Não, prezados leitores, não entrei no PALÁCIO DE BUCKINGHAM.
Acho programa de menina este lance de entrar em cômodos de uma rainha.
Além do quê, custava 50 pratas.
A mulher mais rica da Inglaterra cobra para visitarmos seus aposentos.
Por isso é rica.
Rico é fogo, sempre quer mais.
Se ainda tivéssemos direito de conhecer sua coleção de roupas de baixo…
Ganharia um sentido arqueologicamente interessante.
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I’m aftraid not!
Adoro esta expressão que só tem aqui.
Para tudo, eles dizem I’m afraid not.
Tradução literal: Tenho medo que não.
Você tem café descafeinado?
Tenho medo que não.
Tem ingresso ainda?
Tenho medo que não.
Só perde para outra expressão mais dramática, proferida pelos franceses.
Je suis désolé.
Que é o mesmo que I”m afraid not.
Adoro quando me falam Je suis désolé.
Eu estou desolado, a tradução literal.
Você tem ração para gatos?
Je suis désolé.
Mas fico depois triste ao ver alguém desolado por algo que não tem.
Ah, vai, não tenho tanta importância assim para te deixar desolado(a), sou um brazuca qq, desencana, de boa…
Sempre tenho vontade de abraçar e consolar a pessoa que me diz Je suis désolé.
Não fica assim, passa, meu gato nem está aqui, relaxa…
Americanos são também dramáticos, preferem I’m terribly sorry.
Não é preciso tradução.
Pelo jeito, eles exageram nas desculpas.
Como se implicasse uma incompetência que os envergonhasse.
Prefiro o nosso: Tenho não!
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Esta é uma das pedras mais importantes da humanidade, encontrada casualmente há quase 200 anos.
A PEDRA ROSETA.
Não precisa googar, explico.
Nela, há um texto em hieroglífos e, abaixo, a sua tradução em grego, entalhada na mesma.
O que possibilitou arqueólogos a traduzir os milhões de textos entalhados nos monumentos do Egito Antigo, o que aumentou a audiência do DISCOVERY CHANNEL.
E até que é simples.
Aquelas figuras são letras.
Um triângulo é M.
Parece uma anarquia de passarinhos e pessoas de perfil. Mas contam histórias.
Decidi fazer um curso de hieroglifos. Será que tem na Wisard?
E ir ao Egito para ler, ler e ler o que está entalhado em seus monumentos.
E insensar meu currículo. Línguas: inglês, francês mediano, portunhol e hieroglifos.
Poderia ler, por exemplo, o que está nesta JACUZI egipcia. Ou seria um sarcófago?

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Museu possibilita conhecermos culturas antigas.
Por exemplo, sabia que as romanas tinham celulites?

E que a opção sexual dos gregos é facilmente decifrada em seus monumentos?

E que a técnica das modelos levantarem os braços para levantar os peitinhos têm milênios?

Maloqueiros sofredores comemoram no PALÁCIO DE BUCKINGHAM
O aniversário do TIMÃO
Parabéns CURINTXIA…


Sei que tem neguinho pensando.
Este cara atravessa o ATLÂNTICO para falar só bobagem.
E ainda polemiza sobre a numeração dos sutiãs…
OK, preocupado com a minha imagem de intelectual versado em literatura e teatro, contatei a minha agente de turismo de Londres, da AGÊNCIA CLÁUDIA, e pedi uma programação mais condizente com este blog, dentro do portal de um jornal de tanto prestígio e tradição.
Ela me levou para um passeio na Bloomsbury Square, pracinha onde o grupo da VIRGINIA WOOLF se encontrava para discutir literatura, a relação, comer pipoca e se deprimir.

Era o grupo Bloomsbury, conhecido por…
Ah, dá um Google, vai.
Sentimos no ar a inspiração da escritora nariguda, vivida no cinema por NICOLE KIDMAN, calculando que seu suicídio foi fruto de depressão e angústia prenunciada, sabendo que iria ser vivida por NICOLE KIDMAN no cinema anos depois.
A agente CLÁUDIA passou a achar que ela era ORLANDO, e eu passei a consolá-la.
Depois eu passei a achar que era ORLANDO, e ela a me consolar.
Então os dois passaram a achar que eram ORLANDO, personagem de VIRGINIA que muda de sexo, e nenhum pombo ou esquilo veio nos consolar.
Mas finalmente resolvemos o problema, enquanto o sol se punha:
Só poderia haver 1 ORLANDO, portando, se nós 2 achávamos que éramos ORLANDO, nenhum era.
Se não éramos ORLANDO, éramos quem?
Ora, agente CLÁUDIA e escritor MARCELO.
E tudo voltou ao normal.
Simples cálculo metafísico.
Levantamos e fomos beber cerveja belga.
Longe do rio!

Vivendo e aprendendo.
Sabia que as inglesas são conhecidas como as mulheres que têm os maiores seios?
E que no Reino Unido se fabrica os melhores sutiãs, cuecas e meias?
Fui conferir com a minha amiga especialista CLÁUDIA PRANDINI, que habita há mais de 6 anos em Londres.

E meu queixo quase caiu.
Tem tamanho 40.

Não sei o que significa, mas é bem grande para os padrões conhecidos.
Não pela Daniela Winits,
Não dá para acampar nele.

Mas, nas costas, vira uma interessante sacola de feira.
Ou cesta de frutas.
Tem 1 que vem com varanda!
Para a mulher canguru?

Tem versão cítricos. Com viamina C?

E na média gosto é…
Não caiu bem. Prefiro sem.


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O que seria dos músicos de rua sem um bebum, que não paga, mas curte adoidado.
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E aviso aos brazucas.
A barra pesou por aqui para os nativos da Terra de Santa Cruz, atual Brasil.
Não apenas para atores de teatro, como o caso do grupo TEATRO DA CURVA, extraditado horas depois de chegar.
Os brasileiros que vêm para a Inglaterra são os inimigos número 1 da imigração.
A quantidade de ilegais por aqui chegou no limite.
Porque é dos poucos países em que com um visto de estudante qualquer, se pode trabalhar 3 dias por semana.
Brazuca se inscreve em qq curso e trabalha mais do que o permitido.
Agora, estudantes precisam abrir contas aqui com um saldo razoável, antes de chegarem.
O Brasil está na moda, é o País do momento, mas os brasileiros, não.
Estão barrando diariamente a entrada de dezenas.
Bloody hell!
E o avanço contra imigrantes aumenta na proporção da crise européia.
Se na FRANÇA expulsam ciganos, no REINO UNIDO ameaçam aprovar uma lei que garante aos ingleses a prioridade no aluguel de casas.
Já vimos este filme antes, e o resultado não foi nada bom.
Hiel The Queen!

Nada de se envergonhar de ser turista, dar fora, falar errado, não entender o cardápio, entrar pela saída e parar um policial para pedir informações.
Menos ainda de visitar aquele lugar que é o cartão postal da cidade.



Mas sair por aí com a camisa ou moleton da seleção brasileira já acho exagerado.
Tô fora.
Qual o sentido desses turistas que saem assim por Paris e Londres?
E tem um monte.
Isso sim é orgulho de ser brasileiro.
Prefiro pagar meus micos à paisana.
E se meu fora for muito grande, finjo que sou russo, para não envergonhar o meu País.
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As fotos do post anterior, com as mademoiselles, causaram um pequeno furor.
E foi proposital.
Uma leitora disse que me abraçaram porque sentiam pena.
Outra perguntou se são leitoras de Feliz Ano Velho.
Na verdade, eram sobrinhas, cunhadas e amigas.
Costumo fazer estas fotos exatamente para provocar.
Mexer com a estranheza de se ver um cadeirante rodeado por mademoiselles, chicas, ragazzi, minas.
E não com cara de coitadinho carente.
Talvez seja meu complexo de inferioridade por ser, claro, um homem diferente, “com necessidades especiais” [ prioridade , como se diz nos aeroportos], que eu peça para as amigas tirarem fotos me abraçando, e provocar os tabus que circundam a vida afetiva de um cadeirante.
Escuto uma infinidade de comentários preconceituosos na vida.
Sobretudo sobre a minha vida sexual.
Até de amigos.
Me dá um ódio mortal.
Mas sorrio de volta e engulo em seco.
Minha resposta é a provocação.
Não tenho didática nem saco para o papel de líder de uma causa ou teórico da vida afetiva e sexual dos deficentes.
Tenho um celular com câmera e amigas que gostam do meu ombro e cheirinho.

com primas e irmãs
Você roda o mundo, procura, procura, e acaba sempre encontrando um bar semelhante ao que você frequenta com seus amigos nativos.
Não se parece com a MERÇA?
Mas se chama BARÃO VERMELHO, e é na Bastilha, onde começou a Revolução, e que tá mais pra Vila Madalena do que a própria. Não adianta, tem bebum em toda a parte. Sexta-feira então…


E então,como se estivesse em casa, me acabei…

Até descobrirem que sou brasileiro.
Tomo banho, danço lambada e tenho samba nas rodas.
Além de corintiano, maloqueiro, sofredor.
Bem, sabe como são as francesas, todas taradas, inventaram o beijo de língua, a batata frita e o sovaco au naturel.
Ou será que é por causa do Real valorizado, que fui assediado assim?
Interesseiras…
Nem dei bola, peguei a minha camisa listrada e saí de masinho.
Bon soirée, madames…
Prefiro as negas da ZO.



Sexta, dia 27, começa a Segunda Edição do Festival 1 Minuto dos Parlapatões.

São 36 pecinhas de 1 minuto dirigidas por André Garolli, Claudinei Brandão, Kleber Montanheiro, Marcos Loureiro, Pedro Granato, Roney Facchini
No elenco: Alexandre Bamba, Angela Figueiredo, Fabek Capreri, Fernanda Cunha, Hélio Pottes, Hugo Possolo, Jackeline Obrigon, Maira Chasseroux, Paula Cohen, Raul Barretto, Ronaldo Cahin
Vai do dia 27 de agosto a 04 de setembro [sextas e sábados, meia-noite].
Ingressos baratinhos: R$15,00 (inteira) e R$7,50 (meia)
Uma delas é minha, O MORTO SUMIU.
A primeira edição aconteceu há 2 anos e foi um tremendo sucesso.
Alguém deveria documentar o processo da maratona.
Na época, eram 50 pecinhas, ensaiamos durante uma semana, procurando encaixar os atores nas histórias, cronometrar troca de figurino, organizar o corre-corre do camarim. Não deu 1 erro.
Peças que achávamos que não iam colar, davam certo.
Saíram algumas pérolas.
Sem contar este elenco sensacional..
Veja!
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Sempro penso em algumas profissões com o que meus patrícios podem se tranformar em gestores, quando viajo ao estrangeiro.
Flanelinha é uma carreira em que não há profissionais qualificados nem treinados em Paris, apesar da demanda.
Vallet também, algo que não existe e causa transtornos no trânsito; gastam-se 40 minutos em média para se encontrarem vagas.
O “busão” não tem cobrador. Com quem vamos puxar assunto? E não pago nenhum. Já dei um belo preju ao Hotel de Ville, a prefeitura local.



Au revoir…
Mas o que faz falta mesmo é ambulante com isopor.
Esses caras ficam com 1 balde vendendo água por 1 Euro.
Só água, nada de Skol, Mate…
Nem biscoito Globo.

A França precisa dos nossos isopores e know how ambulante.
São tão amadores por aqui…
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Ideia para a Mostra de Cinema de SP e Festival do Rio.
Filme ao ar livre.
Não aqueles eventos do Jockey, VIVO OPEN AIR, em que não deixam os cavalos assistirem aos filmes, nem os jóqueis Só vão celebridades, paparazzi, e a tela é gigante e cara.
Aqui passa durante o verão 1 filme em cada bairro, a tela é inflável, vão mais de 2 mil pessoas, é grátis e sem ambulantes. Leve a sua cervejinha.


Começaram já a vender pasagens para turistas espaciais.
E diz o anúncio que está em promoção.
Conheço um jeito mais em conta de ir pro espaço.
Um porre de tequila.
Ou de um red label paraguaio, que é o que mais se vende nos bares brasileiros.
Ou se apaixonar pela mulher enrolada, o que leva qq homem à loucura.
Daquelas que depois de um beijo dizem: Ai,estou confusa…
Ou que reclamam que não querem perder a amizade.
Assim como alguns de nós as enlouquecem.
Como aquele que diz que não superou ainda a separação. Depois do sexo.
Ou que diz que é casado. Depois do sexo.
Ou que adora você, mas não consegue ficar com ninguém no momento. Depois do sexo.
Ou o que some! Como um cometa! Depois de muito sexo.
É, homens e mulheres enlouquecem uns aos outros.
Às vezes antes, às vezes depois.
Do sexo, ora.
Talvez uma viagenzinha neste foguete seja mais cara, porém mais saudável para a mente.
E não é obrigatório ligar depois pro cosmonauta russo, piloto da geringonça,
O problemas é se ele beber demais no espaço.
Deve subir rápido…
Encara?


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E estes lunáticos se instalaram numa praça ontem, no dia da Libertação de Paris, e tocaram o quê?
Pink Floyd.
The lunatics are on the grass…
Pela cor da camisa já dá pra saber de onde são.



Mas sempre tem alguém invocado

Parisienses…

Ou alguém que realmente nos irrita!

E a moda na Europa é fazer uma prova de amor com cadeados.

Os pombinhos escrevem seus nomes neles e se trancasm.

Vale até barra de direção. E adianta?

Só não sei se jogam a chave no rio ou guardam, caso mudem de ideia e conheçam a decepção…
Claro que comprei a PLAYBOY da CLEO PIRES.
Aliás, foi filósofa Silvia quem comprou pra mim.
E o cara da banca perguntou se ela era entendida.
Uma mulher não pode apreciar outra pelada que vira sapata?
Eu trouxe a revista comigo para ler no aviäo.
Achei que tudo bem abri-la durante o voo. Ninguém me acharia pervertido, ora, poderia estar lendo a entrevista apenas.
Aliás, eu não sabia se lia ou via a CLEO.
Suas tatuagens são textos, em inglês, português, francês.
“Live or let die”, é uma delas.
“VIDA” é outra, acima do pubis [adoro esta palavra, pubis, é cientificamente sexy].
E em vermelho.
Não posso falar muito, porque seu namorado, Joaozinho, é meu brother, e conheci seu pai e sou amigo da sua mãe.
Era um magrela alto quando veio morar em São Paulo, até dava para encarar.
Aí virou marombeiro, ficou forte, se impõe.
Mas podemos usar a desculpa que compramos a PLAYBOY da CLEO apenas para ler. A entrevista e suas tatuagens.
Porque as fotos são estranhas.
Quiseram fazer dela uma femme fatal, tipo Rita Hayword.
Muita pose, olhar sério, penetrante. Falso…
Enquanto queríamos ver e ler ela como ela é. VIDA.
O ensaio da TRIP é melhor.
E olha que de CLEO PIRES eu entendo.
Já tive até a minha.
Isto é, namorei seu clone, ROBERTINHA.
Era o que todos diziam. Não é?

+++
Havia 1 ditado para aqueles que viajavam para a Europa.
Não faça a conversão para não entrar em depressão.
Com alta do Real, o dito mudou.
Faça a conversão e esconda o cartão.
É tudo tão mais barato…
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