No começo do ano, conheci PETER BUCHMAN, cubano radicado em Nova York e roterista do filme CHE, de Soderbergh.
Fiquei surpreso quando ele me contou que acompanhou todos os dias das filmagens do longa de 6 horas, dividido em duas partes. Eu imaginava que o papel do roteirista se encerrava antes, e que nossa presença não era bem vinda.
E que havia exceções, como BRAULIO MANTOVANI, que ganhava um salário [coisa raríssima] para, com o diretor FERNANDO MEIRELLES, levantar a trama de CIDADE DE DEUS e acompanhar o dia a dia do set.
Sim, somos aqueles caras que 5 anos antes das fimagens trabalham como uns loucos, de graça, sem ajuda de ninguém. Muitas vezes, o projeto não se realiza, o filme não é rodado, e não se capta dinheiro nem para pagar pelo roteiro e seus diversos tratamentos.
O roteirista é a parte fraca da indústria. Apesar de que, sem roteiros, não se faz filmes, nem se começa um projeto. É com roteiros que se inscrevem em leis de incentivo e captam grana.
É um paradoxo: com o nosso trabalho, sem nos pagarem, levantam a grana. Somos essenciais. Pero no mutcho. Se rolar, nos pagam quando começam a rodar. Se não rolar, engavetamos anos de trabalho e humildemente abaixamos a cabeça, como se o fracasso fosse nossa responsabilidade.
BUCHMAN disse que sua presença era essencial para ajudar no sotaque cubano em uma produção americana e nos detalhes do set, do figurino ao cenário e elementos de cena.
Porém, mudei de opinião, ao acompanhar as filmagens de MALU DE BICICLETA, meu roteiro, baseado no meu livro, que está sendo filmado aqui no Rio pelo diretor FLAVIO TAMBELLINI. Sim, o roteirista deve acompanhar as filmagens. Eu não sabia disso.
Todos saem ganhando. É uma espécie de apoio ao diretor e elenco. Uma ponte entre o texto e a loucura de um ambiente com mais de 50 técnicos.
Ontem, por exemplo, sugeri eliminar uma cena. Dei dicas da personagem, para a atriz FERNANDA FREITAS compor a cena. Hoje, mudei as intenções do personagem de MARCELO SERRADO.
Porque a todo tempo os lembrava o que viviam naquele momento da história, tinha a noção do todo, enquanto num set de filmagem a energia da ação é tão absorvida, que por vezes podem se perder.
TAMBELLINI conta que SPIKE LEE certa vez pediu para a sua assistente anotar quantas perguntas lhe fazem num dia de filmagem. A média deu 600 perguntas que um diretor tem de responder. Por dia.
Com o roteirista em cena, o seu trabalho é facilitado. É o apoio que falta em alguns momentos de confusão. E isso não está nos manuais.
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Falando em roteiro.
Conheci WALTER HUGO KHOURI, para mim, um dos maiores cineastas brasileiros [morreu em 2003], caminhando pelas ruas dos Jardins, onde morava e passeava sempre elegantemente vestido. Era uma simpatia.
Eu pedia detalhes dos seus filmes NOITE VAZIA e A ILHA, clássicos em preto e branco dos anos 60, assumidamente inspirados em ANTONIONI e que alavancaram a carreira do diretor.
Ele ficava feliz pelo reconhecimento. No entanto, tinha uma tristeza recorrente, o embargo incomum e único ao filme AMOR ESTRANHO AMOR, de 1982, em pleno estado de direito.
É a história de um menino, Hugo [MARCELO RIBEIRO], com incríveis olhos azuis, que, ainda garoto, chega em São Paulo, é deixado na frente de um prostíbulo de luxo e convive com garotas que o provocam e povoam a sua fantasia.
Até uma ninfeta atrevida, Tamara, vivida por XUXA, tentar molestá-lo, depois de ser leiolada.

Xuxa depois virou a RAINHA DOS BAIXINOS, comprou com a Marlene Mattos os direitos do filme e recolheu as fitas em locadoras. O filme tem a comercialização e a distribuição proibidas no Brasil. Foi lançado em DVD nos Estados Unidos em 2005. Xuxa até tentou comprar os direitos da produtora americana, que não vendeu.
É um filme forte. Para muitos, indecente. A justiça o acusa de divulgação de pornografia infantil. Pode ser encontrado em partes em sites pornôs.
Em homenagem ao cinema é à liberdade de expressão, indico aqui um link em que há 28 minutos do filme. Até os advogados da Rainha dos Baixinhos embargarem. Crianças, não entrem.
É uma pena que num site pornô é que encontramos partes da obra do cineasta genial. Aqui vai uma ligeira e censurável desobediência civil, para homenageá-lo e torná-lo imortal:
http://www.xvideos.com/video188006/_love…
Vida longa para o genial dândi WALTER HUGO. Vida longa para a beleza de XUXA, VERA FISCHER E MATILDE MASTRANGE, que aparecem nuas no filme perturbador. E que saibam as mulheres: todos os garotos gostariam de ser Hugo por uma noite. E fantasiam acordados.

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Bem, aqui vai mais um trecho do livro MALU DE BICICLETA que não está no roteiro. Um bônus…
Sandra trabalhava na minha livraria preferida. Era a minha vendedora preferida. Era quem me anunciava os lançamentos, com quem eu percorria os corredores apertados, margeados por estantes, para quem eu elogiava capas e títulos e criticava outras e outros e para quem eu apontava os melhores livros da minha vida. E de quem eu aceitava indicações. Sandra. Contemporânea, gostava de Paul Auster, Philip Roth, Pynchon. Eu, preconceito contra tudo aquilo escrito depois da era da informática. Meus autores escreveram a mão, como Virgina Woolf, a luz de velas e endividados, como Dostoievski, ou bêbados, como Hemingway. Mas aceitava suas sugestões, comprava-as e tive de ler algumas, para ter assunto e, depois, dizer:
“Sei lá. Li o livro que você me indicou. Tenho um certo preconceito contra tudo aquilo escrito depois da era da informática. Meus autores preferidos escreveram a mão, a luz de velas, endividados ou bêbados.”
Ela ria. Claro, convidava-a pra sair. Ela nunca tinha tempo. Claro que tinha. Ora, tinha, para ler os lançamentos. Tinha e não queria sair comigo. Era isso. Era comum. Nem todas se atraíam por um canalha. Ou, se queria, tinha outro, mas nunca me dizia que tinha outro, só dizia que estava sem tempo, o que era sinal de que com o outro não estava rendendo, pois ela regava o meu interesse por ela, bom sinal. Tinha cara de comportada, certinha. Talvez fosse daquelas que não traía. Só sairia com um se estivesse livre. Tipo fiel. Do tipo fiel que mantém a horta regada. O tipo mais comum.
Sandra, um dia, depois de eu perguntar quando iríamos sair, me convidou para jantar na sua casa. Calma, com toda a família. Programa tão inusitado, que, lógico, topei. Jantar às 19h, sem atraso.
Às 19h, lá estava eu, bem vestido, com um maço de flores para a mãe e uma garrafa de vinho para todos. Jantar familiar. Mãe, pai, uma tia, o avô senil e seus dois irmãos mais novos. Fui apresentado como um amigo. A tia tagarelava. Era a tia divorciada, que morava de favor. A mãe nos servia, com ajuda de Sandra, que estava com um vestidinho todo florido, como uma garota do campo. O avô não abria a boca, só para tossir. O pai me perguntava coisas sobre o meu trabalho, o meu time e em quem eu tinha votado na última eleição. Os irmãos me olhavam e riam: quer comer minha irmã, tem que passar por isso. Me senti há muitas décadas, visitando uma pretendente, analisado para ser aprovado. Meu vinho foi servido depois. Elogiaram. Tudo muito bem educado. Um clássico. Expuseram a filha, como ela é inteligente e culta e sua vocação para a literatura, desde pequena lia de tudo, aprendeu a ler sozinha, como tinha sido a melhor aluna, o tesouro da família.
Ninguém comentou se ela tinha ou não um namorado, e a pureza daquele ambiente era tamanha que comecei a desconfiar que só treparia com Sandra depois de trinta jantares, muitos passeios de mão dadas, muitas conversas sobre estilos literários, muitos cinemas, muitos beijinhos selinhos, muita enrolação. Desanimei. O primeiro beijo certamente seria num banco que balança na varanda, sob as estrelas, poético e controlado. Sabe o nome desses bancos? Eu soube noutro dia: namoradeira. Tipo de informação que um galinha despreza.
Tracei outros planos, desisti, ficou tarde e me despedi. Me levou até o hall. A família toda na porta. Chegou o elevador, ela disse que ia descer junto. Me fazer companhia. Despedimos da família, que fechou a porta. Entramos no elevador. Apertei o térreo. Começou a descer. Nos olhamos. Cada um num canto do elevador. De repente, começou a levantar o vestido. O que era aquilo? Milímetro por milímetro, o que era tecido subia, revelando joelhos, coxas. Nos seus olhos, ainda a pureza de uma menina comportada do campo. Levantou mais o vestido, até aparecer. Sim, sem calcinha. Olhei aquela penugem negra, o elevador chegou no térreo, ela apertou um botão qualquer, voltamos a subir, e ela, a se exibir, coloquei a mão na sua cintura, e ela voou pra cima de mim, agarrou o meu pescoço e me beijou, me agarrou, me grudou na parede. Ele parou. Caímos no hall de um andar qualquer. Fechou a porta do elevador, abriu a minha calça, começou a me chupar, deitamos no tapetinho, começamos a trepar ali mesmo. Em silêncio. E, aos poucos, passamos a escutar os barulhos do apartamento anexo. Do outro lado da porta, única porta, era um barulho familiar, era a sua família a tirar a mesa. Escutamos seu avô tossir, seus irmãos correrem pela casa, sua tia fofocar e seu pai criticar o meu vinho: “Que amargo! Italiano vagabundo! Um vinagre!”.
Trepando em silêncio, no escuro, naquele hall apertado. Ela gozou, parou e passou a me chupar, e, enquanto caía de boca, e eu apertava os seus peitos, abriu-se a porta do apartamento, a luz da sala nos iluminou, e paramos num susto, ela escondeu o rosto, mas eu vi, era o seu avô, o senil, que abriu, viu, fechou a porta e teve um acesso de tosse monumental, e, enquanto nos arrumávamos, a tosse aumentou, levando a família a o acudir. Entrei no elevador, apertei o térreo e nem olhei para trás.
Até hoje, não sei se ela tinha namorado. Nem sei no que deu aquilo. Nunca mais nos vimos. Porque troquei de livraria. E voltei aos clássicos.
O roteirista é a classe média de um Filme. Ninguém dá importância, mas sem ele o Filme não existiria.
Fala aí…
Cara, vi esse filme a 15 anos atrás, quando eu ainda tinha 15. Tenho ele gravado em VHS, inteirinho(por essa a “x” não esperava…). Passou no SBT. O garoto, que depois vira Marcelo, canalha e sacana da pior qualidade, sujeito esperto e malandro mulherengo. Coisa que como vc mesmo disse, todo garoto gostaria de ser por um dia, uma noite. Talvez por isso eu tenha assistido ao filme. Não entendi muita coisa, mas lembro que o cara quase não falava nada, só ouvia. Muito louco …
Abx
Diogo
(domingão não ter pra ninguém…. segura o Obina!…rsrs)
Quando seu filme fica pronto?
Beijo,
estreia começo do ano que vem, abs
Quem vai interpretar o Luís mais novo?Vocês vão filmar na USP?
não, e nem vai ter luiz mais novo
Marcelo, acho cabuloso a relação diretor/roteirista ou diretor/produtor em alguns projetos. Ha um tempo atrás recebi um convite para trabalhar em um doc, cujo não nome não é relevante, em que meu papel era pesquisa de campo, achar as personagens, entrevista-las, classifica-las e entregar um vt amador pro director ver se valia a pena ou não. Caso houvesse interesse do “director”, eu agendava uma entrevista e, daí sim, diretor de fotografia, diretor e assepipes, vão até a “locação” para oficializar a participação do entrevistado(a) cara-a-cara com o bam bam bam.
Achei tudo artificial, pasteurizado e excessivamente produzido para um documentário dito de cunho social e pulei fora.
Estou curioso para ver o resultado final depois nas telonas, mas como jornalista, achei meio besta essa coisa hiper produzida para sair “redonda” e com qualidade “cinematografica”, vamos ver depois como fica.
Quanto ao filme da xuxa, tem camelô na 25 que vende esse filma até hoje, e confesso que já dediquei muitas homenagens solitárias as atrizes desse classico nacional.
É realmente curioso ler um livro e depois assistí-lo no cinema. Geralmente quando leio um livro me decepciono ao vê-lo em filme. Isto aconteceu com feliz ano velho, embora a intenção fosse boa, o filme deixou muito a desejar, pelo menos na minha opinião.
Gostei da sua ousadia em nome da liberdade de expressão. Nunca pude consegui ver ester filme, olha que já foi pirateado na 25 de março. Eu preferi a Xuxa daquele jeito do filme, julgamentos à parte, pelo menos era verdadeira.Odeio aquele personagem que ela e a Marlene criaram juntas, pura estratégia de marketing, um triste episódio da ignorância e alienação.Este garoto, o Hugo andou circulando pela mídia, parece que queria fazer um filme com a Rita Cadilac, nem sei se rolou. Bj Paiva.
Não se faz filmes sem roteiro? Se faz sim, Hollywood que o diga.
Meu, tu é o cara!!! kkk
Aguça a curiosidade sobre o livro, enquanto esperamos o filme…sem dó, nem piedade!
Ontem, li O homem que conhecia as mulheres… (muitas histórias, que meda!!!kkk)
Esse ai será o próximo!!
Tem o outro lado, também, nessa história dos roteiristas. Tem aquele delicioso relato de John Fante, em Bunker Hill. Mas aquilo é EU. Aqui nunca teve grana pra roteirista.
Quanto a WHK ser um dos maiores cineastas brasileiros, não concordo, porque não gosto dos filmes, mas fico feliz por alguém tão lúcido quanto você dizer isso tão abertamente. O cara era realmente uma simpatia, pessoa boa e simples. E filmou muito, coisa bem rara por estes lados.
Quanto a Xuxa. Tem um amigo meu que fica insistindo: ‘A Xuxa é do Mal’. Eu fico pensando. Ou nem isso.
Acabo de descobrir este blog.
Abraço.
É uma pena que isso aconteça. Quando era moleque lembro de ver esse filme na locadora, mas ninguém me deixar alugar… e depois veio esse arremedo de censura. A censura paga… triste, mas verdade e recorrente. Vide a biografia de um certo Rei.
E Malu de Bicicleta é um dos livros de cabeceira. Preciso ler o novo. Tá na fila. Abraços!
eterna é so a obra meu amigo, Xuxa, Matilde e Vera já estão pra lá de caidinhas
sempre tive curiosidade em ver esse filme!!
Dona Xuxa e sua grana proibir a circulacao dele é um absurdo msmo!!
Esse Walter hugo nao tinha direitos sobre esse filme tb?
fala serio ne..
mas td bem.. vou correr pra ver um pedacinho nesse link!! (nao é virus nao né?! olha lá hein!! rs)
Sêo Marcelo,Sêo Marcelo aqui nas quebrada nóis tá sabendo que essa mina aí da desobediencia civil gastô uma grana pra sumi com essa *orra! Com relação ao destino terrivel dos roteiristas trabalharem de graça ou mesmo verem seu trabalho dilapidado e chupado na galega eu pergunto,o Sr. já foi Arquiteto na vida?
rsrsrs, arquiteto tb sofre?
Eita Marcelo, tu está cada vez mais parecido com o Nelson Rodrigues kkkk
bjs
Pensei a mesma coisa da sua leitora, vc cada vez lembra o Nelson Rodrigues.
Meu namorado assistiu o filminho comigo e disse: “mas este cara é depravado tbm né? No blog dele tem bunda e sacanagem..”
huahuahua
beijos
Vou comprar o livro já! Antes de assistir o filme!
Sobre Xuxa, até que enfim uma critica boa sobre o filme.
Sensacional!
bjs
Ah, desculpa + eu não resisto!rs
40 anos de Tv Cultura…
Reprises dos programas, entre eles o Fanzine…
Tú com uma calça mostarda e uma camisa com rostos multicoloridos!!! (Programa em que o Tom Zé era um dos convidados, pra falar sobre o tropicalismo
)
O que salvou foi o corte de cabelo…kkk
Bj
se vê que desde o início da carreira a xuxa já queria trabalhar com os baixinhos
sempre achei estranho um filme ser apenas do -diretor-e todos os outros profissionais serem colocados em segundo palno…pobres roteristas
Tarefa dura esta de roteirista, realidade difícil, faz-me lembrar, de certo modo, a realidade de nós, fisio terapeutas.
Que experiência fantástica essa que a adaptação de seu livro lhe proporciona.
Cara, você esta dando muito palpite, logo vai atacar de diretor deste jeito (riso).
Não por acaso a Xuxa virou rainha dos baixinhos!
Você e suas tiradas geniais: “Do tipo fiel que mantém a horta regada. O tipo mais comum”.
“Troquei de livraria e voltei aos clássicos”.
Estou aguardando o filme, mas antes haverei de ler o livro. Este certamente será fortalecido em suas vendas. Graças ao toque de Midas do cinema. Aguardo sua visita em meu blog, descobri como tornar terra em ouro e lá eu dou a dica jefhcardoso.blogspot.com).
eita “curintias”
3×0 é sofrimento hein..
kkkkk
fomos roubados
Olá
Como poderia fazer uma reclamação sobre seu ultimo livro????
Marcelo, sou seu fã!
Li seu livro “Feliz Ano Velho” à muitos anos atrás indicado por uma professora. Na época lembro de ter ficado puto com o fato de ler por obrigação, mas com o passar das páginas fui me apaixonando por esta coisa louca que é a arte literal.
Enfim, acho muito legal a maneira como se expressa. Viagei para alguns longes lugares dentro de mim e conheci Kerouac, Bukowski e cia. E agora descubro nostalgicamente este blog onde procurarei visita-lo mais vezes sem dúvidas.
Não gosto da Xuxa.
(será que é você mesmo quem lê estes comentários?)
Um forte abraço.
Marcelo, sou seu fã!
Li seu livro “Feliz Ano Velho” à muitos anos atrás indicado por uma professora. Na época lembro de ter ficado puto com o fato de ler por obrigação, mas com o passar das páginas fui me apaixonando por esta coisa louca que é a arte literal.
Enfim, acho muito legal a maneira como se expressa. Viagei para alguns longes lugares dentro de mim e conheci Kerouac, Bukowski e cia. E agora descubro nostalgicamente este blog onde procurarei visita-lo mais vezes sem dúvidas.
Não gosto da Xuxa.
(será que é você mesmo quem lê estes comentários?)
Um forte abraço.
Vi o filme Amor Estranho Amor, salvo engano, em 1983, na telona. Acho bobagem a Xuxa não deixar o pessoal ver o filme. Ela estava linda, toda peladinha.
E as revistas Play Boy que a Xuxa saiu pelada, o que ela fez com elas ? Também vi todas. Era o maior fâ do corpinho da Xuxa. Será que hoje ainda está gostosa ?
atrasado mas sempre valido
ronalducho viúvo desmunhecou e pediu penico !
Obina 3 x timinho 0
quer coisa melhor ?
kkkkkkkkkkkkkkkk
Nesse exato momento, tá passando “Feliz Ano Velho” no Canal Brasil.
FANZINE sabado passado no festival cultura 40 anos ….
hahaha … anos 80 …
abs
LAP
Caro amigo,
Caracas! Quanto sexo no ar!
Fiquei tão excitada que resolvi te culpar, mas era preciso arrumar um motivo…Será que ele é a favor da pedofilia? Será que um garoto deve ser iniciado assim na marra?
Aì, tive que ver o filme prá saber… Não é garoto não, já é bem grandinho e gostosinho,
o danado , tão pequeno e já voyeur!
O da pia também, não é criança não!!!!!!!!!!!
Então pude me excitar a vontade, a balde, e quem sabe até pegar um garotinho desses mas sem olhos azuis tão azuis senão eu me apaixono e estrago tudo… Gostei!
Marcelo beleza?
Estou assistindo o programa ” Procurando Quem”, e vi que vc tem um filtro de barro na cozinha.
Achei q só eu tivesse essa reliquia….rssrss
oi, vc existe?
dizem…
Assisti á uma entrevista sua no Canal Brasil o “Procurando Quem?”.
Não tenho TV á cabo, a vizinha fez a parte dela Foi muito rápido a entrevista, mas valeu.
Vi a gatinha Margô, linda linda, mas onde estava o Mário? Assistindo futebol?
Legal foi o Bortolotto falando q vc é um canalha e vive com a casa cheia de mulheres rsrs
bjs
o Michael Jackson também gostava de baixinhos…
a Xuxa gosta é de briga de aranhas (?)…
olha o preconceito!!!
Sonia
relaxa e goza !
esse filme é realmente excitante…
no meu tempo, e faz muito tempo, garotos eram iniciados assim, na marra ou na zona, tanto faz !
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