Uma ideia tão genial que me deu vontade de divulgar.
É isso mesmo que vc leu.
Dramaturgia Concisa e Contemporânea.
Um encontro aleatório entre autores e atores. Pode-se imaginar o que vem deste encontro…
Hj e amanhã, às 20h.
Aqui na POMPA.
+++
Estreia hj tb o filme do meu grande amigo MAURO LIMA.
Roteiro que estava desaparecido, quando ele me telefonou desesperado.
Ele não o tinha em nenhum arquivo.
E tinha me enviado anos antes para dar uns pitacos.
Não é que o encontrei num disquete Maxell MF2-HD, double track.
Criançada nem sabe o que é isso.
Fui o verdadeiro script doctor do roteiro. Ressuscitei-o.
Estreia é para convivas, não vem folgar.
Mas vai vê-lo no cinema.
+++
Aqui vc pode folgar.
Apavorar, mas não assustar.
Arte dos meus companheiros de pôquer ALÊ LUCAS e FELIPE CAMA:
Estou em dúvida.
Qual fantasia usar, entre as duas abaixo, neste Carnaval?
A primeira é mais útil para colaborar para o enriquecimento cultural dos meus conterrâneos.
Mas na segunda posso levar acompanhantes.
Para aqueles escritores que queiram pular etapas, acreditam no seu taco, não são recebidos por editores, nem têm um QI [quem indica] elevado…
A tecnologia sempre facilita o exercício da individualidade.
Venha logo ao promissor mercado dos e-books.
Ou melhor, c-books.
Nasceu o BookiC, o book in clound – ou o livro nas nuvens da rede.
Lê-se “búquici”,
Ferramenta online para publicar, vender e ler livros.
Ao publicar seu livro, o escritor passa a ser um cBooker (lê-se: cibúquer) e disponibiliza suas obras para serem compradas e lidas online, diretamente pelo navegador.
Para publicar seu livro no BookiC e torná-lo um cBook, é preciso estar ciente e de acordo com as regras e contratos de publicação:
1. O BookiC é uma ferramenta online para publicar, vender e ler livros desenvolvida e controlada pela Hímpeto Editorial, empresa brasileira, legalmente registrada com CNPJ: 11.448.657/0001-32 com sede na Av. Eng. Luís Carlos Berrini, 550 – 4º Andar – Cidade Monções – São Paulo – SP, sendo portanto uma EDITORA legalmente registrada, com equipe e meios de edição, diagramação e registro de livros.
2. Ao publicar seu livro, você declara ser o único portador dos Direitos de Publicação da obra em questão, passando a responder única e publicamente por seu conteúdo - e concede os seguintes direitos:
I – De publicar sua obra em nosso site em 30 dias, com o design, diagramação e formatação que nós definirmos.
II – De calcular o valor de venda do cBook com base no cálculo do VALOR A SER ENTREGUE A VOCÊ (o qual você define ao inscrever o cBook) + R$ 2,20 (valor de taxas de serviço) e de pagar você a cada R$ 100,00 (Cem Reais) acumulados em vendas.
III – De enviar, nos três últimos dias de cada mês, um relatório mensal constando as vendas, dando-te as opção de sacar dinheiro para sua conta no PayPal (não tem conta lá? Então clique para criar uma)
III – De retirar seu cBook do nosso site por qualquer motivo que agrida as leis nacionais, sem aviso prévio (portanto: verifique, antes de publicar, se seu livro não fere nenhuma lei deste país).
A editora concede os seguintes direitos:
I – De alterar as informações básicas dos seus cBooks diretamente no seu painel e de alterar o conteúdo interno (o que seria o miolo do livro) diretamente por uma página específica, onde você poderá enviar um novo conteúdo sempre que quiser, tendo um prazo de 10 dias para ser alterado em nosso site.
II – De solicitar o dinheiro em sua conta do PayPal desde que a quantia a ser creditada seja superior a R$ 100,00
III – De remover a publicação do cBook do site, tanto pelo painel como pelos tickets de solicitação.
Os c-Books não são impressos nem baixados, mas lidos online.
E os c-Readers podem escolher as obras por categorias pelo site: http://bookic.org/br/
Semana passada, 1.500 fizeram fila para o primeiro grito do bloco ACADÊMICOS DO BAIXO AUGUSTA.
Neste DOMINGO, tem mais.
E…
Um clássico paulistano.
Segue release:
“BANDA REDONDA” – 38 anos de folia e alegria no carnaval em São Paulo
O grande dramaturgo Plínio Marcos recebe o Troféu Banda Redonda
das mãos de Carlão, o General da Banda de SP – Foto: Arquivo da Banda
A banda mais antiga e tradicional da cidade faz a abertura da semana carnavalesca em São Paulo. Fundada por atores do Teatro de Arena, jornalistas, músicos e outros artistas que frequentavam o Bar e Restaurante Redondo, a Banda Redonda pede passagem, coloca os foliões e sambistas nas ruas.
No dia 13 de fevereiro, começa a se arrumar ou se desarrumar em frente ao TEATRO DE ARENA – Eugênio Kusnet, na Rua Theodoro Baima, 94, esquinas da Rua da Consolação com Av. Ipiranga. A concentração será 19h e a saída do desfile 21h. Durante a concentração haverá o aquecimento com o Carlão, General da Banda de SP e a entrega do “Troféu Banda Redonda”, para personalidades que fazem a diferença na cultura, artes e no esporte, este ano são: Carlos Cortez, Helena Ignez, Inezita Barroso, Osmar Santos, Paulo Vanzolini, e Silvia Vinhas.
Também vamos manifestar o apoio a campanha “Gorduchinha 2014” para o nome oficial da bola na copa do mundo em 2014. Mais informações sobre a Banda e os homenageados abaixo.
Vários artistas e convidados especiais sempre participam da concentração da Banda, entre eles, os atores de teatro, cinema e TV: Analy Alvarez, Antonio Petrin, Cris Fontana, Gésio Amadeu, Graça Berman, Humberto Magnani, João Acaiabe, Luiz Serra, Paulo Hesse, Regina Braga, Tadeu Di Pietro. Também marcam presença: César Vieira (dramaturgo e diretor de teatro), Chico de Assis (dramaturgo, ator e professor de dramaturgia), Chico Pinheiro, (jornalista – TV Globo), Emilio Fontana (diretor e professor de teatro, cinema e TV), Oswaldo Mendes (jornalista, ator, diretor de teatro e escritor), Raimundo José (cantor e músico). Para completar a alegria na concentração, contaremos com a presença da Corte do Carnaval Paulistano.
Todos os anos a Banda homenageia personalidades destacadas no meio cultural, artístico e esportivo, já receberam o troféu Banda Redonda: Alaíde Costa, Analy Alvarez, Ari Toledo, Caio Luiz de Carvalho, Chico de Assis, Chico Pinheiro, Denis Derkian, Doutor Sócrates, Dr. Davi Serson, Dráuzio Varella, Emilio Fontana, Esther Góes, Etty Frazer, Ivan Giannini, João Acaiabe, João Batista de Andrade, Ligia Cortez, Maria Alcina, Netinho de Paula, Oswaldo Mendes, Paulo Goulart, Regina Braga, Renato Borghi, Renato Consorte, Sérgio Mamberti, Tadeu di Pietro, Walderez de Barros, Bárbara Bruno, Dr. Demetrio Hossne, Dr. Paulo Meneghini , José Renato Pécora, Lauro César Muniz, Regina Echeverria entre outros.
Homenageados que irão receber Troféu Banda Redonda em 2012: Carlos Cortez – cineasta e diretor de “Geraldo, o Filme” e “Querô”; Helena Ignez – atriz e diretora de cinema e teatro; Inezita Barroso – a Rainha do Folclore Brasileiro; Osmar Santos – Locutor Esportivo e pintor, e o “Pai da Matéria” e da “Gorduchinha”; Paulo Vanzolini – genial compositor paulistano e Silvia Vinhas – jornalista e apresentadora de TV. Informações sobre os homenageados ao final deste release.
Para animar os foliões a banda conta com um belo time de intérpretes: Aldo Bueno, Douglas Franco, Germano Mathias, Jandir, João Borba, João Pedro, Maria Alcina, Mazinho do Salgueiro, Silvio Modesto e Tereza Miguel, que serão acompanhados pela Banda Musical do FUMAÇA com mais de 30 integrantes, apresentando tradicionais marchinhas e sambas do carnaval brasileiro. A apresentação fica por conta de Moisés da Rocha (O Samba pede Passagem).
Banda Redonda – 38 anos de alegria no carnaval paulistano
Dia 13 de fevereiro, segunda-feira, concentração 19h / saída 21h – Grátis.
Informações: Imprensa: Edson Lima: 3739 0208 / Teatro de Arena: 3256 9463 / China: 7705 0622
Roteiro: Ruas Theodoro Baima, da Consolação, Xavier de Toledo, Teatro Municipal, Rua Cons. Crispiniano, Largo do Paissandu, Av. São João, Av. Ipiranga, Praça da República, regressando ao Teatro de Arena, encerrando o desfile com músicas do verdadeiro carnaval de rua.
Saiba mais: www.oautornapraca.com.br/bandaredonda. Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=bzy3sjZhcPk
Grêmio Recreativo Cultural e Carnavalesco “Banda Redonda”
Presidente: Carlão – O General da Banda de SP / Organização: China – Tel. (11) 7705 0622
Ass. Comunicação e Imprensa: Edson Lima – Fone: (11) 9586 5577 / 3739 0208.
Patrocínio: Prefeitura da cidade de São Paulo / SPTURIS – São Paulo Turismo, ABASP – Associação das Bandas Carnavalescas de São Paulo e AMBEV. Apoio: O Autor na Praça e PointGraf.
HISTÓRICO DA BANDA – A “Redonda” substituiu a Banda Bandalha, criada no auge da repressão militar pelo dramaturgo e ator Plínio Marcos em 1972. Plínio gravava a novela Bandeira Dois, no Rio de Janeiro e não aguentava mais as piadas e provocações dos cariocas, dizendo que: bloco de paulista é bloco de concreto armado, que cordão de paulista é cordão de isolamento e, como se tudo isso, ainda, não bastasse, atormentavam, nosso tão amado Plínio Marcos, citando Vinicius de Moraes “São Paulo é o túmulo do samba”. Àquela altura a Banda de Ipanema já era famosa, trazendo como musas Leila Diniz e Odete Lara. Injuriado com tantas brincadeiras, Plínio chamou seu colega de teatro, Carlos Costa, o Carlão, que já era frequentador do mundo do samba paulista desde que aqui chegou em 1945, mas ganhava a vida no teatro, Carlão foi bilheteiro, contra-regra e ator, atuou no teatro de Arena, no cinema e foi um grande parceiro do Plínio, atuando em várias peças e ao seu lado em vários momentos na luta. Então, Plínio Marcos se autoproclamou presidente da Banda Bandalha e convidou Carlão para ser o vice presidente.
Em 1972 e 1973, a banda sempre saindo da frente do Teatro de Arena e percorrendo o centro, foi sucesso de cara, tendo no primeiro desfile como Porta Estandarte a atriz Etty Frazer e mestre sala o ator Toni Ramos. Também contou com ilustres participantes, como a atriz Walderez de Barros, o dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri, a atriz Eva Vilma, o ator John Herbert, Pepita e Lolita Rodrigues, os jornalistas Arley Pereira, José Ramos Tinhorão, o ator e artista plástico Luiz Carlos Parreira. Claro que não podiam faltar os sambistas famosos das escolas de samba e parceiros de Plínio e Carlão: Geraldo Filme, Jangada, Jorge Costa, Silvio Modesto, Talismã, Toniquinho Batuqueiro, Zé Ketti, Zeca da Casa Verde, além da turma da “Vagão” e redondeza, entre tantos outros atores, jornalistas e foliões. A Bandalha durou dois anos, depois de brigas com a prefeitura, Plínio se injuriou e falou que não tinha mais Bandalha. Com o fim da Bandalha, seus remanescentes, encabeçados por Carlão, formaram a Banda Redonda, que desfilou pela primeira vez em 74, naquela ocasião mudou a colocação da diretoria, ficando Carlos Costa na presidência e Plínio como vice, hoje Carlão continua dirigindo a “Redonda” e tem o China como secretário geral. Com a inspiração do Artista plástico Luis Carlos Parreira a “Redonda” adotou a pomba como símbolo e as cores azul, ouro e branco. Atualmente, os desfiles da banda são acompanhados por cerca de 15 mil pessoas e já faz parte do calendário oficial do carnaval de São Paulo. Além disso, ela é filiada à ABASP - Associação de Bandas de Carnaval de São Paulo.
Não se mire no exemplo da firma TO do centro do Rio de Janeiro.
Seja rigoroso ao contratar um empreiteiro.
Peça fotos de obras anteriores, referências. Pesquise.
Porque existem falhas que surpreendem até os leigos.
E que devem deixar muito contratante irritado.
Como:
Brasil urgente.
“Ibagens, quero ver ibagens, comandante Hamilton.”
Põe na tela!!!
Enquanto DATENA grita na telina seus bordões, sua filha, Leticia Wiermann, de 25 anos, brilha nas lentes afora.
A BBC levantou uma questão interessante:
Para aonde vão seus dados na rede depois da sua morte?
Sua conta no FACE, ORKUT, TWITTER e seu BLOG permanecem, são deletados, herdados?
Vários estados dos EUA consideram a legislação que dá aos representantes legais a posse dos dados das contas do Facebook, Twitter e outras informações da rede depois da morte. Como se fossem bens herdados.
Porém, especialistas em privacidade contestam tal legislação.
E você, gostaria que seus herdeiros lessem tudo aquilo que escreveu, postou e aprontou pela rede em vida?
Ou prefere que as informações sejam digitalmente cremadas?
O tal ditado: a internet veio resolver problemas que antes não tínhamos.
Uma sugestão é deixar no inventário o que quer que seja feito com seus bens digitais.
Outra é, antes do último suspiro: arrume forças para deletar as contas.
Veja mais:
Se há crise na TV aberta brasileira, a crise mundial nunca foi tão fértil para a TV paga.
O capitalismo nos traiu e provou ser incapaz de gerenciar a humanidade. Não se deve deixar nas mãos de homens por essência gananciosos os rumos da História.
O mundo mudou, perdeu a inocência, e a TV foi atrás. Não a nossa que, tirando exceções, vive uma falência criativa e moral sem precedentes.
Sai Sex in the City e a futilidade da era derivativos e gastança pré-2008. Afinal, faliram. Ninguém mais quer ver mocinhas tomando Cosmopolitan e discutindo a compulsão por comprar sapatos.
A sordidez da série Mad Men, símbolo da crise de confiança, da hipocrisia nos negócios e da dubiedade do caráter de homens e mulheres que fumam sem parar e bebem no trabalho, fez escola.
Os publicitários da agência Sterling Cooper Draper Pryce ganharam concorrentes, como as séries Homeland, Boss, Os Bórgias e Boarwalk Empire.
O que se quer ver agora é visão crítica da sociedade de consumo, vícios verdadeiros, personagens que mesclam bons valores com passado condenável, corrupção do poder, decadência do discurso politicamente correto e sexo, muito sexo.
Livres da censura, por mearem horários da TV paga, até o papa Alexandre VI (Jeremy Irons) apareceu na série da BBC traindo a esposa e fornicando com a vizinha, enquanto por aqui ainda discutem o beijo gay na telinha.
***
Já virou praxe, numa festinha, o pessoal na cozinha indicar a série de TV imperdível. São lembrados os melhores episódios de Seinfeld, as frases inesquecíveis de Charlie (Charlie Sheen) de Two And a Half Men, ou quem é mais gata no duelo milionário entre loira e morena no sitcom de dez temporadas Friends, Rachel (Jennifer Aniston) ou Monica (Courteney Cox).
No último Natal, não foi apenas a garotada da minha família que enumerou as séries preferidas. A vechiata também. E não se fala mais “sitcom”.
O fenômeno das séries desembarcou com tudo no Brasil. A popularização do cabo e seus gatos mostrou um tipo de TV de cair o queixo e em evolução.
Explica-se. O produtor de um filme fica com 20% do faturamento brutoem média. Foramantes descontadas as fatias de divulgação, distribuição e exibição.
É nestes 20% que estão os cachês de atores, roteiristas, técnicos, custos de produção, locação, viagens, equipamentos, impostos etc.
Pois grandes exibidoras de TV a cabo perceberam que, se produzissem o próprio material, tinham na conta 100% do bruto, já que elas mesmas divulgariam, distribuiriam e exibiriam.
O mercado se mesclou. Exibidores como HBO, TCM, SHOWTIME, BBC se firmaram como produtores. Grandes estúdios viraram exibidores. Se associaram com outros, antigos concorrentes, como a rede Telecine, da MGM, Paramount, FOX, Universal e, agora, Disney, que levou a Pixar e a Dreamworks.
O resultado foi a migração do pessoal do cinema para a TV, de diretores a roteiristas.
No último Globo de Ouro, as equipes de longas indicados batiam um rango e se embebedavam ao lado das equipes de séries de TV indicadas, como Homeland, Boss, Game of Thrones, Boardwalk Empire, Downton Abbey.
Em Boss, está na direção e produção Gus Van Sant. Em Boardwalk, Scorsese.
Minhas dicas:
1. Homeland é a surpresa do ano. Baseada na série israelense Hatufim, Claire Danes faz Carrie Mathison, agente bipolar de operações da CIA, que acha que o sargento Brudy (Damian Lewis), fuzileiro americano que ficou anos prisioneiro da Al-Qaeda, mudou de lado e representa um perigo à segurança nacional.
A série é de prender o fôlego. Em todo momento, duvida-se do caráter de um herói fabricado. E, o mais incrível, levanta a questão: é possível um soldado americano exemplar ser convertido pela organização terrorista tão odiada e se tornar um muçulmano praticante?
Ela ganhou o Globo de Ouro de Melhor Série Dramática, e Claire, Melhor Atriz.
2. Se você acha que já viu tudo na TV sobre manipulação política, Boss, série sobre o populista prefeito Tom Kane de Chicago, que tem uma doença grave, uma filha viciada e um casamento de fachada, o surpreenderá. Kelsey Gramnmer, o protagonista, ganhou Melhor Ator.
3. Na onda sexo-podridão-no-poder, tem Os Bórgias, sobre a família do papa mais polêmico, que enfrentou seus inimigos sem a poesia e plasticidade da Renascença.
4. O ideal seria assistir em seguida as quatro temporadas de The Tudors, sobre Henrique VIII, seu temperamento afiado, o mulherio e o rompimento com o papismo, inaugurando o absolutismo europeu e a Reforma.
Também com muito sexo, anti-heróis, conchavos e golpes. Série histórica que, de tão acurada, parece ter sido baseada no site Wikipedia.
5. Downton Abbey, que se passa no começo do século passado, é mais puritana. Mas mostra a decadência da aristocracia inglesa, ou melhor, a sua transformação. Com muita futrica e casamento. É série de menina.
6. Pan Am, série da Sony protagonizada por aeromoças dos tempos em que a profissão oferecia mais glamour do que barrinha de cereal, apresentada como a versão feminina e uma resposta ao chauvinismo indisfarçável de Mad Men, é uma bobagem. Não pegou.
7. Delírio, criatividade, roteiros primorosos, personagens e atores inesquecíveis, mostrou a HBO. No primeiro episódio de Game of Thrones, baseado no bestseller de George Martin, um casal de irmãos num ato sexual é flagrado por um menino, herdeiro do principal assessor do rei. Eles o derrubam da janela.
O terceiro irmão é um anão mulherengo e carismático. Um bon vivant esperto, renegado pela família, vivido pelo ator Peter Dinklage, prêmio de Melhor Ator Coadjuvante.
Pegou. A segunda temporada da série já está em produção. Comotambém as de Homeland e Os Bórgias.
Neste ano, a galera de Mad Men, que faturava todos os prêmios nas edições anteriores do Globo de Ouro, se embebedava nos estúdios da produtora Lionsgate Television, gravando enfim a quinta temporada da série, que reestreia domingo, dia 25 de março, nos EUA.
O site HuffPost juntou o elenco com o criador Matthew Weiner, para descobrir que todos acham a que temporada em produção é a melhor de todas. Melhor ainda? Uau…
Oi pessoal tudo bom?
Eu sou irmã do Rodrigo Abib e cunhada da Lais Collino Antiga. Eles participaram do Filme Fiel e na época ainda namoravam…. bem, o motivo do meu contato é contar da foto da mantilha bordada com o emblema do Corinthians que está rodando a internet esta semana, é dela!!! Foi publicada na página oficial do Corinthians, no Facebook, e aí foram mais de 39 mil compartilhamentos!
Eles se casaram em 18 de dezembro de 2010, em uma cerimônia super corintiana!
Começou com a Lais fazendo essa surpresa maravilhosa a todos, principalmente ao meu irmão, entrando de noiva com o brasão do Corinthians na mantilha do vestido…. ! A entrada deles na festa foi ao som do Hino do Corinthians, claro, e um dos integrantes do filme, que também estava entre os convidados, levou uma bandeira, que o casal fez questão de que fizesse parte do palco! O bolo era corintiano, as taças do brinde, o prato da mesa, enfim, acho que seria legal dividir com vocês!
Enfim!!! tenho tentado enviar a vocês, principalmente ao Serginho Groisman, Andrea e Marcelo Paiva, que tiveram contato direto com eles. Na pré-estreia do filme, o Globo Esporte até fez uma matéria com eles tambem….! Seguem algumas fotos!
Se puderem entrar em contato, eles ficariam felizes!
Desde já agradeço!
Tatiana Abib
Querida TATIANA, nós, da equipe do filme FIEL, recebemos a mensagem, enfim.
Ficamos maravilhados com o bom gosto do figurino e da festa.
É inspiradora a homenagem.
E como eu, Serginho e Andrea já somos casados, não sei se poderemos seguir o exemplo da sua família.
Mas, quem sabe, um dia rola.
Parabéns aos noivos maloqueiros-sofredores [graças as Deus] e…
Vai Curintia!
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