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Quem Faz

MARCELO DE MORAES participa da cobertura de política e economia em Brasília desde 1993. Atualmente é o diretor da sucursal de O Estado de S.Paulo na capital, tendo trabalhado em outros importantes veículos de comunicação do País, como O Globo, Veja, Jornal do Brasil, Valor Econômico, Correio Braziliense, entre outros.
terça-feira 19/08/14

Campanha petista vai modular participação de Lula na TV para não ofuscar Dilma

Maior cabo eleitoral da campanha pela reeleição da presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi a grande estrela do primeiro programa eleitoral apresentado pelo PT na televisão e rádio. Até o fim da eleição, o plano é usar a popularidade de Lula para ajudar a presidente. Mas a questão é que os integrantes da campanha avaliam que será necessário modular essa participação para que Dilma não acabe ficando demais em segundo plano no seu próprio programa. Aliados ...

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segunda-feira 18/08/14

Petistas vão tentar desconstruir Marina mas sem preservar Aécio de críticas

A necessidade de conter o crescimento da candidatura da ex-senadora Marina Silva (PSB) não vai garantir uma espécie de trégua política entre petistas e tucanos. Do lado do PT, já existe o plano definido de tentar desconstruir a campanha de Marina. Mas a ordem é acumular a nova tática com o discurso crítico contra o senador tucano Aécio Neves. Na avaliação de aliados da presidente Dilma Rousseff, o ideal é que os, agora, dois adversários diretos tenham suas atuações políticas ...

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segunda-feira 18/08/14

Fortalecida por pesquisa, Marina passará a ser criticada por PT e PSDB

Na primeira pesquisa em que teve seu nome incluído como virtual candidata à Presidência pelo PSB, a ex-senadora Marina Silva mudou completamente o cenário eleitoral. Segundo pesquisa feita pelo Datafolha com Marina já no lugar do falecido candidato Eduardo Campos (PSB), ela já aparece em empate técnico com o senador tucano Aécio Neves no primeiro turno e na mesma situação num eventual confronto no segundo turno com a presidente Dilma Rousseff (PT). Esse cenário não deixa dúvidas: PT e PSDB ...

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quinta-feira 14/08/14

Se Marina disputar eleição, governo terá que mudar tática do “nós contra eles”

Ainda sob forte impacto emocional da morte de Eduardo Campos, o PSB e sua candidata a vice-presidente, Marina Silva, sabem que o relógio eleitoral está correndo. Precisam decidir até os próximos nove dias se o partido se retira da disputa ou se efetiva Marina ou algum outro candidato no lugar de Campos. Enquanto essa decisão não é anunciada, os aliados da presidente Dilma Rousseff já se preparam para a entrada de Marina na campanha e para uma mudança completa de estratégia.
No cenário anterior, a eleição estava polarizada entre Dilma e o tucano Aécio Neves. Esse era a situação considerada ideal pelos governistas, uma vez que reproduzia a situação das cinco eleições passadas, que opuseram tucanos e petistas na disputa direta pelo Palácio do Planalto. O cenário trazia um conforto para o modelo de campanha desejado pelos petistas. Com esse quadro, o discurso foi construído para comparar gestões de PT e PSDB, confrontando números, indicadores e visões de País. Sempre dentro do tema “nós contra eles”, uma espécie de zona de conforto para os estratégicas petistas.
Se for a candidata, Marina trará um potencial político de rompimento dessa lógica. Seu perfil se identifica com as críticas apresentadas nas manifestações de junho do ano passado e que estavam órfãos de candidatos no quadro anterior. Marina prega a nào política, criticando acordos políticos convencionais. Seus aliados se movem com grande desenvoltura pelo campo das redes sociais e ela traz para o debate um discurso que inclui ambientalismo, desenvolvimento sustentável e novas práticas políticas. Agrega ainda voto conservador por ser evangélica. Em compensação, é vista com desconfiança pelo mercado e com imensa preocupação pelo setor do agronegócio.
Como Campos, Marina é uma dissidente dos governos petistas. Depois de ter sido ministra do Meio Ambiente com Lula, Marina tem criticado diretamente o atual modelo de governo. Em 2010, pelo PV, teve apenas um minutos de televisão para fazer campanha e somou quase 20 milhões de votos. Se conseguirá ampliar esse cacife, ainda é um mistério. Mas para que essa resposta surja, PSB e Marina precisam tomar a decisão sobre seu futuro político na disputa presidencial.

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quarta-feira 13/08/14

Nas mãos do PSB, o futuro da eleição

O inesperado e chocante desaparecimento do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto num acidente de avião, produz a maior reviravolta na campanha presidencial. Devastados pelo luto da perda do seu presidente nacional e líder, seus companheiros do PSB terão agora o prazo legal de dez dias para decidir se lançarão um candidato substituto ou se simplesmente jogarão a toalha e desistem da disputa. Qualquer decisão que tomem pesará nos rumos da sucessão ao Palácio do Planalto. Nesse momento, é muito cedo ...

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quarta-feira 06/08/14

JBS já repassou mais de R$ 50 milhões para campanhas eleitorais

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou a primeira prestação de contas parcial com as doações recebidas por partidos, candidatos e seus comitês financeiros de campanha. Alguns dados já se destacam imediatamente. Segundo os dados do tribunal, a empresa JBS declarou oficialmente já ter destinado mais de R$ 50 milhões para abastecer diversas campanhas pelo Brasil afora. Na divisão do dinheiro doado pela empresa, os tucanos receberam R$ 7 milhões, sendo R$ 5 milhões entregues diretamente ao Comitê Financeiro Nacional para Presidente ...

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terça-feira 29/07/14

Temer liga para Skaf e avisa que “PMDB paulista estará com Dilma e comigo”

A campanha publicitária divulgada ontem por Paulo Skaf, candidato do PMDB ao governo paulista, rechaçando a possibilidade de apoio à presidente Dilma Rousseff em São Paulo, provocou grande mal estar no Palácio do Planalto e aborreceu bastante o vice-presidente Michel Temer. Presidente nacional do PMDB e padrinho da candidatura de Skaf ao governo, Temer ligou para Skaf assim que soube da campanha e avsou ao aliado. "O PMDB paulista estará com Dilma e comigo na campanha nacional". A enquadrada de Temer ...

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quarta-feira 23/07/14

TCU isenta Dilma de culpa e governo avalia que caso Pasadena perde peso eleitoral

O governo considerou uma importante vitória política a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de isentar a presidente Dilma Rousseff da responsabilidade pelos supostos prejuízos causados pela compra pela Petrobrás da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. Por ser ministra da Casa Civil, na época da negociação, Dilma era justamente a presidente do conselho quando metade da refinaria foi adquirida pela estatal, em 2006. Assim, existia o temor, dentro do Palácio do Planalto, que o TCU também a ...

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sexta-feira 18/07/14

Pesquisa mostra que rejeição a Dilma já chega a 43% no Sudeste e no Centro-Oeste

Duas regiões do País estão puxando para cima o elevado índice de rejeição da presidente Dilma Rousseff. Segundo pesquisa feita pelo Datafolha, Sudeste e Centro-Oeste pesam decisivamente para aumentar o número de pessoas que não estão dispostas a votar em hipótese alguma na candidata petista. se a rejeição total de Dilma indicada pelo Datafolha é de 35%, quando é levada em conta a opinião apenas dos entrevistados do Sudeste e do Centro-Oeste, esse total salta para 43%. Levantamento feito pelo mesmo ...

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