Como comentou uma leitora, Natália, no post anterior:
Cara, acho tão engraçada essa mania das pessoas de falarem com orgulho que são “politicamente incorretas” quando dizem absurdos… o sujeito vem, fala um monte de merda e diz que faz isso porque é inteligente (é um livre pensador, não segue o pensamento burro e dirigido das massas, etc) e porque não liga de ser “politicamente incorreto” porque afinal esse é o certo, a sociedade de hoje que está deturpada.
Coincidência. Eu pensava na mesma coisa.
O governador e o secretário municipal de segurança reconheceram que tanto a PM quanto a GCM exageraram na repressão à MARCHA DA MACONHA, que virou MARCHA PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
Alckmin chegou a dizer que não compactua com a ação violenta da PM.
Mas muitos leitores e alguns blogueiros continuam acreditando que a polícia estava certa: enfiar o cacete nos manifestantes.
Como os PMs que tiraram a identificação, para baterem numa boa.
A onda agora é ser bem REAÇA.
Se é humorista, e uma piada ultrapassa o limite do bom gosto, diz ser adepto do politicamente incorreto.
Que babaca agora é fazer censura contra intolerância.
Podemos zoar com judeu, gay, falar palavrão. É isso, que se foda, viva a liberdade!
Se alguém defende a Marcha da Maconha, faz apologia, é vagabundo.
Se defende a descriminalização do aborto, é contra a vida.
Se aplaude a iniciativa da aprovação da união homossexual, quer enviadar o Brasil todo- país que se orgulha de ser bem macho, bem família!
Se defende a punição de torturadores, é porque pactua com terroristas que só queriam implodir o estado de direito e instituir a ditadura do proletariado.
Deu, né?
Esta DiogoMainardização da imprensa e da pequena burguesia brasileira tem um nome na minha terra: má educação.
Esta recusa ao pensamento humanista que ressurgiu após a leva de ditaduras que caiu como um dominó a partir dos anos 80 tem outro nome: neofascismo.
É legal ser de direita?
Tá bacana desprezar os movimentos sociais, aplaudir a repressão contra eles?
Eu não acho.
Apesar de considerar o termo “politicamente correto”, do começo dos anos 90, a coisa mais fora de moda que existe, afirmo diante do que vejo e leio: eu, aleijado com tendências esquerdizantes, não era, mas agora sou TOTALMENTE politicamente correto.
+++
Foi uma semana marcada pelo protesto da gente diferenciada e gafes nas redes sociais, que têm 600 milhões de vigilantes no Facebook e 120 milhões no Twitter. Postaram:
Rafinha Bastos, no dia das mães: “Ae órfãos! Dia triste hoje, hein?”
Danilo Gentili, sobre os “velhos” de Higienópolis que temem uma estação de metrô: “A última vez que eles chegaram perto de um vagão foram parar em Auschwitz.”
Amanda Régis, torcedora do Flamengo, time eliminado da Copa do Brasil pelo Ceará: “Esses nordestinos pardos, bugres, índios acham que têm moral, cambada de feios. Não é à toa que não gosto desse tipo de raça.”
Ed Motta, ao chegar em Curitiba: “O Sul do Brasil como é bom, tem dignidade isso aqui. Sim porque ooo povo feio o brasileiro rs. Em avião dá vontade chorar rs. Mas chega no Sul ou SP gente bonita compondo o ambiance rs.”
Quando um leitor replicou que Motta não era “um arquétipo de beleza”, ele respondeu que estava “num plano superior”. “Eu tenho pena de ignorantes como vc… Brasileiros…”, escreveu. “A cultura que eu vivo é a CULTURA superior. Melhor que a maioria ya know?”
E na MTV, a Casa dos Autistas, quadro humorístico, chocou pelo mau gosto.
Todos pediram desculpas depois. Danilo, um dos maiores humoristas de stand-up que já vi, recebeu telefonema do departamento comercial da Band, pedindo para tirar o comentário. Ed Motta se revoltou contra a imprensa. Pergunta se temos o direito de reproduzir seus escritos particulares.
A internet trouxe a incrível rapidez na troca de informações e espaço para exposição de ideias. Alguns se lambuzam. Dizem que são contra as patrulhas do politicamente correto.
Mas como ficam as domésticas ofendidas popr Delfim Netto, os órfãos recentes, aqueles que perderam parentes em Auschwitz, os nordestinos e os pais de autistas?
Tomara que, depois do pensamento grego, democracia, Renascença, a revolução industrial e tecnológica nos iluminem.
O preconceito não é apenas sintoma de ignorância, mas lapsos de um narcisista.
Ele nunca vai acabar?
***
Enquanto no Itaú Cultural, um símbolo de excelência em apoio às artes e alta tecnologia, em plena Avenida Paulista, uma mãe foi expulsa por amamentar o filho em público na exposição do Leonilson, artista que sofreu inúmeros preconceitos, morto vítima da Aids.
Ou melhor, viadão que morreu da peste gay, porque era promíscuo, diriam os reaças.
Os ânimos estão acirrados.
Infelizmente tem muita gente que acha que ter bom humor ou opinião própria é ofender o outro. Do mesmo jeito que tem muita gente que acha que é o dono da verdade e não aceita a opinião alheia. Democracia? Ahã…
Fiquei com a impressão que você não entendeu o texto. Bom humor é rir junto com alguém, rir do outro é ofensivo e preconceituoso, porque um ri sem se importar com que o outro sente, isto não é alegria nem bom humor, é maldade.
Ter opinião própria é fundamental, expressá-la como verdade absoluta, com ofensas para o outro interlocutor, é falta de educação e uma insensibilidade chocante.
responder este comentário denunciar abusoSeu nome é Clara, mas seu texto não esclarece sua opinião, por isso parece que você precisa clarear as suas ideias para depois, democraticamente, questionar a opinião dos outros.
responder este comentário denunciar abusoPois é Clara, que na verdade está mais pra Turva, Perdida, entre outros antônimos apropriados pro seu nome no momento, com certeza você não deve ser judia, não deve ser nordestina, não deve ser empregada, não deve ter um membro portador deficiência mental na sua família, mas alerto, compactuar com piadinhas ofensivas, de mau gosto achando que isso é bom humor e direito de exercer democracia, mostra um sinal claro de deficiência também. Leia o texto direito de nosso companheiro, e se você ainda não conseguiu entender o que foi dito, não há muito a fazer pela sua pessoa a não ser lamentar por todos que falaram o que quiseram esses dias sem se importar com quem e o que foi dito além de lamentar por gente como você que não faz parte derrepente pelas minorias agredidas moralmente e talvez por isso ache graça nos cometarios maldosos.
Ficou uma pergunta, qual sua idade? A mental já ficou clara, como seu nome…
Ultimamente, as pessoas tem confundindo democracia com direito a dizer o que bem entendem, democracia com o direito de ofender o outro. Há regras de convivência e respeito que devem ser mantidas e quando alguém utiliza termos ofensivos para um grupo de pessoas, essa forma de falar tem que ser revista. O que incomada grande parte dos “politicamente incorretos” é que eles não perceberam que aqueles grupos que antes eram “zoados” agora não querem mais sê-lo. Então, por favor, tenham a decência de contar as suas piadinhas de mal gosto na privacidade de suas festinhas, onde todos pensam do mesmo jeito, e pensem duas, três, dez vezes antes de dizer algo em público, pois há gente nova ouvindo.
responder este comentário denunciar abusoPessoas, no meu gosto não é engraçado quando alguém tira sarro de orfãos em dias das mães, não é brincadeira… mas também não vejo graça quando se escreve um comentário atacando uma pessoa que tem um opinião diferente e ainda usando o nome desta pessoa para fazer isso, qual é a diferença? Alguém fica melhor com isso? Não é este o caminho, é curioso o policial tira justamente a sua identidade e o quem o faz e se posiciona é ridicularizado… fica difícil.
responder este comentário denunciar abusoSe bem entendi o texto, me parece que umas das ideias básicas seria equivalente a “podemos criticar, zombar, discordar etc. mas não ultrapassemos certos limites: por trás desses atos devemos reconhecer que eles podem ofender, humilhar, rebaixar os outros; e qdo isso acontece, a crítica, a zombaria, a discordância… tornam-se atitudes condenáveis”. Ora, por mais que a Clara tenha um tom ácido em seu comentário (especialmente no final), creio que isso não justifica as ofensas de Sandra e Veerlay, que mais me pareceram reproduzir aquilo que estão condenando. A boa crítica é a que se faz com o devido respeito ao outro e não lança mão de ofensas para obturar os buracos de argumentação: coisa muito bem feita por luís, cujas opiniões concordo plenamente.
responder este comentário denunciar abusoApoio totalmente sua opinião. Pessoas como o Marcelo tem que parar de ter preconceito contra quem pensa diferente deles.
responder este comentário denunciar abusoConcordo com a Clara e com o Christopher. E ainda digo: acho que tá na moda se sentir ofendido… qualquer opinião hoje em dia é considerada preconceito e mais um monte de blá blá blás de pessoas que necessitam ser aceitas pela maioria. Pra mim, isso é falta de autoconhecimento das pessoas que se dizem minoria e orgulhosas daquilo que nem elas mesmas se aceitam, pois pra mim é claro uma coisa: se eu sou o que sou, tenho certeza disso, e me orgulho, foda-se o que pensam… o diguem… mas isso é só uma opinião, posso?
responder este comentário denunciar abusoVeerlay, acho que quem não entendeu o texto foi você. Foi interessante o modo que você se manifestou contra o humor ofensivo, ofendendo a Clara. Aplausos à sua sensatez.
responder este comentário denunciar abusoglacy, o problema é o seguinte: tem gente que não tem autoconfiança, tem gente deprimida, tem gente infeliz. vc condena? eu acho que em vez de ficar escrevendo coisas que começam como “hoje em dia…”, poderíamos colocar nossa opinião e nossas sacadas e piadas de um jeito que as pessoas não se ofendam sem sentido.
se por exemplo eu falar assim: negro é que nem bosta. vai ser legal? e se eu for um humorista famoso que influencia as pessoas, e começo um tipo de tendencia para a abertura à uma ofensa em forma de piada? veja o panico na tv, por exemplo..
veja: num local de circulação grande é fácil as coisas tomarem proporções grandes. então sempre é bom tomar cuidado.
“Fiquei com a impressão que você não entendeu o texto. Bom humor é rir junto com alguém, rir do outro é ofensivo e preconceituoso, porque um ri sem se importar com que o outro sente, isto não é alegria nem bom humor, é maldade.
Ter opinião própria é fundamental, expressá-la como verdade absoluta, com ofensas para o outro interlocutor, é falta de educação e uma insensibilidade chocante.”
Faço minhas as palavras do Luis.
Fantástico o texto de Marcelo.
responder este comentário denunciar abusoSua filha da puta, aposto que é uma burguesa azeda.
Branca disgraçado.
Bucetuda
Você disse o que estava entalado na garganta de muita gente.
Desses todos, só esperava coisa melhor do Ed Motta. Pena, caiu muito no meu conceito…
Com certeza, tava muito entalado na garganta…a gente tem que combater essa onda reaça mesmo, começar a compartilhar esse texto e dizer:”Não! Eu não quero mais ler comentário preconceituoso! A internet não é terra sem lei!
responder este comentário denunciar abusoé fernanda….
quando não se gosta do que se le, por contrariar nossas idéias e ideais, basta não deixar que sejam publicadas,…
hã-hã…isso é democracia, né ?
responder este comentário denunciar abusoComo fico feliz quando vejo o que penso, escrito por pessoas dignas de confiança. Brilhante texto. Perfeito.
Assino Embaixo. Texto excelente!
responder este comentário denunciar abusoExcelente artigo, Marcelo! Claro, objetivo e direto! Parabéns!
Abaixo aos reacionários e viva a liberdade de expressão.
Viva a marcha das vagabundas,viva a marcha da maconha e outra qualquer que vir
Favor não confundir liberdade com libertinagem.
O que cada um quiser fazer dentro de sua casa, fumar maconha, beber, transar com quem bem entender, não é assunto do estado ou da sociedade, só da pessoa que faz.
Mas apelar para a liberdade de expressão para compensar a falta de raciocínio lógico não é solução pra absolutamente nada, e não se esqueça que a tal liberdade de expressão garante o direito dos “reaças” darem sua opinião sobre qualquer assunto.
O que fode é que ninguém entende que os valores que você leva na sua vida são seus, e não dos outros, e é isso o que gera os conflitos.
Eu sou contra a legalização da maconha, apoio aborto em casos de estupro, sou a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, sou capitalista, minarquista e libertário, e isso são valores meus, sem necessidade de força-los em outras pessoas.
Ok, terminei meu ranting.
parabens vivam todas as minorias
responder este comentário denunciar abusoDiogomainardização é o neologismo mais acertado e apropriado para definir o neofascismo.
temos agora um filhote que é a luizfelipeponderização !!
responder este comentário denunciar abusoSim!! Perfeito! Vou adotar. Parabéns, Marcelo!
responder este comentário denunciar abusoO que é a verdade?
Existem definições matemáticas, filosóficas e religiosas a respeito.
É algo de que nós, humanos, noa apropriamos sem saber exatamente do que se trata.
Conhecê-la e demonstrá-la é a causa de todas as discussões que existem no mundo. Que implicam, numa simplificação grosseira, em tentar demonstrar aos outros que seu ponto de vista é a verdade, ou, no limite, é mais verdadeiro que o ponto de vista alheio.
A busca pela verdade inspira pessoas de todas as áreas do conhecimento. É o princípio fundamental que move a ciência, a filosofia e a religião, em larga escala.
Qual é seu conceito sobre a verdade? Qual a importância, em sua vida, de saber se algo é verdadeiro? Você se considera, de alguma forma, “dono da verdade”?
O texto não fala sobre isso, José.
responder este comentário denunciar abusoleonardo, você se considera o dono da verdade?
não devemos debater civilizadamente, afim de chegar em um denominador comum?
so me diga quando alguma religiao buscou a verdade?
responder este comentário denunciar abusoLeonardo,
A questão aqui não é a verdade e sim o respeito pelas pessoas. O Rafinha Bastos ultrapassa muitas vezes o limite do humor e se intitula politicamente incorreto para se proteger de qualquer critica e desarmar possíveis reclamações de ofensas.
Também incluiria a frase dele em relação a estupro.. algo assim: Mulher feia tem que agradecer se alguém estupra-la. Isso por acaso é alguma verdade sendo dita ou uma ofensa deliberada carregada de preconceito?
Esse comentário me deu vontade de rir..
Tentou ser profundo e acabou afundando meu amigo…
Nós humanos somos só um pouquinho melhores do que os animais, mas para ficarmos superiores, nós temos de parar de nos apropriar do que não é nosso, do que não nos pertence, de fazer usinas na floresta, de poluir com as indústrias, de falar mal de quem nos assusta, de querer ser belo a qualquer preço, de andar com gente melhor para ser melhor do que outras pessoas que julgamos serem piores do que nós. Temos sim de ser corretos e com relação a tudo. Gosto de pensar que a maxima para nós poderia ser “A minha liberdade termina exatamente onde começa a sua!
Primeira vez que li você Marcelo. Grande opinião. Obrigado.
responder este comentário denunciar abusoLeio várias colunas com textos como esse e em todos sempre usam-se expressões como “bom gosto”, “limite do respeito”, “fronteiras da educação”, “má piada”, etc.
Ainda que não goste de muitos desses “humoristas” e os ache previsíveis, pergunta-se :
- O que é bom e mau ? De que modo definem-se limites, fronteiras ?
Existem pessoas que riem dessas piadas, e claro, as que não acham graça das mesmas (seja porque são vítimas do chiste, seja porque simplesmente não compactuam com a galhofa).
Recriminar essas piadas é apontar o dedo para os que riem delas. E apontar o dedo para os que riem delas é o mesmo que dizer “vocês são doentes, imorais, não tem respeito pelo outro, blablabla”.
Se isso não é adotar uma postura de “eu sei o que é a verdade, o bom, o mau, o respeitoso e o imoral, eu aponto o dedo com razão”, então acho que não entendo mais nada.
Chegamos a um ponto em que dizer “não gosto de negros porque os acho feios” é chamado de racismo. Confunde-se gosto estético com atribuições morais.
responder este comentário denunciar abusoô frank… pra conviver em sociedade é preciso seguir regras, não existe sociedade sem regras. fechado no banheiro diga pra si o que quiser. fora dele seja social…
responder este comentário denunciar abusoVerdade… verdade…
Questionar o critério para a escolha da verdade é um recurso retórico batido demais…
Sim, é ela que move a ciência, a filosofia, a relig… bem está ultima é movida pela manutenção de contos infantis… No entanto, ela, a verdade, pode ser objetiva. É verdade que você está lendo este comentário, por exemplo (se duvida disso, meu caro, sito informar mas vc tem sérios problemas). Assim como também pode ser uma verdade objetiva o reconhecimentos de direitos e a identificação de abusos, desde que esteja clara a relação entre aquilo que aceitamos moralmente e aquilo que eticamente devemos fazer. O problema é que para que se perceba como se dá essa relação, é necessário antes um esforço reflexivo que não corrobora com o ideal da nova burguesia, a saber, um grupo de indivíduos que emergiu socialmente graças ao benéfico avanço da economia, mas que infelizmente não amadureceu em razão da rapidez dessa mudança. Ouvir essa nova burguesia é como ouvir um adolescente de 14 anos que ganha um carro.
Mas, voltando à verdade, verdadeiramente, preciso sair…
responder este comentário denunciar abusoEntendi Daniel. Para viver em sociedade é preciso seguir regras. Algumas das muitas regras vigentes são “não rir de algumas coisas”, “não falar de algumas coisas”, “não manifestar preferências por algumas coisas”. Como disse alguém, “Democracia é pensar o que quisermos e falar o que nos deixarem/mandarem”. Não existe uma Verdade, Daniel. Sartre já havia dito algo muito pertinente quando pensou sobre a liberdade alheia e a vida em grupo : “O inferno são os outros”. Não dá pra imaginar que em um mundo com 7 bilhões, a minha felicidade, o meu prazer ou o meu humor, não irá ferir o de alguém(ns). A felicidade de um homem-bomba já sabemos qual é. E veja bem, ele só está atrás de sua verdade com “V”. Abraços.
responder este comentário denunciar abusoAdoooooooooooooooooooro Racistinha que acha q estética não é cultural, que condenar a aparência de toda uma raça não é racismo. Se a gente trocasse: Os negros são todos burros, aí sim seria racismo, @Frank, o reaça? Falar que todos os negros são feio é racismo sim, aliás, é racismo clássico.
responder este comentário denunciar abusoConcordo com o Bruno. As pessoas estão sempre procurando uma desculpa para serem preconceituosas e para se sentirem maiores que os outros. Sempre vem com essas histórias “Eu adoro os gays, tenho amigos gays, mas não gosto de ver eles se beijando. Deveriam fazer isso nas suas tocas, sem perturbar a ‘decência’ de ninguém.” ou “Adoro os negros, mas não me atraem.” ou ainda essa que eu escutei faz pouco tempo “Adoro mulheres negras, são lindas, mas não teria um filho com uma porque ele sofreria preconceito.”
Se sentir superior pela cor da pele é o único recurso de uma pessoa que não tem nada de bom a acrescentar a ninguém. Ela tem que achar alguma coisa nela que a faça se sentir bem consigo mesma, nem que seja uma “estética” inventada.
Frank, o reaça, se sentir mais bonito pela cor da pele é a desculpa máxima para a feiúra.
responder este comentário denunciar abusoCortem a TV de suas vidas e revistas que não agregam valores. Filtrem o conteúdo de sua internet.
Marcelo…acertou no ângulo!!!
Adorei o que vc disse. Concordo que falta de educação é a chave pra explicar o que algumas pessoas rotulam como “politicamente incorreto”. E essa falta de educação trajada de “bom humor” já encheu a paciência. Mas acho que em certo momento a humanidade vai saber o que fazer com a democracia e a liberdade de expressão…
Bem interessante ver que, apesar da grife Dior não ter absolutamente nada a ver com o que seu diretor criativo falou contra os judeus, nenhuma celebridade usou roupas Dior em Cannes.
Ninguém saiu em defesa do imbecil, mimado, mal criado Lars Von Trier, bem como ninguém está defendendo Danilo Gentili nem Ed Motta. Ninguém defende pelo menos em público… Chato tb. lembrar que as atitudes de todos os citados aqui poderá ser interpretada como uma volta gradual do nazismo, pq tem tanto neo-nazista por aí e, pior, tanta gente que é neo-nazista dentro do armário…
…e tanta gente que é neo-nazista e nem se dá conta…
responder este comentário denunciar abuso“Mas acho que em certo momento a humanidade vai saber o que fazer com a democracia e a liberdade de expressão…” Jogar no lixo?
Eu defendo abertamente Trier. Ter uma crença ou ideologia qualquer que seja não é crime, e isso se chama opinião, goste dela ou não. Cada um tem o direito de se manifestar com quiser, mas obviamente sob o risco de ser penalizado.
Eu defendo a liberdade de expressão, se alguém se sentir vitimado com algo que é dito, que procure os dispositivos legais, a Lei está para representar o cidadão, mesmo que nem sempre eficientemente.
Ideologia politicamente incorreta, não tem nada a ver com a manifestação da falta de moderação/educação dos humoristas nos casos mencionados no texto.
responder este comentário denunciar abusoPoxa, diante de tudo isso que foi escrito, percebo bem que não apenas os ânimos estão exaltados, como os melindres de todos também. Afinal, não vejo nada de mau no que o Ed Mota disse. Ora, afinal ele não tem direito a ter uma preferência pelo biotipo dos brasileiros do Sul! É errado isso! Errado eu acho é a hipocrisia dominante do “politicamente correto” sim, o termo é anacrônico, assim como essa verdadeira ditadura da “finesse” do progressismo. Sou eleitor de Lula e Dilma, porém discordo visceralmente da pretensão absurda de se liberar o aborto sim, como também inicialmente sou contra (apesar que desconheço o conteúdo) ao projeto de lei que a M. Suplicy (apropriou-se do nome de seu bom ex-marido, coitado) pretende, pois me parece que impediria até mesmo a pregação do evangelho e dos preceitos bíblicos,devido ao seu teor contrário ao homossexualismo! Ora, afinal quem é que é intolerante neste quadro maluco que a sociedade está ingressando. Aqueles melindrosos, pertencentes à uma esmagadora minoria que pretende impor sua visão à sociedade ou o resto, a raspa da sociedade que hoje em dia até tem medo de opinar, expor seu modo de pensar, devido ao medo de ser logo rotulado como um direitista ou intolerante ou coisa pior. Temos que parar com essa falsa educação, que mais parece imposição, para permitir que possamos sim eleger uma loira ou simplesmente uma pessoa branca de cabelos pretos como miss qualquer coisa, sem preocupar-se em ter aquela obrigação de eleger uma mulher negra apenas porque é politicamente correto. Não tenho nada contra, mas se participasse de um júri, por exemplo, votaria em uma loira, acho elas lindas (nem todas é claro), ainda mais no Brasil em que há a excelente mistura de negros, brancos e índios, formamos as mulheres mais lindas do mundo, mas sempre insistimos nesta história. Ora, vamos ser mais honestos conoscos mesmos e aceitar que o que o Ed Mota disse não é verdade absoluta, é subjetivo, apenas uma preferência dele. Apesar dele não ser nenhum exemplo de beleza, é uma liberdade sagrada dele em expressar qual sua preferência. O prejuízo para uma figura pública como ele, que inclusive depende de vendas de cd’s e coisas do gênero, é só dele. O que não pode, entendo eu, é que os melindrados e politicamente corretos de plantão venham condená-lo por simplesmente expor uma preferência. Ora, eu prefiro as loiras, casei-me (muito bem,diga-se de passagem), como uma branca de cabelos pretos, bem como admiro muitas negras lindas, no entanto, como disse tenho uma queda enorme por loiras e muito provavelmente votaria numa desse gênero se estivesse em um júri para escolha de uma miss por exemplo e, justamente, por tal preferência também acho o povo do Sul mais bonito sim,principalmente de SC e RS. Veja, no meu ponto de vista, sem querer impô-lo a ninguém, respeitando, como deve ser, opiniões contrárias.
Logo senhores,não é questão de burguesia, nem tampouco de ideologia,mas é um questão de bom senso e respeito recíproco, que garante a liberdade de expressão e de manifestação de pensamento, sem que necessitemos de enquadrá-los em pensamentos ou fórmulas pré-concebidas. Sob meu ponto de vista, então, não são ânimos exaltados, mas muito melindre da sociedade, muita frescura mesmo!
Errado é não usar paragrafos.
Fica um texto moroso que pode desopilar o fígado de quem escreve, mas não informa nada a quem (tenta) ler.
responder este comentário denunciar abusoSandro, não estamos falando de preferência. Respeito recíproco é você ser negro e não ser obrigado a ouvir um babaca “expondo a não preferencia dele por negros” a toda hora num ambiente em que você frequenta. Estamos falando das pessoas e do que elas sentem com isso. Não estamos discutindo o que cada um PODE ou não PODE. Você PODE ir pelado para o trabalho e pedir pro seu chefe apertar tua bunda. Mas você DEVE?
responder este comentário denunciar abusoOi Sandro,
Pelo que eu vejo no Ed Motta, não foi a preferência por loiras que deixou ânimos exaltados. Foi muito mais algo que você escreveu no final do seu texto: desrespeito. É muito triste que um artista chegue a um local e, para elogiar a populacão dali, precise humilhar o restante do país. Se ele chegasse dizendo “Nossa, quanta loira linda! Esse lugar é o céu!”, ninguém ia reclamar. Mas se ele chega dizendo “Ê povinho feio!”, além de desrespeitoso, é desnecessário, é uma violência gratuita.
E é esse tipo de violência, aquela velada e travestida de piada, que mantém o país preconceituoso, racista, machista, elitista… Mudar esse raciocínio é difícil, leva uma vida inteira. Aceitar o outro da forma que ele for, seja gay, pobre, aleijado, negro, mulher, gordo, parece muito difícil. Mesmo que as pessoas nada tenham a ver com a natureza sexual do outro, mesmo que elas nao tenham participacao nenhuma nas escolhas de vida que os outros fazem, ainda assim elas agem com violência.
Quando eu vejo pessoas tirando sarro de nordestinos, humilhando mulheres, gays, ou até reagindo de forma exagerada contra o preconceito, eu nao tenho nenhuma outra opcao a nao ser o politicamente correto. Essa é a minha esperanca de que em algum momento esse país vai amadurecer.
responder este comentário denunciar abusoMelindre? Amigo, o Ed Motta e você têm todo o direito de acharem as loiras mais bonitas, mas achar que comentários como esse são liberdade de expressão? Tirar uma da cara dos órfãos, cutucar a ferida dos judeus e inferiorizar quem (dignamente) possui outro tipo de cultura é preconceito sim, é piada de mal gosto sim, é falta de bom senso sim.
Ser politicamente incorreto tem limite! Liberdade de expressão é quando você não fere os direitos de outros cidadãos.
responder este comentário denunciar abusoBom senso e dizer que algo ou alguem e bonito sem fazer comparacoes… educacao e respeitar o “outro” seja o outro quem for.
responder este comentário denunciar abusoSandro, meu caro, que tal um curso de português?
responder este comentário denunciar abusoSandro, eu acho ridículo quem masculiniza nomes de mulher pra por nos filhos, assim tipo o seu, SANDRO. E aí, gostou da minha “opinião”? (isso é uma ironia, só pra constar). É muito fácil chamar de “opinião” quando a segregação não bate no seu quintal.
Pode ser muito ingenuidade da minha parte, mas ainda fico chocada ai ver que tem gente que chama os contemplados pelos Movimentos Sociais de MINORIAS. Você anda nas ruas de São Paulo? Você é capaza de olhar à sua volta, pra qualquer lugar que saia do universo do seu umbiguinho? Faz assim, monta uma estatística. Na Av. Paulista que não é nem onde se concentra essa massa de “minorias” a que vc se refere. Olha em volta durante uma hora e anota.
Sério, é de tirar qualquer ser humano DECENTE do sério.
responder este comentário denunciar abusoO problema que vi não foi o Ed Motta declarar a sua preferencia por um tipo de biotipo pois ele não se limitou a fazer isto, mas tambem disse que “ali sim havia dignidade” como se pessoas de outras partes não tivessem dignidade tambem e pelo fato de adicionalmente ele se colocar como membro de uma cultura superior. Não foi uma sioples expressão de preferencia mas de desqualificação e ofensa do outro
responder este comentário denunciar abusoÉ mais ou menos assim: “Gosto não se discute… mas eu tenho bom gosto”
E cada um que julgue pela sua consciencia ou preferencia.
E as vezes é difícil ser imparcial.
Putz, consegui ler todos até agora, um monte de pessoas sofridas, infelizes, só agora encontrei algo próximo ao meu pensamento, parafraseando Pietro Bardi, MERDA para os politicamente corretos e chatos!!! E o Rafinha Bastos, que eu saiba, é judeu porra!
responder este comentário denunciar abusoParabéns !!! Até que enfim alguém que pensa !
responder este comentário denunciar abusoParabéns, Marcelo.. belo texto!
Essa DiogoMainardização da imprensa tá passando da hora de acabar, com tantos novos meios de comunicação.
A repressão à marcha da maconha revela só a ponta de um iceberg de hipocrisia.
Um dia venceremos!
Grande abraço!
Muito bem dito
responder este comentário denunciar abusoTá bizarro mesmo esse pessoal achando que é bonito ser feio.
Não tou falando dos “diferenciados” não. Diferenciados discriminados, marginalizados pela elite segregadora. Tou falando desse pessoal feio por dentro que fica falando coisa feia. É bem isso aí mesmo que você disse, pura e simples _falta de educação_!! A verdade é que temos no Brasil um excesso de gente poderosa, rica, influente, etc que é mal-educada. Parece até um paradoxo, mas infelizmente não, é possível sim, e é o nosso caso.
A luta contra o fascismo é constante, não tem descanso. Não pode dar trégua. Civilização não é um estado que se atinge e pronto, trabalho feito, “mission accomplished”, pode descansar. É uma conquista de um esforço constante, ininterrupto. Tem que ficar segurando o poste, não adianta, senão a coisa desanda mesmo mais cedo ou mais tarde.
Quando os gatos saem os ratos fazem a festa…
O problema não é um excesso de gente elitizada e mal educada. O problema é isso ser uma minoria (isso sim ser uma minoria) com voz demais. Estatisticamente, tem muito mais gente na Brasilândia que em Higienópolis, muito mais em Heliópolis que em Moema. Mas é Higienópolis e Moema que empregam (e dá pra chamar assim?) a Brasilândia.
Triste, triste.
responder este comentário denunciar abusoAcho q a sociedade entrou numa onda conservadora careta e amarga q dá medo! A idéia é massificar o povo, todo mundo ter a mesma idéia, a mesma formação, o mesmo ponto de vista. Aliás, todo mundo tem q SER igual: alto, magro, bonito, rico…
Todo mundo bem burro, empacado nas idéias do século retrasado, sem chance de vislumbrar outros horizontes, de saber q o mundo é feito das diferenças e não do comum. É sempre nivelar por baixo, sempre o ordinário…
Parece q ninguém saiu da pré-adolescência, q é qdo a gente quer ser igual aos outros e discrimina quem é diferente! Acho q é isso, a consciência social de agora tá estancada nos 13 anos!
As pessoas confudem ser “politicamente incorreto” com ser alguém “quase-sociopata débil mental narcissista”. Sim, quem faz piada com com estupro, falando do sofrimento da vítima (e nada mais além disso), tem um sério problema mental e merece receber tais críticas da mesma forma que exerce a liberdade de falar o que quiser. A democracia é a troca de idéias. Quem tá afim de fazer piadas com estupro (Rafinha Bastos), não nasceu ONTEM e sabe que vai receber críticas positivas e negativas (mais negativas do que positivas).
concordo plenamente!
responder este comentário denunciar abusoPerfeito! Concordo com cada vírgula do texto!
A marcha da maconha, assim como a parada gay me ofende também, mas eu as considero liberdade de axpressão. Que tal a marcha da cocaina? A marcha do crack? Da zoofilia?
Te ofendem por que, rapaz? Tão destratando você? Tão te obrigando a fumar maconha, a beijar homem, a louvar um falo feito de cannabis? Fazer piada com viado pode, mas sair às ruas pedindo respeito não? Não entendo por que os acéfalos se incomodam tanto com a liberdade alheia. Se é assim, pois bem: façamos então a Marcha dos Injustiçados: os politicamente incorretos, os homofóbicos e racistas, o cidadão de bem que quer bandido morto, esses pobres elementos da sociedade, tão surrados, tão marginalizados, agora minoria numa sociedade que prega a viadagem, o aborto, o abuso de entorpecentes e tudo aquilo que vai contra a santíssima família. Façam a marcha de vocês, amigos dos bons costumes, mas só me avisem onde vai ser pra que eu possa passar o mais longe possível.
responder este comentário denunciar abusoJá dizia Freud, se incomoda é porque é desenterra o recalque.
E agora?
Bia, esse é o pior argumento que existe.
Não compartilho da opinião do Romoaldo, mas argumentar que qualquer coisa que incomoda uma pessoa é na verdade algo que ela deseja é muito baixo. É simplificar Freud e a psicanálise a um nível patético. Não passa de um argumentum ad hominem disfarçado de conhecimento que provavelmente você não tem.
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Sobre a marcha da maconha, acho que é um grande exemplo de egoísmo, já que há milhares de causas muito mais urgentes para se lutar. Para mim, substituir “maconha” por “gordura trans” ou “absinto” dá no mesmo. É preocupação de gente que não tem com o que se preocupar.
Serve só para mostrar o calibre dos nossos manifestantes. Num país desigual, que há fome, não há educação para todos e não há saúde para todos, a luta é pela liberação da maconha. É lutar por ar-condicionado numa casa que não tem portas, janelas, energia, água…
responder este comentário denunciar abusoEgoísmo, Victor?
Não acho que seja egoísmo lutar por interesses. Sem-tetos reivindicam moradia, sem-terra reivindicam propriedades, estudantes reivindicam direitos, trabalhadores fazem greves para reinvidicar melhorias trabalhistas, homossexuais fazem paradas gays para reivindicar direitos. Qual o problema de reinvidicar o direito de discutir a legalização da maconha? É uma causa a se lutar como outra qualquer. A quantidade de pessoas que se mobilizaram para a Marcha da Maconha é tão ínfima em comparação a população brasileira, que com certeza uma boa quantidade de jovens e adultos que poderiam estar lutando por todos essas outras causas que você enumerou. É muito cômodo reclamar da atitude dos outros, mas a grande parte não faz nada para mudar a situação. Qualquer manifestação pacífica em prol dos direitos individuais e coletivos é construtiva, afinal vivemos numa “democracia” ou não?
Obviamente, Victor, Freud não pode ser reduzidos ao comentário que eu fiz, e ABSOLUTAMENTE, a intenção não foi essa. O que eu fiz foi um comentário bem humorado a respeito de uma opinião da qual discordo. Não me julgo grande conhecedora da psicanálise, mas interessada. E profunda respeitadora, E, convenhamos, qualquer pessoa com o mínimo de percepção pra ironias entende o que eu disse.
E Clara, sim,você tem toda a razão e era isso que eu queria dizer.Maiorias ou minorias que lutem por objetivos individuais e\ ou coletivos devem ter LIBERDADE para fazê-lo. Pra se expressar e PONTO FINAL. Na rua, ou em qualquer lugar. O que, sabemos, independente de qualquer posicionamento em relação à liberação ou não da venda da maconha, chocou (ou deveria ter chocado) a todos foi o posicionamento da Polícia, cerceando a liberdade de voz de quem estivesse ali, numa sociedade TEORICAMENTE laica e democrática. Não pelo motivo da luta, mas pelo posicionamento contra essa liberdade.
Pelo que você luta, Victor? (pense consigo). Agora imagine a polícia te impedindo de simplesmente manifestar discordância?
Tá se sentindo livre agora?
Será que consegui ser menos irônica e mais didática?
responder este comentário denunciar abusoPior ainda é ver até quem NÃO faz parte do modelo de vida pregado pela sociedade de agora seguir os mesmos preceitos ditados. A gente não sabe se chora ou acha graça pq as coisas vão de mal a pior!
Belo post. E se há algo de positivo nisso tudo, é q as redes sociais estão pelo menos revelando os fascistas em tempo real.
Só aproveitando para detonar outra torcedora fascista de twitter, @FlavinhaAmorim. http://twitpic.com/4s3hbu/full
O Globo chegou a entrar em contato com ela, mas como em seguida rolou a morte do Osama, matéria perdeu espaço.
É impressionante a completa ausência de alterego de pessoas assim. Além da falta de discernimento q twitter é algo público.
Li o post muito contente, pensando no quanto é legal encontrar ideias lúcidas nesse mar de bobagens que é a internet. Recuperei por alguns instantes a fé na humanidade. Aí fui ler o primeiro comentário…. Que balde de água fria cara…………
Rafinha bastos é um humorista sem graça que se acha muito inteligente, flamenguistas são guiados por comentaristas flamenguistas da rede BOBO,apesar que o comentario da moça me parece mais algo que vem de berço(mas não resisto a falar mal do flamengo e da bobo), ed motta é péssimo no que faz e pior no que pensa. Todos os citados tem em comum o ego maior que eles, alem da falta educação e de respeito por seus semelhantes.
É como você disse preconceito não é apenas sintoma de ignorância, mas lapsos de um narcisista.E acredito que nunca vai acabar.
DiogoMainardização foi otimo!!!
Concordar com um post q condena o preconceito para, em seguida, discriminar flamenguistas chega até a ser engraçado de tão contraditório.
responder este comentário denunciar abusoCara, só por favor não generalize mesmo sobre o Flamengo, que é até muito adorado no Nordeste, gente ruim tem em qualquer torcida de qualquer time.
responder este comentário denunciar abusonão generalizo e nem discrimino até porque minha mãe é flamenguista.O que quis dizer é que existe um grande favorecimento da midia ao flamengo e que alguns torcedores se iludem com isso.
responder este comentário denunciar abusoOpa, colocar todos os flamenguistas na mesma sopa é cometer o mesmo erro idiota da garota.
A gigantesca maioria da torcida condenou o comentário tosco e inclusive pediu para o Flamengo tomar posição, o que aconteceu.
Melhor comentário que li nos últimos tempos. É engraçado como todas as vezes em que um oprimido alcança um direito (um negro, um judeu, um militante torturado, um gay, um nordestino) o status REAGE, – daí a expressão “reacionários” – de modo a perpetuar a humilhação…
Enxergo um espasmo de inquietação da juventude. Em Tahir, na Marcha pela Liberdade de Expressão, na Espanha. Nos preparemos para chumbo grosso. Literalmente.
Uma das coisas que mais me assusta é ver que muita gente ainda leva como brincadeira. Não percebe o tal “chumbo grosso” engrossar pra todos os lados.
Quanto a direitos civis de homossexuais, não sejamos tão ridículos: não faz a menor diferença para quem NÃO é gay, só para gays, que pagam os mesmos impostos que todo cidadão comum, mas não tem os mesmos direitos.
Ou será que alguém pensa que seu filho será gay só porque eu vou poder ser dependente do plano de saúde da mulher com quem divido todas as contas da casa? Seu filho pode começar a sair com meninos se me ver passar na rua de mãos dadas? Você vai passar a sentir atração por pessoas do mesmo sexo se andar no mesmo elevador que um casal gay?
Não se trata de uma nova situação, apenas de reconhecer direitos de pessoas que já vivem juntas, que tem família, casa, cachorro, levam os filhos para a escola, frequentam restaurantes, almoçam na casa da mãe aos domingos, se divertem com amigos (pasmem!!!) que não são todos gays, vivem felizes (pasmem novamente!) muitas tendo SIM uma religião.
Agora me diz: o que muda na sua vida a partir do momento em que eu posso declarar meu imposto de renda junto com minha esposa, para dividirmos os descontos com a educação do meu filho?
responder este comentário denunciar abusoMarcelo,
Por mais tentadores que sejam, que tal evitar os dois extremos?
O politicamente correto é a mordaça do pensamento. A pessoa, antes de abrir a boca, precisa se atualizar com suscetibilidades reais e imaginárias, razoáveis e arbitrárias, que mudam o tempo todo, e ai dela se tentar argumentar por algo que vá contra o establishment do pensamento correto.
O outro extremo, o “politicamente incorreto”, se liberta disso, mas por outro lado se prende à ânsia de dizer o que é feio, proibido e mal-visto como um fim em si mesmo, ao invés de, por exemplo, como instrumento de um humor provocante, mas de conteúdo.
Nunca foi fácil equilibrar a liberdade de pensamento, de opinião, com o respeito pelo outro, mas admitir que exista o caminho do meio já é um começo.
Marcel, entendo a idéia de buscar o caminho do meio, mas vai por mim, não funciona.
eu moro nos estados unidos, aqui na imprensa nao se avaliam fatos, só opiniões: cada um de um lado.
no final, procurar o caminho do meio, só estimula estremistas: quanto mais absurdos forem em suas exigências, pra mais o seu lado o “meio” vai. é como negociar com sequestradores: parece uma boa idéia a princípio, mas você só estimula NOVOS ataques.
certas coisas devem ser absolutas numa sociedade civilizada: respeito ao outro e deferência as fatos, por exemplo. se um lado não segue esses parâmetros, fica difícil chegar a uma conclusão, e encontrar o caminho do meio só estimula e intolerância. sem querer.
responder este comentário denunciar abusoO preconceito acompanha a tecnologia.
O fascismo, nazismo ainda tem simpatizantes. Mas existem também os defensores da ordem burguesa, os mesmos que defendem e apoiam ditaduras militares, repressão policial.
Fico triste em ver coisas assim, mas o ódio é maior, muito maio.
Sei que isso não é apena uma “má” educação (moralista) , mas infelizmente vai mais além, o buraco é bem mais fundo, tem gente que mata gay, negro, morador de rua.
O que me faz acreditar na NOSSA vitória são pessoas, grupos, frentes que combatem essa “má educação”, essa “IDIOTOLOGIA”, nas faculdades, nas fábricas, nos escritórios, nas escolas e nas ruas.
Saludos camaradas
Antifascista siempre
Vamos também pprocurar saber qual é a raíz do problema
As piadas e comentários citados não agridem apenas domésticas, órfãos, nordestinos, pais de autistas e os que perderam parentes em Auschwitz, mas cada um e todos nós, integrantes da humanidade.
E quando você os chama de reacionários, eles revidam te chamando de patrulheiro. Quem está fazendo patrulha sobre uma coisa chamada PENSAMENTO CRÍTICO são estes supostos humoristas- jornalistões ou jornalistas-humoristões, tanto faz. Chamar pensamento crítico de patrulha é o que há de mais irracional. É o que levou o mundo ao fascismo.
Assino embaixo do seu texto! Estarei em cartaz com o texto Depressões no Club Noir, a partir do dia 5 de junho, direção da Juliana Galdino. Se puder, apareça.
Bixo, tu tens uma coragem que ainda me falta. Precisamos de mais escritores como você nos jornais.
Não digo que “adorei” teu texto porque sei que você não gosta.
que bom que não estou só.
as vezes os brutos me fazem sentir antiquada diante de tanta indelicadeza.
estamos vivendo tempos de selvageria. triste.
suas palavras foram precisas e certeiras. mais uma vez.
Não pude deixar de me identificar no que disse. Eu sempre me achei uma pessoa de cabeça aberta, sem preconceitos, moderna. E sempre que leio essas coisas do policamente incorreto, eu fico horrorizada. Estava até pensando que estava me tornando uma pessoa careta, chata. Fico feliz em saber que não sou eu quem está regredindo.
responder este comentário denunciar abusoO problema dessa marcha Pró-Maconha é que ela foi Pró-Maconha. Maconha é uma droga ilícita, como tal, é crime fazer qualquer apologia a ela. Certo ou errado, quem fuma sabe que o que tá fazendo é errado e contra a lei. Quem foi marchar lá e fazer apologia a um ato criminoso sabia disso tambem. Não acho que a polícia agil corretamente, mas acho que as prisões deveriam ter sido em maior número, ao inves de sentarem o cacetete.
O problema é que maconheiro tá cansando de ser descriminado e quer ser aceito na marra, para poder abrir uma plantação, ganhar seu dinheiro e fumar na frente dos filhos dos outros. Quer fumar? Que fume! Mas longe de meu filho! Aviso logo, pois se fumar, quem senta o cacetete sou eu!
Com a legalização os ambientes para o uso da erva seriam controlados e discutidos, ou seja, menos chance de fumarem na frente do seu filho. Que, de qualquer maneira, é impossível que não aconteça.
responder este comentário denunciar abusoRafael,
Entao pode comecar a eleger politicos que partilhem da mesma ideia e a gastar bastante dinheiro com lobby para que isso acontenca.
abs
Leia essa entrevista com a Soninha. Acho que tem sido a defesa que melhor resume que a ideia da Marcha da Maconha não é para “maconheiros fumarem o seu baseado na rua”.
responder este comentário denunciar abusomaravilha, marcelo…. vc expressou o que eu sinto em relação a essas coisas… esse mal gosto que chamam de piada inteligente… que é dificil de fazer pq tem uma linha muito estreita entre o bom gosto e o mal gosto…
agora, se um dia vc tiver tempo, me explica essa parada do mainardismo que eu confesso que nao entendi… ou até mesmo alguem aqui que ler isso, se puder me explicar… desde ja eu agradeço…
Thiago, a palavra é um neologismo relacionado com o nome do Diogo Mainardi, ex-articulista da revista Veja, extremamente reacionário e defensor de ideias conservadoras com uma deselegância tamanha que não hesitava em apelar para o mero insulto e grosseria, o que valeu-lhe diversos processos por calúnia e difamação. Um abraço!
responder este comentário denunciar abusoFalta bom senso a tudo e a todos. Simples assim.
Marcelo Mimimimimimimimimimi
acorda Mo
responder este comentário denunciar abusonada mais em voga do que falar que “o politicamente correto está acabando com o mundo”. ando escutando isto com frequencia.
O que foi “dito” pela leitura e “pensado” pelo caríssimo Marcelo foi escrito por outro Marcelo, o Coelho, da Folha de S. Paulo, na sua coluna semanal da quarta-feira, dia 18, sob o título “Politicamente facista”. Espero que tenha sido apenas coincidencia, já que todos são “politicamente corretos”.
nao li, mas adoro ele, meu colega de escola
responder este comentário denunciar abusoleia Marcelo, é excelente! Um perfeito complemento ao seu!
Aliás, meus parabéns pelo seu texto aqui. Me dá uma alegria após ler os comentários no youtube no vídeo da marcha.
texto ótimo. o velho combo hipocrisia, ignorância e pedantismo por trás de quase tudo (de ruim). é muita gentalha se achando ‘cool’ hoje em dia.
Com seu comentário “é muita gentalha se achando ‘cool’ hoje em dia”, você acaba de ganhar uma carteirinha de sócia do seleto grupo da “gentalha se achando ‘cool’ hoje em dia”… Parabéns.
Ligue para nós, que um atendente irá lhe informar como pegar sua carteirinha e as vantagens do nosso clube.
Obrigado,
Vicente I. Rita
presidente do clube da gentalha
Se sentiu ofendida pela opinião contrária a sua, CLara? Demagogia?
porra, excelente contribuição aos temas!
nosso país tem sua história moderna, depois da abolição, quase da mesma idade da sua habitante mais velha, tem uma imensa fração do seu território desocupado enquanto nossas cidades são precárias, a população urbana pobre é favelizada. Nessa conjuntura ainda padecemos sob uma elitezinha cafona e conservadora! Meus colegas de universidade gritaram pela presença da PM no campus depois da morte do menino do lado do seu carro-forte, essa mesma polícia que espancou molecada na Marcha por sinistro moralismo.
Muito vai mal, muito temos por fazer.
Puxa vida, Marcelo! Como você sabe dizer bem tudo aquilo que eu penso! Adorei seu neologismo sobre a imprensa. parabéns pelos textos incríveis!
Nossa, que texto lúcido!
Acredito que a maconha e a porta de entrada para outras drogas, e que se liberada, sera dificil se ter um controle quanto a comercialização. Logo, quem ganha é o crime organizado.
Sem mais…=S
discordo
responder este comentário denunciar abusoA porta de entrada para as drogas é a vida. Nascemos em um mundo com drogas. Ponto. Agora, a porta de entrada pra dependência é a exclusão social, as múltiplas misérias da vida, o preconceito… Criminalizar os usuários de drogas é jogá-los nos braços de inúmeros problemas, dentre os quais, a dependência de drogas.
responder este comentário denunciar abusoesse discurso de “porta de entrada” é mais digno dos anos 30 no estados unidos, quando se criava todo tipo de falácia para convencer a população de que maconha era uma droga maléfica. Procure se inteirar mais do assunto pra não correr o risco de falar coisas que já são sabidamente falaciosas e passar por ignorante.
responder este comentário denunciar abusoO problema é que lhe é permitido dizer o que acredita, pq fala contra as drogas.
Mas não pode haver um debate, pois qualquer um que discorde da sua opinião está automaticamente fazendo apologia as drogas. o que TAMBÉM é ilegal.
Logo, temos no Brasil um sistema onde discutir uma lei (algo saudável numa democracia) é contra a lei. E aí, #comofas?
responder este comentário denunciar abusoHá controle sobre a comercialização do drogas no Brasil?
Passei perto da cracolândia ontem… não foi bem isso que eu vi.
responder este comentário denunciar abusoo alcool é uma droga legalizada, mas não há controle sobre a venda. qualquer moleque de 14 anos compra uma cerveja no bar. qualquer um ja tomou uma cerveja antes de colocar um baseado ou cheirar uma carreira. entao, ao meu ver, a porta de entrada das drogas é o alcool e o tabaco (as drogas legalizadas).
responder este comentário denunciar abusoA verdade é que quanto mais polemizarem, menos se dará importância aos rombos que a política causa nesse país. Não se fala em Palocci, e sim na repressão à discriminalização do uso da maconha. Por isso que eu Voto Nulo
Concordo plenamente! Eu também voto nulo! Visite o meu blog e veja o post sobre voto nulo. http://quantamodestia.blogspot.com/2010/09/voto-consciente.html
responder este comentário denunciar abusonão concordo com nenhum dos “exemplos” o colunista tem a mesma opinião minha, mas mesmo sem concordar com eles, acho que ele tem o direito de ter a opinião que quiserem, por mais imbecil que eu possa achar, mas tenho que RESPEITAR, pois todos tem o direito de dizer o que “pensam” por mais imbecil de seja, isso é democracia.
Esse pensamento de Voltaire “Não concordo com o que dizes mas defenderei até a morte o direito de dizê-lo” não pode ser usado para justificar a propagação do politicamente incorreto. As pessoas podem ter opiniões, estão inteiramente protegidas para tê-las. Agora, usar de seu poder na mídia, ou ser uma autoridade e propagar uma opinião ofensiva é, além de deselegante, uma maneira de incitar o ódio e a violência. Uma coisa é você ser um idiota e compartilhar suas idéias numa roda de churrasco com seus amigos (provavelmente igualmente idiotas). Entretanto, imagine se você for um professor e disser: “lugar de mulher é na cozinha” (ou qualquer ofensa a um grupo). Como formador de opinião falta elegância e discernimento para esta pessoa. Liberdade de expressão não é um cartão de imunidade para ofender uma pessoa com sentimentos. Caso você apoie o “dizer a verdade, doa a quem doer”… comece a falar toda a verdade pros seus amigos: “seu cabelo está uma bosta”, “você está gorda” e exerça sua liberdade de expressão em sua total solidão.
responder este comentário denunciar abusoMarcelo, parabens pelo texto! As coisas realmente estao ficando cada vez piores…Muita ignorancia e brutalidade. Um grande beijo.
acho ridiculo como acéfalos como vc tentam reverter a situação.
todos querem ser politicamente corretos, para ganhar “credibilidade” e ganhar visão na midia.
Agora vc vem e me fala que é o contrario? que vc ter opnião contraria a massa burra é quem quer se aparecer?
Uhun…
Acho bem triste ver um pais se afundar em hipocritas, tantos os idiotas que não querem metro, quanto os idiotas que querem a maconha.
Não estamos na Holanda ou qualquer pais europeu, essa gentalha, diga-se 80% da população brasileira, não tem discernimento para saber oque é certo ou errado.
Um amigo holandes um dia me disse: “o brasil está 300 anos atrasado socio e politicamente com a holanda”… E isso é fato! Não adianta querer implantar coisas que dão certo onde as pessoas tem instrução, aqui nesse pais de povo subdesenvolvido.
Posso começar por um ponto bem simples? Que tal os motoristas aprenderem a dirigir? E não achar q a rua é só deles e fazer oque bem entender?
Pensar no coletivo é um bom “start”.
deprimente.
Até concordo com vc e com seu amigo holandês. Mas, ao meu ver, a proposta da legalização da maconha no Brasil é pensada dentro da nossa realidade e não apenas uma cópia do modelo holandês. Se fosse apenas uma cópia tb me preocuparia com as consequências. Mas não é o caso. Há uma discussão politica que muitos não conseguem ver por causa do preconceito. É o mesmo que ocorre nas críticas à união estável de casais homossexuais e ao projeto de criminalizar os atos de homofobia, por exemplo.
A democracia tá aí p que todos possam ter suas opiniões e manifestá-las. O que não pode é incitar à violência, à intolerância por ser incapaz de pensar empaticamente no lugar do outro. Que o outro tb pode querer liberdade e dignidade. E merece tê-la, apesar de não ser um homem hétero, branco, cristão, sei lá mais o que…
Pra combinar com sua tentativa de argumentação “politicamente incorreta” à “libertarian”, faço a seguinte pergunta:
Você aprendeu a escrever em português com seu amigo holandês? Ou foi com a sua “gentalha”, mesmo?
Pergunto por curiosidade, afinal qualquer uma das alternativas leva ao mesmo resultado ridículo.
responder este comentário denunciar abusoA “Diogo Mainardização” tá pegando forte!!
Eu to esperando o dia que a “familia Di Mainardi” vai invadir por completo o twitter e PROCLAMAR a hastag “ninguémmorredefomeno”
(Afirmação feita por Diogo no programa “Manhattan Conection”, quando José Padilha, tinha acabado de dizer como o documentário “Garapa” mostra a miséria, fome e cede no nordeste brasileiro. DOCUMENTÁRIO e Diogo, “O Grande”, diz: “mas ninguém morre de fome no Brasil”, disse por duas vezes. Padilha, claro, deu um sorriso de canto de boca, olhou pra baixo e mudou de assunto.)
Começou bem, terminou mal. Comparar as piadas transgressoras (subversivas!) da moral pública com a repressão do Estado contra a liberdade individual é simplesmente patético.
Parece que essa gente não tem família nem amigo, que não tem parente gay que convive e conforta quem está por perto, que não tem um amigo que se enrascou com droga, que não tem uma prima ou amiga que precisou abortar por um drama que ninguém mais consegue ententer a não ser ela mesma.
Triste vida egoísta do fascista, que não tolera o diferente e o desconhecido ao mesmo tempo que todos os tolerantes tentam compreender como pensa. Chega de medo pra todas as partes.
politicamente incorretos somos nozes, graças a deus (e anarquistas? a história dirá)
que los hay, hay
responder este comentário denunciar abusoboa! nunca é demais dar um tapa (sem mão) na cara da partulha da moral e ‘bons costumes’.
Foda, muito bom! Obrigado por escrever esse texto, no meio do mar de lama da imprensa reacionária. DiogoMainardização da sociedade foi ótimo…rs
Deu, sim.
Que desabafo bom de ler, Marcelo. Assino embaixo. A “onda” mal-educada de que você fala aqui na França tá igualzinha.
Grande abraço.
bien sur…
responder este comentário denunciar abusoMarcelo Rubens Paiva, assim mesmo ,sempre com letras maiúsculas, ainda bem que temos você, sua mãe e seus irmãos e nós muitos outros garantindo que os “reaças” são cada vez menos.
Marcelo adorei o post, eh bem isso mesmo, as vezes fico assustada em ler tantos comentarios “politicamente incorretos”, cheguei ateh a pensar que tinhamos progredido um pouco como populaçao, em vez disso…
P.s.: quando vai postar mais sobre os seus gatinhos?
e esta pérola de “Charlie Herz”, comentando o episódio do Delfin e as empregadas “animais” no UOL:
SOU HETERO, BRANCO, TRABALHO, TENHO CARRO, NIVEL SUPERIOR, PERFEITO FISICAMENTE.
Sabem o que isso significa no Brasil de hoje?
Só tenho DEVERES.
morri de dó!! uma vítima incompreendida, à qual foram negados todos os direitos…
Marcelo querido,
Gostei muito do teu texto. Já moro na Europa há muitos anos (me mudei ainda nos tempos da Japurá, Michel, Patida, Capital e Rose Bonbon, lembra?) e toda vez que recrimino alguém por fazer certas piadinhas indigestas, sou tachada de chata européia. E costumam dizer: “Se nao dá pra fazer piada com negro, judeu, nordestino e afins, então não existe piada”… Você foi no ponto certo: ignorantes, narcisistas e… (salvem-me por que estou cercada deles) fascistas!
Saudades de SP anos 80.
Um abraço grande de Viena,
Livia
A tentativa de transformar peles exóticas como raposas (q são canideos), coelhos, cobras, jacarés e etc, que perdem suas peles enquanto AINDA ESTÃO VIVOS, ou são barbaramente brutalizados pra tanto, é também um desdobramento do “politicamente incorreto”… Sem falar que a China vende pele de gatos e cães como “falsa pele de coelho”…
As grifes, via pesquisas, apostaram q o momento era propício e acertaram, pelo menos entre os pseudo-burgueses e os q gostariam de sê-lo.
Lançaram, até um modo de pensar calcado no cinismo… “Se vc ja comeu hamburger, não tem direito de falar mal da minha macabra futilidade e do meu casaco de raposa…”
M.
Diogomainardização foi bom demais!
Lamentável o excesso na força policial, por dois motivos: um obvio, outro bem tanto. Porque o erro de uma parte não legitima automaticamente as atitudes da outra.
A marcha pelo “legalize” foi judicialmente condenada. Eles teriam que cancelar ou adiar, simples assim. Em sua liberdade de expressão, manifestam pelo ilícito e na minha opinião estão errados. Sua liberdade fere meus direitos nesse caso, porque as consequências do uso de entorpecentes são um flagelo conhecido da sociedade. Mas hoje em dia é preciso coragem para ter essa opinião, porque talvez eu esteja cerceando a liberdade de alguém ou ofendendo alguma minoria. E quem agora esta se preocupando com a liberdade e os direitos do cidadão comum, enquadrado, digamos? Eu sou um desses, me orgulho disso sim.
Quanto às opiniões idiotas das pessoas publicas, direito delas exprimir os (pre) conceitos, dever da sociedade coibir seus excessos através da lei que ja existe, processem estes exemplos (maus) de liberdade de expressão.
E triste quando os “oprimidos” conquistam a oportunidade de se transformar em opressores. É o que acontece com a imprensa a cada dia no “pós ditadura”, ou você concorda com eles e com qualquer manifestação que eles apóiem ou e crucificado.
Sobre a Marcha da Maconha, manifestação específica para muitos, acerca da legalização da substância, não se resume a seu nome. A maconha existe e está difundida na sociedade de uma maneira absurda. Milhões de brasileiros consomem a planta. E o Estado, o que faz? Quando existe uma manifestação pacífica que tem como intuito levantar o problema para a sociedade ela é violentamente reprimida. A sociedade quer negar a existencia desse problema. Prefere ficar com o véu da ignorância ao discutir um problema de saúde e segurança pública. Os presídios estão cheios, as favelas e periferias tem um poder paralelo alimentado pelo tráfico, a maconha chega facilmente nas escolas. E NINGUÉM NOTA ISSO? DEVEM REPRIMIR QUEM PROPÕE UMA MUDANÇA NA LEGISLAÇÃO E POLÍTICAS ANTI DROGAS REPRESSIVA? Quem estava na Paulista ou na Consolação no momento em que o Choque BRUTALMENTE avançou atirando, batendo e jogando bomba em quem tivesse pela frente ficou completamente assustado, como foi meu caso. AS MINORIAS TEM DIREITOS EM UM ESTADO DEMOCRÁTICO. Apesar de que de democrático nosso Estado não tem nada, só sua máscara pálida.
responder este comentário denunciar abusoTudo bem que o direito existe para dirimir conflitos, dentre eles a violência à honra e à dignidade, mas discordo de que tenhamos que esperar sermos ofendidos para nos “vingar” ( na acepção mais crua de que direito é vingança, como eu entendi que foi feita no comentário). É necessário bom senso e limites para uma boa convivência em sociedade, só deve-se recorrer às vias jurídicas quando estes já não se fazem presentes nas relações intersubjetivas.
Ser humorista é um dom maravilhoso… Sem senso de humor e irônia o indivíduo tem tanta graça quanto um par de meias, mas é desnecessário desrespeitar alguém para isso.
Apoio o humanismo, o respeito às crenças e à diversidade. Penso que o mundo vai ser um lugar melhor quando cada ser humano for mais compassivo, e vestir, por um momento que seja a pele do próximo.
Com relação à idéia de que isso aqui possa fazer parte de uma neo-política de pão e circo, só posso dizer que lamento pelo infeliz comentário. Achar que questões como estas não são tão importantes quanto a corrupção é não enxergar que é exatamente este tipo de pensamento mesquinho e narcisista ora discutido que baseia toda podridão do meio político em nosso país.
E mais, somos todos seres humanos, autistas, negros, nordestinos… Temos as mesmas necessidades fisiológicas. Sentimos fome e sede. Sentimos medo e dor. Amamos. Porque diabos querer nos segregar em raças? Somos um só…
responder este comentário denunciar abusoPorra…deixo um comentário elogiando o texto e ele some!!
No caso do Itaú cultural, pelo que entendi a moca estava no espaço expositivo. Nesse caso, não veria mal algum em que ela fosse convidada a amamentar fora dele – apenas porque espaços expositivos podem ter regras próprias, não ligadas a qualquer moralidade mas apenas para seu bom funcionamento.
E mesmo assim os caras se desculparam – ficou de bom, ótimo tamanho.
No mais, concordo com você em tudo, não sabia das declarações infelizes de nossos “humoristas”
Adorei, até q enfim alguém disse isso q estava engasgado………..Usado uma linguagem bem chula parece que virou bonito ser feio né???????
beijos
Marcelo.
Lá no outro post quando disse ser a favor da “borrachada”, era justamente prá descortinar a turma do politicamente incorreto.
Acho isso um absurdo, assim como também acho absurdo ser politicamente correto ao extremo.
Sabemos que uma sociedade se constrói dignamente quando reunimos os prós e contras e disso tiramos benefícios para ambos.
O Brasil é muito machista. Rio muito.
Outro dia lá no blog do bispo escrevi que se ele era contra a criminalização da homofobia, tudo bem.
Ai questionei que a sua TV incitava as pessoas a serem mais violentas. A programação é quase toda voltada ao crime. Que a recíproca tinha que ser verdadeira.
Ser gay não pode, mas ser violento pode.
Pergunta se ele publicou .
Abraços moderados…..
Estou em choque, suas palavras tendem a todo custo a serem ofensivas, mas os meios que elas são utilizadas só demonstram o quanto estamos sem amor próprio, hoje sinônimo de “reconhecido” é ofender, ninguem é politicamente correto nem incorreto até que o problema seja seja seu, como os “artista” ao serem cobrados pelo que falam, a muito tempo atras desde que mundo é mundo as pessoas agem dessa maneira ofensiva, o incrivel “amor ao proximo” não existe, pq o significado disso é tão complexo para o ser humano que nós nos achismos, achamos que sabemos de tudo, pelo menos um pouco de tudo; a unica coisa a se dizer sobre suas palavras em poucas letras é Obrigada, acredito que de grão em grão podemos melhorar para nós primeiramente e assim quem sabe para o próximo…
abraço
mika
as piadinhas ficam tão engraçadas quando não mexem com você ou alguém que gosta não é? mas na verdade piada sempre ofende alguém… imaginei outro dia o que um amigo muito branquinho me disse, se eu usar uma camiseta “100% branco” serei eu prenconceituoso? bjs
A história dos negros é indiscutivelmente marcada pela opressão e preconceito. Até hoje, a sociedade subjuga os negros, mantendo os brancos em posição de superioridade. Um negro, ao usar uma camiseta “100% negro”, está tentando afirmar sua resistência e honra perante esta sociedade racista. Por que é um branco gostaria de usar uma camiseta “100% branco”? Se ofendeu com o negro tentando obter respeito?
responder este comentário denunciar abusoÉ que o “100% Negro” não fala de uma pureza racial (coisa que não existe), mas da opção em estar ao lado de uma minoria política. Portanto, uma camiseta com o escrito “100% Branco” fala da opção de se colocar ao lado de uma maioria política, plena de poderes. Capici?
responder este comentário denunciar abusoDizer que Mainardi abriga todos os preconceitos é generalizar. Ele normalmente se limita à questões políticas. Nunca li ou ouvi comentários dele atacando judeus, gays, pobres ou negros. Pelo contrário. Criticar cotas não é não gostar de negros, pode apenas ser uma outra visão de um problema: acesso à educação. As cotas são importantes e necessárias para o acesso à educação, mas são justas em um concurso público, onde EM TESE, os concursados tiveram todos acesso ao mesmo nível de capacitação exigido? Se é para engenheiro, exemplo, não são engenheiros concorrendo? não tiveram todos -negros, brancos ou índios – acesso à essa formação?
Com os deficientes já é diferente, trata-se de um problema físico e não de formação, é necessário lhes garantir o acesso ao emprego.
Em relação à ditadura, claro que deve ser passada a limpo, para os dois lados inclusive. Ser politicamente correto nem sempre significa ser moralmente correto.
O exagero de alguns não deve ser jogado nas costas de outros. Piadas cruéis começaram com o Pânico, e todo munda achava engraçado.
O sentimento de compaixão e igualdade não se impõe por leis, mas elas são necessárias para garantir direitos.
Existe o direito de apoiar a marcha pela legalização da maconha mas também existe o direito de não apoiar, sejam por que motivos forem.
Eu apoiaria com muito gosto uma passeata de jovens, da UNE e etc contra a corrupção, contra o enriquecimento suspeito de várias autoridades, pela moralização da coisa pública.
A verdade é que enquanto se faz barulho por questões que abrangem um grupo aqui outro lá, a questao maior que é o gerenciamento do país com zelo e respeito pelos seus recursos fica esquecida.
Um país com menos corrupção, menos aparelhamento e mais republicano criaria com certeza condições para que o debate de outras questões fosse feito em clima mais racional.
O dinheiro público desviado por tantos representantes do “politicamente correto” que têm acesso à ele poderia incrementar a educação, o emprego, a cultura, a saúde e o trabalho, gerando uma população apta a discutir de forma madura questões como legalização das drogas, homossexualismo, cotas raciais e até a proibição do cigarro em determinados lugares.
O que não dá é pegar o cidadão e falar que ele vai gostar disso ou daquilo, aí já entra naquela esfera tão remota que é a essência individual.
Quando colocamos vários fatos que nos desagradam sob apenas um guarda-chuva e no caso do Marcelo esse guarda -chuva é sua antipatia por Mainardi, acabamos nos tornando reféns do que condenamos: no caso dele a fulanização e o desdobramento de sua antipatia pessoal para assuntos sobre os quais ele sequer sabe o que o antipatizado pensa.
Sim, e Mainardis e outros que vão contra a corrente, são necessários para o debate de idéias, o homem só evoluiu pela negação e não pela aceitação.
Penelope.
Ao que consta, 53% dos brasileiros se dizem afro-ascendentes – a cota é para minorias.
A UNE você não espera mais nada. Ela lutaria “bravamente” para tirar alguém do poder se este você oposição à algum petista – está totalmente comprada -
responder este comentário denunciar abusoErrata = “afro-descendente”
responder este comentário denunciar abusoPois é, Penelope. Pra responder, vou pegar alguns comentários seus:
1) “Ele normalmente se limita à questões políticas. Nunca li ou ouvi comentários dele atacando judeus, gays, pobres ou negros”. Já li textos em que ele ataca (pessoalmente e não politicamente) um sujeito que não tem o dedo mindinho… E ouvi falas tambem. Isso conta?
2) “mas são justas em um concurso público, onde EM TESE, os concursados tiveram todos acesso ao mesmo nível de capacitação exigido?” Você mesma responde: “em tese”. Lembrando que as cotas raciais ou sociais se limitam aos vestibulares.
3) “Ser politicamente correto nem sempre significa ser moralmente correto”. Mas o que é ser moralmente correto? Concordar com o Vaticano em relação a não usar camisinha? Todo mundo casar virgem? Quem define isso?
4) “Piadas cruéis começaram com o Pânico, e todo munda achava engraçado”. Todo mundo? Como assim? Só se for apenas todo mundo com quem você convive.
5) “Existe o direito de apoiar a marcha pela legalização da maconha mas também existe o direito de não apoiar”. Claro, e o direito de não apoiar pode ser expresso por meio da porrada. Que exemplo de compaixão e respeito pela democracia!
6) “A verdade é que enquanto se faz barulho por questões que abrangem um grupo aqui outro lá, a questão maior que é o gerenciamento do país com zelo e respeito pelos seus recursos fica esquecida”. Sério? Agradeça ao Collor ao FHC e ao PSDB que, ao longo dos anos 90, acabaram com os movimentos sociais (instrumentos de pressão popular), institucionalizaram todo o debate político e social e deixaram a gentalha de terceiro mundo à “terceira margem”.
7) “O dinheiro público desviado por tantos representantes do “politicamente correto” que têm acesso à ele poderia incrementar a educação, o emprego, a cultura, a saúde e o trabalho, gerando uma população apta a discutir de forma madura questões como legalização das drogas, homossexualismo, cotas raciais e até a proibição do cigarro em determinados lugares”. Coitado do Maluff, com o “estupra, mas não mata”, ficou de fora da sua classificação de “representante do politicamente correto”. Será que o Arruda tambem é um “representante do politicamente correto”? E estariam eles aptos a discutir os temas listados por você?
“Sim, e Mainardis e outros que vão contra a corrente, são necessários para o debate de idéias, o homem só evoluiu pela negação e não pela aceitação”. O problema é que o Mainardi é justamente a aceitação, não a negação. Mas pedir pra você perceber isso, aí já demais, né? Ou será que estou enganado e o Mainardi é um progressista e não um conservador?
A partir poucos que espalharam suas bobagens peolo twiter, pretende-se julgar uma sociedade, ou parte dela. Dá-se o veredito: “reaça” e “pequenos burgueses”. Eh terminhos. Um é cafona e outro é bokomoko.
Eu vejo que pra cada Rafinha houve minhares de mensagens carinhosas para mães ( e orações para as que se foram);
Pra cada Danilo, teve milhares de opiniões consistentes sobre o caso metrô-angélica;
Pra cada Amanda, milhares de felicitações aos vencedores;
Pra cada Ed Mota, milhares de mensagens e fotos de gente curtindo suas viagens;
Pra cada “homo” orgulhoso tem centenas de condenados a serem vergonhosos e desumados “heteros”.
Mas isto não é notícia nem inspiração para blogueiros. É somente estastística.
Reacionários reagem. Esta alegada DiogoMainardização ainda pode evoluir para “OlavodeCarvalhização”.
Aí a cobra vai fumar. (fumo de corda porque esta cobra é careta).
“Reacionários reagem” – e sempre para trás, no movimento contrário a qualquer mudança.
No caso das “Olavetes”, poderíamos voltar à Idade Média, se possível. Amém.
responder este comentário denunciar abusoEu acho muito engraçado esse tipo de publicação e principalmente os comentários! Lembrem-se caríssimos. Não façam aos outros o que não desejam para si. Chamar as pessoas de burras, ignorantes e etc não me parece uma coisa que alguém “esclarecido” e “inteligente” faria. Só estão repetindo o que o Ed Motta fez. Vocês se acham em uma situação intelectual e cultural maior que a dos outros? Por isso que antes de publicar alguma coisa reflitão seu próprio pensamento! Não seja hipócrita chamando os outros de hipócrita! Você não pode ser agradido por ter um posicionamento político-ideológico diferente, mas também não pode agredir os diferentes de você. “É fácil ver um atrave no olho alheio, mas difícil ver um císco no próprio olho! A resposta para toda essa disputa acéfala é RESPEITO!
Ia comentar sobre o que ocorreu no Itaú Cultural, exatamente na mesma semana que tantas intolerancias ocorreram,ainda bem que as mães foram para lá levaram seus filhos e protestaram contra o fato da mãe que “pediram “para que ela se retirasse pois ali não era lugar para alimentar ou não podia comer nada no recinto….ABSURDO,UMA VERGONHA.Eu não estava lá neste dia,mas fui extremamente dura com esta atitude dos que fizeram isto .Bem Itaú Cultural reconheceu seu erro,e sinceramente espero que não ocorra mais nada destes comportamentos intolerantes com pessoas que saem para prestigiar a cultura no Itaú Cultural!!!!!!ou na Casa das Rosas,nos Sescs etc…
Nada é impossível de mudar
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.
Bertold Brecht
INTERTEXTO
Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei
Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.
Bertold Brecht
Obrigada Marcelo por tocar no que ocorreu no Itaú Cultural!Foi demais,mesmo.
Virgínia:
Parabéns pelo seu comentário.
Aplaudi de pé!
Bravo.
Excelente texto Marcelo.
Parabéns.
Virgínia,mulher tu escreves muito bem!
Caraca,és Fera!
Peguei o blog no Dr Renato,
ele tem razão o blogueiro tmb é Fera!
Até Setubal está a admirar o trabalho desse jornalista!
E meu,tens bom gosto nas palavras.
Tu és admirável!
Bjinho…
Marcelo, há muitos anos que estou afastado do Brasil. Por acaso, hoje, caiu-me nas mãos o teu excelente artigo. Descreves um país habitado por muita gente desagradável, que extrai um prazer mórbido em humilhar o seu semelhante. Concordo contigo que a falta de educação impera! Por mais que não se queira concordar, o que se chama de politicamente correcto não foi feito para desprezar ninguém, antes pelo contrário. Há muita gente no Brasil ainda a pastar nos campos do machismo, do racismo e da homofobia. E acha a coisa mais natural do mundo referir-se às minorias nos termos ligeiros de uma piada de salão amplificada no mundo virtual. Com excpeção do Ed Motta (eu não sabia que era tão boçal), não conheço as outras pessoas mencionadas., e entristece-me que as pessoas se expressem dessa maneira… Enfim, cada um parece esquecer que as palavras são como o bumerangue, cedo ou tarde voltam-se para quem as atirou.
Para pensar :
E porque não dissemos nada…
Na primeira noite, eles se aproximam
e colhem uma flor de nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem,
pisam as flores, matam nosso cão.
E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra
sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua,
e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada,
já não podemos dizer nada.
Maiakovski
Abraços!
O silêncio pode se tornar um costume, e isso repercute em vários desdobramentos para a vida pessoal e cultural de uma nação. O brasileiro silencia suas dores e carências na troca do copo da cerveja ou da cachaça, onde o riso e a grosseria correm soltos e o momento dissipa qualquer uma das mazelas, e tem o futebol!
mas tem tbém aquela palavra chave que todo mundo tem que aprender ou reter no consciente: RESPEITO, sim respeito por si mesmo, pelo próximo, pela vida, pelo meio ambiente, pela natureza, pelo filho, pelo pai, pela mãe, pelo amigo…e aí vai.
Dignidade, sem ela o respeito não existe, e sem ele ela não acontece.
Muito obrigada! Faço suas as minhas palavras…..na minha terra também é falta de educação!!! E ser reaça é que é realmente demodê……
Por que será que livre pensamento e respeito não podem andar juntos??
Adoro sua coluna.
bjs
Ótimo texto, Marcelo!
Quanto ao Rafinha Bastos, que tal mais umas “piadas geniais”?
http://diga.se/2dh
Nojo, nojo, nojo…
Obrigada pelas sábias palavras.
Dá-lhe blog neles.
Parabéns, te sigo com admiração.
Renata
Concordo com diversas partes do seu texto, mas cabe um questionamento: com relação à Marcha da Maconha, como ficam os pais cujos filhos estão viciados, vendem coisas da própria casa para comprar a droga e passam a consumir entorpecentes mais pesados em decorrência da “introdução” que a primeira lhe proporcionou?
Acho que deveríamos estar mais preocupados com a apuração do enriquecimento ilícito de alguns políticos, ou com o livro do MEC, que deixa uma geração inteira, ou pelo menos em sua maioria, analfabeta, ensinando lixo ao invés de como ser um cidadão e tornar um país melhor.
Discutir sobre a marcha da maconha, ou sobre os direitos gays, que lutam por igualdade e vão ganhar direitos especiais, é uma verdadeira mudança de foco da sociedade. Vamos abrir os olhos e focar naquilo que relamente é importante.
Focar no que é realmente importante? Acho que você diz isso porque não é gay. Não sou homossexual, mas acho inteiramente legítimo, importante pessoas que gostam de pessoas do mesmo sexo terem seus direitos garantidos por lei.
responder este comentário denunciar abusoOlá Marcelo.
Te entrevistei para o Livro dos 60 anos da declaração, da SEDH em 2008. Desde então, te acompanho. Adorei esse texto. Muito bom. Alguém precisava falar isso. Pena que os modismos – na maior parte das vezes grosseiros – costumam gritar na TV e o bom senso sussurrar pq é muito mais difícil de ouvir.
Abraços
Concordo com tudo.
Do começo ao fim.
Assino embaixo.
Valeu Marcelo!
Como sempre, suavidade e revolta em você.
Abraço.
Ed
sem perder a ternura…
responder este comentário denunciar abuso“abraço
Ed” Motta!
Não aguentei, desculpe Ed !
responder este comentário denunciar abusoComo se não bastasse a mulher ter sido impedida de amamentar no Itaú Cultural, um jornalistazinho ainda se deu ao luxo de protestar CONTRA a amamentação em locais públicos. Muitas pessoas reagiram, mostraram-lhe o qto essa posição era antidemocrática e o qto feria direitos – da mulher que quer amamentar e da criança que mama. Resultado? O pseujornalista escreveu outra coluna, ainda mais reacionária e um tanto agressiva, inclusive desdenhando dos leitores. Mas foi num jornalzinho aí da esquina, q dizem, não dá pra não ler. Eu não leio mais. Mas me preocupo com o fato de pessoas como o tal colunista tenham espçao na mídia. Lamentável.
Marcelo Rubens Paiva, obrigada por publicar esse texto, ainda mais via Estadao!
Bravo!
Parabéns pelo post incrível.
A grande maioria das pessoas, inclusive as que são ditas “formadoras de opinião”, têm confundido liberdade de expressão com falta de educação e desrespeito. Todos temos o direito de manifestar nossas opiniões livremente, desde que elas não interfiram na liberdade dos outros. É muito triste perceber que por mais que o mundo evolua, se modernize, se globalize, as pessoas estão retrocedendo, ao invés de evoluir.
Abraços
Lola
Contra o politicamente fascista do “politicamente correto”
Não é verdade que as pessoas se vangloriem de serem politicamente incorretas. Elas protestam, sim, contra essa frescura do muito mais fascista “politicamente correto”.
Fico preocupado com esses fariseus que “defendem”, entre aspas, a liberdade de expressão, de pensamento, alegando que a liberdade precisa ter limites, por ver que muitos que hoje defendem essa censura disfarçada do “politicamente correto” são os mesmos que ontem condenavam o regime militar. George Orwell já denunciou esse pessoal no livro “1984″ quando criou os patrulheiros da Polícia do Pensamento. E isso lá pelos anos de 1940.
Antigamente, dizia-se “mongolóide”, depois “débil mental”, depois “excepcional”, hoje deve ser portador de alguma deficiência qualquer, tudo por causa do politicamente correto.
Piada sempre foi assim, partindo de alguma coisa absurda e, até mesmo ofensiva. Muito mais perigoso, criminoso e ofensivo é querer controlar a liberdade de expressão. De boas intenções, como já dizia o ditado…
Pois eu tenho certeza de que, se vc perguntar para eles, Rafinha, Danilo et caterva vão se dizer de esquerda; “revolucionários”. Estou seguro que ambos detestam o Diogo Mainardi (que, convenhamos, é mais inteligente e bem informado que os dois juntos, multiplicados por dez).
Vejo muita inteligência em jogar para o “lado de lá” quem vc não gosta do “lado de cá” – mas não vejo muita honestidade nisso.
Mas não vejo essa a questão. Marcelo os aproxima no ponto em que eles se aproximam. Direita ou esquerda, a atitude narcisista de se colocar no direito de reduzir um outro a mero simulacro de nossas mentes narcisistas é um dos trabalhos mais mesquinhos que tem sido feito por aí. E, nos exemplos dados, todo mundo se prestou ou se presta a esse papel. Uns, de modo mais aceito por alguns grupos. Outros, de modo mais aceito por outros. Uns, mais descolados, outros menos.
Fico feliz de ver que Marcelo luta contra essa atitude e não, convenientemente, contra uma posição política. Isso, para mim, é mais honesto do que reiterar infrutíferas oposições entre “esquerdas” e “direitas” que, muitas vezes, se apresentam assim mas acabam mostrando posições muito semelhantes em muitos aspectos.
O que falta neste mundo é respeito. Se existisse respeito ao próximo, não existiriam o termo e as “polêmicas” do politicamente correto.
Aqui vai outra dica de exposição:
CAIXA CULTURAL SP MOSTRA FACES DA DISCRIMINAÇÃO SEXUAL
A mostra fotográfica “Condenados – no meu país, minha sexualidade é um crime” é inaugurada na semana do Dia Internacional de Combate à Homofobia
A CAIXA Cultural São Paulo inaugurou, neste sábado (21), a exposição “Condenados – no meu país, minha sexualidade é um crime”. Esse trabalho é resultado da pesquisa do fotógrafo e jornalista francês Philippe Castetbon, que se baseia na discriminação sexual em diversos países. A exposição insere o Brasil, e a CAIXA, no circuito internacional de localidades como Paris, Aubervilliers, Montpellier, Genebra e Viena, entre outras, onde o projeto já foi realizado. Além disso, demonstra o comprometimento e preocupação com os direitos humanos no país e no mundo. A entrada é gratuita e o evento visa reforçar o respeito aos direitos humanos na semana do Dia Internacional de Combate à Homofobia (17 de maio).
Em sua investigação sociológica, o jornalista francês utilizou-se da web como ferramenta, inscrevendo-se em um site de encontros, escolhido ao acaso. Castetbon viu que era possível contatar homens em quase todos os países, onde a homossexualidade é proibida e condenada pelas leis, e pôde compreender como se conciliam o desejo de encontro e a proibição legal. Notou que muitos se escondem e não mostram seu rosto.
Criando uma relação de confiança, Castetbon conseguiu a cooperação de todos, que cederam suas imagens e depoimentos. A coleção de 50 retratos, acompanhada dos testemunhos e das leis em vigor, foi a forma, encontrada pelo jornalista, de revelar o cotidiano difícil dos homossexuais que vivem em 80 países, nos quais essas relações são condenadas. O medo de ser reconhecido e discriminado, além de perder seus direitos civis e até a própria vida, predomina em todas as histórias.
Estes homens estão condenados ao terror, mentira, humilhação, exclusão, prisão e violência, fuga ou morte. Vivendo em regime de opressão e perseguição, a internet tornou-se um escape. Nesse espaço de liberdade temporária, eles podem encontrar conforto, conversar com os seus pares e afins, quebrar a solidão, e talvez se apaixonar.
Para junho, são aguardados grandes debates sobre o tema, com ilustres convidados e, em julho, o lançamento do livro “Condenados – no meu país, minha sexualidade é um crime”, que reunirá imagens e depoimentos de todos os envolvidos.
A exposição reforça o papel social que a arte tem, de provocar discussões e reflexões que contribuam positivamente na formação e desenvolvimento dos cidadãos, melhorias na qualidade de vida e relações tolerância e boa convivência com as diferenças. Historicamente, a arte tem sido responsável por inúmeras transformações de comportamento e costumes nas sociedades.
SERVIÇO:
Exposição “Condenados – no meu país, minha sexualidade é um crime”
Visitação: de 21 de maio a 17 de julho de 2011
Horário de visitação: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Local: CAIXA Cultural São Paulo (Sé) – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo (SP)
Informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400
Acesso para pessoas com necessidades especiais
Entrada: franca
Recomendação etária: 14 anos
Patrocínio: Caixa Econômica Federal
http://www.caixa.gov.br/caixacultural
Como dizem os chineses: “Quando for disparar a flecha da verdade, molhe a ponta dela no mel”.
Olá Marcelo, tudo bem?
Gosto muito dos seus textos….e esse particularmente traduziu c/ muita polidez esse novo movimento reaça e tosco de uma elite que está se sentindo ameaçada pela força do movimentos sociais e da democracia….
Nós também – um grupo de ex-estudantes muito indignados com a situação da imprensa brasileira – decidimos fazer um blog e, recentemente, discutimos – E MUITO – essa história do politicamente correto….
o blog é http://tabnarede.wordpress.com/
se der, tiver afim, sei lá…dá uma olhado…o bicho pegou no blog!!!
Valeu, grande abraço
incrível o post sabe.. ontem fiquei puta com um colega que é todo cheio de querer ser o machão: “q é tudo viado, q tinha tudo q morrer”
afeee dexa o povo ser oq quiser sabe..
essas piadinhas de gentili e bastos jah passaram tb.. eles se acham hj os mais engraçados.. e como uma menina disse num coment “os mais inteligentes do brasil” cansa tb sabe..
enfim.. foda esses posts e tal e o ed motta viver num nível superior.. haha tah bom neh.. sejamos incovenientes tb em dizer q talvez seja superior apenas na balança? enfim..
triste triste
a internet, lugar onde só se dá um enter pra mostrar pra todo mundo oq vc pensa, tah virando uma lambança mesmo.. pior q antes de existir o enter nego pensava até pensava no q dizer.. e agora?
Como disse alguém que muito admiro, @Ricardo_Amorim: “Favor não confundir liberdade de expressão com falta de educação. grato.”
As pessoas se escondem atrás do “direito” de liberdade de expressão e esquecem do respeito e do bom-senso.
Entendo a sua revolta. PORQUE É A MINHA! Com esta sociedade horrível que criamos. Esta cidade que de cidade, não tem nada.
Talvez eu devesse deixar minha revolta de lado e sair por aí fechando pessoas no trânsito, insultando quem eu acho que é diferente e mandando tudo pro kct. Porque é o que parece que a sociedade está exigindo de mim, branco, hétero e de classe média.
[...] a moda do reaça [...]
Mas as vezes os reaças quebram a cara!
Tem um que citou Paulo Francis para pregar a proibição da maconha e porrada no pessoal da Marcha. Só tem um probleminha: Francis era radical defensor da Liberação de todas as drogas e sempre defendeu a maconha:
e cheirava um pozinho no lavabo da casa do meu pai no rio
responder este comentário denunciar abusoSó faltou citar a “piada” idiota do Rafael Bastos, dizendo que mulher feia que é estuprada devia agradecer, e não denunciar o estuprador…
Perdão Marcelo, mas o Itaú Cultural é um símbolo de excelência em apoio às artes e alta tecnologia que faz isso usando dinheiro público. É propaganda de graça pro Itaú, que coloca uma miséria naquele lugar. O resto vem de lei de incentivo.
Você tem toda a razão. O resto do texto é maravilhoso, porém.
responder este comentário denunciar abusoMuito bom o texto, gostaria de dizer que, inclusive, ele lavou minha alma.
O pior é a POLICIA CIVIL que não identificação usa e faz pior que os militares
[...] Frase do dia: “Esta DiogoMainardização da imprensa e da pequena burguesia brasileira tem um nome na minha terra: má educação” [...]
continuo com minhas convicções e não vou aceitar o que não aceito só pra sair bonito na foto, nem pra ser puxa-saco do blogueiro.
não gosto de suas opiniões “politicamente corretas” nem quero parecer um idiota que acompanha as massas.
sigo meu pensamento em cima daquilo que vi, vivi e li durante meus 46 anos.
e não to nem ai para o que um deslimbrada que depois vai a algum buteco pedir autografo e tirar uma foto com o blogueiro famoso…
não gosto de viado, ja fumei muita maconha na vida pra saber que não é pra mim e sim, leio veja e estadão, mas não são essas minhas referencias.
e ao contrario do que parece, não sou contra as manifestações, seja lá quais forem,.
a parada gay faz sim apologia, a marcha da maconha faz sim apologia, essa é minha visão.se não gostam do que pensam, não leiam o que escrevo ou leiam e critiquem !
não fica mais facil ?
venho neste blog porque, apesar de algumas divergencias, até que o blogueiro escreve algo util, mas tenho o direito de dar minha opinião !
ou será que essa “liberdade” que voces tanto “pregam” só vale pra quem fala o que voces preferem ouvir ?
Este tipo de comentário o blogueiro não comenta.
Não há nada de educado em colocar palavras na boca dos outros, “diriam os reaças” .
Nos comentários postados vemos que “Eu, que concordo com o blogueiro, logo existo sou bom, o resto da sociedade é um monte de merda “. Quem sabe seja o “complexo de Geni”.
mas isso aqui é normal…
o ego do blogueiro não ve nada alem do que seja elogio…
responder este comentário denunciar abusoClap, clap, clap.
Discussão sem violência é sempre saudável, até que alguém jogue uma bomba na sua cara por discordar do seu ponto de vista. Aí o violento perde a razão, ou deveria.
responder este comentário denunciar abuso1) “continuo com minhas convicções e não vou aceitar o que não aceito só pra sair bonito na foto, nem pra ser puxa-saco do blogueiro.” Mas alguém te pediu isso?
2) “não gosto de suas opiniões “politicamente corretas” nem quero parecer um idiota que acompanha as massas”. Já pensou sobre a hipótese de haver idiotas que não acompanham as massas?
3) “sigo meu pensamento em cima daquilo que vi, vivi e li durante meus 46 anos”. Seria possível basear-se no que não viu, não viveu e não leu?
4) “e não to nem ai para o que um deslimbrada que depois vai a algum buteco pedir autografo e tirar uma foto com o blogueiro famoso…”. Quem bom, porque ela tambem não tá nem aí pra você.
5) “se não gostam do que pensam, não leiam o que escrevo ou leiam e critiquem !”. Notou que li, né! Difícil mesmo é criticar.
6) “tenho o direito de dar minha opinião !”. Concordo. E você deu a qualquer um o direito de criticá-lo.
7) “ou será que essa “liberdade” que voces tanto “pregam” só vale pra quem fala o que voces preferem ouvir ?”. Se fosse assim, você não teria escrito, eu não teria lido ou, pior, seu post teria sido apagado… Só não vai, agora, querer que concorde com as suas opiniões.
responder este comentário denunciar abusoótima reportagem marcelo! tô contigo!!
valeu
responder este comentário denunciar abusoOlá, Marcelo
Realmente é ultrajante essa ideologia dominante que não se pretende ideologia – aquém de esquerda e direita, bem ao gosto da pós-modernidade neoliberal. Enquanto isso pessoas são oprimidas, perdem ou não têm direitos garantidos, sofrem todos os dias…Inclusive eles, os politicamente incorretos com orgulho. Mediocridade total.
O problema é que todo mundo reclama de tudo da vida o tempo inteiro, e a unica coisa que fazem é reproduzir e ser combustível da maquina social. Sem uma verdadeira ruptura vai sempre fica tudo na mesma o que é bem interessante pra quem se beneficia dessa falta de ação, soldado teme soldado não humorista, professor, manifestante ou qualquer desses tipos. A prova mais clara disso é o alto comando das forças policiais do Brasil que hj é composto pelos oficiais iniciantes da época da ditadura, resumindo a corda da coleira aumentou, mas está presente como naquela época. Quantas atrocidades a policia realiza a cada ano contra o MST, contra gente carregando faixas e gritando palavras de ordem, e não acontece nada, tudo se justifica para manter a ordem. Parafraseando o Vandré as flores não vencem o canhão. Os intelectuais, criticos e formaddores de opinião de hj, tanto os denominados de esquerda quanto os de direita, se existe isso ainda, no final das contas estão sempre do lado de quem tem mais dinheiro e poder. As pessoas que realmente romperam com o capitalismo na época da ditadura hj estão mortas, cheias de traumas no esquecimento ou sendo ridicularizadas pela geração com mais acesso a informação e mais sem memória de todos os tempos. Com todo esse circo de pessoas inteligentes, politicamente corretas, da paz os problemas ainda são resolvidos a força no modelo mais primitivo e resultado de ordens de pessoas que a ” democracia” coloca no poder de decidir quem vive e quem morre.No
final das contas o certo é sempre quem mata mais e a justiça é pauta para criticos humoristas e intelectuais terem ibope , ganharem mais dinheiro e serem o passatempo, bobos da corte dos imperadores da nossa existência.
Menos, Bruno, menos.
responder este comentário denunciar abusorico apanhado sobre o abominável modus operandi da classe média. o bom tom zé já avisou: “para o tédio, te receito o dedo médio”. medianos, medíocres, gente que se importa com carro e casa própria e que, atualmente, não passam de um status no msn. afe!
De tudo isto, o que mais me chocou foi a lactante (é assim que se diz?) expulsa de uma exposição do Leonilson. O resto a gente infelizmente já esperava… Mas, se existe vida após a morte, e se o Leonilson pode ver o que aconteceu, ele certamente ficou muito, muito triste…
no meu governo (sic) humor tem como uma das principais finalidades expor o ridículo que o humano é. sua essência, sua incapacidade diante do mundo, da vida. quando se parte pra ofensa particular, de grupo ou de classe é crime. portanto, deve ser punido moral e institucionalmente. e quem usa do mecanismo preconceituoso é porque nunca se interessou em saber um pouquinho das quebradas e dos carpetes. outra: tolerância não serve pra nada, não resolve nem aplaca nada! tolerância é tucanar a ignorância, a brutalidade contida, o ódio cultivado pelo desconhecimento. ou se tem respeito, entendimento da diversidade humana, ou, aí sim, se segrega o dito, ostracismo nele! evoé!
cara, super certo. as pessoas não querem ser politicamente corretas e nem sabem o que é ser politicamente. afinal ser politicamente correto é ter boa educação, simples.
Simples e autêntico! Vou ter q ler mais de uma vez…
Vc é um gênio c as palavras!
Eu ach que se juntaram coisas diferentes neste texto. Eu sou favorável a todo tipo de expressão, inclusive piadas sem graça, e que se pague pelas coisas que se diz, como em qualquer democracia (Rafinha Bastos e Danilo Gentili, por exemplo, tomaram pito da emissora onde trabalham e perderam patrocinadores, isso é pagar pela merda que falaram). E não é por achar isso que eu vou achar que é certo policiais reprimirem uma manifestação pacífica que busca abrir um debate sobre algo.
O que eu acho é que há algo terrivelmente errado com um país que monitora seus humoristas e faz deles inimigos públicos, enquanto os verdadeiros inimigos estão no bem bom.
Manja foco? Então, tá em falta.
Concordo com vc em gênero, número e grau, desses que se dizem “humoristas”, mas só fazem graça às custas de humilhações, se discordamos, basta não assistir suas peças ou programas e não ler seus textos.
Se sairmos às ruas por educação, saúde e segurança, por exemplo, estaremos lutando por aquilo que atinge a todos, sem exceção.
Porém, se para alguns o mais importante é a legalização de drogas, é direito deles também.
Com a melhora na educação, por exemplo, aprenderíamos até mesmo a priorizar as necessidades pelas quais lutar. E isso não interessa aos que hoje estão no poder, infelizmente.
Concordo com tudo isso. Mainardização da pequena burguesia brasileira (meio fácil limitar isso à classe média, né? mas tudo bem). Perfeito..
Ainda assim, vamos ver o que vai durar mais, essa onda verde politicamente correta pseudo-popular, ou a avassaladora guinada de direita humanista que está crescendo junto com ela.
Dizem que o PSBD está morto, coisa e tal. Não está, não. A paródia lamentável de engajamento que eles demonstraram nas eleições presidenciais é o futuro do país. Socialização de escravos auto-geridos? Siderata de esquerda na boca da TFP. Pode escrever…
Por isso mesmo, acho bom ir afiando a língua politicamente incorreta. Daqui a pouco, o humanismo verdadeiro será um hieroglifo guardado nos sebos e nas bibliotecas de periferia do pálido colosso. Aí quero que vai maldizer aquele que fala o reaçaesquerdal ao contrário…
Marcelo,
Entendo que há um certo extremismo aí, de parte a parte. Ofender grupos ou pessoas não é ser politicamente incorreto, e sim, mal-educado.
Porém, o problema do “politicamente correto”, ao meu ver, são os excessos que ele incute no comportamento das pessoas, principalmente no que toca às ditas “minorias”.
Falo por mim. Sou negro. Meus amigos de infância e familiares me chamam de “negão” numa boa. Nunca me incomodei. Acho bastante simpático, inclusive. Porém, nos últimos anos, quando converso com amigos mais recentes, noto que eles se sentem receosos de citar a cor da minha pele, têm medo de me ofender só por mencionar uma característica natural, mesmo em contextos onde não há pejoração alguma.
Só para ilustrar: é como se alguém tivesse receio de citar os olhos verdes ou os cabelos loiros de alguém, na hora de descrever essa pessoa.
Concordo que a tal correção política trouxe benefícios. Ninguém debocha mais de um “neguinho” por aí impunemente. Porém, todo esse zelo me parece descabido.
O Jô Soares também gosta de citar diversas situações onde sente que seus interlocutores se policiam para não chamá-lo de “gordo” e aproveita até pra fazer graça disso.
Entendo que cabe aos mais politicamente corretos fazer essa auto-crítica. Mas, claro, sem recorrer ao outro extremo, ilustrado pelos exemplos que você apontou.
Abraços.
pior é o Faustão passando uma boa imagem pro Brasil com aquele Favela Festival, que pra começar tem a composição escrita em INGLES (????), pro povao realmente acreditar que a burguesia afinal esta fazendo algum bem pro povo pobre. Será que ele realmente deve deitar a cabeça no travesseiro a noite e pensar que está fazendo uma boa ação pros ‘favelados’??
Deixa eu er se eu entendi.
Piada contra gay. Ofensivo.
Piada contra judeu. Ofensivo.
Piada contra negros. Ofensivo.
Piadas com loiras. Ofensivo. Pois agora elas se transformaram no padrao de beleza.
Piada com Portugueses. Bom pra caralho.
Piada com Gordos. Esse bando merece afinal adoram comer.
Piada com pessoas feias (perante a sociedade). Aplausos.
Sai de baixo, piadas desmoralizantes contra pobres. Recorde de audiencia.
Piada contra arabes e/ou caipiras. Povo estranho merece ser zoado.
Pegunta: Piada de judeu pode a partir do momento que venha de um judeu ou de amigos desse judeu, se outra pessoa o fizer vira preconceito?
Conclusao: Esse mundo virou uma grande piada!
Oi Marcelo,
Sinceramente, acho que as pessoas estão extrapolando através da net e daí pra vida real…
Existem seres que se acham no direito de sentar o pau nas outras e acaharem tudo muito engraçadinho, que não vai dar em nada….e pobres coitados dos judeus, domésticas, órfãos e etc. Duvido que essas mesmas pessoas tenham essa coragem de assoltar umas dessas frases infelizes ao vivo, na frente de quem quer que seja.
[...] Por Marcelo Rubens Paiva, em seu blog [...]
concordo em grande parte com o teu pensamento, mas às vezes acho que algumas pessoas só precisam mesmo é desenvolver um senso de humor e não levar tudo tão a sério. defendo o humor negro e ofensivo como liberdade de expressão também. existe alguém que pode determinar que temas podem estar sujeitos à piadas? não condeno piadas de holocausto ou que discriminem raças, crenças ou opções sexuais.
acho até melhor que os reaças saiam do armário. acho muito pior quando se denominam neutros ou imparciais. o que me assusta mesmo são os comentários nas notícias online. gente que tem orgasmos vendo repressão e violência policial.
vc coloca todo mundo no mesmo bolo, tao reaça quanto os que critica
O ser humano acha que não é animal, que não é natural, que não é igual. Coitados de nós. Nossa própria técnologia é mais avançada que nossas cabeças. A internet está aí para reeducar-nos à compartilhar, dividir, ensinar, aprender, conviver… Quanto tempo isso vai demorar?
E a piada com estupro? É menos importante?
Não concordo com esse termo “Diogomainardização”. É “reinaldoazevedismo” mesmo.
Perdeu minha atenção no: “Pequena Burguesia”…
Se quer fazer uma crítica, faça. Mas sem discursos prontos… Tente tirar algo de você mesmo,e não de uma influência que ficou “decorada” dentro de você.
Uma pena já que uma crítica bem estruturada contra a ação da polícia seria muito bem vinda.
Mas isso ja seria pedir demais.
responder este comentário denunciar abusoDiscurso pronto é dizer que parou de ler quando se ofende com a palavra burguês.
responder este comentário denunciar abuso“Discurso pronto é dizer que parou de ler quando se ofende com a palavra burguês.”
Toma, lóqui!
responder este comentário denunciar abusoFraco… Não acho que se pode comparar fatos de natureza tão diferentes.. É uma análise muito rasa e claramente contra o que o autor chama de direita… não generalize… e não entenda como repressão a discussão de leis e a aplicação destas e de decisões judiciais. O que vejo na verdade são setores que considero de esquerda tendo posições totalitárias. Se sou contra a abordagem que está sendo proposta para a realidade homossexual nas escolas sou tachado de retrógrado e etc. e sou logo silenciado. Será que não estamos lidando com novos dogmas? Não posso ter opinião diferente nem debater o que o movimento homossexual prega ser ser ofendido. Estranha essa ‘tolerância”…
Grande Marcelo, foi no alvo com este artigo!!! Os mecanismos de repressão são “cães de guarda” de diversos donos – mudam os sistemas e, engulam em seco, eles continuarão servindo a um outro sistema qualquer e que, de repente, lhes era intolerante!!! Se as pessoas fossem realmente cidadãos, se isso já fizesse parte do berço, da escola, do dia-a-dia, não precisaríamos de policiais para querer nos mostrar e impor determinadas “verdades”… é lamentável!!!
Deixa de ser fresco. E isso é uma grande mentira. A moda não é ser reaça não. A moda é ser politicamente correto, não falar palavrão.. O que que tem contar piada de gay, de negro, de petista, de portugues, de judeu, de alemao, de brasileiro, de advogado, de político, de deficiente, de japones, de argentino, de chines, de mexicano, de americano, de canadense???? Qual é o problema??? Putão! São só piadas !!!! Em piada não existe limite de bom gosto. Viva a liberdade de expressão total!
Engraçado um cara reclamar de liberdade de expressão na passeata em prol da maconha e repreender algumas piadas feitas por Danilo e Rafinho nos seus respectivos twitters. Soh segue os caras quem ker, eu RI SIM e MUITO das piadas de ambos (Voce tb esqueceu de mencionar a piada do Danilo a respeito do king kong e jogadores de futebol). Eu axo que qqr tipo de humor eh valido desde que faça alguem rir, nao fui só eu quem riu, mta gente riu. E eu tenho familia judia, tem gente que nao sabe diferenciar ofensa de piada e tem gente que nao sabe administrar o recalque.
No mais, segue e acompanha os citados humoristas quem tem vontade. Se nao gosta das piadas deles nao precisa faze-lo.
Por fim, Diogo Mainardi pode ser direitista mas é bastante inteligente e coerente e escreve bem melhor que o dono dessa pagina. Pra falar a verdade discordo de grande parte das ideias do Diogo porem isso nao me faz parar de ler seus textos ou assistir ao Manhattan Connection pelo simples fato de ser algo de qualidade e ser bastante interessante.
Como eu disse, tem recalcado pra tudo.
Detalhes neuróticos.
a- Parar a Av. Paulista é crime!
b- Eu e a sociedade pagamos a polícia para prender bandidos e não para ficar tomando conta de maconheiros e outros drogados!
c- É ilegal fazer apologia a drogas, sim, então processe os participantes, faça-os pagar a conta da policia lá!
d- Querem fumar, cheirar coca, que se danem, arrumem uma ilha ou uma fazenda bem longe e deixem que esses infelizes se satisfaçam lá, longe de crianças, principalmente!
e- O drogado é o cliente do traficante, o drogado não tem ou não vai ter dinheiro e terá que roubar, senão morre pelas mãos do traficante, então se voce prender o drogado voce o esta salvando a vida!
O resto é balela, hoje estamos na democracia das minorias!
Abraços
a) Parar a Av. Paulista é crime!
Baseado em que?
b- Eu e a sociedade pagamos a polícia para prender bandidos e não para ficar tomando conta de maconheiros e outros drogados!
Bandido nao e culpado. Culpado e o consumidor. Se nao houvesse a oportunidade, nao haveria o ladrao.
c- É ilegal fazer apologia a drogas, sim, então processe os participantes, faça-os pagar a conta da policia lá!
Porque entao voce nao levanta a bunda da cadeira e do computador e va protestar contra a venda de bebidas alcolicas, pois elas acabam com pessoas inocentes da mesma forma. Nao estou fazendo apologia ao uso das drogas, mas se alcool e deliberadamente permitido, entao que outras drogas tambem sejam.
d- Querem fumar, cheirar coca, que se danem, arrumem uma ilha ou uma fazenda bem longe e deixem que esses infelizes se satisfaçam lá, longe de crianças, principalmente!
Na cidade so vale motoristas bebados?! Legal.
responder este comentário denunciar abusoa- Baseado em que? Com certeza não foi na sua ignorância, lá tem mais de 8 hospitais, o dia que um parente seu precisar chegar urgente no hospital, ai conversamos.
b- Bandido nao e culpado – Culpado é a vítima, quem manda ser vítima. Culpado e o consumidor – Ai eu concordo, culpado não é o traficante, é o usuario. Se nao houvesse a oportunidade, nao haveria o ladrao. Errado, se houvesse pena de morte não haveria ladrão, ou haveriam poucos
c- É ilegal fazer apologia a drogas, sim, então processe os participantes, faça-os pagar a conta da policia lá!
Porque entao voce nao levanta a bunda da cadeira e do computador e va protestar contra a venda de bebidas alcolicas, pois elas acabam com pessoas inocentes da mesma forma. Nao estou fazendo apologia ao uso das drogas, mas se alcool e deliberadamente permitido, entao que outras drogas tambem sejam. EU NÂO TENHO VÍCIOS, MINHA QUERIDA, SÓ BEBO E FUMO QUANDO EU JOGO.
d- Querem fumar, cheirar coca, que se danem, arrumem uma ilha ou uma fazenda bem longe e deixem que esses infelizes se satisfaçam lá, longe de crianças, principalmente!
Na cidade so vale motoristas bebados?! Legal. Não, tem polícia pra isso também.
VAI ESTUDAR UM POUCO E LARGA DO VÍCIO.
Abraços neurastênicos
responder este comentário denunciar abusoQuem é Marcelo Rubens Paiva ?
sou eu, prazer
responder este comentário denunciar abusoé um aleijado comunista.. risos…
responder este comentário denunciar abusoNão tem Google aí?
responder este comentário denunciar abusoEu sei quem é Marcelo Rubens Paiva. No entanto não faço a menor idéia de quem seja o Jacob Scwartnorg…
responder este comentário denunciar abusoSe o Danilo Gentili não tivesse soltado a piada de Auschwitz o comentáro sobre a recusa dos moradores de higienópolis seria aceita e exaltada pelos esquerdistas acompanhadas de adjetivos como “velhos burgueses” pré-julgamentos ao estilo “gente que odeia pobre” e todo mundo ia achar lindo!
Obrigada Marcelo. Sua voz é mais forte que a de um monte de gente (acredite, existe) que está de saco cheio dessa leva de preconceito e neofacismo tão em voga. Tenho gostado muito (quem diria) de ser chamada de careta. Beijo
Tchê, os acontecimentos que citas, mais uma dezena que ocorreram/ocorrem/ocorrerão no “país das maravilhas” diuturnamente, invariavelmente me transportam a cada dia 31 de dezembro que já vivenciei, e a cada passagem de ano me vem à memória os títulos de dois livros que li e reli no início da década de 80: “Feliz Ano Velho” e “Não Verás País Nenhum”, respectivamente, de Marcelo Rubens Paiva e Ignácio de Loyola Brandão… menos pelo conteúdo e mais pelos títulos por si.
Abraço, Marcelo, e parabéns pela tua postura através das décadas.
“O verdadeiro teste sobre o nosso grau de adesão à ideia da liberdade de associação não se dá quando aceitamos que as pessoas se associem em torno de ideias com as quais concordamos. O teste real se dá quando aceitamos que se associem em torno de ideais que julgamos repugnantes. O mesmo vale para a liberdade de expressão. É fácil defendê-la quando as pessoas estão dizendo coisas que julgamos positivas e sensatas, mas nosso compromisso com a liberdade de expressão só é realmente posto à prova quando diante de pessoas que dizem coisas que consideramos absolutamente repulsivas.”
Walter Williams
(um detalhe para quem não o conhece – ele é negro. Não preciso dizer o peso de que essa afirmação tem para ele)
É isso aí, Marcelitto!!!!!
Eu tb sou politicamente correta!!! Mas confesso que sou politicamente incorreta em um momento específico – com gente preconceituosa!
Confesso: sou preconceituosa com quem tem preconceito! Isso é a ignorância da pseudo Educaçao de nosso povo… Educação sem alteridade!
ae, cris, bjs
responder este comentário denunciar abusosó não entendo pq “pensamento grego, democracia, Renascença, a revolução industrial e tecnológica” poderia nos iluminar”
pensamento grego era de “iguais” perante eles, havia um preconceito danado com os “bárbaros” e a sociedade era escravocrata.. (isso era democracia)…
renascença? para 1% da população, que usava este ideiais humanísticos para sair das asas da igreja, mas onde logo logo já impuseram suas vontades sobre toda população..
Revolução industrial? O que isso trouxe de bom para quem não tem acesso? Neste caso não sou contra a rev. ind. só que ela não tirou “o mundo da desgraça medieval” ela só trouxe benefícios para quem tinha capital..
E tecnológica? É a mesma da industrial..
Claro que as 2 últimas trouxeram benefícios para a população em geral, e hoje nos ajuda a nos comunicar melhor e tentar melhorar de alguma maneira o ambiente que vivemos…
Parabéns pelo post! Excelente!!!!
Oi Marcelo,
Adorei seu texto. Mas… Eu sou super fã do politicamente incorreto, e acho que o que você está falando não remete ao politicamente incorreto, mas ao preconceito puro e disfarçado. Recentemente, Lars von Trier falou que entedia Hitler, e logo depois falou “E agora, como eu saio deste comentário?”, aí rindo acrescentou “Ok, eu sou um nazista então”. Eu eu, que sou judia por nascimento, não achei ofensivo, porque ficou óbvio que von Trier não estava querendo ser reaça. Agora, o comentário sobre os vagões de Auschwitz é de extremo mau gosto. Tudo depende do timing do comediante, e se, de fato, é comédia ou Diogo Mainardização. Também detesto a direita brasileira, mas gosto de poder ser politicamente incorreta quando critico eles, principalmente o Mainardi (câncer social)! Já fui bem politicamente incorreta com ele (vide artigo: http://csnpm.wordpress.com/2010/06/21/diogo-mainardi-voce-precisa-de-porno/)
Abraço! Tudo de bom!
O Brasil evoluiu e nao vice mais na ditadura.
Nao e razoavel comparar o que aconteceu com a ditadura. Na ditadura pessoas sumiam e eram torturadas.
Pode ter havido exagero por parte da policia, o que cabe acoes legais pelos prejudicados.
Ha processos claros e definidos para se mudar uma lei, e ate a constituicao, neste caso a que inclui a maconha entre as substancias proibidas.
A lei esta em vigor e o unico caminho e procurar a sua mudanca.
Seria muito pedir ao estado que nao preste atencao a uma lei, por qualquer razao que seja, abre precedente muito grande, muito embora se possa dizer que o estado ja nao presta atencao em muitas leis.
Mas apenas lembro que ao contrario da ditatura, estamos numa democracia, e os que advogam em favor da liberacao da maconha terao que mostrar o seu valor e convencer a sociedade.
Acho que este foi um post razoavel e balanceado.
Excelente texto. A onda não é ser contra o “politicamente correto”, mas ser racista, preconceituoso e vestir o manto do “politicamente incorreto” para se “proteger” das consequências. Boa parte dos que se dizem contra a patrulha do “politicamente correto” aplaudiram a opressão da PM, por exemplo, à marcha da maconha. E condenam qualquer um que se diga a favor do casamento gay. Ou seja, a questão não é a defesa da liberdade de expressão, do fôlego da democracia, mas a defesa de preconceitos e tendências fascistóides.
Parabéns Marcelo. É mto bom ver como a verdade dói nos “ouvidos” dos “ofendidos” por suas palavras. PARABÉNS!
A marcha da maconha não faz apologia ao crime. Pelo contrário, apresenta uma forma, uma opção, uma saída para resolver o problema do tráfico. Se as autoridades ou a classe média discorda ou concorda, são outros quinhentos. Traficante nenhum ficaria feliz em ver a maconha ser descriminalizada e perder do seu poder este mercado tão lucrativo. A mesma PM que espanca manifestantes no exercício da democracia como a Constituição lhes permite, é aquela que não tem culhões para enfrentar a cracolândia e na Copa do Mundo dá até TV para os traficantes assistirem aos jogos. Renato Russo não poderia estar mais certo quando disse: “ninguém respeita a constituição, mas todos acreditam no futuro da nação”.
[...] japonesa gostosinha, ou nos blocos pré-carnavalescos, disse que há uma moda reaça em São Paulo (http://blogs.estadao.com.br/marcelo-rubens-paiva/a-moda-do-reaca/). Que a cidade está ligada no “politicamente incorreto”, incentivado de formas diferentes pelos [...]
Se estas são as pequenas neuroses, quais seriam as grandes?
nem te falo. mas se vc der uma ida ao juquery ou ao senado…
responder este comentário denunciar abusoVou providenciar um colete anti-balas então… ou me preparar para cacetadas
Sou contra a liberação do aborto, mas à favor da união gay. Contra a a proibição das armas, mas a favor da discussão da liberalização das drogas. Logo, entre pacifistas, sou de direita, e entre caretas, maluco.
O que causa tal distorção, ao meu ver, é a falta de individualidade endêmica no país. Tem de ser um ou outro, pois estandartes são mais importantes do que convicções embasadas. No fim, acho que o único grande inimigo é de fato a ignorância, que sempre ultraja o bom senso e a razão. Bom artigo, Marcelo.
Abraço
Nossa, parabéns pelo texto! Você disse tudo. Poxa, tem dias que a gente acorda, vai pra internet e parece que vai infartar de tanto absurdo. De ver as pessoas agindo como se estivessem sendo ameaçadas pelo humanismo, pelo respeito ao próximo. Que mundo é esse? Reclamam de patrulha!! O quê?! Eu acho que um dos grandes ganhos dessas redes sociais é justamente mostrar que não se pode mais ficar escrevendo o que se quer, discriminando e desrespeitando as outras pessoas, achando que se está em um espaço anônimo e sem lei. Resultado disso é que a maioria desses comentadores irresponsáveis depois do feito apagam seus posts, deletam perfil ou (na melhor das hióteses) pedem desculpas. Só que pedir desculpa é bom só pra quem fez a merda, só pra essa pessoa se sentir melhor, quem foi agredido, desrespeitado já sofreu, é muito tarde…
[...] Fazia a sexta série, aos doze anos, e queria ser Marcelo Rubens Paiva. Hoje, de novo, com 32 anos, tenho uma recaída de identidade com ele – ao menos queria ter escrito o que Marcelo escreveu em seu blog: [...]
Não adianta, a intolerância, falta de respeito e má educação sempre foram o mal desde que o mundo é mundo!
Solucione este problema.
Boicote ao capitalismo e deixem quem o apoia se matem com a mesma engrenagem capitalista, e se vier bater de frente se escondam e deixe morrerem de fome e desespero.
Familias nucleares.
A culpa não é do fulano ou do ciclano a culpa é nossa.
Parem de comprar skol, brahminha, nikenho, de andar de corsinha, ou com seus carros confortos isto do ponto de vista micro porque tem os macros, jatinhos patrimonios absurdamente engordados em tão pouco tempo, não é mesmo ![]()
Procuremos viver de modo alternativos.
Felizes eram os meus avós com sua mini horta no fundinho de sua casinha, Fumando seu basiadinho de boa, agora vc trabalha para as engrenagens e quer fumar ai fica complicado kkkk
Abraço a todos.
É o que eu chamo da morte do “puramente errado”. Essa perturbação de ser humano depois de tantos acontecimentos, mortes, guerras, cidades, violência, fez ele perder tanto os valores da vida, o ato humano de ser, que fico triste em ver cada vez mais cairmos nesse penhasco sem fim. E essa nossa liberdade “cruel” de expressão é o fruto de nós sermos macaquinhos da mídia Estado Unidense, onde dizer que é Klu Klux Klan é orgulho, por ser um país livre e poder dizer o que quiser. Tudo bem, tu pode, mas e por onde anda nosso pingo de humanidade ao ver que os outros vão sofrer com isso.
Livre. Cada vez mais tornamos escravas aos preconceitos gerados por esse “livre de boca”. Teu pai nunca disse pra não apontar pra alguém gordo e gozar? Teu pai nunca disse pra tu não chamar o nordestino de cabeça chata? É foda. Essa é a praga da minha geração, sem humanidade, e sem compaixão.
Achei injustificada a critica ao Diogo Mainardi.
Eu achei perfeita a verbalização. Quem quer parir “a verdade”, deve saber embala-la…
responder este comentário denunciar abusoO respeito ao próximo é a forma mais nobre de se exercer a cidadania. Seja branco, preto, amarelo, azul, gay, trans, pan, direita, esquerda… TODOS merecem respeito!!!!
Até as pessoas preconceituosas deves ser compreendidas dentro de suas limitações evolutivas… Desde que exerçam a sua opinião de maneira respeitosa, claro! Determinadas opiniões são completamente anacrônicas, mas juro que seria capaz de tolera-lás, não fosse a violência e a estupidez dos “donos da verdade”.
Vamos evoluir, por favor!!!! E um brinde ao belo texto!!!
Cara, comparar um policial que bate em alguém numa manifestação desse tipo, com um tipo de humor que você não curte chega ser absurdo.
Politicamente correto continua sendo direitista, não é teu texto que vai mudar isso. Politicamente correto é alguém vir te dizer que você é um idiota pq fuma e ir correndo comprar um mcdonalds.
É chamar gay de homosexual e achar um absurdo ver dois homens se beijando. Chamar um negão de afro descendente e não fazer amizade com nenhum.
Na maioria dos casos, lógico que não são todos, os caras que fazem piadas são os mais desencanados com isso. Faz piada porque não vê diferença entre raça ou opçnao sexual, e o carinha politicamente correto é o hipócrita que só sabe pagar de cabeça aberta.
Cara, eu sou nordestino, e não me incomoda nada ver alguém fazendo brincadeira com isso, exatamente porque é brincadeira. Me incomoda muito mais o cara que mantém uma postura “politicamente correta” e acha que é superior a mim porque eu não tive o acesso que ele teve. Saca?
Como diz o Pondé, hoje em dia qualquer um é capaz de sofrer pelas pobres criancinhas africanas. E ai de quem não fizer, é taxado de reaça.
Tem um texto MUITO INTERESSANTE, que recomendo ao blogueiro:
http://www.paulopes.com.br/2011/01/leitora-voce-namoraria-o-porteiro-do.html
Sobre o Rafinha Bastos tinha que ter colocado algo bem mais grave que ele disse na entrevista para a Rolling Stones: que quem é estuprada é mulher feia e que elas deviam agradecer. O foda é ver ele ainda apresentando o CQC como NADA disso tivesse importancia.
Faltou dizer do absurdo da reportagem explicitamente manipuladora do programa Domingo Espetacular na Record falando e informando mal sobre o Kit SEM HOMOFOBIA NAS ESCOLAS.
Na minha opinião, o movimento politicamente correto (que, ao que me consta, surgiu nos anos 80, durante os governos Reagan e Thatcher) tem muito mais a ver com a eufemização social do que com o respeito ao próximo, propriamente. Assim, não falamos mais de negros, mas de afro-descendentes; não gays, mas homossexuais (e a lista continua). O politicamente correto é o responsável, na minha opinião, pelo mascaramento de pesquisas populacionais através da modificação de índices de pesquisa, de maneira a aumentar a fatia da população que agora pertence à classe média (sendo que seu rendimento familiar não aumentou expressivamente, nem seu acesso à bens culturais e de consumo).
Sim, é verdade que muitos termos se tornaram pejorativos em função de seu uso coloquial e reconheço que mudar o a terminologia pode ser uma maneira de minimizar ou combater o preconceito. Mas, não vejo o politicamente incorreto como algo ruim em sua essência. Ao meu ver, ser politicamente incorreto está relacionado a não eufemizar o linguajar. O que, de maneira alguma, possa ou deva servir como cobertura para falas ou comportamentos preconceituosos. Me parece irônico que chamar alguém de negro seja preconceituoso, mas falamos do movimento negro, não do movimento (de) afro-descendentes.
Remover o preconceito da sociedade é muito mais do que meramente alterar sua terminologia no falar coloquial. É, isso sim, alterar a maneira como a sociedade analisa e comenta o direito do próximo e da própria sociedade como um todo. Dessa forma, o direito de uma parcela da população de defender o consumo de maconha é tão válido quanto o direito de outra parcela defender sua crença de que a união homoafetiva (outra denominação politicamente correta, para evitar falar em “casamento homossexual”) não deveria ser validado e reconhecido pela sociedade. Ambos são manifestações de opinião, não cabendo o mérito da censura prévia por conta de discordância. Cabe à sociedade analisar o mérito de cada questão e decidir seu rumo pelas vias legais e reconhecidas: conversando com seu representante eleito, dialogando com a mídia e com seus parentes, vizinhos e amigos – e, infelizmente, essa mesma sociedade tem se furtado à esse direito e dever.
Eu só trocaria DiogoMainardização por Bolsonarização. O que eu vejo de gente achando que o cara está certo em ser um boçal não está escrito.
Favor não esquecer da piada (???) contada pelo rei dos “politicamente incorretos” Rafinha Bastos “Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra caralho. Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus.”
Esse é o cara mais influente do twitter no Brasil.
Boa Marcelo, diogomainardização adorei, tem tudo a ver, parabéns!!
Mais um ” intelectual ” que se acha de esquerda usando seu espaço para aguçar a polemica de assuntos que em nada acrescentam para um povo sem cultura , sem educação e sem respeito .
Teria meu respeito se utilizasse este espaçao para escancarar a podridão de Brasilia ( em um contexto geral ), abrindo os olhos do povo ( homem, mulher , jovem velho, gay, usuário, branco, preto, sulista, nordestino, etc etc ) para as barbaridades dos politicos com o dinheiro publico .
Mas a chamada classe artistica e/ou intelectual não se preocupa com isso afinal muitos deles mamam nas tetas do goiverno e ultilizam dinheiro publico para seus ” projetos culturais “, todo mundo adora tirar uma casquinha para promover suas peças teatrais, livros, filmes, documentários, blá, blá, blá …
Enquanto os idiotas ficam discutindo o politicamente correto, incorreto ( exatamente como os politicos querem ) os representantes do povo, que não sabe votar, estão la criando e votando leis visando unica e exclusivamente seu beneficio próprio .
É a chamada politica do pão e circo que no Brasil deu tão certo quanto na Roma antiga .
nisso o bloqgueiro é mestre….
e as anestesiadas que o acompanham ainda acham o cara intelectual, porque escreveu meia duzia de textos insossos e inodoros…
ainda bem que só li o primeiro livro…me deu tanto sono…
é facil ser de esquerda no Brasil…metade desse povo que idolatra o cara não viveu os anos 80, quanto mais a ditadura
responder este comentário denunciar abusoMinha opinião: parece que todos os tabus foram ao chão. Nada mais choca. Ney Matogrosso, no Roda-Viva desta 2a, disse que não ficaria pelado em filme ou peça pq isso não é mais tabu.
E, então, o pessoal que ganha a vida por meio do choque, precisa enfiar a mão lá dentro do saco, pegar os últimos farelos que ainda trazem alguma reação do povão: ideias de direita, como preconceito, racismo, nazismo. Ismos são fantásticos para fazer a turminha das cadeiras do teatro de stand-up se sentirem com o humor alterado, fazendo jus ao valor do ingresso; ou dos patrocinadores, no casa da TV. (E engraçado é que soa como patris dores)
O resumo é, não querem aparecer pela genialidade, pela beleza, pela inovação. Querem aparecer. Então, por que não do jeito mais fácil?
caro Marcelo,
Quero falar com você de outro assunto. Mas aproveito pra comentar que a marcha não teria ganho toda essa repercussão se não fosse a estupidez da polícia. Viram que os skinheads nazistas ameaçavam bater no pessoal e partiram pro “deixa que eu bato!”
Espero que os comediantes de stand up no brasil nunca se esqueçam dessa: http://www.youtube.com/watch?v=FyE8T-2qeYw
Esse tipo de humor não condiz com a realidade brasileira. Nunca esqueço desse vídeo.
Caro Marcelo, concordamos em tudo o que você disse no pos. Sou historiadora e na semana passada escrevi o texto “Quem tem medo do politicamente correto?” em um blog coletivo chamado Tabnarede. A questão causou uma celeuma, chegando a acusações sobre “censura’ contra o humor. Se quiser dar uma olhadinha e uma opinião, passa lá no tab. Seria bem legal e importante nesse momento
São três textos mais diretamente envolvidos na polêmica:
“Quem tem medo do politcamente correto?”
“EU! Uma resposta respeitosa a uma pergunta oportuna”
“Sobre a arte e o protagonismo histórico”.
Segue o link do último texto: http://tabnarede.wordpress.com/2011/05/20/sobre-a-arte-e-o-protagonismo-historico/
Abraços.
Obrigado Marcelo pela lucidez e inteligência . Uma coisa é certa quem não sofre o preconceito no coração , e na vida , muitas vezes se coloca como baluartes da liberdade de imprensa
Liberdade de Imprensa , ou liberdade de PRENSA …?
Não entendem que as pessoas sofrem com estas gozações , não entendem que crianças autistas sofrem , não entendem que gays sofrem .., negros , e todos marginalizados pela sociedade ..
Sim Marcelo a DIREITA é isso ..ISSO sempre foi a postura da DIREITA …DIREITA como postura de vida sempre existiu …
OBRIGADO POR SE CONTRAPOR A ELA ..
Poxa, tava uma delicia acompanhar os textos e fotos dos gatinhos Marcelo… Mas esse texto me da vontade de beijar sua mão, de lavar o seu pé, e nem vou dizer o que mais… Obrigada por dizer, o que a gente, atolado no trabalho e nessa lama toda, não tem tempo nem talento pra fazer… Grande beijo!
kd nosso deus criador jeova! nisso tudo?ponto de vista !
A essência do problema está na possibilidade ou não de convivência entre ambos polos. Gente mal educada, grosseira e sem noção existe dentro de todos os grupos, mesmo naqueles grupos considerados alvo de discriminação como gays, judeus, deficientes, etc., só para ficar nos mencionados até aqui. Considero que, em tese, todos têm o direito de ter um posicionamento e de colocá-lo publicamente, desde que, na sequência, assumam as consequências e as responsabilidades pelo feito. Isto é, ser taxado de preconceituoso, de reacionário, de mal educado, perder o emprego, perder a confiança em si depositada, etc. Aos bem educados e de espírito livre e democrático, cabe a aceitação das diferenças, ainda que discordem diametralmente delas; cabe também dizer que discorda e que se sente ofendido, assim como cabe aceitar que o outro não esteja “nem aí” para sua opinião e, ou seus sentimentos. Policiamento de qualquer parte é sim um comportamento antissocial e ditatorial. Em outras palavras, seja você politicamente correto ou incorreto, policie-se, caso contrário, assuma as consequências e aceite o que vier. Essa é a “lei da selva”. E viva a liberdade de expressão!
E a gente não pode se esquecer: a PM que bateu de forma “anônima” nesses manifestantes não venceu NENHUMA batalha contra as cracolândias aqui de São Paulo.
Gostei muito do texto. Parabéns Marcelo ! ! E viva o Fábio – seu gato.
Eu achei bem reacionária o que o ESTADO DE SÃO PAULO comentou no domingo na parte METRÓPOLE, sobre a marcha que ocorreu no sábado, não acreditei que eles fizeram um matéria assim, inclusive deixei de assinar o jornal. Ao invés de colocar o que a polícia fez realmente com os manifestantes(eu estava na rua e vi tudo, tiros, bombas de gás e spray de pimenta, policiais covardes agrediam manifestantes), a notícia apareceu de modo anestesiado.
Oi!
Muito bom o texto, Marcelo! Parabéns! bj
é interessante o texto, mas acho que acaba descambando para o oposto extremo do problema ao analisar de forma binária (politicamante corretos x incorretos/reaças)
Existe uma triplice fronteira entre politicamente correto, hipocrisia e recalque onde a linha é muito tenue, em geral isso me incomoda e quando questiono ou teço uma crítica sobre o comportamento de “patrulha” nao necessariamente defendo o politicamente incorreto, muito menos sou reaça. Ou sou?
Poucos aqui apontaram com lucidez que isso pode causar um melindre que pode ser tão prejudicial quanto o comportamente mal educado e politicamente incorreto ao delimitar linhas tortuosas nesse racha com discursos extremistas. O caminho do meio pode nao ser viavel como um companheiro apontou, mas teoricamente é o “politicamente correto” quando pensamos que ninguém é dono da verdade absoluta, pq em uma democracia isso nem existe.
Concordo com todos os exemplos citados.
Se tem uma coisa que está ficando chata, é este patrulhamento, este verdadeiro policiamento que exercem sobre as chamadas redes sociais….
Algo que teoricamento foi criado para a integração entre possoas, entre amigos e grupos se transformou en verdadeira USINA DE POLEMICA… a cada momento surge uma nova… e ai todo mundo vira dono da verdade… guadião da democracia e senhor da vontade popular…. Iniciando um massacre social/digital sem direito a defesa…
É curioso, mas observe… existem os que lutam pela liberdade de expressão, que brigam com aqueles que exercem essa liberdade, os quais criticam os que tentam preserva-la e por sua vez discordam de todos os outros…
Esta chegando um ponto que voce não pode mais manifestar sua opinião…
#TaFicandoMuitoChatoIsso.
Tenho passado por aqui quase que diariamente…’É que me afeiçoei ao ritmo das tuas palavras,das tuas letras tantas vezes reluzentes, teus textos quentes…teus hífens a adentrar minhas falas, tuas entrelinhas ….tuas “ aspas”.
“Sorvo gota a gota, mesmo sabendo que é dificil me saciar de ti. Uma dose pede outra e mais outra e mais outra. Contigo há sempre sede sentada à mesa dos dias.’ ( Erikah Azzevedo)
Abs para ti e “afofadas” teus cats…
Rapaz, tb cansei dessa falta de educação…
É a cultura do microbullying, espalhada em todas as áreas….
Lamentável. Ainda bem que ainda tem gente que não acha graça.
kkkkk
reclamar e expor ponto de vista “diferenciado” é bullyng….
então, para de me bulinar que eu nao te bulino mais…
responder este comentário denunciar abusoParabéns pelo POSICIONAMENTO (além de um TEXTO). Vejo que o lado ruim do politicamente correto é quando o sujeito, por medo da repressão excessiva, acabe entrando numa neura de ter que se autopoliciar a todo momento sobre QUALQUER coisa que vá dizer. Embora sejamos humanos o suficiente para poder nos preocupar em não ofender o próximo, às vezes, por mais que não queiramos, acabamos o fazendo porque NÃO somos 100% do tempo CONSCIENTES. E esse percentual, ironicamente, tende a diminuir ainda mais nos tempos da informação cada vez mais rápida e em larga escala, porque (1) dá brecha de “peidarmos” qualquer pensamentozinho sem muita reflexão e (2) acaba atingindo PONTOS DE VISTA cada vez mais diversos e em maior quantidade, o que pode aumentar assim o número de pessoas que se sentirão ofendidas. Quem usa muito Facebook, Orkut, Blogs, internet em geral, e POSTA muito, PRECISA estar ao menos buscar não esquecer disso. Não acham coerente (apesar de recriminável) aumentar a intolerância na internet quando a “cultura digitante” acaba banalizando cada vez mais o pensamento das pessoas? “Hoje comi arroz… risos…”, “Ah, vai se fuder, meu!” etc., e milhares de outras “participações” na web, MILHÕES por minuto (sei lá), banalizando o papel importante da comunicação e o próprio poder social das palavras, não acham que a intolerância pode ser apenas MAIS uma das facetas dessa cultura de banalização do pensamento humano, da comunicação entre as pessoas? As pessoas não estão levando mais a sério ELAS MESMAS, já querem “twittar” o primeiro “peidinho” do dia com colegas e desconhecidos, não é à toa que tanta flatulência acaba em merda. E lembrando: eu, você, todos nós temos a parte do corpo necessária para peidar também: as mãos e o pensamento. Acho que estamos precisando de mais comedimento, mais silêncio (não omissão), para o fedor que incalacra a internet abaixar um pouco…
Agora danou-se, o povo brigando pra provar que menos entende de um assunto!
hÔ juventude corrompida!!
Parabens Marcelo,
Bjs!
A marcha da maconha não passa de uma apologia ao uso de drogas,e estava PROIBIDA pro LIMINAR!
eles foram contra a lei,e não quiseram parar,achei muito,mas MUITO bem feito o que aconteceu,deviam ter apanhado mais pra pararem de querer ser “Rebeldes sem causa”.
Lei é lei,eles são maiores que alguém pra ultrapassar isso?
Eles são melhores que alguém pra poder dominar a paulista quando isso estava nitidamente proibido?
Não.
Ai ai ai…
Até parece. Liminar não é lei, filhota. E não era esse o teor…
Gentinha arrogante…
responder este comentário denunciar abusoMarcelo, querido, e eu que pensava que tempos estranhos eram aqueles em que seu pai, um digno cidadão brasileiro, foi assassinado pela ditadura…
Como é triste constatar que anda “tudo como dantes, no quartel de Abrantes”…, pelo menos em termo de repressão e de pensamento reaça…
Não foi para isso que sonhamos com um país melhor, que vimos nosso irmãos serem presos, torturados, mortos, “suicidados”, desaparecidos…
Lamentável!
Muito bom, falou o que eu gostaria de ter falado mas não tenho o dom. Adorei o DiogoMainardização. Muito bom!
Tá, e os argumentos? Só vejo falácias e apelos à misericórdia. Essa esquerdalha está ficando cada vez pior.
Isso é que é argumento sólido: “Só vejo falácias e apelos à misericórdia. Essa esquerdalha está ficando cada vez pior”.
Por curiosidade: você poderia explicar o que é falácia e dar um exemplo disso a partir do texto que critica?
responder este comentário denunciar abusoPor isso essa porra de país não vai pra frente,mania dessa gente de defende o lado errado!
De defender o lado podre da sociedade (drogados,abortistas,corruptos)
Abre o olho po,nosso país já é uma merda,cheio de drogado por ai,destruindo familias,vocês são a favor por que a droga no mínimo não acabou com a familia de vocês,pega uma mãe de familia que perdeu o filho pra droga,e SIM EU PRÓPRIA conheço um garoto que ficou LOUCO por causa de maconha,de família rica ainda,é um desgosto,ele não fala nada com nada.
Droga é uma merda,atraso de vida,e vocês querem defender isso,eu simplesmente NÃO ENTENDO.
E a Reinaldo Azevedização, então?
A palavra-chave é descontrução não convencimento!
A verdade não existe e o resto é espetáculo.
Mais amor!!
*sim, eu fumo maconha
Falô cara. Profundésimo. Um tapa na cara da pantera…
responder este comentário denunciar abusoNa época que o politicamente incorreto era maioria, o politicamente correto podia se expressar da forma que quisesse e não era ameaçado de prisão, execração em praça pública, etc.
Agora que o “correto” é ser politicamente correto, aí de quem se atrever a falar uma besteira qualquer.
A “onda” do politicamente correto é estilo Kai-shek…
Deus me defenda…
É o homem marchando para trás – “Neandertal da era cibernética”, do discurso vazio, do humor negro, da polícia coercitiva, da imprensa mainardizada, do político que se apoia na religião, moral e bons costumes para proibir a marcha, que trás em si discussão muito mais profunda que a da simples legalização, mas não faz nada para conter o avanço do tráfico – ENQUANTO O TRÁFICO ASSISTE O CIDADÃO POBRE DOS MORROS E BAIRROS ABANDONADOS PELA POLÍTICA PÚBLICA.
E de qual raça fala a SENHÔRA – da que veio escravizada nos navios negreiros pela sua pretensa raça superior que foi branqueada com o fim da escravidão e incentivo da imigração – para um país tropical em que se plantando tudo dá?
Fácil manter o ambiance tomando vinho de trocentos mil contos, dólares, euros, a moeda que o parta. Crime gostar de vinho bom e gente bonita, não. Também gosto. Criminosa é a atitude, a postura, o desdém……
Deveríamos nos mobilizar mais, sair às ruas contra a cara-de-pau, a corrupção, a falácia, a propina, puts não pararia hoje não…. E é melhor ir parando por aqui, antes que o assunto torne-se ad nauseam.
como disse o tenente la no outro post, quando der merda, disca 190 e chama a policia…
só não esquece de esconder o baguio e acender um incenso…
Hehê… Quem sabe já não precisará mais usar de tais artificios………
responder este comentário denunciar abusoCreio que há uma enorme confusão até no que deve ser politicamente correto e o que não deve. Defender a maconha em nossa sociedade é politicamente incorreto, ou as leis vigentes no país afirmam o contrário? (falo apenas seguindo as ideias em voga, não sou contra a legalização). Bater em quem defende também é politicamente incorreto. Vivemos é num estado esquizofrênico, onde não é possível saber mais o que é certo e o que é errado. Por mim, deve-se seguir apenas a regra do respeito, sobretudo do respeito de falar abertamente o que se deseja, ainda que isto chegue a incomodar algumas dezenas. Eu não concordo, mas lhe respeito. Não devo censurar alguém porque este mesmo alguém disse algo que me incomodou. Ou somos livres, ou não somos. Meio termo com a liberdade é que não existe. Acho tão chato o politicamente incorreto, quanto o politicamente correto. E vou um pouco mais além ao dizer que não consigo defini-los. O que é errado para mim, pode não ser para o outro. Só por isso é que me sentirei no direito de tolher a liberdade de alguém?
Eu não entendi uma coisa… Onde foi, no texto, que o autor citou a ofensa das domésticas? Procurei e não achei.
Nesse caso, porque as domésticas seriam ofendidas?
Marcelo, te amo cara. Sempre te achei foda. E esse texto só serviu pra reforçar minha opinião sobre vc. Bêjo.
Ué, quem é a favor de todas as coisas listadas acima tem direito à liberdade de expressão e quem é contra não tem? Incoerente esse texto. Liberdade de expressão não é só se manifestar A FAVOR de algo contra a lei, mas também se manifestar CONTRA alguma coisa, inclusive, a manifestações. Vamos rever nossos conceitos, caro escritor.
Acho engraçado a mentalidade que assola o país. São essas as discussões válidas? Maconha? A esquina em que vai sair o Metrô? O que o Ed Motta (quem??) falou no Twitter?.
Gostaria de ver um texto escrito por alguém que prega que nada disso é urgente, nada disso é transformador da sociedade. Gostaria de ver uma marcha pela educação, pela segurança. Gostaria que caminhassemos todos juntos até Brasília para acabar com essa palhaçada.
Aí sim, em um Brasil melhor, mais limpo, mais justo e com os problemas mais graves resolvidos, poderiamos perder nosso tempo liberando a maconha, desdenhando o Ed Motta e etc.
Ao invés disso só vejo quem poderia escrever algo de transformador, de incitante, toda a “intelectualidade” brasileira, perder tempo com a ponta do iceberg e deixar de lado as questões realmente importantes.
Não que essas questões não sejam relevantes, em seu devido tempo, em seu devido cenário. Porém, o remédio de que precisamos, o que precisa ser discutido é mais urgente e muito mais profundo.
Que tipo de vitória é essa que buscam? Desse jeito estaremos todos fumando maconha em um metrô na Av. Angélica, felizes da vida, vivendo ainda num Brasil de merda.
Pelo visto amigo apenas eu e vc concordamos, no mais …
Viva o Brasil !
responder este comentário denunciar abusoEntão problemas menores não merecem a devida importância?
Mas que mania que algumas pessoas tem de achar que se o assunto não vai ajudar o problema da fome, então não merece ser discutido.
nao foi isso que eu disse isabela. basta ler o comentario até o final, apenas disse que se discute muito mais o menos grave, se perde mto mais tempo, midia e atenção com o que importa menos. A balança está invertida. Não é o não discutir, é o focar nisso o problema, em detrimento do que realmente importa. Temos que priorizar os problemas, do contrário só buscamos combater as consequencias e nunca o mal pela raiz.
responder este comentário denunciar abusoEnquanto os gênios ficam na discussão do “politicamente-correto” ou assistindo ao futebol, o Leão da receita vai “comendo” a classe média e os Palocci$ vão se enriquecendo às nossas custas.
[...] O texto original está no seguinte endereço: http://blogs.estadao.com.br/marcelo-rubens-paiva/a-moda-do-reaca/ [...]
Hoje a comunicação tá um caos.
Todos falam o e entendem o que querem.
Se não tiver uma boa formação e bom senso serr politicamente correto, depende do que a mídia anda propagando ser politicamente correto.
Devo me sentir culpado por não ser negro? Devo mimar meu filho?
Antes tinhamos brincadeira de criança, hoje o bullying, do qual até adultos que não brincaram participam
Assistência virou esmola ou pior, meio de vida.
Teotônio Vilela (gov de Alagoas) disse à revista Piauí que gosta de caranguejo mas fica com a criança com fome, isto pra justificar a construção de um porto em área de manguezal. Onde está a propagada sustentabilidade ou a cansada e longínqua postura ecologicamente correta? Alimentar hoje pra famigerar amanhã?
O caminho do Brasil, inflado por uma economia borbulhante, terá realmente futuro?
Você é um babaca.
E você, o que é?
responder este comentário denunciar abusoBabaca da Silva, como você
responder este comentário denunciar abuso… é como eu sempre digo aos meus filhos: “Certo é certo, mesmo q ninguém faça, errado é errado, mesmo q todo mundo faça”.
Desculpem – me os colegas, mas nada justifica a violência seja ela física, visual, verbal, escrita, ideológica ou psicológica, pois para mim tudo isso não passa de expressão da violência velada que a intolerância alimenta. O que fazer? O que estiver ao alcance de cada um de nós. Ninguém precisa dar uma de mártir. E querem saber? Ed Mota e cia ltda deveríam ir para casa fazer amor que, com certeza, seríam pessoas bem mais felizes. Abraço a todos.
MANIA DE RECLAMA DE TUDO!!
se tu nao tava la na marcha entao nao da pra comenta tendo uma materia jornalistica como base, tu sabe oq os manifestantes fizerao?? tu acha que ninguem fumo maconha la?? se fumo eh criminoso, quantos devem te fumado???se tu fosse policial teria feito oq???
POLITICAMENTE INCORRETOS SAO IDEIAS DE POSSOAS QUE NAO VIVENCIAO OS FATOS.
as piadas SAO PIADAS alguns vao gosta otros nao, como em qualquer outra coisa…
….
boa sorte…
…
Incrível como o moço escreve bem.
responder este comentário denunciar abusoCacilds! Só pela quantidade de comentários já valeu!
Vc gosta de uma polêmica, einh, jornalista?! hehehe
Diogomainardização foi genial!
Abs.
lendo os comentários brigamos entre nso o tempo todo. Não percebi nenhuma “verdade absoluta” o Marcelo fez comentários referente a imbecilidade de alguns personagens formadores de opinião ( o que é pior), que emprestam sua imagem televisiva para defender o ser preconceituoso, direitista e ignorante.Lendo publicações de outros países e analisando a postura politica (que de uma forma geral é dificil de engolir), impossível hoje em dia não pensar politica, não participar de política seja correta ou incorretamente. Nos textos, na qualidade dos materiais gráficos, nas imagens na condução de expor as noticias, somos todos forçados a mediocridade completa e absoluta. Marcelo parabéns pelo post, continue assim, provocador … inclusive o le diplomatique com o Lobão tá bacana também… sem meias palavras liberação do conhecimento, da informação e de alto nivel em todas as áreas.
Sou estudante de arquitetura, faço parte do Diretório Acadêmico da Faculdade, sou prounista na Universidade Mackenzie.
É preocupante quando vc começa e tomar consciência da “má educação” que sofre o brasileiro, a intolerância as vezes me parece enraizada, alias é enraizada. Por um tempo eu cheguei a pensar, até me envergonho disso, “tudo bem o povo é ignorante pq é pobre” já q sempre estudei em escola publica, “corri atrás do meu pq fui esperto”, tive conquistas, mas ao adentrar no mundo da educação da elite, fico realmente preocupado, ao ponto de perder o sono com tamanha ignorância, a universidade através do professores tem muito a oferecer, mas mesmo assim ela não consegue mudar em nada a ignorância enraizada, o desinteressa massivo. E mesmo aqueles que “fazem” alguma coisa, o fazem por modinha de ser revolucionário, ou um saudosismo absurdo de uma época trágica em que nem eram nascidos, cadê a real consciência, embasamento, conhecimento e interesse??? E me deparei com a triste realidade de que estes são uma maioria imensamente esmagadora, e cheguei a me perguntar se estava louco, se alguma coisa tinha quebrado na minha cabeça e me direcionado na contramão.
Só tenho uma pergunta,
O que eu faço?
o que faremos?
Disse tudo, Marcelo. Parabéns pelo ótimo texto.
Bravo! Falou e disse, Marcelo Rubens Paiva.
Ótimo texto, uma aula de opnião sem ofender ninguém. Tá difícil achar bom senso por aí.
Ser de direita não tem nada a ver com discriminar ninguém.
Tem idiotas de direita e de esquerda. Em igual número.
Afe hem Marcelo? Como tu aguenta? Tu lê mesmo todo esse bando de baboseirada?
Haja saco!
deixapralá…
responder este comentário denunciar abusocredo! essa lista de comentários (salvo honrosas exceções) merece uma tese sobre a estupidez humana… beijo
responder este comentário denunciar abusoBRAVO!!!
Da minha parte e – aposto – também do nosso amigo em comum Zé Otaviano, lá onde estiver!
Simples:
Passamos por um momento de visível choque de classes,
Concordo em partes com o seu texto e discordo em outras.
Infelizmente sempre teremos excesso de opiniões e poucas ações!
A polícia foi extremamente estúpida, hoje em dia um praxe em qualquer ação! Nossas forças policiais são compostas por pessoas com baixa instrução e baixa remuneração. Perfeitos Marionetes!
As declarações dos “pseudo famosos” mencionados são fáceis de explicar:
– Dê status a um comediante
– Dê um meio de comunicação a um músico
– Dê um Blog a um idiota
E você terá esse tipo de declaração
A única coisa que não concordo é essa segregação Direita / Esquerda.
Ter noção de que TODO ser humano tem o direito de buscar a felicidade, seja através de um protexto, uma união com um ser do mesmo sexo, ou qualquer coisa que o valha é uma caracteristica inerente a INDOLE da pessoa e não a Opção Politica da mesma.
Parabéns pelo texto, só peço respeitosamente que na próxima vez o senhor tente ser menos tachativo em relação a certos assuntos, porque escrevendo com excesso de veemencia politica você corre o risco de ser muito mais parecido com seus “opositores ideológicos” do que pode querer.
Obrigada pela matéria, foi para mim de enorme relevância social e pessoal.
Nessa nossa época em que tudo já se viu, tudo já se fez, tudo já se falou… parece que o mais importante é chamar a atenção. Seja pelo mau gosto, pela saia curta, pela ofensa, o importante são os extremos.
Por mais estúpido que seja algo que se diga ou se faça, hoje parece sempre haver uma platéia disposta a apoiar e outra a criticar na mesma medida.
Ser razoável está fora de moda. O negócio agora é ter opinião, defender um ponto-de-vista, falar os maiores absurdos de forma convicta. Assim, se consegue mais leitores, mais audiência, mais espaço…
Não se pode mais assistir a um filme e achá-lo “OK”. Tem que amar ou odiar. Não se pode mais achar que tudo bem fazer uma passeata a favor da maconha. Ou você é a favor de descer a borrachada ou você é maconheiro.
O problema é que radicalismos, em geral, tendem sempre ao erro.
[...] http://blogs.estadao.com.br/marcelo-rubens-paiva/a-moda-do-reaca/ GA_googleAddAttr("AdOpt", "1"); GA_googleAddAttr("Origin", "other"); GA_googleAddAttr("LangId", "1"); GA_googleAddAttr("Autotag", "technology"); GA_googleFillSlot("wpcom_below_post"); [...]
[...] transformando uma coisa boa em outra ridícula e execrável. O Marcelo Rubens Paiva, recentemente, escreveu um texto falando sobre o “politicamente incorreto reacionário”, o Diogomainardismo que está se [...]
Olá Rubens.
Parabéns pelo texto, fazia tempo que não lia alto tão “atual”.
Texto genial! Desengasgou-me, desafogou-me, de fato! A expressão “DiogoMainardização” é algo que há muito eu tentava expressar e julgava indizível, mas é isso, infelizmente, que tenho observado à minha volta, nas mais diferentes esferas, sejam elas reais ou virtuais!
Parabéns, Marcelo Rubens Paiva, por tão brilhante desabafo, se é que podemos chamar assim a esse seu texto. Foi dessa forma que eu me senti identificada, ao menos, numa típica sensação do tão usado #prontofalei!
Obrigada por isso!
DiogoMainardização da imprensa? Que o diga o blog Combat Rock, publicado neste mesmo site. Mais reaça, impossível! Em plena era da democratização da cultura e da informação, os caras publicam um post onde chamam de “criminosos” aqueles que baixam músicas da internet. Absurdo!
Amigos do mundo virtual, tem um ditado antigo mas que cai perfeitamente nos dias de hoje com toda esta interação e globalização “A SUA LIBERDADE TERMINA QUANDO COMEÇA A MINHA LIBERDADE”.
Isso não quer dizer que cada indivíduo não possa e deve ter sua própria opinião e preferência, mas, há de termo o mínimo de respeito ao externar este opinião. Existem várias formas de dizer a verdade ou quem sabe externar uma opinião, basta um pouco de bom censo e discernimento.
[...] Porque os reaças estão com as manguinhas de fora. [...]
[...] http://blogs.estadao.com.br/marcelo-rubens-paiva/a-moda-do-reaca/ [...]
É isso aí! Viva a boa indignação, abaixo as indignidades.
Estes caras citadas na matéria de Marcelo Paiva, são uns bostas, é isso aí.
Discordo do Marcelo Rubens Paiva.. Veja o porquê: http://quemfoiquedisse.wordpress.com/
bingo novamente! você anda afiadíssimo hein? beijo
Reinaldo Azevedo é hype. TRISTE!
Bravo! Bravo!
Mais do que de nossas palavras nossos filhos se lembrarao de nossas atitudes!
Indignacao, reflexao, atitude!!!
Diferenciado, porque “nordestino” que vive em Porto Alegre desde um ano de idade, onde não nascem “sulinos”, mas gaúchos; brasileiro negro porque não sou branco, nem índio, nem creio que pardo me defina; jornalista e escritor de ficção em prosa, versejador que vez por outra encontra a rima e a musa, embora saiba que editora publica o que vai vender e manchete quem decide é o dono do jornal, penso que só há humanidade se vista de fora do planeta. Marcianos que existissem, em visita à Terra, saberiam perfeitamente que tudo isso aqui é gente da mesma cepa, que caixão não tem gaveta, que mortalha não tem bolso, e tudo vira pó ou cinza. Umas almas conterraqueanas, entanto, se pensam colibris, pombas brancas, gaivotas.
Parodiando Francisco Buarque de Holanda: são bailarinas… não tem pereba, jamais tiram meleca no nariz, nem sós, no escuro..
Concordo com a essência do seu texto, com os direitos do “politicamente incorreto” e com o mau gosto de alguns que se acham donos do bom gosto. Nisso tudo, eu só tenho a acrescentar uma coisa, também quero ter o direito a ser contra o uso de maconha, das ditaduras de esquerda ( Fidel, Chaves, Evos, etc.. ),( de direita também ), de achar que ALGUNS “movimentos sociais” são um bando de encostados que vivem às custas do governo, de todos os pensamentos menores, simplistas e preconceituosos que acreditam que, “como nós pensamos assim, diferente de vocês, vocês são inimigos”. Só isso, simples assim, falta à humanidade um pouco de simplicidade, harmonia e inteligência, algo ausente nos dois opostos que, na verdade, se assemelham muito.
entenda o que aconteceu na sábado passado assistindo o programa ARSENAL http://www.nauweb.tv/principal_video.asp?id=217
vamos todos à #marchadaliberdade !!
e belo texto!!
valeu. abraços pro seu pai, meu gde amigo
responder este comentário denunciar abusoSatisfação encontrar este teu texto Marcelo. Abraço.
Gosto e concordo com o que você escreve, Marcelo.
Mas, acho que não precisamos discutir sobre essas pessoas, deveriamos deixar passar, nao vale a pena valorizar esse tipo de assunto que é abordado por um bando que quer apenas se promover.
Conheço gente que gosta e gente que odeia, eu me omito, eu prefiro apoiar quem promove assuntos interessantes que sejam uteis para a sociedade, que possa ser chocante ou não, mas que seja consciente para mim.
Enquanto houver publico, seguidores e leitores, eles continuarão com as suas propagandas de mal gosto. Tenho certeza que logo escreverão sobre você e seu texto, gerando mais divulgação para eles.
O autor é com certeza tão preconceituoso quanto aqueles que critica. Acredito que não se pode atribuir a alcunha de “reaças” só porque são contrárias a descriminalização do aborto ou do uso de maconha. O autor confunde ideologia política com a falta de educação de uns poucos.
Qual a relação entre os “reaças” e as pessoas mal educadas?
Qual a relação entre as convicções que as pessoas podem legitimamente ter sobre união estavel homoafetiva, aborto e drogas com as ideologias políticas de “direita” ou “esquerda”?
Realmente é um texto infeliz, de uma pessoa infeliz, que critica seus semelhantes igualmente infelizes.
UM LIXO!
Caro Marcelo, seu texto é preciso! Quando me “acusam” de ser politicamente correto por defender algumas idéias, eu costumo dizer que politicamente correto é alguém que não acredita no que faz/diz e apenas o faz/diz para agradar alguém. A modinha dos iconoclastas e malditos, que ficam proferindo suas malvadezas com orgulho “intelectualóide”, é um sintoma dos tempos em que vivemos. Qualquer emoção é “piegas”, qualquer singeleza é “bichogrilice” e por aí vai. Tem um texto muito bacana da nossa colega, jornalista, Eliane Brum (http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI202868-15230,00-NA+PELE+DO+OUTRO.html) que aborda essa total falta de humanidade em que estamos nos metendo. Vale a pena a leitura.
Um abraço!
Concordo plenamente com o autor, é um absurdo esse culto neo-direitista, neo-fascita escroto que toma posse das novas gerações da classe média brasileira. Artistas idiotizados que se venderam aos sonhos de uma América do tio Sam, sem noção.
Viva o povo brasileiro, Josué de Castro, Paulo Freire tantos outros ideólogos, homens práticos, de, por AMOR, fizeram essa terra. Todos os negros, índios, e até os europeus…
ABAIXO O EUROCENTRISMO!!!
Nós não somos produtos.
Não é à toa que os maiores especialistas em geopolítica do mundo chamam o Brasil de G-Zero, ou seja, antes do G-20, G-8…. Aqui tem água, terra, comida, minérios…
E uma geração de gente fina, “politicamente correta” (à moda antiga, agora resgatada), que vai VENCER essa corja de feladaputas egoístas que acham que o pacto colonial é bonito e que o lance é explorar os irmãos para poder arrotar choco em Paris…
Pensem nisso…
PROFISSÃO, FELADAPUTA
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/06/472667.shtml?comment=on
Não sei o que já foi comentado antes ou se esse meu ponto de vista está sendo repetitivo. De qualquer forma, é importante falar e interessante saber que muita gente opinou, leu o texto e aceitou discuti-lo no momento em que participou da conversa aqui via comentários.
Pessoalmente, concordo com o que o Marcelo disse no texto. E definitivamente não acho sequer apropriado o termo politicamente correto, artificial por si só. Correto aí é o que é “politicamente” indicado, não o que existe por respeito.
Fora as ofensas gratuitas e preconceituosas dos casos como Mayara Petruso, Amanda Régis e Ed Motta, etc, etc, etc, a gente tem os humoristas se colocando nesse mesmo nível: Danilo Gentili, Rafinhas Bastos, Casas dos Autistas, novamente etc, etc, etc. O que incomoda é justamente o humor, fonte inesgotável de diversão e reflexão, ser um instrumento de avacalhação pública. Não sou xiita quanto a isso e não acho que seja necessariamente mau zoar e ser zoado. Mas uma questão simples pode diferenciar o xingamento bobo do humor ácido, até mesmo negro. Pra quê tem neguinho dizendo que judeu pegou trem pra Auschwitz? Pra quê dizer que é triste o dia das mães sem mãe? Pra nada. Pra evidenciar que alguém se fodeu. “Nossa, que engraçada é a desgraça alheia!” – estranhamente, deve ter quem ache graça. Difícil explicar essa coisa tão particular que é o humor, difícil entender o timing de certas piadas. Esse tipo de “tirada” é tão pobre quanto as piadinhas de criança de escola (já evitando aqui usar outro termo-lugar-comum, que é o bullying), só que ainda mais besta porque um adulto que ganha pra isso e em sã consciência escolhe esse jeito bobo de fazer alguns rirem. É aí que o humor fica fraco e a piada perde a graça pra muita gente.
Não é o caso de tirar do humor qualquer citação aos problemas, preconceitos & controvérsias da sociedade, deixando a piada completamente à parte da vida. Isso não tem graça. Será que o esquete “Negro, eu?” do TV Pirata passaria pelas patrulhas do politicamente correto hoje em dia? Aquela piada deve ter feito muita gente rir e pensar… é sem dúvida uma visão crítica do que a gente vê todo dia, mesmo que velado. É colocar o estapafúrdio do que vivemos à mostra, deixando transparecer a surrealidade de alguns padrões e conceitos. E tudo isso fazendo rir, o melhor de tudo.
No resumo da ópera, fica a nossa obrigação de manter o radar ligado e sempre avaliar mais de um aspecto da mesma coisa. Pensar nas causas, consequências e motivações das atitudes. E até das piadas.
Marcelo, vira e mexe aqui em SP me lembro de um texto teu que, se não me engano, saiu no Estadão… Direita Volver… Ela está voltando e é com força. E não é exclusividade brasileira, na Itália e na França ela voltou faz um tempinho. Uma tristeza.
Ótimo texto, e que pode ser pensado no âmbito internacional se atentarmos, por exemplo, para as recentes declarações do cineasta Lars Von Trier, em Cannes, nas quais levianamente ele se declarou nazista.
Onde encontro esse comentário do secretário municipal de segurança?
Tá difícil, tá difíci! Eu que sou de quando a internet não exisitia ou ainda poucos tinham acesso – que já passei por bullying. quando não tinha este nome, ouvi piada de nordestinos, pretos, loiras, judeus, comprava chocolate em forma de cigarro no bar da esquina e até e fazia estilingue pra matar passarinho mas cresci querendo consertar o mundo, questionando e achando tudo isso errado, achei muito bom quando a onda do politicamente correto surgiu – onda que em algum nível eu e os “iguais” a mim devemos ter colaborado com seu surgimento justamente por causa dos nossos questionamentos e ânsia por justiça. Mas essa turma ficou muito chata, obsessiva, a mídia (ô palavrinha chata!) se apossou do termo banalizando tudo , nivelando tudo por baixo. Então percebi que o “policamente correto” pode tão ser reacionário quanto o inverso. Não quero mais!
Mas – de novo – então, como reação inversa eis que gentes que se dizem esclarecidas, de um “nível superior ” e que por princípio eu tendo a respeitar justamente por isso, soltam asneiras a torto e a direito e daí não poderão reclamar quando outras gentes nem tão esclarecidas assim fazem a mesma coisa!
Mas então não podemos mais fazer piadas? Nem achar – e dizer que achamos – alguém feio? E essas manifestações podem ser postas no mesmo saco da repressão à uma passeata pacífica ou à uma mãe amamentando em púbico? Qual é o limite? Qual é a conexão? Talvez a responsabilidade seja maior só porque tudo o que publicamos – por quaisquer meios – seja permanente e acessível instantaneamente por todos e a cada um com suas interpretações e reações que podem ser muitas e desmedidas. Então o que fazemos? Ficamos chatos, infinitamente bonzinhos e “politicamente corretos” ou corremos o risco de nos vermos envolvidos em polêmicas, interpretações exacerbadas e tendo que nos justificar dizendo “que não foi bem isso que eu quis dizer”? Hem?!
Reacionário
1 relativo, pertencente ou favorável à reação, ou caracterizado pela mesma; reacionarista, reacionista
2 Rubrica: termo jurídico.
contrário, hostil à democracia; antidemocrático
3 Rubrica: termo jurídico.
que se opõe às ideias voltadas para a transformação da sociedade
Rubrica: política.
4 que ou aquele que defende princípios ultraconservadores, contrários à evolução política ou social; reacionarista, reacionista
Recorri ao Houaiss para fazer o meu comentário. Acredito ser inoportuno colocar todos os acontecimentos descritos no mesmo plano.
É triste que o debate tenha generalizado tanto, neste sentido… devemos ter senso crítico apurado, pontuar todos os temas e discuti-los individualmente… uma coisa é a marcha pela liberalização e uso da maconha, o churrasco de gente diferenciada e a causa lgbtt. Envolve classes e minorias, que devem ser representadas e expressar suas opiniões e anseios de forma DEMOCRÁTICA. O reaça mora exatamente aqui: se ele faz um comentário de cunho preconceituoso (seja de classe ou orientação sexual) e não dá a mínima ao que o opositor acredita – inclusive coagindo este grupo, ele então é um reaça da pior extirpe. É um canalha, deve apanhar.
Um humorista de stand up faz uma piadinha relativa aos judeus e é severamente criticado. Reaça então são aqueles que o criticam? Acredito que não… quer dizer que as pessoas que o criticaram tem o mínimo de senso crítico para sacar que a piada realmente foi de “mau gosto”… há uma simbologia por trás da piada, todo mundo sabe o que foi Segunda Guerra Mundial e etc… todos os judeus são ricos e moram no Higienópolis? O judeu não tem o direito de ser pobre? E de ficar ofendido, ele não pode? Isso é ser reaça?
Alguém que já perdeu a mãe recebe uma mensagem pelo twitter do Rafinha Bastos dessa seguinte magnitude e o critica (ou chora, sei lá) necessariamente é um reaça?
Realmente é colocar todos os assuntos no mesmo pacote…
O cara tem orientação homossexual, deve necessariamente gostar da piada do Rafinha Bastos (aliás, ele é cheio de piadinhas homofóbicas)? As piadas dele são necessariamente progressistas? Isso contribui em quê para a transformação da sociedade?
Claro que rola muita coisa aí… a tal da ética, a tal da moral… mas
Na minha opinião, o mundo não está mais reaça, não. Da sua época da juventude pra cá – Politicamente, talvez… por estarmos passando por uma crise nas utopias desde a derrocada dos países socialistas? Talvez sim…
Mas em outros pontos, creio que a sociedade está progredindo… está mais crítica, pelo menos expressa opiniões… as cartas estão em jogo… com o acesso dos indivíduos às mídias, eles podem comentar e criticar… não se trata mais de um antagonismo maniqueísta de opiniões… todos têm… devemos debater… isso é opinião pública, é uma forma de promover a democracia, mesmo que com seríssimos problemas de manipulação de informação e etc… agora, colocar todas as atitudes e acontecimentos dos últimos dias como algo “reaça”, é diminuir demais a discussão.
Um abraço!
seguindo uma parte do raciocínio, nao estou nem concordando nem discordando, mas gostei do que me veio a cabeça!! o judeu, nao gosta de pobres, o pobre odeia os homossexuais, o homossexual é contra a marcha da maconha, o maconheiro nao concorda com a piada do gentili sobre os judeus, acabamos de fechar um ciclo de reacionarios, hehehe. todos, hipocritamente reacionarios e defendendo sua ‘causa’!! hehehe
onde isso vai chegar??
Aborto = sou a favor.
Respeito = Muito bom, principalmente quando utilizado para atender todos, não somente alguns grupos (LGBT´s por exemplo). Existem tantas diferenças dentro de uma escola que geram tantos aborrecimentos de quem está do lado mais fraco. Alguém aqui já leu aquela cartilha ? Vocês realmente concordam? Não acredito….
Fazer uma reivindicação sobre legalização da maconha? Sim, legal. Às vezes poderia até ser bom, quem sabe? Tiraria um produto da mão dos traficantes, mas vai saber se diminuiria a violência, com certeza eles iriam focar mais em outras drogas. Acho que tem d ser estudado por alquém (se é que já não fizeram isso), verificar em outros países se melhorou alguma coisa ou não… sei lá…
Mas eu gostaria que juntássemos um grupo com tanta vontade de fumar maconha para reivindicar contra o aumento do salário dos deputados e o baixo salário dos professores (E olha que nem sou professor)… Exigir, no mínimo, ensino médio para representar o povo (Deputados?), eu fico com o sentimento de estar sendo lesado, nenhum outro trabalhador pode aprovar seu próprio aumento de salário e é totalmente fora da realidade um aumento tão grande…. Mas eu sei que é difícil, eu falo que deveriam, mas pq não me incluo nesta reivindicação, prefiro o conforto do meu lar né? Ou talvez eu não tenha força tb para conseguir isso e muito menos dinheiro para ir a Brasília ….
Agora, muitas coisas, que são ditas aqui, parecem querer ser contra quem tem outra opinião e utilizam um fato para questionar a forma de pensar dos outros. Não pensar totalmente como o autor é sinal de falta de educação….
Ola marcelo sobre a questão do estudo sobre drogas tem um documentario brasileiro, “cortina de fumaça” que é bem interessante, e com varias pesquisas sobre o assunto feitas no mundo todo, eu consegui baixar pelo 4shared. concordo com o que falou nesse comentario!
abraço
Pablo, obrigado.
Vou procurar o documentário.
Abraços
responder este comentário denunciar abusoEntão o certo é causar a desordem na cidade para reivindicar uma babaquice sem tamanho? Quer que a Polícia pegue cada um dos baderneiros pela mãozinha e os leve para casa?
Quanto aos humoristas, de repente, um grupinho que achava a maior graça quando esses artistas faziam piadas com gays, negros, portugueses, japoneses, nordestinos, etc, se rebelou quando o Gentili fez a piada com judeus. Estranho.
E porque não trocar o “politicamente” pelo “eticamente” correto! como as coisas ficariam diferentes! Triste q esse tipo de REAÇAo tenha chegado a tal ponto, no entanto, é animador ver q não são todos! Parabéns pelo artigo!
Marcelo, obrigada. Estou cansada das atrocidades da internet. Mas acho que é usando a rede que podemos tentar dar um sacode nessa gente medíocre, que quando passa mal se esvai em sangue igual pobre, pardo, bugre… Que quando come comida estragada (por mais chique que seja), vai às pressas pro banheiro e faz o que nordestinos, judeus, negros, diferenciados fazem em plena desinteria. Gente cretina que se acha melhor que gays, lésbicas, domésticas, feios. Mas que vai apodrecer no caixão igualzinho a esses. Cansaço. Mas estamos aí…
o stanley kubrick resumiu toda essa discussão no filme full metal jacket (nascido para matar) em um diálogo de joker com um oficial ao ser questionado sobre a frase no seu capacete “born to kill”, sendo ele um pacificista: “isso faz parte da dualidade humana”. somos todos paradoxais, ambíguos. rimos qd. alguém leva um tombo, mas nos comovemos ao ver uma criança chorando. o politicamente incorreto é uma reação ao politicamente correto. mas tudo tem limite: o bom senso.
[...] Publicado por Pavarini em 24 de maio de 2011, terça-feira. Às 21:00, dentro de reflexões | 388600 Comentárioshttp%3A%2F%2Fwww.pavablog.com%2F2011%2F05%2F24%2Fa-moda-do-reaca%2FA+moda+do+rea%C3%A7a2011-05-25+00%3A00%3A19Pavarinihttp%3A%2F%2Fwww.pavablog.com%2F%3Fp%3D38860 TweetShareTexto de Marcelo Rubens Paiva publicado originalmente no Estadão [...]
” O que se espera de um artista é que ele cuide das palavras”: Vladmir Safatle, ontem no Jornal da Cultura
Democracia! Se usa essa palavra como se ela transmitisse uma verdade universal. A democracia é apenas uma (das muitas) estratégias para realizar objetivos: pode ser dada ou conseguida em maior ou menor grau, dependendo do que se quer obter.
Mas, nela, está realmente presente a opção de escolher.
E quem é viciado tem opção de escolha? Se a maioria não consegue escolher nem entre parar ou não parar de fumar ou beber, imagine se a opção de escolha envolvendo este tipo de droga está presente!?
Isso de passeata a favor de maconha é coisa de “cabeção” vagaba. Use no seu quarto, na sua casa, na sarjeta, mas, por favor, poupe os outros do seu gosto universal. Aliás, gosto universal é antidemocrático.
nossa, a ação da pm na marcha ainda tá entalada… a manifestação foi super pacífica de um lado, e de outro estavam os policiais e os skin heads tocando o terror na galera… e a pm tacando bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha em todos os passantes da av paulista, consolação e pça roosevelt… estava chegando em casa e fui atingida pelo gás ao lado de duas velhinhas, enqto um comerciante da minha rua levou uma bala na bunda, e não tinha absolutamente nada a ver com isso. e os neonazistas postando vídeos na net comemorando a zona de guerra q o centro de sp se tornou, só pq um grupo de pessoas ousou se expressar a favor da legalização – e consequentemente, contra o tráfico q a pm diz tanto odiar
Acho que os humoristas deveriam buscar alcançar os novos valores que estão felizmente criando raízes. As piadas sem graça e repetitivas, dos mesmos temas,
que quase sempre são preconceituosos, foram se cristalizando pq sempre tiveram ouvidos para elas, parece que pra ser engraçado tem que ser ofensivo e grotesco, acho que q ainda não viraram o disco pq são atrasados e preguiçosos, não criam, é mais fácil repetir o q a maioria “sabe” ouvir do que fazer do humor uma forma de desenvolver a cultura, fazendo as pessoas pensarem sobre o q se ouviu; saber tirar boas risadas hoje em dia está ficando cada vez mais difícil pq as mudanças sociais são sérias e consistentes, não dá mais prá ficar achincalhando como na ditadura, ela já se foi, é preciso aprender a brincar de novo. Muito bom artigo de Marcelo Paiva, valeu !
Revolucionários, uni-vos em silêncio. Santo Mahatma Gandhi, protegei-nos.
sin perder la ternura
responder este comentário denunciar abusoMarcelo Rubens Paiva,
Belíssimo post. Desde que eu entrei na USP, tenho me chocado com tamanha ignorância dos jovens tanto os que tem a minha idade, quanto os mais velhos ou os bixos. São pessoas que vivem cada vez mais presas em uma bolha, vivendo em seu próprio mundinho e não se importando que seus atos possam ferir outro. Tipo isso mesmo, foda-se o resto.
Sou grande fã sua e pretendo comprar o seu livro de crônicas (:
Se eu ja tinha uma admiração cega por vc agora é muito mais q amor incondicional. Vc conseguiu exprimir toda a minha inconformidade e repugnancia com relação a todos esses acontecimentos…é chocante q num pais como o nosso em “evolução”( se é q da pra classificar assim?), onde vc tem campanhas a favor da amamentação , campanhas a favor disso e daquilo (uma tentativa as vezes isolada de acabar com preconceitos) falando sobre orgulho de raças de credo e de opções,ainda tenhamos q nos deparar com esses comentários na net, as pessoas não sabem a hora de parar e respeito é uma palavra desconhecida…Fico feliz em ter compartilhado o mesmo pensamento q vc…orgulho de ainda ter bons colunistas, escritores pessoas q sabem o significado da palavra RESPEITO..
Minha admiração por vc só cresce…
bjks
Camarada… Li duas vezes o teu texto. Ou eu sou MUITO BURRO, ou… Não consegui entender teu texto, falta clareza de idéias, mais parece um desabafo emocional. Para te falar a verdade, sou a favor da liberalização da maconha, faz tempo que tenho essa opinião. Mas sou completamente contra clack e seus correspondentes. O grande problema dessas manifestações é que os manifestantes parecem que querem AGREDIR as pessoas com as suas idéias.
Quem define o que é “politicamente correto” Essa pseudo-esquerda formada por estudantes da USP, artistas e outros intelectuais? Que gostam do folclórico, mas nunca pisaram numa favela de verdade?
Adoro o Marcelo Rubens Paiva. Li todos os livros dele e sigo o blog, mas não concordo com o texto inteiro.
Simplesmente porque a maioria das pessoas que vejo cometendo essa grande “massa” de atitude politicamente incorreta não tem ligação política alguma. Não concordo em ligar falta de educação e idiotice com tendência política.
Já vi uma judia falar mal da liberdade homossexual. Ela é de direita ou esquerda? Conheço familia de petista que acha que viado tem que morrer. E ai?
E me diz, o que é ser reacionário hoje em dia? É ir contra o gorverno? Ou ir contra a direita? Ou ir contra a esquerda? Sinceramente o Brasil é um país onde não enxergo mais nitidamente essa divisão política, só vejo um monte de “centro” tentando ganhar voto e ficar rico as custas dos eleitores.
Me entristece as pessoas acharem normal ofender os outros, assim como me entristece quando alguém é chamado de “reacionário” quando não concorda com uma atitude do Estado.
cara, tem que fazer protesto por coisa séria
contra os absurdos praticados pelo políticos em favor deles mesmos, por exemplo.
não vejo ninguém mobilizar pra fazer protesto contra aumento de salário de deputados, vereadores,juízes por aí…
é tudo bando de maconheiro mesmo, depois tão reclamando
os jornalistas também querem ser os “intocáveis”
mano se a ordem é pra vazar, vaza.
quer enfrentar a policia? cacete neles!
pl 122? lixo!
kit gay? deixa o seu filho virar “viado’ pra vc ver se é bom..
a imprensa hoje é tedenciosa, parcial e hipócrita.
posta essa parada aí, filho
não seja parcial.
Agora estou aqui pensando se nao sou eu a intolerante…
Primeiro porque estes comediantes citados estão longe do humor inteligente, são semi-analfabetos que vivem de explorar a desgraça alheia. O problema é que eles têm audiência: como tudo nessa vida, questão de flexibilidade de caráter, e de adaptação. Um pouco de miopia também facilita.
Desgraça no Brasil virou sinônimo de piada, do mesmo jeito que política é sinônimo de pilantragem, fazer o quê. O “politicamente correto e incorreto” seria compreensível e aplicável se no Brasil se soubesse o que é política, ou caso esta fosse praticada dentro dos parâmetros do seu significado. Então chamar o Brasil de terceiro mundo agora é ofensa? Ficaram ofendidos? ROAM-SE. Ou então, façam como eu: arrume sua trouxa, e vai viver em outro país.
Muito bom esse texto! Muito bom mesmo! Vou compartilhar no facebook, pelo menos, ele tem que servir para coisas boas também!
Ontem assisti pela primeira vez Easy Rider. Filme classico de decadas atras. Filme feito com o ar libertino e progressista dos hippies e o contraste da sociedade repressora. Infelizmente aquele tempo,aquele pensamento recriminador e repressor contra diferente expressoes e buscas ainda existe e ainda mata.
Antes as pessoas colocassem a sua raiva e energia como os jovens negros em LA, documentado no documentario RIZE.
Risco existe e a burguesia, tapa essa existencia….mas o cheiro ainda continua a existir,como O Cheiro do Ralo.
Adorei o texto, muito bem escrito e pertinente nesta época cínica que considera “cool” boçalidades como o desrespeito aos mais fracos e menos desenvolvidos
Opa, Marcelo.
Interessante o texto.
Só tem um detalhe: a mãe que esteve no Itaú Cultural não foi expulsa do espaço.
Acho que um próximo post poderia ser sobre o barulho nas redes sociais e quando/ em que medida, é (+) uma “cilada” dessa sociedade do espetáculo em que todos nós, pobres mortais, vivemos!
abraços
[...] A MODA DO REAÇA [...]
Muito bom mesmo o texto, Marcelo! Por mais que seja clichê, é melhor para o mundo que sejamos “politicamente corretos”. Não entre as aspas, pois o conceito aprisiona, mas no melhor sentido grego de “política” que pode ser entendido como sociedade, comunidade. Ser politicamente correto é respeitar a comunidade, a comunhão entre os indivíduos, o que envolve diversos valores humanistas. Então, um sim ao politicamente correto não reativo e pautado no humanismo que devemos para com nossos irmãos. Aos politicamente incorretos: que tal reavaliar sua função na comunidade?
Eu acho que eles mereceram levar borrachada sim, e se eu sou censurado por pensar assim, então essa marcha da “liberdade de expressão” não serviu pra nada…
E coerência mandou um abraço…
Ser censurado não é o mesmo que ser agredido.
E você se queixa de ser censurado por defender a censura?!
E ainda faz ironia sobre a coerência?!
Há, de início, um problema linguístico aqui.
Marcha da Maconha, Marcha do Crack, da Cocaína, da Heroína. Marcha do Oxi. Marcha do LSD. Então sou reacionário.
Sou pai e tio de viciado, como tantos outros. Por nós, ninguém marcha.
Não chame de reacionário quem é contra a propagação da droga. A droga acaba com as famílias. A droga (qualquer uma) é um mal e por ele não deve haver marcha.
A violência pode ter sido exagerada, MAS NÃO ME CHAME DE REACIONÁRIO.
Putz concordo plenamente com você.
Nunca vi ter marcha por coisas que só tendem a destruir o ser humano.
Aredito que as pessoas têm mania que se preocupar com a consequencia (aborto) do que com a causa (prevenção, uso de camisinha, etc).
E depois, não sei pra que tanto auê.
Usar maconha não pode ser sequer considerado crime, a nova lei de drogas despenalizou o instituto, o máximo que a pessoa vai receber é uma bronca verbal do juiz.
Eu sou contra, acho um absurdo e já vi de perto o mal que a maconha faz no ser humano.
Se voce soubesse a origem de todo vicio nao colocaria a culpa em fatores externos… sinto muito pelos seus parentes, mas so vicia quem já tem problemas…
responder este comentário denunciar abusoAchei que ninguém ia falar o que vc falou.
Só quem vive a gravidade da droga entende o quanto essa marcha foi despropositada.
Não desista de seu filho.
responder este comentário denunciar abusoSempre leio a coluna do Marcelo no Estadão, mas estranhei um pouco a crítica ao “politicamente incorreto”, pois segundo uma entrevista com ele, seu programa de TV favorito é South Park (que é um dos meus favoritos também).
http://www.wtennis.com.br/html/revistas/67/marcelo.htm
E South Park ganha de longe em piadas de gosto de duvidoso e preconceituosas que qualquer “humorista” brasileiro tenha feito.
http://en.wikipedia.org/wiki/South_Park_controversies
A escória intelectual, moral, sentimental, filosófica, emocional, política e ideológica sempre foi e será a direita. Não há novidades por aqui desde D. João VI. Essa gente roda presa, rabo sujo, mente escrota, cumpre seu papel. Existem para que nós possamos nutrir desprezo por eles e mantermos nosso rumo pela sociedade justa, coerente e humana. Reacinhas, continuem a nos dar alegria com sus demonstrações de estupidez e derrotismo hereditário. Incultos, vocês não se cansam de bancar os idiotas do Brasil
(…)Domésticas ofendidas POR Delfim Netto, os (…)
Respeito o seu sentimento, porém vejo que a lógica argumentativa não coincide com a realidade.
Pode-se argumentar que a ação da PM teve utilização da força além da conta, mas sinto que você, assim como outros que defenderam os manifestantes, o fez apenas pq concorda com as reivindicações da passeata. Reivindicações que foram consideradas ilegais pela justiça.
Você parece adorar tolerância, mas é tolerante a quem? Eu sou um dito “reacionário”. Sou contra o casamento gay, contra a legalização das drogas, favorável a leis criminais mais severas e contra o aborto. Estas opiniões são pintadas há anos pela imprensa e pela “cultura” como coisas jurássicas. E foram tão colocadas à margem que nenhum partido político as endossa. Ou seja, a democracia virou o regime do pensamento único.
Acho apenas engraçado caracterizar Rafinha Bastos e Danilo Gentili como sofredores do mal do “reacismo”. O primeiro tem um programa no qual vive defendendo as mudanças sociais atuais, como o “aborto”, e o segundo já se declarou, ao menos nas entrelinhas, favorável ao esquerdismo. É questão de pesquisar.
Agora, coitados dos reaças, que vagarosamente, perderão todos os direitos de expressão, conforme o PL 122 intenta. Aí, enfim, você estará a salvo da liberdade de expressão dos diogomainardizados. Viva a “democracia”!
Adorei o texto! Está ficando cansativo esse “humor” de chacota, de piadinha infame e sem limite. O grande problema é que, quando o discurso parte de um programa humorístico já consagrado, tudo ganha ares de grande verdade – a tal voz legitimada – que dita comportamentos, constrói discursos, é massificante e, acima de td, idiotiza.
Cabra, tu não tem o que fazer, não? Então vai dar meia hora de cu, seu safado!
Marcelo, parabéns!
Era exatamente o que estava pensando quando fiz o “balanço” dessas últimas semanas.
Sou Paraibana com muito orgulho (orgulho do que se deve se orgulhar daqui, pois nem tudo é motivo para tal), e sempre estou acompanhando com muita preocupação essa onda de revolta contra os Nordestinos, e agora mais recentemente e abertamente com outros…
Até onde vamos chegar?
=* continue tirando as palavras de minha boca!
diogomainardização é massa. Perfeito texto. i love you. Nos tempos de hiperinformação temos a gente mais mal informada de todos os tempos.
AndreZao, o Marcelo não te chamou de reacionário, até pq você concordou que a violência pode ter sido exagerada, isso demonstra que você ponderou sobre o assunto. Ele chamou de reacionário aqueles que são intolerantes, e não vou aqui usar mil palavras pra explicar o que é isso.
Eu sinto muito por sua condição de pai e tio de viciado. As marchas são abertas a todos, basta organizar, divulgar e fazer. Exerça sua condição de cidadão, lute pelo que acredita, assim como os outros fizeram. Falar e não fazer nada não é a solução. Com certeza muitas pessoas estariam apoiando você (inclusive eu) talvez até em maior quantidade que a da “Marcha da Maconha”.
Só gostaria que o autor comentasse sua opinião a respeito do programa South Park,que contém piadas muito mais politicamente incorretas. Sei que o autor já comentou ser esse seu show preferido, então gostaria de entender a contradição.
Isso não é para desmerecer a opinião discutida no post, apenas para que se pense que talvez algumas diferenciações devam ser feitas, os contextos especificados com mais rigor. Por que nos EUA um programa politicamente incorreto é apreciado, e no Brasil, atualmente, achamos que há exagero?
Você se esqueceu do Lars Von Trier, Marcelo.
Mais um lamentável caso de preconceito não como sintoma de ignorância.
ADORO FUMAR MACONHA
SOU UM CIDADÃO COMUM…. TRABALHO, ME VISTO COMO UMA PESSOA COMU E SEI ME PORTAR!
ODEIO OS MACONHEIROS ESTERIOTIPADOS!! ESSE ORGULHOSOS MACONHEIROS… SÃO ESSES PU.TOS QUE FO.DEM TUDO!
DEVERIA SER ABSOLUTAMENTE NORMAL FUMAR MACONHA.. E NÃO COISA DE RELAPSO BARBUDO PSICOINTELECUTAL..
OTÁ.RIOS
Não consigo entender de outra forma: a porta de entrada para as drogas é ter uma cabeça fraca.
E maconha é droga.
Não é todo mundo que volta, a verdade é essa. O melhor mesmo é não pagar p ver. Pra q sequer experimentar uma coisa q, por observação, todo mundo sabe onde vai dar?
Quem não aprende com os erros alheios não merece ter olhos, ouvidos, cérebro…
Ninguém foi às ruas dizer que a maconha não é droga.
Eu não sei se tenho condições de afirmar se alguém merece ou não ter algo, mas eu acredito que todos os usuários com problemas mereciam tratamento digno, e não a cadeia. Assim como os viciados em álcool recebem. E olha que o álcool mata 2,5 milhões de pessoas todo ano.
O problema é que vocês não nos deixam nem debater! Já vem com a porrada antes de abrirmos a boca. A legalização e regulamentação concedem o direito à liberdade individual. Eu POSSO escolher fazer com meu corpo o que eu bem entender e assumir as responsabilidades por estas escolhas.
Sem contar que só morre “de maconha” quem tá no tráfico, ou é vítima da indústria que o alimenta. Pra ter overdose precisa fumar umas duas toneladas.
E Luciana, alguns dos maiores erros já cometidos envolvem a interferência do Estado na vida das pessoas. Você deve ter olhos, ouvidos e cérebro mas, se você não aprendeu com isso, não deve ter coração mesmo.
responder este comentário denunciar abusoAhhh! acrescentaria algumas pérola do KaliYuga aí…
http://www.facebook.com/lito.etchepare/posts/221347994560864?ref=notif¬if_t=like
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Colocar o Delfim Neto no mesmo balaio que esses “jornalistas” e “internautas” é de uma tolice proporcional à da torcedora do Flamengo. E a piada com os judeus do “rafinha” foi justamente tomando partido pelo manifesto dos diferenciados. É esse o problema de abaixar a cabeça para tudo o que vem do Politicamente Correto: a pessoa se sente do lado da Verdade e do Bem, com a sua sensação de segurança pela aprovação alheia. Comparado com o Delfim Neto, esse canalha do CQC não passou apuro nenhum, twita um #desculpaígalera e fica por isso. O Delfim, que NADA DISSE DE MONSTRUOSO uma vez que estava falando de economia, em termos de uma teoria econômica AINDA VIGENTE, ele, foi a um cartório e registrou um pedido de desculpas. A piadinha daquele moleque só maculou a imagem do manifesto-churrasco.
ah, perdão… confundi um burro com uma mula no meu comentário. a piada foi do “gentili”…
responder este comentário denunciar abusoAh, e chamar Esquerda de “penamento humanista” foi ótima… se superou… acho que o “camarada” se esqueceu dos seus ancenstrais Stalin, Trotsky, Mao Tse Tung, Fidel Castro… isso sim que é “humanismo”… não estárá ele se confundindo com o “humanitismo” de Bras Cubas?
o Brasil é um pais engraçado…a confusão que se vê é quase um sintoma de uma esquizofrenia colectiva…no Planalto “homens de bem” vestem seus ternos e roubam o povo de forma solene…provocam fome e miséria com decisões assinadas e votadas…nas ruas os jovens e adultos consomem alcool, fumam (drogas licitas) …e quando alguem resolve dizer que a unica solução para para o trafico é legalizar e cobrar imposto…a polica “desce o cacete”…
Na Europa a coisa não é muito diferente…e o povo não se cala …Madri, Lisboa…todos acampados na rua contra a mão pesada de governantes que apoiam o “capitalismo selvagem” …
Todo mundo tem algo pra dizer…mas não tem educação…nem governo nem o povo…
[...] (Post reproduzido do Estadão. com, aqui.) [...]
luciana, vc é bem ignorante. Ninguém sabe onde nada vai dar.
Vc já observou o mundo todo fumando maconha? a experiencia é diferente para cada um, não dá pra generalizar…
ah! e o ed motta tava falidissimo! ele precisava de uma polemica pra se reerguer! e conseguiu!! (eu, particularmente, nem me lembrava da existencia dele)
Sou mulher, gorda e quarentona. Saio com quem quero, trepo com quero, casados, solteiros, pobres, ricos, feios, bandidos e mocinhos, às vezes tem até mocinhas envolvidas… sou quadruplamente perseguida por uma sociedade hipócrita que pega toda a zona de suas vidas e esconde no armário. A diferença é que eu NUNCA abro as portas do armário de ninguém e não exponho nada deles. Quer saber: manucú!!!!!
ae!!! bjs
responder este comentário denunciar abusoParabéns pelo trabalho… agora sei que isso não é coisa da minha cabeça. Vejo diariamente muita gente se queixando de preconceito… tem alguns que ainda tem coragem de dizer que não tem preconceitos, mas vai saber!? Já vi pessoas correndo de alguns moradores de rua por achar que eram ladrões ou nao conversar com algumas pessoas simplesmente pq fazem uma engenharia qualquer e não são das humanas…
A verdade é que todo mundo tem pré-conceitos. Como exemplo: vc acaba de ver uma pessoa chegar perto de vc, ela te comprimenta e o que acontece? Vc vai observar tudo que for de informação rapida da pessoa (involuntariamente) e enfiar um rótulo nela… infelizmente faz parte do pensamento humano engavetar as coisas! Como a citação da leitora Luciana: “Não consigo entender de outra forma: a porta de entrada para as drogas é ter uma cabeça fraca.
E maconha é droga.
Não é todo mundo que volta, a verdade é essa. O melhor mesmo é não pagar p ver. Pra q sequer experimentar uma coisa q, por observação, todo mundo sabe onde vai dar?
Quem não aprende com os erros alheios não merece ter olhos, ouvidos, cérebro…”
Voltar pra onde? Cabeça fraca? Na verdade, tudo que agente lê,vê e ouve acaba tendo o nosso ponto de vista (teoria da recepção) o que falta, de verdade, é tolerância. Sou adepto de que ninguém pode julgar alguém ferrenhamente. Ainda mais de forma generalizada, sem conhecer consistentemente essa pessoa ou “gaveta”.
Sou usuário de maconha a muito tempo e não é pq ela foi taxada como droga que simplesmente é uma merda, quem taxou ela de merda usou pra ver se é merda mesmo ou se tem muita diferença do álcool? A maconha não me impediu de poder ter amores, entrar na faculdade, dar aula, viver… Voce já viu alguém fazer marcha pra liberar o uso de cocaina? Eu nunca vi… A questao é que se fosse algo tão terrivel, ninguém faria manifesto pela liberação.
Agora, pq fizeram a marcha pela maconha, tem gente que acha certo bater pq sao usuarios de “droga”. Então quer dizer que viado tem que apanhar pq nao é “homem”? Só digo uma coisa: parem de olhar pro umbigo e levanta a cabeça pra poder ver mais longe… Se alguém procura drogas como forma de escape(e são muitas pessoas) isso nada mais é do que um sintoma de uma sociedade defasada e que vive expurgando político que sorri quando é acusado de roubo. Uma coisa é fato: se não existisse maconha ou outro tipo de droga a não ser o álcool, a taxa de alcoolismo iria estar maior do que o cristo redentor. O problema não é a erva e sim o problema social que ela acaba “amenizando” (que nem as políticas do governo: imediatistas e amenizantes ao contrario de trazerem solução)… Todo mundo sabe o mal que as drogas podem trazer, mas alguém ai fica sem a cervejinha do fds!? Pois é, eu não fico sem meu “fino” da tarde.
Na minha opinião, a secretaria de segurança pública de São Paulo, deveria ter contratado os americanos com um hilicóptero Apache com uma metralhadora ponto 50 para resolver os problema, porque quem fuma maconha esta propício a envolver com qualquer outro tipo de droga, agora estes filhos de uma puta que apoiam o uso das drogas, é porque não sabem das famílias destruidas por causa das drogas, não sabem quantas mulheres que foram estupradas por causa das drogas, pessoas mortas por causa das drogas e etc, estou enviando um video como demonstração do que as autoridades brasileiras deveriam fazer com os maconheiros junto com aqules que apoiam. Agora um detalhe, neste video morreu só pessoas inocente, o que é lamentavel, mas com certeza se esta rajada de metralhadora fosse naqueles maconheiros, não seria desperdício de munição.
uau, não é melhor vc procurar ajuda profissional?
responder este comentário denunciar abusoCuidado pra não te enganar no meio nessa ignorância toda e sair matando mais “pessoas inocente”
responder este comentário denunciar abusoO livro do MEC mal começou a ser distribuído e já tem adeptos afiadíssimos “nos aprendizado”.
responder este comentário denunciar abusoEuzinha.
É nóis quiróiz.
Abraços
responder este comentário denunciar abusoBoa Arlen, mas não precisa disso, a moda agora são os assassinatos cirurgicos, sem efeitos colaterais, vão pegando um a um, aos poucos. Não aparece na midia e o assunto não é protelado. Ninguém é culpado.
responder este comentário denunciar abusoA sinceridade em seu estado puro está em baixa.
Queremos ser engraçados e corretos o tempo todo. Viciados em reclamações nos deleitamos nas redes sociais.
Está cada vez mais difícil se disvincular dos princípios vindo de um tempo marcado pela ignorância.
A verdade é: tudo é permitido. Todos têm liberdade para expressarem o que quiserem… DESDE QUE não agrida o outro. Se agredir, passa a ser falta de educação e de respeito e não merece respeito algum. Pronto. Simples assim.
Cara, essa foi uma das maiores mentiras que li esse ano.
Parabéns.
Liberdade de expressão e boa educação não são excludentes pra quem tem neurônios e sinapses em quantidade e qualidade suficientes … e é aí que o bicho pega, seja nas trincheiras reaças, seja na tosca imprensa tupiniquim! Vozes como a tua são raras e sempre bem-vindas.
Reacionário é quem julga que a única visão de mundo coerente, “do bem”, é aquela que postula.
O Politicamento Correto é a massificação do pensamento e o autoritarismo aplicado à liberdade de expressão. Tanto é que no texto se associa diretamente a direita ao preconceito e ao desrespeito ao próximo, o que é, em si… preconceito!
Até porque não existiu sequer um regime “esquerdizante” que tenha sido marcado pelo respeito à dignidade dos cidadãos em seus direitos mais básicos: liberdade de expressão, direito de ir e vir, direito de voto, direito de discordar do regime etc.
Sou um ateu libertário e me orgulho disso. Defendo o direito à propriedade e a economia de mercado por ter certeza de que sem esses princípios básicos não pode haver (e nem nunca houve) democracia e liberdade individual. E sou chamado de “reacionário” por isso.
Se sou contra a política de cota para negros por considerá-la inconstitucional, sou “racista”. Viu, sr. Rubens Paiva? A distribuição de rótulos pejorativos está em toda parte.
Quando um “movimento social” como o MST invade terras e órgãos de governo, desrespeitando inclusive ordens judiciais, digo que trata-se de ações ilegais. E sou chamado de “reaça” por isso.
Ora, discordar numa democracia significa seguir regras básicas para o debate e a convivência. Pode-se discordar, criticar ou debater uma ordem judicial – mas não descumpri-la. Justificar ações assim em nome de “um bem maior” é ser autoritário a ponto de se achar acima das leis e da Justiça.
Numa democracia pode-se inclusive ter a iniciativa de mudar uma lei, mas não desrespeitá-la antes de alcançado o objetivo. Caso contrário, teríamos um vale-tudo calcado em convicções pessoais.
O fato aqui é que existia uma ordem judicial proibindo que se fizesse menção à legalização da maconha. Foi uma decisão baseada na lei que proíbe a chamada apologia às drogas. Acho a decisão um horror, porque vai contra os meus princípios de liberdade individual. Mas trata-se de uma decisão judicial.
Discordo na mesma medida da PL 122 por se tratar de uma lei que criminaliza a opinião, o que acho um retrocesso. E por isso sou um reacionário, um “homofóbico”. Aliás, o que impediria os evangélicos, num futuro próximo, de demandar lei semelhante para blindá-los de críticas?
Aplaudir a decisão do STF quanto ao casamento gay não é querer “enviadar” o Brasil: é só ser ingênuo o bastante a ponto de aplaudir algo que atenta contra o equilíbrio institucional, dado que não é facultado ao Judiciário o privilégio de legislar – mesmo que os oibjetivos sejam nobres.
A ideia de que leis como essa “contra a homofobia” combatem o preconceito não me convence. Uma lei não muda o que está dentro das pessoas, mas sim a educação formal. Os EUA, maior democracia do mundo, volta e meia veem manifestações do tipo “God hates fags” e nem por isso são mais preconceituosos do que nós.
Aqueles que discordam da decisão contra a Marcha por julgarem que fere a liberdade de expressão devem juntar-se a mim e, quando a PL 122 for aprovada e evangélicos forem presos, protestar.
Ou então serão só hipócritas.
Olá Marcelo,
também sou “aleijado com tendências esquerdistas”.
Abaixo link de dois ótimos textos sobre o tema do “politicamente (in) correto”.
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-auspicioso-declinio-do-politicamente-incorreto
Se tiver interesse, dê uma passada no meu blog.
http://vggarcia30.blogspot.com/
Um abraço,
Vinicius.
Sabe de uma coisa? Eu não concordo… Deixe eles se expressarem e mostrarem exatamente quem são… assim podemos escolher quem vamos ignorar. O que eles falam não muda a opinião (de quem a tem) sobre o assunto, e sim sobre quem faz comentários racistas, maldosos e baixos. O problema, como fala o comentário acima, é que quem tem cabeça fraca vai se viciar em qualquer droga… Maconha não é droga! Falta de caráter e má educação sim!
Um texto brilhante, emocionante!
As palavras do Marcelo trazem lucidez e elegância que foram, há muito, jogadas no lixo. É óbvio que todos têm direito à opinião, desde que não danifiquem os direitos fundamentais do homem.
É ótimo fazer rir , mas que isso não tripudie sobre problemas e tragédias alheias. O bom humor civilizado é feito por aquele que ri de si próprio e não dos outros.
E antes que a polícia do politicamente incorreto me condene à fogueira medieval , sou contra o uso de drogas, mas acredito que tudo pode ser resolvido com um debate de ideias e não com a ridicularização do próximo nem com a violência policial.
A reação ao politicamente correto, um moralismo bem chinfrim e maniqueísta, não tem que ser a estupidez e o mau gosto. A coisa chegou a um ponto que não dá pra se posicionar de antemão: sou PC ou sou PI. O melhor, como sempre, é usar o bom senso e julgar caso a caso. Ou calar a boca, já que falar merda parece estar na moda.
Concordo com os comentários do Marcelo Rubens Paiva.
No entanto, me preocupa um pouco essa profusão de minorias. Afinal de contas, a humanidade é composta de milhões de pequenas minorias. Eu mesmo, homem, heterossexual, ateu e branco sou uma minoria, caminhando para ser a menor minoria do momento.
A obrigação de um Estado ou de uma sociedade deve ser promover para todos um ponto de partida igual, com oportunidades iguais. Além disso, estar vigilante para zelar para que esse valor (justiça) seja sempre o mais elevado. O que cada um consegue a partir disso é questão de mérito.
O humor, historicamente sempre foi calcado no preconceito. Existe hoje, é claro, um exagero (acredito que na busca da notoriedade instantânea) que beira o mau gosto. Infelizmente a qualidade da nossa tv, do conteúdo na internet e do nosso sistema educacional é péssima, e isso não é no Brasil só não, acredito que seja um problema de proporções mundiais. Pessoas sem a menor condição intelectual e sem a mínima educação tem espaço e voz na mídia.
Tendo a acreditar que responsabilizar governos e mídia pela mediocridade, como se tudo fosse um plano maligno para emburrecer a população é uma visão reduzida do problema.
Na verdade, nossos governantes, nossos jornalistas, nossos médicos, e tudo mais, com sua qualidade altamente questionável, são reflexo do baixo senso crítico geral do nosso povo. São o espelho da nossa sociedade.
Não creio em grandes mudanças de rumo. Acredito que a salvação, seja ela intelectual ou espiritual, seja um caminho a ser trilhado individualmente. O jeito é torcer para conseguirmos ser um bom exemplo para quem está em volta e quem sabe contribuir assim para uma melhora desse quadro.
Tbm lembro bem, em 2000, quando nos conhecemos, atraves de um amigo comum. No balcão eu disse: “Uma cerveja, por favor” e vc. admirado… Nossa vc até que é educada pra ser de Recife. Sabe foi marcante ter te conhecido pessoalmente. Marcelinho correto!!!!
Será que vai aparecer meu comentario anterior?
Engraçado, agora é MODA chamar todos que não pensam como os esquerdistas de reacionario, fascista ou nazista, em um texto onde se fala tanto em respeito e liberdade, nao vejo os mesmos praticados pelo autor, ideias contrarias existem e cada um tem o direito de expressa-la da forma que quiser.
Ego – esse é o dilema do ser humano. O princípio fundamental pra se viver em sociedade é o respeito, empatia. Não vejo isso por parte de ninguém, apenas vejo o desejo de se expressar, independentemente das consequências à sociedade. Dizer que no Brasil não temos liberdade de expressão é ridículo, é falta de respeito com a memoria daqueles que morreram lutando por ela. Uma passeata não muda nada, nunca modou em lugar nenhum. Ela só tem valor quando é uma consequência, e não um evento. Drogas é uma droga.
Só rebatendo algumas coisas que vc afirmou:
Zoar judeu e gay?
Lars Von Trier deu uma zoada nos judeus e foi expulso de Cannes.
No Brasil estão querendo criminalizar a homofobia, de forma que, se vc disser que acha errado, será criminoso. Oras! É um direito de cada um achar o que é certo e errado.
O que é bonito ou feio. Isso é liberdade.
O que não se pode é querer impor sua visão de mundo aos demais.
Da mesma forma que uma pessoa homofóbica não pode chegar prum gay e agredí-lo por ser gay. Um gay não pode querer levar um homofóbico pra cadeia por ser homofóbico e não gostar de estar com gays e coisas assim.
Hoje em dia é comum brancos serem chamados de branquelos por negros. Mas vai gritar de volta “crioulo!”. Na mesma hora vc vira Hitler.
Estamos vivendo hoje os preconceitos às avessas. Algo estimulado por uma minoria reacionária e aceito por muitos mediante pressão da mídia ou medo de ser tachado de intolerante como você fez nesta postagem.
So contra a violência e não partilho de preconceito contra raça, religião ou tendência homossexual, mas sou contra a criminalização de pontos de vista.
É algo tão perverso quanto o que a igreja católica perpetrou na idade média, tentando policiar a fé alheia, e levando muitos à fogueira por apenas cogitar fazer algo fora dos preceitos católicos.
A intolerância é uma faca de dois gumes, e se corta hoje prum lado, pois já cortou pro outro, amanhã a coisa volta na mesma força.
Se hj a polícia bate em maconheiro, amanhã pode bater em quem é contra a maconha.
Por isso que de todos os ativistas, de movimentos raciais principalmente, Martin Luther King foi o que mereceu minha maior consideração, pois não propôs nada além de conciliação entre as pessoas e respeito às diferenças.
Todos temos liberdade de pensar e agir em nossa vida particular como bem entendemos. O que não se pode é querer impôr sua visão de mundo aos demais, ou forçá-los a agir de outra forma, e muito menos puní-los por fazerem, ou pensarem algo que não afete o próximo.
Olá Marcelo, não sei se vc tem algum amigo com esse mesmo apelido meu, acho que sim, rs. Encontrei teu texto em um blog de um escritor e jornalista (Samarone Lima – Viagem ao Crepúsculo) que costume ler sempre. Tive acesso a um dos seus trabalhos (Feliz Ano Velho) quando tinha meus 12 anos (35 hj) e gostaria que vc soubesse que foi um livro muito importante em minha vida, contribuindo de forma bem positiva na minha formação e modo de ver o mundo e as pessoas. Satisfação imensa em te achar aqui e pode ter certeza que nos encontraremos mais por estas linhas, grande abraço.
ps: o blog que falei acima é o http://www.estuario.com.br
Assino embaixo, Marcelo.
Sobre a verdade, da qual se falou por aqui….
Verdade dividida (Carlos Drummond de Andrade)
A porta da verdade estava aberta
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.
Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só conseguia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.
Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia os seus fogos.
Era dividida em duas metades
diferentes uma da outra.
Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era perfeitamente bela.
E era preciso optar. Cada um optou
conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia.
Marcelo, antes de tudo, é um prazer “ler” “você”. Sou professora e estou trabalhando seu livro Feliz Ano Velho em formato áudio-boock na escola com alunos de 9º ano.
Além de professora também estudo Direito e me choco com os absurdos que ouço e vejo na sala de aula do ensino superior, não é só a falta de crítica e esvaziamento das pessoas que me assusta, mas ver transbordando tanto “humor” utilizando-se de variadas particularidades das pessoas( idade, sexualidade, classe social, preferências diversas, problemas de saúde etc.) para dizer algo que seja NOTORIAMENTE percebido, tamanha falta de noção.
Hoje a “crítica” foi a uma colega, por sinal educadora, como eu. Dentro do elevador um grupo comentava a falta de “noção” da estudante por estar ali, por agir como age, por estudar Direito.”Será que ela sabe onde está?” Não mencionaram nada que se referisse a sua profissão, pois tais pessoas tomaram o “cuidado” de não travar uma discussão comigo, o que certamente aconteceria se tivessem colocado a professora no lugar de seus empregados, sempre lhes servindo, como a história de nosso país costuma transformar: educadores em servidão-escrava.
Detalhe: a colega cujos comentários convergiam é negra e não pertence a classe social dos que foram medíocres em suas colocações.
Essa inversão de valores acompanha a formação de nossa sociedade. Aliás, nós, os politicamente corretos, que não compactuamos com esse tipo de comportamento e pensamento é que estamos tentando inverter a pirâmide, que desde sempre teve no topo quem detém o poder.
Só a educação, a boa formação, uma educação que se valha da democracia, pode fazer a profilaxia desse câncer social que abate nosso país… mas agora cabe aos novos “especialistas em educação”, nas tribunas, julgarem o que devemos ou não trabalhar nas salas de aula, não é?!
Será que realmente saímos da Ditadura? Os militares têm suas próprias leis, nós, civis, convivemos com as leis dogmáticas da guerra “santa” dos nossos deputados. E assim seguimos, sãos (?!).
Até!
quanta besteira reunida. e a lulalização que banaliza a sociedade. vai escrever sobre isso quando?
Marcelo, excelente artigo, parabéns!
Só notei uma coisa bem estranha quando cliquei para compartilhar seu texto por e-mail aos meus colegas. A janela de compartilhamento está com um banner publicitário do Instituto Millenium! É uma tiração de sarro? Espero que as figuras daquele posto avançado da reação leiam Marcelo Rubens Paiva.
Abraço,
Rogério
Belas palavras…
http://www.youtube.com/watch?v=YKX8jYVgtMs
Existe uma diferença *enorme* entre liberdade de expressão (incluindo o péssimo gosto) e as pessoas serem impedidas de fazerem coisas (Como a marcha pela revisão da politica de entorpecentes).
Prefiro que o lodo da sociedade seja remexido, para que todos vejam o quão turva é a agua, a ele ficar sedimentado no fundo, tranquilo e dando uma aprência límpida a agua.
Quem se incomoda com qualquer coisa, que faça algo a respeito, e isso não envolve calar aqueles que não gostou de ouvir.
[...] muito bem o Marcelo Rubens Paiva no excelente texto “A moda do reaça”: “Esta DiogoMainardização da imprensa e da pequena burguesia brasileira tem um nome na [...]
[...] a moda do reaça [...]
Marcelo
Tudo que você escreveu ou falou tem um certo sentido só acho que atualmente existem exageros para todos os lados. Se as pessoas se preocupassem menos em querer que as outras as aceitassem e se importassem mais com o que realmente é importante, que são a miséria, a falta de serviços públicos e a roubalheira do País este lado social seria encaixado naturalmente. Todos tem espaços e direitos. Os gays tem direito de se-lo, desde que nào tentem forçar as outras pessoas a gostarem do fato de serem gays. Aceitar e respeitar seria a receita, mas atualmente com esta briga que todos tem e chamam de combate à homofobia, os heteros estão praticamente sendo obrigados a gostarem do comportamento gay. Eu não concordo com livros gays sendo distribuídos em escolas, e muito menos que gays profiram palestras apológicas nos colégios dos meus filhos, e nem por isso sou homofóbico. Respeito os gays, tenho gays na família, mas quero ser respeitado como hetero. O mesmo pensamento pode ser usado para as drogas, maconha por exemplo. Sou totalmente contra a marcha da maconha. Acho que se o cara tá afim de fumar sua maconha, procure um lugar, fume e sinta o seu barato, mas transformar isso em movimento social. Defendo que as drogas deveriam ser vendidas pelo Estado. O grande mal da droga é o valor econômico que ela passa ater por estar em mãos de um pequeno grupo. Acho que os movimentos como marchas e caminhadas devem ser usados para defender os direitos dos deficientes físicos, visuais (como é o meu caso) e de tantas outras pessoas que sofrem no Brasil por não ter acesso. Drogas, sexo e rock and roll são coisas que devem ser tratadas no individual quando não for um grande show de rock no caso.
Bom um abraço, nem você e muito menos eu vamos resolver este problema aqui.
Bueno né tchê!! vi que o negocio ai virou discussao de intelectuais que ficam dentro do seu apartamento resolvendo os problemas do mundo pela tela de seu computador!!(me desculpem aos que não são, pois não li todos, por que repunei).
Todo mundo leu o artigo, se revoltou, de acordo com o que se identificou, seja gay, maconheiro,cearense, e a porra toda. Mas eu nao vi uma proposta de como mudar isso! Eu na verdade nem me importo com o humor, ou mau humor do pessoal, eu acho que a discussao principal, que se perdeu no meio do artigo, era a maneira reacionária do estado e de seus “meios de controle da sociedade”(sociedade essa que paga impostos e assim sustenta os politicos, o estado, e a policia),e não se o Rafinha ou o Gentili estão ficando sem piadas e tão apelando.
Deixa as pessoas fazerem o que quizerem com o corpo delas, tem gente que acha que casou com deus(as freiras), liberdade meu irmão, a minha termina onde começa a tua, isso tem que ser respeitado, mas nao espalha muito essa tua liberdade por que se você passar por cima da minha a gente vai se desentender, É SIMPLES.
Mas se o negocio é criticar ai vai a minha: Vocês sabem aqueles velhos bebados de cidades pequenas, que em uma noite conversam sobre tudo e resolvem todos os problemas do mundo, falam mal de todos os politicos, dizem que podem fazer melhor, resolvem a fome no mundo, tem a solução pro seu time ser campeão mas não é o técnico, e volta pra casa quando sua velha gorda vem chamar com um rolo de massa na mão? E no outro dia seguem fazendo a mesma coisa e não mudam nem de mulher e nem de vida por que aquilo é comodo!! ta bom assim!!
É exatamente a evolução disso que essas pessoas que aqui estão dando sua inutil opinião, e disputando o premio do mais entendido sobre assuntos, mas agora não precisamos mais do bar pra encontrar as pessoas para conversar e nem da bebida pra soltar o verbo, ta tudo aqui, ninguem vai saber quem tu é, entao fala TUA INUTIL OPINIÂO a vontade!!
Bueno vou me despedindo e pedindo: Guardem seus comentarios inuteis numa agenda ou num diario, e fiquem uma semana sem ver tv e acessar internet (voces podem ajudar alguem pra passar o tempo, sei que isso nao é normal na vida de pessoas tão inteligentes e poderosas como vocês), mas ajudar o irmão ali do lado e tentar entender os outros é uma maneira de tentar mudar as coisas, se vocês realmente querem mudar alguma coisa.
Eu tava esquecendo da minha opinião sobre o assunto Eu apoio os maconheiros da paz e condeno os bebados que saem por ai batendo nos outros vestindo uma farda, Sou a favor do casamento gay, e contra as pessoas que casam com alguem por interesse ou pra não ficar encalhado(a), nao to nem ai pro gordão que acha que ta no plano superior, por que aqui no sul ele é feio pra caralho e só pagando pra pega uma puta, e deixa que os caras façam o humor deles, enquanto eles nao tiverem com uma farda batendo em alguem que paga o salario deles por mim tudo bem, eu leio se eu quizer, e vocês tambem, selecionem melhor o conteudo que querem ler !!!
Abraço espero que entendam
Não há o que dizer depois do comentario do amigo Pablo ai!
concordo plenamente com essas divertidas e sabias palavras!
Que tristeza, que aberrações e agressões morais. Quando DEUS é esquecido, o pior sempre acontece.
Não confunda a direita de hoje com neofascista nem o termo politicamente incorreto com reacionários. Não escreva textos sobre a sociedade e seus erros de maneira tão irrestrita, sem embasamento teórico nenhum. Babaquices que famosos falam NADA têm a ver com a raiz do verdadeiro Fascismo que atingiu a Europa e o mundo no século passado.
Ou você vê muito por aí pessoas acreditando fielmente em princípios de raça ou povo superior? Você vê ainda por aí muita gente argumentando, friamente, que a AIDS é uma peste gay? Por sinal, você viu muita gente protestando contra a medida pró-homoafetivos do STF?
Falando em moda… pensei que a moda de usar o termo “reaça” já tinha acabado… Pois, afinal, segundo o que você mesmo disse, esse termo traria junto de si preconceito, falta de respeito à posição dos outros, etc etc… nos olhos dos outros é refresco, né?
Chamar maconheiro de vagabundo não pode… Chamar quem é a favor do aborto de assassino não pode. Mas chamar a direita de neo-fascista sim! Chamar liberal de reacionário pode. Há quem acha isso engraçado… eu não, acho a hipocrisia triste.
As pessoas perderam os limites, sao poucas as pessoas honradas e dignas q existem. Se vc conhece uma siga seus ensinamentos e ouca o q ela fala, a liberdade de um acaba qdo começa a do outro.
Só acho que um outro problema que temos são os extremos. Ou é totalmente ‘incorreto’ ou ‘correto’, o que é um saco. Eu tenho uma personalidade a qual nada me afeta, mesmo se fosse, gay, judeu, negro ou de outras minorias. Mas tenho noção suficiente pra saber que não se fala isso aberto a público geral. Quem paga ingresso pra ir ver um Rafinha num clube tá pagando pra rir de piada de gordo e judeu e aqui não tiro o direito dele de contar e de quem quiser ouvir, mas ninguém é obrigado a ler publicamente comentários assim no twitter, lugar de públicos de vários tipos e onde tem gente que liga sim pra um comentario, por mais bobo que pareça.
olha marcelo ,nao defendo nada pois nao sabemos oq se tem no meio de um manifesto se sao pessoas de bem ou se sao de ma intenção assim como ha no meio da policia , mais é uma vergonha tudo isso no brasil , ja somos tachados de bunda no esterior o pais livre o pais da favela do crime da corrupção e ainda tolerar marcha em prol erva que alucina e dexa nego noiado violento as vezes … bom como diz muitos uma marcha de burgues estudantes maconheiros pessoa de bem nao vai a uma marchinha dessa prega oq sabe q nao presta! é desses que temos temer o futuro do BRASIL! falam de politicos falam de todos mais po vai trabalha vai procura oq fazer e nao arruma pra cabeça um manifesto desse so poderia terminar desta forma e apanharam sim mais ninguem tava ali esperando ser coroado neeee obvioo !! foram prontos pro confronto – desarmados ? bom nao sei nao vi nao me interessou pra min foi de graça pq enquanto esse povim que fumar seu baseadinho muitos tao morrendo por tras dessa merda de erva enquanto os playboy monta o bak e poe na boquinha e sai gritano pra rua … uma vergonha nacional um manifesto hironico ridiculo ja se atura muito no brasil .. se reclama muito se erra muito se acerta muito poucooo… o futuro ta em nossas maos jovens maconheiros é isso que queremos ?? oi filho o papai fuma maconha vc quer esperimentar ?????!!!! vai ser este o leite a educação a pregar aaa me poupe desses burgueses ! agora sobre o restante devemos dizer pura descriminação racial e humilhação ! o brasil precisa de humor mais humor ate certo tempo pq tudo tem limite ,igual os citados acima sobre comentarios ditos a nada a declarar ao menos dizer Deus ta vendo ! bom cabeça de humorista é q nem o rio tiete ta poluido ! coisa boa dali nao sai…. rimos pq nao pagamos imposto dos risos mais fazer oq é a vida ou ri ou chorar oque preferir …. mais da marcha da maconha aff humilhação pro brasil e nao pra quem apanho! so isso ….meus pesames brasil seu futuro vai pro ralo!!!!
Ótima postagem, rubens! Sinto medo do seres humanos afetados em nosso tempo d idiotia sem limites! avante pela quebra desse modelo d morte nas mentes..
eu vou vestir meu bamba e sair por aí…
É Marcelo, vc disse tudo o que penso. Eu apenas não consigo me expressar tão bem quanto vc. Eu assisto noticiários, vejo coisas pela internet a fora e sofro, raro é o dia que não choro aqui indignada com tantas coisas ditas sobre gays, negros, nordestinos, pobres, e etc, etc, etc. Ainda tenho um fio de esperança de ver um dia isso tudo mudar…. Mas esse fio tá fininho…. Pode arrebentar…. Parabéns por teu belíssimo e verdadeiro texto.
[...] um vagão foram parar em Auschwitz”. Compreensivelmente, Marcelo Coelho foi à loucura na Folha e Marcelo Rubens Paiva em seu blog no Estadão, denunciando o fenômeno do politicamente incorreto de uma forma geral. O [...]
Você é maravilhoso!!
Beijo ,
Juliana
O diretor do Itau Cultural se desculpou publicamente pelo o ocorrido com a moça que foi impedida de amamentar, e apoiou o evento que foi feito em forma de protesto dias depois (o mamaço). Achei a forma com que trataram da questão de muito bom gosto.
eu tb, parabens
responder este comentário denunciar abusoEu achei a posição dele de pedir desculpas e depois fazer o “mamaço” uma atitude digna, onde ele reconheceu que somos humanos e estamos passíveis de erros. Foi uma atitude ao mesmo tempo de humildade e que ainda divulgou mais a exposição.
responder este comentário denunciar abusoRubens, respeito sua opinião, e a de quem quer que seja, e acho que qualquer manifestação é digna de seu porte. Contudo, acredito que há coisas mais importantes com que se preocupar do que a legalização da maconha, como segurança, saúde pública, empregabilidade. Talvez falte ao brasileira a visão de que, apesar dos avanços, somos um país de terceiro mundo, com preocupações básicas.
Porra, velho.
Gostei prá caralho!
Valeu!
Texto brilhante. Simples assim.
Marcelo,
Sou aluna da USP e devo, além, CLARO, de parabenizá-lo pelo post, dizer que não se fala em outra coisa por aqui.
Obra prima esse texto.
Já passou da hora de acabarmos com a Diogomainardização…
Parabéns Marcelo!
Excelente texto. Traduziu tudo o que eu penso sobre esse assunto. O “politicamente incorreto” é um modismo que os reaças inventaram para poder lançar abertamente suas maximas absurdas. E ainda acham quem discorda deles feio, bobo e chato.
Eu também sou absolutamente politicamente correta.
Com relação a liberação da maconha acho uma ingenuidade pensar q a liberação vai resolver alguma coisa.Esses maconheiros querem é estar fumando descontroladamente por todo lugar.Quantos inocentes ja morreram pra eles “viajarem”? e vão continuar morrendo com a liberação.
Nossa!!! imagina os maconheiros fumando descontroladamente, vai ter que ter varios beliches pra todo mundo durmir depois dessa fumacera toda, hehehehe
responder este comentário denunciar abusoSabe, acho massa isso dos chamados “reaças” mostrarem a verdadeira cara nas redes sociais, usando e abusando da dita liberdade de expressão, bem faceiros emitindo opiniões como quem vai ao banheiro. Censurá-los? Que nada. Deixemos que se lambuzem, que falem todas as besteiras que querem, que mostrem sua verdadeira face. Que envergonhem a si mesmos, bem a vontade, que abram a boca e falem toda a merda que pensam, que tenhamos a chance de “conhecê-los” melhor e claro, repudiá-los (vide o caso Ed Mota, mostrou que é babaca, ótimo, agora já sei). É isso aí: “Brasil, mostra tua cara”
Melhor ser politicamente correto (ou “chato”, no jargão reaça) do que ser conivente com os Bolsonaros e Rafinhas Bastos da vida.
e o que falar dos vagabundos que no dia da passeata começaram a fumar um baseado na frente da delegacia, perto da av. paulista ?
Afronta aos policiais !!!! Falta respeito à polícia…..
Depois reclamam de tomar porrada, cambada de maconheiro.
“… eu quero dizer às mulheres brasileiras que vocês já são maioria na população brasileira, já são 52%, vocês já têm cargo de vereadora, de prefeita, de governadora, eu espero que vocês não sejam desaforadas e não comecem a pensar logo na Presidência da República, não. Eu espero que vocês vão devagar com essa pressa de poder”.
Falando no Dia Internacional da Mulher, em Mossoró, RN, no dia 08/03/2005.
Faça-me o favor… o comandante supremo da polícia diz que foi uma atitude exagerada!!! Trate de punir o comandante da operação!!!!!!!! Quanto aos outros comentários, todas frases soltas tiradas do contexto (o que será que a “gente diferenciada” pensou da atitude dos “velhos” de Higienópolis).
Tenho pré disposição a aderir e me compadecer com os problemas normalmente considerados de “esquerda” ou politicamente corretos, porém, até hoje em toda minha vida,nunca consegui sê-lo 100%.
Todos em algum momento serão de alguma forma politicamente incorretos, ofenderão alguém, mas isso não significa ser bom ou mal, ou que a ação ora ofensiva, seja uma ofensa constante.Fazer “graça” com uma situação não o torna mau, ele apenas acha graça no que desconhece, no que não discerne, no que nunca viveu. Pra mim, é facil ser politicamente correto, sou filho de nordestino, sou pobre e feio, tenho um irmão e varios amigos gays, afinal, estou no meio de tudo que é zoado, então obviamente que não saíria zoando as realidades que conheço, Mas como posso apontar o dedo para quem olha de fora, sem conhecimento de causa para situações que nunca viveu? Estaria eu, afinal, apontando meu dedo e sendo politicamente incorreto com aquele que é diferente de mim? Acho que ta dando pane no sistema… no meu! Tchau antes que eu pife
Eu proponho que comecemos uma CAMPANHA NACIONAL, PARA QUE SE DESLIGUEM TODAS AS TELEVISÕES DO PAÍS: “SE LIGA NESSA!!!” Só assim, a gente se livrará do lixo eletrônico que circula nas tvs. É a medida mais didática, mais informativa, mais cultural para levar educação, cultura para nosso país! Tô de saco cheio com a falta de educação, falta de respeito, falta de humanidade, falta de compaixão que polui a televisão nacional: um lixo! O argumento quixotexco da liberdade de expressão é uma vergonha, é o disfarce para a incompetência no humor, pois fazer piada com autista, com o sofrimento dos judeus, com pessoas órfãs só pode ser alguém que já deixou de ser gente há muito tempo, que está na condição animal, na barbárie. É preciso que a população brasileira dê um basta nisso!!!
Eu não acho que a moda seja o politicamente correto, nem o incorreto. A moda é querer criminalizar opiniões diferentes. Os “incorretos” querem criminalizar a marcha da maconha, os “corretos” querem criminalizar os que supostamente ofendem as minorias, meter o Bolsonaro preso e assim por diante. Liberdade de expressão é poder manifestar o que se pensa. Isso vai nos levar a coisas brilhantes mas também a outras sumamente babacas, fazer o que. É preferível lidar com os inconvenientes do excesso de liberdade do que com os da falta dela…
Ótimo! Concordo com quase tudo isso, só acho que não precisa generalizar a imprensa ali. Até porque existe a Carta Capital, a Caros Amigos e um monte de veículos com linha editorial mais do que respeitável!
Essa coisa aí de Bolsonaro que um amigo comentou, muito sério isso, esse cara tem [algum] poder… tem que ver isso daí…
Não temos democracia. Temos lados e um centrão q tende pro lado que tá mais forte. Seja o que o Diabo quiser!
Olha rapaz, senti orgulho de vc neste texto. Pena que aquele colunista português (sabe Deus porque) da folha de São Paulo, não parece se interessar e ler… ele bem que precisava alguém que lhe ensinasse a escrever direito sem prostituir o pensamento.
Vc daria um banho..
Incrivel como a sociedade é maldita ao julgar as pessoas simplismente pelo que elas defendem. O povo sempre reclama que depois da ditadura nunca ouveram pessoas correndo atrás de direitos, de liberdade, que ninguém mais saia na rua, faia passeata, parava o fluxo. Ai resolvem fazer isso. Resultado? Repressão! Votamos ao passado?
“Falta de educação” …disse tudo, Marcelo! Daquela que, em geral, se aprende em casa. E digo eu: o politicamente correto é chato, mas o politicamente incorreto é ignorante.
Beijo.
E o debate continua, e cada vez mais se deixa claro que cada um tem sua opinião e que cada vez menos as pessoas estão respeitando isso.
O que me faz sorrir, não necessariamente te fará sorrir. Aqui nesse debate, alguns ririam de uma piadinha bem infame feita sobre o Rafinha Bastos e o que levaria ele a fazer um artigo lamentando-se do mundo ser tão injusto. Infelizemente, esse mundo é olho por olho e dente por dente. Por isso respeite, para ser respeitado, seja você humorista, um cidadao comum com preconceitos aflorados ou o nordestino feio E nordestindo. AFFF
A liberdade de expressão não é um problema. É um direito conquistado com muita luta e sangue. É uma pena que tenha se tornado uma expressão tão vazia a ponto de significar para muitos (infelizmente) o direito de dizer o que quiser.
Os conceitos de certo e errado dependem da formação e do caráter de cada um, mas a democracia, o respeito ao outro e a igualdade de todos perante lei é Constitucional.
O Rafinha Bastos foi eleito como o Twitter mais influente DO MUNDO de 2011 segundo a NYT e só posta piadas e tiradas preconceituosas, ultrapassadas e sem graça… pra você ver a que pé anda a mentalidade da grande massa de brasileiros que declaram ode aos seus dizeres bobos. Seria muito interessante se ele utilizasse essa grande popularidade para fomentar uma discussão sobre as questões importantes do país.. utopia……….
Não sei…estou aqui pensando depois de ler o texto e todos os comentários…
Educação…. falar o que pensa sem ofender o outro…liberdade de expressão…falar o que quiser sem pensar no que os outros irão sentir…
Tudo isso pode ser discutido, mas uma coisa é fato: agimos de acordo com o que pensamos.
E sabendo disso, prefiro que pessoas,principalmente as que ocupam cargos políticos e que podem definir leis que interferirão na minha vida ( e na de qualquer cidadão), falando exatamente aquilo que pensam.
Tal como fez o Bolsonaro….(com quem não concordo em absolutamente nada do que pensa)
Não importa se ofenderão a mim ou a qualquer grupo.
Desta forma, poderei escolher claramente, se a quero ocupando uma posição como essa…. O politicamente incorreto, pode nos ajudar a conhecer as pessoas tal qual elas são, e dessa forma, escolhermos melhor nossos representantes, ídolos e amigos…
AE Marcelo, eu tô contigo e não abro!!!
Aproveito a oportunidade para parabenizá-lo pelo excelente/emocionante trabalho Feliz Ano Velho que li ainda adolescente e afirmo sem receio nenhum: mudou minha vida!
Força!
Ainda fico chocada por termos que discutir essas coisas! Simplesmente meus argumentos morrem na praia, porque eu ainda fico paralisada diante dessa onda reacionária que estamos vivendo. Não consigo reagir.
Fico mais impressionada é que há esse discurso da liberdade de expressão para abobrinha enquanto ao mesmo tempo existe uma força no sentido de sufocar a liberdade de expressão do diferente.
Parafraseando Hamlet: Se formos condenar os diferentes, quem escapará ao chicote?
Fico enojada com essa onda reacionária e se são esses senhores os nossos expoentes de “plano superior de cultura”, o que é que é PLANO INFERIOR DE CULTURA, né? (parafraseando uma possível vítima de Reacionaris agudis, Luísa Marilac.)
E SÓ são as forças democráticas e da boa educação, do respeito à diferença, do amor ao feio que permitem que você circule com toda essa sua circunferência por aí, sem problemas. Numa sociedade fascista, que voltou a ser moda, você e sua “cultura superior” seriam um dos primeiros a rodar. Se liga!
Marcelo,
permita-me discordar de parte do seu texto. As pessoas são livres tanto para se posicionar contra o casamento homosexual, contra a legalização da maconha ou contra qualquer coisa que entendam ser contrários a seus valores e percepções, como são livres para se posicionar a favor do que quer que seja. Isso seria um valor fundamental da democracia.
Quando você delimita que só um lado está certo, seu texto se torna reacionário, ao jogar uma pecha negativa sobre a opinião alheia. Você não é dono da verdade, como ninguém é.
Fascista, reacionário é quem não aceita o direito do outro de se manifestar. A sua verdade não pode prevalecer sobre a verdade de outra pessoa, você nem ninguém é melhor do que outra pessoa.
Em outra parte, concordo parcialmente. Escárnio não é a melhor forma de humor nem é uma forma que eu gosto, todavia é uma forma usada há milhares de anos e as pessoas tem direito de gostarem. Quem não gosta de piada de bichinha, de português, de judeu, mude o canal, não compre o livro, não veja o vídeo.
Marcelo, isso tudo vai passar. São ondas que vêm e vão. No começo dos anos 90 também surgiu um movimento desse tipo, Uma atriz famosa disse, num programa dominical, que se descobrisse que seu filho fosse gay “o levaria a tratamento”. Outro ator, também famoso, retrucou: “estou chocado com o que estou vendo e ouvindo aqui”.
Complementando: Após a vitória de minorias em diversas instâncias da sociedade, haja vista o julgamento do STF, a direita – que surpreendentemente ainda existe – articula-se pra desestabilizar os avanços e forçar um retrocesso.
esse doc é mto serio tem q ser divulgado !
responder este comentário denunciar abusoDiscordo do autor do texto. Eis minha contribuição de ”politicamente incorreto”. =)
1o – Não sou reaça. Quem me conhece, sabe.
2o – Por isso não defendo algumas formas de politicamente incorreto, mas discordo do Marcelo Rubens Paiva quando ele diz que o fascismo é ”politicamente incorreto”. É justamente o contrário!
- Lei antifumo, Lei seca, Lei do PSIU, Lei da palmada, Criminalização da homofobia, tentativas da Anvisa de regular alimentos com sal e açúcar, feminismos/femismos (cotas para mulheres na política de 50% sendo que nem a anterior de 30% era alcançada, p.ex), vegetarianismos/veganismos xiitas e por aí vai… estamos sendo sufocados num abiente insípodo e inodoro, cada vez mais asséptico!
A ”escuridão” também faz parte da vida e este lado humano não pode e não deve ser ignorado, sob pena de aí sim instaurarmos fascismos ”politicamente corretos” como o comunismo foi.
NÃO SEREI INGÊNUO EM DEFENDER O EXTREMO OPOSTO. O extremo oposto cai exatamente nisto que o Marcelo Rubens Paiva está dizendo, ou seja, um fascismo “de direita”, ou ”politicamente incorreto”.
Termino minha explicação com uma frase retirada de um texto excelente de um dos mestres do ”politicamente incorreto”, Luiz Felipe Pondé (que também escreve merda de vez em quando, mas não neste caso):
”A negação da liberdade vem acompanhada da afirmação do que é a liberdade certa. Liberdade sempre pressupõe o desgosto e uma certa desordem indesejável.”
Eis o texto completo, cujo nome é “Mclanche Infeliz”:
Só uma pergunta: É possível se criar algo próximo de liberdade sem se criar ou lixo ou um estado homogeneizado?
No fundo, são todos analfabetos funcionais. Se tivessem internalizado a semântica das coisas, saberiam o real sentido (incluindo seus limites) da palavra “liberdade”. Lamentável…
Vocês já falaram tudo o que era preciso pra que essa galera que não enxerga o OUTRO consiga perceber que nossa sociedade tá precisando AMADURECER. Só faltou uma coisa: Marcelo, você pensa e fala bem pra caramba!!!! Obrigada por você se expressar publicamente.
Adorei Marcelo, abs!! As pessoas falam de mais!!!
Marcelo Rubens Paiva…voce continua divino maravilhoso…adorei!!!
Hello from London! xxxx
Todo mundo sabe que a elite sonha em voltar pros anos dourados quando mulher era pra ser vista e não ouvida, gay era doença, maconheiro era internado no sanatório, qualquer um que não era branco era vagabundo ou marginal, e quem não seguia a ideologia vigente era comunista.
Os humoristas estão aí pra esfregar essa verdade escrota na cara de todo mundo smpre foi o papel do humorista.
Uma palavra que define muito bem os tempos em que estamos vivendo: fundamentalismo! E não se aplica só à religião, mas na política, nas artes, na música, na culinária, nos esportes e por aí vai. Se o outro pensa diferente da gente, nem ouvimos ou damos espaço para o outro se expressar, dar a sua opinião. Já o censuramos e dizemos que ele está errado! Se ele não se “converter” à nossa ideologia, a única saída é desconstruir o adversário usando inclusive a violência física.! Que absurdo o mundo em que vivemos atualmente! Viva e deixe viver deveria ser o nosso lema, nos dias de hoje.
Marcelo, um excelente texto, sóbrio e de um ímpar bom gosto!
Realmente não sei onde queremos e/ou vamos chegar, e tenho absoluta certeza que muitos, arriscaria dizer a maioria, não sabe!
Amplexos!
André Anlub
Fiquei contrariado com todos os episídios descritos. Inclusive sei que alguns foram mal-intencionados mesmo, ao passo que outros foram apenas flagrantes de péssimo gosto. Primeiro erro: colocar tudo no mesmo pacote.
Agora, comparar tais manifestações com ‘direita x esquerda’ é simplesmente ridículo, Marcelo. Segundo erro.
Resolver denominar todos aqueles de quem vc discorda de ‘diogomainardizados’ então, extrapolou os limites do ridículo. Terceiro erro.
Eu quase preferi defender os autores dos comentários absurdos [que vc elencou] para contrapor o seu argumento. No fim vc os avaliza mais do que ataca, com argumentos críticos tão fracos e simplistas. Quarto erro, pois só os fortalece.
Mas prefiro mesmo não combater um erro com outro erro. Coisa que vc deveria tentar também.
Acho que precisamos nos focar em combater o preconceito no que diz respeito a violência, seja ela moral ou física. Agora, essa historinha de que todos precisam pensar igual, e o que é pior, quem pensa diferente não tem que ter mais o direito de expressar seu pensamento, mesmo que seja ele um pensamento contra o modo de vida alheio, aí já é demais. A lógica por trás disso é: “vamos suprimir o pensamento, porque ele é a raíz de todos os males.” Isso não te lembra alguma coisa ???
Um grande exemplo disso é a minoria atualmente em destaque: os LGBT. Eles não querem somente parar de serem excluídos e violentados (moralmente ou fisicamente). Eles querem que todo mundo pense igual eles, aceitem seu modo de vida e NUNCA afirmem nada contra eles. Senão estaremos sendo preconceituosos. PRECONCEITUOSOS???? Como assim??? Então quer dizer que eu não posso mais ter minha própria opinião a respeito do que quer que seja? Vai a merda… estão querendo demais.
As pessoas precisam aprender a diferenciar pensamentos e ideologias de atitudes e violência. E mais, precisam aprender que justamente a pluralidade de ideias e ideologias é o que trabalha a favor da evolução e da comunhão social, por mais oposto que isto possa parecer. E penso que a tentativa de supressão de ideias contrárias a ideologia de um grupo causa o mesmo dano a sociedade que a violência direcionada a um grupo.
O que me parece, é que atualmente um “mainstream” que está surgindo é esta ideia de que a opinião de uma maioria está sempre errada quando confrontada com a opinião de uma minoria, seja ela qual grupo for.
E o que mais me entristece é a ver a população jovem do país sendo DiogoMainardizada. Eu consigo até entender o meu pai, que tem 72 anos, falando esses disparates, mas ver gente de 23 anos achando legal ser ultra-conservador me faz perder toda e qualquer fé que eu tenho no futuro.
Não entendo essa mania de classificar tudo e todos, se nego quer esculhambar o “politicamente correto” defendendo o contrário e vice-versa (atente para o vice-versa), para que tanta onda com a estupidez humana? Querem intelectualizar o retardamento de tomar partido quando o execrável é o partido. Com esse maniqueísmo ignorante sacrificam seu próprio caráter por ideologia, quando o pior de tudo é ela mesma, qualquer que seja. Escrever sobre isso tomando partido é igual a nada de merda nenhuma, é fazer o jogo que o poder quer. Enquanto isso observem na foto as risadas dos próceres e consultores que nos governam. Para eles somos palhaços, vejam quem de fato governa este país sem ter sido eleito. “O” cara.
O Brasil é um país de HIPÓCRITAS. Parte da mesma polícia que faz de conta que combate o tráfico é a mesma que ajudar a traficar. Uma polícia que esta completamente equivocada na relação com a sociedade. Ela não existe pra assustar e sim pra servir. Despreparo é palavra de ordem para parte de policiais civis e militares.
…aqui o humorista não tem vez.
pq estamos no País da piada prontra.
hipocrisia pouca é bobagem…
É só humor, é arte não é a verdade.
E como se tivesse um filme onde o presidente é morto, isso não significa que o autor acha que o presidente tem que ser morto, ou que ele acharia legal se isso acontecesse.
Se a pessoa deve achar ruim rir de uma piada como as citadas no texto. Deveria sair do cinema se uma pessoa famosa for morta. Ou se for um filme da segunda guerra que mostra o nazismo.
Marcelo, acho a expressão “politicamente correto” uma babaquice, porque ela disfarça o preconceito. Prefiro a velha e boa palavra respeito. Não vou entrar em um papo filosófico sobre isso, mas simplesmente reconhecer o direito do Outro ser.
O conflito é inerente a qualquer arranjo social, mas se podemos ser chamados de civilização é porque já descobrimos outras formas de lidar com o conflito do que dar uma pedrada na cabeça do outro. Isso, infelizmente, parece esquecido. Sim, as pessoas tem direito a opinião própria, mas antes de tudo tem o dever de respeitar o Outro – não apenas um dever moral, mas ao reconhecer no outro uma expressão diversa de si mesmo (goste-se dela ou não). Uso minha liberdade para não seguir o Rafinha Bastos no twitter, não ouvir o que diz o Mainardi – prefiro seguir a ti, ler teus textos, por exemplo. É pouco, talvez… Mas não pretendo poder regular o que alguém pensa ou sente.
Sempre achei que não se pode fazer humor com a fraqueza dos outros, defeito fisico, e etc… É muito covarde fazer rir com a tristeza de outros!…. O Rafinha Bastos diz o contrário… bom pra ele que algumas pessoas acham isso “engraçado”… Eu não compartilho com ele!….Acho uma tremenda falta de criatividade!…….
Você falar de assunto que é tabu , as vezes até tomar a liberdade de fazer piada, o fato de usar de uma forma intima a palavra não quer dizer que não esteja implícito preconceitos por trás! Não sou moralista e estou muito longe de ser a favor da censura, mas o que quero deixar claro é que hoje abusamos da “liberdade de expressão” de forma errada, sem saber oque significa liberdade, então acabamos por deturpar essa palavra e todo seu significado. Não concordo com todas as piadianhas de assuntos considerados tabus, pela a justificativa que se você fala no assunto quer dizer que é porque não tem preconceito.
Só quero dizer que a liberdade existe pra quem sabe usa-la, todos podem, lógico, mas cabe a cada um o bom senso de não deturpar uma palavra tão bonita como LIBERDADE! Odeio falsas liberadades. A palavra tem muito poder, então depende de como usa-la e de quando usa-la.
já tinha pensado nessa expressão bizarra “policamente correto”… gostei mt do texto. Assim como já escrevi sobre “bomba de efeito mooral” que acho um tanto quanto hilária se analizarmos quem a usa!!
e quanto ao comentário totalmente infeliz do ed motta…lamentos! ele bem que poderia ter uma conversinha com o Lars von Trier, porque de separatista pra nazista é um pulo!! acho que o único momento em que não me envergonho de dizer que tenho preconceito é contra quem tem preconceito! dó!!
“Esta DiogoMainardização da imprensa e da pequena burguesia brasileira tem um nome na minha terra: má educação.” Tinha que destacar essa parte do texto, pois sou Acreana, acho que não precisa de mais esclarecimentos não é?! valeu Marcelo por traduzir de forma tão clara oque eu e muitos pensam. sem mais…
Má educação, falou tudo. Não acho legal esse tipo de piadas e comentários, aliás, acho escrotérrimo. Masssss…pior ainda eh reprimir esse tipo de comentário ou piada, liberdade de expressão plena, doa a quem doer, melhor que censura. Todos temos direito expressar uma opinião, por pior que seja.
as pessoas tão muito preocupadas em vigiar o que o outro pensa.
se o cara é gay, ngm tem nada haver com isso.
se o cara é homofóbico, é um direito dele ser.
o problema do preconceito é quando ele deixa o campo das idéias e entra no campo das ações.
um gay, negro, indio, nordestino ou o que for merece ser tratado igualmente, como qualquer outro. O seu preconceito é problema seu.
discriminar é crime, ser um fdp, não. simples assim.
Mas o Ed Motta tá certo… ô povinho feio de SP pra cima…
Bom, espero que alguém leia….
Li quase todos os comentários, pois são muitos aqui.
Independente das brincadeiras ríspidas de pessoas que se apresentam como “humoristas”, “cantores”, “torcedores”, etc., está faltando dignidade em muitos e educação para outros.
Fiquei realmente chocado em ler as respostas postadas aqui, muito mais chocado do que dos acontecimentos, e muito bem colocados pelo Paiva por sinal.
Pergunto: Onde está o respeito mútuo?!
Não existe uma “LEI” que obrigue você a concordar com o outro, mas a falta de integridade está aparente. Todos querem manifestar seus pensamentos, mas não há necessidade em concordar e/ou discordar do próximo, cada indivíduo tem uma visão, seja ela positiva ou negativa.
Não sou e nem quero ser dono da razão, em momento algum da minha vida, a não ser da minha própria verdade. Creio que a maioria também quer isso para sí.
Finalizando……sempre existirá “humoristas” imbecis, sempre haverá “cantores” que ridicularizam brasileiros, sempre haverá “torcedores” fanáticos e sempre existirá a falta de respeito mútuo, infelizmente.
Acho que o Problema todo tá no excesso, seja de um lado ou de outro, a grande verdade é que o ser humano em geral quer levar vantagem de alguma forma, nem que seja no comentário de algum assunto, agora é moda falar que tudo é discriminação ou preconceito, até em livro didático tá se falando que corrigir uma pessoa que fala errado é “discriminação lingüística”, se eu sou negro, posso fazer piadinha de negro,caso contrário é racismo, acho inconveniente dos dois lados! logo logo teremos que estar com um dicionário de politicamente correto para bater papo em rodinha de amigos, senão corremos o risco de cair na net por alguma frase infeliz, que jogue a primeira pedra quem nunca disse uma besteira sem pensar e depois se arrependeu!!! O fato é que agora, com a velocidade da informação, falou alguma coisa que não devia, não importa se você é ou não politicamente incorreto, é assim que você será julgado e condenado!
Respeitar o próximo como gostaria de ser respeitado…Básico e funcional.
O ideal é todo mundo poder se expressar, falar o que acredita e sem ser processado ou levar uma surra por isso.
Se reaça acha que libertário tem que apanhar, e libertário acha que reaça tem que calar a boca e ser processado sempre quando diz o que pensa, os dois vão ficar no mesmo lugar, um mandando o outro fingir que não existe e cada um defendendo sua superioridade.
Eu sempre tento lembrar que a pessoa mais careta do mundo, primeiro, é pessoa, depois, tem uma história de vida (pessoal, familiar, social, psicológica) que a fez como é. Eu gosto de me ‘autolembrar’ que as minhas causas não são melhores que as causas de ninguém, elas são a minha crença, mas as outras pessoas são pessoas como eu.
Eu sempre penso que o cala boca que eu mando para um reacionário é idêntico ao cala boca que eu ouço dele e depois da troca de cala boca, dificilmente virá uma nova etapa na vida em comum, é apenas mais uma briga.
Até porque você ser reacionário ou libertário não é a grande questão, da questão, importa o que está sendo discutido. Por exemplo, tenho amigos gays que são contra a reforma agrária, contra políticas sociais de qualquer governo e acreditam que pobres são pobres porque não se esforçaram o bastante para serem ricos. Esses amigos foram suficientemente livres para assumirem a sua sexualidade, a direção dos seus afetos e acreditam que o amor é livre, mas o dinheiro, a educação, a saúde, o saneamento, asfalto, moradia e a propriedade privada não, esses itens são e devem ser para poucos.
Eu acho que essas brigas parecem brigas de gangue e briga de gangue não existe para chegar a lugar algum, mas para existirem breves vencedores entre pessoas idênticas, entre grupos de bairros vizinhos, da mesma classe social, da mesma cidade, do mesmo entendimento de humanidade e de relação entre as pessoas.
Reaça pode falar, sim, afinal eles existem e estão defendendo alguma coisa que para eles é importante.
Piadas não mandam retirar direitos sociais conquistados e não são um anúncio de uma circunstância futura, mas uma espécie de crônica do presente, que depois de falada, já é quase passado;
Opiniões devem ser discutidas, retrucadas, não reprimidas, ainda que você seja contra. Ainda que eu seja contra.
Pouco importa se tem gente dizendo que o pessoal da Marcha da Maconha deveria mesmo ter apanhado, sempre vai ter alguém para dizer isso, importa é fazer mais marcha, importa é fazer uma marcha dedicada à liberdade de expressão, importa é reforçar e lapidar o discurso para todo mundo entender o que, e como, querem os apoiadores da legalização da maconha.
No início desta semana, em um trabalho, encontrei quatro conhecidos comentando, horrorizados, sobrea ação violenta da PM, no Domingo. Três deles estavam na Marcha e além de revoltados, sentiram-se humilhados, desrespeitados, por conta da violenta repressão.
Na hora eu lembrei do dia 26 de Março de 2010. Essas mesmas quatro pessoas, com quem eu trabalhei naquela época, também, chegaram atrasadas, a uma reunião, porque seus carros ficaram parados, no trânsito, cerca de vinte minutos além do habitual, por conta da passeata organizada por professores do estado em greve, naqueles dias.
Quando eles finalmente chegaram, o governador José Serra já tinha ordenado à PM que reprimisse os protestos dos grevistas, no Palácio dos Bandeirantes e na Avenida Paulista. A polícia foi tão violenta contra os professores grevistas, naquele 26 de Março, quanto foi no último Domingo. Mas ninguém falou nada, no outro dia. Todo mundo achou super normal professor em grave apanhar. Nem pessoas públicas, nem comentários nas redes sociais, nada e os jornais cobriram como se porrada fosse consequência natural de uma manifestação de greve.
Um dos motivos porque eu nunca esqueci esse episódio, do 26 de Março de 2010, foi porque quando aqueles quatro conhecidos chegaram, injuriados por seus 20 minutos de atraso além do normal, e souberam que os professores estavam apanhando, eles APLAUDIRAM. Depois, defenderam a repressão, a violência e a prisão de manifestantes grevistas. Disseram que deveria ser assim mesmo, que trabalhador que faz greve é vagabundo, tem mais é que apanhar, até porque ficam atrapalhando a vida dos outros, na Avenida Paulista. Eu lembro perfeitamente dessa reação, porque tentei argumentar e virei A Comunista, aos olhos deles (não, eu não sou comunista. nada contra, mas não sou).
Quer dizer, o problema não é o caretismo ou a liberdade de cada um, o problema é o problema pelo qual cada um se levanta. Claro que você deve responder aos seus antagonistas, mas não são eles que atrapalham ou ajudam a consolidação das suas causas.
De modo que humilhar e reprimir a expressão dos reacionários e politicamente incorretos é reacionário e humanamente incorreto.
P.S.: Não, eu não sou reacionária. Não, eu não gosto de maconha, portanto não fumo. Sim, acho que quem quer fumar, tem o direito de fumar. Sim, sou a favor da liberdade de expressão. Finalmente, não entendi se há uma proposta de reforma de lei para legalizar a maconha ou seu uso, algo assim.
Seu comentário foi melhor que o texto do Marcelo. Parabéns!
responder este comentário denunciar abusoMuito melhor… Parabéns!!!!!!
responder este comentário denunciar abusoUma pena que os reaças que deveriam ler este texto, na verdade não consegue compreender nada alem de seus gritos….
Perfeito!!!!
Disse tudo o que penso!
Parabéns!! e grande abraço
O descolado e politicamente correto MRP é o modelo de “intelequitual” brasileiro. Sabe de tudo um pouco e no fundo não sabe nada. Duvido que ele saiba qual é a diferença entre fascismo e nazismo. Não sabe a definição mas usa muito bem o rótulo genérico fascista (ou neofascista) para esculhambar qualquer um que não concorde com suas belas idéias.
Interessante que ele bate orgulhoso no peito para reafirmar seu esquerdismo, e consequentemente, seu comprometimento com a causa dos camaradas e companheiros de viagem. Ideologia maravilhosa, que não matou ninguém tampouco perseguiu inocentes. Prestes destroçou uma moça de dezesseis anos por acidente e Lamarca fez um companheiro engolir os próprios bagos por puro lazer dominical.
Perigoso mesmo é o sujeito que vai à missa aos domingos, esse merece o paredão.
Tanto MRP como seus séquito de baba-ovos não compreendem que reacionário é àquele que reage à algo. Oras, se um sujeito não gosta e não concorda com o quadro atual, ele reage. Isso é crime? Qual é a atrocidade em não concordar?
Mas no discurso malicioso do escrevinhador todo aquele que não concordar e aprovar a putaria e a liberação das drogas, logo concorda e aplaude a ação da PM na manifestação sobre a Liberdade de dar umas bolas.
A polícia brasileira e o MRP são consequencias do mesmo problema. Dois elementos entupidos de ódio, o ódio dos ignorantes, daqueles que, como o untuoso cronista MRP, adoram pregar a tolerancia da boca pra fora.
Tolerancia é o caralho Sr. MRP. O dia que você for tolerante o sol nascerá no Oeste. Não há nada mais sombrio e intolerante que um “inteleca” brasileiro. Não concordar com MRP e seus pares é crime de morte.
Da mesma forma que um fervoroso cristão desaprova a viadagem, você imediatamente rotula qualquer cristão de fascista e direitista perigoso, com exceção talvez para Betos e Boffs que são cristãos de araque.
Por que você não vai esculhambar os muçulmanos, corajoso rabiscador? Dentro do universo deles maconheiros vão pra cana, viados morrem e sabidos como você desaparecem.
Mas como os mulás estão dando uma forcinha para enterrar de vez a tradição ocidental que tanto você odeia, por enquanto dá para engolir a rapaziada. Mas quando sobrar de um lado os clones politicamente corretos do MRP e de outro o califado, adivinha quem leva a melhor? Ainda veremos as bichas de São Francisco e os maconheiros de Amsterdam reclamando:
Até que na época do Bush não era tão ruim…
Prefiro ser DiogoMainardizado que RubensPaivado. Uma vez, eu ainda era jovem, me convidaram para uma palestra ou aula do MRP. Eu já tinha sacado o grau de sacanagem da classe sabida brasileira. Declinei o convite e disse preferir um cateterismo ou uma crise aguda de pedra na vesícula.
Pessoas como esse MRP vivem de afagos, de carícias mil da mídia e do universo acadêmico. Mas se contorcem de desespero ao saber que pessoas normais e inteligentes o desprezam profundamente.
É isso aí MRP, seja tolerante com aqueles que ignoram você e suas brilhantes e cândidas idéias. Será possível? Não creio…
Uma PM adestrada nos cânones Paivanos iria usar balas de chumbo ao invés de borracha numa eventual passeata em defesa da família e bons costumes. A história está atulhada de exemplos e já sabemos o que acontece quando tolerantes Paivanos chegam ao poder.
Em suma…vai lamber sabão Sr. Marcelo Rubens Paiva.
Marcelo, você perdeu uma boa oportunidade de deixar uma tela em branco! Horrível seu texto!
Bom dia, Marcelo e leitores.
Acredito que o principal problema que vivenciamos no Brasil atualmente esteja relacionado com essa visão deturpada que a maioria da população tem a respeito do regime democrático. Muitos o vêem apenas como uma obrigação eleitoral quadrianual, outros ainda como o regime político da liberdade de expressão. Mas, não entendem que essa liberdade é uma consequência, um direito adquirido e não um instrumento norteador de conduta e decisivo dentro do regime democrático. Essa função cabe ao povo (democracia, do grego demo+kratos), contudo enquanto esse povo não entender seu real papel nas decisões e rumos políticos do país e usar sua liberdade unicamente para insultar as diferenças alheias, viveremos nesse universo construído por e especialmente para os políticos corruptos, onde a massa ignorante é manipulada e os direitos básicos do cidadão subvertidos em domingos de futebol e bunda na televisão.
Como disse Gandhi, “a intolerância é em si uma forma de violência e um obstáculo ao desenvolvimento do verdadeiro espírito democrático”.
Abraço.
Marcelo, falou tudo!!! te amo !!!
http://www.gutograca.blogspot.com
O texto que circulou pela net, de autoria do Marcelo Rubens Paiva, é de uma boçalidade sem tamanho. Desculpem, mas foi a palavra que melhor traduz.
Confunde ser Correto, ético, justo e coerente com o ser “politicamente correto”, que é a versão hipócrita do correto, do ético e do justo.
Quanto mais se defende o politicamente correto, mais se cria a chance do recrudescimento dos preconceitos por parte dos idiotas inflamados. Pois mais que criar uma coerção natural da sociedade contra as práticas discriminatórias, tenta resolver por decreto. Por proibição.
Eu não avanço sinal. Não páro na calçada. Ajudo pessoas a atravessarem a rua. Separo o lixo para reciclagem. Se vejo uma injustiça seja com um negro, pobre, idoso, criança, deficiente, homosexual, ou com qualquer pessoa que não esteja nestas titulações que na teoria devemos defender, ou até mesmo contra um animal indefeso-vou comprar o barulho como se fosse comigo. Não por estar na lei escrita que libera ou proíbe. Mas contra a natureza do “ser correto”. E chegar , se for o caso as vias de fato. Mas não vou deixar de contar a piada. Seja com o homosexual, o negro, o pobre, o judeu, o português, o alemão…O pensamento não pode ter censura. Pelo contrário. Pode estar ali contida a catarse que faz a sociedade normalizar e cair os preconceitos no andar da carruagem. O Preconceito é uma coisa odiosa que deve ser banido. Mas não por decreto e sim por consciência. Pela alma.
Não acho que seja homofobia falar para alguém “Pára de bichisse!” ou Preconceito racial dizer para um amigo exibindo seu carro novo “Putz, cara carrro vermelho, tu é crioulo mesmo, hein?”. Para mim não existe raça amarela, preta ou branca, para mim é tudo Raça Humana. E opção sexual eu quero ter o direito a “zoar” meu amigo seja pela sua opção sexual, pela sua opção de time de futebol, pela sua opção política, seja pelo seu hábito de se vestir sempre de verde, de branco ou amarelo.
Quando a piada e a brincadeira são uma pista de mão dupla, (você zoa e dá o direito a ser zoado), é quase que um contrato das normas do bem-viver. Assim eu brinco com uma amiga por ser vascaína, gostar da Cássia Eller ou ser judia e dou a chance a ela me zoar por comer chocolate todos os dias, ser torcedor de um time que não está na Primeira Divisão do Futebol, ou só me vestir de roupas pretas.
Humor, seja politicamente correto ou incorreto, tem que ser inteligente ou ter graça. Se não, não serve. Mais um sofisma. Confundem inteligência ou burrice com politicamente correto e politicamente incorreto. Dizer para o autor do texto “Pô, Alê, mandou mal” não seria nem politicamente incorreto ou politicamente correto. Seria ofensivo, mal educado, estúpido e burro. E sem graça. Mas Marcelo Rubens Paiva que eu sempre admirei, ah, mandou muito mal. Quem concordou com seu texto na verdade espelha a vizinha de Higienópolis. Quer banir o pensamento livre. Aliás segundo o autor, o pensamento diferenciado deve ser banido. Igualzinho o pensamento da psicóloga de Higienópolis. Os verdadeiros preconceituosos travestidos de moderninhos e politicamente corretos.
Vamos banir o preconceito. Mas vamos deixar o pensamento e a piada livres. E aos humoristas, por favor, que a piada tenha graça. Ao autor, bem…Feliz ano, velho.
Pô Marcelo, só li sua resposta hoje. mandarei o abraço, sim. ele vai ficar bem feliz!
abraços!
[...] mais: a moda do reaça « Marcelo Rubens Paiva Postado em: Ação, Internet Tags: ação, marcelo, moda, paiva:, reaça, [...]
E ainda não entendem como e o quanto estão sendo mesquinhos,
ridículos, monstruosos.
Certamente não se enxergam no espelho.
Beleza, mas que diferença de juventude as da decada de 78 e 90 pra de hj hein..Marcha da maconha, ok mas e marcha pra reclamar do aumento vergonhoso do salario dos deputados e senadores? E a marcha pra protestar os preços abusivos dos combustiveis?? Que tal uma marcha pra pedir uma reforma no codigo penal pra evitar novos Pimenta Neves?? Com todo respeito que m…..de jovens esses do momento!!
Os grandes portais tem sido veículo desse tipo de postura reaça. Tanto na produção de conteúdos ideologicamente tendenciosos, como quando permitem que os visitantes comentem as notícias. Esses comentários nunca sofrem nenhum tipo de moderação, é só entrar em qualquer site de notícias, estão lá os reaças, neonazistas escondidos por trás de bits e bytes, evocando linxamentos e fogueiras que eles não tem coragem de executar na realidade, já que no mundo covarde da internet é muito mais fácil agredir.
Seu texto é uma defesa dos ideais que fundaram o que minimamente se entendeu, durante muito tempo, como civilização. Se afundarmos na hipocrisia e na intolerância, temos exemplos na Alemanha de Hitler e na Itália de Mussolini para nos lembrar que o ser humano pode, sim, ir ao fundo do poço. Mais uma vez, infelizmente.
Perfeito Marcelo, parece que você conseguiu sintetizar bem o que eu penso, ótimo texto, meus parabéns.
Falou tudo, MRPaiva.
Estou com vc e não abro. Tõ de saco cheiro desses pessoas que ficam metendo o pau e falando o que querem, sem fazerem o menor exercício mental, de que as coisas que falam, tocam de forma boa e perversa em outros ser humanos. Como seria bom o mundo, se conseguíssemos apenas, durante um simples dia: “hoje, não vou falar ou fazer piada de ninguém…”
Acho que iria dar uma limpada no meu estômago, no de todos e assim por diante, como uma reação em cadeia, neste dia , o azedo ia ficar doce…
Falta a nós o agradar, o abrir porta, o dar passagem, o Olá, o Até uma próxima, o Vc primeiro… eu fui educado assim e tem horas e dias que essa educação simples me foge e escapa.
Obrigado pelo seu texto.
Pelo direito a indiferença desses pensadores sem juízo e educação.
Eles são nada mais que isso… Grandes profissionais no que fazem, porém, sem educação com o próximo.
Socorro!!!
Ainda precisamos ficar discutindo absurdos como este?
Não posso me conformar que tantas pessoas que não são alienadas culturalmente tenham e manifestem publicamente idéias tão ultrapassadas e preconceituosas.
JAULA NESSES ANIMAIS IRRACIONAIS DE DUAS PERNAS!
Quem sabe o mundo começa a dar sinais de melhora.
“RAÇA” hahaha termo de Comuninha maconheiro. Pq filho, a guerrilha do araguaia queria o que, instaurar a democracia soviética aqui? hahaha vcs sao uma piada! na rua vcs correm da gente ou se escondem atrás da polícia que chamam de “fascista”!
Se o politicamente correto pode, em determinadas circunstâncias, ser chato, o politicamente incorreto é, necessariamente, imoral.
Bom texto estou achando a juventude da classe média muito conservadora e contraditória… Ao mesmo tempo que tem-se o fevor e opinião imutavel sobre os “males” eles não se comportam da forma que condiz suas opiniões. Maioria das ofensas vêm de não aceitar a “felicidade” de um terceiro, como um homossexual sorrindo, um usuário de drogas chapado, um artista querendo se expressar…
É engraçado, né… Essas “figuras” soltam um monte de imbecilidades, depois pedem desculpa, tipo, na esperança de que anule o que foi dito antes. Desculpa uma ova, assumam a responsabilidade pelas idiotices que fazem. Se desculpar por hipocrisia é o cúmulo, me lembra daquelas pessoas que malham alguém ou determinado grupo, depois solta um “sem querer ofender”… SE NUM QUISESSE OFENDER, NUM OFENDIA, CARAMBA.
Nossa, adorei esse texto! Disse muita coisa do que eu penso também dessa “modinha” de ser politicamente incorreto e achar que ter direito à opinião é poder falar mal dos outros e ofender à vontade. Chega dessa falta de educação!
Querido Marcelo, muito bom esse seu texto sobre a onda de barbárie, cínica negadora da cidadania e do respeito pelo outro. Há um tipo de humor que vejo cada dia mais como lamentável, feito por mamanjos adolescentes sem qualquer ética. A segunda parte do seu texto diz respeito a algo que já venho percebendo há um bom tempo; as “celebridades” se dão do direito de falar qualquer coisa, incluisive fatos íntimos ou escatológicos de de suas vidas que só interessam a si mesmos e acham que não devem ser patrulhadas, estão acima da crítica, como pontificou o arrogante (não sei por quê) Ed Mota. Para ampliar a sua lista com fatos recentes, é só acrescentar o Lars Von Triers; o Galliano, nazistas enrustidos.
Minha mãe morreu e não fiquei ofendida com esse comentário sobre os órfãos. Sei lá, tem coisa mais importante pra se fazer do que ficar se remoendo por x ou Y que X ou Y falam. Se ele agredisse fisicamente os órfãos, incluindo eu, aí talvez ficasse (literalmente) doída. Mas temos mais coisas e coisas mais importantes para nos importar no mundo.
Ser contra a legalização do aborto nos dias de hoje confirma a não tão politicamente correta letra de John Lennon “Woman is the nigger of the world”. Além do mais, acho que ninguém com um par de bolas deveria opinar sobre esse assunto, ainda mais se for contra. É impressionante como homens estufam o peito pra falar da política patética criminal do aborto no Brasil… Se homem engravidasse, aborto não só seria legal, mas teríamos uma chacina de fetos sem igual. (Ah, eu estou me referindo ao Eric, que deu uma de centrista em um dos comentários aí). Eric, centrista não, você é machista mesmo.
finalmente um comentário inteligente! valeu pelo dia! sinceramente obrigada!
Bom,o texto realmente mostra que devemos nos colocra no lugar do outro,tem coisas que nao devem ser ditas por mais que se pense daquela forma,nao por covardia,mas por saber que nao ira fzr a menor diferenca na nossa vida,e ira trazer somente o risinho de alguns e ofender outras pessoas.Por mais que se parecam absurdas algumas coisas como o Tiririca ser um Senador por exemplo,nao se pode generalizar as coisas e julga -las como um todo!
Liberdade de expressao e saber usa-la da maneira correta,com inteligencia e noa sadismo.
Desculpem a falta de acentuacao e cidilhas mas meu teclado esta com problemas.
Abracos a todos.
“Eu posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” – Voltaire.
Ninguem é superior a ninguem aqui.
Não que eu concorde com as piadas de mau gosto. Mas quem quer que queira fazê-las, tem o direito. Acho que Rafinha Bastos e todo esse povo aí sabia muito bem as consequencias possíveis caso escrevessem o que escreveram no twitter. Ninguém aqui é idiota de achar que vai falar mal de judeu, orfão, etc e sair ileso. Mas isso não o impediu de fazer a piada e ponto. Acho que respeito ninguem tem que impor não. É de cada um saber os limites e até que ponto se pode ir. Se Rafinha Bastos acha que tá tudo ok brincar com uma coisa dessas, que se foda. EU NÃO CONCORDO, ENTÃO EU NAO FAÇO. Voce não vai conseguir obriga-lo a parar.
E quanto às marchas….
A marcha da legalização sempre foi MAIS do que somente liberar a compra da erva. É pelo fim da hipocrisia. Pelo fim do domínio politico e sua descarada mentira sobre isso. Alcool e tabaco são mil vezes piores que maconha e rolam solto por aí. A gente não tem direito de sair por aí falando o que acredita mais? Se eu sair por ai defendendo o direito dos gays vou levar porrada de PM? Se eu sair por ai reclamando do preço do onibus posso ser espancado por polícia? QUE PORRA É ESSA? Desde quando PM tem direito de ME CALAR A FORÇA? DE ME CALAR USANDO VIOLÊNCIA? Bando de pau no cú. A marcha defende nossa liberdade de dizer o que quiser mesmo que isso não vá mudar nada nas leis. O direito de expressar nossa frustração.
Bando de repressores.
Jú, ninguém é superior, mas o esforço de rafinhas em se inferiorizar é digno de pena.
De fato, não acredito em repressão. Mas se alguém banca o escroque, é de escroque que deve ser chamado. Que ele defenda até a morte o meu direito de reagir à sua ofensa pública, chamando-a pelo nome.
responder este comentário denunciar abusoE a questão do aborto é indiscutível.
Acho que ninguém aqui tem direito de discutir o direito da mulher sob seu corpo, se não ela mesma. As comprovações científicas estão aí. Só fala que estamos “matando gente” e “impedindo vidas” quem é ignorante.
Quem tem que decidir isso é a própria mulher, sem dedo do governo, nem de ninguém mais.
E homem que vem discutir isso é ignorante. Você não fica gravido. Você não tem direito de ser contra quando isso é algo que NUNCA vai te atingir.
Dono de Bom-Senso!
Reflexão mais do que valida!
Legal te ver ativo na Marcha!
abraços!
Thomaz.
[...] um post do Marcelo Rubens Paiva em seu blog no Estadão: A onda agora é ser bem [...]
[...] da democracia no mundo.Dois textos interessantes que ficam como “bibliografia”: Marcelo Rubens Paiva e aqui.Nenhum post relacionado Tags: #brazilianrevolution • Life • marcha da liberdade [...]
Geni e o Zepelim do grande Chico Buarque ilustra bem a cabeça desses politicamente incorretos. Gentileza quando precisam e apedrejamento após o uso. Sobre vcs uma única definição: vergonha, “shame”, “honte”, “vergüenza… E o meu desejo para pessoas tão “distintas” é apenas que sejam vítimas do seu próprio preconceito para, aí sim, entender um pouco do que Marcelo Rubens Paiva quer dizer. Ah,prá quem não sabe, Marcelo é escritor, autor do livro “Feliz Ano Velho”, que trouxe mto esclarecimento a minha adolescência. Valeu Marcelo ! Não conheço vc, mas admiro muito o seu trabalho.
A respeito de Ed Motta: voz incrível, cabeça desprezível. Pois é, ninguém é perfeito né? Fui.
Sempre confundimos verdades com opinião própria… E agora a internet está expondo esta confusão.
Dizer que maltratar os outros é liberdade de expressão é para mim uma falta de compreensão sobre o que é liberdade. Que sempre me foi explicada como um dos lados da moeda, sendo o outro responsabilidade.
Defender grosseria como liberdade é perder os parâmetros de humanidade.
O texto foi excelente, parabéns o autor.
Mas infelizmente, não acho engraçada essa “moda reaça”. Pelo contrário, acho triste, e em incomoda profundamente ver como a limitação intelectual e cultural dos brasileiros se manifesta mais uma vez.
Essa moda não tem pé nem cabeça para a maioria dos casos, se baseia na oposição sistemática, e na completa aversão à mudança. A completa ausência da noção de coletivo faz com que essas pessoas queiram impor cada vez mais sua individualidade acima dos demais. Se são Cristãos, héteros e da dita “direita” política, chamam os demais grupos de ausentes de valores, caráter, terroristas.
O que me impressiona, é que exigem como seu direito individual poder reprimir os demais. Infelizmente precisam aprender o que é individualidade. E que liberdade não existe dessa maneira infantil, de fazer o que quer.
Pedro, esse teu comentário valeu outro texto.
Vamos brincar de inverter as coisas aqui: antigamente eu podia chamar um escroque de escroque, um reaça de reaça, um ferrabrás de ferrabrás. Hoje em dia todo indigente mental, com papo de tiozão esclerosado em reunião de família, é “politicamente incorreto”. Hoje em dia, se quero usar o termo correto sou patrulhado, oh mundo injusto, onde vamos parar.
responder este comentário denunciar abusoSó agora vi que você respondeu meu comentário.
Tenho 29 anos e a quantidade de reaças na minha idade, ou até mais jovens, é uma coisa perturbadora. Por isso que eu disse que Reinaldo Azevedo está hype.
Sabe…. quando eu era criança, minha mãe me levou no Vale do Anhangabaú pra manifestação em favor do impeachment do Collor. Na época, eu achava que só gente velha votava na direita e ser jovem era ser contestador, idealista e, naturalmente, de esquerda. Deve ter sido por causa da criação “diferenciada” que meus pais me deram. Com o tempo, vi que não era bem assim. A esquerda já não é bem assim. De qualquer forma, ainda me choco, devo confessar…
“Fazer piada às custas da discriminação é triste, ultrapassado e totalitário”. Mas parece que muita gente ainda não entendeu isso.
Ser “um dos maiores humoristas de stand-up”, pra mim, é como ser um dos maiores cuspidores à distância. Vale o que? Pretensão de fazer “comédia sobre o nada” é o que resta para quem não tem nada a dizer. Hermes e Renato têm uma paródia engraçadíssima de stand-up, um retrato fiel, deve ter aí nos youtubes.
Parabéns pelo texto, essa modinha classe-média-sofre já deu. Virem o disco, tias velhas em pele de gente nova.
Não sei se isso é bom ou ruim.
Costinha, Chico Anysio e Jô Soares morreriam de fome se fizessem hoje o seu humor clássico dos anos 70 e 80 com suas ‘bichinhas’ e outros personagens.
Gostava do Costinha e até diria que sinto saudade de um tempo não muito remoto no humor nacional.
http://www.youtube.com/watch?v=QhtrfW4Sv-c
Saúdos,
Infelizmente! em nosso pais as pessoas sem muita visão humanística estão confundindo liberdade de expressão com libertinagem de expressão: que a liberdade exacerbada de falar tudo o que pensa, de vociferar todos os tipos de preconceitos e mesmo assim achar que não está violando principio moral algum, tudo em nome do politicamente incorreto pois é moda da direita facista agora né!!!
eu sei que depois de 600 comentários vai ficar difícil… vou debater mesmo assim.
Marcelo, eu sou bastante a favor desta opinião: respeito junto da liberdade de expressão. Existem, porém, idéias-limite que não devem ser respeitadas? Em nome do humanismo, talvez? Acho que o seu questionamento termina neste.
O politicamente correto está fora de moda, anacrônico porque surgiu um argumento que se não o ultrapassa, pelo menos ombreia, que é o humor negro. São dois antagonistas frontais, e um prega o respeito acima da liberdade enquanto o outro a liberdade acima do respeito.
Acho inegável que a sátira, a crítica mordaz fizeram serviços enormes ao humanismo atacando por exemplo a hipocrisia e o absurdo ligados ao status quo, e ao fazê-lo oprimiram certas opiniões. Pode-se argumentar que se tem preconceito com quem tem preconceito, mas isso já é uma forma de repressão, não? a repressão da Lei, precisamente essa
Nas histórias em quadrinho, a verdade é sempre cruel!
escola pra quem precisa.
pra quem precisa de escola.
Marcelo, sensacional!
Só mesmo em um país com uma classe política tão deturpada quanto a nossa que alguém pode achar bom ser politicamente incorreto.
Aliás, esse ‘argumento de autoridade’ para legitimar qualquer asneira só pode ser sinônimo de ignorância e falta de debate, como as falas de certos parlamentares, executivos e picaretas em geral.
Abraços,
Juliana
Eu sempre curti muito tudo, e concordei, na maioria das veze, com o que você disse, escreveu e etc e, claro, dessa vez não poderia ser diferente!
Clap! Clap! Clap!
[...] como se fossem as coisas mais naturais e socialmente aceitas do mundo, o Marcelo Rubem Paiva fez um post bem interessante relacionando o politicamente incorrento com o avanço repressivo do estado no Brasil que devem [...]
Depois de ler varios comentarios, teve um que me chamou atenção e concordo em genero numero e grau; o da JÚ 30.05.2011 as 19;37, e já que podemos dizer o que queremos sou NORDESTINO com orgulho e acho que um povo que elege TIRRIRICA, nao mereçe meu respeito e pau neles…começa no lombo e vai descendo ate o talo. na verdade brasileiro gosta mesmo é de uma anarquia.
sem palavras! consciência e paZ sobre o chão do braZil, antes mesmo que a PALAVRA chegue, como expressão precária do pavor de alguns diante do momento”crime é minha meta!”.
por que esses desocupados ao invés de fazerem marcha pela maconha,não fazem marcha pela educação, marcha pela saúde, marcha contra a corrupção? Quem usa maconha deveria estar é numa clinica para drogados ou na cadeia. Quem usa maconha ou é doente da cabeça ou criminoso. E ainda tem um bando de pseudo intelectuais que são a favor da maconha…esses não são intelectuais coisa nenhuma rapaz. O cara escreve um livrinho, dá entrevista no Jo e já acha que é intelectual…pobre Brasil!
Marcelo
Texto magnífico!!!.Bom ter em você essa voz sincera, coerente,útil e necessária
superabraço
e a liberdade de expressao? é, claro!! uma galera tá defendo a tal liberdade de expressao nos comentários. Temos mesmo que ser livres pra fazer piada dos viadinhos, dos pretos, dos retardados… né? e, pra quem defende tal, qual o seu defeitinho secreto, ou sua mágoa de infancia ou trauma? Conta pra gente! Conta aqui pra mim, pra eu ter o prazer de me juntar a voce e também te incluir na ridicularizacao! Sim! Também sou livre pra me expressar né?
Dane-se se isso fere alguém ou nao. Conta seus probleminhas que a gente já te joga na roda, e voce também terá a alegria de ser humilhado e/ou se sentir mal por existir! Legal né!?
Ah, e daí que eu sou contra a maconha, aborto, casamento gay? Isso nao me atinge! Entao tá. Do que voce precisa? Conta também, dae todos nos uniremos pra ser contra suas necessidades também, afinal, nao será nosso problema. Viva a sociedade egoísta, nao é?
Ah sim!
E eu conto o meu pra voces: sou gordo e viado! Aberto às piadas!
O que você chama de “reaça”, na minha epoca era chamado de LIBERDADE DE EXPRESSAO. Algo que cada vez menos temos no Brasil graças aos defensores do maldito “politicamente correto”, que acham os unicos donos da verdade e os unicos donos do que vem a ser “um bom pensamento”… Que inveja da Liberdade SEM ADJETIVOS dos norte-americanos, garantida pela Constituicao (que proíbe expressamente que sejam feitas Leis restringindo essa liberdade). Viva Danilo Gentili e outros que não se submetem a esta ditadura dos imbecis que acham os unicos donos do que os outros podem ou nao podem dizer. As piadas reproduzidas sao otimas, e eu quero ter O DIREITO de poder ouvi-las, sem patrulhamentos da esquerda boba e festiva.
Eu não sei se sou de direita ou esquerda. Algumas de minhas opiniões desagradam a direita, outras, desagradam a esquerda. Se eu for de direita, esse negócio de defender o politicamente incorreto é horrível, desrespeitoso. Aliás, tenho amigos declarados “de direita” e que pensam o mesmo.
Enfim, não gosto disso de declarar que é ruim ser de direita ou esquerda. Ser de direita, não é ser necessariamente malvado. Ser de esquerda, não é ser necessariamente malvado. Vamos parar com esse maniqueísmo.
[...] Ontem li um artigo de Marcelo Rubens Paiva no Estadão, em que faz acusações contra reaças, direita, comediantes, neo-fascismo, Ed Motta, família, entre outros – http://blogs.estadao.com.br/marcelo-rubens-paiva/a-moda-do-reaca/ [...]
Marcelo Rubens Paiva e o zeitgeist petista
Paiva está contaminado por aquilo que podemos chamar de mal de Lula, enfermidade mental que aflige milhões de estúpidos e que limita o raciocínio lógico e o espírito crítico. Um dos sintomas é exatamente não conseguir diferir uma manifestação notadamente jocosa da preconceituosa. É crer piamente que no Brasil existe uma conspiração da elite e do PIG, embora ninguém tenha provado a existência de nenhum deles. É ser contra a direita mesmo não sabendo o que significa, para ser aceito e inserido na consciência social.
na íntegra: http://www.contradita.wordpress.com
[...] o CQC por uma série de piadas contra a amamentação em público. (Para quem não sabe, a nova moda reaça é ser contra as mulheres amamentarem seus bebês em público, acham que elas devem “ir a um [...]
TREM LOUCO…Louco, mas é assim que ele vai
Milhões de pessoas que vivem como inimigos
Talvez não seja tarde
Para aprender a amar
E esquecer como odiar
Feridas mentais não tem cura
A vida é uma grande vergonha
Estou saindo dos trilhos num trem maluco (2x)
Eu escutei os pregadores
Eu escutei os tolos
Eu vi todos os estudantes que abandonam os estudos
Que fazem suas próprias regras
Uma pessoa condicionada a mandar e controlar
As mídias vendem isto e você vive o papel
Feridas mentais ainda gritam
Me enlouquecem
Estou saindo dos trilhos num trem maluco
A HUMANIDADE É UM TREM LOUCO,segundo o Ozzy.concordo.Tentar entender é um processo difícil;falar e falar é repetir um lugar comum…mas ainda resta a humanidade saber(?)pensar suas tolices.Temos vistos manifestações,declarações,atitudes ou atos que vão do espanto,ao risível,trágico e cômico.vemos a tragédia feito farsa e o cômico no ridículo.E uma apoteose de asneiras e verdades tacanhas(ATRASADAS) com a onipresença do ser idiota.triste realidade
s reaças estao saindo do armário! enquanto no oriente médio,briga-se por liberdade e democracia.respeito humano e a dignidade de ser,eis o caminho;no Ocidente se faz o inverso! Mas mesmo que os reaças da hora nao queiram.,avançaremos nas CONQUISTAS EM SER DIFERENTE.HA LUGAR PARA TODOS.E POR FAVOR,QUE OS RELIGIOSOS FIQUEM EM SUAS IGREJAS,VIVEMOS NUMA REPÚBLICA LAICA!
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O problema é que todo mundo perdeu a mão… os que se julgam defensores da moral e dos bons costumes, e os que se julgam livres pensadores. O humor anda a perder a graça no meio disso tudo… mas acho que é mal internacional, porque vejo o mesmo acontecer aqui na Europa. Já não se pode dizer certas piadas que se dizia na infância e, por outro lado, surgem outras que só são chamadas “piadas” porque alguém denominou “humoristas” os autores ou divulgadores dessas ditas piadas… Mas há aqueles que gostam de contabilizar todas as transas (de preferência as más e mais estranhas) e contar os detalhes mais sórdidos da própria vida como troféus de uma liberdade sem precedentes… e que depois sentem-se discriminados e ofendidos em sua própria moral quando alguém os confronta com esses mesmos detalhes. Deixei de gostar de muito artista de quem eu apreciava a música e de quem eu até sabia que levava uma vida bem diferente daquela que eu considero saudável… não pelas suas vidas, mas por depois a terem querido negar, quando não receberam o feedback que esperavam pela exposição excessiva a que se submeteram. Posso não concordar com a forma de viver de muita gente, mas valorizo quem se assume e não sente a necessidade de tornar verdade absoluta aquela que é apenas a sua própria verdade. Viva a diferença que nos aproxima e abaixo a banalização que nos deprime!
Esse vulgos artistas de hoje só falam merda. Quem liga pra o que essas merdas falam? Perca de tempo twitter de artistas.
Para onde vamos? Onde estamos? Os humanos são mesmo intolerantes, natureza triste e má… Paixões terríveis como inveja, ciúmes… Tenho sentido tanto frio e tanto medo, não se sabe do que as pessoas são capazes. E pensar que gostava tanto de pensar e conversar, ouvir pensamentos e refletir, hoje sei o que quer dizer que “nada sei”.
Sorte existirmos nós, o s inconformistas.
Em época de forró e sertanejo universitário, quem ainda se atreve a fazer piadas?!
Acabo ficando com uma pulga atrás da orelha. Essa idéia de que é obrigatório pensar e falar como a esquerda vai acabar em quê? Acho que pode levar à falta de debates reais e pode acuar a direita até o limite da ação pura, física e crua…
Tenho sido um tipo meio arcaico de esquerdista e fico cada vez mais perplexo com toda a discussão política que vejo na rede. A idéia de que a esquerda tem que ser um pacote fechado de idéias sociais, sexuais, morais etc. vai acabar reduzindo nossas combalidas fileiras a uma seita…
Desde a decada de setenta a minha geração lutou contra a falta de liberdade de expressão, moro em sampa (minha nova yorque) pelo menos foi omais perto que cheguei dela, o governo daqui é totalmente opressor, estudante protesta pelo passe do metro, policia nele, madeirada nele. trabalhador protesta pro salariop idem, maconheiro quer liberdade de acesso ao remedio madeira nele.
Uma lição aprendi nestadecadas que vivi quanto mais apanhamos mais protestamos.A marcha da maconha tinha 500 ou 600 a da liberdade de expressão tinha mais de 5000 e a proxima manifestação vamos derrubar estes governantes corruptos e violentos,
Viva a liberdade viva a democracia
Seu texto é muito bom, e muito verdadeiro. Mas ao mesmo tempo, é preocupante. O Brasil tem andado para trás em todas as categorias do que podemos chamar de cultura. Ensino tanto publico quanto privado vergonhoso, baseado em uma indústria do vestibular e do concurso publico. Universidades em situação igualmente ruim. Pós-graduações se tornaram feudos de professores e movimentos políticos. Cada vez mais presenciamos a ascensão de fanáticos religiosos, do lobby político religioso, de grupos de extrema direita ganhando presença nas mídias, e de uma sociedade extremamente intolerante, violenta e segregadora. Se dependesse da “classe média média”, 90% da população estaria apanhando da tropa de choque, por um motivo ou outro.
Para dar opinião é preciso ter estudado. Socorro, estudem semântica para depois se pronunciarem com esse vocabulário alheio ao seu conhecimento. Proibição pode ser válida para burros com iniciativa!!! Vão escrever para o jornalzinho da escola!
adorei seu texto, concordo plenamente, as pessoas com a desculpa da “liberdade de expressão” esquecem o que é ter educação. Aquelas regras que nossos pais ensinavam em casa, e parece que muitos faz tanto tempo que não usam que nem sabem mais o que é. A sociedade precisa aprender a dar ao outro o respeito que quer para si.
Até
se o espaço é “livre”, escreve-se o que sente, até pra desabafar nesse mundo tão doido…concorda quem quer oras…
Nossa… uma mãe foi colocada prá fora do Itaú Cultural, por amamentar o filho em público???Vou tanto lá…. estou envergonhada por quem fez ou teve que fazer isso… Amamentar o filho em público é atentado ao pudor agora ou sempre foi assim? Acho que estou mesmo alienada do mundo… Leite materno agora é subversivo?É crime? Como diria … quem mesmo… acho que to velha… PARE O MUNDO QUE EU QUERO DESCER… vamos usar o bom senso… será que os caras do Itaú Cultural sempre mamaram em reservado? Mamar entre quatro paredes…sempre… isso sim é que é ditadura!! E prestem atenção, bbs sintam fome e chorem apenas em reservado viu? Se a mamãe der de mamar em público, será expulsa, apedrejada ou morta… cuidado… não chore… não sinta fome…. e cuidado ao engatinhar para não sujarem seus joelhos num mundo cada vez mais insano. Beijos, Marcelo! Show!
Marcelo! Parabéns!! Muito bom isso aqui!!
Me deu até saudade do tempo que te via na Cultura!
Quanto ao Ed Mota que até acho um grande artista, agora pra mim nem dá mais… Me enojei!
Sou paulistano, mas que ele vá ser feliz em lugar de gente “bonita” e nos dê a alegria da sua ausencia!! Essas outras pessoas do mal(rs) aí, nem merecem ser citadas mais…
Ahh.. Isso merece post no Twitter… já vai… + um no mínimo, com certeza … !!!
Marcelo, ainda bem temos no mundo, na nossa sociedade, no jornalismo, pessoas como VC, pensantes, e que nos fazem pensar de modo despreconceituoso, que nos alerta…isso é correto…é muita bobagem na mídia, na internet, na cabeça de gente que possui estudo mas não possui educação, mais que isso n possui senso humanitário, senso de solidariedade, perdidos estão e vão continuar…o importante é não deixar passar, força e com coragem, sem jamais perder a alegria e o riso na alma, Lilia
Muito melhor ser um reaca politicamente incorreto do que ser um bosta facista polititicamente correto!
Por mim, podem fazer piada com o que quiserem MESMO. Até com aleijado. Não dou a mínima e a piada do Rafinha Bastos, que você qualificou como “gafe”, pra mim foi bem engraçada. Enfim, como você mesmo disse: Foda-se!
Vamos matar todo mundo, vamo roubar todo mundo também, atentar contra a honra e a moral.
Qual a diferença entra estes crimes e estas piadas? Ao meu ver, nenhuma diferença, apenas patamares diferentes.
Mas estamos numa democracia. A gente pode tudo, não é?
Me desculpem os elevados de espírito, mas nao dá pra discutir e dialogar com pessoas que pensam desta forma. No fundo no fundo são pessoas inseguras que usam da notoriedade pra afagar um ego fragilizado. Vão fazer terapia…
Esta é uma época cheia de paradoxos e contradições. Aplica-se a teoria da envergadura de uma vara: Se ela estiver pendendo para um lado e você quiser deixá-la reta, então deve envergá-la para o lado oposto. Cada dia me sinto mais careta em meio a estas pessoas que se autodenominam “politicamente incorreto”.
Paiva, te desejo paciência se for ler os comentários.
tb956064@956064…
I’ve said that least 956064 times….
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