O Bailinho era uma festa que começou aos domingos para poucos amigos, geralmente atores que queriam se divertir depois das peças, num inferninho de Ipanema. Ideia do ator DJ e agitador Rodrigo Penna.
Como tem muita gente que gosta de ir aonde atores vão, o negócio cresceu, foi para o MAM, no Aterro do Flamengo. Bombou:
http://blog-do-bailinho.blogspot.com/
A festa Gambiarra, daqui de São Paulo, também começou pequena, nos salões de um hotel fechado do Anhangabaú. Atores pagam meia. É também aos domingos. Era. Agora, além do hotel, em que vão mais de 1.200 pessoas, colocaram 4 mil na The Week, numa sexta.
Aliás, o ator da minha peça, Alex Gruli, e a minha produtorazinha elétrica, Anna Ciça, são uns dos idealizadores. Me lembro de quando ela me falou da ideia há alguns anos. Eu disse: “Qual maluco vai se jogar numa festa na madrugada da segunda-feira?” Bem. Pencas de malucos se jogam. Malucos ou vagais? Ou frilas. Ou estudantes noturnos. Ou que dormem pouco.
O Bailinho se expandiu, faz festas em outras cidades, como um circo itinerante. A sua decoração lembra a de um arraial, por sinal.
Estiveram aqui na Casa das Caldeiras na última sexta. Não sei como nem por que apareci por lá. R$ 120 o ingresso. R$ 10 o maço de cigarros. R$ 15 a dose de uísque Ballantine’s 15 anos [informou a mocinha do bar]. Bem, até aí, pagam-se R$ 12 por uma dose de Rojo Label, o Red Label paraguaio, no bar mais mequetrefe da cidade.
Comigo, uma horda de jovens perfumados [2.000] cantando “deixa a vida me levar…” Bailinho? Virou um Bailaço.
E como balada + teatro parece ter uma química que rola, o STUDIO SP também inaugura as suas segundas-feiras de apoio ao teatro e cinema. Cede a casa para que produtores de espetáculos inéditos consigam grana para suas produções.
Inaugura nesta segunda com o grupo que monta BRUTAL, texto e direção do meu parceiro Mario Bortolotto. Estou dentro.

*
Me perguntaram aqui como será a venda de ingressos para a minha peça, A NOITE MAIS FRIA DO ANO [terças e quartas, 21h, no Espaço Parlapatões], nessa semana em que há a Festa do Teatro, com distribuição de ingressos gratuitos no Municipal, Centro Cultural e outros lugares.
Soube que os ingressos das peças mais conhecidas se esgotam, mas em torno de 10% não vão. Pessoas que pegam o ticket e desencanam. A nossa peça é das mais procuradas. Mas teremos então 10% da casa livre. Fonte segura: do próprio Hugo Possolo, idealizador da Festa e protagonista da minha peça.
Decidi então deixar entrar, sem cobrar, já que o espetáculo é comprado pela CCR, aqueles que chegarem em tempo de ocupar os lugares vagos. Justo?
*
Minha crônica do último sábado no Caderno 2 foi sugestão de uma leitora que postou aqui um comentário. Não sei se ela assina o jornal. Então, essa é pra ela. Obrigado pela dica:
Acontece que…
O que acontece? Quando ainda estão no carro, voltando de um jantar com amigos, já aparecem os comentários: “Bebi muito”; “Deu um sono”; “Amanhã tenho um dia tão difícil…” E nem deu meia-noite. É o código. Hoje não rola. Como ontem, como antes…

Cruzam a garagem rapidamente, atacados pela corrente de vento gelado. Nem encaram o porteiro. No elevador, cada um num canto. Ele quem aperta o botão do andar. Sempre é ele quem aperta, ela reparou. Ele quem comanda. Gosta de. Ele quem dirige, atende o interfone, pega o jornal às manhãs, decide as férias, se está frio, se devem trocar de carro, de aparelhos de tevê, DVD, MP3.
Não estão nada bêbados. Poucas taças. Entram em casa e se separam. Cada um tem o seu ritual de dispersão, encerrar o dia, organizar, recolocar. Ela checa os emails e a ração para os gatos. Ele lista os afazeres da empregada, fica pouco tempo no banheiro, se joga na cama e liga a tevê.
Ela ainda toma um banho. Gasta alguns minutos se lambuzando com cremes. Checa cutículas indesejáveis, passeia os olhos pelo espelho de corpo inteiro: a frente e as costas, os cotovelos e as pernas. Seca o cabelo com um secador barulhento- o síndico irá reclamar um dia.
Entra no quarto. Ele dorme com o controle remoto na mão. Ela desliga apertando o botão da própria tevê, desliga o abajur, vai para o seu lado da cama e se deita no escuro. Coloca um travesseiro entre as pernas. Escuta um caminhão ao longe. Amanhã tem feira. A criança do vizinho chora, e um alarme dispara.
Um está e costas para o outro. Dorme? Não, porque ele ainda diz: “Boa noite”. Ela responde com um grunhido simpático, fica ainda um bom tempo de olhos abertos. E se pergunta: O que acontece?
Acontece que, estranhamente, ela precisa de colo. Que ela não sente mais aquele frisson quando cruza a garagem do prédio. Porque não o provoca mais no elevador, ignorando a câmera, desabotoando a camisa dele, esfregando o joelho nele, apalpando-o, assim que ele aperta o botão.
Acontece que eles não se beijam mais quando entram em casa, não escutam uma música no escuro, que ela não senta no colo dele diante do computador, nem tomam banhos juntos. Acontece que ela não olha mais para o espelho para checar o que irá mostrar daqui a pouco, nem planeja como entrar no quarto, para se oferecer enrolada numa toalha, engatinhar pela cama, roçar o nariz na perna dele, lamber do umbigo até a boca, deitar sobre ele como um cobertor, morder o seu pescoço, sua nuca, seu ombro.
Acontece que ela não apagaria aquela tevê, nem a luz, nem a noite. E ele nem diria boa noite, mas bem-vinda. E depois de tudo, sim, dormiriam pesadamente; nenhum alarme, criança ou caminhão seriam notados.
Acontece que ela acordaria, e ele estaria ainda na cama. Acontece que ele não comenta mais a cor da sua calcinha, do seu esmalte, dos seus olhos. Acontece que ele não a elogia mais, não surpreende, não desafia, nem provoca, não confunde as palavras, nem engasga quando ela aparece de toalha, não corre mais atrás dela, não a acorda em cima dela, como uma manta, não abraça como uma toalha, não abriga como água quente.
Acontece que ele já saiu, quando ela se levantou da cama de manhã. Nenhum post está fixado, com algum carinho escrito. Nem rascunho de bilhete existe. Ele não irá mandar um torpedo do trabalho, nem um email.
Acontece que há tempos não repartem um cigarro, não se perdem por uma estrada de terra, não discutem se o que veem é um disco voador ou um satélite espião russo. Acontece que ele não a espia mais pelo buraco da fechadura, não tira fotos dela se enxugando no espelho, não dá sustos quando ela tem soluços, não beija os seus pés, não conta as suas pintinhas, não canta em voz alta pela casa, não a acorda lambendo a orelha dela.
Acontece que há muito não saem os dois sozinhos, e entram num filme sem saber o que a crítica achou. Sem lerem os créditos, sentados na última fileira, se tocando, se beijando. Acontece que eles não repartem mais a pipoca, o refrigerante zero, o drops. Acontece que o diferente virou eventual, a rotina, habitual. Que todo desconhecido já se revelou, que a surpresa é predita, que o consumado é fato, o previsível, farto, e o pressuposto, preposto.
O que acontece é que ela sente falta de ser notada e elogiada dentro de casa. De ter calafrios. De sentir a pele esquentar. Acontece que ultimamente ela se veste para ninguém. Que ela nem liga mais rádio do carro. Que não a comove o xaveco no elevador do escritório. Que só troca emails de trabalho. Que ela almoça massa, se entope de pão e ainda se delicia com sorvete com caldas. E agora costuma pedir chantilly no café.
O que acontece com ela, que nem tinge mais o cabelo, falta à natação, não corre com as amigas, não compra sapatos, não troca a lente dos óculos riscada, não recebe mensagens românticas pelo celular?

Acontece que o incêndio se acomodou. Ela não se pergunta se é assim que tem que ser. Acontece. É cíclico, ouviu dizer. Pode ser que melhore. Por que perder o fôlego toda vez que o encontra? Já passou. Viva outra fase. Afaste essa vaidade. Não seja carente. Encare os fatos. A vida é assim. É?
A vida é assim mesmo. Encarar os fatos é dificil, requer muito ensaio.
Eu mesmo venho ensaiando a um bom tempo …
Amanhã com certeza estarei presente no Studio =]
é hj…abs
Ora, se o cara chega em casa cansado e vai dormir qualé o problema?
Não tem serviço em casa para fazer? Lavar roupa, esfregar chão, limpar banheiro, lavar louça?
Deixa o cara dormir e vai trabalhar mulher!!!
Ficou bonito esse Acontece que…combina com o Acontece do Cartola…
Você é tão detalhista na visualização das cenas…rs… Muito bom!
E espero que não seja assim… Talvez não seja, senão.. quem se casaria hoje em dia?
De um jeito delicado e direto, o texto mostra o quanto nos distanciamos de quem somos a ponto de olhar o outro como um “estranho” que nos é ao mesmo tempo familiar no descuido e indiferente em tudo o que está por vir. Gostei!
Um problema hormonal. Alguém já disse que a natureza apenas dá a quimica para a reprodução.Pura armadilha da natureza!!!!
Por acaso, você nos conhece??
De um jeito delicado e direto, o texto nos faz reencontrar no outro o que perdemos em si. Quando tudo se desfaz em hábitos e nós aceitamos o mínimo do que somos.
A VIDA NÃO É ASSIM, SÓ O CASAMENTO
Para evitar isso, só fazendo o rodízio.
rsrsrsrs. que romantico…
Nãããão! A vida como ela é não é a vida como ela pode ser. Acontece que a gente se acomoda, que tem gente que se acomoda, em vez de continuar buscando o coração da cebola. Acontece que é o outro é sempre uma cebola que, por mais que a gente descasque, nunca fica nua. Acontece que tem gente que desiste, mas a idéia é não desistir nunca, mesmo sabendo que chegar ao coração – das cebolas e das pessoas – é praticamente impossível… a menos que você aceite chorar muito.
Caro escritor: Difícil é nao se emocionar com um textos desses, de fácil inclusão em nossas mentes. Quem já nao passou por isso, ou ainda vai passar? Tudo é vida com começo e fim.
Relacionamento é assim mesmo, acabou a paixão, acabou tudo, vira uma rotina desgraçada e pedante.
Marcelo é verdade a resposta q vc deu á Alessandra no post anterior, os bonzinhos não são bonzinhos nada.
Paulinho para de graça homem, vc não se enquadra nos bonzinhos, não se iludam meninas…
rsrsrs contar as pintinhas é ótimo, adoro mulheres cheias de pintinhas no busto e no rosto, coisa mais linda…
Caramba cara, vc escreve muito sobre o fim da paixão, relacionamentos acabados e traições, é tipo um vício
mas não é disso que deve tratar a literatura? uma história de amor sem conflitos rende alguma crônica?
Sobre o texto…
A verdade dói. Por outro lado nos ajuda a acordar. Abraço.
ai marcelo… sua crônica acabou com o meu fim de semana. nada que eu ainda não sabia… tudo que não tenho coragem de falar. e acho que vou tingir o cabelo hoje. fazer um esforço. a vida é assim. é?
ah… vou tentar ir no studio sp hoje
Eu poderia dizer que sou sua fã e que adoro o seu blog (o que é verdade). Mas digo apenas que seu texto me emocionou, e muito.
adorei seu texto, a vida eh mesmo assim,se deixar tudo se perde, da muito trabalho ficar junto e enamorado até ficar velhinho,
É a segunda vez que eu tento postar meu comentário… Vamos ver se desta vez funciona. Você pergunta se a vida é assim. Fico tentada a responder que a vida pode não ser assim se a gente não se acomodar, se não desistir de buscar o coração… da alcachofra, que é o que vale a pena naquele vegetal esquisito. Já reparou como é lindo o miolo da cebola? Mas até chegar lá você está com os olhos cheios d´água. Então, se sua intenção é vê-la nua, não pode se importar com as lágrimas rolando pela cara.
É a segunda vez que eu tento postar meu comentário… Vamos ver se desta vez funciona. Você pergunta se a vida é assim. Fico tentada a responder que a vida pode não ser assim se a gente não se acomodar, se não desistir de buscar o coração… da alcachofra, que é o que vale a pena naquele vegetal esquisito. Já reparou como é lindo o miolo da cebola? Mas até chegar lá você está com os olhos cheios d´água. Então, se sua intenção é vê-la nua, não pode se importar com as lágrimas rolando pela cara.
a melhor crônica depois de traição! escreva mais crônicas assim..
Briiiiiii-lhan-te sua crônica!
Porém fiquei me pergunatndo depois da leitura , será que conseguiríamos observar o lado melhor das relações duradouras (que também acontece) com a mesma argucia que você tão bem colocou em ‘Acontece que…’ ?
Abraço,
Liliana
Minha vida conjugal está exatamente assim…
Marcelo,
há tempos tenho uma imensa vontade de entrar em contato contigo desde que li Malu de Bicicleta.
Adoraria conversar contigo, nem que seja por e-mail. Se por acaso, você quiser responder esse comentário por e-mail, ficaria muitissimo grata!
Muito obrigada pela atenção
Grande abraço.
Thais.
Muito, muito contente por poder assistir a peça, essa semana!
acho que nao precisa de mais elogios..
mas incrivel sua cronica
Nada como ver demonstrado o que quase se sente, tendo muito medo de se sentir. É um desafio deixar que o fogo continue queimando, deixar uma brasa acesa… Pra acender depois. Só que não tem jeito, senão, não tem a menor graça!!!
É..coisas assim acontecem..mas não precisa ser sempre assim.. Basta – e isso não é pouco – encontrar outro alguém disposto a te olhar sempre nos olhos, cansado – claro, quem não fica? – mas nem tanto pra um abraço.. e nos pequenos gestos peservar o que uma união tem de mais precioso, que é o respeito e a amizade..o resto é conseqüência… (com trema e circunflexo!!!)
Bacana a crônica..Geralmente gosto de seu ângulo das coisas.
véi, se vc ficar postando sobre desgastes nos relacionamentos vai ter separação a doidado. sempre tem um reclamando q tá do jeito q vc escreveu e blá blá blá. (principalmente as mulheres)
crônicas literárias com conflitos são ótimas, mas q são depressivas, ah isto são.
E afirmo que quem quer aparecer diz mais para ser discutido do que para ser concordado.
entao leia livros de autoajuda
Toda vida conjugal passa por esta fase,(me coloco no paredão), mas concordo com o Antonio que disse q não é a vida q é assim, é só o casamento…
Rodízio não é romântico mesmo Maurício, melhor dizer:
“Fazendo pesquisa de mercado”
Nossa, q horrível se viver assim!!
Coragem…
Lindo, Marcelo. Também a maioria dos comentários – de gente real, que vive o mesmo, na carne. Eu ando em ‘lua-de-mel’ mas não sou ingênua de achar que tempos assim nunca hão de chegar – mas irei até o coração da cebola, porque achei alguém por quem vale a pena ir. E ainda que eu nunca o alcance, a busca dá tempero à vida, e espanta a rotina. A vida é busca incessante, isso sim. Virei te ler mais vezes.
Sua cronica é bem legal e cheio de detalhes que nos faz viajar, a rotina acaba com a vida de qualquer casal! O que me deixou mais impressionado é a melancolia das pessoas que postaram os comentários, da uma impressão que estão presas ou acorrentas na situação de sua cronica, talvez esqueceram que a Vida é aqui e agora e que se não estão felizes que se separem e encontrem outra pessoa que faça valer a pena VIVER!
Marcelo,
o que mais admiro nos teus textos é a capacidade de descrever o cotidiano ou os detalhes do cotidiano sem precisar apelar para metáforas de ideias ou de imagens, tem que ter uma percepção afiada para falar da vida como ela “é” desse jeito que você consegue fazer. Admiro!, pois teus textos ficam densos (e levemente cruéis, é verdade… se bem que para mim, soam surreais dentro da mais pura realidade, o que parece insano, mas não é… a vida como ela não é… ) huummmm huummmm
um beijo literário
s
Marcelo,
o que mais admiro nos teus textos é a capacidade de descrever o cotidiano ou os detalhes do cotidiano sem precisar apelar para metáforas de ideias ou de imagens, tem que ter uma percepção afiada para falar da vida como ela “é” desse jeito que você consegue fazer. Admiro!, pois teus textos ficam densos (e levemente cruéis, é verdade… se bem que para mim, soam surreais dentro da mais pura realidade, o que parece insano, mas não é… a vida como ela não é… ) huummmm huummmm
um beijo literário
s
Não, a vida não é assim…
Existem mulheres sem sardas e que nunca pintarão cabelo… E existem as que pintam os pentelhos!
Existem homens incansáveis e que usam o controle remoto para coçar as costas do gato e que se fingem de mortos até você fechar os olhos ao lado deles…
Existem casais que não se cansam de se amar, noite e dia, sem parar nem mesmo para parir os filhos gerados pela intensa copulação e… casais que se adorarão sem nunca haver se tocado!
Acredite, o que você relatou é apenas uma versão mais ou menos careta do que podemos perceber, mas após dormirem, aqueles dois se encontrarão em sonhos, durante os quais cometerão todos os atos libidinosos aparentemente esquecidos no mundo em vigília mas incessantemente praticados nos deliciosos momentos de alteração da consciência…
Para de tomar estrógeno, Marcelo. Tá ficando manjado.
da um tempo…
Caramba Marcelo, tu escreve lindamente uma realidade que é uma porrada!…e dói viu!rs
Vc e o Bortolotto estão competindo ultimamente?
Pro Otavio (?) que perguntou: Vortemos! porém agora com o fanatismo dividido entre estes 2 caras f*didos!
Mas…
Pra não perder o costume…
Não posso deixar de comentar a foto que esta no blog da baladinha (bailinho)!
Q q é aquilo Marcelo???
Que cara de cafa hein!…kkkkk
A foto ta linda, enooooorme! Conheçi alguém que ia amar!rs
Além das meninas que ja estiveram por ai…e ja deram seus “pitis” em off…rs
Pessoalmente vc é uma graça, muito atencioso!
Bj
essa foto tem uma explicacao. a fotografa me disse que tinha que tirar 4, uma para cada publicacao. fiz 4 caretas, rsrssrs. abs
Olá Marcelo
Putz, escrevi um comentário gigante mesmo, mas ocorreu um erro, fui acometida de uma preguiça igualmente gigante e vou me ater a pcas palavras agora:
1) Encontrei vc no site G1, foi fotografado no bailinho referido, haha. Detalhe: com uma cara de malandro…
2) Encontrei vc novamente no site da folha online, na nota sobre a sua peça (Tá divulgado hein?).
3) Moro no interior e o frio noturno é desencorajante, mas se fosse mais fácil, eu bem q iria assistir (a peça).
4) Sobre a sua crônica: às vezes reconheci na mulher um mistura de romantismo e acomodação, características q eram próprias das mulheres de épocas de outrora. Eu mesma herdei isso da educação q me deram dentro de casa. Lembrei bastante, ao ler, de um rolo q eu tive, onde eu me portava semelhante à mulher da crônica. Insatisfeita, infeliz, mas sempre companheira, esperando q dias melhores viessem, mas como eles demoraram a chegar, fui embora antes. Curiosamente, este fato culminou no repentino interesse da outra parte em querer rever a relação e reformulá-la, pena q já era tarde…
Concordo com o rapaz acima q comentou sobre essa apatia dos relacionamentos; segunda crônica sua q leio nesse padrão: dá uma tristeza…
Grande abraço
mas é a apatia e o conflito que dao literatura, vide senhor machado e flauber?
Melhor assim essa rotina a dois, um deles pode modificar o ambiente, talvez nem surta o efeito mas pode ter sido um gatilho…
Sozinho não tem como mudar.
concordo com o Paulo e o(a) Ro acima, suas crônicas são maravilhosas, mas dão uma depressão após lidas…livros de auto-ajuda não resolvem, infelizmente a realidade é esta mesmo.
nos casamentos ou relacionamentos?
Essa crônica dava até medo de comentar, até q a Camila salvou a pátria e colocou uma foto sua, e q cara de cafa mesmo hein Marcelo.
Camilinha, continue salvando a pátria, ou seja, as deslumbradas kkk
Não falei do seu queixo, q vc é lindo e nem nada, me controlei!! rsrs
bjs
Cadê as outras 3 fotos Camila?? kkkk
A Eloisa iria amar…
A foto está muito “legal”, legal pode?
bjs
Ah para mulherada, o marcelo tá bonito nesta foto?! cara de doidão mano…
Em todo caso, admito que seu texto funciona. A mulherada cai de boca. Dou meu braço a torcer.
Pôxa, esse é um belo texto que me deixou triste. Caso no mês de outubro e espero sinceramente que não seja assim…
Vix Marcelo, acho que zuei a configuração da pagna hein…o link é muito grande! Desculpa aí!
Explicação aceita!!! ( as outras 3 onde estão???)rs
Porém….
Essa ai do link faz tempo hein!…
O mérito do achado é da Ana Rita!
Essa cara toda de bebum, pra uma Sprite?
O castiçal é lindo!
Bj
E assim mesmo…nos perdemos no meio do caminho e sem perce ber nao o achamos de volta.E uma pena … mas acredito q Tudo tem um Inicio, Meio e Fim. Oduro e a cabeca estar em sitonia c o coracao.Amei!!!!!!!!!
Acontece que viver junto é um desafio diário…
Acontece que é uma pena não rolar o resgate
de uma relação gostosa…com tesão…arrepios…
Acontece que manter esse brilho no olhar dá trabalho…exige vontade…esforço…
Eu não quero acreditar que tudo acaba…mas sim que
tudo se transforma…
Acontece que o tempo realmente passa…
E a vida já não é a mesma…a idade…os planos…a carreira…os filhos…as metas…os sonhos…
Mas o amor…o sexo…a intimidade não se apaga…
ela fica na alma…na pele…na memória…basta querer resgatar e praticar…
Acontece…Acontece…
Adorei Marcelo!!!!!!!!
Você me fez refletir e me inspirar…Valeu!!!!!!!!!
carai, véio…até ia elogiar…
mas lendo os comments e suas réplicas…
voce ainda ta preso a machado e flauber ?
ta explicado…
(comment meio atrasao…)
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