Proibição faliu. E é a pior das soluções.
Em 1998, a Assembleia Geral da ONU nomeou membros para discutirem um mundo livre das drogas. No começo do mês, em Viena, se reuniram e concluíram que é preciso “o mesmo de sempre”, que a guerra contra as drogas tem sido um desastre, gera estados falidos entre os emergentes, enquanto o consumo aumenta nos países ricos.
Qualquer pessoa com bom senso percebe que nesses cem anos a tentativa é inútil, assassina e sem perspectiva. Por isso, acreditamos que a política menos ruim é legalizar as drogas.
Menos ruim não quer dizer a boa. A liberação, especialmente nos países produtores, traria riscos aos países consumidores. Muitos usuários vulneráveis sofreriam. Mas, na nossa opinião, mais pessoas ganhariam.
Evidências da falência. Hoje em dia, a ONU não fala mais num mundo livre das drogas. É fato que o mercado se estabilizou, mais de 200 milhões de pessoas, 5% da população mundial adulta, usam drogas na mesma proporção que há uma década atrás. A produção da cocaína e do ópio se estabilizou; a da maconha é maior. O consumo de cocaína decaiu gradualmente desde o seu pico nos anos 80 nos EUA. O mesmo aconteceu na Europa.
Os Estados Unidos gastam US$ 40 bilhões para combater o tráfico de drogas. Nos países em desenvolvimento, sangue tem sido derramado. No México, mais de 800 policiais foram mortos desde dezembro de 2006. Mesmo assim, a proibição mina os esforços da guerra contra as drogas.
O preço da droga depende mais da distribuição do que da produção, diz a ONU. O combate ao tráfico arruinou a metade dos produtores de cocaína. Sim, o preço da cocaína nas ruas americanas parece ter aumentado, mas foi a pureza da droga que diminuiu. Há evidências de que o negócio da droga se adapta rapidamente a seus percalços de distribuição. A produção do ópio se mudou da Turquia e Tailândia para Myammar e Afeganistão.

De acordo com a ONU, a indústria da droga ilegal movimenta US$ 320 bilhões por ano. Países emergentes vivem uma corrida de vida e morte contra o crime organizado.
Liberação não nos livraria dos gângsteres, mas transformaria a droga em um problema da lei para um problema de saúde pública. Governos taxariam e regulariam o comércio, usariam fundos para educar o público sobre os riscos e para tratar viciados. Diferentes drogas teriam diferentes taxas e regulamentações. Este sistema pode ser imperfeito, requer constante monitoramento, mas desencorajaria o mercado negro e os desesperados atos de viciados roubarem ou se prostituírem para alimentar seus hábitos.
Existem duas razões para os argumentos de que a proibição nos leva a lugar nenhum. Apesar de algumas drogas ilegais serem perigosas para algumas pessoas, a maioria não sofre danos. Tabaco é mais viciante que a maioria delas. A maioria dos consumidores, incluindo de cocaína e heroína, são usuários eventuais. Eles as usam porque obtêm prazer, como com o uísque e o Marlboro Light.
A liberação daria oportunidades para se negociar com os viciados. Provendo informações honestas sobre os riscos de diferentes drogas, e taxando-as convenientemente, os governos poderiam convencer os consumidores a não se prejudicarem.
A liberação pode encorajar companhias que produziriam drogas legalmente a melhorar o produto a ser consumido. O dinheiro economizado da repressão permitiria os governos a garantir um tratamento aos viciados mais eficaz. O sucesso dos países desenvolvidos em banir o cigarro com taxas e regulamentações mostram que há esperança.
Esta publicação afirma que a proibição é danosa para os países pobres. A liberação não nos livraria do crime organizado. Mas, depois de um século de experiências falidas, deveríamos ao menos tentar.
Calma aí… Este é um resumo da surpreendente matéria de capa de 5 de março da revista de maior prestígio e influência, The Economist, conservadora e liberal [tradução minha]. Merece ser discutida.
Artigo contundente. Não existe nada que eu possa comentar no momento, de tão categórico que foi. Políticas fracassadas merecem ser revistas.
A parte engraçada vai ser ler todos os comentários enviando sua alma para o inferno, Marcelo. Mesmo com o comentário ao fim do texto
com certeza.
Tô contigo e não abro!
Sou a favor da liberação e taxação da produção e comércio e todo dinheiro arrecadado deveria ser gasto em EDUCAÇÃO que é a base do desenvolvimento sustentável de qualquer economia.
Tá certo que no nosso país isso é praticamente uma utopia, mas, vá lá.
”deveríamos ao menos tentar” é ótimo. E se não der certo? ? Danou-se tudo?
Será que a crise afetaria até esse mercado?
beijo,
A discussão é válida, porque do jeito que está, realmente, ninguém sai ganhando.
Mas o problema é esse, não vão vender crack, mas vão vender cocaina light na padaria. Só que com as taxas e tal, vai ficar mais caro do que o crack que vai continuar sendo vendida ilegalmente.
Então o que vai acontecer é a diminuição do lucro dos traficantes, que logo vão lançar uma droga muito mais pesada, viciante e tal (como a industria do cigarro faz), pra conquistar o mercado de volta.
Ou seja, é o cachorro correndo atrás do rabo. Mas com mais de 5 bilhões de pessoas no planeta, acredito que alguns achem uma solução melhor do que sair dando tiro.
apologia às drogas !
papo de quem não saiu da adolescencia e ainda acha que o mundo sob os efeitos da fumacinha colorida é muito melhor.
mais uma vez cito o filme tropa de elite, que mostra em certo trecho, a demagogia da classe media,prá cima,que sobe o morro pra comprar a droga e cobra da policia a falta de segurança quando sua casa é assaltada ou seu filho morto pelo traficante que ele mesmo sutestou.
droga, o nome ja diz, não preciso dizer mais.
ta bom, quer fumar seu baseadinho, manda bala, mas não reclame quando o traficante mandar bala em voce também.
aqui em curitiba, pais de jovens viciados estão sendo mortos pelos traficantes, por conta da dividas que contrairam.
ai, podem dizer, mas se liberar o governo controla…controla o quê ? o governo alem de ladrao e corrupto, vai virar traficante também ?
seria interessante :
lotearemos as favelas do rj entre os deputados :
- base do governo, fica com as melhores “receitas”, oposição, se votar a favor de projetos, podem tentar uma boquinha fraca, mas com possibilidades de expansão.
exatamente omo fazem hoje com as empresas publicas.
e no fim, quem perde é sempre o povo !
sem falar no imposto-doidera !
Esse debate está finalmente saindo da dualidade conversadores/chapados para a luz da lógica. E isso é excelente para todos – caretas, viciados, usuários eventuais, enfim, todo mundo. Discutir essa questão sem hipocrisias é difícil, mas necessário. Sou a favor da liberação geral. E que o assunto deixe de ser resolvido pela Secretaria de Segurança e passe de vez à Secretaria de Saúde, metaforicamente falando.
um dia eu e um amigo estavamos conversando sobre isto e me falou o seguinte:
A quem cheire coca, você bebe Sminorff.
O cara depois de cheirar tem dor de barriga, vc fica tonta no segundo copo
O cara cheira na balada e depois, você bebe na balada e depois.
O cara cheira pra relaxar e se animar, vc bebe pra descontrair.
Porq vc se acha diferente do cara? a diferença entre ele e vc é que a sua droga vc compra no supermecado e ele compra a dele numa boca ou com um diller qlqr.
Marcelo, gostaria de ler a sua opinião a respeito, para só depois expressar a minha. Nada pessoal, só para confirmar o que penso ser seu ponto de vista.
Abraços, Grande.
adivinha…
Quem diria….depois de tantos anos limpando o C. com as teorias desta revista, eu viesse a concordar totalmente com uma posição da “The Economist”.
Mudou a revista ou mudei eu?
Vou acender unzinho e pensar a respeito….
Prepare-se Marcelo: vai chover reaça aqui neste espaço te acusando de apologista.
faz parte desse universo
A causa da droga está no usuário. Enquanto existir viciado não há como acabar com as drogas ilícitas ou lícitas (cigarro e bebidas alcoolicas).
Quanto ao mais, o texto postado fez uma ótima análise das possíveis soluções.
O problema é o “como fazer”. Acho que essa discussão é tão vasta que não dá para acontecer aqui na base do comentário rápido (assim como a do aborto).
Por que você não organiza um debate sobre o tema? Ou sobre vários temas pedregosos, já que você gosta deles? E já que eles precisam ser discutidos…
Abs
cara, não foi a voce que dirigi meu texto, foi ao autor do texto e a esse bando que acha bonitinho fumar um baseado pra “relaxar”.
não sou contra drogas e drogados, só quero distancia dos dois.
quer fumar, fume ! mas não de a opção, ou melhor, não financie o traficante que vai me tentar me matar ou matar meu filho…
quero ver um de voces ter um filho viciado, roubando coisas da sua casa, pra sustentar o vicio…ou voce vai dar uma mesada-maconha pra ele ?
http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid344630,0.htm
Policia aprrende 1 tonelada de maconha na Rocinha…
vai ver essa droga toda era pra consumo proprio…da classe a,b,c…
Maluco, vejo que suas opiniões vão de encontro ao realismo, sem achar se uma mudança vai dar certo ou não, na realidade já prevendo o que sempre ocorre em nosso país – a distorção para a sacanagem de tudo aquilo que tentamos seguir numa direção para acertar.
Tenho gostado de seus comentários pois foge da aceitação, muitas vezes, o que é positivo.
Parabéns. (de onde vc é?)
PUTZ, Marcelo, esse um tema TÃO polêmico, com tantos prós e contras, que qualquer tentiva de simplificá-lo vai ser furada. O artigo da economist tava muito bom mesmo.
GENIAL.
Essa é a palavra que uso para definir este artigo da The Economist.
Ainda que seja discutível, eles têm um ponto de vista interessantíssimo, o qual eu concordo plenamente.
LIBERA ESSA COISA
LEGALIZA GERAL
Assim quem sabe também ser resolve um problema de controle de qualidade? (rs)
Pensa você uma maconha com selo do IMETRO (hihihih)
Oi, Marcelo!
Só não concordo com você no sentido de que se houver a descriminalização das drogas, haverão muito mais pessoas recorrendo ao já saturado sistema público de saúde. Isso tornaria a vida ainda mais complicada para aqueles que realmente necessitam de tratamento na rede pública.
Beijos e sucesso!!!!
O fracasso sempre deve ser revisto e reformulado. Polêmico, porém contunde o artigo, mas tentar neste país… hmmmm, sei não! A reflexão está aí novamente e isso é muito bommm.
Beijo, Marcelito
Luciana
maluco, com todo respeito, vc é desagradável e intelectualmente limitado. Se não entende e não gosta do que lê, por que não procura outro blog?
Haja paciência pra aguentar seus comentários, credo!!!
Cara, sou a favor de legalızacao, mas acho que tem muıta coısa a ser dıscutıda antes dısso. A economıst nao tem muıto o que falar sobre a educacao e o sıstema de saude da Inglaterra, com certeza o governo ıngles pode arcar com alguns gastos ınıcıas. Na mınha opınıao, acho que o Brasıl deverıa estar amadurecıdo para legalızar as drogas. Ps: Mal pela acentuacao, mas teclado turco eh uma mıerde…
Olá, sou totalmente a favor dessa liberação. Entretanto, há que se pesar um poder econômico e militar contra a liberação, que é justamente o dos traficantes que são obviamente contra a liberação.
Atenção, vocês jornalistas a favor da liberação, cuidado (acho que não é paranóia não).
Um texto que, embora curto, acerta em cheio nessa questão. Só posso lhe dar parabéns pela publicação.
Bieijo.
parabenize a revista pela ousasdia. abs
Que isso!!! Liberar drogas no Brasil? Pra esse povo marginalizado enlouquecer de vez? Aqui ninguém é civilizado o suficiente pra viver numa sociedade tão liberal. Se o nosso maior problema não fosse a falta de educação e cultura, tudo bem! Se o nosso segundo maior problema não fosse a falta de oportunidade de trabalho digno, tudo bem! Mas não é o caso. Seria como alimentar cobras. Mesmo liberada legalmente, teria um custo e um comércio que altera o ânimo das pessoas, pisa em ovos. Conviver com viciados é uma ameaça constante. É uma degradação de valores, não tem nada a ver so com fumar um de vez em quando, como no cinema ou na época da faculdade, é muito pior… fora a saúde que vai pro tombo. Essa apologia tem que cessar isso sim. Liberar o uso só quando o ser humano evoluir muito.
Ana, não me importo com sua opinião a meu respeito…além do mais, pedir desculpas pra criticar, sem conhecer, é mais pobre intelectualmente do que meus comentarios…
no mais ja tenho uma fã ! Valeu Camila, sou de Curitiba, terra boa de gente ruim !
kkkkkkkkkkkkkkkkkk
O mais interessante em qualquer discussão de temas polêmicos é o modo como as pessoas interpretam como verdades universais e atemporais algumas práticas, posturas e ideologia do momento atual. Nesse caso, fica parecendo que as drogas já ‘nasceram’ proibidas e imorais!! Isso fica bem palpável quando falam que o Brasil precisaria “evoluir” para se legalizar a comercialização e produção de algumas substâncias entorpecentes.
Eu vou apertar mas não liberar agora.
Só quando as ‘crianças’ estiverem educadas.
É isso aí libera geral…
Já que não deu certo proibir, a melhor solução é liberar….????
Agora…Liberar o uso vai fazer com que o viciado deixe de roubar para obter recurso para a compra de drogas????
pelo que entendi, a revista propoe tratamento digno para os viciados, pago pela taxacao, nao?
Maria Ester, concordo com você, mas no meu caso, não é ideologia, pratica ou postura, é ASCO !
Ja fui usuario, quando tinha 15 anos, de maconha,me livrei disso sozinho e hoje vejo o tempo que perdi e imagino quantas pessoas deixei mal por isso.
Familia, amigos (os verdadeiros, não os de rodinha de baseado), trabalho…
E acho que nem hoje, nem em nenhum momento, deve-se cogitar a liberação das drogas.
Hoje libera-se a maconha, amanhã postula-se a liberação de da coca, depois vão querer as liberação do crack..
Passe a qualquer hora do dia na região da Luz e verá a decadencia que vivem aquelas pessoas.
E se as pessoas dizem que precisam da maconha pra produzir algo é porque não são tão boas naquilo que fazem…
Outro dia eu vivi uma cena engraçada. Estava com um amigo, que fuma maconha, e muito, e conversando sobre a legalização. Eis que o rapaz me disse ser contra a legalização, porque as coisas iriam sair do controle, etc. Então eu perguntei “por acaso você consome maconha?” “claro”, “e é contra a legalização?” “sim”, “então porque você não se entrega pra polícia?” – silêncio. Gostaria de entender essas pessoas.
E também acho engraçado as pessoas pensarem que, por serem ilegais, as drogas são menos consumidas.
Se o medo é o traficante (esse é pro Maluco), e não pro usuário em si, porque então deixar este produto nas mãos de traficantes, e não em farmácias e afins?
E, por último, os maiores interessados na ilegalidade das drogas são os traficantes, detentores deste mercado. E a fiscalização da Polícia Federal serve apenas para manter o preço da cocaína inflacionado, gerando mais lucros.
A revista, como todo bom economist, não se pauta por critérios morais e está mais é de olho na exploração de um mercado inexplorado, vamos deixar claro. É fato, no entanto, que as atuais políticas não estão sendo bem sucedidas na diminuição do uso, que seria o fim almejado. Nem poderia, ora bolas, pois tem se investido milhões em simplesmente se tirar o sofá da sala. Pesquisas sobre os efeitos das drogas no organismo há, mas como o assunto ainda tem ares de tabu, não há divulgação e esclarecimento das dúvidas, o que deveria ser o primeiro passo para se lidar com o problema. Não tenho muita informação a respeito mas suponho que a sociedade rejeite não propriamente o usuário da droga, mas o efeito direto do uso que seria o desvirtuamento da realidade. Mas não vejo para breve um debate amplo sobre o assunto não.
Maluco, vc é o tipo de cara que a gente não pode elogiar, a presunção vem junto contigo……
(kkkkkk). Mas reafirmo meus comentários……
Acho que não conseguimos uma abertura com relação ao aborto, que entendo mais urgente, quem dirá o tema drogas.
(Vc é de Curitiba mas vive em SP??)
Marcelo; estou de pleno acordo com a revista; bate com o meu pensamento; mas, no Brasil, seria impensável qualquer controle por parte do estado (corrupção e leniência).
O estado é hipócrita, porque taxa pesadamente outras drogas (álcool e tabaco) e o custo do combate é infinitamente maior do que o do controle!
O prêmio Nobel de Economia americano Milton Friedmann tinha a mesma opinião sobre legalização e controle!
Confira!
Abraço.
A discussão a respeito da liberação das (ditas) drogas, principalmente no Brasil, ainda é maracado por um senso comum conservador e ignorante. Talvez tudo já esteja muito bem estabelecido dentro das normas que operam o sistema da proibição das drogas, atendendo a interesses de superpoderosos que lucram cada vez mais com a própria proibição/tráfico/corrupção, falta de informação das pessoas a respeito das próprias substâncias e o sistema que opera essa proibiação, assim como valores moriais incoerentes. Não consigo compreender a rede de valores presentes na nossa sociedade a ponto de julgar uma substância melhor ou pior que outra a ponto de algumas serem autorizadas e outras proibidas. É evidente que o grau de alteração que cada uma promove varia; em contarpartida, tudo depende do uso que se faz dessa substância. Algumas pessoas que fumam tabaco ou então comem muito açúcar (que também causam vicios e alteram o comportamento) sofrem mais com o uso dessas drogas do que algumas pessoas que de vez em quando dão um teco ou um tapa.
Algumas pessoas tomam o seu goró na madrugada até ficarem bêbadas, darem muita riasda e falerem um pouco mais alto do que precisam; algumas pessoas tomam canecas de café e passam o dia na maior pilha, liogadonas; algun tomnam pílulas, que vêm em caixinhas de tarja coloridas, recomendadas pelos seus psiquiatras e se sentem melhores; há aqueles que comem chocolate todos os dias e não vivem sem essa satisfação; alguns passeiam por pastos de zebus atrás de um cogumelo sagrado para alucinarem; tem os que gostam de dar um teco antes de irem pra noitada; algumas pessoas só querem poder fumar o baseado que floresceu na plantinha do seu quintal e viver o dia tranquilamente.
Essa é a possível presença que posso fazer nesse meio virtual. Fora isso, sugiro leituras dos qudrinhos do Capitão Presença para relaxar…
impecável a the economist. ponderada e honesta. pena que muita gente se sinta irremediavelmente insegura na ausencia de um Estado paternalista que lhes diga tintim por tintim o que se pode e o que nao se pode fazer.
É, mas na hora que o barco afunda, como agora, todo mundo corre para ver quem pula primeiro no colo do papai Estado, o que significa que a pretensa autonomia de muitos não passa disso, de pretensão.
não ! sou de São Paulo e vivo em Curitiba…
e não soupresunçoso…
apenas sou bonito, inteligente e modesto !
Aqui no Brasil, duvido que funcione….É muito mas fácil implantar o controle de natalidade nas favelas e comunidades.Pobres(e bandidos também) estão tendo filhos descontroladamente,5, 6, 7, 8…Nunca haverá saúde e educação para essas crianças, que vivem rodeadas pelo tráfico,pela falta de dinheiro e a oferta de dinheiro fácil. Há cada vez mais bandidos jovens,muito jovens e crueis; cada vez mais crianças usando drogas…
Mas nunca vi nenhum politico falar sobre isso…Talvez não interesse à eles freiar o povão,pois é esse povão que é o seu eleitor.Cuidado,politico nojento…o tiro pode sair pela culatra!!!!!
O que mais me incomoda nesse papo de legalização é que as indústrias do tabaco poderiam lançar versões ‘hemp’ de seus produtos. Isso pode, de certo modo, ajudar a tirar elas da lama (se é que estão) enquanto deveriam falir logo de vez!!
A liberação das drogas precisa ser discutida SOBRIAMENTE!! Sem preconceitos e hipocrisias. Acho que deve ser construído uma espécie de ‘modelo de negócios’ para nortear a comercialização das drogas a serem liberadas e, a partir daí, estabelecer as regras para o consumo e comércio desse tipo de produto.
E talvez um diálogo mais aberto com os países que já adotaram medidas para legalizar ajude em alguma coisa. Sabemos os problemas da proibição, mas o que será que vem com legalização?
Minha prima visitou Amsterdã um ano atrás e disse que existem banheiros abertos, tipo mictórios, na rua. Até tirou uma foto. Eu perguntei se era algum costume muito doido dos holandeses. Ela me explicou que a prefeitura instalou as cabines nas ruas da cidade porque os turistas que visitam os cafés fazem muita sujeira pela cidade. É algo a se considerar também!
Marcelo, seguindo a sugestão do primeiro comentário, eu envio sua alma pro inferno.
Abraço.
dizem que é animado
assunto complicado. apesar de não concordar coma a legalização – trabalhei muitos anos em clinicas de recuperação de dependentes quimicos – acho seus argumentos muito coerentes. sou sua leitora assídua desde a infância, sim… a primeira vez que te conheci foi aos 8 anos, quando eu era uma pobre crianças ehhe, assistindo ao filme ‘feliz ano velho’… acho que já te vi rodando pelo ccsp ,,, mas, enfim, chega de bababação…seus textos são ótimos mesmo quando eu discordo deles hehe. um abraço
2012
2011
2010
2009
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