Um homem confessou nesta quinta-feira ser o assassino do menino Etan Patz. O desaparecimento de garoto de 6 anos, no bairro nova-iorquino do Soho, em 1979, provocou uma onda nacional apreensão sobre a segurança das crianças.
Pedro Hernandez, de 51, que trabalhava numa bodega perto do edifício da família Patz, foi preso na quarta-feira, em Nova Jersey. Ele disse que estrangulou o menino e colocou o corpo numa caixa que foi abandonada em Manhattan e desapareceu.
Etan Patz (Foto Cortesia NYPD)
Paltz foi raptado no primeiro dia em que sua mãe permitiu que ele caminhasse sozinho para a escola. Na década de 80, as embalagens de leite nos Estados Unidos passaram a estampar rosto fotos de crianças desaparecidas e o Congresso passou leis para atacar raptos de crianças.
Em 33 anos de mistério, uma teia de pistas frustradas e suspeitos confundiu gerações de investigadores nova-iorquinos. Em 2010, o recém-eleito promotor público de Nova York, Cyrus Vance Jr., decidiu reabrir o caso. O Prefeito Michael Bloomberg alertou para o fato de que a investigação não está encerrada e a polícia nova-iorquina não acusou Hernandez formalmente pelo assassinato.
Ouça a conversa com Mia Bruscato sobre o caso Ethan Paltz, na rádio Estadão ESPN.
A Chicago que recebe dezenas de líderes mundiais para a cúpula da OTAN é a cidade que abrigou o primeiro arranha-céu americano, no século 19, e se tornou lendária como o território de Al Capone, nos tempos da Lei Seca. Um novo livro explora as origens da Chicago moderna.
Veja por que a cúpula da OTAN, neste fim de semana, é a mais difícil da Aliança criada depois da Guerra Fria.
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