Minha amiga Paula Cohen perdeu também o pai quando era criança. Me contou que costuma ir a Buenos Aires, onde mora o melhor amigo dele, só para ouvir histórias que não conhecia do pai. Chega a ficar hospedada com o amigo, para escutá-lo. E sempre se surpreende.
Eu perdi meu pai quando tinha 11 anos. De lá para cá, conheci muitas coisas dele. Inclusive detalhes da sua luta contra a ditadura, informações de que éramos privados “por questões de segurança”, como se dizia na época.
Vira e mexe, encontro alguém que o conheceu e me relata ações inacreditáveis, gestos de bondade, esquemas de fuga. Ele viajava muito. Deixou amigos no Brasil e fora dele.
Era de família rica. Mas soube há pouco tempo que ficou amigo de Ho Chi Minh, o místico líder vietnamita, com quem trocou cartas. Por isso que, lá em casa, os cachorros tinham nomes de vilas do Vietnã, como Khe San- onde ocorreu uma batalha em que os americanos levaram uma surra.

A foto acima foi descoberta há pouco, nos arquivos de uma prima que morreu. Da esquerda para direita CLAUDIO PAIVA, JAYME PAIVA, RUBENS PAIVA e CARLOS PAIVA. Os 4 irmãos playboys santistas No Lido, em Paris, numa viagem de um ano que fizeram pela Europa, nos anos 40, em que viram a reconstrução do continente arrasado pela guerra.
Apenas um deles, o mais novo, Claudio, sorri para a câmera. Claro. Os outros 3 já estavam noivos. Como explicar para as pretendentes no Brasil, minha mãe e tias, que se divertiam no Lido. Bem, é a minha interpretação.
A viagem mudou a cabeça deles, motoqueiros farristas. CARLOS entou para o PCB, quando voltou ao Brasil. Circulou entre os modernistas. Boêmio, colecionou quadros. Meu pai virou líder estudantil e entrou para o PSB. Foi exilado, cassado e perseguido. Para horror do meu avô, um conservador da elite santista.
E agora leio o artigo publicado na REVISTA DA USP número 10, por Thomas Maack. Nunca tinha ouvido falar dessa história. Os mortos não morrem.
“Casa de Arnaldo, circa 1964: considerações pessoais sobre a repressão interna na Faculdade de Medicina da USP no ano do Golpe Militar” – Thomas Maack
pp. 120-140
“O concurso [para a cátedra de Fisiologia da Faculdade de Medicina da USP, onde concorriam Alberto Carvalho da Silva e Demóstenes Orsini] começou algumas semanas antes do golpe. Na noite anterior ao início do concurso fui temporariamente detido pelo DOPS quando participava de uma reunião da Frente Nacionalista no Centro Professorado Paulista na Rua da Liberdade. Foi a reunião de lançamento da candidatura de Almino Afonso a Governador do Estado, do qual participavam todos os partidos de esquerda e líderes sindicais. A reunião foi dispersada à força por ordem do governador Adhemar de Barros com uma violência incomum para um período de franquias democráticas – cacetadas, socos e pontapés distribuídos por um contingente uniformizado da guarda civil que invadiu o auditório apinhado de gente. Na ocasião ninguém teve consciência de que seria a primeira demonstração aberta de que a preparação do golpe na cidade de São Paulo estava em andamento.
No melê estabelecido fui agarrado por dois agentes do DOPS que me levaram para uma perua Chevrolet estacionada em frente ao Centro Professorado. Isa também tinha sido apanhada e acabamos sentados lado a lado no banco da perua do DOPS. Eu estava preocupado porque pensava que minha prisão, ao se tornar pública, iria prejudicar Carvalho da Silva em seu concurso. Isa estava preocupada porque tínhamos deixado a nossa filha com um vizinho para participar da reunião. Quando estávamos nos consolando mutuamente alguém subiu no teto da perua e gritou: ‘Eu sou deputado federal. Soltem imediatamente os que estão nessa perua’. Um agente do DOPS comunica-se com a central pelo rádio, explica o que está acontecendo e pede instruções. A voz fanhosa do rádio retruca: ‘Tira o deputado do teto a tapa’. O agente sai para dar as instruções. Um minuto depois ele volta esbaforido e explica pelo rádio que o deputado tinha puxado um revólver e continuava exigindo a nossa liberação. O rádio silencia por um tempo que me parece interminável. Finalmente a voz fanhosa soa: ‘Solta os detidos’.
Isa e eu saímos da perua e lá estava o deputado Rubens Paiva – pernas separadas, pés solidamente fincados no teto da perua, revólver na mão – dizendo para nós “sumirmos” rapidamente, pois não sabia quanto tempo poderia sustentar a situação. De todos os políticos graúdos presentes à reunião, somente Rubens Paiva, a quem não conhecíamos pessoalmente, veio salvar os ‘peixinhos’ das mãos do DOPS. Essa dedicação, essa lealdade ao militante comum, veio a custar-lhe a vida nas mãos da ditadura. Rubens Paiva foi assassinado em 1970 quando procurava defender da tortura uma companheira de prisão que nem conhecia.
Frequentemente associo na minha memória Rubens Paiva e Carvalho da Silva, apesar deles serem pessoas completamente diferentes. Rubens Paiva era valentão, desbocado, discursador. Carvalho da Silva é ponderado, quieto, organizador. Todavia, ambos tinham pelo menos uma coisa em comum, o objetivo político e social no caso de Rubens Paiva, o objetivo acadêmico e ético no caso de Carvalho da Silva. Ambos exerciam essa lealdade com uma coragem moral incomum em que Rubens Paiva aliava-se à coragem física e em Carvalho da Silva alia-se à coragem intelectual.” (pp. 129-130)
Estranho este assunto. A primeira vez que lidei com ele tinha 15 anos. Fiquei na companhia do meu melhor amigo até 00:30. Vieram me avisar que ele tinha falecido em um acidente às 03:00 da manhã. Ele era lindo, infantil, embora fosse pobre e trabalhasse já com tb 15 anos, possuia um sorriso encantador e seus olhos brilhavam qdo sorria. Inexplicável. Fiquei mal demais, quase morri tb.
Comecei a ler tudo o que podia sobre morte, até encontrar o espiritismo e, nele me agarrei. Superada esta fase, vieram outras mortes muito dolorosas, pai, tia, tio, uma grande amiga, assim como acontece pra todos. A que mais marcou foi a do meu pai. Qdo vc enterra um pai, enterra um monte de coisas junto e, depois o dia amanhece e não te pergunta se vc está sofrendo ou não, a vida simplesmente continua.
Hoje acho que a vida não é tão poética como retrata o espiritismo. Acreditar em reencarnação pra mim é apenas uma vontade fantasiosa de eternidade. Estes livros da Zíbia Gasparetto são muito fantasiosos e a vida é algo bem mais sério e não mima ninguém. Por isso tb, as pessoas desejam tanto ter filhos, é uma sensação inconsciente de eternidade. Hoje tb penso que a pessoa jamis reencarna, mas quem quiser buscar um contato deve respirar fundo, sentir o perfume e se sentir bem, assim podemos sentir a presença daqueles a quem tanto amamos e que já se foram.
Bjos
É uma pena que tendo havido tantos que lutaram para atingirmos uma Democracia, em que se teria o “governo do povo e pelo povo”, alguns de seus representantes simplesmente não se lixam por não se lixarem para o lixo que eles mesmos produzem…
Felizmente, os que lutaram, mesmo mortos, vivem até hoje…
Grande Abraço!
Nicholas
Que orgulho hein!
Acho o maximo vc dividir descobertas..fatos e fotos da sua vida particular! (depois reclama que a mulherada se envolve…rs)
Posso dividir uma coincidencia tbm???
O meu tbm é DU CA******!!!
Estava desde segunda passada internado pra uma cirurgia na coluna…e como é SUS, a cirurgia só saiu ontem…foi pro centro cirurgico as 17;00…entrou na faca (como ele diz) a 1:00 e as 4:00 da madruga ligou pra acordar minha mae pra trabalhar..rs… dizendo que ja ia pro quarto e ja mexia as pernas!!! Uma semana pilhada, anciosa, sem concentração, sem saco, sem sono, sem fome…+ acabou…e acabou bem!!!
É isso… obrigada!
Camila
Emociante saber algo de pessoas que mal chegamos a conhecer e que fez o que pôde para dar uma vida digna a todos!
E o mais emociante é saber que ele salvou vidas desconhecidas ,mas foi salvo. Realmente um Herói.
bjos
Caros Amigos,
Eu adorei a história que mesmo tardiamente contada, revelada e sabida , me deixou literalmente arrepiada diante da imagem do deputado, nítida diante dos olhos pela força da narrativa.Eu tinha 11 anos quando fui ao velório do estudante Edson, no Rio de Janeiro, mas a bandeja de refeição no peito do morto não me deixa esquecer nenhum detalhe: os cavalos, a polícia , a correria do povo, da mamãe com os filhos pela mão, mas participando do protesto!
Foi ali que eu aprendi a protestar, a lutar,a me arrepiar diante de verdadeiros heróis: os dois Carlos, o Ernesto e agora o Rubem, de cano na mão contra os meganhas!Os mortos não morrem nunca! Pois nós precisamos deles, lembramos deles, chamamos eles na calada do dia e da noite!
É, não é preciso ser esotérico para acreditar na vida após a morte. Basta ter memória.
Parabéns!
O que você vê de diferente no aprendizado que você teve com ele antes de falecer e depois?
Beijo,
isso dá uma tese.
O que você deixou de escrever nesse relato, é o que há de mais bonito.
Se é emocionante pra quem lê, imagino o que deva significar pra vc né ? Depoimentos e fotos, muito emocionante e tocante este post!
Beijos
O legal é você ter descoberto essa estória muito tempo depois. Imagine quantas estórias do seu pai você poderá ainda saber antes de morrer…
Antes da coragem me pareceu um homem de caráter.
Você puxou um pouco a ele, não?
As fotos são ótimas para se ver junto com as crônicas, parece q estamos participando de tudo…infantil não?!
Paulo vc está empolgado por uma mensagem, de uma pessoa q vc nem tem noção de como é de repente a tati nem é tati…
Como disse a Lila M, coloca o email e se ela (e) quiser entra em contato…Tatiane dê sinal de vida para este ser, dá logo um fora…
Ja pensou em reunir este pessoal que conheceu teu pai num documentario ou filme?
Parece doloroso pra familia + ia ser muito importante pra historia… relembrar uma época e mostrar pra quem não viveu, que um dia, alguem bateu no peito pra exerceu seu poder de DEPUTADO FEDERAL pra defender o povo…imaginar esta cena “pernas separadas, pés solidamente fincados…” é pra chorar!
Ia ser uma linda homenagem…
Desculpe-me pela euforia da manhã. Nem citei a quem me referia…meu PAI ja esta novo em folha!
Att, Camila
Caro Marcelo,
Essa semana (dia 15) estreia o filme-doc Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei, direção de Claudio Manoel, Calvito Leal e Micael Langer.
Como sei que você tem o hábito (generoso, a meu ver) de divulgar ideias/sugestões/manifestos e desejos através do blog, envio um pedido do próprio direitor Claudio Manoel:
http://ninguemsabeoduroquedei.blogspot.com/
No link há um fraternoso pedido: que todos assistam e divulguem o filme. Vale a pena prestigiar, ajudar e divulgar o cinema nacional!
Se quiser e achar conveniente, agradeço a disposição.
De um apaixonado pela cultural do Brasil,
Castor
vou ver na sexta sem falta. falam mto bem desse doc, e simonal era meu idolo na infancia.
Sou estudante de engenharia na USP, meu avó era professor na USP e tbm morreu nas garras da ditadura, minha família toda são de escritores, professores e voltado por um mundo melhor…fugi as regras, mas gosto do mundo literário, aliás convivo com eles…
Seu pai realmente foi um homem corajoso, assim como meu avó, hoje como antigamente é difícil participar de manifestos, principalmente na USP q qualquer coisa vira sapateado, por exemplo: os estudantes reinvidicam pela meia entrada, mas não pela qualidade de ensino
Os q se auto intitulam meio intelectuais (q passam metado do tempo no boteco, com cervejas, mulheres e futebol) com patriotismo barato, normalmente fã do socialismo anos 60 e sem base no auto sacrifício, ajuda ao próximo ou educação. E a nossa “elite” q vem de escolinhas particulares q os professores os chamam de futuros líderes, por medo de serem mandado embora, mas temos á Gisele e o Pelé para nos indicar q não somos tão atrasados e fomos aceitos no círculo…Da mais baixa á mais alta categoria é vergonhoso o modo como alguns encaram tudo isso e qdo lemos umas notícia dessas ou algo parecido reclamam q deveria haver um golpe militar, com qual exército? o mesmo q rouba as armas e vende pra criminosos e depois vão as favelas cariocas e se tornam os mocinhos…
Oi Marcelo!
Emocionante este seu post! Eu que sei tão pouco sobre você e seu pai… agora entendo a grandeza que te acompanha.
O seu pai, como outros corajosos, foi “pai” de todos aqui de certa forma, já que lutou até o fim por uma sociedade melhor, onde eu, mesmo sem conhecê-lo, pudesse desfrutar.
Sinto orgulho desse grande brasileiro!
Parabéns!
Beijos
ja pensou em escrever uma bigrafia de seu pai ?
(já não existe ?)
seria muito interessante, principalmente pra algumas pessoas que , hoje, sonham com a volta da ditadura, diante de tantas cagadas feitas no congresso.
eu não vivi essa época, na realidade vivi, mas não tinha conhecimento.e hoje vejo com clareza as coisas que aconteciam a minha volta.
mas parece que tem gente que além de não ter vivido, até hoje não toma conhecimento desse periodo nefasto.
esta biografia ja existe. foi escrita pelo jornalista jason tercio e logo logo sera lançada: “segredo de estado”. mto boa e completa.
a mulherada pode ter um amor platônico pelo marcelo, puxar o saco, babar ovo e tudo, mas qdo eu tenho um pseudo-amor por uma leitora do blog sou quase apedrejado…vai entender!!
tati vc é solteira??
a simone acha q vc pode ser um cara, responde né? olha a educação kkkkk
Marcelo, eu te amo!!!!!!
rrrrrsss. otima piada.
ué pq seria piada amar vc Marcelo?
estava achando o paulo um chato, mas simpatizei com o q ele escreveu
Marcelo gosto dos seus textos e livros tbm, agora começei a acompanhar seu blog, tem discussão, babação e paquera kkkk. Alguns post são bons, outros mais ou menos e outros ruins, mas mesmo assim gosto da sua maneira de escrever
Força aí Paulão estou do seu lado, não deixa tudo com o Marcelo não (q é um galinha q tô ligado) namoro uma menina q conheci no blog do Gustavo Chacra…mas a tal q vc quer nem posta muito… então boa sorte!!
abs
Nunca tinha postado, mas postei pq vc riu da Pamela…pq é piada amarmos vc?! Eu queria estar naquela barraca viu, mesmo agora com 40 anos ainda sonho com ela rsrsrs…
beijos
Cara sua história de vida é maravilhosa, como de muitos outros escritores que tb compartilham…parabéns pela sua coragem!!
abraços
Vixe Maria, estou às lágrimas. Não só pelo seu pai e não que a história não seja suficiente para isso. Mas não sei bem porque me lembrei de meu pai, por minha sorte, ainda vivo, bem vivo.
Acho que ando me dando conta do quão pouco o conheço e como também me encanto com hístórias que vou descobrindo aqui e ali sobre ele.
Eu sempre digo que os filhos são os que menos conhecem os pais, eles passam de nossos heróis na infância, a nossos inimigos na adolescência.
Agora, já adulta, mamãe e papai são tão reais pra mim que chegam a me sufocar.
Obrigada por dividir o seu pai conosco.
Quanto a venda de ingressos da peça no Parlapatoes em Junho??? tens alguma novidade???
E será só as terças e quartas mesmo???
Att.
¬_¬
Todos nós morremos, deixamos o lado físico, mas os nossos pensamentos continuam vagando por aí. esses nunca morrem.
Marcelo,
amor é piada?,
(palavra meio fora do significado essa_ piada, claro, não a palavra ‘amor’_ pois nunca me lembra de ‘risos’, lembra de piu-pius)
Só pela foto já haveria encantamento completo, mas o todo emociona ainda mais.
Se eu que mal conhecia a história de seu pai – aliás eu só conheci a história dele porque te conheci primeiro – fiquei emocionada ao ler essa história, fico pensando seu orgulho em ter a certeza que um grande homem, era ele.
Embora não tenha sido bem interpretada, pelo menos o fiz rir, já fico feliz. Só não sabia desta minha veia cômica …
eu li o livro feliz ano velho gostei muito; nossa numca li um livro que eu gostase tanto do autor.
obs:meu namorado ficou com ciume…me deu uma vontade enorme de conhecer vc na quela epoca mesmo depois do acidente…
Oi Paiva,
Só p/ constar, num outro post alguém perguntou se existe algum curso p/ aprender a escrever p/ teatro.
Pra quem mora em Sp, no sesc da Av. Paulista tem um curso chamado ”Da criação ao roteiro”, uma introdução à arte técnica de escrever p/ televisão e cinema.
Tá, não é teatro, mas tá valendo…
Beijo,
Vc recebe os e-mail encaminhados pelo digestivo cultural????
Poxa Marcelo,
eu aqui tomando meu café regado a jazz ali na vitrola lendo isso, foi de começar o dia muito bem viu?
Me senti emocionado por vários aspectos. Do texto propriamente dito, muito bem escrito até o fato de que meus pais estiveram envolvidos na luta contra a ditadura (fim dos anos 70, inicio dos 80..).
Outro ponto tocante:
faço faculdade de História na UFSC, estou na 7ª fase. É muito bacana ver o que um historiador/pesquisador pode fazer pela vida de alguem.
Enfim,
obrigado Marcelo.
ps.: tenho 21 anos…e, desde muleque meu pai sempre falou de ti e do clássico “Feliz Ano Velho”.
Marcelo, que história rica a sua, apesar de toda a dor ! Livros devem ser escritos para que as próximas gerações possam saber o que foi nosso País nos tempos da ditadura. Os adolescentes (digo isto pq tenho uma filha de 17 anos) não tem a mínima idéia do ocorrido ! Parabéns !!!!!!!
Ola marcelo, como vai?
Tendo São Paulo como modelo, o governo federal agora esta liberando os arquivos da epoca da ditadura para pesquisas de todos os ambitos (familiares, educação e até mesmo curiosidade), o que acha de tal atitude, ja ouvi pessoas criticando, outras elogiando. Meu avó chorou vendo o Governador José Serra comentar sobre a tortura sofrida por um deficiente surdo e mudo do qual teria que comentar um crime não feito, ele hoje não esta muito bem de saude e não comentou nada sobre o caso, simplesmente chorou como uma criança, um momento particular do qual não quis interferi e creio que ele não tenha mais condições de comentar sobre (saude), mas assumo que ficaria horas ouvindo suas historias.
grande abraço
fala de uma cara q fala de suas amigas e de seus familiares durante o golpe militar ele fez uma viagem para ficar mais maduro e fala tambem dos noivados de suas irmas e irmaos so ele q num num era noivo e nem tinha namorada.
Marcelo,
Usei o seu blog em uma das atividades dos meus alunos de ensino fundamental no interior de São Paulo (Taubaté). A atividade é sobre a censura na ditadura militar. Muitos fizeram cometários interessantes, pois pedi que eles se colocassem em determinadas situações pensando nos problemas enfrentados durante a ditadura, se puder visitar o blog da atividade e deixar uma mensagem para eles, ficariamos gratos.
http://historiaguidomine.blogspot.com/2011/10/atividade.html#comments
Att, prof. Tamires.
2012
2011
2010
2009
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