Hoje tem novidade na minha peça A NOITE MAIS FRIA DO ANO [todas as terças e quartas, às 21h, no ESPAÇO PARLAPATÕES]. É que mudei o texto. Como assim?! A peça estreou em fevereiro, você não pode fazer isso!
Posso, sim. Posso tudo. Sou o autor e diretor. E folgado. Eu quem mando. Eu inventei, eu desinvento. Enxuguei uma cena. Tivemos até um ensaio para marcá-la. Uma cena que derrubava o ritmo da peça. Que estava longa [quase 1h50].
Comédia é assim. No papel, dá 1h30 de peça. No palco, vai pra quase 2 horas. Porque o riso muda o timing da cena. Os atores, durante a temporada, sacam quando ele virá. Preparam a fala, como um piloto taxiando na pista de decolagem. Curtem dominar a platéia, jogar com ela. Capricham na piada. Apesar de eu instruir para focarem no texto, não no público. Aliás, maldosamente, enxuguei uma das cenas mais engraçadas da peça.

E A NOITE MAIS FRIA DO ANO, apesar de ser uma dolorida história de amor não completado, é comédia. Feita por 4 atores que conhecem o gênero, gostam de jogar com o público, caqueiam à vontade, dominam o palco com facilidade.
Sou assim, esquisito, ou impulsivo, mudo as minhas peças durante a temporada. Enxugo. Mudo falas. Sugiro cacos. Da minha peça E AÍ, COMEU?, mudei até o título; fora do Rio de Janeiro, ela é DA BOCA PRA FORA.

Na minha peça MAIS-QUE-IMPERFEITO, mudei o final meses depois da estreia- um personagem morria na temporada carioca e viajava na temporada paulista.

A peça NO RETROVISOR teve uma cena escrita num guardanapo de bar, no dia da estreia, depois de meses de ensaio. E na temporada ganhou cortes e uma cena introdutória que mudava toda sessão e era improvisada em cima de um eixo.
Falo disso nessa boa entrevista para o Guia da Folha: http://guia.folha.com.br:80/teatro/ult10…
Bem, não sei se você sabe, mas todos os meus livros anteriores a MALU DE BICICLETA foram reeditados e reescritos, quer dizer, enxugados. Simples, a Editora Objetiva comprou meus livros editados por outras editoras, redigitalizou, me mandou os arquivos, e, metido, passei um ano enxugando e mexendo.
BLECAUTE, UA:BRARI, BALA NA AGULHA, AS FÊMEAS e NÃO ÉS TU, BRASIL publicados pela Objetiva são diferentes dos anteriores publicados pela Brasiliense, Siciliano e ARX.
Em BALA NA AGULHA, mudei um capítulo de incesto. Deixei mais sugerido. De NÃO ÉS TU, BRASIL, cortei mais de 40 páginas. Até FELIZ ANO VELHO cortei.
A pergunta não é “por que faço isso?”, mas “por que não?”, já que tenho domínio jurídico e estético sobre a minha obra. E, lembre-se, Euclides da Cunha mudou 3 vezes OS SERTÕES, incluindo, na última edição, a que ficou para a posteridade e ganhou o status de o maior livro da literatura brasileira, numa lista com especialistas elaborada pelo caderno MAIS, um mea-culpa que até mudava o sentido da obra.
Enquanto eu estiver vivo, meu caro, minha obra está viva.
*
Tem neguinho que reclama de tudo. Estou sem postar desde sexta. E apareceram alguns coments chiando. Eu, um novato na blogosfera, já tinha sido alertado sobre aqueles que reclamam quando não se posta. O que é, vão me denunciar no Procon?
O leitor de um blog se sente um consumidor. E faz exigências. Bom isso. É uma mídia relativamente nova, mas que cria alguns padrões. Um deles é a intimidade entre blogueiros e leitores.
Estive na Feira do Livro de Ribeirão Preto. Passei uns dias lá. Falei no exuberante Teatro Pedro II. Reencontrei o grande poeta Thiago de Mello, que, apesar de morar a 400 km de Manaus, está por dentro de tudo, e acompanha o futebol, tema do nosso papo.
Ele contou que, na primeira contusão grave do Ronaldo, foi visitá-lo no hospital, em Paris, e disse, para um jogador no leito, desanimado: “Os pássaros da Amazônia dizem que você vai voltar e vai ganhar a Copa do Mundo.”
Dito e feito. Ronaldo vive contando essa história por aí. Nem conhecia o poeta, mas acreditou. Esqueci de perguntar ao Thiago o que os pássaros da Amazônia dizem sobre o jogo de amanhã.
Bebi o “fantástico”, chope só com espumas, do Pinguin. Revi amigos. Passei o domingo na praça. Até raspadinha com groselha bebi- há décadas que eu não bebia. Vi poetas locais recitarem. Palhaços mexerem com os pedestres. Sob o sol e o calor da Califórnia brasileira.
Fui sábado de manhã de carro, sozinho, com o Ipod no shuffle. Saí de São Paulo cedo. Estava frio e nublado. Peguei a Bandeirantes. Costumo ir devagar, de janela aberta, curtindo a vista.
Lá pelo quilômetro 80, começa a me dar uma palpitação. O sol surpreendentemente aparece. Naquela área, sempre está sol. Foi onde, há 30 anos, num dique, mergulhei e quebrei a quinta vértebra cervical, o que mudou radicalmente a minha vida.
O sítio em que mergulhei fica na beira da estrada. Toda a vez que passo por lá, dá um nó no meu cérebro. No ano passado, a caminho de uma palestra para a Universidade Federal de São Carlos, fundiu o motor do meu carro exatamente ao lado do maldito laguinho. Voltei guinchado.
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PERDEU, PLAYBOY!
Aquele trecho do mundo é amaldiçoado. Estranhamente, um bairro surgiu ao redor e outro em frente. Mas o desgraçado do sítio está lá, intacto.
Coincidentemente, tocava There There [Radiohead], no som: “… just’cause you fell it, doesn’t mean is there” (só porque você sente, não quer dizer que exista).
Passo a viagem com pensamentos atropelados: e se não tivesse acontecido, onde eu estaria, o que estaria fazendo, como eu seria?
Então, me lembro de cada passo, cada pessoa que conheci, amei, penso nos amigos que eu não teria conhecido se não tivesse acontecido, nas viagens, na vida que arrumei para mim, e me acalmo pouco a pouco. Sentiria muita saudade de tudo isso, se não tivesse ocorrido. Não direi que bom que me aconteceu. Porque, estranhamente, apesar de tudo, encontrei felicidade no drama que vivi. Muita.
“Decreta-se que nada será obrigado nem proibido, tudo será permitido, inclusive brincar com os rinocerontes e caminhar pelas tardes com uma imensa begônia na lapela. Só uma coisa fica proibida: amar sem amor” [Thiago de Mello]
Ainda bem que já vi a peça completinha haha…
Nada é por acaso!
Esse trecho de Thiago de melo é sensacional.
Grandes bjos
O Dalton Trevisam não só enxuga todos os seus livros a cada reedição, tentando deixa-lo o mais sintético e direto possível, como recolhe todas as edições antigas que encontra, pois as julga muito prolixas em relação as mais novas.
Reza a lenda que quando alguém o encontra (o que é raro) e pede para ele autografar um livo, caso seja uma edição antiga, ele se oferece para dar uma mais nova e ficar com o livro velho do leitor.
PS- Não sei se você se lembra, mas faz um tempo que te escrevi sobre as fotos still do Malu de Bicicleta. Enfim, deu certo, semana que vem me junto `a equipe. Valeu.
jura? parabens. entao nos vemos no set
Uhuhuh. Arrasou Marcelão. Será que toda vez que vc passa perto daquele bendito lago volta mais criativo??? Bjos
…Pode sim.
Mas eu daqui do interior será dificil.
Quando for viajar avisa.
SJC -SP
Ok, quando alterar os posts tbm não vamos reclamar…
Mais lembro que quando fui assistir a peça, ao final, olhei pra Tati e soltei um: Já?
com direito a bico e tudo..rs
Vc não é um caso de Procon!
Nós é que precisamos de um tratamento de desintoxicação!
É viciante!!! E vicia até os caras…
E outra, vc posta num certo ritmo…libera os comments em certos periodos do dia…e da noite…
Quando não tem a gente sente falta, ué! Principalmente quando o relato é intimo…
Enfim…
Bela citação.
Bjs
Grande Marcelo!
Há tempos que eu não comentava seus posts, mas qdo li esse último não pude deixar de registrar algo.
Realmente, a Vida é no mínimo curiosa. Nos reserva surpresas paradoxais que de uma só vez mudam todo o rumo de nossos caminhos.
Então, até pensamos como teria sido do outro jeito, mas percebemos que não adianta pensar muito e sim seguir em frente.
Sugiro, portanto, que num próximo post ou artigo, discorra sobre isso, essas entradas que a vida escolhe sem que possamos opinar…
Obs: Issso lembra até aquele filme Corra Lola Corra…
Forte Abraço!
É Marcelo, as pessoas que acompanham suas mil maneiras de se expressar (e o blog hoje talvez a mais rápida), sentem falta deste elo cibernético e por isso reclamam.
Há 1 ano que estou em sampa. Morei 22 anos em Ribeirão. Participei das 1ºs feira do livro, como admiradora e atriz. Mesmo longe, torço pelo projeto cultural, pois a feira movimenta, além dos hotéis e choperias, os teatros e os dançarinos.
Manda-me um e-mail qq dia desses pra bater papo..
Como bom morador de Ribeirão só tenho q abençoar a maravilhosa raspadinha kkkk
Não acredito q vc mudou algumas cenas da peça “A noite mais fria do ano”….bom, já q vc pode tudo, fazer o q né?!
bjs
Dia 29 fui para Ribeirão com amigos, ver a feira do livro q vou sempre q tem em Ribeirão e aproveitar e assistir ao show do Lenine, tava muito lotado e muito bom lá, enxugamos o caneco de cerveja e se não fosse nossa amiga q não bebeu dirigindo na volta estariamos lá até hoje.
Lugar bonito demais!!!!
rs, quem é mais impaciente, vc ou seus leitores?
Ribeirão faz calor *demais* p/ mim…
Beijo Paiva,
Não senhor Marcelo Rubens Paiva, não reclamamos da falta de post novo, mas sim do bloqueio de comments, isso sim cobramos com alguns direitos de leitores folgados e saudosos.
bjs
Vc é bem estranho.. humano demais!
Conta q cortou umas das cenas mais engraçadas… tudo q se espera vc já ter superado.. sei la viu.
Deve ser por isso q te leio sempre
Abraço
Se não tem intenção de postar não posta oras ^^
e plateia não tem mais acento hahahahahaha
give me a break
Se não quer postar não posta uai, que mal há nisso?
e plateia não tem mais acento hahahhahahaha
Marcelo!
Foi muito bom ter você aqui em Ribeirão, a Feira do Livro daqui é um evento muito bacana mesmo.
Foi engraçado, nunca pensei que pudesse ser meio tiete, mas adorei conhecê-lo pessoalmente.
Volte sempre!
Juliana
Eu praguejava intimamente sua ausencia, mas me mantive firme, calada.
Eu sou uma iniciante no mundo dos escritores, e vc me ajuda muito, tanto nas ideias quanto na redação.
Obrigada, por mesmo depois de algum tempo, voltar a encher essas linhas em branco.
Um dia eu chego a seus pés.
Sugestão: na próxima vez vá pela Anhanguera e pare no frango assado para comer um espetinho…
foi o que fiz na volta e parei no frango assado, mas comi linguiça, rsrsrs
então tá certo !
a porra é sua , ce espalha ela por onde quizer…
só não concordo em voce ficar se explicando porque mudo isso, tirou aquilo.
e outra, livros de prima edição geralmente tem mais valor, antes das alterações do autor pra segunda, tercira, enesima…mas geralmente tem menos conteúdo, escritos que são na primeira penada.
eu mesmo, se pegar pra ler algo que escrevi, mudo a historia inteira, refaço o livro e o que era ja não é mais.
quanto ao trecho da viagem, o tal laguinho, será que ele não está esperando voce ir la e tomar um pouco daquela agua ? pra dizer a ele se ainda o odeia ou o perdoa ?
vai lá, pesca um peixe, toma uma agua dele, ce vai ver que a proxima vez que voce passar ali as nuvens cinzas somem…
é só uma idéia !
Voltei só para dizer que acredito que sua excentricidade se deve ao fato que ocorreu com você. Coisas que aconteceram comigo, estranhamente me moveram para frente com mais velocidade e sem pretensão de acertar, e é quando a gente acaba acertando, quase sem querer…
Você sabe que jamais poderá se acomodar, e isso faz com que você ouse, mude suas peças, escreva e brigue com a gente, sem pretensão de agradar, e acaba mais agradando que desagradando.
Clau
Sei que esse será o comentário mais estúpido do blog, mas eu não resisti: amo raspadinha com groselha!!
Marcelo,
Quanta informação, parece que vc tá acelerado! rs
Admirável a sua reflexão e a sua experiência de vida viu…
Será que não é um pouco de perfeccionismo mudar seus trabalhos? no sentido de sempre querer melhorar e tals ?
Beijos
Oi Marcelo, td bem? Queria deixar o endereço do meu blog aqui pra vc. Meu último post falei sobre o Michael Jackson, mas de uma forma….diferente.
http://www.novabrasilfm.com.br/blog/cristiane-tavares
Um beijo
Gostei MArcelo do “Enquanto eu estiver vivo, meu caro, minha obra está viva.”
É isso mesmo, e se alguém acha q qq forma de arte tem que ser estagnada, é por não entender que arte e liberdade andam de mãos dadas..
Sobre o que vc postou sobre suas lembranças,
penso que a vida é isso mesmo MArcelo, há um conto japonês que em linhas gerais diz o seguinte:
um guerreiro foi a guerra e a vitoria tb estava ligada a matar inimigos, ele o fez, mas
descobriu que um deles era um rapaz de 14 anos, com uma vida pela frente.
Em uma conversa com um guerreiro mais
experiente, este diz que nem sempre vale a pena sair por cima, ganhar, ao contrário,
há momentos que é melhor sair por baixo, sair fraco e perder a batalha. Pois perde-se
a batalha, mas não a guerra, e nem toda vitória, ou falta de sofrimento, traz o melhor
para a vida. Saber perder batalhas tem muito de honra, e saber encontrar momentos
felizes diante das dificuldades mais ainda, com certeza.
Li sua crônica “Acontece que…” postada há alguns dias e lembrei-me que uma vez te pedi para postar uma que fosse narrada do ponto de vista feminino. Essa não deixou de ser não é? E caramba! Há tanto de verdade nela que me arrepiou os pelos do corpo… e pior, pela aparente descrenca da personagem no que É e SERÁ o amor diante do que ele FOI… não há como não relacionar com nossa própria vida, mas viver é tentar lidar com conflitos…aiiiiiiii
Gostaria de ler mais assim crônicas assim. Gosto do ponto de vista masculino, mas gosto do jogo do homem narrando do ponto de vista da mulher.
Mas olha, se ela for uma fêmea alpha, garanto que ela sai daquele abatimento, sobe no salto e dá um
jeito de dar um UP!! rsrs
Valeu.
Oi!
É mto clichê dizer que sou sua fã?rs
Vi uma foto sua, tomando uma cerveja com um amigo em comum, queria rter estado junto!rs
Sobre as sensações do acidente, tenho uma situação parecida em minha vida, o “e se” tbm não sai da minha cabeça em alguns momentos, massss, tudo o que veio “depois de” fez grande diferença TBM! Boas diferenças…
Um bjo..
Mari
Ahh.. saber disso so me faz correr atras dessas novas edicoes e ver se consigo descobrir o que foi mudado.. ( ainda bem q trabalho em livraria..rs)
Agora me ficou uma curiosidade… voce ja pensou em dar continuidade a algum livro seu? como o Blecaute por exemplo… se houvesse uma continuacao seria muito louco… sei la, do nada a martina ou o rindu descobrem que aquele maluco que foi com eles na expedicao na caverna tambem esta vivo… ahh.. eu sempre pensei nisso sabia… rs
“O que é, vão me denunciar no Procon?”
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk, ri às pampas com isso…
Como vc mesmo disse, vim consumir seu blog esses dias e encontrei tudo “trancado”, dai pensei: O cara vai ficar uns dias s/postar, só pode, dai nem abriu p/os comentários. Mal sabia vc q o povo começou a escrever no espaço do post anterior, Hahahahaha, eu fui lá dar uma olhada e vi gente se culpando, achando q vc tinha vedado os coments pra fugir de uns e outros q só vem aqui encher o saco. No fundo esse povo não sabe mais viver s/vc, resigne-se!
Abraço, fruto dessa estranha “intimidade” a que vc se refere qdo disse q o ato de blogar gera esse fenômeno.
Pô Marcelo, se todo mundo tivesse essa reação. Volta e meia aparecem uma séria de problemas na vida de cada um, e cada vez mais me convenço que a forma como lidamos com eles é fundamental para que fiquemos bem no menor tempo possível. Olhar as m* sempre da melhor forma, o melhor a ser feito.
Sumiu o q eu estava te escrevendo,apagou sem querer…
Gostei da idéia de mudar scripts, finais, enredo.Muita coragem é preciso pra mudar o q funciona.
Pensar como seria se não tivesse acontecido comigo, como seria sem esse fundo de tragédia, penso q estaria morta, longe daqui, paciencia.
Talvez esteja melhor viva.
Boa dica, trocar finais, mudar cenas, contexto…
e dai q tem q ensaiar de novo.
A California brasileira tem esse dom de te dar asas…
Te leio sempre, é um prazer, mas alguem te cobrar pq não escreveu abre a brecha de vc cobrar pq não te leram, enfim…
Ribeirão é um oasis, mas mto tempo lá te leva ao deserto.
bjs
Any
Pra você vir aqui e escrever sua opinião, você tem que antes ir lá fora e viver, sentir. Por isso, tome todo o tempo necessário e só escreva quando realmente quiser. Quem não entende isso, não entende a sua essência. Bjs, Ana.
Puxa Daniel, pensei q a tati ia largar vc e o paulo na estrada, pq para aguentar bêbados só estando bêbado tbm!!
Denunciar no Procon kkkkkkkkkk, gostei desta.
Já pensou se pudessemos denunciar os blogueiros por falta de post?!
Tinha muito blogueiro de nome sujo por aí kkkkkk
Esses taurinos chatos e impulsivos….admiramos mais e mais kakakakaka
Valeu a pena esperar e ser taxada de reclamona!!!
bjs
Oi Marcelo, tudo bem?
Escrevo para fazer um convite: faço parte da organização da Semana Acadêmica de Comunicação Social da Puc-Pr e seria uma grande honra se você participasse. Gostaria de saber se há a possibilidade de você dar uma palestra durante o evento, que acontecerá entre os dias 24 e 28 de agosto.
Desculpe fazer o convite por aqui, mas é a única forma que tenho de entrar em contato com você.
Aguardo um retorno seu, e muito obrigada pela atenção desde já.
Paula
Cacete Daniel, deixar mulher dirigindo de Ribeirão Preto até SP só pq estava bêbado é muita coragem e não é coisa de Homem Que É Homem kkkkk
Vc é um porre mesmo hein??? Mudou o final dos livros!!!
mesmo assim te leio pq sou um chato tbm
Ora essa, que mal há em enxugar uma peça ou ficar uma semana sem postar? hahahahahaha
E plateia não leva mais acento ^^
1. Ribeirão é tão especial que, na praça principal, em vez de uma igreja, tem uma choperia e um teatro!! rs
2. Quando regressar a RP, esqueça o famigerado chopp da lendária choperia. Trata-se de um mito. é o Ronaldinho Gaúcho dos chopps…Como em todos os outros pontos, viaja, sacolejante, por mais de 200 km. Procure (sem jabá) por chopps artesanais, com água do aquífero Guarani, a partir de abrasileiramentos como adição de rapadura, ou café. Pura antropofagia ribeirão-pretana.
3. Estava na platéia do Pedro II. Interessante notar, em uma de suas respostas, um post embrionário, em formação…Ou será que este post, tão marcante, só se tornou concreto a partir do questionamento que lhe foi feito naquela oportunidade?
abs
ja estava se formando na estrada. abs
Marcelo!
Sua palestra foi ótima, valeu muito a pena ter visto.
Volte mais pra Ribeirão!
O que você mudou nos livros?! (Blecaute, Feliz Ano Velho)
Fiquei curiosíssima!
confere la
Uma mudanca apropriada hoje seria o Corinthians nao marcar nenhum gol!!!!
VAI CURINTCHA!!!
Ei, Marcelo
Se te conforta, também sou esquista! haha
Te admiro pacas.
Sua fã,
Luciana
tb por quê? e eu sou?
oi Marcelo,
Estou LOUCAAAA para assistir a sua peça A NOITE MAIS FRIA DO ANO, só que o pedagio aumentou e sao joao da boa vista é meio longinha de sampa e onde eu moro mais ainda!!!Eu li Feliz Ano Velho, mas é a ediçao bem antigonaaaa, depois li BALA NA AGULHA, ediçao mais nova.Gostei de ambos, muito mara. AGORA O PEDAGIO TEM QUE BAIXARRRRRR!!!falando em teatro neste domingo 5/7, tera um expetaculo de chorinho no teatro aqui muito very good, os carinha é da autralia!!!
RONALDOOOO
Cacete Marcelo, de arrepiar esse post. Esses detalhes que você coloca são foda, a forma como você coloca. Paguei um pau. Me lembrou, não sei porque, “Era Uma Vez o Amor, Mas Tive que Matá-lo”, do colombiano Efraim Medina Reyes – mas no fundo acho que não tem nada a ver, enfim.
Consegui me livrar de um compromisso semanal noturno nas terças, e devo aparecer lá na semana que vem!
oi Marcelo, eu estava na palestra de ribeirão, sentada na 1ª fileira, na sua frente e com um caderno com uma “pequena homenagem”. A plestra foi maravilhosa, me tornei sua fã de carteirinha de vez, pena que no dia eu esqueci o livro pra você autografar
. Mas, … faltam até palavras para expressar a alegria e a honra que eu senti, quando conheci você pessoalmente.
Estou lendo Malu de Bicicleta, e es tou super anciosa para o lançamento do filme.
Beijos, AMO você!!! Você é o MELHOR!!! =D
Marcelo,
que sucesso de post.
Adorei também, como todos que já te escreveram. Um mix que até merece que volta e meia vc volte separadamente em cada ingrediente. Os ápices na minha opinião:
Eu inventei, eu desinvento. Enxuguei uma cena.
Enquanto eu estiver vivo, meu caro, minha obra está viva.
*
O leitor de um blog se sente um consumidor.
Aquele trecho do mundo é amaldiçoado.
Estranhamente, apesar de tudo, encontrei felicidade no drama que vivi. Muita.
e, claro,Thiago de Mello.
PARABÉNS, GAROTO. ABS. DO DIB.
Sou Homem Que É Homem Angelo, mas consciente (eu acho) a mina dirige bem…falou grande!!!
Sua peça é muito boa cara, parabéns.
fiquei boquiaberto com a atuação do Hugo Possolo como marido traído!!
abs
querido,
nem vem!
faz uns 2 meses q nao leio nada seu e gosto bastante, nao reclamo da sua falta de posts, e trabalho p kct, nao da tempo q te atazanar!
so o vicio faz as pessoas tentarem estorquir coisas das outras….
bjom
Cristine
É, mas o “Curintcha” ganhou temperado pelo juíz!!
Mancada deixar fazer dois gols…
Tbm queria mais tempo para atazanar…não dá, não dá!!!
Cara, minha mulher vive no teu blog, vim ver o q acontece de tão bom, e eis q me supreendo com ela dizendo q te ama!! Q susto!!
Quem procura acha…
Oi Marcelo,
Na época em que a peça estava em cartaz no Sesc Paulista, até estava com o ingresso mas justo no dia acabei viajando.
Ontem finalmente eu consegui assistir. Eu não sei se eu estava num dia mais sesnsível, tipo, com TPM, mas eu chorava, chorava e ria. Gostei muito!
Se eu te falar que sou assim sua fã, assídua, estaria mentindo mas desde que li o livro Feliz Ano Velho na minha adolescência, sempre que você aparece na TV, ou algum texto seu, eu curto. Agora que vc tem um blog aqui, fica mais fácil de te acompanhar.rs…rs…
Outro dia fui no The Wall, para o show do…como é mesmo o nome? Ratos de alguma coisa…rs..rs…, pois li no seu blog. E te vi lá no cantinho. Deu uma p..vontade de falar com vc, mas eu sou tímida pra sair puxando conversa com pessoas que não “conheço”.
Mas é isso. Eu queria dizer que eu gosto do seu trabalho.
Bjus!
Li
Marcelo
Queria dizer a você que sempre tive vontade de ler seu livro Feliz Ano Velho,mas não sei o motivo, acabei lendo só agora com 31 anos.
Simplesmente ameiiiiii,adoro ler, mas você conseguiu detalhar coisas que muitos tem vontade de dizer e tem vergonha sei la o motivo e achei o final melhor ainda,pois não ficou com lamúrias e ao mesmo tempo me senti dentro do livro.
Gosto de pessoas autênticas e virei sua fã.
Mas como toda leitora e geminiana curiosa rsrs,queria saber mais um pouco da sua vida rsrs.
Vc ainda tem contato com aquelas pessoas do livro? Casou?.
Bjs sua nova fã
Ana Paula Flores
Marcelo
Mais uma coisinha,como adorei seu livro Feliz Ano Velho, fiz questão de indicar em meu blog.
http://anapaulaflores.blogspot.com
Bjs
Sua mais nova fã
Ana Paula Flores
2012
2011
2010
2009
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