Não parece haver dúvida de que a manutenção da espécie humana depende da reprodução sexual, a exemplo do que acontece em todo o reino animal. Esse processo, até onde se sabe, só é viável se o espermatozóide de um homem fecundar o óvulo de uma mulher. No entanto, começa a surgir a tese segundo a qual a heterossexualidade, matriz da reprodução, não é “natural”, mas “historicamente construída”.
Trata-se de uma nova etapa da militância do movimento homossexual. Nos últimos anos, esse movimento dedicou-se a lutar por isonomia de direitos, sobretudo no âmbito da união civil. Noves fora o linguajar deslocadamente poético de alguns ministros do Supremo brasileiro quando decidiram a questão, foi um momento histórico positivo na vida nacional. Afinal, independentemente da orientação sexual, todos os brasileiros devem ter tratamento igual perante a lei, e isso é tão óbvio que custa a acreditar que não tenha sido decidido antes.
Agora, porém, uma parte dos ativistas gays quer mais que direitos. Quer modificar a noção que se tem da condição heterossexual. Leandro Colling, presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura, publicou artigo na Folha (aqui, só para assinantes) no qual defende que não basta “afirmar as identidades” de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. É preciso “problematizar as demais identidades”, isto é, a dos heterossexuais, para mostrar “o quanto ela também é uma construção, ou melhor, uma imposição sobre todos”. Segundo Colling, os heterossexuais vivem numa “zona de conforto em relação às suas identidades sexuais e de gêneros” e consideram que somente os homossexuais “têm uma sexualidade construída e problemática”. Em sua opinião, a única forma de combater a homofobia é mostrar que “a heterossexualidade é compulsória”.
De fato, é vital refletir sobre o modo como as sociedades pensam o mundo e cristalizam conceitos. Ajuda a entender certas armadilhas discursivas que nos fazem agir em favor de interesses meramente consumistas ou estéticos, vazios de valor. Foucault fez esse exercício em “As Palavras e as Coisas” (1966), mostrando o processo de “naturalização” das ideias, como se elas não estivessem na história: “O homem é uma invenção cuja recente data a arqueologia de nosso pensamento mostra facilmente”.
Antes de Foucault, Nietzsche argumentou que linguagem é poder, ao dizer que o conceito de “bom” foi criado por aqueles que se consideravam “bons”, isto é, os senhores. “O direito senhorial de dar nomes vai tão longe, que nos permitiríamos conceber a própria origem da linguagem como expressão de poder dos senhores: eles dizem ‘isso é isto’, marcam cada coisa e acontecimento com um som, como que se apropriando assim das coisas”, escreveu Nietzsche em sua “Genealogia da Moral” (1887).
No “LTI” (1947), sua brilhante obra sobre a linguagem do Terceiro Reich, o filólogo Viktor Klemperer mostra como a estratégia do discurso nazista tornou aceitável e “normal” tratar os não-arianos como seres inferiores. A linguagem é o veículo ideal para esse fim: penetra como um veneno e “naturaliza” o que, na verdade, não passa de uma mentira. A impostura é institucionalizada no âmbito das consciências.
Por outro lado, o exagero deliberado (e cínico) dessa “desconstrução” linguística e social leva à relatividade absoluta, em que “tudo é história” – e, portanto, nada é. Dizer que a condição de heterossexual é essencialmente uma construção histórica, algo “compulsório” que serve apenas a uma relação de poder, sem considerar a questão reprodutiva, não é somente um posicionamento político radical, é uma afronta à realidade objetiva.
A relativização divorciada da óbvia necessidade de parâmetros do real é a mesma que permite barbaridades como o livro didático “Por Uma Vida Melhor”, segundo o qual falar “os livro” está tão correto quanto “os livros”, em nome do respeito à “diversidade”. Quem defende a norma culta como padrão e se insurge contra esse “argumento” é acusado de exercer “preconceito lingüístico”.
Ao dinamitar os elos com a noção de realidade objetiva, os pós-modernos de todas as tendências – dos militantes homossexuais que querem desmoralizar os heterossexuais aos apologistas da ignorância como “traço cultural” – produzem um ambiente em que nenhum código moral é sólido o bastante para resistir à retórica travestida de “reflexão”, em que todas as instituições devem se dobrar às demandas da correção política absoluta, em que o “certo” e o “errado” se confundem deliberadamente para proteger oportunistas medíocres de todo tipo. Dessa forma, exercem uma tirania tão detestável quanto a que dizem combater.
Excelente!!!
Poxa, você demonstrou entender bem do assunto, citando estudiosos do tema e no fim conclui o contrário?
Eu concordo com você com a critica a “retórica travestida de reflexão” e não quero defender esse tipo de recurso, mas quero te recomendar ” O Existencialismo é um Humanismo” do Sartre para te acalmar sobre como o fato de “tudo que diz respeito ao homem é uma construção histórica” não produz necessariamente um “ambiente em que nenhum código moral é sólido o bastante”. A questão não é “dinamitar os elos com a noção de realidade objetiva”, a questão é encarar os homossexuais com tanta tranqüilidade que se encara os heterossexuais, porque isto não trás prejuízo nenhum a ninguém na mais objetiva das realidades. E pode ficar despreocupado que as pessoas não vão deixar de se reproduzir por causa da defesa da aceitação das mais diversas opções sexuais.
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Por que Adão e Eva foram expulsos do paraíso?
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a) Porque ainda não existia a base aliada.
b) Lutavam por isonomia de direitos no STF.
c) A heterossexualidade não era “natural”, mas “historicamente construída”.
d) Viviam numa “zona de conforto em relação às suas identidades sexuais e de gêneros”.
e) Conflitos de interesses e atuação paralela ao exercício do cargo.
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Good food for thought.
Tenho vários amigos homossexuais e alguns parecem ter certo prazer em desafiar a heterossexualidade alheia. Nada no campo político, apenas no pessoal. Já ouvi diversas vezes “Ah, você diz que é heterossexual, mas não tem certeza mesmo porque nunca teve experiência homossexual.” ou “Ninguém é só heterossexual.”. Como se fazendo tal provocação eles se sentissem mais fortes, seguros, menos sujeito a discriminações. Ou talvez eles sejam apenas autoritários.
De todo modo é um patrulhamento muito chato.
Muito interessante o comentário. Cabe até uma observação de que normalmente qd se engajam politicamente, homossexuais tendem a ser muito mais reacionários e autoritários na imposição de idéais. Outra coisa é: se você leva cantada de gays ou lésbicas e declara que é heterossexual, eles normalmente costumam ter reações agressivas. O mundo é diversificado, mas não é gay, hetero, bisexual, de esquerda, direita, etc. É muita intolerância querer impôr suas idéias aos outros, e particulamente muitos GLBT são intolerantes.
responder este comentário denunciar abusoConcordo integralmente com tua crítica a respeito dos homossexuais que acham que não existe hetero 100%, mas que tudo depende de uma boa cantada ou ate mesmo do grau alcoólico do chamado hetero.É verdade que generalizar, achando que todo mundo no fundo é ao menos bissexual, é um pouco demais.
Mas entendo também que o artigo de Leandro Colling passa longe de tal problemática. Não se indaga aqui se o gay aceita ou não a sua “anormalidade”, atacando a heterossexualidade alheia, mas sim se ela é real ou construída.Achar que todo mundo é gay não implica necessariamente em afirmar que a heterossexualidade é construida.Pode ser apenas uma estratégia de sentir-se mais confortável na sua condição. O que Colling tenta desmistificar é a “verdade absoluta” de que ser hetero é o normal, é o natural. De fato, fundamentar a heterossexualidade com a necessidade de reprodução e propagação da vida é tao falacioso que não cabe nem tecer comentários. O sexo hetero serve também para a procriação. OK.Mas isso não o faz mais normal do que o sexo homo. Acredito realmente que existam muito mais heterossexuais do que homossexuais, mas isso também nao faz daqueles mais normais, mas apenas maioria. Mas a chave da questão só teriamos se soubessemos qual a causa da homossexualidade. Porque se chegassemos a conclusao de que ela esta diretamente relacionada com aspectos sociais, com exclusão da genetica, poderiamos afirmar sim que a heterossexualidade em alguns casos, mas nao em todos, também pode ser fruto de uma imposição ou orientação social.
responder este comentário denunciar abusoTouché, Sr. Jakob I.
Direto e educado, parabéns.
Duas pequenas sugestões de leitura para os colegas sobre o tema: “A Construção Social da Realidade” – Berger; Luckmann e “O Macano Nu” – Desmond Moris. Há vários pontos a serem criticados em ambas as obras, mas demonstram realidades bemmmm objetivas, sem dúvida.
É óbvio que os homossexuais, como quaisquer cidadãos, devem poder gozar do amplo espectro de direitos (civis, políticos). Mas, daí a migramos pra ditadura gay, é algo bem diferente.
responder este comentário denunciar abusoMarcos.
Vou dizer “aos meu cachorro e aos meu gato” que suas sexualidades são históricamente construidas. Que suas “heterosexualidade” são compulsórias.
Em princípio, somos animais que lá nos primórdios agiam como tal.
Sr. Ezequiel-SP
Concordo consigo, se o natural não mais existe, posto que tudo o que existe foi culturalmente construído, então não havia mundo, natureza nem universo, antes da espécie humana. Afinal, não estávamos lá para os construirmos com nossas culturas e definições.
Tudo o que construímos culturalmente, apenas reflete a nossa “visão” sobre essa realidade pré-existente.
Os homossexuais devem é claro ter liberdade para exercerem suas preferências sem perseguição, violência ou constrangimento.
Mas não venham me dizer, que os heterossexuais, são apenas um bando de seres comuns que nunca conseguiram se libertar das cadeias do culturalmente constituído pela sociedade, e que os homossexuais, são apenas uma evolução natural, como aparenta ser o que alguns querem dizer aqui ..
Respeitosamente, considero que essse artigo traga algumas graves equívocos, Guterman.
A provocação do Colling vai noutra direção.
A noção de “heterossexualidade compulsória” não surgiu com um delirante propósito de garantir isonomia jurídica a LGBTs.
Todas as nossas instituições (vide a escola) trabalham na construção de corpos, sujeitos e identidades afinados com a matriz heterossexual e, portanto, na heterossexualização obrigatória. Esse processo de produção assujeitadora de “sujeitos normais” – essa “normalização” – pressupõe a eleição arbitrária de uma identidade – a heterossexual – que passa a ser considerada a única “natural” e, a partir da qual as demais não classificadas como “anormais”, “inferiores”, “antinaturais”.
A “normalização” pressupõe a marginalização do Outro.
Isso a gente vê em diversos autores: Freud, Arendt, Mary Douglas, Foucault etc. Trata-se, portanto, de desconstruir, problematizar as noções e as “verdades” contínua e obsecadamente reiteradas pela doxa heteronormativa.
Trata-se de explicitar e analizar processos históricos de construção social acompanhada de naturalizações legitimadoras de desigualdades e, portanto, de denunciar hierarquias opressivas, privilégios indevidos, marginalizações, violências.
Não é um complô de “militantes”…
Agora, a parte do texto sobre a reprodução biológica é a mais infeliz, pois é a mais fundada na ideologia do dimorfismo sexual e na naturalização dos corpos.
A matriz heterossexual e as normas de gênero encontram no campo da sexualidade reprodutiva um dos mais poderosos argumentos para “justificar” as teses naturalizantes acerca das identidades sexuais e de gênero e, portanto, as violações dos direitos das pessoas que pareçam delas destoar.
Em matéria de reprodução, não se pode desconsiderar avanços tecnológicos. Bebês de proveta, reprodução assitida, homens grávidos… Por acaso, para aqueles que não podem recorrer às tecnologias, a reprodução estaria inviabilizada? Lésbicas não podem ser mães? Gays não podem ser pais? Sexo reprodutivo pressupõe atração erótica?
A “realidade objetiva” é que não existe nada mais “naturalizado” (e, portanto, não existe nada menos natural) do que os corpos e as múltiplas expressões cambiantes da sexualidade. As pessoas preferem acrediar em identidades fixas, pois isso lhe oferece algum conforto e segurança.
Muito bom, é o comentário mais próximo de alguma realidade objetiva.
responder este comentário denunciar abusoUfa!Consegui respirar. As reações absurdas sobre o texto de Colling para mim, só reafirma a necessidade URGENTE detirar a heterossexualidade da zona de conforto. Vamo que vamo! Se um artigo provoca isso imagina a politica completa…
responder este comentário denunciar abusoNão existe “heterexualidade obrigatória”, mas sim natural. Ora, pode-se dizer que a natureza de certa forma nos “obriga” a algo, por isso somos obrigados a comer, dormir, respirar – tudo isso necessário à preservação da vida individual. O sexo está ligado à preservação da espécie, o que só ocorre de forma natural………………………
Obrigação? Por ser algo tão natural, o ser humano não vê heterossexualidade como uma obrigação, mas como um prazer, uma dádiva…………….para ver como obrigação, é preciso no mínimo, ideologia, política….e da ruim…pois a política e a ideologia podem transformar um tamanduá num papagaio.
responder este comentário denunciar abusoAliviada pela resposta! Compartilho com o dito pelo Rogério. E compartilho ainda mais quando há poucos minutos de entrar na sala de aula da Licenciatura em Educação do Campo, na UFFS, para a aula Antropologia que aborda essa temática, penso em levar esse debate para meus car@s alunos. Mesmo porque esse debate é silenciado na Universidade. Ainda bem que tenho autonomia como professora!! Vou lá!
responder este comentário denunciar abusoCorreção: “E compartilho ainda mais quando a poucos minutos de entrar na sala de aula..”
responder este comentário denunciar abusoMarcos, você está entrando em um terreno perigoso. Comparar o debate em torno da orientação sexual com o debate em torno da maneira como se deve ensinar a língua portuguesa é completamente absurdo. Que eu saiba, milhares de pessoas foram condenadas a morte na fogueira acusadas de praticar a homosssexualidade, a religião judaica e a bruxaria, mas ninguém nunca foi condenado a morte na fogueira por falar errado. Que eu saiba, os nazistas mandavam para Auschwitz judeus e homossexuais, mas não pessoas que falavam alemão errado. Também nunca ouvi dizer que os brancos que falavam africâner errado eram discriminados na África do Sul do apartheid.
Existem projetos de lei propondo a criminalização da homofobia. Brevemente um deles será aprovado e entrará em vigor. A partir daí, qualquer comentário que possa ser considerado homofóbico poderá causar problemas judiciais para quem o fez. Mas ninguém jamais será punido por falar errado.
Sempre existiram e sempre existirão homossexuais e heterossexuais. A discussão sobre porque alguns se tornam heterossexuais e outros se tornam homossexuais é perigosa e deve ser evitada.
Isso vale para os dois lados.
Seria melhor se você tivesse escolhido escrever sobre a polêmica em torno do ensino da língua portuguesa.
Nietzsche é terrível mesmo.
Com certeza, os senhores querem impor sua filosofia, imprimir o seu poder e ego no mundo que os cercam.
No entanto, todos querem ser senhores, e isso se observa facilmente no micro, quando por exemplo um integrante de um grupo musical qualquer quer emplacar sua música ao grupo e no macro desemboca no imperialismo e etc.
E para variar entra o velho jogo de forças que vem construindo a nossa realidade ao longo dos séculos e milênios. Parece que os melhores argumentos, ou melhor, os mais aptos em determinados terrenos , acabam prevalecendo.
Evidentemente o heterosexual tanto como o homosexual também são construções liguisticas. Até um simples conceito, qualquer palavra é uma convenção. Então essas definições morais são sujeitas a todo tipo de impressões de verdades.
No entanto não vejo o mínimo perigo para a moral, a moral enquanto um sistema de regras que delimita padrões aceitáveis de comportamento,( e não a vigente, pois é apenas uma fotografia de um determinado tempo e espaço) . Esta provavelmente não se transformará em algo aberrante e contra a natureza humana ( afinal aquela é apenas um reflexo desta ) , o DNA não se altera nem por decreto ditatorial, se assim não fosse não haveria homosexuais no Irã, ou em quase qualquer lugar do planeta onde ser homosexual é uma condição desfavorável, socialmente falando.
Não vejo o menor perigo para a moral, o fato de haver grupos tentando participar de alguma parcela de poder, os homosexuais, os negros, as mulheres e todos os segmentos da sociedade que sofreram com a verdade de inevitáveis senhores estão até hoje na luta e não há mal nenhum que possam fazer, afinal ninguém é obrigado a nada, e a lei, me protege contra qualquer forma de violência.
Quanto às alterações da lingua, ocorre o mesmo mecanismo, a língua é dinâmica. Com o advento da palavra escrita as mudanças foram relativamente estabilizadas, mas não impediram que Vossa Mercê virasse você, ou num futuro “cê.
O que era errado ontem pode estar certo amanhã, o que não implica necessariamente em bagunça, afinal haverá sempre uma norma culta, aceita em vestibulares, concursos e onde é desejável uma padronização, mesmo que em transformação.
O problema que assusta os mais conservadores está na velocidade com que estas mudanças estão ocorrendo, com a crescente individualização das sociedades onde cada um passa a ser senhor de si mesmo, que tem uma certa liberdade de estabelecer seus próprios domínios, sejam eles liguisticos, sexuais ou de qualquer espécie.
Parece não haver mais um “centro” de controle moral. Este passa a ser móvel e relativo, segmenta-se em nichos que adquirem progressiva mobilidade e que cada vez mais relacionam-se mais livremente entre si.
A medida que as verdades absolutas que conferiam estabilidade às idéias vão perdendo sua força, acaba prevalecendo o livre pensar e a inevitável dialética que impulsiona as mudanças.
O caminho da moral e dos costumes caminha para a entropia da diversidade, em rede, analogamente à rede de computadores onde não há centro, mas a comunicação e as informações fluem rapidamente municiando os indivíduos com mais idéias “novas”.
É natural que ocorra, e não há o que temer, pois a célula básica que move este processo é o bom senso que emana da própria natureza humana, que sempre terá o senso de justiça alertao contra os desmandos de novos senhores.
Evidentemente o heterosexual tanto como o homosexual também são construções liguisticas. Até um simples conceito, qualquer palavra é uma convenção. Então essas definições morais são sujeitas a todo tipo de impressões de verdades.
Que bobagem! Heteresexual e homosexual não são construções linguísticas: são fruto da observação da realidade objetiva.
Parafraseando o Ezequial, vou dizer ao meu cão e ao meu gato que suas sexualidades são histórica ou culturamente construídas…
Puro nonsense. Imagino o dano que pode causar esse lixo ideológico despejado em crianças do curso fundamental, como se deseja fazer.
responder este comentário denunciar abuso“Parafraseando o Ezequial, vou dizer ao meu cão e ao meu gato que suas sexualidades são histórica ou culturamente construídas…”
Oi Jarbas.
A diferença é que o cão e o gato nâo racionalizam.
Não, em absoluto eu não concordo com esta infeliz idéia de que a hetorossexualidade seja culturalmente construída.
Mas vejo que a homossexualidade é tão natural no ser humano quanto a hetoro. Assim como a racionalidade, que é o que nos difere dos outros animais.
Pensamos, logo escolhemos.
“são fruto da observação da realidade objetiva.”
Sim, claro, e sugiro ao Guterman que promova um concurso e um premio para aquele que melhor definir essa realidade objetiva.
Mas você consegue, sugiro que dê uma repassada nas bases psicológicas da sexualidade humana, depois de rever alguns pre requisitos básicos como a neuro fisiologia, afinal não podemos compreender as patologias se não conhecemos o funcionamento do organismo são. Mas como sabe, não compreenderá a fisiologia, e todos esses mecanismos simplérrimos, se não estiver dominando um conhecimento básico de genética , um pouco de citologia, histologia, bioquímica e outrascocitas más que tomariam provavelmente o seu tempo de lazer dos próximos anos hehehehehehe
responder este comentário denunciar abusoCatarina,
O comentário do Jarbas, faz sentido. Os animais por não serem racionais não tem escolhas, por isso seguem somente a lei natural. Nós seres humanso temos racionalidades, por isso estamos sujeitos a contrariar lei natural.
Os homossexuais contaminaram com sua ideologia, a política, as leis, a ciência, e o bom senso, por isso, se desconfia ainda mais da política, se desrespeitam as leis, se duvida da ciência, e não se sabe mais o que é bom senso.
Tudo isso por contrariar a lei natural.
Sou contra a agressão aos homossexuais, mas isso não se combate à custa de destruir o bom senso e a família….
Catarina, você acha que o homossexualismo é a úlima fronteira?
Não, não é a última fronteira.
responder este comentário denunciar abusoSegue abaixo um exemplo de como uma minoria teve que desconstruir a linguistica vigente à época, que colocavam os negros como inferiores e incapazes. Vemos logo nas primeiras linhas que a direita, para variar, mais uma vez perdeu o bonde da história, apegados à sua obtusa “realidade objetiva” hehehehehe.
XI. Direitos Civis
Outro aspecto da política desenvolvida por Kennedy que produziu fortes ressentimentos na direita americana foi seu apoio à luta dos negros pelos direitos civis e as relações amistosas que mantinha com o seu líder máximo, o pastor Martim Luther King.
Desde 1955, a luta pelos direitos civis tinha extrapolado o plano das contendas judiciais e passado ao terreno das ações de massas, através de manifestações públicas e boicotes a instituições e serviços que promoviam a segregação racial.
A legislação na qual se amparava a segregação fora desenvolvida a partir de 1877 (Jim Crow Laws), em vários estados, particularmente do Sul, fazendo retroceder as conquistas da guerra civil americana – a 14ª e a 15ª emendas à Constituição, que garantiam aos ex-escravos e seus decendentes a igualdade de direitos.
Em 1896, a constitucionalidade da legislação segregacionista foi assegurada pela Suprema Corte, em decisão baseada na doutrina dos “iguais mas separados”, segundo a qual se admitia a legalidade da segregação das instalações educacionais para afro-americanos, considerando que tendo elas a mesma qualidade das que eram destinadas aos brancos o princípio da igualdade estaria preservado.
Para alijar a população negra do direito de voto, foram instituidas as “pool taxes” (taxas de alistamento eleitoral), as juntas de alistamento segregadas e os tenebrosos “testes de domínio da língua escrita”, que nas juntas destinadas aos afro-americanos reprovavam até professores universitários.
Quando tais artifícios se revelavam insuficientes para manter o regime do apartheid, apelava-se para o terror e a intimidação, lançando mão de organizações paramilitares como a Ku Kux Klan. Entre 1882 e o início dos anos 50, 4.500 negros foram linchados, nos EUA – crimes que raramente produziam processo judicial e quando isso acontecia terminavam em absolvição dos assassinos.
“Os animais por não serem racionais não tem escolhas”
hahahahaah essa foi boa Eduardo, então você faz parte do reino vegetal ou monera?
Quem disse à você que os animais não são racionais e não fazem escolhas?
O meu cachorro faz escolhas o tempo todo, e saiba que um dos métodos utilizados pelos criadores e veterinários para verificar em que fase do ciclo reprodutivo das vacas estas se encontram tendo em vista o cio é observar o comportamento, algumas começam a montar uma nas outras direcionadas pela força dos homonios atuantes nessa situação específica.
Há o determinismo biológico atuando sobre todos os animais, inclusive o humano, e se algo existe na natureza, naturalmente é natural heheheh.
responder este comentário denunciar abusoGuterman, parabéns pelo ótimo e corajoso artigo. Curioso como algumas pessoas só lêem o conteúdo que já está nelas mesmas, sem demonstrar a mínima capacidade de reflexão, isenta de idéias prontas. Não percebem que essa é, exatamente, a definição de preconceito.
Seu texto é extremamente claro, inclusive em relação à analogia com o livro “Para uma vida melhor”. Daqui a pouco postarei a respeito.
Um abraço
responder este comentário denunciar abusoSr. Rogério,
As escolhas ” dos animais ” são restritas e pré-determinadas pelo instinto. O “sim” e o “não” de um cachorro, são infinitamente INFERIORES ao de um ser humano.
Você sabe disso.
responder este comentário denunciar abusoRogério, pelo visto terei que presenteá-lo com o Ulisses, de James Joyce. Já que a moda é “desconstruir”, que tal ‘des-saladearmos’ sua ‘salada’ verbal? (hehe)
1) Sua primeira frase sobre o tema é a seguinte: ” Evidentemente o heterosexual tanto como o homosexual também são construções liguisticas.”. Ora, meu caro, então a linguagem propagou o ser humano? Então a essência (o conteúdo) precede a existência? Já leu Sartre, Rogério? Não será que a construção da linguagem surgiu com a evolução humana e a acompanhou? Pelo que se saiba, foi no processo evolutivo do ser humano, de homo arcaico (sapiens) para homo sapiens, há cerca de 600 mil anos, que a linguagem humana teria surgido.
2) Sobre a questão da língua, creio que nem você, nem outro comentarista no espaço entenderam que o que o Guterman fez foi traçar uma analogia. Explicando: analogia é uma figura de linguagem na qual se encontram pontos de contato entre coisas e/ou situações diferentes. Ele encontrou -muito acertadamente, em minha opinião- pontos de contato entre duas barbaridades em curso: a dos homossexuais que tentam mostrar que a heterossexualidade não é o parâmetro da reprodução ou da sexualidade humana. E a do MEC, ao dizer -e disseminar- que ‘a fala errada é correta’.
Falar “nóis foi”, “nóis vai”, é mais velho do que andar para frente. Na roça todo mundo fala assim. Foi o modernismo que, primeiro, incorporou a linguagem das ruas e do povo aos textos. Antes, tudo era cultismo. O herói antes do modernismo era um príncipe; um nobre. Com o modernismo, as pessoas comuns ganharam status de personagem principal. Idem a fala popular. Pegue Zé Lins do Rego; Graciliano; Guimarães Rosa; Manuel Bandeira; Mário de Andrade.
O ponto é outro. Quem escreve como se fala (coloquialmente), sabe escrever. E quem fala errado, quando fala errado -em relação à norma culta-, o faz porque desconhece a linguagem culta. Porque, quando passa a conhecer, passa a falar certo. Exceto quando deliberadamente resolve falar de maneira desleixada ou errada, como acontece com os técnicos quando tratam com trabalhadores na roça ou na construção civil. Nesse caso, a linguagem se torna instrumento de identidade e de integração. Se o cara falar como os “dotô” falam, pode ser excluído ou pode não ser atendido. Tenho certeza que você, como veterinário, sabe muito bem do que estou falando.
A língua é também um instrumento de reconhecimento e ascensão social. Quem fala melhor ou se expressa melhor, se posiciona melhor. Vá você dar uma palestra numa universidade ou numa empresa, e chegue falando “Hoje nóis vai”, pra ver o que acontece. Agora, se você é o Lula, e fala com o povão do jeito que o povão fala, você cria empatia, identidade, porque o povão passa a entender que um dos seus (Lula) chegou lá (tornou-se alguém/presidente), mantendo sua essência (povão).
O problema do libreto “Para uma vida pior” (hehe) é igualar erro a acerto. Falar errado é aceitável dentro de seu grupo de falantes. Mas se a comunicação vai para longe de seu núcleo de origem, bem, falar errado pode realmente ser uma experiência errada. Agora, pergunte a si mesmo: Qual o motivo de ensinar que falar errado é certo, ao invés de ensinar que aceitável até uma determinada esfera?
3) Rogério, Rogério…o que linguística tem a ver com o movimento negro e Martin Luther King? Será você um novo Jacques Lacan e estará de “lacanagem” (hehe) com a gente? Mais uma vez você inverte a ordem das coisas: o movimento negro já vinha de longa data e ganhou corpo com J.F.Kennedy, Luther King e Malcolm X. Teve a ver com lutas sociais, métodos diferentes de lutas (King pacifista; X partidário da luta corporal). O que tem a ver alhos com bugalhos? Quanta viagem, meu caro!
4) Bacana seu exemplo da vaca, Rogério. Mais uma vez, mais velho do que andar pra frente. Vejo que seus interlocutores pensaram uma coisa, mas perguntaram outra. A vaca pode até trepar noutra vaca, mas na hora da cobertura mesmo, quem cobre é o boi (touro), a não ser que seja por inseminação artificial. Foi isso que os outros comentaristas quiseram dizer. Um cão pode bolinar outro cão, mas o que seu instinto pede mesmo, via cio, é uma cadela. É a isso que eles se referiam, obviamente.
5) Os últimos parágrafos você escreveu de maneira clara e convincente. Desta vez, de acordo. A velocidade das mudanças -principalmente em função da globalização e Internet- está mesmo colocando em polvorosa os muito conservadores e os despreparados. Contudo, isso não significa que tudo que agora parece revolucionário e em novo centro, como você diz, não passe de um grande engodo e picaretagem. O centro, Rogério, deve estar dentro de nós mesmos. A melhor prevenção contra a falta de centro (ex-cêntrico) são a educação e a reflexão permanente. O que não tem nada a ver com essa histeria gay ora em curso.
responder este comentário denunciar abusoAh, Rogério, ia me esquecendo: eu tenho uma notícia para você, sobre realidades objetivas, que você contesta. Segure esta aqui: você vai morrer. Não sou eu quem vai matá-lo. Mas GARANTO que você vai morrer. Essa é uma realidade “muito objetiva” hehe. Meu caro, nem tudo é relativo.
Uma vez, Heidegger disse que “morrer é algo que ninguém pode fazer por mim”, querendo dizer que a minha morte é a minha morte. Aí, Sartre, o velho mala-sem-alça da filosofia, começou a polemizar dizendo que era mentira, que depois que você morre outro toma seu lugar no trabalho, no mundo etc. etc. Ou seja: ele relativizou a função social do homem depois que morre. Mas ontologicamente, ninguém vai mesmo morrer em seu lugar (eu pelo menos não o faria hehe). Da mesma forma, ou analogamente, há algumas coisinhas bem objetivas SIM em nossa realidade, que estão além das construções históricas ou histéricas.
responder este comentário denunciar abusoParabéns, Jakob Ibrahim, pelas colocações.
Entre outras coisas, não pensei que um conceito tão evidente, como “realidade objetiva”, pudesse ser falseado ou – ainda pior – não compreendido. Rogério, você é um sofista. Ganharia um dinheirão se vivesse na Magna Grécia.
A velocidade das mudanças -principalmente em função da globalização e Internet- está mesmo colocando em polvorosa os muito conservadores e os despreparados. Contudo, isso não significa que tudo que agora parece revolucionário e em novo centro, como você diz, não passe de um grande engodo e picaretagem. O centro, Rogério, deve estar dentro de nós mesmos. A melhor prevenção contra a falta de centro (ex-cêntrico) são a educação e a reflexão permanente
Exato, Jakob. Não seria capaz de me expressar melhor. Adulto é aquele capaz de gerar seu próprio discurso. Ou seja, não é nem o tolo que abraça qualquer bandeira com a aparência de moderna (e que muitas vezes não é nada mais do que engodo e picaretagem), nem o reacionário que repete, por falta de melhor preparo, velhas cantilenas.
Ambos carecem de reflexão. O primeiro é um bobo, inocente útil de causas que nem são suas. O outro, um reacionário.
responder este comentário denunciar abusoE Aí Jakob, hoje seu senso de humor está impagável hehehe
Não estou com muito tempo para escrever um novo Ulisses hehehe , então vou ser mais breve até para não cacetear demais os amigos.
“Evidentemente o heterosexual tanto como o homosexual também são construções liguisticas.”. Ora, meu caro, então a linguagem propagou o ser humano? Então a essência (o conteúdo) precede a existência”
Não Jakob, por isso que coloquei a palavra “também”, por que a lingua tem um grande poder sobre a formação do comportamento humano, inclusive, mas não ilimitado, esta pode transformar um qualquer em homem-bomba mas não pode, evitar que este morra.
“a dos homossexuais que tentam mostrar que a heterossexualidade não é o parâmetro da reprodução ou da sexualidade humana. E a do MEC, ao dizer -e disseminar- que ‘a fala errada é correta’.”
Eu não contestei o Guterman, o texto dele é tremendamente sutil, eu só tentei complementar não concordando totalmente com o que ele falou, mas no geral acho que ele está certo, há essa histeria exacerbada, mas é natural nesse momento de conquistas e auto-afirmações destes grupos. Quando, à semelhança dos negros, obtiverem a a maioria das justas reinvidicações não haverá mais tanto barulho.
“Rogério, Rogério…o que linguística tem a ver com o movimento negro e Martin Luther King? Será você um novo Jacques Lacan e estará de “lacanagem” (hehe) com a gente?’
hahahah essa foi boa Jakob, mas vou ser suscinto agora, procurar ser mais “Lacânico” hehehe. Ora pergunte ao Guterman, que citou Nietzsche falando sobre o uso da lingua pelos senhores, aí eu só associei.
“Foi isso que os outros comentaristas quiseram dizer. Um cão pode bolinar outro cão, mas o que seu instinto pede mesmo, via cio, é uma cadela. É a isso que eles se referiam, obviamente.”
No caso dos humanos o sexo também é intintivo, ninguém vai para escola aprender a fazer sexo, só que no caso dos animal humano o seu intelecto sempre dá complexidade ao prosaico instinto, então ele não quer só bolinar, quer fazer todas aquelas posições do kama sutra hehehehe. A cultura a serviço do instinto.
“Contudo, isso não significa que tudo que agora parece revolucionário e em novo centro, como você diz,”
Mas eu não falei isso, desculpe-me pela confusão, eu acho que as informações agregam, instrumentalizam o conhecimento, este central, mas é preciso ter um certo bom senso e espírito crítico para separar o joio do trigo. Mas é inegável que a liberdade e velocidade das informações fazem ao longo do tempo muita diferença.
responder este comentário denunciar abuso“ele relativizou a função social do homem depois que morre”
Claro que dá para relativizar, de acordo com Dawkins em seu ” Gene egoísta” nós somos apenas organismos que os genes utilizam para se multiplicar, o que não deixa de ser um ponto de vista, afinal a espécie humano é apenas mais uma, mas não há, desde o ínicio dos tempos, ser vivo que não tenha DNA.
Se considerarmos que nossos filhos também carregam esse DNA, mais as lições e etc que passamos a eles, de certa forma não morremos.
“Mas ontologicamente, ninguém vai mesmo morrer em seu lugar (eu pelo menos não o faria hehe).” Ufa, ainda bem Jakob, senão eu iria começar a desconstruir a idéia positiva que tenho de você hehehehehe.
responder este comentário denunciar abuso“O primeiro é um bobo, inocente útil de causas que nem são suas. O outro, um reacionário.”
E o terceiro é o que fica por cima do muro criticando os outros dois heheheeh.
responder este comentário denunciar abuso“O “sim” e o “não” de um cachorro, são infinitamente INFERIORES ao de um ser humano.”
Depende, outro dia meu cachorro seguiu o rastro de um lagarto, só cheirando o chão, coisa que humano algum conseguiria, nesse caso, e em outros tantos eles são superiores. Um cão pode ouvir à uma tremenda distância, arquitetar planos de caçada em grupo e etc.
O cão não mata outro cão, se lutam e o oponenteo expoe a barriga, é poupado, ao contrário dos humanos que matam por um tenis, por diversão, com requintes de crueldade, por motivos torpes e também em nome algum deus, quem é superior nesse caso?
E não menos importante, caminhan sobre a terra há mais tempo que os humanos, então ainda é cedo para afirmar qualquer coisa categoricamente.
responder este comentário denunciar abusoExiste o patrulhamento dos homossexuais, verdade.
No entanto o preconceito contra eles é muito e bem maior por parte dos heteros, logo, a contrapartida é o ataque.
Eu vejo o futuro sem distinção de gêneros, com seres humanos, que se gostam e querem ficar juntos por afinidades e atração química, sem os medonhos preconceitos de normal e anormal.
E, que juntos, por gostar um(a) da presença do(a) outro(a), possam gerar ou adotar filhos, para dar continuidade a espécie.
Prezado articulista,
Seu artigo já inicia com um pressuposto baseado no senso comum há muito superado não apenas na esfera das ciências humanas e sociais, mas até mesmo da vida cotidiana. Será mesmo que na era das tecnologias reprodutivas, para não mencionar a possibilidade de adoção de crianças, a relação sexual-reprodutiva é “natural”?
Sua análise do artigo de Leandro Colling o simplifica. O conceito de heterossexualidade compulsória é muito antigo já, foi criado por uma feminista norte-americana em 1983 para explicar que ao invés de continuarmos a tentar “explicar” a homossexualidade, seria interessante perceber que nem mesmo a heterossexualidade existe sem um “adestramento social”. Nossa cultura, dos quais destaco a mídia e a escola, ensina e até obriga as pessoas a serem heterossexuais. Este ensinamento é tão forte e compulsório que até mesmo quando alguns “escapam”, só o fazem parcialmente, já que até gays e lésbicas, mesmo se relacionando com pessoas do mesmo sexo, só têm a referência da heterossexualidade para pensar suas relações.
A heteronormatividade, este conceito queer criado em 1991, atenta para isto, para o fato de que nossa sociedade é heterossexista (como prova o parágrafo inicial de seu texto) e, pior, tende a impor um modelo hetero inclusive para aqueles e aquelas que vêm a se relacionar com pessoas do mesmo sexo.
As ciências sociais nasceram com o intuito de desnaturalizar o social. Ao menos de Marx a Durkheim até o presente é exatamente o que elas fazem. A proposta de des-naturalizar a heterossexualidade tem sido levada a cabo em termos teóricos há quase trinta anos. A única novidade é alguém corajosamente trazer o debate acadêmico para a esfera midiática e o debate democrático.
Gostaria de frisar que esta perspectiva que propõe desnaturalizar instituições cuja força repousa em pressupostos sobre sua naturalidade não é tão facilmente associável ao movimento social. A luta contra a homofobia, importante, sem dúvida, não incomoda tanto quanto propor repensar a ordem sexual como um todo.
Assim como as feministas provaram que nosso sociedade é machista, pensada e criada a partir do domínio dos homens, agora alguns de nós ousa mostrar que esta mesma sociedade também é heterossexista, pressupõe a heterossexualidade como a ordem natural do sexo. Argumentos biológicos já foram usados contra as mulheres, sobretudo dizendo que mulher é mãe-reprodutora. Curiosamente, seu artigo evoca o antigo argumento machista, mas agora para contestar a evidência de que a heterossexualidade é ensinada, pior, compulsória.
Richard Miskolci
Sensacional.
responder este comentário denunciar abusoA grande falacia e’ achar ciencias sociais uma ciencia!
E’ evidente de que a heterosesuxalidade e’ a ordem natural do sexo.
A ciencia verdadeira pode provar, e reproduzir isso em laboratorios para todos os seres viventes.
Desta forma querer colocar duvidas quanto a existencia da heterossexualidade nao passa de uma pseudo-sciencia.
Caros Richard e carla.
Suas argumentações têm um simples defeito.
Existem várias situações qye estão naturalmente presentes, sem terem sido impostas.
Um exemplo é o da alimentação. Vocês já se perguntaram por que não comemos as próprias fezes? Por que achamos seu odor fétido e não agradável? Vocês acham que isso também nos foi imposto, ou já nascemos com esses conceitos? Coprofagia e coprofilia são distúrbios psicológicos reconhecidos. Achamos o odor fétido e não nos alimentamos disso, porque para sobrevivermos precisamos de um nível mínimo de higiene. Isso é instintivo.
Outro exemplo: por que a maioria das crianças tem medo de insetos? Isso também é imposto? Claro que não. Elas têm medo de insetos, porque sua peçonha relativamente inócua a um ser adulto pode ser fatal a uma criança que pese apenas 15 kg.
Com a sexualidade é a mesma coisa. Pela lei evolutiva, cabe a TODAS as espécies se reproduzir para perpetuar sua carga genética. Isso é natural, é evolutivo. O ser humano raciocina, e posteriormente pode escolher. Mas certamente a heterosexualidade não noes é imposta, é natural.
Homossexualidade é um assunto debatido de forma ampla e com muita paixão mas que não tem a validade que tanta exposição quer fazer crer que tenha.
O grande problema da humanidade continua sendo a desigualdade social e parece que este tipo de polêmica, a homoafetividade, só serve para escamotear a verdadeira questão e fazer-nos perder tempo.
Como ensinava Bakunin, sem igualdade não existe liberdade e essa sim deve ser buscada com paixão.
Quanto à polêmica do livro, a direita está fazendo um carnaval para tentar respingar no Haddad, que tem ambições eleitorais. Só isso. A autora do texto é clara quando diz que a escola deve ensinar a norma culta sem esquecer as variantes das ruas. O que os críticos querem é o engessamento da lingua, e o grande Monteiro Lobato já explicava em seus livros que a lingua é dinâmica e não pode ser cabrestada pelos gramáticos. Enfim, mais uma falsa polêmica com fins meramente políticos. Uma pena tanto desperdício de tempo e talento.
Por isso que coisas como a CNBB são necessarias… Por isso o Bonsanaro é necessario…
Para fazer o contrapeso, para evitar que apenas um lado tome decisoes (estupidas decisões em sua maioria)
Concordo Yanes. Desta vez os gays terão dificuldade até de conseguir apoio da imprensa…
Eduardo.
responder este comentário denunciar abusoSegundo a Biblia (Rm 1:26) existe um lago de fogo ardente aguardando lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais transgêneros e todo aquele pervertido pelo diabo para serem purificados dessa pervertinagem.
Aí, lá vem ela de novo, a Bíblia… E os proselitistas? Tem um lago pra eles?
responder este comentário denunciar abusoDIZ ISSO MESMO? SÓ FALTOU DIZER EM QUE LIVRO! DIZ AE PRA EU PROCURAR!
responder este comentário denunciar abusoMensageriro da discórdia.
Eu lí e não observei nenhum lago de fogo ou outra coisa. Já sei. Você instituiu o concílio do mensageiro e a partir de hoje é dessa forma.
responder este comentário denunciar abusoOs homossexuais acham que podem avançar ainda mais… mas é uma causa perdida……………………………………………………………………………….
A Biologia é um fato. Não é preciso nem recorrer à Bíblia……………………………….
Até mesmo ateus e não religiosos não aceitam esse papo furado de “construção social da sexualidade”. Sei que há muitos laicistas e ateus que frequentam esse Blog e que podem contestar o que escrevo aqui, mas estes laicistas são antes de tudo ativistas políticos anti-cristãos………………………………………………………..Por isso já escrevi várias vezes:…. Estes laicistas NÃO estão preocupados com Negros,……….. nem com Judeus,………….. nem com Homossexuais. Esse pessoal está preocupado é em, silenciar o Cristianismo, e APENAS USAM os Negros, os Judeus, e os Homossexuais para dar algum barulho aos seus discursos, já que barulho é a única coisa que podem fazer, porque CONSISTÊNCIA, jamais conseguirão…………………………Voltando aos laicistas sem ideologia, sem ativismo político, estes se baseiam pela LEI NATURAL, para negar estas afirmações absurdas de “construção social da sexualidade”………………..Quanto aos Cristãos, se baseiam na lei de Deus, que inclui com vantagem a Lei Natural.
Para melhor compreender a realidade objetiva ( a até mesmo a bíblia ) devemos observar melhor… a realidade objetiva!
Veja que no cio as vacas montam uma nas outras. Um bom observador da “realidade objetiva” diria: São homosexuais !!
Taí um bom começo para uma eficaz construção liguistica.
12.2.3. CIO
Por definição é o período em que a fêmea aceita a monta, ou, o período em que ela fica parada, enquanto outro animal salta sobre ela. É um fenômeno fisiológico caracterizado principalmente pelas mudanças no seu comportamento.
Alguns autores dão como o início do ciclo estral o dia em que a fêmea encontra-se no cio.
A sua duração relaciona-se, entre outros fatores com a raça, encontrando-se deste modo, para Zebuínos, períodos bastante curtos, em torno de 3 a 5 horas, os quais para raças européias se estende, em média, por 6 a 18 horas.
Vamos ver adiante que ela mostra muitos sinais mas só podemos afirmar que determinada fêmea está em cio, se ela estiver aceitando ser montada.
A partir do momento em que a fêmea passa a aceitar a monta, podemos dizer que a fase do cio propriamente dito, teve início neste instante. Observam-se que, no cio, acontecem as maiores alterações comportamentais do ciclo estral, tais como:
-redução do apetite;
- redução da produção de leite;
- liberando muco;
- urina constantemente;
- vulva inchada e brilhante;
- farejar e lamber animais e até mesmo pessoas;
- repetidas tentativas de saltar sobre membros do rebanho e até mesmo sobre os rufiões;
responder este comentário denunciar abusoNa atualidade estamos vivenciando uma abertura para movimentos “das minorias” ou “das classes oprimidas”. Não tirando o mérito da questão, que é justa, realmente os “oportunistas medíocres”, como Guterman se refere, tendem a inflamar os discursos. Hoje dizer que se considera branco, não petista, classe média alta, ter nivel superior, ter otimo emprego, sem bem sucedido, ser hetero, não ser “simpatizante” ….. é motivo para grandes confusões e discussões, como se isto não fosse um direito dentro da tal pluraridade que estes mesmos agressores defendem. De toda a forma a coisa vai piorar e depois se assentar criando novo equilibrio entre todas as tribos. Até lá vamos administrar o momento conturbado.
Claro que não Mário, oportunistas medíocres sempre existirão em qualquer bando, o que realmente prevalece, históricamente falando, é o bom senso e a acomodação.
Um exemplo clássico é a dos trabalhadores que a a partir das revoluções industriais iniciaram sua luta por melhores condições de trabalho.
Hoje são os classe média sossegados nos shoppings center do mundo. O radicalismo só existe como forma de pressão inical, vide comunismo, socialismo que hoje na maioria dos países civilizados tornou-se um estado do bem estar social, garantindo direitos trabalhistas, aposentadoria e etc.
Vejamos os negros na América, não vemos mais ações contundentes desse grupo, como nas décadas de 60 e 70, não ha mais punhos cerrados no ar em pódiuns de olimpíadas, onde foram parar os oportunistas medíocres?
Perderam sua voz evidentemente, devido à certa estabilidade de justiça alcançada não encontram massa de manobra disposta a revolucionar, por que obviamente não há tanto a revolucionar, as arestas foram aparadas.
Por que com os homosexuais seria diferente?
Há um certo paranóia em afirmar que os oportunistas irão dominar o mundo, basta observar a história e as suas tendências.
Rogério, muito bom seu ponto de vista. Mas talvez os medíocres em que Guterman se refere, estejam ai sim, não na ferocidade em que na decada de 60/70 notadamente em enventos internacionais e radicalmente nos EUA. Fechando o foco para nosso país especificamente, eles estão presentes em alguns movimentos e políticos. Não afirmo nem acredito que os oportunistas irão dominar o mundo, concordo que isto, como historicamente observa-se, irá se acomodar. Os discursos inflamados não se limitam apenas a direitos dos homossexuais e outras etnias, mas expandem-se contra as “elites” e ideologias, quando na verdade estas “elites” e ideologias diversas tb tem direito de existir e ter seu espaço.
responder este comentário denunciar abusoEstá certo Mário, mas veja que o poder branco, masculino e heterosexual que dominou desde o ínicio, irá continuar a ter a sua merecida parcela. Apenas terá que ceder algum espaço para outros segmentos, que à luz do conhecimento atual também fazem juz ao direito de viver normalmente sem opressões e discriminações.
responder este comentário denunciar abusoEu cocncordo com o M ario. Na realidade estamos caminhando para a ditadura das minorias. a ditadura da sminorias e das maiorias sao erradas.
deveria existir apenas o bom senso. Mas este parece ter se perdido ja’ faz muito tempo.
Alias,
esse post ta’ porreta!
Caro Marcos,
você usou (e abusou) de pensadores brilhantes e no fim manteve o mesmo raciocínio medíocre da Igreja Católica, mantendo a sexualidade ligada ao campo da reprodução. Sob essa ótica, os casais heterossexuais e estéreis são anormais, uma afronta ao curso natural, ou, como prefere dizer à “realidade objetiva”, não é? Devemos, então, proibir que esses casais façam sexo?
É com esse mesmo raciocínio, de que a reprodução dá sentido a sexualidade, que a Igreja e o Papa proíbem o uso de preservativos ou contraceptivos. Ah! Esqueci que para as prostitutas, profissionais do sexo, o uso foi liberado. Só não entendi se porque elas já são consideradas perdidas, “sem salvação”, degeneradas espirituais ou se por razões eugênicas mesmo.
O senhor demonstrou ser bastante culto e um defensor dessa sua própria característica. Portanto, por favor, não se faça de desentendido à tese propagada pelo Leandro Colling. Ou você teve em algum momento, desde que nasceu, a oportunidade da escolha de ser heterossexual? O seu nome, masculino, foi lhe dado depois que você escolheu agir de modo masculino e heterossexual? Suas brincadeiras e seus desejos foram totalmente arbitrários ou “brincar de boneca e panela” era coisa de menininha??
Enfim, poderia passar horas dando exemplos concretos de como a heterossexualidade é uma conduta obrigatória e coercitiva, fato que dá vida cotidianamente a homofobia e ao machismo, pois uma discriminação depende da outra. Como o senhor, deve saber.
Fique à vontade para ser mais um homem branco heterossexual estabelecido e propagar os discursos coloniais cristãos que embasam há séculos os seus privilégios. Mas, por favor, ao menos, assuma tal postura.
Thais,
e voce fique livre para demonstrar que nao entendeu nada do que o Marcos escreveu!
Excelente! Também recomendaria ao Sr. Guterman ler um livro publicado em 1990 e já até traduzido para o português. O título é “A invenção da heterossexualidade” (Rio de Janeiro, Ediouro, 1996) ou mesmo a vasta bibliografia disponível online sobre o tema no Brasil.
responder este comentário denunciar abusoLiteratura de gueto, Miskolci. Todo grupo tem ou gera obras para tentar legitimá-lo. Daí a ter relevância fora do gueto é outro papo…Duvido que um pesquisador sério perca tempo com panfletos. Exceto se for escrito por gente igualmente séria.
Aqui um pouco do lixo ao qual você nos remete:
http://outrascrateras.blogspot.com/2010/01/invencao-da-heterossexualidade-mudancas.html
Caramba! Assim como a direita vai mal de intelectuais, os homossexuais e seus defensores não ficam atrás (começo a suspeitar que fazem parte do mesmo bando). Quase todos analfabetos. Escrevem mal demais e sabem ler menos ainda. O Guterman escreveu apenas o óbvio: a base da reprodução humana é um macho (espermatozóide) e uma fêmea (um óvulo). Simples assim. Não vem ao caso como -se na barriga da mulher; dentro de uma proveta; ou no bucho de um canguru. Isso não tem nada a ver com Igreja, sinagoga, mesquita, pagode birmanês.
O que dizer de alguém que consegue escrever tanta bobagem junta: “Enfim, poderia passar horas dando exemplos concretos de como a heterossexualidade é uma conduta obrigatória e coercitiva, fato que dá vida cotidianamente a homofobia e ao machismo, pois uma discriminação depende da outra. Como o senhor, deve saber.”
E que papo é esse de ‘escolher a heterossexualidade’? Desde quando alguém precisa perder tempo contrariando o que sua própria natureza generosamente determina? Não posso falar por você, mas é bom demais ser heterossexual…HAHAHAHAA.
Não dá para levar essas criancinhas revoltadas a sério. Primarismo demais…
responder este comentário denunciar abusoCaro Jakob,
lamento que tenha lhe restado apenas a grosseria para me contra-argumentar.
Seria mais interessante se, ao invés de tentar me desqualificar pessoalmente, você debatesse com os meus argumentos.
Dizer que é uma bobagem sem explicar o porquê me soa muito imaturo e inseguro.
Por fim, em um único ponto eu concordo com você: É extremamente bom que pessoas como você não falem por mim.
Thais Moya
responder este comentário denunciar abusoResolveu pular dos clichês gays para os feministas (‘imaturo e inseguro’)? hehe
1) Não a “desqualifiquei pessoalmente”. Lá sei eu quem é você? Sei o que li, esse amontoado de clichês e questionamentos que não convenceriam nem meu filho de três anos. Aliás, se você tivesse um conhecimento mínimo de pedagogia e desenvolvimento da criança, saberia que meninos são atraídos naturalmente por determinados brinquedos e cores. E meninas, por outras. O uso de azul para meninos e cor de rosa para meninas não é construção heterossexual. Vá estudar, antes de vir aqui falar bobagem, posando de contestadora. Nem vou perder tempo citando livros, porque você e seus “cumpadis gays” dirão que é “invenção heterossexual”. E com certeza, garanto a você que não se trata de literatura de gueto.
2) Perceba como você nem se toca das besteiras que escreve: “Seria mais interessante se, ao invés de tentar me desqualificar pessoalmente, você debatesse com os meus argumentos.”
É óbvio que eu não vou ‘debater’ com OS SEUS argumentos. Eu não penso, nem reflito como você. Não sou você. Não sigo lugares-comuns politicamente corretos e está mais do que claro que a empulhação fascistóide gay só serve ou para intimidar incautos ou para gerar Bolsonaros.
Se fossem sérios e se preocupassem em cuidar de suas próprias vidas, certamente (você?) os gays conquistariam a simpatia das pessoas e ocupariam espaços importantes nas sociedades. Mas isso não basta. Importa agredir, provocar. Então, tome Bolsonaro hehe.
3) Mais pérolas: “poderia passar horas dando exemplos concretos de como a heterossexualidade é uma conduta obrigatória e coercitiva,”. Coercitiva só se for para você. E é claro que para mais uma bobagem dessas, só dá mesmo para tirar sarro:
“(…) que papo é esse de ‘escolher a heterossexualidade’? Desde quando alguém precisa perder tempo contrariando o que sua própria natureza generosamente determina? Não posso falar por você, mas é bom demais ser heterossexual…HAHAHAHAA.”
Outra coisa, já que você questiona o nome masculino que o Guterman recebeu, por que não troca o seu? Crie um nome gay, bi ou quem sabe um em travequês (hehe).
4) E é evidente que eu jamais falaria por você. Não costumo apoiar tolices mal escritas, discursos de semi-analfabetos nem posturas fascistas.
responder este comentário denunciar abusoPrezado Guterman, muito interessante como recorreu a uma literatura “famosa e legitima” para construção de um texto que tivesse legitimidade. Como se você, enquanto um possível erudito, não tivesse fazendo a critica ao texto inovador do Leandro Colling sem alguma base real, no senso comum.
O real é que conseguiu esbarrar em sua própria arrogância argumentativa. Concordando com alguns comentários já postados aqui, sobretudo do Rogerio Junqueria, e do Richard Miskolci, me parece necessário levantar uma questão que acho central em seu argumento: quando você relaciona heterossexualidade à reprodução, ou vice versa. Onde colocaríamos os milhões de pessoas heterossexuais que não estão de acordo com esse pressuposto? Pessoas heterossexuais que não tem filho, ou levantam a mínima perspectiva de tê-lo, de fazer uso dessa especificidade de seus corpos em relação?
A confusão em seu argumento, e a invalidez do mesmo está justamente nesse correlação que não opera significados substantivos. Sexo, gênero, prática sexual e desejo não seguem essa linha coerente que aparentemente é linear. A realidade objetiva dessa assertiva é sem dúvida a vivência de nossos corpos no dia a dia. Os seus próprios desejos, os desejos da humanidade. Por isso, a lógica atribuída a heterossexualidade e reprodução torna invalida. Aqui desconstruída, como a heterossexualidade e tudo mais.
Os reacionários ainda não perceberam que ser crioulo, bicha e vegetariano fazem de você um pessoa melhor.
É Brasil, enquanto outros países evoluem, as baratas chegam cada vez mais próximas no nosso espelho retrovisor.
Excuse me? “Crioulo”? Não vou nem entrar no mérito do “bicha” e do “vegetariano”. Vou ficar só no “crioulo”, que é a minha seara. Newman, eu realmente não entendi seu comentário. Entendo que foi irônico, mas a ironia foi contra/a favor de quem, do quê? Eu sou afrodescendente e não me considero melhor do que ninguém por conta disso.
Essa expressão “crioulo” é tão desagradável aos ouvidos, tão carregada de sentidos negativos… Evite o uso dela em espaços de debate bem educado, por gentileza.
Grata.
Carolina, não se preocupe, estou longe de ser racista. Meu alvo é a militância afro do miolo mole que trata os negros comuns como macacos de laboratório em suas políticas carregadas de delírios estúpidos e oportunistas. Quando vc vê casos onde um aluno universitário descendente de negros para conseguir um bolsa de estudos precisa passar por um tribunal formado por militantes que julgam se ele é suficientemente negro ou não, se sofreu preconceito na vida ou não, você percebe por aí o modo como esses pilantras dividem quem eles prometem defender em cidadãos de 1º e 2º classe.
responder este comentário denunciar abusoGuterman, parabéns pelo ótimo e corajoso artigo. Curioso como algumas pessoas só lêem o conteúdo que já está nelas mesmas, sem demonstrar a mínima capacidade de reflexão, isenta de idéias prontas. Não percebem que essa é, exatamente, a definição de preconceito.
Seu texto é extremamente claro, inclusive em relação à analogia com o livro “Para uma vida melhor”. Daqui a pouco postarei a respeito.
Um abraço
Há tempos não via um texto que ensaia qualidade justificado pelo simplismo teórico, rememorando a força naturalizadora do início da antropologia! Embora recheado de fortes pensadores seu texto, meu caro, os usa para legitimar os sensos e contra sensos a respeito da construção arqueológica do corpo.
As mulheres foram objeto da suspeita ontológica quando eram produzidas como uma variação do sexo masculino no séc, XIX, antes de ter seu corpo e gênero como invenção normalizadora e surgirem no cenário como um sexo-mulher. Não me surpreende que a busca pelo reconhecimento político, como querem as outras expressões sexuais seja, na verdade, um desafio ontológico. A palavra é: você precisa ter um sexo inteligível, apreensível, esquadrinhado e perfeitamente modulado pelos mecanismos de controle.
É nesse sentido ‘inventivo’ do corpo que a heterossexualidade é complusória, porque lança mão da normatividade-hetero como referência de humano, deixando o que há além disso (muito!) ao campo da abjeção, já diz há muitooo tempo Butler (que o senhor deveria ler também junto aos outros que compreendeu pouco).
Penso que reconhecimento de direitos civis são expressões concretas de uma existência que escava o mundo dos humanos, anunciando que há mais ‘vivos’ entre o céu e a terra que a nossa vã filosofia suspeite. Desconfiemos de nossas certezas, elas já mataram muitos de nós.
O grande problema na fala do autor e da maioria dos que aqui comentaram é que confundem as práticas sexuais com finalidade para reprodução com a heterossexualidade.
A heterossexualidade não está na prática sexual entre seres de sexo diferentes visando a reprodução, mas está nos significados que atribuimos a essas práticas, dessa forma, a relação entre um cão e uma cadela não pode nunca ser chamada de uma relação heterossexual. Seguindo essa linha de raciocínio, é perfeitamente aceitável um homem gay, por exemplo, ter uma relação com uma mulher (hetero, homo, bi, cyborgue ou o que quer que se nomeie) para fins de reprodução sem macular sua identidade homossexual, outros já mencionaram também as possibilidades de reprodução sem a necessidade de uma relação sexual (presentes também no mundo vegetal e animal, como a reprodução por partenogênese dos dragões de comodo, nesse ponto de vista a reprodução por meios de um doador de esperma ou da modificação do óvulo em um esperma falso, não é nada que assuste ou seja muito diverso do que já ocorre aí sem interferência da chamada “ciência”).
Para ir além, as próprias práticas também não podem ser consideradas como algo natural, as práticas sexuais são construídas discursivamente, você aprende como transar, filmes pornos são uma grande escola sexual, posições, acessórios e outras práticas sexuais entram e saem de moda, são inventadas, redescobridas e modificadas. Não há nada de natural aí! A provocação do Leandro Collin vai no sentido de cada pessoa começar a apontar o dedo para si mesmo e perguntar: e isso que eu faço, é natural? Quais as origens dessas minhas práticas cotidianas e quais suas implicações para a sociedade?
-cada um pode fazer valer seu modo de vida
e a prática da religiosidade não torna ninguem melhor ou pior.
o que identifica as diferenças são as mudanças de comportamento
a exceção pode valer para todos.
o mundo sempre esteve dividido, para se chegar ao verdadeiro estado democrático é preciso conhecer sem aceitar.
Com respeito ou sem respeito a sua opinião eu achei necessário falar, já que você pode utilizar a mídia para disseminar sua idéias, esteja pelos menos aberto a discutir suas colocações… Marcos
Parece-me que vem sendo instaurado novamente um novo “Pânico Moral” em torno das sexualidades disparatadas, desviantes, dissidentes. Visto que historicamente esse pânico pode ter se “travestido” de dominação religiosa, doença mental, crime previsto em lei, etc., vindo de instâncias que a todo custo tentaram regular a população, os desejos, o sexo, a sexualidade, constituindo saberes que foram histórico-sócio-culturalmente constituindo-se em verdades. Saberes tais que o senso comum, jamais ousou questionar.
Hoje quando essas vozes ecoam, por não quererem se calar seja a voz de feministas, do movimento gay e lésbico, do movimento negro, e outros tantos, a identidade hegemônica (branca, heterossexual, de classe média, cristã) vê-se desestruturar a sua suposta “naturalidade”.
Em resposta e em discordância tenta a todo custo se apegar a velhos e ridículos conceitos que felizmente já foram sendo desconstruídos por pensadores, filósofos, sociólogos, historiadores, educadores, etc., sobre as identidades. Mas a identidade hegemônica não quer se desconstruir, não quer ser abalada, tentando assim continuar no topo da pirâmide de respeitabilidade social-sexual.
Vejam a igreja, a medicina, a justiça e pedagogia estiveram de mãos dadas em determinados períodos para que essa hegemonia nunca se visse abalada. Há alguns anos a medicina teve que reconhecer que o “desvio” não era uma doença e talvez uma questão de “opção sexual” (hoje sabemos ser uma orientação sexual). Há algum tempo educadores mesmo que timidamente começaram a questionar a rigidez dos papéis de gênero constituídos sócio-histórico-culturalmente (masculino e feminino). Hoje o STJ (leia-se a justiça no caso específico aqui do Brasil) acaba de reconhecer a legitimidade da unidade familiar de pessoas do mesmo sexo (biológico). E mesmo assim uma pessoa (culta, pelo menos ao que pensávamos até agora) vem a público se pautando em um conceito biológico, naturalizante da condição heterossexual, dizer que queremos “desnaturalizar” a sua sexualidade. Agora a Igreja e os “cristãos” tentam se apegar sobremaneira na reprodução como forma de naturalização da heterossexualidade, para que ela continue sendo compulsória.
Me desculpe Marcos Gutterman mas você está sendo no mínimo ridículo e démodé com esse seu argumento, ao menos usasse os autores de forma digna para que os mesmo não estivessem agora se revirando nos túmulos com a sua homofobia.
Osmar Garcia, seu problema é o da quase maioria dos histéricos defensores da homossexualidade que se irritaram com o blogueiro: precisa urgentemente ser alfabetizado. Escrever você não sabe -haja vista a imensa quantidade de erros de português (vai ver você é um dos beneficiários do livro “Para uma vida melhor” hehe); ler, pelo visto, sabe menos ainda.
Vou ajudá-lo. Leia aqui: “Noves fora o linguajar deslocadamente poético de alguns ministros do Supremo brasileiro quando decidiram a questão, foi um momento histórico positivo na vida nacional. Afinal, independentemente da orientação sexual, todos os brasileiros devem ter tratamento igual perante a lei, e isso é tão óbvio que custa a acreditar que não tenha sido decidido antes.”
Veja o outro parágrafo, que mostra que, ao contrário do que você entendeu, é seu ídolo, Leandro Colling, quem está propondo desconstruir os heterossexuais:
“Leandro Colling, presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura, publicou artigo na Folha (aqui, só para assinantes) no qual defende que não basta “afirmar as identidades” de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. É preciso “problematizar as demais identidades”, isto é, a dos heterossexuais, para mostrar “o quanto ela também é uma construção, ou melhor, uma imposição sobre todos”.”
Se desse para desenhar, eu desenharia. Mas, se ficar melhor para você, eu escrevo em nível infantil, OK?
Guterman, quanta mala sem alça que seu post atraiu! Cruz, credo!
responder este comentário denunciar abusoNão demora e teremos hordas de skingays (?) dando porrada em heteros, em nome da pluralidade e da tolerância. Além disso, tenho impressão que alguns pensadores clássicos, ao serem citados nas elucubrações da sexualidade dos anjos, se reviraram na tumba. Até porque, grande parte era “machista” (?).
Foucault, tão citado pelo autor do texto e por outros aqui não apenas era homossexual, como praticante de diversas modalidades de sexo consideradas não tradicionais e abjetas como por exemplo o sadomasoquismo.
responder este comentário denunciar abusoConcordo, ele era tão gay que, acredita-se que quando morreu, virou purpurina. Qual mais?… Marx e Nietzsche acho que não… De acordo com a pelagem facial, eles deviam também ter a bunda muito cabeluda, o que os levaria a terem diculdades na “caça”. É claro que há gosto prá tudo… Entre o Marx (mesmo depiladinho) e uma Debora Secco, por exemplo, dá prá vacilar? UUUUUUUiiiiiiiiiii, que vulgaridade!
responder este comentário denunciar abusoPISANDO EM OVOS PELA MINORÍA. A falsidade do políticamente correto no Brasil é tamanha que estamos virando reféns das minorías “barulhentas”. Somos refens de homosexuais, de árabes, de negros, de indios, de judeus, de usuários, de traficantes, de sequestradores relampago, de nordestino, de sulista, de protestantes… P.q. P.(!) não se pode falar de nada livremente, tudo tem que ser pensado se não melindra tal raça, tal opção sexual, tal região, tal religião e os políticos do Congresso(?!) é quem decide se seremos processados ou não(!?). Ôrra meu! Ainda bem que daqueles políticos que roubam ainda podemos falar, senão deveríamos ser mudos, ou EUNUCOS?
começou tão bem… Foucault, Nietzsche… e essa é a conclusão? se apoiar na questão reprodutiva pra defender a heterossexualidade como natural? sério? muito ruim a conclusão e o argumento em si.
Guterman, impressionante como uma camada da população – a que se convencionou chamar de “minoria” (até porque, em princípio, o são/eram)- se apossou do conceito fascistóide “politicamente correto”, e, não contentes com isso, não se detêm em sua sanha de impor seus valores, crenças e “verdades” como definitivos ao conjunto da sociedade.
Há tempos chamo esse comportamento de “tirania da minoria” ou “ditadura da minoria”. Trata-se de grupos que, em nome da opressão que tenham sofrido no passado, se vêem no direito de não apenas buscar seu espaço (justo) na sociedade, mas de, sempre que possível, ocuparem o lugar de seus ex-algozes.
Nada mais óbvio e científico, Guterman, que os seres humanos nascem da união de um elemento masculino (espermatozóide) e um feminino (óvulo, que é fecundado). Ponto. Esse é o padrão natural sobre o qual, obviamente, você está falando. Se a fecundação ocorre in vitro; se se usa barriga de aluguel; se o filho é adotado, comprado ou se alguém quer contratar Arnold Schwarzennegger para papai grávido, pouco importa. A base é a mesma: um óvulo fecundado por um espermatozóide. Esse é o padrão; essa é a base. Por isso, queridos neofascistas, gostem ou não, a geração de seres humanos tem base heterossexual.
Não há, na prática, qualquer diferença entre essa abordagem ‘desconstrucionista’ descrita em seu post, e a mesma que os cristãos wasps americanos realizavam a respeito dos negros, ao considerá-los sub-raça ou criação menor de Deus (era assim que, até Kennedy, os negros eram vistos nos EUA pelos brancos que se consideravam “superiores”). Ou esse tipo de abordagem e a que os nazistas tiveram a respeito de negros, ciganos e, principalmente, contra os judeus, aos quais tentaram dizimar. Só mudaram os signos. Importa despir o outro de sua própria identidade ou daquilo que o identifica como ser. Qual a diferença entre essa tentativa de estigmatizar e desconstruir a maneira de viver da maior parte da humanidade -segundo estudos, a população homossexual não supera 1% no mundo? E por favor, não me venham com relatórios Kinsey, como se aquela abordagem e metodologia servisse para tantos povos e culturas diferentes.
O que se está propondo não é apenas desconstrução de uma imagem ou de uma “farsa”, mas um caminho para uma eventual futura eliminação, seja do conceito de heterossexualidade ou –quem sabe onde isso irá parar- dos próprios heterossexuais. Assim como ocorreu com os judeus, que foram utilizados como bodes expiatórios do então ascendente nazismo, a estratégia da militância homossexual parece seguir caminho semelhante: primeiro tenta-se culpabilizar os heterossexuais por até então terem “mandado no pedaço” e oprimido homossexuais e congêneres. Depois, começa-se a estigmatizá-los. Agora, os heterossexuais não “existem”, são uma “farsa” ou “invenção” criada (sabe lá por quem…). A próxima etapa poderá ser tentar eliminar os heterossexuais, sabe-se lá por quais meios. Que diferença há entre essa visão e a dos nazistas? Seriam os gays mais complacentes com seus ex-algozes se tivessem poder efetivo em mãos? A julgar pelas pérolas desse tal de Colling, prefiro continuar a viver num Estado laico (hehe).
Ora, se existe “construção de identidade”, é por parte dos homossexuais, que tentam, a todo custo, impor que se nasce homossexual, e que o homossexual não se forma durante o correr de sua vida. Ser gay não é uma opção. “Se nasce gay”, vociferam. Triste para eles, mas o gene da homossexualidade não foi descoberto ou comprovado pela ciência, nem convenientemente inventado por algum laboratório picareta ou comprado por um bilionário gay.
Até há cerca de 25 anos, o homossexualismo era considerado enfermidade mental pela OMS – Organização Mundial da Saúde. Foi retirado da relação de doenças tomando como base os estudos da Sociedade de Psiquiatria Americana. Ocorre, contudo, que essa mesma entidade, sofreu pressão do movimento gay –inclusive com ameaças de morte aos médicos da entidade-, para que mudasse sua visão. Foi exatamente isso que aconteceu e isso está devidamente documentado. Agora, são favas contadas.
Todos os estudos feitos até hoje e apresentados como troféus pelos gays e defensores, que apontam sobre uma possível “naturalidade” do homossexualismo, foram feitos em solo norte-americano, ou seja: com base naquela sociedade. Ora, que manifestação “natural” é essa, que só surge onde há caldo cultural para ela? Vale lembrar que em sociedades como a chinesa, a árabe, as asiáticas ou a indiana, que supera o bilhão de seres humanos, estima-se que a população homossexual não supere 1%. Na Índia, com mais de 1bilhão de seres humanos, o número de homossexuais não chega a 0,1% daquela população.
O argumento dos neofascistas é o de sempre: todas as sociedades –com exceção da de tipo ocidental e norte-americana- são arcaicas e repressivas. Ah, esses nossos libertadores, o que seríamos nós sem eles! Obviamente, outra mentira. A Índia, por exemplo -um dos maiores celeiros de físicos na atualidade-, é a maior democracia do mundo, com Estado laico. Verdade que a religião predomina no conjunto da população, como componente de formação cultural e psíquico. E? Quem disse que uma vida religiosa não pode ser mais saudável, profunda, harmoniosa e produtiva do que a das sociedades desreguladas e baseadas exclusivamente na satisfação individual? Ou será que, também nelas, deve imperar o padrão ocidental que vem arrasando o planeta, desde as revoluções francesa e industrial?
À militância homossexual só cabe mesmo acusar a quem se lhes contesta de homófobo, de “enrustido” e todos os lugares-comuns aos quais já estamos acostumados a ler e ouvir, sempre que sua argumentação cai por terra ou que sua histeria e histrionismo são rejeitados. Um grande psicanalista disse que homossexuais não são mais do que pessoas que, à semelhança de crianças, não conseguem distinguir sua própria sexualidade da das outras pessoas. Nada além de crianças que não conseguiram crescer. Acho que é por isso que gritam tanto.
Guterman, meus parabéns! E agora, que venham os lobos (lobas?)…Adoro caçadas (de pedrinho!! hahahaha
Meu caro Ibrahim, pode apostar que deve existir um rabo-de-saia na raíz desse imbróglio. Se dizem que Hitler fez o que fez por ser filho de uma judia, o nosso militante aí pode muito bem ter sido trocado por um rabo de saia. hehehe
Para essa turma os heterossexuais não passam de uma gente diferenciada. Periga algum dia nós sermos obrigados a nos esconder no armário para escaparmos das churrascarias de concentração onde a gaystapo pretende nos colocar no “espeto”. hahahaha
Jakob,
Admiro seu discurso logico e bem fundamentado.
Concordo com a maior parte dele.
Mas infelizmente voce deixa sua ideologia anti-americana tomar conta de parte de seu texto tao bem escrito.
Nao precisava disso.
Não há anti-americanismo em meu texto, há criticismo e menção de alguns fatos:
1) Os primeiros debates sobre homossexualismo na Sociedade de Psiquiatria Americana, no qual gays aterrorizaram médicos que não apoiavam sua causa, aconteceu em 1973 (EUA). Há tempos, já postei o link para o evento, neste mesmo espaço.
2) Praticamente toda a literatura sobre o tema, se não é americana, apóia-se em estudos e visões oriundas dos EUA.
3) O Direito americano apóia causas individuais em detrimento das coletivas. Aliás, essa é outra herança maldita da Revolução Francesa e da Revolução Industrial. A primeira criou o direito individual acima do da coletividade; a segunda nos trouxe meios para surrupiar o planeta, sugá-lo, esgotá-lo, sem que ninguém pudesse fazer nada contra. Só agora, depois de 1987, surgiu o conceito de sustentabilidade, que, de certa maneira, tenta restabelecer os direitos da coletividade (no caso dos recursos naturais/planeta) perante o indivíduo.*
Assim sendo, tem-se, nos EUA, meio de cultura perfeito para a geração de todo tipo de manifestação. Movimentos gay, feminista, negro, sempre em versões iracundas, surgiram nos EUA. Por que será?
4) Nada de anormal que as coisas venham dos EUA, como maior potência e economia do planeta que são. Mesmo nossa Constituição de 88 apoiou-se no Direito americano. São a referência no mundo ocidental.
5) O perigo é quando essa visão ameaça modificar culturas, impor-se como absoluta, como se fosse o parãmetro. Não é. Existe o chamado princípio de alteridade, de respeito ao outro como ele é.
No fundo, a mesma coisa que os homossexuais ou seiláoquessexuais fazem aos heterossexuais -de se considerarem padrão-, eles fazem contra outras culturas e povos, nos quais o mesmo tipo de Direito que há no Brasil e EUA não existe. Acham que todos são atrasados, burros, conservadores e que só suas manifestações são válidas e universais.
6) Particularmente, não gosto do que os EUA representam hoje. Um país que invade outros países, com ou sem razão; que estende suas fronteiras mundo afora; que consome 60% da energia produzida e 25% dos recursos planetários, com apenas 3% da população mundial; que tem a menor taxa de poupança de todos os países desenvolvidos (um americano gasta mais de 70% do que ganha só em compras…veja que absurdo!); que tem 95% de sua população adulta como já tendo experimentado ou sido usuária de drogas (que moral um país desses tem para combater o tráfico de drogas, se é o maior mercado?), não pode ser referência de bem viver ou viver sustentável. Claro que há indicadores positivos e muitas contribuições, também -ói nóis aqui com o computador hehehe. Mas a balança há tempos está desequilibrada.
*Pus o asterisco para informar algo muito bacana: a Bolívia deve aprovar a primeira lei, em nível mundial, conferindo à natureza (Lei da Mãe-terra) direitos iguais aos dos seres humanos.
“A Lei da Mãe Terra vai estabelcer 11 direitos para a natureza, incluindo o direito à vida, o direito da continuação de ciclos e processos vitais livres de alteração humana, o direito a água e ar limpos, o direito ao equilíbrio, e o direito de não ter estruturas celulares modificadas ou alteradas geneticamente. Ela também vai assegurar o direito de o país “não ser afetado por megaestruturas e projetos de desenvolvimento que afetem o equilíbrio de ecossistemas e as comunidades locais”.”
http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2011/04/30/bolivia-cria-lei-da-mae-terra/
Espero que os gays, ao invés de ficarem enchendo o saco com picuinha, comecem a apoiar e participar de causas que realmente são de todos nós.
responder este comentário denunciar abusoJakob,
E’ evidente que voce tem pouca admiracao pela cultura americana e escolhe os fatos mais horriveis para dar sustentacao a sua causa.
Qualquer pessoa faria isso sobre qualquer assunto que queira defender. Perfeito.
So’ acho que ,independentemente das suas escolhas, esse tipo de adicao ao texto enfraquece o mesmo e e’ prejudicial ao conteudo, que por sinal, estava perfeito.
Tambem acho que as culturas, icnlusive americana, devem ser observadas alem dos numeros estatisticos e comportamentos de seus governos.
Caso contrario seria muito facil odiar, por exemplo, o Brasil.
Correto?
Marcio, a citação aos EUA e seus movimentos no comentário principal era indispensável. É importante esclarecer qual é a “matriz” (outra palavrinha recorrente neste post) do próprio movimento gay.
As outras citações -que você diz serem horríveis (até podem ser, mas são verdadeiras)- eu poderia ter evitado. Mas o post não tem como foco os EUA, certo?
responder este comentário denunciar abusoSr. Jacob Ibrahim
Bons comentários, concordo consigo.
Gostei ainda dos links sobre a lei boliviana ..
““Se nasce gay”, vociferam.” Meu caro, se você fosse mulher e mâe saberia que eles nascem assim. Por mais que o pai queira que jogue futebol ou assista o jogo na tv, de companheiro, eles preferem brincar com a prima , a companhia da mãe e das amigas da velhaa mãe.
Entendo que fica difícil para um homem e pai aceitar, mas a mãe compreende porque acompanha o processo. Até por isto, que as mulheres são amigas dos gays -homens.
Note que em seu próprio discurso já subjaz a contradição. Nem você mesma bota fé no que escreveu: “se você fosse mulher e mâe saberia que eles nascem assim.” Depois, “Entendo que fica difícil para um homem e pai aceitar”. Ora, se eles ‘nascem assim’, como você diz, então, por que é preciso fazer força para aceitá-los? Por que ser heterossexual é uma “construção” dos malvados heterossexuais que até aqui dominaram o mundo e agora os heróicos gays, lésbicas, bi, travecos e a tropa toda virão nos libertar?
O maior problema no movimento homossexual é a falta de seriedade, sobriedade e serenidade. Esses caras não estão a fim de levar suas vidas em paz. Isso não basta para eles. Precisam sacudir as plumas e paetês dos bailes gays por onde passam, para se auto-afirmarem e mostrar (provar?) que existem. Daí as “provocações” desse tal Colling.
Tudo seria muito mais simples se fossem menos arrogantes e exibicionistas.
Sou meio que obrigado a reproduzir uma velha frase que um dia Freud usou a respeito das mulheres, mas que, me parece, cai como uma luva aos gays, com uma pequenina modificação: “Mas afinal, o que querem os homossexuais?”
responder este comentário denunciar abuso.” Ora, se eles ‘nascem assim’, como você diz, então, por que é preciso fazer força para aceitá-los?” Porque para o pai , meu caro, o filho tem ser macho man, e não importa se no futuro ele irá sofrer as mais terríveis depressôes, desde que nâo ultrapasse as convenções sociais estabelecidas e fique guardado no baú ou armário.
responder este comentário denunciar abusoA tese de que “nascem assim” é relativamente nova. Se pesquisar em manuais de psicologia do desenvolvimento da personalidade, como o do D’andréa, verá que as causas do homosexualismo podem ser várias, como um desvio da sexualidade em caso de figura paterna ausente (ou seja, inexistência de modelo masculino em quem se inspirar), algo muito comum hoje em dia, que pode levar ao fracasso da autoafirmação masculina e a busca de outra identidade.
Um livro sobre o tema que também merece ser lido é Père mancant, fil manqué, (Pai ausente, filho carente), do psicanalista jungiano Guy Corneau.
responder este comentário denunciar abuso“verá que as causas do homosexualismo podem ser várias, como um desvio da sexualidade em caso de figura paterna ausente (ou seja, inexistência de modelo masculino em quem se inspirar), algo muito comum hoje em dia, que pode levar ao fracasso da autoafirmação masculina e a busca de outra identidade”
Epa, então veja que há nesse caso uma evidente construção do heterosexual e do homosexual também. Se o meio ( a presença ou a ausencia do pai ) modifica a orientação sexual do indivíduo, esta obviamente também é construida.
Não basta ler os livros, há que entendê-los também hehehehe.
Durkheim explica: na verdade, a heterossexualidade é um fato social – ou seja, algo externo ao indídivuo e historicamente construido pela sociedade-, e incorporado através de um processo altamente coercitivo! Hehehehe. Oh, e agora, quem poderá nos defender?
Piada…
O que Colling tenta desmistificar é a “verdade absoluta” de que ser hetero é o normal, é o natural. Talvez tenha ele, de fato, se excedido ao generalizar que toda heterossexualidade é construida. Não o é. Acredito que boa parte ocorre por razões naturais, instintivas, de fato. Mas também acredito que outra parte pode ocorrer SIM por imposição ou orientação heterossexual a qual, todos sabemos, é a que prevalece no coletivo. Se a homossexualidade, que é minoritária e não querida por parte dos que carregam essa condição, é explicada e fundamentada, muitas vezes, por aspectos sociais, porque a heterossexualidade, que é considerada a “normalidade” não poderia ser também fruto de uma imposição ou orientação?
A realidade objetiva que voce menciona é baseada no fato de somente o sexo hetero servir para a procriação? OK.Mas isso não o faz mais normal/natural do que o sexo homo.É somente um atributo que ele carrega. Ou a realidade objetiva consiste no fato de existirem mais heterossexuais do que homossexuais? Entendo que isso também nao faz daqueles mais normais/naturais, mas apenas maioria.
Em tempo: a conotação emprestada à palavra “natural” em todo esse contexto é claramente a de “normal”.
Entender, portanto, que heterossexualidade é “normal” somente porque é ‘matriz da reprodução” e a homossexualidade anormal – a contrario sensu – faz suspeitar que você estaria escrevendo esse artigo dentro de umas da Igrejas Catolicas Romanas.
Na sua lógica argumentativa, se a reprodução é normal, a heterossexualidade também o seria por ser a única forma de consegui-la.E a contrario sensu, a homossexualidade seria anormal.
Eis instaurada a mais cretina falácia. Assim sendo, sexo teria como um unico resultado a reprodução. Quem a consegue, dar-se-ia o rotulo de normal. Quem nao, o de anormal. Reprodução humana não baliza a “normalidade” de comportamentos sexuais. Não se pode afirmar que o que permite a reprodução humana é normal e, o que não, anormal. Sinto informar-lhe que a reprodução humana NÃO É a ÚNICA razão para prática do sexo.É uma de suas consequências. Sexo pode ocorrer só por prazer. Aliás…. essa é a “normalidade” do sexo.
Sua maneira de raciocinar parece muito simplista: a relação heterosexual é “natural” porque faz parte da natureza, está na nossa programação genética: é natural garotas gostarem de rapazes e vice-versa – essa não é uma construção cultural ou histórica, como querem os gays. Está no nosso genoma. É “normal” pq segue a norma, preponderante na natureza, de que machos sentem-se atraídos pelas fêmeas da espécie e vice-versa.
Já os relacionamentos homosexuais seriam excepcionais (e não necessariamente anormais, termo que contém uma conotação pejorativa), pois fugirem à regra geral. Nem por isso, claro, deixam de ser seres humanos dignos de menos consideração e respeito que nós, heteros.
responder este comentário denunciar abusoJarbas.. acho que voce nao entendeu nada do que foi escrito. Sugiro ler novamente.
responder este comentário denunciar abusoÉ isso aí, lógica cristalina, até por que se a reprodução fosse, em nossa sociedade, o único objetivo do sexo, eu só teria transado duas vezes hehehe.
Veja que a existência de um planeta, com atmosfera e temperatura ideais para a vida é uma excepcionalidade, e nada contra! hehehe.
É dificil para a turma do “normal” pensar além disso.
responder este comentário denunciar abusoSó expus que os argumentos utilizados para a defesa da “naturalidade” da heterossexualidade tais como a reprodução, a sua chamada “programação genética” ou preponderância de heterosssexuais, são BEM fracos, podendo ser perfeitamente desmistificados com os contra argumentos dos defensores da “invenção da heterossexualidade”. Friso novamente aqui que o grande erro de Collins foi generalizar. Nem toda heterossexualidade é de fato “inventada” mas também é bem plausível a idéia de que parte dela o seja.
responder este comentário denunciar abusoMuios neste blog (inclusive o seu autor) estão esquecendo que estamos no século XXI. A sexualidade humana não tem a menor relação com reprodução. Pergunto ao autor do blog e a cada um dos seus leitores: quantos filhos vocês têm? 10 filhos? 20 filhos? Mulheres que, durante a maior parte da história humana jamais teriam filhos tem filhos graças às novas técnicas de reprodução assistida (inclusive após a menopausa). E mulheres perfeitamente férteis, que no passado teriam 20 filhos, não tem nenhum, mesmo tendo relações heterossexuais quase todos os dias, por opção própria, graças aos métodos anticoncepcionais. A clonagem humana só não foi praticada ainda devido à polêmica que ela provoca.
A sociedade muda, quer os conservadores queiram, quer não.
Espero que a máquina do tempo seja inventada logo, para que os conservadores possam voltar a Idade Média e ficar lá, deixando as pessoas inteligentes e racionais do presente em paz.
Se eu soubesse qual a clinica que esse Sr. Leandro Colling esta internado gostaria de fazer lhe uma visita. Quem sabe o problema dele nao e’ mental, e sim falta de conhecimento de causa natural. As vezes o diabo cegaas nossas mentes, mas uma cruzada de exorcismo pode cura-lo
Esse seu “diabo” tem mais poder que Deus.
Ele é citado com muito mais frequência.
Não está na hora de fazer uma pesquisa e procurar o significado da palavra demônio ?
responder este comentário denunciar abusocaros,
vai aqui minha contribuição aos colegas normais
marcos gutermann pelo texto e o jacob ibrahim pela defesa, MEUS PARABÉNSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
Para que teorizar, se podemos usar a prática como exemplo para “desconstruir a desconstrução” que estão querendo fazer? Let´s go!
Pq os próprios homossexuais tentam, talvez não de forma generalizada, mas muito frequente, tornar suas relações próximas às heterossexuais quando:
1) Mulheres lésbicas assumem traços e caracteristicas masculinas? É ou não uma tentativa de assumir o papel do homem numa relação com uma mulher e mais, chamar a atenção da fêmea, pois sabem, mesmo que de forma não deliberada, que a atração macho-fêmea (bem grosso modo falando) é natural? Pq tentam, então, parecer um homem?
2) Homens homossexuais assumem traços e características femininas? É ou não uma tentativa de assumir o papel da mulher numa relação com um homem e mais, chamar a atenção do macho, pois sabem, mesmo que de forma não deliberada, que a atração macho-fêmea (bem grosso modo falando) é natural? Pq tentam, então, parecer uma mulher?
3) Os ditos transsexuais mutilam seus membros para forjar o sexo oposto e ter, assim, uma pretensa relação heterossexual?
Repito a pergunta, me baseando em fatos cotidianos e práticos, e que todos vêem: SE A HETEROSSEXUALIDADE É REALMENTE INVENTADA, PQ OS HOMOSSEXUAIS – À SUA MANEIRA- TENTAM IGUALAR SUAS RELAÇÕES A ELAS, NUM ESQUEMA FAZ-DE-CONTAS-COR-DE-ROSA QUE HOMEM É MULHER E MULHER É HOMEM?
Sr. Zé Maria
Boa colocação ..
Porque assumir os “trejeitos” do relacionamento heterosexual e não desenvolver (constuir) os seus própios ? Espero que não digam que foi uma “construção cultural” da sociedade “hetero” que impôs isso também ..
responder este comentário denunciar abusoA homossexualidade está presente em várias espécies, especialmente entre aves e mamíferos. Discutir se ela é natural ou não já não é a questão. O que sabemos que não é natural é a HOMOFOBIA, presente em somente uma espécie, a nossa.
responder este comentário denunciar abusoE tambem a HETEROFOBIA que os homossexuais parecem agora ter!
responder este comentário denunciar abuso-as opiniões já não podem ficar trancadas, os mais cultos tem a chave, os defensores tem a expectativa, e quem vive dentro quer por um fim no sofrimento e…
se agitam com tanta polêmica.
a discussão é acirrada.
o ministério da saúde pode criar um novo conceito.
É … bem, bem, bem …. difícil seria explicar a “normalidade” reprodutiva de um cara que vê a mulher como seu depósito de semem, como no passado. Como bem se lembrarão alguns, o prazer da mulher valia um pepino à grande maioria de homens do passado, que as usavam somente, subiam sobre elas e ficavam ali não mais que alguns segundinhos. Claro, grande normalidade essa!!! Vocês estão com saudades desses tempos??? Pô, moçada, tô fora. Eu gosto é de dar prazer à minha companheira e, sobretudo, amiga.
Xiiii … este blog virou um reduto ensaístico do tal Jakob Ibrahim.
O JI, vê se te toca, meu?
Você tá parecendo aqueles malucos que querem dar a última palavra em tudo e com todos, disposto a debater até a última virgula.
Uma pessoa realmente inconveniente, grosseira, metida e cafona.
Caruso…acho que li alguma coisa sua outro dia. Ah, lembrei…um imbecil que chamava Monteiro Lobato e autores consagrados de velharia; que dizia que crianças não têm que brincar com bonecas de pano; que o mundo é dos computadores etc. Lembro que ninguém respondeu, porque ficou claro que é perda de tempo debater com néscios.
Desculpe, mas eu dou assistência a débeis mentais, não bato neles.
responder este comentário denunciar abusoInso no colocquial.
Nao foi ninguem e nenhuma sociedade que me faz sentir como me sinto quando vejo uma mulher gostosa!
E o s homossexuais podem tenta ro quanto quiser que isso nao vai mudar!
Então você precisa divulgar seu trabalho cientifico, caro Marcio. Porque você acaba de descobrir que, a “contrario sensu”, que a causa da homossexualidade também seria meramente natural, genética.
A sua pode ate ser instintiva, mas nao se pode afirmar que todas sejam. Algumas podem sim ser frutos de uma “construção social”.
Marcela,
primeiro nao e’ trabalho, nao falei isso.
Muito menos cientifico, tambem nao falei isso.
Mas se voce tiver as atribuicoes necessarias eu posso mostrar como funciona e fazer uma bela construcao social na sua pessoa!
Obrigado querido mas só me interesso por “heterossexuais” providos de uma mente pensante, o que não parece ser o seu caso.
responder este comentário denunciar abusoHahahaha Márcio, tomou um fora virtual hehehe.
responder este comentário denunciar abusoTadinho, levou um “carâo” haha
responder este comentário denunciar abusoMarcela,
Essa estoria de ter que ter intelecto e’ apenas uma construcao social que as mulheres criarao.
Eu sei o que voce quer…
baixa as calcolinha e vamu’ la’!
Só sei dizer que tem um monte de espertos querendo tirar proveito do assunto pra fazer carreira politica. E o mais incrivel é que essas pessoas jamais, botaram as mãos na massa, sempre tiveram do bom e do melhor.
Larguem mão de discutir o sexo dos outros, tudo e dele, é ele quem sabe o que vai fazer com o troço.
Sinal dos tempos: “muito prazer Zé Bispo, desculpe mas sou homem hetero, fazer o que(?), já nascí assim!”
Marcos, deixe de ser ridiculo.
Obrigado.
Pra mim, soa um tanto claro que a heterossexualidade é sim uma invenção. Por exemplo, os picitaciformes (família das araras, periquitos e papagaios) possuem em suas populações taxas próximas a 70% de casais do mesmo sexo. Estas aves são monogamicas, e nunca se reproduzem com outra, além da escolhida. Como estas espécies continuam até hoje sendo que somente 30% pode se reproduzir? E somente uma espécie em todo o planeta parece defender uma única conduta na sexualidade, a nossa. Por isso concordo que a heterossexualidade como norma é uma construção social absurda e homogeinizante, que não corresponde a realidade da humanidade ou de qualquer outra espécie neste planeta.
Monogamía é a da minhoca, João Henrique, ela se “come” e se “cria” sozinha. Só pode trair-se em pensamento. Lutemos para sermos Vermes!
responder este comentário denunciar abusoComo sempre esse assunto de homossexualismo gera polêmica como religião e fronteiras.
shalom
O que veio primeiro? A naturalidade da heterosexualidade e sua posterior imposição, ou sua imposição ao ponto de a maioria achar que é algo natural? Ora, esta é uma pergunta retórica. Pois se existe imposição pela maioria, é porque a NATURALMENTE a maioria é heterosexual. Logo, é falácia afirmar que a heterosexulidade não é natural e sim uma imposição.
A argumentação de que ser heterosexual é algo imposto é tão cheia de falhas, que só posso entender que as pessoas de acreditam nisso são pessoas de fé. Acreditam simplesmente porque querem acreditar.
Escolham livremente a opção sexual que quiserem. Tenham os mesmos direitos perante a lei. Combatam veementemente a discriminação. Mas parem de querer impor algo que não só é inútil, como é também uma grande mentira.
Para os que gostam de misturar religião e história ao homosexualismo, lembrem-se de Adão e Eva. Adão ficou com a maçã e Eva com a cobra. Nunca na história da humanidade, hetero, (não fosse tería “parado no Adão”) houve caso de o Homem ser relacionado a cobra, por exemplo, a mulher quando tem um filho e se casa, passa de imediato ao nível de “jararaca ou cascavél”. Cleopatra escolher morrer com uma picadura de cobra, enfim, o assunto é muito sério tanto que deram um apelido americano pro bicha, Gay.
Gente… esse seu comentário merecia ser excluido. Quanta tolice!!
responder este comentário denunciar abusoPelo visto, os ativistas do homossexualismo em nosso País e alhures estão determinados a inverter (a palavra é proposital…) todos os milênios de civilização humana fundamentada pelas noções de homem e mulher, família e respectivas características. Ao buscarem promover sua especificidade comportamental, os militantes ‘gays’ pretendem agora relativizar a identidade dos heterossexuais e combater sua preponderância, sem atentarem para o fato de que o contrário é também possível de ser sustentado. Se o heterossexualismo é uma ”opção” decorrente em sua essência de uma ”construção” sociológica, então a pederastia e correlatos também o são e, consequentemente, se os praticantes destes desvios minoritários se acham no direito de tentar subverter as preferências da maioria heterossexual, porque esta não pode, com mais justeza, decidir pela ”prevenção” e repressão do homossexualismo?
Corrijo: ”POR QUE esta não pode, com mais justeza, decidir pela prevenção e repressão do homossexualismo?” (não coloquei o espaço entre ”por” e ”que”, como gramaticalmente prescrito).
Por favor caros comentaristas.. NÃO usem a palavra “homossexualismo”, mas sim “homossexualidade”; “ismo” é doença. E desse entendimento acredito, ao menos, que vocês não compartilham !!
O sufixo ‘ismo’ vem do latim ‘ismu’, e significa doutrina, sistema ou partido. Nunca “doença”. Só se for nas cabeças preconceituosas ou proselitistas, dos que tentam sempre inverter as coisas ou colocar a própria linguagem a seu favor. Se informe antes de tentar impor regras ou o que considera a maneira “correta” de os outros se manifestarem.
responder este comentário denunciar abusoAproveitando o “gancho” da matéria deste blog e me referindo ao debate que grassa neste momento a respeito dos vídeos que o MEC tenciona distribuir à rede de escolas públicas sobre o assunto da homossexualidade, assinalo que o ativismo exagerado de gays, lésbicas e simpatizantes em nosso país vem-se tornando incômodo para quem é heterossexual e me parece estar extrapolando os limites do respeito aos direitos da maioria.
Ora, a meu juízo, a sociedade brasileira não tem sido capaz de exigir que seja implantado no País um modelo institucional eficiente para preparar os educandos para serem bons cidadãos e capacitá-los para o mercado de trabalho. É só verificarmos os índices vergonhosos da educação no Brasil, em termos de efetividade na transmissão real de conhecimentos: os alunos da rede pública de escolas de primeiro e segundo grau não conseguem competir com seus homólogos em várias partes do mundo nas avaliações em disciplinas fundamentais, perdendo mesmo para vários países da África. Não obstante seja incompetente para melhorar o desempenho educativo que está sob sua jurisdição, o MEC agora destina verbas para discutir a questão do homossexualismo, o que atende tão somente aos reclamos do ‘lobby’ bem organizado dos ativistas desse tipo de comportamento, que, pelo menos há uma década era considerado muito minoritário. O que assusta, ademais, é que esse tipo de material promocional se destine a jovens em uma fase de confusão de identidade, o que, digam o que disserem, pode sim induzir à experimentação de práticas homossexuais. Compreende-se, portanto, a revolta de segmentos majoritários da população, que interpretam tal atitude do MEC a partir da percepção de que ¨o Brasil não se preocupa em preparar bons cientistas, médicos, engenheiros, profissionais de todos os ramos, mas carreia recursos vultosos para promover a viadagem¨ .
A meu ver, prioritário para o MEC deveria ser intensificar a campanha para que os pequenos cidadãos brasileiros ampliem sua conscientização de que todas as pessoas, independentemente de suas caracteríticas individuais, devem ter assegurado o exercício pleno de seus Direitos Humanos, e isso inclui o respeito às correspondentes opções de vida e estilos de comportamento – inclusive, se for o caso, no tocante à sexualidade.
O Supremo Tribunal Federal já decidiu: os casais homossexuais tem os mesmo direitos e deveres que os casias heterossexuais.
A discussão acabou.
Esta matéria, bem como muitos comentários feitos a ela, estão repletos de absurdos e irracionalidade. Algumas pessoas escrevem como se os homossexuais estivessem prestes a dominar o mundo… Isso é uma estupidez!!! Os homossexuais sempre existiram e sempre existirão. E eles sempre foram minoria e sempre serão minoria. Eles são cerca de 10% da humanidade (atualmente isso seria uns seiscentos milhões de pessoas), sempre foram cerca de 10% da humanidade e sempre serão cerca de 10% da humanidade.
Realmente, Marcos, você nunca deveria ter escrito esse texto.
Com certeza, o único “racional” aqui é você. Favor citar a fonte na qual você nos informa que os homossexuais correspondem a 10% da humanidade. Duvido que a tenha. O relatório Kinsey não serve, pois foi feito há mais de 50 anos e em solo americano. Não serve para o conjunto da humanidade, com tantas culturas e modos de viver distintos.
Embora você seja mal educado e queira ditar regras aos outros, inclusive dizendo ao blogueiro o que ele deve ou não escrever, vou postar aqui o que você não é capaz de apresentar: estatísticas sobre o número de homossexuais e congêneres.
1) Os 10% que você chuta são baseados no relatório Kinsey, que foi feito exclusivamente em solo americano, há mais de 50 anos. A metodologia não é válida para tantas e tantas outras culturas distintas.
2) Leia isso aqui.
Así que empecé a tirar del hilo de internet. Más abajo presento, en forma de tabla, los resultados de los 25 estudios consultados sobre el tema (cuya muestra global comprende unos 450.000 individuos). Como las bibliografías vienen enganchadas unas a otras como racimos de cerezas, creo que en la recopilación no falta ninguna de las encuestas más citadas y recurrentes, y además he añadido algún trabajo del campo de la violencia doméstica en el que se ha reflejado la orientación sexual de los encuestados. En sentido estricto, esos estudios y sus resultados parecen alejados del centro de interés de este sitio web, pero tal vez sirvan a su debido tiempo para hurgar un poco en las costuras de la teoría de género.
El caso es que, según esos estudios, los porcentajes de homosexualidad en la población general rara vez son superiores al 3 por ciento.
Como siempre ocurre con las encuestas, la forma de plantearlas y aplicarlas predetermina en buena medida los resultados. Por ejemplo, los resultados desproporcionadamente altos (8,5%) de la encuesta nº 2 de la tabla (Sexual Behavior and Selected Health Measures: Men and Women 15-44 Years of Age) se obtuvieron tras plantear a las mujeres (sólo a las mujeres) esta pregunta: “Ha tenido usted en algún momento de su vida alguna experiencia sexual de cualquier tipo con otra mujer” (“Have you ever had any sexual experience of any kind with another female”). A esta pregunta respondieron afirmativamente el 11% de las mujeres. En cambio, a los hombres se les preguntó explícitamente si alguna vez en su vida habían practicado el sexo oral (put your/his penis on his/your mouth) o anal (put your/his penis on his/your rectum) con otros hombres, y respondieron afirmativamente el 6 por ciento de ellos. ¿Por qué los encuestadores mostraron especial interés en inflar las cifras de homosexualidad femenina?
Otras veces las preguntas son excesivamente vagas o generales, se refieren a cualquier clase de experiencia homosexual y abarcan toda la vida. En la encuesta nº 22 (American National Health Interview Survey) se plantean cinco preguntas (sobre la existencia de problemas de coagulación sanguínea, prácticas de homosexualidad masculina en los últimos 15 años, consumo hipodérmico de drogas, recurso a prostitutas y relaciones sexuales con personas que reuniesen alguna de las características anteriores). Las respuestas afirmativas a todo el bloque de preguntas (es decir, para responder afirmativamente bastaba con que el individuo se hallase en una de las cinco situaciones descritas) representaron sólo el 4% de la muestra. En la encuesta nº 21 (Analyse des Comportements Sexuels en France (ACSF)), el 4,1% de los encuestados declararon que habían tenido, como mínimo, un contacto homosexual en su vida, pero eso no significa que sean homosexuales. En la encuesta nº 8 (Sexual diversity in urban Norwegians) se formulan preguntas excesivamente vagas sobre bisexualidad que no permiten saber hasta qué punto la bisexualidad es frecuente, ocasional o excepcional. Con frecuencia, los porcentajes de bisexualidad engloban también los de homosexualidad, en virtud de preguntas del tipo: Durante el último año, ¿ha tenido usted contacto sexual con personas de su mismo sexo o de ambos sexos? En cambio, en el estudio múltiple de Finlandia (nº 6 en la tabla: Sexual Trends in the Baltic Sea Area), las preguntas sobre homosexualidad exclusiva y bisexualidad están claramente diferenciadas, pero hay otra opción (Sexualmente interesado sobre todo por el otro sexo) que deja margen para cierto interés por la homosexualidad y se ha omitido en la tabla por su difícil ubicación; en conjunto, el promedio (para las seis encuestas) de respuestas afirmativas a esa pregunta fue del 5,5 por ciento.
En general, no parece razonable considerar homosexuales a todas las personas que han tenido “algún tipo de experiencia homosexual a lo largo de su vida”. Muchas personas han podido tener alguna experiencia adolescente o juvenil de ese tipo y, sin embargo, decantarse después rotundamente por la heterosexualidad. Sin duda, también hay personas que han hecho el camino inverso . Por eso creo que las encuestas mejor concebidas son las que preguntan directamente a la persona por su orientación sexual y le reconocen suficiente capacidad de discernimiento para responder adecuadamente, en lugar de valorar esa orientación en función de que el encuestado recuerde o no alguna lejana experiencia ocasional.
Aunque el promedio global de la tabla es del 2,1%, si excluimos esas vagas preguntas sobre experiencias de “toda la vida” y nos centramos en las vivencias de los últimos años, las cifras más reiteradas se mueven en el intervalo del 1% al 3%; y fuera de ese intervalo, abundan más los porcentajes inferiores que los superiores. Un factor difícil de cuantificar es la renuencia de los encuestados a desvelar su condición de homosexuales, aunque algunas encuestas en las que no se utilizó el método de entrevista personal pueden servirnos para sopesar la importancia de ese aspecto. La encuesta francesa de 2007 (nº 1) se realizó mediante marcado telefónico aleatorio y automático y con suficientes garantías de anonimato. La número 4 (Washington State University Survey of Campus Safety) se realizó de forma anónima a través de internet. Es decir, en ambas encuestas se identificó previamente a los individuos de la muestra, pero los encuestadores no tuvieron posibilidad de conocer posteriormente a qué individuos correspondieron las distintas respuestas; y en ambas se dio a los encuestados la opción de no responder a las preguntas que considerasen incómodas. Los cuestionarios del número 8 (Sexual diversity in urban Norwegians) se devolvieron anónimamente por correo. En la National Survey of Sexual Attitudes and Lifestyles (Reino Unido, 2001) (nº 10), los encuestados eligieron entre respuestas múltiples a un cuestionario en un ordenador portátil. A pesar de estas garantías de total anonimato, las declaraciones de homosexualidad se mantuvieron, en las encuestas citadas, por debajo del 2% (salvo en el caso inglés, 2,6%).
Vistas así las cosas, parece justificado atenernos a ese intervalo del 1% al 3% como estimación de la población homosexual. Tal vez, en atención al factor de renuencia a declarar la condición de gay, podríamos dar una mayor credibilidad a la cifra más alta del intervalo y admitir, como conclusión razonable, que el porcentaje de personas de ambos sexos exclusivamente homosexuales se sitúe en torno al 3% de la población total. ¿Menos de los que parecen, verdad? Ya veis, el enigma del armario es… que no hay armario.
Fonte: http://www.absurdistan.eu/cm_armario.htm
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Resultados de encuestas por países
Australia 2003: El mayor informe y más complejo en Australia hasta la fecha fue realizado mediante encuesta telefónica con 19.307 encuestados, con edades comprendidas entre los 16 y los 59 años en los años 2001-2002. El estudio encontró que un 97,4% de los hombres se identificaban como heterosexuales, 1,6 % como gays y un 0,9% como bisexuales. Relativo a las mujeres, un 97,7% se identificaron como heterosexuales, un 0,8% como gays y un 1,4% como bisexuales. En cualquier caso, un 8,6% de los hombres y un 15,1% de las mujeres indicaron sentir atracción o sentimientos o haber tenido alguna experiencia sexual con personas del mismo sexo.[3]
Canadá 1988: Un estudio entre 5.514 estudiantes de instituto e universitarios menores de 25 años encontró que un 1% de los estudiantes eran homosexuales y un 1% era bisexual.[4]
1998: Un estudio basado en diseño muestral estratificado con 750 hombres entre 18 y 27 años en Calgary, Canada, incluyó preguntas sobre actividades y orientación sexual. 15,3% de los hombres indicó que era “homosexual en algún grado” basado en la medida de tres -a veces solapando- medidas de homosexualidad: (1) voluntaria, contacto con personas del mismo género con edad entre 12 y 27 años: 14,0%; (2) solapando identificarse a sí mismo con homosexualidad (5,9%) y/o bisexualidad (6,1%): 11,1%; (3) exclusivamente (4,3%) y no exclusivamente (4,9%) relaciones con personas del mismo sexo durante los últimos 6 meses: 9,2%.[5]
2003: Un estudio entre 135.000 canadienses encontró que un 1,0% de las personas que respondieron se identificaban a sí mismos como homosexuales y un 0,7% se identificaban a sí mismos como bisexuales. Sobre un 1,3% de los hombres se consideraban a sí mismos homosexuales, prácticamente el doble que la proporción de un 0,7% de las mujeres. Sin embargo, un 0,9% de las mujeres informaron que eran bisexuales, un porcentaje significativamente mayor que la proporción de 0,6% declarado por los hombres. 2,0% de estos en el segmento de edad 18-35 años, se consideraban a ellos mismos como homosexuales o bisexuales, pero la cifra decrecía aun 1,9% entre el segmento de edad 35-44 años, hasta llegar aun 1,2% declarado por el segmento 45-59 años. La región de Quebec y de la Columbia Inglesa habían incrementado los porcentajes sobre el promedio de la población general canadiense en un 2,3% y 1,9% respectivamente.[6]
Dinamarca 1992: Una muestra aleatoria concluyó que un 2,7% de los 1.373 varones tuvieron experiencias homosexuales (a lo largo de su vida).[7]
España
2009: Con una muestra de 536 alumnos/as universitarios/as. El 14,4% de chicos no se declaran heterosexuales (6,1 homosexuales) y el 11,1% de las chicas no se consideran heterosexual (0,7 lesbianas). En parte, este estudio confirma las previsiones del estudio del 2007 para con una población adulta. “No heterosexual” implica ser homosexual o algún punto intermedio entre la homosexualidad y la heterosexualidad, o sencillamente no haber respondido al ítem y sin embargo haber respondido al resto del cuestionario de forma válida.[8]
2007: Con una muestra de 4636 alumnos/as de secundaria, de dos localidades distintas y con una edad entre 11 y 19 años. El 14,8% de los chicos no se declaran heterosexuales (0,92 homosexual) y el 16,84% de las chicas no se declaran heterosexuales (0,64% lesbianas).[9]
Estados Unidos 1990-1992: El Instituto Nacional de Salud (American National Health) realiza encuestas en hogares estadounidenses. El resultado de tres de estos estudios, realizados entre 1990-1991, y basado en unas 9.000 encuestas contestadas en cada estudio, encontró que entre un 2-3% de las personas encuestadas, dijeron sí a un conjunto de frases, las cuales incluían “Tu eres un hombre quien ha tenido sexo con otro hombre desde 1977, al menos una vez”.[10]
1992: El Instituto Nacional de Salud y de Investigación Social preguntó a 3.432 encuestados si habían tenido alguna experiencia homosexual. Se encontró que un 1,3% de las mujeres durante el pasado año, y un 4,1% en los últimos 18 años; para los hombres, 2,7% durante el pasado año, un 4,9% en los últimos 18 años.;[11]
1993: El Instituto Alan Guttmacher encontró que un 2,3% de los hombres entre 20-39 años habían tenido experiencias con personas del mismo sexo en los pasados 10 años, y un 1,1% informó que habían tenido contactos exclusivamente homosexuales duante este tiempo.[12]
1998: Una muestra aleatoria de 1672 hombres (números usados por el análisis) con edades comprendidas entre 15-19 años. Los encuestados fueron preguntados por un número de cuestiones que contenían algunas relativas a actividades con personas del mismo sexo. Se utilizadon dos métodos: mediante el uso de papel y lápiz, y mediante ordenador tras escuchar la pregunta con auriculares. Ambos métodos obtuvieron resultados muy diferentes. Hubo un ???% de los hombres que indicaron que habían tenido actividades homosexuales cuando escucharon la pregunta con los auriculares y contestaron con un ordenador: de un 1,5% a un 5,5% respondieron positivamente; el comportamiento homosexual que mostró contestaciones con mayores diferencias (hasta un ???% ajustadas) fue la pregunta “Alguna vez has sido pasivo practicando sexo anal con otro hombre”: 0,1% frente a un 0,8%.[13]
2003: El equipo de investigación de Smith, realizó un análisis con los datos del Centro Nacional de Investigación de Opinión (NORC)[14] mostrando que un 4,9% de los hombres americanos sexualmente activos habían tenido un hombre como pareja sexual desde los 18 años, pero que “desde los 18 años solamente un 1% son [exclusivamente] gays y un 4% son bisexuales”. En las mayores 12 áreas urbanas, sin embargo, las proporciones son el doble que el promedio nacional. Smith añade que “Se cree generalmente que el comportamiento sexual de los adolescentes podría incrementar estas proporciones”. Los datos del NORC han sido criticados porque el diseño muestral original no fue utilizado, y por incluir la masturbación con personas del mismo sexo. (Por ejemplo, en los datos originales a primeros de los años 90, mostraban que aproximadamente un 40% de los adultos nunca se habían masturbado -mostrándose este porcentaje inconsistente con otros estudios-).
Francia 1992: Un estudio entre 20.055 personas encontró que un 4,1% de los hombres y un 12,6% de las mujeres habían tenido al menos una experiencia a lo largo de su vida con personas de su mismo sexo.[15]
Gran Bretaña 1992: Un estudio entre 8.337 hombres británicos encontró que un 6,1% había tenido “algún tipo de experiencia homosexual” y un 3,6 tuvo “1 o más parejas homosexuales”.[16]
Noruega 1988: En una muestra aleatoria de 6.300 noruegos, un 3,5% de los hombres y un 3% de las mujeres informaron que habían tenido experiencias homosexuales en algún momento de su vida.[17]
No mundo animal não existe a pederastía. Leão acasala com a leoa, salmão com a salmã(?), galo com galinha, cachorro com cadela, touro com a vaca e por fim veado com gazela. Isto tem nome, “perpetuação da espécie”, o resto pode até ser agradável mas é só Senvergonhice.
Melhor ler um pouco mais sobre assuntos que não estejam relacionados ao futebol. Na natureza, em diversas espécias, há casos cientificamente documentos de homossexualidade. Leão com leão inclusive. “Sem vergonhice” é perpetuar na ignorância. Abraços!
responder este comentário denunciar abusoJacob, o seu texto é completamente inútil. Eu não disse que os homossexuais são exatamente 10% da humanidade. Eu disse que os homossexuais são cerca de 10% da humanidade. É claro que essa minha afirmação é um chute. É evidente que ninguém sabe exatamente quantos homossexuais existem no mundo. Para que se tivesse essa informação, seria preciso que em cada país se perguntasse, no censo realizado periodicamente, qual é a orientação sexual do entrevistado, da mesma maneira que se pergunta qual é sua religião e qual é sua etnia. Que eu saiba, essa pergunta não é feita no censo de nenhum país do mundo.
Você diz que os homossexuais são uns dois ou três por cento da humanidade. Que seja. Isso em nada contradiz o que eu disse. Os homossexuais sempre foram e sempre serão minoria. Mas eles sempre existiram e sempre existirão.
“Fique frio”, meu caro Jacob. Os teus temores são infundados. Os homossexuais não vão dominar o mundo. Eles não vão obrigar nem a você, nem a seu filho, nem a mim, que se torne homossexual. Mas eles sempre existirão. Nem a Inquisição, nem os nazistas conseguiram exterminá-los. Você acha que pessoas como você e Jair Bolsonaro conseguirão o que nem a Inquisição nem os nazistas conseguiram?
Você é o típico representante da esquerda mais baixa e burra que existe. Não tem argumentos, vocifera e só sabe dizer que os outros estão errados.
1) Meu texto tem o que você não tem: referências. Óbvio que você é outro medíocre chutador.
2) Além de tudo, é mentiroso e não banca o que escreve: “Eles são cerca de 10% da humanidade (atualmente isso seria uns seiscentos milhões de pessoas), sempre foram cerca de 10% da humanidade e sempre serão cerca de 10% da humanidade.”
3) É tão arrogante que é capaz de determinar o percentual de homossexuais da humanidade: “(…) sempre serão cerca de 10% da humanidade.”
4) Temores? O único temor que tenho é que os idiotas se tornem maioria. Esse é o verdadeiro perigo a temer. E haja vista os idiotas, com os quais você anda de mãos dadas, que não foram capazes de entender o que o Guterman escreveu em seu texto, cuja cultura hoje é 99,9999% adquirida pela Internet, pode-se dizer que o risco dos imbecis dominarem os espaços públicos é bem grande.
5) Bolsonaro? Nazistas? Exterminar? Quanta bobagem…Realmente, começo a achar que o livro “Para uma vida melhor” é mesmo necessário enquanto houver pessoas como você. Enfim, faz parte. Que você é uma anta ideológica isso já estava mais do que evidente, já que é incapaz de ler o que os outros escrevem. Mas agora você conseguiu se superar.
Deveria dar graças a Deus de eu ter dado uma pequena atenção a suas cretinices. Literalmente, você ganhou o dia, já que foi ignorado por todos, enquanto bostejava no blog.
Vai lá escrever no outro post que o Guterman está errado e que você está certo. Seu ridículo…
responder este comentário denunciar abusoSoberba.
Prá ambos os dois juntos e anexados.
responder este comentário denunciar abusoNão tenho qualquer suporte científico para dizer isso, mas suponho que a personalidade homossexual ¨orgânica¨é formada de cerca de 20% propensão hormonal inata, 70% por cento de condicionantes ambientais ao longo da juventude e 10% de fatores acidentais aleatórios, como a ocorrência de traumas físicos ou distúrbios psicológicos na infância do indivíduo. Ao que penso, porém, pode acontecer que o componente hormonal seja mínimo e a homossexualidade da pessoa derive de sua cooptação em criança ou na adolescência por adultos pervertidos. A esse respeito, li na imprensa dos EUA, israelense e de alguns países europeus relatos de gente que sofreu violência sexual quando pequena, como, por exemplo, ex-coroinhas ou ajudantes de culto que alegaram terem sido abusados por padres católicos ou pastores evangélicos. Isso também parece que aconteceu entre internos de umas poucas madrassot islâmicas e respectivos imans e houve até alunos de yeshivot ortodoxas que acusaram rabinos de procedimentos semelhantes. No caso de gente do sexo feminino, a indução ao lesbianismo também parece vir frequentemente por caminho análogo. Em casos como esses, penso eu, a vítima é enredada em um arapuca trágica para a qual não consegue discernir saída e, porque não pode renegar a catástrofe pessoal que a atingiu no passado, sua resposta é tentar reafirmar mais e mais sua supostamente congênita identidade homossexual. Isso cria na mente afetada uma perene neurose, que a faz permanentemente infeliz e explica as características rixentas e o comportamento desequilibrado de certos gays, lésbicas, travestis e congêneres.
Em várias ocasiões, tive a oportunidade de trabalhar com colegas homossexuais ou travar conhecimento superficial com pessoas dessa orientação, que ostentavam-na explicitamente ou a enrustiam. Minha observação, talvez equivocada, é que em geral eram indivíduos muito sensíveis e alguns de excepcional inteligência, bem acima do normal, e hábeis a controlarem-se a maior parte do tempo. Em todos, no entanto, era possível denotar amargo inconformismo com sua situação identitária. Pergunto, pois, se antes de medidas como a que o MEC pretende implantar nas escolas brasileiras, não seria importante realizar um estudo científico aprofundado sobre as especificidades do fenomeno da homossexualidade no Brasil.
Jakob, você disse que não bate em débeis mentais, mentiu…hehehe.
Escrito por jacob Ibrahim.
“Você é o típico representante da esquerda mais baixa e burra que existe.”
“Temores? O único temor que tenho é que os idiotas se tornem maioria.”
” Que você é uma anta ideológica isso já estava mais do que evidente”
“Deveria dar graças a Deus de eu ter dado uma pequena atenção a suas cretinices. Literalmente, você ganhou o dia, já que foi ignorado por todos, enquanto bostejava no blog.”
“Seu ridículo…”
Regras do blog de Gustavo Chacra:
“Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados.”
Jacob Ibrahim até inventou um palavrão novo para mim: bostejar. Esse eu não conhecia.
É uma pena, Marcos, que você não estabeleça para o seu blog os mesmos limites éticos que seu colega Chacra estabeleceu para os dele. No seu blog, até neopalavrões são permitidos.
É uma pena, também, Marcos, que você tenha começado um debate tão perigoso.
Depois de ler palavras tão lindas e edificantes no último cometário do leitor Jacob Ibrahim, encerro minha participação em um debate tão inútil.
Você age como criança covarde: atira pedra, depois sai correndo. Desde seu primeiro comentário, no qual se preocupou mais em descer o pau nos comentários alheios e no Guterman, por haver escolhido o tema, foi assim. Você apenas colheu o que plantou.
Além de tudo, fica policiando os outros e tenta se colocar como o senhor da ética.
Mais: bostejar significa “falar bobagem”. Realmente, tem origem no prefixo aí que lhe diz respeito (hehe). Mas hoje o significado é mais suave. De outra vez, informe-se antes de usar até isso para se colocar como coitadinho.
Que bom que está saindo fora. Se não tivesse respondido suas tolices, ninguém nem teria notado que você esteve aqui. Vai lá chorar no Chacra. Quem sabe lá a cama é mais quente hehe.
responder este comentário denunciar abusoJacosão, batendo forte e colocado!
responder este comentário denunciar abusoO percentual de homossexuais, – homossexualismo como hábito constante – é menor ainda que 10% da forças sexual ativa do conjunto social. Prestem atenção nos exemplos próximos. Não sei de amigos de meu círculo de amizade próximo metidos nessa anomalia. Para mim, a maioria dos meus próximos rejeitam pra valer essa especifidade sexual. Não se metam a considerar como espelho as grandes cidades, uma vez que somos 5 mil municípios espalhados Brasil afora.
Vamos ver o Jakob com suas informações científicas.
A absoluta maioria dos seres humanos tem sexualidade normal. Mulher quer homem e homem quer mulher.
Jakob, nem 10% considerando a experiência de nós todos.
O BRASIL TEM, no máximo, DOIS MILHÕES DE BICHAS E LÈSBICAS. O que já é muito mais que o necessário para que os normais tenham uma vida SEM POLUIÇÃO SEXUAL, que eles adoram exibir. Sería mais ou menos como eu, sendo hétero ficasse fornicando em público só para exibir a minha sexualidade. DESCONFIA POVO! p.s.Cada um tem direito a sua opção sexual, sem retaliações, porém NÃO avancem alem da linha do meu direito.
Como alguém que escreve o que você teve a coragem de postar ainda tem a ousadia de se chamar de “normal”? Impressionante!
responder este comentário denunciar abusoÓtima a citação de Nietzsche e Foucault, este Nietzscheano – implica ser o que se é, jamais como Nietzsche – e assim 100% ateísta e num corpo de natureza hedonista, adoro quando leio o Sr Guterman ser a quintessência do talento de saber transformar-se aqui no Estadão, detalhe Nietzscheano. A propósito, foi a Torá que primeiro condenou atos homossexuais por razões divinas, a tragédia seguinte foi o que mais concordo de toda a obra de Nietzsche, o Cristianismo e seu ódio ao corpo e ao prazer. Como um brasileiro gay, duvido que a maiortia moral mude, ao contrário, acho até que virá uma reação conservadora no mundo.Quando se vê o Papa falando à TV com astronautas, espero dos altos padres da civilização alguma surpresa criada para os crédulos, eu amo quando Nietzsche afirma que os Judeus re-ocidentalizaram o ocidente (individualismo) mas temo, que vem mentira cósmica, climática, enfim duvidarei sempre, Ateu 99.9999999 n vezes . Eterno retorno .
Lendo os comentários dos assumidos heterrosexuais, concluo que estâo bem longe da realidade. Nâo aconselho que saiam à noite, para não se decepcionarem com a juventude atual . Melhor ficar lendo os seus livros, baseando-se em conceitos e filosofías de outros tempos, conforme decanta aqui o Jakob Ibrahim ( a primadona do blog) para defender o seu ponto de vista ultrapassado, e malhar a ameaça dos homossexuais ao seu mundo proselitista do século passado.
Nâo creio que a relação homem e mulher esteja ameaçada pela presença legal dos homossexuais na sociedade brasileira, muito pelo contrário: permitindo que cada pessoa exerça a sua individualidade sexual, no meu entender, os casamentos entre os heteros vâo ser muito mais felizes. É muito triste para uma mulher saber que o seu marido é gay e está casado com ela por obrigação social. E esta não é uma situação incomum. Vice-versa deve ocorrer. Lésbicas que estão insatisfeitas com suas vidas de casadas com homens, que sonham com outras mulher, que odeiam o sexo com o marido. O prazer do casamento – ou a melhor coisa da vida, o sexo-acaba se tornando uma obrigação e a vida sem graça.
Por isto, na minha concepção, se cada um pudesse ser verdadeiramente a sua sexualidade, sem as imposições culturais ditadas pelos heterrosexuais machos, todos seriamos muito mais felizes.
Daisi, em nenhum momento a desrespeitei, embora desde o princípio seus comentários (aos meus comentários) estivessem completamente deslocados e você tenha dado mostras de que não entendeu nada do post do Guterman.
O tema do post não é a aceitação ou não dos homossexuais, mas a tentativa do movimento homossexual de tentar desconstruir e/ou desqualificar os heterossexuais, dizendo que a heterossexualidade é uma ‘farsa’. Não é. Os seres vivos nascem de um óvulo (feminino) e de um espermatozóide (masculino). Essa é a premissa. Não há contorcionismo verbal que mude isso. Se a geração vem de um casamento, por meio de barriga de aluguel, proveta etc., não vem ao caso. Essa é a premissa. Portanto, falar de “invenção da heterossexualidade” não passa de uma mentira e sua defesa é um ardil fascista.
Ocorre que vários comentaristas -alguns extremamente ignorantes, entre os quais você está inclusa- tentam ver preconceito onde não existe. Ninguém aqui demonstrou temor de nada. Exceto os homossexuais e seus defensores, os quais não aceitam que haja pessoas que não rezem a cartilha politicamente correta.
Se você tem filho, marido ou parente gay e tem dificuldade de lidar com isso, desculpe, é uma situação sua. Não destile seu rancor ou animosidade sobre quem nada tem a ver com isso. Estamos aqui para debater. Agora, se você tem outras intenções, melhor procurar ajuda médica urgente.
Se você goza de toda a liberalidade que condena nos “heressexuais machos”, ora, desfrute-a. É tão difícil assim viver a própria vida sem se preocupar com a vida dos outros?
Sinceramente, creio que gente com a sua qualidade intelectual, tendendo a zero, só presta um desserviço ao movimento homossexual.
responder este comentário denunciar abusoCorreção ao comentário: onde está escrito “Os seres vivos” leia-se “Os seres humanos”.
responder este comentário denunciar abusoDaisi,
voce esta’ coberta d erazao.
Mas voce escolheu o alvo errado!
O tema do post nao e’ esse que voce discutiu e o Jakob nao foi contra oq ue voce mesmo falou.
No fim, o preconceito foi seu!
Jakob,
o problema dos comentaristas e’ interpretacao de texto!
Os cqras vem com a ideia pre-concebida e cai matando no que eles ACHAM que esta’ escrito e nao no que DE FATO esta’ escrito.
De tao preconceituosos que sao acabam inventando coisas que o texto nem mesmo falou e ,inclua-se nesta ma’ interpretacao, a respostas dos comentaristas como voce.
digo “aos comentaristas” nao “dos comentaristas”
responder este comentário denunciar abusoCaro prima dona deste blog, quanta sensibilidade em perceber que eu tenho problema com o meu filho homossexual neste seu mundo perfeito- imperfeito. Desde o seu primeiro comentário você já teceu alguns conceitos contra os homossexuais que nâo me agradaram, como “ditadura das minorias”, o argumento dos “neo facistas é sempre o mesmo”, entre outros que denotam a sua antipatia não apenas pelo movimento gay mas também pela sociedade ocidental. Citar os árabes, os indianos e os chineses, como exemplos de sociedades melhores porque têm 0,1% de homossexuais, é demais para se acreditar. Que gay vai assumir a sua sexualidade na Arábia Saudita? Dá para ver que você gosta de sociedade fechadas, onde tudo acontece por trás dos bastidores, e as mulheres, em todas estas sociedades são mau tratadas por estes pervertidos.Isto mesmo, religiosos enrustidos. Quanto mais puritanos, mais perversos com os mais fracos.
Na sua histeria intelectual você se acha uma vítima das minorias homossexuais e neste blog se acha com direitos de atacar os menos pensantes, de forma mal educada e grosseira : nós, pobres mortais ,que não lemos e nem citamos entre aspas frases de autores. Pra mim isto não vale nada, porque você demonstra ser uma pessoa com o mínimo de sensibilidade, um bruto que lê livros e se acha o bicho da goiaba (podre) Pobres dos seus . Cultura, conhecimento e disciplina a Alemanha da Segunda Guerra tinha e deu no que deu.
Você só está evidenciando ainda mais seu preconceito e ignorância. Teci comentários contra parte do movimento gay -a ala histérica-, que tenta estigmatizar os heterossexuais apenas por serem heterossexuais, para afirmarem a própria sexualidade. Argumentei com dados e referências, coisa que você não foi capaz de fazer. Você ainda não conseguiu entender que o tema do post é outro tsc tsc.
Os números citados não são meus. Fazer o que se o mundo é diferente das suas fantasias gala-gay (hehe)? E, se você é tão liberal como diz; se seu mundo é tão perfeito e tolerante; se está satisfeita com a homossexualidade de quem quer que seja, ora, viva sua vida e seja menos recalcada. A palavra “gay” significa “alegre”. Onde está sua alegria? hehe
Márcio, com ignorantes ou fascistas não dá para debater: os primeiros não têm argumento; e os segundos só conseguem ver as próprias idéias prontas e, pior, o tempo inteiro tentam impingi-las aos outros.
responder este comentário denunciar abusoCaro prima dona, compreenda que o exagero da parte do Leandro Colling é para neutralizar discursos exacerbados como os da sua laia, que se julga o dono absoluto da verdade, por estar em paz com a sua heterossexualidade. Viva a sua vida. Deixe em paz quem quer ir à parada gay. Quando você entender que os movimentos gays são para mostrar a todos que existe algum tipo de união política entre os homossexuais, e que não podem mais ser mais humilhados , perseguidos e até assassinados por …. homens heteressexuais, então neste dia você deixará de ignorar a realidade e a natureza humana, que é hetero sem dúvida mas é homo também.
responder este comentário denunciar abusoMuita conversa chata, citando essa gente da história q ninguém quer saber. A verdade é o seguinte: O Brasil não tem problemas com crianças abandonadas, drogados, saúde pública, trânsito caótico, corrupção e por aí vai. A maior preocupação do supremo é se gay pode casar ou não. “Que País é este?”
Pra mim a heterossexualidade e homossexualidade fazem parte da natureza humana, o último, inclusive vigente no reino animal.
O brabo é quando nos utilizamos de meios pseudo-científicos ou da discurseira ideológica para desconstituir um ou outro. O brabo é a opressão e o preconceito que a maioria hétero lança sobre o segundo.
Compreendo este novo discurso homo como um exagero na luta para fazer valer sua orientação, exagero normal quando se quer modificar um status quo defasado.
No mesmo exagero necessário incorreram as primeiras feministas queimando soutiens. Hoje, se principalmente no mundo ocidental, a situação da mulher melhorou em vários aspectos, o movimento feminista pôde alcançar algumas de suas metas.
“Qualquer forma de amar vale amar.”
Parabéns pelo seu comentário. Hoje as mulheres se dão ao direito até de não usar sutiã se quiserem e de usar calças compridas e cabelos curtos, impensável para a cultura ocidental do começo do século passado. Parabéns, muito lúcido o seu comentário em contrapartida outros são tão preconceituosos que pararam no tempo.
responder este comentário denunciar abusoObrigada Daisi e um abraço.
responder este comentário denunciar abusoEste debate está muito interessante, não sou de religião, mas ouvi, que a previsão do fim do mundo se daria a partir de 7 anos sem o nascimento de bebes, e pelo que vem acontecendo no mundo em relaçaõ ao clima, as catastrofes, e a normalidade do homosexualismo acho que está bem proximo.
Respeito a escolha sexual de todos mas tenho o direito de não considerar natural.Acho que no ser humano falta valores,como respeito, que compreende a todos sem discriminação.
Papo-furado à parte, chega de preconceito e cada um na sua. Não adianta quem não gosta de homossexual ficar querendo justificar assim ou assado. Ninguem tem nada a ver com a opção sexual dos outros.
E a Igreja Católica devia mesmo é pedir eternas desculpas pelas enormes matanças e discrimanações que sempre patrocinou. E os hipócritas de plantão podem fazer o mesmo.
Alguns falaram da ditadura da homossexualidade, dando a entender que o reconhecimento dos direitos dos homossexuais tornará a sociedade gay… Li ainda que alguns homossexuais ficam agressivos quando sofrem rejeição… Vi também sugestões de leitura… Até citaram a igreja católica. Enfim! Muita polêmica sempre! Mas o que falta é o primordial em cada ser humano (o qual eu chamo carinhosamente de “besta intelectualizada”): compreensão em todos os aspectos. Não é apenas o gay que sofre discriminação… Gay, obeso, anoréxico, pobre, rico, calvo, peludo, cego, flamenguista, corintiano, alemão, angolano, etc., todos sofremos preconceitos. Defendo, sim, a criação de certas leis para que algumas bestas que se dizem intectualizadas sejam obrigadas a respeitar as diferenças. Coincidiu que a diferença da vez é a homossexualidade. Amanhã qual será? E me desculpem a franqueza, chega da ditadura da heterossexualidade. Homossexual é gente! EU SOU GENTE!
Além do que já disse anteriormente, há achistas demais por aqui fazendo citações deste e daquele pensador, teórico, psicanalista e companhia limitada. Só faltaram o Patati e o Patatá! Os intelectualizados que postaram os comentários aqui só esqueceram o detalhe de que o termo HOMOSSEXUALISMO é completamente equivocado, não se usa mais desde que a homossexualidade, lá no século passado, foi entendida como algo completamente inerente ao ser humano. Então, para alguns dos queridos, antes de vomitarem suas frases por intermédio do (ctrl c + ctrl v), gentileza se atualizarem. Talvez vocês nem sabiam que estamos no anos 2011. Boa tarde!
Nem mesm vale um comentário aprofundado. Basta dizer que Colling nem mesmo fala contra a heterossexualidade. E dizer que somos seres culturais nem significa que somo todos bissexuais. Propor que todos nós devemos sair de nossas zonas de conforto quer dizer que temos que ter olhos crítcos para nossa sexualidade. Todos temos problemas a solucionar para viver melhor. Não impõe mudança de parceiro sexuais do sexo oposto para os de mesmo sexo. Nossa realações heterossexuais tem muito a melhorar. As mulheres são extremamente devalorizadas e os homens são pressionados a não lidar com suas emoções etc.
“uma afronta à realidade objetiva”: Mulheres são inferiores aos homens. É algo incontestável, não? Já que são 51% da população mundial isso só pode ser um comportamento natural. Apenas um parcela ínfima das mulheres conseguem ser e se assumir inteligentes.
Não podemos dizer que hetorossexualidade é natural. Nem mesmo podemos dizer isso da homossexualidade. As pessoas daqui ficariam chocadas se procuram informação e encontrassem que os demais espécies a relações homossexuais existem. Existem inclusive como um meio para preservar a espécie. Não como a reprodução, é claro. Mas como uma maneira de coesão social etc.
E texto de Guterman é absurdo. Se ele tivesse entendido o que Colling quis dizer não falaria tanta bobagem.
Reprodução sexual e heterossexualidade não são a mesma coisa. Reprodução sexual é algo que acontece, é um fato biológico da vida. A heterossexualidade é uma forma cultural de entender e organizar a humanidade. Nesse sentido, nenhum animal é heterossexual, pois só pessoas podem ser héteros.
Eu entendo a importância política de defender que a homossexualidade é natural (e eu, que sou gay, realmente sinto que nasci assim), mas eu sei racionalmente que todas as identidades de gênero e todas as expressões de sexualidade (não estou falando de reprodução!!) são culturais e aprendidas. Isso teria que vir em um segundo momento da militância, mas concordo com esse cara: é importante mostrar como a heterossexualidade é cultural, compulsória e opressiva para todos.
AI MEU SACO! É evidente que a heterossexualidade passou a ser mais valorizada porque era a ÚNICA forma de relação que servia ao mais importante propósito do fenômeno da vida, isto é, PERPETUAR-SE!!!!!
Interessante como essa “imposição” cultural aconteceu em TODAS as culturas, né?? rsrs Ou vocês conhecem alguma na qual as relações heterossexuais tenham sido ao menos igualadas às demais?? asiuehasuieih Uma piada mesmo…
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