Meu amigo fotógrafo Rogério Assis convida para o lançamento da segunda edição da POROROCA, linda revista sobre a Amazônia, de que sou colaborador- para o primeiro número, fiz uma longa e emocionante entrevista com Milton Hatoum. É uma forma nova de se conhecer e olhar o Brasil.

Aliás, é para lá perto que estou indo daqui a pouco, para a estrear minha peça A NOITE MAIS FRIA DO ANO. Numa das cidades mais quentes do Brasil. Nos disseram que o arcondicionado do teatro (Theatro Fernanda Montenegro, com agá) está quebrado. Que beleza… Quero ver o elenco, com o figurino pesado, fingir que sente frio. Por isso, adoro o teatro e seus sacrifícios.

Por adorar teatro, indico a peça A MULHER QUE RI, texto comovente de Paulo Sontoro (de Gregor), baseado no conto de Móricz Zsigmond, agora no simpático e autêntico Teatro Fábrica, que retrata as lembranças de um jovem, que conviveu com a pobreza, o conservadorismo do pai e a saída que encontrou a mãe (louca ou sábia?): rir de tudo. Em debate, o conformismo. Com um elenco de primeira, e uma direção impecável, rimos e choramos de uma família que nos é comum e procura unir o núcleo, mas é separada pela fé e opções de cada um.
Mais uma. Em cartaz no Teatro Imprensa a peça DOIS IRMÃOS. Baseada na famosa obra de Milton Hatoum. História de dois irmãos de Manaus, que levam a vida de maneiras diferentes e contraditórias, um retrato existencialista da chegada da modernidade e dos rumos que o Brasil tomou; direção do completo Roberto Lage. É também uma maneira de encontrar a essência da literatura compleza e sensível desse grande autor amazonense, atual colunista-colega do Estadão.

Até a volta.
É uma pena morar no interior e perder diariamente a chance de fazer um ótimo programa cultural. Fico só na vontade! Marcelo, tú é fodásTICO brother… Abraços
Eba! Obrigada pelas dicas. Coloca mais um pouquinho de “A noite mais fria do ano”? rs…
Bj,
Mari
Oi, Marcelo!!
Primeiro de tudo, parabéns pelo blog! Adoro seus textos!
Faz tempo que procuro uma maneira de entrar em contato. Há muitos anos, minha avó foi vizinha da sua, em Santos… Foram amigas por um tempo. Tenho comigo uma foto que pode interessar a você, com seu pai pequenininho e seus tios, também novinhos (segundo a dedicatória, Renée, Carlos, Jayme, Rubens, Cláudio e Maria Lucia).
Como nos bons tempos das fotos antigas as cópias não eram tão comuns, pode ser que você não tenha essa. É isso! Se interessar, entre em contato por e-mail que eu envio procê! =]
Grande abraço! E, novamente, parabéns!!!
Luciana
oi marcelo, valeu pela dica da mulher que ri.
e seu espetáculo, a quantas anda???
bjs
Eloisa
Olá, Marcelo
E não foi que rolou A Noite mais fria do ano na cidade mais quente do Brasil? E não é que o ar condicionado funcionou?rsrsr Adorei a peça – ri, refleti e pude me identificar em alguns momentos. Alías, quem já não não esteve no centro do jogo do amor, não é mesmo? Aproveito para agradecer a entrevista que você me concedeu. Foram dois momentos incrivelmente deliciosos. Abraços!Até breve.
Andréia/TV Anhanguera
Marcelo, quero mto ver sua peça, te admiro demais.
Dê uma olhada no site do Teatro Oficina (que está voltando com As Bacantes): http://www.teatroficina.com.br/menus/45/posts/251
Um grande abraço.
marcelo, sorte sua (ou não) que vai conhecer os dois lados desse mundo.
o melhor de manaus: milton hatoum.
o pior de manaus: 176 graus celsius na sombra.
a cidade é muito bacana, mas até o vento é quente. não refresca. na verdade é um bafo. boa sorte pra voces no theatro sem ar condicionado.
Marcelo, foi um prazer enorme assistir “A Noite mais fria do Ano” em sua estréia aqui em Palmas/TO. Estou voltando pra minha cidade (Juiz de Fora) sabendo que minha dívida com teatro pôde ser paga de uma forma tão legal. A ironia de numa das noites mais frias de uma das cidades mais quentes do país encontrar a estréia de material tão genial. Do texto aos atores e autor.
Deixo meu agradecimento pela oportunidade de estar lá e espero que possa assistir novamente em breve!
Abração!
Marcelo, foi um prazer enorme assistir “A Noite mais fria do Ano” em sua estréia aqui em Palmas/TO. Estou voltando pra minha cidade (Juiz de Fora) sabendo que minha dívida com teatro pôde ser paga de uma forma tão legal. A ironia de numa das noites mais frias de uma das cidades mais quentes do país encontrar a estréia de material tão genial. Do texto aos atores e autor.
Deixo meu agradecimento pela oportunidade de estar lá e espero que possa assistir novamente em breve!
Abração!
Assisti ao espetaculo “A mulher que ri” e achei muito bom! É realmente uma otima dica.
Fico feliz por seu novo post abordar um assunto de cultura para seus leitores, continue assim, sempre com o pensamento voltado para o crescimento mental, porque maconha só faz crescer a KBÇA.
Abraços
Oi Marcelo!
Nosso que estranho. Você nem me conhece. Nem me imagina. E eu tô aqui te falando um oi megaíntimo. Confesso que não vi nenhuma de suas peças e só li um livro seu. Claro, “Feliz Ano Velho”, que ganhei há algum tempo de um putamigo. Abri o livro no sábado. Terminei ontem. Devorei! Nossa!
Por isso tô com essa sensação de que te conheço pacas. Que delícia de texto, você é suave, as palavras do seu texto sorriam, às vezes, gargalhavam pra mim. Como você conhece tão bem nossa complexa simplicidade. Você ouve isso todo dia, toda hora, em “quase” todos os posts – os homens não são tão francos – mas a verdade é que tomei a liberdade de me sentir aí so seu lado. Hoje fiquei o dia todo pesquisando sobre você, rs. Olhei tudo, entrevistas, fotos, outros livros e o blog. Bisbilhoteira né? Não pude me conter.
Aiai. Que delícia é te ler.
Muito boa a peça! O melhor foi o título, com a estréia em uma das cidades mais quentes do país! E não foi que fez frio mesmo? Domingo fez ainda mais…hehe
Nem consegui te responder do lado de fora se deu pra entender que era peça, não-peça, uma dentro da outra e pá. Respondo agora: deu tanto pra entender que por vezes me pegava achando que o Dan na verdade era o escritor da peça, e que ele e a Carol não eram sequer personagens, mas sim pessoas se interpretando em momentos passados. Deu pra entender?huahauha
Bom, meus parabéns novamente, e por favor, dá um pulinho em Juiz de Fora-MG só preu assistir de novo. =D
Muito boa a peça! O melhor foi o título, com a estréia em uma das cidades mais quentes do país! E não foi que fez frio mesmo? Domingo fez ainda mais…hehe
Nem consegui te responder do lado de fora se deu pra entender que era peça, não-peça, uma dentro da outra e pá. Respondo agora: deu tanto pra entender que por vezes me pegava achando que o Dan na verdade era o escritor da peça, e que ele e a Carol não eram sequer personagens, mas sim pessoas se interpretando em momentos passados. Deu pra entender?huahauha
Bom, meus parabéns novamente, e por favor, dá um pulinho em Juiz de Fora-MG só preu assistir de novo. =D
Valeu Barão!
A Pororoca agradece!
O segundo número, apesar de não contar com sua ilustre colaboração está DUCA.
É a Amazônia vista sob outro ponto de vista. Sem ecoclichês.
Como diz nossa editora Teté: “Somos estusiastas e não especialistas”.
Pororoca nas bancas à partir do dia 20/02.
Ótima opção pra quem não foi convidado pros camarotes VIPs do carnaval.
Bjs,
Marcelo!
Quando você vem pra Ribeirão Preto?
Nossa, deixa eu ser mais sútil.
Quando sua peça vem pra Ribeirão Preto?rs
Poxa, tem que vir!
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