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Marcelo Rubens Paiva

08.novembro.2011 14:20:14

geração mascarada

Entenderam agora por que os estudantes da USP andavam mascarados?

Estão sendo enquadrados no crime FORMAÇÃO DE QUADRILHA.

Além de tipificado dano no prédio [reitoria], desobediência e crime ambiental com as pichações [acuma?!].

Se não pagarem fiança de mais de mil reais, vão para o presídio.

Imagine se a PM invade o campus no final dos anos 70.

Não havia 1 estudante que não pertencesse a uma “quadrilha”, que chamávamos de TENDÊNCIA ESTUDANTIL.

REFAZENDO, LIBELU, CAMINHANDO, CONVERGÊNCIA SOCIALISTA e outras.

Era isso que os moleques tentavam dizer no protesto atual: a maneira como a PM age no campus e os agentes que a comandam não se encaixam no espírito de livre pensar de uma UNIVERSIDADE. O pensamento socrático foi algemado pela truculência do Estado.

Parabéns para aqueles que acham que UNIVERSIDADE não é espaço para playboys maconheiros e baderneiros, que depredam o patrimônio público.

Venceram a generalização, o debate político raso e o Estado maniqueísta.

Perderam a dialética e os movimentos sociais.

Perdeu a DEMOCRACIA [o diálogo].

Sim, a violência urbana pede a PM no campus universitário. A maioria estudantil, idem.

Mas não esta PM mal treinada, viciada em extorsão a maconheiros, pragmática.

Regida por leis que consideram agremiação política e pensamento ideológico uma QUADRILHAGEM.

 

+++

 

Foi a reitoria da USP que pediu que a Linha Amarela do metrô, ainda na prancheta, não passasse pelo campus, alegando questões de segurança.

No projeto original, as estações seriam na Praça do Relógio e no HU (Hospital Universitário).

Construíram no Butantã.

Os milhares de alunos, professores, funcionários e visitantes que circulam diariamente pela maior universidade da América Latina são obrigados a caminhar mais de1 kmaté a portaria da instituição.

No ano passado, moradores de Higienópolis assinaram um manifesto para que o metrô não construísse uma estação no coração do bairro. “Não queremos uma gente diferenciada”, disse uma moradora, o que gerou protestos carregados de ironias.

Agora, senhoras de Ipanema abraçaram a tombada Praça Nossa Senhora da Paz e pediram um não à construção de uma estação do metrô.

As do Leblon também pedem que a linha siga subterrânea até a Gávea.

Síndicos de prédios de Pinheiros pediram que a prefeitura não leve para o bairro um albergue de moradores de rua.

Na semana passada, um banco da Avenida Paulista cercou com grades as muretas da sua agência, que serviam de ponto de encontro, lazer e paquera nos fins de semana.

Ver as fotos num post abaixo.

Imitou a agência da Caixa Econômica, também na Paulista, que colocou gradis de proteção para impedir a circulação de pedestres na praça interna.

Não se encontra em outros países a divisão de circulação entre proprietários e serviçais.

Difícil entender por que há elevadores sociais e de serviço em quase todos os condomínios. E mesmo com o aviso afixado, obrigado por lei, de que é proibida a discriminação, empregados, diaristas, faxineiros são compelidos a não usar o social.

Nossa República, proclamada por generais, substituída pela elite do café com leite, recomposta pelo populismo, que a transformou numa ditadura de inspiração fascista, retomada por forças democráticas que viviam em conflito com trabalhistas, que detonou uma ditadura violenta que durou 21 anos, demora para se cristalizar.

A violência urbana, prova da fraqueza das instituições públicas, da falência do Estado, da ausência de justiça social, serve de álibi para que se levantem grades, portarias e sistemas de segurança que “protejam” uma classe da outra.

A tensão social vitima.

A corrupção na Justiça e no Executivo atravancam o desenvolvimento e impedem a distribuição da riqueza pública.

A Previdência separa cidadãos em duas castas: os comuns e os servidores públicos.

No mês em que se comemora a Proclamação da República, cujo sentido etimológico é “bem comum”, deveríamos nos perguntar se ela foi de fato proclamada.

O viral que virou anúncio da Red Label que emociona, em que as pedras do Pão de Açúcar se transformam num gigante que se levanta e sai andando, sob slogan “o gigante adormeceu”, é simbólico.

Pois ele se levanta e vai embora.

Vai dar um role no mar, enquanto nos dizem “keep walking, Brasil”.

Deveria ficar no continente para ajudar a nossa República.

Volta, gigante. Não dá as costas para nós. 

Ah, e tem mais, SE BEBER NÃO DIRIJA.

 

 

comentários (544) | comente

544 Comentários Comente também
  • 08/11/2011 - 14:49
    Enviado por: Ezequiel-SP

    “O pensamento socrático foi algemado pela truculência do Estado”

    Paradoxo socrático:

    Argumentação defendida pelo filósofo grego Sócrates de que, considerando o bem,(simultaneamente individual e coletivo), o ideal verdadeiramente desejado por todos, aponta a ignorância e o desconhecimento da verdade como os causadores da malignidade humana.

    Ou seja: Os estudantes sabem exatamente o que eles querem ???

    Abraços

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    • 08/11/2011 - 18:04
      Enviado por: Romulo

      Sabem sim, mas a mídia finge que não pra manipular gente como você. Eu tive lá justamente para poder comparar o que acontece e o que é relatado. Fiquei com nojo da mídia brasileira. Transformaram uma luta de anos contra um reitor imposto pelo governo e sua repressão em uma bagunça de maconheiros. A maconha foi só o estopim. Na noite anterior à desocupação, várias mães de alunos estiveram lá pra conferir que o prédio estava intacto. Quem quebrou tudo foi a PM. A briga com jornalistas foi iniciada por uma pessoa estranha ao movimento estudantil, armada com arma de choque. Provavelmente P2. E a massa fica aí, acreditando na globo, na folha, na veja, e chamando estudante de marginal.

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    • 08/11/2011 - 18:23
      Enviado por: Fabio Figueiredo

      O que V prefere a anarquia ou a segurança do cidadão garantida pelo estado? Escolha.

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    • 08/11/2011 - 19:52
      Enviado por: Oliveira

      só complementando o comentário do Rômulo…

      Pra quem não se lembra, o atual reitor da USP tomou posse de seu cargo em 2009, após decisão unilateral tomada pelo então governador do estado de São Paulo, José Serra.

      O tucano ignorou o resultado da eleição univesitária, q apontava como João Grandino Dias, atual reitor da USP, como segundo colocado.

      A decisão tomada pelo governador tem respaldo da lei. Porém, é interessante destacar que nenhum outro governador paulista tomou tal decisão – nomear unilateralmente o reitor de uma das universidades do estado – após o final do regime militar.

      É evidente q existe uma reciprocidade política e anti-democrática envolvendo o atual reitor da USP e o paritido que governa São Paulo. Portanto, deve ser dado ao estudantes a devida legitimidade para protestar contra as decisões tomadas em conjunto pela reitoria da USP e o governo do estado.

      É fato que o vandalismo cometido dentro da reitoria e outros erros graves foram cometidos pelos estudantes. Porém, eles sabem o que querem.

      Quanto a ação truculenta da PM, só tenho o que lamenter. Podem escolher: ponto de vista jurídico, humano, cidadão, filosófico, ideológico…não há como concordar com uma ação descabida como aquela.

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    • 08/11/2011 - 20:09
      Enviado por: Eduardo

      ANARQUIA, antes de qualquer REPRESSÃO e APRISIONAMENTO IDEOLÓGICO, transvestido de PROTEÇÃO.
      Se você e satisfeito, e mais, se você “escolhe” essa proteção, é mais um que eles já dão papinha na boquinha, tapinha na cabeça: “Bom menino….cidadão de bem”. Cidadão de bem não briga por nada, abaixa a cabeça e continuando andando na sua linha torta….
      Não estou do lado de ninguem….Sou só pena. “Me da um dó!”

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    • 08/11/2011 - 20:45
      Enviado por: Oliveira

      ops..pequeno erro: o atual reitor da USP, João Grandino Dias, ficou em 3o lugar nas eleições universitárias, e não em 2o como eu havia dito antes.

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    • 08/11/2011 - 21:03
      Enviado por: Tomás

      Romulo

      A agressão começou com uma pessoa estranha ao movimento?
      Generalizar como a mídia está fazendo é nojento, mas não vamos exagerar ao ser condescendentes com agressão. Foi um grupo de estudantes que jogou cavalete nos policiais (covardemente sem identificação, é verdade), o que gerou violência da outra parte (truculenta e com resquícios ditatoriais, outra verdade).
      Estudantes também erraram ao depredar patrimônio, só não vê quem não quer assistir a imagens do circuito interno.
      Se você, assim como eu, quer ver uma cobertura menos reaça da mídia e mais democrática, não pode negar os erros da invasão, se não vamos mostrar uma visão extremista, assim como a da mídia tradicional.
      E, por favor, não se pode levantar a bandeira da paz com a violência.

      Abraços

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    • 08/11/2011 - 21:05
      Enviado por: Ezequiel-SP

      No final não perdemos todos ????

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    • 08/11/2011 - 23:41
      Enviado por: Lee

      É tudo tão manipulador, que nem foi comentado que a polícia no campus não é tão eficiente assim.
      Estudo lá e em pontos mais afastados, próximos à favela, ocorrem inúmeros assaltos e não há policiamento.
      Realmente é de se desconfiar a polícia no campus…

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    • 08/11/2011 - 23:44
      Enviado por: Adriano Puda

      Rômulo, Oliveira… vocês ainda não se cansaram destes discursos esquerdistas? Nem o PT faz mais isso!!! Se vocês acham que a ação foi bárbara, truculenta, quase um massacre… então coloquem a mão na massa e ajudem de verdade a colocar ordem na casa!!! Mas ficar só neste bla bla bla socialista, ser sempre do contra só por ser… já chega né? Ou vocês ainda não perceberam o caminho negro sem volta que nosso país está tomando? Em sociedades onde a educação é realmente uma prioridade as coisas são muito diferentes, mas por favor se lembrem que estamos no Brasil. E quando eu digo Brasil não me refiro a Moema, Jardins, Higienopolis, e sim a todo o resto que por sinal é muito maior. A realidade fora deste círculo é muuuito diferente…

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    • 09/11/2011 - 00:09
      Enviado por: Saramar Mendes

      Se o atual reitor da USP é tão nefasto, por que nenhum destes alunos que ocuparam o espaço público para protestar contra a prisão dos viciados em drogas, reagiram antes, exigindo a substitução do indivíduo?
      Por que estes “representantes” dos alunos não se levantaram em massa para portestar quando aquele estudante foi morto?
      E, afinal, por que o espaço universitário deveria ser isento do patrulhamento policial? Este espaço se encontra na lua, por acaso?

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    • 09/11/2011 - 08:58
      Enviado por: Olivia Paz

      …Rômulo, porque será que toda vez que não acontece as coisas da forma como esperam, vocês tendem a descaracterizar as opiniões ?Chego a ouvir ausência de democracia…Pois a democracia é que permite a variedade de opiniões…Não se trata de controle da mídia, o mundo mudou!Acordaaaa!

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    • 09/11/2011 - 13:19
      Enviado por: Oliveira

      Adriano PUda…é claro q vc n leu meu comentário. Eu apenas expliquei q o processo de escolha do atual reitor da USP foi anti-democrático. Nada mais, nada menos…se vc acha q isso é propagação de ideias ultrapassadas de esquerda, eu te aconselharia a aprender a interpretar melhor as coisas q são expostas ao seus olhos. Ah,…leia menos a VEJA..ajuda tb a melhorar o intelecto. Essa história de criticar supostas ideais de esquerda é bem a cara da tal revista. O PT ajudou a economia brasileira a ser a 7a maior do mundo, e mesmo assim os caras insistem em dizer q o país irá virar uma espécie de colônia de Cuba…piada!!

      Saramar Mendes…o grande motivo dos protestos dos esudantes diz respeito ao perfil ditatorial do atual reitor da USP. Porém, a mídia não te deixou saber disso. Como a grande maioria, vc foi devidamente manipulado. Acredita q a única causa dos protestos é a vontade dos estudantes de fumar maconha no campus. Se informe um pouco melhor!

      PS: os estudantes tomaram atitude repugnante ao destruir parte da reitoria da USP. Porém, é importante destacar q os próprios policiais arrebentaram várias portas dentro da reitoria, só que não de maneira espontânea ou necessária. Os caras simplesmente combinaram com os jornalistas presentes no local: “nós iremos arrombar as portas. Vcs filmam, explicam p/ o povo q foi preciso agir com energia, a gente faz um show e todos saem ganhando”. Se tratando de polícia militar, uma das insituições mais arcaicas do estado, eu não dúvido q os caram tenham feito isso. Portanto, n me venham dizer q vândalos são apenas os malvados estudantes, enquanto os policiais bonzinhos entraram no campus pra estabelecer a ordem. Não dá…

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    • 09/11/2011 - 14:49
      Enviado por: adriano

      Alguns aí acima lembraram que o reitor não foi eleito democraticamente. Pergunto: era contra isso que os estudantes estavam protestando?

      NÃO ERA!

      O protesto era basicamente pela liberdade de fumar maconha sem ser incomodado!

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    • 09/11/2011 - 16:12
      Enviado por: altamir - sp

      Fábio Figueiredo; sua resposta é a manifestação clara do embotamento do pensamento: violência ou segurança do cidadão, escolha! Se você lesse a maioria dos comentários que estão aqui teria como responder facilmente sua pergunta: É uma pergunta mal feita! Não são estas as alternativas reais para se solucionar qualquer problema, nem mesmo o da violência no campus da USP. Se ainda precisamos de policiamento para ter segurança em algumas ocasiões, certamente não é o policiamento oferecido pela PM no campus da USP. Não compremos esta história pelo valor de face!

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    • 09/11/2011 - 18:11
      Enviado por: Oliveira

      Adriano

      Então, como vc me explica o fato de mts funcionários da USP estarem aderindo a greve dos estudantes, incluindo alguns professores?

      Quer dizer q agora todos os funcionários e os 3 mil estudantes q apareceram na assembléia de ontem querem fumar maconha?

      Na boa…leia outros meios de informação além daqueles mais convencionais. Vc está se deixando manipular com mta facilidade. E o seu argumento é bem estranho. Em nenhum momento vc parece se incomodar com a fatia ditatorial do atual reitor da USP, aquele q foi eleito ficando em 3o lugar na eleição universitária. Super democrático!!!

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    • 09/11/2011 - 19:46
      Enviado por: Alberto

      [IRONIC MODE ON]
      Oquê é democracia então?
      Uma assembléia decidir a desocupação da FFLCH e um bando decidir ocupar a reitoria pois não gostaram da decisão?
      Alguém por acaso está proibindo, oprimindo manifestações legítimas (sem invasões, quebra-quebra, etc.)?
      O que é mais democrático, a eleição do reitor da melhor universidade pública brasileira por funcionários, que só querem receber mais e trabalhar menos, ou alunos, que ainda estão em formação acadêmica e/ou psicológica?
      Afinal é totalmente anti-democrático o reitor ser indicado pela comunidade de acadêmicos da universidade, com participação de representações discentes, que estão diretamente interessados no crescimento da pesquisa e na melhor formação dos alunos, com uma lista de 3 candidatos, TODOS ELES sendo considerados CAPAZES de exercer o cargo, tendo em última instância a seleção pelo maior representante DO POVO PAULISTA, o senhor governador, ELEGIDO POR TODA A POPULAÇÃO DE SÃO PAULO. [IRONIC MODE OFF]

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    • 09/11/2011 - 22:58
      Enviado por: Oliveira

      Seria interessante lembrar q nos últimos 25 anos, nenhum outro reitor de nenhuma universidade estadual paulista foi indicado por um governador do estado.

      Agora, salta aos olhos a visão lamentável do tal Adalberto sobre os servidores públicos – incluindo professores – e o papel do governo dentro da educação superior.

      A aparelhagem burocrática das instituições públicas deve manter o mínimo de isenção em relação aos interesses políticos. Essa é uma premissa básica para a manutenção da independência jurídica das instituições do estado em relação ao governo que as controla.

      A indicação do Rodas pelo ex-governador José Serra é um exemplo de ação contrária à premissa acima citada. Não me parece q um governador esteja agindo de bom grado ao ignorar o voto da própria comunidade acadêmica.

      Quanto as critícas q envolvem a falta de senso democrático por parte dos estudantes, não discodo de uma só palavra do q foi dito pelo Adalberto. Porém, o q estou tentando demonstrar aqui é o outro lado da moeda.

      A rebeldia com algumas causas questionáveis (e outras não) dos estudantes; a ação destemperada da pm, que não está preparada para agir em ambiente universitário (e, ultimamente, em lugar nenhum); a questionável decisão do estado ao tentar equacionar o problema da violência no campus com a presença da polícia, ignorando a falida segurança própria da universidade…enfim, todas as questões q envolveram a USP nos últimos dias precisam ser melhor discutidas. Embarcar nos absurdos q a mídia está vendendo constrange qualquer cidadão a não pensar de maneira mais profunda.

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    • 10/11/2011 - 02:12
      Enviado por: Thiago Eugênio

      Chamam as pessoas contrárias a esse tipo de manifestação de gente alienada dando a entender que é proibido ter um posicionamento diverso ao dos universitários. Muito democrático isso não?

      Assim como esses estudantes tiveram a liberdade de se manifestar de uma maneira que alguns concordam, outros também tem o direito de se ter uma visão diferente. Nem a favor, nem contra, mas apontando erros dos dois lados.

      Quem está a favor dos estudantes está certo VS Quem está contra é aliendado. Isso também é maniqueísmo sabiam?

      Já está na hora do Brasil se tratar desse trauma psicológico chamado ditadura militar, assim como um adulto se trata de um trauma da infância.

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  • 08/11/2011 - 14:51
    Enviado por: Fillipe

    Maravilha, Marcelo! Acho que é por aí mesmo. Todos sabemos que um estado democrático de direito demanda forças de segurança pública, o que DEFINITIVAMENTE NÃO PODE SIGNIFICAR REPRESSÃO À AUTONOMIA POLÍTICA E ABUSO DO MONOPÓLIO DA FORÇA. Muito importante acentuar que, na comunidade universitária, entre os que defendem ações de violência desmedida e os que pregam a absoluta ausência de intervenção policial, há aqueles que acreditam no sucesso das ações de segurança pública quando conduzidas por uma instituição diversa desta com a qual muitos parecem ter se habituado.

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    • 08/11/2011 - 18:28
      Enviado por: Fabio Figueiredo

      Talvez Marcelo não concorde mas, não é importante haver uma certa ordem em um ambiente como a universidade para que sejam respeitados os direitos de todos, e não só de alguns? Porque eu tenho uma polícia nos parques e os estudantes devem ter uma polícia especial na USP. Uma que deixe fumar maconha? Qual o direito que um estudante da USP tem acima do cidadão comum, como alguns pretentem propor?

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    • 08/11/2011 - 18:35
      Enviado por: Fabio Figueiredo

      Victor. O meu inconformismo é que mantemos a USP e pagamos os professores e o ensino em geral, buscamos valorizar a universidade de nosso estado que é a melhor do país mas, infelizmente, por motivos ridículos e provincianos, nossa melhor universidade está colocado apenas em 164º lugar entre as melhores do mundo. Envez de fazerem toda essa “zorra” para fumar maconha no campus, poderiam ter gasto essa energia para melhorar a USP e torná-la uma entidade mais séria. Em Oxford, Harvard, Stanford ou qualquer outra boa universidade esses alunos teriam sido expulsos, pela polícia, no primeiro dia.

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    • 09/11/2011 - 11:49
      Enviado por: Marcelo

      Em Havrd, Princeton, Cambridge… Universidad de Buenos Aires… Universidad de Chile… UFMG, UFF, UNB…. Nenhuma delas a polícia está autorizada a fazer a segurança interna. Nenhuma delas possui convênio com a polícia.
      Todas tem uma segurança interna própria, com guarda universitária desarmada, iluminação adequada, planejamento de segurança dos frequentadores e do patrimônio público.

      Isso porque a universidade tem, por princípio, autonomia. Pode se mudar o governo, as diretrizes de ciência do estado que as pesquisas desenvolvidas na universidade não vão parar. A universidade pesquisa o que acha conveniente, o que lhe parece interessante e justo. A PM, por sua vez, está às ordens do secretário de segurança que, por sua vez, é subordinado ao governador do estado. E a PM, enquanto corporação é carregada de ideologia…
      O Núcleo de Estudos da Violência da USP estuda há muitos anos, dentre outras coisas, a atuação da polícia nas favelas e periferias do Brasil. Como estudar/criticar a polícia se ela própria é mantenedora da ordem em seu lugar de trabalho? Que liberdade é essa? E a autonomia?
      Se um pesquisador da Faculdade de Economia fizer uma balanço negativo da política econômica do governo, o que impede a PM de, acatando ordens do governador, intimidar, pressionar ou mesmo perseguir este estudioso?

      Por isso, meu caro, nenhuma universidade séria do mundo chama a polícia para resolver seus problemas internos.

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  • 08/11/2011 - 14:59
    Enviado por: Marina Valle

    Marcelo, matou a pau, mais uma vez.

    Venceu o pensamento conservador. Esta palavrinha que perdeu o sentido, de tão repetida, mas que quer dizer: “não-questionamento”, “perpetuação do mesmo”.

    Para haver mudança, tem que ter rebuliço. Os estudantes da USP estão de parabéns por terem tirados as discussões da sala de aula e levado para a realidade! Que o espaço da universidade é esse: o da efervescência ideológica! Somos educados para PENSAR CRITICAMENTE acima de tudo!!! Coisa que falta ao estado de São Paulo, à PM paulista, a REDE GLOBO que vem nos inundando com seu pior jornalismo tendencioso todos os dias!!!

    E mesmo que minha manifestação aqui seja inócua, eu quero declarar que estou do lado dos estudantes e de todos aqueles que ainda pensam e lutam por uma sociedade aberta à discussão, à mudança, à revisão de seus próprios valores.

    Não há nação pronta e acabado, lembremo-nos disso: uma nação está sempre em construção!!! E é com esse ato reacionário que fica evidente que a nossa democracia é um feto!!!

    Quero também declarar, que posso ser só uma, mas que a REDE GLOBO não me convence pelas manhãs. E não me convencerá. E pra ela dedico meu mais puro desprezo. A liberdade rima com VERDADE. Coisa que a imprensa brasileira têm se esquecido (se é que já se lembrou).

    Estou profundamente enfurecida e decepcionada com o desfecho dessa história, que acabou nos soprando os velhos ventos DITATORIAIS.

    Mas não vamos desanimar. Onde há pensamento crítico, há esperança. Vamos que vamos na luta!

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    • 08/11/2011 - 16:06
      Enviado por: Marcelo Rubens Paiva

      bora!

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    • 08/11/2011 - 17:45
      Enviado por: tchebas

      vix…

      que papo é esse de rebuliço! que discussão relevante foi tirada desse motim? se o movimento tinha um objetivo, qual seria? Sobre a GLOBO, esse seu papo já ouvi a decadas atrás. tú já avaliou as demais emissoras? mesma ladainha tb não acha? enfim se tú apoia o movimento, dá as caras lá e reivindica tb.

      relembrando suas palavras…

      “… Para haver mudança, tem que ter rebuliço. Os estudantes da USP estão de parabéns por terem tirados as discussões da sala de aula e levado para a realidade! Que o espaço da universidade é esse: o da efervescência ideológica! Somos educados para PENSAR CRITICAMENTE acima de tudo!!! Coisa que falta ao estado de São Paulo, à PM paulista, a REDE GLOBO que vem nos inundando com seu pior jornalismo tendencioso todos os dias!!!…”

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    • 08/11/2011 - 19:13
      Enviado por: Rodrigo Leme

      O dia que eu q você discordarmos, vou na tua casa, quebro tudo, pixo as paredes, roubo itens dela. Espero que você bata palmas e não chame a polícia, pq esse é meu jeito de PENSAR CRITICAMENTE.

      Francamente…pq 1% da USP fala pelos outos 99%? Ainda por cima cometendo crime contra um aptrimônio que não pertence somente a eles? Um grupo que não conseguiu ser maioria NEM EM ASSEMBLÉIA, NEM EM AMOSTRAGEM.

      Depois o Marcelo Rubens Paiva vem falar de auttoritarismo. Autoritarismo é a minoria impor sua vontade à maioria. Ridículo, é desinformação ou má fé.

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    • 09/11/2011 - 09:59
      Enviado por: Toni Bahia

      Democracia é respeito às leis.
      Podem se expressar livremente, falar as merdas que quiserem, mas se ocupam um espaço público ao arrepio da lei, a Democracia de farda, que é a PM e representa os interesses do Estado de Direito, tem que atuar mesmo.
      O que querem mesmo é impor sua vontade pela força e pela bagunça.
      Se a justiça prevalecer, não passarão.
      O resto é justificativa barata de ações criminosas travestidas de protestos e”luta por um mundo melhor”.

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    • 10/11/2011 - 20:16
      Enviado por: Virgínia

      APOIADÍSSIMA!!!

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    • 10/11/2011 - 20:44
      Enviado por: Virgínia

      Marina,apoiadíssima!!

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  • 08/11/2011 - 15:07
    Enviado por: roberta

    Marcelo, a propaganda em que o Pão de Açúcar se levante e sai andando é do Johnny Walker, não do Red Label. Você, como bom bebedor que foi ou é, entende a diferença.

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    • 08/11/2011 - 16:04
      Enviado por: Marcelo Rubens Paiva

      red label é da johnny walker. apesar de preferir o bourbon, sei disso mto bem

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    • 09/11/2011 - 13:52
      Enviado por: Almir

      Red Label, Blue Label e Black Label é Jonny Walker.. (Dããããããã!!!!!!)

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    • 10/11/2011 - 01:42
      Enviado por: Caminhante

      Almir, faltou mencionar green label e gold label. Marcelo, a Roberta tem razão. A propaganda não é específica do 8 anos. É para todos os labels. Tirando essa ‘imprecisão’ o texto está muito bom. Sempre gostei do que escreves.

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  • 08/11/2011 - 15:07
    Enviado por: felipe alexandrino

    Uma luz sensata no fim do túnel. Uma ideia clara, sem superficialismo baratos de rede sociais que pregam o capitão nascimento contra os “financiadores do tráfico” da USP.

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  • 08/11/2011 - 15:09
    Enviado por: André

    Marcelo, feliz ano velho para você. Suas ideias e seus ideias estão tão velhos quanto a época da sua juventude feliz. Seu texto não é um “contraponto”: é apenas um manifesto tolo e inconsequente de alguém que não perde uma oportunidade de atacar os goverantes que a maioria dos paulistas e paulistanos aprova e elege. Ok, é direito seu ser petista, esquerdista ou sei lá o que. Só não sei o que você está fazendo nesse jornal…

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  • 08/11/2011 - 15:09
    Enviado por: Avelino de Almeida Bego

    Sou partidário do seguinte então: tira a polícia de lá de deixa criminalidade tomar conta de tudo de novo.

    E você, que tem filho lá, arranje outra universidade.

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  • 08/11/2011 - 15:11
    Enviado por: Fernando

    Só acho que a discussão se perdeu. E não foi só por causa da PM, porque os estudantes não souberam mostrar pelo que estavam lutando. Agora já era.

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    • 08/11/2011 - 16:01
      Enviado por: Marcelo Rubens Paiva

      só não sabe por que estavam lutando quem não leu os jornais

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    • 09/11/2011 - 10:31
      Enviado por: Moises Velhinho

      Ué, mas os jornais mentem ou não? A comunidade quer a polícia lá, os únicos que não querem são os que invadiram a reitoria. Perderam a votação e tiveram a típica atitude ditatorial, fizeram a força o que os outros não queriam. Eu fico imaginando o que passa na cabeça do cara que levanta às 5h epra trabalhar e só chega depois das 22h em casa quando vê o ralo por onde escorre o dinheiro dos impostos dele…

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    • 09/11/2011 - 14:54
      Enviado por: adriano

      De fato. E quem leu os jornais sabe que a luta deles não era contra a injustiça social, ou contra a ditadura (que já acabou), ou pela fraternidade entre os povos.

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  • 08/11/2011 - 15:14
    Enviado por: Alexandre

    Boa Ezequiel. Esse movimento estudantil clama pelo que mesmo?
    Melhor chamar a Super Nanny pra resolver a carência da molecada. Andar 1K pode ser difícil para um chumbado, mas é benéfico para o resto da humanidade. A Reitoria foi sim saqueada, computadores foram roubados, móveis e outros objetos destruídos.
    O Estado não está correto não, Paiva. Nem a dona da boutique de Moema. Muito menos esses poucos estudantes que não sabem pelo que estão lutando.
    Força.

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    • 08/11/2011 - 15:23
      Enviado por: Cesar

      Resposta PERFEITA!

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    • 08/11/2011 - 16:16
      Enviado por: Marcelo Rubens Paiva

      O DCE da USP defende: “Não é de hoje que temos propostas para um outro plano de segurança dos campi da USP: aumento da circulação de pessoas e integração da universidade com a sociedade (contra a “catracalização”), maior iluminação, aumento dos ônibus circulares, uma Guarda Universitária preventiva, gerenciada pela comunidade, com treinamento voltado para os Direitos Humanos e aumento do seu efetivo, principalmente feminino”.

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    • 09/11/2011 - 10:22
      Enviado por: Marcelo-SP

      No início dos anos 90 a USP era aberta, tinha sua própria segurança universitária (o velho “polícia não entra”…) e, mesmo assim, caminhando, fui assaltado à mão armada, em plena luz do dia, ao lado do prédio da FEA e a menos de 50 metros da porta principal da faculdade.

      Quando comuniquei ao “guardinha” mais próximo, ele só me disse que “devia ser um dos traficantezinhos que perambulavam, conhecidos, pela área, mas não dá para fazer nada porque a PM só poderia vir ao campus em caso de ‘violência grave’ ” (como se assalto com arma fosse um encontro inocente…). Só me restou ir até a delegacia registrar a ocorrência pela perda de documentos, onde o policial civil – em conversa amistosa, e não sarcástica, como alguns poderiam pensar – brincou que, se um dia eu visse o marginal no ônibus, era só esperar o coletivo cruzar os limites do campus e gritar pela polícia. Aí, quem sabe… De lá para cá, a criminalidade só piorou na Cidade Universitária, mostra a realidade. E, neste tempo, milhares de frequentadores sofreram algum tipo de violência no local.

      Tudo por uma leniência dos gestores no enfrentamento de posicionamento tacanho com claros interesses partidários de grupelhos esquerdistas que aparelham o movimento estudantil, onde ensaiam para depois locupletar-se das verbas públicas em cargos eletivos ou de indicação política. Fazem da universidade o cenário para slogans vazios e sem sentido, pregando uma rebeldia poética que, na verdade, tem claro endereço partidário. E é justamente nisso que reside a tal proposta do aparelhado DCE. Como se assaltantes e outros marginais fossem ficar intimidados (ou constrangidos, sei lá…) com “guardinhas moçoilas bacaninhas e antenadas”…

      No ridículo episódio protagonizado pelos ditos estudantes, baderneiros instruídos por partidos políticos, a PM representava a verdadeira comunidade da USP e resguardou, claramente, os Direitos Humanos, bem como o Direito, que exige a proteção de patrimônio público. Passar a mão na cabeça desta turma é a expressão, localizada, da permissividade que temos, como povo, com a violência e a quebra da Lei de nosso cotidiano. Essa incapacidade, ou inapetência, que temos de cobrar responsabilidade da pessoas por seus atos, e fazê-las pagar por crimes e incorreções, é que gera a impunidade, tanto para 50.000 assassinatos por ano como para dezenas de bilhões de reais desviados em corrupção.

      Essa gangue que invadiu e depredou a Reitoria precisa é de uma lição de responsabilidade (embora alguns já estejam, talvez, velhinhos para isso…). Fichá-los já foi um avanço. Poderiam também ser suspensos, ou expulsos, da USP. Quem sabe, aí, irão crescer e aprender alguma noção de civilidade. Quem defende impunidade para estes baderneiros e polícia especial e “bacaninha” para universitários da elite também deveria crescer e fugir do esquerdismo fácil como pensamento, já que, às vêzes, este é o caminho mais curto para acabar defendendo privilégios.

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  • 08/11/2011 - 15:16
    Enviado por: paulo oliveira

    chama o maluf e a rota!

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    • 08/11/2011 - 16:00
      Enviado por: Marcelo Rubens Paiva

      pois é, é o q muitos acham que é a solução. vide q o sujeito é eleito, mesmo com a quantidade de processos nas costas

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    • 10/11/2011 - 20:42
      Enviado por: Virgínia

      É né,Paulo bem isso que merecem o PRENDAM E ARREBENTAM ,isso me lembra a ditadura e por falar em Maluf o caos imperava na Unicamp em 1979/80,justamente por conta de gente como Maluf!Ainda bem que naquela época começaram as greves,tanto de estudantes como de professores!!

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    • 18/11/2011 - 10:21
      Enviado por: Dulcinéa

      kkkkkkk, é só o que falta, a rota dentro da USP, kkkkk.

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  • 08/11/2011 - 15:18
    Enviado por: Marina

    Genial.

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  • 08/11/2011 - 15:19
    Enviado por: Cesar

    Concordo com o Ezequiel. Quem disse que a maioria sabe o que é melhor? Basta dar uma olhada por aí. Claro que não deve ser forçado NADA para os outros, mas 90% dos “revolucionários” da USP nem sabem porque estão lá, querem apenas ver o circo pegar fogo.

    Maioria = ignorância. Se não fosse assim, a maioria estava bem empregada no Brasil, a maioria tinha uma boa vida financeira, a maioria faria um Brasil melhor. Mas dá pra ver que a maioria é ignorante e não sabe o que quer ou muito menos o que precisa.

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    • 08/11/2011 - 15:58
      Enviado por: Marcelo Rubens Paiva

      não sou adepto das generalizações

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    • 08/11/2011 - 18:16
      Enviado por: Natalia Barrenha

      Cesar, que pena, mas parece que você acha que as pessoas não podem ter o direito de fazer escolhas, e que o Estado tem que “olhar e decidir por elas”. todos têm que ter a liberdade de escolher o que querem, e se o Estado mete o bedelho nas liberdades individuais não preciso nem dizer o que é.
      há termos como ditadura, fascismo, entre outros, que estão tão banalizados que as pessoas nem se dão conta que estão defendendo coisas como essas, pelas quais se lutou tanto contra.
      é muito, muito triste, até masoquista, ler alguns comentários por aqui.

      Marcelo, ótima reflexão.

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    • 08/11/2011 - 18:27
      Enviado por: Jéssica

      Cesar, vc realmente acha que a maioria é ignorante pq quer? Então pra vc só os “não-ignorantes” podem ter voz ativa, se manifestar?? E ainda, os ignorantes é que não estão fazendo nada pra mudar o país!? Elabore seu pensamento…

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    • 09/11/2011 - 07:56
      Enviado por: Fernandão

      1-”…Mas não esta PM mal treinada, viciada em extorsão a maconheiros, pragmática.
      Regida por leis que consideram agremiação política e pensamento ideológico uma QUADRILHAGEM…”

      2-”…Não sou adepto a generalizações…”

      É, quando lhe convém…

      Esta é a única PM que existe. A maioria dos estudantes concorda com sua presença no campus. A “luta” deveria ser para melhorar a única PM que existe, não para reforçar o preconceito que há contra ela. O que houve na USP foi anti-democrático, e só pode ser defendido por que não é democrata. Máscaras demoram décadas para cair.

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    • 09/11/2011 - 09:34
      Enviado por: Marcelo

      Pois é, Fernandão.

      O cara nem presta atenção no que escreve…risível.

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    • 09/11/2011 - 18:18
      Enviado por: Absalão Bussamra

      Fernandão, jogaste uma bomba de hidrogênio na hipocrisia alheia!

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    • 09/11/2011 - 23:35
      Enviado por: Sergio

      Nossa… Depois do comentário do Fernandão, fiquei com pena do Marcelo Rubens Paiva.
      Ficou exposta, de forma inapelável, toda a hipocrisia, burrice e falta de raciocínio do referido colunista.
      Isso é rotineiro. Quem fala que é contra as generalizações, muitas vezes, são os que mais generalizam. E quem “luta” pelo tal do livre pensar, muitas vezes, são aqueles que, uma vez no poder, o utilizam para reprimir qualquer tipo de manifestação contrária aos seus interesses. Quem estava na assembléia dos alunos e era contra os “revolucionários” sabe do que eu estou falando…

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  • 08/11/2011 - 15:21
    Enviado por: Robson Almeida

    Perfeito,

    Enquanto uns acham que são filhos de papai, maconheiros e mimados! Você esta vendo do ponto democrático, não é por não querer segurança, isso todos queremos, mas a que custo?
    Está cheio de falso politicamente corretos por ai, e no fundo essa pratica é a essencia do brasileiro!
    Se eu fosse o Gigante tb não ficava por aqui não, é o que faz todo aquele que tem dinheiro, cria sua zona de conforto fora do país, compra um ap na Europa e exporta o filho pra estudar lá, isso é errado, lógico que não, é a vontade de todo mundo, mas falta condição!

    Se você ler isso, deixa um comentário por favor: http://wp.me/pSskz-fD

    Abraços!

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  • 08/11/2011 - 15:39
    Enviado por: Boris

    Tadinhos dos manifestantes, usar da truculência dos PMs para tirar a força jovens lutando apenas por um ideal… aliás, qual era o ideal mesmo? rs

    Concordo que a a PM é SIM mal treinada, mas nesse caso ESPECIFICAMENTE, toda a opinião pública gostaria de saber as reais reivindicações dessa turminha.
    Na verdade 99% já desconfiam qual o interesse desse pessoal.
    Pelo menos nesse espisódio, a sociedade está envergonhada dessa galerinha, que não pode e nem representa o que seria a nata dos estudantes brasileiros.

    Abraços.

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    • 08/11/2011 - 15:57
      Enviado por: Marcelo Rubens Paiva

      o ideal era uma outra polícia no campus e não à expulsão de estudantes e funcionarios manifestantes

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    • 08/11/2011 - 19:30
      Enviado por: Andre

      Marcelo, então o ideal talvez seja esta “outra polícia” na cidade inteira.
      Ou o pensamento só pode ser livre durante os 4, 5, 6 anos de faculdade?

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    • 08/11/2011 - 22:46
      Enviado por: Marcello

      Pois é, de um lado reclama que funcionários sobem por elevador de serviço, mas do outro pede uma PM “diferenciada” pra cuidar desses “estudantes”…

      Eu, como estudante da usp, não vejo motivo nenhum para recebermos tratamento especial

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    • 09/11/2011 - 00:04
      Enviado por: Lucas

      “mas nesse caso ESPECIFICAMENTE, toda a opinião pública gostaria de saber as reais reivindicações dessa turminha”

      1- a opinião publica é a mesma opinião que a massiva mídia criou: que a ocupacão é coisa de playboy maconheiro que depreda prédio publico. O que a Veja, Folha e Globo (que tem rabo preso com o governo especialmente com a policia militar) dizem, essa é a opiniao publica.

      2- Se voce quer saber sobre as reais reivindicacoes dessa turminha, vai até lá e veja com seus olhos, pergunte, questione, critique….forme a sua opinião e não va de acordo com a opinião publica. Garanto que quando chegar lá vai se impressionar.

      3- “Pelo menos nesse espisódio, a sociedade está envergonhada dessa galerinha, que não pode e nem representa o que seria a nata dos estudantes brasileiros.” Faço parte da mesma sociedade que voce, nao me envergonho e na real sinto orgulho de ver um grupo de pessoas debatendo idéias para mudar, fazendo nós (que nem estudantes somos) pensar sobre o assunto. Pelo menos eles nao fazem parte dos brasileiros que assumem que sao acomodados, nao faz paralisação, é não reivindica e aceita tudo calado. Talvez possam servir de exemplo (nao pela depredação – concordando contigo), mas como se organizar por uma causa e lutar por isso.
      E ainda sim, quando existe confronto de idéias (sociedade/Estado) quando favelados fecham a marginal tiete quemiando pneus e a policia reprime, a midia que forma a opiniao publica comenta que foram 6km de lentidão ao invés de promover o debate e buscar entender a causa. Democracia?

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  • 08/11/2011 - 15:48
    Enviado por: Felipe

    Então, dessa forma, os estudantes da USP estão a cima da legislação? Maconha é uma substância ilícita; invadir, depredar e pichar prédios públicos é crime. A polícia fez apenas o seu dever. O de fazer com que a lei seja cumprida. Não faltaram avisos para que os estudantes deixassem o prédio. O uso da violência foi apenas a última das alternativas para acabar com o caos que havia se instalado!

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    • 08/11/2011 - 15:56
      Enviado por: Marcelo Rubens Paiva

      isso, viva o estado forte e soberano, só falta agora a cracolandia. ah, parabens macaca!

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    • 08/11/2011 - 16:44
      Enviado por: Felipe

      Ok, então rasguemos a constituição e vivamos em uma sociedade em que cada um decide a lei a qual vai seguir. E o que fazer com a democracia mesmo?

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    • 08/11/2011 - 17:17
      Enviado por: Ricardo Cambui

      Concordo com você Felipe.

      Falam tanto que não é uma policia preparada, mas a unica coisa que vi fazendo foi prender usuarios de substancias ilegais. Nada que não fosse esperado dela, como a lei diz.

      E Marcelo uma pessoa que parece ser culta, dizer que isso é um despreparo e concordar ….

      Poderiam revindicar e expor suas ideias de forma correta, e não destruindo patrimonio e por meio da violencia gratuita.

      Só dando enfase e repetindo o seu comentario : ´´ Ok, então rasguemos a constituição e vivamos em uma sociedade em que cada um decide a lei a qual vai seguir. E o que fazer com a democracia mesmo? “

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    • 08/11/2011 - 23:26
      Enviado por: palm

      Tô com o Felipe.

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    • 09/11/2011 - 11:17
      Enviado por: Toni Bahia

      É isso aí, Felipe.
      Marcelo parece ter alguma fórmula secreta melhor do que a Democracia e o Estado de Direito para reger as relações entre os indivíduos.
      Eu só gostaria de saber qual é esse regime e onde ele já foi aplicado com sucesso, trazendo “um outro mundo possível” para regozijo dos homens!!!!

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    • 09/11/2011 - 13:00
      Enviado por: Pedro

      mas vivemos numa real democracia???
      o simples fato do reitor da USP NÃO ser eleito pela comunidade USPiana prova que não….se tudo que é imposto de cima pra baixo é tido como verdade, e tudo que eh colocado de baixo pra cima primeiro é ignorado, depois reprimido, que democracia é esta??
      Onde todo o processo de discussão e construção conjunta dos destinos da sociedade é atropelado.

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    • 09/11/2011 - 15:30
      Enviado por: Matheus

      Boa Felipe, mas a resposta pra sua pergunta nada mais é do que as próprias ações dos manifestantes.. “VAMOS CONQUISTAR A DEMOCRACIA COM ANÁRQUIA E VIOLÊNCIA!”

      Mano, a noite de terça … aqueles caras deviam estar numa brisa tão loca, criaram uma mentira grande o suficiente para ludibriar até eles mesmos.

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  • 08/11/2011 - 16:08
    Enviado por: o censurado

    Marcelo, você mandou bem: moleques. Rs.

    Mas faço um pequeno reparo: Sócrates não fumava maconha. Pensava. Raciocinava.

    Mas dou a mão à palmatória. Você tem uma nobreza de caráter ímpar. Embora minhas opiniões sejam diametralmente opostas às suas, você nunca me censurou, e sempre publicou tudo.

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    • 08/11/2011 - 16:34
      Enviado por: Vinicius

      Em todas as épocas sempre existiu alguma substância que alterava o nível de consciência. Alguma bebida, fumo e semelhantes. Acho que o Sócrates usava alguma!

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    • 08/11/2011 - 18:32
      Enviado por: Pierluigi

      Qual dos Sócrates vocês se referem? O do Curintia é só cerveja e chopp. Quase bateu as chuteiras! O da filosofia tumém, tanto que mudou até de mundo ao tomar uma dose de cicuta! ha, ha, ha…

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  • 08/11/2011 - 16:21
    Enviado por: daniel fiori

    Belo texto.

    Chegou a ver essa capa de 13/08/1969 ?

    http://veja.abril.com.br/busca/resultado-capas.shtml?Vyear=1969#

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  • 08/11/2011 - 16:32
    Enviado por: UrbaN P1rate

    Tem que descer o cacete nesses idiotas maconheiros, faculdade é lugar para estudos.

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    • 08/11/2011 - 21:33
      Enviado por: Lamartine

      sobre o comenario de alguém militar:
      há que se meter o cacete em estudantes universitários para que a sociedade sinta a necessidade de ser livre? e já se passaram mais de 20 anos?

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    • 08/11/2011 - 23:50
      Enviado por: Lee

      Chamam os alunos de maconheiro, quando mais de 50% das pessoas que postam aqui contrárias aos estudantes também devem ter feito uso de droga ilícita pelo menos uma vez na vida.
      Vou lembrar de ir na porta de faculdades particulares e chamar os alunos de vagabundos e maconheiros!!

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    • 10/11/2011 - 20:25
      Enviado por: Carla

      Ridículo! Sugiro estudo da ditadura militar em nosso país. Cuidado que excesso de pensamento reacionário mata de burrice, ou então não, você começa a justificar suas ações e preconceitos simplesmente exterminando a diferença. O problema não é só lutar pela capacidade de pensamento livre (coisa essencial nesses tempos sombrios de militarização do estado). O problema maior vendo muito desses comentários inclusive o seu é o da incapacidade de exercitar um pensamento livre.

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  • 08/11/2011 - 16:38
    Enviado por: Gabriel

    Protesto democrático não prevê destruição do patrimônio público; se destruiram a reitoria, que pelo menos paguem pelo prejuízo; protesto e democracia não exigem depredação. Muito menos uma democracia “socrática”, baseada na dialética e na discussão.

    Segundo que o pensamento dos estudantes não tinha nada de socrático e democrático; se fossem democráticos, teriam acatado a decisão do primeiro conselho, que tinha propostas de abrir a discussão direto com a reitoria. O que os estudantes fizeram foi tomar um prédio público e dizer que não sairiam de lá até que a polícia saísse do campus. O que isso tem a ver com Sócrates (pelo menos, o Sócrates de Platão), que pregava a discussão como forma de se alcançar o conhecimento, para mim é um mistério.

    Terceiro que a PM não é mal treinada; e que se prender maconha é um problema, tem que partir pra discussão das leis, e não culpar a PM, que é obrigada a prender quem carrega entorpecentes porque pode tomar processo militar e até perder o emprego se ver um delito e não tomar uma atitude. Vá se informar direito antes de falar mal da PM. A Polícia Civil tem sido um problema muito maior para o Estado de São Paulo que a PM, ultimamente.

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  • 08/11/2011 - 16:39
    Enviado por:

    Falou bonito, mas… Alunos fumando dentro da Universidade não está correto, já que fora dali eles seriam presos na hora (ainda não foi liberado o consumo de drogas não é mesmo) . Se queremos parar com as “divisões” tem que ser pra tudo, não acha?

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    • 08/11/2011 - 23:52
      Enviado por: Lee

      Não seriam presos, pois qualificam-se como usuários, e nem sequer assinariam um B.O., mas um termo circunstanciado.

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    • 09/11/2011 - 08:25
      Enviado por: Fábio

      Lee, você sabe qual é a diferença de Boletim de Ocorrência (B.O.) e Termo Circunstanciado (T.C.)?

      Se houvesse BO, que é somente uma notícia-crime, neste caso, eles estariam sujeitos “a quem sabe talvez” a uma investigação futura com abertura de Inquerito Policial (IP); já com o TC, que é específico para crimes de menor potencial ofensivo (com pena de até dois anos), o IP já é concluído na elaboração dele, onde ou a pessoa é mandada direto para o juiz, ou tem que comparecer perante o juiz na data determinada.

      Com o TC, eles terão de cumprir alguma pena alternativa; com o BO, provavelmente nem isso.

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    • 09/11/2011 - 08:34
      Enviado por: Fábio

      Lee, o fato da PM ter lavrado um TC já mostra que fumar maconha, ao contrário do que é pregado por aí, é um crime; mesmo que um crime menor, de menor potencial ofensivo. A PM está lá para coibir crimes, sejam de estudantes, sejam de outras pessoas.

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  • 08/11/2011 - 16:45
    Enviado por: André

    Faculdade deveria ser um local de estudo para pessoas que querem se elevar, mas essa minoria de de estudantes querem fazer relolução, e combram do estado mais liberdade. agora por que esse alunos não fazem trabalhos nas comunidades de são paulo, ou onde quer que seja para revolucionar a vida de crianças carentes .
    vai e pega no batente , mulekada e deixa para fumar maconha fora da USP. e pronto .

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  • 08/11/2011 - 16:50
    Enviado por: Anelisa

    Sou aluna da FFLCH e seu texto renova as minhas forças para enfrentar e ter que lidar com tanta ignorância. E ainda acham que estudar literatura, história, filosofia é bobagem.

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  • 08/11/2011 - 17:00
    Enviado por: Ana Paula Tauhyl

    Marcelo, fiz História lá e toda vez é isso: estudantes protestam, partidos políticos deitam e rolam ali no meio e a mídia cai matando. Será que não tá na hora de pensar diferente? De tentar abrir esse debate que sempre aparece como moçada mimada brincando de revolução? Quer discutir a PM? Então discutamos para toda a sociedade. O que mais tem é abuso por aí e pessoas dispostas a lutar contra isso não vão faltar. A USP é uma ilha? Então abramos a USP para a comunidade, que está do lado e ao mesmo tempo a anos-luz do campus (tem ótimos projetos sendo feitos, mas não dão ibope, então ninguém sabe). Se a repressão está tão entranhada na sociedade de modo que a mesma apoia a tropa de choque contra estudantes, não seria o momento de pensar uma reação de dentro do sistema? Só sei que pichar a reitoria e destruir o que está lá dentro só vai piorar a situação e jogar mais gente contra os estudantes. Sei lá… só um desabafo cansado de ver os lugares-comum por aí…

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  • 08/11/2011 - 17:03
    Enviado por: fabs

    Ô, Marcelo, eu juro que queria ter essa fé toda na intenção da moçada, mas as atitudes e o descontrole deles atee com a imprensa me fizeram interpretar a coisa de forma diferente. Parece mesmo que estão revoltados com a ideia de não poderem mais fumar na faculdade. Se tivesse essa filosofia toda como motivação eles iam se expor mais e vandalizar menos. Iam tentar não perder a razão. Não ia agredir repórter, mas usá-los pra expor sua verdade. Acho que a coisa toda foi uma reação desmedida, que criou outra reação desmedida por parte da PM. Mas no fim das contas, os primeiros que levaram os 3 estudantes e começaram tudo isso, estavam só fazendo seu trabalho. Sem impunidade, sem vista grossa, como deve ser em todo caso, desde um político corrupto a um assassino, passando sim por usuários de drogas ilegais. Contra ou a favor, é ilegal.
    Eu estudei comunicação, sou jovem, tinha muita gente que faria o mesmo na minha faculdade, e mesmo defensora da liberdade de pensamento e da democracia, via que nem eles se levavam a sério.
    Pensamento livre não é anarquia. A lei deveria ser pra todo mundo.

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    • 09/11/2011 - 20:08
      Enviado por: Cordeiro

      Nao existe justificativa moral para com a violencia da policia.
      Manter a lei ee justo. Parece que todos estao se esquecendo do que se faz com estudantes, com a disculpa de se manter a lei.

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  • 08/11/2011 - 17:06
    Enviado por: Flávio BP

    Acho tão engraçado ler que os estudantes fizeram uma manifestação. Agora invadir prédio público, não obedecer uma ordem judicial, montar coquetel molotov, agredir jornalista, não deixar os funcionários entrarem para trabalhar (direito de ir e vi), tudo isto virou manifestação.

    Pq esses estudantes não fazem passeata sem infringir as regras e leis? Pq sabe que mesmo que fizer tudo isto eu falei, ainda vai ter gente passando a mão na cabeça de infratores chamando de manifestação democrática, e ainda culpam a PM por ela exigir que uma ordem judicial seja cumprida, este é o futuro do País?

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  • 08/11/2011 - 17:11
    Enviado por: Walber Schwartz

    Ah, Marcelo, atualiza a informação aí: a fiança dos maconheiros foi reduzida em 50%. Tá certo. Estudante paga meia.

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  • 08/11/2011 - 17:14
    Enviado por: Barbara

    concordo plenamente. mas não apenas o campus universitário deve exigir uma polícia bem treinada.

    Há poucos dias presenciei um exemplo dessa polícia mal treinada. Estava em um bar com uns amigos quando um conhecido de um deles, muito bêbado, amassou um guardanapo e jogou no barman. O barman chamou a segurança, que chamou os policiais que estavam na viatura, parada no posto em frente.

    Depois de arrastarem o bêbado, sem conversa alguma, para fora do bar na frente de todo mundo, os policiais começaram a exigir que ele apresentasse o rg.

    Ele perguntou o motivo, insistiu que queria saber o motivo de ter que apresentar o rg e enquanto 3 policiais grandes o seguravam, um policial muito baixinho, que batia na altura do peito do bêbado começou empurrá-lo contra a parede enquanto gritava para que ele parasse de faltar com o respeito, baixasse a cabeça, exigindo obediência. No fim, o prenderam por desacato (?!?!?!?!), mais uma viatura veio dar reforço (?!?!?!?!?!) e saíram, aos gritos e sirene ligada.

    Não aguento bêbado. Pra polícia deve ser pior ainda. Mas eu não consegui tirar os olhos da cena do policial encurralando um bêbado folgado enquanto três outros o seguravam. Fizeram o show deles e as pessoas do bar voltaram a beber.

    Me pergunto: desde quando o dever da polícia passou a ser coagir e ameaçar as pessoas ao invés de manter a ordem pública?

    Morei em Londres por dois anos e namorei um policial lá. Um dia ele chegou me contando que uma mulher, pega por roubo a uma loja perguntou para ele porque ele estava sendo gentil com ela durante o tempo que esperavam pela viatura para levá-la para a delegacia. A resposta dele foi: “Porque você está algemada e vai para a delegacia. Sou gentil porque você é uma cidadã que errou. meu dever é te punir pelo erro que cometeu. E isso já estou cumprindo”.

    Claro que a polícia da Inglaterra comete erros. Mas o princípio deles não é o mesmo que o da nossa polícia.

    Essa é a diferença entre uma polícia bem treinada. “Mas não esta PM mal treinada, viciada em extorsão a maconheiros, pragmática.”

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    • 08/11/2011 - 17:23
      Enviado por: Ricardo Cambui

      Olá Barbara,

      Concordo com você no quesito de existir uma policia mal treinada no Brasil.

      Mas nesse caso em particular não acho que foi por causa disso. Estudantes quando viram que não poderiam mais fumar sua erva na universidade decidiram fazer uma ´´ revolução “ , destruindo o patrimonio da universidade, para que a policia fosse embora, e eles pudessem voltar a enrolar seus baseados a seu aberto, sem serem incomodados.

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    • 08/11/2011 - 17:25
      Enviado por: Cris

      só me lembro da polícia londrina que matou Jean Charles …

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    • 08/11/2011 - 18:27
      Enviado por: Pierluigi

      A polícia londrina é aquela que assassinou friamente o nosso John Charles? Ah! Pelo menos a nossa não atirou a esmo, no caso do bêbado que atirou um guardanapo assado no barman. Conta outra, vai!

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    • 08/11/2011 - 20:25
      Enviado por: Robson Carolino

      E se caso a moça detida em Londres fosse surpreendida fumando ou portando maconha em via pública, será que o tratamento da polícia seria o mesmo? Observe que na Inglaterra os policiais ostensivos trabalham desarmados. Isto já é um diferencial a mais na diferença de cultura de ambos os países.

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    • 08/11/2011 - 21:30
      Enviado por: Alexandre

      Bárbara,

      Concordo que o Brasil possui muitos policiais mal treinados, mas também não podemos generalizar. Já passei aperto com um cerco policial quando eu e mais dois amigos subimos o muro da casa de uma amiga para fazer serenata, mas também já precisei de ajuda e fui muito bem tratado pelos policiais que me atenderam. Já vi policiais entrando em ação em muitos lugares do mundo contra arruaceiros. Na Alemanha eu os vi fazendo corredor polonês com cães na saída de um trem cheio de torcedores (eu me lembro bem, pois eu também passei entre os cães). Nos Estados Unidos, eu quero ver algum bêbado querendo discutir com um policial o motivo para ter que apresentar os documentos.
      Mesmo na Inglaterra, minha esposa estava em um ônibus que foi abordado pela polícia em busca de drogas. E ela não se lembra dessa delicadeza toda com o rapaz que foi preso.
      Essa história da Inglaterra é bastante romântica, mas eu tenho minhas dúvidas se este é o procedimento padrão adotado.
      De qualquer forma, a polícia está na USP cumprindo com suas obrigações e fez a desocupação da reitoria cumprindo uma ordem judicial.
      Se os estudantes não concordam com a presença da PM dentro da USP, ou com o reitor, ou seja lá com quem for, existem meios legais e racionais para expressar estas e outras opiniões.
      Invasão nunca foi e nunca será um meio de expressão. Eles utilizaram de brutalidade para expor suas idéias e receberam o troco na mesma moeda. É assim que a vida funciona.
      A mesma polícia que tira estes invasores da reitoria, é a que dá proteção a todos os brasileiros.
      Se querem lutar por mudança, que lutem para que toda a polícia receba um treinamento mais adequado, que seja melhor aparelhada e remunerada para enfrentar os problemas que enfrentam todos os dias nas ruas.
      Uma vez eu dei carona a um policial de São Paulo e durante a conversa ele me contou que ninguém no bairro dele pode saber que ele é policial. Sua farda seca dentro de casa e ele sai e chega com roupas comuns. Como podemos ter um profissional motivado desta forma? Podemos dar o melhor treinamento do mundo que ainda não será suficiente. Quem trabalha com gerenciamento de pessoas sabe muito bem o que eu estou tentando dizer.
      A discussão sobre a mudança da polícia dentro da USP é um desserviço para a sociedade, pois pretende “resolver um problema” de poucos.
      E, sinceramente, de pessoas assim nós brasileiros não precisamos mais.

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    • 09/11/2011 - 02:24
      Enviado por: Dennis

      ……a policia ñ consegue controlar as drogas nem dentro de um presidio de segurança máxima, quiça numa universidade, ok a “Jamaica” vai virar “amsterdan”……..

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  • 08/11/2011 - 17:16
    Enviado por: Giovanni Iasi

    Felipe, sobre ” Ok, então rasguemos a constituição e vivamos em uma sociedade em que cada um decide a lei a qual vai seguir. E o que fazer com a democracia mesmo?”

    Acho que é uma das coisas mais absurdas que escutei recentemente… é triste pensar que ainda existem tantas pessoas que acreditam nesse ideal de democracia, como diria galeano, esse nome absolutamente sequestrado, que só representa os gananciosos representantes…ou seja, se mascara como coletivo, mas é individual. Fico com a luz dos comentarios de Marcelo paiva, viva a liberdade de experimentar e vivenciar novas formas em um mundo, um sistema tão desumano e irracional.

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  • 08/11/2011 - 17:18
    Enviado por: Rogério

    “Perdeu a DEMOCRACIA [o diálogo]”

    Peraí, democracia? Diálogo? Eu li direito?
    A invasão a reitoria foi um ato unilateral de uma minoria vencida PELO VOTO numa assembleia plena e soberana, que decidiu sair do prédio Adm. da FFLCH. Jogaram no lixo a decisão da maioria, a decisão dos seus colegas.

    Depois esses estudantes, de forma democrática, invadiram um prédio público.

    Durante a invasão, mostrando a democracia que eles tanto querem, quiseram calar os meios de comunicação com pedradas.

    Depois da reintegração de posse, alunos fecharam (sem assembleia nem nada) os acessos ao prédio da Letras. Inclusive há relatos de agressões de manifestantes x alunos que queriam entrar no prédio.

    Você quer realmente usar a palavra democracia para falar de um grupo que teve atitudes tão autoritárias quanto a polícia?

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  • 08/11/2011 - 17:21
    Enviado por: Danilo Bueno Ipolito

    Os rostos cobertos ficam feio na foto, mas são resultado do que os estudantes já sabem que aconteceria: 73 pessoas presas, acusadas de três crimes e culpadas até que se prove o contrário. Nós próximos meses teremos a mesma ladainha, a mesma perseguição política dentro da Universidade, os mesmos “tribunais” acadêmicos arbitrários que já aconteceram outras vezes na recente história da USP.

    Na minha humilde opinião, tudo isso vem de um único fato: a USP é a faculdade pública menos democrática do País. Cerca de 300 professores são os responsáveis pela escolha do reitor, em um universo de cerca de 100 mil pessoas que fazem parte da comunidade acadêmica. E onde não há democracia, onde não há debate, há espaço para essas coisas, intransigências dos dois lados. A única forma dos estudantes participarem da política da universidade, ridiculamente, é essa: ocupando reitorias. Eu não concordo com a ocupação, mas a gente tem que reconhecer que foi uma medida extrema resultado de todo esse autoritarismo da polícia e da reitoria (que parecem ser a mesma coisa atualmente).

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  • 08/11/2011 - 17:25
    Enviado por: Mauricio Quitero

    Primeiro artigo de um grande meio de comunicação que dá uma opinião esclarecida, ao contrário dos discursos rasos e moralistas que tem por aí

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  • 08/11/2011 - 17:26
    Enviado por: ralph mennucci giesbrecht

    Caro Ruben: continue sonhando.

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  • 08/11/2011 - 17:26
    Enviado por: Patropi

    É Marcelo democracia é assim a maioria vence. A maioria não quer baderneiros, drogados numa universidade pública, que nós pagamos, não é de graça, é cara.

    Se o reitor fosse bom demoliria a Crusp e expulsaria esse bando de imbecis abrindo vagas para quem realmente quer estudar.

    A culpa não é da policia, na minha opinião é de ultrapassados, como voce, que defende o indefensável.

    A maioria faz a democracia ” vão fumar em Trindade bando de maconheiros” e pau neles polícia depois que acabarem o serviço chamem a coleta de lixo.

    Vão te catar.

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    • 08/11/2011 - 18:17
      Enviado por: André Del Bianco Giuffrida

      Patropi …. É por culpa do reitor que você está aí todo confuso ….

      ele nunca foi um bom reitor, e se tivesse sido, ele iria contornar toda a situação
      de modo politico, perguntaria da opinião de toda a comunidade uspiana; o fato de você não ter entrado na USP não é culpa dos moradores do CRUSP, e te digo mais, quem elegeu o reitor não foi a comunidade uspiana e sim o governador deste estado, então o buraco é bem mais embaixo … eu como estudante da usp de são carlos digo e coloco meu nome completo e se precisar ponho uma foto ….

      Sou Contra a PM no Campus, Sou contra a destruição de patrimonio, e sou contra a falta de pesquisa de opinião, a minha está bem formada e aguardando para ser ouvida.

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    • 08/11/2011 - 19:08
      Enviado por: Alberto

      Rapaz, essa mesma maioria é a que coloca Maluf, Tiririca e Romário na política, e é essa mesma maioria que é altamente manipulada e influenciada por tudo nesse sistema capitalista de merda.
      Veja o contesto, vá ler mais e vá o senhor estudar, pois pelo seu argumento fraquíssimo, me parece que o senhor está precisando e muito!!

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    • 08/11/2011 - 20:23
      Enviado por: Caetano

      Eu discordo da sua opinião, apesar de achar o Rubens Paiva um pouco leniente com a molecada.
      Agora, a sua defesa enfática do direito da maioria me lembrou algo:
      “Democracia são dois lobos e uma ovelha decidindo o que vai ter para o jantar”.

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    • 09/11/2011 - 09:18
      Enviado por: Patropi

      Caro Andre, não sou da Usp mesmo, meus filhos são, mas não baderneiros, fui do Mackenzie em 68 onde expulsamos esses baderneiros da Maria Antonia, conheço bem a história, conheço os políticos de hoje, conheço alguns que ficaram famosos por serem terroristas e criminosos, conheço outros que ficaram famosos e tem blogs as custas de bravatas, etc, etc, … sei muito mais do que vc imagina e ainda estamos muito vivos e observando.

      Cão Fila km 31

      E vai te catar também!

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    • 09/11/2011 - 13:45
      Enviado por: Carlota Joaquina

      hahahahaha…

      Bota a cara aí Patropi zé ruela…
      seus filhos devem ser aqueles zé ruelas do campus que ficam só reproduzindo o conhecimento, super preocupados com a nota da prova e não têm tempo pra pensar..hahaha
      Afinal, pra que vão pensar se o pai deles já pensa por eles? Por que ah com certeza o Sr. Patropi é um daqueles pais beeem zé ruela e autoritário (só o que ele pensa é o certo) e aí desses meninos ousarem pensar o contrário dele…hahaha

      Com amor,
      vai te catar zé ruela

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  • 08/11/2011 - 17:27
    Enviado por: Cris

    os bombeiros do Rio acabaram absolvidos!

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    • 08/11/2011 - 17:48
      Enviado por: Gabriel

      Não sei se é comparável: de um lado, uma greve extremamente organizada, de funcionários que trabalham sob o risco de morte todo dia por 900 reais por mês num dos Estados com a segurança pública mais precária do país; do outro, 70 estudantes que, não concordando com a maioria dos próprios companheiros de protesto, tomou posse da reitoria a bel prazer e acha que não deve ser julgado por isso, deixando os custos da revolta pro Estado.

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  • 08/11/2011 - 17:27
    Enviado por: André

    A melhor parte do texto:

    “Venceram a generalização, o debate político raso e o Estado maniqueísta.”

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  • 08/11/2011 - 17:28
    Enviado por: Paulo Afonso

    Marcelo, sou contra excessos, no caso, de ambas as partes. Qdo o rapaz foi assassinado no campus o clamor social foi pela segurança. Tá certo que nossas polícias, com raríssimas exceções, civil e militar, são mal treinadas, mal pagas e, qquer um, depois de um “treinamento” sai empunhando e usando armas em público, e tome bala perdida. O campus da USP e de qquer universidade deve ser ambiente arejado e profícuo para discussão de idéias, democracia plena e absoluta. Direitos e deveres tem que caminhar juntos. Fumar maconha ainda é proibido, já há várias frentes levantando a bandeira sua liberação. Legal, até lá, há que se cumprir a lei. Crimes do colarinho branco, a meu ver, representam um dos maiores incentivos à violência e à criminalidade, justamente pela impunidade e panos quentes sucessivos e conhecidos.

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  • 08/11/2011 - 17:29
    Enviado por: Cris

    em Ipanema aonde se subia o morro a pé para comprar droga na favela, agora se sobe no elevador do metrô para a comunidade …

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  • 08/11/2011 - 17:33
    Enviado por: Rafael Arruda

    Não concordo, sou a favor da PM de SP sim!
    Vocês estudantes da USP ou de quer outra instituição de ensino, financiam o tráfico, comprando erva, ou qualquer droga deles. Depois um dependente entra, e assassina um estudante por não entregar o carro, vem a “galerinha legal” da USP reivindicar a PM no campus. Agora não querem mais?! Fumar maconha, deveria ser crime também, passível de pena média, sem fiança.

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  • 08/11/2011 - 17:37
    Enviado por: P.G

    O título deveria ser:

    Geração dos Reaças… Porque, olha… Não sabia que existiam tantos nesse país!

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  • 08/11/2011 - 17:38
    Enviado por: Aline Nígena

    Sinceramente acho essa forma de protesto é uma burrice sem tamanho , não é destruindo patrimonio público e fazendo papel de maconheiro coitadinho que se resolve as coisas , pra começar que USP é algo público, que mantem essa universidade somos nos , e acho sim que os PMs tem que fazer a vigilância, a criminalidade lá ta no nível muito alto , se a policia não condiz com filosofia dos universitários , só lamento ,mas com segurança não tem brincadeira , ninguem tá proibindo eles de pensar o ou falar o que pensa , só que ficar fumando maconha em estacionamento da USP e achar que tá tudo bemmmm , hahahuahau faça me o favor , quer fumar que fume na sua casa , não na cara dos policias, não acho que policiais são santos , tem sim que preparar a policia melhor , para que não haja abuso de autoridade , mas na boa nem de longe era isso que os universitários da USP tavam exigindo.

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  • 08/11/2011 - 17:39
    Enviado por: Miriam

    Pois pra mim a PM tem que estar fora do campus. Da USP ou de qualquer outra universidade. Não aceito outra versão. Por que ninuém questional o papel desse queridíssimos reitor na questão da segurança?

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    • 08/11/2011 - 19:20
      Enviado por: Rafael Guimarães

      OK. quem dará a segurança que todos lá precisam e merecem? Houve um assassinato no campus! Você teria coragem de dizer isso na cara dos pais do estudante morto?
      O que o reitor fez, já que a segurança privada foi incapaz de fazer frente ao desafio de oferecer segurança no campus? Chamou quem lida diariamente com bandidos, que estavam roubando, estuprando e matando lá dentro! O que você faria, cara-pálida?

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  • 08/11/2011 - 17:42
    Enviado por: Alexandre Tiveron

    Mas… é errado prender quem está fumando maconha em local publico?
    É certo invadir determinado lugar e quebrar o que bem entenderem pra protestar, seja la por qual for o motivo?

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    • 08/11/2011 - 20:35
      Enviado por: Robson Carolino

      Mas ninguém prendeu, a muvuca começou quando simplesmente a turma do deixa-disso não aceitou que a polícia fizesse o papel dela, que era confeccionar o Termo Circunstanciado, tão logo após seriam liberados e responderiam em liberdade, qual é o mal nisso? Antes de tudo, estudante é cidadão e nunca foi e estará acima da Lei. Pau que bate em Chico, também bate em Francisco.

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  • 08/11/2011 - 17:48
    Enviado por: Paulo Afonso

    Poxa qta moderação no simples comentário q fiz, será q há algo nas entrelinhas?

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  • 08/11/2011 - 17:49
    Enviado por: Alexandre Tiveron

    Ahhhh outra coisinha… aquela universidade eh PUBLICA, e nao cabe aos estudantes decidirem “qual policia” vai fazer a segurança de la. Tenha santa paciencia, meu sangue subiu agora, tem mais eh que baixar o sarrafo nesse bando de maconheiro vagabundo, E FODA-SE A ARGUMENTAÇÃO…

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  • 08/11/2011 - 17:55
    Enviado por: Margareth endón

    Durante toda a minha vida combati a violência e por muitas vezes fui tida como sendo “hospede da utopia” por acreditar que existe sim maneiras de protestar sem agredir. Existem meios de pressionar que não passam pelo vandalismo. Acho que o lider desse movimento não teve maturidade ou paciência suficiente para conduzir as coisas de maneira inteligente. Na minha opinião os estudantes deram um “TIRO NO PÉ” quando iniciaram a depredação. Violaram o que pertencia a todos e não apenas aos que se integraram ao movimento. Desrespeitaram a lei e o direito de outros. Não pensaram nem por um instante sequer que pagariam por seus atos. Sou e sempre serei a favor de protestos, manifestos, passeatas e toda a sorte de coisas que aflore nas pessoas o senso de justiça. Mas acredito, sobretudo, que violência gera violência e ninguem está acima da lei.

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  • 08/11/2011 - 17:57
    Enviado por: Leão Rodrigues Vieira

    Marcelo, da nojo le o que tu escreves.

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  • 08/11/2011 - 18:01
    Enviado por: Rafael Sousa

    Engraçado, achei que só quem não tinha vivido a ditadura conseguia confundir o que ocorreu lá atrás com o que ocorre agora. Comparar os dois períodos, Marcelo, na minha opinião, é menosprezar o mais antigo.
    Esse alunos desrespeitaram uma série de coisas. O pressuposto disso tudo é um ato ilícito, eles tomaram uma decisão à revelia do órgão representativo dos estudantes, e desacataram uma ordem judicial para desocupar o prédio. Isso tudo num Estado de direito organizado segundo uma constituição, sem qualquer outro tipo de repressão a não ser a coerção legítima do Estado.

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  • 08/11/2011 - 18:04
    Enviado por: Victor Sá

    Num mar de reacionarismo rancoroso, muito bom ler esta ilha! Compartilho aqui o que penso da onda reacionária deflagrada pela ocupação na usp:

    http://victorsas.wordpress.com/2011/11/08/confissoes-de-um-reacionario-contemporaneo-parte-i/

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  • 08/11/2011 - 18:08
    Enviado por: Ramon

    Respeito com os argumentos do Marcelo e respeitaria a manifestação dos poucos estudantes contra a presença da PM (a que temos no momento) se ela não envolvesse a invasão do prédio público. Acho que a questão de fundo não pode dispensar a análise da forma. Sou frequentador da USP (ex-aluno), já tive amigo baleado no campus e a favor da presença da PM. Vi um post dizendo que”maioria” é igual a “ignorância” e me espantei como alguém pode reduzir um debate a algo tão simplista. Se assim fosse todo candidato eleito o teria sido (eleito) por um bando de ignorantes. Minha opinião é de que a presença da PM, seja onde for, não vai a longo prazo acabar com a violência (educação, melhor distribuição de renda e prosperidade sim) mas há momentos em que é preciso aliviar o sintoma para o paciente sobreviver e poder se cuidar a causa da doença. Não quero mais amigos baleados ou mulheres estupradas dentro do campus, no longo, médio e curto prazo! Marcelo obrigado, pelo espaço de debate.

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  • 08/11/2011 - 18:10
    Enviado por: Einar Larson

    Lamento que sua opinião sobre a invasão da reitoria seja tão retrógrada. Até parece vnaguarda (vã – guarda? – do século 19. Liberdade e responsabilidade são termos inseparáveis em qualquer democracia de verdade. Não me refiro às farsas do tipo venezuela e cuba que, suponho você deva admirar,

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  • 08/11/2011 - 18:13
    Enviado por: Carlos Magno

    Ridícula associação de idéias. A luta contra a ditadura é utilizada de forma vulgar e rasteira para justificar a ação de VÂNDALOS que invadem e destroem o patrimônio público. Lembro ao colunista que os mesmos “moleques” decidiram, em assembléia, a desocupação do prédio da FFLCH e que uma MINORIA descontente apelou para a IGNORÂNCIA invadindo a Reitoria. Portanto, quem faltou com os ideais da Democracia foram os estudantes, e não a Reitoria ou a polícia – que está na USP apenas cumprindo o seu papel. Se querem discutir como a PM deve agir na USP, que o façam de forma civilizada e compatível com o ambiente acadêmico!

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  • 08/11/2011 - 18:14
    Enviado por: Danielle

    Gente, o que o Marcelo defende, e os que os estudantes defendem, é que tenham tratamento “diferenciado” do RESTO da sociedade. Que a polícia aja com eles – se a polícia quiser permanecer lá – diferente do jeito que age com o RESTO da sociedade, pois estudante é melhor que todo o RESTO e precisa ter privilégios para ter sua “liberdade de pensamento” (isso me lembra imunidade parlamentar, esse inseto irritante). mas privilégio de classe é coisa de fascista e isso deveria ser “privilégio” dessa PM repressora …

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    • 10/11/2011 - 18:02
      Enviado por: David

      Acho que essa garota n sabe o que esta dizendo!!! Eu q acordo as cinco da manhã todo dia pra ir trabalhar não me sinto menor do que qualquer estudante, seja da USP ou de qualquer outra instituição de ensino!!! Tratamento diferenciado….. Acorda….

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  • 08/11/2011 - 18:16
    Enviado por: Felipe Loturco da Silva

    Olá Marcelo.

    Tenho um enorme respeito pela sua pessoa, como escritor e como formador de opinião. No entanto, neste caso, discordo de sua opinião.

    Meu primeiro argumento seria: Todos os alunos, todos os seres humanos, têm direito de se expressar. Isso é essencial. Quando protestos são feitos de forma pacífica, algo errado acontece? Há a truculência da polícia?

    Os jovens que invadiram a reitoria podem sim ter sua opinião e ideologia, mas ao invadirem um prédio público, pago pelo povo, perderam qualquer razão.

    Ao atravessarem esse limite, deram a oportunidade ideal para a repressão. Caso contrário, até quando eles ficariam na reitoria?

    A função da polícia é manter a ordem, e na invasão, agiu de forma profissional, e com o intuito de evitar qualquer confronto, além de ter tido acesso a uma planta do prédio antes da ação.

    Além do mais, não houve um caso sequer relatado de qualquer agressão por parte dos policiais.

    E enquanto isso, os manifestantes agrediram profissionais da imprensa que estavam apenas cumprindo com seu dever. Se nesse caso fossem contidos pela polícia, seria truculência? repressão?

    Eu não sou aluno da USP, mas frequento o campus quase todos os dias, e me sinto muito inseguro durante o período noturno. Além disso,, tenho namorada, pai , irmã e amigos que estudam lá.

    Uma alternativa, se me permite, seria esperar até que um desses revoltados fosse assaltado, ou sequestrado, ou mesmo coisas piores(não quero nada de mal a ninguém, estou apenas supondo uma situação).

    Eles resolveriam o assunto com as próprias mãos, ou eles mesmos veriam que não é possível abdicar da segurança geral pela vontade de uma minoria?

    Não me importo com quem fuma maconha, nada contra, cada um entende o que faz. Mas regras são regras,e se quiserem fumar, ok, fumem em seus carros, em casa,sem problemas. É mesmo tão necessário enrolar um baseado no campus? Correr o risco?

    Obrigado

    Felipe

    Felipe Loturco da Silva

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  • 08/11/2011 - 18:19
    Enviado por: mac

    pm não encaixa, encoxa!

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  • 08/11/2011 - 18:20
    Enviado por: Fernando Martines

    Foi realizada uma assembléia onde a maioria dos presentes votou contra a invasão da reitoria por não serem contra a presença da PM no campus, opinião esta compartilhada pela maioria emagadora dos alunos da USP. Ou seja uma minoria, insatisfeita por ter sua proposta preteria em uma assembléia plública, invadiu a reitoria depredando e dilapidando o patrimônio da universidade. É isto que é democracia Senhor Marcelo Rubens Paiva?

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  • 08/11/2011 - 18:22
    Enviado por: mac

    encoxsa e encaixa: a última vez que vi sócrates ele tava tomando cicuta! Eu falei, sócrates por que ce ta tomando cicuta? E ele disse, a culpa é da xantipa!, ela grita, sócrates larga esses meninos! tem tudo a ver!

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  • 08/11/2011 - 18:22
    Enviado por: Pierluigi

    As propostas DCE, apontadas pelo autor articulista, podem ser válidas. Ou pelo menos passíveis de aplicação à espera dos resultados. Enquanto isso e até lá, vamos convir que:
    - a presença da PM no campus da USP se faz necessária;
    - aplaudir as medidas de desalojamento dos “estudantes”(?) por parte da PM por determinação da Justiça:
    - indiciá-los e cobrá-los pelos danos dos bens públicos (que é do povo);
    - formalizar a expulsão dos referidos estudantes(?), pois, demonstraram cabalmente que a ausência no reverterá em “preju” à Universidade.
    Sem disciplina não vamos a lugar algum. Precisar exemplificar senão a baderna será maior do que já é!

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  • 08/11/2011 - 18:23
    Enviado por: Márcio

    Bela palavras para um país atrasado e arcaico. Disto tudo só sobra a conta dos reparos, para que nós trabalhadores possamos pagar. A conta deveria ir para os que lá ocuparam a reitoria.

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  • 08/11/2011 - 18:24
    Enviado por: Thais

    Exato, Marcelo. Porém o problema não é a PM age no campus. O problema é como ela age em todo o lugar. Que tipo de democracia luta contra a forma como a PM age em um ambiente universitário e está se lixando para a forma como ela age na periferia. Se a PM continuasse fora do campus ninguem iria iniciar esse movimento. Aí se a PM for proibida de entrar no campus novamente, acabou a questão?

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  • 08/11/2011 - 18:24
    Enviado por: Rosana Flores

    Caro Marcelo,

    Desculpe a franqueza, mas vc esta envelhecendo mal. É uma pena pois poderia amadurecer como alguns pensadores fazem. Amadurecer é reciclar as ideias, se abrir para o novo. Ficar encalacrado em uma concha ideológica não faz bem para o debate democrático.

    Os estudantes erraram e estão sujeitos a lei, como deveria estar todo brasileiro. Se alguns parecem estar acima dela a saída é a luta pelo respeito aos direitos de todos, o que não inclui invasão, quebradeira, ataques físicos como os seus colegas da imprensa sofreram e, claro, uso de drogas indevidas dentro do campus.

    Se esta invasão fosse nos anos 70 eu mesma estaria entre os primeiros a protestar, se tivesse idade para isso. Os tempos são outros, os motivos também. Infelizmente a entrada da PM foi sim necessária, o que só envergonha aqueles que lutaram, de fato, pela democracia.

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  • 08/11/2011 - 18:26
    Enviado por: Guilherme

    Estudo na usp e conheço pessoas que participaram das assembléias e também opiniões dos “A favor” da PM no campus. Por tudo que ouvi, vi e li, vejo que a mídia faz mesmo um deserviço com informações mentirosas. Aceito também que é realmente difícil engolir imagens dos estudantes invadindo a reitoria com tamanha truculência, mas a maioria dos estudantes contra a PM não foram lá quebrar nada e nem são todos maconheiros ou mimados (que país é esse em que quem mente antes diz a verdade?).

    Tudo começou com o “querido” reitor Rodas, que está sendo inclusive investigado por desvios de verba e improbidade administrativa, colocando a PM no campus ao invés de dar apoio a projetos de segurança já existentes e clamados pela comunidade universitária (funcionários e estudantes). Veio a calhar que um estudante foi assassinado e isso permitiu que ele colocasse a “força do estado” dentro do nosso espaço para quando precisar atacar, novamente (se é que os críticos “informadíssimos” de plantão sabem disso!) as bases da estrutura educacional do estado não ocorram protestos pois a “mão armada” dele e do alckmin estarão lá, de plantão, para abafar as manifestações contra este crime a sociedade de um país que cada vez mais sofre com o descaso e abandono do nosso “futuro”.

    Se fosse a polícia pela polícia, não haveriam problemas, mesmo que as pessoas “paradas” por eles com maior frequência sejam os negros, pobres e, na maioria das vezes, funcionários. Mui democrático não ? Então vejamos além do caso dos “três estudantes maconheiros”, isso é conversa de pessoas que vendem o sensacionalismo e querem propagar opiniões em cabeças férteis, ansiosas e ingênuas. Sou a favor de que as pessoas só se manifestem após ir em uma assembléia e enxerguem a fundo o cerne do “problema”, fora isso serão vitrolas quebradas repetindo discursos clichês e tendenciosos. Só dou este conselho porque eu também tinha uma visão distorcida e agora minha opinião é mais sólida e enxerga umpouco mais as intenções por trás das “desinformações”! Abraços!

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  • 08/11/2011 - 18:26
    Enviado por: Guilherme Burzynski

    Bom, fazer maniqueísmo de estudantes bonzinhos com estado mal e opressor pode, né?
    Quando tem movimento estudantil legítimo no Brasil exigindo o BÁSICO como professores nos cursos e livros na biblioteca, eles não tem visibilidade nenhuma. Lembro até hoje do movimento na UFMS que invadiu a sua reitoria para exigir professores, sendo que em alguns cursos como o de Direito tinha até aluno de graduação outra faculdade dando aula para os estudantes da federal. Isso não teve repercussão ALGUMA na mídia nacional, apenas um ou outro artigo e uma declaração do então presidente Lula falando que os alunos eram riquinhos mimados por exigir o básico, mas esse protesto pífio para pôr fim ao convênio da USP com a PM teve toda mídia do mundo, por sua vez, não para de aparecer na mídia. A situação na UFMS até hoje não foi resolvida, e alunos protestando recentemente por segurança e por professores foram apenas rechaçados pela reitoria da universidade. A USP reclama de barriga cheia, e ainda ganha artigos adulando as suas peripécias proto-revolucionárias. A única contradição que eu vejo é a visão limitada de suas ideologias, ante a problemática realidade brasileira. Parem de tentar dar legitimidade a um movimento completamente antidemocrático que não tem nenhuma.

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    • 12/11/2011 - 20:18
      Enviado por: Ana

      Acredito que o importante é todos se unirem pela educação de qualidade em todas as faculdades (aliás desde o ensino básico), isso constrói pessoas que pensam, assim podem dizer que são livres pois têm opção de escolhas, questionam o que existe, criticam e lutam com todas as forças por mudanças, isso é legítimo, faz parte do ser humano. Ou está tudo bem com o mundo? Começa a ser preocupante quando a sociedade começa a achar normal calar a voz de opiniões diferentes. O DIÁLOGO precisa ser respeitado, o que aconteceu foi a aplicação da força contra o diálogo. O medo paralisa as pessoas, e ninguém se sente confortável olhando para um PM todos os dias. Estamos falando de estudantes, de estudantes de qualquer lugar, qual escola ou Universidade possui a PM dentro?

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  • 08/11/2011 - 18:26
    Enviado por: Godot

    Não estamos na década de 70.

    A turba que invadiu a reitoria tem ojeriza ao debate (essa coisa pequeno-burguesa).

    “Democracia” para eles é como em “República Democrática Popular da Coréia do Norte”.

    O ilícito não está na agremiação, está no uso de forma violenta de protesto, envolvendo agressão física, depredação do patrimônio público e impedimento ao acesso a uma repartição pública.

    Os “moleques” são os maus estudantes e não queriam dizer nada, mesmo porque não tem nada para dizer, assim como você não tem.

    Você não entende o que está acontecendo mesmo ou está querendo parecer um cara legal de esquerda vanguardista?

    Escrever em frases soltas é dificuldade em coesão e coerência?

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  • 08/11/2011 - 18:29
    Enviado por: Neto

    Esse probleminha está longe de ser uma questão acadêmica, é caso de polícia mesmo, quem invade patrimônio público e em bando, deve mesmo ser indiciado por formação de quadrilha, afinal se uniram para destruir o patrimônio público. Meu dinheiro não é capim. No fundo todos viram que não passou de uma manobra de vândalos do passado recente tentando se esquivar das suas responsabilidades (de destruições do patrimônio público no passado que esta sendo investigado) e de usuário de drogas que acham que a polícia deve reprimir aqueles viciados da cracolância, pois representam perigo para sociedade (os filhinhos de papis da USP), mas eles como consumidores não representam pois são a elite “intelectual” da sociedade. Ou seja, a liberdade e igualdade pregada pelos tais revolucionários não passa de balela e a invasão não passa de um crime comum.

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  • 08/11/2011 - 18:29
    Enviado por: Pablo

    Cara você é um FANFARRÃO de publicar este comentário mais tolo.
    Estes pseudo-alunos que você diz estarem lutando por uma democracia melhor, na verdade não tinham nenhum ideal para lutar.
    A luta deles se iniciou apenas por causa da repressão de uma droga “democraticamente” proibida em nosso País.
    Enfim, nem perdi meu tempo em ler todo seu texto, pois tinha certeza que teria muito blá-blá-blá, com “palavras” difíceis no meio, apenas para impressionar seus “antiquados” leitores.

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  • 08/11/2011 - 18:31
    Enviado por: Rafael

    O pior é esta sensação, tanto pelas atitudes tomadas, quanto pelos comentários, este gosto amargo na boca que caminhamos novamente para um mundo facista. Um mundo de “preto e branco”. De verdades absolutas, de certezas indiscutíveis, de atrocidades justificaveís por palavras de ordem. Caminhamos, a passos largos…….Vale ignorar a democracia, vale ignorar a história, vale usar um erro para justificar uma medida desproporcional, só parece que não vale conversar…….

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  • 08/11/2011 - 18:33
    Enviado por: Eduardo

    Esse papo de de ideal de outra policia no campus é papo furado. Vamos aos fatos.
    2 estudantes estavam fumando maconha (crime previsto em lei) e estavam sendo conduzidos a delegacia para maiores explicações. Então outros estudantes, sabe-se lá o motivo, não deixaram os infratores serem conduzidos a delegacia e armaram o maior quebra-pau.
    Ai vem o Sr. e me fala que o “ideal era outra policia no campus e não a expulsão dos estudantes”.
    Como ja disseram… vamos rasgar a constituição e cada um decide a lei a qual vai seguir.

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  • 08/11/2011 - 18:39
    Enviado por: antonio carlos

    Grande texto, Paiva.

    Aqui em Brasília estudantes lutam pela manutenção de um santuário indígena que está sendo destruído pela especulação imobiliária.

    Juntemos os estudantes de Brasília, com os da Usp, do Chile e os de ocupe Wall street e veremos
    que enfim a luz no fim do túnel!!!!

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  • 08/11/2011 - 18:39
    Enviado por: Felipe

    Ninguém precisa invadir reitoria pra se expressar, isso é uma falácia. Assim como comparar a situação política do final da década de 70 com a de hoje..Essa baderna só serve pra obscurecer a discussão acerca da legalização das drogas, que é uma discussão bem pertinente.

    Quanto ao processo criminal que os invasores vão sofrer, dificilmente prosperará, uma vez que a acusação de formação de quadrilha é descabida (são arruaceiros, mas não criminosos organizados) e é muito dificil atribuir culpa a quem efetivamente danificou o patrimônio público. O mesmo sistema jurídico que eles dizem ser repressor vai acabar sendo brando com eles…

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  • 08/11/2011 - 18:40
    Enviado por: Alex

    Ainda assim vivemos numa democracia, o que significa que quem decide é a maioria. Bem vindo ao Brasil. O país onde as opiniões diferentes são “rancorosas”, “reacionárias”. Onde a intolerância é a regra, onde o público se confunde com o privado, onde os ideais se confundem com a realidade, onde o discernimento deu lugar à mentira. Onde a luta pelo bem comum se tornou a luta pelo benefício próprio, onde a universidade é ‘privatizada’ por partidos políticos, onde o diálogo não existe mais, onde decisões de assembléias são ignoradas, onde se discute o passado, se ignora o presente, e o futuro ‘a Deus pertence’; onde os inimigos somos nós mesmos. Onde o pragmatismo e a realidade se perderam.

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  • 08/11/2011 - 18:42
    Enviado por: Rogerio

    Confesso q estou envergonhado por ver a dimensão q este episódio ganhou.
    Talvez porque a bandeira defendida pelos alunos realmente não parece fazer sentido.
    Se o problema é a qualidade da polícia, então a reivindicação deveria ser por uma polícia melhor e não pela ausência dela. A polícia é uma instituição necessária. Se há maus policiais, o caminho correto é extirpá-los da instituição. Eu me preocupo muito em ver as instituições no Brasil serem confundidas com eventuais maus membros das mesmas. Ou então essa discussão remete à loucura anarquista. Ordem e progresso, pessoal! Ou será q estamos todos envergonhados de dizer isto? Ordem é pré-requisito para o progresso. Todos devem se pautar pela Lei. Entendo a liberdade da discussão, mas me entristeço quando vejo a imprensa defender baderneiros em um artigo como esse.

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  • 08/11/2011 - 18:45
    Enviado por: Ismael

    Olha Marcelo, quando esses grupos existiam o mundo era outro, algo como 3 bilhões de habitantes a menos, o que quer dizer que as necessidades de segurança eram bem menores. Acho que as pessoas tem direito de curtir, tanto quanto eu curti na minha juventude, mas sinceramente eu tanto acho que podería-mos discutir a sério a legalização da maconha quanto na mesma direção tem de haver a internação compulsória de dependentes de drogas, até mesmo alcool e cigarro. Enquanto o Estado não der um suporte adequado aos problemas de saúde e segurança, não dá para ficar sonhado com um mundo a parte, como querem os invasores da reitoria.

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  • 08/11/2011 - 18:45
    Enviado por: Rafael

    Errada as colocações exposta…
    Total direito daqueles estudantes contrários à permanência ou postura da PM no campus.
    Porém, havia meios corretos de expor a indignação (abaixo-assinados, ação civil pública, pedidos administrativos, manifestação pacífica).
    Escolheram a pior dentre as saídas, perturbando terceiros, desrespeitando a ordem, batendo e quebrando.
    Isso não é postura de estudante de 2.011.
    Marcelo está confundindo a situação da geração dos anos 70 com a situação atual, imputa extorsão aos PMs sem qualquer detalhe de provas.
    Se de fato estão tão incomodados com a postura do Estado, cadê manifestações contra a corrupção? contra a violência? contra a falta de incentivo à educação?
    Se a PM é despreparada correto afirmar também que essa minoria de estudantes não passam de…

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  • 08/11/2011 - 18:48
    Enviado por: norsken_n@hotmail.com

    Eu fico aqui pensando o nojo e o desgosto daqueles que foram torturados ou tiveram seus parentes mortos(como eu tive) por lutarem por um País livre e ver seus estudantes, ou alguns deles, que sequer frequentam as aulas, recebem custeio de sindicatos, de diretórios academicos e da UNE, e que vivem as expensas da sociedade, exercerem de forma tão banal e patética a nossa tão sofrida democacria, reconquistada a base de sangue e tortura.
    Como ex-aluno USP, como ex-representante docente (1996), eu sei bem do é feito o binômio DCE+SINTUSP. Sinto-lhe dizer Paiva, mas eu li muito sobre os últimos acontecimentos, a mais uma invasão de reitoria, a mais um ato selvagem e anti-democrático à própria assembléia do DCE.
    A assembléia havia decidido democraticamente pelo FIM da ocupação da FFLCH e um grupo a revelia da votação resolveu ocupar a reitoria.

    A “catracalização” não é exclusividade da USP, é um problema em todo território nacional. O Parque do Ibirapuera, o SESC Itaquera por exemplo não podem ser espaços abertos pois não há como garantir a proteção de pessoas e bens. Não é o mais eficaz, eu também não fico feliz de viver enclausurado na minha própria casa, mas não posso abrir mão das grades, tanto quanto a USP, o Pq. Trianon, o SESC Itaquera.

    Você incorre em contradição: uma de suas respostas aos leitores diz que: “não sou adepto a generalizações”, mas classifica a PM de “mal treinada, viciada em extorsão a maconheiros pragmática” – isto seria o que?

    Mas concordo que a nossa policia esta longe, mas muito longe de ser boa, porem se os “nobres” estudantes quisessem questionar a qualidade da policia, deveriam te-lo feito antes, e nao somente quando a policia aplica a lei a 3 fumantes de maconha, a luz do dia, no estacionamento da Geografia. Isso foi puro corporativismo barato, de quem quer safar os coleguinhas de baseado na hora H, tamanha é a libertinagem e nao liberdade.

    Os estudantes podem ser qualificados por formacao de quadrilha, se, e somente se, assim entender a JUSTICA, e nao pq a Policia ou outra instancia do Estado assim desejar. E a Justica é pedra fundamental da democracia tal qual tanto reividicam os tais estudantes . O problema é q eles à reividicam mas não a praticam. Pq a decisao de uso da forca, seria somente pra deter a forca contraria a permanencia ilegal da ocupacao. Se voce tem uma outra teoria de Estado que aniquile a a existencia da Justica, por favor, escreva e coloque pra q todos nós saibamos qual é. Posso lhe dizer que em Cuba e na ex- Uniao Soviética o Estado é tudo isso que voce classificou: opressor, maniqueísta, etc.

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    • 08/11/2011 - 19:33
      Enviado por: Alex

      Perfeito, pragmático e lúcido o seu comentário. Comentários como esse são melhores que o artigo em si.

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    • 08/11/2011 - 20:48
      Enviado por: eduardo

      Perfeito… muuuuiiiiito melhor que o artigo.

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    • 08/11/2011 - 21:13
      Enviado por: Leonardo

      Perfeito.

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    • 08/11/2011 - 21:55
      Enviado por: Ana Martins

      Excelente resposta! Parabéns!

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    • 08/11/2011 - 23:06
      Enviado por: tereza

      Seu texto é infinitamente superior ao escrito pelo autor que de forma equivocada e oblíqua faz a defesa destes pilantras, que nao aceitaram o voto da maioria e invadiram ilegalmente a reitoria.Que paguem na forma da lei.Alguém disse que o voto da maioria nao é necessariamente a melhor opcao.Nao é mesmo mas mesmo assim é como funciona o sistema.Nao voto, nao votei e nunca votarei no PT e tenho meu país governado por um Lula e uma Dilma.Imagina se os 48% que votou na oposicao invadisse o Palácio do Planalto.A maioria venceu e somos achacados por escandalos e mais escandalos.Assim é o sistema LEGAL.

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  • 08/11/2011 - 18:49
    Enviado por: Jose Americo

    Saudades dos tempos em que estudantes faziam movimentos por um país melhor, não para poder fumar maconha dentro da universidade. Não se ve esses “fumetas” fazerem um movimento contra a corrupção. Esse discurso de “esquerdistas de butique” é patético !
    Ordem, em qualquer lugar, é uma necessidade. A questão da segurança não é para defender segregacionismo, tampouco para nos tornar eternos reféns das “razões de segurança”. A segurança é um direito à qual TODOS temos. E ela, a segurança, só pode ser mantida se houverem sistemas permanentes, e ostensivos. Gostemos ou não.
    Quem perde um filho assassinado no campus certamente sabe disso.
    Mas certamente os “democratas do baseado” iriam sentir-se “oprimidos”. Coitadinhos !
    Que saudade da geração de estudantes que não fugia da raia e enfrentava o rojão. Que não corria da raia a troco de nada. Infelizmente, essa está na saudade. A de hoje não constrói, nem nunca construirá com “baseados” a manhã desejada. Até porque não conhecem o sufoco de um jogo duro. O resto é besteira. Já dizia Gonzaguinha.

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  • 08/11/2011 - 18:50
    Enviado por: Renata

    Olá Marcelo,

    Realmente a universidade é um lugar para o livre pensar, e de forma nenhuma o direito de se expressar pode ser oprimido. Entretanto, acredito que os estudantes no protesto acabaram se perdendo em meio a vontade de mostrar tanta revolta.
    Estudo na UNICAMP e não acredito na atuação da PM do campus onde estudo, e por isso concordo com o princípio dos manifestantes.
    Invasão da reitoria, vá lá, mas ponto de vista não se mostra com pichações nas paredes do prédio, destruição de materiais e móveis. Da mesma forma que você acredita que as ações da PM extravasaram o necessário, as ações dos estudantes também.
    Os manifestantes não estão acima da lei, e apesar de lutarem por razões que podem estar corretas, devem sim responder pelo atos errados que cometeram.

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  • 08/11/2011 - 18:52
    Enviado por: Henrique

    Bom encerrar o dia assim: pela manhã critiquei a infelicidade na charge satirizando os estudantes da USP como se fossem todos “playboys” ou “rebeldes sem causa”. Agora encerro meu dia elogiando a sensibilidade e inteligência na argumentação de um excelente texto, marcado, sobretudo, pela isenção…

    Estamos diante da maior prova de que ainda existe reflexão neste mundo!

    Fico mais tranquilo!

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  • 08/11/2011 - 18:53
    Enviado por: Artur

    Que uma reforma política é mais do que necessária ela é! Corte de salário de funcionários públicos que já nem se enquadram como funcionários públicos e sim como semi-deuses e que assim como deuses são figuras meramente ilustrativas, seria um bom começo! A liberação da maconha para comercialização legal tbm! Estes fatos ninguém pode negar independentemente da classe social.
    Mas estas discussões pouco tem haver com 100 alunos babacóides que invadindo o prédio da reitoria após uma tentativa “truculenta” de impedir que 3 alunos fossem levados para assinar um termo de compromisso na delegacia, triste verdade! A mobilização deles foi fútil, inoportuna, sem fundamento, inadequada e definitivamente sem nenhuma intenção de estabelecer diálogo.
    “Acorda Brasil” é uma frase um pouco errada, seria mais “CRESCE BRASIL!” Lute direito e pelo que realmente é certo! Este evento pareceu mais uma revolta de crianças em uma creche!
    E assim como uma creche: Um banco é obrigado a colocar grades para não ter que recolher milhares de garrafas de vinho e vodka, bitucas de cigarro e todo tipo de lixo todas as manhãs ; Moradores de bairros nobres lutam para manter o valor dos imóveis que tanto batalharam para obter mesmo que se torne algo moralmente questionável ; Já os elevadores, continuarão sendo de “serviço e social” devido ao tipo de carga. A final ninguém vai querer quebrar um espelho ao transportar uma geladeira nova. Pode dar azar!

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  • 08/11/2011 - 18:59
    Enviado por: bela figueiredo

    a nação é under constution ad eternum, mas o pensamento dominante nos enfia goela abaixo essa rapadura mole, esse pirão sem sal. andem todos um atrás do outro, igual o gafanhoto. dividam-se bem divididinhos, a começar pelos elevadores. e depois? depois tomem um red label, senhoras do leblon e adjacências, porque a raia miúda deve mesmo é tomar no cu.

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  • 08/11/2011 - 19:00
    Enviado por: Jose Marcelo Randes

    A alta concentração de maconheiros na USP demandaria uma guarda universitária, em vez da presença da PM. Que mimo, hein, Marcelinho.Você pensa tão bem quanto escreve, hoho.

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  • 08/11/2011 - 19:03
    Enviado por: Iesus Henrique

    huahuahauuhahuuahuauhuaua sim, tenho que rir, huauhuhauhauhhuahua como diria uma amigo meu, hj eu ri 400 vezes, e ri mais ainda vendo esse comentário huauhahuhuahuauhhuahuhaua esse texto.

    Na época que fiz faculdade conheci um professor de jornalismo Ednelson, que sempre criticava alguns alunos que entravam na faculdade, querendo ser os jornalistas, mais que na verdade não passavam de comédias. E realmente encontrei nessa tarde, terça-feira, um blog de humor, só pode (huauhuauhahuhauua). Enfim, vamos ao que interessa (o problema é que cada vez que leio o texto ou lembro de alguma passagem, tenho vontade de rir mais 400 vezes).

    Alguns meses atrás, vi uma matéria no jornal, sobre um estudante que foi assassinado no estacionamento do campus da USP, lembro bem, que na época várias pessoas (pelo que me lembro, eram vários estudantes) pediam um reforço policial, pois não havia segurança nenhuma na campus, e pra felicidade e o bem de todos, a faculdade fez um convênio com a Polícia Militar.

    Estava tudo bem até então, mas ai um belo dia, onde tudo estava perfeito, o vento batia nas árvores, os pássaros cantavam, estudantes caminhavam na paz total e alguns, digo 3 fumavam maconha, mais aí, como nas histórias infantis, o monstro apareceu (a caso não esteja entendendo só avisar, sou formado em desenho industrial, qualquer coisa eu ilustro em uma história em quadrinho, pois o monstro aqui categorizado por vocês defensores dos “revolucionários”, é a Policia Militar) e acabou com aquele momento lindo que todos viviam e foi então que tudo começou.

    Os revolucionários, enfrentam os Policiais, quebram viaturas, queimam a bandeira, Policiais saem feridos, e pra fechar com chave de ouro, os revoltados invadem a USP (como se a faculdade fosse deles, pelo o que conta, ela ainda é pública) picham, quebram coisas, escrevem errado em cartazes, e levantam questões que não fazem parte da realidade social que eles vivem. Aí ficam alguns dias e são obrigados a sair, e os revolucionários resolvem invadir a reitoria da USP, e novamente, arrombam os portões, quebram câmeras, picham paredes, e agora com frases filosóficas (rindo 400 vezes de novo), agridem repórteres, e o motivo maior pra tudo isso é qual mesmo? A é lembrei, segundo os “Revolucionários” é uma luta contra a maneira que a PM age dentro do campus! e a PM age como dentro do campus? prendendo 03 maconheiros. Opa! desculpa! “estudantes que estavam fumando seu cigarrinho da paz”?. O engraçado é exatamente isso, essa questão de valores, se um moleque, entrasse no campus, e fosse fumar maconha, ou assaltasse algum aluninho exemplar, esse sim que não é estudante é o marginal, ele é pobre, ele não tem estudo, ele não pode ficar ali, e se caso a Polícia Militar não tire esse sujeito desprovido de alguma formação acadêmica, eles não estão fazendo seu trabalho.

    A questão é que esses estudantes se acham melhores que os “marginais” que estão soltos por aí, assaltando, traficando (a “macoinha” que alguns usam lá dentro) ou até matando, só por que eles estudam? Então a Polícia Militar está errada? Os revolucionários só querem o direito de “Liberdade” de “impunidade” dentro da faculdade? Então chego a conclusão de que seja apenas para não ser preso por estar fumando maconha ao invés de estar dentro da sala de aula estudando.

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  • 08/11/2011 - 19:05
    Enviado por: Alberto

    Nossa cara, parabéns! Por ainda ter esperanças de mudar essa sociedade, com o perdão da palavra, de merda…
    As pessoas são tão quadradas que não procuram ouvir, tem apenas um pensamento e se agarram nele ferrenhamente, e enquanto existirem os babacas pra apoiarem e ir junto essa história vai demorar pra mudar.
    Você definiu muito bem toda a história que lá acontece, porém eu achei complicada a atuação dos estudantes, particularmente entendi tudo, mas ninguém iria entender mesmo, a partir do momento que algum ser humano infeliz falasse: maconha! maconheiros! a discussão toda estaria encerrada, e a PM ganharia total apoio da massa, e deu no que deu…infelizmente.
    Um abraço e obrigado por me fazer feliz, vendo pessoas na mídia com cérebro.

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    • 08/11/2011 - 20:01
      Enviado por: Ricardo

      Já ouvi o q vc tem a dizer… Agora vai lá na reitoria lavar as paredes.

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    • 09/11/2011 - 15:17
      Enviado por: adriano

      Na verdade, a partir do momento que algum ser “revolucionário” infeliz invadisse um prédio público e o depredasse, a discussão estaria encerrada e a PM ganharia total apoio da massa, como aconteceu…felizmente.

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  • 08/11/2011 - 19:06
    Enviado por: João

    Belo texto… uma luz em meio as trevas dessa mídia senso comum.
    Somos uma puta democracia de fachada!

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  • 08/11/2011 - 19:10
    Enviado por: Marcos

    Acho interessante seu ponto de vista, da necessidade de se mexer, mas me parece que estes estudantes não souberam expor o motivo dos protestos, além de escolher o estopim errado para esta “revolução”.
    Fumar maconha na minha calçada é crime, na USP também deve ser. É uma atitude muito egoísta achar que o campus da “sua” universidade deve ter leis diferentes e que a polícia deve agir diferente.
    Não concordo com muitas atitudes da PM, mas infelizmente é o que se pode esperar de uma polícia mal treinada (aliás, achei que agiram até que muito bem na desocupação). Já dos estudantes, tão cultos e politizados, esperava um pouco mais.
    Enfim, o que conseguimos foi atrasar uns 10 anos a legalização da maconha, pois esta foi a imagem que passaram e que vai ser usada como argumento em todas discussões.

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  • 08/11/2011 - 19:11
    Enviado por: Jefferson Ricardo Lopes

    Uma simples transgressão – fumar maconha – dá uma dimensão e rebuliço anormais. Brotam filosofias, tendencias politicas, pensamentos ideologicos, todo tipo de sentimento em prol de um coorporativismo em uma causa tão pequena. E tão pequeno continua sendo com alarde desproporcional ao fato. E se levantam nossos analistas de plantão para analisar algo tão pequeno .E este é o papel desta instituição , motivo de orgulho do estado. E … vai render muito mais.

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  • 08/11/2011 - 19:15
    Enviado por: Rafael Guimarães

    Não existe “outra polícia” assim como não existem “outros meliantes”. A polícia que temos é esta, os maconheiros e baderneiros são estes, as leis estão aí para serem cumpridas e ponto final.
    Esse discurso velhaco, de “luta de classes” quando os próprios estudantes estão no topo da pirâmide não cheira bem. Muito engraçado o camarada fazer parte do PCO e nunca ter visto ou muito menos trabalhado (como eu nos tempos de SENAI) em um torno ou fresa.
    Esse romantismo de abrir a universidade para todos, liberar o acesso indiscriminado do campus, etc não funciona simplesmente porque vivemos tempos violentos. Bandido que rouba, estupra ou mata não será combatido com “direitos humanos”.
    Marcelo, conheço sua história e respeito sua dor mas o Brasil precisa de ordem, disciplina, respeito as leis e TRABALHO.
    Exatamente o que parece estar faltando a turma à esquerda da esquerda da USP.

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    • 08/11/2011 - 19:31
      Enviado por: norsken_n@hotmail.com

      mais Sensato impossivel!

      Sucinto e claro e sem esse bla bla bla e verborreia do Paiva.

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    • 08/11/2011 - 20:01
      Enviado por: cacá

      Nossa!!! Infelizmente tá existindo cada vez menos gente que PENSA. Você deveria ter vergonha de colaborar para que essa triste escória NAZISTA, ainda ande assombrando por aí. Isso é que não me cheira bem.

      ah! e se não existe ”outra polícia ” pode ter certeza que é TAMBÉM por causa de gente como você, que apoia esse modelo totalmente repressor, onde são criados esse PMs incríveis e amigáveis que temos por aí… fazendo a nossa ”segurança”.

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    • 09/11/2011 - 15:20
      Enviado por: adriano

      Se a comentarista acima soubesse do que fala, pensaria muito antes de mencionar o nazismo.

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  • 08/11/2011 - 19:15
    Enviado por: Carlos

    suas idéias são otimas, mas pecou um pouco na escrita, pelo menos nesse texto.

    cheguei a ler ‘gradis’..

    continua sendo uma das poucas mentes esclarecidas sobre esse assunto, está de parabéns.

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    • 08/11/2011 - 19:17
      Enviado por: Marcelo Rubens Paiva

      e é gradis sim q se escreve

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    • 10/11/2011 - 04:21
      Enviado por: Luiz Fernando

      Carlos, há grades e gradis. Precisa ampliar seu vocabulário…

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    • 10/11/2011 - 08:01
      Enviado por: Willian Cavallari

      Eu nao tenho o minimo respeito a voce considerando oq escreveu aqui. Alem de escrever uma bosta de um texto que apenas reclama… aponta e se faz de coitado ainda vem insistir que “gradis” esta certo?! Uma pessoa que nem ao menos tem a humildade de adimitir que errou gramaticalmente e pisa ainda mais firme na propia ignorancia. Eu nao tenho nada contra Paulista, mas “gradis” e apenas a maneira como paulistanos falam, e so porque voce fala assim nao quer dizer que e escrito da mesma maneira. Mentalidade que se aplica igualmente a oque aconteceu na USP. So porque eles vivem fumando maconha nao quer dizer que esta certo.

      Marcelo, se voce quer algum dia ser levado a serio primeiro tire uma foto com uma CAMISA e nao uma camiseta, porque supostamente voce esta trabalhando e nao fumando uma com os estudantes. E depois pelo amor da lingua portuguesa, pelo menos use o auto corretor do MS Word antes de colocar um texto aqui.

      Pessoas como voce, com essa mentalidade de coitados e que gostam de culpar o sistema sao os responsaveis pela merda em q o Brasil anda. Culpam a policia por ser corrupta, ou por abuso de poder. Nao estou dizendo que isto nao existe, mas existe por SUA falta. Sua falta, da sua mentalidade que estimula a populacao a destruir o trabalho dos outros. Sua falta que prefere se manter na ignorancia do que adimitir que erra. Sua falta que simplesmente acha a ignorancia mais facil e portanto nao vai trabalhar para melhorar. Voce publicamente defendeu um movimento de pessoas querendo privilegios considerados ilegais pela constituicao.

      Eu juro para voce, qualquer brasileiro digno tem vergonha de saber que temos pessoas como voce como parte da nossa sociedade tentando justificar atos como aqueles feitos pelos estudantes da USP. Voce deveria ser igualmente comparado a traficantes de drogas.

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    • 10/11/2011 - 16:08
      Enviado por: Ian

      Uou… esse Willian aí… eu, hein! Esse cara precisa relaxar, ver um cineminha, ler um bom livro, ter uma boa noite de sono… pra quê tanto ódio, amigo? É o tipo de cidadão (?) que não tá preparado pra viver num regime democrático, onde prevalece o diálogo e a pluralidade de opiniões. Ai, ai…

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    • 11/11/2011 - 09:14
      Enviado por: Vinicius

      Gradis é o plural de gradil (segue cópia do dicionário). Não acreditem muito no corretor do Word.
      gra.dil
      sm (grade+il) 1 Gradeamento que circunda uma praça, um campo, um jardim, um recinto. 2 Grade ornamental separatória ou de proteção, geralmente de barras verticais paralelas.

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    • 12/11/2011 - 17:05
      Enviado por: Carlos

      Estúpido é aquele que não se permite corrigir e não adimite o erro.. realmente não sabia que gradis era plural de gradil [na verdade não me lembro a quando tempo não escrevo a palavra gradil].

      vocabulário ampliado, comentário retificado.

      Obrigado pela correção.

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  • 08/11/2011 - 19:21
    Enviado por: Anderson

    Marcelo,

    O senhor acaba de perder o meu respeito.

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  • 08/11/2011 - 19:24
    Enviado por: Cleudecir Fontana

    Cidadão, eu sou obrigado a respeitar seu direito a opinião, mas não a respeitar sua opinião. Quanta bobagem você colocou neste artigo. E quanta vaquinha de presépio te acompanhando. Em nenhum país democrático hoje, seria tolerada a invasão de um local alheio, ainda mais um local que pertence ao estado. Ou a violência truculenta de jovens rebelados contra pessoas que fazem seu trabalho, no caso a imprenssa, usando paus e pedras. A polícia usou sim um grande efetivo, mas para que não fosse necessário uso de violência contra os violentos. Se você é realmente um profissional de imprenssa, vai se lembrar como a polícia de países europeus, democráticos e civilizados, dessem o cacete sem dó e com vontade em manifestantes do Green Peace, e dos que se manifestam contra as reuniões dos paises capitalistas, G8 e G20. Se porte de drogas dá cadeia em qualquer parte do território brasileiro, porque não na USP? E se você acha que eles querriam discutir algum aspecto da democracia, porque não agiram democraticamente, antes pelo contrário, destruiram bem alheio e agiram de modo agressivo? Que tipo de discussão pode haver com um grupo elitista que deseja ter privilégios negados pela constituição ao restante da população? Pessoas que agem assim, são as que se tornam corruptas quando tem mais poder nas mãos, já que a creem que a lei não é para elas, mas antes pode ser manipulada para sua bel satisfação.

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    • 08/11/2011 - 21:56
      Enviado por: Jack Bauer

      Excelente comentário. Desmistifica esta palhaçada sem rumo, típica de mentes atordoadas e manipuladas por ideologias de sindicato. Neste Pais, infelizmente, quem tem iniciativa pra se organizar sao os marginais.

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  • 08/11/2011 - 19:32
    Enviado por: Vitee

    Marcelo,
    estude um pouco antes de despejar bobagens na internet.
    A Lei 9.605 (Lei dos Crimes Ambientais), em seu art. 65, define pichação como crime ambiental.
    O Código Penal define como crimes a desobediência a decisão judicial (art. 359) e o dano, que aliás é qualificado por se tratar de patrimônio público (art. 163, parágrafo único, III).
    E define como quadrilha “Associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para o fim de cometer crimes” (art. 288), que parece ser exatamente o que aconteceu. Quadrilha não é só quando pobre se associa pra roubar ou traficar drogas.
    E o uso de drogas continua sendo crime, apesar de não ser punido com privação da liberdade. A posição do Luiz Flávio Gomes, nesse ponto, não tem nenhuma aceitação nos meios jurídicos.

    A fiança foi arbitrada porque eles foram presos em flagrante. Coretíssimo, segundo o Código de Processo Penal.

    Aliás, que conceito curioso esse de diálogo democrático esse que se baseia em cometer crimes, não?

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  • 08/11/2011 - 19:34
    Enviado por: SARDINHA

    Legal, Marcelo: só faltou explicar por que os bonzinhos dos ‘estudantes’ se utilizaram de máscaras durante todos esses dias! Legal essa ideologia! Ou melhor: seria alguma ideologia nova – não mostrar a cara? Quanta hipocrisia, meu caro. Esses playboys devem entender que Polícia só intervém nos momentos de desordem – e foi isso que mais uma vez aconteceu. Procure na internet o artigo “Quando democracia é fumar um baseado”. São fantoches, fajutos imitadores de antigos líderes estudantis e políticos, gente que não conhece o significado da palavra democracia, não deve saber ler nem escrever direito e, ainda, que nunca se informou – um mínimo que seja – sobre seus deveres (e consequentemente sobre os crimes que cometeram contra o patrimônio público). E, como escreveram acima, quando eu não concordar contigo, vou até sua casa, depredo tudo, pego algumas coisinhas que você não usa e, por favor, não se zangue comigo – não se rebele contra meu modo de pensar e de externar minha insatisfação! Poupe-nos! E fala para esse pessoal voltar logo a estudar…

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  • 08/11/2011 - 19:39
    Enviado por: Luciano Albamonte da Silva

    MARCELÃO! Tu é um dos metres da minha juventude! Obrigado por continuar escrevendo! E saravá aos grandes

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  • 08/11/2011 - 19:43
    Enviado por: Marcelo Hatugai

    Olá Marcelo,
    Alguns contrapontos:
    1 – Concordo com você: venceu “a generalização, o debate político raso…”, etc. Generalizar “esta PM mal treinada, viciada em extorsão a maconheiros”, como você fez, também confirma nossa conclusão.
    2 – Não vivemos mais nos anos 70, a ditadura acabou. Houve liberdade de expressão: formaram-se assembléias. Perderam, tornaram-se minoria, deveriam voltar para casa. Não representaram a vontade dos outros estudantes.
    3 – Concordo com a maioria dos argumentos da segunda parte do seu artigo, mas o que Higienópolis, Leblon, Pinheiros, Proclamação da República e Red Label tem a ver com maconha? Que tal fazer como em “outros países” – quer fumar maconha? Fume em sua casa. Simples assim. E todos vivem em harmonia.

    Me considero um eterno estudante, porque simplesmente continuo a aprender, mas não me considero este tipo de estudante, eles não me representam.
    Passei e me formei pela Unesp, Unicamp e Fatec. Estudei muito, pesquisei muito, fui presidente de Centro Acadêmico e representante discente. Também divergi, discordei, protestei, mas não quebrei, não invadi, não depredei. E também não fumei, mas isto nem precisava dizer, né?

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    • 08/11/2011 - 23:25
      Enviado por: Paula

      Fumar maconha em casa…. Ok…

      Mas comprar de quem? Os traficantes continuarão nas ruas, assaltanto e equipando sua máquina.

      A discussão de “regulamentação” é muito maior e envolve toda a sociedade. O consumo sempre existirá, basta saber quem vai ganhar com isso. Por enquanto, a bandidagem e as autoridades corruptas estão dando uma lavada!

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  • 08/11/2011 - 19:45
    Enviado por: Karen

    Marcelo, fomos vizinhos por bons (ou maus) tempos, em Perdizes, condomínio, no qual sabemos bem que o totalitarismo estava bem representado pelo ocupante do mais alto nível hirerárquico do “feudo”. Trocamos, algumas vezes, pílulas de ideias nos minutos de elevador (ainda bem que morávamos no alto). Ninguém melhor do que você para definir a ditadura e o cala boca. Como cidadã e mãe de três atuais uspianos (aliás estão agora na assembleia), engajados e crentes de seus princípios e posicionamentos, divido suas colocações ao mesmo tempo em que vejo com receio visões xiitas e pragmáticas de ambos os lados. A universidade deve ser sim espaço de discussão, atos e manifestações desde que fundamentadas e argumentadas. Ao mesmo tempo em que a PM está despreparada e a discussão maniqueísta não dá espaço para uma alternativa intermediária, a guarda universitária só pode agir quando há dano contra o patrimônio e o patrimônio humano está sim em risco. Espaços ermos, falta de iluminação e de policiamento colocam todos em risco, alunos, funcionários e nós reles cidadão que por lá precisam circular. Acho também, o fim do mundo alunos que moram no CRUSP, não terem acessoaà condução aos finais de semana e terem que vaguear por horas para poder teracesso à serviços básicos. Enfim, há muito o que refletir e se pensando em mais um dado: coincidência ou não nesta semana há eleição dos C.A.s.

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  • 08/11/2011 - 19:47
    Enviado por: Juliana

    Simples transgressão?! É por causa de pensamentos minimalistas como o seu que a segurança pública chegou onde chegou. Reduzir maconheiros que financiam o tráfico de drogas e armas na capital paulista, e em outras cidades do país, a simples transgressores é fechar os olhos para o holocausto que está por vir! Egoísmo ou doença? Não sei… Qual será o pensamento que permeia essa declaração? Não sei… Só sei que esse é o mal do brasileiro: Ah… Subir o morro ou entrar numa favela para comprar um baseado não tem nada demais… Só unzinho…
    E são com esses unzinhos que a gente vai levando… No rabo!!!!!!!

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  • 08/11/2011 - 19:48
    Enviado por: Lígia Andrade

    Marcelo, eles estão sendo enquadrados no crime de formação de quadrilha porque eles cometeram o crime de formação de quadrilha. Eles se associaram com o fim de cometer crimes (crimes que você já mencionou: dano, desobediência e crime ambiental). Pichação caracteriza sim crime ambiental (art. 65 da lei 9605/98). Eles estavam mascarados porque sabiam que o que estavam fazendo era errado. O enquadramento nos crime não foi nenhuma surpresa.

    Preciso dizer que concordo com muitos dos argumentos levantados pelos estudantes. Acho que eles realmente devem defender aquilo que acreditam. Devem protestar e buscar mudar aquilo que acreditam que esteja errado. Acho que não só na universidade, mas em todos os lugares, o espírito de livre pensar deve ser protegido.

    Contudo, em um estado democrático de direito NÃO podemos querer impor nossa opinião pela força. Os estudantes NÃO estão acima das leis.

    Se a PM é corrupta existem meios LEGÍTIMOS de combater isso. Se a PM agir de forma truculenta, ela pratica CRIME e existem meios LEGÍTIMOS de combater isso.
    A PM, assim como os estudantes, não está acima da lei.

    Os fins não justificam os meios. Os atos de depredação do patrimônio praticados pelos estudantes não podem ser legitimados simplesmente porque eles estavam defendendo um ideal. Ideais são subjetivos. As pessoas têm que se valer do debate e do diálogo para que toda a sociedade passe a adotar um determinado ideal. Não se pode querer impor sua forma de pensar. A dialética e a democracia perdem com esse tipo de atitude tomada pelos estudantes.

    Se ainda vivessemos na ditadura, onde o livre pensar REALMENTE era reprimido, eu não estaria falando nada disso. Mas atualmente essa postura não pode ser admitida. Se cada um quiser impor suas opiniões pela força alguém vai ganhar e nós voltaremos a ter uma ditadura, talvez um pouco diferente, talvez com outras ideias, mas ainda assim, uma ditadura.

    Agremiação política e pensamento ideológico não são crimes, mas querer impor o seu pensamento ideológico através da ocupação de um prédio público é sim CRIME.

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  • 08/11/2011 - 19:52
    Enviado por: Hélio Pimentel

    Os invasores não são inimputáveis. Andavam mascarados para praticar os crimes que praticaram. A USP precisa da PM para evitar os assaltos, os assassinatos, a invasão de prédios públicos e a depredação do patrimônio.

    A PM está de parabéns por ter prendido todos sem nenhuma baixa e antes que os coquetéis molotov fossem usados.

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  • 08/11/2011 - 19:53
    Enviado por: Luiz

    ow, larga mão de ingenuidade, estudei lá, a gente sabe
    _
    eles tomaram conta da burocracia, quais professores e funcionarios são contratados, quais cursos, quem ganha as bolsas de assistencia, as linhas de estudo, e por aí vai, a segurança terceirizada que não funciona, os cosntatnes roubos de notebooks e equipamentos das faculdades, de material dos alunos, estupro, assassinato, sequestro e roubo
    _
    São um exercito de crimimosos, a maconha é só o ponto de encontro, o algo comum. Eles usam e abusam da “burguesia” que odeiam. São os verdadeiros neo exploradores comunistas. São inuteis, são danosos.
    _
    E é por isso que não receberam apoio nenhum de ninguem, mesmo dos que curtem fumar um de vez em quando.
    _
    Fora sintusp, fora remelentos, fora partidões, fora estudantes profissionais, segurança terceirizada, funcionarios inuteis. Fora não! Cadeia.
    _
    Amigo Marcelo, não seja ingenuo, com todo respeito a maconha que vc fumou não é mais a mesma coisa, hj é só mais uma mercadoria entre tantas licitas e ilicitas, que vendem até na farmácia, basta saber como misturar.
    _
    ou largo mão eu de ser ingenuo, vc tbm sabe disto tudo, mas se faz de miguel (?)

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  • 08/11/2011 - 19:55
    Enviado por: Hélio Pimentel

    Os invasores deveriam ir para a prisão!
    Ou, só porque são burguesinhos, são inimputáveis?

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  • 08/11/2011 - 19:59
    Enviado por: clayton

    Caro Marcelo:
    Deixe-me ver se entendi o seu raciocínio. Se um estudante da USP comete um crime fora do campus estará sujeito à lei, mas se o estudante cometer o mesmo crime dentro do campus ele não está sujeito à lei. Ou seja, a lei que vale para o resto dos brasileiros não vale para os estudantes da USP. Bacana, hein? Que tal também distribuirmos algumas medalhas a cada vez que depredarem o patrimônio público?
    abs.

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  • 08/11/2011 - 19:59
    Enviado por: Jose

    Faça-me rir. Esses “alunos” da FFLCH nem sabem o que estão fazendo lá. O DCE, o mesmo.
    O pior é quem procura chifre na cabeça de cavalo. Estudo na USP e quem lá estuda conhece
    bem essa corja supostamente defensora da liberdade de expressão e da democracia.
    Democracia é a deles. Eles decidem e os demais devem acatar. Cansei de ver dois
    pesos e duas medidas nas atitudes dessas pessoas. Não há coerência, nem
    consistência. Simplesmente advogam em causa própria. Causas que não são as
    mais nobres.

    Sinto muito Marcelo, gosto dos seus artigos. Você, de modo geral, está correto.
    No entanto, não no caso isolado e específico destes alunos!

    []s

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  • 08/11/2011 - 20:00
    Enviado por: Gabriel Luis Rosa

    Marcelo, tudo bem?

    Estudo na UFSC, em Florianópolis, e tivemos algumas situações similares à da USP – mas, talvez até devido ao tamanho das Universidades, bem menor.

    Acho que o que mais está me assustando é o caminho que essa discussão está tomando no país inteiro. Não se fala em legalização da maconha, em polícia no campus, não se discute o que é patrimônio público/privado, nem sobre repressão policial.

    A impressão que me fica é que, no geral, tem-se um “nojo” de quem faz uma ação como essas, onde o estudante pega três anos de cadeia por ocupar a reitoria da Universidade e particar, inclusive, “crimes ambientais” (?). O pior de tudo é que essa generalização não parte do poder público, mas do cara que nem mora em São Paulo, lê na internet e comenta algo fervoroso e enraivecido contra universitários.

    Parabéns por escrever algo sob uma ótica um pouco diferente, e ainda mais num veículo que muitas vezes não tem as mesmas perspectivas que os seus colunistas (ponto pra você e para o Estadão). Abraços!

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  • 08/11/2011 - 20:10
    Enviado por: Fomm

    O Paiva, quando – e se – vai à USP, tem lá sua vaga [especial], sempre pertinho do edifício. Se, como muitos de nós, tivesse de singrar todo um estacionamento escuro, semi-ermo e pós-crepuscular para chegar a seu veículo, talvez não saísse falastronamente por aí a disparar bravatas como as acima.

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  • 08/11/2011 - 20:14
    Enviado por: Lince

    Concordo com as palavras do Luiz e de muitos outros sensatos aqui. Sabemos que a policia as vezes é truculenta com quem não merece, mas o cara que toma vagas de pessoas que querem estudar para dar lucro para traficantes assassinos, me desculpe, mas merece ser tratado com rigor SIM.
    Marcelo, eu acho que não é só porque já deu seus “peguinhas” que deve defender quem usa essa droga.
    Você falou de democracia, que democracia é CONVERSA. Então concorda comigo que OCUPAÇÃO DE BEM PÚBLICO está muito longe de ser conversa e muito menos de ser democrático…

    Sou estudante da USP, tenho 23 anos, de origem humilde, lutei muito pra chegar onde estou e tenho nojo de pessoas como esses estudantes que sempre tiveram tudo e ao invés de lutarem por algo que realmente faça a diferença, lutam para satisfazerem seu desejo de “fumar um baseado”.
    E lamento por ter quem os proteja.

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    • 08/11/2011 - 21:55
      Enviado por: Zé Doido

      Nossa classe C (origem humilde), está ascendendo financeiramente, mas culturalmente vive na Idade Média, esse pessoal, com poder econômico na mão, dado por bolsas e ajudas do governo, tem conquistado poder e levado o Brasil para um conservadorismo doentio. Concordo com todas as bolsas miséria que o governo oferece, mas é preciso também levar educação de qualidade pra esses coitados que acham que Universidade é só o lugar onde aprendem técnicas que lhes aumenta a renda.

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  • 08/11/2011 - 20:32
    Enviado por: Eloys

    Marcelo, tudo isso começou não como reinvidicação política, mas como defesa de maconheiro, e maconheiro pra mim, tem mais que se f….

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  • 08/11/2011 - 20:42
    Enviado por: LuizCamargo

    Duas observações: Nos anos 1970 as PM eram subordinadas ao governo federal; logo, se o crime era contra a Lei de Segurança Nacional as tropas eram federais, e não as de PM.
    Mas os tempos são outros, e a questão é: O quanto o povo brasileiro é apto para a democracia? Ela exige em primeiro plano maturidade, e infelizmente a maioria não a possui. Num paralelo com os estudantes do Chile, sempre a mostrar o rosto, e a expor o motivo de suas ações; e, num contraste vergonhoso, o bando da USP cobria o rosto, em nada diferindo dos delinquentes da FEBEM ou de outras facções do crime; e o motivo de sua ação causa vergonha: espaço livre para delinqüir, pois a PM, ali, atrapalha o tráfico de drogas.

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  • 08/11/2011 - 20:45
    Enviado por: Oséias Ferreira

    Larga de ser ridículo Paiva. A USP como toda a nação brasileira é regida pela constituição e esta não permite o porte de drogas. Simples assim. Parabéns à PM que fez um ótimo trabalho e tem que fichar estes vagabundos sim. Livre pensamento não implica em desobedecer a lei ou a justiça, muito menos destruir o patrimônio público. Lugar de maconheiro é na cadeia e se vc quiser, pode ir para lá também. Parabéns á PM muito bem treinada sim, a serviço da população e da lei, não de traficantes. O tráfico custeia a criminalidade e eu queria saber se vc sabe disto. Palhaçada que um indivíduo como vc formador de opinião seja tão ignorante a respeito e apóie algo que a sociedade repudia veementemente. Ridículo!

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  • 08/11/2011 - 20:54
    Enviado por: Waldir Felippe

    polícia bandida!

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  • 08/11/2011 - 20:56
    Enviado por: Marcela Sayeg Johansson

    Sou estudante da usp, mais precisamente da fau, e estou adorando o que vc escreve, marcelo.
    Só é bárbaro ver os comentários!
    Até roberto carlos já disse: será que tudo o que eu gosto é ilegal, é imoral ou engorda?
    Diferentemente do resto da música, eu ainda sei o que eu quero e a culpa que eu não tenho.
    Apoio os que são contra o estatuto da usp, esse sim ultra ultrapassado.
    Apoio os que são contra o reitor joão gradino rodas, escolhido pelo serra e que recebeu da Congregação da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, de forma unânime, o título de persona non grata, nunca antes dado a um Reitor.
    Apoio os que são contra uma polícia militar que foi treinada para reprimir as nossas manifestações.
    Apoio o metro na USP já (mas não esse metro terrivelmente irresponsável, propositalmente infeficiente).
    Apoio a descatracalização da USP.
    E, olha só, ando concordando com Fernando Henrique Cardoso, pois apoio o discernimento a cima de tudo… pelo amor de Jah!

    Valeu pelo esforço!

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    • 24/11/2011 - 10:08
      Enviado por: BBTO

      Falou bonito.
      Infelizmente vivo neste país de merda onde só a direita conservadora dita suas estúpidas regras.
      Aqueles que são contra a maconha são os mesmos que enchem a cara e atropelam, espancam suas mulheres e filhos, propagam doenças e matam. Sim eles amam a policia, pois ela está sempre a postos para reprimir aqueles que não se submetem a seus desmandos. Pobre Brasil…

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  • 08/11/2011 - 20:58
    Enviado por: Leila

    Sim, eles estavam MASCARADOS pq já têm o traquejo, não só de QUADRILHEIROS, mas de qse TERRORISTAS. Vc viu os coqueteís MOLOTOV? os galões de GASOLINA? Bem SOCRÁTICO, não? Isso que é livre-pensar!

    Mas terrorista (ex…) virou coisa bacana neste país… É…

    Não seria necessária PM na universidade se lá estivessem APENAS VERDADEIROS ESTUDANTES. Infelizmente não é o caso.

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  • 08/11/2011 - 20:58
    Enviado por: JOSE LOPEZ SIERRA

    NÃO É POSSIVEL TEM PESSOAS,QUERENDO JUSTIFICAR QUE MACONHEIROS E DROGADOS METIDOS A ESTUDANTES POSSAM FAZER O QUE QUEREM COM UMA INSTITUIÇÃO PUBLICA PAREM COM ESSE PAPO FURADO DE DITADURA NUNCA HOUVE SENÃO NÃO TERIAMOS TANTOS ESQUERDISTAS ,OPORTUNISTA TERIAM SIDO FUZILADOS (COMO FEZ O FRANCO) E LIMPAVAMOS O PAIS DESSE LIXO.

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  • 08/11/2011 - 21:06
    Enviado por: marcos

    Todo drogado se acha livre, inteligente,,, fazer o que,,talvez até sejam, mas pena que alguns demoram a morrer, assim deixam os caretas em paz!!!!

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  • 08/11/2011 - 21:07
    Enviado por: sandro de souza santos

    Pergunte aos pais do estudante morto em maio o que acham desse episódio.

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  • 08/11/2011 - 21:12
    Enviado por: Daniela

    Aos que não páram pra refletir sobre esses “crescentes fatos”, e nivelam tudo em comentários como muitos aqui, só lamento. Abraçam qualquer panacéia, como o uso da força, e aplaudem a eficiência. A ação da PM certamente satisfaz quem procura algum entendimento espúrio sobre a nossa sociedade. Bora, Marcelo.

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  • 08/11/2011 - 21:13
    Enviado por: Andréia

    “Perdeu a DEMOCRACIA [o diálogo]”

    Engraçado falar de democracia quando 100 “alunos” dentre os 75.000 matriculados na USP, decidem fazer o que dá na cabeça, ao invés de fazer o que foi decidido em assembléia (algo que representa a democracia), só por que a MAIORIA votou contra o que esse 0,13% queriam! Não passam de mimados que não aceitam ser contrariados!

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  • 08/11/2011 - 21:15
    Enviado por: Bruce Guimarães

    Feriram as leis, debocharam da Democracia e rasgaram a Constituição. Nããão Pode!!! Parabéns a PM do Estado de São Paulo!!!

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  • 08/11/2011 - 21:17
    Enviado por: Luísa

    Marcelo, falou tudo!
    Nunca vi o nome da maconha ser tão usada como motivo de desculpa como está sendo usada nesses últimos dias…
    O problema vai muito além do uso da droga, o bando de ”baderneiros”, termo que está sendo usado muito pelas mídias manipuladoras e burguesas, pede liberdade não só para fumar, mas para a liberdade de expressão, que vem sendo reprimidos por conta da presença da PM….
    Droga sempre existiu, e sempre vai existir, sempre será proibida, porque o trafico da mesma gera muito lucro pra muito político por ai…
    Maconheiros, punheteiros, baderneiros… não importa, estou totalmente de acordo com o ocupa usp…
    Pra mim o termo ”democracia”, não é entrar em uma universidade e sair batendo nos estudantes, democracia é diálogo como disse o Marcelo…

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    • 09/11/2011 - 01:46
      Enviado por: elaine

      Que liberdade de expressão? sério. me explica por que eu não estou entendendo qual é o motivo real dos protestos. estou lendo tudo, dos dois lados, para não ser injusta no meu julgamento. mas, sinceramente, cada vez mais estou pendendo para o lado do Estado ( e geralmente tomo posições de esquerda). Algumas pessoas tem comparado esta situação com o que ocorreu na ditadura, mas não enxergo isso. Parece-me, até agora, mesmo com esse texto, que é um bando de maconheiro fazendo um protesto com bases ideológicas, mas que pede uma ação prática – a saída dos policiais. A população não está do lado dos estudantes, pois não entende o porquê de tudo isso.
      Conheço a Usp, andava à pé lá dentro. Passei muito medo em diversas situações. Como estudante, entre um pm e um aluno da fflch fumando maconha (ou exercendo sua liberdade de expressão), sou mais o pm.

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    • 24/11/2011 - 10:15
      Enviado por: BBTO

      Isso mesmo!!!
      Liberem as drogas suas malditos motherfuckers!!!
      O problema é que no Brasil só tem ladrão e gentinha com a cabecinha pequena, mantido no cabresto! Lixo de país! Lixo de povinho!

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  • 08/11/2011 - 21:18
    Enviado por: Mauricio

    Estudantezinhos maconheiros da USP (a minoria), meu desejo é que a Tropa de Choque tivesse arrebentado todos vocês. Vão trabalhar, assim como eu e muitos brasileiros que tiveram que ralar para pagar a faculdade, estudando a noite e trabalhando de dia, e continuam ralando. Como diria o saudoso Alborguetti, “Cadeia pra vocês, vagabundos!”. Sonho com o dia em que este tipo de vagabundagem vai acabar, quando protestos sejam feitos por gente realmente de bem e com intenções verdadeiras, suportadas por argumentos sólidos e não esta bandidagem que se apoia em ideologiazinha barata e fora de moda, defendida por sindicatos retrógrados e cheios de vagabundos que só querem gozar ou da estabilidade no emprego ou do caixa da entida. pau em todos vocês, pois os cidadãos de bem não tem o que temer.

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  • 08/11/2011 - 21:19
    Enviado por: Rogério

    Ahahahaha, pobre do contribuinte que financia uma instituição pública e tem de ler isso:

    “Parabéns para aqueles que acham que UNIVERSIDADE não é espaço para playboys maconheiros e baderneiros, que depredam o patrimônio público.”

    Respondendo: Obrigado pelos parabéns! Universidade é espaço para quem quer estudar… E digo isso porque estudei lá, saí faz pouco tempo e sei que a grande maioria quer proteção e paz para estudar. Só isso.

    O Lugar dessas pessoas, maconheiros e baderneiros, que depredam o patrimônio público, é na prisão ou, no mínimo, prestando serviço comunitário, para pagar pelos crimes cometidos

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  • 08/11/2011 - 21:20
    Enviado por: Luciana

    Fico com a enojante sensação de que pra vc, Marcelo, se tudo ficasse como estava há 24 horas estaria tudo bem.

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  • 08/11/2011 - 21:22
    Enviado por: Lais

    Concordo com você Marcelo,textos como este (ou jornalista como vc) faz valer a pena continuar a ler o Estado de São Paulo.

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  • 08/11/2011 - 21:25
    Enviado por: Lenin

    Os alunos da USP que invadiram a FFLCH e depois a reitoria são uma evidência de que todas as forças retrógradas e conservadoras podem dormir tranquilas e até se divertirem rindo desbragadamente da palhaçada protagonizada por estes aluninhos – enquanto os pseudo-revolucionários estiverem preocupados em converter a luta pela liberdade de fumar maconha no campus e encher a cara, continuarão entorpecidos… E esse tipo de discussão em nada ajuda a resolver os verdadeiros problemas sociais que são gerados pelas desigualdades, questões de discriminação, racismo, etc… O universitário deveria lutar por uma sociedade melhor e principalmente por aqueles que não têm acesso à Universidade.
    Se Marighela estivesse vivo, tenho certeza de que ele ia pessoalmente tirar esses moleques vândalos a tapas da reitoria e nem seria necessário fazer um processo de reintegração de posse, com expensas da Justiça e da PM. O que houve é que os maconheiros queriam ter o direito de fumar maconha no campus, quando a maconha é objeto de contravenção. E transformaram seu ato ilegal numa luta política, coisa que nunca foi se pensado o assunto com honestidade, num exemplo típico de como gente irresponsável distorce os argumentos para justificar seus atos. estes alunos estragaram bens que pertencem a toda a sociedade e devem ressarcir a Universidade e a PM por todos os danos realizados, pois é a sociedade que financia este patrimonio!

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  • 08/11/2011 - 21:30
    Enviado por: Renato M

    Interessante.

    Mas não muda o fato que esse grupo agiu de forma ERRADA.
    A meu ver o ato de votar de novo algo que foi decidido pela maioria não é diferente de uma decisão unilateral.

    Enquanto eu tentei entender o que se passava, todas as vezes que demonstrava minha opinião contraria a ocupação, esses que se consideram tão espertos, tão corretos, que acham que estão lutando por um mundo melhor, preferiram me xingar, me chamar de ignorante e que minha opinião estava contaminada.

    Pelo que vejo é o contrário. Eu estou buscando todos os lados da historia, me parece que eles não se importam com isso, e que só eles podem estar certos…

    Fica um abraço, e meu parabéns pelo texto, mesmo que diferindo da minha opinião.

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  • 08/11/2011 - 21:39
    Enviado por: Nagib Sarraf

    Marcelo, não confunda as coisas. Não misture tudo. Não ponha tudo no mesmo saco.

    Que você tenha motivos de sobra para descer o pau no regime militar que governou o Brasil de 64 a 84, isso é mais do que compreensível.

    Agora, daí a defender aquele bando de vândalos mimados, arrogantes e prepotentes que invadiram a reitoria, existe uma ENORME distância.

    Os “revolucionários” de hoje são de uma espécie bem diferente daquela da década de 60. Os agentes são outros, as motivações são outras e o contexto, então, nem se fala.

    A bem de sua credibilidade junto aos leitores, procure esfriar a cabeça na próxima vez em que for escrever sobre um tema que lhe desperta sentimentos naturalmente tão fortes. O mundo mudou.

    Mais sorte na próxima vez.

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  • 08/11/2011 - 21:40
    Enviado por: Henrique Fernandes

    como pode você ser tão sensacionalista?? você conseguiu juntar coisas q nem o mais lunatico dos desinformados conseguiria, e´muito facil juntar um bando de críticas e não se aprofundar em nada, não fazer uma análise coerente se quer e dizer q é um pensador, um filósofo. Aqui tem um pensamento tõ profundo quanto as ideia colocadas nesse post: “pé de galinha soh tem tem quem é velha e galinha”

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  • 08/11/2011 - 21:46
    Enviado por: Glaucio

    Filhinhos de papai fazem revolução porque querem fumar maconha livremente… A maioria deles nem se quer trabalha, mas são mantidos por seus pais. Riquinhos revoltados. Pensam que só eles, alunos da FFLCH, são os únicos que entendem do mundo, da sociedade e das relações individuais. Mas na realidade não têm força alguma para atuar como modificadores da sociedade quando estão sozinhos. Sabe por quê? São incompententes. A maioria deles. Estudaram um pouquinho, apenas para serem aprovados no vestibular. Lá na USP, com os livros de lado, o negócio é só revolução, greve, passeata, reivindicação. Se comportam como torcida organizada, ou como a massa de manobra do MST. Se alguém do grupo faz uma palhaçada, todos aplaudem. Se alguém começa a gritar, todos gritam. Se alguém chuta algum objeto, daí vira depredação. É o típico comportamento de grupo. Comportamento burro. Fazem porque o outro também está fazendo, e no final nem sabem mais a razão de seu comportamento… Quer fumar maconha, fuma em casa!

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  • 08/11/2011 - 21:51
    Enviado por: Zé Doido

    Nossas polícias não são inadequadas apenas para a USP, são truculentas, corruptas, ineficientes, incapazes e inadequadas para toda a sociedade. Apesar de serem vistas como normais, as revistas feitas pelas PM’s, tão comuns em negros e pobres – alguém aí já viu playboy ou rico colocando as mãos na parede e levando um baculejo? – elas são parte do processo penal e não podem ser feitas sem justificativas. Pergunte a um PM, oficial ou praça, o que define um suspeito, eles não sabem, apenas escolhem conforme seus preconceitos.

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  • 08/11/2011 - 21:54
    Enviado por: Pedro

    Marcelo, com todo o respeito pois em geral gosto de suas opiniões mas você fez um belo texto sobre a falta de preparo dos brasileiros para a democracia mas que saiu do foco do debate sobre a USP. Os estudantes estavam sim cometendo um crime e devem sim pagar por isso. A polícia tem por obrigação agir nesses casos. A lei não vale lá dentro? O debate sobre a ditadura na direção deve ser tratado separadamente da questão dos usuários de drogas ilícitas. O estatuto e regra de uma universidade não pode jamais contrariar alguma lei municipal, estadual ou federal.

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  • 08/11/2011 - 21:55
    Enviado por: Cesar

    Texto brilhante, mas ainda não foje à minha regra, pré-estipulada na minha cabeça durante o “causo”: quem fuma ou fumou maconha defende os estudantes. Quem não fuma e nunca fumou é contra os estudantes. Vamos admitir: o tema era “não queremos mais a PM no câmpus” e que nada tinha dessas belas palavras escritas pelo Marcelo, autor de vários dos melhores textos que lí na vida. Tnha sim do tema: “FUMAMOS MACONHA E POR ISSO NÃO QUEREMOS A PM NO CÂMPUS”, ou alguém aqui já pensou em algum momento em pedir para a PM não ficar na frente das escolas dos filhos, e não passar nas suas ruas, mesmo depois de ter presenciado ou visto pela TV abusos da PM? Será que alguém tem a inocência de achar que a PM foi pura e simplesmente truculenta porque queria pegar os “playboys maconheiros”, ou porque algum desses estudantes lhes falou “você não pode me tocar?” ? E será que ninguém pensou “se fossem meus filhos, eu estaria orgulhoso defendendo-os, ou estaria preocupado e envergonhado das acões deles?

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  • 08/11/2011 - 22:00
    Enviado por: gustavo l

    hipocrisia do cacete.

    existe um grande abismo entre proibir de reividicar e reivindicar por nada e ainda atuar contra a lei. isso é vagabundagem, é falta de senso de como se encaixar no mundo. é quem prefere atrapalhar milhares de estudantes do que se enquadrar. desde quando isso é democracia? democracia é o poder para o povo; logo, para a maioria. não uma minoria que se julga no direito de atrapalhar os demais. isso é tirania.

    dezenas contra milhares; e eles ainda acham que estão certos? quem é fonte de direito? é preguiça de se adequar um pouco mais. não que tenhamos que aceitar calados, mas a vida é feita de jogo de cintura; tem que moldar sendo moldado. essa rebeldia injustificada é pura incapacidade de conviver em uma sociedade. que morram.

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  • 08/11/2011 - 22:02
    Enviado por: Rafael Simões

    “Perdeu a DEMOCRACIA [o diálogo].”

    A Democracia dá aos contestadores o direito de serem contestados. Diálogo, você ir contra o motivo pelo qual os “estudantes” estavam lutando. Se eu acho que é um motivo ridículo, A DEMOCRACIA me dá o direito de debater isso, e apoiar a atitude da polícia.

    A polícia é um braço do Estado, policial recebe ordem, nesse tipo de ação, eles recebem ordens superiores, e um policial militar se não cumpre uma ordem, comete insubordinação.

    Você jornalista, quando criar uma matéria, uma coluna, quando quiser expor uma idéia, vá a fundo, reflita, pense um pouco como as coisas funcionam.

    Sei que o policial é mal preparado, mas você reclamou da generalização dos estudantes, e você generalizando a polícia como se tivesse só maus profissionais:

    “Sim, a violência urbana pede a PM no campus universitário. A maioria estudantil, idem.

    Mas não esta PM mal treinada, viciada em extorsão a maconheiros, pragmática.” Aqui não é feio generalizar, já que “Venceram a generalização, o debate político raso e o Estado maniqueísta.”

    Enfim, como existem maus profissionais na polícia, há muitos piores na imprensa, porque esses formadores de opinião com idéias simplistas e simplórias, e muitas vezes com suas “próprias idéias” vendidas, podem fazer tão mal quando uma “borrachada” de um policial. Maus profissionais temos em todas as áreas, só não é justo generalizar pra fazer valer sua idéia, e criticar a generalização da mesma forma.

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  • 08/11/2011 - 22:02
    Enviado por: Marcos Manocchi

    Você estava bêbado quando escreveu isso ou você pensa isso mesmo? Meia duzia de idiotas, estudantes profissionais, mexeram com sua cabeça? Diálogo no c…dos outors é refresco.República, significa que a universidade não pertence à esta “meia duzia” de cretinos.

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  • 08/11/2011 - 22:04
    Enviado por: gustavo l

    e cada vez mais vemos isso: gente que nasceu em meio a um crescimento economico muito acelerado criado por uma geração que não impunha limites. o que isso resultou? em crianças mimadas eternamente. como seus pais se desdobravam para lhes dar aquilo que pediam; assim elas tratam o mundo. não pode fumar maconha no campus? são pessoas que não sabem ouvir não. elas inventam direitos para elas, em detrimento aos reais direitos dos outros. se julgam no direito de invadir a reitoria pelo direito de tirar a polícia do campus, para que eles, novamente, tenham direito a fumar maconha em paz.
    repare como o protesto deles acontece por 3 direitos inexistentes.

    isso é gente que não sabe ouvir não e que ainda tem ganhado respaldo de um ou outro maconheiro infiltrado no grupo de formadores de opiniões. mas EU não vou aceitar de braços cruzados que o mundo vire um lugar proibido de dizer não.

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  • 08/11/2011 - 22:05
    Enviado por: Nagib Sarraf

    E mais: dizer que esconderam o rosto devido a um medo legítimo de represálias injustas é o mesmo que dizer que, no Brasil, não há leis, e que se vive sob um Estado Policial (daqueles em que opositores são deportados para gulags siberianos).

    Não cola, Marcelo. Desculpe, mas não cola mesmo.

    E como prova disso, basta lembrar que, no Brasil, o Ministério Público tem, por força de lei, MUITO MAIS PODER do que o Executivo, o Legislativo e o Judiciário JUNTOS.

    Se houvesse sido cometido qualquer abuso por parte das autoridades competentes, eu tenho certeza ABSOLUTA de que o MP já teria colocado a boca no trombone.

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  • 08/11/2011 - 22:06
    Enviado por: Vanessa

    Estou chocada com os comentários.. parece que a galera aqui apoiaria em peso um golpe militar, como o de 64. Organizariam uma passeata pela familia e blá blá blá.. só queria ver como se sentiriam qdo entes queridos começassem a desaparecer no ar.

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    • 08/11/2011 - 23:11
      Enviado por: eduardo

      Estou chocado é com sua analogia….
      Ninguem disse que apoia uma ditadura militar. Mas apoiamos “SIM” a condenção das pessoas, quando essas, infringerem as leis (que são soberanas, inclusive na USP, ao contrário do que alguns querem).
      Como ja foi dito antes, crimes foram cometidos (uso de substância ilicita, até depredação do patrimonio público), e essas pessoas devem “SIM”responder por isso, pois como ja dito antes, sem ORDEM não há PROGRESSO ( ha não ser para os anarquistas).

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    • 08/11/2011 - 23:31
      Enviado por: Adriano Puda

      Vanessa, você já foi sequestrada? Já ficou a madrugada inteira com uma arma na cabeça? Já teve receio de uma conhecida sua quase ser estuprada na sua frente? Parece que não né… senão não faria um comentário igonorante como este. Crime é crime, não importa quem cometeu, aonde e quando. Apologia às drogas, destruição do patrimônio público, baderna, arruaça, enfim… são CRIMES. Da mesma forma que o motorista do Porsche matou a advogada aqui no Itaim, os estudantes também devem responder pelos próprios atos. Ao invadir e depredar o patrimônio público, eles automaticamente assumiram o risco de serem presos e processados. Se você pensa diferente, por favor os convide a invadir e destruir a sua residência.

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    • 08/11/2011 - 23:53
      Enviado por: Bad Streaming

      “Tô cansado de tanta caretice, tanta babaquice. Dessa eterna falta do que falar.” Impressionante estas pessoas da extrema direita. Querem as liberdades tolhidas, vibram com a criminalização dos movimentos sociais. Quem reclama tem que levar bala de borracha. NOJO.

      A primavera árabe, ocupe wall street (ocuparam uma praça privada), ou protestos no Chile são movimentos fora da lei. Pela lógica do Eduardo ai de cima eles não aconteceriam. Tão fora da “Ordem”. Vai ver certo tá a China q passa com os tanques por cima da galera.

      Tenho inúmeras reservas em relação aos movimentos estudantis (PSOL, PSTU, PCO fazem mal aos CAs). Mas neste caso os estudantes tão com a razão. A policia ta lá para criminalizar os alunos e funcionários (mais importante é proteger o patrimônio público, não a vida). Patrulha moral para que a Opus Dei e o pessoal de pijama da TFP possam dormir em paz, sabendo que maconheiro tá apanhando. Enquanto a violência explode na perifa.

      Tamos caminhando para consolidação do estado de exceção, dá-lhe Foucault, Deleuze e Agambem.

      Alckmin tá procurando o seu Carandiru. Talvez encontre.

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    • 09/11/2011 - 00:12
      Enviado por: paulo

      KKKKKKKK meu Deus, ser contrário à depredação, vandalismo, querer que a lei se cumpra, é ser… a favor da volta da Ditadura…. êta raciocínio raso… falta dialética aí, moça….

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    • 09/11/2011 - 00:40
      Enviado por: Danton Januário

      Eu gostaria de saber como se sentiria se você tivesse um familiar morto no campus da USP por um traficante que abastece estes maconheiros.

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  • 08/11/2011 - 22:07
    Enviado por: gustavo l

    e essa cultura pós-modernista de criticar tudo não cola comigo, também.

    é outra coisa que eu não vou aceitar passivamente. “ah, mas é sempre importante questionar!” sim, mas daí a agir como se tudo estivesse errado, dando razão a badernas infundadas como os saques na inglaterra ou a protestos completamente sem motivo como o “occupy” vão outros 500.

    sou a favor do questionamento que ajuda a corrigir erros, e não a simplesmente mudar tudo a torto e a direito por, mais uma vez, invocar o conceito deturpado de “democracia”, no qual ela significa “aquilo que eu entendo como direito”.

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  • 08/11/2011 - 22:08
    Enviado por: Fabiana Alencar

    Texto confuso esse, hein, Marcelo? Parece as proposições dos estudantes, tediosas de tão vagas. Sem querer, acho que você tá fazendo média, ou isso ou é um alinhamento natural, conservadoramente do contra. Misturou e mandou. Nada de dialética, muito menos socrática.

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  • 08/11/2011 - 22:09
    Enviado por: João

    “Meu caro amigo jornalista”,

    Vi e li o comentário feito em seu “blog” e acho que vc está totalmente fora da realidade, pois é de uma pessoa que fala as coisa sem saber o que está falando.

    De início sou a favor de toda e qualquer manifestação, desde que de forma legal e ordeira, o que não ocorreu na USP, onde os “supostos estudantes” depredaram, agrediram, usaram e abusaram de suas condições de estudantes.

    A argumentação defendida pelos invasores era de ideologia, ideologia esta que nada tinha a ver, pois eles não estão preocupados com o patrulhamento da Polícia em favelas, senão tendo em vista as inúmeras invasões feitas pela Polícia Militar do Rio de Janeiro nas favelas, já haveria no Brasil, uma guerra civil.

    O que os estudantes estão preocupados é com o fato de que a presença da Polícia, presença esta com consenso da própria reitoria da USP e aprovação da maioria dos alunos, inibirá em muito o uso desvairado de drogas naquela universidade, o que não cometido por todos os alunos, mais pela minoria que ora se manifesta. O uso de drogas ainda constitui delito, segundo a legislação brasileira.

    Para seu conhecimento, a reunião de três ou mais pessoas para o cometimento de crime, configura, segundo o código penal, crime, e vejamos: danos a patrimônio púbico (prédio e viatura da Polícia Militar), lesão corporal (agressão a repórteres e/ou outras pessoa e a Policiais), todos cometidos pelos “supostos revolucionários estudantis”.

    Antes de tudo quero que você saiba que deste lado, o comentário é feito por um Policial Militar, instrutor e mentor do PROERD e defensor dos Direitos Humanos.

    Eu creio que você não sabe, pois suas palavras demonstram isso, mas a ordem para a Reintegração de Posse não partiu da Polícia Militar, do Governo e muito menos da Reitoria da USP e sim do Poder Judiciário, sendo a Polícia Militar meramente instrumento de cumprimento desta reintegração, reintegração esta que não maculou em momento algum a democracia brasileira, somente a mente poluída de Vossa Senhoria, que como sempre ao fazer seus comentários, tem como objetivo incitar à sociedade a anarquia.

    O livre pensar deve buscar sempre alertar a sociedade para que busque seus direitos e não incitar ao cometimento de crimes. O que se verifica na feição (cara) de cada um dos estudantes que participavam da manifestação. Vale lembrar que na época da repressão as pessoas faziam reivindicações, mostrando a cara e não com os rostos vendados, o que é típico dos facínoras (criminosos).

    A alegação de serem intelectuais, não significa que pelas atitudes tomadas não sejam criminosos, pois hoje vemos constantemente e no mundo inteiro, intelectuais que são tanto quanto criminosos e da mais alta espécie, devido às atitudes que tomam, lembrando que um dia eles também freqüentaram uma universidade.

    Portanto meu caro, é fácil ficar fazendo elucubrações mentais (masturbação mental) a respeito da atuação da Polícia Militar, que a meu ver, do governador, do juiz que expediu o mandado de reintegração de posse e de alguns estudantes, foi legal.
    Saiba que a polícia bandeirante, graças a pessoas como você, que criticam suas ações legítimas, tem passado por uma renovação profunda no que diz respeito a qualificação e treinamento de seu pessoal, polícia esta que tem sido alvo de elogios por parte de várias autoridades, tornou-se ponto de referência para todas as polícias do Brasil, América Central, países da Europa e África, além de assinar inúmeros acordos de cooperação com várias entidades defensoras dos Direitos Humanos. Essa polícia que quando você mais precisa, e por mais que critique você solicita para que possa proteger os seus direitos de cidadão.

    Eu acho que antes de você ficar jogando essas pérolas na internet, deveria dar uma lida na matéria feita pelo Marcelo Tass, aquele sim é um verdadeiro jornalista.

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  • 08/11/2011 - 22:10
    Enviado por: Orivaldo Guimarães de Paula Filho

    Até que enfim um artigo lúcido sobre esse lamentável episódio protagonizado pelos agentes da ditadura do (des)governo do estado de são paulo. E, uma universidade é um espaço para a livre troca de idéias, ideais e não combina mesmo com polícia. Inclusive é de rir a notícia de que irão investigar as relações dos estudantes com partidos políticos ou outras agremiações de cunho filosófico e político. O cenário da luta foi a reitoria, mas os seus heróis sairam da filosofia, das letras e das ciências humanas, bem diferente do outro lado.

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  • 08/11/2011 - 22:12
    Enviado por: Orivaldo Guimarães de Paula Filho

    Porque os defensores das ações truculentas dos agentes da ditadura do (des)governo do estado de são paulo, não se identificam com o seu nome completo?

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    • 09/11/2011 - 15:30
      Enviado por: adriano

      Simplesmente porque não há defensores da “ditadura do governo de São Paulo”, já que o Estado de São Paulo NÃO É UMA DITADURA.

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  • 08/11/2011 - 22:14
    Enviado por: ana maria pinheiro scabello

    Parabéns! Não é que no meio disso tudo veio do Estadão a luz no fim do túnel? E viva a tradição Liberal.Parabéns ao Estadão por fugir ao sensacionalismo da mídia. Marcelo, desde Feliz ano velho sou sua fã.Sabia que você não iria se calar. Abraços, ana

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  • 08/11/2011 - 22:24
    Enviado por: Miriam

    Marcelo, ainda falando em polícia em SP e autoritarismo, veja essa reportagem do SBT/Uol Notícias sobre a agressão da guarda civil a moradores de rua. Chega a ser difícil assistir até o fim.

    http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2011/11/08/04024D1B3772D4912326.jhtm?homens-da-guarda-civil-agridem-moradores-de-rua-em-sao-paulo-04024D1B3772D4912326&from=compartilhe-facebook&

    Nós vamos ficar parados?

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    • 08/11/2011 - 22:35
      Enviado por: iesus

      huahuuauhauuhua agora todo mundo fardado, q faz merda é da policia militar, logo logo, vão culpar, marinha, bombeiro e até mesmo o segurança do prédio da rua do lado!!!!

      comédia é o povo brasileiro!!! seria muito bom a policia entrar de greve por uma semana nao trabalhar deixar livre pra bandidagem fazer oq quiser inclusive vender droga na campus, q foi o motivo pra tudo ter acontecido!!!

      huahuauuhahuhuaa 2012 q seja o fim!!! cansado de ver pessoas toscas no mundo!!!!!

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    • 08/11/2011 - 22:49
      Enviado por: Denis

      Miriam,mas essa é a questão.Veja,foram guardas civis,e não a policia militar.Ou seja,os problemas vão existir qualquer que seja a policia que cuide,seja ela da civil (ou a guarda da USP,que não deixa de ser civil) ou a militar.
      Querem que o policiamento seja feito por uma guarda da USP ao invés da polícia militar.Uma guarda propria vai ser muito menos preparada, e também sujeita a truculencia,corrupção,etc.Uma guarda propria da USP não consegue garantir a segurança adequadamente no campus.

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    • 08/11/2011 - 23:20
      Enviado por: Adriano Puda

      Ué Miriam, faça alguma coisa, não fique parada! Por quê você mesma não passa a fazer o policiamento do seu bairro na base do puxão de orelha e conversa motivacional? Depois nos conte os resultados por favor! Só espere eu mudar para um país civilizado de verdade antes, pois não quero estar por aqui quando a anarquia se instaurar de vez! Um grande abraço!

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    • 09/11/2011 - 10:00
      Enviado por: Miriam

      Srs, eu mesma afirmei ser guarda civil e não militar a dessa reportagem, ler o que o outro escreveu antes de gritar é sempre bem vindo.
      O que argumento é sobre o autoritarismo desses policiais, e concordo Denis, sejam militares, civis ou particulares, como já vimos crimes cometidos por seguranças de bancos privados aqui em SP contra os próprios clientes.
      Não acredito que a resposta seja simples, ou então, a solução para a redução dos crimes numa cidade tão violenta quanto a nossa já existiria.
      E sim, acredito que seja também nossa responsabilidade zelar pela segurança do próximo, e não somente da polícia. E o próximo pode ser um playboy (termo que já encheu também), um mendingo, um estudante, um operário. Que vida vale mais a pena? Acredito que qualquer vida vale a pena.

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    • 09/11/2011 - 20:45
      Enviado por: Luciana

      Miriam, eu sabia, depois de ver a reportagem do sbt, que alguém viria aqui fazer essa analogia desproporcional e descabida.
      Vc sabia q estudantes da USP agrediram jornalistas q tentavam cobrir a ocupação? Sabia q eles foram altamente truculentos? Sabia q se armaram da forma q conseguiram, usando de tudo, inclusive explosivo?
      A Polícia tinha q chegar como? Sem se impor?
      Uma aluna colocou esse vídeo na rede: http://www.youtube.com/watch?v=LSwrqEiVOv4
      Ela virou piada por si só. Observe o momento em q um policial, depois de ficar um tempo calado, ouve verdadeiros absurdos e ainda encontra espirituosidade pra rebater com um “ainda não”. Eu ri, e pelos comentários, muita gente riu tb.
      Existe uma enoorme parcela da sociedade que entendeu q a polícia fez o q tinha q ser feito; inclusive todas as coberturas q eu vi da desocupação comprovam isso.

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    • 09/11/2011 - 22:40
      Enviado por: Miriam

      A polícia tinha que chegar como? Essa não é a pergunta Luciana. A polícia não tinha que chegar e ponto. E não culpo os policiais que só cumprem ordens, inclusive a de bater em outros policiais, como já se fez “necessário”. Falo de quem dá a ordem. E de quem prepara esses policiais, de quem os paga mal e de nós que os autorizamos a serem bárbaros.

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  • 08/11/2011 - 22:26
    Enviado por: Leandro

    Você se esqueceu de falar da comunidade em Fortaleza que resiste em sair de suas casas que foram desapropriadas para a construção de uma linha de trens. Imagina se fosse em Higienópolis. E sobre os estudantes, na época da ditadura, eles estariam sem cobrir os rostos, correndo o risco de serem reconhecidos, presos, torturados e mortos. Cobrir o rosto por represálias administrativas é apenas covardia.

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  • 08/11/2011 - 22:29
    Enviado por: Vanessa Myho

    Maravilhoso é perceber a grandeza de um fato a partir dos fatos. Triste é continuar na pequeneza e defendê-la como se fosse um fato. Obrigada pela grandeza, Marcelo.

    [ Darcus Howe ] I have been living in London for 50 years. There’s so many different moods and moments. But what I was certain about, listening to my grandson, and my son, is that something very very serious was going to take place in this country. Our political leaders had no idea. The police had no idea. But if you look at young Blacks, and young whites, with a discerning eye, and a careful hearing, they have been telling us and we would not listen, that what is happening in this country, to them (…)

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  • 08/11/2011 - 22:42
    Enviado por: Denis

    Invadir prédio público é crime,e isso eles fizeram.E ninguém está acima da lei.Ponto final.A USP está no Brasil,e por isso tem que seguir a mesma legislação,a mesma constituição que todos os brasileiros se submetem.Logo,tem que ir pra cadeia.Esperam que façam reintegração de posse com florezinhas?

    E eles não foram indiciados pelos crimes que você citou no texto…(Embora,friamente falando,se se juntaram para cometer um crime,que foi invadir prédio público,é formação de quadrilha sim.Está na lei).

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  • 08/11/2011 - 23:11
    Enviado por: eduarda

    Marcelo, sempre muito perspicaz, polícia não combina com universidade. Polícia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia.Por que não visitam Maluf,Pitta, dentre outros ilustres
    representantes da corja que assola este país. Estudantes, continuem fazendo a hora, não esperem acontecer.

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  • 08/11/2011 - 23:16
    Enviado por: Andre

    Nao posso acreditar que tem gente instruda defendendo estes vagabundos. Para mim quem defende maconheiro, invade predios publicos e é “contra” a policia pode ser chamado de varias coisas, menos de estudantes. Custo a acreditar que vivo neste pais de desordem total e falta de vergonha na cara. Se vc tambem esta espantado com a falta de valores deste pais, te digo FUJA. Um dia pode sobrar para vc uma pedrada quando os estudantes resolverem protestar contra outro orgao do estado….

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  • 08/11/2011 - 23:17
    Enviado por: Adriano Puda

    Chega de palhaçada por favor, chega de artigos ridículos como esse seu. Nós moramos no Brasil, não na Europa, não nos EUA, nem sequer nos falidos Portugal e Grecia. Esta é a nossa REALIDADE. Não venha com este discurso politicamente correto somente para vender jornal, enquanto na sociedade REAL as pessoas sem matam por uns punhados de moedas. Jornalistas medíocres como você só colaboram para a deterioração crescente da nossa sociedade. Cheio de bla bla bla, nada de concreto. Num país onde os poucos que têm os recursos para fazer algo de bom só se preocupam com estes discursos socialistas ridículos, parece que não existe outra solução a não ser desistir, fugir, e deixar esta este bando “nobre e intelectualizado” parcela se vire sozinho. Como bom jornalista socialista, não me surpreenderá amanhã um de seus textos criticando a ação da polícia no RJ… pra quê polícia afinal não é? Vamos tirar ela das ruas, economizar uns impostos e fazer nossa “justiça” na base do tapinha nas costas! Se funciona na Europa, por quê não fucionaria aqui no super evoluído Brasil ?

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  • 08/11/2011 - 23:19
    Enviado por: observador

    É, seu Paiva, parece que, aos 50 anos, você ainda não conseguiu sair do movimento estudantil. A polícia só pode entrar na universidade se for “outra polícia”, que reconheça estar diante de “pensadores”, “filosófos socráticos” (que fumam maconha e agridem policiais e destroem carros porque deve ser uma forma sofisticadíssima de manifestação política). E o banco colocou grades, e só no Brasil existe entrada social e de serviço, e a justiça social (hein? Deve ser isso a tal da dialética…). Vem cá, eles ainda te pagam pra escrever isso aí?

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  • 08/11/2011 - 23:23
    Enviado por: Adriano Puda

    Marcelo, na boa, se não tem nada de útil para falar, que fique quieto! Ainda estou inconformado com o seu texto ridículo… pensei que o ESTADAO fosse um jornal sério, mas parece que não, ou você não teria espaço. Ainda bem que costumo ler a Folha…

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  • 08/11/2011 - 23:27
    Enviado por: Fábio S. Amaral

    “PM mal treinada, viciada em extorsão a maconheiros… ”

    Realmente, Marcelo, você me espantou e desapontou com esse seu discurso preconceituoso, cheio de mágoa e fora de época.

    A PM é um ente abstrato. O que você vê são as pessoas que a compõem, humildes, trabalhadoras e honestas, com as exceções de praxe que existem em todas as profissões, da mesma forma que existem jornalistas e escritores imbecis, corruptos e venais… o que creio, sinceramente, não ser o seu caso.

    No seu caso, penso que é apenas a simpatia cega por uma causa tola e ultrapassada que te faz defender aqueles jovens que, me parece, mais estão preocupados em matar aula do que “lutar” por uma causa.

    Boa noite.

    Fábio S. Amaral
    Policial Militar bem treinado e que nunca extorquiu maconheiro,
    Bacharel em Direto, Pós Graduado em Direito Penal e Professor Universitário

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    • 09/11/2011 - 09:31
      Enviado por: Marcelo

      Olá Fábio,

      Estamos todos do seu lado, do lado da PM. Este tal Marcelo deve conhecer bem os alunos, mas não tem idéia do que é ser um policial hoje em dia.

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  • 08/11/2011 - 23:30
    Enviado por: Eduardo

    Final dos anos 70 ainda havia uma massa intelectual densa. Hoje há um arremedo de aluno universitário. Um bando de pseudo-informados, sem um minimo de intelectualidade e de cabeça esfumaçada (só herdaram a fumaça da geração dos anos 70).

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  • 08/11/2011 - 23:38
    Enviado por: Eduardo

    Tira a PM da USP e deixa como estava. Maconheiros em todo lugar, trafiicantes transitando livremente e uma produção científica fajuta, que a comuniddade internacional não lê (vejam o fator de impacto das publicações brazucas para atestar o que falo). Comparem com outros países e cruzem investimento em ciẽncia com a qualidade (fator de impacto) das publicações e o avanço criado para o país e vocês vão ver para que serve uma universidade sem limites legais. Movimento estudantil morreu quando o PT assumiu o poder, empregou todos os companheiros da UNE e hoje, a UNE só protesta contra o que interessa ao PT. Cadê a UNE contra a indecência do ENEM, um mecanismo de ajuda aos companheiros donos de gráficas que produzem um exame fajuto, por uma estrutura paquidérmica que atesta, pasmem, que o nosso ensino está ruim. Que tal? Cada um fume que sua maconha onde quiser, desde que deixe a constituição tratá-lo como está escrito. Por fim, no Brasil, é um hábito inverter valores. Agora a lei está errada e deverá ser reescrita em seda itacolomy.

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  • 08/11/2011 - 23:39
    Enviado por: MARIA

    Ainda bem que temos seres pensantes nesse pais.Parabéns Marcelo!!!

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  • 08/11/2011 - 23:43
    Enviado por: heleodoro kostas

    A imbecilidade é tanta que eles protestam CONTRA A POLÍCIA (coisa de ladrão ao ver da grande maioria das pessoas que DESEJAM viver em sociedade) e não contra AS LEIS QUE REGEM O PAÍS.
    Esquecem que a PM segue ordens e desde que me conheço por gente, ORDEM são as LEIS. A polícia apenas EXECUTA.

    NADA justifica essa manifestação. Vocês da zelite não sabem o que é sair de casa e se deparar com crianças de 10,11 anos fumando maconha nas praças da periferia. Diminuam a altura de seus muros, quem sabe enxergam.

    Desde quando fumar maconha é inerente à liberdade. Aqui não é Jamaica.

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  • 08/11/2011 - 23:44
    Enviado por: Rdorigo

    Movimento social?

    Existe uma grande diferença entre manifestação de pensamento e reivindicação – o que é considerado, dentro da razoabilidade, direito fundamental – e depredação do patrimônio público.

    Não existe comparação entre o que aconteceu nos “anos de chumbo” com agora. Antes havia os unilaterais atos institucionais, hj existe uma ordem jurídica posta democraticamente.

    Os “manifestantes” se manifestaram, agora arquem com as consequências dos seus atos, as quais já conheciam, afinal, em tese, são estudantes da USP. O Estado fez o que lhe cabia e ponto, dentro, mais uma vez, do Estado Democrático de Direito. Não há direito absoluto.

    O que se aplicava naquele tem não tem espaço nos dias atuais, aquilo só resta na cabeça de radicais petistas e/ou rebeldes sem causa, quando não, ambos na mesma figura.

    O mundo mudou e certas convicções continuam atreladas ao século passado, principalmente no Brasil, onde certa figura disse que gosta daqui, em especial de Lula, por encontrar atualmente o que se via na época de Marx.

    Muito fácil ser “rebelde” hj em dia! Tênis Nike, bebendo Coca-Cola, comendo MC’Donalds, brincando com seu iPhone! Ou como os comunistas que idolatram cuba, mas não abrem mão de cobrar seus honorários como bons capitalistas, vide Chico e Oscar…

    E mais, não é o Estado que é maniqueísta, mas a situação em si. De um lado os estudantes bonzinhos, do outro a polícia truculenta. O Estado só é bom quando permite que eu faça o que bem entendo?

    Pra encerrar, quero constar como se expressaram figuras do cenário político nacional a respeito:

    Fernando Haddad (O homem do ENEM) – “Não se pode tratar o campus da USP como se fosse uma ‘Cracolândia’ e não se pode tratar a ‘Cracolândia’ como se fosse um campus da USP. Temos de compreender que, em se tratando de um campus universitário, ter todo o cuidado na interação com a comunidade universitária, com alunos, professores ou funcionários”.

    Geraldo Alckmin – “Eu entendo que os estudantes [invasores] precisam ter aula de democracia. Precisam ter aula de respeito ao dinheiro público e respeito ao patrimônio público. Não é possível depredar instituições que foram construídas com dinheiro da população que paga impostos. Precisam ter aula de respeito à ordem judicial. É inadmissível isso! É lamentável que tenha que chegar ao ponto de a Policia ter que ir lá para fazer cumprir uma decisão judicial, mas ela já foi feita”.

    P.S.: Peço perdão se ficou algum erro de digitação perdido ai no meio.

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    • 09/11/2011 - 10:04
      Enviado por: Rdorigo

      Em tempo: não sei se foi cômico ou trágico ver nos telejornais que os “estudantes” não sabiam articular uma frase com mais de cinco palavras qeu fizesse sentido… Pensando bem, foi trágico!

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  • 08/11/2011 - 23:46
    Enviado por: Eduardo

    “Foi a reitoria da USP que pediu que a Linha Amarela do metrô, ainda na prancheta, não passasse pelo campus, alegando questões de segurança.
    No projeto original, as estações seriam na Praça do Relógio e no HU (Hospital Universitário).
    Construíram no Butantã.”

    Em primeiro lugar: no projeto original de 1968, a linha passaria ainda mais longe da USP, na altura do Jóquei. Isso veio do estudo da HMD para o modelamento da rede metroviária de São Paulo, se tiver alguma dúvida consulte as cópias do estudo que estão disponíveis nas bibliotecas da… USP.

    Além disso, não me consta que a Linha 4 passaria dentro do campus em nenhum dos projetos posteriores dos quais tive conhecimento.

    O senhor por favor cite a que se trata essa referência, fiquei curioso agora.

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  • 08/11/2011 - 23:50
    Enviado por: Saramar Mendes

    Marcelo, olhe para frente e para os lados, meu senhor e deixe o passado.
    Os jovens do mundo inteiro estão lutando por liberdade, mas também pelo fim dos privilégios. Por que os estudantes brasileiros irião defender alguns poucos, como estes estudantes da USP? Estes que nunca se levantaram para protestar quando o tema é a corrupação que domina este país, ou as péssimas condições da saúde pública?
    Estes pooucos e patéticos “manifestantes” ergueram suas vozes para defender uns tristes viciados em droga e, por isso, levaram o Estado a gastar uma fortuna o dinheiro público para mostrar a estes indivíduos – uma minoria – que eles, com todos os cidadãos devem respeitar as leis do país.
    E ainda encontram defesa?
    Ora, por favor!
    Se vivessem no paraíso cubano, imagine o que o companheiro Fidel – a múmia – teria feito com eles, hein???

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  • 08/11/2011 - 23:52
    Enviado por: carlos henrique caetano

    Marcelo, que texto bonito! Estou estupefato, ainda, com as manifestações da galera nas redes sociais referindo-se aos estudantes como “vagabundos”, “baderneiros” ou “maconheiros”. Não sei ainda se é hipocrisia ou desconhecimento histórico. Sei que não daria para aceitar a truculência com que a polícia agiu mesmo se os estudantes fossem tudo isso o que se apresenta de argumento contra eles. Nossa falsa democracia só mostra o quanto ainda estamos engatinhando na consciência. Faço parte de um partido político que nasceu da antiga Convergência Socialista (uma das “tendências estudantis”) que você citou no texto. No dia 17 de novembro de 2011, no Auditório Paulo Kobayashi da Assembleia Legislativa de São Paulo, será realizado um Ato Público de homenagem e reivindicação da luta da extinta organização Convergência Socialista contra a ditadura militar e a denúncia da repressão que atingiu seus militantes. Não dá pra comparar o que está acontecendo na USP com a época da ditadura militar, mas também não dá para não perceber as semelhanças. A criminalização dos movimentos sociais que vem sendo realizada desde os anos 90, no Brasil, mostra o quanto o regime é falho e não garante direitos iguais às pessoas. Um abraço!

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    • 09/11/2011 - 08:21
      Enviado por: Camilo

      De repente o Carlos, com seu conhecimento histórico, sua lide nos movimentos socialistas e proximidade com os “revolucionários” da USP possa nos esclarecer a todos -o que não ficou claro no seu comentário- qual o propósito daqueles que invadiram e depredaram a reitoria de uma universidade pública, roubaram bens públicos, agrediram jornalistas e inviabilizaram o ir e vir de dezenas de milhares de outros estudantes.

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    • 09/11/2011 - 14:48
      Enviado por: carlos henrique caetano

      Algumas coisas, amigo: “ocupação” é diferente de “invasão” (especialmente quando se trata de um espaço público, como uma Universidade Estadual, por exemplo). Quem depredou a USP? Colar cartazes é depredar? Acho que a polícia quebrou mais coisas que os estudantes. Se eu estivesse lá, pegaria qualquer coisa para por em minha frente e me proteger do brutal ataque da PM. Roubaram que bem público? Água? Papel? E aquele pessoal que rouba dinheiro, não devolve e ainda nem vai pra cadeia? Essa acusação de “roubo” me é estranha. Não sei se foram os estudantes que agrediram jornalistas ou se foi a mídia que agrediu os estudantes com tanta mentira contada (e acreditada por gente como você). Os milhares de outros estudantes que você diz que foram impedidos de ir e vir pelos colegas agora estão em greve, protestando contra a prisão dos que ocuparam a reitoria. As reivindicações dos estudantes antes de a polícia invadir o campus (não sei se isso vem mesmo ao caso) eram as que estão nos próximos parenteses.

      “Queremos uma universidade segura, mas para isso defendemos outras alternativas: mais iluminação e alternativas de transporte no campus, ocupação de seus espaços pela população, contratação e treinamento de uma guarda universitária concursada, que seja composta por funcionários treinados para a identificação e prevenção dos problemas de segurança, em especial com um corpo feminino que responda aos casos de violência contra as mulheres. Somos contra a PM no campus porque sabemos que seu papel é outro – abordar estudantes e trabalhadores, observar e reprimir o movimento organizado, impedir o clima de livre difusão de idéias, tão importante à autonomia universitária”

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  • 08/11/2011 - 23:57
    Enviado por: Bruno

    Li seu texto e concluí de que é ridídiculo e sem noção a sua hipocrisia.
    A PM não invadiu, restituiu o direito da maioria. Se quer participar de uma democracia deve respeitar o resultado de um pleito. Não tem nada ver julgar esta ação como sendo repressora e ditatorial. Seguiu os procedimentos definidos por uma sociedade. Se tem defeitos este não é o forum nem a forma correta para discutí-los.
    Fala em governo maniqueista mas divide entre governo e manipulados contra os criticos e livres. Claro se inclui na turma dos críticos livres.
    Com isto você critica a manipulação da imprensa mas também tenta manipular. Talvez vc sofra de uma frustração reprimida por não conseguir manipular tanto quanto.
    Cita ideologismo do governo e PM quando está na cara o ideologismo deste grupo que invadiu a USP. Seu texto também está repleto de clichés ideológicos.
    Considera o motivo fútil como um estopim o que, se verdade, demonstra que o grupo não foi capaz de desenvolver uma linha de raciocínio para a suposta causa. Nem teve habilidade de convencer a opinião de forma democrática. Mesmo assim segue enaltecendo capacidade do grupo e dizendo que a PM é mal treinada.
    Fala que a democracia perdeu mas defende tratamento especial a um grupo, isto é uma oligarquia. Todos são iguais mas uns são mais que outros.
    Quem realmente está manipulando quem?
    Por fim cita um comercial de whisky, só falta dizer que viu na globo.

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  • 08/11/2011 - 23:58
    Enviado por: Ezer

    Esse protesto foi todo errado. Quer descriminalizar a maconha, quer melhorar o transporte? Mobilize as pessoas, colha assinaturas, discuta a questão na mídia e sensibilize o sistema para um plebiscito.

    Agora, o que deviam fazer mesmo é (1) cobrar mensalidade dos estudantes que tenham condições e (2) ter um vestibular que privilegie inteligência em vez de um conhecimento decoreba que só serve como barreira das elites contra o resto da população, reduzindo as chances de pessoas pobres, mas mais inteligentes que os filhos dos ricos, ascenderem socialmente por seus próprios méritos.

    Isso sim é lamentável nessa sociedade altamente desigual onde ter berço e contatos contam muito mais que a competência, e todo o povo brasileiro ainda temos que pagar para sustentar essa desigualdade. Quero ver protestos contra isso, que é muito mais relevante!

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  • 09/11/2011 - 00:01
    Enviado por: Cesar

    Rídicula a justificativa.
    “Imagina se a PM invade o campus no final dos anos 70″…Em 68, plena ditadura militar, os estudantes é que sairam do campus para marchar, com rosto totalmente descoberto. Seus lideres e suas reinvidicações estavam muito bem identificados! Isso na época em que esses estudantes eram perseguidos e mortos. Agora você me fala que esses estudantes de hoje cobrem o rosto por que podem ser acusados de formação de quadrilha….ha, faça me o favor…
    “A PM é o braço armado do imperialismo”..”truculenta”…”o diabo”. NUNCA fui maltratado por um PM (sou estudante da USP, por acaso). Durante a ação que culminou com esse caso todo (dos três maconheirinhos lá) a PM foi cercada, tem varias fotos de uns “heróis”subindo em cima das viaturas, chutando, gritando e atirando coisas enquanto a PM não enconstou a mão em ninguem (e acreditem..se tivesse saido um estudante “herói” de lá com um arranhão sequer…a gente ia saber, tamanha algazarra que iam armar). Então estão reclamando de que? Me dá um exemplo de opressão praticada pela PM no campus!? Quer saber quanto diminuiu os sequestros relampagos no campus nesses últimos 3 meses com a presença da PM? Ou os outros tipos de crime? “Ai…tem o caso do PM que agrediu sei lá quem”….tem sim! São maus profissionais dentro de uma corporação, assim como existe em qualquer outra e assim como existem péssimos estudantes na USP (e eu sei!). O preparo e condições da PM faz parte de outro debate (e não vem querer me enganar que era sobre isso tambem que os nobres estudantes estão levantando a bandeira..). De um apanhado de caso de excessos da PM já querem cair pra aquela argumentação velha, batida e desgastada das “elites que conspiram pra uma politica tiranica e eu sou o mocinho que luta contra a burguesia e bla bla bla”…ta bom.., eu passo..
    Quer fazer valer sua opinião?Quer mudar o mundo? Busque os caminhos que existem pra isso! E que foram construidos pelos estudantes de outrora. Germine um debate, busque um parlamentar que apoie suas idéias, vote consiente, entre para um partido, busque atingir a opinião pública. Eu sei que é muito mais facil ser um “herói” invadindo a reitoria e fazendo alusão a luta dos estudantes de 40 anos atrás….mas os tempos são outros e os caminhos tambem.
    Eu uso o termo “heroi” de forma jocosa, mas a verdade é que existe sim muito ego dos estudantes nessa história toda (e, de novo, eu sei! Já fui um “herói”…). Muita gente quer fazer a diferença, buscar uma identidade. Pena que essa energia é tão mal direcionada…alem de mal direcionada é aproveitada por sindicatos (que fazem greve todo ano e todo ano recebem um maldito aumento acima da inflação….e eu sei…já fiquei muito sem bandejão por casa disso) e por partidos de extrema esquerda que encontraram um bom nincho aqui enquanto agonizam no cenário político nacional….
    Esses estudantes agora começam a perder apoio da opinião pública (invadem um lugar a cada mês tambem..), opinião que começa a lembrar que é ela quem financia a faculdade e deveria sim ter garantias de que esse dinheiro é bem aproveitado…mas qualquer tentativa nesse sentido vai ser considerado um “ataque a autonomia universitária por parte dos interesses do Grande Capital e bla bla bla”
    Por falar em sociedade que financia a universidade e em nobres estudantes (dúvido que alguem leu até aqui..)
    POR QUE NINGUEM NUNCA INVADIU, PROTESTOU CONTRA OU PELO MENOS DENÚNCIOU AQUELES PROFESSOES QUE PASSAM A TURMA INTEIRA DANDO NOTAS DE GRAÇA E PERMITEM QUE ALUNOS SAIAM DA FACULDADE SEM O PREPARO MÍNIMO NECESSÁRIO EM VÁRIAS MATÉRIAS!!!!??? A SOCIEDADE BANCA A FACULDADE PARA TER BONS PROFISSIONAIS E OS INTERESSES DELA OS “HERÓIS” NÃO DEFENDEM!!!
    (apesar dos possiveis erros de português…sou sim aluno da USP…)

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    • 09/11/2011 - 08:14
      Enviado por: Camilo

      Excelente! Relato da experiência de uma pessoa consciente, que vive o dia-a-dia na USP. Fato, verdade. Sem romantismos e idealizações.

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  • 09/11/2011 - 00:01
    Enviado por: paulo

    Sabia que essa história de PM dentro do Campus não ia dar certo… e pow, por causa de três míseros cigarrinhos de maconha… é f…! Os alunos estão certos, a polícia tem que sair e deixar todo mundo fumar á vontade. Caso queiram se matar tb… ninguém obsta… afinal, pra que serve aquele bando de alucinadinhos por Marxismo? E Marxismo vulgar, leia-se. E tem mais, estudei naquela faculdade por 4 anos (na FFLCH mesmo) e eram insuportáveis aqueles babacas do DCE…. ai de quem não fosse Marxista vulgar como eles… ai de quem ousasse pronunciar algo contrário nas “tão importantes assembléias”! E Agora, 70 molequinhos bobos acham que podem depredar patrimônio, quebrar, arruaçar porque segundo suas cabecinhas facistas, representam os zilhõs de estudantes da USP… só fumando um mesmo pra aturar uma imbecilidade dessas.

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  • 09/11/2011 - 00:08
    Enviado por: Shlomo

    O comentadorzinho, defensor de traficantes, foras-da-lei, invasores e etc bem que podia ter invadido a reitoria também. Mas preferiu o conforto do seu sofazinho, escrevendo no seu computadorzinho.

    Democracia = ESTADO DE DIREITO. Seus questionamentos são bem estranhos. Você quer igualar anarquia e democracia? Bem que você uma hora dessas podia estar lá pela delegacia também. Mas AH!, está em casa digitando essas baboseiras…

    O ESTADÃO é jornal sério, meu rapaz. Para que ele continue sério, acho que tipinhos como você não deveriam ter vez. Suas palavras são deturpadoras da verdadeira democracia. Democracia é ordem. Anarquia não é democracia. E VIVA A PM!!! Agora estudantes de verdade vão poder estudar direito.

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  • 09/11/2011 - 00:13
    Enviado por: jojo

    Cara, o que será que o pai do estudante morto no campus pensa de tudo isso?
    Cai na real os tempos são outros.

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  • 09/11/2011 - 00:22
    Enviado por: Danilo

    Senhores,

    Muito bons seus argumentos, mas acho que são um pouco desprovidos de realismo. Não fui lá para entender quais são as reinvidicações dos estudantes na ocupação do prédio, mas sinceramente elas passaram a importar muito pouco (absolutamente nada, para ser sincero) depois que um juíz determinou a reintegração de posse.

    Determinação judicial é para ser cumprida, se não abrimos o precedente onde cada um pode impor aos outros sua própria noção de justiça sob o rótulo de “protesto”.

    Quanto a truculencia da polícia, senhores, lembrem-se eles tinham que dominar ~70 pessoas e retirá-las de lá. Não é tarefa simples e um polícial não é formado para lidar com cavalheiros, que atendem com um sorriso a um pedido de “por favor”. Eles são obrigados a se impor para serem respeitados e esse é o trabalho deles. Não há como ser de outra forma. Como a PM é responsável pela execução da ordem judicial, aconteceu o que tinha que acontecer.

    Acho que a PM deve sim continuar na USP e não consigo imaginar como a simples presença dela na região pode atrapalhar a liberdade de pensamento.

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  • 09/11/2011 - 00:30
    Enviado por: Eduardo

    Nossa você é o cara mesmo hein, ainda bem que somente 0,0000001% pensam igual a ti.

    Gastar um espaço como este com materia igual a esta é no minimo um disperdicio.

    Em outras épocas crime era praticado com pedra e faca, agora é com fuzil, pistola e até granada, não viva do passado pois estamos no presente.

    Sou a favor de PM na USP, e em todos os lugares publicos, tenho 43 anos nasci em 1967, nem lembro de ditadura, agora fico imaginando como os meninos da Globo possam falar de ditadura da PM com tanto conhecimento.

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  • 09/11/2011 - 00:31
    Enviado por: joice

    Todas as pessoas têm o direito de protestar contra o que quer que seja. Mas por favor universitários, se vamos falar em um sistema de segurança pública que prime pelos direitos humanos sejam coerentes e exijam isso para toda a sociedade, não apenas no interior da redoma da USP. Todos somos cidadãos. Cidadania não é exclusiva para “universitários”. Fumar maconha não é permitido em canto algum do país. Um menino de periferia pego fumando maconha, quando os direitos humanos são respeitados, é encaminhado para o Sistema Socioeducativo, quando passam por cima dos ditos direitos, leva é uma bela coça da polícia. Não exijam tratamento diferenciado, porque isso fere as bases de qualquer democracia. Se querem deixar de serem vistos como membros da elite mesquinha de sempre, por favor entendam que liberdade é algo muito mais complexo que fumar um baseado (aliás onde há qualquer tipo de dependência inclusive química, não há espaço para liberdades). E por fim, aprendam a SEGUIR AS LEIS. Em um Estado democrático somos livres para questionar as leis e pedir mudanças, mas nunca em hipótese alguma, isto nos torna livres para infringi-las. Vcs não pertencem à geração de 1970, estamos no século XXI !!!!!! Marx já não explica quase nada do mundo atual, por favor, façam jus a serem chamados de intelectuais e comecem a ler teóricos atuais. Não queiram viver o passado. Sejam menos previsíveis, parem de falar de “desconstrução”. Quando é que os intelectuais deste país começarão a CONSTRUIR algo por, para e com o povo?????

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  • 09/11/2011 - 00:33
    Enviado por: Danton Januário

    Bonita sua visão poética e romântica dos maconheiros.

    Se realmente quisessem mudar alguma coisa neste país, estes bandidos apoiariam os professores quando estes reivindicam melhores salários; pressionariam o governo para MELHORAR O TREINAMENTO DOS POLICIAIS ao invés de destruir o patrimônio de interesse público mantido pelo dinheiro do contribuinte.

    Eles querem continuar fumando maconha na USP sem serem importunados e não querem polícia de espécie alguma. São oportunistas que torcem por uma invasão violenta da polícia para posarem de vítimas. Nas greves de professores, preferem ir à praia para fumar maconha ou ficar bebendo em algum boteco na Vila Madalena ou até na periferia, para dar aquela sensação de integração com o povo.

    Se REALMENTE houvesse uma causa, teríamos protestos de “estudantes” em outro período, como por exemplo, janeiro. Só que janeiro é mês de férias e estes bandidos estarão na praia, fumando maconha e financiando o tráfico. Ou ainda, em algum outlet nos EUA comprando moletons da GAP para usar em uma nova invasão.

    Não pense você que sou a favor da reitoria. Muito pelo contrário: sempre tive a impressão que os reitores da USP são fantoches dos estudantes e estão de mãos dadas com a bandidagem. Talvez seja por causa da “operação abafa” da reitoria sobre o caso do Edson Hsueh.

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  • 09/11/2011 - 00:35
    Enviado por: zeca sadeck

    Marcelo, o seu texto fazia sentido em maio de 1968.
    Amiga minha sofreu uma tentativa de estupro lá na Cidade Universitária, faz alguns anos.
    Queria ver essa polícia treinada para fazer valer os direitos humanos prendendo um cidadão desse…
    “Ô, cara, faz isso não… toma um chazinho que vai te acalmar… se coloca no lugar da menina… você ia gostar?”
    Para, né?
    Quinze anos de Cidade Universitáriia em três faculdades diferentes (duas da Fefeleche) me deixaram bem escolado sobre o que acontece por lá.
    Tem que ter a Polícia Militar lá dentro SIM!

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    • 09/11/2011 - 08:52
      Enviado por: Olivia Paz

      …Além do mais, quem acredita em pessoas que escondem o rosto como marginais, para não serem reconhecidos, e que espécie de filosofia justificaria a banalização do patrimônio público por parte de uma elite estudantil.Ah vá , dá um tempo! Mudem a forma de reivindicar dentro dos princípios racionais, que a coisa acontece.

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  • 09/11/2011 - 00:36
    Enviado por: Matheus Tapioca

    PLAC! PLAC! PLAC!

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  • 09/11/2011 - 00:38
    Enviado por: Rafael Kaiser

    Deixem os revolucionarios livres para pensar criticamente/livremente.

    Depois de alguns anos estudando e pensando, a custa do dinheiro publico, poderão sair livremente para o mercado buscar o seu crescimento pessoal/financeiro e dane-se o “povo diferenciado.”

    Se tudo esta errado, fazer uma merda dessas talvez seja só ponto de vista.

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  • 09/11/2011 - 00:44
    Enviado por: zeca sadeck

    Em tempo… o slogan que você cita, do filme de Johnnie Walker é : O GIGANTE NÃO ESTÁ MAIS ADORMECIDO.
    Mais simbólico ainda…
    Aliás, é o mesmo gigante do filme ROBERTO CARLOS E O DIAMANTE COR-DE-ROSA. Quem viu, lembra…

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  • 09/11/2011 - 00:46
    Enviado por: Eber

    Quem estes estudantes representam????

    Não a mim nem à imensa maioria dos estudantes da USP, com certeza…

    Cabecinhas pequenas e manipuladas por professores mal intencionados do FFLCH…isso mesmo !!!

    Hoje são “movimento estudantil”, logo serão a classe política da esquerda brasileira, bem de acordo com o que se transformou o PT e o PCdoB (e etc. da esquerda)

    Crianças sem pais…

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  • 09/11/2011 - 00:59
    Enviado por: Everton

    Escritorzinho fracassado fingindo que sabe o que é melhor para a USP e para a sociedade.

    Deve ser mais um maconheiro que quer arrumar alguma ajuda do governo pra se encostar, tal qual o baderneiros da FFCLH…

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  • 09/11/2011 - 01:01
    Enviado por: Luiza

    ue tal ao invés de procurarmos culpados, entendamos toda esta questão “uspiana” enquanto um sintoma?

    Que tal se todos os Doutores que constituem a grande intelectualidade deste país começassem a pensar neste fenômeno social que acontece na nossa Universidade enquanto revelador de problemas? Isto é, que tal sermos de fato pesquisadores, sim pesquisadores fora das salas, e buscarmos analisar o problema de forma a compreender os diferentes olhares, e a a partir daí buscarmos soluções para os problemas?

    O problema é a maconha? É só a presença da PM? É a manifestação pacífica de estudantes? Ou é a Estrutura de Poder Universitária da Universidade de São Paulo que ainda vive nos moldes da Ditadura Militar e nega um conselho paritário, no qual as decisões seriam conjuntas e não arbitrárias.

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  • 09/11/2011 - 01:18
    Enviado por: Joe

    Senti um mal estar terrivel ao ver
    a grande quantidade de policiais da tropa de choque
    empunhando armas contra estudantes.
    Não tem como não lembrar da ditadura. É muito triste estas cenas!

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  • 09/11/2011 - 01:37
    Enviado por: Pedro Wilson

    Parabéns, Marcelo. Enquanto a maioria “onanisa” buscando o aplauso da maioria, você dá voz ao seu coração. Vale mais um coração vivo, do que uma humanidade de corações petrificados. São esses poucos que acabam acordando da frieza os demais, aquecendo os encontros, desentorpecendo mentes para que nenhum fascismo venha mais nos empurrar para o abismo da mediocridade. Obrigado por estar vivo neste cemitério de comodismo e ignorância.

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  • 09/11/2011 - 01:49
    Enviado por: Maria Theresa Heim

    Olá, Marcelo! Obrigada pela análise. Nos falta, de fato, mais aprofundamento quando nos deparamos com questões como a que ocorreu na USP. O pensamento raso é fácil e nocivo a todos, sem exceção. Um abraço! Ah… E continuemos a andar, a pensar, a escrever, a falar…

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  • 09/11/2011 - 01:51
    Enviado por: Marco Aurelio

    “Mais de 3000 estudantes da USP realizaram uma assembleia geral no dia 08/11 às 19:00 no prédio de História e Geografia do campus Butantã com a pauta Tropa de choque no campus e prisão de estudantes.

    A assembleia deliberou os seguintes encaminhamentos:
    1.Greve imediata

    2.Eixos:
    1.Retirada de todos os processos movidos contra estudantes por motivos políticos!
    2.Fora PM! Pelo fim do convênio da USP com a Secretaria de Segurança Pública.
    3.Liberdade aos presos e nenhuma punição administrativa ou criminal!
    4.Fora Rodas!
    5.Outro projeto de segurança na USP! Que a reitoria se responsabilize por: 1.Plano de iluminação no campus;
    2.Política preventiva de segurança;
    3.Abertura do campus à população para que tenhamos maior circulação de pessoas;
    4.Abertura de concurso público para outra guarda universitária, que tenha treinamento para prevenção dos problemas de segurança e com efetivo feminino para a segurança da mulher;
    5.Mais circulares;
    6.Circular até o Metrô Butantã.

    3.Atividades:
    1.Ato nesta quinta-feira (10/11) às 14:00 no Largo São Francisco. Concentração: 12:00.
    2.Próxima Assembleia Geral dos Estudantes: quinta-feira (10/11) às 18:00 no Largo São Francisco.

     4.Comando de greve:
    1.Será formado por delegados eleitos nas assembleias de cursos;
    2.Um delegado a cada vinte presentes na assembleia.”

    Trecho retirado da página do DCE-USP. É ISSO QUE REIVINDICAMOS E QUE A IMPRENSA ESCROTA FEZ QUESTÃO DE ESCONDER DA POPULAÇÃO.

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  • 09/11/2011 - 01:52
    Enviado por: Winston Carlos

    Sabe o que é mais interessante? É que aqui, exatamente neste “post” existe uma discussão democrática. Se o Estado tivesse oportunidade de interferir em seus comentários, usando o aparato policial desproporcional como utilizou no caso da USP, certamente todos neste momento seriam considerados criminosos.. Risos.
    O que mais me preocupa é a forma como a liberdade na USP está sendo sub-julgada.
    E a segurança dos alunos? Será que a USP com seu modesto orçamento de mais de um bilhão de reais não consegue ter sua própria segurança de forma a garantir um ambiente livre onde as idéias possam ser discutidas livremente?
    Sou conservador e não concordo com a atitude de vários alunos, mas tenho que respeitar suas idéias e é meu papel (como cidadão) defender e garantir o direito deles falarem o que pensam (por mais que eu ache absurdo).
    Existe um jogo de interesses e sábio é aquele que consegue analisar tudo e reter o que é bom. A história já nos provou que a verdade não é absoluta e quem sabe um dia amanheceremos com a consciência de que esses alunos lutaram por uma causa justa?
    Lembrem-se: se lutam por algo bom e justo hão de prosperar, caso contrário estarão condenados ao ridículo.

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  • 09/11/2011 - 01:57
    Enviado por: Bruno

    O filósofo Frithjof Schuon escreveu certa vez que o Rigor, como princípio operativo, é absolutamente necessário devido à falta de compreensão e senso de cooperação das criaturas – e mais, que Rigor e Harmonia são os dois lados inseparáveis, constituintes do Perene.

    Digo isso porque, opiniões pra lá, opiniões pra cá, e o verdadeiro consenso para o qual todos estão convergindo não é a questão dos revoltosos em si, mas que a Polícia não pode agir com violência. Nisto, todos até o momento convergem.

    O problema da democracia como querem na USP, mesmo assumindo que estes cães de Pavlov, ops, desculpem, estudantes estivessem “militando” (no melhor estilo partisan e terrorista da cartilha leninista), é que a preocupação central não é que os estudantes possam escolher um reitor – a imensa maioria pouco liga para questões administrativas – mas que, implementado um sistema de votação, a quadrilha dos sindicatos e da extrema esquerda atingiria a supremacia por ser a maioria absoluta da massa votante, ainda que numericamente inferiores à população uspiana total, simplesmente por serem mais ativos, mobilizados e, sendo politicamente financiados por essas quadrilhas, têm tempo de sobra. Sou estudante de Matemática do período noturno na USP, trabalho o dia inteiro, e como milhares na minha situação, não tenho tempo para desvendar o mundo político-administrativo da faculdade como um todo.

    A administração da USP não é um governo civil para ser escolhido por civis. O que esses partisans mal intencionados desejam é jogar o aparato universitário na mão da máfia dos sindicatos, implementando uma linha de extrema esquerda em toda a universidade (o que a cada ano se consolida mais nos currículos dos cursos de humanas) e se apoderando dos recursos públicos para beneficiar – não os universitários ou a estrutura institucional da USP, mas os sindicatos “in und für sich”. Os órgãos públicos não têm votação aberta, pois a grande maioria não conhece os meandros mais sensíveis da administração e dos problemas daquele órgão – eu prefiro ver um reitor, um diretor, um chefe escolhido por sua experiência, envolvimento e capacidade do que um demagogo de extrema esquerda que se lançou das profundezas de uma chapa de sindicato e ganhou “a cadeira” – suprema aspiração de todo brasileiro de mau caráter.

    Esse é o real sentido da acusação de FORMAÇÃO DE QUADRILHA, os objetivos últimos do “diretas na usp já” e de toda a máfia restante e, sendo uma massa de manobra organizada para militar por fins escusos, e por MEIOS completamente escusos e mesmo sociopatas, devem sim ser tratados como inimigos, com todo o rigor controlado e responsável por parte da Força Policial para reprimir uma manifestação que não é ideológica, mas tem a ver com política, partidos, sindicatos e poder, e uma raposa muito barulhenta querendo forçar-se para dentro do galinheiro. Sem rigor não há harmonia, e se há direito de manifestação e liberdade de expressão, isto não vale para apologias a comportamentos sociopatas – de outra forma, seria um absurdo e uma “repressão”, uma “ditadura”, prender e processar os racistas, por exemplo…

    Pode-se falar em repressão quando há arbitrariedade nas razões que conduzem à utilização de força, ou seja, quando não há razão para reprimir, ou quando a razão da repressão é ideológica. Nada disso pode ser dito da polícia no campus – até o momento, todas as objeções se basearam no desejo de impunidade a coisas ilegais. E uma polícia no campus caberia perfeitamente no mundo universitário, como um belo exemplo de que a harmonia social depende de regulações e restrições no comportamento dos agentes na dinâmica social – a suprema maturidade e superação do desejo infantil e mimado do Laissez Aller da geração da “época da ditadura”, que hoje reina institucional, etária e ideologicamente. Usando as palavras esotéricas de Schuon, “Rigor matemático e harmonia musical – os fios que constituem o existente, cujo entrelaçar pertence à própria incomensurabilidade do Sagrado”.

    É para se pensar… esses “mimados” são só a bola de pus de uma podridão ideológica – a liberdade absoluta, a sensibilidade aflorada, o direito acima da regra, o egoísmo acima do coletivo – que fermenta e apodrece vários tecidos da sociedade e da cultura modernas abaixo da camada de pele. Eles simplesmente não têm o direito de reclamar por serem reprimidos por conta de um comportamento ilegal e de uma demanda ilegal e insidiosa.

    Quanto aos maconheiros, sendo financiadores do crime organizado, devem mesmo ser tratados como inimigos da sociedade de bem – não a pobre nem a rica mas TODO o espectro da sociedade honesta e trabalhadora – e reprimidos de acordo pela Força Policial. Tanto os praticantes quanto os apologistas do financiamento ao tráfico. Mas no caso desses pseudo-intelectuais sem julgamento, desses cães de Pavlov, títeres dos sindicatos que se acostumaram demais a INTIMIDAR impunemente a todos nós dentro da USP, a questão da maconha é apenas a ponta do Iceberg… pensem, meus amigos, quem GANHA com o caos libertino dentro da faculdade – de ladrões e estupradores a políticos de esquerda, sindicatos e chefes do tráfico. Ou seja, todos, menos os estudantes da USP.

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  • 09/11/2011 - 02:13
    Enviado por: Mandi

    OBRIGADA!

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  • 09/11/2011 - 02:32
    Enviado por: Thalita

    O gigante até tentou vir na direção certa, só que veio fantasiado de “criminoso”. Ninguém acreditou nele, ele deu as costas, e aí ficou fácil fácil reprimi-lo.

    Cobrir o rosto com roupas, típica imagem que vemos quando realmente há foras da lei, foi dar pano para a manga pra mídia montar a história que queriam.

    O problema agora é que o gigante está preso…

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  • 09/11/2011 - 02:52
    Enviado por: Daniel Siqueira

    Dizem que a universidade ha de ser o lugar que “resolva” os atritos socioeconômicos e culturais. mas quando elas tentam apontar um problema grave como o poderio militar da policia de rua, seus níveis de agressão e fatalidade (http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/em-cinco-anos-pm-de-sao-paulo-mata-mais-que-todas-as-policias-dos-eua-juntas-20110607.html) e o impacto para nossas vidas, começam a dizer que eles tem privilégios, que são mimados. ok. o que me pergunto é qual o possível argumento para desejar que a policia tenha cada vez mais armas e poder? será que sou maluco em desejar que em minha vida tenha que lidar o minimo possível com para-médicos, bombeiros, policiais, seguranças ou traficantes?

    as cabeças pensantes as quais sentem tanta falta, estão nos indicam que é tornando a vida dos indivíduos mais livres, justas e sim, felizes curtindo a vida que o futuro da humanidade tem algum sentido em ser vivido. por que o inverso disso me parece uma existência exploratória e claustrofóbica. ainda mais com os abusos de autoridade que são cometidos por diversos motivos, de financeiros a culturais e ate biologicos, de todos os setores da policia, exercito e do estado como sistema institucional de controle coletivo.

    querem me vender ordem em troca de liberdade. desculpe, mas nao compro. se nossos lideres não conseguem lidar com bom funcionamento social, perdem a legitimidade que estamos concedendo-lhes. de qualquer forma ainda acredito que um povo sem ordem é preferivel a um povo sem liberdade

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  • 09/11/2011 - 04:15
    Enviado por: Dick

    marcelo…
    por favor veja as imagens gravadas pelas câmeras de circuito interno e depois me diga.
    veja a entrevistas de alguns responsáveis pela baderna completamente chapados e me diga..
    veja o fotógrafo agredido, veja as pedradas que quase acertaram a cabeça de quem trabalhava por lá. vá até lá e veja o que os estudantes dizem..veja se eles estão bem informados…eu estive todos esses dias acompanhando bem de perto e por favor, as vezes é melhor ficar calado.
    eu tenho imagens dos estudantes se jogando em cima da polícia numa clara tentativa de reação…o que não aconteceu..eu tenho eles chutando, ameaçando e tudo mais. existem leis nesse país, se elas estão certas ou erradas…é outro problemas, mas elas existem..
    A Lei 9.605 (Lei dos Crimes Ambientais), em seu art. 65, define pichação como crime ambiental.
    O Código Penal define como crimes a desobediência a decisão judicial (art. 359) e o dano, que aliás é qualificado por se tratar de patrimônio público (art. 163, parágrafo único, III).
    E define como quadrilha “Associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para o fim de cometer crimes” (art. 288),
    E o uso de drogas continua sendo crime, apesar de não ser punido com privação da liberdade.
    A fiança foi arbitrada porque eles foram presos em flagrante. Coretíssimo, segundo o Código de Processo Penal. Informe-se Marcelão, feliz ano novo!!!

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  • 09/11/2011 - 04:42
    Enviado por: Antonio Cavalcanti

    Revendo o ocorrido: Maioria havia decidido encerrar Ocupação
    “Essa invasão do prédio da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) aconteceu por parte de um grupo descontente com a resultado de uma votação em assembleia que decidiu, na terça-feira, por 559 votos a 458, encerrar a ocupação do prédio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). O grupo deslocou o portão de trás do edifício da Administração Central, usando paus, pedras e cavaletes, e em poucos minutos chegou ao saguão principal do prédio.”
    Se quem participa de uma Assembléia não a respeita, vamos dizer o quê concernente a ‘esses’? Eles são ‘mais espertinhos’???? Esse é o caso e é lamentável porque vai ‘queimando filme’ para causas justas… Lamentável!

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  • 09/11/2011 - 05:56
    Enviado por: Adriano Puda

    Agora entendi! Dos pouquíssimos comentários apoiando o texto do Marcelo, uns 60% são de mulheres. Ou seja, parece que este discursinho dos anos 60 ainda rende um bom xaveco! Imagina só este discurso socialista, de quem vai mudar o mundo, enquanto puxa um fumo com aquela gostosa da sala de aula… agora entendi!

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  • 09/11/2011 - 07:16
    Enviado por: Márcio Alves Cardoso

    Se este comentarista tivesse vinte anos e estivesse no meio daquela cambada que se dizem agora presos políticos, ele também estaria dizendo hoje: “a ação da polícia foi pior do que os mais terríveis tempos da ditadura”. Só que ele se esqueçe que quem estava envolvido nesta bagunça realizada pelos estudantes nasceu depois de 1988. Comentário péssimo!!!!!!!!!

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  • 09/11/2011 - 07:33
    Enviado por: Fabio

    Que decadência…um escritorzinho barato de um só livro…que conseguiu a edição do livro pq seu pai foi alguém…fazer esses comentário lamentável.
    É sim um bando de maconheiros, desocupados e todos filhos da mesma burguesia que esse suposto escritor faz parte.
    A USP só atende a burguesia que tem e pode manter seus filhos nas melhores escolas é a elite da elite.

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  • 09/11/2011 - 07:38
    Enviado por: Langstein de Almeida Amorim

    É racional que o senhor Alckmin deduza que os estudantes da USP agiam democraticamente, exigindo soluções e denunciando irregularidades. A Justiça atuou juridicamente aplicando a lei em face do pedido de que seria urgente defender o patrimônio público. O reitor, amparado no governo sonso do senhor Alckmin, praticou o ato antidemocrático de requerer a expulsão dos estudantes do campus da USP. Por que o senhor reitor não fez como tantos outros reitores que sempre saíram para o diálogo? Por que o senhor reitor resolveu reeditar um ato aberrante dos tempos negros da ditadura militar? Será que esse reitor temeu que os estudantes ostentassem atos seus de malversação de dinheiro público? A audácia do reitor em afrontar a democracia estudantil, leva ao raciocínio de que pode haver muita corrupção por baixo dessa violência policial. O senhor reitor perdeu as condições de administrar o órgão composto pelas vítimas de seu atrevimento ditatorial. Os senhores Alckmin e Haddad ao se apressarem em glorificar essa grosseria reitoral, demonstraram que podem estar a encobrir uma vala suja que irriga a corrupção no governo do estado e no ministério da Educação. Os estudantes precisam se aliar aos que combatem a corrupção no Brasil.
    Os estudantes são o futuro do Brasil e não podem ser tratados como deveriam ser tratados os corruptos do governo do estado de São Paulo. Cortar as asas da liberdade política dos estudantes é mesmo que conceder carta de alforria aos corruptos de todas as Universidades do país. Os estudantes não podem perder a liberdade de protestar. Seria o mesmo que cortar a garganta dos pássaros que cantam. A Universidade é deles. Eles são a Universidade que funcionaria sem reitor e nunca existira sem eles. Mais vale um estudante indignado com o erro do que todas essas autoridades que vêm se cevando na gamela da corrupção desde os tempos permissivos da ditadura militar. Quem nada deve ao desatino ético, faz como a presidenta Dilma que enfrenta os arreganhos dos corruptos em nome de um Brasil respeitável.

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  • 09/11/2011 - 07:45
    Enviado por: Samuka

    Esse mundo ta mudado mesmo ..fumar maconha é bacana …dar o rabo é coisa normal …por que essa molecada esquerdista nao vao pra ruas contra a violencia dos assaltos e a corrupcao que impera neste país ?????????

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  • 09/11/2011 - 07:46
    Enviado por: democracia

    não costumo lê-lo, sei que é perda de tempo, mas hoje além de ler resolvi comentar.
    esses senhores mascarados são bandidos e infelizmente custeados com meus impostos.
    que façam a revolução que desejam em suas casas, nas suas vidas privadas, mas
    sem usar um tostão dos impostos que pago. estes devem ser aplicados em saúde, o
    SUS precisa ser melhorado; em educação, principalmente em ensino básico e fundamental;
    em pesquisa, enfim, em áreas que transformam ao longo do tempo a realidade do país.
    fiz universidade pública e sou contra sua gratuidade, seria um bom momento para acabar
    com isto no país. quem quer fazer faculdade tem quem se buscar financiamentos e depois
    com o resultado do seu trabalho pagar pela educação.

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  • 09/11/2011 - 07:49
    Enviado por: Roberto Prestes

    Nós ainda estamos num papo pueril e de frases feitas de um esquerdismo ultrapassado. Caiu a Russia, um negro governa o USA, Fernando Henrique virou capitalista, Lula virou capitalista, Cuba é uma merda, o socialismo é uma merda, o capitalismo é uma merda…precisamos de novas idéias, novos ares, sem culpa, sem mágoas… sem achar que rede Globo é um demônio e quando não representa nada… como se a ciencia não tivesse provado que o homem é um produto da evolução e que um partidos, relçigião, cor não influi em nada e que o homem é um animal e como tal precisamos rever filosofia, educação, conceitos e não ficar discutindo o sexo dos anjos…Só uma coisa: a USP é do povo e como tal tem que se comportar, não é um feudo de esquerdistas, direitistas, evolucionista etc etc. e ela tem que aceitar as regras da sociedade. Porque a policia não pode estar lá? O que escondem alguns estudantes? Quem tem medo da policia?

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  • 09/11/2011 - 07:50
    Enviado por: NETON

    MARCELO RUBENS PAIVA… Agora estou lembrado de vc. Em uma entrevista… acho que para o gentilli. Peguei a entrevista pelo meio, vc defendeu temas polemicos e lamentei nao ter acompanhado desde o inicio. Sim, queria perceber seu grau de argumentaçao nos temas… coisas desse tipo. Mas agora tive a oportunidade de ler seu texto e verificar seu nível de argumentaçao.
    .
    Desculpe, mas serei franco: voce é um articulista mediocre e de idéias obturadas… QUER DIZER QUE ESTAVAM MASCARADOS PQ SÃO PERSEGUIDOS?? AINDA QUE OS INDICIASSEM POR ESSES CRIMES, TEMOS UM ESTADO DE DIREITO SOLIDIFICADO E ORGANIZADO COM UM JUDICIARIO INDEPENDENTE! Falando em democracia, nesse caso? Acusando a maquina estatal de se ausentar no diálogo?! Meu Deus, vc é uma farsa!!! Defende essa patuscada de estudantes patéticos. Eu fiquei curioso desde aquela entrevista… Que satisfação saber que as idéias que ouvi saindo de sua boca na entrevista – e das quais discordo, emboram tenham me despertaram a curiosidade, pq imaginei que podiam sair de uma mente privilegiada. Feliz que tenham saído de um estrume que nem vc. Acho que me impressionei com seu sobrenome… rsrs
    .
    VOU ATÉ O BLOG DE REINALDO AZEVEDO MOSTRAR A PÉROLA DE ARGUMENTAÇAO QUE ENCONTREI (RÁ, RÁ, RÁ)

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  • 09/11/2011 - 07:57
    Enviado por: Caio Limongi Gasparini

    Hein? A generalização venceu, de acordo como querem os que enxergam nos invasores uma turba de playboys baderneiros e vândalos? E o que importa é a truculência da PM que está ai?

    O articulista se engana redondamente.

    Assim como há as fotos das grades na Paulista, há as fotos do invasores com roupas de marca, carros importados e abraços dos papais. E também os vídeos da invasão – até o momento em que as próprias câmeras foram depredadas. E também a ampla cobertura jornalística, que dá conta do repúdio dessas criaturas em relação ao contato com a impressa, prova de que não querem debater coisa nenhuma.

    E onde está a truculência da polícia. Quantos casos são relatados, e num universo de quantos atendimentos em geral? Ora, desvios há em toda e qualquer profissão. Tomar a exceção pela regra é que é generalização – se não intolerância, preconceito ou algo do tipo.

    As premissas do texto são todas erradas. A conclusão não poderia ser de outra natureza.

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  • 09/11/2011 - 08:01
    Enviado por: Roberto Prestes

    Minha filha de 10 anos perguntou: o que está acontecendo na USP? O que eu digo pra ela? Que tudo começou por 2 pseudo estudantes estarem fumando maconha?

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  • 09/11/2011 - 08:03
    Enviado por: David T

    Que pobreza de artigo! A mesma ladainha do estado culpado de tudo, do sistema culpado de tudo, da “democracia” desrespeitada, o mesmo discurso pobre de vitimização dos estudantes (brasileiro ama, adora, idolatra uma vítima, figura indispensável em nossa cultura).
    Que pobreza!

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  • 09/11/2011 - 08:05
    Enviado por: Camilo

    Qual o debate político proposto pelos vandalos da universidade pública? Qual a “dialética” que foi oprimida? Grupelho de mimados, que não encontraram limites e agora não toleram o limite que o estado e a ordem devem exercer quando se transgride regras sociais, se dilapida patrimônio público e causa prejuízos a uma maioria que, essa sim, quer ESTUDAR, exercer o livre pensamento, o debate democrático e contribuir construtivamente para a sociedade.

    É preciso conhecer o propósito dos revolucionários da hora para se acusar o estado de repressor e truculento quando este exerce seu dever legal. O poder do estado é para isso também.

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  • 09/11/2011 - 08:05
    Enviado por: Brazuka

    Fora polícia fascista à serviço do imperialismo autoritário conservador. Se apoderaram de uma caixa de preservativos sem uso, nem deu tempo de nossos camaradas barbudinhos usarem as camisinhas entre sí e ainda esfregaram nossa brava militante no chão só para tirar o cheiro ruim causado por vários dias sem tomar banho.

    FORA PM!FORA BUSH!FORA SERRA!FORA ISRAEL!FORA MICROSOFT!

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  • 09/11/2011 - 08:06
    Enviado por: Brazuka

    Companheiros estudantes, é hora de um grande ato público combativo pela luta popular classista, contra o estado policial opressor e pela descriminalizaç ão das drogas e atender aos interesses do proletariado. Abaixo o fascismo burguês!

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  • 09/11/2011 - 08:10
    Enviado por: Brazuka

    A justiça capitalista maria-mole quer usurpar através da fiança o legítimo direito de protestar por um mundo melhor onde cada um tem seu pé de canabis plantado em casa, e seu laboratório beneficiador da papoula. Nem bem a PM prendeu, já querem soltar diminuindo a fiança, resistam, USPIANOS, que vai sair de graça, eles são uns tontos de coração mole, não têm nossa força de vontade vinda do ancestral primata original Fidel.

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  • 09/11/2011 - 08:17
    Enviado por: Otto

    Marcelo:

    parabéns pelo texto, pela coragem de se expressar contra a truculência policial e truculência de uma parcela da opinião pública — aquela que vê Estadão, Veja, Folha como expressão da verdade — saudosa de um regime de força. Parece que eu já vi este filme: nos anos 20, na Itália, nos ano 30, na Alemanha, em 1964, no Brasil… Estão chocando o ovo a serpente. Pavoroso!

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  • 09/11/2011 - 08:22
    Enviado por: hal_po

    Não sou pensador, nem filósofo, nem revolucionário, nem nada de mais. Sou só um cara de 38 anos que acorda bem cedo para trabalhar, paga contas e impostos pra chuchu e me mantenho dentro da Lei. Penso que isso me dá o direito de achar o fim da picada um bando de moleques invadirem uma instituição pública (da qual sou também fiador), fazer aquele rebu e saírem incólumes. E o pior: tudo isso pra que? pra nada…é, pois é, pra nada. Rebeldes sem causa, sem ideologia que se sustente, sem expectativa, sem respeito e SEM .

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  • 09/11/2011 - 08:24
    Enviado por: hal_po

    Não sou pensador, nem filósofo, nem revolucionário, nem nada de mais. Sou só um cara de 38 anos que acorda bem cedo para trabalhar, paga contas e impostos pra chuchu e me mantenho dentro da Lei. Penso que isso me dá o direito de achar o fim da picada um bando de moleques invadirem uma instituição pública (da qual sou também fiador), fazer aquele rebu e saírem incólumes. E o pior: tudo isso pra que? pra nada…é, pois é, pra nada. Rebeldes sem causa, sem ideologia que se sustente, sem expectativa, sem respeito e SEM NOÇÃO.

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    • 09/11/2011 - 13:25
      Enviado por: Camilo

      Excelente…Mas o articulista acha que o estado está impedindo o livre pensar e o exercício da “dialética” desses bossais.

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  • 09/11/2011 - 08:39
    Enviado por: Eu

    Desculpe, mas há algo de confuso e um tanto de falta de informação:
    1 – respeito imensamente todos que sofreram com abusos durante a ditadura. Justamente por isso considero absurdo a forma como esses estudantes agem.
    2 – PM dentro do campus é uma forma de segurança a todos.
    3 – Se 3 estutandes estavam dentro de um carro da PM é pq tinham mais drogas do que o previsto em lei como “consumo” e se enquadravam como “distribuidores”.
    4 – Graças a muita luta, hoje vivemos em um pais democratico e toda forma de democracia deve e precisa ser respeitada. Assim se há uma votação para desocupação, essa deve ser respeitada.
    5 – Invadir um espaço publico, destrui-lo como forma de protesto não cabe em uma democracia.
    6 – Há várias formas e espaços para se discutir todos os temas abertamente e estas formas democraticas devem ser respeitadas.
    7 – A estação de metro ficou sim fora da usp por questão de segurança, uma vez que a cidade universitária não foi desenhada para receber a população que entraria ali para fazer baldeação para onibus das regiões centrais de são paulo, se criaria também o comércio e assim se descaracterizaria o espaço publico e o fim a que se destina. Por outro lado, os onibus para quem estuda e trabalha na USP vão até o metro, e também há vans que fazem esse transporte gratuitamente, basta apresentar o documento combrobatório da usp (que alunos e funcionários tem).
    Muito me admira alguem que viveu e lutou durante a ditadura defender algo que vai de encontro a conquista da democracia.

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  • 09/11/2011 - 08:42
    Enviado por: Ivens Rocha

    Eles ficam livres pra pensar durante os 5 anos da faculdade (se for integrante do DCE fica uns 10 anos lá, sem problemas) pra depois sair da universidade, arranjar emprego no Estadão, comprar uma Hilux e tacar um belíssimo “nem ligo” para os problemas dos miseráveis e renegados da sociedade.

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  • 09/11/2011 - 08:49
    Enviado por: Felipe

    Marcelo,

    Sou aluno da USP e desde o início do acordo entre a PM e a Reitoria, eu não consigo ver alguma perda de autonomia da universidade. Há quem diga que a PM pode agir com abuso – eu não descarto, mas eu nunca vi alguma coisa acontecer nesse sentido. Aluno da USP não sofre abuso policial, francamente. E repreender quem está fumando maconha não é abuso.

    Quem de fato invadiu a reitoria, não respeitou niunguém. As leis, as regras, os demais alunos, professores, funcionários e nem mesmo a decisão da assembléia um pouco antes da invasão.

    Perda de autonomia na Universidade é o que pode acontecer na Argentina, por exemplo, com o ministro pedindo que os cursos de economia foquem menos a teoria liberalista.
    Eu não consigo entender como a USP pode perder autonomia, no sentido das funções que são atribuídas a uma universidade, com a presença da PM dentro do campus da forma que vem acontecendo. Os alunos podem perder a autonomia de consimirem drogas, fazerem festas dentro da USP – até aí, qual o problema? Não é para fazer isso dentro da USP mesmo.

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  • 09/11/2011 - 08:56
    Enviado por: vagner

    Só para informar o autor do Texto, a estação da linha amarela não é dentro da USP por um motivo geologico, que acredito que o autor nao tenha conhecimento. A construção da linha por dentro da USP implicaria em alguns milhoes a mais e algumas dezenas de metros mais fundo para a construção do tunel do metro.

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  • 09/11/2011 - 08:56
    Enviado por: Fábio

    Marcelo, eu apoio a PM no campus. E também apoio a liberação da maconha, apoio que as pessoas sejam livres para pensar o que quiserem do Rodas, da Globo ou de quem quer que seja.

    Dito isso, não apoio a depredação de equipamentos públicos por discordar do que eu acho errado. Também sou contra ao cerceamento do trabalho da imprensa. O que estes estudantes mostraram neste episódio foi apenas intolerância. Intolerância ao pensamento diferente (eles foram derrotados na assembléia), intolerância a imprensa (não preciso nem comentar, né?) e, principalmente, intolerância à sociedade (a lei vale para todos, não só para quem não estuda na USP).

    Pregar por uma segurança “diferente” é uma discriminação tão odiosa quanto separar elevadores sociais ou de serviço, ou não querer uma estação de metrô por medo de pessoas “diferentes”.

    Se queremos fumar maconha em paz, temos que brigar por isso no lugar correto, que é o Congresso Nacional. Lutamos tanto por democracia, para querer impor nossa vontade a força? NÃO! E se temos que pregar por uma segurança diferente, que seja para todos e não só para quem estuda na USP.

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  • 09/11/2011 - 09:00
    Enviado por: Antonio souza

    Marcelo, muita Maconha da nisto, perde- se a clareza. Se tem PM achacando maconheiro, que se denuncie e os punam, deve ter muito mais processos dentro da corregedoria da PM do que alunos jubilados por nao frequentarem aulas, dentre eles estes que ficam no baseado. Não me lembro de ninguém tampando o rosto na Libelu seria covardia. Que se faça o dialogo dentro dos canais possíveis: DCE, congregação, etc.. Por que a decisão da assembléia, manipulada é certo pelo DCE contra a invasão foi desrespeitada pela minoria? O Estado tanto nos dá o espaço da USP como cria as favelas em torno. Porém a democracia representativa, o respeito às leis, a punição para quem violenta a lei, são as únicas alternativas para a convivência .

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  • 09/11/2011 - 09:05
    Enviado por: Ezio Flavio Bazzo

    Os alunos têm razão! O repúdio a presença da PM no Campus e ao atual reitor são só um pretexto da juventude para poder expressar o nojo e a náusea que sente diante de um Estado gerontocrático e mentiroso; diante de uma sociedade pré-fascista e de castas e, principalmente, de uma mídia que, além de (sobreviver de anúncios, o que é uma aberração) sofre de um mal pior que o dos políticos. Mil vezes os jovens fumando maconha e depredando a universidade inteira, do que esse bando de velhos corruptos, bêbados e porcos babando sobre seus supostos poderes! Ezio Flavio Bazzo

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  • 09/11/2011 - 09:06
    Enviado por: Eduardo

    A USP é a melhor universidade do Brasil – se eu não estiver errado.

    Frequento a USP por namorar uma funcionária. E, por ser atleta de fim de semana. Então vejo a USP como uma “repartição pública”, como sou pagador de impostos eu também gostaria de vê-los bem aplicados.

    Como “melhor” universidade eu acho a USP péssimamente administrada. Prédios degradados, jardins mal cuidados, péssima iluminação, vias com péssima conservação, a qualidade dos docentes pode até ser boa, mas a universidade que se orgulha de ser considerada a melhor não chega aos pés das grandes universidades do mundo.

    Explico, a inserção da universidade na sociedade é pequena, ela não gera pesquisadores, invensões e melhorias palpáveis à sociedade; como costumamos ouvir de outras universidades mundo a fora. Falta divulgação? Não sei. Só vejo muita conversa e muitos doutores que são ótimos na teoria, mas na hora de por a mão na massa e a cara para bater, esquivam-se, preferindo ficar encastelados em seus pseudo feudos dentro da universidade, auto elevando-se acima da sociedade que os mantém com impostos.

    Se temos professores doutores em engenharia, administração, advocacia, filosofia, etc. Por que a USP é tão mal administrada assim? Por que a politicagem interna na USP é mais importante que uma boa administração da universidade como um todo?

    A USP como qualquer órgão público é um bem público, assim como a polícia é um órgão público. Ao invés de valorizarmos vándalos que depredam e fazem barulho por muito pouco, deveriamos discutir, argumentar e, democraticamente, aceitar a decisão da maioria sobre qual é o melhor caminho para sociedade, respeitando as minorias, mas a sociedade na sua maioria deve seguir o seu rumo…. agora, que rumo a sociedade quer? bagunça de estudantes que querem fumar maconha? Ou, tornar nossa sociedade mais eficiente e civilizada?

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  • 09/11/2011 - 09:14
    Enviado por: eder

    Marcelo,..tiozinho metido a bicho grilo já era….!!! querem fumar maconha?…que fumem em casa!

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  • 09/11/2011 - 09:17
    Enviado por: Renato Lazzari

    Ah, vá, que bobagem… os estudantes derrubaram a porta da reitoria e a mídia ajuda a formar opinião pública:

    - “Estudantes estão depredando a USP!”

    Quantos anos já tem que o PSDB, Alckimin, Serra e que-tais, estão depredando, tentando sucatear o ensino público paulista? O superior, sim, mas este os alunos e professores têm sabido defender. O pior são os primeiros níveis, onde realmente a pessoa se forma cidadã. Há quantos anos o PSDB trata o povo paulista na base da coerção e da violência, mais de vinte anos?

    Não acho legal o que os estudantes fizeram, mas que é compreensível, isso é, sim.

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    • 09/11/2011 - 11:42
      Enviado por: Vander de Sousa

      Agora é a vez do PT depredar, não é mesmo? 7 ministros em menos de 1 ano. Vocês vão longe. O governo mais corrupto da história, com mensalões, propinas, etc; e vocês querem pagar de santos. Tão enganando quem?

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  • 09/11/2011 - 09:23
    Enviado por: Roberta

    marcelo, sugiro a leitura do relato no link abaixo, caso ainda não tenha lido.
    https://www.facebook.com/notes/shayene-metri/desabafo-de-quem-tava-l%C3%A1-reintegra%C3%A7%C3%A3o-de-posse/233831886679892

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  • 09/11/2011 - 09:27
    Enviado por: Bruno Coelho Leuenroth

    Pois eu agradeço à PM paulista pelo bom trabalho e digo que qualquer movimento social que tenha perdido com este episódio, defende valores absurdos para os dias de hoje. Com a presença da PM no campus TODOS os crimes diminuíram, mas tenho certeza que ninguém deixou de poder pensar, no que quer que seja, por causa dessa presença. Inclusive podem pensar em recusar essa presença, só espero que não consigam!

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  • 09/11/2011 - 09:33
    Enviado por: Viktor_Al

    Marcelo,

    Entendo sua colocação e seu prisma, mas vc ve as coisas a partir de um perspectiva revolucionaria dos anos 70. E aqueles q vestem GAP e Rayban, nao tem nada disso, vão pra casa de carro importado e voltam pra “revolução rave”.

    e outra coisa, pq 1% de um grupo, que restou após uma votaçao de saida e fim da ocupação teria legitimidade pra se dizer lutando por democracia??????

    Isso é a velha esquerda de sempre, uma esquerda ‘de bafo’ q na pratica é Dirceizante, fala uma coisa pra plateia e ‘sonha’ com tomar o poder e se perpetuar pra sempre sugando o ESTADO.

    Escolhessem outras formas de protesto, há diversas maneiras de se fazer isso..

    Podiam fazer isso limpando o Campus que acabaram por sujar mais.

    E outra meu caro, não há nada mais CONSERVADOR que tentar manter um debate no seculo XXI com os mesmos paradigmas dos anos 60/70 e sobre o arcaismo enterrado e morto da revolução bolchevique….

    Eles merecem é ser penalizados fazendo limpeza ‘social’ varrendo e lavando os banheiros da usp durante seu prazo de permanencia por la.

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  • 09/11/2011 - 09:36
    Enviado por: Monina

    “Na minha época não tínhamos problema de segurança com os fora-da-lei, tínhamos problema de segurança com a lei, com o AI-5”, conta o assessor do Ministério do Meio Ambiente Geraldo Siqueira, de 60 anos. Ele foi um dos líderes do Diretório Central de Estudantes (DCE) da universidade em 1977, quando era conhecido como Geraldinho. O geógrafo afirma que, nos seus dias de militância estudantil, a situação era incomparável com a atual.

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  • 09/11/2011 - 09:40
    Enviado por: Eric

    Parabéns para a polícia, por fazer a lei ser cumprida. Que decepção ver o Marcelo defendendo esses bandidozinhos…cadeia é o lugar desses vagabundos.

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  • 09/11/2011 - 09:40
    Enviado por: Juliana

    até que enfim uma opinião sensata nesse meio midiático horrendo.

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  • 09/11/2011 - 09:43
    Enviado por: Eduardo Fabrizzi

    Acho que esse assunto tem de começar a ser abordado pelo início. 1) O que levou a polícia ao campus? O assassinato de um aluno, ou seja, um crime; 2) A invasão (ou se preferirem, a ocupação) da reitoria se deu por qual motivo? Porque houve confronto entre um grupo de estudantes e policiais no campus; 3) Qual o motivo do confronto? Os policiais detiveram alguns alunos (segundo as notícias, eram três) que estavam fumando maconha e, consequentemente, portando. Ok, acho que até aqui todo mundo concorda, pois são os fatos. Agora eu vou dar minha opinião: 1) Não vejo qualquer problema da polícia entrar no campus, até porque a Universidade é pública, ou seja, bancada com o dinheiro do povo; 2) O papel da polícia é cumprir a lei e combater o crime. Fumar e portar (dependendo da quantidade) maconha é, no mínimo, contravenção, então os policiais não poderiam ficar de braços cruzados, pois se fizessem isto estariam violando o seu papel institucional; 3) Se querem descriminalizar a maconha, legalizar o uso, entre outros, isto é outro assunto e que pode, e deve, ser discutido no àmbito da Universidade, porém enquanto for ato ilícito, ele deve ser enquadrado como tal; 4) Se ganhar a tese de que polícia não combina com Universidade e que fumar maconha é permitido no campus por ser um ambiente de liberdade, esperem porque a USP vai virar uma grande boca de fumo, já que quem quiser fumar maconha vai se sentir à vontade para se deslocar até o local; 5) Pichar e danificar as instalações da reitoria também é crime, então deve ser enquadrado; 6) No meu entender, a única atitude errada aí por parte da polícia foi enquadrar também a conduta em formação de quadrilha, pois não me parece o caso. Sobre as propostas do DCE, o que me chama a atenção é o trecho “uma Guarda Universitária preventiva, gerenciada pela comunidade, com treinamento voltado para os Direitos Humanos e aumento do seu efetivo, principalmente feminino”. Ok, o que é este gerenciamento pela comunidade? O próprio DCE (parte da comunidade) pretende ditar à guarda o que é correto e errado? Pelas reinvidicações, parece-me que fumar maconha vai ser posto como ato lícito. Outra: Direitos Humanos são voltados para contenção de crimes de contravenções também, o assassinato do aluno foi uma clara violação de tais direitos. Por fim, Marcelo, chamou-me também a atenção a sua resposta dada ao leito Felipe (08/11/11 – 15:48h) -> “isso, viva o estado forte e soberano, só falta agora a cracolandia. ah, parabens macaca!”. Deixa eu ver se entendi, quer dizer que no caso da reitoria, cabe a ironia e crítica ao “estado forte e soberano”, ou seja, que usa a força institucionalizada para fazer valer a lei. Ok, vejo aqui um crítica ao sistema de forma geral e à própria polícia, que representa a força citada anteriormente. Vamos levar essa crítica e ironia para um outro caso recente e que ocorreu com uma pessoa que é cadeirante como você. Lembra do episódio no interior de São Paulo (acho que foi em Sorocaba) em que um delegado da PF estacionou em uma vaga destinada para deficientes e foi chamado a atenção por um advogado cadeirante? Pois é, o tal delegado cometou um abuso de autoridade (crime), lesão corporal (crime), pois deu uma coronhada no advogado. Agora eu lhe pergunto: diante disso, o que cabia ao cadeirante? Revidar ou chamar o “estado forte e soberano”, leia-se polícia, para fazer valer a lei e se proteger de um bandido desses? Repito: o papel da polícia é manter a lei, seja onde for, o que não é diferente em uma Universidade, principalmente uma pública. Volto a dizer: se querem discutir legalização da maconha, é um debate legítimo e que até é encabeçado por um ex-presidente da República, mas enquanto a conduta for delituosa, a regra deve ser respeitada e se não for, cabe a polícia fazer valer.

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  • 09/11/2011 - 09:50
    Enviado por: leila

    Os elevadores sociais e de servico tem a funcao de dar aos moradores o conforto de ter um elevador para as atividades de servico desde as compras de supermercado ate mudancas ou entregas.
    Sim os funcionarios usam o elevador de servico, estao la a trabalho, estao sendo pagos para estar la.
    E igual a garcom de festa sentar na mesa e comecar a comer e beber.

    A outra observacao que queria fazer e que eu mesma conheco muita gente capaz, trabalhadora, honesta , e inteligente que fuma maconha.Eles dizem que maconha se voce fuma demais da preguica, e se voce fuma em pequenas doses da energia.

    Mas e fato que ainda nao foram capazes de elaborar argumentos em defesa do uso da erva. Mesmo porque a lei coibe sequer a discussao da materia. Triste.

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  • 09/11/2011 - 10:06
    Enviado por: Sandro Sanchez

    Parabéns Marcelo!!!

    Existem muitos jornalistas e articulistas que sabem muito bem o que acontece nas universidades paulistas e não se manifestam !!!

    Com a PM nas universidades, o partido que tanto LUTOU contra a ditadura transformárá o maior patrimônio dos paulistas em mais ou menos o que conseguiuram fazer com o ensino médio e fundamental no estadode SP.

    Realmente o senso comum domina o assunto e falta coragem para muitos levantar a voz num espaço desse para levantar um pouco o debate. Incrível como repercutiu. PARABÈNS!

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  • 09/11/2011 - 10:06
    Enviado por: Gustavo

    O problema disso tudo é ter universidade pública e gratuita para marmanjo barbado!!! Privatizem a USP e verão esses estudantes no lugar deles, carteira escolar, estudando e conhecendo um pouco mais sobre a tal democracia e a tal republica, e então fazendo fazer seus direitos e DEVERES como cidadãos, e lutando por uma causa comum (a sociedade) e não olhando apenas para o próprio umbigo. Já viu algum aluno da FGV fazer greve? Da Ibmec invadir prédio?

    Façam-me o favor, cada um no seu quadrado (como se diz): estudantes nas salas e PM na rua!

    absss

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  • 09/11/2011 - 10:09
    Enviado por: Karamazov

    Acho que o Marcelo Rubens Paiva está com a síndrome de Peter Pan ! Todos nós que participamos das lutas estudantís dos anos 70/80 contra a ditadura militar já evoluimos, MENOS O MARCELO !
    A defesa que ele faz dos atuais maconheiros de classe média, que insitem em confrontar as Leis e a Polícia, não tem mais nada a ver com nossa antiga Luta pela Liberdade, felizmente já conquistada.
    Hoje, a grande maioria dos estudantes da USP, quer apenas estudar, mas tem sido impedida por uma minoria petista semi-analfabeta , inconformada com o repúdio do povo paulista ao seu partido e ao seu “Lider”, este, felizmente incapacitado, embora temporariamente, de nos incomodar com sua diarréia verbal. Coitado do Marcelo. Nada mais produziu que lhe garantisse a sobrevivência como escritor, vendo-se obrigado à humilhação de se misturar com a “escória intelectual” ligada ao partido mais corrupto de todos os tempos, gigolô da ignorância e da boa -fé do povo brasileiro.

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  • 09/11/2011 - 10:21
    Enviado por: Perla

    Amor olha o que vc gerou?!?!?!?! Uma manifestação blogueira!!!! Com direito a raiva e insultos. Não entenderam o texto, acharam que vc defendia o ato de fumar livremente, que é contra a policia fazer o seu dever, nossa!!!!!!!!!!!!!! Quanta falta de interpretação. E por que as pessoas gostam tanto de te agredir, de se meter na tua preferencia politica??? Esses insultos só me fazem lembrar uma coisa: todo mundo quer liberdade de expressão, mas quando alguém fala algo (opinião), pronto, já é bombardeado. Entendi e compreendi o texto, gosto de vc com ou sem “xaveco”, sendo ou não bicho grilo. Bjs

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  • 09/11/2011 - 10:26
    Enviado por: jincoln

    e lamentavel a miopia destes dinossauros ideologicos,com o estado de coisas que acontecem nesta universidade, pena que a ditadura de 64 não acabou com esta corja de comunistas, lamentavel

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  • 09/11/2011 - 10:26
    Enviado por: paulo

    Marx: Afinal, por que vocês invadiram a reitoria?

    Estudante: ora, você já sabe… porque a polícia está aqui… estamos nos sentindo aprisionados… isso ak parece o panótico do foucault….

    Marx: vc leu os textos do foucault?

    Estudante: alguma coisa… nao dá pra ler tudo… li as resenhas…mas a idéia do panótico é legal… daí chupei pra esse momento….

    Marx: mas não foram os próprios estudantes que quiseram a polícia aqui?

    Estudante: Não, mestre… só os burgueses daqui….são em maioria…

    Marx: Burguês? Mas que palavra antiga, parece um velho falando…. (risos)…eu falava isso no século 19, pô! Hoje a sociedade tem outros atores, outra configuração…. não dá pra falar mais em operariado, essas coisas…

    Estudante: Hein? Como assim???

    Marx: moleque, tudo o que eu escrevi fazia parte de um momento histórico… se eu estivesse vivo hoje, eu pensaria a repressão de outra forma… as forças políticas são outras… o pensamento não é dogmático em si mesmo….

    Estudante: …olha, esse seu papo tá muito esquisito mestre….

    Marx: moleque, pra poder criticar o Capital, eu tive que estudar a fundo os pensadores “caretas” também… tudo bem que eu expulsei o Bakunin da Internacional… aquele velho chato… mas não foi porque ele fumava maconha… foram questões políticas dentro do movimento…

    Estudante: O que??????? Você expulsou o Bakunin???

    Marx: Você não soube?

    Estudante: eh…não….

    (Longo silêncio)

    Marx: ae, tem um baseado aí?

    Estudante: …. pra você não, seu revisionista do c…….!

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    • 09/11/2011 - 11:03
      Enviado por: Viktor_Al

      rs brilhante dialgo Paulo..rs

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    • 09/11/2011 - 14:39
      Enviado por: carlos henrique caetano

      Jean-Paul Sartre escreveu em “Questão de Método”: “Enquanto houver exploração, enquanto o operário for produto de seu produto, a filosofia desse tempo será a filosofia da alienação. Toda filosofia que não parte da realidade material e que não faz do homem total o seu ponto de partida é uma filosofia retrógrada. O marxismo é a filosofia insuperável do nosso tempo. O concreto é história e a ação dialética”. Eu concordo com ele.

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  • 09/11/2011 - 10:27
    Enviado por: Otto

    Ao moderador (que pelo jeito não é o Marcelo): por favor, liberem o meu comentário das 08:17.

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  • 09/11/2011 - 10:29
    Enviado por: William Thiago

    Um bando de maconheiro playboy, bancando de roupa de gringo. Destruíram tudo, jogando dinheiro nosso no lixo. A lei é para todos, saiu da lei?? tem que ser responsabilizados!! São todos um bando de petista….

    Se com a mídia está ruim…..imagina sem ela.

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  • 09/11/2011 - 10:29
    Enviado por: Otto

    Aí vai de novo o meu comentário, com uma ligeira concessão à censura pra ver se passa na moderação:

    Marcelo:

    parabéns pelo texto, pela coragem de se expressar contra a truculência policial e truculência de uma parcela da opinião pública — aquela que vê Globo, Veja, Folha como expressão da verdade — saudosa de um regime de força. Parece que eu já vi este filme: nos anos 20, na Itália, nos ano 30, na Alemanha, em 1964, no Brasil… Estão chocando o ovo a serpente. Pavoroso!

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  • 09/11/2011 - 10:32
    Enviado por: Leo

    O que mais me chamou a atenção foi certos telejornais da manhã, com comentários claramente TENDENCIOSOS, NAO OBJETIVOS E CLARAMENTE PARCIAIS, especialmente contra os estudantes invasores.
    Nao precisamos que os senhores apresentadores nos digam o que temos que pensar de um acontecimento. O que estes senhores deveriam ter é mais equanimidade jornalística, contar os fatos imparcialmente e que cada um tire as suas proprias conclusões. Não precisamos de um telejornalismo de papai e mamai, com apresentadores-atores pondo cara de indignados a favor ou contra algum dos implicados em determinada noticia. Não confundam jornalismo com novela das oito…

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  • 09/11/2011 - 10:32
    Enviado por: Leo Ramos

    Gostaria… De, também, dar-te meus parabéns, por generalizar a PM, como “extorquistas viciados e mal treinados”…
    Sou PM, concordo, em parte, com seus pensamentos, mas Generalizar… não convém. Apesar de todas pedras no caminho, me esforço para não ser mais um Policial, e sim o Policial.
    Quando precisar da Policia, disque 190, no entanto procure saber antes a que segmento ele pertence… dos Mal treinados, dos Extorquistas, dos Truculentos, dos frustados, ou dos que esperam que a sociedade os vejam como HUMANOS”

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  • 09/11/2011 - 10:35
    Enviado por: Antonio M

    Pode ser que a reitoria da USP não aprovou a estação do Metrô, pois ná época não poderia contar com a PM para ajudar a segurança !!! Incrível contradição é argumentar contra moradores organizados que tentam manter o local onde vivem minimamente decente, coisa que os tais revolucionários sempre pederm para que o povão faça e nenhuma crítica aos próprios políticos que defendem tais albergues e estações de Metrô que moram próximos a eles e NADA fizeram a favor !! O que os estudantes querem é fazer igual aos atuais ocupantes do poder: serem definidos como persguidos políticos para poderem entrar com sua aposentadoria especial precoce e isenção de IR precoce com LuLLa, Jair Meneghelli e corja, e poderem ficar fumando seu baseado em paz nos botecos e na varanda de casa sem fazer nada da vida, enquanto milhões de trabalhadores permanecem trabalhando e pagando seus impostospelo menos até os 65 anos de idade, se aposentando com um porcaria de pensão e ainda obigados a comparecer às urnas para legitimar a farsa !!!

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  • 09/11/2011 - 10:41
    Enviado por: Charles

    Em quatro meses de policiamento, os furtos de veículos caíram 92,3%; os sequestros relâmpagos, 87,5%; os roubos, 66,7%; e os delitos de lesão corporal, 77,8%. Atuação truculenta da PM? Esses esquerdistas são cínicos mesmos. Queria que fosse o filho de um desses esquerdistas safados que tivesse sido assassinado no campus.

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  • 09/11/2011 - 10:43
    Enviado por: nah

    A ocupacao deveria levantar o debate sobre as drogas, a autoridade da policia – muitas vezes corrupta e extorsiva, o abismo social no Brasil – que gera violencia, as manobras politicas envolvendo a reitoria, a falta de acesso que os mais pobres tem a USP…
    Nao eh preciso concordar com os atos dos estudantes para debater o caso.

    No entanto, diante dessas questoes tao complexas o Brasil soh consegue falar ”maconheiros, filhinhos de papai”, ”rebeldes sem causa”, ”soh querem fumar maconha”, ” eu nao tenho tempo de protestar porque trabalho e pago impostos”, ”nao querem estudar”…

    Simples assim…

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  • 09/11/2011 - 10:45
    Enviado por: Adriana

    Sem contar que o atual reitor da USP, o queridíssimo RODAS (por favor notem a ironia…), era não apenas favorável à ditadura como apoiou vários de seus processos, como o caso Zuzu Angel…
    As reivindicações dos estudantes demandam segurança sim, mas provida por uma guarda universitária com efetivo suficiente e bem preparada, com seu foco na criminalidade e não nos movimentos sociais…

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  • 09/11/2011 - 10:54
    Enviado por: David

    Triste país em que, se de um lado a polícia vive com resquícios da ditadura, de outro lado estudantes vivem com resquícios do esquerdismo barato. Ocorre, no entanto (e os estudantes não percebem), que a polícia representa o Estado, detém o monopólio do uso da força e, atualmente, o cidadão possui meios inúmeros de coibir os excessos por ela cometidos. Mas uma coisa há de ser ponto pacífico: não será com o uso da Lei de Talião, agredindo a polícia com cavaletes e depredando o patrimônio público, nem tampouco com o consumo da “inocente” maconha que os estudantes farão valer seus direitos. Não se conserta erro com erro. Quando a polícia abusa, processa-se o Estado e pede-se uma indenização – no caso concreto, talvez esta opção não tenha passado pela cabeça dos nobres estudantes da FFLCH por um simples fato: eles sabem que fumar maconha é contra a lei. A criançada acha “cool” ser rebeldinho, mas não se dispõe a assumir os erros quando é flagrada.
    Ah, importante destacar aos leitores…o patrimônio de toda universidade pública é pertencente a todos os brasileiros, de forma que eu, residente, domiciliado e nascido em Porto Alegre, tenho tanto direito a exigir a preservação da ordem e do patrimônio no campus da USP quanto qualquer aluno, seja da FFLCH, seja de qualquer uma das outras faculdades que compõem a USP.
    Por fim, expresso meu pesar…eu sei que na USP a maioria das pessoas dá seu sangue e suor investindo em pesquisa, inovação e construção do conhecimento…infelizmente, é uma pena que um pequeno grupelho esteja tentando manchar a imagem da universidade, teimando por fazer as pessoas crerem que o ensino, a pesquisa e o conhecimento não são mais os objetivos últimos das instituições de ensino superior.
    Pelo menos aqui na PUC o ensino e a pesquisa ainda são prioridade, e quando dá quebra-pau (o último foi por causa das eleições no DCE) a reitoria tem pulso firme e pune os responsáveis com as medidas que todos os estudantes de bem esperam que sejam tomadas.
    Abraços a todos.

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  • 09/11/2011 - 10:58
    Enviado por: Luiz

    Marcelo, infelizmente li o que escreveste (foi curiosidade masoquista). Pule novamente em um lago raso, por favor.

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  • 09/11/2011 - 10:58
    Enviado por: mario fernando massini

    Coisa dos Malufistas, ordem, ROTA na rua,com ele não tinha baderna…com ele nem o STJ pode… lembrem-se de 9 de julho data historica da corrupção e da impunidade quando o presidente do supremo o SR. Gilmar Mendez saiu de Brasilia e veio a 1 da manhã liberar Paulo Salim MALUF da cadeia.
    Mas acho que aquele rapaz de camisa vermelha vai sair candidato á deputado ou outro cargo usando isso no curriculum “..Esteve ezilado no Chile apos ser preso pelo Procom vendendo esterco de cavalo por maconha..” (lol)
    Nada melhor que ser de boa familia, receber pra estudar e ficar 365 dias por ano fazendo carnaval sem ninguem pra te cobrar

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  • 09/11/2011 - 11:02
    Enviado por: David

    Ah, Marcelo, por último…geração mascarada é essa que causou toda a confusão. Esse discurso de tentar “caretear” os cidadãos corretos é TÃO démodé…caiu junto com o muro de Berlim.

    Menos demagogia teórica e mais ação prática mostraria que é fácil combater o abuso do direito por parte da polícia ou de qualquer outra autoridade sem o uso da força. O problema está na nossa cultura: ao invés de ingressarmos judicialmente contra a autoridade, preferimos pregar aquele blá-blá-blá da época da ditadura porque é mais conveniente, tem um quê de intimidatório. Viver sob a sombra da ditadura, incrivelmente, é cômodo pra alguns, mas não ajuda em nada a fazer nosso país evoluir.

    Um abraço.

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  • 09/11/2011 - 11:02
    Enviado por: Felipe Meira

    Marcelo, sou leitor do seu blog e da coluna que escreve quinzenalmente no Estadão.
    Respeito o seu ponto de vista, porém as condutas praticadas pelos estudantes, tanto em relação ao consumo de drogas quanto a invasão da reitoria, são ilícitas e devem ser combatidas. Sendo universitário e, por estudarem na USP, se auto-julgarem a “elite intelectual” do Brasil, deveriam, no minimo, saber interpretar um texto de Lei.
    Quanto a falta de efetividade da aplicação da lei e do trabalho da P.M. e do autoritarismo dos policiais, isso não dá a ninguém o direito de descumprir as normas e leis do nosso Pais.
    Pelo que esses estudantes lutam? – pelo direito de circular livremente pelo campus portando e usando substancias proibidas? por se julgarem a “elite intelectual” eles estão a cima da lei?
    Isso é opinião minha, com todo respeito e admiração a sua e aos textos e pontos de vista que expõe nesse blog, sua coluna e em seus livros, pois sou um fã do seu trabalho.

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  • 09/11/2011 - 11:03
    Enviado por: Will

    A USP não é democrática! Os alunos se iludem achando que existe democracia lá. O sistema é comandado por pessoas conservadores (praticamente Senadores Vitalicios) que não querem mudança politica alguma. A representação dos funcionários e dos estudantes é infima, quem tem maioria são os professores titulares, que quando chegam a este cargo (nível) já estão com o pensamento alinhado com o conservadorismo.

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  • 09/11/2011 - 11:04
    Enviado por: Rodrigo Lemus

    Prezado Rubens:

    Embora vc escreva hoje (pois não tenho conhecimento de suas publicações recentes – e gostaria de ter), como colunista, blogueiro, etc, em jornal tendencioso e com o ar tão cracterístico da direita rançosa e prepotente, fico feliz em saber que existe uma voz dissonante dentro dessa midia que se enaltece em criminalizar tudo que seja ou invoque movimento social. Há tempos que meus dias de Unesp se foram, mas sei bem que o aparato do estado é implacável quando se trata de reprimir qualquer tipo de manifestação estudantil ou outra de cunho social. É triste ver pessoas que defendem a invasão de um campus universitario pela policia (coisa que em um estado democrático é impensada – nem no Chile, com um governo delcaradamente de direita isso é assim!). Falar aos 4 ventos que esses estudantes estavam defendendo a maconha e por isso tomaram a reitoria, se é verdede ou não, não sei, mas parece que é isso que a grande midia quer fazer as pessoas acreditar. Agora me pergunto, quem escutou o outro lado da historia, aonde estão as entrevistas com os alunos, cadê a versão destes alunos??? Pessoal, parem de tomar como fonte da verdade tudo que le e se ve na tv, pois com certeza toda averdade não está lá!

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  • 09/11/2011 - 11:08
    Enviado por: Roland Scialom

    O show foi uma mostra da incompetencia geral.
    1. Incompetencia da Reitoria que não sabe por em prática um esquema de segurança eficiente no campus e precisa recorrer à policia.
    2. Incompetencia da Policia cuja cúpula é de moralidade duvidosa e cuja atuação se caracteriza por ignorancia, brutalidade.
    3. Incompetencia dos estudantes que não são capazes de desenvolver um trabalho conscientizador nas bases da sociedade e que ao invês disso agem de forma discutível.
    De uma maneira mais geral, esse show de incompetencia é coerente com o que somos. Somos uma sociedade que prima pela incompetencia cronica da maioria dos individuos que estão no comando. Esse problema da incompetencia não é seriamente abordado nas universidade que tem o dever de formar os competentes que irão comandar. A moda na academia é publicar papeis em revistas indexadas e não formar gerações de gente competente para fazer evoluir a sociedade para algo melhor do que ela é neste momento.

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  • 09/11/2011 - 11:10
    Enviado por: Max

    A justiça deu duas opções aos invasores: sair por bem ou sair por mal. Decisão da justiça tem de ser respeitada por todos, e se a manifestação fosse legítima a justiça não teria ordenado a reintegração de posse. E quer queira, ou quer não, a PM é a instituição que é incumbida de tal papel. Acham ela ruim, truculenta? Comecem a exigir isso dos Deputados e Senadores que vocês elegem, é assim que se resolvem os problemas de forma democrática. Não respeitar as leis e as decisões judiciais é autoritarismo, e esses invasores vão ter de aprender por mal de que suas ações tem consequências, não achem que podem fazer o que quiser sem serem punidos.

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  • 09/11/2011 - 11:18
    Enviado por: Laura

    Acho que as ‘máscaras’ podem ser lidas, com facilidade; afinal, o design é o mesmo de sempre; no caso da USP, pode-se ‘ler’ – ela tem de estar ‘livre’ para fazer o governo tucano! A propósito, a campanha ‘pró’ PSDB começou hoje. Leia o/este jornal!!!

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  • 09/11/2011 - 11:19
    Enviado por: RAFAEL

    PAPO FURADO!

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  • 09/11/2011 - 11:21
    Enviado por: Vander de Sousa

    E os outros noventa e tantos por cento de estudantes tavam onde mesmo, heim? Estudando, será? Pô, mas estudar???!!! Numa universidade???!!! Só no Brasil mesmo!!! Deviam perguntar pros pais das vítimas de assalto, estupro e assassinato dentro da USP o que eles acham da PM lá.

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  • 09/11/2011 - 11:22
    Enviado por: Julio Pompeu

    Demorou, mas até que enfim achei alguém na mídia que analisa a confusão na USP com alguma ponderação. Parabéns.

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  • 09/11/2011 - 11:24
    Enviado por: Anselmo

    Na realidade a USP é uma faculdade frequentada somente por alunos plaboyzinhos maconheiros, e não para a população que não tem condições de pagar uma faculdade. Não querem a policia nos campus para sustentar traficantes, são esses os seus ideiais e valores? sustentar o trafico? A ação da policia foi corretissima, tem que estar na rua, principalmente a Rota contra a criminalidade e o tráfico.

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  • 09/11/2011 - 11:28
    Enviado por: Gino

    Ha ha ha ha ha ha, que ridículo!!!

    A PM foi lá cumprir a lei!

    Vale pra aquele amontoado de moleques mimados que defendem a implantação de uma ditadura de esquerda, as mesmas leis que valem para todos os outros cidadãos.

    E pela barbichinha do Mauricinho ele também deve estar atras da ditadura que vai salvar o povo.

    Democracia neles governador!!!!

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  • 09/11/2011 - 11:29
    Enviado por: Rafael

    Se vocês, “Revolucionários da USP”, são tão sábios, eu tenho uma ideia: Vão lá ocupar novamente a reitoria da Universidade e descumpram a decisão judicial mais uma vez!!
    Mas não deixem de pagar o convênio médico e já providenciem um advogado para atuar em seus nomes.

    Boa sorte a todos.

    Obs: lugar de aluno é na sala de aula. E se vocês são tão bons para o nosso país, ajudem pedindo para o pai de vocês doar dinheiro para instituições carentes e não viajando para a Europa e enriquecendo mais ainda o velho continente.

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  • 09/11/2011 - 11:32
    Enviado por: Rafael

    Aliás, se vocês estão tão irritados com o que nosso Estado faz, dou outra dica: APRENDAM A VOTAR!!!

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  • 09/11/2011 - 11:37
    Enviado por: clauber

    Para os “revolucionarios”, O tambor faz muito barulho,mas eh oco por dentro….

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  • 09/11/2011 - 11:43
    Enviado por: Rodrigo

    Prezado Marcelo R. Paiva

    Com exceção da questão envolvendo a USP e o Metrô, me perdoe, você viajou. Fumar maconha no campus é bem diferente de debater a legalização dessa e outras drogas. A Cidade Universitária é publica, mas os seus frequentadores devem obedecer algumas regras que no caso, também estão enquadradas no Código Penal (Posse e uso de entorpecentes). O referido dispositivo legal não aplica qualquer sanção mesmo ao debate à propria legislação. E para ser sincero, a USP ou qualquer espaço público não é quintal para maconheiros. A vida alheia não me diz respeito, mas se os manés querem fumar um baseado, que o façam em suas casas! Você ou algum deles já pensou em perguntar para alguma pessoa da família do aluno assassinado esse ano no estacionamento da FEA se a presença da PM é ruim para a Universidade? Eu já vi em outras ocasiões nos campi da UNESP do interior o lixo e a bagunça deixada por ocupações de alunos que diziam “valorizar o ensino e o patrimônio público”. A Polícia Militar patrulha o campus para evitar que crimes aconteçam e não vigiar as opiniões ou fatos debatidos em seus prédios. E desde que a patrulha começou o número de crimes caiu sensivelmente, a sensação de segurança aumentou e o mais notável, não houve até então qualquer queixa de abuso no uso da força pela polícia. Fumar ou portar maconha é crime, assim como a impunidade e o descumprimento às leis. Se quisermos mudar o mundo comecemos por nós mesmos! E parabéns a Polícia Militar do Estado de São Paulo!!!!!!

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  • 09/11/2011 - 11:45
    Enviado por: Matheus

    Balanço bastante equilibrado do que tem acontecido na USP:

    http://colunas.epoca.globo.com/paulomoreiraleite/2011/11/09/guerra-de-ilusoes-e-fantasmas-na-usp/

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  • 09/11/2011 - 11:54
    Enviado por: Ana

    Marcelo,
    Voce deveria informar-se melhor antes de escrever! O texto esta’ repleto de informacoes erradas!
    Alem disso, acho que voce vive do passado!! Comparar a exemplar atuacao da PM com a repressao dos tempos da ditatura e’ muita ignorancia ou, no minimo, saudosismo tendencioso!
    Os contribuintes brasileiros – e certamente a maioria dos estudantes – nao aprovam a acao de uma minoria de baderneiros mascarados, destruidores do patrimonio publico… Pagamos muitos impostos para que eles estudem de graca e nao para que a Universidade sirva ao delirio partidario e atrasado!
    A lei e’ para todos! Assim e’ numa democracia! Afinal, nao foi pela democracia que lutamos?
    Acorda, Marcelo! Chega de bobagens…

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  • 09/11/2011 - 11:59
    Enviado por: Gerson Faria

    Nada sobre os coquetéis Molotov? Democracia incendiária? Faça-me o favor, senhor Paiva, largue esse discursinho esquerdista de meia pataca.

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  • 09/11/2011 - 12:00
    Enviado por: Evandro A.

    Vá ao Nordeste, que vc verá praias cercadas…

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  • 09/11/2011 - 12:26
    Enviado por: Luiz Gonzaga

    No meu tempo Universidade era espaço de estudo e pesquisa. Essa turma esquerdóide deveria filiar-se ás FARC!
    …ou ir para o Irã como malucos-bomba, para gozar do deleite do Paraíso prometido. Chega de palhaçada!!!

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  • 09/11/2011 - 12:40
    Enviado por: Adriano Ortolani

    Até quando os “revolucionários”da USP vão entender que a PM no Campus ou não é uma questão social, de quem paga impostos e quem quer se sentir seguro. Se querem brigar por outras coisas, que fizessem o protesto em outro dia. Aproveitaram o momento para jogar toda a “merda”no ventilador.
    Sou estudante da USP e quero segurança! Sou estudante da USP e quero melhorias no Campus. Sou estudante da USP e não quero mais sentir cheiro de maconha! Sou estudante da USP e não quero encontrar meu carro arrombado! Sou estudante da USP e compreendo que faltam melhorias no Campus, porém não é desta forma que a gente consegue alcançar nossos objetivos. Vivemos em um mundo que hoje compartilha informações. Se as mobilizações são boas e sucintas, que promovam algo inteligente através de redes sociais. Exponham o trabalho de melhoria na internet, com bons argumentos, e divulguem. Com certeza existirá um engajamento popular!
    Agora, por favor, apoiar estes projetos de “Ches”ou “Fidels”é uma barbaridade!
    Sou estudante da USP e não preciso ficar apenas alienado nas mídias! Comprovo diariamente, com meus olhos, o que acontece lá!

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  • 09/11/2011 - 12:43
    Enviado por: Wan

    As mães dos meninos estiveram na noite anterior e a reitoria estava intacta? Então as imagens foram tiradas de algum filme….ou a polícia forçou os mesmos para que destruísse tudo aquilo…..pode ser….Fico imaginando se na verdade não eram os policiais que estavam fumando maconha….Será que não??? A lei brasileira ainda não liberou as drogas…mas os usuários devem ser detidos sim!!! O mais engraçado é que as imagens no Complexo do Alemão foram aplaudidas…e a detenção no Campus não, pois houve “truculência”….Fico imaginando um policial chegando pra um usúario se o mesmo, por obséquio, poderia apagar o seu distinto cigarro…só pode ser piada!!!

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  • 09/11/2011 - 12:46
    Enviado por: Eduardo Luiz

    Acho que a forma de protesto, como esta da atualidade, não é a mais adequada, é preciso separar reivindicações sérias e algazarras, estes atuais não são apoiados pela grande maioria dos estudantes. Vejo alguns abastados querendo direitos se…m os respectivos deveres. Uma reivindicação quando mal conduzida, tem seu efeito anulado, quem sabe em uma próxima oportunidade, estes “estudantes” conduzam a situação de uma forma mais séria e madura.

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  • 09/11/2011 - 12:55
    Enviado por: Eduardo Luiz

    Paulo seu comentário, sobre o diálogo do Marx e os Estudantes… é muito bom, desculpe mas vou postar no meu face.

    Parabéns!!

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  • 09/11/2011 - 13:12
    Enviado por: alguem

    Entendi direito ou você está comparando os estudantes da USP de hoje com os jovens revolucionários da decada de 70 e 80 que lutaram contra a ditadura, foram exilados e ansiavam eleições diretas? essa foi engraçada! com tudo o que está acontencendo no Brasil, nem 1 esudante da USP pediu justiça.
    Outra coisa que não entendi bem: democracia só pode existir dentro da universidade, mais precisamente da USP? Achava que poderia e deveria ser em todos os lugares e direito de todos os cidadãos e não apenas daqueles que passaram no vestibular e dentro de um gueto fechado e isolado.
    Alias, como vc bem definiu, a sociedade brasileira segrega mesmo (e muito) desde que foi criada, mas a maior segregação que tem é a dos que podem dos que não podem estudar na USP. Pois isso já nem é segregação, é exclusão e contra isso ninguem briga não é? porque eles não se manifestam contra o vestibular e defedem a distribuição de senhas para a inscrição nos cursos universitários. Isso sim é democracia não?
    Sinceramente, defendo a liberdade de expressão, acho que o povo brasileiro é muito resiliente com coisas erradas e não briga por seus direitos e por justiça, mas daí a achar que os alunos da USP são “diferenciados” dos demais e podem fazer o que quer, vc está se portando da mesma forma que a moradora do Higienópolis.
    Sorte deles que tem PM na USP, tantos crimes poderiam ser evitados em muitas vizinhanças de SP se houvessem ali tantos policiais quanto na USP, mesmo eles sendo mal treinados e tudo o mais que vc falou.

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  • 09/11/2011 - 13:23
    Enviado por: Felipe

    A nota de esclarecimento sobre a assembléia geral dos estudantes de 01 de Novembro, do próprio DCE-USP, expõe que os estudantes foram contra a ocupação, que se deu por uma minoria que desrespeitou o decidido em assembléia.

    Entretanto, o comportamento inadequado não justifica a truculência do Estado, que mobilizou verdadeiro aparato militar para retirar menos de uma centena de estudantes desarmados.

    A ocupação teve nítido caráter político – os invasores não tiveram qualquer intenção de possuir o imóvel para si; a motivação era (como sempre foi) uma tentativa de provocar um diálogo à força.

    Os estudantes não são contra o aumento de segurança no campus. Apenas querem, como também outras entidades representativas que lá atuam, debater qual a melhor forma (vide as sugestões deles na nota do DCE-USP) de se implantar isso. O que acontece é que a reitoria, em conjunto com o governo do Estado) simplesmente decide as coisas à revelia dos estudantes e funcionários da USP.

    Democracia não é fácil. Democracia não é simplesmente direito a voto e cumprimento estrito de obrigações legais. Democracia é debate, participação e entendimento. A polícia não é treinada para isso. O uso da força é sempre o meio mais fácil.

    Os estudantes não querem ficar livres para fumar maconha. De onde tiraram essa ideia? Os estudantes da USP são, simplesmente, um grupo com mais ciência de seus direitos democráticos que o resto da população. Imagine se mesmo nós, trabalhadores comuns, fossemos abordados por uma viatura e dissessem-nos para por as mãos na parede para uma revista – além de ficarmos indignados, o que faríamos? Decerto questionaríamos o oficial sobre o motivo/suspeita, não aceitando violência, nem respostas do tipo: “procedimento de rotina”. Aí é que mora o problema. É uma fórmula explosiva juntar pessoas conscientes com truculentos cumpridores de ordens que estão acostumados a tratar com marginais e indivíduos que não têm ideia de seus direitos.

    Democracia de verdade busca o máximo possível de participação popular direta, limitando-se a participação indireta para casos de absoluta impossibilidade. A questão da segurança na USP permite sim a participação dos estudantes nas tomadas de decisão.

    O que me deixa preocupado é que os “formadores de opinião”, que nunca leram livros ou artigos sobre democracia/sociologia/política etc, nem filmes ou documentários do tipo (ou qualquer outro meio de informação), mas assistiram a Tropa de Elite, acham que sabem tudo do tema, e imediatamente relacionam estudantes universitários com aqueles caricatos do filme. Ou seja, intelectuaizinhos de esquerda, maconheiros, filhinhos de papai, apenas interessados em liberdade para fumar maconha e fazer passeatas em defesa dos direitos humanos.

    A reitoria sempre foi ocupada e o problema sempre foi resolvido com diálogo. Parodiando o filme, democracia de verdade é muito difícil – exige pessoas preparadas para aguentar essa pressão da discussão; se alguém que quer fazer parte dela quer resolver as coisas do modo mais fácil (leia-se “porrada”), não é digno de aí estar, e deveria ouvir um “Pede Pra Sair”!

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  • 09/11/2011 - 13:34
    Enviado por: Ana

    Caramba… como é difícil… Você escreve uma coisa, as pessoas entendem outra. É e sempre será assim? Em tudo?
    Generalizar é uma grande estupidez! Agir com violência, pedindo paz, idem. Aprender a votar, a reconhecer a diferença entre política e politicagem; liberdade e libertinagem – isso é importante. E me parece que, entra ano, sai ano, e as pessoas continuam se confundindo.
    Parece que está tudo tão errado que eu já não sei se consigo ser otimista. Investir em estádios inúteis quando se falta educação, saúde, informação, transportes, qualidade de vida… isto, para mim, é tão surreal. Reclamar da polícia, mas não investir em nada que a faça ser melhor; continuar votando em politiqueiros ou em “personalidades” imbecis apenas para declarar que tudo é uma palhaçada – isso também é burrice e estúpido! O será que ainda não entendemos???
    Como é difícil!!

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  • 09/11/2011 - 13:42
    Enviado por: Marcus

    Até que enfim um texto bem escrito e que não ofenda os interesses estudantis. Me parece impossível que cerca de 3 mil alunos decidam paralisar um curso na FFLCH para apenas fazer baderna… Chega de deturpação!
    O Estado não se compromete com os interesses públicos e diz que os estudantes precisam de aula de democracia?! Estranho porque é o mesmo governador há anos que qualquer movimento social que surja utiliza-se da polícia militar para coerção: luta por moradia, direitos humanos, professores em greve… Sucatearam a educação pública e depredam os meios de transporte com altos valores tarifários. Isso alguém falou? A USP é pública e deve ser utilizada pelo público. O dinheiro do contribuinte é revertido para empresas que não retornam a mesma sociedade que pagou as despesas. Acordem minha gente…vocês estão sendo roubados. E quem ocupou a reitoria não é bandido. Minha solidariedade aos trabalhadores e estudantes que participaram do movimento!

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  • 09/11/2011 - 13:51
    Enviado por: valdir

    Eu particularmente acredito que o protesto se faz necessário e acreditar em tudo que se ve na tv é no mínimo incoerente, no entanto é só acompanhar os lideres da manifestação e verificarem a real intenção deste grupo minoritário, depois que descobriram que para se chegar ao poder basta fazer bagunça , encontraram o caminho da mina de ouro, sou a favor de organização da luta até mesmo armada contra qualquer tipo de governo tirano, no entanto ver pseudos intelectuais com camisa de partido político é no mínimo o fim de um começo, pois não precisa ir longe para identificar que qualquer manifestação vinculada a ideologia partidária nunca será um processo de mudanças, mas um mecanismo para se chegar ao poder , o movimento é uma ação viva e um processo constante que não cabe em ética partidaria nem em dogmas esquerdistas ou direitista, a ação só acontece sem vinculos pois estes estão vinculados a normas ou leis e protesto para ser sério nem a lei deve respeitar……….

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  • 09/11/2011 - 13:52
    Enviado por: Mourolandia

    reitor é eleito em processo “antidemocrático”… alunos revolucionários: quietos.
    o reitor é “persona non grata” … alunos revolucionários: quietos.
    morre um aluno assassinado… alunos revolucionários: quietos
    é assinado um convênio com a PM… alunos revolucionários: quietos
    três maconheiros são presos pela PM… alunos revolucionários: fazem a ‘revolução’
    qual foi o motivo da briga mesmo?

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  • 09/11/2011 - 14:18
    Enviado por: o censurado

    A revolução dos ‘bichos grilos’ mimados da USP

    09 de novembro de 2011 | 3h 08

    José Nêumanne, jornalista e escritor, é editorialista do ‘Jornal da Tarde’ – O Estado de S.Paulo

    “”"O câmpus de qualquer instituição acadêmica é sagrado para a transmissão do saber, não para o consumo de drogas. É proibido fumar maconha na nave da Sé, na rua, em boates e na Cidade Universitária. Os “bichos grilos” mimados que se disseram “torturados” por terem sido levados de ônibus – e não nos carrões dos pais – para a delegacia devem ser fichados como bandidos comuns e expulsos da universidade para que outros que querem e precisam estudar recebam a educação que desprezam.”"”

    http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-revolucao-dos-bichos-grilos-mimados-da-usp-,796449,0.htm

    A Universidade de São Paulo (USP) é a maior instituição pública de ensino superior do Brasil. Com 11 câmpus e 89 mil alunos matriculados, dos quais 50 mil na Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira, figura também entre os mais reconhecidos centros de excelência em pesquisa científica e produção de pensamento filosófico do subcontinente latino-americano. No entanto, nenhum de seus mais respeitáveis mestres de Matemática será capaz de explicar de que tipo de legitimidade foram ungidos os 73 vândalos que ocuparam dois prédios – um da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e outro da Reitoria – para merecerem do reitor anistia “administrativa” pelos danos cometidos contra o patrimônio, de propriedade da cidadania brasileira, que sustenta suas atividades de aprendizado. Nem sequer o grego Aristóteles, preceptor de Alexandre, o Grande, encontraria alguma lógica na concessão dada a, digamos, 600 estudantes para decidirem sobre a permanência de jovens turbulentos e estranhos ao expediente nos dois prédios, a pretexto de protestarem contra a presença da Polícia Milita (PM) no câmpus, que consideram “território sagrado” e inviolável.

    Quem se depara com a informação de que os invasores dos prédios só admitiam negociar com a Reitoria se os policiais fossem afastados da Cidade Universitária pode ter a falsa ideia de que, de repente, num pesadelo inimaginável, tivéssemos voltado à ditadura, que reprimia a liberdade acadêmica. Nada disso! Entre janeiro e abril deste ano, os roubos no câmpus aumentaram 13 vezes e os atos de violência – entre os quais estupros e sequestros relâmpagos – cresceram 300%. Em maio, um estudante de Economia foi morto num assalto. O sangue dele foi a gota que fez o cálice transbordar e a direção da USP assinar um convênio com a PM para que soldados fizessem o papel que vinha sendo desempenhado por 130 agentes de segurança patrimonial, que, em dois turnos, vigiavam dezenas de prédios e vários estacionamentos e garantiam a segurança de 100 mil pessoas que circulam todo dia pelas ruas da sede da USP. Em quatro meses de policiamento, os furtos de veículos caíram 92,3%; os sequestros relâmpagos, 87,5%; os roubos, 66,7%; e os delitos de lesão corporal, 77,8%.

    Tudo corria muito bem até o dia em que policiais militares que patrulhavam as ruas amplas e arborizadas do aprazível local abordaram três alunos que fumavam maconha no prédio da História e da Geografia. Quando tentaram levá-los para o 91.º Distrito Policial (DP) para registrar a ocorrência, os agentes da lei foram atacados por uma horda de cerca de 200 estudantes. Do entrevero resultaram policiais feridos e seis viaturas apedrejadas. Minorias radicais que controlam diretórios acadêmicos e sindicatos de servidores e professores usaram o incidente como pretexto para um violento protesto contra a presença da polícia “repressora” em “seu” câmpus. Os rebeldes ocuparam um prédio da FFLCH, transformado em QG de sua guerra contra a “neorrepressão”.

    A congregação da faculdade cujo prédio foi invadido apoiou a invasão e a reivindicação dos amotinados. Mas, numa demonstração de que, felizmente, é possível estudantes aprenderem certo, mesmo quando seus mestres ensinam errado, a maioria dos alunos aprovou, em duas assembleias, a imediata desocupação dos prédios e o policiamento das ruas. A decisão era de uma sensatez cristalina. Afinal, as únicas prejudicadas com a presença de policiamento no local foram as quadrilhas instaladas nas favelas que cercam a sede da universidade, as quais tiveram reduzidos seus lucros no furto de bens, na sevícia de pessoas e na venda de drogas. A serviço dessas quadrilhas – da mesma forma que as Farc, na Colômbia, se tornaram a guarda pretoriana dos traficantes de cocaína e o crime organizado no México se aliou ao terrorismo internacional patrocinado pelo Irã -, os grupelhos esquerdistas desprezaram a decisão democrática dos colegas, ocuparam a Reitoria e exigiram a retirada da polícia para negociar a retirada.

    Ao invadirem os prédios, mascarados, os ativistas da revolução dos filhinhos dos papais da USP mostraram que não tinham vergonha de se comportar como os assaltantes de diligências no Velho Oeste americano. E que contavam com a possibilidade de não ser identificados na hora de terem de pagar por seus crimes. Ao aceitar sua exigência de que os anistiaria desses delitos, o reitor João Grandino Rodas agiu com a pusilanimidade com que habitualmente os administradores universitários enfrentam esses delinquentes.

    Desde que a escolha dos reitores passou a ser feita pelo voto de alunos, funcionários e professores, a politicagem vem sendo a moeda de troca que tem permitido esse tipo de baderna, nociva ao livre aprendizado e à pesquisa que a sociedade paga caro para manter em instituições como a USP. Felizmente, contudo, a autoridade policial não precisa dos votos dos baderneiros e fez o que devia ser feito: numa operação espetacular e exemplar, retomou os prédios dos invasores e os levou em ônibus para a delegacia, da qual cada “bicho grilo” mimado só saiu depois de pagar fiança de R$ 545, valor razoável para as famílias de privilegiados de elite que não frequentam aulas que poderiam estar sendo ministradas a filhos de pobres, que pagam as contas da USP e não têm chance de frequentar seus cursos caros e disputados.

    O câmpus de qualquer instituição acadêmica é sagrado para a transmissão do saber, não para o consumo de drogas. É proibido fumar maconha na nave da Sé, na rua, em boates e na Cidade Universitária. Os “bichos grilos” mimados que se disseram “torturados” por terem sido levados de ônibus – e não nos carrões dos pais – para a delegacia devem ser fichados como bandidos comuns e expulsos da universidade para que outros que querem e precisam estudar recebam a educação que desprezam.

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  • 09/11/2011 - 14:21
    Enviado por: Iker

    A ditadura já acabou faz tempo. A esquerda brasileira precisa de um psicólogo. Dialética não é baderna, quebra-quebra, invasão de instiruições. Isso é selvageria. Se mobilizem contra a corrupção, não contra a justiça e a ordem. Pra que abrigo de mendigos em Pinheiros? Construa-o no Capão Redondo. Misturar os desiguais não gera consciência social, gera ódio e revolta de ambas as partes, vide o conflito Paraisópolis-Morumbi. Isso é discurso de sociólogo esquerdinha retrógrado, que se recusa a admitir que sua ideologia de vida ruiu. Lamentável Sr. Marcelo.

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  • 09/11/2011 - 14:28
    Enviado por: Sara

    Marcelo defende o direito dos baderneiros..ops estudantes
    afinal se ele pode chapar a vontade porque ele nao poderiam chapar no campus
    e depredar a instituição na qual entraram de graça e consomem dinheiro público

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  • 09/11/2011 - 14:28
    Enviado por: akira.

    Mto bom o texto! Coerente e direto!
    Uma das poucos opnioes, cuja a clareza é maior do que o sensacionalismo.

    Parabens!:)

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  • 09/11/2011 - 14:32
    Enviado por: Fábio

    Essa turma luta pelo quê?
    São extremistas da esquerda que acham que tem o direito de depredar patrimônio público.
    Se o enredo fosse o mesmo, mas mudassem os personagens e o local (fosse a torcida do Corinthians exemplo), ninguém iria passar a mão na cabeça iriam é tirar sarro!

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  • 09/11/2011 - 14:35
    Enviado por: Wanderley

    ser policial militar ninguem quer… mas na hora de meter o pau é muito fácil… bonito é ver estudante fazendo essas palhaçadas mesmo e a polícia quando resolve agir… ser oprimida dessa forma.

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  • 09/11/2011 - 14:42
    Enviado por: Paulo Jarbas

    Putz Marcelo, como eu queria te dar um abraço agora!
    Fico feliz em saber que não existo sozinho neste mundo de revolta filosófica!
    Até quando vou aguentar manter a revolta só na filosofia eu não sei…
    Grande abraço e parabéns pela matéria!

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  • 09/11/2011 - 14:58
    Enviado por: Renata Pinard

    é muito triste um país que não quer metrô porque tem medo de pobre…
    esse pessoal não vê que o metrô é pra todos nós ?
    é facil demais pôr a culpa em políticos, policia e deputados , mas pra melhorar esse país, é de cada um de nós que o progresso deve vir.
    respeitar as leis de trânsito, pagar imposto, usar transporte coletivo, não poluir, respeitar o próximo… tantas coisas que ajudariam esse país a ser melhor e que estão ao alcance de qualquer um.
    Ao invés de reclamar dos outros e de se protegerem, seria melhor darem o exemplo.

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  • 09/11/2011 - 14:59
    Enviado por: jhon

    para mim são na verdade um bando de rebelde sem causa, que não sabem contra quem ou que lutam. dai quando aparece uma oportunidade de se aparecerem, mostrarem que são “OS REVOLUCIONÁRIO”, saem por ai fazendo bagunça.

    um exemplo disso ocorre constantemente no ES, onde os “revolucionarios” todo ano protestam contra aumento de passagem de 05 centavos no onibus, como se isso fosse a causa de todos os problemas do estado. fazem passeatas, fecham avenidas, abrem cancelas de pedágio e pra que?
    recentemente vereadores de Vila Velha aumentaram seus salario de 7.400 para 12.0000, e o que esses bravos “revolucionário”, os aguerridos democratas fizeram? não precisa responder né.

    defesa da democracia com invasão de prédios e depredações?

    na minha opinião voces deveriam rever seus conceitos de democracia.

    como disse acime, são apenas um bando de pseudo revolucionários de “esquerda” que estão vivendo um mundo de 20, 30 anos atras e que ainda não acordaram para a vida.

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  • 09/11/2011 - 15:09
    Enviado por: Marcio

    Porque todo VELHO é chato???Simples,no passado as pessoas morriam com os seus 30,35 anos,ótima idade para morrer não???Mas a maldita medicina conseguiu duplicar este tempo de vida,estes Velhos Caquéticos que estão no poder,deveriam lembrar que um dia foram jovens,que fumaram,beberam,cheiraram,aplicaram,mataram,sequestraram,roubaram,se exilaram,lutaram contra um sistema,trairam namoradas com homens também,devem trair as esposas até hoje,já que temos o azulzinho ai e hoje usam um verdadeiro falso moralismo,tenho 44 anos,mas o mundo é feito para os jovens e contruido pelos mesmos,estes Velhos que ai estão,fazem da politica a sua profissão o que devereia ser proibido,roubam os cofres publicos e não há Sherlock Holmes que descubra onde esta,espero que estes Velhos,morram de câncer,porque eles são o câncer do Brasil,mas legitimar uma invasão em uma Universidade,isto é facismo!!!

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  • 09/11/2011 - 15:13
    Enviado por: Gilberto Ribeiro

    “O que estamos vendo na USP não tem nada de político ou ideológico. É apenas delinquência. Não existe nenhuma causa. Não representa nem remotamente aquela comunidade universitária.” – Gilberto Dimenstein

    Eu concordo plenamente com a citação acima. Acho fácil perder uma argumentação legal/jurídica (porte ou não de drogas, depredação ou não de patrimônio público) e levá-la para um plano político ou ideológico.

    Toda sociedade minimamente organizada tem regras, e se elas forem descumpridas os canais adequados devem ser acessados.

    Se a PM na USP de fato tem uma presença agressiva que poda a liberdade de discussão (o que eu sinceramente duvido) órgãos como a Corregedoria ou mesmo o Ministério Público estão a nossa disposição para reclamar. E quando eu digo que eles estão a nossa disposição, eu não estou falando em invadir o MP, quebrar tudo e colocar umas faixas…

    E se de fato os alunos estiverem praticando crimes contra o patrimônio público ou portando drogas, as regras aplicadas em todo o estado de São Paulo devem também ser aplicadas na Cidade Universitária.

    Nessa situação específica os dois lados se excederam e fica difícil tomar partido. O que não podemos é escolher um lado e justificar as escolhas por causa dos erros dos outros.

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  • 09/11/2011 - 15:17
    Enviado por: Maria Laura

    Em 1º lugar parabéns por mais um recorde de comentários! Viva a polêmica!!!
    Em 2º lugar discordo de você dessa vez. Você é muito radical às vezes, sabia? Leu o texto do Antonio Prata hoje na Folha? É um bom ponto de vista…
    No mais, acho que sem foco e com tanta bagunça não vão conseguir chegar a lugar nenhum. Precisam de um líder. O povo sempre precisa de um líder.
    Beijos

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  • 09/11/2011 - 15:19
    Enviado por: Tia Dora

    Marcelo vc já deu sorte por estar só paralítico.Na minha humilde opinião, se vc tivesse MORRIDO AFOGADO seria menos mal para os nossos jovens.Pronto falei…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    • 09/11/2011 - 16:31
      Enviado por: Vinicius

      Quanta raiva no coração!! Opiniões que desagradam geralmente nos fazem pensar.
      É bom se sentir incomodado. Nem por isso acho saudável desejar a morte de ninguém, não por isso…

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  • 09/11/2011 - 15:25
    Enviado por: Diego Ramires

    Caro Paiva,

    Meus parabéns pelo texto – além de dinâmico e com fluidez, também lida com a ironia e o sarcasmo. Mas o impagável mesmo é ler os comentários dos mortos-vivos da Era de Chumbo. Tem horas que chega a ser hilariante – aquele tipo de coisa que a gente lê, dá uma risada e passa a mão no queixo.

    A contestação dos grupos pró-PM é mais estapafúrdia do que a própria palavra ‘estapafúrdio’. Me faz lembrar o Ensaio sobre a Cegueira, em certos tons. A abissal maioria dos grupos de ‘cidadãos-de-bem’, quando muito, mastiga metade do comentário, arrota ao sabor ácido da mídia e – por quê não? – , vomita uma enxurrada de chorume resinoso.

    Teve até copy-paste de matérias da Veja e do Reinaldão (sim, dei-me ao trabalho de botar algumas das expressões reaças no Google, e adivinhe em que site eu caí).

    Tenho um texto, uma carta-manifesto, que botei em meu blog. Talvez agrade a você e a outros leitores também. O site é http://serimarramires.blogspot.com

    Abraços,
    …e mais uma vez parabéns pelo texto!

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  • 09/11/2011 - 15:34
    Enviado por: Elaine

    Estudar é a última coisa que esse pessoal quer,já deu o que tinha que dar ficar sendo do contra pra tudo,vão estudar bando de vagabundos !!!!
    É muito fácil ficar fazendo protesto enquanto os pais estão se matando de trabalhar pra sustentar esses anarquistas de meia tigela!

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  • 09/11/2011 - 15:40
    Enviado por: Sifu Gabriel

    Eu daria dez chicotadas nas costas de cada moleque daqueles. As chicotadas seriam ao vivo.

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  • 09/11/2011 - 15:42
    Enviado por: Sifu Gabriel

    Dez chibatadas no lombo daqueles garotos seria muito bom.

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  • 09/11/2011 - 15:54
    Enviado por: Barbara

    Oi Marcelo, obrigada pelo texto.

    No meio desta tristeza toda… a universidade definhando a olhos nus a midia se apega a maconha? ah?!
    Infelizmente venceu o exagero (dos dois lados)

    O engradaçado é o governador falando de democracia quando infelizmente hoje a USP convive com um reitor que ficou em último lugar nas últimas eleições!

    De quem mesmo deve vir o exemplo?

    Abraço

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  • 09/11/2011 - 15:56
    Enviado por: lu

    Bando de hipócritas, enchem a cara todo o final de semana, postam fotos bêbados no facebook se achando o máximo, bando de drogados, tão drogados quanto qualquer um com qualquer droga, a própria polícia que prende os usuários de outras drogas, enchem a cara em churrascos da própria polícia, hipocrisia e burrice, se o estado quer ser ditador, que ao menos seja coerente, se é pra proibir as drogas, então proibam logo todas elas e não somente algumas, o alcool que mata mais é divulgado e promovido com loiras gostosas na televisão, o cigarro, etc.
    Não aguento mais tanta hipocrisia, nossos estudantes da USP suaram muito para chegar onde estão, e justamente por isso não são nada burros e merecem sim ser ouvidos, o campus nunca foi uma terra de ninguem, mesmo antes da PM por lá, a violência chegou no campus como em qualquer outro lugar do Brasil, e não é com polícia violênta e repressão que vamos acabar com isso, as drogas são uma merda, todas elas, mesmo aquelas que o estado usa pra ganhar dinheiro, e para vencer as drogas só mesmo com educação e não com repressão e hipocrisia.
    Posso andar pelo campus com uma garrafa de cachaça e não serei presa, se os três estudantes presos estivessem tomando ceveja no carro, parados como estavam, teriam sido somente advertidos a não dirigirem, já bolando um cigarro de maconha foram presos, uma vergonha, isso não é democracia coisa alguma, eu teria que ser muito idiota pra concordar com uma atitude tão absurda, se posso respeitar uma pessoa que toma um uísque após o trabalho, porque não posso respeitar alguém que fuma maconha? São todos usuários de drogas, alguns tem a felicidade de gostar da droga que o governo permite, outros tem que se esconder como bandidos para fumar algo muito menos nocivo que a bebida vendida em todas as esquinas. Ah Deus, e tentam enfiar na minha cabeça que isso é o certo!!
    Não, não e não.

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  • 09/11/2011 - 15:58
    Enviado por: Isabel

    O mais engraçado marcelo que tem gente que mete o pau em você mas sempre tá lendo seus comentarios. confuso isso não acha ?!

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  • 09/11/2011 - 16:03
    Enviado por: Cão Fila Km 31

    É Marcelo, as vezes o que foi ruim volta. Do jeito que andam as coisas políticas, econômicas, culturais, estudantis, etc, porque não a Ditadura de novo? Só que dessa vez “acabem ” de verdade com “todos” os corruptos (políticos de esquerda) e não deixem sobras que irão crescer e transformar nosso país nessa m….. que é hoje.

    Cão Fila km 31 ( vivos e observando)

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  • 09/11/2011 - 16:03
    Enviado por: Perla

    Ma, espero que vc não fique chateado com tantos adjetivos. Mas a culpa é sua, quem manda querer exercer a liberdade de expressão.

    Isso é para o povo do insulto: SE NÃO GOSTA DO CARA, NÃO LEIA OS TEXTOS.

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    • 09/11/2011 - 16:08
      Enviado por: adriano

      Ou então, LEIA E CONTESTE. Deixe os comentaristas exercerem sua liberdade de expressão!

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    • 09/11/2011 - 16:33
      Enviado por: Perla

      Uma coisa é contestar, outra é insultar. Quer exercer a liberdade de expressão, bacana, concordo. Agora, quando não se concorda com a opinião do outro, se contesta sobre ela, ficar insultando ai já não é mais exercer a liberdade de expressão e sim a falta de educação.

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  • 09/11/2011 - 16:04
    Enviado por: lu

    E é um tal de chamar os estudantes de “mimados”, “riquinhos” e sei lá mais o que?
    Isso pra mim é puro preconceito, se é pobre não presta, se é rico não presta também??!!
    São seres humanos, honestos, que estudam e não é pouco, porque estão na universidade mais difícil de entrar deste país!
    Que diferença faz a cor, a idade, a religião ou quanto dinheiro têm no bolso??!
    Que diferença faz o carro que dirigem??
    Pra mim gente que se dirige a uma classe já desmerecendo as pessoas pela sua condição social não é preconceituosa e arrogante, além de burra lógico, como todo o preconceituoso, não merece respeito.

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  • 09/11/2011 - 16:04
    Enviado por: Gabriel

    Parabéns Maercelo! Agora só falta dizer que a Claudia Leitte é um ícone da cultura brasileira. Vá a merda.

    Cordialmente,

    Gabriel

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  • 09/11/2011 - 16:09
    Enviado por: Igor

    Marcelo,
    tu estás vendo donzelas onde só há putas, como Dom Quixote. Esses caras estão divorciados da realidade.

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  • 09/11/2011 - 16:20
    Enviado por: Marcelo

    Bom, na minha opinião, pelo menos os estudantes da USP estão defendendo alguma causa, pessoal ou não, querendo liberdade ou não, estão lá, firmes pelo que acreditam. Enquanto isso, a maioria da população, se esconde, apenas criticando( saúde, educação, segurança, corrupção) sem fazer absolutamente nada para melhorar a situação.Pensem nisso!!!

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  • 09/11/2011 - 16:30
    Enviado por: jay

    é a talibanização chegando aqui.

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  • 09/11/2011 - 17:07
    Enviado por: Partido Pirata Argentino

    Pensando no acontecido na USP, olhem o que se está implantando na Argentina:

    http://www.partidopirata.com.ar/2231/sibios-todo-el-mundo-controlado-la-policia-y-la-side-sabran-quien-estuvo-en-una-marcha-manifestacion

    Pensem em que a polícia e otrous orgãos de segurança possam saber quem está ou não numa manifestação ou numa marcha!!

    Não a identificação biométrica, não ao controle, solidaridade com os alunos da USP!

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  • 09/11/2011 - 17:09
    Enviado por: paulo

    Amanhã às 14hs, os alunos farão um manifesto no Largo São Francisco… a julgar pela boa receptividade que têm na sociedade, quem os protegerá? A polícia….

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  • 09/11/2011 - 17:14
    Enviado por: César

    Depois de todo o ocorrido surgem várias versões, mas o fato é que os alunos querem a polícia fora do campus. Vale destacar que depois da presença da PM, o índice de violência no campus reduziu, pq tirar algo que tem melhorado a segurança dos alunos? Pq não cumprir a lei, já que ela diz que é proibido fumar maconha? Alunos e professores tem direito a ir de encontro a lei? Concordo que se formos falar em lei, vivemos em um pais em que as leis não são respeitadas por nós, como cobraremos os políticos?

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  • 09/11/2011 - 17:32
    Enviado por: Glauber

    Marcelo é o seguinte. a respeito dapolícia que está mal preparada, todo mundo está de acordo.
    agora, precisa destruir a Reitoria? fazer esse carnaval todo? pra que isso? pra melhorar o estudo? não. era só pra poder fumar um ”beque” em paz. UM ERRO NÃO JUSTIFICA O OUTRO! por favor gente, vamos fazer nossas reclamações de forma coesa, sem danos às pessoas. policial tá batendo em ‘neguinho’? vamo na delegacia! na câmara de vereadores! vamos! vamos ocupar o Campus, a Reitoria! mas sem quebrar. é patrimônio nosso. agora pra reformar a Reitoria irão fazer uma licitação, provavelmente fraudulenta, vão superfaturar todos os gastos e os estudantes vão sair perdendo. como sempre.

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  • 09/11/2011 - 17:36
    Enviado por: Raphael Tsavkko

    Tiro no pé talvez seja a questão principal.

    A ação da PM acabou por desvelar os reais interessespor trás da presença da PM que, longe de garantir segurança, se centra no monitoramento de “elementos perigosos” e no patrulhamento ostensivo dos estudantes.

    Alckmin é muito mais sutil que Serra, que de cara colocou um retiro ilegítimo no poder, o Rodas. Seus métodos são muito mais bem pensados e, mesmo sem querer, a mídia deixou clara suas intenções:

    O delegado do 91º Distrito Policial, Dejair Rodrigues, retificou mais uma vez o número de detidos, para 72, e afirmou que as ligações deles com partidos políticos serão “averiguadas”.

    Segundo informações que tenho de amigos, há um real interesse por parte do governo em reforçar a presença e o poder da PM às custas, tambérm, da Polícia Civil e, também o de reforçar a presença e a efetividade dos chamados P2, ou PM’s infiltrados em movimentos sociais (acredito que todos se recordam do protesto dos professores que terminou em violência ha alguns anos em que um supsoto professor, na realidade P2, foi fotografado carregando uma policial ferida e estampou a capa de diversos jornais).
    http://www.tsavkko.com.br/2011/11/usp-qualquer-semelhanca-com-epoca-da.html

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  • 09/11/2011 - 17:52
    Enviado por: Paola Oliveira

    Espaço público é diferente de opinião pública. Acho que estamos vivendo numa nova idade média. Brasileiro não convive bem com movimentos sociais, com ocupação de espaços públicos, com lutas sociais. Como já cantavam os replicantes na música PROBLEMAS. “RESOLVER OS PROBLEMAS DO MUNDO É COISA DE VAGABUNDO”. A opinião pública continua rasteira afinal é fabricada pela mídia há anos, e os MC alfabetizam todos os dias todas as classes brasileiras com seu conservadorismo em forma de modernidade.

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    • 11/11/2011 - 05:12
      Enviado por: Letícia e Julia

      DEVE SER PQ A SOCIEDADE ESTA VENDO ESSE “MOVIMENTO SOCIAL” PELEGADO COM O PODER CORUPTO DE SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES E GOVERNOS. A SOCIEDADE NÃO VÊ U.N.E. OU ESTUDANTES BRADANDO CONTRA A CORRUPÇÃO NAS RUAS… COISAS DESSE TIPO, SABE. ACORDA, MOCINHA! VOCE É MESMO TONTA? OU, ENTAO, ESTÁ PENSANDO QUE ENGANA ALGUEM COM ESSE DISCURSO EMBOTADO? A SOCIEDADE JÁ ACORDOU A MUITO TEMPO!!!

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  • 09/11/2011 - 18:34
    Enviado por: Hudson B.

    Cambada de desocupados!! Aposto que muitos ali, nem sabem pelo que estavam protestando, se aproveitam da ocasião pra matar aula e fazer baderna mesmo. Queria ver se fosse pra ir à Brasília, protestar contra a corrupção dos políticos, a alta quantidade de impostos, melhores condições sociais, essa turma iria com tanto fervor como quanto protestar por maconha. E Dino Soraggi, faculdade é lugar pra estudar e não pra fumar maconha! Só falta agora tratarem esses babacas como uns coitadinhos. Já que não querem estudar, joga uma enxada na mão deles, que eu quero ver!

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  • 09/11/2011 - 19:02
    Enviado por: Leonardo

    Em um comentário mais acima você diz que não é adepto a generalizações? Então apague esse post. O que você faz quando cita a questão do metro em alguns bairros?

    Quanto a elevador de serviço, é muito simples, para levar cachorros, mudanças, material de obra, toda e qualquer coisa que possa sujar. Se alguém é discriminatório, existe LEI para isso. Assim como a lei é válida em qualquer lugar do território nacional (menos em reserva indígena mas isso é outra história).

    Enfim, seu discurso é muito raso. Li seu blog por indicação de um bicho grilo amigo meu e realmente não gostei. Viva a democracia, onde pessoas com pensamentos tão opostos podem fazer parte de um mesmo jornal!

    Saudades do tempo que os estudantes lutavam pelo fim da ditatura e não pelo fim da democracia.

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  • 09/11/2011 - 19:21
    Enviado por: lu

    Bando de hipócritas, enchem a cara todo o final de semana, postam fotos bêbados no facebook se achando o máximo, bando de drogados, tão drogados quanto qualquer um com qualquer droga, a própria polícia que prende os usuários de outras drogas, enchem a cara em churrascos da própria polícia, hipocrisia e burrice, se o estado quer ser ditador, que ao menos seja coerente, se é pra proibir as drogas, e…ntão proibam logo todas elas e não somente algumas, o alcool que mata mais é divulgado e promovido com loiras gostosas na televisão, o cigarro, etc.
    Não aguento mais tanta hipocrisia, nossos estudantes da USP suaram muito para chegar onde estão, e justamente por isso não são nada burros e merecem sim ser ouvidos, o campus nunca foi uma terra de ninguem, mesmo antes da PM por lá, a violência chegou no campus como em qualquer outro lugar do Brasil, e não é com polícia violênta e repressão que vamos acabar com isso, as drogas são uma merda, todas elas, mesmo aquelas que o estado usa pra ganhar dinheiro, e para vencer as drogas só mesmo com educação e não com repressão e hipocrisia.
    Posso andar pelo campus com uma garrafa de cachaça e não serei presa, se os três estudantes presos estivessem tomando ceveja no carro, parados como estavam, teriam sido somente advertidos a não dirigirem, já bolando um cigarro de maconha foram presos, uma vergonha, isso não é democracia coisa alguma, eu teria que ser muito idiota pra concordar com uma atitude tão absurda, se posso respeitar uma pessoa que toma um uísque após o trabalho, porque não posso respeitar alguém que fuma maconha? São todos usuários de drogas, alguns tem a felicidade de gostar da droga que o governo permite, outros tem que se esconder como bandidos para fumar algo muito menos nocivo que a bebida vendida em todas as esquinas. Ah Deus, e tentam enfiar na minha cabeça que isso é o certo!!
    Não, não e não.

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  • 09/11/2011 - 19:26
    Enviado por: Lívia

    A frase mais sensata que escutei nos últimos tempos sobre esse assunto foi: “Esses alunos, principalmente dos cursos de Humanas, estão lutando contra um inimigo imaginário, o comunismo acabou faz tempo!” (entendam, só estou transcrevendo o que foi dito).
    Querem lutar não sei pelo que, pois tudo isso começou quando a polícia pegou os aqueles 3 alunos fumando maconha no campus, e agora vêm dizer que o reitor é isso, que o reitor é aquilo. Decidam pelo que vão protestar primeiramente, em segundo lugar, não é necessário pichar, quebrar móveis e depredar o patrimônio público como foi feito no prédio da USP. Se acham os super “intelectuais, democráticos, revolucionários”, e não veem que a maioria está achando essa “revolta” falta do que fazer e, principalmente, falta de vontade de estudar. Vão trabalhar e pensar no que realmente necessita de protesto nesse país e façam isso da maneira correta, não depredando, nem enchendo a cara durante a madrugada, achando que é mais uma festa divertida e que vai acabar sem consequências pra ninguém, e falando em consequências, assumam o que vier, que é o que pessoas que realmente acreditam no que estão protestando fazem, assim como muitos estudantes fizeram na época da ditadura.
    Para os alunos que estão dizendo na imprensa que estão lutando contra a “repressão, contra a ditadura na USP e a favor da democracia”, deveriam ler mais e procurar alguns documentários para saberem realmente o que é repressão e ditadura, assim como naqueles tempos que essa tormenta ocorreu no Brasil e na Am. Latina, e que não tinha nada a ver com os motivos que eles estão utilizando para justificar a “revolta”, que mais parece birra de criança contrariada.
    E agora acabo de ver na televisão que alunos da Unesp de Marília impediram a entrada de pessoas no campus em apoio aos estudantes da USP que foram presos. Impedir o direito de ir e vir não é totalmente uma ação anti-democrática??

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  • 09/11/2011 - 19:44
    Enviado por: Iva Oliveira

    Assino embaixo de tudo o que o Marcelo disse. E é irritante ver as pessoas nas redes sociais usando expressões como “maconheiros”, “baderneiros” etc etc e se negarem a perder alguns segundos sequer para saber os reais motivos do protesto. O problema é o mundo “fast” de ideias que vivemos em que as pessoas repetem as informações feito papagaio, sem análise, sem reflexão… mas me incomoda tb não saber por que os manifestantes não divulgaram um manifesto… ou eles divulgaram e a imprensa não publicou? Enfim, muito triste esta inércia, este retrocesso que estamos vivendo, jovens que estão perdendo a melhor capacidade do ser humano que é a de pensar… me ocorre agora grandes livros como “Os Sertões”, de Euclides da Cunha. Que tal lembrarmos da figura de Antonio Conselheiro?! Será que os frequentadores das redes sociais sabem quem é?

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  • 09/11/2011 - 19:44
    Enviado por: Luís

    Em resumo: é a mesma velha e triste história de sempre: cada um por si, ninguém por todos!

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  • 09/11/2011 - 21:09
    Enviado por: Cris

    no rio a guarda municipal fica soh multando em vez de ajudar o transito, alias a policia acabou de ser presa aqui escoltando bandido …

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  • 09/11/2011 - 21:22
    Enviado por: Paulo Falcão

    Marcelo, nesta você errou a mão. Ainda pensa na PM como representantes do regime militar. Não são. São apenas policiais mal treinados. E pode anotar no caderninho: se a USP montar uma polícia própria, em 10 anos terá um custo percapita 5 vezes maior que o da PM. É mais barato e socialmente mais justo melhorar a PM.

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  • 09/11/2011 - 21:30
    Enviado por: Reginaldo Portela

    Marcelo,

    Acho uma pena que pessoas supostamente tão inquietas e estudadas não encontrem outra forma mais inteligente, eficaz e efetiva para propor mudanças. Concordo com você sobre os objetos do questionamento, mas nunca poderia concordar com a forma como que foi feito.

    Os estudantes entraram em conflito com a PM para impedir que 4 jovens que portavam uma quantidade desconhecida de maconha fossem presos. O que se pode afirmar disso:

    Fato, não se sabe a quantidade para avaliar se houve ou não abuso da PM. Parabéns aos estudantes! Acabaram com qualquer chance de discussão adulta e séria da questão!
    Fato, sabe-se que os estudantes desrespeitaram e desobedeceram sim a autoridade da Polícia quando impediram sua ação, e portanto merecem responder por esta acusação.

    Os estudantes invadiram a reitoria para que? Alguém tem as estatísticas de pequenos crimes e confusões que acontecem na USP? Pedir a saída da polícia do campus é realmente a solução? É esse o espírito de mudança que estes manifestantes querem inspirar? Em quem?

    Não vou questionar uso de drogas, sou a favor da liberdade de escolha! Porém não se pode desrespeitar as regras atuais da sociedade simplesmente por discordância. Mudança requer esforço, trabalho, dedicação, burocracia, discussão, raciocínio e muitas outras atitudes mais positivas do que as que foram tomadas.

    Prejudicar a si mesmo com uma manifestação contra a educação e a favor da maconha não me parece uma forma inteligente nem minimamente racional de se propor mudança. A tal liberdade que os estudantes prezam, a tal violência que sofreram, e a tal repressão são máscaras para o fato de que eles querem fumar maconha em paz. Não esqueçamos como o problema começou! Ok, sem problemas! Levantem a bandeira da questão e encontrem formas positivas e inteligentes de trazer a discussão à tona. E não esqueçam que uso e tráfico são coisas diferentes!!!

    Danificar qualquer parte da USP, configura sim depredação de patrimônio público. Acho desnecessário prolongar este ponto, pois esta seria a parte óbvia e quase clichê, a respeito do MEU dinheiro sendo queimado a cada móvel destruído. Acho que prolonguei. Desculpe, difícil de conter a indignação. Assim sendo, se houve destruição, qualquer que seja, porque eles não deveriam responder por isso criminalmente? Não consigo pensar em um bom motivo.

    Não vejo sequem 1 ponto positivo na forma escolhida para se abordar a questão. Nenhum meio de comunicação os apoia, a não ser saudosistas como você. Ainda não vi nenhum político apoiando também, ainda não vi ninguém que possa fazer uma diferença inteligente, eficaz e efetiva concordar com estas ações. Que resultados conseguiram? Que questionamentos foram levantados? Que inspiração trouxeram para mudança? Mudança do que mesmo?!?!?

    Uma coisa que incomoda muito, é ver citações de Sócrates combinadas a palavras levemente rebuscadas, numa tentativa de atribuir um “ar” intelectual a um conjunto de atitudes e reações irracionais e nada inteligentes de um grupo supostamente privilegiado intelectualmente (por estudar em uma das instituições mais respeitadas do Brasil). E isso sim é preocupante.

    Desculpe mas, Sócrates certamente se revira como se estivesse com coceiras, sem poder coçar…
    Tenho esperanças e desejo para o bem dos próprios estudantes que um dia estes episódios sejam esquecidos e que eles tenham vergonha de ter participado de uma manifestação nestes moldes.

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    • 09/11/2011 - 22:25
      Enviado por: eduardo

      E para o bem do Marcelo (como profissional, claro), espero que um dia esse texto seja esquecido e ele tenha vergonha do que ele escreveu.

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  • 09/11/2011 - 21:38
    Enviado por: Eduardo

    Ja participei de muitos debates sobre esse assunto nesses dias, e ja cheguei a conclusão…. a sociedade em sua AMPLA (e põe ampla nisso) maioria condena os atos dos estudantes, então eh melhor vocês pararem com essa babaquice, pq senão… não é da policia que vcs vão apanhar, e da propria sociedade mesmo.
    PS.: Se vcs não gostam de obedecer leis, vão morar na ANTARTIDA…que lá vcs não precisaram obedece-las.

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  • 09/11/2011 - 22:01
    Enviado por: Danae Speciale

    Estou me informando, vendo outros artigos e post sobre o lado B da “confusão” na USP. Estava achando muito estranho o movimento ser por conta de “maconheiros playboys”querendo liberdade para fumar no campus como a imprensa está colocando. Mas se a questão era expor o desserviço truculento da PM dentro do campus que deixa crimes sérios de lado para perseguir os ditos maconheiros, essa foi a pior maneira. Truculência não se resolve com ignorância, com invasão, com depredação. Nos dias de hoje, onde a informação real chega em tempo real para todos pela internet (basta querer) os alunos foram muito burros em achar que esse tipo de ação daria ibope a favor. E aqui estamos, os alunos com o filme queimado, a PM como heroína, o reitor déspota mais fortalecido e todos de mãos mais atadas do que nunca. Sem falar na queimação de filme para a questão de descriminalização da maconha, que já é algo tão tabu em nossa sociedade, agora ficou só um pouquinho mais.

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  • 09/11/2011 - 22:19
    Enviado por: Henrique Franca

    Penso que você tenha estudado muita sociologia (Apesar que deve ter pulado a parte que fala em Democracia, pois anti-democráticos foram os alunos que desrespeitaram uma decisão de plenária), mas o seu problema é que não estudou nada de Direito, nem o básico. Mas ainda tem tempo, passa numa livraria aí e compre qualquer livro de Direito Constitucional, dá uma estudada que nunca mais você vai escrever umas besteiras dessas.

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  • 09/11/2011 - 22:39
    Enviado por: NETON

    O ARTICULISTA MACONHEIRO É BOM PARA CORRER ATÉ A INTERNET E CAÇAR UMA TESE (MINORITÁRIA) DE QUE O USO DA MACONHA NÃO É CRIME! MAS PREFERE MESMO SE ARVORAR EM TRADUTOR DA INTENÇOES INCONFESSÁVEIS DOS DELINQUENTES DA USP. VEJAMOS: “Era isso que os moleques tentavam dizer no protesto atual: a maneira como a PM age no campus e os agentes que a comandam não se encaixam no espírito de livre pensar de uma universidade”. HEEEIINN??!! DA PARA SER EXPLÍCITO??!! LIVRE PENSAR EM QUE??!! ENTÃO, O LIVRE PENSAR SE TRANSMUDOU EM LIVRE FUMMAR??!!
    O ARTICULISTA MACONHEIRO NÃO PÁRA POR AÍ. ELE DIZ QUE A SOCIEDADE PROMOVEU A GENERALIZAÇAO. FRUSTOU A DIALÉTICA. E, PASMEM, FOI A RESPONSÁVEL POR OBTURAR O DIALOGO DEMOCRÁTICO.
    É MOLE??!! AINDA TEMOS QUE OUVI ISSO DE UM CEREBRO APODRECIDO DE MACONHA!!!

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  • 09/11/2011 - 22:47
    Enviado por: Vladimir Stallaman Magón

    Marcelo Rubens Paiva eu te amo!!!!

    ————————————————————————————————————————–

    Para a turminha que faz a cabeça com a Veja!… procurem saber a história do reitor atual da USP, a maneira “superdemocrática” com que o tucanão José Serra enfiou ele lá na USP… Existe um mundo bem interessante além do PIG (partido da imprensa golpista)….

    A PM tem que sair da USP o mais rápido possível… A USP tem que ter uma estrutura de segurança própria, isto é óbvio e é o que acontece normalmente nas universidades….

    A existência de um sistema de segurança própria da USP (não terceirizada) é uma condição de segurança permanente… Quem garante que o efetivo mobilizado na USP, a qualquer hora, não precisará se deslocar para outro lugar devido a alguma necessidade de segurança na cidade…

    Se formos levar a lógica da turma da VEJA! que prega o absurdo que uma segurança própria da USP é um privilégio, teriamos que colocar a PM em todos os lugares: prefeituras, hospitais, secretarias, etc….

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  • 09/11/2011 - 22:48
    Enviado por: Marcia

    Marcelo, eu me formei numa universidade pública e sempre havia manifestações estudantis: paravam o trânsito, fechavam o RU, levavam jornalistas ao hospital universitário… Mas, uma vez, num festival universitário, quebraram umas janelas numa briga e algumas pessoas foram levadas embora por policiais. Se há crime, tem que existir segurança, é garantia do Estado. E o poder de polícia, tem que funcionar pra todo mundo, ou não?

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    • 09/11/2011 - 22:59
      Enviado por: Marcia

      Não vamos nos esquecer, acima de qualquer ideologia, demagogia, valores morais, está implícito na nossa Constituição o princípio da supremacia do interesse público sobre o particular.

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  • 09/11/2011 - 23:35
    Enviado por: pablo

    A PM é a solução para os pobres favelados nas UPP’s mas não serve pra USP? É isso? É muita democracia…

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  • 09/11/2011 - 23:45
    Enviado por: claudio cordeiro

    não pude fazer faculdade, sou pobre, negro e morador da baixada fluminense, sai cado para trabalhar e só pude concluir o segundo grau, tenho esperança de fazer, mas não será facil, minhas prioridades são minha esposa, essa concluiu, minha filha de 14 anos, farei de tudo para que faça tambem, e minha mais nova que espero ajudar.
    triste é ver que filhinhos de papai classe media, , deixam de lado a educação para fumarem maconha e fazerem baderna com meu dinheiro, que dou duro para obter, que bom que eles tambem experimentem os solavancos dessa policia cruel que sempre fez o pael de capitão do mato, enquanto eles do alto de seus predios ricos só assistiam de camarote, afinal sempre usaram o estado para beneficio próprio, inclusive o campus para fazerem uma fumaça e meu dinheiro para fazerm baderna.
    azar o deles de não saberem reivindicar, alguem apontou a lua, os bobos olharam para o dedo. Defedeu maconheiro, levou cassetetes

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  • 10/11/2011 - 01:03
    Enviado por: paulo

    E como o país é um celeiro do humor… os professores da USP resolveram aderir à comédia stand-up. Confiram, é de rachar de rir:
    http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5447514-EI8139,00-SP+professores+da+USP+apoiam+alunos+que+confrontaram+PM.html

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  • 10/11/2011 - 01:23
    Enviado por: Vanessa Myho

    Ao Marcelo Rubens Paiva e a todos que procuram se informar: o Instituto de Artes da Unicamp paralisou. É que a gente quer mais.

    Video http://www.youtube.com/watch?v=3yJY3FUd2a0

    Blog http://iaparalisado.wordpress.com/

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  • 10/11/2011 - 02:46
    Enviado por: Caio

    Caro Marcelo Rubens Paiva, em linhas gerais gostei bastante do que você escreveu sobre a USP e sobre o mundo. Mas a referência ao gigante que o uísque faz a gente imaginar é que me deixou um pouco passado… sei que pode parecer papo chato, mas foda-se, ué, sou chato mesmo: isso é uma ilusão que, para curar, recomendo o texto do Paulo Arantes, “A fratura brasileira do mundo”, incluída no livro “Zero à esquerda” (atenção: não é aquela coleção não: é um livro mesmo com esse título, Ed. Conrad, 2004), ouvindo aquela do Paulinho da Viola, “Coração vulgar”, justo quando ele diz que “uma ilusão tem que morrer”, pois em nome de um verdadeiro amor (mundi, por aqui, não?). Saudações!!!

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  • 10/11/2011 - 02:48
    Enviado por: Carlos

    Marcelo, como ex-aluno da FFLCH, concordo com seus argumentos quanto ao incômodo que é a presença de uma força policial com histórico de desrespeito ao direitos humanos numa universidade, seja a USP ou qualquer outra. Acredito, no entanto, que sua reflexão ficou um tanto limitada quando você não endereça nenhuma crítica à forma como o grupo de estudantes que invadiu a Reitoria desrespeitou um instrumento legítimo e democrático: a DECISÃO DA MAIORIA EM ASSEMBLEIA. Desconsiderar que também há a infiltração de militantes experientes de minúsculos e anti-democráticos grupos de extrema-esquerda nesse movimento é empobrecer um debate que não comporta comparações com o contexto dos anos 70. Como a história no ensina, reflexões com doses de maniqueísmo e minorias que justificam violências pela suposta superioridade de suas convicções, em geral, podem fazer tanto mal à democracia quanto os Batalhões de Choque mal orientados.

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  • 10/11/2011 - 08:40
    Enviado por: Arnaldo Valerio

    A Universidade Pública está privatizada há muito tempo!
    Só tem “play boy”, só carrão!
    Arte produzida e consumida: pagode, forró, sertanejo…tudo universitário!
    Festa, só “rave” e para ver quem chapa mais!
    Prá que fumar (qualquer coisa), beber, ficar virado no meio da rua, qual é o barato!?!
    As minas não tem coragem de dar quando estão caretas, aí enchem a cara e dão pro time todo!
    A noite não rendeu…dá uma banda no fim de uma festa universitária e você pega o que quiser!
    Quanto a USP:
    -A USP É ESPAÇO PÚBLICO, MANTIDO POR TODA A POPULAÇÃO; ASSIM SENDO TODOS TEM DIREITO E DEVEM OPINAR.
    TODOS INDISTINTAMENTE PAGAMOS PARA ESTAS PESSOAS TRANSFORMAREM-SE EM PROFISSIONAIS DA ELITE E PARA A ELITE.
    -QUEM PAGA A CONTA (O POVO) CONSEGUE ENTRAR NUM CONSULTÓRIO MÉDICO, ODONTOLÓGICO. NUM ESCRITORIO DE ENGENHARIA, ADVOCACIA???
    SÓ SE FOR COMO PEÃO, FAXINEIRO…
    -NÃO VEJO ESTUDANTES PROTESTANDO NAS DESOCUPAÇÕES VIOLENTAS DE SEM TETO, CONTRA A PÉSSIMA ESCOLA PÚBLICA, IDEM SAÚDE PÚBLICA…TAMBÉM ÊLES NUNCA USARAM NADA DISSO E NINGUÉM DA SUA CASTA HAVERÁ DE USAR!
    -CONTRA O CANCER DA CORRUPÇÃO, BATER NA CARA DURA DOS POLÍTICOS…NADA!!!
    -EXIGIR LIMPEZA,REFORMA TOTAL NO PAÍS…NADA!!!
    -AGORA… MEXEU NO BASEADO… “AÍ VAMO PRO PAU”!
    É OU NÃO É COISA DE PLAY BOY!?!
    GOSTARIA MUITÍSSIMO DE VER ESSA VALENTIA NO NOSSO TEMPO (ANOS 70)…ESTARIAM TODOS GUARDADINHOS EMBAIXO DA SAIA DA MAMÃE!!! NÃO TINHA ESSA DE PAGAR FIANÇA…
    -VIVEMOS NUM TEMPO DE “ATIVISTAS DE BOUTIQUE”, “COMUNISTAS RURALISTAS”…
    CONVERSANDO COM UM GRUPO DE ESTUDANTES E PROFESSORES DA USP E DE UMA FEDERAL: NINGUÉM, RIGOROSAMENTE NINGUÉM SABIA O QUE FOI A “OBAN”!

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  • 10/11/2011 - 09:23
    Enviado por: joana

    Excelente, Marcelo! Transmitiu exatamente a ideologia por trás dessa movimentação. É um posicionamento complexo demais para que pessoas acríticas, papagaios da mídia, sem informação e sem reflexão entenderem.
    É nisso que dá não investir em educação. Cada vez mais se reproduz esse tipo de visão alienada da realidade. Sequer compensa discutir ou tentar debater com esse tipo de gente, pois qualquer raciocínio mais complexo fica perdido no meio de tanto senso-comum.

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  • 10/11/2011 - 09:32
    Enviado por: Eliane

    Lindo texto, Marcelo, o mais belo que já li sobre o assunto, apesar da indignação é poético. É triste, mas o mundo mudou, e muito, não há espaço para sonhos ou reinvidicações. Mas será que algum dia teve? Não se esqueça, Sócrates bebeu cicuta, Jesus foi crucificado. No FIM NUNCA HOUVE ESPAÇO PARA REINVINDICAÇÕES OU MUDANÇAS. Só a História, anos depois os vê como heróis…

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    • 10/11/2011 - 18:25
      Enviado por: Marcia

      Vai estudar, mocinha. Muita gente se deu mal, à toa, sustentando interesses de particulares, como nesse caso se vê claramente.

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  • 10/11/2011 - 09:46
    Enviado por: luis

    Imagina a cena , a policia recebe ordem de reintegração de posse, dai os policiais vão la e ficam batendo na porta. Ola, senhor estudante maconheiro!! toc toc toc, alguem ai? acordem e abram a porta que temos ordem judicial para reintegrar a posse ao estado… ( ninguem responde) . Será que depois de tantas batidas ainda estão dormindo!! toc toc toc , abram por favor, precisamos entrar.
    Eles estariam até hoje batendo na porta esperando alguem abrir.

    Não existe isto.

    Querer dizer que o vandalismo e a depredação que as cameras flagraram dentro da garagem arrombada foi ato da propria policia como alguem disse acima é no mínimo idiotice.
    Existem diversas maneiras mais pacificas de se utilizar a democracia para exercer seus direitos de aluno e não é fazendo baderna ou criando uma guerrilha que vão conseguir algo.

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    • 10/11/2011 - 18:44
      Enviado por: Sergio

      Em tempos de reitores de cabeça razoável, não seria necessário apelar a tropa de choque. Não se chegaria a tanto.

      Tropa de choque, aliás, em que os soldados não estavam com a tarja mostrando o nome no uniforme. Significativo, não?

      Estudantes exaltados não são presidiários perigosos em estado de revolta, nem loucos prontos para atirar nos transeuntes. Nada que fizeram escaparia de um arrocho disciplinar que os próprios regulamentos da USP preveem.

      As pessoas andam paranoicas. Perderam o senso do que é e como deve ser usada uma tropa de choque. Daqui a pouco vão querer o Exército para intervir em briga de vizinhos…

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  • 10/11/2011 - 11:22
    Enviado por: Mauricio Fernandes Junior

    Pelo amor de Deus,até quando vamos ser obrigados a ler esse tipo de opinião mediocre e tendenciosa? TEM QUE LARGAR O AÇO MESMO nesse bando de BANDIDOS,MARGINAIS, MACONHEIROS. A policia é violenta? NÃO. Eu acho que BANDIDO merece ser tratado como BANDIDO. Qual a diferença dos traficantes das favelas e dos traficantes ‘aristocratazinhos’ de MER……? NENHUMA. Todos marginais e merecem ser tratados como tal. LARGA O AÇO NOS ESTUDANTES.

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    • 10/11/2011 - 18:34
      Enviado por: Sergio

      Comentário que caberia muito bem a um esquizoide paranoico. Só comparar estudantes exaltados com bandidagem profissional e muito bem armada já revela a desconexão com o bom senso… Talvez alguem tenha sentado o aço nos neurônios desse aí.

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    • 11/11/2011 - 10:06
      Enviado por: fernanda

      Quem foi que te obrigou a ler???
      Que eu saiba ainda somos “livres” para manifestar opiniões e também para ler/ouvir o que queremos.
      Por que vc não vai assistir o Jornal Nacional?

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  • 10/11/2011 - 11:39
    Enviado por: Cão Fila Km 31

    Tirar a PM da USP? Deixar o campo livre para traficantes, drogados e outros bandidos, que roubam e matam? OK então eu quero ter a mesma liberdade de andar armado lá para minha defesa, OK!

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    • 10/11/2011 - 18:37
      Enviado por: Sergio

      Tirar a PM ou preparar a PM para lidar com o meio acadêmico? Uma PM não tentou prender duas alunas por se beijarem, acusando-as de “atentado ao pudor”? Cabe isso numa faculdade?

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    • 11/11/2011 - 10:09
      Enviado por: fernanda

      Vc quer trocar liberdade por segurança?
      Vc deve ser daqueles adoraram a ditadura

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  • 10/11/2011 - 15:09
    Enviado por: Ana Cristina

    Faço parte do CA de Direito da UFPR e sei exatamente o preconceito que sofremos. Somos surpreendidos com opiniões manipuladoras da mídia, como a exemplo da ocupação da reitoria que aconteceu há alguns meses, em que alunos reivindicavam melhorias essenciais na Universidade e foram tachados como jovens marginais.
    É ótimo poder contar com uma mídia – ainda que seja com uma pequena parcela – de olhos abertos, pronta pra defender os movimentos sociais, constantemente atacados.
    Infelizmente temos que nos deparar com comentários violentos, de pessoas visivelmente desinformadas, típicos cidadãos que “tem opinião pra tudo”, independente de conhecimento ou não do assunto. Para aqueles que dizem não ver os estudantes em manifestações contra despejo de sem tetos e coisas do tipo, procurem pesquisar um pouco mais sobre o movimento estudantil, procurem sair de suas “cápsulas do conhecimento” e ver a realidade um pouco além.
    Segue o link do depoimento de um aluno da USP sobre as manifestações e reivindicações.
    http://www.facebook.com/notes/jannerson-xavier/esclarecendo-o-caso-usp-pra-quem-v%C3%AA-de-fora/2459499642739

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    • 11/11/2011 - 04:40
      Enviado por: Letícia e Julia

      Fala bastante. Só não diz o motivo concreto porque a PM tem que sair do campus. Fala, pq todo mundo quer saber! Mas não venha com bla bla bla achado na década de 70. Queremos motivos e argumentos CONCRETOS para que HOJE a PM não possa esta na USP! Vamos lá! Tenta explicar!!!

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    • 06/12/2011 - 18:26
      Enviado por: Arnaldo Valerio

      Não tem essa de cápsula de conhecimento, ao contrário; trata-se de quem conhece o Brasil de verdade. É no dia a dia e não em teses. Muitas tem grande valor (quem escreve pratica), mas igualmente muitas estão totalmente divorciadas da realidade imersas na vaidade acadêmica.
      A maioria dos que fazem barulho, depois que se formam se encastelam em consultórios e escritórios, muita grana e… adeus ideologia! Daqui dez anos, ricos e barrigudos, naqueles tradicionais encontros vão lembrar do “movimento” como uma farra da juventude.
      Felizmente existem aqueles que fazem com que acreditemos que nem tudo está perdido.
      Não é uma casta!?!
      Então porque existe esta separação por categorias entre os professores?
      Porque Professor Universitário é diferente dos Professores do Ensino Fundamental, Médio?
      Porque quem faz o telhado é melhor do que quem faz o alicerce?
      Sem alicerce, pra quê telhado?
      A Academia está divorciada da sociedade, a Universidade Pública é um feudo para quem pode bancar o custo da indústria do vestibular, preços (impostos) absurdos do material didático, etc.
      Veja e reflita sobre os últimos relatórios do IBGE, UNICEF e outros. Coisas como saneamento.
      Qual resultado em Qualidade de Vida Para o Povo que trabalha, produz para o Brasil ser a 7º economia do mundo?
      Darcy Ribeiro: “O Povo Brasileiro vive de esmola educacional”.
      Os ricos aumentam, o mercado do luxo aumenta, os bancos lucram como nunca, a desigualdade aumenta, a concentração do conhecimento idem, Privatização Branca na Saúde e agora a Universidade Pública está a caminho do Templo do novo, universal e inquestionável Deus ao qual rigorosamente todos…dos loucos, artistas aos militares e economistas devem mansamente servir:
      O MERCADO!

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    • 06/12/2011 - 18:35
      Enviado por: Arnaldo Valerio

      Atrasado, mas vai; eu estava no sertão onde eletricidade é luxo!
      Não tem essa de cápsula de conhecimento, ao contrário; trata-se de quem conhece o Brasil de verdade. É no dia a dia e não em teses. Muitas tem grande valor (quem escreve pratica), mas igualmente muitas estão totalmente divorciadas da realidade imersas na vaidade acadêmica.
      A maioria dos que fazem barulho, depois que se formam se encastelam em consultórios e escritórios, muita grana e… adeus ideologia! Daqui dez anos, ricos e barrigudos, naqueles tradicionais encontros vão lembrar do “movimento” como uma farra da juventude.
      Felizmente existem aqueles que fazem com que acreditemos que nem tudo está perdido.
      Não é uma casta!?!
      Então porque existe esta separação por categorias entre os professores?
      Porque Professor Universitário é diferente dos Professores do Ensino Fundamental, Médio?
      Porque quem faz o telhado é melhor do que quem faz o alicerce?
      Sem alicerce, pra quê telhado?
      A Academia está divorciada da sociedade, a Universidade Pública é um feudo para quem pode bancar o custo da indústria do vestibular, preços (impostos) absurdos do material didático, etc.
      Veja e reflita sobre os últimos relatórios do IBGE, UNICEF e outros. Coisas como saneamento.
      Qual resultado em Qualidade de Vida Para o Povo que trabalha, produz para o Brasil ser a 7º economia do mundo?
      Darcy Ribeiro: “O Povo Brasileiro vive de esmola educacional”.
      Os ricos aumentam, o mercado do luxo aumenta, os bancos lucram como nunca, a desigualdade aumenta, a concentração do conhecimento idem, Privatização Branca na Saúde e agora a Universidade Pública está a caminho do Templo do novo, universal e inquestionável Deus ao qual rigorosamente todos…dos loucos, artistas aos militares e economistas devem mansamente servir:
      O MERCADO!

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  • 10/11/2011 - 15:30
    Enviado por: Lee

    1) Os anos 70 passaram. Outra época, outra mentalidade. A polícia daquela época não é a mesma de hoje. Os alunos daquela época, não são os mesmos de hoje. É difícil querer comparar causas!

    2) Maconha é maconha em qualquer lugar do Brasil. A USP NÃO É UM FEUDO COM LEIS PRÓPRIAS. Os alunos da USP, como EU, não são representados por meia dúzia que sim, agem como mimados, onde se não tiverem suas vontades feitas, “estão de mal”.

    3) Sr. Marcelo, não generalize a POLÍCIA. Existem muitos corruptos, assim como muitos médicos e advogados … em todas as profissões existem fdp e corruptos! Não generalize os alunos, não generalize a polícia!

    4) O Sr. tbm poderia oferecer um ombro amigo à família do aluno que foi morto dentro do campus.

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  • 10/11/2011 - 16:03
    Enviado por: NETON

    A SENHORA: Eliane – 10/11/2011 – 09:32

    OU VOCE ESTÁ SENDO IRONICA; OU, SEU CEREBRO JÁ FOI PARA O VINAGRE A MUITO TEMPO (DE TANTA MACONHA, É CLARO) rsrsrs

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  • 10/11/2011 - 16:45
    Enviado por: Diogo

    Pessoal,
    Não acredito que há pessoas que tentam justificar a invasão. Querem tirar o reitor se UNAM! USEM AS REDES SOCIAIS! SE MOBILIZEM!

    Arnaldo Valerio, APOIO O SEU COMENTÁRIO EM TUDO.

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  • 10/11/2011 - 18:11
    Enviado por: Bruna Rafaella

    Enquanto 10 querem mudar o mundo, outros 1,8 bilhões discordam, dá pra aguentar isso?
    que país de merda é esse?

    Beijos, Marcelo!

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  • 10/11/2011 - 19:23
    Enviado por: Silvia

    Qual será a verdade? A resposta é simples, não existe verdade!
    A verdade de cada um é construída com base nas próprias experiências ao longo de um processo… É singular e intransferível, por isso ao querermos transformar nossa verdade em uma verdade absoluta estaremos agindo exatamente igual aqueles q. criticamos.
    Houve equívocos em ambos os lados… FATO!
    Cabe a todos nós um pouco mais de respeito, nosso espaço acaba onde começa o do próximo…. Devemos pensar um pouco mais sobre nossas atitudes e sermos mais indulgentes!

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  • 10/11/2011 - 19:36
    Enviado por: valdir

    Movimento de reividicação e democracia com camisa de PARTDO POLÍTICO……..Filósofos e Sociólogos de MERDA… Não se faz reividicação atrelado a normas e leis…Pois as leis foram criadas para conter os direitos ou melhor manter as desigualdades em equilíbrio, esse é o papel da polícia…..Se querem fazer movimento criativo.. mandem a ideologia Partdária pro INFERNO……………..

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  • 10/11/2011 - 20:11
    Enviado por: Ana Carolina

    É triste ver que em muitos comentários volta a questão da maconha. Como se isso fosse a luta dos estudantes. Existem, é claro, não só na USP, como em outras universidades (e particulares tb) defensores da legalidade da maconha. Mas isso NÃO é a questão da manifestação! Por favor, reparem nisso.
    Sou aluna da USP, jamais usei qualquer tipo de droga, sou extremamente contra, inclusive. Mas essa não é a questão dos estudantes. O problema é a sensação de estado de sítio dentro da faculdade. Sim, nós precisamos de mais segurança. Eu não sou de nenhuma maneira envolvida no Movimento Estudantil, que considero muitas vezes extremistas. Mas, nos últimos tempos, sinto-me uma criminosa simplesmente por ser estudante, pois é a sensação que fico lá dentro.
    Nada é só sim e não…. é necessário ver os dois lados. Cuidado com a mídia.

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    • 11/11/2011 - 04:32
      Enviado por: Letícia e Julia

      É como imaginei. Você não tem um só argumento concreto contra a presença da PM na USP. Mais, minha filha: o seu problema é fobia de polícia (e não vou nem entrar no mérito da questão). Em suma: procure um psiquiatra ou um psicanalista e vá se tratar! Era só o que faltava… (conversa pra boi dormir)

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  • 10/11/2011 - 20:33
    Enviado por: pedro serra

    MARCELO, é isso aí
    Não sei se você já leu o blog da cremilda, mas ela sempre fala contra a policia na escola pública do estado de São Paulo. A Ronda Escolar que o Alckimin criou para “defender” professor de alunos.
    Existe paralela uma “alunofobia” junto com a pedofobia da grande imprensa: se é aluno é marginal e delinquente e pedem o rebaixamento da idade penal aos gritos e babando.
    Bater em filho de pobre em escola pública é normal agora chegaram na universidade.
    Veja que tem a maioria raivosa que tem saudade da ditadura e que apoiam os PMs.
    No blog da cremilda eu repito esse problema é sempre repisado.
    dá uma olhada
     cremildadentrodaescola.wordpress.com

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  • 10/11/2011 - 20:55
    Enviado por: Lígia Frederico

    Serei objetiva: os estudantes têm o direito de protestar pelo que bem quiserem; isso é indiscutível, ainda que as reivindicações desejadas não estejam de acordo com o NOSSO pensamento. Mas quando realizada um votação que decide pela nulidade da manifestação, insistir nessa ideia é, no mínimo, extremamente anti-democrático. Uma contradição.

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  • 10/11/2011 - 22:49
    Enviado por: Julio

    Marcelo, estamos vivendo numa epoca neo-fascista em são paulo, jovens nao podem protestar, se rebelar, exigir liberdade ou mesmo serem ouvidos; A mídia nao deu voz e tachou todos de vagabundos, maconheiro e vandalos. Não se pode desafinar o coro dos contentes nesta democracia inacabada. Creio que nem na ditadura se via coisa assim

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  • 11/11/2011 - 01:56
    Enviado por: paulo

    Os estudantes estiveram hoje no largo são francisco em protesto. Lá tentaram tergiversar dizendo que não são a favor do consumo de maconha no campus, mas sim, contra o autoritarismo policial. Dá até pra entender o lado de se sentir desconfortável com um bando de gente que mal pegou em livros pegando em armas e cacetetes pra BATER, BATER, BATER!… O problema é que esses estudantes não seguem nem ao menos uma linha coerente de argumentação. Porque não fazem abertamente uma campanha A FAVOR DA LIBERAÇÃO DA CANNABIS? Eu, pessoalmente sou a favor… embora não fume maconha, só cigarro normal (porém, respeitei a lei anti-tabagista ).

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  • 11/11/2011 - 06:08
    Enviado por: NETON

    MARCELO, GOSTARIA DE ME DESCULPAR PELOS TERMOS QUE UTILIZEI AO ME CONTRAPOR A SEUS ARGUMENTOS. DISCORDO COM VEEMENCIA DE SUAS RAZOES, MAS FUI MAL-EDUCADO EM MINHA EXPOSIÇÃO.

    ME PERDOE E FIQUE COM DEUS!

    PS. Tudo bem, desconsidere Deus…

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  • 11/11/2011 - 10:03
    Enviado por: cremilda estella teixeira

    Marcelo, grande Marcelo.
    Com que clareza escreve aquilo que eu gostaria e nao tenho capacidade.
    A mídia realmente está sempre do lado dos mais fortes . Na minha luta contra polícia na escola pública para resolver problemas simples de disciplina ou de rebeldia de criança, parece nada diante da força dos apresentadores de programas policiais. Estão sempre responsabilizando o aluno e os pais.
    Chamam aluno de escola pública de marginais e delinquentes que não deixam o coitado do professor trabalhar…
    Nos espaços da Folha. com por exemplo pedem a alunos do ensino fundamental por exemplo, castigos que fariam Torquemada corar de vergonha. Quando eu posto, eles censuram.
    Enão querido menino, obrigada por você existir.
    Temos sim grandes homens nesse meu amado Brasil e vocês fazem a diferença, você o Gustavo Ioschpe, Dr Mário Sérgio Cortela entre outros me fazem orgulhosa de ser brasileira apesar de tudo.
     cremildadentrodaescola.wordpress.com

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  • 11/11/2011 - 10:05
    Enviado por: Alex

    Rever e aprender com o passado sempre sera uma boa pratica. Mas acho um grande engano tentar comparar as ideias desta geracao com as ideias que tinha a geracao de geracao de 70. Em caso de duvida, peca para a nova geracao colocar no papel o que eles pensam e entao compare.
    A manifestacao recente na USP foi um grande erro pois teve os manifestantes usando de violencia (ocupacao, destruicao de patrimonio) para supostamente protestar contra a presenca de uma PM dita violenta. Tenta-se copiar o modelo de manifestacao dos anos 70, e o resultado final acaba sendo parecido com o dos anos 70: borrachada, gas lacrimogenio e prisoes. O movimento estudantil evoluiu? Passados 40 anos, usou-se a criatividade para criar formas de mobilizacao e manifestacao mais efetivas e condizentes com a nossa epoca? Chega de violencia de todas as partes!

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  • 11/11/2011 - 10:54
    Enviado por: Ori

    Olá Marcelo Rubens Paiva
    Seu artigo fez uma ótima análise do movimento na USP. Ao contrário de muitos posts que li, acho que os estudantes finalmente descobriram contra o que estão lutando. O movimento estudantil andou meio anestesiado nos últimos anos, mas agora, com esse episódio da repressão da PM, parece que o objetivo do movimento se definiu: é a luta contra a transformação da universidade num centro de formação tecnicista, em que se reprime o livre pensar e o pensamento transformador. Fui estudante da USP no final dos anos 70 e começo dos 80, justamente no finzinho da ditadura, quando lutávamos pela redemocratização de nosso país, e já naquele tempo a elite no poder – que é a mesma, só que desarmada de tanques do exército e mais bem suprida de fundos financeiros – achava que a universidade pública é lugar de riquinho desocupado e baderneiro. Para essa elite, que não é burra, é só mal intencionada, dinheiro público não é para financiar gente que pensa (ou que está aprendendo a pensar), mas para financiar lucro de banco e obras de grandes empreiteiras. E para o poder público, bem público é propriedade privada do governo.
    Ah, que restaurador é o sopro da juventude!!!

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  • 11/11/2011 - 11:40
    Enviado por: taian carvalho

    só um parenteses, o comercial não é da RED LABEL e sim da Johnnie Walker, na qual disse que o gigante NÃO está mais adormecido.

    http://www.youtube.com/watch?v=xqCr74_F4I8

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  • 11/11/2011 - 18:12
    Enviado por: Luiz Tomazela

    Triste ver que 90% dos que aqui escrevem NAO ENTENDERAM o texto do RP e nem os outros tantos que mostram a inapropriada ação da polícia, bem como dos estudantes e da reitoria.

    Samba de criolo doido e um bando de sambista de arquibancada que nem entendem o Samba Enredo.

    Vcs estão muito alienados, vocês estão lendo Veja demais e enxergando de menos (engraçado que isso cabe até a petistas torcedores de lulismos e mensalões justificáveis).

    Acordem e aprendam a ler baseados em ampla pesquisa e não em manchetes de jornais/revistas e blogs.

    Impossível levar estes comentários a sério.

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    • 11/11/2011 - 18:17
      Enviado por: Luiz Tomazela

      PS: Quando escrevi “Acordem e aprendam a ler baseados em ampla pesquisa e não em manchetes de jornais/revistas e blogs” , por favor, entendam bem, NÃO SIGNIFICA que pedi para VCS FUMAREM UM BASEADO e abrir a mente ao entendimento !!!
      Espero ter sido claro!!!

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    • 11/11/2011 - 22:49
      Enviado por: Ana Paula

      Prezado Sr. Tomazela,
      o senhor está entrando num discurso generalizante! Não vejo sentido no senhor desenvolver esse assunto colocando todos dentro do mesmo saco. Ponha a mão na consciência e, em lugar de sair atirando pra todo lado, faça como os demais aqui, escolha, posicione-se, tome um partido e mostre-se a que veio. Só atacar e não deixar sua ferida exposta? Estou indignada com tamanho discurso raso.

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    • 12/11/2011 - 15:47
      Enviado por: Gabriella

      Concordo plenamente com você Luiz, é revoltante perceber como o povo brasileiro virou uma massa manipulada pela emprensa sensacionalista do país, que tem como representante principal a revista VEJA

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  • 11/11/2011 - 22:57
    Enviado por: Ana Paula

    E antes que me esqueça, sou aluna da uniban, e mostro minha cara e, sim, uso mini-saia, como forma de manifesto pacífico, nunca saí invadindo reitoria, mas nem por isso desmereço a forma de protesto adotada pelos alunos da usp.

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    • 12/11/2011 - 17:13
      Enviado por: Luiz Tomazela

      Prezada Ana Paula,
      o ideal mesmo, seria que você esquecesse tudo isso que você externalizou, são pessoas como você, alienadas 100%, que se imaginam universitárias por fazerem uma faculdade em uma Instituição que mais parece uma fábrica de hamburgueres prestes a abastecer todo o mercado de fast-food-knowledge e serem servidos ao mercado a preços promocionais.
      Sinto, mas uma Faculdade antes de mais nada deveria servir para dar profundidade crítica ao conhecimento como forma de gerar ganhos sociais para todos, à partir de cada indivíduo que lá entra.
      Sua mini-saia é bem-vinda em qualquer manifestação da USP , bem como nas manifestações que pipocam pedindo 10% pra educação , sugiro que vc não fume maconha nessas situações , de jeito nenhum , seus parcos fundamentos jamais conseguirão encontrar o caminho de volta pra casa.

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  • 12/11/2011 - 00:23
    Enviado por: rosana rejowski

    concordo plenamente com vc marcelo, e estou cada vez mais me questionando o que vem
    a ser políticamente correto, será que não é conservadorismo? Gandhi, Jesus, Mandela, Guevara, e outros que vc bem sabe seriam políticamente corretos?
    A censura que estão querendo impor ao humor ?

    A imprensa não está muito políticamente correta?
    viva a liberdade de criticar, beber , fumar , etc.
    Não gosto de ser políticamente correta, lembra tfp, mães católicas, aceitar o status quo, aceitar tudo o que o sistema quer.
    .

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    • 12/11/2011 - 17:19
      Enviado por: Luiz Tomazela

      Cara Rosana, já está de bom tamanho ter concordado com a análise/opinião do MRP …. agora, por favor, deixe Gandhi, Mandela, Jesus e os demais em PAZ!! Por favor, entre numa terapia de grupo, tome Daime, fume muita maconha, congele seu corpo e acorde após o fim do mundo pra rever todas suas preocupações demonstradas nessa sua mensagem.

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  • 12/11/2011 - 20:12
    Enviado por: Valéria

    Obrigada pelo texto Marcelo .Ponto a favor do estadão por abrir espaço à diversidade de opiniões. O que mais me assustou nesse episódio com os estudantes, foi a facilidade como as pessoas estigmatizaram o movimento como de drogados, playboys, etc.. A violência da PM no campus é um reflexo dessa virulência das pessoas.. Até ler o seu artigo eu desconhecia sobre a questão do desvio do metrõ de dentro da universidade. Por que a imprensa não divulgou o fato?

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  • 12/11/2011 - 20:45
    Enviado por: Ana

    Marcelo, é um alívio perceber que existem pessoas que pensam e que acreditam que podem fazer mudanças. O mundo precisa delas. E aqui, diversas pessoas, principalmente as que estão mais diretamente envolvidas puderam nos informar melhor dos acontecimentos, diferentemente dos canais tradicionais de comunicação pois não ouvi por eles nenhum depoimento dos fatos que realmente aconteceram, pareceu que foi montado uma “verdade” que não é bem a que aconteceu, o que significa isso? A invasão pela PM, que se disse pacífica soube que foi truculenta e com torturas aos alunos… Pergunto existe reitor nessa Universidade, porque deixou chegar a esse ponto? Isso pode ser considerado normal? Como a sociedade acha isso normal? Colocar a PM em cada escola ou faculdade? As pessoas acham que não tem o direito de ter algo melhor do que isso?

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  • 14/11/2011 - 13:12
    Enviado por: Thaiz

    Lembrem-se…este movimento e minoritario!! Estao colocando os alunos da Usp numa mesma panela, como se fossem todos mascarados maconheiros pro-baderna, o que nao condiz com a realidade.

    Ja houve votacao e a maioria optou pela PM no campus, inclusive a faculdade de filosofia e letras!! Entao, por favor, parem de generalizar midia mediocre.

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  • 14/11/2011 - 22:48
    Enviado por: Luiz Otávio Talu

    Obrigado pelos parabéns!…

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  • 15/11/2011 - 14:59
    Enviado por: Tomás Rebollo

    Caro Marcelo,

    Concordo com o texto em geral, mas essa história da estação de metrô dentro da usp está mal contada.
    A tal reunião em que o reitor da usp teria pedido para não ser construída uma estação dentro do campus nunca foi confirmada por ninguém, nem do metrô, nem da usp.
    Além do mais, desde o primeiro plano para a rede básica do metrô, de 1968, até o projeto funcional da linha amarela, de 1997, o traçado da linha é mais ou menos o mesmo que o atual.
    Pode-se ver neste trabalho de um colega da FAU USP que nos planos de 1968, 1975 e 1982 a linha amarela passa fora da cidade Universitária. (http://www.usp.br/fau/cursos/graduacao/arq_urbanismo/disciplinas/aup0272/6t-alun/2002/m1/index.html).
    Quando teria acontecido a famigerada reunião do reitor da Usp com a direção do metrô? Em 1967?

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  • 16/11/2011 - 10:30
    Enviado por: Tânia

    Concordo Plenamente!! Tirem a PM da USP e mandem pra Guarulhos… serão recebidos com alegria e não com pedradas!!!

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