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Marcelo Rubens Paiva

15.junho.2009 10:55:22

A vida é uma festa?

Eu também leio PORNOPOPÉIA, do grande REINALDO MORAES- capa do Estadão e do Globo desse fim de semana. Há muito eu não lia um livro que me era tão próximo. Parece narrar o meu círculo.

REINALDO brincou uma vez comigo, quando os originais tinham 1.200 páginas [agora tem 500], que era o seu ULISSES. O épico irlandês que se passa em 1 dia é ilegível. Já as construções das palavas, o ceticismo, a imoralidade e a narrativa de PORNOPOPÉIA prendem.

O narrador leva a vida que muitos gostariam de levar, liga um grandessíssimo FODA-SE. Desconcentrado, está conectado com a cidade, não com ambições do mercado. Parar para escutar THE DOORS com uma adolescente parece mais vital que entregar o roteiro de um institucional. É a história de um cara que não envelhece. Que não leva nada a sério. E que não dá vontade de terminar.

É a marca da minha geração, cínica e festeira.

*

Quem acompanhou as finais a NBA ficou chapado pelos jogos emocionantes, técnicos, pegados, com jogadas incríveis, raça, todos decididos nos últimos segundo, alguns deles na prorrogação.

O lendário LAKERS, de LA, a cidade dos anjos da CALIFÓRNIA, símbolo do American Way of Life, da fantasia e grana, ganhou merecidamente. No entanto, a festa da comemoração extrapolou.

Uma semana antes, publiquei no CADERNO 2 o texto abaixo. Profético? A juventude está sem bandeira. E não sabe mais festejar a vida. Como disse Nelson Rodrigues: “Jovens do mundo todo, envelheçam!”

A causa

Passei o último réveillon em Barcelona, depois de anos alternando entre Bahia e Rio de Janeiro, habituado a festinhas de amigos (ou públicas), na beira da praia, com conhecidos (ou não), doido (ou sóbrio), feliz, com fé no futuro.

Fico acordado até o sol amanhecer num ano novo, em que tudo melhorará, deixando para trás mágoas passadas, projetos inconclusos, amores rompidos, e me desfazendo mentalmente das roubadas em que me meti.

Barcelona foi escolhida pois tem a mística de uma cidade festeira, em que vivem os cariocas da Europa. À meia-noite, celebramos a passagem no quarto do hotel com varanda, bebendo Cava, o vinho catalão, assistindo pela tevê à transmissão da festa na Praça da Catalunha, a poucas quadras- duas emissoras locais transmitiam ao vivo.

À uma da manhã, decidimos dar um rolê. Cruzamos com bêbados de todas as idades. Ninguém de branco. Imaginávamos assistir a algum show ao vivo. Nada. Nem soltaram fogos. Medida de segurança na luta contra o terrorismo? Bem, eles têm o direito. Foram alvos do ETA por décadas e até da Al-Qaeda.

Na praça, um motim. Clima de guerra urbana. Havia mais ambulâncias e carros de polícia do que gente. Garrafas foram atiradas. Jovens em grupos, meninos e meninas descontroladas, provocavam a polícia.
Blindados, carros de limpeza e de combate contra distúrbios urbanos dispersavam a multidão com jatos de água. Muitos adolescentes desmaiados pelas calçadas. Que maneira estranha de se divertir.

Na semana passada, ocorreu o mesmo, durante a celebração da conquista do Barça, campeão da Liga dos Campeões da Uefa. Saldo: cinco mortos. O mesmo ocorre em cidades americanas, quando o time local vence o Super Bowl.

Eu, como já fui um pequeno vândalo, entendo, apesar de não concordar com os fundamentos.

Enquanto aqui celebramos a passagem de ano com champanhe, fogos, abraços, beijos e shows ao vivo, dançando e pulando, mandando boas vibrações para os céus e flores para Iemanjá, lá eles saem na porrada. Sim, ainda somos cordiais. E sabemos festejar como poucos.

*

Minha carreira de pequeno vândalo começou na adolescência. Eu poderia usar a desculpa que recebia má influência do grupo de colegas marginalizados na tradicional escola de Alto de Pinheiros, em que estudavam os filhos da elite paulistana. No entanto, não fiquei à margem da História.

Eu andava com os mais pobres da escola. Ou melhor, os menos ricos. Achávamos que as meninas não nos davam bola, pois não tínhamos carros, casas no litoral, guitarras importadas, pranchas de surfe havaianas, roupas de grife, nem mansões para as festas inesquecíveis: os injustiçados.

Viajávamos de carona. Dávamos shows com violão Made in Brazil (Giannini ou Di Giorgio). Usávamos Kichute. Íamos de busão para a escola. E eventualmente roubávamos os carros dos pais, fugindo de blitze, evitando avenidas movimentadas. Sim, foi um erro na minha vida. Pobre da minha mãe, que não reclamava, apesar de eu nem esvaziar o cinzeiro do carro, quando chegava de madrugada.

Éramos conhecidos como “comunistas”, apesar de nos declararmos anarquistas. Ainda hoje, dividem-se os grupos nessa e em outras escolas da cidade entre comunistas e playboys. Há uma luta de classes em disputa pela atenção e pelas melhores garotas até hoje.

Para extravasar nossas frustrações, a “sorte” é que havia uma ditadura a ser combatida. Claro que só os “comunistas” da escola fizeram parte das primeiras passeatas reorganizadas nos finais dos anos 70, sempre dispersadas pela Tropa de Choque, comandada por Erasmo Dias, a autoridade que gritava e espumava diante das câmeras. Éramos considerados os “secundaristas”, o apoio, ou massa de manobra.

A liderança estudantil pedia calma e para que não revidássemos as provocações da repressão. Mas o que fazer contra os cavalos que avançavam sobre velhinhas religiosas da ala católica que apoiava a luta, organizada pelo bispo “comuna” dom Paulo Evaristo Arns?

Meu vandalismo foi detonado no dia em que vi uma bomba de efeito moral ser atirada contra elas. Num gesto instintivo, chutei a bomba de volta. Ela estourou entre os pés de um grupo de policiais com escudos, capacetes e cassetetes ameaçadores, que rosnavam e se preparavam para sair batendo.

Certa vez, eu estava acuado com meus amigos anarquistas numa rua estreita da Praça da Sé. Meganhas jogaram em nossa direção bombas de fumaças coloridas. Que as devolvemos antes de estourar.

Então, nos especializamos. Em todas as passeatas- pela Anistia, Liberdades Democráticas, Contra a Carestia, em apoio às greves dos metalúrgicos-, ficávamos, os secundaristas, pelos cantos, observando a movimentação da tropa, de olho naqueles que portavam bombas nos cintos.
Quando eles começavam a jogar contra nós, chutávamos de volta. As coloridas podíamos pegar pela borda, com calma, evitando o jato de fumaça, e devolver pelo ar, caprichosamente; ou com “ternura”, diria um romântico revolucionário.

Os fins justificam os meios? Foi a minha contribuição para a derrubada da ditadura, de que me orgulho: um vandalismo ideológico, com fundamento, para entrar para a História, aliado a uma inocente desobediência civil, como pichar muros e panfletar pontos de ônibus. Tinha uma causa. Fiz a minha parte.

*

Amanhã tem a minha peça A NOITE MAIS FRIA DO ANO, no ESPAÇO PARLAPATÕES. Ficamos em temporada terça e quarta, 21h, até final de julho.

OS INGRESSOS PODEM TAMBÉM SER COMPRADOS PELO INGRESSORAPIDO [4003-1212].

A peça ganhou outro sentido nesse espaço, já que é a nossa casa, nosso bar, nossa praça, nossa calçada, nosso drinque, com nossos amigos. O elenco parece atuar na sala de casa. Abraça a platéia com uma intimidade que enriquece a peça e a transforma num evento. Apareçam…

comentários (21) | comente

21 Comentários Comente também
  • 15/06/2009 - 13:03
    Enviado por: Rafaella Marc

    Adoraria ter vivido naquela época, a única tentativa de ativismo que tivemos na juventude foi escrever com giz na parede da igreja: ” O diabo está aqui, é o Padre” …e quase ter apanhado dos camelôs e senhoras que passaram pela rua!!!! Isso que na época nao existia essas historias de pedofilia!
    Por acaso tem alguma intencao de sua peça ser encenada em Curitiba?
    Mil beijos!!!!!Te adoro!!!!

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  • 15/06/2009 - 13:30
    Enviado por: Ro

    Olá Marcelo!
    O povo por ai fala q é clichê demais confessar o que vou, mas: leio com frequência a sua coluna e vou te explicar como a encontrei. Certo domingo, s/mto o q fazer, pensei: preciso linkar algo q valha a pena ler e fui procurar web afora…Entrei no site do estadão e consultei os colunistas, peneirei tudo por tema e em seguida, fui entrando nas colunas, uma a uma, e lendo. Impressionante, mas escolhi justamente a sua como uma das melhores. E o mais impressionante? Até então, eu não sabia quem vc era, de quem se tratava, nem nda, já tinha ouvido falar do seu livro best seller,mas em momento algum sequer fazia menção de quem era o autor. Depois q comecei a acompanhar seu blog, q fui descobrindo aos pcos as coisas, q vc é cadeirante, q vc é super conhecido e prestigiado, enfim…Já vi comentários destrutivos de gente c/falta do q fazer, dizendo q vc é pretensioso, tudo falácia…Se vc realmente n~fosse bom no que faz, eu não teria me interessado pelo q vc escreve. A coluna me chamou atenção pela essência, pela alma do escritor, q posteriormente fui descobrir quem realmente era. Desculpe a ignorância, eu leio o qto posso (literatura), mas me atenho a textos de autores consagrados, dos tempos de outrora…Á exceção do Saramago, to meio alheia aos bons nomes contemporâneos, mas, contra os fatos não há argumento; decerto, vc deve ser um deles.
    Só p/finalizar, sim, a juventude está s/bandeira. Sou jovem e às vezes me sinto vivendo numa época a qual não pertenço, é mt bandalheira, mt falta de valores, é liberdade demais e mt gente sem saber o q fazer com ela. Acho q aqui poderiamos citar N razões p/isso, mas no fundo, creio q tudo pode ser resumido num só pto: falta de estrutura dentro das familias, e dai podemos extrair novo pto: os pais são ausentes. As pessoas estão preocupadas demais em adquirir e acumular bens e alheias em fazê-lo no que diz respeito aos valores que formam um cidadão.
    Gde abraço

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  • 15/06/2009 - 14:49
    Enviado por: Helter Skelter

    Rubens Paiva vou ler Pornopopéia !

    Não concordo, nem fodendo, que Ulisses é ilegível !

    Demorei uns 2 anos pra ler Ulisses. Li, reli e ainda não sei se entendi. Acho que cada um entende aquela porra de um jeito. Mas sei que será sempre inesquecível, impactante e inquietante l Até tive um cachorro chamado Dédalus. Depois li Finnegan’s Wake, e entendi que James Joyce é uma entidade de outro mundo.

    Vou ver sua peça depois que o Todo Poderoso for campeão, já que você suscitou uma aposta contra.

    Pagará a cangibrina campeã na praça do Delano… .

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  • 15/06/2009 - 15:54
    Enviado por: claudio ribeiro

    era novo na época da ditadura…sou de 65, não cheguei a aprontar muito, mas me diverti correndo de policia e de PE.

    era uma mer*a aquela época, mas dava pra se divertir pixando muro.

    fora que tomar tapa na orelha era sinal de macho entre a turma.

    vou contar até tres pra aparecer os puxa-saco…

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  • 15/06/2009 - 16:44
    Enviado por: Ana Karina

    E não é que chega um momento em que é muito legal ser careta e ter limites?

    Parabéns pelo texto, profético(!).

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  • 15/06/2009 - 17:22
    Enviado por: Vinicius

    Juventude precisa amadurecer mesmo…

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  • 15/06/2009 - 19:23
    Enviado por: Ana Isabel

    Lakers e Orlando Magic fizeram um jogo incrível mesmo! Sensacional essa final da NBA! Depois de um jantar morno de dia dos namorados, a boa foi chegar em casa a tempo de ver o jogo! Salvou a noite!
    Agora, Barcelona para o ano novo definitivamente nao tá com nada. Tb me decepcionei… aliás, para essa data ainda nao encontrei lugar melhor que o Rio.
    E por falar na cidade maravilhosa, sua peça nao vem pra cá?

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  • 15/06/2009 - 21:36
    Enviado por: Didi

    Quero ir logo. Posso?
    beijos

    qdo quiser. so dar um toque, bjs

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  • 15/06/2009 - 23:15
    Enviado por: Alan de Faria

    Marcelo, tudo bom?
    merda para ti e todos do elenco de “A Noite Mais Fria…” aqui é o Alan, da Ocas… lembra? A revista está quase pronta… vai ficar massa! Nos encontramos, qq coisa, na Roosevelt…
    até mais
    se cuida!

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  • 16/06/2009 - 01:26
    Enviado por: Davi Augusto

    Marcelo, eu só acho que o dia da peça não é de terça e quarta pq na semana passada não era ela que estava em cartaz na quarta. Acho que é só de terça até quando acabar a que está de quarta (que é muito boa).

    Att,
    Davi Augusto.

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  • 16/06/2009 - 08:46
    Enviado por: Ana Rita

    E como a juventude deve festejar a vida agora?!

    Comprar pelo ingresso rápido foi mais fácil mesmo, mas só qdo a atendente sabe o q está vendendo, como comigo tudo é dá errado, a menina nem sabia q teatro era o Parlapatões.
    Mas consegui comprar, desta vez eu vou!

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  • 16/06/2009 - 12:21
    Enviado por: Eloisa

    Credo, a peça podia vir para o rio…nem consegui assistir!!
    humpf

    TENTAREMOS IR NO FINAL DO ANO, NA CASA DA GAVEA, OK? ABS

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  • 16/06/2009 - 12:24
    Enviado por: Daniel

    Deveria ter colocado as dicas da bomba antes da Choque invadir a USP…

    abraços

    pois é. lamentaaaavelll…

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  • 16/06/2009 - 12:41
    Enviado por: jair alves

    Marcelito pan e vino,

    Então rapaz, fiz a crítica sobre o seu A Noite Mais Fria do Ano. Leia lá se puder. Abraços Mil, para o futuro do Brasil. Não precisei de 500 linhas para dizer que te gosto muito. Quanto à peça..bem leia la.

    abração corinthiano

    J.A.

    nao era vodca, mas uisque, abs querido. vou ler

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  • 16/06/2009 - 13:28
    Enviado por: Alessandra ferraz

    Marcelo, tenho um sobrinho que tem hj 18 anos. Ano passado, ele sofreu um acidente de mergulho, parecido com o seu, pois li seu livro Feliz Ano velho. O que percebo é que vc, n se entregou e lutou e enfrenta a vida de frente, ele (sobrinho) ao contrário de vc, está cada vez mais isolado do mundo, e sei que o preconceito da tetraplegia dele está nele mesmo.N sei se vc vai ler esse e-mail, mais preciso fazer algo pra q ele n se entregue, n para de lutar e comece a enxergar a vida de um outro jeito, e talvez, meu Deus, vc poderá ajudá-lo, pois acredito que só alguém com sua força de vontade e passando pelo mesmo q ele é capaz de ajudá-lo, pois vc viveu o mesmo drama.Se vc pudesse manter contato com ele ao menos por e-mail, iria ser eternamente grata, se n agradeço desde já.
    Um grande abraço.

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  • 16/06/2009 - 14:04
    Enviado por: Eloisa

    Tá bom, tá bom, não precisa gritar kkkkk
    mas até o fim do ano, já fui a sampa assistir…

    bjs

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  • 16/06/2009 - 14:07
    Enviado por: hilario

    massa

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  • 16/06/2009 - 14:08
    Enviado por: Marina

    3, apareceu a puxa saco…
    Eu!!
    Até q enfim vou conseguir assistir a peça

    bjs

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  • 17/06/2009 - 01:18
    Enviado por: Camila

    Marcelo!
    Ja cumpri a missão e enviei as fotos pra Elo!
    Valeu pelo papinho na mesa hein! Ta vendo, ninguém te atacou…sequestrou, cantou…nem doeu vai!?

    Sobre a peça: Que dizer, que vc ja não saiba?
    Pra não rasgar seda ok…
    _O cara do coco é hilário, achei que a voz era falsa…+ o cara fala engraçado mesmo…kkk…ou não? ele cantando na lampadazinha é tudo!…rs
    _ a paula é sensualissima todo o tempo…e muito loca! é terrivel assistir aos pitis que ela dá, e pensar: caramba, acho que agi assim…kkkk…hora faz cara de anjo…hora de endiabrada! é a unica que fala quase sempre, olhando p/plateia…
    _o fotográfo é o corno + controlado, irônico e cínico que ja vi…rs
    _O bortolotto é o melhor!…um puta vozerão, grandão, + fica com cara de bebezão quando senta no sofá de pernas cruzadas….e a mamadeira é a garrafa! To doida pra ver esse cara cantando blues….
    Os improvisos são demais…teve uma hora ali, que a gente só saca que o cara esqueceu quando VC começa a rir no cantinho….kkkk
    E isso da vontade de ver de novo! só pra ver o que vai rolar numa próxima…
    Os caras são demais!!!!!

    ***Qual nome/artista da musica que toca quando a carol esta deitana no sofá, e o dan puxa ela pra dançar???

    Parabéns pra todos!!!!
    Foi uma óóótima noite fria de terça!
    Uma pena não termos nos encontrado com o bando todo!…rs

    Bj

    lhasa de sela, lindo, ne? ja falei dela aqui. ta no youtube. valeu. bjs

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  • 17/06/2009 - 11:22
    Enviado por: rafaella marc

    Agora, festa mesmo vai ser hoje, quando o Internacional (meu timao) ganhar do Corinthians!!!!!
    Saudaçoes coloradas!!!!!!

    serei mais 1 hj no pacaembu para impedir que isso aconteça, sorry

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  • 17/06/2009 - 11:32
    Enviado por: Leide Moreira

    Marcelo,
    Assisti na semana passada ao espetáculo A NOITE MAIS FRIA DO ANO. O texto, o elenco, a equipe tecnica e a direção (dobradinha com a minha grande amiga Fê D’Umbra) estão de parabéns.
    Não é a toa que a peça é a “queridinha” do momento.
    Ah, queria te dizer também que os seus textos são uma delícia. Me divirto em seu blog.
    Grande abraço.
    Leide.

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