Para os pães-duros ou duros que não assinam nem compram o jornal que paga meu salário.
Ano em que prestei o primeiro vestibular, 1977. Eu deveria escolher a carreira no formulário da Fuvest, consciente de que o pequeno xis seria determinante para o resto vida. Que importância dão a um mísero rabisco…
Como sempre fui bom em matemática, frequentei as aulas de Exatas. Mas minhas opções eram conflitantes: engenharia agrícola, seguindo uma tradição e pressão familiar, jornalismo e filosofia. Já tinha desistido de ser bombeiro, caminhoneiro e jogador de futebol anos antes.
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NO COLO DO MEU PAI E VESTIDO DE BOMBEIRO
Alguém vive de filosofia, sustenta a família, leva os filhos à Disney? Para a decepção da professora de filosofia, Malu Montoro, que lia para a classe meus trabalhos de lógica aristotélica e fazia a minha cabeça para me tornar um exótico colega, escolhi engenharia. Mesmo ciente de que matemática e filosofia nasceram juntas- os primeiros pré-socráticos, Tales de Mileto e Pitágoras, eram matemáticos, sendo que o segundo chegou a definir o mundo como uma sequência numérica; para ele, os números explicavam tudo.
Me descreveu a amiga Sandra Fasolo, filósofa: “Os filósofos estão na sua maioria sempre se arrastando existencialmente, eles sofrem de depressão ontológica e sofrem também de estresse metafísico.”
Me identifiquei completamente. Ou confundia minhas aspirações
com as crises existenciais de um adolescente? Fora que eu não tinha barba nem túnicas para ingressar nessa carreira delirante.

Fui para a Unicamp estudar engenharia. Estudar fora é a melhor maneira de sair de casa e ainda ser financiado para romper o cordão.
Minha primeira morada foi numa pensão perto da ferroviária. Eu dividia o quarto com dois colegas do colégio, Cassiano, da Antropologia, e Zequinha, físico-filósofo.
Passávamos as noites discutindo a origem das coisas, debruçado sobre Heráclito, o grego que inverteu a filosofia e afirmou que “tudo é um”, e os opostos são iguais. Heráclito era a droga mais pesada que consumíamos.
Zequinha tretou com a dona da pensão. Filósofos enlouquecem até donas de pensão. Num surto, ela ameaçou botar fogo no sobrado, jogou querosene na escada, acendeu um fósforo e nos avisou aos gritos que, se não saíssemos em minutos, viraríamos cinzas. Voamos com nossas trouxas, livros e enigmas e nos mudamos para a pensão ao lado.

DANÇANDO NO CICLO BÁSICO DA UNICAMP
Nos primeiros meses, dormimos num quarto com seis beliches. A pensão era completa- café da manhã e jantar inclusos. Quem servia era a filha do dono, uma moça de roupas e unhas negras, olhar agudo e sedutor de uma existencialista francesa, que ilustrou minhas fantasias.
A pensão só tinha um banheiro. E uma fila matinal nele. Quantas vezes não tomei banho no tanque do quintal, sob o frio campinense? Enfiava as pernas, depois os braços, depois a cabeça, vigiado pela garota de unhas negras, que me aguardava cantando, para lavar as roupas de cama.
No beliche ao lado, dormia um pedreiro que reformava o prédio da Química do campus, onde os alunos produziam LSD e a polícia encontrou pés de maconha no pátio interno.
Nunca trocamos mais do que duas palavras: “bom dia”. Descíamos juntos as ladeiras do centro. No entanto, eu ficava no ponto de carona. Ele pegava o busão. Interessante como a divisão de classes cria rituais próprios, que aumentam a distância entre elas.
Calma. Não virara marxista. Procurava ainda desvendar os textos de 2.500 anos antes e entender os pré-socráticos, escrevendo cadernos e cadernos com pensamentos filosóficos, me exibindo para a misteriosa garota de unhas negras, ignorando os livros de Cálculo Diferencial e Resistência dos Materiais.
Em algumas tardes, eu encontrava o pedreiro trabalhando com seus colegas, já que a lanchonete da Química era a única cujo PF vinha com ovo. Nos cumprimentávamos educadamente. Ele já não usava a roupa de antes, mas um macacão sujo de tinta; que provavelmente a existencialista não lavava.
À noite, ele já dormia pesado, quando eu entrava confuso pelos paradoxos de Zenão- e enciumado, pois as mãos com unhas negras tiravam os pratos e desprezavam as minhas.
Engenharia, como as existencialistas, era um fardo. Comecei, como Parmênides, a desenvolver minha veia poética. Escrevi letras de música. Tocava violão até amanhecer, no quarto do subsolo, onde moravam dois peruanos bolsistas da Unicamp, Miguel e Manuel, que contrabandeavam prata, cocaína e vendiam badulaques que confeccionavam, em feiras hippies do interior do Estado.
Cheguei a ir com eles em algumas feiras. E tocava minhas músicas, de poncho peruano e com a boina no chão, para ganhar os primeiros trocados com meus pensamentos inconcludentes.

NELSON, TED, EU E CASSIANO – SHOW NA UNICAMP
Acabei me mudando para o quarto dos peruanos com Cassiano, que também aprendia violão e virou parceiro.
Havia alguns pontos de carona na saída da cidade. Às vezes, esperávamos horas. Com sorte, em poucos minutos, parava alguém. Um caronista, eu sabia, precisava desenvolver conversas, pois quem dá carona quer papear até o destino. Como um sofista, aprendem-se os mais diversos assuntos.
Atormentei muitos motoristas com paradoxos e discussões sobre a origem do Universo.
Certa vez, parou um carro importado, chique, com arcondicionado. Me dei bem, pensei. Era um senhor de idade. Provavelmente, um dos professores estrelas da universidade. Perguntei o que ele fazia, assim que engatou a primeira. “Sou filósofo”, respondeu. Fiquei mudo, perplexo e encantado pela ousadia. Invejei-o.
Desisti da Engenharia Agrícola no final do terceiro ano. Depois de conhecer a “vaca rolha” da ESALQ, tradicional escola de agronomia de Piracicaba; uma vaca com um buraco no estômago, tapado por uma rolha do tamanho de um prato de sopa, para termos acesso direto ao aparelho digestivo da pobrezinha e medirmos, com o uso de microscópios, a ração que era digerida e a sobra.
Assim, em nossas fazendas, com nossas pickups, esposas loiras e saradas, cheias de jóias, jeans apertados, botas até o joelho e chapéu country, nos perguntando se compramos ingressos para o imperdível show de Bruno & Marrone, distinguirmos com exatidão aquilo que é digerido daquilo que é prejuízo. E ouvi a voz: “Vai, Marcelo, ser gauche na vida.”

LANÇAMENTO DE FELIZ ANO VELHO EM 1982
[AUTÓGRAFO PARA O AINDA PROFESSOR EDUARDO SUPLICY]
Nossa, viajei. Também morei em pensionato (feminino de pensão) lá na av. Anchieta, quase Orozimbo Maia. Dois beliches e uma cama de solteiro no quarto, cinco mulheres para dividir um armário embutido e ‘trocentas’ para dividir um banheiro. Mas não é que era legal? Foi legal até mesmo quando um tarado tentou invadir a casa pelo andar de cima – eu morava no andar de baixo -, história que até hoje não sei se é verdadeira ou falsa, se alguém tentou entrar de verdade ou se foi excesso de imaginação das garotas na madrugada. Quando li Feliz Ano Velho estava por lá – ria sozinha quando me reconhecia naquelas páginas. Bons tempos.
Meu pai assina a Folha, então faço parte da massa dos pães-duros?
O que mais gostei é que no fim vc cita Drummond e me deu uma saudade da faculdade de letras, os professores na PUC nos fazem devorar autores, filósofos, ter homéricos debates…
Mas vc não é um anjo torto não, e deu certo como pretenso filósofo.
Keep walking!
bjs
assine os dois
Ah! Mas te ajudo comprando seus livros, assistindo suas peças… rsrs
bjs
esta perdoada
Entrei no seu blog por uma pura curiosidade,embora já tivesse lido o triste feliz ano velho. Já tinha lido umas entrevistas onde diziam que vc era mimado e arrogante. Quando entrei no blog pude me certificar disto. Vc é tão escritor quanto eu, só sabe escrever crônicas sobre esta sua vidinha xinfrim e que apelam pra autopiedade. Saiba que vc não é mais do que ninguém, não sabe nem usar um pronome pessoal no tempo certo, já li no seu blog vc dizer que aquele da foto “é eu”, isto é o final. E, se alguém não tem dinheiro para comprar um jornal e ler sua crônica idiota é culpa deste país de terceiro mundo, que endeusa um idiota como vc. Pare de humilhar as pessoas…. vc não é nem um pouco melhor do que elas… ducido que vá postar isto
Marcelo Paiva O Arrogante
A parte mais importante da faculdade, eu afirmo sem dúvida alguma, são essas histórias que levamos conosco a vida inteira. Fiquei imaginando vocês no quarto do porão, tocando até o amanhecer, uma imagem muito bonita.
A matemática SALVOU minha vida. Foi ela quem me mostrou o caminho que escolhi (e que é feliz). Quem me conheceu adolescente, não vai acreditar… larguei direito, depois jornalismo ate me encontrar em relaçoes internacionais com economia. Mudou minha maneira de encarar a vida. Hj faço mestrado em politica economica e quando to MUITO estressada com provas e trabalho e vida academica, penso: ULTIMO CURSO, paro por aqui… Que nada… recorro a lógica aristotélica e minha vida fica cheia de “logica” novamente. Já me inscrevi pro Doutarado – É VICIO. Matemática vicia. Ainda bem que não te conheço, pois dada a sua hiostoria, tenho certeza de que me apaixonaria por vc rsrs. Conheço puca gente que tem talento para exatas e letras. Vc é um fofo.
Acho q o nome do seu amigo está escrito errado na 1.a vez q o menciona no texto.
Vaca-rolha? Eu heim, q medo…
Faltou falar q fim deu os peruanos, Zequinha e Cassiano…
Beijo,
Olha, Marcelo, essa situação de ficar em dúvida quanto o futuro profissional está acontecendo comigo. Passei pra Direito e Ciências Sociais. Seria melhor pro meu bolso fazer Direito, mas meu coração parece falar mais alto. Se enveredar pelas leis, a tendência é eu me tornar um advogado com uma cobertura, carro de luxo, terno estilo risco de giz, gravata apertando o pescoço, maleta cheia de documentos, tudo importado e casado com uma linda morena de olhos verdes que me pergunta se compramos ingressos para o show de Mr. Catra. Quando penso assim, vem uma voz e me diz, Vai, Diego, ser gauche na vida.
Tenho medo dessa voz.
Olha, Marcelo, essa situação de ficar em dúvida quanto o futuro profissional está acontecendo comigo. Passei pra Direito e Ciências Sociais. Seria melhor pro meu bolso fazer Direito, mas meu coração parece falar mais alto. Se enveredar pelas leis, a tendência é eu me tornar um advogado com uma cobertura, carro de luxo, terno estilo risco de giz, gravata apertando o pescoço, maleta cheia de documentos, tudo importado e casado com uma linda morena de olhos verdes que me pergunta se compramos ingressos para o show de Mr. Catra. Quando penso assim, vem uma voz e me diz, Vai, Diego, ser gauche na vida.
Tenho medo dessa voz.
Acho que vc está precisando de umas aulinhas de scanner e photoshop!!! hahaha. Aumenta as fotos, MaRcelo.
beijos
me da um scanner novo, foi meu aniversario
qdo eu era criança…
qdo eu….
eu…
eu de novo
minha vidinha de bosta
escreve outra coisa sua bicha
Deu até saudade de minha belle èpoque de pensoes!!! Acho que todo estudante deveria morar em uma, foi uma época muito divertida!!!
Um grande abraço!!!!
Nossa, que falta de personalidade desses caras que te criticam hein?!
O blog é de quem?? Então vc tem que falar de quem? Da vovó Mafalda? Do bozo? deles? hahahaha
Publiquem um blog que acessaremos com certeza, para lermos vcs escrevendo sobre outras coisas, exceto vcs…
Grande Marcelo, como escreveu a Eloisa Keep walking, e como eu escrevi…Se nem Jesus conseguiu agradar á todos…
abs
assinar jornal é meio…
ja fui assinante, ai um dia percebi, assim como minha coleção de latas (esvaziadas) de cerveja importada, que estava juntando lixo e jogando dinheiro fora.
jornal, ja está velho quando chega nas bancas e mais idoso quando chega em nossas mãos.
agora com a internet (ou internê, aqui em Curitiba, assim como carpê é cartepete), fica meno chato ler noticias, as vezes estão mais novas…
mas ja te dei dinheiro demais, comprando feliz anovelho, la próximo de seu lançamento…
kkkkkkkkk
e não sou pão-duro, sou é controlado, controlado…
Eu ajudo a pagar seu salário, mas se você continuar postando no blog o que escreve no jornal, não sei, não. Brincadeira, adoro folhear um jornal (particularmente o Caderno 2 e o Aliás). Corro pra ler sua coluna no jornal de sábado. O divertido aqui é ver suas fotos, deu até vontade de remexer nas minhas.
Mas ainda tô esperando aquelas crônicas sobre separação (que você prometeu postar no blog também).
Ah, parabéns e felicidades pelo aniversário!! (Cinquentão, né?).
Bjks
Ainda que os jornalistas sejam os sofistas contemporâneos, vc ganhou pontinhos pelo apreço aos filósofos gregos!
Estudei letras em sampa e morei com amigos, era uma zona atéééé, ehh! saudades…O rio não é tão cultural qto sampa, tem muito pagode e samba aqui (nada contra quem goste). Em sampa vc vai na Paulista, Consolação, Estação da Luz, Vl. Madalena, Barra Funda qualquer horário e se esbalda, sempre tem um doido querendo filosofar na madruga.
Vivi é verdade, tem q ter talento e gostar muito para se empenhar em exatas e letras, é uma vida doida, concordo, mas quem faz, ama e adora.
Agora não entendo esse povo ficar corrigindo pronomes aqui, acentos ali, PELAMORDEDEUS, não compreendem ou é apenas para indicar que sabem conjugar? Ou fizeram questão de decorar as “normas ortográficas” e acham bonito corrigir as pessoas, fiquem sabendo q isto é a maior falta de educação. Ficam caçando assunto e querem maldizer algo para o Marcelo e então não sabe o q escrever, então corrigem o texto dele, com um pronome q nem damos importância, o texto em si é tão empolgante q tenho certeza, que a maioria nem rapara nisto.
Ehhhh!! Marcelo vc é pára-raio de maluco kkkk
Obrigada por me perdoar!!
Caro Marcelo Rubens Paiva,
com todo o respeito, mas manda esses caras mal-amados e de mal com a vida (saint e amilcar) para aquele lugar.
Acho melhor não fazer mais nenhum comentário pois a idiotice de certos “metidos-a-escritores” (como é o caso desses infelizes) dá no saco.
Continue escrevendo da maneira como tu escreves e com o conteúdo que melhor te aprouver, e ignora as insignificância dessas bocas malditas.
Um grande abraço
Cacilda
Marcelo, não faço parte dos pães-duros…colaboro com o seu salário, tá?! Pena que só leio as suas crônicas quinzenalmente no Estadão.
Conheci o Feliz Ano Velho quando estava na faculdade e desde então, sou sua fã…agora o meu filho mais velho descobriu os seus livros e as suas crônicas.
Essa crônica me levou à época da faculdade….acho que todos passam por coisas parecidas.
Soube que você virá à Feira do Livro aqui em Ribeirão Preto. Espero que a gente consiga ir nesse dia.
Grande abraço e sucessos!!!!
Eu já li no sábado e achei bem legal.
Por que será que tem gente que fica criticando?
Acho um perda de tempo vir aqui e falar um monte… a internet é mega democrática e se não quiser ler esse blog, não leia.
Essas pessoas que criticam querem aparecer e ficam usando as pessoas de escada.
Falou.
Os meninos estão pegando pesado, não ter quem goste de vc ou do seu trabalho tudo bem, mas xingamentos baratos? Sei lá, de repente é amor enrustido…
Ainda bem q vc mudou de área e nos tem agraciado com seus textos, já pensou vc fuçando vacas?
Nossaaa!!!!
Acho incrível esse povo que entra, lê, critica e ainda tem que comentar e dizer que odiou!!!
Meu, leu!? Não gostou!?
VAZAAAA!!!!
Amei Marcelo… Infelizmente, sou da turma que não compra jornal, mas sim seus livros, falo para as pessoas de vc, e as carrego para ir comigo as suas peças!!! Fora que vou fazer o meu namorado palmeirense roxo me dar o DVD FIEL!!!(poderia comprar, mas prefiro fazer pirraça… rsrsrs)
Marcelo,
… você é generoso aos extremos!
seus textos são “vida” para mim,
te adoro e admiro muito!
*
(não liga, não, para esse pessoal agressivo, também não entendo porque alguém se dá ao trabalho de entrar num blog, ler para em seguida destilar suas frustrações próprias… é estúpido algo assim, não publique esses coments mesquinhos, pra quê!?)
Como é o destino das pessoas…sou engenheira e mais duranga que você… Competência é competência em qualquer profissão.
Marcelo!
só você mesmo e sua generosidade!
Eu adorei saber que você se identificou completamente.
(risos)
Você é filósofo de um jeito não-acadêmico, com as percepções que tem da vida e das pessoas e com a inteligência aguçada consegue descrever e ver muito melhor e além do que um filósofo de gabinete. A academia filos teria estragado a vida que existe em você!_ ou o episódio da pensão talvez fosse se repetir kkkkkkkkkk
te guardo aqui, do meu jeito filosófico.
beijo
Não gosto de assinar jornais por causa do
-Relacionamento com as operadoras de telemarketing vc deixa seus dados lá e qdo vai ver a rede toda de telemarketing do Brasil te liga para oferecer cartão de crédito,assinaturas extras, cartão adicional(umsaco)
-só voltaria assinar se eu abrisse uma peixaria pq as distribuidoras deveriam colher o material e reciclar(questão ecológica)
-Acho que vc deveria ter pena das pessoas que te criticam por qq motivo todo mundo que critica amargavelmente está ressentida com alguma coisa ou consigo mesmo senão conseguiria dizer algo mais inteligente e profundo de forma harmoniosa
-vc está muito charmoso na foto(não estou te cantando não viu,é amigavelmente mesmo.
-
Leio vc no Estadão sempre!
Aqui em casa somos leitores assíduos de jornal.
Tinha lido no sábado.
Adorei, principalmente o trocadilho com a frase de Drummond.
Mais uma vez sensacional!
Beijo,
Luciana
Marcelo, leio todos os seus textos, ODEIO quando eles acabam, fico sempre com gostinho de quero mais. Ainda bem que, para complementar seus escritos, existem os mal-amados, para que o mundo seja mais alegre e divertido! Beijos
Cara vc era só a “rabiola” e feio “pá cara#@*”, tomara q a idade tenha feito bem á vc (agora vou apanhar da mulherada) kkkkk.
Meu pai sustenta o Estadão e ainda faz propaganda com suas crônicas nas aulas dele.
Pois é Otavio a tati é das nossas mesmo, sou mole não cara, só paciente…
abc amizade!
Pq vc não publica sua crônica “Beijo ou abraço” aqui no blog, li semana passada e é muito boa para se ter uma idéia da vida de escritor, q muita gente pensa q é fodona, q dindim é fácil, só sentar e esperar receber um raio de luz.
ou não publica, pq aí todo mundo só vai ler aqui no blog.
tô conhecendo suas crônicas, e gostando mais q dos livros, estou sendo influenciado…
abs
boa ideia. vou procura-la
Ei, eu ainda não contribui para sua renda mensal, mas me dá um desconto pq só te conheço a um mês…:-P
Se informar quando começam a venda dos ingressos nos parlapatões, seu extra aumenta ja!
Cada dia na faculdade me faz ter a impressão de que dormi profundamente por 8 anos…(tire vc como exemplo)
No colégio, quando ouviamos falar em USP…FGV…PUC…parecia tão distante…resultado: cair no mercado de trabalho, sem nem terminar os estudos…conciliar td como dava e correr atrás agora…
Sempre fui apaixonada por exatas…mais ultimamente, tenho ouvido muito que estou na área errada!…rs
Enfim…antes tarde do que nunca certo?
As vzs fico pensando se podia ter feito algo diferente… dai penso no orgulho dos velhos em casa por ser a 1º a entrar, torço para que ambos possam me ver pegando no canudo…rs….isso ja vale tuuuudo!!!
*Posso roubar a foto do autográfo ao Suplicy? Para o trabalho???
* Quanto ao scanner…diz o endereço ai que as fanatica, babonas do blog mandamos entregar. Um multifuncional, hp, deskjet, new generation, 99999! + só vale o end nas perdizes (?)hein…kkkk…o do estadão a gente ja sabe!
Bjo,
eu sempre falando d+
manda pro estadao, kkk, eng. caetano alvares, 55/6
Fãs e Fãs do Marcelo,
a gente se entristece com a maldade dos comentários para cima do Marcelo,
claro que nos entristecemos com a crueldade gratuita que existe em algumas pessoas,
eu nunca vou entender o que faz um ser humano se tornar pior do que parece já estar, acho isso lamentável.
E falar em lamento, uma das coisas mais admiráveis nas crônicas do Paiva é que ele não lamenta, não fica lamentando a vida, e isso é quase impossível de se fazer ao se escrever crônica, mas ele consegue, ele faz e os textos ficam maravilhosos. é só dar uma flanada pela web e ler outros cronistas de ponta da atualidade, praticamente todo mundo lamenta alguma coisa da vida, do mundo, das pessoas,
Marcelo é tão generoso, ama tanto a vida que ele não lamenta nada, nem mesmo ao escrever,
tem que ser ‘iluminado’ para escrever assim, só pode ser.
não conheço nenhum outro escritor que faça isso!
Ele é lindo e ponto!
beijo do lado esquerdo, Paiva.
Marcelo, tenho passado aqui na sua democrática sala sempre no fim do expediente. Pode ser tarde da noite , dou uma passada pra ver um novo post e os comentários, nem sempre nessa ordem, porque os comentários tem me atraído muito. Que curioso amontoado … qdo alguns vão perceber que dor de cotovelo, inveja profissional ou sentimental, sai mal na fita? Faz mal pra pele?Minha hipótese: desrespeito e despeito pelo sucesso alheio, principalmente se for de conterrâneo, até faz bonito em certos fóruns, leva jeito de crítica, e criticar todo brasileiro deve: criticar muito, desmerecer quem se destaca. Sempre verdinho, o brasileiro: não amadurece, se lixa. Ao vencedor as batatas?
Prezado Paiva,
Ainda desconheço suas crônicas.
Mas “FELIZ ANO VELHO” é ruím prá danar. Lí-o porque quí-lo para saber a razão de tanto “sucesso”. Mera propaganda, INVOLUNTÁRIA, Pré-Petista. Você não tem culpa de ter escrito um livro TÃO ruím. E ser idolatrado ( o livro à época ) por pseudo-esquerdistas que precisavam de ÍCONES junto à JUVENTUDE TRANSVIADA. Tenho certeza que MARCELO RUBENS PAIVA se surpreendeu com o…”SUCESSO”.
MARCELO RUBENS PAIVA foi usado.
Um INOCENTE ÚTIL, quero crer.
A Comissão Especial da LEI DOS DESAPARECIDOS POLÍTICOS contou com algumas poucas pessoas dignas, QUE SE RETIRARAM DA COMISSÃO, por NÃO concordarem com os “CRITÉRIOS” da referida Comissão, para “INDENIZAR” supostos “PERSEGUIDOS POLÍTICOS”. Isso pode ter prejudicado M.R. PAIVA junto à NOMENKLATURA PETISTA. Não sei.
Sei apenas que muita gente descente e boa morreu na época da chamada Ditadura Militar. Dos DOIS lado. MAS, hoje, só se fala e se idolatra UM LADO.
Acho que MARCELO RUBENS PAIVA tem muito a dizer. Acho que MARCELO RUBENS PAIVA pode muito fazer, por sua experiência de vida pessoal, para ILUSTRAR AS CABECINHAS DA GAROTADA TRANSVIADA que nada sabe de nada.
MARCELO RUBENS PAIVA pode escrever para ADULTOS. E já é ADULTO para isso.
Pena que só escreva para a GAROTADA.
TRANSVIADA.
Ahhhh…eu não ajudo a pagar seu salário, e seus livros foram emprestados pela biblioteca municipal láááá de Patópolis.
Pense no fato que eu pago aluguel(e todas as despesas domésticas) E faculdade…leio tudo na internet, e com dignidade e assim garanto minha conta de luz.
Marcelo…
Assino a folha, mas de sábado vou a padaria cedo,
compro pão, leite e o estadão…
Isso porque gosto de ler suas colunas…
Meu marido nem entende, tento explicar o ritual
de ler os dois jornais de sábado…
Larga esse colunista pra lá…ele diz…tem coisa melhor pra se ler…esse cara só fala de traição!!!!!
Será?
bjs
é, so falo disso…
Os caras pegam pesado mesmo, q ridículo, não sei o pq essa baixaria, enfim…deve ser amor enrustido mesmo kkkkkk
Seu aniversário foi dia 01/05, eu sei pelo livro feliz ano velho, fez meio século hein, mesmo assim continua um “pãozim” de chocolate.
E para os invejosos de plantão rasgarei seda para vc…É um lindo taurino (como todos os taurinos (as) q conheço) e como todo bom taurino é teimoso, ranzinza, sarcástico, humorado, exigente, inteligente e incrivelmente charmoso…
beijão!!!!!!!!
Marcelo.
É tão bom ter um passado…à raconter.Seria chato se passasemos pela vida sem ter nada para dizer aos nossos amigos como foram interessantes e agitados os momentos.
Imagine Vinicíus de Morais contado suas artes para outros colegas lá no segundo andar devem dar boas gargalhadas…
Marcelo,
gostaria de fazer um comentário.
Gosto muito de seus livros, muito bem escritos e poéticos. Feliz ano velho e Blecaute são meus favoritos. Amo Blecaute…..é um baita livro. Em todos os sentidos. As vezes até me sinto andando por Sao Paulo quando leio blecaute.
Quando vc diz (em alguns de seus livros) que existem milhoes de italianos em sao paulo, nao é bem verdade. A populaçao descedente de italianos de sao paulo é muito misturada. Muitos são tão italianos quanto índios ou negros. Infelizmente, a cultura brasileira nao sabe preservar a identidade de ninguem, nem de negros, nem de brancos, portugueses, italianos, judeus……..etc……
Oi Marcelo, gosto muito dos seus livros, principalmente o último “A segunda vez q te conheci”, começei a acompanhar seu blog agora por indicação de uma amiga q lê seu blog.
Desculpe a intromissão, mas vou escrever aqui sobre seu post anterior pq fiquei a noite sem dormir por alguns comentários muito imbecis e preconceituosos q achei.
Sou garota de programa, ou prostituta para quem achar melhor, um cara escreveu q a pessoa q frequenta as boates estão apoiando a exploração as mulheres, não concordo e tenho certeza q a maioria das garotas de programas tbm não, alguém já quis saber se gostamos do q fazemos ou o motivo pq fazemos? Eu gosto do q faço e não estou nessa profissão, como a grande maioria, por obrigação e sim pq quero, é uma profissão como outra qualquer, a pessoa q diz q é exploração, ao meu ver, é preconceituosa, pq não está defendendo o meu ganha pão, mas sim os seus ideais.
Eu poderia ser vendedora, doméstica, secretária, mas preferi ser garota de programa, hoje em dia as mulheres trabalham com o q quiserem pq conquistaram seu espaço, optei por este, é um caminho mais fácil para mim sim, mas é a minha profissão e eu quem escolhi como muitas outras profissões q poderia escolher.
Para as meninas q acham tosco e escroto.
Seria bom sairem de seu mundinho de conto de fadas e subirem para a realidade, fiz muita amizade com meninas q vão ao Love Story e outras boates q frequento, não são prostitutas, mas respeitam quem são. São meninas inteligentes, humoradas e simpática, e vivem muito bem a vida, sem se preocupar com o q os outros pensam.
Marcelo fico feliz q no seu blog tenham meninas inteligentes com a mente aberta, frequentem boates e aproveitem a vida, essas sim são pessoas q valem a pena conhecer, mas me entristece ver outras q recriminam e pensam q ser garota de programa é alguma doença, como alguns homens q querem defender algo q desconhecem, só sabendo filosofar, antes de recriminar é bom conhecer.
beijos Marcelo e obrigada pela paciência.
Aparece na Love Story mais vezes, quem sabe te vejo lá
nao liga, nao. acha que retratei bem o mundindo de vcs no livro “a segunda vez que te conheci”?
“Alguém vive de filosofia, sustenta a família, leva os filhos à Disney?”
“Filósofos enlouquecem até donas de pensão.”
Putz, pelo jeito, você tem um enorme apreço pela Filosofia.
Certa vez, você escreveu NO JORNAL(rsrs) sobre o “descobrimento” de Arraial d’Ajuda pelo seu amigo Osvaldo Pessoa. Conhecer aquela região antes da “invasão” deve ter sido fantástico. Fui seu aluno e sou-lhe muito grato. Gente finíssima, sua paciência e humildade são proporcionais ao seu conhecimento. Sinceramente, não sei se ele gostaria de ir pra Disney. Já o Epcot …
Outra coisa, você tem toda razão em ficar ressabiado com o tratamento família que recebe ali na Augusta. Status de filho na zona é meio estranho mesmo.
grande oswaldo, otimo sofista, pessimo surfista, kkk
Olá! Terminei ontem de ler o “Feliz ano velho”, gostei muito e pretendo indicar para os que não leram ainda. Sou professor de Língua Portuguesa, graduando pela PUC.
Já ouvira falar de si, agora estou a buscar seus textos.
Tenho uma dúvida, claro que não temos como prever ou retomar ao passado a fim de mudar os rumos. O tempo não pára, como dizia o poeta. Mesmo o tempo sendo uma entidade psíquica e acumulativa de experiências, posso perguntar?
Não creio que seria escritor e ator se não sofresse aquele acidente, concorda comigo ou é muito expeculativa tal questão? Desculpe-me por tal questão, mas muitas vezes somos levados para onde as ondas do mar nos arrastam mesmo que briguemos com a correnteza.
Um grande abraço!
concordo. experiencias traumaticas nos levam a escrever, acho. abs
Victor Hugo
Aeee Carol, arrebentou garota, é assim q se escreve, sempre q estou em sampa vou á Love Story com amigas!!
E viva nós!! kkkk
bjs
Marcelo, continue escrevendo para nós, “garotada transviada” de 40 anos, q não sabem nada, não compreendem nada, alienados, despreocupados e “influenciados” por vc, tudo isso e mais um pouco de acordo com nosso amigo Sérgio Roswell.
Obrigado Sérgio, por favor venha sempre nos agraciar com suas apologias e filosofias baratas, para acordar essa juventude transviada q só sabe acessar o blog do Marcelo Rubens Paiva e não ter qlquer outro tipo de opinião, exceto as do Marcelo.
Obrigado, vc salvou nosso mundo!!
Só me responda se vc tem suas próprias idéias ou sempre fica a citar e defender as idéias dos filósofos?
Abraços de um garotão de 40 anos transviado.
Carolyny…
liga não, garota…os mesmo que te criticam são os mesmos que te procuram e as mesmes que te criticam são as mesmas que gostariam de estar em seu lugar.
é assim em tudo, aponta-se o dedo, mas esconde-se o rabo.
Lorenzo
não é maravilhosa essa diversidade…
ficar num gueto, comendo comida tipica, falando a lingua materna, deve ser muito chato…
não conhecer outras culturas, cantar outras musicas, viver outras vidas…isso é chato ! mesmo que voce se arrependa depois e volte a suas origens.Pra dar valor de verdade a nossas raizes devemos conhecer outras
… brilhante a tua resposta, Paiva:
‘é, eu só falo nisso”
(sobre você escrever somente sobre traição)
… não seria a representação de mundo das pessoas que veem nos teus textos o que está dentro da cabeça delas?…
*
Paiva fala sobre TUDO, diretamente e nas entrelinhas também. existe ‘hipertexto’ no que ele escreve, quem tem olhos para ver vê, quem não tem olhos para ver no escuro não vê.
digo, para ler.
beijo-felino, marcelo (porque os gatos têm olhos para verem no escuro… “os chineses veem as horas nos olhos dos gatos”/ )
Marcelo!
Td bem?
Desculpe tb postar aqui sobre txt anterior, mas vi o da moça um pouco acima e decidi tb escrever.
Concordo com td o que ela disse. E ainda digo mais, acho que as casas noturnas deveriam ser legalizadas, e elas terem sindicato, previdência etc… ouvi dizer até que na Australia uma dessas casas tem até ação na bolsa…
Pretendo ler esse teu livro que retrata isso, assim que terminar As femeas que estou gostando…
Qto a aqueles toscos, realmente, deve ser paixão enrustida…kkk!
Qto a esse txt, realmente, sabemos que não é fácil ser escritor… é preciso alguma disciplina, tem a dificuldade para publicar, enfim, sabemos que não é nenhum mar de rosas… e felizmente vc conseguiu se tornar um filosofo e nao apenas continuar um pretenso filosofo… por isso, sugiro escrever sobre isso… sobre esta passagem, afinal, tenho certeza de que mtos gostariam de ler…
Grande Abraço!
Sr. N
As vezes é difícil não ligar para algumas coisas…
E com certeza vc retratou bem sim o nosso mundinho, como vc escreveu, fez uma boa pesquisa de mercado hein?! parece q virou a cafetina da augusta rsrs
Mas achei q vc não colocou tudo, por receio de chocar não é?! De repente tem tudo, mas acho q para nós que vivemos nesse mundo, qdo lemos algo sobre a prostituição, sempre achamos que faltou algo, acho q é normal.
O livro é muito bom principalmente em relação as cafetinas q as pessoas sempre pensam q são homens rsrs, deixa eu parar por aqui…
Gostei muito da referência ao livro Malu de bicicleta, o protagonista Raul é ótimo e o final é surpreendente. é ótimo como todos seus livros, desde feliz ano velho até a segunda vez que te conheci, agora vou começar com as crônicas.
Eloisa, obrigada, é bom conhecer alguém po*&* louca e sem preconceitos rsrs. vc é a mesma que colocou o e-mail no blog? vou enviar um e-mail para vc, posso?!
beijos
Olha Carolyny o q nós vemos é deprimente, passear pela augusta ou ir á boates é desgastante, se vc sente-se bem fazendo o q faz, que bom para vc.
Acho uma exploração de qlq maneira e quem concorda, conheçe ou frequenta tbm acho q são pessoas pobre de espírito, não sou a favor.
Não tenho a mínima vontade de conhecer ou saber, prefiro viver no meu “conto de fadas”, como vc disse.
De qlq maneira continuo adorando os livros do Paiva e fico feliz q continue crescendo profissionalmente.
Ah! Paiva, a afinidade com quem gosta de vc rola solta aqui, todos viram irmãos vc viu?! Estou fazendo amizades muito boas aqui, já conheçi o Paulo, Lorenzo, agora a Carol ( tati, vc ñ conta pq já é das antigas), de repente rola um fã clube kkkkkkkk.
Carol sou a Eloisa do e-mail sim, e claro q pode enviar mensagem para mim. Dia 09 estou em sampa exclusivamente para assistir a peça do Paiva, depois podemos todos ir ao love story ou “cachaçar” no ap da tati…
Mariana, Sérgio, Tereza, Amilcar, Saint… vamos conosco?! de repente entram para o fã clube(brincadeira, sem terrorismo…kkkk)
beijos para todos
Não liga mesmo não Carol, as mulheres q te criticam são as q não tem a mesma coragem q vc e escrever o q incomoda.
Assim como o Marcelo, q incomoda a muitos, mas não para, pq as críticas não abalam, ainda mais críticas sem sentido.
Véi, como vc foi parar na literatura??!! vc é louco camarada, mas corajoso, concordo, sobrevivendo neste mundo cão como escritor.
Qdo optamos por uma profissão é se empenhar o máximo e esperar as pedradas, seja pq ganhamos muito ou pouco, sempre tem á que desagradar, mas se gostamos já valeu a pena.
abs
Carolyny se para vc conhecer alguém porra louca e q concorde com a sua profissão é uma pessoa inteligente, humorada e simpática, acho q precisa rever seus conceitos.
Vc não percebe, mas é uma exploração á mulher sim e vc quem não quer aceitar, pq o dinheiro é fácil agora, pq vc é moça e deve ser bonita.
Os homens irão apedrejar, mas no fundo ninguém vai querer casar com uma mulher q foi garota de programa, no fim preferem a Amélia…ou estou mentindo?!
Quer dizer q os rapazes aqui do blog, incluindo vc Paiva, gostam de meninas q se “divertem” indo á boates, baladas, estádios e saindo com muitos amiguinhos? Ah por favor não sejam hipócritas com vcs mesmos…
Carolyny, concordo com vc quando diz que muitas são prostitutas por escolha, mas infelizmente essa não é a maioria. Nem em SP, muito menos no interior do estado e nos outros estados. Conheço muitas mulheres que se prostituem pq não têm outra opção e passam por situações muito cmplicadas para não dizer perigosas.
Acho que assim como não devemos generalizar que todas as que são prostitutas são sofredoras, também não podemos esquecer que muitas são mesmo obrigadas a isso, sem qualquer possibilidade de escolha. Talvez, no dia, que nós mulheres formos tratadas com os mesmos direitos, poderemos falar desta questão de um modo mais tranquilo.
Acredito que as pessoas podem fazer o que quiserem das suas vidas, desde que possam escolher e serem respeitadas por isso.
Infelizmente, o que vejo no meu dia-a-dia como profissional da saúde pública é muito diferente do que vc conta.
Lia
Terapeuta Ocupacional
Mariana, somos todos pobres de espírito, fique do lado de fora apenas criticando enquanto as pessoas aproveitam suas vidas de maneira saudável e feliz.
Esse é o primeiro blog q gosto de ler os comentários e responderei a todos, se o Marcelo permitir, sei q isto não é bate-papo, como vc informou em um post anterior, mas este assunto sempre dá pano para manga, estou acostumada, não sei se vc tbm.
Eloisa, vou enviar e-mail para vc com certeza, quero muito conhecer vc, a nani, tati e agora o Sr N.
Tereza e Mariana, vcs envergonham as mulheres, sem comentários para vcs.
Lia, em nenhum momento eu indiquei q TODAS as mulheres são prostitutas por escolha, claro q algumas se entregam as drogas e alcolismo e ficam decadentes. Pergunte ao Marcelo se ele achou legal tudo o q viu?
A vida não é uma delícia, para nenhuma de nós. Mas prostituição é o trabalho q eu escolhi e eu o trato como tal.
Não sou prostituta de luxo e não tenho a pretensão de viver assim para sempre, neste momento estou com um cliente no nordeste esperando o meu momento de trabalhar, namoro e minha vontade era de estar com meu namorado e não aqui, isso vc não sabe como é, sabe?
Eu sou garota de programa e sei muito mais do q vc o qto sofrem as mulheres nesta profissão, além do preconceito e da humilhação. Não fico dentro de um departamento de saúde, ou hospital, ou assistindo cinema e televisão, lendo revistinhas, palestras educativas, sobre prostituição com pena e reclamando da má sorte das mulheres q são prostitutas, faço melhor pq é o meu dia-a-dia, isso vc não sabe e nem nunca vai saber como é!!!
As mulheres só são tratadas do modo q se deixam tratar, se vc se colocar no papel de vítima, vítima será, é muito bom sentar e ficar criticando com esse lero bonitinho de ideologia e direitos iguais enquanto muitas sofrem, se empenhar em ajudar ninguém quer, mas criticar e ficar sentado é muito melhor não é mesmo?
Sou do interior de São Paulo e sou garota de programa pq quero sim, não sou rica e nem de classe média alta para poder estudar em faculdades como mackenzie e puc, muito menos possuo estudo para entrar em uma usp, mas se eu quisesse teria capacidade de trabalhar em outra área com certeza e conquistaria muitas coisas, como muitas outras prostitutas que tem noção sabem disto.
Portanto, a minha realidade é diferente da sua, o q eu passo tbm é muito diferente da sua realidade, não critico quem não respeita, mas falar do q não sabe é muito pior.
Boa noite q tenho q trabalhar…
Carolyny
Garota de Programa
E seus gatos?
Beijinhos,
Sandra
Tereza, me atrevo a responder por todos os homens, acredito q os homens gostem de mulheres com personalidade, as garotas q vão á boates, estádios e saem com amiguinhos (insinuado por vc como “vadias”) são realmente autênticas, inteligentes e humoradas, como observou a Carolyny, e ótimas companhias, coisa q em vc (e muitas mulheres amarguradas) devem ser difícil encontrar. O q seria Amélia para vc?!
Qual o problema de mulheres frequentarem esses lugares??? me poupe…..
aí Marcelo… pela amostragem dos comentários acima, as mulheres te adoram…
e aí… comeu???
PS: legal a foto com o paizão!!!
de tudo fica um pouco, às vezes um botão, às vezes um rato (drummond)…
abraços
Tereza,
agora você tocou no ”tendão de aquiles” dos meninos… é verdade, quem casaria sem medo, sem receio e mil outros “sem” … com uma garota de programa?,
O próprio Paiva diz para um amigo no livro ‘a segunda vez que te conheci’ que ele (o amigo) não pode estar apaixonado por uma das meninas porque ela é p********, não lembro exatamente as palavras que ele usa.
Então, eu penso que esse ‘mundinho’ tem seus fascínios, claro que tem, mas na hora que entra ‘amor’, ‘paixão’ e outras coisas do mundo de conto de fadas que os meninos também desejam para suas vidas, quantos seriam capazes de se casar com uma das meninas?, sem medo da traição fácil fácil? Trair não existe na concepção delas, é como se tivessem cursado Psicologia, a moral não importa, importa ser feliz.
*
conheci um escritor que casou com uma menina assim, ela foi fiel a ele durante toda a vida, e ele a ela, ao que parece foram felizes, mas é raro isso acontecer.
*
como diz um amigo que eu amo muito
“a vida é crua, é faminta”,
para todos, de formas diferentes, por isso eu acho que é preciso respeitar as pessoas tanto quanto nos for possível.
*
beijos beijos
Amélia = mulher infeliz, ciumenta, decadente, insuportável, em casa reclamando, sem charme, acessando blogs e reclamando da vida…?
Mulher = inteligente, humorada, risada fácil, companheira, senso crítico, charmosa, faz acontecer…?
Fico com a segunda opção…
Marcelo,
meu fofo,
entrei aqui para perguntar o que aconteceu com o teu amigo Zequinha Físico-Filósofo!?
O que será que ele fez da vida? Vocês se veem ou perderam contato?
O lado não-bom dessa vida maravilhosa de univ federais e repúblicas é que as pessoas se “perdem” umas das outras com o tempo.
Mas eu fiquei curiosa para saber tb o que foi feito dele. Será que casou no final de tudo com a dona da pensão? kkkkkk
nao tenho ideia, sei que mora no parana
PESSOAL!
ninguém aqui vai perguntar por que um homem se prostitui?????????????????
homens também vendem seu corpo, dão prazer em troca de grana, como se chama mesmo?
“michê”, é isso?
Eles fazem o que fazem porque precisam ou eles precisam do que eles fazem porque eles gostam?
Vamos falar sobre a profissão da prostituição masculina, que tal?
(credo!, até a gramática conspira…. o verbo prostituir está na página 69 do livro “aprenda a conjugar”, gargalhadas será que o bolognesi fez de propósito?)
Diógenes veio lhes falar sobre os comentários maldosos, dizia eu para meus contemporâneos quando me perguntavam porque afinal de contas eu não lhes revidava as acusações que pareciam atentar contra minha honra, dizia contando a respeito de Sòcrates:
“Quando alguém deu um pontapé em Sócrates ele o suportou pacientemente e disse a quem se espantou: “Se um asno tivesse me batido, teria eu o acusado em juízo?” E quando alguém disse a Sócrates: “Não achas que ele te insultou e te ultrajou?”, sua resposta foi: “Não, o que ele diz não me toca”.
Acho que o Paiva publica esses coments medonhos que o agridem porque ele sente que ‘o que eles dizem não me toca’. É isso, aí.
Eu quero ser como o Marcelo quando eu crescer.
“
Diógenes veio lhes falar sobre os comentários maldosos, dizia eu para meus contemporâneos quando me perguntavam porque afinal de contas eu não lhes revidava as acusações que pareciam atentar contra minha honra, dizia contando a respeito de Sòcrates:
“Quando alguém deu um pontapé em Sócrates ele o suportou pacientemente e disse a quem se espantou: “Se um asno tivesse me batido, teria eu o acusado em juízo?” E quando alguém disse a Sócrates: “Não achas que ele te insultou e te ultrajou?”, sua resposta foi: “Não, o que ele diz não me toca”.
Acho que o Paiva publica esses coments medonhos que o agridem porque ele sente que ‘o que eles dizem não me toca’. É isso, aí.
Eu quero ser como o Marcelo quando eu crescer.
“
Prezado Paiva,
Prezado Daniel “Transviado” (sic), das 13horas e 40 minutos acima,
Não sei se consegui entender bem o seu raciocínio ou mesmo sobre o que você estaria falando.
De qualquer módo reconheço que, para mim, é difícil entender SOBRE O QUE SE FALA OU SE TENTA “DEBATER” neste BLOG, do MARCELO RUBENS PAIVA. É UMA CONFUSÃO SÓ…
Falei que, MARCELO RUBENS PAIVA, por sua experiência pessoal MUITO PODERIA FALAR E FAZER pelo Brasil, como Jornalista/Escritor/Dramaturgo/Crítico…
Só falei isso. Depois o “POST”, que começou como “PRETENSO FILÓSOFO” desandou e voltou para o POST anterior, falando-se das vantagens e desvantagens da PROSTITUIÇÃO…
Coisa de Crianças. Coisa de HOMENS COM DIFICULDADES EM ENCONTRAR MULHERES A NÃO SER PROSTITUTAS.
Continuo achando que MARCELO RUBENS PAIVA está desperdiçando este espaço. MARCELO RUBENS PAIVA muito poderia falar e fazer pelo Brasil, por sua experiência pessoal. MESMO QUE, ÀS VEZES, DISCORDÁSSEMOS.
MAS, o quê dá de “PORRA LOKA” aquí neste BLOG é incrível. PARECE UM ZOOLÓGICO.
MARCELO RUBENS PAIVA está sendo desperdiçado, EU acho ( não o conheço tanto assim…).
O BRASIL PRECISA DE QUALIDADE.
NÃO DE PORRA-LOKICE de CRIANÇAS DE QUARENTA ANOS DE IDADE.
Uma pena.
Oh Eloisa, não ta esquecendo de ninguem não???
Poxa vida…sou casada (e comportadissima >:-P), não bebo, ultimamente to dura…+ tbm faço parte do fão clube!!!kkkkk
Esqueceu do nosso plano maquiavélico? Eu seguro e vc garra!!!
Fica por ai Carolyny, some não!!!
Olha só Marcelo, hj vc não é o centro!!!rsrs
Bjos.
Marcelo!!!
Além da foto…te aviso que vou usar tbm alguns trechos de entrevistas tuas (achei um programinha sem vergonha que extrai do youtube!)
Ja que vc não da a HONRA da sua presença na facu… ou video conferencia….ou eu podia ir até ai te entrevistar…kkkk…deixa pra la….rs
Depois te passo o link pra vc espiar blz???
Quem manda ser estrelinha!!!
Se não curtir me processa!
Bjim
Boa noite!
Eu acho q todo mundo devia se reunir na Love pra discutir o assunto in loco.
Beijo Paiva,
Com certeza pode enviar e-mail pelo blog que entro em contato com vc Carolyny, acho q a Nani sou eu né?! rsrs
beijos e parabéns pela coragem de dar a cara a tapa, mesmo sendo em um blog.
SOMOS TODOS PORRA LOUCA DE 40, 26, 30, 66 NO BLOG DO MARCELO!!!!!
bjs Marcelo
Marcelinho, Marcelinho acabou virando um bate-papo ou um mesa redonda (em que o assunto, definitivamente, não é futebol), mas a Carol chegou “causando” no blog…
Oh! Camila, não dá para confiar em quem não bebe…kkkk
Carol, meu Car System (Eloisa) vai te passar o meu e-mail, commmm certeza!!
BIENVENIDO COMPAÑERA
besitos
Marcelo, imagino que deva receber zilhares de mensagens como essa, mas não me contive, é o seguinte, ando apaixonada por você! ah! bjos!
Marcelo,
Lendo seu texto fiz uma viagem na minha memória. Como temos mais ou menos a mesma idade, com as devidas proporções, vivi a época retratada por você.
Bixo, eu não sabia q Lila M era Camila, como diz a tati: defina seu heterônimo!! rsrs
Não esqueci de ti não, é q não trocamos e-mails, mas com certeza está no fã clube e para fundar o mesmo, vc tem q tomar um porre de tequila, como assim vc não bebe?!! quem não bebe não tem história
beijos
Eu assumo q não me casaria com uma garota de programa, não suportaria a carga, duvido q outros homens assumam isto!!
Mesmo assim, Carolyny, vc é uma guerreira.
Valeu Professor Sérgio Roswell, continue usando seus “sics” e nos agraciando com sua visita.
Carolyny, não tive o ojetivo de te ofender, peço desculpas se pareceu assim, eu sim, senti-me ofendida. Assim como diz que não conheço seu mundo, acho que tampouco conhece o meu. Sou tbm do interior de SP, não tenho dinheiro sobrando , arrisco dizer que vivo com menos que vc, cursei universidade pública com bolsa para me manter e o principal, não fico lendo revistinhas no meu trabalho.
Não tenho intenção de dizer o que é certo ou errado, e só pra constar, não acho errado quem se prostitue, só não gosto do glamour que é às vezes associado à prostituição pq sei que isso não é verdade.
Não disse que sinto pena de vc, mas sim de todos que são forçados a uma situação e se sentem humilhados por isso.
Discordo quando diz que só sofre agressão quem se faz de vítima. Vejo mulheres e crianças serem agredidas, estupradas e mortas diariamente e quando converso com elas, elas não me parecem que se fazem de vítimas. Elas são vítimas de verdade.
E meninas, saiam dessa de “mulher pra casar”. O homem que quer mulher pra casar é um péssimo homem para casar.
Ótimo dia a todos.
Lia
O que é gauche? Por favor me explique desculpando minha humilde ignorância…
Ola Marcelo!
roubei a foto que tiraste do adesivo “O Amor é Importante Porra”, pra colocar no meu blog de devaneios o vitrolausada.livejournal.com
Ah, que bom que concordas sobre o Café Floresta!
Contrabando o pó (de café) de la, aqui pra Floripa!
“Toninho, faz meio quilo ai pra eu levar pra ilha!”
Abraço, e obrigado.
Quando era criança, vi a vaca-rolha na Esalq…era assustadora..ou assustada a coitadinha! Só vc pra me fazer lembrar dela. Tava aqui lembrando acho q foi Feliz Ano Velho q me escreveu o universo universitário, antes mesmo de ser universitária.
Olha..não assino Estadão…mas me deu vontade de ler outro livro seu.
Qual vc mais gosta? Qual indicaria para uma mulher de quase 30?
Gracias
bjo
o ultimo, sempre. “a segunda vez que te conheci”.abs
Marcelo,
por que a frase está riscada?
você escreveu e você mesmo ‘passou por cima’?
… você me confunde assim.
beijo
MARCELO!
VC TAMBEM esteve em ARARAQUARA para falar do FELIZ ANO VELHO em 1982, na UNESP onde o antigo Instituto de letras,ciências sociais,educação tambem existe ou existia,hoje é FCL…
Mas temos tambem trajetorias diferentes,seminarista,ciências sociais e prosgraduação na UNICAMP…e muito mais entre DITATURA E DEMOCRACIA..na geração nascida em 1960 e pouco…
e depois viria 68,mas nos estavamos no GRUPO ESCOLAR…
quantas trajetorias e quantas vidas…!
NA TARDE DA VIDA SERMOS JULGADOS PELO AMOR…santa TERESA Dávila!!
Nossa, eu não acompanhava o seu blog em 2009, mas hoje com nosso senhor onipresente Google posso ver alguns posts antigos seus e nesse, em especial, quero comentar pq sou estudante de Engenharia Agrícola da Unicamp, e tenho paixão por literatura e política! Me sinto um peixo fora d´água de vez enquando, mas minha paixão por números também não consegue me deixar em paz.
ADOREI as fotos que vc postou aqui. Não dá pra ver perfeitamente, mas reconheci o Ciclo Básico em uma delas! Que delícia o modo como as coisas mudam!
Adoro ver fotos antigas, compartilhe mais fotos da Unicamp de 77 ! É fantástico poder ver o passado assim, sem ter que imaginar.
Tudo de bom!
amo suas publicaçoes meu primeiro livro foi feliz ano velho ate hoje eu ainda tenho ele bjus
2012
2011
2010
2009
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