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Riocorrente, o cinema-coquetel molotov

Luiz Zanin

07 junho 2014 | 12:47

Na canção Sampa, Caetano Veloso explicava o sentimento negativo em relação a São Paulo, quando por aqui morava: “É que Narciso acha feio o que não é espelho”. O diagnóstico talvez se aplique, tantos anos depois, a Riocorrente, poderoso primeiro filme de ficção de Paulo Sacramento, mas que impressiona mais os paulistanos do que os que não têm a experiência (radical) de morar em São Paulo.

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