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Marcelo Rubens Paiva

26.fevereiro.2010 13:39:10

sem escalas

Ontem à noite participei de uma mesa sobre QUADRINHOS e LITERATURA no ITAÚ CULTURAL, prédio moderno na AVENIDA PAULISTA. Parte da batizada SEMANA MÁRIO BORTOLOTTO.

Que ainda bem que não é um tributo, pois o cara sobreviveu ao “incidente”, como ele chama os 3 tiros no peito e um no pescoço de raspão que levou.

Hoje debaterão CINEMA com BETO BRANT. E haverá exibição do inédito GETSÊMANI, peça filmada pelo próprio autor, MARIÃO.

Ele também quem conduz as mesas de debates. É o curador da MOSTRA.

Me lembro que o evento começou a ser organizado na semana em que ele ainda estava entre a vida e a morte na UTI da SANTA CASA. E mal sabe ele da emoção que era estar ali, rindo e debatendo, com as mesmas piadas de sempre.

4 grandes amigos faziam parte do debate, eu, JOTABÊ MEDEIROS, que o conhece há 23 anos, QUITAGAWA, autor de CHAPA QUENTE, peça que o MARIÃO montou, e REINALDO MORAES, quem abriu as portas para a renovação literária brasileira promovida nos anos 80 pela editora BRASILIENSE, nosso guru.

Na plateia estava (quase) toda a turma que trabalha e acompanha o MARIÃO [LINGUINHA, PICANHA, MUTARELLI, FÁBIO BRUM]. Até uma das RAQUELZINHAS estava lá. Músicos, atores, autores, quadrinistas…

E sobre isso falamos, como a arte hoje em dia é uma soma de todas as linguagens, que se misturam e roubam uma da outra as influências.

E como é fundamental fazermos do palco ou papel uma extensão da mesa do bar. Que é para aonde fomos, depois do debate.

Só que eu tinha ido ao evento de metrô. Porque não sou otário. E gasto dez minutos da minha casa até a Paulista. Gastaria mais de uma hora se tivesse ido de carro no horário previsto.

Como sempre faço hoje em dia, porque já dei com a cara na parede muitas vezes, ligo antes para a central do Metrô e falo com cada estação, perguntando se os elevadores para cadeirantes estão OK. Só assim vou.

Sentamos numa mesinha na PAULISTA mesmo. Cerveja rolando. Eu de olho no relógio, já que o Metrô fecha à meia-noite. A supergirl PAULA COHEN voltaria comigo.

Eu havia descido na estação BRIGADEIRO. Mas agora estávamos mais próximos da TRIANON-MASP, depois de caminharmos com toda a gangue do ITAÚ até o barzinho.

Em cima da hora, nos despedimos, caminhamos até a estação TRIANON com CAROL e LUIZA, duas garotas que estavam no debate, e, catso!, elevador em manutenção.

Pelo relógio, faltavam 6 minutos para fechar o Metrô. Pensei rápido. “Meninas, descem vocês pela escada, que vou voar até a outra estação.”

Programei a minha cadeira de rodas para a velocidade máxima e voei. Por uma PAULISTA semi deserta por causa do frio.

Há tempos eu não corria tanto, atravessava ruas cruzando carros, planejava à distância o movimento a tomar, via um farol aberto para pedestre e cruzava, assustava pedestres e funcionários de serviço público que faziam a manutenção da avenida.

Minha cadeira já foi a mais rápida do mercado. Quando a comprei, foi para isso mesmo. Pedi: “Quero a mais rápida.”

Seu centro de gravidade é baixo. Dificilmente capota. Faz 13,5 km/h. É mais rápido que um cara correndo. Talvez por isso eu nunca tenha sido assaltado. Equivale a uma bicicleta numa tocada normal.

Há tempos eu não usava a velocidade máxima. Desde quando quebrei a perna ao bater numa coluna do meu ex-prédio a toda. Quebrei em duas partes, fui operado e herdei uma placa de titânico de mais de 30 cm. Uma ironia para um cadeirante.

Cheguei na estação BRIGADEIRO bufando. 0h03. Elevador desligado! Por 3 míseros minutos.

Poderia chamar o táxi para cadeirantes. Tem mais de 20 agora em São Paulo. Mas poucos deles funcionam tarde da noite. Táxi comum? Difícil. Pois eu estava com a minha pequena Ferrari, que não dobra e pesa mais de 80 quilos.

Então, segui a minha militância. Fui ao ponto de ônibus. A maior parte da frota paulistana é adaptada agora. Graças a mim e aos meus parceiros militantes, depois de atravessarmos décadas em reuniões frustrantes com as autoridades.

 

 

Imagem(130)lula e paiva

 

Só eu fiz reuniões com MALUF, PITTA, SERRA, FHC, até com o LULA, exigindo que leis garantissem o transporte público para deficientes, que a frota, ao ser renovada, o que é exigência de muitas prefeituras, viesse já com elevadores ou rampas, o que hoje se torna re

Imagem 113

alidade em muitas cidades brasileiras.

No ponto, eu nem sabia qual ônibus tomar. Outros passageiros me informaram. Uma moradora de rua me deu o nome da linha.

Que apareceu em dez minutos. Um ônibus que lembra os americanos e europeus, câmbio automático, e uma rampa dobrável por onde se entra pela frente. Bem, lá é automática. Aqui, o cobrador a estica manualmente. E ainda me encaminha para o espaço reservado.

Seguimos a viagem tranquilamente. E eu via a paisagem noturna de São Paulo pela janela, sorrindo feliz. Quando eu morrer, quero ser lembrado por isso, pelo cara que desde a década de 80 luta para que haja ônibus como aquele.

Quando a PAULA me ligou, para perguntar se estava tudo OK, à 0h28, eu entrava em casa.

Vale a pena militar.

 

+++

 

Resquícios da CARNAVAL.

O coco no Rio sobe de R$ 2,30 para R$ 3

Uma caipirinha em Trancoso estava R$ 25 na praia.

Mas em Olinda, inovaram. Sumiram os cigarros da cidade. Vendedores ambulantes os vendiam por R$ 6 o maço.

Esperteza brasileira.

Imagine durante a COPA de 2014…

comentários (29) | comente

29 Comentários Comente também
  • 26/02/2010 - 13:50
    Enviado por: Fernanda D´Umbra

    Marcelo, queria ter estado lá ontem. Queria ter te cruzado no ponto de ônibus. Velho, quantas coisas lindas ainda nos ocorrerão? Um beijo enorme. Fê.

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  • 26/02/2010 - 14:17
    Enviado por: Didi

    o debate deve ter sido legal. Quase fui.
    beijos

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  • 26/02/2010 - 14:32
    Enviado por: Mila

    Eu preciso me mexer ainda mais e começar a militar. Não dá pra Salvador ficar do jeito que está. Eu tô agora, por exemplo, querendo sair do trabalho e ir pra casa, mas tô esperando uma carona de minha mãe.
    Parabéns pela sua militância e sua ferrari!
    E boa sorte na próxima vez!

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  • 26/02/2010 - 15:41
    Enviado por: Carol

    Em Olinda ?! Eles faziam o nosso por 10 e o desconto ficava por conta do chorinho …
    Tá vendo ? A juventude daquela época até hoje faz diferença. Quando pegar ônibus passando por São Paulo vou sorrir, feliz, lembrando de você.

    Beijo enorme, Marcelo.

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  • 26/02/2010 - 15:47
    Enviado por: Shirlene Silva

    Oi Paiva,
    estive ontem no evento com a minha irmã, e nos encantou, a única pena foi ter saído loguinho (somos de Guarulhos) e não haver participado da reuniãozinha que rolou despues. Bom valeu à pena, o papo era mais que bom, ver o Marião em carne osso e botas, foi muito bacana, te ver, e ainda, ouvir a resenha sobre os efeitos do tal Caribé!

    Um beijo!
    Tuca

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  • 26/02/2010 - 15:53
    Enviado por: Cida

    Fico abestada com sua coragem.

    Brasileiro tem preguiça de militar por algo, por que os passos são de formiga(Aqui, mais do que em outros lugares da humanidade), mas vc quis participar da luta. (Veio, viu e venceu!!!);

    andar a 13 km/h, à noite, sozinho, em São Paulo;

    não desanimar diante da aventura;

    e, finalmente, concluir, com bom-humor que fez tudo numa contagem de tempo muito boa.

    Cara, sou sua fã. Sim, vc será lembrado….

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  • 26/02/2010 - 16:56
    Enviado por: GABRIELA MENDES

    Realmente não tem como não ser fã de uma pessoa como vc, que escreve maravilhosamente, inteligente e sabe que todo cidadão deveria lutar pelos seus direitos, invés de esperar do próximo.

    Abs,

    A Estudante, tíete, de RP da Cásper Líbero.

    p.s.: Vc estava no Pacaembu quarta-feira? Acho que te vi saindo do estádio.

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  • 26/02/2010 - 20:51
    Enviado por: bia

    e nem assim a gente para de fumar.. rrr
    cof cof..

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  • 26/02/2010 - 22:48
    Enviado por: Fátima

    Lindos! Todos vocês estavam lindos demais e iluminaram de cultura a minha vida! Amei ter ido, ter visto você de perto, autor que eu tanto admiro, pessoa iluminada e gatérrimo, diga-se de passagem! Fiquei com inveja das garotas que os acompanharam no bar…rs… mas da próxima vez subo e peço ao menos uma foto, caso não achem muita tietagem isso…Quero Bis! Poderíamos fazer também a sua semana lá no Itaú, né?. Aí, vc chamaria também os mesmos convidados divinos. Que tal? Quanto a situação da cidade para os cadeirantes, portadores de dificuldades visuais… ainda há muito o que melhorar… já é difícil, às vezes andar por aí sem deficiência…calçadas esburacadas, ruas esburacadas, etc. Outro dia eu levei um tombaço andando no centro da cidade na Rua Marquês de Itu, justamente devido a um desses buracos, diga-se crateras. Sem falar das tampas de esgotos abertas ou bambas, que se tivermos algum descuído vamos por água abaixo.(Se dermos sorte de ser só água ou de ter água)Sem falar das enchentes. Outra coisa…o metrô deveria estender seu horário de funcionamento, né? Precisamos de melhorias nas ruas, de democratização dos transportes públicos, de acesso a cultura, que infelizmente ainda apenas uma elite consegue isso. De menos porcarias na mídia aberta, menos alienação. Afinal, como diz a música dos Titãs…a gente não quer só comida! ( mas também comida, claro!)Valorização do ser humano já! Melhor distribuição de renda e menos ganância. É isso. Os filhos dos políticos deveriam ser obrigados a estudar em escola pública, frequentar hospitais públicos… e cada um precisa se conscientizar e fazer a sua parte… não jogar lixos nas ruas, por exemplo, já ´seria um ótimo começo. Desde aquela inofenciva bituquinha que demora não sei quantos mil anos prá desaparecer. Me enoja ver meus iguais sujando a rua. É nojento. E também cada um fazer a sua parte ao dirigir. Já vi inúmeras vezes motoristas de ônibus tentar ultrapassagem, passando pela calçada. Sim! Calçada! Motoristas passando em sinal vermelho então… direto eu vejo. Outro dia quase fui atropelada em plena faixa de pedestres e com o farol aberto prá mim. E aqueles motoqueiros então que ficam acelerando parados no farol…nada mais irritante e ridículo. Parece até que fazemos parte de duas raças, ou melhor, três: pedestres, motoristas e motoqueiros, ou melhor quatro…e carroceiros. Acho que somos apenas uma raça né… a Humana. Ou não? Por que o ser humano insiste em pensar que dividindo o mundo, subjulgando os iguais, tudo será perfeito? Não percebe que é o caos? Alguns usufruem dos seus direitos, enquanto outros…vivem a míngua da sociedade. Tentam, através da marginalidade sentirem- se incluidos em alguma coisa…por que será que o tráfico de drogas é tão forte? Continua com tanta força…ganhando jovens. Por que o consumo de drogas é tão grande? Por que, meninas engravidam aos 14, 15 anos? Cadeias super lotadas? Que tal um mundo mais justo heim? Investimento em educação já! Saúde já! Ao invés de gastar por mês mais de dois mil reais para manter alguém enjaulado, que tal investir isso na educação de qualidade para os nossos jovens e crianças? Quanto custa mesmo uma criança em escola pública? Duzentos reais é minha última informação. Exclusão social total. É horrível que, apesar de tudo faço parte de uma elite. Elite por ter estudado em um bom colégio, sem precisar trabalhar tão cedo. Elite por ter uma moradia própria. Elite por poder pagar um preço altíssimo por uma passagem de ônibus e de metrô. Elite por poder ter ido num debate maravilhoso com escritores de primeira e ter entendido metade do assunto. Desculpe o desabafo. Desculpe também pelo texto imenso. Se quiser, lógico, nem precisa publicar aqui, nem sei se caberia. Foi maravilhoso o debate. Maravilhoso ter a oportunidade de estar ocupando um lugar na platéia. Só aquela pergunta final daquele ator…que queria aparecer que não combinou muito. Se quer aparecer, ao menos apareça com conteúdo. Rs. Beijos mil.

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  • 27/02/2010 - 00:17
    Enviado por: Valeria

    Pareceu uma criança contando sua escolha da cadeira, como um menino compra um carrinho de brincar. Explicado porque você sabe a dor que o Bortolotto está tendo (devido as suas travessuras heim !).

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  • 27/02/2010 - 07:43
    Enviado por: Glúon

    ____________________

    Esperteza Brasileira
    ____________________

    Coco no Rio____________R$_3
    Caipirinha em Trancoso R$25
    Cigarros_______________R$_6
    Pedra__________________R$10
    Livro__________________2014

    ____________________________________________________

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  • 27/02/2010 - 11:16
    Enviado por: Geice

    “Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás de passar para atravessar o rio da vida. Ninguém, exceto tu, só tu. Existem, por certo, atalhos sem número, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio, mas isso te custaria a tua própria pessoa: tu te hipotecarias e te perderias. Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar. Aonde leva? Não perguntes, segue-o!”

    Friedrich Nietzsche

    Acho que essa citação veio bem a calhar.

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  • 27/02/2010 - 23:30
    Enviado por: Camila

    Estive no debate… bem bacana!! Genial o trecho do catarro!!
    A propósito qual seria o nome da cachaça do mal, alguém lembra??

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  • 28/02/2010 - 01:26
    Enviado por: Camila

    Ah, hj eu fui!!!!
    É bom ver o cara no palco de novo, mas é muito, muito muito foda vê-lo cantando, e as veias saltando, e os pulmões a toda!!! Me acabei, saí de lá com a alma e a cara lavada…kkk
    Amanhã vou de novo!

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  • 28/02/2010 - 07:02
    Enviado por: Paulo de Campos Borges

    Deixo esta msg sem conexão com o post – q ainda não li – para te agradecer pela coluna de ontem (27/2) no Estadão. Passei mal ao ler o q alguns leitores escreveram prá vc.
    Há alguns dias já tinha achado ESPETACULAR o q vc escreveu sobre o passado de chumbo de nosso país. Foi simplesmente uma demonstração de maturidade e honestidade incríveis. E vindo de alguém “familiarizado” com a questão. Nasci em 58 e até hoje sinto “alergia” a ditaduras, tiranias e outras formas de violência e terrorismo estatais.
    PS: nada a acrescentar.

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  • 28/02/2010 - 11:56
    Enviado por: Rachel

    Marcelo, vai lá hoje para ver vc tambémmmmm
    bj

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  • 28/02/2010 - 17:37
    Enviado por: Polly

    Te conheço agora. E acho que esse daqui deve ser seu blog msm.Tentei achar um e-mail!Rs…
    Ano passado li o Feliz Ano Velho, ontem vi o filme. E agora to sabendo do resto.
    E agora quero o tudo que ainda me resta ler.
    Sabe aquela história de curiosidade, de querer saber quem é?!

    Beijo,
    Polly

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  • 28/02/2010 - 17:52
    Enviado por: Victor Alves

    Que sufoco pra tentar pegar o metrô e não conseguir. E por culpa do próprio metrô. Agora imagina se fosse aqui no Rio de Janeiro? não conheço o metrô paulistano, mas deve dar de dez no daqui do Rio. Abraço.

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  • 28/02/2010 - 18:15
    Enviado por: renata

    Essa barraquinha que você foi em trancoso tava muito careira hein?! Eu tava lá também e a que tinha no cardápio era 12 reais!

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  • 01/03/2010 - 08:13
    Enviado por: Ricardo

    É Marcelo,
    Perder o metrô por bons motivos é tranquilo né?…
    Abraços!

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  • 01/03/2010 - 16:49
    Enviado por: Ivan

    13 Km/h… Gostei.

    A minha faz uns 5… Dá pra 90% das vezes; mas tem momentos em que um “turbo” viria bem .

    Tem dicas ? Marca e etc ? Só tem nos EUA ? (dou um jeito).

    Se preferir não postar aqui, entenderei.

    Abraço

    Ivan

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  • 01/03/2010 - 18:22
    Enviado por: TATI

    Paiva!!!!!
    Vc é tão fofo qto eu imaginava!!!!
    Adorei a noite…
    Bjus

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  • 01/03/2010 - 18:54
    Enviado por: Alexandre Carvalho dos Santos

    Marcelo, taí outra questão que merecia militância, ou pelo menos uma discussão: o horário de encerramento das atividades do metrô. A “Lei Seca”, com todos os seus méritos e polêmicas, aconselha ao boêmio usar táxis ou o transporte público para seus passeios pós-birita. Porém, passa da meia-noite e não temos mais metrô, que seria o meio mais seguro de se viajar na madrugada, sem o receio de assalto, chuva ou cachorro bravo no ponto do ônibus.

    O governo paulista está prometendo estações em tudo quanto é ponto da cidade este ano, inclusive nas proximidades dos bairros mais cheios de bares. No entanto, quem quer ir embora quando a noite ainda está esquentando, quando os primeiros chopes começam a fazer efeito? Houvesse metrô na madruga, ainda que com intervalos maiores entre um trem e outro, e aumentaria muito o número de obedientes à lei. Para que se arriscar a tomar multa, matar e morrer, se há (houvesse) metrô bem distribuído na cidade, funcionando bem depois da última sessão de cinema? Como não há, e táxi pesa no bolso, e a fiscalização da “Lei Seca” já fez todo o marketing que queria, os carros madrugadores continuam movidos a álcool… do motorista.

    Um abraço.

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  • 02/03/2010 - 22:44
    Enviado por: Nalu

    Ai Belinho , sosinho na noite ? num gosto nao…tadinho..
    Aqui em Paris teria sido pior !!! com frio e tudo mais.
    Grande Sampa… fico feliz que cuidam de você por ai.
    beijao.

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  • 09/03/2010 - 22:05
    Enviado por: Cristiane

    Além de ser esse cara genial, para mim, você será lembrado como o autor do primeiro livro que realmente me fez gostar de ler.
    Era adolescente quando “devorei” o Feliz Ano Velho.
    Obrigada!

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  • 24/12/2010 - 00:29
    Enviado por: PalmerErna

    Very intereating facts about this post. The good accomplished research papers writings and the ability to buy custom essay papers about this post is suggested by essay writing organization.

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