo. Ele colocou a situação como se tudo tivesse dependido apenas dele, o que, obviamente, não é verdade. A oposição americana fez muito bem em contrastar os discursos de Obama, após ter matado Bin Laden, ao de G.W. Bush após ter matado Sadam. Enquanto o primeiro exaltou o seu poder de decisão e comando, o segundo agradeceu aos oficiais que, efetivamente, fizeram o serviço (mesmo estando sob ordens suas).
Obama, como fica claro a cada dia, nada mais é do que um narcisista criado em campi universitários que acha que pode levar tudo no gogó e desesperado para achar algo de seus 4 anos para garantir-lhe o segundo mandato. Que diferença em relação ao “hope and change” de 2008, hein?
Por definição todo político é narcisista. Ninguém chega à presidência de um país sem ser, no mínimo, muito vaidoso. A diferença entre Obama e W. Bush é que aquele foi criado em universidades de excelência às quais chegou por mérito próprio e este foi criado em uma universidade de excelência que conseguiu pôr no seu currículo em função do enorme poder político de sua família.
A oposição republicana não tem como derrubar esse argumento. Obama pode ser narcisista, mas é de uma família global, veio da classe média, foi para Harvard e depois para UChicago. W. Bush e Mitt Romney, seu atual adversário, são tão narcisistas quanto e são crias legítimas da riquíssima elite americana que não tem a menor ideia do que os pobres americanos pretos e chicanos passam. Só não dá pra dizer “white, anglo-saxan and protestant” porque o Romney é mormon.
Nossa C
arolina, “elite”, “bancos”, “anglo-saxões”, “riquissimos”, “protestantes”….. “dont take your racist card, pease”…… hahahhaahhah
Carolina, um ponto que concordo com o Chacra, é que não é comum esta “atribuição a sí mesmo” de feitos gloriosos em campanhas eleitorais nos EUA. Quando ocorrem são de maneiras mais sutis. Os acessores das campanhas devem estar muito preocupados com a possibilidade de não reeleger Obama. No Brasil isto ocorre despudoradamente (deve ser herança dos faraós egipcios em suas obras retratando sua magnitude). Mas de resto, Obama foi desafortunado, pegou um grande “abacaxi” ao se eleger. Duas frentes de guerra, o estouro da bolha imobiliária e seus efeitos, como o desemprego, desaquecimento da economia e o anti-americanismo mais acentuado em virtude da perda de influência internacional. Idependente de quem estivesse na presidência, estas dificuldades foram e são um gigantesco desafio.
responder este comentário denunciar abusoEu não tenho o menor problema com brancos ricos. Eles que têm com a gente.
responder este comentário denunciar abusoEm tempo, você sabe porque mencionei a sigla WASP, né?
responder este comentário denunciar abusoAh, mas é claro que a equipe dele deve estar preocupada. A economia está melhorando muito timidamente e isso certamente o afetará.
O que parece ter caído no esquecimento é que (1) Obama retirou as tropas do Iraque e (2) está fazendo de tudo para não envolver diretamente os EUA em novos conflitos. Ter entregado a resolução do problema na Líbia à Otan foi a melhor prova disso. Fosse eu uma army wife do interior, doida para ter meu marido de volta, estaria supercontente com o Obama… Mas, como disse, isso logo cai no esquecimento. A solução é fazer isso que ele está fazendo: lembrar as pessoas aos berros.
E, numa análise mais profunda, não nos esqueçamos de que ele é preto. Sim, isso é uma questão. Se ele for reeleito, com todos esses problemas, isso será um senhor indicador sobre o avanço da sociedade americana no sentido de não discriminar quem não é branco (e aí não importa se o não-branco é preto, indiano, mexicano, etc). É claro que o racismo continuará existindo, mas acho que agora é que vamos ver o quanto de avanço houve nesse aspecto. Porque se um branco erra estupidamente, como fez W Bush, ele merece uma segunda chance, mas se um preto erra… Vamos ver se o eleitorado americano está disposto a dar ao preto a chance de continuar com seu trabalho.
“Enquanto o primeiro exaltou o seu poder de decisão e comando, o segundo agradeceu aos oficiais que, efetivamente, fizeram o serviço (mesmo estando sob ordens suas).”
Segundo essa lógica, nenhum presidente fez algo, pois tudo é realizado por subordinados da presidência. O Lula por exemplo nem lia os projetos de lei aprovados pelo congresso, seus assessores traziam o documento e marcavam um xis no local para ele assinar hehehehehe.
responder este comentário denunciar abusoCarolina, “WASP” ? me explica com laranjas, pois eu num entendi…..
responder este comentário denunciar abusoWASP = white, anglo-saxon and protestant. Essa sigla define bem uma grossa parcela da sociedade americana. Há os que não se orgulham de ser wasp mais do que se orgulhariam de ser qualquer outra coisa. Estes não são o problema. O problema são os que batem no peito pra dizer que o são. Se for rico então, já era… Passa pro outro lado da rua e finge que não viu. Gente racista da pior espécie.
responder este comentário denunciar abusoCarolina, a coisa está feia para os americanos, a cor da pele para os eleitores negros vai ter peso, mas para o restante, vai depender do convencimento de que tenham bons projetos para sair da lama. Mesmo que reeleito, Obama não vai conseguir sair da crise assim tão facilmente. Existem reformas que nenhum pretendente ao cargo tem carisma e apoio suficiente para implementá-las. E os fatores internacionais favoráveis são uma incognita para os próximos 4 anos.
responder este comentário denunciar abusoNao entendo o pq do Obama ter algum credito com o assassinato do Bin Landen sendo que tudo que ele fez foi deixar o Nave Seal fazer o trabalho que por sinal o fizeram bem feito. O resto e’ conto de fada pra boi dormir
Embora esteja decepcionado com Obama, concordo com o artigo. É absurdo pretender que ele deixasse de explorar eleitoralmente a morte de Bin Laden.
Mas será que Bin Laden esta morto? Alguém viu o corpo? Ou será que ele ressuscitou?
Pelo que eu saiba, ele está cercado de 72 virgens…… que continuarão virgens…. não tem viagra por lá…..hahhahahah
responder este comentário denunciar abusoFrancamente, eu não acho que foi jogado ao mar como dizem. Deve em alguma camara frigorífica em algum lugar nos EUA. Não acredito que tenham jogado fora tal “troféu”.
responder este comentário denunciar abusoMario, uma pergunta: Voce sabe onde estão os militares americanos que, supostamente, mataram bin Laden? Todos eles?
Se não sabe, procure se informar, voce terá uma grande surpresa!
responder este comentário denunciar abusoTemplario, não faço idéia de nem por onde começar. Afinal onde estão os caras?
responder este comentário denunciar abusoEle deve ter ido à mesma ilha secreta onde Elvis Presley reside para fugir do assédio e da fama. Inclusive, essa ilha deve ter inspirado o seriado ‘Lost’.
responder este comentário denunciar abusoPara Mario de Sampa:
AGORA NINGUÉM VAI SABER O QUE ACONTECEU NA MANSÃO DE BIN LADEN.
HELICÓPTERO ABATIDO DE FORMA SUSPEITA: Alex Jones discute o caso do helicóptero que foi abatido no dia 05 de agosto de 2011 em Cabul, no Afeganistão, e que levava mais de 20 integrantes da equipe “SEAL 6″, que executa “Black Ops” (Operações Clandestinas), e que foi responsável pela Operação bin Laden, na qual o terrorista foi supostamente morto e sepultado no mar.
ESTATISTICAMENTE IMPOSSÍVEL: As coincidências e peculiaridades que envolvem este caso são de deixar o queixo caído:
• É a maior baixa de militares em um único dia, em 10 anos de operações no Afeganistão.
• Além de ser a maior baixa, transportava um grande número de militares SEALs da marinha, que é uma equipe militar altamente especializada, portanto uma minoria entre os militares americanos. É muitíssimo mais provável ocorrer eventos desta natureza com militares comuns, que são um número muito maior de pessoas e que fazem muito mais viagens de helicóptero, em números absolutos.
• “Por coincidência”, os militares que morreram neste evento são os mesmos que executaram a missão que matou bin Laden.
• Militares SEALs dificilmente viajam em grande número em um mesmo helicóptero.
• Militares SEALs não utilizam helicópteros Chinook da Guarda Nacional (helicóptero que foi abatido no Afeganistão) para executar as suas missões.
• Foi divulgado que os Talibãs sabiam que os SEALs estariam no helicóptero que foi abatido, mas pouquíssimas pessoas nas forças armadas americanas sabem aonde os SEALs executam suas missões.
FONTES CONFIRMAM – FOI QUEIMA DE ARQUIVO: Alex Jones revela que 3 de suas fontes militares, que sempre lhe passam informações e previsões precisas, confirmam que este evento no Afeganistão trata-se de queima de arquivo.
O objetivo desta missão foi assassinar o restante dos SEALs 6 da marinha, equipe que executou a Operação bin Laden, porque eles estavam ameaçando vir a público para revelar a farsa que foi essa operação, que bin Laden não estava naquela mansão, que eles estavam em busca de outro terrorista, e que parte da equipe SEAL 6 morreu quando um helicóptero invisível ao radar, de última geração, teria explodido por razões desconhecidas, apesar de ter sido divulgado que foi devido à falha do piloto.
Mais uma vez o governo americano usa seus militares como lenço descartável. Depois de limpar a sujeira, é só jogar no lixo. O que mais é preciso para que os militares americanos reajam a este governo que trabalha para a elite globalista?
Pensem!
responder este comentário denunciar abusoÉ compreensível que os americanófilos celebrem a execução de um ancião desarmado. Típico da coragem que caracteriza o império, os imperialistas e seus vassalos.
Mas o os outros mortos da chacina? Aquela mulher inocente que foi trucidada? Ela mereceu? É como aqueles colonos judeus que foram assassinados porque estavam no lugar errado?
É comovente a envergadura da humanidade dessa gente.
João Só, na verdade os EUA apenas atenderam a um pedido dos 6 mil do WTC que queriam apenas “conversar pessoalmente com ele”.
responder este comentário denunciar abusoPô, Mario. Eram 3 mil… Já são 6 mil? Rendeu?
De qualquer forma, os 3 mil têm muita coisa que conversar com a mulher chacinada. Estavam no lugar errado na hora errada.
responder este comentário denunciar abusoJoão, tudo bem…. exagerei nos números…. mas 3 mil estarem no lugar errado e na hora errada é de doer….. hahahah
responder este comentário denunciar abusoCaro Mario,
é precisamente essa a justificativa que usam para o assassinato da mulher do kwaitiano: que ela foi uma vítima colateral para o bem maior.
O mesmo argumento que usou o Caio Blinder quando disse que era melhor assassinar um cientista iraniano agora do que matar tantos outros depois.
Continuo afirmando que é comovente a envergadura humanitária desses psicopatas assassinos. Não são melhores em nada que Hitler.
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