Anne Applebaum escreve interessante comentário na Slate acerca da publicação, pelo site Wikileaks, de mais de 90 mil documentos do Pentágono sobre a Guerra do Afeganistão. Assim como este blog, ela considera que a montoeira de papéis, em si, não traz novidades e deverá ter importância somente no futuro, quando os historiadores resolverem gastar suor para tentar extrair dali algum sentido. Neste momento, a relevância do caso dos documentos é mostrar que, a despeito da moda do “jornalismo colaborativo” – de que o WikiLeaks é um símbolo –, o trabalho da chamada “grande imprensa” ainda é vital.
“Se você tem a impressão de que não precisamos mais das organizações noticiosas, dos editores e dos repórteres com mais de dez minutos de experiência, então pense de novo. A noção de que a internet pode substituir o tradicional trabalho de garimpagem de notícias acaba de se revelar um mito”, escreve Applebaum.
Para provar o que diz, ela mostra um dos milhares de documentos publicados:
“At 1850Z, TF 2-2 using PREDATOR (UAV) PID insurgents emplacing IEDs at 41R PR 9243 0202, 2.7km NW of FOB Hutal, Kandahar. TF 2-2 using PREDATOR engaged with 1x Hellfire missile resulting in 1x INS KIA and 1x INS WIA. ISAF tracking #12-374”.
Segundo o New York Times, esse documento descreve o ataque de um avião não-tripulado contra um suspeito de ter colocado uma bomba numa estrada. Se não fosse o trabalho dos jornalistas, em consulta com especialistas e conscientes do contexto em que os documentos foram produzidos, não seria possível compreender seu conteúdo e sua dimensão, diz Applebaum.
Além disso, os documentos, sozinhos, não representam nada; o melhor seria que repórteres tivessem testemunhado o que está lá relatado. Somente uma lista de documentos sobre acontecimentos esparsos não diz o que é uma guerra. Como escreve Applebaum: “Afirmar que esses papéis são significativos porque eles vão informar um público ignorante é risível: se você não sabia que o serviço secreto paquistanês ajudou o Taleban, ou que a morte de civis geralmente é um problema para a Otan, ou que as Forças Especiais estão caçando combatentes da Al-Qaeda, significa que você não leu a grande imprensa. E isso significa que você não quer realmente saber”.
Penso que uma parte da mídia está tentando desprezar o conteúdo desses documentos. A parte mais conservadora e cínica ou a mais cautelosa? Não me parece razoável que se tenham lido todos tão rapidamente e descartados na mesma velocidade. Estranhíssimo que a mídia não aprofunde suas investigações sobre crimes de guerra. Gente, são crimes de guerra! Coisas que não deveriam mais acontecer depois da segunda guerra, depois da ONU e depois de todo o Direito Humanitário que se construiu sobre os escombros da Europa. Vai-se cometer os mesmos erros novamente?
CORRIGIR OS COLEGAS EM SEUS ERROS DE DIGITACAO OU MESMO ORTOGRAFICOS NAO E EDUCADO.
QQ UM PODE COMETE-LOS, SAO COISAS INEVITAVEIS.
ACREDITO PIAMENTE QUE PODEMOS SIM, NOS DEGLADIAR-MOS, OU ESTAR EM DESACORDO E ATE CRITICAR CERTOS COLEGAS, MAS SEGUNDO SEUS TEXTOS ETC, MAS NUNCA CORRIGI-LOS.
SEJAMOS EDUCADOS POR FAVOR
SDS E UM BOM DIA A TODOS
Esse vazamento do pentagano nao e’ nada comparado com o do Golfo do Mexico, apesar que os dois estao ajudando afundar o BO.
Com certeza. A rede de informações informal apenas auxilia a grande imprensa, imagino que para a prática jornalistica deva haver um métodos, técnicas e conhecimentos que possibilitem uma informação de melhor qualidade. A grande imprensa nos moldes atuais pode mudar, adaptar-se à facilidade que a tecnologia proporcionou na captação e emissão de informações, incorporar novas formas, como por exemplo a notícia em telas de computadores, mas jamais perderá sua importância.
É fundamental essa capacidade que os grandes jornalistas têm de, na maioria das vezes sem ter conhecimento técnico sobre o assunto, ouvir especialistas, buscar fontes de informação e desse imenso limão fazer uma limonada.
Não sei como, e nem se, isso é ensinado nas faculdades. Acredito ser um talento desses profissionais. Mas que torna a profissão essencial para a vida democrática e civilizada.
Um parabéns no atacado aos grandes profissionais e ao Guterman em particular.
Mais uma lucida analise do blogueiro.
90 mil paginas. Nenhum especialista lendo.
Muitos neste blog ja’ tiraram conclusoes, sem ler, e alguns ate’ se arvoraram a dizer “nem precisa ler”.
Cad aum pensa o que quer e acha as “evidencias” onde quer.
Poucos querem ser factuais, analisar os dados do ponto de vista global, condicoes de contorno etc..
Apenas uma desculpa para reforcar a paranoia conspiratoria de que existe um unico malvado no mundo e o resto sao todos bonzinhos.
Mesmo que os “bonzinhos” facam coisas que nem o diabo faria.
Por outro lado a grande imprensa tambem e’ bem sensacionalista.
Ontem no estado de sao paulo sobre a queda do avaio paquistanes ja’ havia conclusoes sob o que causou a queda.
O Estadao tirou as conclusoes de “blogs especializados em aviacao”!
Patetico, que tipo de reportagem e’ essa? Seja quem for deveria ja’ ter sido despedido.
Na grand eimprensa profissional, contudo, nada se especulava, apenas narrava os trustes fatos.
Tenho opiniões mistas sobre esse assunto.
Primeiro, concordo com Sra. Anne Applebaum que o papel da imprensa tradicional é imprescindível, e foi um ótimo exemplo a descrição da operação do avião Predator, tudo em linguagem militar – Aliás já observaram como o termo “IED” ficou bem popular depois dessa guerra, até em filmes?
Segundo, tenho que repensar sobre o seu segundo argumento em que discorda que esses documentos vazados irá informar um público ignorante. Acho que ela está certa, de que há muita obviedade pra quem tem acompanhado a guerra através de outras fontes, mas por outro lado é inegável que o fato de ser um “vazamento”, e não o conteúdo dos documentos em sí, salpicou a notícia, tornando-o mais fácil de vender.
Não é difícil entender porque esses documentos que só relatam o óbvio, se tornou uma sensação. Pois num mundo onde podemos escolher oque ler, assistir e ouvir quando quisermos via internet, se torna cada vez mais comum um sujeito se isolar na sua rotina com as notícias que lhe interessam e que difícilmente inclui uma guerra num país distante mesmo sendo travada pela sua nação.
Pra essa notícia ganhar espaço no seu campo de visão, infelizmente torna-se necessária a apelação de colocar palavras como “Vazamento”, “Scoop”, “Furo jornalístico”, mesmo relatando apenas o trivial no fundo.
E se esse ‘furo’ está escrito nos principais jornais do mundo, ela simplesmente ganha volume e alcance de leitores e audiência. E novamente aí voltamos a entender a importância desses jornais, elas alcançam mais leitores não porque são grandes, mas porque tem um certo histórico de credibilidade.
Eu me considero um dos que “não quer realmente saber”, afinal, eu já sabia que o Paquistão e o Talebã dormem juntos e abraçados, e isso não me acresce em nada. Alias, quero mesmo que historiadores e jornalistas vasculhem aquele monte de papeis e traduzam o conteúdo para algo remotamente legível, digamos plain english. A bem da verdade acho a Africa tão mais interessante do que… Paquistão? Afaganistão? Sorry periferia!
A Internet está se tornando uma imensa ‘circle jerk’ onde o site A posta matérias de opinião baseadas únicamente em textos já postados nos sites B e C, que por sua vez tiveram origem no site D, que é dirigido por quem tem opiniões que concordam com a postura do site A.
A quantidade de textos com mais de 70% de identidade com textos já postados em outros sites é impressionante; na esfera política então nem se fala, só de sites do “tea party” dos EUA que exibem “opiniões do responsável” que são _idênticas_ ás opiniões de seus semelhantes… busquem por “Obama is a communist” e verão que ‘A’ “prova” que Obama é comunista pois B, C e D “comprovam” isso apontando como evidência textos encontrados em E, F e G (todos sites do tea party), que foram originados em… A.
Jornalismo de verdade é investigação, e investigação de verdade não é olhar na internet; são necessárias fontes de carne e osso, mesmo que não sejam reveladas ao público.
“Não é difícil entender porque esses documentos que só relatam o óbvio, se tornou uma sensação. Pois num mundo onde podemos escolher oque ler, assistir e ouvir quando quisermos via internet, se torna cada vez mais comum um sujeito se isolar na sua rotina com as notícias que lhe interessam e que difícilmente inclui uma guerra num país distante mesmo sendo travada pela sua nação.”
É bem por aí Fey, a essência da notícia realmente é o “escândalo” do vazamento, é um tipo de fato que chama a atenção da grande maioria, inclusive dos “especialistas” em seus próprios nichos de interesses pois todos acabam comentando, deve ser por isso que o sensacionalismo é desejado pelos meios de comunicação, o IBOPE elevado. Esse tema que levantou é bastante interessante, pois mostra a idéia de que pode haver alienação a despeito de enxurrada de informação a que estamos submetidos. O cara pode até estar bem satisfeito com seu grau de informação sem se dar conta que ainda está devendo ao mundo um grau de participação maior sobre os assuntos realmente relevantes.
É o caso do médico especialista no tendão supra-patelar que não entende por que seu paciente espirra hehehe.
Prezado Guterman,
O parágrafo de Anne Aplebaum que você pinçou, no fim do seu texto, sintetiza muito bem uma verdade muito importante.
O problema do Afeganistão começou mesmo antes da invasão do país pelos russos em 1979-80, e que perdurou até os estertores do regime soviético em 1989. Portanto mesmo antes de Reagan tomar posse as tempestades já se armavam, sempre com o islamismo radical – em suas diversas facções – como ferramenta usada e abusada para o domínio da região. E todos nos surpreendemos como, após 30 anos, o pano de fundo não tenha mudado muito.
Existe um trabalho jornalístico de fôlego que cobre desde a invasão russa até as vésperas de 11 de setembro de 2001:
Steve Coll, ‘Ghost Wars’, ISBN 0-14-303466-9
Este foi o livro de cabeceira de Obama em fins de sua campanha para a presidência dos EUA, quando precisava cair na real, deixando de lado os discursos eleitorais artificiais.
Ocorre que fiz o download dos arquivos do WikiLeaks, dá em html, expandido, ~3750 MB – ou seja, cabe num dvd. Lógico, só fiz algumas pesquisas, mas acredito no que Obama disse, ou seja, não há muita coisa de novo nos arquivos em relação ao que a grande imprensa já vinha publicando. Devo dizer que basta ler o livro de Steve Coll, muito completo e bem documentado, para saber por exemplo que o ISI do Paquistão sempre trabalhou frustrando os entendimentos com os EUA, que o Paquistão no fundo sempre acobertou e protegeu o Taleban, e mesmo o Bin Laden.
Este livro nos traz uma espécie de consolidação dos eventos desde 1980, com os erros e os acertos de cada uma das partes. Fica evidente que não faz sentido tomar partido pró ou contra Bush ou Obama, pró ou contra Republicanos ou Democratas, pró ou contra os americanos.
O problema é antigo, todo o histórico é importante para entender a necessidade da atuação na região, e compreender as razões da frustração com os resultados. No âmago da coisa toda está a questão religiosa, naquilo em que a religião islâmica é tomada como uma mera ideologia, como arma para alguns celerados conquistarem o poder. É nesse ponto que existe um outro livro esclarecedor, que é
The Sword of the Prophet: Islam – history, theology, impact on the world – ISBN 1-928653-11-1
Sobre o tema existe um documentário em vídeo do mesmo autor
Islam – What the West Needs to Know
… que conta com depoimentos de árabes, persas, judeus sobre o que está sendo feito com a religião islâmica.
Os islâmicos do bem, dos suras do profeta da época de Meca, devem atentar para o uso ideológico das suras posteriores, de Medina. A benignidade e o humanismo contidos nas primeiras foram em parte negadas pelas segundas.
O Antigo Testamento é base para as três religiões, judaismo, cristianismo e islamismo. Lá no Gênesis, Deus teria prometido ao povo eleito o domínio dos outros povos, a vitória militar, e a escravização dos vencidos. Nenhum judeu ou árabe que eu conheça reza por essa cartilha nos nossos tempos.
No entanto, há quem insista nisto que é o nó górdio do problema do Oriente Médio.
Estou convencido que não há solução, não há saída, para os países da região que não adotarem regimes democráticos laicos. Mesmo em Israel, há hoje um crescimento da influência religiosa mais ortodoxa mesmo nos meios militares, como saiu no Haaretz, e foi muito bem refletido no estadão na coluna de Gilles Lapouge recentemente.
A imprensa tem sim um grande papel a cumprir no esclarecimento dessas questões. Não vejo outro caminho senão a luz. Debate irrestrito e sereno.
.
______________
.
Grande Imprensa
.
______________
.
Mais buscados:
.
1. Bruna Surfistinha
2. Shakira
3. Fórmula 1
4. Minha Casa Minha Vida
5. CQC
6. Lady Gaga
7. Mano Menezes
8. Copa Libertadores
9. Internacional
10. Edson Celulari
.
________________
.
A diferenca entre a “grande imprensa” e os “whistleblowers” como Wikileaks: A “grande imprensa” fornece todo a informacao permitida pelos “donos” comercais e os “donos” deles. O Wikeleak fornece “insight”: Visao pelo “interior” do poder dos “donos” e seus mercenarios geoestrategicos e “operacionais”. Entendou ?
Totalmente diferente a “opiniao” da Appelbaum: Agora mesmo o comandante supremo das forcas armadas, Admirante Mullen, falou na TV nacional, explicando: A Wikileak tem sangue nos seus manos pelos mortes que sucederao – porque o inimigo vera os nomes dos colaboradores afghaos. — E outra racao porque EUA fica horrorizado: Agora nos outros paises, os que colaboram com EUA jamais podem estar seguro de ficar como “amigos segredos” da CIA ou inteligencia dos EUA. Isto e um asunto colosal! A Appelbaum e uma agente de “defesa sicologica” – dos “donos”, mais hoje poucos acreditam nas “opinoes” deles, nem a publico nos EUA.
O WikiLeaks usa tags HTML para explicar os acrônimos nos textos, o que torna a compreensão dos dados mais fáxil… deverias dar uma olhada pessoalmente.
Caro Guterman,
a grande imprensa , sem duvida, “ainda” e importante. Isso todos sabemos, e mesmo apesar da nova bem-vinda geracao de blogs, twitters e outros do genero. Assim como seus primogenitos, o quarto poder tem e tera vida longa, nao se preocupe.
Entretanto, menosprezar o trabalho que o Wikileaks tem realizado eh proporcional a defender, se restringir e preferir a maquina de escrever ao Mac; as pornochanchadas de uma radio AM a um classico cinema europeu ou iraniano; e por ai vai.
Como mostra a historia, a impressa tradicional deveria somar forcas as novas iniciativas e nao se manter na defensiva e retaguarda.
Em menos de um ano, a contribuicao do Wikileaks quanto ao acesso a informacao (profundidade e parametro, nao escopo), que permite sim, a compreensao mais afundo de fatos e acontecimentos extremamente relevantes, nao para o bossal do bairro, mas quem se importa ou faz a roda girar, eh maior do que a de qualquer outra midia tradicional.
Wikileaks eh da turma do facebook, iphone, internet 3G. Veio nao so para ficar, mas para co-ditar as novas diretrizes em uma das muitas frentes de comunicacao e imprensa.
Por isso: comparar o Wikileaks com a grande midia eh insentatez, como diz o ditado popular: “nao tem por que, nao tem por onde”.
PS: teclado em ingles (sem acentos e outras iguarias da nossa lingua portuguesa)
Texto pra lá de ruim. Uma justificativa dor de cotovelo muito mal velada de quem está se sentindo acuada pela concorrência. A justificativa então de que é incompreensivel é no mínimo risivel, afinal dá a entender que os caras do wikileaks deram a informação em sânscrito, de sacanagem e os banegados da grande empresa, ops, imprensa, tiveram um trabalhão em decifrar tudo. Uma espécies de Champollions modernos. Nada mais fácil, basta ler o “glossário” que o próprio wikileaks coloca ao final de cada texto. Applebaum seria incapaz de decifrar a língua do “P” e agora tenta pousar de interprete? Divertido. Ah o Wikileaks só teria postado baboseira…. claro, claro, deve ser por isso que o governo americano está histérico. E só para compreender melhor, a grande imprensa insistir em dar certos dados que parecem mais tirados de colunas socias, não é tão “inutil” qto? Ah, sei, inútil é o texto que ela, grande imprensa não postou, rs! Duas ou três “wikileakadas” valem com certeza mais do que a somatória de alguns anos de jornais ditos sérios. Imagino por exemplo que se tivessemos um wikileaks na época, talvez Timor Leste não tivesse sido tão odiosamente e sumariamente ignorado durante praticamente 25 anos. Nem solidários os membros da “grande” (só no tamamnho do bolso) imprensa souberam ser, afinal a imensa maioria se calou covardemente diante do assassinato sumário de 5 jornalistas em Timor.
responder este comentário denunciar abusoCOMO ASSIM GUTERMAN, GRANDE IMPRENSA???
MAIS BUSCADOS:
1. BRUNA SURFISTINHA
2. SHAKIRA
3. FÓRMULA 1
4. MINHA CASA MINHA VIDA
5. CQC
6. LADY GAGA
7. MANO MENEZES
8. COPA LIBERTADORES
9. INTERNACIONAL
10. EDSON CELULARI
SE A GRANDE IMPRENSA É ESSA, IMAGINE ENTÃO OS LEITORES…
Deixe me ver se entendi….. não vou mais poder ler o TIO PATINHAS?????????
Falando sério, a grande imprensa na minha visão vai continuar sendo importante e estará se re-inventando e passando por transformações, assim como o fez no passado, embora ache particularmente que poderia ter progredido mais rapidamente para algo melhor com maior velocidade. Quanto ao Wikileaks é um sinal de que algo novo está se postando em nossa vista e acredito que muito mais virá e muito rapidamente como tudo na net. E como tudo na net…. vai pegar
Por Que o Estadao, no dia de hoje, 30 de julho, em vez de divulgar que os terroristas de Gaza lancaram um foguete que atingiu em cheio um predio de Ashkelon, em Israel, que Gracas a D-us, tinha ,momentos antes, sido evacuado, fica mostrando concurso de pipas em fotos!!!! as pipas devem ser para distrair as meninas estupradas pelos seus pedofilos de 35, 40 anos que se apresentam como maridos!!!! AFolha divulgou o ataque!!!!
LEMBRANCAS DO SR EZEQUIEL!!!
PROTESTO!!!! Por Que o Estadao, no dia de hoje, 30 de julho, em vez de divulgar que os terroristas de Gaza lancaram um foguete que atingiu em cheio um predio de Ashkelon, em Israel, que Gracas a D-us, tinha ,momentos antes, sido evacuado, fica mostrando concurso de pipas em fotos!!!! as pipas devem ser para distrair as meninas estupradas pelos seus pedofilos de 35, 40 anos que se apresentam como maridos!!!! AFolha divulgou o ataque!!!!
LEMBRANCAS DO SR EZEQUIEL!!!
… a grande impressa ainda e importante e o resto ainda e rebanho !!!…
A grande imprensa, obviamente, ainda tem um papel a cumprir; no entanto, ela mesma, pelo menos aqui no Brasil, esqueceu ou não sabe mais qual é esse papel… Declarações públicas recentes de representantes da mídia dão clara indicação disso. Ou a grande imprensa recupera sua credibilidade, atualmente em franco desgaste, ou será substituída em seu devido tempo por outros veículos, já existentes ou por inventar…
Clao que os EUA não querem este documento seja de conhecimento publico, seriam provas d crimes, que ele não querem ser punidos pelos mesmo, só repetiram o que sempre fazeram no vietnã, afaganistão e iraque e a onde eles entram e assim.
a Impressa tem parte nisto pelo fato de omitir não divulgar e manter o clima de medo na população americana com suas noticias forjadas, assasinos de milhões cães servo do odio como acreditar no que eles falam.
O artigo do Guterman faz sentido…
Ha varios consumidores de noticias. Consequencia disto, tem que estruturar o conteudo das mesmas para estas diversas audiencias dentro de um padrao comum para de digerir o material publicado.
E por esta razao que existem editores, diagramadores, especialistas, e jornalistas. Sao gente que trazem noticias, entretenimento a milhoes de pessoa dentro de um formato que permita as pessoas digerir em curto espaco de tempo. Isto se traduz em mais retinas lendo o seu material.
Jornalismo casual nao forma opiniao. Pior, nao existe consistencia no seu formato ou entrega de conteudo.Isto quando nao e obscuro e prolixo.
Mudou se o formato, de entrega de conteudo. O processo de produzir conteudo sofreu com as mudancas impostas pela tecnologia mas em essencia continua o mesmo. Alguem tem que selecionar, interpretar e editar material.
O dinheiro oriundo de classificados, por hora deixou de ser relevante para Jornais. O tradicional modelo de se cobrar por anuncio esta defunto.
Mas nao e isto que importa a detentores de marcas, os grande anunciantes. Com a multiplicacao de plataformas dentro da web, o resultado e que agora o Jornal Diario nao esta sujeito as limitacoes fisicas impostas pelo mundo impresso.
Em jargao de marketeiro, o numero de retinas se multiplicou exponencialmente. E isto e o que importa para anunciantes, e publicadores quando estes tentam justificar o custo por click or por espaco ou por banner.
O desafio imposto aos Jornais Diarios tradicionais e em monetizar na web, e se manter como um ponto de referencia para leitores. Este tem sido um problema, manter-se em evidencia, e brigar por novas fontes de arrecadao, ou falir.
…. Jornalismo engagante, que prende a atencao do leitor, requer pessoal treinado para adquirir, coletar, classificar, e dar cor ao material que pode ser uma noticia de 3 paragrafos, ou um relato em serie ( estilo jornalismo denuncia ).
Do ponto de vista profissional, o Jornalista esta comprometido com a noticia, correndo contra prazos, verificando fontes, brigando com o editor em questoes de formato, correndo riscos a sua integridade. Ou seja, o individuo come, vive, e sua a noticia. E impossivel ter um jornalismo de qualidade sem este nivel de engajamento.
2012
2011
2010
2009
2008
Deixe um comentário: