Falei uma besteira aqui dias atrás.
São Paulo está cheia de blocos de carnaval. Só na Vila Madalena, neste fim de semana, saíram 4. Um deles com o sugestivo nome NU INTERESSA.
Os ACADÊMICOS DO BAIXO AUGUSTA, fundado há 1 mês, arrastou milhares de pessoas pela Bela Cintra e Rua Augusta no domingo.



FOTOS: FRÂNCIO HOLLANDA E EDER CHIODETTO
O clima estava ótimo. Muitos conhecidos, muitos foliões casuais, gente da “comunidade” [adoro esta palavra, que sempre reaparece em carnavais].
E, como diz o refrão do samba, apavoramos, mas não assustamos.
A banda tocava clássicos: só marchinhas. Nada de axé! E eu, de porta-estandarte, portei o estandarte como um profissional, com a responsabilidade de dar o andamento do bloco: parar quando se adiantava, correr quando as pessoas se espremiam.
De olho no céu, na chuva que se anunciava, recebendo ordens da diretoria, do DSV, de aspones e alguns folgados.
A chuva não veio. E, como dizem todos que desfilam, passou tão rápido…
Claro. Me embebedaram rapidinho. Eu tinha de corresponder e agradar a folia e experimentar todas as latinhas e garrafas que me ofereciam. Como um ritual de batismo.
Não, os Avatares não apareceram. Não tinha uma árvore para eles dançarem em torno.
Mas ainda quero ver aquele bloco que só toca rock. Deveria sair na Pompéia, bairro de tradição, cuja “comunidade” ama o gênero. Nada contra as marchinhas, que nos remetem à infância e são cantadas há quase 1 século.
Detalhe. Perdi a chave do carro na Bela Cintra [desconfiei], o que só descobri horas depois.
Fiz o percurso contrário do bloco de olho nas sarjetas e no asfalto. E a encontrei solitária, amassada, ainda na concentração, no meio da rua. Passou um bloco por cima e muitos carros, mas ela ficou ali, me esperando. Provado: era um bloco light, não assustava ninguém.
+++
E diretamente da Salvador, onde paradoxalmente se encontra a maior comunidade contra o axé deste País, ROBÉRIO, baiano, baixista do CAMISA DE VÊNUS, que voltou e tocou na cidade, começa a campanha:

Tô dentro.
Haha, se tivesse rolado no sábado, iam enfrentar um dilúvio…
Ei, pq as fotos estão preto e branco? Carnaval tem que ser colorido, pow!
Ouvi rumores que deu uma zica no final…
Deu?
Ah, e por favor, dá o nome da “comunidade” de rock aí… rs
Estive há pouco na Bahia e no dia que resolví curtir a piscina do Hotel , praticamente vazia pois era dia de semana , o barman (super gente boa o que é redundância pra baiano) lascava os axés de Ivetes , Araketus , Claudia leites etc todos iguais , ritmo , letras paupérrimas e uma desafinada gritando aliás as letras fazem a jovem guarda parecer doutorado em filosofia ; até que quase de cara cheia não aguentei e falei :!”porra mermão , se vc não tirar essas m. vou deixar a gorjeta na notinha e sua boa vontade vai ficar sem nenhum” .O bom baiano foi lá botou um Djavan que mal não faz , eu conseguí me embebedar feliz e ele ganhou 15% cash.
Contem comigo- abaixo o axé!
Abs
tadeu
Fui lá só por sua causa e as “milhares” de pessoas alí presentes quase me impediram de vê-lo. Me identifiquei com sua brancura . Nunca se esqueça do protetor solar 30, tá ? Seus tempos de Rio e Santos já se foram ( rsrsrs ). Tomei cerveja quente no “boteco-padaria” da esquina. O pessoal da “Cachorro Grande” acabou com as geladas antes . Eles ocuparam o único “camarote” que tinha (rsrsrs). A garotada era linda e te dou nota 10 como porta estandarte.
Bjs, Mariza
quero escrever .Que codigo de autorização é este ?
Puxa, é a quarta vez que escrevo! Volta porque não tenho código de autorização ( ??? ). Mas números eu aprendi a escrever. Queria te dizer que fui lá só por sua causa, a garotada era linda e você bem branquinho ( use sempre protetor , tá ?) Vi o pessoal da Cachorro Grande no “camarote ” (rsrsrs).
Enfim, valeu !
perdi..humpf!
beijo!
ah, o nome do bloco da vila é mais legal ainda: nu interessa!
vc, minha fonte
O clima do Bloco estava sensacional, um momento que vai ficar na minha memória pro resto da vida. Total harmonia, tudo meio que de improviso, a espontaniedade foi o ingrediente da festa e da alegria. Ver o pessoal nas sacadas, nos ônibus, cantando junto e tirando fotos… foi muito bacana!
“Linda, te vejo
Vem me dar um beijo
Augusta, robusta, me gusta
Apavora, mas não assusta”
Esse incidente no final acabei não vendo, uma pena! É a nossa brava polícia, eternamente despreparada!
oi Marcelo
tudo ok? quiçá!
costumo visitar o teu blog com alguma regularidade.
é uma das minhas fontes de informação e deleite.
sou um dos poETs.
os poETs é uma banda que faz “Música legal com letra bacana”.
lançamos nosso último Cd ainda há pouco.
deixo alguns links para a tua degustação:
Nostradamus – o clip:
http://www.youtube.com/watch?v=jhNErVc3Ga0
canções para ouvir/baixar e ringtones:
http://sandrasantos.com/musica-download-gratis.htm
Chronópios: Lau Siqueira: crítica
http://www.cronopios.com.br/site/colunistas.asp?id=4320#texto
site:
http://www.ospoets.com.br
o meu blog:
alexandre-brito.blogspot.com
se curtires e quiseres os nossos discos, é só dar um alô.
aquele ampLEXO!
Alexandre
Nossa, sabe que eu sempre sonhei com isso tbm, um bloco de carnaval movido a Rock n Roll, sera que isso existe em algum lugar no mundo? Se souber de alguma coisa a respeito me avisa por favor.
Adoreiiiiii, fiz questão de ir e foi melhor ainda pq não tinha axé!
Vi que teve uma muvuca lá pq um povo não tinha entrado no Studio SP, mas como cheguei depois entrei na boa…Estava muuuito bom, pulei horrores kkk
Espero que ano que vem termine lá na Roosevelt, mais espaço e mais bagunça.
bjs
Puxa que medo da chave perdida!
Cadê o estandarte, queria ver a cara dele.
Como boa baiana, me ofendi.
Rarará!
Brincadeira.
Eu não sei se serve de consolo (pros baianos e não baianos, mas esse ano promete ser o carnaval do pagode na Bahia, não do axé).
Vc já ouviu falar em um tal de ”Rebolation”?
Volto aqui para contar minhas impressões.
Continuando a plagiar o Zé Simão: Viva o carnaval! Viva o antitucanês! Viva o Brasil!
Enquanto durar a festa, eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!
Um ótimo carnaval p vc, Marcelo!
Clássico dos clássicos dos bebuns , perder a chave do carro!Depois de muito sofrer desenvolvi uma estratégia:quando a pegada vai ser forte, amarro a chave no pescoço com o cordão da bermuda ou um carço de tenis,qualquer coisa serve,e vamo que vamo.problemas , só se perder a cabeça!grande abraçofernando
Marcelo,
há mais de 20 anos, de sábado a terça de carnaval, sai da Praça Benedito Calixto o incrível (em muitos sentidos), o já tradicional Vaiquemqué, que percorre as ruas de Pinheiros. Sábado, às 20 h, a concentração começa na esquina da beneditoXteodoro. Tá convidado.
Aí vai o refrão do bloco:
vai, vai, vai, vai quem quer
entra bicha, entra hómi,
entra véio, entra muié
Beijos
Candida
Legal, Marcelo. Gostei de sua performance. Também tô dentro. beijo.
Foi incrível! Fiquei pasma com a quantidade de pessoas. Imagina ano que vem, que doidera?
Pensei que fosse achar alguma foto que estivesse perto de você, mas por enquanto nada..
E bora armar esse bloco do velho rock que eu tô dentro.
O Marião como puxador?
Pensarei num nome.
Beijo da Colombina!
Sempre leio e nunca comento mas tive que correr pra ca.
Acabei de ver o filme.
Marcelo, voce nao se achou igual ao Alan do se beber nao case?
http://script.blogueisso.com/files/2009/09/thehangover_04.jpg
Abraco!
eee Marcelo, caiu na folia mesmo! oskpokpa pareceu mesmo animado pelas fotos
Sou de Recife ,um carnaval multicultural carnaval de ruaa maravilhosoo se não conhece venha conhecerr sem igual blocos tipo desse ai mais só toca musicas da nossa cultura nd de axe tb rsrsr.
e cuida dessa chave o carnaval nem começou rapaz kkk bjo marcelo!
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