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28.janeiro.2012 19:53:47

Exclusivo! Rubinho admite: “Por que não a Indy?”

28/I/12

Livio Oricchio, de Nice

Amigos, entrevistei ontem Rubens Barrichello, por telefone. Ele nos Estados Unidos e eu aqui, na França. A entrevista está na edição deste domingo do Estadão e Jornal da Tarde, além do portal. Reproduzo, no blog, o texto original. A conversa foi reveladora. Boa leitura. A eventual falta de espaço entre as palavras é um problema do programa e não erro meu na digitação.

  As 19 temporadas e 325 GPs de experiência na Fórmula 1, recorde absoluto de longevidade, o peso da idade, próximo de completar 40 anos, dois vice-campeonatos mundiais, em 2002 e 2004, uma condição de vida confortável e nenhuma sequela de acidentes não arrefecem o interesse de Rubens Barrichello pelo automobilismo. “Questão de paixão”, diz. As portas da Fórmula 1 parecem ter mesmo se fechado para esse paulistano controverso: os fãs da competição o amam ou não perdem a chance de uma gozação.

 O baque da notícia de ser preterido pela equipe Williams – optou por Bruno Senna -, ao contrário de afetar Rubinho o lançou numa cruzada ainda mais intensa para se manter ativo como piloto numa categoria de importância mundial. Amanhã (segunda-feira) e terça-feira realizará testes com o Dallara-Chevrolet modelo 2012 da equipe KV, “do meu irmão Tony Kanaan”, no circuito de Sebring, Flórida, nos Estados Unidos.

  Oficialmente, definiu a experiência como “um teste para atender o pedido de Tony”. Mas quem o conhece sabe que a história não é bem assim. Nessa entrevista exclusiva ao Estado, Rubinho afirma que a Fórmula Indy pode mesmo ser o seu destino profissional, apesar da resistência da esposa, Silvana. “Meus filhos estão louquinhos para que eu me mantenha como piloto”, comenta. Mais: não guarda mágoas da Fórmula 1 e dá detalhes surpreendentes das negociações com a Williams.

  Estado (E) – Por que você vai testar o carro da KV na Fórmula Indy? Considera a categoria como uma opção para você?  

Rubens Barrichello (RB) – Sempre desejei testar um carro da Indy, amo velocidade, é natural querer conhecê-lo. Passei o fim de ano com o Tony (Tony Kanaan é piloto da equipe e ficou em quinto no campeonato do ano passado) e ele me disse para andar no seu carro. Não foi a primeira vez que me convidou, pedir minha opinião sobre acerto. Agora, como não tenho contrato com ninguém, não há nada que me impeça de testá-lo. Estou indo para esse teste com a mente bem aberta. Se sair do carro com aquela paixão que sempre tenho quando piloto, por que não? Amo as corridas. Posso adiantar que estou ansioso. Usarei o novo modelo da Dallara, equipado com o novo motor Chevrolet turbo, me deram o que há de melhor. Até os donos da KV confirmaram que estarãoem Sebring. Edono de equipe normalmente não vai a teste.

 

  E – Mas você adiantou para o Estado, em novembro, que sua esposa, Silvana, lhe pediu para não competir nas pistas ovais, cenário de algumas provas da Fórmula Indy.

  RB – É verdade. É uma importante questão a ser resolvida. Mas antes de pensar nisso eu preciso, primeiro, conhecer o carro, o que é a Indy. Dentro de mim não está claro o que farei. Existe sempre a possibilidade de disputar a temporada, mas não as etapas nos ovais (o campeonato este ano terá apenas, a princípio, quatro provas em traçados ovais, Indianápolis, Texas, Iowa e Fontana). O teste, agora, é num traçado misto, o mesmo em que o Ayrton Senna, em dezembro de 1992, usou para conhecer o carro da Penske, onde corria o Emerson Fittipaldi. Eu estava negociando com a Jordan para estrear na Fórmula 1 e torcia para o Ayrton correr na Fórmula 1 e não na Indy para eu competir do seu lado. Era o meu ídolo, o maior piloto que vi na Fórmula 1.

   E – Seus filhos apoiariam uma eventual decisão de competir na Fórmula Indy?

  RB – Eles estão pulando de alegria diante da possibilidade de verem o pai continuar correndo. Se dependesse apenas deles eu já estaria lá. A notícia de que não fiquei na Williams, eles sabem, representa apenas uma transição para outra atividade no automobilismo e não o fim de minha carreira. O meu prazer em pilotar ainda é imenso e farei de tudo para estar nas pistas, para felicidade do Eduardo e do Fernando também.

  E – Você já comentou que aí na Flórida costuma andar de kart com seus dois meninos. Talvez com um pouco mais de tempo, agora, pensa em apoiá-los a, quem sabe, seguir a profissão de piloto?

  RB – A questão é oportuna. Outro dia desses eles me pediram para disputar uma corrida num evento destinado a meninos de6 a9 anos. Foi impressionante. Durmo bem antes de qualquer desafio, mas na noite anterior à prova deles quase não dormi, estava muito agitado. Para ser bem sincero, fiquei com medo. Aqui nos Estados Unidos você não pode entrar na pista, ver de perto o filho. Pedi autorização especial, me deram o jaleco e lá fui eu. Ao vê-los se divertir daquela maneira, disputando posição, ultrapassando, se defendendo, comecei a chorar. Senti o que meu pai deve ter sentido quando me viu iniciar no kart. Ver os Barrichellinho correr me deixou preocupado, como pai, mas feliz por vê-los fazer o que tanto amo. Não sei se é isso, de fato, que eles querem. Se for, claro, terão a minha ajuda e apoio. Podem me questionar como piloto, mas não como pai. O mais legal é que isso ainda é o que tanto desejo para mim.

  E – A Fórmula 1 já faz parte do seu passado?

  RB – Não. Hoje não tem vaga maisem aberto. Masse surgir uma oportunidade, o sonho de disputar minha 20.ª temporada na Fórmula 1 continua vivíssimo. Nunca se sabe. Às vezes as coisas, pelos mais distintos motivos, mudam e você, com sua velocidade e experiência, pode vir a ser chamado. O Kimi Raikkonen e o Michael Schumacher voltaram, por qual razão eu não poderia também? Não é algo descartado sob nenhuma hipótese. O motivo de não ficar na Williams não foi técnico.

  E – Como a Williams te comunicou que você perdeu a concorrência para o Bruno Senna?

  RB – Frank Williams, pessoalmente, me ligou. Começou dizendo que não tinha uma boa notícia e me explicou que eles decidiram assinar com outro piloto. Como profissional que é, não disse quem era. Pouco tempo depois, no mesmo dia, anunciaram a contratação do Bruno. Eu também levaria uma cota de patrocínio para a equipe. Havia fechado com a BMC – Brasil Máquinas, o que me deu elevadas esperanças de permanecer no time, também pelas facilidades de meu contrato, condicionando salário aos resultados conquistados. Desejava correr, basicamente. Mas é público que a Williams tem hoje dificuldades com o orçamento, perdeu alguns dos seus principais patrocinadores, e se viu obrigada a optar por um contrato que pudesse colaborar mais com as suas necessidades. É compreensível. A decisão foi única e exclusivamente financeira, não há dúvida, sem demérito para ninguém, por favor. Vamos ver como ficará, agora, o desenvolvimento do carro, com essas dificuldades. O Bruno Senna e o Pastor Maldonado (a dupla de pilotos) terão de se desdobrar para ajudá-los, o problema é que não são experientes. Será um desafio para todos. (Nos bastidores da Fórmula 1, na Inglaterra, comenta-se que Rubinho garantia 3 milhões de libras (cerca de R$ 8 milhões) para a Williams, mas diante dos prováveis 8 milhões de libras (R$ 21 milhões) de Bruno e sua aprovação no vestibular a que foi submetido pela equipe, o sobrinho de Ayrton Senna ficou com a vaga.) Ah, o Adan Parr ainda não me ligou (Parr é sócio de Frank Williams, diretor geral da escuderia, bastante contestado, e razão principal de outro sócio da organização, Patrick Head, se afastar do grupo de Fórmula 1).

  E – O Bruno Senna te ligou depois do anúncio?

  RB – Ligou. Ele estava meio sem graça, supercarinhoso. Eu lhe pedi para parar com aquilo, somos amigos. Falei que minha disputa não era com ele, mas com a Williams. O bom dessa história é que eram dois pilotos brasileiros, o que, de qualquer forma, garantiria um piloto brasileiro a mais no grid. Éramos e continuamos amigos. Não muda nada. Torço, agora, pelo Bruno. Tem a seu favor o fato que pegará um carro melhor que o meu do ano passado. Se tiver disponibilidade financeira a Williams pode crescer. Vai depender muito também, como disse, do trabalho de seus pilotos para ditar os rumos do desenvolvimento. Conversei com os engenheiros e eles me sinaliram existir avanços importantes nos ensaios do novo modelo.

  E – Você ficou abalado com o fato de deixar a Fórmula 1?

  RB – Lutei muito para permanecer na Fórmula 1, deixei até em algumas ocasiões o meu orgulho de lado. Mas uma vez que, ao menos agora, não deu, não me sinto por nada atingido. Não era para ser. Como já disse, miro outras possibilidades profissionais, que atendam meu amor pela velocidade. Sinto, sim, orgulho de ter disputado 19 temporadas. Nesses anos todos vi muitos e muitos pilotos entrarem e saírem. Eu fiquei. Fiquei 19 anos porque o meio me quis. E me pagou por isso. Fuià sede da Williams dia 23 de dezembro e desde o início de janeiro me encontro na Flórida, de férias com a família. Estou super em paz.

  E – Você se tornou um profissional bem-sucedido. Agora, quais são os seus planos? Vai tornar-se um empresário, investir um pouco do que ganhou em negócios ou será conservador com seu dinheiro?

  RB – Eu sou superconservador. Aprendi com o meu pai, que sempre me diz: “Não se meta naquilo que não conhece”.

  E – Parte da torcida e da imprensa não poupou você de, por vezes, pesadas críticas e muitas gozações. Guarda mágoa?

  RB – Nenhuma. Nem da Fórmula 1 nem da mídia ou da torcida. Apenas gostaria de fazer algo para cobrar um pouco mais de responsabilidade de setores da mídia, em especial a internet. Alguns pseudo-profissionais fazem o que bem entendem, sem responsabilidade, levianamente, sem se dar conta da extensão do que fazem, ou, pior, conscientemente. Isso ocorre mais aqui, no Brasil. Está errado. É preciso que esse tipo de cidadão seja punido, pelo crime que cometeu, há regras, até para outros pilotos não serem tratados da mesma forma. Se eu puder colaborar para coibir essas irresponsabilidades estarei disponível.

 

Comentários (33) | comente

33 Comentários Comente também
  • 28/01/2012 - 23:29
    Enviado por: Carlos Barbosa

    Vou repetir o que escrevi no facebook: “Pelo que ele conquistou na F1, deveria ser tratado com mais respeito… É fácil o atual quarto melhor piloto brasileiro da historia da F1… Fica atrás só do Senna, Emerson e Piquet…”

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  • 29/01/2012 - 08:44
    Enviado por: marciocampinas

    O Barichello nunca foi uma pessoa/piloto carismático, assim como a grande maioria;talvez, ao meu ver, seu grande defeito não foi ter aceitado o fato ser inferior ao mais completo piloto que a fórmula 1 já conheceu:Michaelk Schumacher.Ele deveria, até para se valorizar, ter reconhecido o fato e passar a admirá-lo e respeitá-lo assim como todos os outros faziam, afinal, até pela posição dele na Ferrari, certamente incontáveis pilotos invejavam Barrichello.
    Vejo Barrichello como um grande vencedor, afinal suas temporais, seus números de GPs, seus pódios e suas vitórias estão aí e são inquestionáveis e incontestáveis, além de é claro, ele estar financeiramente muito bem, muito melhor do que a grande maioria dos que o admiram e o criticam.
    Barrichello, até pela sua pouca idade na época, errou em aceitar a criação do novo Senna imposta pela rede globo, afinal cada pessoa é única.
    Parabéns a Barrichello e saiba, que ele, ao meu ver, no seu tempo áureo, esteve abaixo de pouquíssimos pilotos, só lamento o fato dele jamais ter reconhecido aquele que foi o melhor de todos
    Parabéns ao Lívio, que novamente faz uma entrevista curta e objetiva…um jornalismo de alto nível

    Abraços a todos

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  • 29/01/2012 - 11:09
    Enviado por: ivan/santo andré

    Demoro Rubinho, lá voce jamais será coadjuvante.

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  • 29/01/2012 - 12:39
    Enviado por: Eduardo Endo

    Méritos como piloto o Barrichello tem sim, e concordo com ele que a escolha pelo Senna se deu pela questão financeira. Mas não só por isso. Acho que a questão de idade também pesa muito. Pesa em qualquer profissão, por que na F1 seria diferente?
    Quanto a não guardar mágoas da mídia, principalmente a brasileira,, não acho que ele esteja sendo verdadeiro. Basta ler o último parágrafo. Claro que jornalistas tem que ter responsabilidade sobre o que escrevem e publicam, a internet é uma ferramenta de comunicação onde esse controle quase não existe, mas com certeza isso afeta e atinge o Rubens.
    Rubinho, bola pra frente!! Seja feliz na nova etapa de sua caminhada.

    Abraços a todos.

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  • 29/01/2012 - 15:14
    Enviado por: Sergio Magalhães

    Olá Livio,

    Parabéns pela entrevista, muito esclarecedora. Eu sempre fui e serei fã incondicional do Rubinho, por isso me sinto à vontade em falar sobre ele porque jamais o critiquei em toda sua carreira.

    É um piloto que aprendi a gostar e admirar desde quando ele corrida com o Kart número 11 nos campeonatos paulista e brasileiro. E tenho a felicidade de poder ter acompanhado à distância, claro, todos os passos do Rubinho no automobilismo. Felizmente assisti a todos os seus 325 GPs, e guardo muitos com carinho na memória e em vídeos.

    E torço muito, muito por seu sucesso, seja aonde ele estiver competindo, estarei torcendo. É um piloto que merece todo o respeito. Um grande ser humano, um grande piloto.

    Eu só não gostaria que ele optasse pelos ovais. É um nogócio perigoso demais – por vezes uma roleta russa – correr no Texas, por exemplo. Ontem mesmo estava conversando com um amigo e diziamos que por muita sorte até hoje não aconteceu nenhuma tragédia como a de Las Vegas, ano passado, no Texas Motor Speedway.

    Fontana é outra pista que considero perigosa demais para carros do tipo Fórmula. Eu torci muito para que depois da tragédia de Lás Vegas, pelo menos Texas e Fontana, assím como Las Vegas, fossem limadas do campeonato. Mas não, saiu apenas a última das três citadas.

    Por esse lado, se o Rubinho acertar para correr apenas em autódromos ou circuitos de rua, já estará de bom tamanho. O problema é que ele, acostomado à segurança da F-1, vai estranhar muito em correr em lugares com a segurança precária, se comparado aos padrões exigidos na F-1.

    Um abraço, Livio, e desejo muita sorte ao Rubinho, que Deus ilumine e guie seus passos.

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  • 29/01/2012 - 16:07
    Enviado por: Alberto almeida

    Gosto muito Rubinho na f1 gostaria que ele correse mais um ano parabens rubinho

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  • 29/01/2012 - 16:17
    Enviado por: Doug

    Ganhou muito dinheiro mas demonstra elevada frustração. É isso que dá comer pela mão dos outros, não ter a coragem de chutar o pau da barraca e colocar a grana em primeiro lugar. Marketeiro enganador.

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  • 29/01/2012 - 16:26
    Enviado por: Doug

    kd o Livro que prometeu escrever???

    Recebeu pelo primeiro lugar na Austria em 2002

    Que negociata foi essa???

    Qual era o esquema??

    Dá-lhe Bruno Senna !!!

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  • 29/01/2012 - 18:24
    Enviado por: Pedro do Carmo

    Depois da sua carreira bem sucedida na Fórmula 1 e com o amor que ele tem por corridas, eu acho que seria muito bom para o Rubinho e para os seus fans uma no aventura, desta vez na Indy.

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  • 29/01/2012 - 19:00
    Enviado por: gustavo

    Essa recusa em se aposentar é deprimente.

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  • 29/01/2012 - 19:18
    Enviado por: odair

    A indy tá cheio de motorista brasileiro, esse será só mais um.

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  • 29/01/2012 - 19:33
    Enviado por: Alisson

    O mundo dá voltas e o Rubens ainda pode voltar à F1. O kimi, mesmo não sendo um piloto excepcional mesmo sendo um campeão, circunstancial digamos, voltou a F1.

    Capacidade técnica o Rubens tem de sobra, mas só acho que deveria ser mais bem assessorado e saber o momento de ficar calado.

    Não acho completamente impossivel a volta do Rubens ou alguém acha que o Kimi um dia voltaria?

    Em se tratando de F1 tudo é possível.

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  • 29/01/2012 - 22:56
    Enviado por: Andre L

    kkkkkkkkk
    eu nao li a materia toda porq nao me interesso pelo q ele tem a dizer, somente a ultima resposta, aff…

    I am so sorry for you RB

    Agora pode chorar, kkkkkkk

    Andre L.

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  • 29/01/2012 - 23:22
    Enviado por: Luciano - Hortolândia

    Rubinho, o tempo de todo mundo chega, e o seu chegou, deixa os holofotes de lado, a vaidade, e vai aproveitar o seu tempo com a sua familia ………………. vai se enfiar naqueles circuitos ovais ……..
    com sua experiência podes trabalhar como comnetarista, e ganhar um bom sálário, em segurança …..

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    • 30/01/2012 - 17:41
      Enviado por: plow king

      Ate onde entendi aqui nao he espaco para ficarem dando palpites na vida do cara.

      Ninguem paga a conta dele, ninguem aqui he parente, amigo ou amante dele. Que ele faça o que quiser…. mania de gente que nao tem nada a ver com a vida dos outros de ficar se intrometendo.

      Morons. Complete morons.

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  • 30/01/2012 - 13:13
    Enviado por: Zaka

    A GP2 ficou conhecida como a porta de entrada na F1.
    E a Fórmula Indy a porta de saída rsrsrs.

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    • 30/01/2012 - 13:46
      Enviado por: Jefferson Ricardo Lopes

      Grande Zaka : este comentário seu é muito cruel e foge ao seu tradicional fervor nacional – que particularmente respeito e admiro . Parece que esta novela do Rubinho ainda vai render – não sei se pensam um dia em fazer uma corrida de despedida.

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  • 30/01/2012 - 13:26
    Enviado por: JMello

    Essa é uma boa noticia! Se Barrichello for para Indy, a categoria so tem a ganhar com um piloto que possui tanta experiencia e tecnica que é superior aos demais que atualmente compoe o plantel da Indy.

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  • 30/01/2012 - 16:33
    Enviado por: Ramatis

    Parabéns pela matéria Lívio, li ontem. Abração,

    Rama.

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  • 30/01/2012 - 16:49
    Enviado por: Zaka

    E Eis que virá o dia de muito choro pelas terras de Pedro Álvares.
    Um piloto brasileiro de nome Rubens, levantará aos prantos
    a taça de campeão da F. Indy… no ano de 2012….
    Ele chorará por ter ganho. Os brasileiros também… kkkkkk !!!!!!!!!

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    • 30/01/2012 - 19:13
      Enviado por: Jefferson Ricardo Lopes

      Zaka, Zaka : Foi você que achou que o cavalo paraguaio do Hamilton passou selado naquele titulo perdido de sua primeira temporada. E … acabou pegando o do ano posterior, enquanto os nossos Rubinho e Massa … nem é bom fazer analogia.

      Nada tenho contra Rubinho e a Formula Indy é um pouco mais equilibrada . Se estiver uma equipe grande, tem mais chance, mas se for capaz de fazer a diferença pode chegar ao título. Gosto muito de ver estas redenções e que Rubinho corra como nunca correu uma temporada completa para poder ser campeão.

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  • 30/01/2012 - 18:00
    Enviado por: caducouto

    Boa tarde,
    Livio, você sabe como foram os tempos de volta no teste de hoje em relação ao TK?
    Abraço!

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    • 30/01/2012 - 18:17
      Enviado por: Luiz Carlos(BLC)

      Olá caducouto,
      Esse não é um teste pra valer, na verdade o Barrichelo teve o primeiro contato com o carro modelo 2012 da categoria, foram poucas voltas no circuito de Sebring sem marcar tempo, Kanaan não andou, Emerson Fittipaldi estava lá e postou cinco vídeos de curta duração. Se ele resolver andar pra valer só irá confrontar tempos quando os testes forem oficiais e pra todos do grid.
      Abs

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  • 30/01/2012 - 23:31
    Enviado por: Carlos Eduardo

    Caro Luiz, pensei o mesmo que vc e foi por curiosidade que eu quis saber. Pela diferença técnica e pelo tempo que anda de F1 em alto nível(digam o que quiserem mas é em alto nível), imagino que ele vá sobrar na Indy. E é o que parece: foi ,14 somente mais lento que o mais rápido TK.
    Abraço!

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    • 31/01/2012 - 17:45
      Enviado por: Luiz Carlos(BLC)

      Olá Carlos Eduardo,
      Históricamente quem sai da F1 e vai pra F Indy anda bem (a recíproca não é totalmente verdadeira mas Jacques Villeuneve acabou sendo campeão nas duas), Mansel andou duas temporadas após sair da F1 e sagrou-se campeão com sobras. As exigências da F1 são estúpidamente maiores que a concorrente americana, em face disso poderemos ver o Rubens andando junto ou até melhor que os ponteiros, evidente que o equipamento é fundamental. A KV não é das piores mas não vejo a equipe batendo a Ganassi e a Penske. Se Rubens estiver feliz e motivado só me resta desejar muita sorte a ele.
      Abs

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  • 31/01/2012 - 00:43
    Enviado por: Sheriff

    Caros

    A matéria nos traz o lamento de um Brasileiro, pela perda de um acento em qualquer carro da categoria máxima do Automobilismo. Interessante nossa cultura tupiniquim, em não valorizar os poucos Brasileiros que se destacam dentro ou fora de nossa nação. Emerson é reconhecido mundialmente pelos feitos que realizou; aqui já foi debochado muitas vezes. Nelson é muito querido em todo o meio automobilístico, e respeitado pelo que agregou às competições; aqui é tratado como arrogante e mal humorado. Ayrton o maior ídolo do povo, o último a conquistar títulos, tem o comum aos três; está caindo no esquecimento. Assim acontece em todas as áreas, e polarizando no esporte; temos um Brasileiro eleito-reconhecido como atleta do século; e muitos não sabem disso. Gostaria de saber, como conservar em nossas memórias nosso heróis, como acontece em qualquer outra nação no mundo… O Rubens não vai parar, seja na Indy ou na Stock Car, ele estará nas pistas… Não foi um Campeão na F1; não tenho conhecimento de uma linha se quer de seu contrato com a Ferrari, para dar passagem ao Schummy na bandeirada… Com tudo que acompanhamos em seus 19 anos de F1, sempre jogou limpo e fez o que melhor sabia. Não o considero um herói, e sim um batalhador Brasileiro.

    Com o devido respeito; pergunte a um Argentino qual o melhor jogador de futebol do mundo de todos os tempos… (ouvirá Maradona); e o melhor piloto de todos os tempos… (ouvirá Fangio); e por ai vai…

    Abçs.

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  • 31/01/2012 - 15:19
    Enviado por: Carlos Eduardo

    xiiiii por causa da resposta à última pergunta, Flávio Gomes, Victor Martins, etc, como de costume, detoná-lo-ão rsrsrsrsrsrsrs E o fato é que o primeiro sobrinho comprou a vaga, com dinheiro que a Lotus não quis. De todo modo, mérito do “garoto de quase trinta anos”.
    Quanto ao Rubens, eu admiro: ficou muitos anos por causa de sua habilidade. Não foi suficiente para ser campeão, mas para garantir a presença e para ganhar dinheiro, tendo saido vivo.
    Meus parabéns pela entrevista.

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  • 31/01/2012 - 18:18
    Enviado por: Luiz Carlos(BLC)

    Olá amigos,
    Contando as horas e os minutos……!
    Amanhã finalmente veremos a nova McLaren, revolucionária?
    Quem vai dar o pulo do gato em 2012?
    Abs

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    • 31/01/2012 - 18:57
      Enviado por: Jefferson Ricardo Lopes

      Qualquer coisa revolucionária … está fora do regulamento. Qualquer idéia sempre irá trazer alguma melhoria na aerodinâmica e isto é proibido.

      Particularmente também torço por algum pulo do gato, mas o cenário atual não me parece propicio.

      Creio que o pulo do ano passado maior foi de Vettel que jamais havia demonstrado tanta habilidade e estratégia anteriormente, embora Button e Hamilton – com uma má fase durante as últimas corridas – fizeram alguma coisa em prol da competição.

      Alonso e Ferrari morreram abraçados a Massa.

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  • 31/01/2012 - 19:07
    Enviado por: marciocampinas

    Caro Lívio

    Gostaria que o jornalista Lívio fizesse uma profunda análise sobre Barichello, afinal, vc presenciou toda a carreira deste na fórmula 1 e, segundo informações colhidas, possui uma amizade com o referido piloto, o que pode ser interessante para nós este tipo de análise(que seja imparcial, como sempre o é)

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  • 01/02/2012 - 00:18
    Enviado por: Carlos Eduardo

    Concordo com você Luiz quanto ao Rubens.
    A questão dos projetos revolucionários para mim é a seguinte: com tantas mudanças de regulamento e com uma equipe tão à frente das outras (RB), todos querem dar o pulo do gato, só que nestes casos, o mais comum é o gato cair do telhado… Apesar da pirelli estar direcionando os pneus para beneficiar a Ferrari (os duros do ano passado não serão fornecidos), acho que quem vai se dar melhor com inovações este ano é a Mercedes… A curiosidade está demais!
    Abraço!

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    • 01/02/2012 - 00:43
      Enviado por: Luiz Carlos(BLC)

      Olá Carlos Eduardo,
      Seria muito legal se a Mercedes prateada viesse pra essa briga com as três mais fortes, é possível que os novos compostos casem melhor com as prateadas mas estou achando que Ross Brawn tem outras novidades para a alegria da dupla Rosberg e Schumacher. Estou ansioso também.
      Abs

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  • 01/02/2012 - 00:30
    Enviado por: Luiz Carlos(BLC)

    Olá Jefferson,
    Três equipes estão “pisando em ovos”, a Ferrari sob pressão máxima pra entregar um equipamento vencedor para o Espanhol e vindo de temporadas fracassadas, seu último momento de glória foi 2008.

    A Mclaren com dois campeões exigentes e o prenúncio de ficar sem motorização confiável a partir de 2014 (apenas um palpite meu).

    A Mercedes entrando em seu terceiro ano como equipe sem uma vitória sequer, sem um mísero pódio.

    Arrisco dizer que essas três irão explorar ao máximo todas as possibilidades de serem competitivas, e com um regulamento engessado a tônica é investir na ousadia pra minimizar a superioridade da Red Bull.

    Domenicali já adiantou que a equipe iria ousar, ontem Whitmarsh em declarações a uma revista demonstrava preocupação de que as equipes “aprovassem” o novo Mclaren e a Mercedes empurrando a apresentação do seu bólido o quanto pode, tire suas conclusões.

    Que venham com inventividade mas sem ferir as regras, é claro.
    Abs

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