No final de 2010, o menino britânico Zach Avery, então com três anos de idade, decidiu que queria ser uma menina. Ele sofre de transtorno de identidade de gênero, o que o faz sentir-se uma garota presa no corpo de um menino, relata o jornal Telegraph.
A mãe de Zach, Theresa, de 32 anos, disse que o garoto era “normal” até que, um dia, anunciou: “Mamãe, eu sou uma menina”. Então, ele resolveu usar vestidos e deixar o cabelo crescer.
Theresa achou que era apenas uma fase passageira, mas os médicos que ela consultou acabaram chegando ao diagnóstico de transtorno de gênero. E Zach reagia com violência quando se referiam a ele como menino – ameaçava até mesmo cortar seu pênis fora.
A escola onde Zach estuda, em Essex, criou um banheiro “neutro” para atender o aluno. O problema será quando ele ficar mais velho, diz Theresa, e não houver banheiros “especiais” para ele nas escolas.
A mãe diz que a família apóia Zach. “Ele quer ser apenas uma garotinha e é muito feliz com seu longo cabelo loiro, sua cama cor-de-rosa e seu guarda-roupa cheio de vestidinhos. Ainda colocamos roupas de meninos no armário, caso ele decida usá-las. Deixamos a ele a decisão de vestir ou não – se ele mudar de ideia e quiser ser um menino de novo, então ele poderá vestir; mas, se ele não quiser, tudo bem. Eu adoraria ter meu filho de volta, mas eu quero que ele seja feliz. Se esse é o caminho que ele quer seguir, se isso o deixa feliz, então que seja. Eu dou a ele todo o meio apoio.”
After numerous consultations and observations, he was officially diagnosed by NHS specialists with Gender Identity Disorder (GID), making Zach one of the youngest affected children in the UK.
Putz… isto vai dar pano para manga. Estão classificando como “transtorno”… Lá vem porrada!
ANTES DE ESCREVEREM IMBECILIDADES,
dando rédeas soltas à ignorância e aos preconceitos, leiam sobre
Transtorno de identidade de gênero
e o que médicos dizem a respeito
responder este comentário denunciar abusoHehehehe! Não disse?
responder este comentário denunciar abusoAna Paula, se você tem algo a esclarecer sobre o assunto ( e eu sei que tem), deveria não agredir e esclarecer, porque a agressão eu penso que é sinônimo de desconhecimento.
responder este comentário denunciar abusoRespeito os transexuais, mas confesso que seria difícil aceitar um filho ou alguém da minha família que fosse assim. Respeitaria e apoiaria, mas ficaria decepcionado.
Abraços.
Infelizmente n@o existe um deusinho cuidando para que haja certa previsibilidade na sua criac@o. E la na ve va…a deriva.
Nada impede que muit@s d@s que aqui escrevem venham a ter filh@s ou net@s assim. Que sejam felizes.
Claro que os teremos… Aí, das duas uma: ou vc encara como contingência ou se rebela contra a “cegueira” da natureza tentando uma alternativa. A eugenia, por exemplo. A 2ª alternativa parece que não deu muito certo. Portanto, o + sensato é deixar a natureza seguir curso labiríntico.
responder este comentário denunciar abusoEu não respeito as ideias homosexuais. Não devem ser agredidos física ou verbal porém não me venham aproveitar das brechas na midia e nas leis oportunistas para nos fazer crer que nós somos aberrações da natureza ou do entôrno.
- Quando um menino de três anos não quer brincar de boneca isto não é assunto para a imprensa e sabem por que? É NATURAL! A natureza é assim. O resto são aberrações “ANTINATURAL”. (aberração não nada monstruoso, apenas raridades)
O pior será quando o Zach tiver barba, o peito peludo e falar grosso…quer dizer: se falar grosso…
Tem uns “enviados de Deus” ai na televisão que põe o menino no “eixo”…
Queria ver se fosse filho de um desses….
Haja imbecilidade.
Uma crinça de 3 anos de idade sequer sabe o que é sexo. E sequer sabe a diferença entre meninos e meninas.
Uma criança nessa idade apenas absorve dados, tal qual um HD virgem. Inserem-se nela os dados que se deseja.
“Uma criança nessa idade apenas absorve dados, tal qual um HD virgem. Inserem-se nela os dados que se deseja.”
Desde que Noam Chomsky denunciou a escola comportamental, a literatura científica, não confundir com a pseudo-científica, está livre de declarações idiotas como essa daí, restando somente aos mamíferos mais mediocres imaginarem que são relevantes para a programação de seus infelizes rebentos. Alias, se dependesse de HD virgem, o Cristianismo estaria extinto (não existe real motivo dentro da religião para gostar de sexo, seja ele heterosexual).
responder este comentário denunciar abusoSou cristão, mas parabenizo a postura da mãe da criança! Se o menino se sente como menina e quer viver assim, ok! Se isso é anti-natura (aberração) deixa ele ser anti-natural (aberração) a vontade! Se quando esse menino crescer ele continuar se sentindo assim, que viva assim! E se quando ele crescer as religiões condenarem ele, ele que abandone as religiões. E se Deus ou Jesus condenarem ele, então ele que abandone Deus ou Jesus! Se algum pastor ladrão condenar ele, então ele que abandone o pastor e não contribue com os roubos do pastor, etc… Todos podem criticar e achar ele errado, do mesmo jeito que ele pode ignorar todo mundo e viver como quiser! Seja feliz da forma que você quiser, desde que não faça mal aos outros!
é o ocidente seguindo para o futuro…
Opa então quero ser Iraniano .…putz não da sou meio Alemao e meio judeu russo…que pena magoei. Rsrs
Quer dizer, então, que não é mais bâmbi, traveco, transsexual que se fala ? Agora, o nome da coisa é “transtorno de identidade de gênero” ?!
ET : Será que esta “nova doença” está classificada na ultima edição do “manual” dos psiquiatras, que ate os psiquiatras estão criticando, pelo excesso de doenças classificadas ?
Tudo bem que não queiram traumatizar o(a) garoto(a),mas acho estranho…Será que os pais não influenciaram de certa maneira a decisão precoce de Zach ?? Tem aquelas mães que durante a gravidez estão querendo tanto uma menina,que quando se deparam com o filho homem se deprimem.O contrário tb deve haver. Nunca tinha ouvido falar num caso semelhante.De repente uma criança “acorda” e diz qual o sexo quer ter,contrariando a sua anatomia.A natureza é danada,viu??
Eu ja havia desistido de comentar nesses blogs porque lia tantas asneiras que, sinceramente, n@o
havia tempo para responder as todas.
O que me parece e que a maioria dos comentaristas nunca leu sobre a vida de Bruce Reimer, que
sofreu uma queimadura irreparavel no penis quando era bebe, durante uma circumsis@o mal feita. Depois de varias consultas medicas, a mae foi aconselhada a criar o infante como se fosse
uma menina. A mae que havia dado luz a gemeos (Bruce e Brian) seguiu o conselho dado por
psiquiatras, que naquela epoca acreditavam que bebes n@o sabem a que sexo pertencem, ou seja isso e ditado pela sociedade. O resultado foi um desastre que custou a vida dele e tambem do irm@o. Leiam a respeito.
Hoje em dia, ate em casos de criancas que nascem hemafroditas e aconselhado que a familia espere ate que a crianca apresente sinais que e do sexo feminino ou masculino para que seja
feita a correc@o. No caso do Bruce (que mais tarde trocou o seu nome para David, como em
David versus Goliah, para evidenciar a sua batalha contra a comunidade medica e tambem a batalha em viver como homem) na epoca, 1965, n@o havia cirurgia corretiva ou n@o era disponivel
para pessoas de diversas classes economicas. Nos nossos dias todo defeito fisico pode ser corrigido. Infelizmente, a estupidez e a intolerancia humana continua a mesma.
Enfim, um bebe pode n@o ter noc@o do que e fazer sexo ou “trepar”, mas o sexo de uma crianca esta implantado no DNA.
A proposito, eu sempre usei @ nos meus comentarios porque n@o tenho acentos no meu computador. Alguns outros usam so para aparecer.
Pobre Ocidente…que armas os pais têm para lutar contra a força da mídia? os pais dizem para os filhos agirem de uma determinada maneira, mas aí chega uma atriz (ou ator) com os efeitos da mídia (música, video clipe, “amigos descolados”) e diz (INDIRETAMENTE – mas com um poder absurdo): olha!! pra ser “cool” vc tem que ser gay ou namorar uma pessoa “assim/assado”….e ai de vc se ousar levantar uma voz para discordar…pode ir pra cadeia por discriminação…
Provavelmente essa criança nem sabe o que está falando, suas atitudes são muito mais fruto de uma visão desfocada da realidade do que qualquer outra coisa…nao acredito em transtorno coisa nenhuma…
Culpa da Shitstorm, né não?
DNA? Pela madrugada!
- Um pai, hétero, castrador, berra e agride a mulher verbalmente, a mulher é “boazinha” e choraminga aos filhos e diz que por êles aguenta tudo. Este pai hétero, filho de pai hétero casado com mulher, tem Uma Filha mais velha, um Filho do meio e uma Filha mais nova, 12 anos, 9 anos e 8 anos. Brincam de “casinha”, a mais velha pinta as unhas e pede ajuda ao irmão, a mais nova só gosta de brincar com o irmão, a mais velha veste o irmão com roupas dela e da irmã. O pai, bravo, Não permite que saiam na rua para brincar e prefere que fiquem ajudando a mãe a costurar panos de prato e a passar roupas. O filho tem muitas chances de se tornar GAY. Isto existe as pencas é só ser um pouco observador do mundo éxterior.
É curioso que há sociedades “primitivas” que aceitam facilmente aquilo que ocorre na natureza, pois sabem instintivamente que fazem parte dela. É muito bom ser um cidadão de um mundo civilizado cuja cultura global nenhum individuo tem a capacidade de conhecer totalmente. Mas invevitavelmente todo esse conhecimento relativo ao nosso tempo, além de esclarecer, tem a notável capacidade de confundir ao difundir todas as inerentes caraminholas. O moleque em questão é apenas um moleque que se acha menina, parece ser bem simples o caso e não há nada a temer.Mas parece que em pleno seculo XXI qualquer assunto ligado ao sexo ainda é uma espécie de tabu, coisas da moral baseada em religiões antigas que teimam em existir.
Agora o que causou isso no menino é realmente um intrigante mistério mas que a ciência tenta compreender sem condenações, sem culpas e remorsos.
Verdade. Aceitam e corrigem a natureza. Por exemplo, matando os gêmeos, como fazem várias nações indígenas brasileiras (pois, um é bom e o outro mau – observação: não depende do sexo). Sem falar nas asneiras multiculturais que se lêem nos escritos das ONGs (que, nesse caso, deveriam ser processadas por crime contra a humanidade, na minha opinião).
http://www.hakani.org/pt/noticias_folha.asp
http://www.sequelanet.com.br/2010/08/video-documentario-hakani-criancas.html
http://www.atini.org/
http://www.vozpelavida-mais.blogspot.com/
“Como os índios camaiurás acreditam que gêmeos trazem maldição, Mayutá deveria ser envenenado.”
Coisas da religião, nem os índios escapam desse mal.
responder este comentário denunciar abuso3 anos não tem noção de que é ser menina ou menino. O fato de um menino querer se vestir como menina não tem nada a ver com trastorno de identidade sexual. Quem disse que um menino não pode gostar a cor rosa ou uma menina de azul? Quem determina que um menino não pode brincar com bonecas ou meninas com carrinhos? A criança deve ter liberdade de escolher sem preconceitos.
Agora, aos pais cabe orientá-las para saberem que existem regras, convenções sociais. Vestir roupas de acordo com o gênero é uma delas, tão importante como se vestir adequadamente para o local em que se está. Ninguém vai ao super mercado de biquini não é? Por que não? Porque biquinis são vestimentas perfeitas para serem usadas em praias e piscinas.
O fato do menino dizer, com 3 anos apenas, que era uma menina não quer dizer que no futuro ela seja gay. Vesti-lo como menina sim pode causar sérios transtornos no futuro.
Muito bom o seu comentário, Alice. Na minha opinião, o que os pais estão querendo é ter seus 15 minutos de fama e pra isso criaram um traveco-baby.
responder este comentário denunciar abusoEm minha opinião, esses pais são uns criminosos: uma criancinha de apenas 3 anos não tem condições de tomar decisões tão radicais a respeito de aspectos tão radicais de sua identidade, algo que resulta de vários anos de experiências pessoais, que – no caso dos travecos, mais uma vez a meu ver – são intrinsecamente traumáticas e decorrem de sérios distúrbios no processo de desenvolvimento da personalidade.
Essa pobre criança é um refém desses bandidos irresponsáveis, desesperados por aparecer na mídia e conseguir grana para seus próprios projetos. E onde estão as autoridades, que deixam isso acontecer, intimidadas com a influência do ‘lobby gay’ ?
Antes de chamarem as câmaras e divulgarem o assunto para a imprensa, esses canalhas dos pais do Zach Avery deveriam ter se perguntado se esse meninho não mudará radicalmente sua atual ”opção”. Eles já o marcaram como ”gay” e, pior ainda, como traveco.
Não sou homofóbico e não importa o que cada um faça com seu próprio corpo, mas essas pessoas são uns monstros e mais monstruosa ainda a sociedade que aceita (e até promove) esse tipo de coisa, por hipocrisia e descaso com o mais elementar dos direitos humanos – o de escolher sua própria identidade. Esse menininho está macaqueando os comportamentos que esperam dele e não me venham dizer que ele é tão precoce que aos 3 aninhos saiba distinguir o que uma pessoa de sexo masculino e um ”transgênero”.
Acho que, se dependesse deles, esses pústulas que não merecem o nome de ”pais”, praticariam no garotinho, carne de sua própria carne, não circuncisão, mas sim uma excisão do pênis, mais ou menos como os bárbaros islamizados fazem com menininhas em algum grotão da África.
Pessoal, se ainda sobrar alguém com um mínimo de senso e racionalidade, chegou a hora de gritar: CHEGA DE PUTARIA !!! Tem gente passando dos limites para aparecer na televisão e esposar hipocritamente ”causas” com objetivos inconfessáveis.
responder este comentário denunciar abusoAlice e Bueno de Taubaté.
Como sabem se uma criança de 3 anos não consegue tomar “decisões” tão radicais ???
Eu tive um amigo gay que sabia exatamente que era como tal aos 6 anos de idade.
Caro Ezequiel-SP,
Realmente, em grande parte dos casos, parece que a homossexualidade se manifesta ainda na infância. Mas entre 3 e 6 anos de idade há uma diferença enorme de compreensão e desenvolvimento. O caso de seu amigo de 6 anos me parece perfeitamente factível. Já no caso de Zach, apenas pelo texto do Telegraph, fica difícil saber se há ou não uma precipitação no “diagnóstico”.
Primeiro porque o tal transtorno difere da homossexualidade tradicional. Há homossexuais que não tem problema nenhum com o próprio corpo e seu gênero. Quanto à Zach, é muito precoce tentar diagnosticar, apesar do possível transtorno de gênero, sua afetividade sexual.
E, segundo, é fato que hoje há uma certa “febre de diagnósticos” na medicina quanto às manifestações comportamentais. Diagnósticos muitas vezes baseados exclusivamente em entrevistas e observações clínicas. Nessa hora, o viés parcial do médico, influenciado pela sua especialidade, bem como as pressões de grupos sociais organizados – sem falar na interferência dos pais – podem, sim, levar a diagnósticos precipitados, rotulando indivíduos com “déficit de atenção”, “incapacidade de cálculo”, “autismo limítrofe”, etc. Aos 3 anos de idade, certas influências podem levar a criança a emitir certos comportamentos que não têm efeito permanente. Mas se, com isso, pais e médicos passam a reforçar este comportamento, a coisa pode tomar proporções que não se configurariam pela natureza daquele indivíduo. O que pode gerar traumas terríveis.
É possível que Zach realmente tenha um transtorno efetivo. Sim, é. Mas que esta exposição midiática deixa suspeitas sobre os desejos escondidos na alma dos pais e dos médicos, isso deixa.
responder este comentário denunciar abusoAgora, que essa foto não se parece com alguém de 3 anos realmente não parece….
responder este comentário denunciar abusoA foto é atual, ele está com 5 anos.
responder este comentário denunciar abusoMarcos, desculpe minha ignorância….
abraços
responder este comentário denunciar abusoIgnorância nada, Ezequiel. Você é dos bons.
responder este comentário denunciar abusoMarcelo-SP, eu convivo com um menino de quase 3 anos, que neste verão trocou a “fauda” pela cueca, e ele tem certeza que a prima , um ano mais nova, também tem pinto, e fica por isto mesmo. Sinceramente, se forcássemos a barra, ela poderia acreditar que era “ele” ou o contrário, usando as palavras que os fizessem crer que assim gostaríamos que eles fossem, que desta forma os adultos iriam se sentir mais felizes , elogiando e retribuindo.
Nesta idade, as crianças absorvem tudo o que os adultos querem deles.
Mais tarde, por volta dos 6 , 7 anos vem os conflitos.
Uma criança na idade da minha quer ser o centro das atenções. E os pais do zach também querem. Alias, eles adoram nesta idade ser fotografados. Mais tarde fogem das câmeras.
Desculpem, correção de meu Português e reformulação mais clara.
Antes de chamarem as câmaras e divulgarem o assunto para a imprensa, esses canalhas dos pais do Zach Avery deveriam ter se perguntado se esse menininho não virá a querer mudar no futuro, radicalmente, sua atual ”opção”. Eles já o marcaram como ”gay” e, pior ainda, como traveco. O guri já foi inserido numa camisa de força comportamental, ficará com medo de revelar sua verdadeira tendência, isso é um crime inominável !!!
Não sou homofóbico e não me importa o que cada um faça com seu próprio corpo, isso não me diz respeito, quando trato com alguém não fico a pensar qual é a sua escolha de parceiro sexual. Isso simplesmente não me diz respeito e não estou interessado pelo assunto. Não acho que ninguém seja necessariamente malévolo ou por qualquer maneira condenável por que é homossexual. Problema dele (a).
Essas pessoas que levaram essa criancinha a construir precocemente sua imagem de pequeno travesti são uns monstros e mais monstruosa ainda a sociedade que aceita (e até promove) esse tipo de anomalia, por hipocrisia e descaso com o mais elementar dos direitos humanos – o de escolher sua própria identidade. Tampouco concordo que alguém seja induzido desde a infância a adotar uma religião, ideologia ou o que quer que seja. Isso deveria ser deixado ao indivíduo para que decida quanto tiver idade bastante e se sentir seguro para encarnar a barra que toda caixeta cultural implica.
Esse menininho está macaqueando os comportamentos que esperam dele e não me venham dizer que ele é tão precoce que aos 3 aninhos saiba distinguir o que é uma pessoa de sexo masculino e um ”transgênero”. Sobre seus frágeis ombrinhos, esses porcos lançaram um peso enorme, sem o mínimo cuidado de refletir que estão tratando com um ser ainda muito frágil psicologicamente para compreender o que isso tudo significa.
Acho que, se dependesse deles, esses pústulas que não merecem o nome de ”pais”, praticariam no garotinho, carne de sua própria carne, não uma circuncisão, mas sim uma excisão do pênis, mais ou menos como os bárbaros islamizados fazem com menininhas em algum grotão da África.
Pessoal, se ainda sobrar alguém com um mínimo de bom senso e racionalidade, chegou a hora de gritar: BASTA COM A PUTARIA !!! Tem gente passando dos limites para aparecer na televisão e esposar hipocritamente ”causas” com objetivos inconfessáveis. Se o respeito ao homossexuais é algo defensável, isso não deve significar que a promoção do homossexualismo seja algo a ser imposto à sociedade.
Gente elle só tem 3 anos… elle naum tem nen noção do que é a vida ainda..
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