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Quem faz

PAULO SILVESTRE é gerente de e-commerce da Samsung. Jornalista apaixonado por mídia e tecnologia, está online desde 1987 e trabalha com mídias digitais desde 1995. Participou da criação da FolhaWeb -que se transformou no Universo Online- e da AOL Brasil. Foi também editor de produtos digitais da revista Exame, gerente sênior de conteúdos digitais da Editora Saraiva, gerente de produtos digitais do Grupo Estado e editor de produtos digitais da Microsoft. Lecionou as disciplinas Jornalismo Digital e Tecnologias da Comunicação na Universidade Metodista de São Paulo e atualmente é professor do curso “Redes sociais, colaboração e mobilidade” da PUC-SP.
segunda-feira 29/08/11

A educação brasileira continua dando vexame, mas tem jeito

Este post não traz nada de novo. Mas a notícia que o motivou tampouco traz. Mesmo assim, o assunto foi manchete do Estadão na última sexta (também apareceu na primeira página de outros jornais) e rendeu um editorial no dia seguinte. Como explicar essa aparente contradição? A notícia é o resultado da Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização), que avalia o quanto as ...

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domingo 14/08/11

A “bolha de filtro” ajuda mais que atrapalha

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=FNcTztlaSyI] O vídeo acima descreve as ideias de Eli Pariser, ativista digital americano, que vê riscos no conceito que ele batizou de “bolha de filtro”. Resumidamente, ele critica algoritmos usados por sites como Google, Facebook e até alguns veículos de comunicação para exibir, a cada usuário, individualmente, conteúdos que estejam supostamente alinhados com coisas pelas quais ...

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domingo 07/08/11

Feliz Aniversário, Web!

O NeXTcube de Berners-Lee hoje está no museu do CERN - Foto: reprodução

Tim Berners-Lee usou esse NeXTcube como primeiro servidor de sua Web

A Word Wide Web acaba de completar 20 anos de idade! No dia 6 de agosto de 1991, o físico britânico Tim Berners-Lee publicava o que é considerada a primeira página da sua inestimável contribuição à humanidade: um texto sobre o próprio projeto, concebido com o objetivo de facilitar o compartilhamento de informações entre pesquisadores.

Sir Berners-Lee (ele foi sagrado cavaleiro britânico em 2004) modestamente não tinha a menor ideia do que seu invento se tornaria. Tanto é assim que, apesar de ser enormemente reconhecido por ele, nunca ficou milionário com a Web. Uma ironia e tanto para algo que individualmente criou a maior quantidade de milionários da história.

Tim Berners-Lee, o criador da Web - Foto: Uldis Bojārs

Tim Berners-Lee ganhou todo tipo de reconhecimento -foi até sagrado cavaleiro britânico- mas não ficou milionário com a Web, ao contrário de muitas outras pessoas que conseguiram isso graças a seu invento

Mas, afinal, quem se preocuparia com o dinheiro depois de ter mudado de maneira radical todo o planeta, não é mesmo? Na modesta opinião deste Macaco, poucos inventos se aproximam da envergadura da Web. Superando infinitamente o que previa Berners-Lee, a Web levou o conceito de compartilhamento de informação –qualquer informação– a níveis inimagináveis. Com a Web, as pessoas alteraram dramaticamente a maneira como se relacionam com ela e como se relacionam entre si. Por isso, a Web representa muito mais que o rádio, a televisão ou o telefone. Curiosamente, supera largamente a própria Internet, sobre a qual reside, mas que, antes da Web, não era muito mais que uma rede de computadores.

Nenhum quadrinho de Flash Gordon ou desenho dos Jetsons sugeriu a existência de algo como a Web. Muito de sua ficção científica está hoje em nossos bolsos, mas seus autores nunca pensaram em algo como ela. Talvez porque, apesar da fagulha criativa de Berners-Lee, todos nós somos responsáveis pela Web ter se tornado o que é em apenas vinte anos: a maior criação colaborativa da humanidade.

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quinta-feira 04/08/11

O casamento do bom jornalismo com as redes sociais

Em seu mais recente artigo no Estadão, “Jornalismo, humildade e qualidade”, Carlos Alberto di Franco se vale de ideias do jornalista Rosental Calmon Alves, catedrático da Universidade do Texas em Austin (EUA), para construir uma interessante crítica sobre a atual maneira de se fazer jornalismo. Rosental prega -corretamente- que as novas tecnologias e as ...

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