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Marcos Guterman

23.novembro.2011 18:04:16

A criatividade da militância anti-Israel

Uma ativista do movimento homossexual americano publicou um artigo no New York Times que mostra a infinita criatividade da militância de esquerda anti-Israel. Segundo Sarah Schulman, professora universitária de Nova York e lésbica assumida, Israel anaboliza sua imagem como país que respeita os direitos dos homossexuais só para escamotear as violações dos direitos dos palestinos. Desse modo, Sarah reduz todo um histórico de defesa de minorias em Israel, que inclui a presença aberta de homossexuais no Exército, a uma mera campanha de relações públicas, bolada por “executivos de marketing americanos”.

Para Sarah, o fato de Israel garantir direitos aos gays não significa nada diante de seu comportamento em relação aos palestinos. Ela parece ignorar que a garantia dos direitos dos gays é sobretudo sintomática do saudável sistema democrático de Israel e que isso deve, sim, ser motivo de orgulho quando o país é comparado a seus vizinhos homofóbicos. Mas a professora consegue inverter tudo, até o ponto de considerar que os gays brancos israelenses, satisfeitos com sua situação confortável, estão sendo “cooptados” para a causa anti-islâmica da direita. Ela desconsidera a hipótese, de resto bastante plausível, de que os gays estejam criticando as nações islâmicas por causa da perseguição sistemática aos homossexuais.

No limite, pode-se interpretar seu “raciocínio” da seguinte maneira: para ela, Israel apenas “finge” defender as minorias com o objetivo de esconder sua verdadeira natureza – a de um país racista e islamofóbico. Como vários de seus colegas de esquerda, Sarah Schulman é incapaz de ver as diferenças reais entre Israel e seus vizinhos justamente naquilo que deveria ser mais caro aos progressistas, isto é, a proteção das minorias. As tiranias do Oriente Médio, que perseguem lésbicas como Sarah Schulman, agradecem.

comentários (57) | comente

57 Comentários Comente também
  • 23/11/2011 - 18:23
    Enviado por: Carolina

    Se gays fossem condenados à morte em Israel, como são no Irã, ela diria que Israel tira a vida dessas pessoas só para desviar a atenção da “perseguição aos palestinos”. O discurso é mais importante do que os fatos.

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    • 23/11/2011 - 18:32
      Enviado por: Carolina

      “The long-sought realization of some rights for some gays (…).”. Como assim “some gays”?

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    • 23/11/2011 - 21:03
      Enviado por: Thomas Jefferson Lennon (da Silva)

      Na verdade ela nem é lésbica.

      Ela desenvolveu essa “fachada” através dos anos exclusivamente para destilar seu “antissemitismo”.

      Ela gosta mesmo de homem, mas seu disfarce a obriga a fazer de conta que prefere mulheres.

      Tudo isso porque ela é uma “self hating jew”, como se costuma dizer dos judeus e judias contrários às políticas israelenses.

      Aliás, ela só falou do mesmo fenômeno na Europa e nos Estados Unidos para poder destilar seu “antissemitismo” sem despertar suspeitas.

      Mas você tirou a máscara dela.

      Ela não suporta que o a República Judaica de Israel seja o que é, e por isso a ataca.

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    • 23/11/2011 - 21:41
      Enviado por: Carolina

      Tirei mesmo. Máscaras só no Carnaval. Em Veneza, claro.

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    • 24/11/2011 - 07:51
      Enviado por: CapEnt

      Perfeito!

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  • 23/11/2011 - 18:40
    Enviado por: Fábio

    A ideologia cega, Guterman! Essa moça deve ver as coisas somente em “vermelho e branco”.

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  • 23/11/2011 - 18:51
    Enviado por: João Só

    Caro Marcos,

    A menção ao homonacionalismo, as organizações gays da Palestina e ao turismo sexual fazem o artigo muito interessante.

    E pareceu-me que a principal questão que ela quis levantar é que a maneira que Israel trata os palestinos apaga as conquistas da tolerância do país em outras áreas.

    Falando em nome das minhas convicções esquerdistas, apenas por causa de sua preocupação evidente com a opinião da esquerda, Israel tem se mostrado uma enorme decepção. Por que faz aquilo que todo esquerdista autêntico odeia. Que é brutalizar os indefesos.

    E essa sua preocupação com a esquerda não parece sincera. Você sabe muito bem que o problema está, e sempre esteve, do outro lado.

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    • 25/11/2011 - 21:46
      Enviado por: carlos 3m

      “esquerdista autêntico”

      boa. ate nisso tem eles e nos. eh o famoso humanismo esquerdoide.

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    • 27/11/2011 - 13:14
      Enviado por: Fernanda

      Acho curioso falar sobre a forma como Israel trata os palestinos e ignorar completamente a forma como os Palestinos tratam Israel. O tratamento que os Palestinos recebem de Israel é consequência da forma como tratam Israel. Acho até que Israel é bastante paciente e moderada. Outros países certamente seriam muito mais ofensivos diante de um cenário semelhante.

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  • 23/11/2011 - 18:53
    Enviado por: Marcio

    E’ pra rir ou pra chorar?

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  • 23/11/2011 - 18:58
    Enviado por: Felipe

    Isso só prova que, pra certa esquerda, os inimigos devem ser criticados até quando fazem a coisa certa, e que os amigos devem ser elogiados até quando fazem a coisa errada. Asqueroso!

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    • 24/11/2011 - 14:25
      Enviado por: Gudrun

      Felipe

      Para este tipo de gente, até mesmo a cura do câncer vai ser criticada se ela for descoberta por um israelense.

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    • 27/11/2011 - 13:18
      Enviado por: Fernanda

      Gudrum, uma vacina contra o câncer foi recentemente anunciada por Israel. Queria ver se essa senhora se recusaria a usá-la caso precisasse. Não duvido…

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  • 23/11/2011 - 19:45
    Enviado por: Jakob Ibrahim

    Guterman, estou achando que você está estressado, pela repetição de temas e peso excessivo neles. Cadê as coisas legais? Que tal curtir o bom e velho rock’n'roll para relaxar hehe? Aposto que o Rogério também aprovaria -ele que é roqueiro de mão cheia. Essa aqui é fantástica (para mim a melhor desse grupo):

    http://www.kboing.com.br/lynyrd-skynyrd/1-83682/

    Free Bird – Lynyrd Skynyrd

    Abs!

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    • 24/11/2011 - 08:56
      Enviado por: Rogério

      Aê Jakob, mandou muito bem.

      Nessa linha também gosto da “simple man” do lynyrd, música que estamos incorporando ao repertório da banda, uma música fácil de tocar mais cheia de feeling no som e na letra.

      Abraço!

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  • 23/11/2011 - 21:16
    Enviado por: silvio corrêa

    Guterman

    Esse teu post me lembrou aquele do deficiente. Só que agora faltou você tuitar. Entenda apenas como uma interpretação minha sobre o que foi escrito nos dois posts. Suas palavras agora se assemelham a do tal venezuelano (apesar do linguajar diferenciado) quando ‘enquadra’ a homossexual como militante contra o regime que você parece apoiar.

    Então me fez lembrar que ser humano é ser humano em qualquer parte do planeta e a ideologia religiosa ou cultura ou crença ou Deus não nos diferencia em absolutamente nada e muito menos nos divide em melhores e piores.

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    • 23/11/2011 - 21:51
      Enviado por: Marcos Guterman

      Caro Silvio

      Entendo o seu ponto, mas não dá para comparar. Uma coisa é desmoralizar o esforço de uma pessoa com deficiência e atribuir a atenção midiática que ela recebe ao fato de ser judia, o que é óbvio antissemitismo. Outra coisa é observar criticamente que uma militante homossexual desmoraliza os evidentes avanços na proteção dos direitos dos homossexuais em Israel ao ver nisso um mero esforço de relações públicas.

      Ah, sim: eu tuitei!

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    • 23/11/2011 - 23:03
      Enviado por: Abel

      Marco,poderia nos dizer a diferenca entre Anti Israel e anti semita.

      So gostaria de ouvir a sua definicao.Pura curiosidade.

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    • 23/11/2011 - 23:14
      Enviado por: Marcos Guterman

      Não é tão difícil entender a diferença.

      Uma coisa é ser crítico de Israel. Isso qualquer um pode ser. Outra coisa é ser crítico só de Israel. Isso é ser antissemita.

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    • 24/11/2011 - 00:57
      Enviado por: Paulo sergio

      Abel.
      Muito boa sua pergunta

      Além da crítica exclusiva à Israel, acrescenta-se a desqualificação permanente até das coisas boas que Israel faz. O antissemita procura encontrar o vício nos judeus até naquilo que universalmente e kantianamente se reconhece como o BEM (tolerância de gênero por exemplo). E ele o faz obstinada e compulsivamente (outra característica do antissemita clássico).
      Você quer um exemplo? Leia o comentário logo acima do notório e caricato antissemita João Só (que não larga este blog). O comentarista mais patético deste blog e a personificação acabada do racista
      Você vai notar que ele não consegue ver tolerância e mérito em Tel Aviv, uma das cidades do mundo mais cosmopolitas e liberais do mundo. Usa de artifícios torpes para anular até esta virtude de Israel. A seletividade é absoluta. Fica maquinando mentalmente como vai criticar este elogio à Israel por sua louvável e natural aceitação das diferenças. Por que um sujeito qualquer aje assim? Porque ele tem a alma nazista.
      Este tipo de gente, em tese, se constitui no lixo moral extremo, na cloaca podre da subjetividade humana perversa.
      Nas minhas leituras sobre racismo, identifico no João Só como o caso clínico mais emblemático.
      Leiam a sequencia de comentários deste cidadão (repetitivos, com slogans primitivos) e tirem as suas próprias conclusões. Tenho ou não tenho razão?

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    • 24/11/2011 - 10:57
      Enviado por: João Só

      Hum… Pelo texto ruim, burro, boçal e vagabundo devo intuir que a autora é aquela energúmena de nome Gudrum. Fica se fantasiando com seus fakes para trollar por aqui.

      Não tenho nada com as preferências sexuais de quem quer que seja. Mas, como já disse, não discuto com nazistas pelas mesmas razões que não discuto com bêbados. Essa tal de “Paulo Sérgio” vai ser ignorada como a Eichmannzinha de nome Gudrum.

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    • 24/11/2011 - 11:53
      Enviado por: silvio corrêa

      Paulo sergio

      Voce comentou algo interessante, ‘a desqualificação até das coisas boas que Israel faz’, que parece ser o cerne da questão da critica do Guterman à homossexual americana.

      Mas desqualificar o modo de pensar das pessoas por serem contrárias a Israel não é se utilizar do mesmo expediente que usam contra Israel?, pois a desqualificação ( interpretar que a homossexual é na verdade uma militante sem ela ter-se autodeclarado isso) em si já beira a um pré-conceito, não?

      Observe como voce se refere ao comentarista João Só ( pelo que li , no meu entendimento penso que ele seja mais provocativo que antissemita) , então quem não se sente partidário de nenhum dos lados pode perfeitamente concluir que a única coisa que não se busca é paz.

      Israel ao aceitar as provocações Iranianas e esquecer de pregar as coisas boas que faz é ao meu ver a eternização desse exercício de ódio entre as partes.

      Particularmente às vezes gostaria de ler coisas que justificasse o apoio à causa Israelense que não fosse relacionado a esse eterno (embora justo) sentimento de agressão.

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    • 24/11/2011 - 12:16
      Enviado por: Carolina

      Meninos, que coisa feia. Vamos manter o savoir faire. Isso aqui é só um blog.

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    • 24/11/2011 - 12:48
      Enviado por: gudrun

      Senhores e senhoras

      Meus textos e os do Paulo Sergio mostram com simplicidade e sempre com argumentos corretos a alma totalitária. Não me importaria se fossemos um. Idéias boas é que valem.
      Sem pretensão de ser uma Hannah Arendt tupiniquim (mas com profunda admiração pelos seus escritos), eu me envolvi numa campanha de denúncia contra 2 ou 3 compulsivos racistas que frequentam este blog.
      Estes meus comentários são sempre reativos, eu disse sempre, ao que identifico ( e o Guterman provavelmente também) como uma guerra seletiva, parcial, obstinada para transformar os judeus e o povo de Israel em monstros da civilização.
      O padrão primitivo utilizado nesta guerra, a inversão dos fatos e a estereotipização permanente podem ser apreciadas pelos leitores do blog.
      Vocês também podem revisar as minhas opiniões sobre os outros povos e grupos: jamais emiti uma palavra contra categorias. O indivíduo como ente responsável pelos seus atos e opiniões é o foco do meu interesse.
      Eu persistirei a denunciar obstinadamente cada diatribe e estupidez venal que este e outros lixos morais vomitarem de suas mentes perturbadas.
      Como resumiu Karl Popper na sua “Sociedade Aberta e seus Inimigos”: a única coisa que não podemos tolerar é a intolerância.

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    • 24/11/2011 - 14:18
      Enviado por: Silvio Santos

      Hehehehehe (para a platéia) é namoro ou amizade?Hehehehehehe

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    • 24/11/2011 - 16:15
      Enviado por: Gudrun

      Silvio Corrêa
      Antecipo-me ao Paulo Sergio

      Valorizo a sua intenção de mediação e reconheço o insight inteligente ao apontar que a categorização de Sarah como gay ou de esquerda e, assim, extrapolar suas opiniões como indivíduo para um contexto maior pode ser preconceituoso também.
      No caso da reação contra alguns comentaristas, não se trata de desqualificar o debatedor preconceituosamente. Trata-se unicamente de identificar um padrão sistemático (redundância) de crítica que vai muito além da provocação intelectual. Trata-se de apontar comentários odiosos que já estão no script muito antes do Marcos Guterman lançar seus posts.
      Compreendo sua chateação, mas acompanhe o padrão e veja como eu tenho alguma razão de agir assim.

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    • 24/11/2011 - 16:39
      Enviado por: João Só

      Prezado silvio,

      entendo ser “provocativo” uma qualidade. Provocação é o que mais se faz nesse espaço. Só que eu faço isso com mais classe, inteligência e capacidade.

      Parece que esse tal de antissemitismo é alguma coisa relacionada a raça ou religião. É culpa minha desconhecer tantos significados exóticos. Nunca tive a capacidade de reconhecer ou aprender sobre raças ou religiões. Acho que por instinto de auto-preservação. Não quero conhecer o que só destrói e divide.

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  • 24/11/2011 - 01:15
    Enviado por: Mr. D 4U2P

    “Não é tão difícil entender a diferença.

    Uma coisa é ser crítico de Israel. Isso qualquer um pode ser. Outra coisa é ser crítico só de Israel. Isso é ser antissemita.”

    Guterman essa vai pro meu arquivo. Foi a melhor resposta que poderias dar a um anti…….
    Com certeza isso nunca vai apagar da memoria dele.
    Parabens.

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    • 24/11/2011 - 18:11
      Enviado por: Fernando SP

      Guterman diz que é antissemita quem é crítico só de Israel. Como ele define alguém que é crítico só de quem critica Israel?

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    • 25/11/2011 - 01:15
      Enviado por: Gudrun

      A pergunta do Fernando SP é maliciosa mas merece ser respondida.
      Em filosofia os sofistas empregavam este artifício da falácia e anti-falácia. Descobriu-se que a imagem era a de espelhos um diante do outro, numa projeção infinita.
      Na retórica, por outro lado, atribuiu-se ao enunciante da falácia a responsabilidade por induzir ao erro conceitual. Portanto, o debatedor e crítico da falácia, ao tentar desfazer o erro primordial, não pode ser colocado na mesma posição do seu interlocutor.
      Deu para entender?
      Esta abstração não tem um nome, mas se tivesse poder-se-ia chamar legítima defesa imperativa.
      Deu para entender?

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    • 25/11/2011 - 15:12
      Enviado por: Fernando SP

      Apesar da explicação do Gudrun continuo aguardando a resposta.

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  • 24/11/2011 - 07:48
    Enviado por: Alexandre Magno

    Marcos, se Israel preza tanto os direitos das minorias, por que está em discussão, no governo israelense, um plano para enxotar mais de 20 mil beduínos do Negev de suas casas? A votação desse plano só não ocorreu devido a forte repercussão negativa (os beduínos do Negev pediram inclusive ajuda para evitar essas remoções forçadas).

    O prefeito de Nova Iorque, Michael Bloomberg, é judeu. Apesar do judaísmo ser a religião de 1,2% da população adulta dos Estados Unidos, é a religião de 8,4% dos atuais membros do Congresso dos Estados Unidos e de 3 dos nove juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos. Em 2010, os Estados Unidos chegaram a ter três governadores estaduais de religião judaica.

    Dominique Stauss-Kahn, que é judeu, só não será eleito presidente da França porque só pensa com a cabeça de baixo.

    Aqui no Brasil, Jaime Lerner, que foi prefeito de Curitiba e governador do Paraná, é judeu. O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e o governador da Bahia, Jaques Wagner, são judeus.

    Os dados mostrados acima provam que o antissemitismo praticamente não existe mais. Deve haver apenas alguns milhares de antissemitas no mundo inteiro.

    Os alvos principais dos neonazistas hoje são os imigrantes (hispânicos nos Estados Unidos, asiáticos no Reino Unido, árabes na França, turcos na Alemanha, etc.)

    O antissemitismo é praticamente coisa do passado. Parem de reclamar de um problema que praticamente não existe mais.

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    • 24/11/2011 - 11:43
      Enviado por: José Antonio

      Desculpe Alexandre, vc. é a prova viva que isso não é verdade.

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    • 24/11/2011 - 12:10
      Enviado por: Fabio de Israel

      Alexandre Magno,voce tem muitos amigos judeus,nao e?
      E todos pensam como voce.

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    • 24/11/2011 - 14:41
      Enviado por: Gudrun

      Parem de reclamar…parem de reclamar. É uma ordem.

      Até isto eles querem nos proibir?
      Proibir os judeus de reclamarem do antissemitismo.

      Ai, ai,ai…senhor fuhrer! por favor, deixe ao menos a gente fazer catarse da nossa neurose.
      Tem outros blogs progressistas como o radioislam para o senhor se exercitar.

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    • 24/11/2011 - 20:00
      Enviado por: Almirante Negro

      Essa foi à forma das lideranças judaicas manter o rebanho, tem que se sentirem perseguidos, destratados, separados, descriminados e etc. Esse é mote da tal não assimilação!!!!!!

      No fundo sabemos que é uma das maiores falácias.

      Tem uns caras que postam de Israel, sempre com essa bandeira de perseguição. a pergunta que fica é a seguinte: Quando foram descriminados e perseguidos aqui????

      Mas tem dado certo, porque então mexer, né mesmo?!

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    • 24/11/2011 - 23:57
      Enviado por: Gudrun

      Este slogan se repete em todos os estudos sobre intolerância e antissemitismo.
      “Os judeus não foram e não são perseguidos, eles inventaram a perseguição ou se aproveitam da mesma para fins escusos”.
      É muita estupidez atribuir a união, resiliência e perenidade do povo judeu apenas ao medo supostamente incutido pelos líderes judeus através dos milênios.
      O antissemita costuma isolar um fator único que lhe é conveniente para sustentar sua tese, ignorando a influência das 613 mitzvot, ignorando o estudo permanente nas academias rabínicas e yeshivas, negligenciando a vocação pela reflexão abstrata e simbólica dos judeus,esquecendo a aliança através do brit milá- o que psicanaliticamente poderia levar os homens judeus a uma identificação do poder comunitário com a sexualidade- além do intercâmbio linguístico e cultural na diáspora que permitiu uma vantagem adaptativa.
      E qual é o problema da não assimilação? O que isto interfere na vida do antissemita ou de outras pessoas? Já está totalmente demonstrado que é possível ser cosmopolita e pluralista sem abandonar as identidades e raízes. No liberalismo, as escolhas das pessoas como indivíduos únicos e autônomos é que vale, e vale muito. E esta escolha pode ser até a de se assimilar, como ocorre em metade dos judeus fora de Israel.
      Por outro lado, é no totalitarismo que se pretende a assimilação total, a fusão de todos numa massa uniforme.
      Portanto, senhor Almirante Negro, tentei mostrar como é que se faz uma discussão razoável e plausível, ao contrário das palavras-de-ordem discriminatórias (e não descriminatórias como você escreveu erradamente).

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    • 25/11/2011 - 01:58
      Enviado por: Marcos Guterman

      Alexandre

      O negro Barack Obama é presidente dos EUA. Isso significa, seguindo o seu raciocínio, que o racismo contra negros não existe mais nos EUA.

      Que boa notícia!

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  • 24/11/2011 - 10:30
    Enviado por: o censurado

    Alexandre Magno.

    E daí se do judaísmo ser a religião de 1,2% da população adulta dos Estados Unidos, é a religião de 8,4% dos atuais membros do Congresso dos Estados Unidos e de 3 dos nove juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos. Em 2010, os Estados Unidos chegaram a ter três governadores estaduais de religião judaica?

    O presidente Barack Hussein Obama É muçulmano.

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  • 24/11/2011 - 13:43
    Enviado por: José

    Não entendo, Guterman. Você radicalizou o que Sarah Schulman disse. Lendo o texto dela, não me pareceu em nenhum momento que ela fosse uma militante anti-Israel. Me pareceu mais a crítica sensata de alguém que vê algo errado na política de Israel, não uma tentativa de desmerecer o país no molde daquelas dos quadros anti-sionistas. Às vezes tenho a impressão de que você consegue ver muito bem os interesses verdadeiros de apenas um lado do espectro político, o da esquerda. Sei bem que Israel está sofrendo uma campanha de desmoralização internacional, e sei disso, em parte, devido à sua ajuda. Mas, antes de tudo, sei que qualquer governo no mundo tem interesses mais, digamos, “internos”, e que atualmente o governo israelense está num equilíbrio difícil de manter entre uma ultra-direita poderosa e uma direita tradicional tentando a todo custo minimizar os danos causados por seus parceiros de coalizão, especialmente no campo das relações públicas, em que a imagem do país está tão deteriorada devido, em parte, à inflexibilidade dos parceiros políticos do premiê Netanyahu na questão palestina. Não é perfeitamente compreensível que um governo em tal situação procure passar a imagem de moderno e tolerante através de benefícios à comunidade gay, já que não o pode fazer através de concessões aos palestinos? É óbvio que sim! Lembre-se: este é o jogo de relações públicas que os árabes vêm vencendo, por conseguirem (não sem algum fundo de realidade, saliente-se) posicionarem-se publicamente na condição de vítimas perante o mundo. Israel está tendo derrotas ridiculamente desnecessárias na batalha pela visão da imprensa, e precisa de iniciativas como esta para amenizar a situação. Santo Deus, você acredita que algum tipo de aura de boa vontade envolve os governos de países desenvolvidos e os faz agirem em prol do bem das minorias sem receber nada em troca? Ora, é tudo política! Se tem uma dica para que esse blog melhore, é: seja tão cético com a direita quanto você é com a esquerda. Veja que 75% da polítca, em qualquer região do espectro político, é feita de interesses. Apenas interesses. Você já faz isso com a esquerda, e é ótimo. Faça com a direita também. Vai enfurecer algumas pessoas, mas é isso que os grandes fazem. Franklin Roosevelt não deu boas-vindas ao ódio alheio, uma vez que esse ódio era motivado por suas boas ações como presidente? Pois então.
    Abraço.

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    • 24/11/2011 - 15:41
      Enviado por: Gudrun

      José

      Você comete um erro ao não reconhecer que a tolerância com a orientação sexual em Israel parte da sociedade civil e não por uma concessão governamental. É resultado da evolução democrática e pluralista, excetuando-se como sempre os enclaves haredis. Provém de um conjunto de influências tais quais a imigração (aliya) de todo o mundo, da cultura socialista dos kibutzin e dos moshavin, da predominância de cidadãos com nível universitário e pós graduados nas grandes cidades.
      Da mesma forma, não existe intolerância generalizada em Israel em relação aos palestinos. Penso que a maioria dos israelenses não é xenófoba como também não é sexista. Acredito que se trata de um grande equívoco vincular os dois temas, não existindo esta suposta política de estado para aliviar a pressão da crítica.

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  • 24/11/2011 - 16:44
    Enviado por: alexandre

    Eu sempro lembro Sartre

    Se os judeus nao existissem os anti-semitas o inventariam

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  • 24/11/2011 - 16:53
    Enviado por: ngolds

    Parafraseando Golda Meir de maneira adaptada:
    Se os esquerdistas militantes homossexuais amassem seus congêneres mais do que odeiam Israel, poderiam aproveitar o bom exemplo de tolerância que sua minoria desfruta em Israel para que esse modelo inspirasse um melhor convívio em lugares onde os mesmos sofrem mais preconceito.
    Mas se eles preferem negligenciar sua própria causa em nome de uma solidariedade fictícia, que não reclamem quando se sentirem discriminados (já que nem eles aparentemente ligam para isso).
    Lembrando que se o modelo de tratamento que a maioria das sociedades islâmicas dispensa para os homossexuais fosse trazido para o ocidente, a própria autora deste artigo talvez nem estivesse viva para escrever tal tipo de artigo livremente. Ingratidão é o menor dos problemas nesse caso.

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  • 24/11/2011 - 19:25
    Enviado por: Almirante Negro

    23 de Novembro de 2011 – 9h59

    Israel manda demolir povoado palestino na Cisjordânia

    Todas as casas do povoado beduíno de Deqeiqa, no sul de Hebron, receberam ordem militar de demolição, em um mais um exemplo da política de expulsão israelense na Cisjordânia ocupada, segundo denunciam organizações de direitos humanos.

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  • 25/11/2011 - 00:40
    Enviado por: Charles

    Na boa galera,

    somente jueu de mente muito fechada como alguns aqui, pra não reconhecer totalitarismo e a opressão que essa nação vem praticando aos palstinos.
    O nazismo perseguiu os judeus de meiadosde 1933 à 1945, e Israel persegue,mata, destroi casas e expulsa palestinos ao deserto desde 1945.

    Tudo o q o regime nazizsta fez c/ os judeus,Israel está praticando c/ o povo palestino.

    Negar a carneficina que Israel praticou e cotinua praticando em território palestico se iguala à negar o Holocausto!!
    Agora vai alguém negar em público o holocauto q a mídia controlada pelos magnatas judeus cai de pau em cima, mas todos os dias vemos judeus negando o direito do povo palestino de serem livres c/ direito ao seu estado assim como os judeus o tiveram!!

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    • 25/11/2011 - 08:35
      Enviado por: Gudrun

      Não Charles! Você está completamente errado.
      Não existe nenhuma semelhança ou equivalência nos exemplos que você apontou.
      Esta tentativa de tentar comparações hiperbólicas – tudo que o nazismo praticou… carnificina… mídia controlada…expulsão para o deserto- é uma caricatura.
      É cansativo repetir: os palestinos sofrem restrições e tem sua liberdade comprometida, mas as condições de vida e aporte econômico, aporte de armas, viagens do Abbas pelo mundo todo (exemplo prosaico, reconheço), intercâmbios comerciais e etc são incomparavelmente diferentes do holocausto.
      Um exemplo bastante simples e emblemático é o seguinte: as aplicações financeiras (poupança) dos palestinos são feitas nos bancos israelenses na proporção de 5:1 em relação aos bancos ou instituições de crédito da Palestina. Isto mostra, neste exemplo aparentemente ingênuo, o quanto existe de vida normalizada e cooperativa entre os dois povos. Você aplicaria seu dinheirinho nos negócios do opressor?

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  • 25/11/2011 - 11:04
    Enviado por: Jean

    Israel é fascista.

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  • 25/11/2011 - 12:21
    Enviado por: ngolds

    Lendo a materia original do NYTimes, outra questão se evidenciou: a mania que os esquerdistas têm de tomarem para si a posse de toda e qualquer potencial causa social. Se auto-nomeiam porta-vozes de qualquer tipo de oprimido, mesmo que o próprio nem queira esse tipo de representação.

    Por exemplo: no artigo a autora dá a entender que “homossexual do bem, só se for de esquerda”. Semelhante ao monopólio da virtude que eles extendem a todo o resto da população.

    Realmente intragável esse tipo de conduta. Não é à toa que Israel se torna um dos alvos prediletos dessa ideologia. Mas talvez seria até pior se tais “paladinos da solidariedade” fossem pró-Israel. Isso significaria que Israel possui as mesmas inversões de valores que o Irâ, Cuba, Venezuela e etc possuem.
    Prefiro críticas a elogios de gente assim.

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  • 25/11/2011 - 12:43
    Enviado por: Dany

    Em países islâmicos radicais esta senhora não ia poder nem mesmo abrir a boca.Mulher,seja lésbica ou não,nesses países dominados por machistas fanáticos,mulher não abre o bico – só se quiser levar chibatadas.Eles nem sabem o que é “escamotear”!

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  • 25/11/2011 - 22:00
    Enviado por: carlos 3m

    nao sei se ajuda mas esse artigo eh parte de uma campanha emprendida por ela para criar impulso para lancar um livro sobre o assunto em 2012, junto com uma conferencia na cisjordania sobre o mesmo assunto.

    aderiu ao boicote academico contra israel. em resumo, uma boa self hating jew. acho q alguem nao deu um pirulito qdo ela era crianca e deu nisso.

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  • 26/11/2011 - 22:55
    Enviado por: Fabio Unique

    Se dependesse da Tora, os gays Israelenses estariam fudidos, a diaspora Brasileira que o diga.

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  • 27/11/2011 - 10:28
    Enviado por: Allan

    Ela deveria se mudar mesmo é para o Irã… ela iria adorar as “conquistas sociais” que as mulheres garantiram por lá. Triste não é a asneira que um esquerdista consegue expressar, já que esse pessoal não possui capacidade de raciocínio. O problema é quando eles acham que podem dar aulas, pô!
    Antigamente professor tinha que ter conhecimento e QI de ser humano. Hoje, basta ser lesado e esquerdista, ou as duas coisas se fundem?

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  • 27/11/2011 - 17:09
    Enviado por: Marcus Tullius

    O autor fala dum “saudável sistema democrático de Israel” ignorando a prática racista quotidiana do Estado judeu contra os palestinianos, contra judeus negros (Etiópia) e árabes em geral.

    Negar o inalienável direito de viver a quem quer que seja, tomando-lhe ilegalmente as bases de uma existência digna (terra, água e dignidade) não pode ser chamado de “democrático”. A dignidade humana é universal. Qualquer ato em contrário é barbaridade. Justificativas nada mudam a realidade. Pessoal inteligentes discernem bem e percebem as imperfeições da argumentação ideológico-partidária, separatista, racista, no fundo irracional. Pronto, nada mais!

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  • 27/11/2011 - 17:10
    Enviado por: Francisco

    O autor fala dum “saudável sistema democrático de Israel” ignorando a prática racista quotidiana do Estado judeu contra os palestinianos, contra judeus negros (Etiópia) e árabes em geral.

    Negar o inalienável direito de viver a quem quer que seja, tomando-lhe ilegalmente as bases de uma existência digna (terra, água e dignidade) não pode ser chamado de “democrático”. A dignidade humana é universal. Qualquer ato em contrário é barbaridade. Justificativas nada mudam a realidade. Pessoal inteligentes discernem bem e percebem as imperfeições da argumentação ideológico-partidária, separatista, racista, no fundo irracional. Pronto, nada mais!

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  • 29/11/2011 - 09:48
    Enviado por: José Augusto

    Marcos,

    Excelente post, obrigado.
    New York Times é um veículo de esquerda com matérias superficiais e uma agenda nitidamente anti-israelense.

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