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Marcos Guterman

18.maio.2010 15:16:50

A resposta americana à encenação de Teerã

Os EUA anunciaram nesta terça-feira um acordo com as principais potências mundiais, inclusive Rússia e China, para levar ao Conselho de Segurança da ONU uma proposta de sanções contra o Irã. A informação vem um dia depois da festa pelo “acordo” fechado entre Irã, Brasil e Turquia a respeito do programa nuclear iraniano. A reação mostra, de modo eloquente, o que a comunidade internacional achou da encenação diplomática protagonizada por Lula, Erdogan e Ahmadinejad.

Como o tal “acordo” de Teerã não prevê coisas básicas, como fiscalização internacional e limitação do enriquecimento de urânio, as potências mundiais entenderam que o Irã só fez “concessões” para ganhar tempo e evitar as sanções econômicas.

Nos últimos meses, os EUA lideraram um imenso esforço para concertar, nos organismos diplomáticos multilaterais, uma resposta adequada e legítima ao comportamento delinquente do regime iraniano no que diz respeito a suas ambições nucleares. Por essa razão, a Casa Branca não titubeou em intensificar sua ação nas últimas horas, a fim de neutralizar mais uma tentativa iraniana de enganar o mundo.

Todo esse esforço americano, é bom lembrar, se seguiu à oferta de diálogo feita pelo presidente Barack Obama aos iranianos, devidamente desperdiçada por Ahmadinejad e os aiatolás. Dizer, nesse caso, que os americanos e seus aliados só usam a linguagem da força e da pressão econômica é simplesmente uma distorção dos fatos. Quem não quis e não quer o diálogo é o Irã. Portanto, somente a perspectiva das sanções tem o poder de obrigar Teerã cooperar.

comentários (136) | comente

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136 Comentários Comente também
  • 18/05/2010 - 15:32
    Enviado por: Paraná

    As vezes a malandragem faz com que o tiro saia pela culatra. No mesmo instante que os magnatas do acordo comemoravam, talvez até no mesmo salão, alguém do Irã estava dizendo ao mundo, isso é uma enganação, vamos continuar enriquecendo irânio como diz o presidente Lula.
    Estão corretas as grandes potências, devem sim minor qualquer nação que deseja ou tenha intenção de enriquecer urânio com proposito de fabricação de bombas.
    Como o Irã e mais alguns países são tradicionais em tornar as coisas mais difíceis é viável que comecemos por aí, quem sabe com estas ações esses mudam a forma de pensar e agir, não deixando é claro que outras nações detenha ou venha influenciar no seus modos de administrar, mas sim, fazer com que venham enxergar além do nariz.
    Quando por diálogo não se chega a lugar nenhum, apela-se pela força.
    E nesse instante a melhor forma de minar a resistencia desses poucos pensantes do estado Iraniano é justamente as sanções econômicas, uma forma mais branda e longa de fazer o povo de lá reagir aos desmando de poucos que se dizem intocáveis, mas que desrespeitam a vontade de qualquer se humano que naquela terra mora ou está a passeio.

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    • 19/05/2010 - 11:54
      Enviado por: José Carlos Salvagni

      Caramba, como está forte o complexo de viralata em certa elite brasileira!!!
      E como o lobby em favor do Estado de Israel é tão mais forte que tudo neste mundo!
      Nada contra a população judaica / israelense ou não.Vejam como tudo é desproporcional: houve uma reunião nos Estados Unidos para tratar de desarmamento e de números do arsenal nuclear, o governo de direita de Israel arrumou um subterfúgio para não estar presente e ter de confirmar a informação, dada pelo ex-presidente americano Jimmy Carter, em maio de 2008 (está na internet), de que Israel tem 150 bombas atômicas. Como se trata de um ex-presidente americano, o negócio é calar…
      Claro que ninguém aqui em sã consciência – a não ser os muito crentes ou estabanados terceiro-mundistas – acreditam em promessas da aiatolacracia. Mas dá para dizer que a direita que governa Israel é mais confiável?
      Os viralatas aqui que festejem. Eu continuo acreditando que é possível um mundo de relações mais igualitárias entre os Estados – conforme a Carta das Nações Unidas, elaborada sob proposição do melhor da inteligência americana, ainda inspirada na época pelo grande Franklin Roosevelt.
      Outro problema: quem foi o real inspirador, dentro do governo americano, desse endurecimento (que cheira a vendetta)? A Hillary ou o próprio Obama?
      Há muito o que especular a sério sobre isso.

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  • 18/05/2010 - 15:45
    Enviado por: Fabio Unique

    Gostaria de saber quem é que vai limpar o lixo atomico contagioso do Irã, com os Aiatolás creacionistas inventando de usina nuclear lá na Teocracia, não é dificil imaginar um acidente terrível, enquanto os crentes achavam que o fantasma de Maomé não permitiria uma coisa dessas. Qual dos apoiadores do programa nuclear Iraniano se candidata a fazer a descontaminação? Podemos vestir o ex-Presidente Lula de avental de chumbo e colocá-lo num avião para lá? Quanta irresponsabilidade! São essas atitudes da política externa Brasileira que dão significado ao termo “Esquerdopata”.

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    • 18/05/2010 - 20:08
      Enviado por: CapEnt

      Houve uma época em que ser progressista era:

      - Lutar pelo desarmamento das nações.
      - Estimular o Globalismo, um mundo unido pela cultura.
      - Manter os Direitos Civis supremos e inalienáveis.
      - Lutar pela liberdade de expressão e opinião como o pilar da sociedade.
      - Defender que as liberdades pessoais eram supremas ao ponto de defender descriminalização das drogas (se a pessoa quer se envenenar, o corpo é dela, desde que não perturbe os outros).
      - Ter Democracia como uma palavra sagrada.
      - Apoiar pessoas em atos de resistência pacifica frente a forças muito superiores, dentro dos limites morais, sem invasões, guerrilhas… e outras formas de “trocar quem segura a coleira do povo”.
      - Ficar horrificado com a idéia de idolatrar um politico.
      - Suspeitar de qualquer coisa dada “de graça” pelo Estado como uma forma porca de dominação, afinal você é o dono do Estado, não o contrário, e aceitar esmola dada para uma minoria em vez de melhorias reais para todos era degradante.
      - Ter nojo de poder imposto por mera autoridade politica em vez de mérito técnico.
      - Ouvir “estado forte” em propaganda politica já trazia imagens do Big Brother em sua cabeça.
      - Ver eleições como uma maneira legitima de um cidadão comum colaborar com a sociedade e ir embora depois de 4 anos para sempre, dando espaço para outros colaborarem também. A idéia de um politico acumulado poder por eleições sem limites no termo era coisa de ditadores enrustidos.
      - Ver ONG como algo realmente não governamental. ONG de militância que aceitava ajuda de governo era uma traidora.
      - Ver o termo “Democracia racial” como a eliminação do senso de raça e orientação sexual nas gerações futuras, não reforçar eles como politica oficial.

      Já hoje em dia, um auto-intitulado “progressista” esquerdista Bolivariano é um neo-nazista de armário. Estão se igualando até no ódio de outros povos.

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    • 19/05/2010 - 12:15
      Enviado por: Anna H.

      Fabio, se eles são pelo criacionismo, entao é certo que deixarão por conta do criador o dia do juízo final, nao é ?

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    • 19/05/2010 - 21:46
      Enviado por: Fabio Unique

      Anna H.

      Se eles são pelo criacionismo, são loucos, e se eles não são pelo criacionismo, são mentirosos. Então o Iraniano é louco ou é mentiroso? Voce Decide.

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  • 18/05/2010 - 15:56
    Enviado por: Fabio de Israel

    Isto so prova como sempre disse e continuo que todas as vezes que Israel
    tentou sem sucesso fazer as pazes com Arafat,e outros nunca ,mas nunca
    nenhum acordo foi cumprido por partes dos paises arabes porque eles nao
    se entendem entre eles.Agora imagine,so imagine tentar com um grupo
    terrorista como Hamas ou Hezbollah,simplesmente IMPOSSIVEL.Porque nem
    eles sabem o que eles querem alem de matar,matar,matar e matar.
    Tai um exemplo do IRA mentiroso e safado.
    Alias nao fui eu que disse,todo mundo ve, so os ANTISEMITAS que nao.
    Israel quer PAZ do leite de do mel,somos um pais de primeiro mundo e avancado em tecnologia,educacao e cultura e e isso que queremos mostrar para o mundo,
    nao so como certos jornalistas que querem mostrar que Israel e GAZA,nao e.

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    • 19/05/2010 - 10:13
      Enviado por: ubiratan

      Sr. Fábio, o sr., fala do Morumbi ou de telaviv?

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    • 19/05/2010 - 10:22
      Enviado por: De Souza

      Fabio…
      venho acompanhando seus comentários e ainda não tenho a certeza.
      Vc se identifica como judeu e que mora em Israel. Vc é religioso? Ou judeu praticante?

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    • 19/05/2010 - 11:27
      Enviado por: Nilson Quintao

      Da forma como voce se expressa, dá para notar sua educação!!!!

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    • 19/05/2010 - 14:44
      Enviado por: Fernando SP

      Até parece que foi o Arafat ajudado pelo Hamas e Hizbollah que invadiu e ocupa até hoje territórios alheios, mantem verdadeiros campos de concentração onde não entram medicamentos e alimentos, recusa-se a acatar as resoluções da ONU, discrimina as pessoas conforme sua religião, tem armas nucleares mas não aceita assinar o TNP, recebe trilhões de dolares dos EUA para manter sua política de guerra e ainda se considera uma democracia. Que tal encarar a realidade dos fatos através de informações isentas?

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    • 19/05/2010 - 18:17
      Enviado por: bndias

      O melhor que Israel pode fazer e’ bombardear as instalacoes nucleares iranianas antes que esses malucos tenham mesmo a bomba atomica. Assim como fizeram no Iraque de Sadam Hussein.
      Os Estados Unidos nao iniciarao nenhuma acao militar no Ira.
      Com essa gente nao existe possibilidade de dialogo, e’ so’ no porrete mesmo.

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  • 18/05/2010 - 16:13
    Enviado por: Ben

    Os três patetas só conseguiram enganar a si mesmos.

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    • 19/05/2010 - 14:50
      Enviado por: Fernando SP

      Ben deve ser do tipo que reza pela cartilha dos governos dos EUA não importa a besteira que eles façam. Leia no NYT as cartas dos leitores americanos e saiba o que eles acham do acordo e das declarações da Hillary antes de escrever o que você escreveu.

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    • 19/05/2010 - 19:15
      Enviado por: Ben

      O Fernando não deve ter lido a artigo do Guterman. Ou vai ver que os ditames da cartilha petralha o impedem de entender um texto de tão fácil compreensão.

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    • 19/05/2010 - 20:02
      Enviado por: Ben

      Segundo o Fernando a verdade se encontra com patrulheiros ideológicos que enviam cartas a jornais. Argumento altamente convincente. Brilhante.

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  • 18/05/2010 - 16:23
    Enviado por: Bom de Papo

    Guterman,

    Eis uma boa definicao da situacao que existe hoje de acordo com o seu patricio Mordechai Cano.

    O grande truinfo Americano em todas as crises de post guerra foi o fato de ser a nacao mais poderosa da terra, em todos os sentidos, e de sempre mostrar se mostrar disposta a tomar as medidas que fossem necessarias para resolver as crises de acordo com seus interesses. A atual adminsitracao abdicou de esse poder dissuasorio para dar enfase ao conceso mundial e multilateral, num mundo em profunda crise e onde cada pais cuida dos seus interesses.

    Nao ah nada como a realidade para entender a realidade. No campo da diplomacia, sempre cheio de minas, Obama acabou de pisar numa delas.

    A materia inteira pode ser lida no seguinte link

    http://orientemedio1.wordpress.com/

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    • 19/05/2010 - 11:37
      Enviado por: jarbas

      Bom de papo:

      Você está equivocado: a ppolítica de diálogo e de consenso antes de tomar uma ação, típica da administração Obama, deu certo, o menos no caso do Irã.

      Não foram os EUA que, unilateralmente, decidiram por mais sanções ao Irã, mas EUA, China e Rússia. Leia as manchetes de hoje. Sozinhos os EUA não chegariam onde chegaram. Parabéns ao Obama e a Hillary Clinton pelo sucesso nos seus esforços diplomáticos.

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  • 18/05/2010 - 16:44
    Enviado por: Marcos Bandeira

    E agora Lula?
    Como fica sua cadeira na ONU. Seu premio NOBEL da paz. rsrsrsrsr.
    Brasil um país de tolos.
    Os Petralhas esses sindicalistas porcos e ladrões da fé e do dinheiro público, deveriam botar a viola no saco e seguir morféticos para ás suas posilgas.
    O Brasil não merece essa gente.
    Pelo menos essa armação valeu pra alguma coisa. Nos vamos pagar a conta de mais esse roubo uma viagem nefasta.
    Valeu OBAMA.
    Generais! Paredom neles.

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    • 18/05/2010 - 20:24
      Enviado por: João Só

      Caro Marcos,

      escrever isso no seu blog é aceitável?

      “O EUA demonstraram mais uma vez que não ha mais espaço no mundo pra analfabeto, paraquedista, nordestinos e afins.”

      Para quem se preocupa tanto com preconceitos, essa frase contra nordestinos é uma das coisas mais doentias que já lí em qualquer blog. Lamento que você permita esse tipo de coisa.

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  • 18/05/2010 - 17:18
    Enviado por: fxavier

    A indústria bélica precisa faturar. Qualquer argumento contrário ao acordo é relevante para os que desejam a guerra como oportunidade de grandes negócios; os milhares de inocentes mortos são apenas detalhes. É curioso observar como manipulam para que a iniciativa diplomática do Brasil e Turquia, que teve como objetivo a preservação da paz, se transforme em pretexto para a guerra. Por falar nos perigos de se possuir arsenal nuclear quando será que Israel concordará em destruir o seu próprio arsenal?

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  • 18/05/2010 - 18:11
    Enviado por: Dr.Massaranduba

    Ja’ era inconviniente o PT ser um bandp de corrupto. Mas piorou, agora sao corruptos burros.
    Os irmaos metralhas se expuseram ao ridiculo publico mundial.

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  • 18/05/2010 - 18:45
    Enviado por: Schneider

    Com esta fica garantido a vaga brasileira no conselho de Segurança da ONU para o ano de 3055.

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  • 18/05/2010 - 18:46
    Enviado por: Marcos L. S.

    Conforme disse ontem, era preciso aguardar a reação dos EUA, e ela está aí. Agora acho que não fica quase nenhuma dúvida quanto ao que virá, vai haver uma sequência de acusações, “provas” vão surgir (mesmo que depois se descubra que elas não existiam). E em mais algum tempo virá a guerra, então vamos ver o povo iraniano morrer aos milhares como foi no Iraque, e vamos torcer, para que os Aiatolás, não sejam mesmo os loucos que o ocidente dizia ser, pois se o forem, podem ceifar muitas vidas de seus inimigos, tanto com armas químicas (que podem gerar alguns milhares de mortos em território israelense), quanto com armas biológicas (essas últimas podem até mesmo fazer cumprir a profecia Maia de 2012).
    Mas com um pouco de sorte, só vão morrer meio milhão de persas, e o restante de suas gerações futuras estará destruído pela mutação radioativa, das armas sujas que serão utilizadas. Tudo de forma muito civilizada e democrática .. Heil Eagle !

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  • 18/05/2010 - 18:51
    Enviado por: Manoel Joaquim

    Agora vem a incenação dos sionista Kazars!!!!!!

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  • 18/05/2010 - 18:53
    Enviado por: carlotta

    desmoralizado é o q o lula ficou, na minha singela opinião. tipo assim: ”já brincou bastante de poderoso, agora volta pro teu país de m. do quinto mundo, república das bananas e do sexo, q isto aqui é coisa séria!”

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  • 18/05/2010 - 19:22
    Enviado por: Dr.Massaranduba

    Marcos LS,
    e’ isso que todos falam.

    “podem ceifar muitas vidas de seus inimigos, tanto com armas químicas (que podem gerar alguns milhares de mortos em território israelense), quanto com armas biológicas”

    Esses caras tem ,sem duvida, armas de destruicao em massa. Como voce mesmo admite.
    Desta forma devem ser eliminados antes que seja tarde de mais como voce mesmo disse que e’ possivel de acontecer.
    Obrigado por abiri os olhos dos que ainda nao enxergavam que o Iran, um estado com armas de destruicao em massa, precisa se rparado.

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  • 18/05/2010 - 19:24
    Enviado por: Dr.Massaranduba

    O nivel deste comentarista e’ baixissimo! O cara credita em pprofecias !

    “(essas últimas podem até mesmo fazer cumprir a profecia Maia de 2012).”

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  • 18/05/2010 - 19:34
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Massaranduba

    Os arsenais químicos e biológicos do Irã, são conhecidos de todos a muito tempo, por isso mesmo não entendo a estupidez de se querer fazer uma guerra por causa de armas atômicas, que se e quando ele vier a ter serão uma gota frente aos arsenais anteriores e principalmente frente aos arsenais americanos e israelenses.
    De mais a mais, se o Irã quisesse mesmo então varrer Israel do mapa, já o teria feito não é mesmo “doutor” Massa ? Já que tem armas químicas a muitos anos

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  • 18/05/2010 - 19:42
    Enviado por: carlotta

    não acredito em qq justiça neste mundo. enquanto o mundo inteiro se esgoela em discutir sobre a bomba atômica do irã, lá cineastas são presos, dissidentes são massacrados 24 horas por dia e ninguém se importa. o mais importante assunto, o indivíduo, nunca é prioritário. a nossa alma é pequena. idem o brasil, enquanto muitos se deslumbram com o momento atual da diplomacia brasileira, da política internacional, com índices econômicos, com o discurso do lula etc, inúmeros brasileiros não têm acesso à água potável!
    o ser humano é obtuso, estúpido e egoísta desde a + alta intelectualidade até o mais humilde e analfabeto operário.

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  • 18/05/2010 - 20:10
    Enviado por: Dr.Massaranduba

    Marcos,
    como anda a Mae Dinah?
    Qual outras profecias voce tem?

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  • 18/05/2010 - 20:26
    Enviado por: Dr.Massaranduba

    O CS da ONU ignorou o Lula.
    A entrevista com o patetico e ridiculo Amroim ,quase chorando, “ninguem escutou o Lula”.
    Esperava o que que alguem escutasse esse coitado?
    qua qua..que fiasco!
    Sofre Brasil, mais uma palhacada em praca publica!

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  • 18/05/2010 - 20:41
    Enviado por: justo

    Perfeito !

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  • 18/05/2010 - 21:44
    Enviado por: luz

    Engraçado, você duvida do acordo mas não duvida do anúncio do EUA, parece que não leu até o fim a matéria que botou no link. Reproduzo para você ler o próprio jornal:

    “Ao mesmo tempo em que Hillary anunciou o apoio da China, porém, Pequim expressou apoio ao acordo fechado entre Irã, Brasil e Turquia na segunda. “Damos muita importância e congratulamos o acordo firmado entre Brasil, Irã e Turquia para o fornecimento de urânio para o Reator de Pesquisa de Teerã. A China sempre apoiou a estratégia da via de mão dupla”, afirmou nesta terça o porta-voz do Ministério dos Assuntos Exteriores da China, Ma Zhaoxu.

    Os chineses mostravam-se desfavoráveis às medidas restritivas contra o Irã por conta das boas relações comerciais que mantêm com o país persa e diziam que só as apoiariam caso fossem leves e não afetassem significativamente a economia iraniana. Segundo o comunicado de Hillary, porém, o atual pacote de sanções, se aprovado, será o mais pesado de todos já impostos sobre a República Islâmica”.

    Quem está enganando o mundo com adesões fictícias ao seu plano de sanções é o EUA.

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    • 18/05/2010 - 22:22
      Enviado por: Manoel Joaquim

      luz,

      Os USA podem dar em troca a China pelo apoio as sanções, o Tibet definitivamente e Taiwan! Vale tudo, pois os russos já levaram adiantado, o compromisso dos USA em retirar sanções de suas principais empresas de armas, o tal do escudo na Polônia, o golpe de estado num daqueles paisecos que já fora parte da união soviética e mais alguns trocados. Se perceber, é tudo negócio!! Wall Street esta pagando…na realidade, são todos sócios, brother.

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    • 19/05/2010 - 09:11
      Enviado por: Robert

      No Estadão de hoje:

      China diz que sanções contra Irã ‘não fecham portas para diplomacia’
      Diplomata do país afirma que punições não devem desestabilizar região

      Um alto representante da China na Organização das Nações Unidas (ONU) disse que a resolução do Conselho de Segurança prevendo mais sanções contra o Irã “não fecha as portas” para a diplomacia em torno do programa nuclear iraniano.

      O embaixador chinês na organização, Li Badong, disse que seu país apoia a resolução, patrocinada pelos Estados Unidos, mas somente com a condição de que o uso da força não seja contemplado como saída para resolver o impasse, e dentro do respeito ao direito de outros países de manter relações econômicas com Teerã.

      [...]

      Citando fontes da diplomacia chinesa, a agência de notícias oficial Xinhua afirmou que a concordância da China em discutir a minuta de uma resolução de novas sanções tem a ver com o fato de que “desde o início das negociações a China insistiu firmemente na sua posição de que o Irã deve permanecer um país livre de armas nucleares”.

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  • 18/05/2010 - 22:00
    Enviado por: Manoel Joaquim

    Nenhuns destes patéticos torcedores da submissão do estado brasileiro devem morar no BraSil, e fazem muito bem, pois de quinta colunas já estamos porrr arrr aqui! O Brasil na pessoa do nosso presidente da república e os responsáveis por nossa diplomacia, foram vitoriosos. Jogaram limpo e com transparência, num tabuleiro viciado e cheio de manhas. Agora só no baixar da poeira para contar os corpos! De antemão sou sabedor, que de nossa parte todos estão de pé! BraSil!

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  • 18/05/2010 - 22:43
    Enviado por: David C. J.

    É no mínimo risível essa Hilary, o Irã já está sofrendo sanções há tempos. A estratégia de utilizar a Turquia e o Brasil para ensejar a entrega do urânio foi um golpe de mestre, senão vejamos:
    1)Que diferença fariam essas novas sanções? Nenhuma, o que se propõe já vem sendo feito há meses, inspeções em navios, limitação do movimento de bancos, proibição da venda de armas, etc.
    2)Agora sim o Irã tem mais que razões, tem apoio de não acreditar mais no CS e prosseguir com a purificação do urânio…obviamente para obter armas atômicas. Agradeçam a besteira de alguém com a falta de visão que 1.200kg de urânio seria algo satisfatório, o começo de um controle maior das atividades e da AIEA.
    3)Os países vão aprovar sanções que eles mesmo sabem ser inócuas, assim como a troca de prisioneiros que o Irã fez com a França recentemente (só bobos acreditam que nessa crise lascada alguém tem grana para gastar com um avião em uma guerra sequer, seria a quebra definitiva de muitas nações européias e o fim acelerado da hegemonia dos EUA) os negócios com o Irã irão continuar.
    4)A China fica em cima do muro, assim como o Brasil, Turquia e mais uma pá de países, aprova sanções ridículas e continua a negociar com o Irã…piada mesmo.

    Em suma achar que foi um passo dos EUA é no mínimo o máximo da ingenuidade e da simplicidade na questão. O mais fascinante é que o Irã ainda sai da história de vilão a herói, afinal malucos são os americanos em insistir na besteira total de não acatar nada e desejar acabar com o país como fez com o Iraque (e olha que meu avô já dizia mais vale um pássaro na mão que dois voando).

    O que vocês acham que vai acontecer em breve? Um ataque, só se for de risos, não há grana, mais uma crise agravada e enterramos de vez o capitalismo. Vamos ver é um belo teste nuclear…end of history! E tem gente que ainda apoia os burros que tem nos EUA, mais engraçado é que até o governo brasileiro é mais inteligente na estratégia internacional que estes tapados dos EUA (algo que até eu não achava antes).

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  • 19/05/2010 - 00:16
    Enviado por: CORREGEDOR

    Qual interesse do Itamaraty no Irã? Só porque o doidinho é antiamericano e foi apresentado pelo Chávez? Vemos comentários dizendo mais ou menos que,”o Brasil não é lacaio dos EUA.” Só que nosso país não está sendo confrontado por eles em nada; apenas estamos nos metendo em assunto bem longe de nossa real geopolítica e contrariando interesses de 90% do PIB mundial como podemos constatar se somarmos as potências como os EUA, Europa, China e Rússia. Isso tudo é a coroa da irracionalidade que tomou conta de nossa politica externa nessa era petista do nunca antes nesse país. Penso que o Congresso deve assumir suas prerrogativas e meter o Lula e sua equipe em camisa de força prá que esses
    delírios estejam sobre controle. O antiamericanismo próprio da esquerdinha tipo petista está indo longe demais. Jango, complicou nossa situação uma vez saudando a China de Mao em visita oficial; logo um regime comprovademente homicida prá lá de 60 milhões de mortes. Sem nenhuma vantagem material se meteu em má fama.

    Não esqueçamos que o Lula disse ao vivo na TV que, “se Irã não pode ter armas nucleares também não podem os EUA e os outros”, ou mais ou menos isso. O vice-presidente José de Alencar defendeu com veemência o direito dele ter armas nucleares. Podemos concluir que o estado brasileiro está avalizando Irã prá valer e isso não soma nada na diplomacia de resultados materiais que se espera para um país do terceiro mundo precisando desesperadamente de investimentos e tecnologia de terceiros para a melhora da qualidade de vida de seus habitantes.

    É claro que dominação é da natureza da sociedade. Nações ao longo do tempo se destacaram nessa distinção exercendo-a numa maior ou menor extensão geográfica. Ao questionar demais os EUA o Brasil abre espaço à China sem que suas qualidades nas relações internacionais tenha sido provadas como positivas ao nosso projeto nacional -só que o caso de Darfur já serve de amostra grátis. Hoje nossos 17 mil quilômetros de frontreiras nos pertencem soberanamente e tudo debaixo da Pax Americana desde a Doutrina Monroe e sem questionamento mundo afora. Recentemente, parece-me, que politicamente fomos violados pelos interesses das Farcs conforme nos mostrou o Estadão nessa semana. Mas não é coisa grave e desafiante ao nosso conceito nacional geográfico.

    Então porque colocar um status quo que nos favorece amplamente por dubiedades
    possível de uma nova ordem mundial com novas dominações? O mais sábio seria aproveitar essa ao máximo e buscar nossa realização nacional.

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    • 19/05/2010 - 09:32
      Enviado por: Filipe Carvalho

      Irretocável Corregedor. Parece que no Brasil cego de hoje sobra essa ideologia velha e falta o tão importante pragmatismo na construção da imagem do País globalmente e na defesa de nossos interesses.
      E falta a muitos de nossos “camaradinhas” comentaristas nos blogs de política externa ler 1984 para entender essa nossa esquerdinha medíocre.

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  • 19/05/2010 - 00:28
    Enviado por: Dirceu.Barros

    Nunca, na História desse país, um presidente fez um papel tão ridículo diante da comunidade internacional.

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  • 19/05/2010 - 01:53
    Enviado por: Dr.Massaranduba

    Gostei da foto dos tres patetas levantando os bracos.
    Sao uns patetas mesmo.
    Coitadinho do Amorim chorao!
    chorao,chorao, nao vai pra’ selecao!
    qua qua qua.
    que papelao! Mais uma vez!

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  • 19/05/2010 - 02:27
    Enviado por: carlos 3m

    enquanto a nossa anta de politica externa ja ameacou de reclamar de usa pelo seu magnifico trabalho no ira, em casa temos problemas de vazamento:

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u737100.shtml

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  • 19/05/2010 - 05:11
    Enviado por: Jarvs

    Impressionante (e ridícula) a pompa com que o blogueiro destaca a “reação” americana -que no texto ele confunde ou mistura com “comunidade internacional” (dá no mesmo, não é?)- ao acordo recém-firmado entre Brasil, Turquia e Irã. Dá até vontade de estufar o peito e colocar a mão no coração, para cantar o hino “Cara al sol” (hahaha). Desculpe, mas não dá mesmo para levar a sério.

    “A reação mostra, de modo eloquente, o que a comunidade internacional achou da encenação diplomática protagonizada por Lula, Erdogan e Ahmadinejad.”

    Os americanos e seus asseclas -ou seriam seus senhores feudais?- não aceitam, de forma alguma, perder o controle da situação. Imaginem se o acordo proposto por Lula e Erdogan dá certo. Que perigo, não? Pena que a tal “comunidade internacional” (leia-se clube atômico) não tenha a mesma “resposta adequada e legítima” a Israel, único país no Oriente Médio que detém bombas atômicas.

    Como é mesmo o nome daquele físico nuclear israelense que, em 1986 (portanto, há 25 ANOS), revelou ao mundo fotografias da central nuclear de Dimona, no deserto de Neguev, que permitiram estimar o arsenal judeu entre 75 e 400 ogivas nucleares? Que foi condenado por alta traição, aprisionado até 2004 (sendo que passou 11 anos isolado), e que só não foi executado porque o chefe do Mossad, Shabtai Shavit, disse que “um judeu não mata outro judeu” (muçulmanos, aprendam isso com eles…parem de se matar entre si…)? Como é mesmo o nome dele? Puxa, me recordo de toda a história, mas não lembro desse pequeno “detalhe”. Alguém poderia me ajudar, por favor?

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  • 19/05/2010 - 05:38
    Enviado por: Jarvs

    Até na wikipedia se encontram informações sobre o arsenal atômico, e também químico, de Israel. A maior parte de nós sequer havíamos nascido, quando Israel iniciou, EM 1963, as atividades do reator nuclear de Dimona. Os links estão logo abaixo. Basta copiar e conferir:

    http://www.wisconsinproject.org/countries/israel/plut.html

    http://www.jewwatch.com/jew-criminalsandspies-vanunu.html#vanunu-bio

    http://en.wikipedia.org/wiki/Mordechai_Vanunu

    http://en.wikipedia.org/wiki/Israel_and_weapons_of_mass_destruction

    “Israel: Plutonium Production

    The Risk Report
    Volume 2 Number 4 (July-August 1996)

    Israel makes plutonium for atomic bombs at Dimona, a secret nuclear complex in the Negev Desert. The French-supplied reactor there has produced plutonium free from international controls since 1963. The quality of the plutonium created by the Dimona reactor is ideal for making atomic bombs.

    The size of the reactor at Dimona is listed by the International Atomic Energy Agency [IAEA] as 26 megawatts (thermal). However, experts believe it is much more powerful than that. Mordechai Vanunu, an Israeli technician who worked at Dimona for eight years, reported that the reactor had been scaled up twice before he arrived at the site in 1977. The first scale-up was from 26MWt to 70MWt; the second was to some higher level.”

    ” Dimona reactor:

    Reactor: IRR-II
    Type: Heavy water
    Power: 26-megawatt (thermal) scaled up to 70MWt or more
    Start-up: 1963
    Safeguards: None
    Plutonium created through 1994: Up to 870 kilograms”

    Até quando continuará a palhaçada da “comunidade internacional” e seu jogo de dois pesos e duas medidas? Ou o blogueiro acha que alguém minimamente sério e minimamente informado e que não esteja cego pela defesa dos próprios interesses (leia-se também interesses de Israel) acredita nesse papo pra boi dormir?

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    • 19/05/2010 - 09:08
      Enviado por: H. Backmann

      A “Hilária” Clinton, que foi desmoralizada quando Israel prosseguiu a construção dos assentamentos nos territórios ilegalmente ocupados da Cisjordânia e Jerusalém Oriental, agora quer “cantar de galo” contra as saídas diplomáticas. Parece aquele menino rico e forte da escola que, depois de ter sido sodomizado pelo seu melhor amiguinho oportunista, ficou com raiva e quer bater num outro, que fica sentado no fim da sala, é feio, meio sujo, magrinho. O valentão, já seviciado, tenta agora descontar no cara do outro lado. Os meninos medianos tentaram evitar a briga, sob o olhar sonolento dos demais alunos. Mas o valentão quer mostrar moral e roubar o lanche do feioso da última fila. O boyzinho francês e o inglês gritam: porrada! porrada! E os grandalhões chinês e russo ficam olhando de longe, meio desacostumados ao novo porte depois da puberdade, ainda se acostumando a serem mais altos que o cowboy sodomizado. Patético. Aliás, Hilário!

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  • 19/05/2010 - 08:33
    Enviado por: Jarvs

    É…nesse mundo ‘internético’ é possível encontrar verdadeiras jóias do conhecimento (e por que não do jornalismo?). Vejam que bacana:

    a) Uma fotinha de satélite feita pelos EUA da central nuclear israelense de Dimona, no deserto do Neguev:

    http://en.wikipedia.org/wiki/File:Dimona11.11.68.jpg

    b) Uma história das armas de destruição em massa de Israel, com todo itinerário que levou a Dimona. O impressionante é que a tal central foi gestada em 1949, ou seja, apenas um ano depois da fundação do Estado de Israel e quatro anos após a explosão da primeira bomba atômica, no Japão. Atentem para as referências bibliográficas, com mais de 150 itens, no rodapé do texto, alguns para download em pdf.

    http://en.wikipedia.org/wiki/Nuclear_weapons_and_Israel

    http://www.gwu.edu/~nsarchiv/israel/documents/document.htm

    Para quem já tem mais de 400 bombas atômicas, o que seria apenas umazinha do vizinho Irã?

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  • 19/05/2010 - 08:42
    Enviado por: AlexandroN

    CONCERTAR ou CONSERTAR???

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    • 19/05/2010 - 14:15
      Enviado por: carlotta

      depende do contexto. o guterman utilizou de forma corretta.
      (só respondi pq senti q a pergunta foi maldosa, espertinho!)

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  • 19/05/2010 - 09:07
    Enviado por: JOSIAS CUNHA

    Marcos,

    Tenho o pensamento que qualquer acordo feito pelo Presidente Lula com o Irã, teria a mesma resposta dos USA e sua. O Iraque tinha armas de destruição em massa não é mesmo?, o USA dizia e você concordava, vivemos no mundo em que o poder econômico é que fala mais alto. Ridiculo esse mundo globalizado não é mesmo.

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  • 19/05/2010 - 09:10
    Enviado por: Carlos

    Infelizmente o Brasil está muito mal governado pelo PT, Lula e Cia., que só falam asneiras(de asno) e ainda vão se meter em briga de cachorro grande, quando deveriam dar voz ao silêncio, já que a briga não nos pertence. Há um provérbio muito sábio que afirma, que não devemos nos meter em brigas de outros, pois o pior pode sobrar para quem se meter na confusão.
    É claro que o Sr. Lula e Pt, querem ficar para história como futuros representantes do Conselho de Segurança ou até mesmo o Sr. Lula se candidatar para Secretário Geral da Onu. Coitado, nem inglês ele entende, só entende de greve e de futebol – ainda assim muito mal.
    Agora, na verdade, como afirmou um colega anteriormente, eles estão passando por três patetas.
    O fato de o Brasil ser aliado dos EUA e das grandes nações da Europa, não significa que é submisso a elas, mas pior mesmo é ser aliado de ditadores como há em Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia, Líbia, Coreia do Norte, China e Irã.
    É uma pena que estamos sendo governados por pessoas anti-americanas, anti-democráticas e anti-sionistas.

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  • 19/05/2010 - 09:11
    Enviado por: telma calil

    É por demais ridícula , a nossa posição perante o mundo . Essa encenação não nos diz respeito . NÃO reflete o pensamento dos brasileiros .E temos que ser taxados ,como se o indigníssimo mandatário dêsse país , falasse pelo bom povo brasileiro . Só presta para aquela corja petralhense , que odeia [ usamericanu ] .Baderneiros , guerrilheiros , terroristas , só têm de diferente o nome , mas são igualmente destrutivos para uma nação .Êles se apoiam , se idolatram em nome de uma ideologia que tem o odor de carniça , como seus integrantes . ACORDA , BRASIL …

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  • 19/05/2010 - 09:31
    Enviado por: Claudia

    Eu nunca vi um mico tão grande quanto esse.Lula e o PT no ano passado, ao realizarem o Forum São Paulo que antes eles faziam questão de esconder, agora perderam a vergonha na cara, fundado por ele e Fidel Castro e que só tem gente fina, decidiram romper com EUA e se aliarem a paises deixados de lado.Não tem nada de salvar o mundo, eles querem e sempre quiseram fechar a america num mundo de ditadores comunistas.Por isso Venezuela compra armas da Rússia, da Suecia, e vende também, inclusive entrega para as FARCS, que tem gente inclusive no ministerio da caça e pesca, rcebendo dos nossos impostos.Lula é um ditador disfarçado que entrou pela democracia e quer impor uma ditadura dos bolivarianos, basta ler essas diretrizes dos direitos humanos, escrito por Dilma e assinado por Lula.Não pensem que não estão caminhando para o que querem, estão sim.Já conseguiram muita coisa dentro do Brasil.Subornam, corrompem e isso diariamente, dito em letras miudas nos jornais, pois esses também recebem dinheiro público vindas de propagandas.Estamos sim vivendo um período horrivel para o Brasil, onde Lula e sua megalomania pode nos colocar na linhaa de sanções, por enviar uranio ao Irã, por estar dando cobertura a membros da Al Qaeda, por abrigar guerrilheiros e traficantes, nem a China e nem a Rússia ficaram ao Lado do idiota do Lula, e vocês?Vão a luta pela causa de Lula e seus amigos empresários que foram para o Irã a duas semanas atrás fechar negocios que interessam a eles e não ao povo brasileiro?São vocês petistas que vão defender o Brasil?Dúvido, quando roubam e deixam a população morrer de fome e de doenças por falta de combate como é o caso da dengue, vocês estão entregando o Brasil e o povo brasileiro, uma hora a máscara internacional de Lula iria cair.

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  • 19/05/2010 - 09:36
    Enviado por: Plinio

    Confesso que inicialmente também fiquei surpreso com a investida brasileira na disputa atômica entre a “comunidade internacional” e o Irã. primeiro entendi como sendo apenas mais uma demonstração da megalomania do Lula; mas, depois, deixei isso de lado e caí na real: se por um lado os Estados Unidos são os maiores produtores de armamento nuclear (bem como de armamento não-nuclear), por outro lado, o Brasil (com ainda apenas 30% do solo prospectado) detém a sexta maior reserva de urânio do mundo, com cerca de 310.000 toneladas do minério (leia-se: commodity). (dados disponíveis a partir de http://www.aneel.gov.br). Portanto, na minha opinião, o envolvimento brasileiro nesta questão tem muito mais a ver com uma disputa comercial entre Brasil e os EUA do que interesse pela paz propriamente dito.

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    • 19/05/2010 - 10:31
      Enviado por: carlos 3m

      plinio, voce esta sendo muito ingenuo se me permite a critica. voce realmente acha que o lula que esta saindo do cargo esta preocupado em disputa comercial de uranio com quem quer que seja.

      ele eh um politico, eh como demonstrou, o puder fala mais alto, prque ele garante o ego e o bolso. se voce quer enteder a motivacao mesmo desta iniciativa, simplifique: follow the money. a realidade eh sempre mais simples do que gostariamos de ver.

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  • 19/05/2010 - 09:58
    Enviado por: Josino Bernardes

    Não sei pq, mas fiz um comentário ontem, e não saiu publicado,ou seja:
    Havia muito mais por trás da atuação do Lula e do Amorim, que quizeram ser importantes, e pagaram o maior mico.
    Fala sério; Haiti, Chile, US$ 238, para o FMI (merreca) ajudar a Grécia, mico do programa nuclear iraniano (esta história ainda está mal contada) e assim vai.
    O Paraguai está com guerrilhas interna e são sócios do Brasil na usina de Itaipu.
    A invasão do território brasileiro por venezuelanos.
    Tráfico e problemas com Equador e suas fronteiras.
    Não conseguiram nem resolver os problemas de flagelo provocada pelas enchentes de Blumenau e região e principalmente das estradas de SC, vão se meter em algo que não nos diz respeito (possivelmente esse urânio saia do Brasil e as comissões seriam astronômicas).
    Precisamos trabalhar para os brasileiros primeiro, resolver os nossos problemas, lógico sem abandonar a política internacional. mas os interêsses do Brasil (caso Paraguai) teria sim prioridade, pq se pararem Itaipú, meio Brasil tbm para.
    Será que Lula está pensando que o mundo é um grande sindicato de metalúrgicos?

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  • 19/05/2010 - 10:09
    Enviado por: CARASCO

    É isto que da um sindicalista despreparado meter o nariz onde não é chamado

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  • 19/05/2010 - 10:16
    Enviado por: Osvaldo

    Prezados senhores,

    Os fatos seguintes são:
    Irã admite estar enriquecendo urânio, ponto.
    Admite q nas usinas oficiais, há x centrífugas q tem capacidade de enriquecer acima de 20%, ponto.
    Admite q não vai aceitar q olhem suas centrífugas, nem tão pouco a quantidade de urânio q entra, q é processada e nda mesmo, ponto.
    Admite q quer chegar num acordo, mas sempre q contraria um dos pontos acima, se nega depois, ponto.
    Admite q não gosta nem um pouco de Israel e EUA ( é fácil querer briga quem mora longe. )
    Não nega apoio financeiro ao Hamas ou grupos anti-israel.
    Admite q fará o q quiser, independente do q os outros achem, só diz q pode pensar se propuserem algo diferente.

    Não sei qto a vcs, mas claro, os EUA só se metem naquela região pelo petróleo. Irão não vai querer briga direta com EUA ou Israel, fariam com q Irã virasse um novo Iraque e isso os governantes de lá não querem. O q eles querem mesmo é ter a bomba e ganharem benesses. Afinal, Paquistão, India e tdo mundo q tem, é “bem tratado” por outros países. Vc gritaria com seu vizinho ou alguém q soubesse onde vc mora, se ele tivesse uma bomba guardada em casa? Acho q não.
    O Irã tb quer amendrotar os outros paises muçulmanos. Eles são xiitas, e tdo o resto em volta é maioria sunita e convenhamos, ambos se odeiam, parece papo de católico romano contra evangélico ou protestantes. E não esqueçamos q os países sunitas recebem armamento de última geração e o armamento iraniano tá sucateado com as sanções.
    A briga é na verdade pra amendrontarem os países em volta e pra médio prazo, remover a maior parte das sanções q vigoram contra eles, p poderem gastar sem culpa o dinheiro do petróleo.

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  • 19/05/2010 - 10:19
    Enviado por: veju

    sr guterman, creio que não podemos mais nos inocentar quando se trata de atitudes americanas que, na maioria das vezes, defendem os seus interesses e sabemos que a soberania americana está chegando ao fim nas negociações de paz pq perderam a moral e não podemos mais nos curvar e dizer, sim senhor, para eles pq ultimamente eles tem engasgado no próprio vômito, um grande exemplo é o vizinho iraniano, o iraque que já consumiram bilhões de dólares e a tal democracia ainda não chegou pq os interesses americanos era pôr a mão no petróleo, caso haja dúvida, quem está controlando os poços de petróleo iraquiano? os americanos consomem mais de $ 300 bilhões todo mês na guerra e este montante é para implementar a democracia? santa inocência, eles querem o petróleo do irã também, lembrando que o irã não é nenhum santinho, mas quem acusa-os de terrorismo são aqueles que são os maiores fabricantes de guerra do planeta, os americanos adoram guerra visando sempre exibir o seu arsenal bélico e a sua opulência financeira, eu acho que um dia tudo isto acaba, a etiópia já foi o país mais poderoso do mundo.

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  • 19/05/2010 - 10:25
    Enviado por: Leonardo

    Domingo termina o prazo para o Ira apresentar a proposta por escrito para a agencia de energia atomica…..nao esta obvio que essa pressao dos UA eh para que isso seja feito?
    Ate domingo saberemos se eh teatro ou nao.

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  • 19/05/2010 - 10:28
    Enviado por: RafaelGuim

    Lulla achou que com seu “papo de boteco de quinta categoria” ia convencer os radicais islâmicos do Irã a aceitarem um acordo total para não enriquecimento de urânio em seu território.

    Bastou alguns minutos (minutos!) para o governo Iraniano anunciar que continuaria a enriquecer urânio. E aí ? Quem fez o papel de idiota útil?

    Estes caras só entendem uma linguagem: A do porrete.

    Rafael

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    • 19/05/2010 - 10:35
      Enviado por: carlos 3m

      voce acha que ele realmente acreditava que ia dar certo? alguma vantagem ele ja levou e nos nao sabemos qual foi, mas em algum momento vaificar claro.

      o porrete vai ser dificil. acho mais facil derrubar o regime pelos proprios iranianos como o caminho a seguir. acho que nao vai faltar interessado em ajudar.

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  • 19/05/2010 - 10:36
    Enviado por: Carlos

    Sr. H. Backmann, sinto muito, mas o seu comentário é muito pobre e ridículo, com um exemplo vulgar e sem contéudo informativo. É uma pena que a sua opinião é tão insignificante. Espero que o Sr. se informe mais e leia mais, para fazer comentários mais construtivos.

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  • 19/05/2010 - 10:59
    Enviado por: jose geraldo

    No brasil, este país de tolos,Lula o espertalhão consegue enganá-los. Mas iludir os países mais adiantados do mundo (alemanha, frança, grã-bretanha, e last but not least, Estados Unidos), coitado de nosso presidente! Bancou o bobo, celebrou um acordo com o bode de Teerã, ambos anti-americanos de certeirinha.Que os americanos se danem sob os ataques terroristas, que o Lula vai comemorar, porque afinal é para isso que está torcendo, e é para isso que o tal acordo pretendia escancarar as portas… Lula, o espertalhão ególatra e megalomaníaco, de ambição sem limites nem fronteiras…

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    • 19/05/2010 - 19:14
      Enviado por: ubiratan

      Sr., jose geraldo;
      Tenho algumas dúvidas recorrentes sobre o imbrólio israel x arabes palestinos;
      1. Porque a AIEA nunca auditou o programa nuclear israelense?
      2. Porque os EEUU., nunca espernearam com o tal programa?
      3. Porque os EEUU., depois de jogarem sobre o território vietnamita o famoso “agente laranja”, alegaram para justificar a invasão e ocupação do iraque, uma produção de armas químicas, nunca localizada pelos inspetores da ONU?
      4. Porque os EEUU., como membro permanente do conselho de segurança da ONU, sempre veta ações punitivas do conselho de segurança da ONU contra israel, protegendo assim um irmãozinho mais novo, que acaba de fazer uma traquinagem, sem muitas consequências?
      Sr. Jose Geraldo, o sr., acha que a região do oriente médio se fosse uma simples região produtora de azeitonas e flores, os EEUU., se empenhariam ao nível do empenho que tem hoje, para proteger um estado qualquer?
      Sr. Jose Geraldo, não sei a sua idade, mas o sr., como um americanófilo de carteirinha, deve conhecer esta antiga expressão – OS EEUU, NÃO TEM AMIGOS, TEM INTERESSES.

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  • 19/05/2010 - 11:01
    Enviado por: Rogério

    Voltamos ao de dantes, a briga agora é de cachorrro grande, seguindo o curso do exercício dos poderes da geopolítica. O Irã mantendo as conhecidas táticas largamente utilizadas por todos os “paísecos” que conseguiram a bomba, procurando ganhar tempo, e os grandes tentando evitar que estes possam crescer na região e no cenário mundial.
    Nessa situação fica difícil, senão impossível, analisar baseado em princípios éticos e humanistas. O Irã é mais facilmente condenável sob o ponto de vista ético, a atuação dos EUA por outro lado, apesar de estar em outro patamar, estariam baseados em quais princípios superiores? A manutenção da paz mundial? A preservação e expansão de valores democráticos? De certa forma,é o que vem ocorrendo, pelo menos sob a visão prática de um mundo ocidental e de propensão orientalista.
    O Iraque era realmente um exemplo de atraso e barbárie, no frigir dos ovos, a guerra salvacionista alterou esse quadro, apesar da atual instabilidade, os administradores não executam opositores sumariamente e etc. Mas para tal os EUA ignoraram completamente princípios de soberania, não intervenção e do direito à vida, afinal em uma guerra este é o primeiro que tomba. Para “aplicar” seus valores e princípios foi necessário quebrar outros.
    O Irão é uma ditadura teocrática, mas o que pesa realmente para nós são; a sua política interna que beira a barbárie, quando executa opositores e impede a livre expressão e a atuação agressiva na geopolítica da região ao utilizar táticas maquiavélicas contra seu maior rival, Israel, negando o holocausto e deixando no ar ameaças de eliminação criando um clima psicológico pesado na região. Quem poderia ser a favor de líderes assim?
    No cerne desta questão no momento, está obviamente a história do movimento sionista que não consegue também evitar o atropelo dos fundamentos e princípios básicos em favor de uma realidade favorável à sua sobrevivência, que tem a seu favor o apelo fundamental do oprimido histórico, por vezes também maquiavelicamente explorado, (e que o Irã procura desmontar a cada negação) , mas que a despeito dos eventos igualmente bárbaros realizados por membros do movimento, tem fundamentalmente o caráter de sobrevivência e defesa, enquanto que os Árabes e Persas tentam eliminar este “estranho no ninho” neste manicômio de emoções humanas. Esse fato poderia a princípio angariar simpatias para Israel, que procura sobreviver contra seus vizinhos que desejam “joga-los no mar” Mas que no entanto não sempre assim ocorre, pois na natural inclinação de especificar bandidos e mocinhos, e oprimidos também, há os palestinos, os refugiados e também a noção de uma Israel expansionista e racista.
    Ou seja, é possível abraçar qualquer lado, defender e atacar pois há discurso de sobra nessa história complexa. A história não é lógica amarrada e sim a narração de eventos.
    Não é um quadro, que podemos observar por inteiro, antes é uma interminável sucessão de imagens ligadas por alguma lógica, mas tão aleatória, errática e amarradas frouxamente em determinismos quanto a trajetória de qualquer ser humano .
    Então a quem devemos apoiar e defender? Os EUA irão fazer o que deve ser feito, seguindo seu script assim como o Irã. Mas já podemos antever que as sanções serão inúteis como bem demonstram outros exemplos notáveis, Cuba, Coréia do Norte e Iraque. Talvez seja um roteiro que possa eventualmente redundar em invasão, pois a suspeita das armas de destruição em massa de um governo tirânica está novamente no roteiro. E Obama vem seguindo à risca como deveria uma nação civilizada. Primeiro, ofereceu o diálogo, agora caminham para as sanções ( as quais sabem serem inúteis) ignorando a pantomima brasileira e turca, afinal são macacos velhos e não fica descartada a hipótese de ataques à instalações nucleares que poderiam resultar em situações altamente imprevisíveis sabendo que o cenário em questão é bastante diverso daquele no Iraque.

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    • 19/05/2010 - 14:29
      Enviado por: Anna H.

      Pantomima ? Entao você acha que brincam com assunto de tal gravidade ? Afinal, pergunte aos ‘verdes’ ecologistas o que eles acham da proliferaçao de artefatos nucleares.Nao quero acreditar que seja farsa.Gostaria também de saber para que o Brasil se mete em tudo. Para nos meter em encrencas ? Nao, Rogério, nem pense num possível ataque ao Irã, nao chega o que aconteceu no Iraque ? Nada de precipitaçoes, assim espero, pensando nas geraçoes que vao ter de pagar pela estupidez dos mais velhos.

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    • 19/05/2010 - 18:41
      Enviado por: Jarvs

      Pelo visto o comentarista Rogerio está cada vez mais próximo de um alterego “gollum” do blogueiro. Se lembra daquele personagem de J.R.R. Tolkien, que escreveu O Senhor dos Anéis, filmado por Peter Jackson? Que, gradativamente, foi se tornando distorcido, quase que uma massa amorfa semi-humana, à medida em que tentava se fundir ao amado (“my precious”) anel? Pois seus comentários estão na mesma linha. Enquanto o blogueiro tenta alivinhar seus posts dentro de uma linguagem pretensamente classica, você, à medida que os reproduz, mostra como realmente são: horríveis, feios e, por que não dizer, verdadeiramente maus e pornográficos. Porque não há outra maneira de definir parágrafos inteiros em defesa do que há de mais abjeto no ser humano: a crença na superioridade de um modo de vida sobre outro; a justificativa à guerra e aos morticínios. Basta ler essas pérolas (muito mal escritas, por sinal):

      “O Iraque era realmente um exemplo de atraso e barbárie, no frigir dos ovos, a guerra salvacionista alterou esse quadro, apesar da atual instabilidade, os administradores não executam opositores sumariamente e etc. Mas para tal os EUA ignoraram completamente princípios de soberania, não intervenção e do direito à vida, afinal em uma guerra este é o primeiro que tomba. Para “aplicar” seus valores e princípios foi necessário quebrar outros.”

      Salvacionista? Gostaria de ver você ou alguém de sua família no Iraque invadido, com parentes mortos, filhas estupradas ou obrigadas à prostituição em outros países, para sobreviver. Duvido que falasse então de “salvacionismo”.

      Quem lhe disse que o Iraque era um exemplo de atraso e barbárie? O Iraque era uma ditadura, mas, dos países islâmicos daquela região, por menos que se goste de reconhecer, era a nação em que as mulheres mais gozavam de direitos iguais aos dos homens, muito mais do que em aliados dos EUA, como Kwait e Arábia Saudita.

      Curioso que você não propugna por intervenções em cerca de 50 outros países, todos vivendo sob o jugo de ditaduras ou de regimes de exceção. Vá dar uma voltinha em Mianmar, cujo regime despótico está no poder há quase 50 anos. Lá, evidente, os EUA não pisam, nem a mídia controlada fala nada além do que as agências noticiosas divulgam, porque ali é quintal da China.

      Outra “pérola gollum” sua:

      “O Irão é uma ditadura teocrática, mas o que pesa realmente para nós são; a sua política interna que beira a barbárie, quando executa opositores e impede a livre expressão e a atuação agressiva na geopolítica da região ao utilizar táticas maquiavélicas contra seu maior rival, Israel, negando o holocausto e deixando no ar ameaças de eliminação criando um clima psicológico pesado na região. Quem poderia ser a favor de líderes assim?”

      O que pesa realmente para nós, quem? Só se for você e outros teleguiados, cuja formação e informação é oriunda de jornais como o Estadão. Não lhe incomodam também outros regimes de exceção, como o de Mianmar, Madagascar, Congo, Tailândia e dezenas e dezenas de outros? Ah, pobre homem-massa do século 21, desprovido de interioridade, cujas angústias e perspectivas são geradas sempre de fora para dentro.

      Nada mais fascista do que achar que o próprio modo de vida é o melhor e o mais certo, em relação aos outros. Quem lhe disse que a democracia é um valor universal, válido para todas as culturas? Quem lhe disse que todos os comportamentos são os mesmos, em todos os lugares? Quais são as táticas maquiavélicas de Israel contra o Irã, que durante 40 anos teve um regime títere dos EUA, apoiado por Israel?

      Como comentarista de futebol, você é um excelente analista político. E como analista político, por trás de seu discurso aparentemente “bonzinho” ou “justo”, eu ouço aquelas palavras que o Capitão Willard falava no livro Coração das Trevas, de Joseph Conrad: “O horror! O horror!”.

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    • 20/05/2010 - 09:10
      Enviado por: Rogério

      ” De certa forma,é o que vem ocorrendo, pelo menos sob a visão prática de um mundo ocidental e de propensão orientalista.”

      Jarvs

      Não sei se leu direito, mas veja que coloquei o discurso sob a visão prática de um mundo com propensão orientalista. Sabe o significado da palavra orientalista?

      “O que pesa realmente para nós, quem? Só se for você e outros teleguiados, cuja formação e informação é oriunda de jornais como o Estadão. ”

      Nós, aqueles que não aceitam a execução de opositores e o cerceamento da livre expressão, mas você é livre para gostar dessas peculiaridades do Irã.

      “Mas para tal os EUA ignoraram completamente princípios de soberania, não intervenção e do direito à vida, afinal em uma guerra este é o primeiro que tomba. Para “aplicar” seus valores e princípios foi necessário quebrar outros.””

      Esse parágrafo é uma crítica evidentemente, veja que aplicar esta entre parenteses, e para entender este parágrafo teria que ter lido a introdução:

      “Nessa situação fica difícil, senão impossível, analisar baseado em princípios éticos e humanistas”

      Resumindo, não aprovo a política americana e muito menos o ditador sanguinário do Irã, ficou mais fácil agora ou prefere que eu faça um desenho? hehehehe

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    • 20/05/2010 - 09:18
      Enviado por: Rogério

      “Pantomima ? Entao você acha que brincam com assunto de tal gravidade ?”

      Anna, pantomima, pois parece que ninguém se entende muito e ficam gesticulando para tentar se entender. E também vejo que ha todo um teatro, uma tremenda encenação os caras tentando passar uma imagem enquanto que seus reais interesses são bem mais especificos e egoistas.
      Claro que não sou a favor de guerra nenhuma, mas é preciso tentar a realidade como ela é.

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    • 20/05/2010 - 09:49
      Enviado por: Rogério

      “Nada mais fascista do que achar que o próprio modo de vida é o melhor e o mais certo, em relação aos outros”

      O cara é um malabarista, compreendeu coisas que eu nem mesmo escrevi.

      Parece que o comentarista não tem a menor idéia do que seja fascismo, mas vai uma dica. O governo de Teerã que executa opositores, ou o governo de Sadan Hussein que comandava tudo com mão de ferro, oprimia Xiitas e matava curdos se aproximam mais da idéia de fascismo do que aqueles que “acham” que seu modo de vida é melhor do que os outros.

      “Se lembra daquele personagem de J.R.R. Tolkien, que escreveu O Senhor dos Anéis, filmado por Peter Jackson?”

      Cara, não lembro pois não assisti, faz um bom tempo não assisto esse tipo de filme para adolescentes, simplista e maniqueista cheios de cliches do bem contra o mal com mais tecnologia de efeitos do que conteúdo, típicamente “sessão da tarde” americanófila. hehehehe

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  • 19/05/2010 - 11:08
    Enviado por: Marcus

    A diplomacia brasileira atua de forma medíocre ao comparar aquela suposta existência de armas de destruição em massa no Iraque e que culminou em guerra, com a atual questão iraniana.

    Para começar o atual governo americano além de menos beligerante, em momento algum buscou ações isoladas contra o Irã. Muito pelo contrário. Até mesmo França e Alemanha, 2 opositores da guerra de Bush no Iraque, hoje apoiam os americanos na questão iraniana. E até mesmo russos e chineses, cujos países possuem negócios estratégicos com iranianos, talvez se juntem a americanos e europeus nessa questão.

    Portanto, fica difícil de entender o que o Brasil irá ganhar respaldando um regime autóritário com o qual temos poucas relações comerciais e que ameaça países que temos importantes relações políticas e econômicas.

    Assistir o Brasil e sua diplomacia fechando acordos com essa gente no Irã, como se fosse um grande feito brasileiro, chega a ser constrangedor e vergonhoso.

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  • 19/05/2010 - 11:19
    Enviado por: Nilto Menelli

    Como tem burro neste mundo. Acreditam nessa onda toda contra o Irã. Vejam a Coréia do Norte. Tem usinas de processamento de urãnio? Ninguém fala disso porque não tem. Foi provado por Fermi, o gênio da bomba atômica, (vide história) que basta uma pilha de urânio pra fazer bombas de plutônio. Dai sai até bomba de hidrogênio. Não falando que a bomba de plutônio é menor e mais barata. Caminho dos norte-coreados. Se o Irã quisesse bombinhas, já teria. Ou terá, se se sentir encuralado. Tudo isso é super sabido. É elementar. Qualquer ataque ao Irã e êle fecha o estreito aquele e pronto: para o mundo movido a petróleo. Isso também é elementar. Essa onda toda é isso: onda. Ou melhor, marolinha. Estou esperando o suicídio dos imbecis que não acreditavam no Lula.

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  • 19/05/2010 - 11:35
    Enviado por: Alex Mendes

    Este povinho que torce pra dar errado o acordo deveria prestar atenção na China e na França. Estes paises estão apoiando o acordo usufruem do poder de veto na comissão da ONU. Muitos idiotas que postam comentários aqui não percebem que a quantidade de urânio que o Irã tem é bem limitada e que retirando 1.2 toneladas do país limita a margem de manobra para a contrução da bomba. Então, mesmo que eles continuem enriquecendo urânio a 20% o acordo é sim uma forma de limitar qualquer intenção da fabricação da bomba. O mais engraçados das opiniões dos vira-latas que aqui escrevem é que ninguém fala do Paquistão, que tem a bomba, que é um ninho de Talebans, mas que é aliado da Matriz.

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  • 19/05/2010 - 11:36
    Enviado por: Nilson Quintao

    O estado em que se encontra o Iraque e a Palestina, tenho restrições sobre a atualção de EUA e ISRAEL para “”"”garantirem a paz mundial e o petroleo”"”"”, (vide o n° de mortes nos conflitos para cada lado).
    Para mim as pessoas, crianças que perderam suas vidas nestes paises invadidos, são vitimas de genocidio praticados pelos “chamados paises de 1º mundo” como cita o Fabio de Israel.

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  • 19/05/2010 - 11:42
    Enviado por: Vinicius Sincero

    Amigo Marcos Guterman, pelo que li na matéria, deu para perceber que não foi você quem a escreveu, pois contém erros de concordância gramatical típicos dos tradutores automáticos de texto. Agora, já que pelo menos você deve ter lido o texto, pense e responda o seguinte: com qual das partes citadas acima é mais difícil de negociar? EUA ou IRÃ ?

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  • 19/05/2010 - 11:44
    Enviado por: Fernando SP

    Caro Marcos, o acordo entre Irã, Brasil e Turquia não é para ser colocado entre aspas. Ele já foi saudado por inúmeros países como importante iniciativa para a retomada do diálogo na região. Os EUA, como sempre, querem arranjar algum pretexto para, a exemplo do Iraque, inventar uma guerra, matar alguns milhões de iranianos, implantar uma “democracia” e explorar as imensas reservas de petróleo e minério do Irã a preço de banana. Ocorre que esse modo belicista de pensar está com os dias contados. Vá às páginas do New York Times e constate através das cartas dos leitores o que a maioria deles pensa a respeito do acordo e das declarações da Hillary Clinton. Eles estão cansados de gastar trilhões de dolares coma indústria da guerra e perder milhares de vidas por conta dessa política belicista. O diálogo é sempre a melhor forma de resolver qualquer questão.

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  • 19/05/2010 - 11:47
    Enviado por: Tédio

    É isso aí. Agora sim. Tio Sam mandou, a gente obedece. Esse é o mundo como tem que ser… Francamente, leitores do Estadão, surpeendam-me. Digam algo novo…
    Ah, e não esqueçam de tirar o sapato pra entrar na nave mãe…

    pátéticos… ahahahah

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    • 19/05/2010 - 14:31
      Enviado por: Fabio Unique

      Quando foi que tiraram o sapato? Setembro de 2001? Outubro de 2001? O Amorim é que é macho demais para essas coisas, ele não precisa tirar sapato para ninguém, porque ele peitou, que gracinha. Peitou o Irã sobre a lei do enforcamento de homosexuais? Porque o Irã ele não peita, se peita até os Estados Unidos. Não é uma história bem contada?

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  • 19/05/2010 - 11:48
    Enviado por: Anna H.

    Nao acho que sejam os 3 patetas,nao (alguém falou aqui,nao inventei esse termo pejorativo,ok ?). Nós é que nao sabemos,ponto. Nao sabemos o que está por trás dos acordos bem-intencionados, começo a desconfiar que tem muito mais do que se pensa e que nem fomos informados,porque a imprensa se acha a tal mas na verdade está por fora de muita coisa.Por exemplo,primeiro disseram que a China deu seu apoio ao Brasil, no dia seguinte sai o nome da China junto aos demais que pedem sanções ao Irã. O que significa isso ? Favor respeitar mais os leitores e o público dessa mídia mal das pernas, ok ?

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  • 19/05/2010 - 12:03
    Enviado por: Maria das Graças

    Você precisa ler esse artigo para abrir sua mente.

    Uma questão diplomática
    Por Mauro Santayana

    O iconoclasta Nelson Rodrigues, cujo verbo ácido a ninguém poupava, amava o povo brasileiro a ponto de espicaçá-lo com falso desdém: era a sua forma de despertar os nossos brios esmaecidos. Dele é a cáustica observação de que “o brasileiro tem complexo de vira-lata”. Não há dúvida de que muitos brasileiros, principalmente nas elites, guardam o deslumbramento dos nativos diante do estrangeiro que chegava do mar. Não fomos os únicos: os bravos guerreiros astecas viram nos invasores espanhóis, montados em portentosos cavalos – que eles não conheciam – centauros invencíveis.

    Se Nelson estivesse vivo, provavelmente repetiria o constrangido epíteto: a reação de alguns brasileiros ao acordo obtido por Lula e pelo primeiro-ministro turco Erdogan, com Ahmadinejad, do Irã, é a de que não temos credenciais para nos metermos “em assuntos que não nos concernem”. O raciocínio parte de uma dúvida intimidadora: se o entendimento não der certo, perderemos credibilidade internacional. É um raciocínio que cambaleia, do ponto de vista moral. Ninguém pode desgastar-se por procurar a paz. Não caminha tampouco o argumento de que a situação no Oriente Médio não nos interesse. Com o surgimento da América, as divergências, direta ou indiretamente, começaram a atravessar o oceano. Disso fomos vítimas quando a Holanda, em conflito com a Espanha – a que Portugal estava então unido – invadiu a Bahia e Pernambuco. A partir de 1914, todas as guerras passaram a ser planetárias, mesmo quando o teatro de operações se limite na geografia.

    O problema do Oriente Médio nos toca profundamente. Fomos corresponsáveis, com a decidida posição de Oswaldo Aranha – que presidia a Assembléia Geral da ONU em São Francisco – pela criação do Estado de Israel, e de um Estado palestino no mesmo território. Se as nações fossem movidas de mauvaise conscience, estaríamos hoje avaliando se fizemos o melhor em 1948. Concluiríamos que não agimos mal, porque obedecíamos às circunstâncias históricas. E porque não agimos mal naquele momento, agimos bem, agora, quando tentamos esvaziar as tensões entre o Irã e Israel. O confronto não nos interessa, embora possa interessar ao lobby sionista dos Estados Unidos e da Europa. E atuamos com o mesmo sentimento de justiça quando cobramos o cumprimento de todas as resoluções da ONU que exigem a independência e soberania do povo palestino em fronteiras seguras.

    É irrelevante saber se a senhora Clinton está atendendo mais aos eleitores sionistas e ao lobby da indústria de armamentos do que aos interesses profundos de seu país, que o presidente Obama parece identificar. Há, desde a campanha eleitoral, diferença de approach com relação ao Oriente Médio entre a bem sucedida advogada de Chicago e o mestiço nascido no Havaí com o inquietante sobrenome Hussein. Cada pessoa é também a sua circunstância, de acordo com o achado do jovem Ortega y Gasset, e a ela sempre pagará algum tributo. A circunstância de Lula fez dele, desde a infância, um negociador. Homens que não nascem com o futuro assegurado pelos bens de família devem negociar o seu destino com os percalços da vida, e Lula soube fazê-lo, e bem, pelo menos até agora.

    Desde outubro passado, o governo americano manifestou publicamente seu interesse em uma solução de compromisso pela qual o Irã enviasse seu urânio, parcialmente trabalhado, para enriquecimento completo em outro país. Na época se falou na Rússia, mas os falcões americanos provavelmente a isso se opuseram, em memória da Guerra Fria. Lula se entendeu com a Turquia, membro temporário, como o Brasil, do Conselho de Segurança, a fim de negociar a saída diplomática e honrosa para o impasse.

    O Brasil não necessita da licença de terceiros para conduzir sua política externa. Cabe-lhe exercê-la com o respeito que o governo deve ao Estado e, o Estado, à soberania do povo. Entre os que contestam a importância do acordo há os nostálgicos de um tempo em que Otávio Mangabeira beijava a mão de Eisenhower e Vernon Walters dava ordens aos golpistas de 64.
    Queiram, ou não, os xenófilos deslumbrados, o compromisso de Teerã é uma vitória diplomática do Brasil e do metalúrgico Luiz Inácio, que chefia o Estado.

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  • 19/05/2010 - 12:04
    Enviado por: Anna H.

    Sim, nao é exagero pensar ou supor que o Brasil também está interessado em desenvolver seu programa nuclear, que ficou congelado durante anos mas suspeita-se que um dia será de novo no centro de debates, temos direito de suspeitar.Entao esse meio-caminho andado, com acordos bilaterais, deve resultar em algo de bom para nós, o assunto não vai morrer tão cedo e a tendência é que o Brasil entre também na dança (segundo os verdes macabra) da energia nuclear para fins pacíficos, claro.Até agora estamos na lista apenas como país que já teve um programa nuclear no rascunho,ou seja, inofensivo.

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  • 19/05/2010 - 12:06
    Enviado por: waldemaraugustoaugusto

    Alguem ja disse o que eu pensava sao os tres patetas mesmocom a miseria grasando em nosso Pais e ele fica dando uma de tonto.

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  • 19/05/2010 - 12:37
    Enviado por: Carlos Renato Fortes Vendramini

    Obviamente que o Irã achou na arrogância e burrice de Lula prato cheio para lançar a cortina de fumaça sobre os planos inconfessáveis da república islâmica. Quanto ä Turquia.. Bem.. Essa aí está querendo dar uma de boazinha para alguns muçulmanos, pois sempre a acusam de pender para o lado do Ocidente, em particular EUA e Israel. Pode agora esquecer a União Européia de vez e viver de seu “glorioso passado” (os armênios que o digam).

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  • 19/05/2010 - 12:50
    Enviado por: tomas kenedi

    É interessante que nas sanções previstas ao Irã, não foi incluido o corte das importações de petróleo aos EUA e Europa. Isso sim, em tempo acabaria com o regime dos Aiatolás.
    O mesmo remédio amargo poderia e deveria ser usado pelos EUA contra o ditador da Venezuela, o compadre do Lula. Em pouco tempo, ou o impeachment ou o próprio povo o colocariam para fora.

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  • 19/05/2010 - 13:21
    Enviado por: Raimundo Costa

    O acordo que o Irã concordou é o mesmo proposto há 5 meses atras pelos EUA.
    Isto sim é encenação!
    O que chama a atenção neste texto do Guterman é: Primeiro, o alinhamento ideológico de pessoa conservadora a uma política internacional de submissão aos Estados Unidos e demais potências mundiais, criticando qualquer iniciativa internacional independente da chancelaria brasileira.
    Segundo, a transformação do espaço de noticiário em lugar de manifestação explícita de opinião e uma “quase torcida” para que estas iniciativas da chancelaria brasileira fracassem e, quando dão certo, a recusa em reconhecer o erro de avaliação.
    E, terceiro, a postura desavergonhada de ocultação de informações (por exemplo, que este enriquecimento do urânio no Irã não é suficiente, nem de longe, para a fabricação de armas nucleares), de escolha ideológica de fontes (todas elas das grandes potências, em especial dos EUA) e a tentativa de construção de um consenso de que a ação política das “potências ocidentais” é o lado do bem e o Irã, o lado “mau”.
    Eu fiquei deveras emocionado, quase fui as lagrimas com esta profunda reflexão “Todo esse esforço americano, é bom lembrar, se seguiu à oferta de diálogo feita pelo presidente Barack Obama aos iranianos, devidamente desperdiçada por Ahmadinejad e os aiatolás. Dizer, nesse caso, que os americanos e seus aliados só usam a linguagem da força e da pressão econômica é simplesmente uma distorção dos fatos. Quem não quis e não quer o diálogo é o Irã. Portanto, somente a perspectiva das sanções tem o poder de obrigar Teerã cooperar”.
    Este mundo é um mundo hipocrita, para uns poucos, tudo é permitido e para o restante da ralé resta o porrete, e a intimidação.

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  • 19/05/2010 - 13:29
    Enviado por: Júnior Mocelin

    ________________________________________________
    LULA LIGA PARA A ONU DANDO SUGESTÕES SINGULARES
    ________________________________________________

    - Tuuuuu….
    - Alô. Secretaria da ONU. Com quem eu falo?
    - Com o cara!
    - Que cara?^
    - Pô, como assim “que cara”? O cara, ora… O Lula.
    - O que o senhor deseja?
    - Quero dar uma sugestão ao CS da ONU.
    - Tá, o que seria?
    - Bem, quero receitá uns remédinhu pra qui voceis tenham disposição. Existe uns fortificanti que minha avó insinó a nóis fazê, que tem mel, agrião, catuaba, ovo de pato…
    - tu,tu,tu,tu,tu…
    - Ué, será que desligaram???

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    • 19/05/2010 - 14:17
      Enviado por: Anna H.

      Júnior, você nao era o Gluon ? Deixa de brincar com assunto sério…

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    • 19/05/2010 - 15:01
      Enviado por: Fernando SP

      O pretenso humorista desconhece o conceito que o mundo real tem de nosso presidente Lula. Talvez um pouco mais de informação e muito menos de preconceito o fariam saber quantas vezes ele foi premiado por diversos países e pela ONU. Certamente se o candidato a trapalhão se limitar às vejas, estadões, globos, folhas e que tais ficará falando sozinho.

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  • 19/05/2010 - 15:33
    Enviado por: CORREGEDOR

    É claro que o Brasil pode tentar sua diplomacia em qualquer situação e lugar. Mas que deve fazer a coisa buscando o melhor resultado, isso deve.

    Qual interesse do Brasil nessa confusão nuclear do Irã? Qual o motivo de ir contra 90% do PIB mundial na questão? Soberania? Soberania prá ser gay, por exemplo, não é vantagem alguma, embora o direito do exótico seja respeitado.

    O IRÃ TEM MENOS DE 0,5 % DE NOSSOS NEGÓCIOS EXTERNOS. ACORDA ZÉ NINGUÉM! O QUE O LULA ESTÁ FAZENDO POR LÁ? QUEM O CHAMOU?

    DIPLOMACIA É ARTE DE BONS RESULTADOS EM POLÍTICA EXTERNA. OU DEVE SER ASSIM DE AGORA EM DIANTE.

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  • 19/05/2010 - 15:46
    Enviado por: O Templario

    o ira em 5 anos tera no minimo 5 ogivas nas pontas de foguetes que podem alcancar Israel e outros paises.
    ai? quero ver oque vcs petistas/socialistas/comunistas/chavistas vao falar.
    ate hoje? vc tem os EU, mas quando eles aperetarem o botao vermelho< ai vcs verao a tragedia.
    Iroshima e Nakasaqui foram cafe pequeno perto da nova tecnologis
    parabens aos paisse que estao com Eu nesta questao

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  • 19/05/2010 - 20:24
    Enviado por: carlotta

    ao fernando sp, q tem fixação por prêmios… até os filmes da xuxa e dos trapalhões são super premiados… não dá pra saber até q ponto premiações são justas… e qts heróis de guerra morreram abandonados e desprezados, sem reconhecimento em vida, ex., artistides da silva mendes…

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  • 19/05/2010 - 20:29
    Enviado por: CORREGEDOR

    O PT é o partido do capeta; Lula é seu pai de santo.
    Por isso tanta mentira e falsidade na sua prática política.

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  • 19/05/2010 - 20:42
    Enviado por: carlotta

    ”quinta coluna” é do tempo do ”convescote” e das ”ceroulas” heheheh

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  • 19/05/2010 - 22:38
    Enviado por: Raimundo Costa

    O Uranio enriquecido pelo Irã pode chegar até 20% o que é impossivel fabricar artefatos nucleares com este grau de enriquecimento, e achar que daqui a 5 anos o Irã terá 5 ogivas na ponta de foquetes para lançar sobre Israel ou outros paises, é de uma ignorancia que da pena.
    Porque não falar tambem sobre o uranio empobrecido? Desde 1945, os EUA acumularam mais de 540 mil toneladas desse material, que até recentemente era não só inútil, como fonte de despesas, pois precisava ser estocado em lugares protegidos e distantes. Entretanto, a indústria nuclear encontrou uma maneira lucrativa de livrar-se desse material ao propor jogá-lo contra o inimigo. Por ser muito duro e 2,5 vezes mais denso que o aço, o urânio empobrecido mostrou-se eficaz para perfurar blindagens de tanques e fortificações inimigas durante as intervenções americanas no Iraque e em Kosovo. Foi usado em munições disparadas pelos aviões de ataque A-10 e pelos tanques Abrams; muitos destes também usam blindagem de urânio. Um projétil chega a romper um bloco de concreto enterrado no solo, a três metros de profundidade.
    O aumento de casos de câncer, deficiência renal e bebês com deformações congênitas no sul do Iraque, que recebeu a maior parte das 320 toneladas de urânio (quase um milhão de projéteis) despejadas na guerra é relatado. As estatísticas mostram que houve significativo aumento nos casos de crianças iraquianas nascidas com anormalidades, além da maior incidência de câncer, especialmente nos pulmões e rins. Em 1990 morreram de câncer 7.058 iraquianos, número que saltou para 8.526 dois anos depois.
    Bom, mas o Irã é que é o bandido na história, não?

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    • 20/05/2010 - 00:15
      Enviado por: Bee W5

      Descobriu, agora porque os americanos sobem na vida ? O uranio enriquecido eles jogam no inimigo e o empobrecido tambem.

      Quanto aos 7058 + 8526 iraquianos mortos de cancer, fica sabendo que aqui no Brasil morre pelo menos 10 vezes mais de dengue, leptospirose, malaria e outras mas, isso pra não falar do SUS.

      Não esquece da lepra, hoje hanseniase, somos os vice campeões mundiais, só perdemos pra India.

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    • 20/05/2010 - 06:12
      Enviado por: Raimundo Costa

      Caro Bee W5… não sabia que o SUS era doença!!
      Mas com certeza o amigo já se valeu desta doença (SUS) e teve sorte de estar vivo(não é mesmo), sim porque mesmo pagando plano se saude (caro) os procedimentos de alta complexidade, eles, planos de saude, mandam para o velho e bom SUS, afinal de contas, ninguem é de ferro não?

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    • 20/05/2010 - 06:30
      Enviado por: Raimundo Costa

      Outra coisa caro Bee W5, estas doenças, dengue, leptospirose, malaria (dependem muito da nossa ação e cuidado). Lógico que a parceria entre governos (federais – com dinheiro e tecnicos (FUNASA), estaduais e principalmente municipais são primordiais.
      Quanto a lepra ou haseniase, tuberculose, pacientes com estes sintomas, encontram tratamento em qualquer posto de saude, de graça e sem complicação, a cura é 100%, basta seguir a risca o tratamento.

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    • 20/05/2010 - 07:49
      Enviado por: Jarvs

      Raimundo, é chocante como comentários lúcidos como os seus ficam perdidos nessa geléia geral jornalística, parafraseando o poeta e professor Décio Pignatari. Tudo se dilui, não há “medula e osso” em nada e só se vê o que se deseja ver, ou seja: vivemos numa época de toupeirice completa, em que as pessoas não estão interessadas em informar-se a partir de fatos, e sim buscar argumentos que confirmem suas próprias crenças, sejam elas erradas ou não. E raramente há meios termos. Ou se é pró ou contra determinada situação ou bando, sem a menor avaliação geral das situações. Se isso não é um caminho explícito para o totalitarismo ou para uma vocação totalitária, então não sei o que é.

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  • 20/05/2010 - 00:36
    Enviado por: CORREGEDOR

    É preferível restrições a produção de armas nucleares do que sua liberação. Enquanto esse clube for diminuto menor risco haverá para a raça humana da hecatombe anunciada. É incompreensível tanto apoio que o Irã consegue por aqui para seus direitos à aventura nuclear. E olhem que países com grandes diferenças históricas, ideológicas, culturais, como EUA, Rússia e China estão juntos prá meter o cacete no Ahmadinejad e seu regime fechadão.

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  • 20/05/2010 - 09:44
    Enviado por: Raimundo Costa

    Gostaria de comentar o seguinte para encerrar a minha participação…

    Por que os EUA esta tão obcecados em estabelecer sanções contra o Irã?
    Por quê os EUA estão confrontando tanto o Irã? Deve ter mais coisa nisso do que somente armas nucleares… Eu concordo que não devem existir armas nucleares no Irã, nem nos EUA, Reino Unido, China, França, Rússia, Índia, Israel, Paquistão…É uma perdição para a humanidade. Todos devem desmontá-las agora. Por que as mantêm se não vão usá-las?
    Posso perguntar tambem por que sanções não foram impostas a Israel, Índia e Paquistão?
    Para mim, a mascara do imperio caiu! Estão mais que claros agora os objetivos dos EUA e de seus parceiros: Impor ao Irã sanções que matam crianças, vamos dizer por 10 anos, instalar uma festa de petróleo por comida (não foi assim com o Iraque?), drenar a capacidade do Irã de se defender, conclamar uma invasão militar, destruir, torturar, estuprar e finalmente colocar uma marionete no poder para que os membros da coalizão possam mover suas companhias de petróleo para Teerã.
    Os EUA com seu poderio pode conseguir impor as sanções tão almejada contra o Irã, e fica o medo e a sensação de que os terroristas que irão atacar nossas crianças amanhã, estão sendo alimentados pela América hoje.

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    • 20/05/2010 - 18:02
      Enviado por: David C. J.

      Perfeito o comentário, finalmente noto que essa palhaçada de “Segurança Mundial” não é mais engodo para ninguém. Nestas horas que tenho que dar o braço a torcer e respeitar o presidente Lula por desafiar esses políticos déspotas travestidos de “bons moços” que são os americanos, quando desejam a carnificina que fizeram no Iraque ocorrer também no Irã. Confesso que começo a torcer para que construam em breve a bomba, para eles já passa a ser uma questão de sobrevivência. Só mesmo ingênuos acreditam nessa maluquice de jogar a bomba em Israel, na verdade é evitar que Israel jogue bomba neles.

      E como previsto o Irã foi mais esperto que os EUA, Rússia, China e o Brasil com a Turquia:”Não serve o acordo dos 1.200kg e vem mais sanções? Então tá, ficam sem nada e eu com todo urânio!”. Ao menos é mais urânio para eles purificarem, não há dúvidas que o que você expressou é a perfeita análise da situação, mas os Iranianos aprenderam com os Iraquianos e sua triste história e fim de seu país. Basta Inserir esse urânio em um míssil e pronto, podem até invadir o Irã, mas vão ter que visitar o muro das lamentações e roubar petróleo deles utilizando macacões contra radioatividade por algumas centenas de anos. O mundo parece que só tem malucos mesmo, acho até que Ahmadinejad é um dos menos loucos atualmente.

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    • 20/05/2010 - 18:03
      Enviado por: David C. J.

      Perfeito o comentário, finalmente noto que essa palhaçada de “Segurança Mundial” não é mais engodo para ninguém. Nestas horas que tenho que dar o braço a torcer e respeitar o presidente Lula por desafiar esses políticos déspotas travestidos de “bons moços” que são os americanos, quando desejam a carnificina que fizeram no Iraque ocorrer também no Irã. Confesso que começo a torcer para que construam em breve a bomba, para eles já passa a ser uma questão de sobrevivência. Só mesmo ingênuos acreditam nessa maluquice de jogar a bomba em Israel, na verdade é evitar que Israel jogue bomba neles.

      E como previsto o Irã foi mais esperto que os EUA, Rússia, China e o Brasil com a Turquia:”Não serve o acordo dos 1.200kg e vem mais sanções? Então tá, ficam sem nada e nós com todo urânio!”. Ao menos é mais urânio para eles purificarem, não há dúvidas que o que você expressou é a perfeita análise da situação, mas os Iranianos aprenderam com os Iraquianos e sua triste história e fim de seu país. Basta Inserir esse urânio em um míssil e pronto, podem até invadir o Irã, mas vão ter que visitar o muro das lamentações e roubar petróleo deles utilizando macacões contra radioatividade por algumas centenas de anos. O mundo parece que só tem malucos mesmo, acho até que Ahmadinejad é um dos menos loucos atualmente.

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    • 20/05/2010 - 21:49
      Enviado por: Radical

      Pára com isso, Raimundo. Neste blog há muitos que acreditam e juram de pés juntos que os irmãos Romualdo Arppi, isto é, Wright inventaram mesmo o avião.

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  • 20/05/2010 - 12:55
    Enviado por: Jarvs

    Ah, Mr. Rogério, para seu governo, Ahmadinejad foi eleito pelo povo iraniano. Sim, o segundo pleito foi roubado, mas nada muito diferente do que recentemente ocorreu em Honduras, cujo golpe (e “eleições”) o Estadão defendeu encarnecidamente. Como sempre, dois pesos e duas medidas. Como estou certo de que você não tem a menor idéia factual do que sejam xiitas e da cultura e constituição persas, cabe lhe informar que a adoção da pena de morte naquele país (que existe também nos EUA) precede a existência da toupeira iraniana Mahmoud Ahmadinejad.

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    • 20/05/2010 - 14:29
      Enviado por: Rogério

      Jarvs

      “Sim, o segundo pleito foi roubado, mas nada muito diferente do que recentemente ocorreu em Honduras”

      Acho que no blog do Chacra essa discussão foi aprofundada o suficiente, inclusive com a análise da constituição de Honduras e o desenrolar dos fatos para pelo menos entendermod que não se tratou de simplesmente um golpe.

      “cabe lhe informar que a adoção da pena de morte naquele país (que existe também nos EUA) precede a existência da toupeira iraniana Mahmoud Ahmadinejad.”

      Também sou contra a pena de morte dos EUA, o estado não pode ser assassino por princípio, e até por razões de ordem prática, pois há a possibilidade de inocentes serem eletrocutados. Mas pelo menos há um processo legal e com n recursos. Já no Irã é bem pior, pois conforme relata o Chacra num post os direitos humanos no Irã são um assunto escabroso, basta protestar contra o regime para ser morto com julgamento sumário.

      , cujo golpe (e “eleições”) o Estadão defendeu encarnecidamente.

      E eu com isso? Não sou advogado do estadão, o Guterman que se defenda hehehe.

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    • 20/05/2010 - 15:32
      Enviado por: Jarvs

      Ora, ora, então o blogueiro resolveu atuar como censor e mostrar sua cara “direita”, saindo em defesa do pupilo fraquinho? Eliminou minha resposta-macro a Mr. Rogério e a sequência (uma codazinha) a colocou como se fosse um comentário solto… Muito bem…hehehe. Precisa disso para ficar por cima e dar a sensação de que tem a palavra final, Herr Guterman? Pelo visto, a carapuça assentou perfeitamente em você, antes que Mr. Roger(io) também pudesse vesti-la.

      Accipere quam facere praestat iniuriam

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  • 20/05/2010 - 12:58
    Enviado por: Thiago Neto

    Marcos,

    É sempre bom lembrar que, em 2003, o alto escalão do Estado iraniano fez uma proposta, através do embaixador Suíço (responsável pela conversa entre os dois Estados), abrangendo todos os temas que, hoje, geram conflitos. Aqui: http://www.armscontrol.org/factsheets/Iran_Nuclear_Proposals

    A proposta foi devidamente ignorada, e o embaixador Suíço ainda foi repreendido, pelo então governo G.W. Bush. Levando-se em conta todas as nuances das relações entre aqueles dois Estados, uma oportunidade dessas não se pode ignorar. É burrice.

    Ahmadinejad, é bom que se lembre, não tem o poder que muitas pessoas lhe conferem (quem tem o poder de fato no Irã são os Aiatolás, liderados por Ali Khamenei). Portanto, nunca é bom se levar, ao pé da letra, as barbaridades que o presidente iraniano fala.

    Apesar de Ahmadinejad ter ignorado as ofertas de Obama, eu acredito que seria inteligente um approach diferente. Tentar abrir um canal de comunicação diretamente com Ali Khamenei. Isso é o que sugere Robert Baer (ex-CIA e considerado por muitos como o grande conhecedor das dinâmicas do O.M.).

    O que acha Marcos ?

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  • 20/05/2010 - 17:19
    Enviado por: CORREGEDOR

    Das 200 nações que existem no mundo afora, 4 ou 5 possuem grandes diferenças com os EUA e o Ocidente via ONU:Coréia do Norte, Cuba, Irã, Iraque, Afeganistão.. Qual lado está certo? A diplomacia do ocidente está errada?

    ” OS EUA INSISTIRAM COM UM BLOQUEIO ECONÔMICO À ÁFRICA DO SUL – SEMELHANTE AO DE CUBA – POR CAUSA DO APARTHEID QUE SÓ FOI LEVANTADO COM A ELEIÇÃO DE NELSON MANDELA”.

    Esse interessão do Brasil e Venezuela no Irã é por qual detalhe? Não seria prá guardar dinheiro do Caixa 2, do Chávez, das Farcs, do Fidel ou para investimentos desse bando no país, uma vez que por lá o Mossad, Cia, Abin e demais agências do ocidente não tem vez?

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  • 20/05/2010 - 17:24
    Enviado por: CORREGEDOR

    Lula e José de Alencar defendendo o direito do Irã a ter armas nucleares, mais a prática do Itamaraty, mostra claramente que isso é política do estado brasileiro. Nunca antes nesse país poucos fizeram tanto!

    É só botar um microfone na boca do José de Alencar e o verbo a favor do Irã nuclear corre solto. O cara é vice-presidente da República!

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  • 20/05/2010 - 17:34
    Enviado por: CORREGEDOR

    Foreign Policy, a revista, segundo Reinaldo de Azevedo cita a Venezuela como interessada na produção nuclear. O movimento petista/bolivariano/farcs/cocalero/cubano levanta a bandeira da soberania da América Latrina prá valer!

    LIBETAS QUAE SERA TAMEN !!! O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO! TUDO PELA LIBERDADE DOS POVOS!

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  • 20/05/2010 - 17:34
    Enviado por: CORREGEDOR

    Foreign Policy, a revista, segundo Reinaldo de Azevedo cita a Venezuela como interessada na produção nuclear. O movimento petista/bolivariano/farcs/cocalero/cubano levanta a bandeira da soberania da América Latrina prá valer!

    LIBERTAS QUAE SERA TAMEN !!! O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO! TUDO PELA LIBERDADE DOS POVOS!

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  • 20/05/2010 - 18:14
    Enviado por: Alfredo Mocelin Jr.

    ENTRE LINHAS

    Conversa entre Ahmadinejad e Kamenei:

    - Ei, Kamenei, onde você está?

    - Estou aqui no banheiro.

    - Escuta, você viu o papel do acordo assinado com o Brasil e a Turquia?

    - Acabei de usá-lo. Por que?

    - É que precisava de um papel para embrulhar o frango que comprei.

    - Xiii, agora não dá mais. Este já era…

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  • 20/05/2010 - 22:14
    Enviado por: Roland

    Eu sinceramente não consigo entender se os “todopoderosos” EUA sabem o que significa justiça nesse caso do Iran. Porque para mim não tem lógica nenhuma que um país (com seus aliados) queira impedir que um país possa ter o que eles ja tem faz muito tempo, ou seja armas atomicas/nucleares. O direito tem que ser igual para todos e esse aliás parece ser o lema e a razão da existencia da ONU.
    Mas não ha de ser nada – o unico país que tem condições de acabar com essa palhaçada orquestrada pelos EUA é a China que é membro permanente do CS(com direito a veto pra valer) e é o unico país com que os EUA nao se metem a besta.
    Alem do que os “todopoderosos” agora se sentem ofendidos pela dupla Brasil/Turquia que resolveu tentar ajudar o Iran a sair dessa enrascada. Eles querem continuar mandando no mundo, mas não adianta que a Bola da Vez é a China – isso está escrito.

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  • 21/05/2010 - 00:00
    Enviado por: CORREGEDOR

    O estado brasileiro como está demonstrado em seu comportamento político age corretamente ao defender o direito do Irã em ter armas nucleares. Assim é para muitos. Mas não para EUA, China, Europa e Rússia. É claro que o Lula e o José de Alencar tem razão contra eles; esses dois tem o apoio de Chávez, Evo, Correia, Fidel, Kirchener e demais do mesmo naipe. Paciência petistas, nem sempre a luz sociológica prevalece. Lembram do Hitler? Ele era das trevas mas por um momento foi considerado a luz política na Alemanha. A confusão é próprio da natureza humana. Quem sabe a brilhante aurora da liberdade brilhará sobre a política mundial e o Irã terá sua bomba atômica. A luta continua companheiros! Lembrem-se: o povo unido jamais será vencido. Dilma presidente! E que o Amorim continue sua diplomacia libertadora dos povos latrinos com o apoio do Foro de São Paulo. Viva a bomba atômica do Irã!

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  • 21/05/2010 - 13:09
    Enviado por: ITACORGO

    Não sou favorável à proliferação de armas nucleares.

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  • 22/05/2010 - 10:55
    Enviado por: Otto Triebe de Mello

    Amigos:

    Estou esforçando minha memória, mas não consigo lembrar de país algum que pediu a outro se podia explodir sua bomba atômica.

    Cada um faz o que quer, se for forte o suficiente.

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  • 22/05/2010 - 13:32
    Enviado por: CORREGEDOR

    O PT é favorável à proliferação de armas nucleares, logo agora a partir o Irã. Depois a Venezuela. Tudo bem. O apocalipse pode estar começando.

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  • 22/05/2010 - 13:44
    Enviado por: CORREGEDOR

    O PT é favorável à proliferação de armas nucleares, logo agora a partir do Irã. Depois a Venezuela. Tudo bem. O apocalipse pode estar começando, afinal grandes cataclismos climáticos, geológicos e sociais, fazem parte das histórias dos povos e estão relatados no Gêneses judeu, na mitologia grega (Deucalião), na lenda mesopotâmica (Gilgamesh), em Timeu de Platão, e agora, na moda, o caso Maia, sendo um fato, então, cultural absoluto na história dos povos. Com o fim do mundo será também o fim da exploração do trabalho pelo capital e a vitória, por exclusão total das contravariantes, da luta proletária mundial.

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  • 22/05/2010 - 13:46
    Enviado por: CORREGEDOR

    O homem da cabrita deve ser agente do fim do mundo. Pode.

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  • 23/05/2010 - 11:57
    Enviado por: Frik

    A bomba muçulmana existe, está nas mãos do Paquistão e serve para fins de equilíbrio regional para contrabalançar a bomba hindu … Uma eventual bomba iraniana, antes de explodir em território israelense (o que de fato é algo um tanto inviável, não só devido à imediata e mortífera retaliação que seguiria, mas também devido à exiguidade física do território da terra mais santa deste planeta – isto é, destruiria ou contaminaria irremediavelmente tudo, inclusive – é claro- locais sagrados dos mesmos muçulmanos…) – então, esta bomba dos aiatolás de Teerã seria de fato uma ameaça mais real e próxima para a própria Rússia, enquanto pudesse respaldar e estimular (mesmo que fosse só ‘moralmente’) os movimentos separatistas e (mais preocupante) terroristas que atuam entre o Cáucaso e a Ásia Central

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  • 24/05/2010 - 09:38
    Enviado por: Jarvs

    Aqui um pouquinho da “democracia” israelense, que pode ter bombas atômicas (de 400 para cima), enquanto seus inimigos iranianos não podem ter umazinha. Vai, blogueiro, censure mais uma vez, mostre sua face igualmente “democrática”, pela qual as críticas ao sionismo de direita e de extrema-direita devem ser sempre impedidas:

    http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4446862-EI308,00-Israel+ofereceu+ogivas+nucleares+a+Africa+do+Sul+do+apartheid.html

    Israel ofereceu ogivas nucleares ao regime segregacionista sul-africano em 1975, segundo documentos secretos que constituem a primeira prova documental da posse de armas atômicas pelo Estado judeu.

    Minutas das reuniões realizadas por altos dirigentes de ambos os países em 1975 indicam, segundo informa hoje o jornal britânico “The Guardian”, que o ministro de Defesa sul-africano, Pieter Willem Botha, solicitou as bombas e seu colega israelense Shimon Peres, hoje presidente de Israel, as ofereceu “em três tamanhos”.

    Ambos os políticos assinaram também um amplo acordo que incluía uma cláusula pela qual se declarava secreta a própria existência desse comprometedor documento.

    O documento, descoberto pelo acadêmico americano Sasha Polakow-Suransky enquanto preparava um livro em torno da estreita relação entre os dois países, prova que Israel dispõe do arma atômica apesar de sua política de “ambiguidade” pela qual nem o nega nem o confirma.

    Segundo “The Guardian”, as autoridades israelenses tentaram impedir que o Governo sul-africano pós-apartheid desclassificasse o documento a pedido de Polakow-Suransky.

    Essa revelação tem especial importância esta semana na qual as conversas sobre não-proliferação nuclear que se realizam em Nova York se centram na situação do Oriente Médio.

    Também joga por terra a pretensão israelense de se apresentar como um país “responsável” que em nenhum caso abusaria de suas bombas nucleares, ao contrário de outros como o atual Irã.

    Polakow-Suranksy dedicou ao tema um livro intitulado “The Unspoken Alliance: Israel”s secrety alliance with apartheid South África”, que será publicado esta semana nos Estados Unidos.

    Segundo o autor, entre as pessoas que participaram daquela reunião no dia 31 de março de 1975 estava o chefe do Estado-Maior sul-africano, o tenente-general RF Armstrong.

    Este elaborou imediatamente um memorando que assinalava os benefícios que representaria para o país a obtenção dos mísseis Jericho armados com ogivas nucleares.

    Pouco mais de duas semanas mais tarde, no dia 4 de junho, Peres e Botha tiveram uma reunião em Zurique na qual se tratou do projeto Jericho.

    As minutas secretas dessa segunda reunião assinalam que “o ministro Botha expressou seu interesse em um número limitado de unidades, sempre e quando estivesse disponível a carga correta”.

    E o documento continua: “O ministro Perez explicou que a carga correta estava disponível em três tamanhos. O ministro Botha expressou sua gratidão e disse que pediria conselho”.

    Segundo o jornal, a expressão “três tamanhos” se refere supostamente aos três tipos de armas: convencionais, químicas e nucleares.

    Israel não tinha recorrido ao eufemismo, “carga correta” para se referir a armas convencionais e reflete a sensitividade israelense em tudo ao que se relaciona a suas armas nucleares.

    Isso só pode se referir a armas nucleares já que o memorando do tenente-general sul-africano Armstrong deixa perfeitamente claro que a África do Sul estava interessada nos mísseis Jericho só para transportar armas nucleares.

    O acordo não chegou a ser assinado, em parte pelo custo que representava. Além disso, seria necessário a aprovação final do primeiro-ministro israelense, o que não era de todo seguro, escreve “The Guardian”.

    A África do Sul chegou a fabricar suas próprias armas atômicas, possivelmente com ajuda israelense, mas a colaboração entre ambos os países em matéria de tecnologia militar se intensificou ao longo dos anos.

    A África do Sul proviu a Israel boa parte do urânio que este país precisava para desenvolver suas armas nucleares.

    Os documentos confirmam a versão do ex-chefe naval sul-africano Dieter Gerhard, preso em 1983 por espionar a favor da União Soviética.

    Após sua libertação, Gerhard disse que existia um acordo entre Israel e África do Sul que consistiu em uma oferta pelo Estado judeu de armar oito mísseis tipo Jericho com “ogivas especiais”, termo que, segundo aquele, se referia às nucleares.

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  • 24/05/2010 - 22:59
    Enviado por: edna

    OI, GUTERMAN
    Pior que os seus comentários, só os perpetrados pelo Senador Alvaro Dias que se referiu aos 5 países com poder de veto na ONU, como países amantes da paz, a saber: EUA (perguntem ao Vietnã, ao Camboja, ao Iraque ou ao Afeganistão); Rússia (perguntem aos afegãos, aos tetchenos e outras minorias); China (perguntem ao Tibete e às minorias muçulmanas); Inglaterra (perguntem aos indianos, aos iraquianos e aos afegãos) e a França (perguntem aos argelinos, aos vietnamitas e aos haitianos).
    São os maiores amantes da paz, segundo o senador do PSDB, especialista em relações internacionais.

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  • 25/05/2010 - 09:25
    Enviado por: CORREGEDOR

    Petista, Itamaraty, Lula, José de Alencar (o da “augusta bomba da paz” pro Irã), fazendo trabalhos pelos direitos do Irã ter armas nucleares! Fazer luta política prá outra nação fazer o caminho nuclear! É o fim da razão. Porfiar numa questão tão grave pelos outros. Se fosse uma arma pro nosso poder nacional, embora um projeto fora de proporções com nossas necessidades, seria muito mais aceitável do que um lobby prá terceiros.

    Isso é o Lula, isso é o PT; sem limites prá loucura.

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  • 27/05/2010 - 09:25
    Enviado por: Otto

    Guterman:

    A carta de Obama ao Presidente Lula coloca tudo que vc escreveu nesse artigo em cheque.

    Confira.

    Saudações, Otto

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Marcos Guterman

    Marcos Guterman é jornalista profissional desde 1989. Trabalhou por 15 anos na Folha e desde 2006 está no Estadão, onde edita a Primeira Página. É historiador, com graduação e mestrado pela PUC-SP. Atualmente faz doutorado em História na USP, tendo o nazismo como tema de pesquisa. É autor do livro "O Futebol Explica o Brasil". Sua pátria é o Santos Futebol Clube.
    Contato: marcos.guterman@grupoestado.com.br

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