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Marcelo Rubens Paiva

14.agosto.2011 15:57:59

a garota de são paulo

 

 

Existem mais de cem tons de cores. Mas prefere o preto.

Cítricas?

Só quando vai à praia.

E costuma cobrir suas pernas esticadas, finas, com meias pretas.

Usa botas. Não existe mulher que se veste melhor do que as paulistas. E que saiba qual bota escolher e como andar sobre elas.

Sabe o equilíbrio entre o moderno e o convencional. Senso estético apurado. Dona do seu próprio estilo.

A paulista não anda, caminha apressada. Vem e passa. Sem balanço. Sem mar para ir atrás. Moça do corpo pálido. Saturado pela pressa. Beleza que passa sozinha.

Não faz questão de chamar atenção.

Nem tanta questão de ser gostosa, mas magra.

Sempre de dieta.

Sempre em guerra contra a balança.

Malha para se afunilar. Intensamente, pois sabe que a gastronomia da cidade é uma tentação. Massas, pizzas, doces, sorvetes, doces, nhá benta, tesão…

Academia?

Prefere pilates, que estica até o limite das juntas, quase rasga em duas.

E corre, se quer emagrecer urgentemente.

Olhando o chão, pois já tomou muitos tombos por causa das calçadas irregulares da cidade, uma anarquia de desníveis, pedras, buracos, pisos sem um padrão seguro para o seu caminhar apressado de botas, meias e pernas finas.

Rebolar?

Fora de questão.

Olha para o chão e se lembra do que esqueceu, do quanto falta, do que faz falta, do que está errado.

A garota de São Paulo é perfeccionista, gosta de estar ajustada, como as engrenagens de uma indústria. Quer a precisão da esteira de uma linha de montagem.

Passa e olha para o chão, pois pensa nas atividades, nos prazos atrasados, nos compromissos da semana, na agenda do mês.

A garota de São Paulo leva uma vida saudável. Procura comer verduras sem agrotóxico.

Leite?

Desnatado.

Carne vermelha?

Eventualmente.

Carboidrato à noite?

Nem pensar.

O pão tem que ser integral. Linhaça e aveia no café da manhã? Obrigação. Café descafeinado. Chás. Queijos brancos, magros.

Nada industrializado, a não ser a caixa de Bis, que detona algumas vezes em certos períodos, que por vezes tem o intervalo longo, mas quando se torna um vício, chora, porque algo deu errado, desembrulha e engole cada Bis, como se nele a explicação das incoerências.

Recicla o lixo.

Toma remédios para dormir. Toma excitantes para acordar. E aguentar a jornada.

Ela é ambiciosa, trabalha demais, em mais de um emprego, pensa em dez coisas ao mesmo tempo, procura conciliar a organização do lar com a de fora dele.

Ama e odeia o chefe.

Ama e odeia o trabalho.

Sabe que ele dá a independência para ser a moça que quiser, mas também tira o tempo de ser a moça que queria ser.

Metade dela sofre o descarte para a outra parte florescer.

Adora elogios.

Odeia galanteios.

Adora presentes.

Detesta insistentes.

Quer ser cortejada.

Jamais abusada.

Sorri quando assopram um elogio. Fecha a cara quando ultrapassam o limite da sua intimidade.  Preserva a privacidade.

Algumas querem ser chefe. Chefiar garotos de São Paulo. O que só dispara seu conflito maior, o de agregar. Terá que dar ordens, broncas, demitir, exigir, estipular metas, cobrar eficiência. E depois sozinha em casa chora no escuro ao som de Billie Holiday. Se sente pressionada, e ela não sabe por quê. A vida não faz sentido, e ela não sabe por quê.

Chora em comerciais da TV, cerimônias de casamento, em maternidades, quando visita as amigas, no farol, quando uma criança vende bala.

A garota de São Paulo dirige bem. O problema é que se maquia enquanto fala no celular e ultrapassa um busão articulado, aproveitando a brecha entre ele e uma betoneira lotada de concreto. E se esconde no anonimato do insufilm, muda a música do MP3 e, dependendo dela, canta sozinha em voz alta, para não ouvir impropérios.

Faz tanta coisa ao mesmo tempo…

Dirige bem, mas é dispersa. Pensa em vinte coisas em dez segundos. Nunca chega a uma conclusão.

Liga para a mãe semanalmente.  Troca poucas palavras com o pai. Detesta a esposa do irmão. E ama as amigas. Com quem viaja para a praia, para não ficarem um segundo em silêncio. Se o tempo não dá chances, prefere uma tarde na piscina do condomínio com as amigas do que encarar o parque lotado.

Se irrita com homens que falam de dinheiro. Se irrita com homens que contam vantagens no trabalho. Se irrita com homens grudentos, esnobes, arrumadinhos, fúteis, incultos, mal educados.

Gosta de homem interessante.

É assim que ela seleciona: os interessantes e os não.

O que é um homem interessante?

Nem se gravar o papo de seis horas na piscina com as amigas consegue-se descobrir.

Tem que ser aquele que chega e não dá bola. Mas que a repara bem antes de ir embora. Que olha como se ela fosse a mais fosforescente das mulheres. E que desse um jeito a todo custo de trocar meia dúzia de palavras e, claro, criar laços e conexões.

Mas se nada der certo, garotos, não esquentem a cabeça. A mulher de São Paulo sabe seduzir. Sabe olhar e demonstrar. Sabe chamar atenção e indicar que você foi o escolhido. Sabe sorrir, ser paciente com a sua demora, ouvir atentamente os seus devaneios e engasgos. E, quando parece tudo estar perdido, sabe dizer a hora de ir embora, como e sugerir na casa de quem.

A garota de São Paulo não enrola.

Quando não quer, deixa claro.

Quando quer, faz de tudo para acontecer.

E não tem o menor pudor de ir para a casa com você na primeira noite, preparar o café da manhã da primeira manhã, que logo, logo, ambos saberão se vai se repetir ou ser o único.

Pode deixar. Andando de volta para casa, com suas meias pretas e botas, olhando para o chão, ela pensará em você.

Tudo isso é uma generalização literária. Mas me dá licença, poeta, para uma licença poética, homenageando sem pedir licença a graça pragmática da mulher paulista.

comentários (448) | comente

448 Comentários Comente também
  • 14/08/2011 - 16:05
    Enviado por: João Brizzi

    Infelizmente, a garota de Campinas é deveras mais broxante.

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  • 14/08/2011 - 16:07
    Enviado por: Flor Paulistana

    Te amo desde os tempos de colegial!!!

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  • 14/08/2011 - 16:13
    Enviado por: karla

    ah que lindo. e é isso mesmo… até o bis, é isso mesmo.

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  • 14/08/2011 - 16:16
    Enviado por: Renata Prado

    Parabéns pelo texto!!!!! Achei poético e singelo. Apesar de ser paulista de Guarujá, me sinto às vezes paulistana. A diferença básica é o cenário: troco o dia cinzento e nublado com barulhos de britadeira pelo dia de sol, ouvindo o som das ondas se misturando com o barulho do salto da minha bota.

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  • 14/08/2011 - 16:20
    Enviado por: Ana paula andrade

    Eu tambem sou uma garota de Sao Paulo. Concordo com tudo! Parabens!

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  • 14/08/2011 - 16:32
    Enviado por: Lucas Rueles

    Perfeito, fui uma unica vez para São Paulo, lugar onde peguei o meu imenso trauma de metrô ^^, incrivel o teu texto e como sempre incrivel como você consegue explicar e condensar coisa tão complicadas.

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  • 14/08/2011 - 16:44
    Enviado por: Luciana

    Só quero fazer um registro: é possível ser gostosa e magra ao mesmo tempo.

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    • 14/08/2011 - 19:05
      Enviado por: Maria Laura

      Concordo!

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    • 15/08/2011 - 13:10
      Enviado por:

      Meninas, eu tb concordo, mas acho q os homens não…hehehe Pra eles, magra é magra, gostosa é gostosa. Abços

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    • 15/08/2011 - 15:10
      Enviado por: Edson Viana

      Hum… se eu puder opinar, gostaria só de mencionar que concordo que a mulher pode ser magra e gostosa sim. A minha esposa é assim :) , bem como outras garotas paulistas que conheço.

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    • 15/08/2011 - 15:22
      Enviado por: Fabiana Marques

      agreed!

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    • 15/08/2011 - 16:28
      Enviado por: Theo

      Até ai a minha ex/atual/futura é magra e eu não canso de dizer pra ela que ela é gostosa, na minha opinião pra mulher ser gostosa não é a abundancia de peitos, bundas e pernas, que vemos pela grandes midias, é aquela mulher que sabe ser, sabe ser, menina e mulher ao mesmo tempo, doce, inocente e passional e ardente. Eu partilho com meus amigos uma opinião que vocês mulheres podem achar machista mas enfim coisa de homem, (coube na mão, tá bom).

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    • 15/08/2011 - 17:06
      Enviado por: Fernando

      pra mim mulher gostosa é mulher magra (não uma tábua) mas magra, normal, peito e bunda no lugar…

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    • 15/08/2011 - 19:38
      Enviado por: Leo

      Magra magra é magra, magra gostosa é gostosa. Magra é magra e pode ser gostosa. Gostosa é gostosa e pode ser magra também. O resto é tudo mentira.

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    • 17/08/2011 - 17:46
      Enviado por: Alexandremk

      Ora minha cara leitora…
      Nunca ouviu falar o termo falsa magra.
      Sempre fui fascinado por esse tipo de mulher.

      Outra coisa antes que eu esqueça:
      Mulher é mulher, não importa que seja magra ou gorda, o que vale é a sensualidade que está dentro dela.
      Seja feliz.

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  • 14/08/2011 - 17:10
    Enviado por: Martha Dias

    Que coisa linda esse texto! Amei!! :)

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  • 14/08/2011 - 17:40
    Enviado por: fabiana

    Marcelo me encaixei perfeitamente na sua “generalização literária” ! Rebolar? Fora de questão.
    Adora elogios. Odeia galanteios, e muitas outras que relacionou. Você é perfeito na descrição do que é “a Garota de São Paulo”.

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  • 14/08/2011 - 17:59
    Enviado por: Andresa

    Lindo, sempre amei sua escrita ;D

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  • 14/08/2011 - 18:05
    Enviado por: Luigi

    Ecco un uomo che conosce le donne (e non solo le paulistane)

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  • 14/08/2011 - 18:50
    Enviado por: Tamara

    Só faltou disser que chora quando se vê em retrato do seu dia dia, e pensa rindo sozinha na frente da tela “não existe mulher melhor do que eu”.
    Suas palavras foram lindas, obrigada.

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    • 16/08/2011 - 12:27
      Enviado por: helena

      Concordo com a Tamara e mais uma ressalva: sabemos nos portar em restaurantes finos e chiques. Bem vestidas e sabendo usar todos os talheres! Mas também nos viramos na cozinha e na limpeza da casa na falta da empregada! Tem mulher mais versatil que nós paulistanas?!?

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  • 14/08/2011 - 19:09
    Enviado por: Carol

    Fantástico!

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  • 14/08/2011 - 19:16
    Enviado por: Hook Jr

    Tá com falta de assunto ?

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  • 14/08/2011 - 19:37
    Enviado por: thais

    Delícia de texto! As paulistas com certeza amaram.

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  • 14/08/2011 - 19:56
    Enviado por: melina

    licença poética garantida, um escritor observa, experimenta e conta. quando ela sempre é a mais magra das amigas, bem, ai ela não tem tantas amigas em são paulo. um abr Marcelo.

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  • 14/08/2011 - 20:06
    Enviado por: Priscila

    sem palavras. me vi em cada pedaço. vc realmente entende do que ta falando.
    beijos, marci! rsrs

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  • 14/08/2011 - 20:06
    Enviado por: natilopes

    Perfeito!! Sou garota de são paulo, típica!

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  • 14/08/2011 - 20:08
    Enviado por: Anna

    Eu entendo quando Caetano fala “da deselegância discreta de suas meninas…”

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  • 14/08/2011 - 20:19
    Enviado por: Graziela

    Penso que as gaúchas são as melhores!

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    • 15/08/2011 - 01:40
      Enviado por: Michelle

      Por isso vc nunca vai entender o que é ser uma garota de São Paulo

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    • 15/08/2011 - 03:57
      Enviado por: Alice

      Deixa eu adivinhar: vc é gaúcha? ^^

      Texto excelente, só quem mora em São Paulo mesmo pra ler o texto e balançar a cabeça positivamente em casa frase! Descreveu a vida da mulher paulistana com perfeiçao! Parabéns!

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    • 15/08/2011 - 13:09
      Enviado por: vera lucia

      Gaucha as melhores::? KKKK sao extremamente suburbanas e inteligencia abaixo da media…roem os cotovelos de inveja de Sampa

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    • 15/08/2011 - 13:12
      Enviado por:

      Graziela…q deselegante….e desnecessário…

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    • 15/08/2011 - 14:39
      Enviado por: Eryanne

      Penso que não existem mulheres melhores.
      Somos todas maravilhosas.

      Marcelo, como garota de São Paulo, agradeço suas lindas palavras.

      Mas por favor, escreva um texto para as meninas do sul, para nossa amiga não ficar triste… hahaha

      Parabéns pelo trabalho.
      Grande abraço.

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    • 15/08/2011 - 15:19
      Enviado por: Michih

      E tchê que discussão mais sem nexo ngm é melhor q ngm aqui e nem menos inteligente.

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    • 15/08/2011 - 16:04
      Enviado por: Carolina Molina

      Não tem melhor ou pior, é assim que nós paulistanas somos e as gauchas, bom, eu não sei muito sobre as gauchas, elas até podem ser melhores, mas não são como as garotas de São Paulo.

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    • 15/08/2011 - 19:16
      Enviado por: aldenice

      concordo com carolina molina. nao se trata de quem é melhor ou nao, é a paulista que esta sendo comentada. poderia ser a mulher de qualquer estado desse imenso brasil, comentada com tanta maestria, sobre seu jeito unico de ser. amei o texto, inteligentissimo, sou cearense, nao uso botas, o sol que brilha em minha terra as dispensa mas, se nao sou essa mulher que o autor descreveu, eu me sinto ela so que de rasteirinha.

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    • 15/08/2011 - 20:44
      Enviado por: Bárbara

      As gauchas podem ser melhores , podem ser piores mas as paulistas , AAAAH , elas sao simplesmente PAULISTAS !

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    • 23/08/2011 - 16:57
      Enviado por: Lilian

      Paulistanas, nós que fomos homenageadas com um texto tão doce que me fez cair lagrimas ao ler… e lembras quantas vezes sai de Santos pegando o fretado, no escuro e no frio e madrugada e descendo na Paulista e caminhando… em busca do melhor, trabalho, emprego, salário, concurso… com o amanha com o depois e com o sempre… Os pés sempre os mais judiados, pois é sempre eles que caminham e guiam as botas que por muitas vezes terminam surradas… Mas isso minhas amigas só quem vive é que pode saber…

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  • 14/08/2011 - 20:41
    Enviado por: Tomas

    excelente – v pelo menos 10 amigas nesse texto. parabéns.
    abs

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  • 14/08/2011 - 21:56
    Enviado por: Marcela Azevedo

    Como pode entender tanto assim dá mulher paulistana??? Amei!!! Parabéns…

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  • 14/08/2011 - 21:57
    Enviado por: Ezequiel-SP

    Adora ser “comida” com os olhos, mas sempre com muita sutileza.

    Ah o olhar….

    Elas adoram esse quisito tão fora de moda entre os “jovenzinhos” que não sabem o que é.

    Enfim, eu amo a mulher paulista e claro, a minha….

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  • 14/08/2011 - 22:00
    Enviado por: Hanah

    Sim, adoramos elogios, e esse texo foi um elogio e tanto, vindo de um homem interessantissimo!

    xx

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  • 14/08/2011 - 22:27
    Enviado por: Daph

    Adorei Marcelinho, fazia tempo q nao te lia e foi como se tivesse sido ontem.
    Bjoss

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  • 14/08/2011 - 22:41
    Enviado por: Mônica

    A d o r e i!!!
    Bjus!

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  • 14/08/2011 - 23:29
    Enviado por: Raquel Marques

    Maravilhoso o texto! Me identifiquei com cada palavra e me senti ótima! obrigada pelo momento!

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  • 14/08/2011 - 23:35
    Enviado por: camila

    me idenitifiquei muito, mesmo sendo gaúcha

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  • 15/08/2011 - 00:42
    Enviado por: maryan

    sera que somos todas iguais? aparentemente sim! interessante padrao para estressadas arrumadas e feliz.. quando temos tempo!

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  • 15/08/2011 - 00:54
    Enviado por: Lari

    eu falo muito com meu pai, e nao tomo remedio pra dormir (talvez por isso a insonia – mas tomo pra acordar). Sou eu do inicio ao fim, fiquei com medo! :)

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  • 15/08/2011 - 01:04
    Enviado por: Patrícia Aquino

    Que tal falar sobre as catarinenses?

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    • 23/08/2011 - 17:01
      Enviado por: Lilian

      Calma Calma queridinha!!!

      Fica ai na sua terra e aguarde que alguém homem interessante e inteligente daí escreva sobre ti. Aqui o assunto é dia a dia, sentimentos de uma Paulistana.

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  • 15/08/2011 - 01:06
    Enviado por: Paula

    Gaúcha, mas super me identifiquei. Esse é exatamente o meu momento. Quanta sensibilidade, hein?

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  • 15/08/2011 - 01:32
    Enviado por: Michelle

    Vc sempre tão maravilhoso com as palavras. Meu escritor e colunista preferido, soube descrever como ninguem as paulistas.

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  • 15/08/2011 - 05:12
    Enviado por: Lisinha

    Bravo !!

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  • 15/08/2011 - 09:14
    Enviado por: lucia

    Acho que esse é o perfil das mulheres das grandes metrópoles,não necessariamente o das mulheres paulistas.Pensei muito nas novaiorquinas,sempre com pressa,sempre tão eficientes,preocupadas com o trabalho.

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  • 15/08/2011 - 09:22
    Enviado por: Stella Marini

    Gostei, parabéns!!! É por aí mesmo…..

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  • 15/08/2011 - 10:14
    Enviado por: Garota de São Paulo

    Perfeito!! Aliás, como sempre, quando se trata de falar de qualquer coisa relacionada a São Paulo. Até hoje não li um autor que saiba traduzir melhor as delícias e mazelas paulistanas que você. Pelo menos em se tratando da minha geração. Parabéns e obrigada!

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  • 15/08/2011 - 10:22
    Enviado por: Thá

    Sou pernambucana, mas moro em SP há quase dois anos e é claro que, vivendo aqui, você acaba se tornando uma garota paulista. Concordo com tudo em gênero, número e espécie! A caixa do Bis… Sem comentários. Você poderia ter colocado que o período era a TPM, rs! As mulheres não iriam ficar chateadas, rsrs.

    Acho sensacionais as suas ideias, Marcelo.
    Conheço a sua literatura há pouco tempo porque ganhei um livro seu do “namorido” paulista e, desde então, já virou algo cotidiano e sempre apaixonante ler suas neuroses por aqui!
    Espero cruzar novamente com você no Acadêmicos do Baixo Augusta edição 2012! Abs e sucesso!

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  • 15/08/2011 - 10:37
    Enviado por: Jéssica

    Que lixo.

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    • 15/08/2011 - 19:24
      Enviado por: aldenice

      cê tem certeza de que leu o texto?

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    • 16/08/2011 - 17:03
      Enviado por: cunt

      agreed… aparentemente toda paulistana é extremamente pedante… oh wait, isso deve ser reflexo do autor mesmo… ah se eu pudesse voltar no tempo não o teria desperdiçado lendo esse monte de estereótipos e generalizações…

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    • 16/10/2011 - 18:03
      Enviado por: carlos

      Não rebola, não é gostosa, é perfeccionista, exigente, pele pálida [de escritório]…

      “Leite?
      Desnatado.
      Carne vermelha?
      Eventualmente.
      Carboidrato à noite?
      Nem pensar.
      O pão tem que ser integral. Linhaça e aveia no café da manhã? Obrigação. Café descafeinado. Chás. Queijos brancos, magros.”

      Resumindo: chata pacas.

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  • 15/08/2011 - 10:37
    Enviado por: Daiana

    Muito legal esse texto, adoro tua escrita. Sou gaúcha, e tenho uma amiga paulistana que criou um “índice de interessância” para classificar os homens, heheeh… Bj, te acho o máximo, Marcelo!

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  • 15/08/2011 - 10:44
    Enviado por: Marcelo

    Olá, Marcelo!
    Belo texto esse seu, bem poético e que elucida bem as paulistas. Mas discordo da parte onde você diz que “Não existe mulher que se veste melhor do que as paulistas.”
    Apesar de ser do RJ e ter morado por 10 anos em Juiz de Fora (MG), só te faço uma pergunta: conheces Curitiba?
    Afirmo sem medo de errar que Curitiba tem o maior número de mulheres bem vestidas por metro quadrado. Elas dão um banho de elegância.
    No mais, reafirmando, belo texto.

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  • 15/08/2011 - 10:44
    Enviado por: Nubia Oliveira

    Só esqueceu de dizer que essa mulher paulistana tem curso superior, ganha bem e vive em bairro de classe média ou nobre. Ou seja, vive o “sonho paulistano”. Porque a paulistana comum, que trabalha de crachá e uniforme, que se aperta no metro e no ônibus todos os dias por mais de 3h, que faz compra no Torra Torra e progressiva no salão da “dona Creuza”, essa se veste bem diferente disso rs.

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    • 16/08/2011 - 17:46
      Enviado por: Mariana

      Ué, mas essa, do curso superior, que batalha pra ter um bom emprego e anda apressada ,com botas pretas, seria ‘menos comum’ por que?

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  • 15/08/2011 - 10:48
    Enviado por: Silvio

    Credo!!! que mulheres sem graça!!!

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    • 15/08/2011 - 18:59
      Enviado por: Carol

      Credo! Que homem desinteressante…

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    • 15/08/2011 - 19:32
      Enviado por: aldenice

      certamente sao sem graça para alguns. tem “homens” que preferem as coxudas, popozudas, peitao, bombadas, desprovidas de cerebro e que tem como profissao caçar um jogador de football, pagodeiro ou um microfone para se tornarem apresentadoras de programas de tv e outras cositas mas.

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  • 15/08/2011 - 10:48
    Enviado por: Joelma

    Marcelo, você foi perfeito.

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  • 15/08/2011 - 10:49
    Enviado por: Paula

    Perfeito! Aliás, como sempre, quando se trata de falar de coisas de São Paulo. Até hoje não li um autor que saiba falar das delícias e mazelas de São Paulo como você. Parabéns e obrigada!

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  • 15/08/2011 - 10:55
    Enviado por: Natália Calejuri

    achei triste principalmente a parte da preocupação (que considero exagerada) com a aparência – em especial a magreza. mas não há como dizer que é mentira, todas nos preocupamos com isso. pessoalmente não me privo de nenhum tipo de comida, mas é porque não consigo mesmo (adoro comer, infelizmente, rs), e não porque não quero.
    e ainda prefiro meus sempre surrados tênis all star a qualquer tipo de bota, mas também não existe como não perceber que as botas são o calçado preferido da mulher paulistana, sem dúvida.

    muito singelo o seu texto :)

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  • 15/08/2011 - 10:57
    Enviado por: Cris

    Aff, a julgar pelo texto,
    Mulher paulistana é um porre!!

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  • 15/08/2011 - 11:03
    Enviado por: Samara

    Adorei! Mais uma vez.

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  • 15/08/2011 - 11:17
    Enviado por: Rachel

    Pelo jeito as garotas paulistanas também adoram que falem sobre elas. Ficam envaidecidas de serem o centro da conversa, mesmo sendo empasteladas numa grande generalização.
    Muitos “pastel” com chopps pra todas vocês!
    Ooops, pastel engorda…

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  • 15/08/2011 - 11:17
    Enviado por: Samantha

    Amei!! Realmente me identifico com essa maravilhosa descrição. Obrigada Marcelo. boa semana pra vc!! Samantha

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  • 15/08/2011 - 11:21
    Enviado por: Luana

    As paulistas se vestem melhor?

    Esse nunca pisou em Curitiba, coitado.

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  • 15/08/2011 - 11:22
    Enviado por: cati

    Você descreveu a mulher inteligente do sec XXI.. Nao descreveu a paulista, a nao ser pelas botas e meias. Pq se assim fossem todas as paulistas, pq haveria de haver tanta gente diferente nessa cidade? Muito mais do que nas outras. Not!

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  • 15/08/2011 - 11:24
    Enviado por: Lavinia Haddad

    Adorei! Somente um poeta para compreender a alma feminina (paulistana)!

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  • 15/08/2011 - 11:39
    Enviado por: Camila

    ADOREI!!!!
    Me identifiquei em muitas partes!!!

    Show!! Alguém enxergar as paulistas, e não só as Cariocas, ou Catarinenses ou Gaúchas.. Baianas…

    A maioria do Brasil acho que só nos vê como stressadas e viciadas em trabalho.. e não vêm beleza na nossa agitação e força!

    Parabéns pelo Texto!!

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  • 15/08/2011 - 11:54
    Enviado por: beth

    adorei, me sento completamente compreendida e vista! apesar de estar acima do meu peso.
    Só uso botas e tenho várias, fiquei até com vontade de te mostrar….mais um dessas e vc vai virar
    o marido ideal, cuidadooooo, bjs

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  • 15/08/2011 - 11:56
    Enviado por: Ana Paula Monteiro

    Afinal, somos as garotas de São Paulo! e isto mesmo! Parabéns….

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  • 15/08/2011 - 11:56
    Enviado por: Thiago

    Se esse é o perfil da mulher de São Paulo, se isso é algo para gerar orgulho ou ternura ao olhar de qualquer pessoa, se tudo isso é verdade, a gente está vivendo em um mundo de merda.
    Entretanto o texto é agradável.

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  • 15/08/2011 - 11:58
    Enviado por: Mirella Fonzar

    hahahahah amei, sou eu. “E depois sozinha em casa chora no escuro ao som de Billie Holiday. Se sente pressionada, e ela não sabe por quê.”

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  • 15/08/2011 - 11:59
    Enviado por: Gisela

    Estou me formando em garota de São Paulo, disso tenho certeza! hahahaha
    Adorei o texto, como sempre… acho que é hora de voltar a ler feliz ano velho.. *-*

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  • 15/08/2011 - 12:06
    Enviado por: Lígia Faceto

    Só descordo das pernas finas… e eu adoro rebolar!

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  • 15/08/2011 - 12:10
    Enviado por: HELTER SKELTER

    Elas comem bolacha ao invés de biscoito,

    chamam as avenidas de São Paulo pelo prefixo: 23, Jesuíno, Gabriel (só a gente sabe),

    adoram falar “tipo assim” e “super legal´”,

    e são extremamente exageradas quando em bando: “Adoooooooooooooooooooooooro isso…”,

    “Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaamo aquilo…”,

    um arzinho meio “ensimesmadas”, e quando soltam a bacurinha…é delirante !

    Adooooooooooooooooooooooooooooooooro minhas conterrâneas, e não as troco !

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  • 15/08/2011 - 12:22
    Enviado por: Rachel

    ele esqueceu de mencionar o item: chapinha

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  • 15/08/2011 - 12:37
    Enviado por: Marcia Nunes

    Parabéns mais uma vez grande observador, falou com muita propriedade, essa é sem dúvida a descrição da garota paulistana. Abs.

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  • 15/08/2011 - 12:38
    Enviado por: Ana

    Ficamos assim então… eu com minha havaiana, vc com sua ilusão, ainda que o texto seja bom.

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  • 15/08/2011 - 12:40
    Enviado por: Deno

    Prefiro a garota do interior de SP.
    Não é presa a moda “da cidade grande”, se veste como se sente melhor.
    Malha se sobrar tempo, estágio de manhã e faculdade à noite não é fácil…
    Sábado é sagrado tirar o dia pra si própria, assim como o almoço de domingo em família.
    Sair é bom, mas não uma necessidade. Sabe aproveitar a vida em seus detalhes, sem extravagância.
    E pra mim o mais importante:
    Se dá ao valor o suficiente pra não dormir com um estranho.

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    • 15/08/2011 - 17:52
      Enviado por: Pri Ferrari

      Prefiro a garota do interior de SP.
      Não é presa a moda “da cidade grande”, se veste como se sente melhor. = Brega

      Malha se sobrar tempo, estágio de manhã e faculdade à noite não é fácil…= Tudo que uma garota de são paulo faz com pé nas costas juntamente com os 203 projetos paralelos.

      Sábado é sagrado tirar o dia pra si própria, assim como o almoço de domingo em família.= Num faz nada no sabado e almoça domingo com a familia? Boring.

      Sair é bom, mas não uma necessidade. Sabe aproveitar a vida em seus detalhes, sem extravagância. = Pensa pequeno

      E pra mim o mais importante:
      Se dá ao valor o suficiente pra não dormir com um estranho. = Puritano.

      Babe, vc é machista e está procurando uma mulher que saiba cozinhar enquanto vc come pode dormir com estranhas, sair, gastar dinheiro com roupas e não almoçar com a familia no domingo..

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    • 15/08/2011 - 22:18
      Enviado por: Deno

      Sabe o pior da garota de São Paulo? Ela se acha melhor que o resto.

      Engraçado me chamar de puritano e dizer que eu quero é fazer tudo o que abomino em uma mulher. Desculpa Pri, eu não sou um garoto de São Paulo.

      Machista é dizer que mulher é menos que o homem. No meu ponto de vista, eu coloco o homem no mesmo patamar que a mulher. Garanhão é cavalo, homem que dorme com estranhas não passa de um coitado. Sem respeito a si próprio. Consegue imaginar o ato de amar sem o sentimento de amor?

      Eu prefiro a garota do interior pelo simples fato de não ser fútil como a garota de São Paulo.
      Ou como sua inteligência limitada enxerga: Brega, limitada, entediante, cabeça pequena, puritana… eu enxergo: diferente – e no meu gosto, melhor.

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    • 16/08/2011 - 02:21
      Enviado por: Fla

      Olá! Sou do interior de sp tb. Nao dispenso o almoco na casa da vovó aos domingos e dormir com estranhos, para mim, jamais iria funcionar, mas respeito o modo que cada individuo se comporta qto a isso. é uma decisão muito particular e intima. Tb não rebolo, mas jamais dispenso uma bela praia!!!!
      Porém, acho q esse não era o foco , pois assim como a garota de sp descrita pelo texto tb tenho esse sentimento de pressa, perfeição… Vontade de comer certinho, mas no meio da noite assalta a geladeira (ninguem viu, não fiz) rsrsrs
      Essa ansiedade louca que acaba por nos deixar doidas, a falta de paciência rsrsrsrsrs
      Talvez seja a nossa idade, vontade de fazer valer. De ser tudo ao mesmo tempo rsrsrsrs

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  • 15/08/2011 - 12:48
    Enviado por: Elisa Ralston Bracher

    Sempre um prazer ler o que você escreve. Por isso, obrigada.

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  • 15/08/2011 - 12:59
    Enviado por: Michele

    adoreiiiii…. sou essa….rsrrsr

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  • 15/08/2011 - 13:18
    Enviado por: Branca

    Não sou uma garota de SP, mas o texto narra meu estilo, minha vida, e, quase que todos os meus costumes….
    Sou de Brasília, e lamento não ter clima para sempre usar meias, botas, sobretudos e todas as coisas…

    Adorei!

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  • 15/08/2011 - 13:35
    Enviado por: Jackie

    Marcelo, eu te amo! Desde Feliz Ano Velho que vc mostra essa delicadeza e precisão ao descrever esses detalhes da alma feminina com tanta competência!!! Eu sou paulistana e já nem moro mais em SP. Mas seu texto reforça o que eu sempre desconfiei: saí de SP mas SP não sai de mim nunca!!! Obrigada pela sua arte e pelas belas e sábias palavras. Mais uma vez. (como vc sabe sobre as seis horas de conversa com as amigas na piscina? E os finais de semana na praia sem um minuto de silêncio?)

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  • 15/08/2011 - 13:36
    Enviado por: TELONIOUS

    Nossas meninas
    querem dar uma de moderninhas
    mas são bem é recatadinhas,

    mas,

    Se você encaixa um elogio,
    ultrapassa a barreira que elas mostram…

    meu velho…

    viram um furacão!

    p.s.: troco 2 “gostosas” discaradas por uma “falsa magra”. Nada melhor.

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    • 15/08/2011 - 14:09
      Enviado por: Patrícia

      É isso aí Telonious, vc tá com tudo!
      Tenho dito. magras sofrem por nada.
      Só servem pra Fashion Weeks kkkkkkkkkk.
      Ficam feias e passam vontade.
      Tenho pena.

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  • 15/08/2011 - 13:41
    Enviado por: carol

    moro em são paulo há 1 ano e não quero virar essa garota.

    gosto de ser gaúcha, de preferir ir ao parque do que á piscina do condomínio. não quero trabalhar demais, gosto de saias e cores no lugar das botas pretas. já comecei a me sentir pressionada, preciso me mandar daqui.

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    • 15/08/2011 - 14:48
      Enviado por: Alisson

      Fique à vontade para voltar ao RS ou ir a qualquer outro lugar.
      Não fará falta nenhuma.

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    • 15/08/2011 - 15:10
      Enviado por: Adriana

      Tchau!

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    • 15/08/2011 - 16:11
      Enviado por: Analuiza

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, adorei!!!!

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    • 15/08/2011 - 17:36
      Enviado por: Helena

      isso. se manda daqui

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    • 15/08/2011 - 17:47
      Enviado por: daniele perez

      Nao fique brava , e nao se irrite tanto com a elegancia paulistana , aprecie a obra .Somos mulheres e somos todas especials , quem sabe um dia o Marcelo escreve uma cronica so pras gauchas melhores do mundo ? E nao esqueca de aproveitar muito Sampa ,uma das melhores metropolis do mundo , afinal e ai que vc ganha seu pao nao mesmo ?

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    • 15/08/2011 - 17:57
      Enviado por: Fernando

      Não se mude pois o que seria do amarelo se dos gostasse do vermelho? A diversificação que faz a mulher brasileira únicas no mundo!!

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    • 15/08/2011 - 22:22
      Enviado por: Deno

      E mais uma prova de que a garota paulista se acha a melhor.
      Aprendam a conviver com a diversidade. Deixem de ser os robôs andando de botas pretas e aprendam a respeitar quem prefere as cores.
      Curioso pensar que todo paulistano que eu conheço que já foi para Porto Alegre não queria mais voltar.

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    • 16/08/2011 - 10:30
      Enviado por: LuizCamargo

      Muita calma, talvez a “garota paulistana” não seja exatamente a garota da crônica; mas concordo, é preciso ser seletivo e ser senhor de si; nada de acatar pressão social.

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  • 15/08/2011 - 13:45
    Enviado por: Saulo Henrique

    Prefiro as cariocas

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    • 15/08/2011 - 15:27
      Enviado por: Fabiana Marques

      Cansado dos tocos das paulistas, meu caro?

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    • 15/08/2011 - 17:42
      Enviado por: Janaina

      claro q não fabi… ele acabou de dar um toco em vcs paulistanas pra vir ficar aqui com as cariocas! afinal.. vcs nunca rebolam.. já a gente, aqui do rio, não rebolamos o tempo todo.. só sabemos a hora certa de rebolar (e rebolamos direito)

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    • 15/08/2011 - 22:32
      Enviado por: Dafne

      Entao se ele tem esse mal gosto de preferir as cariocas, tem mais é que ir pro Rio pra ver voces rebolando o dia inteiro, afinal é a única coisa que sabem fazer da vida né?

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    • 26/09/2011 - 10:56
      Enviado por: Mauro

      huahuahuhauhauha
      Tomou “toco” das paulistas, tio??
      Volta pro RJ e seu “conforto machista” será restabelecido.

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  • 15/08/2011 - 14:04
    Enviado por: Bárbara Mendnça

    Só troco o magra por gostosa, do resto, está mais que certo, aliás, perfeito!
    Adoro seus textos e fico feliz pela homenagem!
    Obrigada!

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  • 15/08/2011 - 14:06
    Enviado por: Patrícia

    Marcelo escreve indiscurivelmente bem.
    Tenho orgulho em ser mulher paulistana (e paulista), mas sou muuuuuuuuuuito diferente da citada por ele.
    Ando rebolando e acho sexy.
    Sou alta e uso manequim 50 e tenho boas curvas e acho muito sexy (as magrelas não servem pra nada, só´pra Fashion weeks).
    Não sofro com TPM e não preciso me acabar com chocolate (quem sofre hj em dia sofre pq quer. Há bilhões de tratamentos).
    Faço a minha moda: uso roupa preta pq gosto, desde adolescente.
    Moro com a minha mãe, ela é minha melhor amiga e acho isso tudo muito sexy.
    Enfim, essa mulher descrita nesse texto são as “patricinhas” que fazem tipo que precisam trabalhar pra não ficar feio para as amigas, que são quase anoréxicas, com suas bolsas Louis Vuiton. Ah me poupe ok.

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  • 15/08/2011 - 14:16
    Enviado por: Edu Heinz

    O discreto charme paulistano e paulista é brilhantemente representado pelas nossas garotas,
    e discreto porquê quem confia no seu taco, não precisa apelar…
    cara,
    pode acreditar,
    muito melhor é quando você descobre que tem MUITA COISA a mais do que o demonstrado,
    e não ao contrário.

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  • 15/08/2011 - 14:33
    Enviado por: Rose

    Espetacular…….qualquer semelhança é pura coincidência.

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  • 15/08/2011 - 14:34
    Enviado por: Juliana Soares

    Chorei! É tão difícil ser paulista! Mas eu amo! Não troco por nada nessa vida! Nós somos ótimas e muita gente nos inveja! Beijo no coração de todas as moças lindas que se identificaram com o texto do Rubão!

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  • 15/08/2011 - 14:42
    Enviado por: Kátia - Femininous

    Obrigada Marcelo, sinto-me lisongeada ao ler o seu texto.
    Abçs
    Kátia

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  • 15/08/2011 - 14:47
    Enviado por: Mirian

    Marcelo, você é um show!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  • 15/08/2011 - 14:51
    Enviado por: júlia

    odiei o texto. amei o texto. como toda boa paulistana.

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  • 15/08/2011 - 14:52
    Enviado por: isabel

    Mas que susto! Fui psicografada! ;) ) (sempre te adorei)

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  • 15/08/2011 - 14:53
    Enviado por: Darlene Lidi

    Eu sou uma garota de Sao Paulo….

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  • 15/08/2011 - 14:58
    Enviado por: Ana

    Adorei Marcelo. Você descreve a simplicidade e a elegância da garota de São Paulo.

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  • 15/08/2011 - 14:59
    Enviado por: Priscila

    Adorei!São as mais descoladas mesmo…Se valorizam, acreditam no seu taco e ainda sonham como todas as mulheres!

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  • 15/08/2011 - 14:59
    Enviado por: Wagner Melo

    Eu acho que estas palavras foram muito bem colocadas, porém não exclusivamente as paulistanas tem esse charme e sim todas as BRASILEIRAS, são todas lindas, correm cotra o tempo, choram quando estão felizes e riam quando estão nervosas.

    Enfiim…

    Muito bom o texto!
    Parabéns à você e à todas vocês… Mulheres brasileiras!

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  • 15/08/2011 - 15:12
    Enviado por: Adriana

    Marcelo, fácil definir um homem interessante: você!
    Lindo texto, parabéns.

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  • 15/08/2011 - 15:13
    Enviado por: Shirley Tavares

    Belas palavras pra tentar definir uma mulher. Chegou perto, ou quase. (risos)
    Texto leve e bem humorado.
    Sou fã!

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  • 15/08/2011 - 15:13
    Enviado por: Renata Reps

    Texto delicioso, principalmente quando lido por uma brasiliense que virou paulistana. =)

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  • 15/08/2011 - 15:14
    Enviado por: Sociólogo Embriagado

    Mulher de SP???? Mas qual mulher? Seria a do Morumbi ou a do Itaim?

    O autor deste texto raso se esqueceu que existe periferia e que a maioria das pessoas (das mulheres) mora lá. Portanto este retrato da patricinha foge muito da realidae do que é, realmente, a mulher de SP.

    Volte a falar de maconha que é a sua praia.

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    • 16/08/2011 - 19:53
      Enviado por: TG

      perfeito. se o texto tivesse um pouquinho mais de verdade, é provável que não houvesse tanta identificação. é fácil se identificar com abstrações

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    • 26/09/2011 - 11:03
      Enviado por: Mauro

      Caro “Sociólogo”…
      Pare de beber e preste atenção:
      Mulher Paulista possui estilo próprio, independente se é da periferia ou não.
      Se você acha que só no Morumbi e no Itaim as mulheres tem direito a se vestirem conforme o Marcelo descreveu, então sua visão de mundo se restringe a um copo de cerveja.
      A Periferia é mais do que seu elitismo pode alcançar…

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  • 15/08/2011 - 15:23
    Enviado por: Michih

    kkkkk Viu Marcelo vai ter que escrever sobre as mulheres de cada estado agora, seu texto gerou ciúmes ashuashua eita mulherada.
    Te adoro beijos.

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  • 15/08/2011 - 15:24
    Enviado por: Fabiana Marques

    Apesar de ter me mudado para o interior há anos, ainda sou uma típica garota de São Paulo.

    Só discordei de uma coisa. Quem disse que a gente não rebola? A gente apenas controla o rebolado no meio da Paulista, por exemplo.

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  • 15/08/2011 - 15:25
    Enviado por: Be

    Perfeito!

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  • 15/08/2011 - 15:26
    Enviado por: Ana

    Amei!
    Sou assim mesmo, sem tirar nem por.
    Gostem ou não gostem.

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  • 15/08/2011 - 15:29
    Enviado por: Aline B.

    ai gente que liiindo!!! me senti querida e amada com esse texto. o meu mais sincero obrigada =)
    amei muuuito muuuito *_*

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  • 15/08/2011 - 15:39
    Enviado por: Martha Monique

    Seu texto é gostoso, inebriante.
    Sua maneira de escrever é como um desenho de Will Eisner: um retrato da vida urbana.

    Parabéns.

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  • 15/08/2011 - 15:42
    Enviado por: Denise Nascimento

    Bah, isso é porque ele não conhece as gaúchas …

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  • 15/08/2011 - 15:59
    Enviado por: Aurea Ruiz

    Tão bacana quanto o texto acima , são os comentários dos leitores…uns odeiam outros amam.Alguns se identificam, outros concordam com essa narrativa descritiva por também ter esse olhar.
    A garota de São Paulo é tudo isso! é a somatória democrática de muitas opiniões… e o mais importante é que a garota de São Paulo tem conteúdo.

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  • 15/08/2011 - 16:00
    Enviado por: Robson Almeida

    Concordo em genero, mas as paulistanas tem muito mais, mais coisas do que os olhos de um poeta ou escritor pode ver…

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  • 15/08/2011 - 16:01
    Enviado por: Ilram

    Eu acho as paulistanas muito elegantes no inverno, no verão eu acho que se confundem um pouco e pecam pelo exagero. O que eu vejo todas as vezes que vou na cidade de São Paulo é que as pessoas da classe média alta e alta são todas muita parecidas, tem o mesmo corte de cabelo usam as mesmas roupas parecem que todos foram clonados, mas isso não significa que não são elegantes.

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  • 15/08/2011 - 16:08
    Enviado por: Manoela Uva

    Ah, amei! =)

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  • 15/08/2011 - 16:08
    Enviado por: Carolina Molina

    Somos todas iguais em nossas diferenças, mas únicas SEMPRE.

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  • 15/08/2011 - 16:09
    Enviado por: Camila

    Oi Marcelo,

    Adorei a posia e o poeta.
    Fizemos a uns 3 anos atrás um livro clip do “Feliz Anos Velho” para faculdade de Jornalismo Mackenzie.
    Eu e meu grupo.
    Segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=Q76y9hT56qA

    Att.

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  • 15/08/2011 - 16:10
    Enviado por: Analuiza

    Não concordo, as paulistanas são extremamente barangas, se vestem super mal, são desleixadas e mal arrumadas.

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  • 15/08/2011 - 16:11
    Enviado por: claudia peres

    que tal um próximo texto sobre as “jovens senhoras” paulistas???? me senti um tanto dentro, um tanto fora do seu texto…mas, como sói acontecer, gostei deveras……(sói…deveras…nem tão jovem senhora…43 é muito?????)

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  • 15/08/2011 - 16:12
    Enviado por: VIVIANE CARDOSO

    E não tem o menor pudor de ir para a casa com você na primeira noite, preparar o café da manhã da primeira manhã, que logo, logo, ambos saberão se vai se repetir ou ser o único.
    Perfeito…

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  • 15/08/2011 - 16:13
    Enviado por: Denis Prado

    Sensacional, decreveu com muita precisão as mulheres desta cidade maluca amamos tantos.

    Só discordo de uma colocação sua. A garota paulista, assim como todas as outras, sempre mas sempre mesmo, consegue cinco minutos de seu ocupado dia para falar com sua mãe. E isso todos os dias.

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  • 15/08/2011 - 16:17
    Enviado por: Fabiana

    amei! como boa paulistana concordo com vc Marcelo e sou sua fá ha anos, desde adolescente, pq a mulher paulista sabe o que quer desde cedo! rs parabens pelo lindo texto, me senti homenageada!

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  • 15/08/2011 - 16:18
    Enviado por: JOSÉ

    Perfeito… não só as paulistanas ou paulistas, mas as garota de São Paulo!

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  • 15/08/2011 - 16:22
    Enviado por: Lili Martins

    Marcelo! Amei! Lindo! Mas vc esta se referindo às mulheres da cidade ou do estado de São Paulo? Não seriam as paulistanas as homenageadas??? Bjs!

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  • 15/08/2011 - 16:24
    Enviado por: ellen

    Tire esse lado workaholic, adicione uma flor colorida ou blusa estampada, sandálias rasteiras ou sapatilhas azuis, verdes, vermelhas…
    Coloque mais um pouco de atenção e cuidado com o outro e terá a mulher mineira. rs

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  • 15/08/2011 - 16:29
    Enviado por: Amanda

    Texto simpático, mas, apesar de paulistana, não me identifiquei. A garota descrita no texto me pareceu mais uma desequilibrada, apenas.

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    • 26/09/2011 - 11:08
      Enviado por: Mauro

      Então estude um poquinho mais e busque um trabalho melhor.
      A partir daí você terá a rotina de uma paulista. Com todas as pressas, neuroses e paixões que só as paulistas entendem e que os homens paulistas amam.

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  • 15/08/2011 - 16:34
    Enviado por:

    Parabénsss…sem mais

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  • 15/08/2011 - 16:39
    Enviado por: Andie

    Quero a mulher gaúcha aqui retratada. Mulher forte, linda e faca na bota!!!!

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  • 15/08/2011 - 16:39
    Enviado por: Carmen Nistal

    você é o cara! Bravo!

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  • 15/08/2011 - 16:45
    Enviado por: Andrea

    Muita sensibilidade. Há tempos que ninguém, com exceção de Chico Buarque, capta a essência feminina tão bem.

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  • 15/08/2011 - 16:45
    Enviado por: gabriela

    as porteñas são muito parecidas, só que mais magras ainda, com botas mais elegantes e só comem maça com yogurte. são histéricas com os homens, claro.

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  • 15/08/2011 - 16:50
    Enviado por: Sueli

    me vi aí…. hahaha

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  • 15/08/2011 - 16:56
    Enviado por: Claudia

    Chorei lendo o texto.

    Paulistana, branquela e com uma coleção de botas… 90% pretas.

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  • 15/08/2011 - 16:56
    Enviado por: Gisele Baciano

    Poesia e sutileza para falar bem, com uma pitada de sarcasmo.
    Muito bom!

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  • 15/08/2011 - 16:56
    Enviado por: Suely

    Adorei, ele é ótimo!!!!!Mas vamos lá, ser gordinha e paulistana tem lá sua beleza tb!!!!!

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  • 15/08/2011 - 17:01
    Enviado por: Gustavo Bellintani

    GOSTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOSAS…

    huuuummmmm,

    aquele jeitinho de …. nem te ligo…mas é….vem que eu quero….e catando de jeito….

    DILÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍCIA !!!!!!!!!!!!!!!!!

    Elas são é muito exigentes, e “exigem” que o cara pense, e não só um emaranhado de músculos atrifiados nem aquela simpatia forçada.

    Uma rebolada de uma paulista vale umas 10 cariocas, baianas, etc (nada contra hein, todas são bem-vindas…ehehe).

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  • 15/08/2011 - 17:05
    Enviado por: Keiko

    Você me conhece tão bem…. kkkkkkk
    faço de todas as palavras, as minhas.
    Adorei….

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  • 15/08/2011 - 17:27
    Enviado por: Marcio

    “A garota do Jardins” seria um titulo mais adequado.

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  • 15/08/2011 - 17:32
    Enviado por: Ale Gomes

    Eu ja gostava de vc de graça,,, agora então!! Texto perfeito! Vc conseguiu captar a nossa alma… o “adora elogios, odeia galanteios” deveria virar frase de outdor… pena q eles são proibidos rs. bjsss

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  • 15/08/2011 - 17:32
    Enviado por: Lore

    Texto baseado no bairrismo, patético… sem mais
    Adendo, já morei em São Paulo, Rio e hj vivo em Recife, antes que falem algo

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  • 15/08/2011 - 17:37
    Enviado por: Isa

    Pra onde eu mando o dinheiro que vou economizar da terapia?
    OBRIGADA PELO TEXTO!
    FICA A DICA, MENINOS…

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  • 15/08/2011 - 17:46
    Enviado por: Pri Ferrari

    Você acertou esse texto em tantos níveis que fica dificil fazer qualquer comentário. Adorei.

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  • 15/08/2011 - 17:49
    Enviado por: Camila

    Por esse [texto] e outros que você é O Cara!

    A garota de sp adora lê-lo! ;-)

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  • 15/08/2011 - 17:51
    Enviado por: Fernando

    Poder Paulista = Paulistanas Super Poderosas!!!

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  • 15/08/2011 - 18:06
    Enviado por: Patricia Ferreira

    Ahh… que delícia de tradução.

    Como pode entender em tantos detalhes essa complicação feminina/urbana/contemporânea…
    Tudo junto e separado….

    Beijos paulistas e apressados (sem nunca querer ser apressado)

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  • 15/08/2011 - 18:09
    Enviado por: Gabriele Campos

    Acho que o Marcelo está passeando por algum bairro de estrangeiros… Desconheço essas paulistanas!

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  • 15/08/2011 - 18:14
    Enviado por: Andrea Simi

    Meu deus! Sou EU!!! Amei. Parabéns.
    A gente nem se conhece e você fala tão bem de mim :) )

    BJO

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  • 15/08/2011 - 18:14
    Enviado por: Maurício Szabo

    Isso foi um elogio ao estilo de vida da mulher de São Paulo?

    Se for, estamos realmente loucos.

    Se não for, uma ironia bem mascarada.

    Acho que é a primeira, que o autor realmente quis elogiar. E, nesse caso, só consigo pensar em pena, ao ver nossa forma de viver corrida nesse estado maluco, sendo elogiada da forma que foi…

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  • 15/08/2011 - 18:21
    Enviado por: Mauro Silva

    Só um detalhe, esse texto deveria se chamar: a Garota Classé Média (alta) paulistana.

    Claramente o autor descreve o tipo de mulher que se encontra mais facilmente nos bairros de pinheiros, vila madá, perdizes, campo belo, etc.

    O problema de uma parte dos cronistas paulistanos é esse: acham que o mundo é o bar mercearia sao pedro. (Bom, o mundinho deles pelo visto se limita a isso).

    É o mesmo que escrever ‘A Garota do Rio’ tomando como base o baixo gávea e as (ex) puccianas…

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    • 16/08/2011 - 17:41
      Enviado por: Mariana

      E o problema de muitos que lêem é não saber apenas, apreciar um texto simples e bem escrito.
      Criticar, por não retratar fielmente o que acham ser a garota paulista.
      São Paulo é feita tanto por essas garotas dos Jardins, Moema e Pinheiros, quanto por outras muito diferentes dessa.

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    • 26/09/2011 - 11:14
      Enviado por: Mauro

      Que pena, “Silva”…
      Então quer dizer que as mulheres de Parelheiros, Itaquera, Cocaia e outros bairros da “rotulada” periferia se vestem como mendigas???
      Pobre não pode ter um mínimo de bom gosto?

      Você é digno de pena.

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  • 15/08/2011 - 18:22
    Enviado por: Gigi

    Lindo! Nunca tinha lido algo tão poético sobre nós…e a mulher paulistana de qq classe, cor..religião………elas são iguais no sonho, poesia e vaidade. Parabéns!!!!
    beijos

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  • 15/08/2011 - 18:23
    Enviado por: Laura

    só faltou dizer que a gente ouve chico buarque enquanto pensamos em “você”

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  • 15/08/2011 - 18:31
    Enviado por: Fábio

    Parabéns Marcelo, lindo texto, perfeito na descrição!!

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  • 15/08/2011 - 18:33
    Enviado por: Jacqueline Ferreira

    Meu mais novo muso…

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  • 15/08/2011 - 18:53
    Enviado por: ines

    hahahaha Li tudo…comendo uma caixa de Bis…..ai ai…que tudo esse texto!!!!

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  • 15/08/2011 - 18:58
    Enviado por: Beatriz

    Sensacional! Conseguiu me definir como eu nunca consegui…vou mostrar pro meu terapeuta, pro meu casinho atual e até pra minha mãe… !!
    Sempre sutil e minucioso nas descrições! =)
    Parabéns!

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  • 15/08/2011 - 18:58
    Enviado por: Juliana

    Marcelo, moro na Alemanha ha 20 anos e mesmo assim aqui no meu peito bate o coracao de Sao Paulo.. Nossa ate parecia que eu estava lendo uma bula sobre mim.. Gente isto eh covardia.. Sempre que leio suas materias, podia te fazer uma proposta de casamento na hora. Ha ha.. Continue assim nos divertindo muuuuito. Obrigada

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  • 15/08/2011 - 18:59
    Enviado por: Cynthia

    Perfeito…somos exatamente assim. Na maior parte do tempo. Bjs

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  • 15/08/2011 - 19:02
    Enviado por: fafi prado

    ah…eu sou! grata, querido.

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  • 15/08/2011 - 19:04
    Enviado por: Beatriz

    “Só esqueceu de dizer que essa mulher paulistana tem curso superior, ganha bem e vive em bairro de classe média ou nobre. Ou seja, vive o “sonho paulistano”. Porque a paulistana comum, que trabalha de crachá e uniforme, que se aperta no metro e no ônibus todos os dias por mais de 3h, que faz compra no Torra Torra e progressiva no salão da “dona Creuza”, essa se veste bem diferente disso rs.”

    Faço destas palavras as minhas.

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  • 15/08/2011 - 19:10
    Enviado por: Marcia

    Senti minha alma desnuda e descrita. Brilhante! A_M-E-I!!!!!

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  • 15/08/2011 - 19:15
    Enviado por: vinicius segalla

    Nossa, que porcaria hein

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  • 15/08/2011 - 19:18
    Enviado por: Igor

    Sugiro o texto abaixo da revista vice. Pode ser util para os que estão na guerra:
    http://viceland.virgula.uol.com.br/br/blog/?p=4249

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  • 15/08/2011 - 19:21
    Enviado por: Mariana

    É, mulher paulistana… Ri, xinga, chora, tudo em um dia só, e o que se passa em sua mente, ao certo, nem mesmo ela sabe.

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  • 15/08/2011 - 19:46
    Enviado por: daniela

    Caríssimo Poeta…obrigada por tanta verdade nesse seu “olhar” sobre nós MULHERES PAULISTAS,independe a idade,somos assim mesmo e eu adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii muito mesmo !!!!

    por favor leiam o texto TODO,em nenhum instante foi citada ou preterida nenhuma mulher de outros estados,é só um olhar carinhoso e muito justo sobre NÓS …AS PAULISTAS!!!

    OBRIGADA POETA…VOU COMER O MEU BIS !!!…rsrsrsrsrsrs

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  • 15/08/2011 - 19:53
    Enviado por: andréa Campos

    Marcelo,sou sua fã desde sempre, mas este texto foi demais. É incrível como qualquer paulistana se vê nos menores detalhes…

    amei , parabéns , não poderia ser mais observador e fiel!

    Beijos e minha eterna admiração

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  • 15/08/2011 - 19:54
    Enviado por: Nati

    Por isso vc é meu escritor preferido! Perfeito! Muito bom!!! Adorei!

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  • 15/08/2011 - 19:56
    Enviado por: Emily Yamada

    Sim, somos nós, obrigada!

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  • 15/08/2011 - 19:59
    Enviado por: Jhoryka

    Amei! Simples assim. ;- )

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  • 15/08/2011 - 20:00
    Enviado por: andréa Campos

    Marceloooooooooooo!

    Sabe que enviei meu comentário, sem ao menos ler os outros…Lá em cima li:”uma jovem senhora, nem tão jovem assim, de 43 anos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”

    PQP, eu, mulher de 47(quase 48 em dezembro ainda!) me ví nessa garota que anda pensando, elaborando, costurando no trânsito, ouvindo música, teclando se maquiando (tudo dentro do carro) e ainda se ACHANDO o máximo, cheia de sí ! Eu me sinto assim, tal como vc descreveu e me vêem exatamente assim, e aí é sempre um gozo, pois todos dizem: O quê????????????????? 47???? Não te dou + de 30, pOOOOOOOde?kkkkkk Fazer o que? beijos (E tudo original de fábrica…)

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  • 15/08/2011 - 20:06
    Enviado por: josue

    A mulher mineira sempre corre atrás de um bom casamento. A carioca se contenta com inúmeros affairs, e adora a sensação de romances de verão. Mas quando você pergunta para a paulistana o que ela mais quer, ela vai dizer: Humm, tipo assim, um emprego.

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  • 15/08/2011 - 20:15
    Enviado por: Tutu Galvão Bueno

    Marcelo, como é que você adivinhou que sou tudo isso!!!!! Ainda mais a caixa de BIS que escondo e devoro sozinha? ha Ha Ha,
    Abraços,
    Tutu

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  • 15/08/2011 - 20:17
    Enviado por: Meire

    sensacional!!
    me reconheci na maioria das descriçoes e em tantas outras, alguma amiga bem proxima!
    Parabens pelo texto, Marcelo!

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  • 15/08/2011 - 20:17
    Enviado por: Katia Alves

    Ma:

    Só você para conseguir descrever tão perfeitamente o que somos.kkkkk
    Tirando a parte da dieta e dos antidepressivos, o resto foi uma delícia de ler.

    Simplesmente PERFEITO

    Katia Alves, Ex Tv Cultura, e sua ex- produtora do Fanzine

    Bjs no coração…..

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  • 15/08/2011 - 20:19
    Enviado por: Ju

    Parabéns pelo texto. Amei!! Me identifiquei em tudo, mas as botas com meia preta e se maquiar enquanto dirige ME DESCREVE.

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  • 15/08/2011 - 20:19
    Enviado por: Márcia

    pode ser paulista, pode ser de qualquer lugar do Brasil ou do mundo. Achei um tanto quanto estereotipado, mas em geral as pessoas curtem estar dentro de um estereótipo.

    A julgar pelos comentários, a maioria cairia rapidinho aos pés do autor depois de algumas poucas palavras de galanteio. Afinal, o tal homem interessante é nada menos que aquele que sabe falar o que a mulher gosta de ouvir! Simples. Achei no máximo interessante este texto, mas não é nem de longe perfeito ou real.

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  • 15/08/2011 - 20:28
    Enviado por: Carolina

    Ahhh, Marcelo se todos fossem como vc…lindo texto!!!!

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  • 15/08/2011 - 20:34
    Enviado por: josue

    Perguntas para um homem desempregado. A mineira te olha e pergunta: onde você trabalha? Você diz, então eu…ela ou vira a cara, ou emenda, o que seu pai faz? A carioca te pergunta? Onde tu trabalha? Você diz, então…Ela vai olhar pra ti e continuar simpática por um tempo, e só sairá com você caso tenha um corpo sarado (mas só aquela noite). A paulistana: O que você faz? Então…eu estou sem um emprego fixo agora porque estou atrás do meu sonho de ser, atenção, cineasta, escritor, pequeno empresário, músico, ou vou fazer pós graduação. Pronto, a paulistana é a única mulher no Brasil que namora um cara desempregado.

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  • 15/08/2011 - 20:39
    Enviado por: Mara Sampa

    Que Alma da mulher paulista tem vc Marcelo!
    uauuuuu

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  • 15/08/2011 - 20:50
    Enviado por: Elda Noempi

    até gostei demais da conta, ciô! tamanha beleza de escrita só podia vir de alguem que sabe olhar de baixo pra cima, pra não perder encanto algum de uma paulista/paulistana!

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  • 15/08/2011 - 20:52
    Enviado por: Elda Noemí

    eita belezura, ciô! algo assim só pode ter sido escrito por alguem que sabe olhar uma mulher de baixo pra cima, sem perder nenhum detalhe, seja ela paulista ou paulistana!

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  • 15/08/2011 - 20:57
    Enviado por: Verena

    Animal o texto, delicioso de ler!

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  • 15/08/2011 - 21:00
    Enviado por: Paula Myers

    Lindo e poético! Preciso. Adoro seus textos!!’n

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  • 15/08/2011 - 21:02
    Enviado por: Dan Dan

    O título está equivocado. Deveria ser ‘A garota burguesa de São Paulo’ ou ‘A garota classe média de São Paulo’ ou ‘Uma garota de São Paulo’. Como paulista(na) encontrei aí um monte de clichês que até me identifico, não nego, mas eles servem apenas para ressaltar um pequeno pedaço da realidade, uma fatia da população que frequenta shoppings da zona sul e restaurantes de 3 dígitos. Quem poderia, por exemplo, passar 6 horas na piscina com as amigas ou se preocupar com o batom enquanto dirige? O poeta se redime na última parte, mas isso em nada modifica a visão estética desequilibrada da minoria literária que terá acesso a este texto que é, aliás, bem controverso. Convido o autor a observar as várias garotas de São Paulo ou de qualquer outra cidade; um bom exemplo é aquela de Ipanema, que bajulava a volúpia em instâncias bem definidas, sabiamente percebido por outro poeta. Em licenças como essa, em pleno vapor do ano 2011, a sua graça pragmática, pelo menos para uma garota de São Paulo, não colou. As que sorriem só respiram o perfume da sua levada.

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    • 16/08/2011 - 10:28
      Enviado por: Lalá

      Entendo o que quer dizer, mas ele é só um escritor, não um paladino dos fracos e indefesos nem o cara que decide para onde vai a verba pública. Não estou defendendo, mesmo porque achei o texto bem fraco, mas ele escreve sobre a realidade que ele quiser, com o estilo que ele quiser. Não é isso que deve ser criticável. Cada um com suas funções.

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    • 17/08/2011 - 07:39
      Enviado por: chico

      cada um escreve para o seu publico, relatando o mundo que observa. voce acharia certo um burgues da sona sul ir reclamar que os racionais estereotiparam os paulistas de forma inadequada? muito odio no coracao. relaxa ai. o texto nao sugere que esta ou aquela generalizacao é melhor ou pior, nao desmerece outra visao de uma garota tipicamente paulistana. so relata um ponto de vista dos inumeros existentes. pior é fingir nao saber por que. bom trabalho amanha.

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  • 15/08/2011 - 21:05
    Enviado por: Tâmara

    Só faltou dizer que somos narcizistas e não podemos ver um espelho que paramos para nos admirarmos…..de resto finalmente alguem me entendeu…rs

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  • 15/08/2011 - 21:16
    Enviado por: FABIANA

    Qualquer semelhança “não” é mera conincidência!!!Parabéns Rubens…vc é demais!!

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  • 15/08/2011 - 21:18
    Enviado por: Gisela Nouer

    Texto legal!!
    Verdadeiro!!

    Só troco o Bis pelo KitKat, pode ser??
    hehe

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  • 15/08/2011 - 21:19
    Enviado por: Giselle R.

    Há muito tempo que não leio um texto tão bom e tão delicado. Doce. Obrigada e parabéns!

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  • 15/08/2011 - 21:20
    Enviado por: Isadora

    não só me identifico com a mulher paulista, mas tenho um gene. rs
    adorei!

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  • 15/08/2011 - 21:22
    Enviado por: Giovanna Vilela

    Este texto é indecente. A realidade se faz tão clara que desconfio de câmeras escondidas em casas paulistas. Marcelo, You Rock! Parabéns.

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  • 15/08/2011 - 21:27
    Enviado por: Joice

    Amei o texto !!! me vi andando pela paulista olhando para o relogio, conferindo qtos minutos me restavam pra correr do metro ao escritorio driblando as pessoas durante os dois blocos .. deu saudades, hj moro em Dublin, mas continuo com o caminhar apressado…

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  • 15/08/2011 - 21:33
    Enviado por: Camila

    Sou mineira, moro no Rio, mas me identifiquei em praticamente tudo com a “garota de São Paulo”.

    comofas?

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  • 15/08/2011 - 21:44
    Enviado por: Glaucia Macedo

    Engraçado como funciona a inveja. Basta alguém dizer que uma coisa é bonita para provocar a disputa. A inveja chega a ser até contorcionista.

    Bela visão das paulistanas, Marcelo… continua me surpreendendo desde sua breve biografia.

    Concluo, simplesmente, que a paulista, tem a cultura que tem, pq a cidade tem do mundo um bocadinho de cada canto… A paulistana não precisa viajar pra saber o que é o acarajé da baiana, o bacalhau do portugues..
    Tá tudo aqui, entre o viaduto do chá e e o Vale do Anhangabaú…

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  • 15/08/2011 - 21:51
    Enviado por: Fabiana

    Não conhecia o blog do Marcelo, li porque uma amiga postou no facebook. Ameeeei o texto. Sou pernambucana, mas já estou em sampa ha 13 anos e com certeza é a cidade que escolhi para viver e construir a minha história, por isso me sinto uma mulher, com muito orgulho, paulistana (ah, mas sem perder ou esquecer as minhas raízes nordestina, que amoo!!).

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  • 15/08/2011 - 21:53
    Enviado por: terezinha

    Obrigada pelas palavras. Não pra mim que estou avançada no tempo mas para as minhas filhas, que se deleitaram com a leitura e consequentemente se identificaram com um ponto aqui e outro acolá.
    Abraços e continue falando de São Paulo, das suas garotas, da sua garoa, dos tons cinza em degrade mas
    principalmente pelo amor, que nós paulistanos, por ela sentimos.
    Um tom de poesia na tarde de São Paulo.

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  • 15/08/2011 - 22:35
    Enviado por: Gabriela

    AMEI! Vc faz bonito quando quer. Texto à la Mulilo Mendes, proza com poesia.

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  • 15/08/2011 - 22:37
    Enviado por: Rosa Panerari

    Ah, Marcelo…

    Desde o Feliz Ano velho, vc é um fofo pra mim…

    ADORO seu jeito de descrever as coisas de que gosta, com o seu charme literário, e a imposição de idéias que nunca é pedante, pois é repleta de verdade.

    Doses de você em textos são uma ótima parte da rotina dessa garota paulistana!

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  • 15/08/2011 - 22:39
    Enviado por: Jacqueline Campos

    Suspirei pela intensidade que gera vaidade na classe feminina. Seus textos são ótimos. Pudera eu escrever assim como você. Por enquanto me aventuro apenas em rimas que fazem transparecer um descontentamento solitário. Um abraço.

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  • 15/08/2011 - 22:44
    Enviado por: Natália

    Você é um homem……me explica como entendeu tão perfeitamente o cérebro de uma mulher paulistana !!!!???? PARABÉNS……acho que a maioria das mulheres (inclusive eu), não conseguiriam expressar de forma tão clara !!!

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  • 15/08/2011 - 22:49
    Enviado por: elisa

    Só um comentário : pilates não só estica ou só alonga. Fortalece e muito.

    Generalizações a parte, boas descrições.

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  • 15/08/2011 - 22:49
    Enviado por: Thais Queiroz

    Fico feliz em ler esse tipo de texto, fico feliz por ter sido escrito por um homem e feliz por ter me identificado em vários pedacinhos dele.

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  • 15/08/2011 - 23:24
    Enviado por: manu

    Deno, concordo com vc em gênero, numero e grau! Como é que algm lê um texto desses e sente orgulho? Orgulho de q? De ser fútil, anorexica, não ter vida além do trabalho e das fofocas? Fala sério, sou paulista mas nessas horas prefiro ser brasileira somente.

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  • 15/08/2011 - 23:27
    Enviado por: Célia Regina

    Amei…amei…amei!!!! conseguiu captar a alma de cada paulistana!!! um beijo pra vc Marcelo

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  • 15/08/2011 - 23:29
    Enviado por: Cris

    Seu lindo! Você é foda, MRP!

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  • 15/08/2011 - 23:35
    Enviado por: Ezequiel-SP

    A

    Dilma

    seria

    Paulista ????

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  • 15/08/2011 - 23:56
    Enviado por: Danielle

    Barbaro! Visao simples e correta da mulher Paulista, assim somos. Se isso eh bom ou nao nao faz diferenca! Viva a sensibilidade daqueles que conseguem ver como somos! Parabens!

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  • 16/08/2011 - 01:35
    Enviado por: Nadia

    Chico Buarque dos blogueiros : como conheces tão bem a alma das paulistas ?
    Encantador de mulheres , me seduziu mais uma vez !

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  • 16/08/2011 - 01:38
    Enviado por: Mara

    Exceto a glorificação da magreza, amei o texto!! Você entrou na minha mente, descreveu tão bem como são alguns dos meus sentimentos em meio a esta cidade meio desalmada e que eu amo tanto…

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  • 16/08/2011 - 03:20
    Enviado por: Sil

    Lindo!!
    Somos especiais.

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  • 16/08/2011 - 04:21
    Enviado por: Sabrina

    Parabéns! tudo verdade.Amo ser Paulistana!

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  • 16/08/2011 - 07:36
    Enviado por: Tita

    Marcelo, vc foi generoso demais, vamos dizer que, se pegarmos 100% das paulistas, acredito que nem 10% se encaixam, muitas se identificaram, mas a realidade delas é bem diferente do que foi descrito, principalmente no quesito magra.

    Magra é uma mullher proporcionalmente que mede 1,65 e pesa 54 kg no maximo. qtas se encaixam?

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  • 16/08/2011 - 08:05
    Enviado por: Simone

    Perfeito!!!! Mas será que foi um teste??? Vc queria seduzir a mulher paulista??? Acho que conseguiu.

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  • 16/08/2011 - 08:41
    Enviado por: Daniela

    Sou paulistana morando há dois anos fora de SP, e é isso mesmo! Qdo se esta longe sente-se a diferença, mas não consegue identificar o q e, agora lendo o texto consego compreender.

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  • 16/08/2011 - 08:46
    Enviado por: Cristiane

    Marcelo, sempre fui admiradora sua. Você é o tipo de homem que não tem medo de expor seus sentimentos, principalmente falando da alma feminina. Espero que os homens, principalmente os paulistas aproveitem a oportunidade de ler esse texto. Acredito que apesar de não ser garota, continuo sendo uma Garota de São Paulo. Me identifico com tudo que você descreveu. Parabéns!!!

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  • 16/08/2011 - 08:48
    Enviado por: Mari

    A-M-E-I !!!! Mulheres paulistanas, tds deveriam ler ;)

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  • 16/08/2011 - 08:49
    Enviado por: Ligia

    E infarta aos trinta anos, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • 16/08/2011 - 09:03
    Enviado por: Fratta

    A garota paulista é Linda!

    Exceto pela procura em ser magra.

    Mais musculação e menos aeróbica, mulherada!

    Chega dessa ditadura de magreza. Nós homens gostamos de mulheres com curvas! Com carne!

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  • 16/08/2011 - 09:15
    Enviado por: Troll

    Por isso eu prefiro as cariocas….

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  • 16/08/2011 - 09:46
    Enviado por: Didi

    Óun, adorei. Muito. E mais porque essa eu nem preciso querer ser porque já sou. Óun.
    SMACK!

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  • 16/08/2011 - 09:57
    Enviado por: Renato

    Marcelo
    sou paulistano e moro em Salvador desde de 1986 e quando chega o nosso carnaval as paulistas/paulistanas chegam com a corda toda, branquinhas, de cabelos lisos, com o sotaque típico e fazem questão de dizer de onde vieram. São maravilhosas, educadas, fazem a diferença e na hora de ir embora, choram, esperneiam, mas prometem voltar para pular atrás do trio do chicletão!!!! Parabéns delicias paulistas/paulistanas que conheço muitas, tive muitas, e quando vou a Sampa aprecio tudo o que Marcelo escreveu.

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  • 16/08/2011 - 09:59
    Enviado por: sandra

    Marcelo, tenho 56 anos e uma filha de 27. Somos duas mulheres apaixonadas por vc, e me vi e vi minha filha na sua poesia. Você lindo.
    P.S. Tenho um namorado carioca que faz com que eu me sinta a última coca-cola do deserto, talvez eu vá morar no Rio, e pretendo aprender a anda de bicicleta, mash vou continuar a ser paulishta. Bjs

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  • 16/08/2011 - 10:03
    Enviado por: LuizCamargo

    As contradições, melhor, posições antagônicas numa crônica; mas desde já cabe reordenar as palavras, e ver se elas ficam bem, enfim, aonde elas vão: pernas finas, galanteio, cortejar, tesão, rebolar, abusar, seduzir, privacidade, intimidade, chefiar garoto, pudor, primeira noite, garota, homem.

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  • 16/08/2011 - 10:39
    Enviado por: Paula

    A garota de SP só se veste bem no inverno…no verão é uma decadência.

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  • 16/08/2011 - 11:37
    Enviado por: Bruna

    Eu me senti em plena conexão com o seu poema.. perfeito
    BJs

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  • 16/08/2011 - 11:46
    Enviado por: Heloisa Pereira

    Parabéns Marcelo, você tem rara sensibilidade masculina para reconhecer as paulistanas.Cá entre nós, no Brasil tem alguém que envergue melhor uma roupa de inverno que a paulista?

    E você entendeu muito melhor que o Caetano “a deselegância discreta de suas meninas”

    VALEU!!!!!

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  • 16/08/2011 - 11:47
    Enviado por: Ruiva

    Amei o texto, embora ele se encaixe em mim uns 70%. Falando genericamente não tinha como o autor acertar 100 pois todas somos diferentes. Mas as peculiaridades da região acertou em cheio. Paulista é quem nasce no Estado de São Paulo. Então ele quis dizer todas do interior e grande São Paulo. Ggostosa não é peso corporal mas estado de espírito, disponibilidade em se doar, agradar. Mas uma coisa é certa, respondendo não ao texto mas aos comentários de muitos que li até o momento: a mulher corresponde ao homem que tem, e vice-versa.

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  • 16/08/2011 - 11:50
    Enviado por: Ana

    eU SEMPRE OUVI DIZER Q EN CANPINAS NÃO TEM HOMEM, MAS DISCORDO……………….. ENFIM, MULHER JÁ É GUERREIRA P[OR SER MULHER………. POR TER Q ATURAR PIADINHAS OBSOLETAS DE HOMENS MACHISTAS, E AINDA ASSIM MANTER A POSE PRA NÃO SE PASSAR POR LOUCA. ……… ASS. PAULISTANA COMPLETAMENTE NORMAL. E INTERESSANTEMENTE LINDA POR SER MULHER………..

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  • 16/08/2011 - 11:57
    Enviado por: Fernando G

    Só uma observaçãozinha semântica; Diz-se PAULISTA quem nasceu no ESTADO de São Paulo.

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  • 16/08/2011 - 12:10
    Enviado por: Helo

    Ei Marcelo,
    Você me conhece???? Parece…. rsrsr
    Mas conhece mesmo as garotas paulistanas…..
    Ótimo! parabéns sempre pelos seus posts maravilhosos!

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  • 16/08/2011 - 12:13
    Enviado por: Ezequiel-SP

    Marcelo.

    Cadê o post a respeito do “garoto” paulistano ???

    Quero rir, por favor.

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  • 16/08/2011 - 12:52
    Enviado por: Dê M P Wicca

    ESSA SOU EU…SEM TIRAR NEM PÔR !!!! Paulistana nativa, nasci,cresci,estudei, me formei,casei 2 X,descasei,e embora esteja há 18 anos em Vinhedo, sinto MUITA falta de Sampa(dex em qdo dou uma escapadinha pra lá) porque ainda não consegui deixar de ser e agir como ” a garota de SP”,mesmo não sendo mais “garota”!!!!! Cidade boa tá aí!!!!!! Perfeito seu comentário, é isso mesmo!

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  • 16/08/2011 - 12:53
    Enviado por: Luciano Nunes

    Que texto maravilhoso! Voce acaba de ler e quer ler de novo. Quando leio sobre outras cidades as vezes da uma inveja, (principalmente aquela nossa maior rival, cheia de gente malhada e bronzeada e das garotas de Ipanema). A nossa SP e tão cinza, e tão noturna… E nossas garotas Sao assim como voce descreve, e Sao lindas….

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  • 16/08/2011 - 12:59
    Enviado por: karol

    Concordo com as colocações do Marcelo.
    A mulher de Sao Paulo, é dona de si, confiante e tem se discado cada vez mais no aspecto profissional, assim como outras muitas em outros estados do Brasil.
    Nos vivemos na correria de cidade grande, sempre presas no horário e responsabilidades do dia a dia.
    Amei toda a colocação sobre as características da mulher de São Paulo, tem tudo haver!

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  • 16/08/2011 - 13:17
    Enviado por: Osvaldo

    Com certeza, é melhor que as neguinhas do RJ..

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  • 16/08/2011 - 13:19
    Enviado por: gi

    Adorei o texto, sou de verdade uma garota de SP, mas naõ de pernas finas.
    Sou uma garota Louca de SP, e de pernas…
    Bjs

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  • 16/08/2011 - 13:37
    Enviado por: Angelica

    O autor se refere as mulheres paulistas, tanto faz de Campinas ou de Sao Paulo ( capital ) somos todas paulistas as da capital sao Paulistanas..

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  • 16/08/2011 - 13:51
    Enviado por: Claudia Kievel

    As mina de sampa! adorei.

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  • 16/08/2011 - 13:53
    Enviado por: Gabriela

    Me definiu tão bem :

    “Ama e odeia o trabalho.
    Sabe que ele dá a independência para ser a moça que quiser, mas também tira o tempo de ser a moça que queria ser…”

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  • 16/08/2011 - 13:55
    Enviado por: Carina

    Adorei o texto, Marcelo. Acertou tudo menos a largura das pernas. Vai ver as pernudas tentam esconder a característica, né? : Mas que somos muitas, ah, isso somos! :-)

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  • 16/08/2011 - 14:28
    Enviado por: Swamoro Songhay

    Muito interessante. Pega bem o estilo Cosmopolita e despojado da meninas paulistas. O charme na da discreto.

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  • 16/08/2011 - 15:04
    Enviado por: Eve

    Sou de Floripa, moro em Floripa mas também já morei em São Paulo por quase dois anos.
    Achei o texto super bacana..
    Eu que sou Florianopolitana me identifiquei com o texto em várias citações mesmo não sendo paulista. Mas acho que o texto apenas se enquadra para as paulistanas de classe média à alta de São Paulo (Mas específico na Zona Sul).
    Agora sobre esta frase: “Não existe mulher que se veste melhor do que as paulistas”. Não concordo! Não estou querendo dizer que as paulistas não sabem se vestir bem! Mas as garotas de Curitiba se vestem bem melhor.. e a proporção do número de garotas é bem superior também. Quem já foi a Curitiba sabe que não importa onde tu estejas.. Lá é um desfile por metro quadrado!

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  • 16/08/2011 - 15:31
    Enviado por: Amanda Amorim

    depois de 278 comentarios é com certeza o homem mais amado das paulistas e que grande responsa.

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  • 16/08/2011 - 15:32
    Enviado por: Jomando D'Souza

    esse deve comer muita mulher de SP, mas merece, fala exatamente tudo q elas querem ouvir,
    abraço

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  • 16/08/2011 - 16:01
    Enviado por: Pasta e Vino

    “Toma remédios para dormir. Toma excitantes para acordar. E aguentar a jornada.
    Ela é ambiciosa, trabalha demais, em mais de um emprego, pensa em dez coisas ao mesmo tempo, procura conciliar a organização do lar com a de fora dele.
    Ama e odeia o chefe.
    Ama e odeia o trabalho.
    Sabe que ele dá a independência para ser a moça que quiser, mas também tira o tempo de ser a moça que queria ser.
    Metade dela sofre o descarte para a outra parte florescer.”

    Marcelo, você tem bola de cristal.

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  • 16/08/2011 - 16:05
    Enviado por: Marcelo

    Mulher quando chamada de gostosa concerteza nao é por seu espirito. (para Ruiva) .
    Quer o q pensa nem sempre pensa o q quer.

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  • 16/08/2011 - 16:25
    Enviado por: Luana

    Adorei o texto!

    E sinceramente, sem falsa modéstia, me vi retratada aí, entre todas as outras confusas/decididas/perdidas garotas de São Paulo!

    Parabéns, Marcelo!

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  • 16/08/2011 - 16:46
    Enviado por: pedro

    Marcelo, desculpe o “off Topic” aqui, mas você que é fã do Pink Floyd como eu (e outros milhões) já ouvi falar do filme do Barbet Schroeder chamdo “More”. “Zabriskie Point” foi depois. Esse filme foi a primeira trilha sonora do grupo – 1969. Eu sonhava em ver/ter esse filme há uns vinte anos e não é que descobri que foi lançado no Brasil. Cara, se não viu, vale à pena conferir. Eu gostei. Ainda estou procurando “La Valée” – outro filme com trilha sonora deles. Você que curtiu o “Zabriskie”, acho que vai curtir esses outros também.

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  • 16/08/2011 - 17:08
    Enviado por: Ines

    Nunca ninguem tinha me descrevido tao bem assim !!!

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  • 16/08/2011 - 17:44
    Enviado por: Gabriela Furtado

    Aparentemente o autor deste texto não fala das paulistas , no máximo está falando das frequentadoras noturnas das proximidades da Avenida Paulista.
    Pra variar, falta para este autor, conhecimento social e cultural.
    Tal indivíduo não está no mundo real, logo, não faz ideia do que diz em relação ao universo que o comporta.
    Com falta de repertório e senso crítico, espero que poucos prestem atenção nas palavras do indivíduo. Como este, existem vários que se aproveitam das facilidades de se comunicar em larga escala.
    De certa forma, esse texto funciona como desinformador, mesmo que seja uma “homenagem”.

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    • 16/08/2011 - 22:02
      Enviado por: Mariana

      Menos amargura e mais poesia …. e nesse caso, um sexo tb é muito necessário.

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    • 17/08/2011 - 12:16
      Enviado por: LuizCamargo

      Escritores, leitores, críticos, existem os que se encontram numa linha mediana; muitos abaixo dela, mas, uns poucos, acima; Gabriela Furtado certamente faz jus à última hipótese.

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  • 16/08/2011 - 18:01
    Enviado por: Robson Bizarro

    Linda mulher paulista, paulistana da Av Paulista, do Metro, da noite, do riso facil, da mesa na calcada. Linda

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  • 16/08/2011 - 18:15
    Enviado por: Maria Laura

    Olha o Suceeeessooo! Já recebi esse texto de 3 amigas de turmas diferentes! E eu já tinha lido no jornal no fds.. Rá rá!
    Parabéns, Marcelo liiiiiindo!

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  • 16/08/2011 - 18:16
    Enviado por: claudia

    adorei o texto, apesar de ser gaucha, mas viver em São Paulo, hoje me sinto uma paulistana e me vi em quase todas as situações do texto

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  • 16/08/2011 - 18:19
    Enviado por: Camila

    N chega nem aos pes da garota de ipanema….o paulistana sem graça!rssss

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  • 16/08/2011 - 18:27
    Enviado por: Ariana

    São Paulo…Quanta pluralidade…Como deve ser uma mineira nesse contexto? Já parou para observar?

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  • 16/08/2011 - 18:40
    Enviado por: Luiz

    O que me indigna do povo paulista é não saber diferenciar o que é ser paulista e o que é ser paulistana. O texto fala das paulistanas, não das paulista. Obs.: Sou paulista, mas tenho discernimento.

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    • 26/09/2011 - 11:38
      Enviado por: Mauro

      O que me indigna do “zé povinho” é não saber interpretação de texto…
      O Marcelo cita as duas últimas palavras no texto: “MULHER PAULISTA” e ainda tem gente que não entende a abrangência do post.

      Aprende a interpretar texto Luiz!!!!

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  • 16/08/2011 - 19:17
    Enviado por: Mayra

    Muito bom …Descreveu perfeitamente uma garota paulistana … durante a leitura ri sozinha .. pois me vi em todas as situações .. hahahaha … Parabens .. texto maravilhoso.

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  • 16/08/2011 - 19:26
    Enviado por: Laura

    Maravilhoso!!!! Me identifiquei muito com o texto.

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  • 16/08/2011 - 20:14
    Enviado por: Rodolfo Amoroso

    Gostaria de registar que não existe essa de mulher gostosa E magra.

    Gostosa é conceito do mundo masculino, e Magra é conceito do mundo feminino. Na real, mulher que tá mais preocupada com outras mulheres é que se preocupam com essa magreza toda!

    E é isso aí!!!!!!!!!!!

    Bjão pras magras, pras gostosas e pras demais também!

    “Deus abençoe as mulheres bonitas, e as feias se sobrar tempo”

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  • 16/08/2011 - 21:03
    Enviado por: Silvia

    Nunca me senti tão homenageada!! Lindo, obrigada. bjs

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  • 16/08/2011 - 21:19
    Enviado por: Roberta

    Já tem mais de 20 anos que deixei Sampa e desde os anos 80 a garota paulistana êh exatamente ao texto que vc escreveu! Me vi ai! Success!!!!!

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  • 16/08/2011 - 21:54
    Enviado por: Mauricio

    “graça pragmática” foi um termo absolutamente interessante. O último parágrafo, o mais poético, foi magistral!

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  • 16/08/2011 - 21:56
    Enviado por: Talita

    Tirando toda a parte da dieta e coisas integrais concordo com tudinho! Eu ♥‏ massa!

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  • 16/08/2011 - 21:57
    Enviado por: renata

    Sou garota carioca.Genuína. Mas adoro passear em são Paulo para desfilar minha elegancia nas minhas botas e casacões que só os uso qd viajo.A paulistana é chique por convenção, e a carioca por opção. Adorei o texto, e me identifiquei em muitas coisas, pois a mulher em questão é, acima de tudo,BRASILEIRA !!!

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  • 16/08/2011 - 22:41
    Enviado por: marli

    adorei o texto, mais realista nao dava,sou paulistana da gema e faco tudo isso, ando apressado, amo botas, faco regime , as calcadas sao uma lastima mesmo!!! …Parabens Marcelo Rubens Paiva esta sou eu!! obrigada pelo elogio as mulheres paulistanas…:)

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  • 16/08/2011 - 23:16
    Enviado por: helomar

    A garota de Campinas,Santos e de outras demais cidades do estado de São paulo é paulista. A de Sao Paulo é paulistana.

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  • 16/08/2011 - 23:44
    Enviado por: paula

    PERFECT!!!

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  • 17/08/2011 - 00:26
    Enviado por: Dan Dan

    Acho que você não entendeu meu ponto. O escritor generaliza a realidade que vê, portanto que dê o título adequado à retórica do texto que discorre. O conteúdo é um longo clichê de um tipo de ‘garota’ que só existe em classes sociais/ econômicas específicas, ele mesmo baseia o argumento em vários exemplos do tipo, mas enquadrar toda a diversidade da metrópole nesse quesito é pretensão e descaracterização. O poeta aqui pede licença para algo que não é ficção, por isso minha discordância fundamental sobre o título. Entendo como perigoso seu julgamento sobre aquilo que deve ser ‘criticável’. No mundo livre cada um escreve, e critica, o que quiser. Não importa a função.

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  • 17/08/2011 - 00:34
    Enviado por: Gustavo

    A burguesa de São Paulo, você quis dizer.

    Mulher aqui do meu bairro – Viva ZO – não tem bota.
    O corpo não é pálido, mas da cor do multiculturalismo – fascinante – que forma SP.
    Dieta? Só se for de passar fome.
    Academia e pilates vem do andar no ônibus, se os 3 reais não interferirem no direito de ir e vir.
    Assim como ensina a TV, adoraria aparecer e viver uma vida de novela.
    Come o que tiver pra comer.
    Não pode se dar ao luxo de comprar leite desnatado, queijo branco, linhaça ou remédio.
    Se tiver trabalho, não reclama da distância ou da chefe que a trata como um animal.
    Nem carro tem.
    Sonha com príncipes, fica com aquele que tem ostenta os produtos do comercial.
    O único amigo é Deus. Se existir ou não.

    Com admiração limitada, desejo toda a sorte do mundo, mas não tenho sangue político e muito menos coragem de esquecer o que eu vivo fora do trabalho e, aliás, tenho que dormir.
    Amanhã eu acordo e trabalho, depois durmo, acordo e trabalho. Até minha vida acabar, fingindo não saber porque.

    Abraços

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    • 26/09/2011 - 11:44
      Enviado por: Mauro

      Caro Gustavo:
      Não use sua MÃE para descrever as paulistas da Zona Oeste.
      As paulistas da ZO são muito mais ambiciosas e bem resolvidas que sua limitada visão pode alcançar.

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  • 17/08/2011 - 01:52
    Enviado por: Cássia

    Enquanto meio mundo vem aqui criticar que esse texto revela a “paulistana classe média alta e blábláblá”, que paulistas não são nem de longe mais legais que cariocas/gaúchas/curitibanas, eu tenho amigas de vários cantos de São Paulo e estamos todas apaixonadas pelo texto. Não preciso me identificar com tudo para me sentir devidamente homenageada pelo belíssimo texto. Lindo, do começo ao fim. Podem continuar falando mal, destilando fel e nos criticando. Porque continuaremos suspirando e se sentindo bem felizes com o que lemos aqui.

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  • 17/08/2011 - 01:54
    Enviado por: ZÉ Ninguém

    Ah, as generalizações tão poéticamente burras, como sempre.

    Parabéns por mais uma tentativa frustrada de eleger uma mulher padrão e chegar ao perfil, com muito sucesso, da chata, feia e neurótica paulistana, que não sabe se relacionar. Vulgo, a mal comida.

    Parabéns!

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  • 17/08/2011 - 04:17
    Enviado por: Andressa

    Eu sou paulista e não sou babaca desse jeito aí não. Tem que ver isso aí.

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    • 18/08/2011 - 13:19
      Enviado por: Priscila

      Putamerda… Minha vergonha de ser paulistana só tem piorado ultimamente…

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    • 19/08/2011 - 13:51
      Enviado por: LuizCamargo

      Andressa sacou bem a “homenagem”, e não se viu na garota da crônica. Li quase todos os comentários; muitos gostaram do tipo, mas não acredito que é o da maioria das paulistanas.

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    • 26/09/2011 - 11:49
      Enviado por: Mauro

      Verdade Andressa!
      O Marcelo deveria ter retratado a paulista como você: boa dona-de-casa e lavadora de cueca perseverante!
      Por favor, dá uma olhada no fogão porque o feijão tá queimando…
      E a cerveja tem que tá gelada pro maridão!!!

      Anda!!

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  • 17/08/2011 - 07:03
    Enviado por: Iara

    Marcelo poeta, outro dia vi uma foto sua com o Cassiano, na Unicamp, bons tempos, vocês dois no palco tocando e cantando…

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  • 17/08/2011 - 08:13
    Enviado por: Jackeline

    Parabéns. Adorei o texto.

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  • 17/08/2011 - 09:31
    Enviado por: Luciana B.

    Talvez essa descrição caiba na mulher paulistana, pois ali do outro lado do estado (Bauru, Marilia…) as coisas são bem diferentes em muitas das características citadas. Mas de qualquer forma, os ou as paulistas são muito melhores que os ou as curitibanas! Rsss…

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  • 17/08/2011 - 10:10
    Enviado por: Paula

    Mulher paulistana é assim, mesmo que mude de cidade, estado ou país! Não importa quanto tempo passe em outro lugar ela não perde a “paulista” dentro dela e sim leva pra onde for!
    Rubens Paiva, como sempre, sensacional!

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  • 17/08/2011 - 10:57
    Enviado por: Karen

    Lindo, lindo.

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  • 17/08/2011 - 12:13
    Enviado por: pedro

    Marcelo, eu gostava mais da sua fase alternativa. Criticava justamente a moda, a padronização. Não gosto de padrões e rótulos. Claro que é um texto e é a captura de um momento, uma inspiração. Eu detesto rótulos. Moro no interior por opção, almoço em casa com a família todo o dia, pois aqui não tem esse trânsito absurdo da Capital. Tenho um apartamento aí que vive fechado e está cheio de pó. Adoro São Paulo e sua vida cultural, mas está quase impossível ir a um teatro ou um restaurante sem pegar horas de trânsito ou horas de filas. Acho esse estilo de vida decadente, mas gosto há para tudo e todos. Respeito quem gosta, portanto.

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  • 17/08/2011 - 12:26
    Enviado por: leo

    porra maluco quanta merda

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  • 17/08/2011 - 12:54
    Enviado por: Tatiane

    Adoreiii, me identifiquei completamente, somos muito auto críticas e exigentes mesmo…rsss
    Adoro seu trabalho, li feliz ano velho na adolescência várias vezes! Adoroooo!

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  • 17/08/2011 - 13:02
    Enviado por: Gandalf da Bahia

    O texto está muito bem escrito.

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  • 17/08/2011 - 13:17
    Enviado por: aramis oliveira

    Mesmo sendo uma generalização literária eu pensei que uma garota assim só transava por amor.

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  • 17/08/2011 - 13:47
    Enviado por: Monica Ceola

    Marcelo Paiva, seu lindo, descreveu em verdade as mulheres de VERDADE: decididas, seguras,que sabem o quer, que não ligam pra convenções e que conseguem ser assim em qualquer lugar independendo de ondem nasceram.
    ;0)

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  • 17/08/2011 - 14:32
    Enviado por: HELTER SKELTER

    Vichi,

    esvaziaram os salões de beleza.

    Faltou o detalhe de que o Shopping é o faroeste da mulherada,

    uma vê a outra lá no fim do corredor vindo em sua direção e já começa o duelo:

    é cabelo pra cá, pra lá, ajeita daqui, empina de lá……………….hilário,

    nessa hora, um tapinha na bunda resolve !

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  • 17/08/2011 - 14:46
    Enviado por: Mayara

    Olha ele descreveu a mulher Pauilistana, mas a cidade de São Paulo e composta por muitas mulheres de outros estados, ou seja, descreveu tanto sobre a mulher paulistana, que talvez tenha visto uma, paraibana, uma mineira, uma pernanbucana ou até mesmo uma curitibana e se encantou, achou que era carioca e escreveu este poema.
    Sobre o comentário de Aramis Oliveira, eu também concordo, se entregar na mesma noite, isso sim é uma pessoa fácil de mais, e pessoas fáceis perde a graça! Mulher fácil só serve pra pegar um dia e depois descartar, tipo materiais descartáveis mesmo.

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  • 17/08/2011 - 15:06
    Enviado por: Rita

    Adorei esse texto… me sinto assim, apesar de ser do Sul (Floripa), mas moro em São Paulo e AMO essa cidade e toda a LIBERDADE existente nela. Aqui as mulheres podem ser o que quiserem ser, sem pre-conceitos!

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  • 17/08/2011 - 15:42
    Enviado por: Rogério

    Porra, muito legal mesmo, gostei.

    Acho que algum dia já fui interessante para uma mulher paulista, que glória.

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  • 17/08/2011 - 16:04
    Enviado por: Mari

    Se vocês não repararam, o autor disse PAULISTAS, ou seja, nascidas no ESTADO de São Paulo. E não paulistanas, nascidas na CIDADE de São Paulo. ;)

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  • 17/08/2011 - 16:59
    Enviado por: Revoltada

    Complexo de inferioridade é uma merda mesmo!Depois falam que nós é que “nos achamos”!

    Nasci em SP, mudei para outra cidade e desde que me mudei, sofro com o preconceito de gente com com complexo de inferioridade. Basta dizer: sou de São Paulo, que já vejo gente torcendo o nariz.Uns me tiram de metida, outros já acham que sou rica.Só porque um dia fui trabalhar de carro pq tava uma puta chuva ( sim eu tenho, trabalhei 3 anos para pagar) e aqui o povo trabalha de “bicicreta”, já ouvi alguém dizer que eu quero aparecer. Ah, faça -me o favor! Conheçam antes de tirar conclusões!!!!

    Sinto muito rasgar o verbo, agrade quem agradar, sinta-se ofendido quem tiver que se sentir ( não vou nem me dar ao trabalho de ler e responder às críticas): não tenho culpa de ter nascido em SP, de ter estudado, de ter trabalhado 15 anos e comprado meu carro e 2 casas( uma lá e outra aqui), de justamente por trabalhar demais em SP ter tido dinheiro para viajar, conhecer outras culturas, outras cidades, de ter me aperfeiçoado profissionalmente e principalmente de tirar o emprego de gente incompetente , invejosa e com complexada.E tudo isso agradeço à minha vidinha “fútil” em São Paulo.Nunca fui burguesinha, sempre ralei para ter as coisas, até sanduíche natural vendia na facul para ajudar a pagar a mensalidade, ok?E assim como eu, sei q tem muita gente que rala em SP e não merece ficar lendo esse monte de comentário medíocre, de gente com cabeça pequena.
    Parabéns Marcelo, por traduzir tão belamente a vida de pessoas como eu…
    prontofalei#!!!

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    • 17/08/2011 - 23:47
      Enviado por: Cássia

      Revoltada, a gente nem precisa sair de São Paulo para sentir esse preconceito: canso de ouvir isso de pessoas que moram aqui mesmo na cidade, mas vieram de outros lugares. Sem falar na internet, basta falar “Eu sou de São Paulo” para escutar um monte na orelha. E nem é preciso tecer qualquer comentário a respeito da cidade. E muitas pessoas que vieram aqui só para ofender, mostram que é isso mesmo o que acontece. Eu cansei, mas fico na minha, mesmo sendo ofendida na minha própria “casa”. E nem se preocupe com isso, você tem o que tem porque merece e conquistou. Quem não conseguiu, azar.

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    • 18/08/2011 - 03:09
      Enviado por: Andressa

      CLASSE MÉDIA SOFRE

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    • 18/08/2011 - 21:16
      Enviado por: Mara

      Meuuu! Nem me fale!! Experimenta ser uma paulistana com quase todos esses atributos do texto e ainda ser da USP. Ninguém acredita que estudei em escola pública no 1º e 2º graus!! As garotas paulistas/paulistanas também sofrem…

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    • 18/08/2011 - 23:10
      Enviado por: Sil

      Concordo! Algumas pessoas se sentem “ameaçadas” qdo falamos q somos de São Paulo, claro, em toda cidade tem aquele que é bom no que faz e que não tem medo da concorrência, mas dizer que vc veio de uma cidade como São Paulo realmente incomoda quem tem complexo de inferioridade. E quem fala mau de mulher Paulista é pq levou toco! hahahahahahahaha
      Sou de São Paulo, me identifiquei em partes com o texto, outras não, mas estou horrorizada com os “comentários mediocres” e as ofensas que algumas pessoas colocaram aqui.
      Como disse a revoltada, “conheçam antes de tirar conclusões!” Afinal aposto que quase 80% desses comentários “geniais” são feitos por pessoas que só conhecem São Paulo e suas garotas pela TV e olhe lá…

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  • 17/08/2011 - 17:45
    Enviado por: garoto paulistano

    Na boa? a real? é até um fiel retrato (meio estereotipado, claro) da garota paulistana classe média alta. Mas só deixa de fora o custo de ser assim. Essa mulher gosta de aparência e de se achar moderna, mas paga um preço alto pra manter uma vida besta, fútil e vazia. É neurótica com tudo, vive no analista. Se mortra forte pra consumo externo, mas é frágil feito uma criancinha. Aliás, até criancinha tem melhor autoestima, se for ver. Se namora, é pra encher o saco do coitado. Trepa mal pra caramba. É ótima de caras e bocas na cama, mas não goza direito. Só com um vibrador. Mulher nordestina ou mineira trepa trezentas vezes melhor, goza de monte, não enche o saco, é carinhosa pra burro, fica feliz com afeto simples e direto, sem jogo… Ainda bem que também tem paulistana que foge desse estereótipo tão bem retratado pelo Marcelo. Essas trouxas que morram engasgadas no vibrador, sozinhas, como são.

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  • 17/08/2011 - 17:48
    Enviado por: Alexandremk

    Viva a garota paulista.
    Viva a pauliceia desvairada….

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  • 17/08/2011 - 18:18
    Enviado por: Mariana Castro

    O texto é bom, a mulher de São Paulo… nem tanto…

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  • 17/08/2011 - 21:06
    Enviado por: Gustavo Miranda

    Acho que em todo Brasil existam mulheres que se vestem bem e são gostosas. Mas as gaúchas estão 1 nível acima da média, são as melhores.

    Sem comparação.

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    • 18/08/2011 - 01:58
      Enviado por: Caio

      Meu caro, as gaúchas estão alguns níveis acima da média. A garota paulista é excelente; a paulistana, dá sono. Sinceramente, não tenho paciência com quem chore sozinha ouvindo Billie Holiday (ou fazendo qualquer outra coisa), nem com quem se sinta pressionada e não saiba por que, e nem com quem fale incessantemente em qualquer circunstância. As gaúchas me parecem muito mais naturais e equilibradas, são inquestionavelmente mais bonitas e, ao menos as que eu conheço, tendem a ser mais educadas – tanto no sentido formal quanto em termos de “soft skills”. Muitas cariocas, aliás, também (apesar do estereótipo), e é dali que vem a minha mulher, mesmo eu sendo paulistano. As mulheres de São Paulo são um pouco como tantas outras coisas na cidade: muita pose para o conteúdo que têm, seja ele muito ou pouco.

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    • 18/08/2011 - 15:47
      Enviado por: pedro

      Sim, concordo. As gaúchas são as mais belas. As catarinenses também. Não esqueçamos.

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    • 26/09/2011 - 12:01
      Enviado por: Mauro

      Três comentários masculinos e uma conclusão:
      O machismo é uma chaga do brasileiro.

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  • 17/08/2011 - 22:14
    Enviado por: Marcia

    Marcelo, voce é homem é mesmo ou se trasnfigura de mulher?
    Esse texto se aplica a todas as idades. eu e minha filha nos identificamos.
    abraço,

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  • 17/08/2011 - 22:21
    Enviado por: Isabela Martinez Milanezzi

    Marcelo, sou paulista e concordo com tudo! Belíssimo texto.

    Mudando de assunto… Marcelo, há um tempo atrás criei um página no Facebook em sua homenagem. Nunca me passei por você, sempre deixei claro que a página era feita por uma fã, para outros fãs. A repercussão é incrível! Você tem fãs dedicadíssimos, apaixonados e que não economizam elogios à sua literatura. De qualquer forma, vi alguns comentários no twitter sobre esse tipo de “prática” e bom, me senti desconfortável, já que talvez você não ache certo alguém administrar uma página “em seu nome” (lembrando que nunca me passei por você), e me coloco a disposição para transferir ou excluir a página caso você queira. (Tentei achar algum email de contato mas não encontrei, então só me restou o espaço dos comentários)
    Espero ter me esclarecido.

    Tenho uma admiração enorme pelo seu trabalho.
    Beijos.

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  • 18/08/2011 - 05:47
    Enviado por: Terezinha Malaquias

    Gostei da homenagem a nós “paulistanas”. Marcelo Rubens Paiva nos conhece. Obrigada.

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  • 18/08/2011 - 07:41
    Enviado por: fabiano

    ouch, weak very weak, sao paulo eh um erro (ponto) assim como a indumentaria que caminha nas muletas internacionais (virgula) de tao errada, consegue apenas vestir pessoas que comprometen o orcamento, ou se jogam militantes num garimpo la pelas bandas do bras. estilo elas ate podem ter, afinal as magazines brasileiras fazem um bom trabalho em reciclar um comportamento que nao eh de casa, cabresto fashion nao quer dizer pluralidade, quem sabe daqui uns 30 anos,(talves mas acredito ser ainda mais) quando as grandes redes que realmente oferecem MODA (oferta) entrarem no mercado tupiniquim , ai sim o conceito erroneo do cabresto falece, libertando os grilhoes do capitalismo putrido e O.F.E.R.E.C.E.N.D.O. nao so as paulistanas, o verdadeiro conceito da moda pret-a-portrait, ( voce ja se perguntou algumas vez o custo de um alqueire de algodao,(num pais agricola) para justificar esses valores expre$$ivos, i dont think so…)

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  • 18/08/2011 - 08:34
    Enviado por: Aline

    simplesmente sensacional, há muito não me deleito com um texto assim, me desculpem as críticas acima, mais este texto não se trata de padronização, ou que ele esteja desmerecendo e separando as mulheres de cada Estado, senti como se ele estivesse falando de mim não sou magra tipo SPFW,não obedeço a nenhum padrão de moda, detesto bota pelo fato de nenhuma servir na minha panturrilha, mas me senti essa Mulher, pensando em mil coisas, tentando resolver todas ao mesmo tempo e não resolver nenhum.

    MARCELO, parabéns, e um grande abraço, pois você esta de parabéns…

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  • 18/08/2011 - 08:44
    Enviado por: Thais Herédia

    perfeito!!

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  • 18/08/2011 - 08:45
    Enviado por: Thais Herédia

    perfeito!

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  • 18/08/2011 - 08:56
    Enviado por: Joyce Sinohara

    Poderia ter citado a inteligência das garotas de SP que precisam devorar jornais, revistas e livro. E até quando precisam de uma tranquilidade, se fecham em suas mentes em uma sessão de yoga….Parabéns pelo texto! Como uma típica garota de São Paulo, me vi em cada linha.

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  • 18/08/2011 - 10:47
    Enviado por: Carol

    Marcelo, ameiii. Sou uma baiana de alma com uma pitada paulistana.

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  • 18/08/2011 - 16:12
    Enviado por: Cris

    acho bonitinho o sotaque

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  • 18/08/2011 - 17:48
    Enviado por: Fernanda Oliveira

    Me lembra o Veríssimo (Luís Fernando) com suas mulheres de outono…Adoro os dois: você e ele!

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  • 18/08/2011 - 21:32
    Enviado por: Silene

    Amei Marcelo!! Só não troco o parque pela piscina do condomínio. O resto, sou eu, Mulher de São Paulo…rs. Parabéns!!

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  • 18/08/2011 - 22:37
    Enviado por: Bruno

    Parabéns! Licença poética concedida! abs

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  • 19/08/2011 - 14:57
    Enviado por: Lucia

    Perfeito! Parabéns!

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  • 19/08/2011 - 15:57
    Enviado por: pedro

    Pior que esse texto seu, só aquele que você faz uma ode à Avenida Paulista em “Feliz Ano Velho”… São Paulo é ruim para poesia… Nem “Sampa” de Caetano conseguiu fazer milagre…. “Mau-gosto, extremo mau-gosto”… Caetano tem razão. São Paulo do passado foi poético. Hoje, não. É o “belo-feio” nas palavras de Washingto Olivetto. Difícil fazer milagre.

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  • 20/08/2011 - 09:17
    Enviado por: Stella [...]

    Um texto. Isso é apenas um texto galera.
    Já conheci gauchos, curitibano e ambos se apaixonaram pela garota paulistana aqui, as ex namoradas, coitadas… não conseguiam ficar em paz pensando que o namoradinho flertava com uma paulistana pela internet, inseguras. Insegurança define as sulistas, acham que são as melhores, só pelo fato de ser loira e ter olhos claros, asshole.

    O primeiro e único livro que li do Marcelo (até hoje…) foi o Feliz Ano Velho, li em três dias. Adorei, fala muito bem, a sexualidade a flor da pele me identifiquei muito.

    Ótimo texto, e pra quem não gostou, por que perdeu seu tempo aqui?

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  • 20/08/2011 - 10:27
    Enviado por: Giordana

    Simplesmente espetacular!

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  • 20/08/2011 - 17:10
    Enviado por: Fernanda

    AMEI!! Me achei em vários pontos. A mulher paulistana é assim mesmo!

    Obs: quando meu marido acha que estou gostosa é porque nos meus parametros estou gorda. E quando ele reclama que estou magrela, eu ganho o dia!! Louca, eu sei.

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  • 20/08/2011 - 22:57
    Enviado por: Will

    Sr Paiva, como sempre descrevendo com perfeição as mulheres……

    O homem que conhece as mulheres é você com toda ctz!!!

    Parabéns pelo trabalho e que nunca falte inspiração!

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  • 21/08/2011 - 01:01
    Enviado por: isso ai paulistas

    Marcelo
    Com todo respeito, mas se vc não gosta de SP pega tuas malinhas e vá viver no RJ no seu Malu de bicicleta abusou de clichês então, saudoso da Bossa Nova que pensa que Ipanema é o Rio vá pra lá amigo, vc não tem mais idade pra esse negócio de criticar sensualidade lá no Rio terra do funk, das garotas esfregando partes intimas no chão, lá sim vc vai encontrar sensualidade

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  • 21/08/2011 - 01:13
    Enviado por: Paulistas

    Musas “cariocas” são paulistas Paola Oliveira, Luana Piovani, Aline Moraes, Fernanda Vasconcelos, Fernanda Paes Leme, musas atuais…fora Adriane Galisteu, Maitê Proença, Suzana Vieira, Ana Paulo Arósio, Lidia Brondi que fez o Brasil sonhar com seus beijos fora tantas outras paulistas e paulistanas desse nosso Brasil.
    A propósito Marcelo, Debora Secco só conseguiu bons papéis e uma guinada na carreira quando optou por um visual mais “paulista” procure no google e vc verá o pq dessa mudança da atriz.
    Marcelo esse seu clichê “São Paulo não tem praia!” “São Paulo não tem praia!” soa como carioca recalcado daqueles que pensam (+ desejam) que o Brasil seja só única e exclusivamente só Rio. Tá tão batido isso…tão pobre meu amigo. SP da classe média é diferente de SP dos pobres que é diferente de SP do interior…do litoral… assim como deve ser Paris, NY, Londres, Roma etc…
    Os paulistas deveriam se valorizar mais, se unir, ser melhor representados… principalmente por formadores de opinião…

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  • 21/08/2011 - 12:16
    Enviado por: Rejane Moreno

    Com certeza não precisa ter nascido em São Paulo. Precisa ter respirado aquele ar. Um ar contraditório, um ar que abre uma infinidade de possibilidades, mas fecha o peito em uma pressão sem nome.
    Precisa ter andado na Paulista, correndo, olhando o tamanho do edifícios onde pessoas escrevem seus (e talvez os nossos) futuros. Precisa viver isso tantas vezes, que depois passa a andar corrrendo, sem olhar para os arranha-céus, apenas para o relógio, ou para o semáforo do cruzamento, agora pensando só no SEU futuro.
    Um monte de possibilidades, um infinidade de caminhos, e a eterna pressão… qual a escolha certa? Acredito que São Paulo é o grande mundo do livre arbítrio. Lá você pode tudo… até despencar. E só basta uma escolha.
    Talvez por isso precisamos ser magras, para ter movimento, jogo de cintura, sem chamar tanta atenção. Para caber no aperto do metrô, no tubinho preto ou no tailler acinturado. Saudáveis… porque precisamos estar sempre prontas para tudo. O tempo todo. O corpo tem que seguir a mente. Ser ágil como ela.
    São Paulo dá asas, mas não ensina voar. Voar se aprende sozinha, de meias pretas e botas, porque sempre pousamos am alguma reunião importante, onde a formalidade por si só, parece nos dar o direito de ser respeitadas como profissionais, em igualdade.
    Com certeza, basta ter vivido algum tempo em São Paulo para entender sua magia, amar e odiar ao mesmo tempo. Acho que São Paulo deve ser o ícone geográfico da dualidade no Brasil. Sempre existem os dois lados em cada pequeno lugar: na criança que vende balas para o dono do carro importado, no operário que escuta as ordens do engenheiro sem poder saber direito o tamanho do que está ajudando a criar, na moça que traz café para quem decide o futuro de centenas de funcionários como ela, sem poder opinar, no manobrista do restaurante luxuoso que almoça marmita. E muitas vezes isso nos faz chorar. Porque fomos feitas para unir. E ás vezes é tão difícil apenas aceitar o que é. E seguir.
    A garota de São Paulo quer vencer, igual a todas as outras, mas talvez o ambiente a force a ser esta lutadora que é, sempre tentando não perder a doçura. Ou o sonho.
    E ela gosta de ser observada, admirada e descrita. E chorar quando lê algo escrito com tanta delicadeza e perfeição, algo que serve como um belo espelho, mas que reflete muito mais do que ela costuma observar em si mesma, quando sozinha.
    Pois, é. Homens interessantes existem.

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  • 21/08/2011 - 13:30
    Enviado por: antonio barbanti

    Marcelo Rubens Paiva é um gente boa.

    Tinha tudo para não ser tão alto astral quanto é.

    Há mais de 20 anos mergulhou para uma nova vida ainda na faculdade.

    Uma vida em cadeira de rodas, privando-o da vitalidade pulsante de um universitário comprometido com mulheres, política e rock’n'roll.

    Seu livro descrevendo a passagem para a nova vida virou filme, textos seus foram para os palcos, outros viraram livros que mal param nas estantes das

    melhores livrarias.

    Agora, em plena época de redes socias, uma crônica sobre a mulher paulistana tem levado o nome de Marcelo a muitos PCs que dezenas de milhares de pessoas

    fazendo positivo com o polegar.

    Eu diria agora que Marcelo, além de gente boa, deve estar também apaixonado.

    Sua paleta de cores no texto é digna daqueles que passeiam na primavera de mão dadas sob a Torre Eiffel, colocando um filtro pastel levemente desfocado

    mesmo nas imperfeições do mulherio de São Paulo.

    As mulheres amaram o texto, alguns homens rangeram os dentes de ciúmes a maioria nem leu. Eu só quero fazer um contra-ponto

    de um paulistano que já teve oportunidade de namorar garotas paulistanas mais novas e mais velhas. Desde moças na faculdade quando saíamos de ônibus para

    assistir filmes na paulista até, mais recentemente, com outras que habitavam em condomínios feudalizados do Morumbi e jantávamos na rua Amauri.

    Marcelo diz que a mulher paulistana prefere o preto, deixa as cores cítricas para a praia.

    Não é verdade meu amigo campineiro. Ela escolhe o preto porque como você mesmo afirma mais pra frentre em sua crônica, ela está sempre

    em guerra contra a balança. E o preto “emagrece”. Os bíquinis cítricos nas praias vão depender dos editorias de moda em novembro e dezembro

    das revistas (e são muitas) especializadas. Quem sabe este ano o bege, ou o que elas chamam de “nude”, não seja a “tendência.”

    Aliás é este o estilo da mulher paulistana . Estilo “tendência”. Nenhuma outra mulher no Brasil ganha tanto quanto a mulher paulistana – é verdade Sr. Paiva – mas

    nenhuma outra gasta tanto também em roupas cuja vida útil termina antes mesmo das próprias parcelas feitas no cartão. Incluídas aí as botas que são vendidas em até seis

    vezes mas dificilmente depois de três meses elas visitarão as esburacadas calçadas paulistanas novamente.

    E no ano que vem? Ha, no ano que vem a “tendência” já será outra.

    Também é verdade que ela está sempre apressada. Afinal trocou de roupa 3 ou 4 vezes antes de sair e agora está atrasada.

    Embora use óculos gigantes, pelo menos neste inverno estão na moda, ela não chama e não faz questão de chamar a atenção.

    A não ser quando sai com as amigas no final de semana e aí rola uma disputa implícita pela primazia dos olhares dos homens interessantes.

    O que é um homem interessante? Neste ponto concordo cem por cento com você, Marcelo.

    “Nem se gravar o papo de seis horas na piscina com as amigas consegue-se descobrir.”

    Mesmo assim sem saber o que procura ela faz questão de ser magra, nem tanto gostosa, também estou de acordo caro escritor.

    Está sempre de dieta, mesmo que o regime seja pedir um refrigerante light após Canelloni Quattro Formaggio.

    No dia seguinte estará tentando queimar as calorias na academia. Desfilando seu body que combina com os tênis, que combina com o relógio, que combina com o batom,

    praguejará internamente como ela foi comer “tudo aquilo”. Ah, ela vai se contorcer de raiva também quando “aquela loira perua” passar e o bonitão

    separado de cabelo grisalhos abrir um sorriso para cumprimentá-la com beijinho demorado no rosto.

    Critica as mulheres do Rio de Janeiro mas faz aula de “bumbum carioca”. (É sério isso meu povo, existe isso)

    Para passar a raiva vai focar na esteira. Corre nem tanto para manter a forma, nem para condicionamento cárdio-vascular. Corre porque agora é “ïn” correr.

    E ela precisa treinar porque domingo tem prova e seu ex-chefe que agora foi promovido a Diretor de Marketing estará lá.

    Corre para mostrar seus novos óculos Nike comprados no free-shop depois de voltar do final de semana em Buenos Aires.

    Mas acha um absurdo alguém passar correndo ao seu lado e esbarrar no seu braço, afinal ela está ali.

    Está ali como está no trânsito a bordo seu veículo com tração integral. Para que serve isso mesmo?

    “Ah, tração integral é aquilo que ajuda a gente a subir a rampa no shopping, né?”

    Enfim, a garota paulistana está ali no trânsito com todos os vidros devidamente com insulfilm fechados ouvindo o cd que lembra a balada do fim de semana ou a trilha da novela,

    retocando a maquiagem nos olhos e falando no celular – em viva voz espero – que ela está chegando daqui a um minutinho.

    Enquanto isso ultrapassa um busão articulado, aproveitando a brecha entre ele e uma betoneira lotada de concreto. “Porra ! O que é que esse ciclista tá fazendo no meio da rua!”

    Esbraveja ela. Justamente ela que tanto elogiou a civilidade do trânsito em Copenhague e Amsterdã.

    Marcelo, no ambiente corporativo também estamos de acordo.

    “Ela ama e odeia o chefe, ama e odeia o trabalho.

    Ela é ambiciosa, trabalha demais, sabe que ele dá a independência para ser a moça que quiser, mas também tira o tempo de ser a moça que queria ser.”

    À noite, passa no supermercado com manobrista para não ter que andar do estacioamento até a loja.

    Compra leite desnatadato, pão integral, queijo cottage, uma bandeijinha de verduras sem agorotóxicos, uma garrafa de vinho, pode ser que ele ligue, e uma caixa de bis. Caso ele não ligue.

    Na saída lembra que se esqueceu de comprar o suco de caixinha, mas deixa de lado, afinal atendeu a chamada da mãe durante as compras e agora está morrendo de dor de cabeça.

    Vai comprar no dia seguinte na padaria perto do trabalho, pagando 50% mais caro. Mas tudo bem…

    Antes de dormir uma zapeada pelos cento e poucos canais de TV que tem em casa só para chegar a conclusão de que não está a fim de ver nada.

    Vai dormir mas antes, no caminho para a cozinha para tormar, vai olhar umas fotos no mural da sala.

    Rir, lembrando como foi bom aquele Reveillon. Chorar com saudades daquele final de semana na praia.

    Que dia pesado – pensa – enquanto toma as pílulas para dormir.

    Já no quarto a paulistana olha para o guarda-roupas aberto pensando qual será a combinação do dia seguinte enquanto passa o creme anti-envelhecimento no rosto.

    Depois dass roupas, não se preocupe, já com a cabeça no travesseiro ela também lembrará de você.

    Como disse Marcxelo Rubens Paiva:

    Tudo isso é uma generalização literária.

    Fim (?)

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    • 21/08/2011 - 22:16
      Enviado por: sidneih

      sono….

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    • 23/08/2011 - 21:58
      Enviado por: Virgínia

      Marcelo não é Campineiro,só fez engenharia na UNICAMP,só se for de lá que vc o conhece como campineiro!

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    • 24/08/2011 - 14:52
      Enviado por: Tiago

      Agora sim! Apoiado… essa sim é a típica paulistana.

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    • 13/09/2011 - 11:57
      Enviado por: Rejane Moreno

      Cada homem, uma visão da mulher… Alguns vêem apenas a casca, e tudo fica um tanto frio. Outros tem olhos da alma, como Marcelo, e vêem coisas que não se pode provar, ou impôr. Ainda acredito na voz criada pela visão da alma que atravessa o visível. Acaricia a gente, faz lembrar que podemos ser ainda melhores do que estamos mostrando, sem pensar. Leva para cima, para dentro. E é bom, muito bom.
      Se ele está apaixonado? Sorte nossa!

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    • 05/04/2012 - 15:51
      Enviado por: Virginia

      kkkkkkkkkkkk. Mulher Paulista se veste bem.. kkkkkk…. To aqui em SP e vejo cada coisa.. Mulher Paulista Bonita..kkkkkkkkkk….so pode ser piada ne…kkkkkkkkkkkkkkk….
      Oh mulherada feia..PQP..kkkkkkkkkkkkkkkkkkk…to me rasgando de rir…kkkkk…cada gorda..meu DEUS..kkkkk.. a cara lotada de maquiagem..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…..cada treco de mulher feia aqui em SP..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • 21/08/2011 - 22:08
    Enviado por: Marina Carrilho

    Adequado! Bastante adequado!

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  • 22/08/2011 - 07:43
    Enviado por: Marita

    Acho que quando o autor disse paulista, quis dizer PAULISTANA. Por favor, querido autor, não confunda alhos com bugalhos.

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  • 22/08/2011 - 14:30
    Enviado por: Paulo O.

    fitter
    happier
    more productive

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  • 22/08/2011 - 15:20
    Enviado por: Augusto

    Terrível!!!!! Coitada da mulher paulistana… Perdida no mundo, (que nem conhece pois não viaja, só trabalha pra pagar o aluguel) depressiva, olhando pra baixo toda hora pq não segura a onda do saltão….????!!!!! Tá boua!!!????? Essa é a mulher paulistana dos anos oitenta!!! rsrsrsrsr

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  • 23/08/2011 - 11:47
    Enviado por: Tatiana

    Acabei de descobrir que não sou paulistana. Não sou magra, não tenho pernas finas, não uso salto.
    Como carne, carboidrato, bebo cerveja e ando olhando pro céu e imaginando outros lugares ao invés de um ponto de ônibus.
    Rebolo e uso roupas coloridas. Durmo profundamente só pelo cansaço, acordo com disposição e pela precisão.
    Nasci aqui, cresci aqui e continuarei bem feliz por aqui caminhando com as pernas grossas e meus tênis surrados. A paulistana da poesia está bem longe da paulistana do dia a dia.

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  • 23/08/2011 - 12:45
    Enviado por: Andreia

    Arrasou!!! Paulistana “da gema” me vi em vários parágrafos.

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  • 25/08/2011 - 13:19
    Enviado por: Renata

    Ameiiiii!
    Em vários momentos me vi no texto…Obrigada pela ótima leitura.

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  • 25/08/2011 - 15:28
    Enviado por: Thiago

    Mto bom!
    Sou contra generalização, mas de uma forma genaralizada permitida, é a mulher independente paulistana que a gente quer. Que faz-se diferente como em cada região.

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  • 28/08/2011 - 20:20
    Enviado por: Cintia

    Me senti quase nua, não fosse pela magreza que “ainda ” nao existe em mim!…Ainda…

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  • 29/08/2011 - 17:31
    Enviado por: Bruna Schwerz

    Marcelo Querido….

    que delicia ler seu blog…agora aqui de Barcelona, alguns anos antes lá de Londres, ou ha muito tempo atrás ao vivo e a cores em Sao Paulo…

    bjoes enormes cheios de saudade!!!

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  • 29/08/2011 - 22:25
    Enviado por: miltinho

    Excelente texto, porém com um detalhe a ser corrigido: as mulheres descritas, são as típicas “paulistanas”, que vivem na capital do estado de São Paulo. Paulistas, são as demais, que vivem no litoral e interior do estado.

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  • 31/08/2011 - 13:32
    Enviado por: Gui

    …A deselegancia completa de suas meninas…..

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  • 05/09/2011 - 00:58
    Enviado por: Gio

    …BINGO…!!!! Somos exatamente assim!!
    Vc arrasa. Sou mega fã.

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  • 06/09/2011 - 04:29
    Enviado por: Mariana Andrade

    nbsp;Genial…como sempre! Você foi o único com a alma capaz de nos compreender! Sucesso Sempre!

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  • 24/09/2011 - 13:43
    Enviado por: Camila Fornasier

    Amei a descrição!

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  • 24/09/2011 - 20:36
    Enviado por: douglas

    Eu achei esse texto uma puta tiração de sarro, que resume-se em uma unica palavra, egoismo.

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  • 03/10/2011 - 14:50
    Enviado por: Lívia Carvalho

    A segunda metade do texto é genial.. como pode ter entendido assim? Nem menina você é! hahah

    Fiel leitora desde os 12 anos de idade =)

    Abs

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  • 03/10/2011 - 14:53
    Enviado por: Lívia Carvalho

    Minha passagem preferida: “Mas se nada der certo, garotos, não esquentem a cabeça. A mulher de São Paulo (…) Sabe chamar atenção e indicar que você foi o escolhido. Sabe sorrir, ser paciente com a sua demora, ouvir atentamente os seus devaneios e engasgos.”… muito bom, é isso mesmo! hahah

    bjos

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  • 03/10/2011 - 21:11
    Enviado por: Lívia Carvalho

    Nossa, eu vi uma polêmica aí em cima… eu até ia comentar, maszzzzzzzzzzzzzzzz….

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  • 11/10/2011 - 00:29
    Enviado por: Benson

    Sou carioca. Amo São Paulo. E mais ainda as mulheres de São Paulo.

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  • 21/10/2011 - 00:13
    Enviado por: izabel

    Texto perfeito e altamente verdadeiro!

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  • 07/11/2011 - 21:14
    Enviado por: Regiane

    Adorei, estou com um sorriso maroto de canto de boca.

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  • 09/11/2011 - 16:01
    Enviado por: Soraya

    Adorei, somos assim mesmo, alma, inteligência e perspicácia de poeta. Parabéns Marcelo!

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  • 11/11/2011 - 15:25
    Enviado por: Adriana Charoux

    Oi Marcelo,
    Dei muita risada com seus escritos. Como garota de São Paulo me identifiquei com boa parte, afora um leite desnatado aqui e a perna final que nunca tive e terei.

    Mas, afinal, cadê a crônica “O garoto de São Paulo?”

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  • 24/12/2011 - 11:55
    Enviado por: julia

    eu, garota baiana, fiquei com inveja das garotas de sp por terem um texto tão elegante e fielmente descritivo! não rola a garota da BA, a garota do RJ, etc…

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  • 04/02/2012 - 13:28
    Enviado por: yo

    XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

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  • 04/02/2012 - 15:55
    Enviado por: bruno

    Caro Marcelo Rubens Paiva,

    Quase seis meses depois, resolvi me manifestar em relação ao seu post “a garota de são paulo”, publicado no dia 14 de agosto de 2011 no site do Estadão. Demorei um tempão para te escrever porque eu quis evitar a fadiga das contestações fugazes, das marchas que terminam no fim da Av. Paulista e dos motins de 140 caracteres que xingam muito no Twitter. Optei por digerir pusadamente o seu texto e lapidar com esmero a minha opinião que deverá durar mais que uma rapidinha.

    Exceto as descrições universais que vestem como o pretinho básico qualquer mulher, da que mora em São Paulo àquela que vive no mundo da Lua, gostei da sua ode à mina paulistana. A figura não chega perto das Havaianas da Garota de Ipanema, mas tem lá o seu charme, o seu sabor, a sua excitação. Tanto é que as suas palavras suscitaram em mim o desejo de colocar no páreo a minha garota.

    Com todo respeito a você, ao Vinícius de Moraes e a todas as mulheres brasileiras, a minha garota é a melhor da América, quiçá do mundo. Ela não tem um doce balanço a caminho do mar, que encantou o poetinha, porque onde ela mora a praia é artificial. Ela também não caminha depressa, nem tem corpo pálido, beleza que passa sozinha, como você bem descreveu as paulistanas, porque a minha menina faz hora na cama e tem todo um compasso de preguiça subversivo ao ritmo frenético dos dias de hoje. A malemolência da minha namorada é fazer hora na cama, pedir uma coçadinha nas costas e inclinar o ombro direito para ganhar um beijinho.

    O biscoito preferido dela não é o Globo, mas sim o de queijo, preparado pela mãe. Ela prefere comer pequi com arroz a se lambuzar com Cheddar McMelt depois da balada. Se tiver uma galinhada à mesa, melhor ainda.

    Ela anda na contramão da passarela por onde desfilam os modismos. Não usa galochas coloridas, não frequenta brechós, passa longe de manequins hipsters, nem faz abaixo-assinado para ter Starbucks em sua cidade. E, além disso, ela não canta “Ai, seu eu te pego”, pois em sua terra as pessoas admiram os dois filhos de Francisco.

    Marrenta, a garota de Goiânia, quando contrariada, solta um sonoro: “Anêimmmmm”. E se um homem compra algodão doce para ela e manda entregar na mesa do bar, ela logo confidencia para as amigas: “Que garoto moco”.

    Para que Leblon, praia do Rosa, Ubatuba, Itapuã, se ela tem a pousada do Rio Quente? É lá, entre as ondas artificiais prenunciadas por um alarme, que ela deixa o seu corpo dourado sob o sol escaldante do Cerrado.

    Para ela, o Maracanã vira um campo de society perto do Serra Dourada. A torcida do Boca fecha a boca quando ela pula e grita com a Força Jovem até o peito doer; até perder a voz. Disputar título contra o rival é jogar contra o Barcelona na final do Mundial de Clubes. Tem base, Arnaldo?

    A garota de Goiânia, meu amigo, não precisa fazer dieta, nem se matricular na academia, tampouco exibir o seu bumbum na praia para virar preferência nacional. Ela é tão charmosa quanto as gaúchas, tão gente boa quanto as mineiras e tão alegre quanto as baianas. Ela reúne as melhores qualidades das mulheres brasileiras, talvez por estar no epicentro do país ou por ter se exposto à irradiação do Césio 137, não sei ao certo. E eu, como paulista, tenho de admitir: a garota de Goiânia, especialmente a minha garota, que não tem música nem livro publicado em sua homenagem, é demais; digna de ganhar um registro histórico só dela. Para que a posteridade um dia reconheça o brilho da garota de Goiânia.

    Resumindo toda essa carta rocambolesca: me dei bem por namorar uma menina de Goiânia.

    Atenciosamente,

    BT

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  • 06/02/2012 - 11:38
    Enviado por: BT

    Caro Marcelo Rubens Paiva,
    Quase seis meses depois, resolvi me manifestar em relação ao seu post “a garota de são paulo”, publicado no dia 14 de agosto de 2011 no site do Estadão. Demorei um tempão para te escrever porque eu quis evitar a fadiga das contestações fugazes, das marchas que terminam no fim da Av. Paulista e dos motins de 140 caracteres que xingam muito no Twitter. Optei por digerir pausadamente o seu texto e lapidar com esmero a minha opinião que deverá durar mais que uma rapidinha.
    Exceto as descrições universais que vestem como o pretinho básico qualquer mulher, da que mora em São Paulo àquela que vive no mundo da Lua, gostei da sua ode à mina paulistana. A figura não chega perto das Havaianas da Garota de Ipanema, mas tem lá o seu charme, o seu sabor, a sua excitação. Tanto é que as suas palavras suscitaram em mim o desejo de colocar no páreo a minha garota.
    Com todo respeito a você, ao Vinícius de Moraes e a todas as mulheres brasileiras, a minha garota é a melhor da América, quiçá do mundo. Ela não tem um doce balanço a caminho do mar, que encantou o poetinha, porque onde ela mora a praia é artificial. Ela também não caminha depressa, nem tem corpo pálido, beleza que passa sozinha, como você bem descreveu as paulistanas. A minha menina faz hora na cama, pede coçadinha nas costas, inclina o ombro direito para ganhar um beijinho e tem todo um compasso de preguiça subversivo ao ritmo frenético dos dias de hoje.
    O biscoito preferido dela não é o Globo, mas sim o de queijo, preparado pela mãe. Ela prefere comer pequi com arroz a se lambuzar com Cheddar McMelt depois da balada. Se tiver uma galinhada à mesa, melhor ainda.
    Ela anda na contramão da passarela por onde desfilam os modismos. Não usa galochas coloridas, não frequenta brechós, passa longe de manequins hipsters, nem faz abaixo-assinado para ter Starbucks em sua cidade. E, além disso, ela não canta “Ai, seu eu te pego”, pois em sua terra as pessoas admiram os dois filhos de Francisco.
    Marrenta, a garota de Goiânia, quando contrariada, solta um sonoro: “Anêimmmmm”. E se um homem compra algodão doce para ela e manda entregar na mesa do bar, ela logo confidencia para as amigas: “Que garoto moco”.
    Para que Leblon, praia do Rosa, Ubatuba, Itapuã, se ela tem a pousada do Rio Quente? É lá, entre as ondas artificiais prenunciadas por um alarme, que ela deixa o seu corpo dourado sob o sol escaldante do Cerrado.
    Para ela, o Maracanã vira um campo de society perto do Serra Dourada. A torcida do Boca fecha a boca quando ela pula e grita com a Força Jovem até o peito doer; até perder a voz. Disputar título contra o rival é jogar contra o Barcelona na final do Mundial de Clubes. Tem base, Arnaldo?
    A garota de Goiânia, meu amigo, não precisa fazer dieta, nem se matricular na academia, tampouco exibir o seu bumbum na praia para virar preferência nacional. Ela é tão charmosa quanto as gaúchas, tão gente boa quanto as mineiras e tão alegre quanto as baianas. Ela reúne as melhores qualidades das mulheres brasileiras, talvez por estar no epicentro do país ou por ter se exposto à irradiação do Césio 137, não sei ao certo. E eu, como paulista, tenho de admitir: a garota de Goiânia, especialmente a minha garota, que não tem música nem livro publicado em sua homenagem, é demais – e digna de ganhar um registro histórico, para que a posteridade um dia reconheça o brilho da garota de Goiânia.
    Resumindo toda essa carta rocambolesca: me dei bem ao ser escolhido por uma menina de Goiânia.
    Atenciosamente,

    BT

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  • 06/02/2012 - 12:09
    Enviado por: BT

    Caro Marcelo Rubens Paiva,

    Quase seis meses depois, resolvi me manifestar em relação ao seu post “a garota de são paulo”, publicado no dia 14 de agosto de 2011 no site do Estadão. Demorei um tempão para te escrever porque eu quis evitar a fadiga das contestações fugazes, das marchas que terminam no fim da Av. Paulista e dos motins instantâneos de 140 caracteres que xingam muito no Twitter. Optei por digerir pausadamente o seu texto e lapidar com esmero a minha opinião.

    Apesar das descrições universais em seu texto que vestem como o pretinho básico qualquer mulher, da que mora em São Paulo àquela que vive no mundo da Lua, gostei da sua ode à mina paulistana. A figura não chega perto do Havaianas da Garota de Ipanema, mas tem lá o seu charme, o seu sabor, a sua excitação. Tanto é que as suas palavras suscitaram em mim o desejo de colocar no páreo a minha garota.

    Com todo respeito a você, ao Vinícius de Moraes e a todas as mulheres brasileiras, a minha garota é a melhor da América, quiçá do mundo. Ela não tem um doce balanço a caminho do mar, que encantou o poetinha, porque onde ela mora a praia é artificial. Ela também não caminha depressa, nem tem corpo pálido, beleza que passa sozinha, como você bem descreveu as paulistanas. A minha menina faz hora na cama, pede coçadinha nas costas, inclina o ombro direito para ganhar um beijinho antes de dormir e tem todo um compasso de preguiça subversivo ao ritmo frenético deste século.

    O biscoito preferido dela não é o Globo, mas sim o de queijo, preparado pela mãe. Ela prefere comer pequi com arroz a se lambuzar com Cheddar McMelt depois da balada. Se tiver uma galinhada à mesa, melhor ainda.

    Ela anda na contramão da passarela por onde desfilam os modismos. Não usa galochas coloridas, não frequenta brechós, passa longe de manequins hipsters, nem faz abaixo-assinado para ter Starbucks em sua cidade. E, além disso, ela não canta “Ai, seu eu te pego”, pois em sua terra as pessoas admiram os dois filhos de Francisco.

    Marrenta, a garota de Goiânia, quando contrariada, solta um sonoro: “Anêimmmmm”. E se um homem compra algodão doce para ela e manda entregar na mesa do bar, ela logo confidencia para as amigas: “Que garoto moco”.

    Para que Leblon, praia do Rosa, Ubatuba, Itapuã, se ela tem a pousada do Rio Quente? É lá, entre as ondas artificiais prenunciadas por um alarme, que ela deixa o seu corpo dourado sob o sol escaldante do Cerrado.

    Para ela, o Maracanã vira um campo de society perto do Serra Dourada. A torcida do Boca cerra os lábios quando ela pula e grita com a Força Jovem até o peito doer; até perder a voz. Disputar título contra o rival é jogar contra o Barcelona na final do Mundial de Clubes. Tem base, Arnaldo?

    A garota de Goiânia, meu amigo, não precisa fazer dieta, nem se matricular na academia, tampouco exibir o seu bumbum na praia para virar preferência nacional. Ela é tão charmosa quanto as gaúchas, tão gente boa quanto as mineiras e tão alegre quanto as baianas. Ela reúne as melhores qualidades das mulheres brasileiras, talvez por estar no epicentro do país ou por ter se exposto à irradiação do Césio 137, não sei ao certo. E eu, como paulista, tenho de admitir: a garota de Goiânia, especialmente a minha garota, que não tem música nem livro publicado em sua homenagem, é demais – e digna de ganhar um registro histórico, para que a posteridade um dia reconheça o seu brilho.

    Resumindo toda essa carta rocambolesca: me dei bem ao ser escolhido por uma menina de Goiânia.

    Atenciosamente,

    TB

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  • 04/03/2012 - 18:08
    Enviado por: Natalí

    O ideal não seria ser:”A Mulher PAULISTANA”? Vi a paulistana e não a paulista neste texto!

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  • 25/04/2012 - 19:59
    Enviado por: We Share Ideas – A garota de São Paulo por Marcelo Rubens Paiva - We Share Ideas

    [...] textos que identificam o comportamento de grupos. No texto “A garota de São Paulo” de Marcelo Rubens Paiva é difícil umanão se identificar com mais de uma das características citadas. Convido vocês à [...]

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