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Marcos Guterman

03.fevereiro.2012 22:28:24

“O Partido Nazista era de esquerda”

A deputada democrata-cristã Erika Steinbach causou uma confusão nesta semana na Alemanha ao tuitar: “O Partido Nazista era de esquerda. Esqueceram? Partido Nacional SOCIALISTA dos TRABALHADORES Alemães”. As maiúsculas fazem parte da ênfase que Erika quis dar aos elementos supostamente de esquerda da legenda nazista. Pouco depois, a deputada disse que era apenas uma provocação, a propósito de um debate sobre os extremismos de esquerda e de direita. A Spiegel ouviu historiadores para comentar o assunto, dada a repercussão que causou.

Heinrich August Winkler, da Universidade Humboldt de Berlim, disse que os nazistas eram contra tudo o que fosse de esquerda e que era impossível ser tão de direita quanto eles, ao promoverem “uma negação radical do Iluminismo”. Michael Kohlstruck, do Centro de Pesquisa sobre Antissemitismo da Universidade Técnica de Berlim, disse que “o Partido Nazista tinha ‘socialismo alemão’ no programa, claro, mas não era internacionalista, e sim baseado na perseguição, na exclusão e no extermínio”. Para ele, considerar o “socialismo” contido no nome do Partido Nazista como semelhante ao dos movimentos de esquerda é um “truque historiográfico”. “Dizer que o Partido Nazista era de esquerda é um disparate.”

Leitores do Twitter de Erika provocaram a deputada, dizendo que, se a questão é de nomenclatura, então seu partido, a conservadora CDU (União Democrata Cristã), é socialista, porque tem a palavra “União”, assim como a “União Soviética”.

comentários (48) | comente

48 Comentários Comente também
  • 03/02/2012 - 23:03
    Enviado por: Zulfikar

    O marxismo é um réles instrumetal para se chegar a tirania, o que vem depois pouco importa os objetivos idem.

    Na prática qual a diferença do totalitarismo soviético para o nazi alemão?

    A intenção…deve ter sido motivo de orgulho para os milhões de europeus mortos pelo regime soviético saberem que estavam morrendo em prol da igualdade humana, igualdade na miséria sob o bárbaro despotismo.

    Esta ai Hitler defendendo uma sociedade sem classes.

    Marxismo aplicado.

    http://www.youtube.com/watch?v=lAi7UnXp9Aw&feature=player_embedded

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  • 03/02/2012 - 23:59
    Enviado por: Fabio Unique

    Na roda ideológica, os extremos se encontram; parte do atrativo do Partido Nazista era de que, oras, se o socialismo era inevitável, deveria ao menos ser aparelhado usando critérios raciais, enquanto o socialismo Soviético havia nascido mal por ter sido aparelhado por Judeus, em termos raciais. Da mesma forma, as Ditaduras Militares Brasileiras que mais se identificavam com o fascismo promoveram estatização a moda Neo-Marxista (A começar por Getulio Vargas que confiscou a Standard Oil) embora torturavam comunistas como se fossem uma Santa Inquisição.

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  • 04/02/2012 - 00:09
    Enviado por: Gork

    diz o “historiador”:

    ““o Partido Nazista tinha ‘socialismo alemão’ no programa, claro, mas não era internacionalista, e sim baseado na perseguição, na exclusão e no extermínio””

    ah, bom, e por acaso o “socialismo” sovietico (ou chines, ou cubano) nao era baseado na perseguicao, exclusao e exterminio ?

    Seriam as gulags chinesas, sovieticas ou cubanas mais humanas do que os campos de concentracao nazistas?

    Nos dois casos impera o mesmo principio, que eh o monopolio do Estado (e do partido no poder) sobre a economia, politica, justica e na vida privada dos cidadaos. Quem nao se “adaptar” ao modelo escolhido eh sistematicamente eliminado.

    E por fim, compara o uso da palavra “uniao” com “socialista” eh coisa de analfabeto.

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  • 04/02/2012 - 06:00
    Enviado por: Paulo Calixto

    Vocês da direita são tão covardes que nem têm coragem de se autodenominarem como tal! Mesmo tendo opiniões reacionárias, excludentes, elitistas, ainda assim, não assumem tal nomenclatura!

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    • 04/02/2012 - 10:32
      Enviado por: Ed

      E você é irritante.
      Mas certamente não se assume como tal perante os amigos.

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    • 04/02/2012 - 13:45
      Enviado por: Microempresário

      Eu sou de direita e tenho orgulho disso. Se vc acha que está me xingando ao me chamar de direitista, eu considero elogio, sinal de inteligência. Como já disse nosso ex-presidente, “se o cara chega aos sessenta e continua de esquerda, é porque tem algum problema”.

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    • 05/02/2012 - 13:42
      Enviado por: Caio

      Concordo com vc Paulo!!!!!

      O nazismo se travestiu de esquerda assim como uma “periguete” se traveste de dama da sociedade para dar um “Golpe do Baú”

      E se tem gente que acha que alguém que chegue aos 60 e ainda é de esquerda tem um problema eu penso ao contrário: Alguém que tenha 20 anos e seja de direita tem sim um problema. E ESSE PROBLEMA É DE CARATER!!!!!!!!!

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    • 07/02/2012 - 01:34
      Enviado por: Ben

      Se a esquerda fosse tão boa assim, o comunismo não teria desabado no leste europeu. Se os esquerdistas fossem tão bonzinhos assim, os meus bisavós não teriam sido assassinados a sangue frio pelos comunistas.

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    • 07/02/2012 - 09:31
      Enviado por: Ciro, o persa

      Bem, esquerda ou direita, quando chegam poder , perdem a cabeça.

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    • 07/02/2012 - 16:09
      Enviado por: Ben

      Pelo o que eu saiba o Ronald Reagen e a Margareth Tatcher não perderam a cabeça quando chegaram ao poder.

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  • 04/02/2012 - 06:50
    Enviado por: Fabio de Israel

    Se voce transportar a ideia para o Oriente Medio,vera que partidos nazistas ainda existem
    com nomes diferentes como por exemplo Hezbollah,Hamas,Fatah,Jihad,Irmandade Muculmana
    e outros ai afora.
    Governos Nazistas seriam a Venezuela sob o comando de Chavez e o Ira com estes Ayatollahs
    retrogados e seu presidente, Anao de jardim, Ahmadinejad.

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  • 04/02/2012 - 08:47
    Enviado por: markus

    Pois é…o PT também se diz socialista. No entanto, banqueiro nunca ganhou tanta grana quanto no governo Lula… dos trabalhadores? Quais?!?!

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  • 04/02/2012 - 08:49
    Enviado por: João Só

    A direita é tão abjeta que nem a paternidade dos filhos legítimos assume.

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    • 04/02/2012 - 14:13
      Enviado por: Microempresário

      Questão de opinião, João.

      Para mim, abjeta é a esquerda que faz de conta que não sabe dos crimes que as ditaduras de esquerda cometeram (e continuam cometendo).

      Abjeto é elogiar, paparicar e até ajudar financeiramente qualquer ditador que seja contra “a direita”, e fazer de conta que ao fazer isso não está sendo cúmplice da repressão que estes ditadores impõem a seu povo.

      Abjeto é aceitar e praticar a mentira, a calúnia e a manipulação como meios válidos para chegar ao poder e manter-se nele.

      Abjeto é uma pessoa abrir mão de seu raciocínio, de seu bom-senso e de seu senso crítico para repetir como um papagaio amestrado as palavras de ordem que leu no site do partido.

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  • 04/02/2012 - 09:45
    Enviado por: Rodolfo

    O Nazismo não era de esquerda, mas prova que extremos possuem semelhanças. As características do Stalinismo na URSS são mais próximas do Nazismo do que qualquer país com governo moderado de esquerda.

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  • 04/02/2012 - 10:38
    Enviado por: Diogenes da Lantterna

    A “marca registrada” do Partido dos Trabalhadores Nacionais Socialistas, liderado por Hitler, era a de Invadir países fronteiriços, perseguição religiosa e imprensa informativa.
    - A “marca registrada” do Partido dos Trabalhadores e Ruralista Russos, liderado por Stalin, era a de invadir paises fronteiriços, perseguição religiosa e imprensa informativa.
    - A “Grande Alemanha Nazista” do neo-socialismo transformou-se na “União das Republicas Socialistas Sovi(sem)eticas” quando assassinaram milhares de Juguslavios, Tchecos, Ucranianos, Chechenos, Romenos, Hungaros, Poloneses, enfim a totalidade dos Balcãs e do entorno russo.

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    • 05/02/2012 - 13:51
      Enviado por: Caio

      Exatamente diógines…….Vc tem toda a razão!

      Apesar da ideia de socialismo pregada pelo regime russo Stalin, na minha opinião, foi no mínimo tão nocivo à humanidade quanto o próprio Hitler, pois ele não matou “apenas” seres humanos, mas matou também uma ideia, uma filosofia, um modo de ver as relações humanas.

      E desde então estamos todos submetidos á filosofia do Homem sendo o lobo do Homem!

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  • 04/02/2012 - 10:39
    Enviado por: Ed

    A diferença entre os dois é que o comunismo matou muito mais que o nazismo. Claro que o nazismo durou uma década e, se não tivesse sido anulado, essa conta empataria nos dias de hoje.
    Mas, basicamente, são duas escolas de sádicos e provas concretas da pouca inteligência dos macacos pelados.

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  • 04/02/2012 - 10:45
    Enviado por: Cristiano

    Gurterman, creio eu que os extremos ( de esquerda e de direita) terminam se encontrando como as duas pontas que se encontram em um círculo. Resumindo: são farinha do mesmo saco! NÃO AOS EXTREMISMOS!

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  • 04/02/2012 - 11:28
    Enviado por: marcosmingra

    A esquerda gosta desta divisão, há até alguma razão histórica para isto, quando a esquerda era só uma esperança. Depois da URSS tudo mudou, a era da ingenuidade acabou. Esta burrice ideológica serve apenas para fazer gente burra parecer inteligente (porque um monte de intelectuais foram e “intelectuais” são de esquerda).
    Sim, Nazistas e comunistas tem mais coisa parecida do que diferente. São semelhantes nos crimes, na perversidade, na revisão histórica, na megalomania de seus líderes, na manobra de massas mesmerizada e idolatra, no espírito de dominação, no desprezo a vida. Quer mais?

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    • 04/02/2012 - 12:03
      Enviado por: markus

      Arrependam-se! Voltem ao redil capitalista ou ardei no fogo “comunista”! Os “comunistas invertem a posição da frase, mas a merda é a mesma…

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  • 04/02/2012 - 12:00
    Enviado por: justo

    Na sintese, tanto o comunismo quanto o nazismo, tem como cerne matar a todos que não estiverem de acordo com o que eles pensam e querem como regime de governo.
    Para os que morrem por causa disto, não há diferenças.

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  • 04/02/2012 - 12:18
    Enviado por: Marcos L. S.

    Para mim, o partido nazista, e Hitler, tiveram toda a culpa pela hecatombe que foi a segunda guerra mundial, mas quanto a sua ideologia meramente política, acho que unia princípios da esquerda e a direita, razão que os permitiu promover um imensa mobilização social capaz de ré-erguer a Alemanha em poucos anos e transformá-la novamente em uma potencia mundial depois da 1ª guerra mundial e o fiasco de Versailles.
    O Problema é que a união dos dois princípios antagônicos (direita e esquerda) não podia se sustentar indefinidamente, então os líderes do regime partiram para os funestos subterfúgios na tentativa de prolongar seu regime e se perpetuar no poder, assim enfatizaram a política racista-eugênica do livro de Hitler, escolheram as minorias étnicas (entre elas os judeus) para bode expiatório, e começaram a preparar a guerra futura para desviar de vez a atenção do povo dos problemas internos que aos poucos se avolumavam.
    A técnica de guerra no exterior, para apaziguar os conflitos interiores é usada até hoje com muito sucesso pelos EUA.
    Aliás, muitas coisas foram copiadas dos nazistas, até mesmo o cerimonial pomposo de abertura das olimpíadas, que começão em Berlim em 36.
    Creio que até hoje, o medo terrível que se tem da ideologia nazista reside no fato de tentar impedir que outro desavisado tente, e principalmente consiga novamente unir (ainda que temporariamente) direita e esquerda …

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    • 04/02/2012 - 12:32
      Enviado por: Dany

      Ué,mas Hitler uniu a direita com a esquerda? Pensei que ele tinha acabado totalmente e de modo violento com os esquerdistas da Alemanha.Não foi assim??

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    • 04/02/2012 - 13:37
      Enviado por: Marcos L. S.

      Sr. Danny

      Se o senhor tiver a gentileza de observar, o meu comentário se inicia com a expressão “Para mim” ou seja ele reflete única e exclusivamente a minha visão pessoal sobre o tema.
      Acredite o senhor ou não, isso é um direito de cada um …

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  • 04/02/2012 - 12:29
    Enviado por: Dany

    Quer dizer que para alguns alemãos a palavra “união” significa socialismo? Tem uma deturpação,acho,acredito que a união no caso da antiga URSS queria dizer “rebanho”.
    Olha,hoje em dia o que me revolta pra valer é a incapacidade dos políticos sejam de onde forem de enxergarem a realidade,não pressentem nada em meio a idiotice de administradores que não conseguem nem tapar os buracos nas ruas mas se promovem com tapinhas nas costas de seus protetores nos partidos.Conheço uma socialista que se tornou prefeita de uma pequena cidade – como se fosse uma Santo Amaro em SP – e não tem vergonha de sair com seus bajuladores desfilando pelas avenidas de seu território, como se fosse muito popular.Ela dá baile todo ano na cidade,em seu nome (pra homenagear ela mesma) e busca votos entre a população de imigrantes e os mais pobres,mas nem tenta melhorar a mobilidade dos seus queridos habitantes,com mais e melhores ônibus,o que é essencial e uma das primeiras preocupações de qualquer administrador público na função de prefeito.Pra mim ela faz do socialismo um tipo de “nazismo”,querendo que o povo cultive sua imagem como antigamente Stálin,Hitler e Mao levaram o povo ao culto da personalidade.

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  • 04/02/2012 - 14:01
    Enviado por: Microempresário

    Os “comentários” dos tais historiadores são a síntese exata do pensamento esquerdista: “tudo que é esquerda é bom e tudo o que é bom é esquerda”. Se X é algo é “do bem”, só pode ser de esquerda. Aí quando se descobre que X na verdade não é tão bom assim, automaticamente passa a ser de direita ou um “traidor da causa”. Nos meios intelectuais isso é conhecido como “A falácia do verdadeiro escocês”.

    Legal é quando um governante de esquerda chega ao poder e se torna amigo de todos aqueles a quem demonizava antes. Aí a militância-capacho faz de conta que não percebeu e passa a jurar que todos os novos aliados são gente fina desde criancinha.

    Mas estou fugindo do tema, o parágrafo acima se aplica mais a um certo país sul-americano do que à Alemanha, que é o assunto do post.

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    • 04/02/2012 - 23:34
      Enviado por: adriano

      “Os “comentários” dos tais historiadores são a síntese exata do pensamento esquerdista: “tudo que é esquerda é bom e tudo o que é bom é esquerda”. Se X é algo é “do bem”, só pode ser de esquerda”

      E os seus comentários são a síntese exata de certo pensamento direitista: “tudo o que é da esquerda é ruim e tudo o que é ruim é necessariamente de esquerda”. Que é, pelo que eu entendi, o mesmo pensamento que norteou a fala da deputada alemã.

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  • 04/02/2012 - 15:29
    Enviado por: Zulfikar

    Dany

    Perseguir a esquerda não é argumento para afirmar que o nazismo não era uma manifestação específica da doutrina marxista, Stalin também perseguiu a esquerda.

    A Alemanha nazista tambem perseguu religiosos, cristãos e judeos.

    Dizer que a matança de judeos tinha caráter puramente étnico é negar a religiosidade daquele povo.

    Essa história de perseguir religiosos era fato muito comum na URSS.

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    • 04/02/2012 - 18:38
      Enviado por: Fabio Unique

      “A Alemanha nazista tambem perseguu religiosos, cristãos”

      Quantas Igrejas Hitler atacou? E quantos Bares Gays Hitler atacou? O fato é de que foi mais do que possível, foi provável, ser cristão e Nazista ao mesmo tempo.

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    • 04/02/2012 - 19:02
      Enviado por: Fabio Unique

      Ou, colocado de outra forma, na década de 30:

      -Quantos homosexuais foram perseguidos dentro do Partido Nazista por serem homosexuais? (Dica: todos foram mortos.)

      Nas décadas de 30 e 40:

      -Quantos cristãos foram perseguidos dentro do Partido Nazista por serem cristãos? (Dica: os cristãos estavam ocupados demais matando Judeus e Homosexuais para serem inúteis para a causa de Hitler, a despeito da tão alegada afinidade Nazista pela cultura pagã.) Hitler em si era Católico, e o Papa Ratzinger, aposto que foi tão contra o Nazismo como foi Martin Heidegger, só que esse último, também Católico, era membro do Partido Nazista, enquanto Ratzinger era somente membro da Juventude Hitlerista.

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  • 05/02/2012 - 17:57
    Enviado por: Alder Oliveira de L. e Silva

    .”Uma semana antes das eleições, em 27 de fevereiro, os nazistas incendiaram o parlamento e acusaram os comunistas de serem os responsáveis. Nas eleições que se seguiram, os nazistas obtiveram 17,3 milhões de votos e 288 deputados, cerca de 48% do eleitorado (em novembro, eles haviam recebido 11,7 milhões de votos e 196 deputados). Banido o Partido Comunista, os nazistas começaram a perseguir os social-democratas e o movimento sindicalista, e os primeiros campos de concentração começaram a se encher com todos os homens e mulheres esquerdistas” Enciclopédia Britânica..

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  • 05/02/2012 - 19:14
    Enviado por: Salomon

    POIS É, O ACADEMICO DE CAMBRIDGE, GEORGES WATSON CLASSIFICA O PARTIDO NACIONAL SOCIALISTA DOS TRABALHADORESALEMÃES, COMO SOCIALISTA NO SENTIDO DO SENTIDO DE SOCIALISMO DO SÉCULO XIX E DO PCUS…. VER SEU LIVRO “THE LOST LITERATURE OF SOCIALISM”…
    Na linha do antissemitismo de Marx (ver “A Questão Judaica”, pode ser baixado “gratis” pela internet), Hitler declara “Se somos socialistas, devemos ser antissemitas. Como, como socialista, você não pode ser antissemita?”

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  • 05/02/2012 - 19:26
    Enviado por: Zulfikar

    Voltar ao Sourcebook História Moderna
    Sourcebook História Moderna:
    O Pacto Molotov-Ribbentrop de 1939

    Texto do Pacto Nazi-Soviético de Não-Agressão

    O Governo do Reich alemão e O Governo da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas desejosos de fortalecer a causa da paz entre a Alemanha ea URSS, e provenientes das disposições fundamentais do Acordo de Neutralidade concluído em abril de 1926 entre a Alemanha ea URSS, ter atingido o seguinte acordo:

    Artigo I. Ambas as Altas Partes Contratantes obrigam-se a desistir de qualquer acto de violência, qualquer ação agressiva, e qualquer ataque contra o outro, seja individualmente ou em conjunto com outros Poderes.

    Artigo II. Se uma das Altas Partes Contratantes se tornar objeto de ação beligerante por uma terceira potência, a outra Alta Parte Contratante deve, em nenhum modo dar o seu apoio a este Poder terceiros.

    Artigo III. Os Governos das duas Altas Partes Contratantes no futuro manter contato contínuo com uma outra para fins de consulta, a fim de trocar informações sobre problemas que afetam seus interesses comuns.

    Artigo IV. Deve disputas ou conflitos surgem entre as Altas Partes Contratantes poderão participar em qualquer agrupamento de Poderes, quer seja direta ou indiretamente destinada a outra parte.

    Artigo V. Caso disputas ou conflitos surgem entre as Altas Partes Contratantes sobre os problemas de uma forma ou de outra, ambas as partes devem resolver estas disputas ou conflitos exclusivamente por meio de troca amigável de opinião ou, se necessário, através da criação de comissões de arbitragem.

    Artigo VI. O presente Tratado é celebrado por um período de dez anos, com a ressalva de que, na medida em que uma das Altas Partes Contratantes não avança que um ano antes da expiração deste prazo, a validade do presente Tratado deve ser prorrogado automaticamente por mais cinco anos.

    Artigo VII. O presente tratado será ratificado dentro do menor tempo possível. As ratificações serão trocadas em Berlim. O acordo entra em vigor tão logo seja assinado.

    [A seção abaixo não foi publicado no momento em que foi anunciado acima.]

    Protocolo Adicional segredo.

    Artigo I. No caso de um rearranjo territorial e política nas áreas pertencentes aos Estados do Báltico (Finlândia, Estónia, Letónia, Lituânia), o limite norte da Lituânia representam o limite da esfera de influência da Alemanha e URSS Neste juros a conexão da Lituânia na área Vilna é reconhecido por cada partido.

    Artigo II. No caso de um rearranjo territorial e política das áreas pertencentes ao Estado polonês, as esferas de influência da Alemanha e da URSS deve ser delimitada aproximadamente pela linha dos rios Narev, Vistula e San.

    A questão de saber se os interesses de ambas as partes fazer a manutenção desejável de um Estado independente polonês Estados e como tal estado deve ser limitada só pode ser definitivamente determinada no curso de evolução política.

    Em qualquer caso, ambos os Governos vão resolver esta questão por meio de um acordo amigável.

    Artigo III. Em relação ao Sudeste da Europa a atenção é chamado pelo lado soviético ao seu interesse na Bessarábia. O lado alemão declara o seu desinteresse político completo nestas áreas.

    Artigo IV. Este protocolo deve ser tratada por ambas as partes como estritamente confidenciais.

    Moscou, 23 de agosto de 1939.

    Para o Governo do Reich Alemão v. Ribbentrop

    Plenipotenciário do Governo do Molotov USSRV

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  • 05/02/2012 - 19:27
    Enviado por: Zulfikar

    Todos falam da Polônia, poucos lembram da Finlândia invadida pelos nazistas soviéticos.

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  • 05/02/2012 - 20:46
    Enviado por: Marlus

    Só uma besta quadrada para acreditar que Hitler era de direita:

    http://www.youtube.com/watch?v=W3s0ifB5G9I

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  • 05/02/2012 - 20:51
    Enviado por: Marlus

    URSS, A MÃE DO NAZISMO

    Se você acha que comunistas, socialistas e marxistas acadêmicos são pessoas normais e respeitáveis, com as quais é possível um “diálogo democrático”, por favor vá ao site http://www.sovietstory.com/about-the-film, ou diretamente a http://www.youtube.com/watch?v=xqGkj-6iF2I&feature=PlayList&p=26731056B15AF3E1&index=0&playnext=1 e veja o filme The Soviet Story, que o cientista político Edvins Snore escreveu e dirigiu baseado em documentos recém-desencavados dos arquivos soviéticos.

    Eis algumas coisinhas que você pode aprender com ele:

    1. Toda a tecnologia genocida dos campos de concentração foi inventada pelos soviéticos. Os nazistas enviaram comissões a Moscou para estudá-la e copiar o modelo.

    2. O governo da URSS assinou com os nazistas um tratado para o extermínio dos judeus e cumpriu sua parte no acordo, entre outras coisas enviando de volta à Gestapo os judeus que, iludidos pelas promessas do paraíso comunista, buscavam asilo no território soviético.

    3. A ajuda soviética à máquina de guerra nazista foi muito maior do que se imaginava até agora. O nazismo jamais teria crescido às proporções de uma ameaça internacional sem as armas, a assistência técnica, os alimentos e o dinheiro que a URSS enviou a Hitler desde muito antes do Pacto Ribbentrop-Molotov de 1939.

    4. Altos funcionários do governo soviético defendiam – e os remanescentes defendem ainda – a tese de que fortalecer o nazismo foi uma medida justa e necessária adotada por Stálin para combater o “fascismo judeu” (sic).

    5. Nada disso foi um desvio acidental de idéias inocentes, mas a aplicação exata e rigorosa das doutrinas de Marx e Lenin que advogavam o genocídio como prática indispensável à vitória do socialismo.

    Todo militante ou simpatizante comunista é cúmplice moral de genocídio, tem as mãos tão sujas quanto as de qualquer nazista, deve ser denunciado em público e excluído da convivência com pessoas decentes. A alegação de ignorância, com que ainda podem tentar se eximir de culpas, é tão aceitável da parte deles quanto o foi da parte dos réus de Nuremberg.

    É uma vergonha para a humanidade inteira que crimes desse porte não tenham jamais sido julgados, que seus perpetradores continuem posando no cenário internacional como honrados defensores dos direitos humanos, que partidos comunistas continuem atuando livremente, que as idéias marxistas continuem sendo ensinadas como tesouros do pensamento mundial e não como as aberrações psicóticas que indiscutivelmente são.

    É uma vergonha que intelectuais, empresários e políticos liberais, conservadores, protestantes, católicos e judeus vivam aos afagos com essa gente, às vezes até rebaixando-se ao ponto de fazer contribuições em dinheiro para suas organizações.

    Seguem abaixo algumas considerações sobre esse fenômeno deprimente. A convenção vigente nas nações democráticas trata os porta-vozes das várias posições políticas como se fossem pessoas igualmente dignas e capacitadas, separadas tão-somente pelo conteúdo das suas respectivas convicções e propostas. Confiantes nessa norma de polidez e aceitando-a como tradução da realidade, os conservadores, liberais clássicos, social-democratas e similares caem no erro medonho de tentar um confronto com os revolucionários no campo do diálogo racional.

    Todos os seus esforços persuasivos dirigem-se, então, no sentido de tentar modificar o “conteúdo” das crenças do interlocutor, mostrando-lhe, por exemplo, que o capitalismo é mais eficiente do que o socialismo, que a economia de mercado é indispensável à manutenção das liberdades individuais, ou mesmo entrando com eles em discussões morais e teológicas mais complexas.

    Tudo isso não apenas é uma formidável perda de tempo, mas é mesmo um empreendimento perigoso, que coloca o defensor da democracia numa posição extremamente fragilizada e vulnerável. A discussão democrática racional não somente é inviável com indivíduos afetados de mentalidade revolucionária, mas expõe o democrata a uma luta desigual, desonesta, impossível de vencer. O debate com a mentalidade revolucionária é o equivalente retórico da guerra assimétrica.

    Trinta anos de estudos sobre a mentalidade revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível, para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos da experiência humana.

    A mentalidade revolucionária não é um conjunto de crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. É uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo, correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como delírio de interpretação.

    Numa discussão com o homem normal, o revolucionário está protegido pela sua própria incapacidade de compreendê-lo. Os antigos retóricos consideravam que o gênero mais difícil de discurso, chamado por isso mesmo genus admirabile, é aquele que se dirige ao interlocutor incapaz. Os melhores argumentos só podem funcionar ante a platéia que os compreenda; eles não têm o dom mágico de infundir capacidade no auditório, nem de curá-lo de um handicap adquirido.

    Os sintomas mais graves e constantes da mentalidade revolucionária são, como já expliquei, a inversão do sentido do tempo (o futuro hipotético tomado como garantia da realidade presente), a inversão de sujeito e objeto (camuflar o agente, atribuindo a ação a quem a padece) e a inversão da responsabilidade moral (vivenciar os crimes e crueldades do movimento revolucionário como expressões máximas da virtude e da santidade).

    Esses traços permanecem constantes na mentalidade revolucionária ao longo de todas as mutações do conteúdo político do seu discurso, e é claro que qualquer alma humana na qual eles tenham se instalado como condutas cognitivas permanentes está gravemente enferma.

    Tratá-la como se estivesse normal, admitindo a legitimidade da sua atitude e rejeitando tão-somente este ou aquele conteúdo das suas idéias, é conformar-se em representar um papel numa farsa psicótica da qual os dados da realidade estão excluídos a priori, já não constituindo uma autoridade a que se possa apelar no curso do debate.

    Revolucionários são doentes mentais. Os exemplos de sua incapacidade para lidar com a realidade como pessoas maduras e normais são tantos e tão gigantescos que seu mostruário não tem mais fim. Cito um dentre milhares. O sentimento de estar constantemente exposto à violência e à perseguição por parte da “direita” é um dos elementos mais fortes que compõem a auto-imagem e o senso de unidade da militância esquerdista.

    No entanto, se somarmos todos os ataques sofridos pelos esquerdistas desde a “direita”, eles são em número irrisório comparados aos que os esquerdistas sofreram dos regimes e governos que eles próprios criaram. Ninguém no mundo perseguiu, prendeu, torturou e matou tantos comunistas quanto Lenin, Stálin, Mao Tsé Tung, Pol Pot e Fidel Castro. A militância esquerdista sente-se permanentemente cercada de perigos, e nunca, nunca percebe que eles vêm dela própria e não de seus supostos “inimigos de classe”. Esse traço é tão evidentemente paranóico que só ele, isolado, já bastaria para mostrar a inviabilidade do debate racional com essas pessoas.

    O que separa o democrata do revolucionário não são crenças políticas. É um abismo intransponível, como aquele que isola num mundo à parte o psicótico clinicamente diagnosticado. O que pode nos manter na ilusão de que essas pessoas são normais é aquilo que assinalava o Dr. Paul Serieux: ao contrário dos demais quadros psicóticos, o delírio de interpretação não inclui distúrbios sensoriais. O revolucionário não vê coisas. Ao contrário, sua imaginação é empobrecida e amputada da realidade por um conjunto de esquemas ideais defensivos.

    A mentalidade revolucionária é uma incapacidade adquirida, é uma privação de autoconsciência e de percepção. Por isso mesmo, é inútil discutir o “conteúdo” das idéias revolucionárias. Elas estão erradas na própria base perceptiva que as origina. Discutir com esse tipo de doente é reforçar a ilusão psicótica de que ele é normal.

    Uma doença mental não pode ser curada por um “ataque lógico” aos delírios que a manifestam. Se o debate político nas democracias sempre acaba mais cedo ou mais tarde favorecendo as correntes revolucionárias é porque estas estão imunizadas por uma incapacidade estrutural de perceber a realidade e entram no ringue com a força inexorável de uma paixão cega. E não se pode confundir nem mesmo este fenômeno com o do simples fanatismo. Fanatismo é apenas apego exagerado a idéias que em si mesmas podem ser bastante razoáveis.

    Em geral, mesmo o mais louco dos revolucionários não é um fanático. É um sujeito que expressa com total serenidade os sintomas da sua deformidade, dando a impressão de normalidade e equilíbrio justamente quando está mais possuído pelo delírio psicótico.

    Na peça de Pirandello, Henrique IV, um milionário louco se convence de que é o rei Henrique IV e força todos os seus empregados a vestir-se como membros da corte. No fim eles já não têm mais certeza de que são eles mesmos ou membros da corte de Henrique IV.

    É este o perigo a que os democratas se expõem quando aceitam discutir respeitosamente as idéias do revolucionário, em vez de denunciar a farsa estrutural da própria situação de debate. A loucura espalha-se como um vírus de computador. A maioria dos democratas que conheço é inteiramente indefesa em face da prepotência psicológica do discurso revolucionário.

    Daí a hesitação, a pusilanimidade, a debilidade crônica de suas respostas ao desafio revolucionário. Uma doença mental não pode ser “respeitada”, aliás nem “desrespeitada”. O respeito ou o desrespeito supõem um fundo de convivência normal, que justamente o delírio revolucionário torna impossível.

    P. S. Sheila Figlarz, editora do jornal Visão Judaica, avisa que finalmente a devotada estudiosa Sonia Bloomfield terminou seu trabalho de traduzir para o português a página do Memorial do Holocausto. A versão já está no ar em http://www.ushmm.org/museum/exhibit/focus/portuguese/.

    Fonte do artigo: http://www.olavodecarvalho.org/semana/081211dc.html

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    • 05/02/2012 - 22:45
      Enviado por: Fabio Unique

      “1. Toda a tecnologia genocida dos campos de concentração foi inventada pelos soviéticos. Os nazistas enviaram comissões a Moscou para estudá-la e copiar o modelo.”

      Não, não foi, foi um grupo de empresas Alemãs, inclusive a Bayer, aquela pela qual reza o publicitário Brasileiro: “Bayer é bom.”

      “Fonte do artigo: http://www.olavodecarvalho.org/semana/081211dc.html

      *Risos*

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    • 07/02/2012 - 12:59
      Enviado por: Ngolds

      Fabio Unique:

      Eu rio dos seus *Risos*… já que sua resposta só confirma o que está escrito no texto sobre a incapacidade de discussão racional com esquerdistas.

      “Numa discussão com o homem normal, o revolucionário está protegido pela sua própria incapacidade de compreendê-lo.”

      Se você ler o texto, possivelmente vai encontrar a mesma coisa.

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    • 07/02/2012 - 15:34
      Enviado por: Fabio Unique

      Ngolds: Debate-se o relativo, o absolutamente falso se descarta.

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  • 06/02/2012 - 00:34
    Enviado por: sander fridman

    Então me diga se algum dos dois “notórios intelectuais”, Heinrich August Winkler, da Universidade Humboldt de Berlim, ou Michael Kohlstruck, do Centro de Pesquisa sobre Antissemitismo da Universidade Técnica de Berlim, não são eles mesmos alinhados com movimentos ideológicos de esquerda, dependendo do apoio de partidos de esquerda para obterem verbas para seus projetos, e, portanto, incapazes de fornecer uma opinião intelectualmente honesta que não seja comprometida com seus próprios interesses político-econômicos que suas próprias palavras podem ameaçar?
    Nazismo foi e é um dos movimentos gerados no chamado “campo de esquerda”. Já foi parceiro político e militar, com diferenças mínimas e sutís, do socialismo soviético, elogiado por e alogiando cotidianamente seus referidos parceiros.
    As esquerdas se parecem muito mais entre si do que preferem admitir. Não raro, as esquerdas são inimigos políticos muito agressivos entre si – por exemplo, PT e PSDB! Conseguem conviver com outros partidos de direita, mas não com outro de esquerda.
    Não raro, as esquerdas se alinham tão somente pela dificuldade de se explicarem para o eleitor. Mas são sim fruto da mesma árvore. Serra disse: “sou muito mais radical que Dilma.”

    A novidade não é ser de esquerda, ou de direita – nomenclatura que perdeu sentido com a revolução francesa e com o nascimento das democracias e das monarquias constitucionais.

    A novidade é ser Liberal. Isso muita gente não entende e não quer entender: reconhecer a liberdade de pensamento, de escolha, de expressão, limitar o poder do príncipe (do Estado) sobre o ciadão, colocar o cidadão no centro do processo: esta sim é a grande novidade, que a esquerda no Brasil – o seu professor de História – te ensinou a considerar um palavrão.

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    • 06/02/2012 - 01:16
      Enviado por: Fabio Unique

      Se alguem na Universidade de Berlim depende de apoio da “esquerda” para realizar pesquisa sobre anti-semitismo, o que isso diria sobre a “direita”? Eu heim.

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  • 06/02/2012 - 10:44
    Enviado por: Felipe

    Nazismo de direita? Como pode ser de direita uma ideologia anti-democrática, anti-liberal, anti-capitalista, que se apóia no gigantismo do estado, e não na liberdade da sociedade civil, mas sim na força de um partido? O Nazismo é a antítese de direita. Pode até não ser comunista, mas é da família! rsrs

    ps: Nazistas odiavam comunistas. Mas não devemos esquecer que trotskistas odiavam stalinistas, que odiavam maoistas, etc e tal. O viés anticomunista do nazismo não serve de justificativa para dizer que eram regimes opostos. O autoritarismo está presente em ambos.

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  • 06/02/2012 - 12:12
    Enviado por: Pablo Vilarnovo

    Falam do nazismo mas se esquecem do Fascismo. Mussolini era comunista de carteirinha. Membro do partido comunista italiano. Editor do principal jornal comunista. Mas era um menchevista e não bolchevista. Quando os menchevistas foram derrotados por Lênin e Trotsky decidiu criar um outro partido. Lênin afirmou, com todas as letras, que a saída de Mussolini foi uma grande perda para o partido comunista.

    A ÚNICA grande diferença entre o nazismo e comunismo era o direcionamento de seu ódio e racismo. Os nazistas acreditavam na sua ascendência biológica e direcionavam seu racismo a todos os outros povos. Se diziam superiores. Uma raça superior.

    Os comunistas direcionam (até hoje) seu ódio a uma luta de classes. Pessoas ricas, de qualquer modo (ou seja, mesmo aquelas que se matam de trabalhar) merecem morrer e perder tudo o que tem a favor de uma suposta (como bem observou o anarquista Bakunin) igualdade.

    No mais você verá na história do comunismo fases onde a iniciativa privada existiu como o NPE de Lênin. Hitler por sua vez afirmava “que não precisava socializar empresas, socializo pessoas”.

    Se alguém tiver curiosidade, pegue o plano do partido nazista. É socialista do início ao fim.

    Esse mito do partido nazista ser de direita deve-se a dois pontos fundamentais:

    1º Existência de emrpesas privadas – Sim, elas existiam no período da Alemanha nazista. Porém não se pode confundir PROPRIEDADE com CONTROLE. As empresas tinham donos porém a produção e todo os seus aspectos (como produzir, o que produzir, em que quantidade, com que mão de obra, salário e etc) eram controladas pelo governo principalmente no período de guerra. No mais, durante o NPE Lênin implantou a propriedade privada na Rússia, com programas inclusive de investimentos externos.
    E, outra coisa, nos dias de hoje, a China seria um país Nazista? Fascista? ?Deixou de ser comunista quando empresas privadas aportaram lá?

    2º Muito dinheiro – Após a guerra a Rússia e os comunistas gastaram muito dinheiro para sua propaganda e para esconder várias coisas como seu apóio aos nazistas no início da guerra e seus massacres como aconteceu em Katin. Militante comunista não pensa, não tem opinião própria. Faz o que o partido determina.

    Fora o dinheiro gasto pelos comunistas na compra de historiadores, professores, intelectuais, jornalistas etc. qualquer um que estude o assunto de maneira séria verá que o nazismo e o fascismo são sim forma de socialismo. Talvez não o socialismo bolchevista de Lênin, Trotsky e Stalin, mas são sim socialistas.

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  • 06/02/2012 - 19:24
    Enviado por: Justo

    É isto.

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    • 06/02/2012 - 19:25
      Enviado por: Justo

      Pablo Vilarnovo… o comentário “É isto” saiu no lugar errado. Estava concordando com o texto do Pablo Vilarnovo (06/02/2012 – 12:12
      Enviado por: Pablo Vilarnovo)

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